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TRIB A DA FRO 
..4"±3#  DIÁRIO 
- 20/0211972 
~---~ ---==~=~~-----~----------------~- -- 
pKLA VISTA/H!'õ JNO 21 NO 1.462 
_REGIONAL 
17 DE FEVEREIRO DE 1.994 - QUINTA-FEIRA DIRETOR: 
' - 
- - - - - ... - 
CI RCULACAO 1 
ELA VISTA MOIO 15o 
' 
CAll/UH. N!MAQUF ! 
FURTO M,TINO 1N1 TO 1 
r.r; I , Ull'L$ JA DI 1 
e 	a a rato 
IVJ.LDO PEREIRA Ex±. • Ll.J: cns 300,00 
PREFEITO FIZ I ENTREGA DE UNIFORMES 
i SERVIDORES DA SECRETIRII DE OBRIS 
ARIA 
u VI/Ç/ O. OlJf/A', 
MUNIC, 'AL 
± SERVI,O é avo 
l 
No sábado pela manhã, todos os servidores beneficiados já fo- 
ram trabalhar uniformizados, na foto, com eles, o Secretario Ne- 
lio Diório e Assessores . ~ 
JUVINO CONSTRUIRD 
50 CBSIIS NI 
PRIMEIRB EIIIPII 
' 
' 
1 
1 
Na última sexta - 
feira, dia 11, o Prc 
feito Abraão Zacarias, 
acompanhado de Secre 
tários Municipais , 
Vereadores, Presiden 
te da Câmara Fernan­ 
do de Freitas Elias 
e esposa Hepher, la 
Dama Olga e Deputado 
'Zé {Cario.a" meato 
Diretoria de Ci:lis 
porte de maneira ge­ 
ral em nossa cidade 
e que vêm atuando ul 
timamente na modali­ 
dade de ciclismo , 
foi nomeado pelo Pre 
sidente da Liga Es 
CARNAVAL/S4 NO GMT IO PERO TUFEI 
~ 
O Desportista Jo­ 
sé Dolores Ajala, po 
pularmente conhecido 
por "Zé Carioca", mo 
rador no Bairro Água 
Doce, um dos grandes 
incentivadores does 
o Reinado de Momo 
este ano no Grêmio - 
Pedro Rufino foi um 
dos mais tranquilos 
dos últimos anos,des 
de o primeiro dia re 
gistrou-se boa pre 
senca de sócios, con 
vidados e populares~ 
mas o fator mais po­ 
sitivo do Carnaval - 
este ano no Clube 
foi o fato de que 
praticamente nenhum 
incidente aconteceu, 
apesar do grande con 
sumo de bebida alcoÕ 
lica que foi regis - 
trado. Na Página - 08 
desta Edição, os fla 
grantes do domingo= 
de Carnaval, regis - 
trados por Ubaldino 
Rodrigues, na próxi­ 
ma Edição da TF Os - 
leitores poderão con 
ferir a premiacão do 
Concurso de Fantasias 
do Carnaval Infantil 
realizado nas matinês de 
Waldcmir Moka, fez a 
entrega de uniformes 
novos aos servidores 
da Secretaria Munici 
pal de Obras que a= 
tuam nos setores de 
limpeza, coleta de - 
lixo, borracharia , 
mecânica e lubrifica 
cão, no total foram 
cnLrcgucs 64 unifor­ 
mes, compostos de l 
macacão, I boné e 1 
botina, à 32 funcio­ 
nários, ou seja, do­ 
ois uniformes para 
cada trabalhador. 
Veja os flagran - 
tes da entrega na 
PÃGJNJ 05 
portiva Belavisten - 
se, José Glaucy Flô­ 
res, para o cargo de 
Diretor de Ciclismo 
da Entidade. 
Página - 02 
O Prefeito de Ca­ 
racol, Juvino Godoy, 
construirá na primei 
ra etapa 50 casas no 
sistema de mutirão - 
no Programa de Desfa 
Velamento do Estado, 
lançado pelo Governa 
1 ' 
dor Pedro Pedrossian. 
Cada casa terá u­ 
ma área de 36m, sen 
do 2 quartos,l sala, 
1 cozinha e 1 banhei 
ro, cada terreno me= 
dindo 10 x 25. 
Página - 02 
 
Salão lotado todas as noites, muita alegria e animação no Car 
naval do Gremio 
Estão Expostas Pinturas óleo sobre Tela e Acrílico sobre Te 
la, dos dias 17/02 a 24/02 no Banco do Brasil, um trabalho da 
]ovem Flávia Escobar Azevedo. Contactos para encomendas de Te·· 
las pelos Fones: 439-1484 e 043 327 0144 (Londrina) 
56 Leilão Caracorte' 
Sindicato Rural de Caracol Informa: 
« 	» 
DIA: 23/02/94 - Quarta - feira Horas: 20:00 
'RE:J;!.IZJÇÃO~ Sindicato Rural de Caracol e Porteira Leilões Ru 
rais. 
PARTICIPE! C2RJa)[, ESPERA POR VOcit 11 
VÃ E FACA BONS NBGôcJ:oSll 
domingo e terça-feira. 
"' ,.., 
POR IM ~ 
confiram. 
Quando saiu o pri 
meiro número de Pon= 
to-& Contraponto , 
houve quem nos per - 
guntasse se éramos 
candidato a . alguma 
eleição. 
A distribuição 
cional da publica 
cão, fosse esta a 
tenção, indicaria 
na 
go inimaginável, po­ 
is só o Presidente e 
o vice são eleitos - 
nesse âmbito. 
in 
aI Página 03 
MS terá oito- mil Telefones 
Celulares em três aios 
Oito mil termina­ 
is de telefonia celu 
lar móvel serão ins­ 
talados em B0% do 
Território sul-mato­ 
grossense dentro de 
três anos. 
Um contrato neste 
sentido foi assina - 
do no auditório da 
TELEMS (Telecomunica 
. ções de MS/SA)·, en :: 
tre a Empresa e a E­ 
rickson, con as pre­ 
senças do Vice-Gover 
nador e Secretário:: 
de Estado para Assun 
tos da casa civi1, 
Ary Rigo, e do Se 
cretário de Estado 
de Planejamento 
Ciência e Tecnolo - 
gia, Wagner Bertol - 
li. 
Veja Matéria Com­ 
pleta na Página - 04

DELI VISTI 
ORIENTADOR COMERCIAL 
ç0". 
Ca.sa Vilalba 
l>R: !>Y.VR11HIO V JT.1T,U/ 
Panificadora, gêneros alimentícios; 
Distribuidora de bebidas Cola-Cola, Pil­ 
n<'n, ouro Fino e Got.an de Ouro. 
Anexo Transporto Bellavistense (Saída 
:00 de )la Vista - Volta 13:00 P. Juan) 
"Uma indúr,triu que ndnceu com LI intcn 
cão de melhor servir o povo Fronteiri- 
BELLA VISTA - PARAGUAY k 
. . 
JS SOM E. VIDEO 
Fitas seladas, agulhas para Toca-dis­ 
cos, pilhas, antenas para televisão, cai 
xa de som, alto-falantes, etc ..• 
Rua: Duque de Caxias 
Fone: 439 - 1115 
1.114 
BELA VIST.l - MS 
nsn VElE 
CRIRÇBO 
Dr. Sérgio .l. Loureiro Lima; Dr Car­ 
men l. Santiago Lima 
- Produtos Agropecuários; Laboratório 
de Anemia Infecciosa Equina, Sal Mineral 
e Rações. 
- Clínica de pequenos animais e Assis 
tência Técnica à Fazendas. 
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Bela Vista - MS 
SUPERMERCDDO 
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tas, Verduras, Secos e Molhados, brinque 
dos, chinelo.:;, ferramentas, máquina de 
plantar, arame para cerca. 
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Rua: Duque de Caxias, 1316 
Fone: 439 - 1709 
BELA VISTA - MS 
JaviH C11str1irá 50 Casas a Pri !ra Etapa 
t1oo C r'o, V !a 
O Tr fito de Car rol, 
contrairá na prirrira €t 
item de tirano no pro4 
tento do Estalo, lar,ado p» !o Gover: 
Pedro P iro.ia. 
Cada casa terá ua área de 36 1 , sen- 
do 2 quartos, l s. la, ! cozinha e l ba- 
nh·iro, e c da errono e medindo 10 25, 
--- -·- 
Segundo o pre(eito Juvino Godoy, estão 
quase prontas 12 casas, todas as casas_que 
serão • construidas (as 50 casas) ate mea 
dos de junho, já estarão prontas para morar 
com as instalações hidráulicas e elétricas 
co restante de 50 casas estarão prontas 
até o final do ano, se Deus quiser ,"isso 
se não houver cortes nas despesas do gover 
no. 
11 
.lSPALTO 
Em um novo ritmo de trabalho, tocando 
sempre as obras, para demonstrar·que veio 
de fato para mudar o visual de Caracol 
transformando Caracol cm uma cidade pro - 
gressista juntamente com o Governo do Est~ 
do o prefeito Juvino está asfaltando todas 
as ruas da cidade, dentro do possível. 
Já está em.fase de acabamento jogar o - 
piche, aprontando o asfalto de5quadras. Na 
Avenida Mato Grosso já está sendo feita a 
drenagem, bem como suas transversais, e 
já foram arrancados os postes no centro da 
Avenida, aquelas luminárias que foram su­ 
perfaturadas na Administração passada. 
PONTE E 'ESTRADA 
O Prefeito Juvino Godoy , preocupado - 
com os moradores da região, os fazendei 
j'.,LC 	. 
Saundo o cre ar 
te "o prefeito Juvino, 
con« ruir a ponte sobr 
ra&, com um vão de 23 
te d f. zenda do sento 
indo que esta Ja es a 
ando omen e o a erro 
mo a ponte obre 
para a fazenda de 
trada que demanda , 
"Estamos concluindo o reparo nee - 
,..ário:; na estrada que de.anda o Sucu­ 
ri isto é desde Caracol ate a fazenda - 
Sucuri e suas vicinis, além da ponte - 
que foi construída na placa da Faz. 
gua Turva" , " . 
Segundo Juvino 'mais uma vez afirma, 
a través da imprensa, que na minha Admni - 
nistração irei transformar a imagem da 
cidade de Caracol e aqueles que me criti 
cam eu lhes responderei com obras", fina 
lizou Juvino • 
Tribuna da fronteirá 
iário feioal 
* FUNDADO EM 20/02/1972 
Diretor-Redator-Chefe: Ivnldo Pereira 
Diretora Adn: Maria E. V, Pereira 
Secretário ~e Redação: Ubaldino 
gues 
Reportagens: João Carlos Velasquez, Ar 
dré Ãvalo, Firmir,u de Barros. 
Redação, Departamento Comercial e Parque 
Gráfico - Avenida Tribuna da Fronteira - 
564 - Caixa PostaJ - 23 - Fone - (067)- 
439-1410 - Bela Vista - MS. 
SUCURSAIS - Jardim, Porto Hurtlnho, Antonio Jo.'io, Bo­ 
nito, Caracol, Crpo Grande e Cori-espon - 
dente. e:o Bra.sllln e Sao Paulo .. 
Propriedade da Rede llclnvlstensc de forna.1s LlDA 
C- MF 15.513.203/0001-$0 
# O Jornal não se responsabiliza pe;os artigos assinados ou 
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*Exemplar............. 300,00 
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a Assinatura Semestral 20.000:00 
Assinatura Anual ....·..--..- 40.000,00 
- " 
_, ~. PILIJDu A lDJORI E lBRA.JORI 
Rodri- 
• 1 
- j 
+,» 
Salão Chaplin 
DB: CASTRO CABELEIREIRO 
Corte, Permanente, Alisamento, 
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Rua: Barão do Ladário, 1854 
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DEL.l VISTA - !-iS 
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!'ELA VISTI, - MS 
'Z6 Carioca' Nomeado 
para a Diretoria de 
Ciclismo da LEB 
O Desportista José Dolores Ajala, popularente 
conhecido por "Zé Carioca" , orador no Bafr - 
ro Água Doce, um dos grandes incentivadores do - 
esporte de maneira geral em nossa cidade e que 
vêm atuando ultimamente na modalidade d.,. ciclis­ 
mo, foi nomeado pelo Presidente da Liga Esporti­ 
va Belavistense, José Glaucy FlÕres, para o car­ 
go de Diretor de Ciclismo da entidade. 
O Ciclismo, antes praticamente inexintente ec 
nossa cidade como esporte de competição, começou 
a ganhar força após o Jovem "Zé Carioca" ter cria 
do a equipe "Ases da Liberdade", integrada hoje 
por oito corredores e que já conquistou importa~ 
tes resultados em provas realizadas a nível re - 
gional. Incansável batalhador pelo esporte, "zé 
Carioca" há mu~to tempo atua no ramo, cooeçou - 
com o Voleibol e Futebol, promovendo jogos e aj~ 
dando nas iniciativas de cunho comunitário nessa 
área, principalmente no Bairro Água Doce. A par­ 
tir do ano passado optou pelo ciclismo, onde,.3 : 
lém de fundador da equipe "Ases da Liberdade , e 
o seu treinador e também atleta. Com todos esses 
requisitos. não podia ser mais acertada a sua ng 
meação pela LEB para o cargo de Diretor de Ci - 
clismo. 
Falando com a reportager.i esta sel!lana, "Zé Ca­ 
rioca" informou que a sua equipe já está regi:. - 
trada na Liga, esta por sua vez vai encaminhar a j 
documentação para o seu registro ã federação de 
Ciclismo de Mato Grosso do Sul, com isso os "A - 
ses d'a Liberdade" estarão aptos a participareo - 
de todas as provas de ciclismo a serem realiza - 
das, tanto a nível municipal, regional ou esta - 
dual. 
"Zé Carioca", já investido nas funções de DI­ 
retor de Ciclismo da Liga Esportiva Belavisten - 
se, passou ã imprensa o calendário para o 19 Ca 
peonato Municipal de Ciclismo, que será promovi­ 
do pela própria equipe "Ases da Liberdade", Co­ 
missão Municipal de Esportes e Liga Esportiva 
quando estará em disputa a Taça Cidade de Bela 
Vista. Segundo o Diretor de Ciclismo, todas as 
provas da Taça Bela Vista serão realizadas e 
volta do campo de pólo do 10g RC MEC, em percur 
so de 40 quilômetros, num total de 45 voltas. Par 
ticiparão da disputa da Taça corredores de equl 
pes das cidades vizinhas, já que as corridas va 
lerão também pontuação para o Campeonato Regi.crol 
de Ciclismo. 'Essa promoção conta ainda com total a­ 
poio da Prefeitura Municipal,através do Prefeito 
braão Zacarias, e do Banco do Brasil, agência local, 
O Calendário das Corridas da Taça de Bela Vista 
divulgado pelo Diretor de Ciclismo da LEB, prevê a 
realização das corridas nos dias 13 de carço, 1 O de 
abril,15 de maio, 19 de junho e a grande final no dia 
20 de julho,data do aniversário da cidade, devendo 
as provas serem realizadas sempre ã partir das 
15:00 horas. 	(UR) 
Javet 
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rame.ntas, sal l!'.ir:cr:l e comum. 
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• A LOJA AMIGA DO HOMEM DO CAMPO" 
BELA VISTA - MS 
•

DIÁRIO REGIONAL, 	- o 
PÔR I MÍO ND MISSI 
U1Mo 0RFM: 
p;clamação do relator da CPI do Orçamento, sobre os fatos 
Ae há muitos suspeitados ma agora por ela apurados. Não e o 
União que está orfã. f o contribuinte, que assiste aos que o 
representam aprovar tudo que a burocracia pede em matéria de 
1postos e ve_os 'Tribunais, em matéria de tributos, reconhecer 
otiva;ão politica, pretensamente público, para confirmar im 
posto juridicamente e altamente duvidosos. Orfandade geral. Po 
der burocrático total. 
LEI IHI.1C PJN'l'O: 
Antes de 1963, a Lei Bilac Pinto já permitia o confisco 
bens dos que se enriqueceram com dinheiros públicos. Não é 
cao de desenterra-la? 
de 
o 
CAPI'TALI SMO INCONSEQUENTE: 
São Joé dos Campos, administrada pelo PT, e cujos sindica­ 
tos são controlados pela CUT, está aplicando, desde já, o pro­ 
grama aprovado no 80 Encontro Nacional do PT, no qual se li 
que "o capitalismo e a propriedade privada não representam um 
futuro da humanidade". Por isso, segundo a Prefeitura, rejeita 
investimentos do_que denomina de "capitalismo inconsequente". 
0u seja, Sao Jose passa a ser a sede do socialismo destrutivo. 
O preconceito é mais importante do que produção de bens,de em­ 
pregos, de impostos. São José não é uma cidade qualquer. Será 
a síntese do Brasil, se quiser reconstruir o fracassado socia­ 
lismo em nossas plagas. 
CUT AJUDA PT: 
O Presidente Regional da CUT de Minas diz que a entidade a­ 
judou Lula em 89 e Patrus Ananias para a Prefeitura de Belo Ho 
rizonte. Mas disse que tudo foi feito de maneira transparente. 
A pregunta é: transparência torna legal o que a lei define co­ 
rno ilegal? 
IMUNIDADE P/RTIDÃRIA: 
A China surpreende. Lá, onde o capitalismo, na nova doutri­ 
na do Partido Comunista, passou a ser uma forma de socialismo, 
o filiado ao PC goza de imunidade. só pode ir a julgamento pe­ 
la justiça (que já é, em si, por enquanto, um arremedo) se o 
partido autorizar (O Estado de 20/01/94). Não é preciso ser De 
putado. Basta filiar-se ao partido. Cidadãos de Hl categoria,.-:: 
Os outros? Ora, os outros ... 
CUBA OU NICARAGUA: 
Qu.ndo maiu o prin ro ndr - 1000), e.pcia!rente con rarios 
ro de Ponco Contr.ponto, hog «o abusos tributários e à poli 
ve quem nos perguntasse e era- tica de etatização d econ 
mos candidato a lquma eleição. Em artigo de 79, publicado 
A distribuição Nacional da pu "o Es.ado de S.Paulo", sustenta 
blicação, fosse esta a intnção, mos que o novo centro do poder 
indicaria alqo inimaginável,po- poli ico estava localizado na 
is só o Presidente e o vice são es.ata!s, que se sobx punham 
eleitos nesse azbi .o. aos Governos, aos partidos, e 
No segundo número, esclare - aos interesses da população,vo] 
mos que, se o parlamentarismo - tadas apenas para os interesses 
tivesse prevalecido, seria o ca de seus próprios quadro buro - 
so de pensar numa eventual cani craticos, revelando um tatis­ 
didatura a Deputado Federal. No mo selvagem. f 1ôgico que o ego 
quadro presidencialista,não era ismo econômico, endeusado no 
animador ser candidato a mero inicio do capitalismo, continua 
despachante de verba o o de no- a xistir, mas a realidade, nos 
moacões. A contribuição de estu dias de hoje, nos pais s que 
dioso de Direito, com especialf adotam a liberdade cconônica 0 
dade no Direito Tributário e que são os empresários, muito 
econômico e, por consequência , mais do que o Estado, os que as 
no Direito Constitucional, não sumem a solução dos problemas - 
seria significativa no Congres- sociais. 
so, dentro do atual presidencia O certo é que a economia, a 
lismo, onde exerce quase que a questão social, o exercício pro 
penas uma função homologatória. fissional, ficarão profundamen­ 
A experiência de antigo militan te comprometidos, no Brasil,com 
te político que fomos, entre os a política definida pelo PT, se 
anos 45 a 65, a partir do comba este ganhar as P.leicões. o sin- 
te, como estudante 	tema produtivo, agri 
secundirio, à dita- Se Getulina foi pos-cola, industrial, co 
dura do Estado No sível sem Lula na Presi mercial, de servi= 
vo, não encontraria~ dência, imagine O que ços, sofrerá trans­ 
na realidade parla- acontecerá se ele esti-j formações profundas, 
mentar, muito a fa ver li 	acirradas pela forte 
zer. Ademais, a ar= 	disputa entre as inú 
tificialidade de então Arena e meras tendências do PT. Pode-se 
do então MDB retiravam da vida prever, em razão disso,uma gran 
política qualquer seriedade, o de indefinição no novo Governo­ 
que levou a nos afastar da mili ao lado de disputas de rua, em 
tância política, após duas déca entidades, entre os radicalis - 
das no exercício de funções de mos em confronto, e uma enorme 
direção em Órgãos partidários e insegurança de todos os setores 
associativos, logo que os parti da sociedade sobre os rumos a 
dos foram fechados, pelo AI no serem adotados. Para disfarçar 
2. Exercíamos, então, a secreta a disputa interna, entre os es­ 
ria geral do diretório regional querdas radicais, é quase certo 
da UDN e éramos membro do Dire- uma alentada safra de bodes ex­ 
tório Nacional. O erro históri- piatórios no início do Governo 
co do fechamento dos partidos Lula, o circo das punições com 
de então para criar dois fantas pletará a distribuição paterna= 
mas partidários desestruturou= lista de pão. As massas de pres 
as lideranças civis e restrin são sobre os órgãos de decisão, 
giu a ação po~itica decisória a nos mais variados níveis, serão 
âmbito muito restrito de pesso- rotinizados. Se Getulina foi 
as sem efetiva vocação para es- possivel sem Lula na presiden - 
sa tarefa. 	eia, imagine-se o que acontece- 
De fato. O Pais nunca mais ri se lá ele estiver, com os ra 
voltou a ter as lideranças equi dicais animados com o resultado 
paráveis às existentes àquela e das eleições. Não se trata de 
poca. Nem os partidos apresenta argumento "ad terrorem", mas de 
ram, até hoje, maior consistên- constatação histórica e de fenô 
eia, passando a exprimir meras meno de natureza física-social: 
conveniências e acomodações. A a pregação radical conduz inexo 
castração da ntividade política ravelmente a uma ação radical~ 
deu oportunidade, nos anos 70 , quando o poder é alcançado pe­ 
para que se organizasse, fora los seus autores. 
do Parlamento, diversos movimen A questão vital em 94 é, por 
tos de resistência, com grande tanto, política e, só por cons 
teor de radicalismo. Em grande quência, económica, social ou 
parte, por coincidência, filhos profissional.~ o ano do "ou 
de parlamentares da UDN, tais vai ou racha", pelo menos em re 
como Wladimir Palmeira, Idibal lação aos próximos 10 anos. Mas 
Piveta, Frei Beto e muitos ou- quem conseguirá atravessar a 
tros, insatisfeitos com a nova tempestade? 
situação, assumiram a liderança Nesse quadro, 
0 Ano Novo qua 
do movimento estudantil radical se está a exigir que não se fi= 
~;;;::;;;::;;;;;;;;;;;;=======================~=~1=~=~=~=~=i=~=~=;~==~ e de entidades de caráter es- que apenas como observador dos 
querdista extremado. 'Esses movi 
acontecimentos, palpiteando co- 
lSA BELLE 
' mentos acabaram desaguando nó mo o peixeiro na oraia. Parece 
PT, com sua aparência romântica exigir, de quem tenha experiên­ 
revoluncionária. Era o PT, em eia no campo político, e que a 
si mesmo, uma prova da falsida- • 	- 
CEN
T~R 	de do quadro partidário. Teve gora esteJam afastados do pal 
IC, 	de se apoiar, desde o inicio co, que se preparem para a hipÕ 
tese de se tornar pescadores,se 
em urna estrutura pré-existente assim exigirem os acontecimen - 
dos sindicatos de trabalhadores. tos. Não parece adequado,em cer 
Nessa busca de algo mais, para tos momentos da vida Nacional 
alem da luta pela liberdade que d • 	' 
que se eixe de assumir os ris- 
caracterizava a UDN, foi feita cos da vida pública. pelo menos 
uma aliança com os operários es • b - - 
pecializados do ABC, com "si Para saber se é viável una par- 
±e ai.s iis. ». -- : 2227.%.' 
Junto de. forcas adotou um pro pessoas. Sem testar o caminho 
grama mais a esquerda possível nã_o se pode, em consciência, a­ 
similar ao do Partido Operário' f 
do fim do século XIX. 	1rmar que ele "não é trilhável. 
Prudência s·em audácia pode ser 
Nesses quase trinta anos de covardia. 
afastamento da vida politico- 
partidária, continuamos a escre 
ver artigos e estudos(cerca de 
O Ministro Fernando Henrique, ao afirmar que o Lula não 
programa de Governo, acrescentou algo que está na cabeça 
muitos, mas muito longe das respectivas bocas. Fala que 
gação de Lula "tudo é muito ambíguo". O modelo que o PT 
"vir a ser é uma grande Nicaragua? Cuba? Não dá". O que 
Covas e esquerda acham dessa previsão do Ministro F.H.? 
diz que o único programa de F.H. é "aumentar impostos". 
essa a alternativa: ou Cuba ou mais impostos? E que o 
econômico nos levará a ser outra Somália? Sempre para 
OS PLANOS ECONOMICOS: 
FUNDOS DE PENSÃO DAS ESTATAIS: 
tem 
de 
na pre 
quer 
Mario 
Lula 
Será - 
plano 
trás? 
Há uma lei que dispõe que os funcionários públicos estão su 
jeitos à ação regressiva, por parte do Poder Público, se este 
for condenado a indenizar danos provocados por atos e omissões 
praticados com abuso de poder e manifestamente ilegais ou in 
constitucionais. Assim, os danos provocados pelos planos econõ 
micos, que o Estado seja obrigado a pagar a quem os sofreu, de 
vem - a cobrança regressiva é legalmente obrigatória - ser exi 
gidos das autoridades que as tiverem praticado. Seria uma RevÕ 
lução... através da lei. Aplica-se, inclusive, às Medidas Pro= 
visôrias ... 
Em compensação, O Estado do mesmo dia (20/01/94), em outro. 
editorial, não considera que.pluralismo justifique que o di­ 
nheiro público· das estatais se torne dinheiro privado dos pen­ 
sionistas e aposentados dessas mesmas empresas. Isto seria im 
possível se as empresas fossem privatizadas. Trata-se de di 
nheiro essencial para investimentos nas estatais, inviáveis ~ 1 
exatamente por não terem condições de investir para modernizar 
e prestar serviços à população. Ponto & Contraponto) 
Uma 
à seu 
* A C A D E M I A 
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SABELA - LUCIENE E CECÍLIA 
BELLA VISTA -PARAGUAI 
(Josê Carlos Graça Wagner) 
JORNAL É CULTURI

J 
D tran/MS Entrega a Ministro 
Hingel Propostas para Educaçao 
de l rânsito nas Escolas 
o D'retor do De - 
partarvnto de Trâni 
to do Mato Gronso do 
ul, Sérgio Guima­ 
e Dias 0 o Cordo­ 
..dor Geral do Pro­ 
grama Volvo de Sequ­ 
rança no Transi t:o, U 
1is±e Iarochiski,e 
 1v,·r,m cm Bra:.ilia·; 
., úl.Limo di.i 26 de 
j , 1d ro, fc1zcndo il 
0ntrrg<.1 <.10 Ministro 
da Educação Despor 
Lo, r•urilo /vcldr - 
inq), das Propostas 
para p1 ntação de 
EcJncM::-io c
1
,• 'l'riinai to 
no Ensino de lo, 20 
o 30 Grau:, O docu­ 
mento é o resultado 
<lo LJemin<.1rio par<.1 
profcaaores e técni­ 
con educacionala,pro 
movido de 21 a 23 do 
c,ut.ubro do ano passa 
,'o em Campo Grande. 
Segundo Sérgio 
ia o Governo Pedro 
pedroslan, através 
de Detran/MS,já ver 
der.envolvendo uÇÕ s 
do educação para o 
Trãn:rito junto a sg 
cretarla:s Estaduais 
0 Munic[p<.1is de Edu­ 
cação. "o Detram tem 
se erpenhado em capa 
citar professores e 
técnicos que atuam 
nos três níveis cdu­ 
cacionais. untam n 
Lc com o trclnamentõ 
;ão fornecidos mato 
riain pcdagóg:cos • 
que dão ao ennino de 
trJnsito nan encolas" 
afirma o diretor. A 
iniciativa, pioneira 
no Brasil, foi um 
dos motivos que leva 
ram o Detram/MS a - 
ganhar pela segunda 
vez o prêmio Volvo 
de Segurança no Trãn 
sito. 
Dentre os pontos 
apresentados no doeu 
monto estão a inser 
ção de conteúdos na­ 
âred de educação pa 
ra trânsito, a cria= 
MS terã oito mil l elef unes 
Cgllares em três aos 
Oito mil termina­ 
is de telefonia celu 
lar móvel serão ins­ 
talados em BOI do 
Território sul-mato­ 
grossense dentro de 
três anos. Um contra 
Lo neste sentido foi 
assinado, no auditó­ 
rio da Telems(Teleco 
municações de MS/SA'f; 
entre a empresa e a 
F.rickson, com as pre 
senças do vice-Gover 
nador e Secretário= 
de Estado para Assun 
tos da Casa civi1 7 
Jry Rigo, e do Secre 
tário de Estado de 
Planejamento, Ciên 
eia e Tecnologia - 
v
1agner Bertoll i. 
O sistema de tele 
fonia celular móvel= 
que não fixa a linha 
a endereços, e sim 
à usuários - foi tra­ 
zido para o Brasil 
em 1989 com apare 
lhos instalados em 
Brasília e Rio de 'Ja 
neiro. No Mato Gros­ 
so do Sul o processo 
de licitação teve 
inicio em maio do 
ano passado e apre­ 
visão da Telems é de 
que até o final de 
1994, 1800 aparelhos 
estejam instalados - 
somente em Campo Gran 
de. Nesta fase inic~ 
al, que também in­ 
clui, outros 200 te­ 
lefones em Corumbá , 
a Telems está inves 
tindo cerca de U$ 4~ 
2 milhões. 
Até 1995, segundo 
estimativas da empre 
sa, serão instalados 
outros três mil ter­ 
minais a U$ 2 mi 
lhÕes 'e 725 mil de 
custo para as Re­ 
giões de Campo Gran­ 
de, Aquidauana e Dou 
rados. Na terceira= 
etapa, até 1997, se 
rão instalados os de 
mais telefones,abran 
gendo cerca de BOI= 
do Estado. o contra­ 
to com a Erickson pa 
ra compra dos servi= 
ÇOS totaliza U$ ll 
milhões. O sistema a 
ser instalado permi- 
ão do epciali: 5 
para ação de cxecu­ 
ção does conteúdo: 
assegurando os recur 
o 	h u m nos e 	m a t e r i 
ais para o desenvol­ 
vimento dessas aço 
criação de convênio 
entre ::;ccrctaria::; cn 
taduuis e municipal~ 
e com universidade 
para por em prática 
os en::;inamentoG nfi­ 
drca de educação pa­ 
ra o trJnnito. De 
acordo com Sérgio - 
Dias a aceitaçJo 
das propostas pelo 
ministro llingel foi 
plena. "O . Rinistro 
llingel assegurou 
que equipes de espe­ 
cialistas irão ana· - 
lisar o trabalho a­ 
presentado e demos - 
trou grande otimis - 
mo para a implanta· - 
cão das propostas" 
concluiu s6rgio 
Dias. 
(SECOM/MS) 
te ainda ampliações 
de linhas, segundo o 
Diretor-Presidente - 
da Telems, Estevan 
Fregapani. 
Com um custo de 
adesão inferior ao 
do sistema convencia 
nal U$ 300 contra US 
1.200 - a tendência 
da telefonia celular 
móvel é ampliar - se 
substituindo gradati 
vamente os aparelhos 
comuns, segundo o Di 
retor Presidente da 
Telems. "A 1iferença 
atual, além do con 
forte, estã nas tarI 
fas dos celulares ~ 
que custam em média 
40% a mais", avalia 
Fregapani destacanco 
que a longo prazo 
esta defasagem tam 
bém deve ser reduzi= 
da. Com as facilida­ 
des do novo sistema, 
a média de 15 telefo 
nes por cada 100 cam 
po-grandense , deve. 
aumentar segundo es­ 
timativas da empre. 
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r ' 
P"EFEITO FIZ I ENTREGI DE U IFOR 
1 SERVIDORES OI SECRETIRII DE OB 
a üitina sexta-feira, dia 11, o Prcfci 
Araão Zacarias, acompanhado de Secretá 
4a Municipais, Vereadores, Presidente da 
ara Fernando de Freitas Elias e esposa 
epher, Primeira Dama Olga e Deputado Wal­ 
,ir Moka, fez a entrega de uniformco no­ 
,.;,; i!O:; ncrvidoro:1 da Secretaria Municipal 
ae Obras que atuam nos setores de limpeza, 
coleta de lixo, mecânica e lubrificação , 
o total foram entroque 64 uniformes, com 
postou de l macacão, l boné e 1 botina, ã 
2 funcionários, ou seja, dois uniformes - 
para cada trabalhador. 
A Lniclntivn do Prefeito Abraão Zaca 
rias foi muito bem aceita pelos funcioná - 
rios da Secretaria Municipal de Obras, em 
sua maioria pessoas mais humildes e que 
devido no serviço mais pesado que cxecu 
tam, tinham suas roupas se estragando rapi 
damente, com os uniformes, confeccionados 
em tecido de excelente qualidade, esse pro 
blcma será amenizado bastante, benefician­ 
do os servidores. É objetivo do Prefeito - 
entregar uniformes à todos os funcionários 
da Secretaria Municipal de Obras, visto 
que nesta primeira etapa os motoristas, o­ 
~radores de máquinas e parte dos trabalha 
dores braçais a inda não receberam. - 
UNIFORMES PJRl TODOS 
O Prefeito Abraão Zacarias, no ato da - 
entrega dos uniformes, realizado na pró 
~ia Secretaria Municipal de Obras, disse 
se sentir satisfeito toda vez que consegue 
algum avanço em sua administração, corno a 
entrega de uniformes aos 3ervidores que 
trabalham na limpeza, coleta de lixo e na 
oficina da Prefeitura que se realizava na­ 
quele momento. Aos motoristas e operadores 
o Prefeito assegurou que podem ficar tran­ 
quilos, "nossa Administração foi programa­ 
da para quatro anos e tenho certeza que 
não vamos ficar só nisso porque pretendo , 
dentro em breve, fazer com que todos os 
trabalhadores braçais e servidores da Se - 
cretaria de Obras tenham o seu uniforme , 
porque sei que essa é uma maneira dos fun­ 
cionários pouparem suas roupas e fazerem 
um pouco mais de economia" assinalou Zaca- 
rias. • 
1 t: 
s+ <L1 
'• •' '~ 
' . . 
 - 
:;...,;. 
« 
Prefeito Abraão Zacarias ao falar aos servido - 
~s, acompanhado do Deputado Moka, Presidente da 
iara Fernando de Freitas e esposa, Secretarias e 
Vereadores 
lLIMENTJÇÂO DOS FUNCIONAAIOS 
r 
Em suas palavras aos servidores, o Pre­ 
feito disse saber queos salários dos servi 
dores está defasado, mas tem um compromis­ 
so nesse sentido, "temos feito um grande - 
esforço para que os funcionários da Secre­ 
taria de Obras sejam sempre os primeiros 
~ receber, e isto está acontecendo". Abraão 
-embrou também na alimentação que a Prefei 
tura oferece gratuitamente à quase uma cen 
tena de servidores, "o vale-refeição, que 
Vocês recebem para almoçar na ASPUB As­ 
Sociacão dos Servidores Públicos Munici 
Pais - parece que não é nada, dar refeição 
Para uma ou duas pessoas é fácil, mas ali­ 
mentar noventa ou cem homens diariamente , 
como :azemos, se torna pesado para a Pre - 
feitura, só mesmo uma Administração que­ 
tem comoromisso com o social e com a clas­ 
Se mais pobre, assume o compromisso de ban 
car essa alimentação, como estamos fazen - 
do" destacou Abraão. 
CASAS POPULARES E APOIO A WILSON 
z.ação das eleiçoes dsce ano e aprovei oa 
para pedir à todos os servidores presentes 
que votem conscientemente m pessoas com - 
prometidas com Bela Vista e afirmou catego 
ricamente, "o Senador Wilson Darbona Mar::­ 
tins é o nosso candidato a Governador". 
Abraão informou também que no proximo - 
dia 21 vai estar cm Brasília e, acompanha­ 
do do Senador Wilson Barbosa Martins, rei­ 
vindicará a construção de mais 200 ca­ 
sas populares para nossa cidade, para isso 
o Prefeito deve levar cm mãos os levantamen 
tos e cadastramentos realizados pela Pre - 
feitura e que comprovam o elevado déficit 
habitacional existente cm meio as camadas 
mais humildes de nossa população. 
Ao final de suas palavras, o Prefeito - 
Abraão Zacarias pediu que os servidores bc 
neficiados com o recebimento dos uniformes 
façam bom uso dos mesmos, "conservem esse 
materlnl, porque n dificuldade de vocês é 
a mesma da Prefeitura, só que em proporção 
maior e são essas dificuldades que nos im­ 
pedem de fazer mais pelo nosso funcionalis 
mo, vamos lutar para que os demais compa - 
nheiros de vocês também sejam beneficiados 
com esses uniformes" enfatizou Abraão. 
SECRETÃRIO NeLIO DIÔRIO 
E 
, 
·, 
.J 
Secretârio Nélio Diório, um defensor da unifor­ 
mizaçao dos servidores 
O Secretário Municipal de Obras, Nélio 
Diório, também usou da palavra no ato da 
entrega dos uniformes aos servidores da 
sua Secretaria, ele iniciou dizendo que a 
gradecer aos servidores da sua pasta não 
era preciso, "já estou conhecendo todos vo 
cês, sei da capacidade de cada um e estou 
muito satisfeito com todos" afirmou. 
Nélio Diório agradeceu ao Prefeito A­ 
braão Zacarias por estar atendendo um pedi 
do seu e da sua equipe, uniformizando os 
funcionários da Secretaria de Obras, segun 
do ele "esta é realmente uma necessidade - 
devido ao grande desgaste das roupas dos - 
funcionários mais humildes". O Secretário 
garantiu também que vai trabalhar junto ao 
Prefeito para que os demais funcionários - 
também sejam uniformizados futuramente e 
destacou o trabalho da Primeira Dama e Pre 
sidente do Fundo de Ação Social, Olga Zacã 
rias, "que também batalhou muito para que 
fossem viabilizados os uniformes para os 
servidores e que com certeza em muito vai 
beneficiá-los" ressaltou o dinãmico e a 
tuante Secretário Municipal de Obras. 
A LNTRECN DOS UNIFO ·g 
- -- -- 
Após os pronuncísr nto do Prefeito A - 
braio Zacari ., do Deputado Estadual wald 
mir Moka o do Secretário Nélio Diorio, foi 
iniciada a entrega dos bon tos e vist0os 
uniformes aos servidores da Secre aria de 
Obras, que teve a participação da rimei a 
Dama Olga Bianchi Zacarias, Presidente da 
Camara Municipal Fernando de Freitas Elias, 
sua esposa Hepher Gideone, V readores Mar­ 
cos Barbosa e Israel Chanorro, Secretários 
Nélio Diário e João Kali! , o +abém do 
Prefeito Abraão Zacarias. o rosto de cada 
um via-se estampada a alegria e a satisfa­ 
ção de cada servidor por estarem recebendo 
mais um beneficio da atual Administração , 
uma iniciativa inédita que com certeza 
em muito vai beneficiar os trabalhadores - 
mais humildes desta Secretaria. 
Primeira Dama Olga Zacarlas participou da.entre 
gados uniformes 
.... 
Presidente da Câmara Fernando de Freitas EIas - 
,tambem esteve na solenidade 
g 
r 
do Prefeito Abraao Zacarias 
(Fotos e Reportagens Ubal- 
4ino Rodrigues) 
ANUNCIE E VALORIZE O 
JORNAL DE SUA CIDADE 
, 
_Bastante à vontade, já que estava no 
~eio de pessoas que ele considera comove­ 
r.os amigos, pois muitos já trabalharam 
S_ele em sua primeira Adminsitracão, A­ 
raao Zacarias falou também sobre a reali- 
;vista geral de entrega de unifora:es aos servidores da Secretra de Obras 
TALÕES 
EXTRAVIADOS 
GERALDO TEBICH­ 
RANE C.G.C. 
03.165.727/0001-17 
EXTRAVIOU 04 TA 
LOES DE NOTAS FIS­ 
CAIS D-1 O NO 
001 A SOO, DE 501 
À 1000 DE 15.151 A 
15.200 E DE NO 
15.401 A 15.450 
PUBLICAÇÃO QUE 
SE FAZ DE ACORDO 
COM A LTI.

1 
l a 
e9 
 ~ - --··· - ------ --- - --- - -------------- -----·- - - 
FAMÍLIA E CASAMENTO: REALIDADES EM TRAHSFORMAÇAO 
Supérfluo dizer família e ca 
3amento são realidades que co - 
conhecem profundas transfor­ 
mações em nossos tempos. Apesar 
de todos os problemas e difucu.!_ 
didon n Eomllia continua sendo 
umn ronpoitfivnl inntituicão doa 
sociedades. Para a Igreja o ma­ 
Lrim6nio, sncramcnto do Reino, 
dá especial valor à união de um 
homem e do uma mulher e cria um 
espaço que ela gosta de chamar 
dc"lgrcjo doménticu". 
Ouve-se, prorém, dizer que o 
coaamonto é uma instituição fra 
cassada, que dificilmente permi 
Lo a realização pessoal. Casa­ 
mento, dizem alguns, é fruto de 
um contrato de uma lei e de um 
contrato. Esta é uma primeira - 
constatação que fazem aqueles - 
que não acreditam no casamento. 
Nd.o h5. dúvida que, no passado 
não poucos casamentos foram es­ 
tabelecidos em frágeis bases. 
Não havia um forte e sólido a­ 
mQr pessoal que unisse os conju 
ges. Dava-se importância a as= 
pectos exteriores e juridi­ 
cos. Em nossos dias não se cc..,a­ 
cebe casamento sem amor. Sempre 
é bem verdade, o amor foi o fun 
damente do casamento. Acontece~ 
e pode ainda acontecer, que os 
jovens se tenham casada por mo­ 
tivos exteriores e não tenham - 
nutrido, no tempo do namoro, um 
amor sólido. Muitos se casam 
imaturamente e são incapazes de 
construir seu casamento depois 
de empreendida a caminhada. Não 
se trata de rejeitar a institui 
cão do casamento e da família,­ 
mas de fazer de sorte com que - 
os noivos tenham plena conscién 
eia do sentido da vida a dois 
e familiar e empenhem-se em es­ 
tabelecer um diálogo constante 
que seja alimento do amor. 
Concebe-se, em nossos dias, 
o casamento como uma realidade 
que não pode se revestir de ca­ 
ráter duradouro e escável. Di­ 
zem alguns que é impossível fa­ 
zer uma promessa de fidelidade 
e de amor para sempre. O ser hu 
mano, dizem alguns, não pode as 
sumir compromissos definitivos. 
Tudo muda. A vida muda. O homem 
muda. Cada pessoa tem o direito 
de desfazer uma primeira união 
e tentar encontrar a felici- 
dade. Assim, vemos em nossos 
dias surgir uma mentalidade ge­ 
neralizada da dissolubilidade - 
do casamento. 
Na realidade um homem e uma 
mulher que se encontram e se 
prometem amor e fidelidade es­ 
tão fazendo confiança no ama­ 
nhã. 
o casamento é um risco.tum 
salto no escuro. Os católicos - 
sempre defenderam a indissolubi 
lidadedo :::asa.'rellto. Necessário,-;" 
no entanto, dizer _que, do ponto 
de vista antropológico, apesar 
de suas dificuldades, o casame­ 
to precisa ser uma união .está­ 
vel e duradoura. O casamento 
não é um mero contrato. t uma 
comunhão de vida. Supõe -te que 
as pessoas que s encontram ox­ 
perimentem um amor int no 
forte. Não se inaugura a vida - 
conjugal apenas com um vago e - 
difuso sentimento de bem que­ 
rer. Preciso será a certeza hu­ 
mana de querer hem em profundi­ 
dade ao outro. Depois de um te~ 
pode convivêncid, no namoro e 
noivado, homem e mulher chegam 
à conclusão de que podem unir - 
cus destinos. Há uma entrega - 
de vida a vida e uma promessa - 
de fazer o posnivcl, e mesmo o 
inpoonível, para que o outro se 
realize profundamente. Ninguém 
tem o direito de tirar uma pes­ 
soa de seu universo sem acerte 
za de poder dar-lhe profundo e 
constante amor. Sabemos que a 
vida é capaz de oferecer surpre 
sas. Deve-se no entanto dizer - 
que, para o bem dos cónjuges, a 
duraçao e estabilidade do casa­ 
mento são condições fundamen­ 
tais. Ninguém se entrega provi­ 
soriamente. Quando uma pessoa - 
se entrega a uma pessoa há ne­ 
cessidade de um para sempre. 
Acrescentemos ainda que o ca 
sarnento comporta a chegada da 
prole. Homem e mulher se unem 
porque se amam e abrem seu co­ 
ração e sua vida para acolhimen 
to da vida. Passaram a ser pais 
e mães. Ora, o filho que chega 
é um ser frágil que-depende in­ 
teiramente de seus pais. Essa - 
dependência começa no seio da - 
mãe. Continua nos anos da infãn 
eia e mesmo no tempo da adoles­ 
cência e juventude. O filho pre 
cisa materialmente dos pais. 
Mais importante ainda, precisa 
de um clima de entendimento, se 
gurança e confiança na familia. 
Todos estamos bem conscientes - 
que uma família bem constituída 
é melhor garantia do sucesso da 
educação dos filhos. Em noss·os 
tempos observamos que o divór­ 
cio ou separação dos pais e, e­ 
ventualmente, a constituição de 
uma nova família, constitui um 
dos fatores mais delicados na - 
maturação da personalidade huma­ 
na e cristã das crianças. Os 
mais prejudicados pelas separa 
ções são precisamente os Ei­ 
lhos,mormente se ainda são 
crianças ou adolescentes. 
Critica-se também que a famí 
lia era ou é um lugar de forma= 
lismo e autoritarismo. Propugna 
-s? em nossos dias por relacio­ 
namentos mais "democráticos". /' 
família não pode ser lugar de - 
opressão. 
Alguns defendem um modelo de 
família onde cada um faz o que 
quer, sem compromissos mútuos. 
DefPnde-se um mínimo de elemen 
tos Para uma convivência "paci­ 
fica e um grande espaço de li­ 
berdade para todos. 
Não há dúvida que o casamen­ 
to e a família precisa ter espa 
ços de liberdade verdadeira. TÕ 
dos estamos convencidos de que 
ANO INlERNICIONAL OI F AMf LIA 
o autoritarismo tanto do pai , 
quanto da mãe, o machismo 
todas as formas de sufocamento 
da liberdade ão reprovávei. 
Etamos compreendendo melhor 
que, na rc lidadc, odas as 
pessoas ão iguais:pai, mãe, - 
filhos, esposo e esposa. Com - 
alegria assistimos a um proce 
no de libcrt.'lção das pessoan, 
de respeito a seus direitos. - 
Ninguém pode ser cerceado em - 
suas aspirações humanas e pro­ 
fundas e em seus direitos fun­ 
damentais pelo casamento e 
pela a uma familia. 
Necess<lrio se faz, no entan 
to, dizer que pai e mãe exer­ 
cem urna autoridade no seio da • 
familia. Não· falamos de autori 
tarismo. Cada um dos cônjuges, 
pelo testemunho de dedicaçao - 
mútua, de serviço generoso pa­ 
ra com os filhos é revestido - 
de autoridade. Precisa ser reco 
nhccido como tal. Isso não si~ 
fica que os pais têm o direito 
de impor. Cada filho é uma 1. 
herdade. O pin stio cone!. 
entes de tua mião ·ducador 
como tal prciam mostrar hori. 
zonte de realização para os f!­ 
lhos. Repetimos, por seu ·x. 
plo e eu testemunho, são capa­ 
zes de tocar o interior dos fi­ 
lhos e fazer-lhes o convit no 
sentido de que omem as me1± 
res decisões. Na realidade a ! 
nília precisa ser um espaço d 
confiança, felicidade, troca de 
idéias, amadurecimento da perso 
nalidade. Sempre de novo será - 
preciso diotinguir, noG relucic 
namentos familiares, liberdade 
e libertinagem. 
Estas são algumas mudanças - 
e tr.i.nsfomaçõcs experimentud,is 
pela família. Muitas outras são 
detectadas:frequentes relaciona' 
mentos sexuais antes antes do - 
matrimônio, rnodificc1ções dopa­ 
pel do homem e da mulher no ca­ 
samento e na familia, conflito 
de gerações. Estes serão temas 
de outros artigos. 
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·;;.,- 
LIVROS & • AUTORES 
lLVl,;O ClHNI.:1110 B/STOS 
ANOS LOUCOS - A cidade de Paric, nos anoo 20, era a Capi­ 
tal d mundo. Os grandes artistas do século estavam lá, beben 
do champanhe,conversando nos cafés e mostrando que a vida do 
vc ccr vivida m alto estilo.A história deste período fasci­ 
ante está ·m "Os ano loucos", livro fartamente ilustrado do 
aneri ano William Wiser que está sendo lançado. 
'ULHERES - Um livro dedicado is mulheres muito criativas 
Felação"a sua aparência.Este é o objetivo de "Meu corpo.. 
meu espelho", da americana Rita Freedman. 
Lançado pela Rosa dos Tempos e pela empresa de cosméticos 
,von, "Ileu corpo ... meu espelho" diz que a mulher não deve se 
projetar em mitos de beleza, mas sim valorizar seu próprio 
corpo,sua natureza e sua personalidade,que são únicas. 
CZAR- Lm 1918, toda a familia do Czar da Rússia, Nicoláu 
II, incluindo cri.1nçac e on criados, foi brutalmente assassi­ 
nada pelo Governo Soviético. O crime foi ocultado durante se 
tenta anos,provocando muita especulação e dando origem a mT 
tos e lendas. A reconstituição dos fatos hist6ricos está em 
"O Último Czar - A vida e a morte de Nicolau II", de Edvaldo 
Radzinsky, o autor teatral mais encenado na Rússia depois de 
Tchecov. 
RIPLEY - Tom Pipey, o personagem mais famoso de Patricia 
Highsmith, está de volta no romance policial "Ripley debaixo 
d'agua". A escritora diz que o que mais à atrai é colocar 
pessoas comuns cm situações crl ticas, fazendo com que elas na 
vegam contra a corrente, deixando-as mais loucas do que nor­ 
malmente são .Em meio ao caos e à tensão, os personagens de 
Patricia Highsmith são quase sempre gente meio desajustada, 
em busca de saidas. 
SUÍÇA Até o final do ano serâ lançado na Europa o novo 
livro de Patricia llighsmith, "Small G". Trancada em sua mansão 
na Suiça, onde vive só com seus gatos, Patricia Highsmith con 
ta em "Small G" uma hist6ria sobre frequentadores de um bar 
sulco, sem nada a ver com seu personagem mais conhecido, o an 
te -herói Tom Ripley. 
PETRÓPOLIS - Autor de "Lucas Procópio" e "Os sinos da a­ 
gonia", o escritor Autran Dourado se refugia este mês de fe­ 
vereiro em Petróplis. Em busca de sossego, ele trabalha nos 
acertos finais de seu mais novo romance, "ôpera dos fanto­ 
ches". 
GORDOS - Em seu livro "A vez do gordo", a psic6loga Jane 
Ogen diz que e besteira fazer dietas, porque elas só fazem a 
Pessoa ficar faminta e pensar em comida o tempo todo. Ser gor 
do e estar acima do peso médio, diz Jane Ogen, observando a 
seguir que ninguém acha um problema ter altura acima da média 
ou pés um pouco compridos. 
DIETAS - Os gordinhos não êm que se sentir culpados do ex 
cesso de peso. Em vez de dietas, que só enriquecem as cliní= 
cas de emagrecimento, os gordinhos devem gostar mais deles 
mesmos e se aceitarem. Esta é a mensagem da psicóloga Jane 
Ogem em seu livro "A vez do gordo". O peso de uma pessoa é 
uma questão genética e Jane Ogden garante que magros e gordo 
comem em média a mesma quantidade de comida. 
POESIA - Só agora, aos 77 anos de idade, o poeta pantanei 
ro Manoel de Barros começa a ser conhecido pela maioria dos 
leitores brasileiros. A Editora Civilização Brasileira está 
lançando "O livro das içncranças", em que o poeta diz que a vida 
sozinha não tem graça, que ela só pode ser melhorada com in 
venção, assim como as coisas que não existem são as mais bonI 
tas. 
INÚTIL - O poeta Manoel de Barros, autor de "O lE,ro das 
ignoracas", chama seu gabinete de trabalho de "quartinho de 
s~r inútil". E: lá que ele mantém seus objetos de trabalho poé 
tico, como um alicate cremoso, três vagalumes entortados de 
luz e oito moscas portadoras de rios. 
ESCREVER - Escrever descobrir novos significados nas pa 
lavras, modificar as frases e cortar todos os excessos. A re­ 
Ceita é do poeta pantaneiro Manoel de Barros. Em seus livros 
ele desenvolveu a técnica de deixar os substantivos passarem 
anos no esterco, deitados de barriga, até que possam carrear 
Para o poema um gosto de chão. . 
FREUD - A vida cotidiana de Sigmund Freud é o tema da So 
cióloaa e psicanalista Belga Lydia Flem em "O homem o romance 
do inconsciente" que está sendo lançado pela Editora Campus. 1 
Sem recorrer à ficcão, Lydia Flem coloca o leitor no escri- 
tório de Freud, repleto de coisas antigas, lendo seus autores 
Prediletos e usando sua vida doméstica·como alim~nto para s=u 1 
~rabalho de· investigação dos segredos que levam a fabricacao 
ªª alma. 
Otávio Augusto Mostra seu lado 
Poética em Fera Feria 
Depois do grande 
suces::o do persona - 
gem Matoso, de Varp, 
Otávio Augusto en - 
tinuou na linha humo 
ríctica fazendo un 
dos qorces do pro - 
grama Radical Chie , 
com Maria Paula, e a 
gora cle esta no ar 
com um personagem 
que nada tem de cõmi 
co. Afonso Henrique!i' 
o bêbado poeta de 
Fera Ferida provoca 
mais compaixão e re­ 
flexão do que risos, 
e vem conquistando o 
carinho do público. 
O ator,apaixonado 
pelo personagem, ar­ 
risca uma explicação 
para essa empatia 
que Afonso Henriques 
tem com o publi 
co: "O Afonso Henri Por enquanto Afonso 
qucs cria um lado !!enriques continua à 
marginal.Foi um ho afoqar suas mágoas 
mem que nunca teve na bebida e na po­ 
seu talento reconhe- esia. 
cido, sempre rejeita Otávio Augusto es 
do pela sociedade. E tá achando seu trabd 
eu procuro não fazer lho na novela muito 
dele apenas um bêba- gratificante:"O elen 
do" ,diz Otávio Augus co da novela é bri 
to, satisfeito com a lhante, os autores 
aprovação do público souberam homenagear 
e da critica. muito bem o Lima Bar 
O poeta marginal reto e eu estou rom­ 
de Tubiacanga ainda um dos personagens - 
vai sofrer mui to por mais bonitos, porque 
causa de sua amada, na realidade ele tem 
a etérea Camila(Cláu uma tragetória pare­ 
dia Ohana)jo lado de cida com a do pró­ 
quem ele·se sente co prio Lima Barreto , 
mo "um sapo olhando que também foi margí 
para a Lua", segundo nalizado em seu tem 
suas próprias pala - po", conta o autor , 
vras. Camila gosta que se empolga na ho 
·dele como a um pai e ra de declamar os poe 
fica muito perturba mas e acaba inclu1.n 
da quando descobre - do coisas que nem es 
que Afonso Henriques tavam no roteiro e 
está apaixonado por fazendo citações por 
ela, e ainda não se· conta própria. No fi 
sabe o que os auto - nal, o resultado sem 
res reservam para o ore aarada. Afinal 
destino desses perso quem não gosta de pog 
sia? nagens. 
i 
l, .. 
• 
Ator Otdvio 
Além de brilhar 
no elenco Fera Feri­ 
da, Otávio Augusto 
eá atuando na peca 
Querido Mundo."Eu es 
tou num momento muI 
to bonito da minha - 
carreira.Na peça e 
na novela estou vi 
vendo personalidade 
intensas. O Querido 
Y!undo é uma comedia 
ror:iantica e no palco 
cu falo coisas que 
eu nunca vi un pers.2_ 
naacm masculino fd­ 
lar. Ele fala dos 
seus sentimentos,su­ 
dS frustrações, esse 
tipo de coisa",conta 
o autor. Famoso tam­ 
bém pelo seu engaja­ 
mento politico Otâ 
vio Augusto esclare­ 
ce que nunca preten­ 
deu seguir esse tipo 
de carreira:"veu la­ 
do político é mais - 
vinculado ao meu la­ 
do cultural, não pr@e 
tendo nunca me candi 
datar a nada", garan 
te o ator. 
~o alimento mais doador de vidas e saúde. Não é apenas um 
alimento. É um remédio capaz de salvar vidas. 
~ao completo, e que os macrobióticos fazem dele 60% de seu 
regime. É arroz bruto, do qual somente foi retirado a dura 
casca e celulose. Conserva, pois a pardacenta cutícula, onde 
estao todas as suas virtudes. 
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Cidade - Tribuna da Fronteira

.1O/IM, 'TIU'A DA FJ'TEIA l1/l/•I1J I r_r;l(,•:I', 
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Flagrantes do Carnaval/94 no Grêmio Pedro Rufi 
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SÓ olrncrvnndo: Vcrn Salomão, Hnrizcte Rodrigues 
• 1• Constnncin Loubct, 
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Dr. Coutinho e Esposa, Ten. Pacheco e Claudia. 
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Dr.Cachito e Azaléa. 
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Dr. Ivan, Dr. Gerardo e Dorinha. 
Ivnldo, Flnvln Ocarfz e ERtcln. 
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Sobrinho "Carcc.~• 
1, 
lvaldo - Estela, Ora. Azaléa, 
posa Nclia. 
Fernandinho e Elza. 
Nazaré e Magali ~ 
briocaram a Festa do ~ 
Momo fantasiadas. 
ANlVERSARIOU 
7 
o dia S/2 o i;arot.1.o CUllhc["m(" Azevedo Brito, "...J..:l.le 'r.Ll ~.! 
an!zou a aniada festinha na residência da Vó Bernarda. T!a 
r ri:-p1rou o c!(.>licio50 ... olho c!e c:>ch rr zere. Tia ar°";j 
j 
'-'l gostoso bolo. anta e Junior arruara o lindo painel dtc0~ 
f _ ►i e, t'l.:do e motivos de a.vião. 
'- -«'	l 	ENFIM 
A rcr.:'!e;.ior.:ição do ~.Jt de Cullhenre, tev(' ::uito docinho, ref1 
erants, rüsfcas carnavalescas e confctc-s, .:1 cr!.:mç.ada brf..,cCl 
a Jn11:ad0 in! carnaval. FELICIDADES 
1 ! 
NO DIA l4p;,. 
Aconteceu u jantar no Hotel Po:J.sndn d.J Frontclr.1, !'lc=e~;!; 
.inc!o o estl::iado Padre Br«i~dõo, que por cultos c1:,os t:-abalhO-'. 
Pax-oqula S.1nto Afonso. Padre Bn1nd.io. veio .10 Brasil e apr-11~ ;;e 
toe p,TiJ vir até a P-:-incesa do A_para rever ut:os a!s",f,_ 
agut de!xzr. O casal Cers! e Salo:e c!ccrone..1.r.1:n o ?adrt: • - 
• • d .JO nn Ci c-y ! 
O GRD<:!O PDlRO RUTIIIO 
Sohre .:1. ?residência de Miro Vargas, este .i:,o :-..;i!s U::-: 
fc:. 1.0 ,:mi::-ado CJ:rn.1val. 
O aJIUUNl'O K'JSI CAL 
Agradou, e o povo caiu no S.ar.b,1. l':. C..1rn.iv.1l tr.'.lnqu!lO· 
J 	'DIA 16/02 
a, Fet a abertura Oficial da Cx:l-p.1r..h.:1 d.J. Fraternida;:!c c.c:::i O -r:;: 
r /ºº' A FA.'ftLU CXHl VAI? Fol oficlnliz,,dn pelo Podre W!lll0'1 • 
f bentza Missa Campal ode centenas de ftétg orara e atar+__ 
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(FOTOS UBALOINO RODRIGUES)