TRIB 
FUNDADOR: 
IVALDO PEREIRA 
20/02/1972 
___ t 
ELA VISTA/MS 
-- 
r REC MEC COMEMORA O INIYERSIÍRIO DO REGIMENTO E A 
IOMDDD DE MONIE CISTELO PELIS TROPAS OI FEB 
MNO 22 
A DA FRO 
DIÁRIO REGIONAL 
N0 1.465 24 DE FEVEREIRO DE 1.994 QUINTA-PE.IRA 
Vista da parte da tropa que participou da solenidade Militar 
realizada no páteo de formaturas do 100 RC HEC 
O candidato do 
pacto à sucessão es­ 
tadual será definido 
até 15 de março e 
nesse intervalo de 
tempo as principais 
lideranças políticas 
que formam esse en - 
tendimento, sob o co 
Rndo do Governador 
Pedro Pedrossian vão 
Procurar analisar no 
es que tenham compe 
tência administrati­ 
va e.o perfil deseja 
do pela população de 
ato Grosso do Sul. 
O Governador co - 
ll!entou sobre o pro - 
cesso de escolha do 
Seu sucessor, em en­ 
trevista durante a 
lllauguração do Conjun 
to Dalva de Oli vei - 
ra, Pedrossian disse 
que:o pacto políti­ 
co é o estado maior 
tias quem define os 
Roes é o povo". 
Pedrossian afir - 
ou que o povo quer 
candidato com ex­ 
Periência administra 
: 
b tva comprovada, não 
asta ser apenas um 
Político. 
. "Estamos procuran 
do e;t, 	- 
t· n ender esse sen 
nento popular e d@ 
Gov. Pedro Pedrossian 
finir um nome que te 
nha esse perfil. va­ 
mos escolher um can­ 
didato novo, honrado 
e com enorme capaci­ 
dade técnica", res - 
saltou. 
Dentro desse qua­ 
dro, segundo o Gover 
nador, o Secretário­ 
Estadual de Fazenda, 
Waldemar Justus Horn, 
"é uma excelente op­ 
ção", mas observou - 
que ainda não existe 
nenhuma definição so 
bre sucessão. - 
"Até 15 de Março 
teremos o candidato 
O 100 RC MEC de 
Bela Vista, sob o Co 
mando do Tenente Co­ 
roncl de Cavalaria - 
Edson Souza Rodri 
gues, realizou nesta 
quarta-feira,dia 23, 
uma solenidade mili­ 
tar cm seu páteo de 
formaturau, para co­ 
memorar o 1550 ani - 
versário de criação 
que terá a grande ta 
refade prosseguir a 
nossa obra", anun 
ciou. 
O Governador con­ 
firmou que vai cum - 
prir seu mandato até 
seu final e não é 
candidato ao Senado. 
"Passei dois anos e 
meio reorganizando o 
nosso Estado e agora 
quero concluir o 
grande projeto que 
estamos implantando, 
O Brasil ficou di 
ferente. - 
Quando aqui che - 
guei, em 1922, o ar­ 
mazém mandava O ca - 
derno para a fregue­ 
sia, era crédito d - 
berto ao consumidor 
sem qualquer juro . 
O padeiro fazia 
o mesmo, mandava pão. 
de graça por alguns 
dias, garantindo o 
freguês. 
A vida era fácil 
e decente. 
Eu sabia o que 
Esportes 
* VALDERI E 
MARCELO FORAM DES 
TAQUE EH PONTA PO 
RÃ 
Veja essa e 
outras matérias 
na Página - 04 
CIRCULA CAO 
LA VIS.A M O Mi {o 
A' COI. 
DIRETOR: IVALDO PEREIRA 
do Regimento An onio 
João e também a toma 
da de Monte Cas elo 
pelas tropas da For­ 
ca Expedicionária 
Brasileira - FEB 
na segunda querra 
mundial. 
O Secretário Muni 
cipal de Adminsitra­ 
cão, Evilásio Nunes 
de Miranda, represen 
Jotagê nos 
Bairros 
Veja os Comentá­ 
rios feitos pOr Jo­ 
tagê Flôres na Pági 
na - 04 
Pacto vai Ouvir o Povo para 
Definir Candidato a Sucessão 
transformando Mato 
Grosso do Sul numa - 
terra boa de se vi - 
ver e mudando o seu 
perfil sócio-econômi • 
co", disse. A aprova 
cão do seu Governo= 
pela população, em 
mais de 60%, ·segundo 
Pedrossian, creden - 
eia o candidato do 
pacto a uma grande - 
vitória nas próximas 
eleições. 
{SECOM/MS) 
valia um mil-réis. 
Sempre tive orgu­ 
lho de ser brasilei­ 
ro. 
O Brasil que to - 
dos queremos não é 
muito diferente des­ 
te que está aí. 
ou o Prefeito Araao 
Zacarias, que não 
pode co.perecer por 
motivo de viagem, es 
tiveram presento, 
também o ex-praci - 
nhas que integram a 
Força r.xncdiclon.:irio 
Brasileira, direto - 
ras das Escolas Ins­ 
tituto de Educação , 
Ester Silva e alunos. 
Pàgina - 08 
CORREIOS RECEBEM INSCRIÇOES PARA 
CONCURSO NO EXÉRCITO 
Com o objetivo de dar maior comodidade aosi~ 
teressados em participar do Concurso aos Cursos 
de Formação de Sargentos de Exército,os CORREIOS 
firmaram contrato com a Escola de Sargentos das 
Armas (ESA) para o recebimento das inscri~Ões 
dos candidatos. 
Em 2.500 Agências dos Correios em todo terri­ 
tório Nacional,os interessados terão à disposi - 
çaO a ficha de inscrição e o edital do Concurso, 
assim como todas as orientações necessárias. O 
período das inscrições será de 07 de Março a 15 
de Abril. No ato da inscrição, o candidato deve­ 
rá apresentar Carteira de Identidade e recolher, 
na própria Agência dos Correios, a taxa de 24 
UFIR mensal. (RP Regína Raoires - UNREJzy/),r;)-429) 
UMD CPI PDRD 18.$ 
Hoje, pelo amor - 
de Deus, não sei a 
quem pedir esclareci 
mentes! Abro os jor- 
O Brasil que Sonhamos 
NÃO~ PRECISO MUITO PARA TER UM PA1S COM O QUAL 
OS BRASILEIROS SONHAM 
Bastam alguns re­ 
toques e o País será 
aquele com o qual os 
brasileiros sempre - 
nais e vejo que os 
juros são de 63% ao 
mês no overnigth. 
Página - 03 
sonharam e que lhes 
tem sido prometido - 
desde o descobrimen­ 
to. Página/03 
Sindicato Rural de .Caracol Informá 
56 Leilão Caracorte 
DIA 24/02/94 'QUARTA-FEIRA 
REALIZAÇÃO: 
.Sindicato Rural de Caracol e Porteira Leilões 
HORAS: 20:00 
PARTICIPE CARACOL ESPERA POR VOCEI 
Vá e Faça bons Negóciosll 
Informe 
+ COMO ·FICAM AS BASES MUNICIPAIS? 
T 
BINGO BENEFICENTE/AGRADECIMENTO; 
BRINCADEIRA DE MAU GOSTO; 
* BARRA DO ITÃ TEM DONO SIM SENHOR! l ; 
*REFORMADA COBERTURA DO PAÇO MUNICIPAL; 
* CÃHARA INICIA OS TRABALHOS LEGISLATIVOS 
LODIO A UM PASSO DE SER O VICE DE WILSON; 
++ pGINA - 05 #

1o 
CDRICOL 
I ORIENlftOOR COMERCIAL 
TORNEARIA 
SANJOOIESEL 
• 
Av. Brasil, /N 
'ONE A95- 1163 - Centro 
ClíllCOL-MS 
POSTO PORTEIRA. 
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DE: Manoel Ro - 
drigucs dos San 
tos (Maneco) 
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Filtros, troca 
tle ôleo, etc ... 
TRANSPORTE 
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lv: nrasil S/N, one: 495-1146 
CJMCOL-M 
SUPERMERCADO 
TIMBIRI 
 
Câmara é alicia 
ao Pre. ito anicpa. 
no odoy, o'icitando 
DE: IIRTON FLO 
RIANO DOS SAN­ 
TOS 
--~" ;,. L i,..· 
. ' ,,.. 1 . 
O maior es- 
1
(1 
toque de gêne­ 
ros alimentí - 
cios, bebidas, 
frios, armari- 
nhos e ferra - 
gens da cidade pelo menor prcçe. 
/v. Brasil, 1.140, Ce:1tro 
Primeira uao ordinária do ano' 
que contou com a presença do Ver 
'hirson Ferreira Leite, Jo·lio dos n '7 
Doralina Podriquo Leite, Etanilau Nun 
Darci Souza Ne .o, Pascoal Puch ta, E9i ldo 
de Moura Pereira e Milton Luiz pender. 
Em cumprimento a lei orgânica do rmnici 
pio, em seu ar igo 7, e inciso 16, foi so 
licitada a presença do prefeito municipal 
na abertura da sessão do di 16 de Feverei 
ro do 1094, às 19 horn:, para fins de ex­ 
por a situação do muniipio. 
O Secretário d Gabinete, Renato Oca 
pos, representante do prefeito na sessão - 
disse, "Que para ele é muito gratificante 
cm participar du scss5n solene e explanou 
o que vem acontecendo desde o ano passado. 
Afirmou ainda que o exrcutivn, na medida - 
do possivcl, atenderá todas as solicita­ 
ções que foram endereçadas, em seguida o 
secretário fez a leitura de uma mensagem - 
enviada pelo prefeito no legislativo, e 
por fim respondeu as perguntas feitas pe­ 
los vereadores. 
Por outro lado os vereadores tamb6m re­ 
tribulram o mesmo gesto ao secretário e eQ 
peram a presença do secretárlomuitasvezes. 
LIMPEZA EM TODAS AS RUAS DI CIDADE 
O Vereador Pascoal Pucheta, requereu à 
_çâmara e endereçado ao prefeito municipal, 
no sentido de determinar ao setor competen 
te do município, que seja feita a llmpezã 
em todas as ruas da cirlade. 
Justificando que frequentemente vem cho 
vendo em nossa região e, com isso os arbus 
tos crescem em abundância nas laterais das 
ruas, causando uma má impressão a todos os 
que visitam a nossa cidade. Sendo que esse 
pedido já foi solicitado no ano passado e, 
até o momento não foi feita a referida lim 
peza, portanto através deste requerimento­ 
espero que esta administração faça valer o 
slogam que tem "CONHEÇO E CONFIO" porque é 
isso que o povo espera, finalizou Pascoal. 
PREFEITUM E GODEPAV 
Por não ter o conhecimento do contrato 
firmado entre a prefeitura e a firma Gode­ 
pav, o Vereador Josélin dos Santos apresen 
t requerimento na sessão e que ap6s sei 
ouvido e aprovado seja enviado expediente 
Em su justificativa 
Vereador Jo lio dos San - 
o afirmou qae o Legi la­ 
tivo não tem conhecimento 
desse con rato, não pode - 
mos desta maneira explica 
aos cidadãos sobre a refe- 
rida obra, ressaltou. 
Vereador Jo:_;é 110 <lo!' 
Santos - ( foto) 
NUNES SOLICITA CôPII OU 
RECOLHIMENTO no HtSS/199) 
r 
/ 
Vereador Estanislau Nunes 
L 
FONE: 495 - 1145 CJRlCOL MS 
i 
LANCHONETE E 
IESTAUBANTE TDP'S 
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C/PACOL-MS 
"lgradecc11DS à tc.,dc s que no:.; prestigi~, 
Tribuna la Fronteira 
- Diário Regional 
+ FUNDADO EM 20/02/1972 
Diretor-Redator-Chefe: Ivaldo Pereira 
Diretora Ad:n: Maria E. V. Pereira 
Secretário Ae Redação: Ubaldino 
gues 
Peportagens: João Carlos Velasquez, A, 
dré Ãvalo, FirmiI,u de Barros. 
Rodri- 
Redação, Departamento Comercial e Par qae 
Crâfico - Avenida Tribuna da Fronteira - 
564- Caixa Posta' - 23 - Fone - (067)- 
439-14l0 - Bel Vista - MS. 
SUCURSIIS - Jardim, Perto Murtinho, Antonio Joio, Bo- 
nito, Caracol, Capo Grande e Corrcspon - 
dente em Brasília e São Paulo. 
Propriedade da Rede l'k-l.:1vl::.tcnsc de .Torn.,.ls LlDA 
C- MF 15.513.203/0001-$0 
# O Jornal não se r·posabiliza pe;os artipos assinados ou 
de origem definida. 
* Exemplar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300, 00 
* Número atrasado . . . . . . . . . . . . . JOO, 00 
* lssinatnra '!'rirnestral 6. 000, 00 
'* A.s~inatura Semestral 20.000,00 
Assinatura Anual 	40.000,00 
,J cILIAD~ 1 IDJORI E ABRA,.JORI 
Estanislau Nunes, solicitando guias de 
recolhimento do INSS doa descontos em fo­ 
lhas dos funcionários durante o exercício 
de 1993. 
Requerimento este do vereador Estanis­ 
lau Nunes, endereçado ao orefeito munici­ 
pal, solicitando o envio a esta casa de 
leis, as c6pias das guias de requerimento 
do INSS· dos descontos feitos em folhas 
dos ·funcionários municipais, durante o 
exercício de 1993. 
Em justificativa o vereador lembrou 
que examinou o financeiro encaminhado a 
esta casa de leis, surgia-me dúvidas so­ 
bre o recolhimento. 
PEDIDOS DIVERSOS 
Pedido verbal do vereador Evaldo de - 
Moura Pereira, solicitando ao executivo 
municipal, que envie a esta casa de leis, 
uma c6pia da lei que sanciona o orçamento 
para o exercício de 1994. 
Pedido do vereador Milton Luiz Bender, 
solicitando ao executivo municipal a colo­ 
cação de bueiros na rua Ponta Porã em 
frente a residencia do sr. Atanasio Mar­ 
tins. 
Solicitação verbal do vereador Thirson 
Ferreira Leite e endereçado ao prefeito 
municipal. solicitando a raspagem da es­ 
trada que liga a fazenda Toro Moro e r~ 
mal até a fazenda do sr. Lauro ... 
CONHEÇO E 
CONFIO 
• I 
rAGLIOSI MADEIRAS L TOA. 
DE CARACOL ATENDEMOS TODO O BRISIL 
Serraria, Beneficiamento, Comércio de toras, tacos, forros, assoalho, vigamento, 
tábuas, Comércio de Madeiras em geral 
Gerando 
RUA MARCIONILIO MARTINS L.EITE S/NO 
· FONE: (067) 495 - 1138 
Empregos e 
Caracol - MS 
Riqueza

O Brasil que 
Sonhamos 
Mao ó preciuo muito para ter um Paí 
com o qual os brasileiro sonham 
O IrIl que todos queremos não e multo dIfe­ 
rente deste que está af, latam alguns retoques 
e o Pas neri aquele com o qual os brasileiros 
s e m p r e sonharam e 	q ue lhe tem I	d o prometido 
dede o descobrimento, 
0 retrato atual, em preto e branco e tons car 
reados, não dela de ffar um momento negro , 
talvez o pfor da Histórfa, CPI e manchetes so - 
bre corrupçao, arrastões, mfséra e toda orte 
de manifestações de violêncla social são flagran 
te fortes e vergonhosos, mas, pensando sensata­ 
mente, todos podem er apagados e, por essa ra - 
zo, uardam pcuquíssima ou nenhuma correspondên­ 
cln com o pafn que os nossos olhos - até mesmo 
os mafs Incrédulos e míopes - enxergam um pouco 
ndlnnte no horizonte, 
O Brasfl que sempre povoou os nossos sonhos 
ainda continua um Paf do futuro, porém cada dia 
lll11l6 J)OflBÍVel. 
Enpecinlmcntc a partir de agora, depois que 
a ooclcdndc, n1Jsumindo a sua parte nesse proces­ 
no nacional de "mnea culpa", tomou a decisão de 
exigir que o Congresso posse tudo a limpo, cansa 
dos de tantos discursos e frustrados com as pro­ 
messas de milagres de políticos e governos que 
se repetem, Os brasileiros, outrora orgulhosos de 
ter inventado e apologistas da "Lei de Gérson" e 
do "jeitinho", afinal decidiram revisar tudo, a 
partir dos seus própr'ios padrões ético-morais e 
de seculares omissões. Se não ocorrerem desvios 
ou recuos, daqui para a frente tudo pode começar 
a dar certo. Basta qua sejam adicionados a essa 
química regeneradora alguns ingredientes sim- 
ples, como uma boa dose de persistência e muito 
de orgulho nacional. Enfim, numa palavra - patrt 
otismol 
Que país é este? O Brasil de hoje é o resul­ 
tado de longos anos, talvez séculos, de um des­ 
vio cultural originado na crença de que isto - 
aqui era o verdadeito paraíso, pronto e acabado, 
de que fala a Bíblia. Caminha, na sua carta a El 
Rei, foi o primeiro a acreditar e propagar esta 
idéia, ao falar da terra muito chã onde em se 
plantando tudo dâ ... 
E t 
[o, e dur 
não passav 
ro. 
nejar 	cre­ 
ditar no futuro. Hoje, te - 
mos o dólar comercial, o dó 
lar turismo e o paralelo. 
O dólar comercial - que 
devia ser o mais acessível­ 
é o mais caro. Como podemos 
progred r assim? 
A taxa de over - como já 
disse - é de 63% ao mês, o 
que equivale a 35.076,38 
ao ano. É superior em 14 ve 
zes a taxa de inflação d 
1993, que foi de 2.500 ao 
ano. E vivemos num País m 
que a Constituição cstobol~ 
ce os juros de 12% ao ano! 
• 
"SE NÃO OCORREREM 
DESVlOS OU RECUOS, DAQUI 
PARA FRENTE TUDO PODE 
COMEÇAR A DAR CERTO" 
Pois bem, este País, se comparado a todos os 
demais no mundo, não está longe mesmo de ser o 
paraíso cantado no Hino Nacional e em tantas e­ 
legias que lhe são feitas. Pena que nos tenhamos 
descuidado dele durante tantos anos, talvez des- 
de que foi descoberto. 	- 
Grande, rico e bonito, este Brasil nao combi­ 
na com a vergonha da fome, da miseria, da falta 
de moradias, de escolas e de saúde. O resgate - 
da divida social ê,sem dúvida, o maior desafio - 
para que sejamos, de fato, o país das maravi­ 
lhas. Não dâ para adiar mais o acerto de contas 
com a maioria dos brasileiros que tem ficado com 
as sobras e que hoje - suprema humilhacao - so­ 
mos convocados e socorrer com migalhas para man­ 
tê-los apenas vivos ••• 
Corrupção e inflação, governos ineficientes e 
desonestos e outros desvios são problemas conjun 
turais, episódios, ainda que endêmicos, que esta 
mos resolvendo e vamos eliminar. Tudo isso,_toda 
via, depende da mobilização, da nossa pressao e 
do esforço coletivo. De imediato,na~ ha duvida 
de que temos que começar pela soluçao do proble­ 
ma maior: a volta do crescimento. Com ele_volta-
1 
rão o emprego e, pouco a pouco, com decisao e - 
vontade política, certamente encontraremos um - 
jeito e teremos condições de promover um firme e 
decidido processo da distribuicao da distribu! 
cão da riqueza. No país que queremos , todos os 
brasileiros têm o direito de compartil~ar as be­ 
nesses destes paraíso. A sociedade, a uras pe­ 
nas e certamente pressionada pelo alto_preço que 
está pagando por sua histórica alienacao dos pr~ 
blemas do dia-a-dia do país, parece que decidiu 
assumir a sua responsabili'dade e forca e fazer a 
sua hora ·..Já não era sem tempo. 
'lloligang Sauer é ex-presidente da Autolatina 
e Presidente da S Consult 
O rauil ficou difere.te. 
Quando aqui cheguei, em 
1922,o armazém mandava o 
caderno para a freguesia 
era crédi o aberto ao co ou 
mldor em qualquer juro. o 
padeiro fazia o mesmo, man­ 
dava pão de·graça por al 
quns dias, garantindo o frg 
que. A vida ra fácil e de 
cento. Eu sabia o que valia 
um mil-réis. Sempre tive or 
Julho de ser brasileiro. 
llojc, pelo amor de Deus, 
não ei a quem pedir escla­ 
recimentos! Abro os jornais 
e vejo que os juros são de 
GJi ao mês no overnight. A 
gente ganha quando está do! 
mindo e perde quando esta 
trabalhando porque os juros 
crescem e se multiplicam co 
mo no milagre dos pães. 
o cruzeiro real é a moe­ 
da oficial. Tive dois che - 
ques devolvidos de pequenas 
importâncias para pagar re­ 
feições em restaurantes: eu 
esquecera de escrever a pa­ 
lavra "real". Quantas moe - 
das existem atualmente? Fiz 
um levantamento: • Como posso responder por 
Referencial cinco mil empregos que men- 
de 
salmente são reajustados e 
cadernetas 
cujos salários estão sempre 
defasados pois a inflação e 
os juros são sempre maio - 
res? Nós, empresários, esta 
mos na mesma situação, suga 
dos sem piedade pela saúva 
contra da especulação financeira. 
Nem nos tempos da Revolu 
pagar. cão Soviética assisti a tan 
ta miséria. 	- 
E tudo isso em benefício 
de quem? Dos economistas e 
tecnocratas que dita seus 
ukases para beneficiar os 
especuladores. Conheço ban­ 
queiros que consideram uma 
injustiça as taxas que pagam 
aos investidores e para is- 
Quem te 
[!J TR (Taxa 
que remunera 
poupança); 
[I] UNIF (moeda para paga - 
mentos de IPTU e outros im­ 
postos); 
[3] 1cv (moeda para 
tos imobiliários); 
[] UFIR (moeda para 
o imposto de renda); 
[]) IDTR (moeda paga pagar 
contratos de seguros); 
[6] 1Pc (moeda para reajus 
tar aluguéis residenciais); 
[[] IGPM (moeda para reajus 
tar aluguéis comerciais). 
"NO TEMPO DE JK, A 
INFLAÇÃO ERA DE 181 
MAS OS JUROS BANCARIOS 
NÃO PASSAVAM DE 
10 0U 121 AO ANO" 
, 
'ª 
vercinto, O 
:batido. No e 
ccnl111O. 
' as amigo 
Tenho a certeza d que 3 
Providente Ita. ar Franco « 
tá preocupado com o de cala 
bro provocado pela alta ta­ 
xa de j ros. Por que não 
brir um, cPI para apurar a 
ditadur instalada pelos e­ 
conanistas e tecnocratas? 
Se os juros ficassem nos 
12 ao ano (co:::o 'Stl)bclc e· 
a nossa Constitui ão), São 
Paulo e Uio de J, nriro ntn 
riam cheios d torres d 
construção civil. Tcrlnmoo 
milhões do empregou a mais. 
O que o Brasil deve lá fora 
não é problema. O problema 
está aqui dentro. 
Se o Japão opera seu oi~ 
terna financeiro com juros - 
de 1, 8% ao ano e tem os maio 
res bancos do mundo, por 
quo não temos também os 
maiores bancos do mundo 
nós pagamos essa mesma 
por dia? Alguma coisa 
errada, meus amigos, e 
é com o Japão, 
No tempo de JK, a infla­ 
ção era de 18% mas os juros 
bancários não passavam de 
10 ou 12% ao ano. Quem co - 
braso um por cento a mais 
era c•Jnsiderado agiota. E 
foi a,sim que o Brasil cres 
ceu se anos em 5. - 
se 
taxa 
está 
não 
Transcrição da Revista - 
Mairliete no 2.183 
Adolfo Bloch, é Empresá­ 
rio, Diretor-Presidente da 
Bloch Editora 
Razão? 
Não deixa de ter 
razão o Deputado Hé­ 
lio Bicudo, ao encer 
raro seu discurso= 
pronunciado há pouco 
no plenário da Cama­ 
ra dos Deputados , 
com a admoestação de 
que "o futuro, que 
não está tão distan­ 
te, irá dizer quem 
tem razão" quanto ã 
revisão constitucio­ 
nal iniciada no mO - 
mento pelo Poder Le­ 
gislativo. 
O Deputado Hélio 
Bicudo não considera 
os seus pares como - 
verdadeiros represen 
tantes do povo brasi 
leiro ,e saros como me 
ros instrumentos de 
grupos voltados para 
seus negócios parti­ 
culares. 
Em sua maioria , 
são palavras do par­ 
lamentar paulista , 
eles retrataram os "in 
teresses dos grandes 
grupos, como a FIESP, 
a CNI, a FEBRABAN , 
os sindicatos atrela 
dos ao capital, as 
multinacionais". 
E não é só. O 
Deputado Hélio Bicu­ 
do afirma que o neo- 
Quer vender seus Pr~dutos _e ser 
bem Informado? fntao, Le_,a e 
Assine O Jornal de sua Cidade 
liberalismo "busca - 
se impor para a domi 
nação de sua econo 
mia (do Brasil) pe - 
los grupos indus 
triais e financeiros 
do hemisfério norte~ 
Desconsiderando o 
próprio Parlamento - 
que integra, defende 
Hélio Bicudo a não 
realização da revi - 
sao constitucional - 
por um, entre outros 
argumentos menos sig 
nificativos, 0 de 
que o Congresso, no 
decorrer de cinco a­ 
nos, "deixou de cum- 
prir seu dever, de 
regulamentar mais de 
uma centena de ques­ 
tões essenciais , 
transformadas em le­ 
tra morta". 
Afinal, quando a 
nossa arcaica "es 
querda" se compene - 
trará de que a sua 
utopia já disse a 
que veio, concreta - 
mente, e que sua ten 
tativa (de dezenas­ 
de anos, não esqueça 
mos!) na Rússia, nÕ 
Leste europeu, na 
China (com o seu pa­ 
radoxo de partido ú- 
nico e totalitário 
na política, ao lado 
de urna abertura na á 
rea econômica), so 
brando apenas cuba - 
(já nos estertores), 
que esta utopia já 
não mais impressiona, 
sobrevivendo apenas 
para os que já não 
- • ? 
veem mais .... 
Realmente o Depu­ 
tado petista tem ra­ 
zão: o futuro dirá - 
do trabalho de revi­ 
são, que está sendo 
feito para um Brasil 
melhor. 
(Agência Planalto) 
ARROZ INTEGRAL 
• , SANTA lDSA 
to alimento mais doador de vidas e saúde. Não é apenas um 
alimento.tum remédio capaz de salvar vidas . 
Tão completo, é que os macrobióticos fazem dele 60 de seu 
regime. É arroz bruto, do qual somente foi retirado a dura 
casca e celulose. Conserva, pois a pardacenta cutícula, onde 
estão todas as suas virtudes. 
*ARROZ INTEGRAL E VIDA E SAÚDE! 
DEVE FAZER PARTE DE SUA ALIMENTA 
ÇÃO 
USE E COMPROVE 
VIDA NOVA: EM TODOS OS ASPECTOS! 
' 
MAURO EDUARDO BEARARI 
RUA TUITY, 50 - FONE 251-1291

4 
j 
Jota ns Bairros 
MANIFEL,TM,DOES DE. APOIO 
Dfvr os }e}tores - 
desta to]una oaorda­ 
ran plenamente com a 
le braça que flzemo 
obre a "contramio no 
Contrirto" n Duque de 
ala com a Barao do 
L.dr 1o. 
f. Ina! de que mul­ 
ta gente Já observou na 
per1oa falha. 
l'ltOMlt:;'.iA DR PAI.AH UF. 
-- ·--·- 
.Jotnê PIre 
0 Abraão, atual Pre 
feito, quando da realfzaço de um Comício all na 
"a[ada CorInthfana", prometeu que uma das pri­ 
e Iras medidas de ua Administraçao, eria a o­ 
luçio, através de um serviço de drenagem,naquele 
corrcgnzlnho que leva esgoto e Úgua nuja, p11sGn_ll 
do pela frente de várias residências e provocan­ 
do um danado mau cheiro. 
HP I e,nbro mui to hem do Instante em que o en "­ 
tão candidato Abrao, entusiasmado com a presen­ 
ça de um bom p~blico ao oeu comício e depois de 
constatar o entusiasmo dos correligionários, en­ 
[utizou: "Vejo um brilho nos olhos dos velhinhos 
e esperança no semblante dos Jovens!!" 
Lá no fundo, contemplnndo a tudo me encontra­ 
va com o Bigode, Chica, Gentil Vnrgas e outros - 
"usuários de óculos". 
O Gentil, reconhecidamente um grande gozador 
ou glozador, como queiram, provocou grandes gar­ 
galhadas dos demais, quando, ao ouvir a tirada - 
retórica e quase poética do Abraão, disse, com 
aquela cara e aquele sorriso que lhe são caracte 
rísticos: "A esperança dos jovens eu concordo ; 
mas o brilho que "ele" está enxergando é o refle 
xo dos nossos Óculos I" 	- 
Foi uma gargalhada geral, quando verificamos 
que todos os "fundistas de comícios" usavam ocu­ 
los e que eles realmente refletiam as luzes do 
palanque. 
Mas, de qualquer forma, a hietórinha que con­ 
to, serve para lembrar que o "corguinho" conti - 
nua do mesmo jeito. 
********************* 
Esportes 
V alderi e Marcelo Foram 
Destaque em Ponta Porã 
pear de ter per 
dído na es reia con­ 
tra o time de Ponta 
Porá, pelo placar de 
4 a 0, numa noite em 
que os qarotos bela­ 
vistenses no es ivoe 
ram bem, o timo hc•1R 
vistense foi alvo da 
atenção dou dirigen­ 
tes de vários Clubes 
profissionais que 
participavam da com­ 
petição. 
A atuação soberba 
de Valderi nos dois 
jogos realizados eh~ 
mou a atenção dos "o 
lheiros" que etav 
presente. O a'lera 
bolavisne foi on 
dado pelo Corurbaon­ 
e, pelo Comercial 
de Cano Grande 
Douradensoe, mas fi - 
cou acertado que den 
tro de poucos dias 
deverá es ar rceben 
do passagens para sé 
deslocar ao Rio de 
Janeiro, devendo fa­ 
zer teotes no F'lur.ii­ 
nense Futebol Clube, 
cujo Empresário de­ 
monotrou muito inte­ 
resse em mandá-lo i- 
mediatamente para o 
tr color carioca. 
J briJlnn ' at.u, - 
cão do jogador Marcg 
lo Feli principal - 
mente no jogo con ra 
Sidrol5ndia, onde nn 
la Vista venceu dé 
virada, pelo escore 
do 4 a 2, chamou a 
atenção de dirigen - 
tes esportivos, que 
buscaram contratá-lo 
para acertos. Marce- 
.lo foi o cérebro do 
time na virada espe­ 
tacular contra os S! 
drolandenses, que 
Outros Destaques 
A equipe de Bela 
Vista esteve basica­ 
mente montada com 
Evancs (Jair), Eber, 
Waldomir, Gladison e 
Derson. Walderi, Mu- 
nin, Marcelo, Vande­ 
ilson, Anderson e 
Mizael. 
Os outros desta - 
ques do time foram 
Edcrson, Munin e Van 
venciam por O 
que foram surpreor 
dos pelos qaroto 
Bela Visto, que no - 
20 tepo jogar m tu­ 
do o que sabem vi­ 
r ram o marcador, n 
ma vi êri muito E. 
nitna. 
A derrota dos be-. 
lavistenses no jogo 
inaugural teve diver 
,,os r::otivoo. Ilu:·,ír.:i 
cão super fraca, fal 
ta de expor êncio e .. 
competição e muito 
nervosismo. 
Uma Promoção Exemplar 
A Liga Esportiva 
de Ponta Porã, conse 
guiu realizar uma 
promoção cheia de re 
sultados exemplares. 
O Presidente da enti 
dade Sr. Marcelino= 
Nunes de Oliveira 
foi um batalhador in 
cansável e liderou - 
uma equipe de diri - 
gentes bastante a 
tuante . 
O apoio da Prefei 
tura Municipal de 
Ponta Por foi muito 
importante para o e­ 
vento. 
dcilson que estive 
ram muito bem. 
Clarisvaldo, Al - 
fredo e Israel, fo - 
ram muito úteis quan 
do foram chamados a 
Valeu como expe •· 
riência para outras 
cidades. 
Aconteceram algu­ 
mas falhas na organi 
zacão. O Colégio on­ 
de se hospedaram as 
delegações não tinha 
estrutura, pois fal- 
atuar, sendo que Al­ 
fredo foi o grande - 
"trunfo" quando en - 
trou na lateral es - 
qucrda no jogo con - ' 
tra Sidrolândia. 
tava água e luz nos 
banheiros e tinha 
disponibilidade de 2 
chuveiros para 180 a 
tletas, fato que prG 
vcx:ou mui tos proble - 
mas. De qualquer for 
ma serviu como exe~­ 
plo e experiência. 
AIRES GONÇALVES ... MAIS UMA VITÓRIA CONTRA 
OS ABSURDOS! 
O Advogado Aires Gonçalves - um belavistense 
de raiz, - grande caus{dico na área de tributos, 
teve o seu nome divulgado no caderno de E~onomia 
do Jornal "O Estado de São Paulo" falando sobre 
a sua espetacular vitória em favor dos seus cli­ 
entes contra a exigência da emissão de Notns Fis 
cais, prevista pela Lei 8.446/94. 
Advogado muito bem sucedido e dotado de uma 
cnpacidade profissionnl incomum, Aires é um gran 
de amigo dos seus amigos e é um grande entusias­ 
ta dos costumes belavistenses. 
Esse é daqueles que nunca deixa o sucesso su­ 
bir à cabeça. 
Parabéns, "parceiro"! 
FlSCALl.ZAÇÃO SANlTÀRJA 
A reportagem do "Fantâstico" levada ao ar nes 
te domingo para todo Brasil, chamou a atenção pi 
ra um sério problema. 	- 
Ao abordar o tema sobre a limpeza e higiene - 
das cozinhas das Lanchonetes e Restaurnntes, o 
programn mostrou muitas irregularidades, queima 
ginamos, possa acontecer aqui mesmo em Bela Vista. 
Pelo que sabemos, nunca se ouviu falar de uma 
fiscalização nas casas que trabalham com alimen­ 
tos, e os consumidores jamais tem acesso a esses 
locais, que são sempre escondidos. • 
Seria muito bom que o poder público observas­ 
se com mais seriedade esse assunto, mas que tudo 
fosse feito de maneira transparente e que o con­ 
sumidor pudesse ver estampadn nas dependências - 
uma prova da fiscalizacão. 
!e bor, para o dono e melhor ainda para o cons~ 
midor. 
*************************** 
UM PROJETO PARA BELA VISTA 
O bom trnbalho que vem sendo levado avante pe 
lo Kalife na Secretaria de Promoção Social, pode 
ria servir de base para iniciarmos o Projeto L~ 
ranja em Bela Vista. 
O estímulo à cultura da laranja poderá ser um 
bom negõcio para os chacareiros do "Nunca-Te-Vi" 
e outras zonns suburbanas e uma excelente fonte 
de divisas para o Município. 
Um projeto idêntico foi iniciado no Município 
de Sinop, lã no norte de Mato Grosso e o resulta 
do foi muito bom. 
Aqui, onde as terras são próprias para o cul­ 
tivo da laranja, o projeto deverã avança, muito 
mais, mesmo porque, estamos muito mais perto das 
zonas de exportação - que é, nos dias atuais o 
grande negócio para o citricultores. 
E um projeto de fácil aplicação. 
ANUNCIE E VALORIZE O JORNAL DE 
SOA CIDADE! 
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 
(Charles Magno Medeiros) 
As CPis do PC e Vamos pegar oca- 
do Orçamento, entre so das empreiteiras, 
outros incontáveis - que pode valer tam - 
escãndalos que pipo- bém para os fornece­ 
cam com irritante.- dores e prestadores 
frequência, compro - de serviços dos go - 
vam a promiscuidade vernos. 
que caracteriza as A corrupção come­ 
relações entre as ça já na campanha e­ 
empreiteiras e o Po- leitoral, com o fi - 
der. A Nação já sa - nanciamento de parti 
be, com relativa pre dos e candidatos. - 
cisão, os propinodu Um grupo econômi­ 
tos e labirintos da co financia um candi 
corrupção, que tra - dato, com o compro= 
zem não só um, incal misso de que, elei - 
culável prejuízo pa= to, ele devolva o fa 
ra a Nação (chega-se vor, com a concessão 
a falar em 10 do de obras ou de con - 
PIB), mas irrepará - tratos de fornecimen 
veis danos morais to de equipamentos e 
que corroem o tecido materiais ou presta- 
social. 	cão de serviços. 
O curioso, porém, Sempre foi assim. 
é que pouca coisa Antes, o financiamen 
tem sido feita para to de campanhas elei 
mudar este quadro. torais por pessoas=· 
Cassações, cadeia, jurídicas era ile 
sequestro de bens e gal. 
outras puru.ções para A recente lei e· - 
os PCs, anões e ou leitora! acabou com 
tros meliantes serão a hipocrisia e permi 
benvindos, mas não o tiu às empresas fi = 
suficiente para uma nanciarem, legalmen­ 
faxi~a no nosso cor- te, candidatos e par 
rompido sistema poli tidos. . - 
tico. Mesmo porque= Mas a legislação 
as punições, a tê o mo é manca porque não 
mento, ameaçam atin- obriga os candidatos 
gir apenas os corrup e partidos a revela­ 
tos. De pouco adian- rema fonte de finan 
ta encarcerar o Em - ciamento. - 
presãrio Paulo César .Outra fonte de 
Farias, se os corruE corrupção é a mania 
tores continuam lépi que os governos têm 
dos e faceiros, pron de atrasar o pagamen 
tos para financiar= to a empreiteiros , 
novas traquinagens. fornecedores e pres- 
Como disse, a Na- tadores de serviços. 
cão já sabe o rotei-. Diante da incerte 
roda corrupção, mas za de quando recebe= 
pouco foi feito para rão, empreiteiras em 
reverter este qua butem nas suas_previ 
dro. 	soes as inflaçoes f~ 
turas, o que eleva a 
camadas estratosféri 
casos custos das o= 
bras. f o t.el fatura 
mento, que vale tam 
bém para fornecedo - 
res e prestadores de 
serviços. 
Esta perversão 
provoca outra modali 
dade de corrupção. As 
empresas, via de re­ 
gra, são obrigadas a 
pagar propinas a po­ 
líticos, representan 
tes do governo ou 
tecnocratas para re­ 
ceber o que lhe é de 
vido pelo Governo. - 
. Recentemente sur­ 
g1u uma boa proposta 
para acabar com tudo 
isso. Os governos 
ao contratar uma 
0 
bra, pagariam à em 
preiteira com títu _ 
los do governo, res­ 
(Charles Magno Hedei 
ros e Jornalista e 
Professor Universitã 
rio) 
gatáveis numa data 
de tenninada. Vencida 
a da ta, o banco pag~ 
ria o título. Caso o 
governo não tivesse 
saldo no banco naque ' 
la data, a institui 
cão pagaria assim - 
mesmo à empreiteira, 
retendo, em contra - 
partida, os impostos 
que seriam destina 
dos á Administração, 
até o limite do títu 
lo quitado. f uma i: 
éia engenhosa que 
merece ser discutida 
pelos parlamentares, 
caso eles tenham, de 
fato, interesse em a 
cabar com as maracu­ 
taias. 
Como se vê solu 
cães não faltam. A 
carência é de homens 
bem.intencionados 
dispostos a implan - 
tara ética e a mora 
lidade na vida públi 
ca. 
(Agência Plana1to) 
Prefeitura Municipal 
de Bela Vista 
AVISO 
RESULTADO TOMADA DE PRo 
""- NQ 001/94 
A Comissão Perma 
Prefeitura_Municite de Licitação da 
nica que nao houve v de Bela Vista, co 
por Tomada de Pr, 'encedor da Licitação 
e a copra ade , ng o11/94, retere­ 
Prefeitura, pelo _u
st
iveis para esta 
firmas interessadnao comparecimento de 
as. 
Bela Vista, 17 de F 
evereiro de 1.994 
Carlos ALberto 
Mundier 
Presidente da 
C.P.L.

I0PNAL, 'TI pJ 
Informe TF 
- -------- 
O 'AMANHÃ,/QUER CONTROLE 
DA TV HA REVISÃO 
BINGO BENEFICENTE/AGRADECIMENTO 
On familiares da 	: 
anos do id a,"_ ' pequena Mariolly Espinosa Sanches, de dois 
" 1ade, vêm de público agradecer de coração à todas as 
pc:,00.10, r::mpronorio 
1
, . 
' t», po iticon o comerciantes em geral que cola 
boraram com o Bingo p ,. · • 	-- 
, t:11<.!Llc:cnte rcnlJ.zado co:n o objetivo de Jc 
vantar rncuroor par 	· · 1·- 
1 A " a o :.;cu tratamento em centros mais especia i- 
83· Pequena Marie11y já passou por exames em campo Grande , 
o. constatado realmunte um problema cerebral irrcveruivel que 
ti
r
a parte da m o b 1. lidade d e 	u m elo:; lacJo:-i ela IT!cn ina e de acordo 
com rrp~imeiron diagnóntico!J Marielly terá de se submeter a mui 
ta soterapia e_tratamento durante a vida inteira para evitar 
rnniorc., complicat;ocn. O Dingo Dcncficcntc (oi realizado no dia 
06 de fcvcrolro no Ginásio de' Esportes de noo□a cidade e, mesrno 
nao tendo todas a cartelas vendidas, arrecadou recurnos □uflci­ 
ontcs para o início do tratamento da pequena Mariclly. Oeua lhes 
pague pela oolaboraçao, sao os desejos de todos os familiares da 
menina. 
- 
- uAAIO PDRIcIr.S _' 
BRINCADEIRA DE MAU GOSTO 
Dígna apenas de pessoas e elementos impróprios para o oonví 
vio cm sociedade, a brincadeira com os balões de água durante o 
Carnaval, _p~pul~rmcnte conhecida no meio dos adeptos como "guer­ 
ra de balao , vem se tornando de péssimo mau gosto e serve até 
mesmo como um divisor de nível entre as pessoas, pois só mesmo 
aqueles conhecidos "arruaceiros" se divertem com esse tipo de 
brincadeira. 
Para se ter uma idéia do repúdio que merece essa prática, mui 
tos nao respeitam nem mesmo as senhoras·mais idosas que cruzam 
pelas ruas próximas aos clubes nos dias de matinês carnavalescos, 
vimos por duas ou três vezes senhoras serem totalmente molhadas 
pelos balões atirados por elementos inescrupulosos e mal educa­ 
dos, até mesmo dentro do Grêmio Pedro Rufino foram atirados os 
balões de água, atingindo em uma das janelas duas senhoras que 
foram levar suas crianças para brincar. Isso não é coisa que se 
faça. Em Ponta Porã uma menina foi baleada e morta depois de ati 
rar um balão d'água contra um rapaz que saia do escritório de 
trabalho e em nossa cidade mesmo vimos por duas vezes pessoas a 
meaçarem sacar as armas da cintura e gritarem para não atirarem­ 
os balões, se insistissem a idéia não sabemos qual seriam as 
consequências. Será que os "balãozeiros" não acham outra brinca - 
deira mais decente e dígna para fazerem?? 
BARRA DO ITÃ TEM DONO SIM SENHOR!! 
Entid doe mo±il,z 27 
·nviar 100 mil Ape o 
pret d • 
( [' 1 .:t.•·· 
Finalmente depois de mais de seis anos, as 45 famílias assen­ 
tadas na Barra do Itá, passaram a ser os donos de fato e de di 
reito do pedaço de chão em que trabalham, progridem e tiram o 
sustento de suas famílias. Nós que acompanhamos de perto os pri­ 
meiros passos do Assentamento e o_sofrimento daquelas familias , 
pois no início tudo era muito dificil, nao existiam nem estra­ 
das sentimo-nos hoje felizes e satisfeitos pela notícia de que 
os títulos de propriedade definitivos e registrados em Cartório 
Já está nas mãos dos assentados, este que, a bem da verdade, era 
um compromisso do Prefeito Abraão Zacarias com as familias da 
Barra do Itá e que foi cumprido no ultimo dia 11. Com esse docu­ 
mento em mãos, a Barra do Itá tem donos sim senhor!! 
REFORMA DA COBERTURA DO PAÇO MUNICIPAL 
o secretário Municipal de Administração, Evilásio Nunes de Mi 
randa em conversa com a reportagem esta semana, informou que a 
Prefeitura terá de fazer imediatamente a reforma de toda a cober 
tura do prédio do Paço Municipal, que se encontra totalmente com 
prometida ameaçando inclusive despencar a qualquer momento. O 
Ena? Luiz Carlos Cunha Tebichrane já deu inicio aos primeiros le 
V 
gt t e parte da cobertura que representava maior perigo 
an amenos .• -
1 
• t d t lh d 
•• f : tirada Segando Evi.as1o, :o o o e a o e parte do ma- 
' aa cerfura do Paco Manieipa! terá de ser substituí- 
d 
· ontra-se completamente deteriorado. 
o, pois enc 
CÃMlRA INICIA OS TRABALHOS LEGISLATIVOS 
-. Municipal de Vereadores iniciou nesta quarta feira 
A Camara • a de 94 b a Presid d V 
os trabalhos legislativos o ano . , so tenc1a lo e- 
d bista Fernando de Freitas Elias. A todos os Verea­ 
reador peemede ·um bom trabalho em prol da comunidade belavisten 
dores deseJ~mosue as diferenças político-partidárias sejam dei 
se, esperando qo que será difícil em um ano eleitoral como este, 
xadas de la o, m de toda a população belavistense deve estar 
mas o bem $9"%;_ outros interesses. 
acima de qua1sq 
L0DI0 A UM PASSO DE SER O VICE DE WILSON 
t de campo Grande, Lúdio Martins Coelho, está a 
O Ex-Prefei ºconfirmado oficialmente como o candidato a Vice­ 
um passo de se~ha a encabeçada pelo Senador Wilson Barbosa Mar 
Governador na __ d~ixou claro que a opcao agora e do ex-Prefeito, 
tins. Wil7on J~·aat;, a senador ou a vice em sua chapa. cá entre 
e; o~ ele sai can ~. anca se concretizando, os candidatos do "pacto", 
nos, c~m essaª-~ decolaram, bem que poderiam desistir de alçar 
que ate agor~ na m uma derrota vergonhosa nas próximas eleições. 
võos para evitare 
COMO FICAM AS BASES MUNICIPAIS? 
a essa pergunta pode estar no que há tempos o 
A resposta P~'.:rio vêm afirn,ando, "a política dá tantas voltas 
diretor deste dia is os adversários de hoje podem estar juntos 
que amanha. ou dep~ pois é, com a aliança de Wilson e Lúdio, só 
1 ues"ll "'' • nl 1 nos pa anq 'd'ia em Bela Vista por exe p o, representa que 
para se ter um :-te Abraão Zacarias, Marcos Barbosa, Fernando de 
o PMDB do Prefei ºpTB de Edson Moraes, Garibaldi, etc... e o 
Freitas, etC-•• 
0 
s Roney e Geraldo Murano, vão estar defendendo 
PSDB dos verea~~~~os. só não sei se nos mesmos palanques, mas 
os mesmos ca
n
di candidato do "pacto" do Pedro nenhum desses 
uma coisa é certa, apoiar em Bela Vista!! 
três partidos deve 
A wocia,ao "o ? 
!oson Filho«" enviou 
d&ncia a cerca 1 27 
tizan epar.o to 
d dos branileiras, cnvid.n 
todo. c assinarem e Ap 'o 
Senadores e Deputados a propó: i 
to da Revisão Constitucional. 
o A,,e lo e e- i {ca "a onda ava_ 
::iuladora cl<' irr-or,1licJ,;,,,,, vulq., • 
ridade, v iolência que vos tomar. 
do conta da televisão brasilei­ 
ra". 
E afirma: "a experiência de 
total liberdade dada às TV: es 
tá main do que (clta. Triste c 
pcriência que nos trouxe péssi­ 
mos resultados! Fucanou agora , 
com a 11áxiro urg{!ncia, a expor_!_ 
ência do equilíbrio entre produ 
tores e consumidorca de 1n!orn~ 
cão, com direitos e deveres pa­ 
ra todos". 
Termina pedindo aos Senadores 
e Deputados que apóiem "clara e 
categoricamente a Proposta Revi 
sional Popular, apresentada por 
O Amanhã de Nossos Filhos, que 
visa rnforçar e ampliar os arti 
gos 220 e 221 da Constituiçio". 
EMENDA POPULAR 
Aproveitando a oportunidade 
aberta pela Revisão Cor.stituci~ 
nal para a apresentação de emen 
das populares, O Amanhã de Nos­ 
sos Filhos apresentou ao Con­ 
gresso Revisor, cm 7 de dezem 
bro de 1993, uma Emenda Popular, 
com 17.736 assinaturas, pedindo 
limites para a TV. 
r + s - + • 	l?e 
do dois exm, + 	ao 
.adore e De 	ne - 
o e preencha a 	de 
!..Ít .a ' 	± r 1 o s . Mr	d e 	i 	m 	S e 
nador e outro para um Deputado 
de sua Regiao. 
"Lembre-e d que vamo ter 
elei@&e neste no ar.nd8 
preocupação dos políticos ó a rg 
eleição mas para e reelegerem 
eles depend :, do seu voto. Apro 
veite sua força enquanto elei 
tor exija deles a aprovação de 
nossa Emenda Popular. 
"F.!3tou ,1ccmoilnh<1ndo ·udo m 
Brasília. Prometo enviar-lhe in 
forces seguras sobre quais 
Senadores e Deputados apolnrarn 
e quais rejeitaram nossa Fenda. 
Paulo Henrique cnpcra fazer 
chegar em Brasília pelo menos 
100 mil Pxcmplarcs do Apelo. Na 
carta ele sugere ao dcstinatá - 
rio qun peça nain apelos para 
divulgação entre parentes, ami­ 
gos, vizinhos, colegas. E incen 
tiva: "Seja um ativista da boa 
causa e inunde as mesas dos Se­ 
nadores A doq Deputados de sua 
Região com o maior número possi 
vel de Apelos". 
JORNIL E 'CULTURI 
,. 
$ 
I 
!'
~~~- F 
' 
' 
1 
"' . "- 
1 - ENTRADA: CANTO 
A família, como vai? Meu irmão venha e responda. Quem per - 
qunta e o pai, a verdade nao esconda. 
1 - vem a Igreja reza e pede um amor que sempre rr.ede, quando 
é hora de doar? Sufocando o seu desejo, vai vivendo no vare­ 
jo, não é t:errplo nem altar? Vai levando a vida em curso, prega­ 
dora de discurso, sem combate à opressão? Nada falta, tem de· 
tudo, tem até coração mudo e jamais reparte pão?

Preleitura Municipal de Bela Vista 
Araão Armoa Zacara, Prefeito Municipal de Bela 
do de Mato Groo do Sul, uando da atribuções que 
confrdas e de acordo com o d,posto do Artigo 68 
n0 886/90 de 05 de Arl d 1990 e Artgo 43 da Lo, 
n0 4120/64. 
DECRETA: 
---- 
ARTIGO 1O ) - Nos termos da Lo, Municipal n9 961/93 de 10 de 
Ovembro de 1993, fca aberto um Crédito Adconal Suplemen ar - 
no v.iloz de CR$ 50.000.000,00 ( c ... nqucnta M ... lhõco de Cruxciroa 
Rea, ) ao Orçamento Programa do Municipxo para 1994, à saber: 
OJ. 01 - SECRETARIA MUNICIPAL, DE AIMINISTRAÇÃO 
0)07021.2.00U - M/NU'l'ENÇÃO DAS /TIVIDADES DA SECRETARIA 
3.1.2.0 - MATERIAL DE CONSUMO 	3.000.000,00 
3.1. J. 2 - OUTROS SF.!WIÇOS E ENCARGOS......... 3. 000. 000, 00 
05.01 - SF.CRET/RI/ MUNICIPAL DE SAODE 
13750212.0lO - MANUWrENÇÃO DAS ATIVIDADES DA SECRETARIA 
J,1.2.0 MA'rERI/L DE CONSUMO................ 1.000.000,00 
3 .1. 3. 2 - OU'rROS SERVIÇOS E ENCARGOS...... .. . 1. 000. 000, 00 
06.01 - SECRETARIA MUNICIPAL DE PROMOÇÃO SOCIAL 
15070212.012 - MANUNTENÇÃO DAS ATIVIDADES DA SECRETARIA 
3,1.2.0 - MATERIAL DE CONSUMO................ 1.000.000,00 
J.l.J.2 - OUTROS SERVIÇOS E ENCARGOS 1.000.000,00 
07,01 - SECRF.TARIA MUNICIPAL CULTURA E DESPORTOS 
08421881.00 - CONSTRUÇÃO AMPLIAÇÃO E REFORMA DE UNID. EBCO­ 
lares 
4.1.1.0 - OBRAS E~INSTALAÇÕES 	17.500.000,00 
08421882.019 - MANUTENÇÃO DO ENSINO REGULAR 
3.1.2.0 - MATERIAL DE CONSUMO................ 5.000.000,00 
J.1.3.2 - OUTROS SERVIÇOS E ENCARGOS 5.000.000,00 
08.01 - SECRETARIA MUN. VIAÇÃO OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOS 
10070212.025 - MANUNTENÇÃO DAS ATIVIDADES DA SECRETARIA 
3.1.2.0 - MATERIAL DE CONSUMO................ 5.000.000,00 
3.1.3.2 - OUTROS SERVIÇOS E ENCARGOS 5.000.000,00 
09.01 - ENCARGOS GERAIS DO MUNIC!PIO 
03080332.032 - ENCARGOS COM A DIVIDA MUNIC!PAL 
4.3.5.1 - AMORTIZAÇÃO DA DIVIDA CONTRATADA ... 1.500.000,00 
15844922.030 - CONTRIBU'IÇÃO AO PASEP 
3. 2. 8. O - CONTRIBUIÇÃO PARA FORMAÇÃO PATRIMONIO. 1. O O O. O O O. O O 
v,ta, Esta 
lhe a; 
09 da L, - 
Federal 
ARTIGO 29 ) - Para cobertura do presente Créd~to Suplementar, 
fo, cancelada a importância de CR$. 50.000.000,00 ( c ... nquenta M 
lhões'de Cruze ... ros Rea.s) das ·segu ... ntes Dotações Orçamentar as. 
05.01 - SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE 
13750212.0lO - MANUTENÇÃO DAS ATIVIDADES DA SECRETARIA 
4.1.2.0 - EQUIPAMENTOS E MATERIAL PERMANENTE ... 3.000.000,00 
13754281.002 - AQUISIÇÃO DE VE!CULOS 
4.1.2.0 - EQUIPAMENTOS E MATERIAL PERMANENTE ... 4.000.000,00 
13754281.003 - CONSTRUÇÃO, REFORMAS E AMPLIAÇÃO DE UNIDADES 
DE SAÚDE 
4.1.1. O - OBRAS E INSTALAÇÕES 	2.500.000,00 
08.01 - SECRETARIA MUN. VIAÇÃO, OBRAS E SERVIÇOS P0BLICOS 
10585751.013 - PAVIMENTAÇÃO DREN/GEN E OBRAS COMPLEMENTARES - 
DE VIAS 
4.1.1.0 - OBRAS E INSTALAÇÕES 	10.000.000,00 
10585751.014 - URBANIZAÇÃO DE VIAS E LOGRADOUROS PÚBLICOS 
4. 1. 1. O - OBRAS E INSTALAÇÕES 	4. 000. 000, 00 
10603251.015 - AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS PARA COLETA DE LIXO 
4.1.2.0 - EQUIPAMFTOS E MATERIAL PERMANENTE ... 2.000.000,00 
10603252.026 - MANUNTENÇÃO DOS SERVIÇOS DE LIMPEZA PÚBLICA 
3.1.2.0 - MATERIAL DE CONSUMO 	1.500.000,00 
3.1.3.2 - OUTROS SEVIÇOS E ENCARGOS 4.000.000,00 
10603271.016 - AMPLIAÇÃO DA REDE DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA 
4 .1.1. O - OBRAS E TNSTALAÇÕ!iS 	4. 000. 000, 00 
10603281.017 - CONSTRU;ÃO DE ÁREAS DE LAZER 
4.1.1.0 - OBRAS E.INSTALAÇÕES 	3.000.000,00 
16885321.021 - CONSTRUÇÃO DO TERMINAL RODOVIÃRIO 
4.1.1.0 - OBRAS E INSTALAÇÕES 	7.000.000,00 
16885341.022 - CONSTRUÇÃO E RESTAURAÇÃO DE ESTRADAS MUNICIPA­ 
IS 
4. 1. 1. O - OBRAS E INSTALAÇÕES • .' 5. 000. 000, 00 
ARTIGO 3 ) - Este Derreto entrará em v gor, na data de sua - 
publ ... cação, revogadas as d ... spos~cões em contrár ... o. 
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Notícias Breves 
UMBANDA NA CTARA DE VEREADORES - Rom 
pendo centenária tradição católica, a cG 
ara de Vereadores de Porto Alegre foi 
colocada sob a "proteção" de umbanda. Em 
sessão solene, proposta por uma Vereado­ 
ra do PT, treze líderes umbandistas do 
Brasil, lrgentina e Espanha "abençoaram" 
o Legislativo Municipal e seu Presiden - 
te, Wilton Araújo (PDT), ao som de tambo 
res. Alguns dias antes, os umbandistas - 
tinham sido recebidos, com toda espécie 
de homenagens, no Palácio Piratini, pelo 
Governador Alceu Collares. (ABIM) 
150 MIL SOFREM DEPRESSÃO - Segundo a 
Sociedade de Psiquiatria, 150 mil porto­ 
alegrenses, com mais de 15 anos, estão a 
tingidos pela depressão. Uma das impor 
tantes causas dessa depressão é a imora 
lidade. propagada sobretudo pela televi­ 
são. Em artigo para a imprensa, o médico 
e psicólogo Bernardino Mendonça Carleial 
mostra as consequências negativas das ce 
nas de erotismo na mente das crianças . Mas 
contra isso - além da associação O AMA 
NHI DE NOSSOS FILHOS - , poucos ousam mo­ 
bilizar-se. (ABIM) 
REFORMA DO CÕDIGO PENAL - O Diretor 
de "O Amanhã de Nossos Filhos" entregou 
no Ministério da Justiça, em Brasilia, a 
Primeira parcela de um abaixo-assinado 1 
com doze mil assinaturas. A entidade a 
proveita a reforma do código Penal para 
Pedir a introdução. no anteprojeto em, 
elaboração, de um novo ilícito penal 
Sonstituido pelos "atentados aos valores 
eticos da pessoa e da familia em progra­ 
as de televisão". (ABIM) 
PRESTIGIO DA NOBREZA - Convidadas pe 
la famosa empresa de modas Dior, jovens 
tecém-casadas, perte?1centes à mais alta 
nobreza da França, desfilaram em Tóquio 
com seus trajes nupciais. Isso mostra co 
Ro, apesar de tudo, o prestigio da nobre 
a européia, sobre tudo a francesa, conti 
nua grande. Pois se gasta rios de dinhei 
o para levar ao longínquo Japão jovens 
ªª nobreza para um desfile. (ABIM) 
ROCK PREJUDICA OUVIDO E CÉREBRO - O 
Prof. salomão Chaib, da Faculdade de Me­ 
dicina da Universidade de São Paulo, em 
Ratéria para a imprensa afirma que a mú 
~ica estridente e alta - característica 1 
ao rock - prejudica o tímpano e o nervo 
auditivo. E acrescenta: "exerce também 
Sobre o cérebro efeito tóxico, semelhan-· 
t: a certas drogas, dirinui a inteligên­ 
ia, embota a capacidade de critica e 
Percepção, criando uma espécie de aneste 
1a zental". 
Mareia 
O Presidente do Grêmio Marie e Sonia 
j 
1 
Pinheiro 
J. 
Afonsinho e Lolota 
(ABIM) 
---··- _ ___J 
Mundier, Martim e esposa, responsáveis 
pelo bar do Clube e que tiveram muito tra 
balho nos cinco dias de folia 
O CONTROLE EXTER 
E O CISIMENJ 
Caro leitor, imagine que, por uma des­ 
sas surpresas da vida, num determinado mo 
mento lhe seja pedido para julgar. Sim,juI 
gar logo de uma vez um conflito em que, de 
um lado, está o homem mais poderoso do Pa 
is, e de outro, uma pohre viúva desvalida. 
O leitor é o árbitro entre os dois. 
Não lhe seria permitido escapar de fa 
zero julgamento, que teria de ser rigoro­ 
samente imparcial. Entretanto, ser-lhe-ia 
lícito colocar suas condições. 
Qualquer pessoa com um mínimo de juizo 
estipularia uma única condição que resume 
todas as outras: independência. Ou seja,es 
tar fora do alcance ds pressões e perse­ 
guições do poderoso. Pois, sem garantias, 
como enfrentar a contigência de ter de con 
denã-lo?	- 
Pelo contrário, se o leitor, ao mesmo 
tempo em que o julgasse, devesse passar a 
depender dele para efeito de honorários , 
promoção, remoção, punição etc., sP..m dúvi­ 
da consideraria sua situação em extremo de 
licada. E, se pudesse, talvez renunciasse­ 
à honra de emitir tão prestigiosa sentença. 
Com esse exemplo, é possível sentir na 
própria pele o problema dos juízes. 
O mais poderoso dos poderosos, o leitor 
já percebeu, é o Poder Político. Como con­ 
trariá-lo sem garantias? 
Diminuir essas garantias é tornar mais 
árdua a imparcialidade de quem julga. t 
torná-lo mais sujeito a pressões, sobretu­ 
do por parte do Poder Político. E portanto 
torná-lo mais falível. Com isso; fica pre 
judicada a segurança jurídica de todos nés. 
Ai está, distinto leitor, o mais fundo 
do problema do controle externo do Judiei~ 
rio, hoje nas manchetes dos jornais.Querem 
Leo Daniele 
criar um órgão político que disponha so­ 
bre as verbas, promoções, punições, remo­ 
ções, exonerações de magistrados. Se apro 
vado, esse órgão vai inibir a autonomia 
dos juízes face ao Poder Político.Não con 
sidero a Magistratura instituição sem de­ 
feitos. Mas como desejar que eles aumen - 
tem ainda mais, por falta de independência? 
O Presidente do Tribunal Regional Fede 
ral, Américo Lacombe. dá um depoimento -= 
pessoal. Foi ele quem julgou inconstitu - 
cional o bloqueio de cruzados novos no 
Plano Collor. "Se eu não fosse vitalício, 
o que ocorreria depois?", pergunta ele 
("O Estado de S.Paulo", 27-6-93). 
Pergunta cheia de propósito! 
Representantes do Poder Político fazem 
questão de proclamar que são favoráveis à 
independência do Judiciário. Será mesmo? 
Então, porque ficaram tão furiosos com o 
caso do IPMF, que o Supremo Tribunal Fede 
ral impediu que entrasse em vigor no ano 
passado, por inconstitucionalidade? 
Faz lembrar a estória daquele pai, que 
permitia à filha que casasse com qualquer 
pessoa ... desde que fosse com José! A Ma­ 
gistratura também. Deve ter autonomia,mas 
desde que decida sempre de acordo com o 
Poder Político. Senão, "controle externo" 
nela! t preciso preservar, custe o que 
custar, a idéia de um Poder Judiciário i­ 
sento e, a seu modo, majestoso, que paire 
acima das paixões políticas do momento,as 
segurando o ,inpério da Lei e a Justica p 
ra todos. E para isso é preciso rejeitar­ 
º controle externo do Judiciário. 
(Agência Boa Imprensa - ABIM) 
=== ===-=-===-=-==-============-·------=-= -=--=-

" rir;mr ... 
JORNAL, TRIMIJA DA FRONTEIPA- DIÁRIO REGIONAL, 	t Y ' 
10· RC MEC COMEMORI O INIYERSIRIO DO Rf GIMENTO E 
lOMIOI OE MONTE CISTELO PELIS TROPIS OI FEB 
tnJor TabalIpa, Sub-Cmt, faz a apresentação da tropa ao Cmt. Tcn. Ccl. Ro 
dr!gues. 
O 102 RC Mcc de Dela 
Vista, sob o Comando do 
Tenente Coronel de Cava­ 
lárta Edson Souza Rodri 
gucs , rea 11 zou nesta 
quarta feira, dia 23,uma 
Solenidade Militar em 
seu páteo de formaturas, 
para comemorar o 1559 a 
nlversário de criaçÃo do 
Regimento Antonio João e 
também a tomada de Monte 
Castelo pelas tropas da 
Força Expedicionária Br! 
s1leira - FEB - na segun 
da Guerra Mundial. 
O Secretário Munici - 
pal de Administrncão,Ev! 
lasio Nunes de Miranda , 
representou o Prefeito 
Abraão Zacarias, que não 
pode comparecer por mot! 
vo de viagem, estiveram 
presentes também os ex­ 
Pracinhas que integraram 
a Força Expedicionária 
Brasileira, Diretoras 
das Escolas Instituto de 
Educação, Ester Silva 
e alunos. 
d, 
.,1 l J­ 
r4. Ma! qu L 
b.lia o repúdio a tira­ 
nfa, ao etar{ mo e ao 
desrespeito auto-deter 
Inação dos povos. !ao 
fof, pols, um epf6dlo 
limitado no tempo; cara 
ter!za, ao cntrir!o, d 
e d!p dc o do 
LleIro pra d­ 
valores ma!o 
re da n0sua cIv!l!zio • 
0 
e plo de MONTE. 
CASTELO é ot!vo de ed! 
tacão e contante srímg 
lo para nós, soldados de 
hoj, lei{timo herdei - 
ros daqueles h rols. Que 
J)O COliANDhJiTJ' 
gago-.ar.". 
ele tos o 
tar, cos tera 1A, 
desprendimento, os 
culos da conjuntur 
segurando as [ a 
de, a Ceesio, a It 
dde e a Soberania 
Pátr!a." 
Ce Ex Zen!ldo de Lu 
Ministro de Et.ak dvire" 
Capitão Reis fez a leitura da Ordem do Dia do Ministro do Exército. 
O inicio da solenida- [ 
de Militar foi marcada 
pela leitura da Ordem do 
Dia do Ministro do Exér- 
cito, General Zenildo de 
Lucena, versando sobre a 
Tomada de Monte Castelo, 
transcrita abaixo, na in 
tegra: "O Exército Bras} 
leiro comemora nesta da­ 
ta mais um aniversário 
da conquista de MONTE 
CASTELO, ponto máximo de 
sua participação na Se 
gunda Guerra lundial. 
No exame do conjunto 
das ações ocorridas du 
rante aquele conflito 
que durou quase seis 
anos e envolveu milhões 
de combatentes e imensas 
áreas geográficas - o 
ataque coordenado levado 
a efeito pela 1? DIvisão 
de Infantaria Expedicfo­ 
nária em 21 de fevereiro 
de 1945 poderia parecer 
um episódio sem o désta- 
que verdadeiramente 
merece. 
O que empresta grande 
za à operação.- além dã 
bravura dos "pracinhas" 
e do discernimento dos 
chefes - é a energia vi­ 
tal, de cunho moral e 
ético, que movia a Força 
Expedicionária Brasilei- 
ra em direção à conquis­ 
ta daquele objetivo Mili 
tar. Nossos combatentes­ 
não lutavam apenas para 
atingir o ponto culrinan 
te da elevacão, defend- 
Na sequência da sole­ 
nidade Militar em comemo 
ração ao 1552 Aniversá = 
rio de criação do Reg! 
mento Antonio João e da 
Tomada de Monte Castelo, 
o Comandante do 102 RC 
Mec., Tenente Coronel Ed 
son Souza Rodrigues,usou 
da palavra, saudou inic! 
almente os ex-pracinhas 
da Força Expedicionária 
Brasileira, a quem reE 
deu suas homenagens, vo 
cês são os nossos heróis 
que foram citados na Or­ 
dem do Dia do Excelentís 
simo Senhor Ministrp d~ 
Exército, o Regimento An 
tonio João orgulha-se da 
presença dos senhores" a 
firmou o Comandante, que 
também agradeceu as pre­ 
senças do representante 
do Prefeito e das Diret~ 
ras de Escolas . 
... 
r 
da por inimigo experimen 
tado a aguerrido. Pugna= 
var pelo fim das discen­ 
sÕes entre os homens, do 
racismo e do totalitaris 
mo e em favor do bem-es= 
tarde nossa Nação e da 
Os ex-Pracinhas foram homenageados na Formatura 
Militar do 102 RC Hec. 
Humanidade. 
MONTE CASTELO foi 
Comandante do Regimento Antonio João, Te.Cel. Rodrigues, lembrou a histó­ 
ria da Unidade Militar sediada em Bela Vista. 
o 
me.lhor momento da FEB 
primeiro combate bem su­ 
cedido na batalha dos A 
peninos e resgate da af­ 
vida representada por 
Transcrevemos abaixo, 
112 Íntegra, o pronuncia­ 
mento do Tenente Coronel 
Edson Souza Rodrigues,Co 
mandante do lOQ RC 
Mec, que lembrou 
a história do Regi 
mento Antonio João e rea 
firmou o compromisso com 
a integração dos Milita­ 
res junto ao povo bela 
vistense e de nosso Esta 
do. 	- 
''O REGillENTCl ANTONIO . 
JOÃO, o nosso IOg RC Me, 
comemora nesta data o sai 
1552 Aniversário de crl.a 
eco. 
A origem de nosso Re­ 
gimento remonta à neces 
sidade e à conveniência­ 
da criação de organizaçÕes 
Militares e à presença 
de efetivos nas terras 
d antiga província de 
Mato Grosso, devido a 
crescente descoberta de 
minas de ouro, passou a 
atrair a cobiça de aven­ 
tureiros e a causar des 
mandas de ordem adminis= 
trativa. Paralelamente , 
a presença Militar na Re 
gião serviria para ini= 
bir a ação dos espanhÕis, 
desejosos de refluir o 
limite territorial bràsi 
leiro para a 1inha orisi 
nal do Tratado de Torde­ 
silhas. 
Este per'Íodo que 
preende o final do 
lo XVIII é o início 
com­ 
Sécu 
dÕ 
Século XIX marca a ori 
gem remota de nosso Reg! 
mento, criado pelo Decre 
to ng 30,de 22 Fev. 1839, 
com a denominação de Cor 
pode Cavalaria de Mato 
Grosso e com sede em 
Cuiabá. 
Ao longo de sua hist~ 
ria a sua designação foi 
alterada inúmeras vezes, 
por exigência de modifi­ 
cações estruturais havi­ 
das no Exercito ou, mais 
recentemente, por noder 
nização dos metos de com 
bate da nossa Ara Ligeira 
Do mesmo modo, nosso 
Regimento mudou sua sede 
por diversas vezes, indo 
de Cuiabá para Cáceres - 
em 1847, para Nioaque em 
1858, para Miranda em 
1903 e, finalmente, che­ 
gando em Bela Vista em 
10 Dez. 1906. 
O lOQ Regimento de Ca 
valaria Mecanizado orgu­ 
lha-se de sua galeria de 
heróis. Já fizeram parte 
do nosso efetivo persona 
gens de vulto da histó = 
ria Militar do Brasil. O 
Tenente ANTONIO JOÃO RI­ 
BEIRO, Patrono do Regi 
mento, tombou em defesa­ 
do solo pátrio nas coli­ 
nas da Colônia Militar 
dos Dourados. PEDRO Jose 
RUFINO, nosso Comandante 
à época das lutas pela 
manutenção da soberania 
Nacional, está presente 
em nosso Quartel pols S! 
us rostos mortais jaze 
em nosso monumento centrad, 
Somos, sobretudo, her 
deiros da mística do 
guerreiro guaicurús,nat! 
vo das terras matogros - 
senses e lutador incansi 
vel pela liberdade d; 
seu povo e pela integri­ 
dade de seus dom{n1s, 
Final.mente, o REG!lfi! 
TO ANTONIO JOÃO reafin:a 
seu acendrado sentioento 
de ufanismo em re laç.10 ã 
sua integração com as c 
munidades sul-natogros - 
s enses, em especial a de 
Bela Vista, cidade que 
nos acolhe há mais de 87 
anos de maneira gentil 
e cavalheiresca. 
Soldados do 10g RC 
Mec: Esta é a histórU 
do nosso Regimento. Este 
é o legado que nossos a 
tepassados nos deixaram. 
A responsabilidade e 
anter o noe do RECINEl 
TO ANTONIO JOÃO no mais 
alto nível de conceito 
no seio do Exército e da 
comunidade, é só nossa e 
não podeÔos desviar de! 
sa nobre missão. O coi:­ 
promisso de manter, no 
presente ,a chama que ac_! 
lentou os heróis dopas­ 
sado será,certamente., c_2 
brada de todos nós no f;: 
turoº. 
EDSON SOUZA RODRIGUES - TEN CEL CAV 
COMANDANTE DO 102 RC Mec 
DESFILE DA TROPA. 
Ao final da Formatura Militar a tropa 
desfilou em continência ao seu Comandan 
te, ao som do dobrado "velhos Camaradas" 
executado pela Banda Musical do 100 ;<(:'. ~~ 
Importante destacar que a solenidade este 
va prevista para ser realizada na terça. 
feira, dia 22, mas devido a forte chuva 
que caiu sobre a cidade praticamente d 
rante o dia inteiro, ela foi adiada para 
quarta feira, dia 23, com isso o General 
de Brigada Sergio Pedro Coelho Lima,Coma7 
dante da 4a Brigada de Cavalaria Mecaniz~ 
da, que estava em Bela Vista, não pode 
participar da solenidade devido a compro 
missos em Dourados., marcados anteriormen 
te para este dia 23. 
(Fotos e Reportagens. Ubaldino !ah'.:l.goeSI 
PREÇO DESTE EXEMPLAR CR$: 300,00