TRIB 
rmJ,/ VIS'l'A/MS ANO: 22 NO: 1.483 09 DE ABRIL DE 1.994 SÃBADO DIRETOR: IVALDO PEREIRA EXEMPLAR: CR$ 500,00 
Pedrossian Visitou Obras em Jardim e Guia 
Lopes e Entregou Subestação de Energia 
' 1 
 
 
Dezgnas_de faias saydgrgm g Governador _Pedro Pedrossian na 	Na foto o Governador, Prefeito Pires, Deputado Rondon, entre 
recepção oferecida no Ginasio de Esportes de Jardim 	outros, na visita às obras do Centro Universitario de Jardim 
O Governador Pe - 
dro Pedrossian e uma 
grande comitiva visi 
tou nesta sexta-fei­ 
ra algumas obras do 
Programa de Desenvol 
vimento da Região Su 
doeste e entregou a 
• 
subestação de ener - 
gia elétrica em Jar­ 
dim. A chegada do Go 
vernador foi às 08:00 
horas no Aeroporto - 
de Jardim. Em segui­ 
da, ele visitou as 
obras da Ciretran 
# 
Grêmio voltará a crescer 
No dia 17 de a­ 
bril haverá eleições 
no Grêmio Pedro Rufi 
no, João Kalife esta 
encabeçando uma das 
chapas. 
Foi Kalife, quan­ 
·do Presidente do Clu 
be, que iniciou a 
construção do Parque 
Aquático, assim como 
várias obras que 
transformaram o Grê­ 
io Pedro Rufino num 
dos maiores Clubes - 
de nossa região. 
Paralelamente as 
obras, João Kalife - 
desenvolveu projetos 
de integração civis­ 
militares, formando 
a família gremista , 
unindo esforços na 
~ realização dos mais 
variados eventos, es 
portivos, sociais , 
culturais e artísti­ 
cos, como shows com 
Sérgio Reis, Nelson 
Gonçalves, Cassino - 
de Sevilha, etc ••• 
Com o maior res - 
Peito as demais cha­ 
Pas, com Kalife na 
João Kalife 
presidência o Grêmio 
voltará a crescer , 
teremos, novamente , 
a oportunidade de 
realizar grandes e - 
ventos, apresentação 
de artistas de suces 
so, concursos de mis 
ses, torneios devo= 
leibol, futebol de 
salão, tornaremos o 
Grêmio uma presença 
obrigatória para 
todos àqueles ue 
visitam Bela Vis­ 
ta. 
Centro Universitário, 
as casas do Programa 
de Desfavelamento, o 
Hemocentro e inaugu­ 
rou a subestação e 
linha de transmissão 
de energia elétrica. 
Página 08 
Acreditamos no po 
der de realização , 
de entedimento, des­ 
te homem que já pro 
vou, é de acão, é de 
obras, é o espírito 
do Grêmio. A família 
militar e civil têm 
o seu candidato: 
João Kalife. 
o líder do PMDB 
na AssemblP.ia Legis­ 
lativa, Waldemir Mo­ 
ka, confirmou na 
terça-feira, dia 05, 
seu total apoio ao 
nome do Deputado An­ 
dré Puccinelli para 
concorrer.ao cargo - 
de Vice-Governador , 
na chapa encabeçada 
pelo Senador Wilson 
Barbosa Martins, que 
Sindicato Rural de Caracol Informa 
59· Leilão Caracorte 
DIA: 15/04/94 
1 
Sindicato 
SEXTA-FEIRA 
REALIZAÇÃO: 
20:00 HORAS 
Rural de caracol e Porteira.Leilões Rurais 
PARTICiPEI CARACOL ESPERA POR VOCE!! 
VÃ E FAÇA BONS NEGÕCIOSII 
Vista 
nador em 
-/~---~ 
o 	» 
da moderna subestação de enerqia 
Jardim e ja em funcionamento 
lidera nas pesquisas 
com mais de 63%. 
A preferência pe­ 
lo Deputado que re - 
presenta região da 
Grande Dourados no 
Parlamento Estadual, 
não significa que a 
unidade do partido - 
esteja ameaçada. Os 
nomes em evidência , 
na avaliação do Depg 
VIMPIROS E CINIBIIS 
TEMPOS DE IRI 
Leia no Caderno B "Pedras que Rolam" , 
alguns Capítulos do •vivendo e Aprenden­ 
novo livro do Jorna- do" e "Nas Matas do 
lista e Escritor I - Perdido". Também ·em 
valdo Pereira, a fase de acabamento o 
partir de hoje serão livro "Nossa Terra , 
publicados .vários Ca Nossa Gente" - per .­ 
pitulos deste novo- fis biográficos . de 
livro do autor de líderes de nossa re- 
{COMENTANDO_-_Por_Nancy 
1 	Página - 09 
'- + 
inaugurada pelo Gover 
tado Moka, "são todos 
merecedores de confian 
ça e se identificam­ 
muito bem com as di­ 
retrizes peemedebis­ 
ta". Página - 03 
gião. 
"vampiros e Cani­ 
bais - Tempos de Ira" 
é um relato sobre a 
revolta de trabalha­ 
dores rurais, sindi- 
calistas, em uma Fa­ 
zenda na Amazônia 
com desdobramentos 
em todo o País. 
Confira!

f) 
0r'.PI, 
HORÍRIO DE. ÔNIBUS 
p 	• 
Viação Cruzeiro do Sul 
DE: ELA VISTA VISTA Â /QUID/U/N/ - CAMPO GRANDE: 
OS:30 - 09:00 - 11:00 - 15:00 horas - 'Todas com baldeação em 
Jardim 
DE_ ELA VISTA A C/Ml'O GR/NDP. - NOTURNO: 23:00 horas 
DE BELA VISTA A PONTA PORÁ: 06:00 - 16:JO horaG 
DE BEL/ VIS'l'I Ã DOU1llDOS: 06:00 horas Com baldeação em 
lntonio João 
DE BELA VISTA A CORUMBÁ: 09:00 horas - Via Jardim/Bani - 
to/Uodo uena e Miranda 
ó 
TELEFONES UTEIS 
Bela Vista 
PREFEITURA MUNICIPAL 
CÃM/R/ MUNICIPAL 
BJNCO DO BRASIL 
DIMERINDUS 
BRADESCO 
DELEGACIA DE POL!CII 
ENERSUL 
CRU0EIRO DO SUL 
FÓRUM 
ROTIRM CLUB 
HOSPITAL SO VICENTE DE PAULI 
GREMIO PEDRO RUFINO 
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL 
RECEITA FEDERAL 
100 RC MEC 
PONTO DE TÃXI I - AV. TEODORO SATIVA 
PONTO DE TÃXI II - RUA BARÃO DO LJDÃRIO 
PONTO DE TÃXI 111 - RUA ANTONIO JOÃO 
RÃDIO DELI VISTA 
CARTÓRIO 10 OF1CIO 
COPIGAll 
POSTO DE SAODE 
CONSELHO TUTELAR DA CRIANÇA 
439 - 1041 
439 - 1101 
439 - 1421 
. 
439 - 1441- 
439 - 1041 
439 - 1217i9 
439 - 1451 
439 - 1495 
439 - 1353 
439 - 1772 
439 - 1222 
439 - 1339 
439- 1261/1447 
439 - 1151 
439 - 1121 
439- 1351 
439- 1348 
439 - 1333 
439- 1243 
439- 1302/1464 
439 - 1387 
439 - 1080 
439- 1101 
Janilde hosa dos Santo, oficiala do 
4Carórlo de Registro Civil deita cidade 
I
r, Co-.:ircu d1:. B,..l,, vi~t-,-::s., fuz. :.nbcr_.1 
todos quanto o presente Edital de Procia 
mas virem, que apresentaram os Documvn. 
to exigidos pelo Art. 1 OU do couigo Ci- 
vil Brasilci.ro, lncico.: J, IT o rv e pr<' 
tendem se casar' 
Elizeu da Luz e Terezinha Celestino , 
brasileiros, naturais do Paraná, domici­ 
liados e residentes neste Município, sol 
teiros, ele, operador de Má uin a, filho 
de Pedro da Luz e Inêc Rute l.lrtínr.., •l,,, 
lide e. do lar, filha de José Celestino dos 
Santos e Donaciana Lourença dos Santos. 
Se alguém souber de algum i~pcdircnto 
que se oponha na forma da Lei. 
Dela Viota-HS., OG de Abril de 1.994 
Janilde Roa dos Santos - Oficiala 
Tribuna da Fronteira 
DIÃRIO REG10NAL 
FUNDADO EM: 
20/02/1972 
DIREWR-REDATOR CllEFE: Ivaldo Pereira 
GERENTE COXERCIAL: Maria Estela.Vclásques P~reira 
SECRETÀRIO DE REDAÇÃO: Ubaldino Rodrigues 
REPORTAGENS: João Carlos Velásquez, André Ãvalo e 
Firmino de Barros 
EX.FY..PLAR: CR$ 500, 00 
ASSUIATIJRAS: 
SEMESTRAL: CR$ 45.000,00 
ANUAL: CR$ 90.000,00 
REDAÇÃO, DEPARTAMENTO COMERCIAL E PARQUE GRAFICO: OS ORIGINAl.S EN - -' 
Avenida Tribuna da Frontcira,564 - CAIXA POSTAL - VIADOS À REDAÇÃO NÃO 
23 - FONE: (067) 439 ._ 1410 - BELA VIS'[A _ MS SERÃO DEVOLVIDOS. OS 
ARTIGOS ASSINADOS • NÃO 
SUCURSAIS: Jardu, Porto Murtinho, Antonio João, REFLETEM NECESSARIAMEN 
Bonito, Caracol, Campo Grande e Correspondentes TE A OPINIÃO DO JORNAL 
cm Brasília e são Paulo 	. 
Edital de Proclamas 
Edital -de Proclamas 
Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do 
cartório de Registro Civil desta cidade 
é Comarca de Bela Vista-MS., faz saber à 
todos quanto o presente Edital de Pro - 
clamas virem, que apresentaram os Docu 
mentas exigidos pelo Art.180 do Código - 
Civil Brasileiro, Incisos I, II, IV e V 
e pretendem se casar: 
Osvaldo Moreira Alves Branco e Rose 
Mary Cáceres dos Santos, ambos brasilei­ 
ros, residentes e domiciliados nesta ci­ 
dade, ele, militar, divorciado, filho de 
Osvaldo Soares Alves Pranco e Cledy Mo - 
reira Alves Branco, ela, estudante, sol­ 
teira, filha de Joaquim Antonio dos San­ 
tos e Julia Cáceres dos Santos. Se alguém 
souber de algum impedirrento que se op'.mha na for 
ma da Lei. Bela Vista-MS,07 de Jril de 1994 
Janilde Rosa dos Santos - Oficiala 
p rd u- 'ar - 
[teira do Id n ida-' 
[de de Ramão caba -] 
1heiro, cP +o 
l272 158 z01 - 7a ] 
1 f'uhllC,1Ç<io cjU, 1
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·ão da 2a vi . i 
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07 do Jbril d.• 1994 
1 - ----- ---- 
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DOCUMENTOS 
PER1OS 
e r eira de Tr 
Lulho, cartoira à­ 
Identidade e CIC ; 
Cartão da Pernamrbu 
cana e Cartão <li 
Foma. 
Aurora Apareci­ 
da Silva Fernandes 
"QUER VENDER SEUS 
PRODUTOS E SER 
BEM INFORHJDO? 
ENTÃO, 
LEIA E ASSINE 
O JORNAL 
TRIBUNA OI 
FRONTEIRA 
FONE: 439 - 1410 
LIGUE J!! 
GREMIO DOS SUBTENENTES E SARGENTOS - PEDRO RUFINO 
Propriedyd~ da Rede,Belaviistensc de Jornais- LTDA 
CCC-MF 15,513 203/0001 90 
YrL1ADO À: 
ADJORI E ABRAJORI 
Edital de Convocacão 
9 
A Administração do GSSPR, cumprindo os dispositivos dos Pa­ 
rágrafos 1 e 2 do Art:".31 e letra "a" do Art. 38 do Estatuto da 
Entidade, convoca os sócios FUndadores, Remidos, Efetivos e Re - 
creativos para a primeira Assembléia Geral Ordinária, previsto 
na Letra "a" do Parágrafo 5 do Art.31 a ser realizada is 09:00 
horas do dia 17 de Abril do corrente ano em sua sede social , 
após observar is exigências do Parágrafo 1 do Art.31, Parágra­ 
fo Onico do.Art. 32 e Parágrafo 2 do Art. 68. 
ORDEM DO DIA: 
a) Tomar conhecimento do Relatório da Administração finda; 
b) Eleição para a Diretoria que regerá os destino do Clube 
no Biênio 94/96. 
OBSERVAÇÕES 
a) O prazo para inscrição das chapas encerra-se dia 09 de A 
bril de 1994, is 12:00 horas. 
b) O Ato Eleitoral será encerrado com a chamada do último - 
associado inscrito no "Livro de Presença". 
e) Iniciada a votação o "Livro de Presença" será recolhido 
a_Com~ssão_de Eleição, ficando os.retardatários, em consequên-• 
eia, impedidos de votar. . 
Bela Vista-MS., 06 de Abril de 1.994 
Mário Santos·vargas Presidente do GSSPR 
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Ajude a - Construir a· Casa do fltleta 
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Avenida Teodoro Sativa 3Ó5 - Fone: 439-1369 
Bela Vista-MS

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10R AL, 'TRIBUNA DA FRONTEIRA DIPIO REGIONAL 	BELA VISTA, O9 DE ABRIL DE 1.994 +---~---~-----=--=-------~..:..:....:..:..::_:_:_:_:.._ 	_ 
1 
INFORME l f LÍDER DO PMDB PREFERE PUCCIHELLI 
CONCORRENDO À. VICE 
PEQUISA DE. PREÇOS NOS MERCADOS 
Em conversa esta emana com Jotaqe Flo­ 
res responsável pela realização das pesqui, 
soa elo prc~o:.i nos mcrcadori e supcrmcrc,1do:"íl 
da nossa cidade e divulgadas em nosso jor­ 
nal, ficou combinado que na próxima peuqui, 
a, após coletados todos os preços dos pro 
dutos , com preferência para gêneros ali-] 
menticios e de primeiras necessidades, va­ 
mos também fazer uma comparação pela URV, 
ou seja, vamos converter os preços dos pro 
dutos coletados nas primeiras pesquisas 
realizadas, para URV e comparar com os pre 
çon atunia, também convertidos para URV, - 
dessa forma teremos uma posição exata a - 
respeito dos preços, saberemos se houve ou 
não numcnto!cl exagerados e até mesmo qual a 
influção do período no setor de alimenta­ 
ção em Dela Vista. Aguardem mais essa novi 
dade da Nossa Tribuna da Fronteira. 
TRIBUNA COH MAIOR NCHERO DE PCINAS 
Como os nossos leitores e assinantes de 
vem ter notado, as últimas edições da Tribu 
na da Fronteira circularam com 12 páginas, 
essa alteração provocou inclusive peque­ 
nos atrasos na circulação do Jornal, mas - 
todos devem compreender que estamos promo­ 
vendo algumas mudanças com vista a dotar o 
Diário Tribuna da Fronteira de um maior nú 
mero.de páginas e também alterações em sua 
• diagramação e montagem. Isso requer treina 
mente de pessoal, aprimoramento da equipe­ 
de diagramadores e datilógrafos, etc ... 
mas a idéia é aumentar o número de páginas 
do jornal e melhorar ainda mais a sua qua­ 
lidade de leitura. Devagarinho chegaremos 
lá. 
"PROJETO BANDEIRANTE" VEM A! 
Hã exatamente quinze meses a frente da adminis­ 
tração municipal, o Prefeito Abraão Zacarias está 
ultimando os preparativos para deflagrar a execu 
cão do "Projeto Bandeirante", cujo objetivo é le= 
var toda a máquina-da Prefeitura, através de suas· 
Secretarias e Departaméntos, para os bairros e pe 
riferia da tidade. O Projeto prevê atender as·maiÕ 
res necessidades de cada bairro, de acordo com uma 
lista de prioridades a ser elaborada pelas pró­ 
prias Associações de !oradores em Conjunto com a - 
Prefeitura Municipal. Entre outros serviços, serão 
realizadas limpezas das ruas, valas, passeios pú­ 
blicos e de terrenos baldios, patrolametnos e cas­ 
calhamentos , atendimentos médico e odontológico 
com gabinete próprio, fornecimento de remédios, o­ 
rientações nas áreas de educação e assistência se 
cial, para viabilização de documentação pessoal, 
enfim, urna verdadeira ação direta da Prefeitura 
junto à população dos bairros da cidade, benefi­ 
ciando à todos indistintamente. 
RESTAURANTE "PANCHO ALEGRE" FECHA SUAS PORTAS 
o Restaurante "Pancho Alegre", de propriedade 
do conhecido Rodolfo Loureiro, localizado no pro­ 
longamento da rua Barão do Ladário, na entrada da 
cidade, fechou suas portas em nossa cidade na semana passa 
da. Segundo o seu proprietário, o motivo foi o fra 
co movimento registrado nos ultimos tempos, apesar 
dos preços bastantes acessíveis e a excelente qua­ 
lidade das refeições servidas no Restaurante • "Pan 
cho" infonnou que deverá se transferir para Campo 
Grande, onde pretende abrir um novo Restaurante, - 
• ramo que , diga-se de passagem, conhece como pou­ 
cos. Desejamos sucesso ao amigo e esperamos ser - 
infonnado da sua nova localizaçao assim que esti­ 
ver instalado na'-Cidade Morena, para que possamos 
. infonnar seus amigos e clientes de nossa cidade e - 
que normalmente vão à Campo Grande. 
SESSENTA E AABB DECIDEM T1TULO 
Neste domingo, dia 10, a Associação Atlética - 
Banco do Brasil, que retornou neste ano ao Campeo­ 
nato Belavistense de Futebol, decide o título da 
Copa Rio Apa com o tradicional Sessenta Esporte 
Clube, o Tigrão d Fronteira. A Copa Rio pa toi - 
instituída pela Liga Esportiva Belavistense para - 
premiar 
O 
campeão· dó Primeiro Turno do Campeonato 
Municipal, este ano o desportista olks Fernades - 
Monteiro será o homenageado e tera seu nome is­ 
crito no belíssimo troféu que esta preparado para 
ser entregue ao vencedor da peleja no proximo do­ 
mingo no gramado do Estádio Octávio Fontoura. Im­ 
portante lembrar que a AABB Joga por um simples e 
pate para ficar com o ~ítulo da Copa Ro Apa. Vale 
a pena prestigiar esse grande encontro de duas das 
nossas melhores equipes de futebol da atualidade. 
LODIO TEM CARTA BRANCA PARA APOIAR WILSON MARTINS 
0 
Ex-Prefeito de Capo Grande, por duas vezes,­ 
Ludo Coelho, caso não decida ser candidato a Go­ 
vernador do Estado, ja recebeu mesmo a carta bran­ 
ca do Diretório Regional do PSDB para negociar o 
apoio ã candidatura do Senador Wilson Ba~bosa Mar­ 
tins do PDB. À essas alturas_do capeonato, ou 
melh;r, da corrida pela sucessao, os defensores do 
, i1±eo" devem estar tremendo nas bases, e 
l
pnctobpo C- os dois "velh.inhos" unidos, j;:;mais se 
es sare que .- d a-- - 
ro vencidos, co o perdão da redundance1a. Só para 
rem uma ideia, os dois velhos jun­ 
os leitores te' g 807 isso mesmo, oitenta. por 
t - m mais e • ' - 
os, soma! s esquisas de opinião pública - 
cento, e todas ",, i rui heim Pedrão!!!!!!!!! 
raalizadas no Esta • 
O líder do PDB - 
na Assembléia Leqis­ 
lativa, Waldemir Mo­ 
ka, confirmou na 
terça-feira, dia 05, 
seu total apoio no 
nome do Deputado Pug 
cinelli para concor­ 
rer ao cargo de Vice 
Governador, na chapa 
encabeçada pelo Sena 
dor Wilson Barbosa - 
Martins, que lidera 
nas pesquisas com ma 
is de 63%. 
A preferência pe­ 
lo Deputado que re - 
presenta a Região da 
Grande Dourados no 
Parlamento Estadual, 
não significa que a 
unidade do partido - 
esteja ameaçada. Os 
nomes em evidência , 
na avaliação do Depu 
tado Moka, "são to= 
dos merecedores . de 
confiança e se iden­ 
tificam muito bem 
com as diretrizes 
peemedebistas". Acha 
que Puccinelli pren 
che todos os requisi 
tos ncce!lGárior; ( C 
indispensáveis) que 
um candidato a. vice 
precisa ter. 
Falando sempre na 
condição de Deputado 
Estadual e não como 
Presidente do Diretó 
rio Municipal . do 
PMDB, Moka faz ques­ 
tão de destacar o 
passado de luta do 
Deputado André Puc 
cinelli na busca da 
unidade do partido 
para consolidar atra 
vés da consulta pré­ 
via o nome do Sena - 
dor Wilson Martins - 
como candidato ofi - 
cial à sucessão esta 
dual. "É um compa 
nheiro aguerrido, a 
feito ao desafio e 
de uma fidelidade à 
toda prova", comen - 
tou o líder peemde 
bista. 
AGUARDA O PARTIDO 
Aim que tomou 
conhecimento do posi 
cionanento do Deputa 
do aldemir oka o­ 
bre a indicação do 
candidato a vice-go­ 
vernador, Puccinelli 
disse que ar; pala 
vras do líder "são - 
confortadoras e esti 
mulantes para que±i 
sempre almejou con - 
tribuir com o seu 
Estado. 
Mesmo diante das 
inúmeras manifesta - 
ções que têm recebi­ 
do, o parlamentar 
procura deixar paten 
te que a prerrogati­ 
va para a indicação 
do vice depende do 
Senador Wilson Mar - 
tins, e da própria - 
direção do partido. 
Salienta que o 
PMDB continua manten 
do um canal de con - 
versações com· 
MM SALIO FIRA O FUJIMO' 
"Um Salto para o Futuro' 
é uma capacitação que_ visa 
promover a atualização de 
professores do Ens_ino Funda 
mental, contribuindo para a 
melhoria da qualidade do en 
sino e assim aperfeiçoar o 
sistema educacional brasi - 
leiro. 
Este programa vai ao ar 
pela TV, ao vivo, de segun­ 
da a sexta-feira, das 18:00 
às 19·00 horas (horário lo­ 
cal). Os programas enfocam 
assuntos do-Núcleo Comum do 
Ensino Fundamental,com ênfa 
se nas quatro primeiras sé= 
ries e são introduzidos me­ 
diante a apresentação de 
filmes educativos, logo a - 
pós se abre o diálogo' com 
os Professores, através do 
"Tira Dúvidas", via telefo­ 
ne. 
A Clientela: Professores 
do Ensino Fundamental, alu­ 
nos do 4Q Magistério ·e espe 
cialistas em educação inte= 
ressados na melhoria educa­ 
cional. Em 1993, foram aten 
dÍdos aproximadc1mente 3:t 000 
professores em todo o Bra - 
sil.. 
As Telesala são equipa 
das com televisor, vídeo 
cassete e telefone que é u­ 
tilizado para tirar as dúvi 
das ou complementar informa 
ções .• 
Em Bela Vista, a Secretá 
ria de Educação já enviou pa 
ra o NE-46 o televisor e o 
vídeo. A antena parabólica 
receberemos do Deputado Va 
o 
o J 
PSD, deixando em 
berto para a sco - 
lha dos tucanos a 
disputa de uma cadei 
ra no S nador ou a 
vice-governadoria. 
Para Ad Pucci­ 
nelli a composição - 
d chapa dificilmen­ 
te será anunciada an 
ts que o ex-prefei­ 
to de Campo Grande , 
Lúdio Coelho, deter­ 
mine que caminho irá 
seguir nas oloiçõe, 
deste ano. Caso opte 
pela candidatura ao 
Senado, o parlamen - 
tar peemedebista dig 
se estar pronto para 
acompanhar a caminha 
da firme, decisiva e 
vitoriosa do candida 
to à Governador, wiI 
son Martins. 
"Estou à disposi­ 
ção do partido para 
somar", declarou Puc 
cinelli. - 
demir Moka, que tem demons­ 
trado interesse pela nossa 
região o pela melhoria da 
qualidade da Educação do 
nosso País. 
Brevemente será implanta 
do em Bela Vista a Telesa­ 
la e contamos com a partici 
·pação de todos os Professo= 
res, para o êxito do referi 
do programa. 
Agradecemos ao Deputado 
Waldemir Moka, que sensibi­ 
lizado com os problemas de 
educação e reconhecendo que 
as nossas- crianças merecem 
os profissionais bem infor­ 
mados e capacitados, ofere­ 
ceu gentilmente a antena pa 
rabólica. 	- 
(Núcleo Educacional de 
Bela Vista) 
t 
> 
1 
I 
l 
1 
) 
l 
i 
! 
l 
! 
Caixa Econômica Federal 
IVISO DE VENDA 
/ 	. 
VENDA DIRETA DE . IMÓVEIS 002/94 
A Caixa Econômica Federal- Superinten­ 
dência Regional de Mato Grosso.do Sul, a­ 
diante denominada simplesmente CEF, leva 
ao_conhecimento dos interessados que, a 
Agencia Cidade de Bela Vista/MS, fará rea 
lizar Venda direta dos imóveis a seguir= 
relacionados, no estado de ocupação e con 
servação em que se encontram: - 
Um lote de terras, situado à Rua Depu­ 
tado Mário Antonio Vandenbosch (antiga 
Rua Cuiabá) determinado sob o n 8, qua - 
dra 38, setor l, Bela Vista/MS, com área 
total de 900 m•, registrado no·cartório - 
de Registro Imobiliário lQ Ofício sob o 
nQ 02 de matrícula nQ 1.752 às folhas 
1752, no livro 02, Rela Vista/MS, no va - 
lor mínimo-de CR$ 6.676.907,45 (seis mi - 
lhões, 6eiscentos e setenta· e seis mil , 
novecentos e sete cruzeiros reais, quaren 
ta 'e ci-nco centavos) . 	- 
Os interessados deverão apresentar-se 
na Agência Cidade de Bela Vista/MS sito 
à Rua Sebastião Crispim do Rego, 15, Bela 
Vista/MS, no horário de 10:00 às 14:00 ho 
ras, do dia 11 de abril de 1994 à 22 de 
abril de 1.994, de segunda à sexta-feira, 
para obter maiores informações_. 
A Venda será efetuada ao interessado 
que, no período acima,·efetuar a primei­ 
ra proposta, na Agênéia, tendo como pre­ 
ço mínimo o da avaliação da CEF. 
A Venda poderá será vista ou em 24 
parcelas, com taxa de juros de 12% a.a., 
correção_mensal do saldo devedor pela 
U~F, recalculo, de acordo com a periodi­ 
cidade dos pagamentos, da prestação de 
capital e juros em função do prazo rema­ 
nescente, do saldo devedor e da taxa de 
juros,_calculada pela Tabela Price. 
O interessado para poder assinar 
proposta de compra deverá recolher a 
portânçia de 5% (cinco por cento) do 
lo do imóvel, a título de caução. 
O prazo para assinatura do contrato/ 
escritura é de 10 dias corridos contados 
da data do pagamento da parte à vista. 
a 
im­ 
va- 
Caberão, também,ao adquirente todas - 
as despesas referente à escritura, emolu 
mentes, impostos, laudécimos que incidi= 
rem sobre a venda ou sobre o imóvel a 
partir da elaboração da escritura ou con 
trato de promessa de venda. 
EM TEMPJI-DE CRISE O MELHOR NEGÓCIO 
- E FIZER PUBLIEIDADE

LA'1 +A,'9T A :., 
PreYeitura Municipal de 
"Aprova o Regimento Interno do AAE", 
O PREFEITO MUNICIPAL. DE MELA VISTA, ESTADO DE 
MATO GROSSO DO !iUL, no uso das atribulei que lhe 
confere o artlo l, Inclo VI, da Lel Orgânica 
Jlunlclpnl. 
DECRF TA: 
Art. 10 - Pica aprovado o Hcuimcnto Interno 
do Serviço Autônomo de Água e Esgoto do Munfe 1plo 
de llela Vlotn-SAAE, crlndo pela Lei Hunlcipnl nO 
508, de 20 de Julho de 1967, 
Art,2? - Este Decreto entrará em vigor na data 
de sua publicação, revogadas as disposicóes em con 
trrirlo, 
Bela Viyta-HS, 04 de Abril de 1994 
AllllAÃO ARNOA ZACARIAS 
Prefeito Huntcipnl 
llECl!:'.:NTO INTERNO DO SERVIÇO Al'TÕNO"O DR 
KGÃ E ESCOTO- SMA! " 
TITIJLO I 
-DISPCSIÇtES PRELIMINARES 
Art.I? - Este Regimento dispõe sobre a O,gani 
zação Administrativa do Serviço Autü,1omo de ~gu~ e 
Esgoto-SAAE,com estrutura e competência dos orgaos 
integrantes, 
TITULO II 
-DA ENTIDADE E SUA COPETENC'A 
Art.2g - O Serviço Autônomo de Água e Esgoto - 
SAAE, criado pela Lei Municipal ng 508, de 28 de 
julho de 1967, com sede e foro em Bela Vista, Nato 
Grosso do Sul, é uma autarquia municipal com perso 
nalidade juridica de direito público e autonomia: 
administrativa e financeira. 
Art.3 - Competente do SAAE: 
1- Estudar, projetos, executar diretamente ou 
mediante contrato com especialistas e organizações 
especializadas em engenharia sanitária, de direito 
público ou privado, as obras relativas à constru­ 
ção, ampliação, recuperação e remodelação dos sis­ 
temas públicos de abastecimento de água e de esgo 
to sanitário no municipio, 	- 
11- Administrar, operar, manter e conservar os 
serviços de água e esgoto; _ 
111- Executar os serviços relativos as contas 
de consumo; 
IV- Acompanhar o íaturamento e a arrecadação 
dr.s taxas e tarifas decorrentes dos serviços pres­ 
tados; 
V- Promover o treinamcntp de seu pessoal e pro­ 
mover estudos e pesquisas para aperfeiçoamento de 
seus serviços; 
VI- Manter intercâmbio com Entidades relaciona­ 
das com o campo de saneamentos; 
Vll- Promover atividades voltadas para a preser 
vação do meio ambiente e combate n poluição ambie~ 
tal, particularmente dos cursos d' água o munici-­ 
pio; 
VIII- Elaborar programas e implantar nas local! 
dades do municipio, soluções conjuntas água-esgo-­ 
to-módulo sanitário; 
1X- Exercer quaisquer outras atividades relacio 
nadas com o saneamento urbano e rural, desde que­ 
assegurados os recursos necessários; 
TITULOS I! 
-DA ESTRUTURA 
dfs 1 execução dus respectivas atividades. 
IV- Evitar o Pref ltura Mur!e!pal ate o d 	- 	t te M!nitra- 
- n J d« anterior, tu- D!r!!r a erecuão da peIt ca e 
(qufnze) de cada mes, o lancete lo mes 
e até o dla 28 de fvereiro, o l lancete ffal lo de ater!al e patriinie; 
l d
• iu '- Ll,•Lorar J propoit µ~rcl~l '"º rl~ rnto d0 r•~ 
relatórfo dna gestão financeira e patrfoonfa a 	a 	d. 1 
8
'"
1 
,_J ,'"•.;:,rqu!a, ~t,"ll"dC d!:rtrL_•r. : lx .,: j.,t' (l 
tarqufa; 	oa u na 
V- Autorizar despensas de acordo com as dota- Núcleo de Planejamento e Ceordençao 
- 	em conga-- VI- Congt!tu!r confio de inquérIto e proces: .me 
de orçarentirlas e ordenar pagamentos 	%' 	d 
- 	to administrativo e supervisfonar eu anuaenuo; 
nâncIa com a provaçao de caixa; 	- 	" r 	d 
VI- Movimentar contas bancárias de arrecadação VII- Submeter ao Diretor proposta para f1xacao 's 
eo, osslnnturu conjunto ccn o Diretor Adminfstrati- valores das dirias, ajuda de custo 1ços «ex­ 
vo: 	traordinários, bem como para antecfpaao ou pror- 
• V rr- Celebrar acordos, contrntos e convênioa e rogação do expediente nora l dr l rabalhos 
outros atos administrativos observando as normas e V!I1- Autorizar a expedição de certidão e vlt de 
lnstruçôcn da Entidade Admlnistrodora da Autor- processo; 
quia; 	IX- Assessorar o DIretor na forulacio da política 
VIII- Autorizar as UcitaçÕe5 para compra de ma econômica- financeira da Aut rquin, 
• 	J b d. ostas orçamentá- 
terials e equlpnm~ntos, contrataçoes de obrns e X- Auxiliar na e a oraçao as propus 
serviços, observadas as normas da entidade adminís rias anual o! plurfrnual; 
tradora da entidade da Autarquia; 	XI- Dirigir os serviços de contabilidade e de exe- 
lX- Admitir, movimentar, promover e dispenuar cuçiio orçamentária; 
servidores do quadro permanente, obedecendo regi- XII- Expedir boletins, balancetes e de'a documen 
mento; 	tos de apuração contábil, bem como os balanços e- 
X - Praticar os demais atos relativos a adminis rais e srus anexos; 	_ 
tração de pessoal respeitando a Legislação pertI- XIII- Promover a fiscalização da correta apl 1:.,ç,Jo 
de recursos financeiros e determinar a apuraçao de 
nente; 
XI- Determinar a abertura de inqu~rito de fal­ 
tns e irregularidade ;e 
XII- Promover a integração aos demais órgãos de 
interesses públicos que atuem no municipio. 
Art. 4g- 0 Scrvico Autônomo de Água e 
SME, funcionará com a seguinte estrutura: 
I- Diretor (D) 
11- Diretor Administrativo (DA) 
11.l- Núcleo de Planejamento e Co denação (NPC) 
111 - Divisão Administrativa e Financeira (DAF) 
III.!- Setor de COntabilidade (SC) 
111.2- Setor de Pessoal e APoio Administrativo 
(SEPAD) 
III.3- Setor de Contas e Consumo (SECON) 
lll.4- Setor de Mllterial e Patrimônio (SMP) 
IV- Divisão de Operação, Manutenção e Expansão 
(DO:-IEX) 
IV.I- Setor de· Tratamento (SETRA) 
IV.2- Setor de Oficina e Transporte (SOTRAN) 
lV.3- Setor de Elevatórios, Redes e Ramais de água 
e Esgoto (SERRAE) 
IV,4- Setor de Expansão (SEX) 
TITULO Til 
DO DIRETOR 
Capitul.o I 
DA COPETENCIA 
TITULO IV 
DO DIRETOR ADMINISTRATIVO 
DAS COMPETENCIAS 
Art.72- Ó Diretor Administra~ivo ocupará c:argo 
de comfssão de recrutamento amplo de pessoal es­ 
tranho ao quadro de pessoal da Autarquia ou . do 
seu próprio quadro,nomeado, em c:omissão para esse 
fim, pela Entidade Administradora por indicação do 
Diretor da Autarquia, podendo acumular com a che­ 
fia de um dos setores. 
Paragráío Único- Na hipótese de recrutamento de 
pessoal estranho ao quadro da autarquia, este deve 
rã restringir-se a Engenheiro da Saúde Pública, En 
genheiro Sanitarista ou Engenheiro Civil. - 
Art.89- Compete ao Diretor Administrativo: 
I- Substituir o DIretor nas suas faltas e impedi­ 
mento: 
II- Coordenar o Núcleo de Planejamento e Coordena­ 
c;ao; e 
III- Movimentar conjuntamente com o Diretor , 
conta bancária de arrecadação da Autarquia. 
~.,ji;t,.5~- O Diretor da Autarquia, 
Profissional de Nivel Superior, do 
soal. da entidade administradora. 
Art.62- Competente ao Diretor: ._ 
I- Exercer a direção Geral da Autarquia: 
II- Representar a Autonom.i.1 juridicamente ou 
constituir proo,irador; 
III- Submeter.a aprovacão do Prefeito Municipal 
nos prazos de proprios, o Orçsmento Sintético - 
Anual e , quando necessários os pedidos de Crédito 
Adicionais Suplemen ta.rcs; 
CAPITULO II 
DO NllCLEO DE PLANEJAME 'TO E COORDENAÇÃO 
ART.92- O Núcleo de Planejamento e Coordenação, 
integra estrutura da AUtarquia em nivel de asses­ 
soria, subordinada diretamente ao diretor.O Núcleo 
será coordenado pelo Diretor Administrativo que 
com a cooperação dos chefes das divisões e Seto­ 
res, elaborará as atividades de planejamento, coor 
denação, processamento de dados, recursos humanos­ 
e relações públicas; 
Art.lOQ- COmpete ao Núcleo de Planejamento e 
Coord>!nação : 
1- Superintender, coordenar,elaborar ou poomover a 
elaboração de planos, programas e projeto da Autar 
quia, dando-lhes execução e realizando seu acompa­ 
nhamento: 
II- Dirig!r a elaboração da proposta orçamentária 
e orientar na elaboração das propostas parciais; 
III- Supervisionar e avaliar a execução do orça- 
Art.14- Compete ao Setor de Pessoal e Apoio 
Administrativo : 
1- Manter registros e assentamentos funcionais dos 
servidores; 
Esgoto- mento; 	11- El.aborar a folha de pagamento do pessoal e 
IV- Dirigir a elaboração do orçamento plurianual i d lh'- d 
gu.as e reco ....,,ento e contribuições previden- 
de investimento e coordenar os respectivos progra- 1 ·+ b lhi 
c ar1as e tra a stas, soltcitando o empenho pré- 
mas; 	vio da despesa; 
V- Promover a obtenção, tratamento e fornecimento III A li f 
- p car e azer cumprir a legislação de pes- 
de dados e informações estatísticas sobre mate- soal; 	• 
riais de interesses da Autarquia; 	IV- Providenciar a formalização dos atos necessá- 
Vl- Dirigir, executar e coordenar as atividades de i dei d 
- 	.r os a a ssao, ispensa, promoção e punição do 
modernizaçao administrativas junto aos demais. seto servidor; 
res da Autarquia; 	v A dia ia 
- purar, r mente, o ponto do pessoal· 
VII- Observar e fazer observar, no âmbito da Autar VI El. b 	• 
- a orar a escala anual de fêrtas ,ouv~das s 
quia as diretrizes e nonnas expedidas pela entida i h f 	~ a 
de administradora da Autarquia; 	respect vas ceias e promover ~eu cumprimento; 
VII- Opinar e prestar informaçoes sobre direitos 
VIII- Superintender as atividades da central. de - e deveres do servidor; 
processamento de dados; 	V111 p 
' - remover a execução de atividades de·, 
1X- contribuir para promover a integração entre os VIII R 
vários setores da Autarquia objetivando alcançar - ecrutamentos, concurso, treinamento e de 
maior eficiência e eficácia das suas ações; ~~:;olvimento de pessoal e avaliação de deserpe- 
VllI.Z- Assistência Social· 
VlII.3- Segurança do trabaÍho· 
IX- Control.ar a lotação nomintl 
vidores; 	e numérica elos se!: 
X- Rec<eb,er! protocolar, 'distribuir e exp.edi a 
AR.119- O chefe da Divisão Admini.strativa e _ correspondencia; 	r 
deverá ser um financeira, deverá ser um servidor, da Autarquia XI- Receber, atuar, encaminhar 
quadro de pes- contador e/ou Técnico de COntabilidade, com Diplo- mitaçâo de peticÕes, proccstos 
ma registrado no Conselho de sua região. xn- lnfonnar sobre :mdamentos 
Art.122- Compete a Dlvisão Administrativa e FI- XIII- l'.anter o arquivo geral.• 
n&nccira: 	XIV- Efetuar serviços de datil fi 
l S b tit i Di 	X
,...., A d _ ogra a; 
_ - u s u r o reter Adntnistrativo em suas fal v- tender ao publico com presteza - 
tI1s e imp1:d:l.mentos; 	- do-o as arcas de co-cpctênc:1.a; 'enc~mi.nhan- 
11- O chefe da divesão covimentarã as contas bane5 VI- Operar os serviços telefônicos, inclusive 
rins "HOVIMENTO", conjunt.:.mcnte com o responsável- presta: inforaçéos solicitadas e encaminhar as 
pelo Setor de Contabilidade; 	claacoes aos setores copetres: F 
111- Dirigir a execução da po'itica adinistraz, VI!- Combater cs serviços de conservaez3 
e finance1ra da Autarqu!a, coordenar e promover A ç.ªº• do cdificio da adt:únistr - ç. • mnnute2 
_ 	açao·e 
XVIII- Executar atividades correlatas. 
TITULO V 
DA DIVISÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA 
CAPITULO I 
a 
Bela Vista 
fraudes; 
XIV- Determinar a realização de perícias qu~ te­ 
nham por objetivo salvaguardar os interesses da 
AUtarquia ; 
XV- Promover a prestação da contas da Autarquia; 
XVI- Tomar conhecimento, diárla~ente do movimento 
econômico flnanceiros;e 
XVII- Executar atividades correlatas; 
CAPlTUI.O II 
DO SETOR DE COXTABILIDADE 
Art.132- Compete ao Setor de contabilidade: 
I- Fazer a escrituração sjntética e analítico dos 
fatos de natureza orçamentária, financeira e patr! 
monial; 
II- Elaborar balancetes, o balanço geral e outros 
relatórios contábeis, inclusive a prestação de con 
tas; 
III- Colaborar na formulação da proposta orçament~ 
ria; 
IV- Acompanhar a execução orçamentária; 
V- Processar os empenhos di! despesas autoriz~daG; 
Vl- Examinar , conferir e instruir os processos de 
pagamento e as requisições de adiamento, !mpugn:l<!o 
os quando não revestidos de formalidades legais; 
VII- Fazer o controle contábil das contas bancá­ 
rias; 
VIII- Prestar inforcaçÔes sobre os saldos de dota­ 
ções orçamentárias e créditos; 
IX- Tomar as contas -responsáveis por 
X- Proceder ao registro contábil dos 
niais, tanto móveis, acompanhando as 
vidas; 
XI- Realizar pagamento e dar quitação; 
XII- l'repµ'ar a emissão de cheques, ordem de paae 
to e transferencia de recursos; 
XIII- Elaborar boletins diários de caixa e bancos; 
XIV- Manter o registro de procurações e habilita­ 
çÕ~s )~ terceiros para recebimento de valores; 
XV- Controlar e conciliar as contas bancárias· e 
XVI- Executar atividades correl3tas ' 
CAPITULO III 
DO SETOR DE PESSOAL E APOIO A9~!NISTRATIVO 
adiantacento; 
bens patrimo­ 
va,iaçÕes ha- 
e controlar a tra­ 
ou docuoentos· 
de processos; 
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J1,, ,AI. J 1' fl.l A DA E WNTFIA-DIÁRIO REGIONAL 	. 1 LA V1ST A O 3D. ARI! 
Prefeitura Municipal de 
t:/1' l'l'ULO IV 
DO SETOR DE CO!IAS E CO!SUMO 
D 
5 
e 
l' 
rt.152- (Compete ao Setor de Contas e Consuo : 
I-- 0rgan!zr e manter ntunllzndo o cndaotro doa u­ 
uár 1o; 
J 1- lófctunr o cnr;lobamf'nto e desmembramento. das 
contas d água e egoto; 
II f- llir,trihulr an gulan do cobrnnçua; 
JV- Promover o lnnçnmcnto doo tnrffns e tnxuo de 
;una e esgoto, de colocação ou substituição de re­ 
ds e ramais de água e esgoto, e da contribuição 
de melhorfas; 
V- Promover a dlutribuiçÜo domiciliar duo guias de 
cobrança; 
VI·· lnfonnur para Inscrever em dividas ntivns débi 
tos dor, contribulnteo; 	- 
Vll- l'rov ldenciar n cobrança amigável da dívida 
ativa; 
VIII- Puzcr extrnlr e visar· os certidões para co­ 
branças Judiciais doo dividas ativas: 
lX- Informar os dibitos dos usuirlos cm atraso 
expedir guias de recolhimento com o cálculo dos J 
ros,multus , e segundas vias detextraviados; 
X- Notificar e multar contribuintes cm otroso; 
XI- Expedir avisos de cortes e de restubelecimcato 
de égun e esgoto; 
XII- Efetuar e fiscnlizar·a leitura de todos os hi 
dr6metros, enviando-os a manutenção quando nece­ 
sário; 
XIII- Punição do usuário que violar o hidrômetro , 
ob&~rvando regulamento em vigor; 
XVI- Prestar informações increntes ao setor; 
XV- Emitir o Mapa de Controle de Contas no último 
dia de cada mês;c 
XVI- Executar atividades correlatas; 
mações existentes; 
'VII- Orfentar os servidores que auxl!em na execu­ 
ção das tar fas típicas da classe; 
VIII-E!lclar!'cec horário de trabalho juntamente 
- com o Setor Administrativo, estnhclcccr prJoridade 
e períodos de trabalho pnrn cada Setor ocupar os 
microcomputadores existentes; 
IX- Substituir os servidores ,que executam ntivid~ 
dcs neste setor, por ocasião de suas fêras ou ou­ 
tros Impedimentos; 
X- Executar outras atividades correlatas. 
CAPITULO V 
DO SETOR DE MATERIAL E PATRil!ÕNIO 
Art.162- COmpete ao Setor de Material e Patrimõ 
nio: 
I - Promover a execução dos serviços 
recebimento, registro, almoxarifado; 
distribuição e alienação de bens; 
11- Fnzer inspcçio no almoxarifado, verificando 
exatidio de estoques e respectivos controles; 
III- Supervisionar os avisos de .registros e con­ 
troles dos bens mobiliários e imobiliários; 
IV- Promover e orientar a realização de inventário 
anual de bens patrimoniais, seu tombamento e clas­ 
sificacão; 
V- Orientar os órgãos e servidores quanto ô rcqui­ 
siçao, uso e conservação de material e equipamen­ 
to; 
VI- Realizar licitnçÕes para alienação, obra ou 
serviço e supervisionar a licitação para compra; 
VII- Organizar e manter atualizados os cadastros 
de preços correntes de matcrias mais usados na Au­ 
tarquia e de fornecedores e prestadores de servi- 
d<? aquisição, 
manutcncio 
denclar soluções; 
VI- Manter cópia de seurança dos sfste 
TITULO VI 
DA DIVISÃO OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO E EXPANSÃO 
CAPITULO I 
DA COMPETÊNCIA 
Art.189- O chefe da Divisão Operação, Manuten­ 
cão e Expansio,deverã ser u~ servidor da Autar­ 
quia, Engenheiro Sanitarista, com Diplomo rcgistr~ 
tudo no Conselho Regional. 
Art.I9g- Compete a Divisão Operaçaô, Manuten 
cão e Expansão; 
1- Planejamento, dirigir,orientur e fiscalizar 
planos, programas e atividades de operação e manu­ 
tcnçio dos sistemas públicos de abastecimento de 
água e dos sistemas de esgoto; 	• 
II- Propor a contratação de serviços de manuten­ 
cio ou reparos e fiscalizar sua execução; 
III- Propor aperfeiçoamento na operacio e manute~ 
cão dos sistemas de esgoto e abasteciml'nto de 
água; 
IV- Fixar padrões de operação. e manutenção preve~ 
tiva e de reparos; 
V- Fornecer nos órgios competentes os elementos 
necessários pura a fixação.de taxas , tarifas ou 
contribuições de melhorias. 
VI- Solicitar a oquisicio de material e equipame~ 
to de operação e manutenção; 
VII- Planejar, coordenar, fiscalizar e promovcr·a 
execução das obras de implantação dos serviços de 
tl 
u água e esgoto; 
VIII- Elaborar e promover a 
de melhoria ôe expansão dos 
ços; 	. 
VIII- Receber, conferir, quadroc e distribuir o ma 
terial; 
XV- Cadastro ou tombar , classificar, nuacrar,con 
trolar os bens mobiliários e imobiliários; 
X- Fazor O inventário anual dos bens patrimoniais; 
XI- Fornecer ao Setor de COntnbilidadc, dados e in 
foracoes para realização dn contabilidade patrimõ 
nial; 
XII- Dnr baixa de bens alienados ou =onoiderados 
obsoletos, imprcstávci&, perdidos e destruídos, 
com autorização superior; 
XIII- Providenciar o conserto e a conscrvnçao 
bens patrimoniais imóveis; 
XIV- Conferir u carga de material permanente e 
equipamento, nas mudanças de chefias; 
XV- Providenciar seguro dos Bens Patrimoniais; 
XVI-- Solicitar providencia para apuracao de respon 
sabilidodc pelo desv.o , falta ou destruiçao de ma 
execuçao dos projetos 
serviços de água e es 
goto; 
IX- Analisar e emitir pareceres técnicos: 
X- Assessorar o Diretor na contratacio de 
tos técnicos especiais; 
Xi- Supervisionar a organização do acervo 
r ial técnicos; • 
XII- Executar atividades correlatas. 
CAPITULO II 
DO SETOR DE TRATAMDITO 
Proie 
de mate 
Art.202- COmpete ao Setor de· Tratamento: 
1- Executar as operações de tratamento de água, - 
das elevatórias ·anexas à ETA e das elevatórias de 
agua bruta; 
II- Realizar análises e pesquisas das característi 
cas físico-químico e ·biológicas das águas destinã 
das ao abastecimento público; 	- 
III- Manter controle de qualidade da água destina 
da à populacão; 
IV- Efetuar estudos e pesquisas objetivando 
aperfeiçoamento dos processos de tratamento 
- água e de esgoto, bem como das instalações e equ~ 
pamcntos ; 
de V- Coligar e organizar informações para projeto , 
construção, manutenção e custeio dos serviços de 
água e esgoto; 
VI- Proceder a medição de vazão nas estações 
tratamento determinando volume de água tratada; 
VII- Controlar o estoque dos produ~os quimicos,so 
licitando a renovação conforme programação; - 
VIII- Controlar a qualidade dos produtos quimi- terinl, 
XVII- Manter cm arquivo translados de escrituras 
Tcgistros e documentos sobre bens patrimoniais; 
XVIII- Organizar o calcndurio de compras; 
XIX- Organizar e manter atualizados o cadastro de 
fornecedores e o cntálogo de-materiais; 
XX- Adquirir material de consumo, material perma- 
~ .ientc equipamentos; . 
XXI- R~aliznr licitação para compras, obedecendo 
instruções da entida~e administrndorc; . 
XXII- elaborar rclatorios mensais de compras, 
XXIII- Controlar O prazo de ~ntrega do material 
adquirido ; e 
XXIV- Executar atividades çorrclatas; 
CAPITULO VI 
DO SETOR DE INFORMÁTICA 
Art.172- Compete no Setor; 
•ro'nr o funcionamento dns uni­ 
I- Selecionar e con-' 'lares de inforaacão de 
dd feias mc1os a .a 
ates 1 .Ci4is ·1 de computador: 
b- i. a aplicatvo ' ' " 
outros as:.203. ·al de co13uuo, equipamento, e 
II- Zelar pelo =ter i - 
· te à sua dispos .çao; 
naterial permnncn nrcver e escolher os 
III- Analisar os programas » r 	, 	• 
• ios ao processam-nto, • 
rc. cursos I)ecessar 
1 
cm "uncionamcnto progru­ 
IV 
1 
! e co ocar 
_ Se cc onar 
1 5 
de acordo com a progra 
Ras básicos e aplicat.vo ' 	- 
tacão; 	as e execução, detectar prg 
V-- Observar os prograi - das tarefas e provi- 
blemas ou falhas na execuç ao 
cos; e 
IX- Executar atividades correlatas. 
CAPITULO II r 
DO SETOR DE OFICINA E TRANSPORTE 
Art.21Q- Compete ao Setor de Oficina e 
porte: 
I- Realizar a aferição e recuperação dos 
o 
de 
de 
trans- 
hidrõme- 
tros; 
II- Programar e executar os serviços de manutenção 
e recuperação dos pagamento; 
III- Avaliar desempenho dos equipamentos eletrome­ 
cânicos pertencentes ao sistema; 
IV- Fornecer dados e informações para a deter.n:1:na­ 
ção dos custos operacionais dos equipamentos insta 
lados; 	- 
V- Organizar e executar os serviços de ubastecimen 
to, garagem, lavagem, lubrificação, manutenção e 
reparos em veiculas: 
VI- Programar,organizar, coctrolur e manter o uso 
e cadastro dos vei.culos; • 
Vll-Elaborar e fazer cumprir a escala de trabalho 
dos motoristas; '. · 
VIII- Fazer re.latórtos sobre o consuno e estoque - 
de rnmbustiveis e lubrificantes, e despesas de ma­ 
nutençio e condições de usa dos veículos e outros 
equipamentos; 
!X- ProvidenciaT o licencimrento de veiculas; e 
X- Executar outras atividades correlatas. 
Bela Vista 
C.1 1, l l O t' 
DO SEIO DE ELEVATÓRIOS; REDES E 
RAMAIS DE KC'A E ESGOTO 
Art.22g- COpete ao Setor de Elevatórios, Rede 
e iamafs de lua e Esgoto: 
I- Realizar a tsrutenção das redes de d!strtbufcio 
e da adutora de água; 
II- Providenciar as substituições das tubulações 
em stado preeirlo; 
III- FIscalfzar a conservação das IInhas ad toras, 
tomando as providencias quando da ocorrência de va 
zarento ou rupturas; 
IV- Executar as ligações dos ramais de água e a 
Instalação dos padrões de medfdas; 
V- reul!z.ar rcr::oçÕo e subst I tu içào de hidrôt:ictros; 
VI- operar e manter o sistema de esgoto sanitário; 
VII- Autorizar e executar as ligações de esgoto e 
pequenos prolongamentos de redes; 
VIII- Verificar e controlar o lançam nto deres!­ 
duc;s liquidas nus redes publicas de esgoto; 
IX- Tomar conhecimento das reclamações dos usui­ 
rios sobre o serviço, implementando as devidas pro 
vidências ; 
X- Manter atualizado levantameto cadastral dos ser 
viços de água e esgotos; 
XI- Coltgar e fornecer elementos informativos e do 
dos cstatlsticos de interesses para projetos de­ 
construçio, operação, manutenção e custeio dos se! 
viços de água·e esgoto; 
XII - Executar as operações de bombeamento excluí­ 
das as anexas a ETA e as elevatórias de água bru­ 
ta; 
XIII- Coligar ,. organizar informações para proje­ 
to; construcio e custeio dos serviços de água e 
esgoto; 
XIV- Proceder à pesquisa e estudo de consumo de 
igua; 
XV- Estudar e planejar medidas no caso de ruclo­ 
namento de água; 
XVI- Executar as atividades de distribuiçno de 
agua; 
XVII- Proceder a medição de vazio das linhas 
adutoras· tronco ·e reservatórios; e 
XVIII- Executar atividades correlatas. 
CAPITULO V 
DO SETOR DE EXPANSÃO 
Art.232- Compete ao Setor de Expansão; 
1- Au.~iliar o setor na elaboração dos estudos pre 
,liminares e ante-projetos de obras de esgoto sanf 
tário e sistema de abastecimento de água, inclu­ 
sive para pequenas comunidades do município e nas 
melhorias sanitárias das habitações; 
II- Executar serviços de topografia e cadastro; 
III- Arquivar projetos aprovados de água e esgoto 
e manter registros técnicos sobre equiparentos; 
IV- Responder pelo serviço de duplicação belio _ 
gráficos; 
V- Participar de fiscalização e controle das 
obras contratadas sob o regime de empreitado; 
VI- Auxiliar na medição de todos os trabalhos 
executados por empreitada, instruindo os respec­ 
tivos processos de pagamento; 
VII- Executar obras comuns da implantação, modifi 
cação e ampliação dos sistemas de esgoto e abaste 
cúnentos de água, e de obras civis, sob a respon 
sabilidade técnica do setor; 
VIII Fiscalizar obras do sistema de abastecú:len­ 
to de água e de esgoto executados e loteamento e 
em conjuntos resideaciais; e 
IX- Executar atividades correlatas. 
DISPOSIÇÃO FINAL 
Art.24g- As competências neste Regimento Inter 
no, para cada setor da Autarquia, consideram-se 
attibuiçaõ e responsabilidade dos seus, respecti­ 
vos títulares. 
PORLRL N~ OU/94 IE OI, DE JANEIRO DE 1994 
O PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA, ESTADO DE !!Al'O GROSSO 
DO SUL, no uso de- suas at"ribuiçóes legais, 
RESOLVE: 
Noear, pars o cargo efetivo de rLx:.a1 de Tributos po• 
dres IV, Classe: A, referência o1@o Quero Ferirenite 
da Prefeitur;, Municipal de Bela Vista, ORLNOO AFONSO a 
partir de O!. de janelro de 1994, c:.:i: decon-encL:í de sua. a­ 
provação no Concurso Püblco de Provas e Titulos realizado 
e 27 de Junho de 1993. 
Bela Vista, O de Janeiro de 199 
Prefeito }lunic!pnl 
PORTARIA N?' 029/94 DE 12 DE LNEIRO IE 1994 
O PREFEITO MUNICIPAL DE BEL VJSL , ESTAOO D! MA.J.-0 CROS 
SO 00 SUL, no uso de suas .:it-r1buiçÕcs lcg.:i1s, 	- 
RESOLVE: 
_Noear, parro cargo gfettvo de FIscalde Tr!Autos pa­ 
drao IV, classe A. referência 01 do QuidroPerinene da 
Prefeitura Mr!paI de Bela Vsta, JOIO L1DIO CENTURIÃO - 
aparir de 04 de janeiro de 1994, c decorrencl de sua 
aprovação no Concurso Público de Provas e TítuIcs realiza­ 
do e 27 de Junho de 1993 
Bela Vista, 12 de janeiro de 199 
Prc f-el to Munlclp.tl 
Bela Vistã Novos Tempos

jl lfiJ!I!) í.r !O ,ti, 
, fJ I 
FLORESTIL: IÇID MOSTRIDI 10 PIIÍS 
O Trabalho Desenvolvido pela Florestal Servirá de Referencial para Todo o Brasi 1 
O trnlwlho ,leaonvolv'l 
do p0ln Pnl[cln Florcn: 
tal do Estado, que tem - 
«rvfdo de modelo para 
outras corporações de to 
do o llrrr.11, flOJrlÍ um dos 
tmns do Curo ''patraté- 
l lnn p.arn Conuorvnçiio cio 
Natureza", que acontece 
de 1 a 2 de nhrll, no 
cornç~o do Pnntnnnl sul­ 
matogrossense, São aguar 
dados cerca de 35 repre­ 
s ntantes dns orgnnlzn - 
çÕce florcstnlH brnellei 
n1s u,•ndo que 1 S dclns 
JJ conflrmnrnm presunçn 
no evento que tem apoio 
finuncclr~ du Fundação - 
"O Botlcãrio de Proteção 
n Nntur,'zn" e dn Worl ri - 
I1d'Ife Fund (F), n­ 
tJdodc mundlnl dr con•~r 
vacio ambfntal. A cra­ 
nlZtJ;:ÍCJ elo curoo 1 ·tá 
ob a rcoponrrnbl l ldod.- - 
dn ComponhJn dP Policio 
Florc,:tnl do foto Gro!l"O 
do Sul, U11lver,;Jdnclr· Fe­ 
deral (UFHS), Secrctnrin 
de Melo Ambiente (S~mn) 
e J::ruJ,rnpu. 
A proposto, sc~undo o 
Ma Jor Anelo Rabel lo, e 
trnnsmltlr cxpcri~ncla - 
dn corporaçiio paro ou 
tros Estados, conceitos 
de Meio AmblC'nte e blodi 
versidade, que também se 
riio temas de pnlcRtras = 
de ProfessorC's dn UnivC'r 
sldncle de são Paulo (USP) ;- 
Pescado é 
entidades 
destinado para 
beneficentes 
"A nprcensão do peixe Rlgn!fica - 
que a fiscalização chegou tare e. Por 
isso, o grande objetivo e prin,eirn 
linha de nciio do Pol!cln Flore stnl é 
apreender o apetrecho, atuar ontes - 
que o mal aconteço". Com esta decla­ 
racão, o Major Angelo Rahello faz 
questio de Justificar o trabalho in­ 
tensl vo da corporaçiio sul-matoi:rossen 
se, que vem colhendo frutos, ó cada 
ano, e~ benefício da natureza do Es­ 
tado. Segundo o Major, ns apre cnsÕcs 
vêm dininuindo a cada nno, tanto pe­ 
lo trabalho de prevenção, alir.da ü 
fiscalização, como pela participação 
ativa dn comunidade. 
Mesmo com o diminuição, lembrou - 
Rnbello, apreensões ainda acontecem_ 
tnfvrerstdade Federal do 
tspfrlto Santo (UFES) e 
Un 1 v,•rt. f dnt!~ Feda« 1 do Co::t rC' J nç:io uo pol ! - 
Hlo d~ Jn,wiro (UrR.J) cl :i~,nto flor,•stal ·m tn 
aln das Instituições lo d o País, Kabello le - 
cnlG. 	breu que o ~S tem yldo 
"Vamos repassar, du - referencial, dado ao tra 
rnnte o curHo, a impor - bclho dt'Henvolvldo pcli 
tiincln do conhecimento - corpo,ac:io do Êstado. 
técnico conciliado com 11 "Hultos f:stados cerno, 
fiucnllz::ciío. pcr exemplo, o Porá, nêo 
Teos resultados bas- têm Polfcfa Florestol e 
tanta positivos nos Últ! os dcmnlH Estados coa o 
mos três anos, quando - mínimo de contingente ne 
vem sendo modificada a ccssário. Dos oito mil 
filosofia de trabalho do homens que trabalham nos 
órgiio, com prioridade pa te setor, cm todo o Bra= 
ra II prevenção, em lugar sil, trêfi 1r,il estão Cl!l 
dr. repressão", salic·ntou são Pnulo". O Mato Gros­ 
Rabcllo. 	no do Sul, garantiu o Ma 
jcr, cstã entre os que 
m Is se dedicam à prote­ 
cÊo Florestal~ da Natu­ 
reza, com um trabalho dé 
r'clcvãncin rcspeitad(l e 
copindo pelos outros Es­ 
tados. 
Outro objetivo do en 
contro de Comandar.t!!s Flo 
restais no Pantanal i o 
padronização de procedi­ 
mentos à nível nacional, 
para promover a intera - 
çaÕ dos Estados que re - 
sulcará numa melhor fis­ 
cnli.:acão. 
O encaminhamento de 
animais silvestres apre­ 
endidos em outros locnis 
do pa!s para o seu hJbi- 
.., têm um destino certo: "O pescado - 
apreendido vai pnra a institulçÕcs - 
filantrópicos, com prioridade paro 
as creches e asilos", garantiu o 
Major. Segundo ele, o lcglslaçio es­ 
tadual e federal prev~ as doaçÕ0s a 
estas ~ntidndcs. O próprio auto de 
infração, lembrou, tem de vir acampa 
nhado do termo de doação, o que ga - 
rante a transparência da ncào. 
O fruto dns Últimas apreensões , 
de 25 de março a OI de abril, foram 
parans creches do Inrlubrnsil, da Po 
lícin Militar, do Santa Luzia, da 
Moreninhn II, Apae, Asilo São João - 
Basco, Projeto Crescer, Vila Harli e 
Projeto Jovem Penlcl. 
Rr.l'ERENClAL 
tat seria um desses re - 
sulcados positivos da in 
tcracão. 
Para viabilizar 
é· 
Angelo Rabelo: "Temos ótimos resultados nos ülmos ms 
anos'' 
lo, n Secretaria do Meio 
Ambiente (Sema) csté re­ 
estruturando o Centro de 
Reabilitação de Animais 
Silvêstres (CRAS), que 
tem feito esse trabalho 
já há algum tempo no Es­ 
tado. 
CONTE0Do 
sdo os principais temas 
do curso. As negociacóes 
cu:, crtldadus e.'l'.1dl.1is, 
cs problnas d 1,1nas 
de fronteira e as rela 
çdc o:e [bana serão - 
discutido~ no encontro, 
que dará dtre!to a um 
ccrtif ic:ido. 
O :ipcrfclçoaocnto t~­ 
rá ~ cnrgn horária de 
100 horas, coe aulas de 
manhã, ã carde e ã noi - 
te. 
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Municípios do Interior 
Recebem Viaturas 
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CâMIRI É NOTÍCII E INFORMIÇÍO 
DIÁRIO REGIONAL, 
A Câmara Municipal de Dela Vista reali­ 
z0u neta terça feira, dia 05, mais uma 
ssão ordinária, os vereado e apresenta­ 
ram importante indicações, conforme mos- 
tramas ab,1 li:o: •• • 
VEREADOR ISPAEL CHAMORRO DA ROCHA 
,s 
IS 
fte 
to 
o 
tll!!I 
se 
Ao SccrctÍlrio Mu-: 
nicipal de Educnçílo, 
com cópia ao Secretá 
rio Municipal de o­ 
bras, o vereador pc­ 
emedebista solici- 
tou que seja determi 
nada a recuperacio - 
da parto sanitária - 
da Escola Bento Gon 
çalves, na reaião de 
Santa Rita: Israel - 
Chnmorro solicitou - 
também aos Secretá­ 
rios de Educação e 
Obras, que ·detcrmi 
nem a construco de 
banheiros e limpeza 
dos pátios da Escola José Maria 
e colégio são Patrício; 
Tfunbém a limpeza da caixa de gordura e 
O do poço d' água da Escola Clóvis Marcelino 
de Oliveira, no Bairro Cerradinho, foi rei. 
vindicada pelo Vereador Israel Chamorro 
aos secretários Municipais de Educação 
Obras; 
A Prefeitura Municipal, com copia ao Se 
cretário de Obras, o vereador Israel rei-­ 
vindicou o patrolamento e cascalhamento , 
com colocação de bueiros,. na rua que passa, 
entre as chácaras dos Srs. Elder Basso e 
Celestino de Freitas; até a saída princi­ 
pal que dá acesso à Caieiras, no bairro 
Cerradinho; 
' vercdor Israel 
Ch-::Ím.:,rro da nocha - 
Palmiéri· 
.e 
. . 
Vereadora Orlanda Freitas dos Santos 
mo paro proteger a 
encanta do nível - 
superior e que to­ 
das as residências - 
t.cnhilM banheiro□de - 
alvenaria com innta­ 
laçÕe5 sunitúrias a­ 
dequadas. "diz a in­ 
dicação do Vereador. 
Ao Prefeito Muni­ 
cipal , Para qur de­ 
termine a limpeza ge 
ral do pátio dá cr_c= 
che localizada no 
conjunto Residencial 
Dr. Ely de Arauo M. 
Barbosa, "pois s 
mães estão temerosas 
devido a sujeira e 
mato que praticamente estão invadindo 
dependências da creche" dia indicação do 
vereador Marco Rondon. 
"Solicitamos ai,nda, que averiguem o constan 
te mau cheiro que exala, possivelmente do 
banheiro da referida creche. Trata-se de 
problem~ antigo que vem causando desconfor 
to e mal estar das crianças e moradores das 
imediações, " destacou Marco Rondon" 
Em outra indicação ao Prefeito ~unici 
pal, o vereador Marco Rondon solicitou quê 
seja determinado ao .setor competente a· re­ 
cuperação das ruas dos bairros Planalto I e 
11. 
"l situação está crítica em determine 
dos trechos, existindo ruas intransitáveis 
devido a existência de enormes valetas, que 
impedem a passagem de veiculas. 
o _giirro .Planalto está ainda, tomando - 
pelo matagal, deixando com isso, todos os 
moradores do local apreensivos, além de 
dar obviamente, um. péssimo aspecto à área" 
disse o Vereador. 
Em indicação ·ao 
Prefeito Municipal - 
do PMDB solicitou 
que seja viabilizada 
a doação de um ter­ 
reno para a constru 
ção do Clube das - 
Mães do Bairro Agua 
Doce, atendendo as­ 
sim a uma antiga rei 
vindicação das mães 
do citado bairro; 
Ao Prefeito Muni­ 
cipal, com cópia ao 
Secretário Municipal 
1 
de Educação, a verea 
~ora Orlanda solic1tou a reforma.geral da 
Escola Municioal dq lQ Grau Professora Eno 
lv Loureiro lssis. Anexo à sua indicação ã 
vereadora encaminhou oficio do Presidente - 
da Associaçaõ do bairro onde funciona are 
ferida Escola, reivindicando essa reforma. 
vereador Marco Rondon 
solicitou at~avés de indicação ao Pre - 
feito Municipal,· que seja determinada uma 
limpeza geral no conjunto Residencial J - 
"João de Barro", .localizado nas imedia 
ções da Cerâmica.Já-Te-Vi. 
"Solicitamos ainda que o Prefeito que o 
Prefeito dê uma atenção maior àquele lo 
cal, proporcionando melhores condicções ue 
saneamento basico, realizando serviço de 
drer.agem dos terrenos localizados na parte 
baixa do conjunto, fazendo um muro de arri 
Vereador 
Marco Rondon 
Sala das Sessões, 04 de abril de 1.994 
Marco Rondon 
Vereador do PP 
Orelhão para a vila ova 
De autoria da Mesa da Câmara Municipal·, 
foi encaminhada 'ndicação ao Presideqte da 
TELEMS, Estevan Fregapani, e em anexo um 
abaixo assinado dos moradores do bairro - 
Vila Nova, onde reivindicam? instalacão - 
de um telefone públic.o, tipo "orelhão" na- 
- quele bairro. 
No expediente, assinado pelos vereado 
res Fernando de Freitas Elias e Orlanda 
Freitas dos Santos, é considerado o fato-· 
de que o telefone público antes utilizado 
pelos moradores do bairro Vila Nova era 
instalado no côn~unto P.RE'-'JISUL, mas que fo 
ra transferido para outro local, bem dis­ 
tante do qairro Vila Nova, deixando esses 
moradores c~~::;falcados desse inportante serviço 
da TELES. 
O Presidente da Câmara Municipal e a Ve 
readora Orlanda prilreira Secretária reivindica=­ 
ram ao .Presidente da TELES a instalação do te 
_lefone público com a maior brevidade possI 
vel no Bairro Vila Nova. 	- 
lndicaç_ões Vçrbais 
Vereador Roney Moraes Simões 
• Ao Prefeito Municipal, com cópia ao Se­ 
cretário Municipal de Educação, solicitou 
que informem Câmara Municipal porque 
não estão fornecendo os olerite dos pro­ 
fessores da Rede Municipal de.de o me de 
Dezembro. "os professores não sabem como 
icaram seus salários e como fo feita a 
transformação pela URV. Gostaria que o 
Sr. Secretário de Educação no informasse 
obre o assunto, principalmente porque na 
gestão passada, quando ele era vereador, 
foi um grande defensor do .ornecimnto 
dos olerites aos Professores, pela Prefei 
tura tunicipa!" disse o vereador em ua - 
indicação. 
O vereador Roney Moraes Simões cobrou 
também resposta de u:nn indicação anteri­ 
or, onde solicitou ii Prc•fciturn inforrw­ 
ções sobre a reforma de uma casa em ren 
te à Praça A!varo Mascarenhas, "gostaria 
de sa.bêr se a. casa ioi alugada ou compra 
da pela Prefeitura, inclusive o compa- 
nheiro Marco Elias ficou de trazer 
o contrato mas até agora não recebemos 
nada" assinalou Rone~ Moracs ~imõeu. 
Prefeitura Micial 
de Bela Vista 
Portaria NO 013/94 DE 04 DE ~ANEIFO DE 
1. 994 
O Prefeito Municipal de: Bela Vista,F:sta 
da de Mato Grosso do Sul I no uso de suas~ 
·tribuiç5es legais.. • 
PESO1v E 
1 Nomear; para· o cargo efetivo de Fiscal 
de Tributos padrão IV, Classe A referência' 
01 do Quadro Permanente da Prefeitura Muni 
cipal de Bela Vista, Orlando lfonso, a par 
tir de 04 de Janeiro de .1 994, em decorrên 
cia de sua aprovação no Concurso Público 
r"~ Provas e Títulos realizado em 77 de Ju­ 
nho de 1,993. 
Bela -Vista, 04 de Janeiro de 1.994 
Abraão Armoa Zaczrias 
Prefeito Municipal 
Portaria NO 029/94 DE 1? DE JANEIRO DE 
1. 994. 
O Prefeito Municipal de Bela Vista, Es 
tado de Mato Grosso do Sul, no uso de su­ 
a~ atribuições legais. 
E S O L V E 
- Nomear, para o cargo efetivo de Fiscal 
de Tributos padrão IV, Classe A, referên­ 
cia 01 do Quadro Permanente da Prefeitura 
Municipal de Bela vista, João Lídio Centu 
rião a partir de 04 de Janeiro de 1.994,­ 
ern decorrência de sua aprovação no Concur 
so PÚblico de Provas e Títulos realizdo-: 
em 27 de Junho de 1.993. 
Bela VIsta, 12 de.Janeiro de 1.994 
Abraão Armoa Zacarias 
Prefeito Municipal 
_Cometa _Dél Amambay 
·o máximo em CONFORTO, SEGURANÇA e RAPIDEZ. 	, 	-----~_.;. ..... 
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atendimento de primeirissima (serviços durante a viagem: ca- ! 
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nal Rodoviário de Pedro Juan Caballero. 
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1O# IA, 'TRIRUMA DA IVO'VTE.IA 
Pedrossian Visitou Obras em Jardim e Guia 
Lopes e Entregou Subestação de Energia 
O Governador Pedro Pedrosfan e 
uma grande comltfva vlsftou neta e 
ta--feIr lumas obras do Programa de 
Desenvolvimento da Refio Sudoeste c 
entre;ou a substnç@o de enerpta el­ 
trica em Jardim, A chegada do Governa 
dor fof i 08:00 horns no Aeroport~: 
de Jardim. En epu!da, ele vIeltou as 
obras da Cretran, Centro Urtversftd­ 
r fo, a cavam do Proyrama de De;{ave-­ 
lnmcnto,. o llemocentro e nau[ur ou a 
subestaçio e linha de tranmfio de 
vnrrglo clitrlcn, 
M 09:30 hornu, Pcdrosslnn fof pa­ 
ra Gufa. Lopes, onde vistoriou as obras 
da Clretrnn, do Hoepital Regional e 
as casas do Progran de Defavelamento, 
Ao nalr de Guio Lopes, o Governo - 
dor Fcrcorrcu ainda trechos de duns - 
dos mais importantes Rodovias do Esta 
do que o governo ~otã pavimentando: o 
MS/3]9, de 64 km, ligando Guia Lopes 
dn Laguna i Bonito, com 55 km concluí 
dos; e a BR-276, entre Jardim e Porto 
Murtinho, que já tem concluídos quase 
70 km de um total de 173 km de pavi - 
mentnção. Ao encerrar sun visita à re 
gião, o Governador participou de ato­ 
público no Ginásio de Esportes de Jar 
dim, com todas as lideranças locnis e 
regionais, entre eles Prefeitos, Depu 
todos Estaduais, Vereadores e outras­ 
outoridndes. 
O Programa de Desenvolvimento da 
Região Sudoeste é um dos frutos do 
Programa Fronteiras do Futuro, cujo - 
concepção envolveu, na iniciativa do 
Governador Pedro Pedrossion, todos os 
mais expressivos segmentos da econo - 
mia estadual. Para o Sudoeste, o Pro­ 
grama estabeleceu metas básicas, en - 
tre as quais a pavimentação e restau­ 
ração de 480 km de Rodovins, implanta 
cão de 310 km de linhas de transmis: 
são de energia elétricà, construção - 
do Terminal Portuário, em Porto Murti 
nho, incentivos à produçãó e incorpo~ 
ração de mais 800 mil hectares de ter 
ras agricultáveis, incremento da agro 
indústria, diversificação da economi; 
e gerncão de pelo menos 20 mil empre­ 
go diretos. Em pouco mais de um ano, 
o Programa já pavimentou 214 km de Ro­ 
dovias (os investimentos para este se 
tor, apenas em quatro Rodovias dife: 
rentes, são de US$ 94 milhões) e con­ 
cluiu quatro subestações e duas li­ 
nhas de transmissão. com 177 km de re 
de Já em operação. 
A subestação quê Pedrossian inaugu 
rou em Jardim é de 20 MVA e represen­ 
tu Investimentos de L'SS 4 milhões 
082 ml1 65. Ela está areada à ou­ 
tro, empreendimentos que favorecerão 
o deslanche definitivo da econofa 11,a 
crorregfonal, entre as quais duas li­ 
nhas de tranmfsio: a de 12) km (dn­ 
vestimentos de US$ 8 mf1hões 20 mll) 
entre MaracaJu e .Jardim, Ji concluí - 
da, e outra de B8 km (Investimentos - 
de US$ 2 milhões 89 mil) entre Jardim 
e Bela VIta, prevista para ser Im 
plantndn ot; o final do eeu Governo. 
Todo o udoeste - que englobo )7 
Munlc{plos dou m!crorregf~eo Bodoque­ 
na, Dourados e Iguatenf - encorpa ho­ 
je um conjunto de progrnmos de gover­ 
no Pedro Pcdrossian para modernizar o 
processo de expansão econ~mlca e de 
progresso soclnl. São obrao e progra­ 
mas paro os setores de educação, snú­ 
de, hobitocão, segurnnço, transporte 
e de lnfro-estruturil urbano e rural , 
com pavimentação de Rodovias, pon - 
tes, eletrificação rural e o omplin - 
cão dos fronteiras dn economia, ntra­ 
ves das linhas de Incentivo à produ - 
çao e à produtlvidnde, como os progrn 
mas de Novilho Precoce, Terra Viva - 
Fronteiras do Futuro e Leitão Ouro. 
GERAÇÃO DE ENERGIA - 
UMA PRIORIDADE DO GOVERNO PEDROSSIAN 
A inauguração do subestação é a 
concretização de mais uma etapa dos 
programas de modernização e desenvol­ 
vimento. do Estado, com o Governador 
Pedro Pedrossian capacitando o pro 
gresso econômico e social do Sudoes 
te. Paro a região, o Programa de De 
senvolvimento pÕe a geração de ener 
gin como prioridade, apostando na di­ 
versificação da economia e na abertu­ 
ra de novas fronteiras. SÓ no Sudoes­ 
te, já foram concluídas quatro subes­ 
tações (Jardim, Maracaju, Miranda e 
Ponta Porã) e duas linhas de transmis 
são (Maracaju-Jardim, de 123 km e 1n­ 
vestime.ntos de USS 8 milhões 020 mil, 
e Miranda - Fábrica de Cimento Eldora 
do, nn Bodoqueno, de 54 km, com inve~ 
timentos de US$ 6 milhões 0202 mil - 
708). 
No Sudoeste, o Governo executa boa 
parte do Programa Rodoviário Estadual 
que estabelece o pavimentação de 
2.500 km de Rodovias novas e restaura 
das em todo Estado. Pedrossian já res 
taurou o asfalto entre Miranda e Bod 
quena, com 55 km de extensão, e esta 
pavimentando outros 321 km ligando 
Jardim à Porto Murtinho, Bela Vista à 
Jardim, Guia Lopes à Bonito, todos 
com obras em fase adiantada.  
Govern,1dor Pedro l'edros,;lan na visita as Casas do Conjunto "TU!Ulll", do Pro 
rama de Desfave lamento 
O Prédio do Hemocentro de Jardim foi outra obra vistoriada pelo Governador 
Pedro Pedrossian 
1 
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1. 
]. 
Gr 
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131-71 
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Jnrdim e Guia Lopes 
estão recebendo prédios próprios para a Ciretran 
No Ciruislo de _Esportes "TIeo" o Governador e Comitiva foram recepcionados 
Qor centenas de_liderancas_poltlease_simpatizante:s 
, ·. 
Waldcmar Justus, P f i 	-1.':_ ~ - 
re e to .lo e Caetano e Governador Pedross. 
as obras das casas do Programa de Desfavelamento em Guia l.o an, na vlstori~ 
pcs 
Prefeito Pires e Pedrosstan d 
J ~~ =rrnm a fita 1 
energia de_Jard1 	inaugural_da_rubestacão

J0%AI, TRIBUNA DAN FRO!FIEIRA -DIÁRIO RECIONAL 
reta a 
na fofinha Dominique, no dia 4 pp con­ 
tngiou de alegria e felicidndc o 1ar do ca 
lal Juanita e Cléssio Ogliari Parabéns! - 
UNEM-SE EM 
Matrimônio', hoje a noite dia 9, a ex­ 
funcionária do jornal Arlene Barcelos e 
Ramão Gomes Filho. 
Os noivos recepcionarão seus convidados 
com um jantar. Ao novo casal desejamos 
milhões de felicidades! 
GABRIELA VELASQUEZ PEREIRA 
Agradece os telefonemas e cartões de 
cumprimentos recebidos por ocasião de seu 
nat. Entre eles • Dr. Azalea, Eduardo Oca­ 
riz, Dr. Fernando de Freitas Elias, Chicle 
taria, Silvia Escobar Azevedo e tia Jane­ 
Velasquez. 
..... 
CADET{NO B BELA VISTA, O9 DE ABRIL DE 1994 
t .. a. 
O NASCIMEN'l'O 
como 
Anna de Aguiár se destaca 
. 	. 
Isoldinha Weber 
Anna de Aguiar está se destacando em 
sua primeira atuação na telinha, com seu 
jeito de fazer a personagem Isoldinha, a­ 
quela adolescente arrogante,que anda sem­ 
pre de nariz empinado na novela FERA Fe 
rida. Isoldinha Weber, filha da costurei 
ra Margarida (Arlette Salles) e irmã ,dã 
Sgfrida (Déborah Evelin), está ganhando - 
cada vez mais· espaço na trama.O crescimen 
to da personagem já estava nos planos dos 
autores, mas a interpretaçaõ de Anna 
Aguiar acrescentou muita coisa na caracte 
rizaçaõ de Isoldinha "Aquele nariz empina= 
do, por exemplo, eu descobri quando con­ 
versava com os diretores sobre o perfil 
da personagem. Meio sem querer eu fui to­ 
mando aquela postura de metida e eles a­ 
provaram na hora", conta a atriz. 
Na verdade, o perfil de Isoldinha so­ 
freu algumas modificações. Na sinopse,ela 
era descrita como uma moça alta, loura e 
esguia, com uma tendência nata para fa­ 
ser intrigas e muito interesseira. Quando 
Anna passou no teste, o papel foi moldado 
para ela, apesar de· continuar sendo mau 
caráter,a Isoldinha ganhou um toque ange­ 
lical, o que a faz uma vilã que conquis­ 
ta a simpatia do público. Apesar de todas 
as suas maldadezinhas, ela tem um lado ca 
tivante. "No começo pensei que as pessoas 
iam me detestar, mas so tenho recebido ma 
ni?estação de carinho. As pessoas s6 fa: 
1am assim: "Não faz isso com a sua irni;;, 
escuta a sua mãe, ficam me dando conse- 
l , =_ ?s'·@	oenta Anna. 
Projeto· l 
$982± 
D 	[j· 
PARA REFLETIR 
PÂG1N/- 09 
e traze a consciência tranquila, as " 
opiniões negativas efetivamente não te al­ 
cançam. 
Agrícola Fazendeiro Ltda.1 
Empresa em case de expansao admite· - 
Vendedores para at.uar no ramo de lubrii 
cantes na região de Jardim. •·- 
Perfil desejado: 2_grau completo, mo 
rar na região de atuação, veículo pró­ 
prio. Expericncia anterior cm venda bom 
rela'onamento interpessoal, oferecemos 
ajuda de cnsto inicial, comissão mais 
premias. Interessado enviar currículo vi 
al para CX Postal no 170 - Ponta Porá 
S ou entrar em contato pelo telefone 
431-2193 com o senhor Baolarim. 
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1 
1 
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, APRESENTA: . sensacional Show com TNIA ALVES, OSWALDINHO DO 
ACORDEON, DOMINGUINHOS; WALDONYS DO ACORDEON, RENA 
TO BORGUETTI. 
Caixa Econômica Federal 
DIA: 16 DE ABRIL 
HOAARIO: 20: 00 HORAS 
LOCAL: AV. DUQUE DE CAXIAS - Próximo ã Secretaria de Educaçaõ. 
Al>o±o: Deputado Elísio curvo - Prefeitura Municipal 
ORAÇÃO A 
CRISTO 
RESSUSCITADO 
Nós vos bendizemos, Se - 
nhor Jesus Cristo, pela Vos 
sa paixao e corte na cniz -= 
pela Vossa ressureição glo­ 
rosa, que nos dá a certeza 
da nossa prõpri.i ressurrei­ 
ção para a vida eterna. 
Senhor Jesus, fazcl-vos 
presente no mundo de hoje , 
porque ainda existem mul tos 
cegos precisando enxerg.ar.~ 
gs que, de olhos abertos , - 
nao exergan o bem que podem 
fazer, C só faz.cm o mal. 
Existem surdos precisan­ 
do ouvir. são tantos os que 
nao ouve o clamor dos Ino­ 
centes condenados injusta­ 
ente. São tantos os .. que - 
nao ouvec os gritos das vl­ 
tiras das guerras. São tan­ 
tos os que não ouvem o pro 
testo mudo e importante das 
crianç-1.nhas abortadas. São 
tantos os que não ouvem a 
voz da própria consciência 
e se deixam acomodar no pe 
cado e nos vlcios.. - 
Senhor Jesus, faze 1-vos 
presente no rcundo de hoje , 
porqqe ainda existem muitas 
saaritanas cansadas das ã­ 
guas fâceis dos c..-mlnhos da 
vida e sedentas por encon­ 
trar o caminho da "Fonte de 
gua Viva". 
Existem muitas madalenas 
desprezadas pelas ruas da 
amargura, que precisa cho­ 
rar a vossos pe.s para rece­ 
%,"°Per4is ae uttes Peca 
E:xis tem aru! tos lázaros - 
precisando ser ressuscita­ 
dos. Lázaros que se deixa­ 
ra rorrer para a fé, para 
a esperança e para a carid 
de. Lazaros que se de 1xan 
ficar g feder nos senulcro.: 
do desanimo e da descrença. 
Scnnor Jesus, fazei-vos 
presente no rundo de hoje 
para ajudar os que tê ±oá 
vontade; 
para consolar os que sofre, 
para encorajar os fracos,p3 
ra nos fortalecer na-fé,nos 
anLar na caridade e dar - 
sentido à nossa esperança. 
Senhor Jesus, faze!-vos 
presente no mundo de ho}e , 
para que todos o: Moens e 
mulheres vos cnhcça ,em 
vos reia e vos ame...e, 
er vos, aese tanbn uns 
__5aos outros,_coo irios,_e 
tenhar en vos a salva.Aen, 
- 
O envolvi.nento de Isoldinha com Fabri 
cio (Murilo Benício) também não estava - 
previsto na sinopse, mas agora é um dos 
melhores filões da trama na novela. "A 
Isoldinha é muito solitária. Ela não con­ 
eaue se expressar, e o Fabricio pode mu­ 
dar isso", aposta a atriz,que está adoran 
do estrear na TV como urna vilã. "Adoro - 
ser a Isoldinha muito imoral", confirma • 
Anna Aguiar está se acostumando com as 
câmeras agora, mas a sua formação como a­ 
triz é toda.teatral. O responsável pela 
iniciação da atriz no teatro foi Miguel 
Falabella, que dava aulas de interpreta­ 
ção no tradicional colégio Andrews, onde 
Anna estudava.Aos 15 anos ela começou a 
fazer teatro e não parou mais, tanto que 
está agora em cartaz com peça A Bela Ador­ 
mecidá, "Adoro fazer teatro, especialmente 
infatil", conta Anna, que agora está cur­ 
tindo muito também o sucesso na telinha e 
as gravações em estúdio. "Gosto da surpre­ 
sa que é ver o resultado da gravação no vi 
deo, as vezes acho que poderia ter feito ã 
cena de um jeito melhor, e outras vezes 
gosto do resultado. No inicio fiquei im­ 
pressionada com a diferença entre aquela 
que eu via no video e a imagem que eu ti­ 
nha de mim mesma, mas agora já consegui 
me distanciar, sei que quem está lá é a 
Isoldinha, e não a Anna", comenta a atriz. 
O envolvimento de Isoldinha com o gari 
Fabrício ainda vai dar o que falar. Como 
agora tem um trunfo na mão, já que sabe 
que Isoldinha presenciou a armação de 
Maxwell Antenor para cima de sua irmã Fri­ 
da, Fabrício vai utilizar a informação pa­ 
ra conseguir o que quer, começando por um 
beijo, que aliás não deixou de ser aprecia 
do também pela moça. s6 que ela não dá a­ 
braço a torcer, e não perde uma ooortunida 
de de humilhar os pobres de Tubiacanga,in­ 
çlusive Fabricio. Vamos ver no aue vai dar. 
Quando não está trabalhando, Anna de 
Aguiar faz aulas de dança contemporânea, 
musculação, ginástica ou natação, além de 
praticar ioga,meditar e cantar mantras,o 
que faz há quatro anos. Apesar da fama que 
a novela está lhe trazendo, ela pretende 
continuar tendo uma vida particular bem 
tranquila, .poder passear pelo jardim Botâ­ 
nico e curtir a natureza-nos fins de 
semana. 
Edital f e Proclamas 
Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do 
Cartorio de Registro Civil desta cidade 
de Bela Vista-MS., Faz Saberã todos - 
9:1antos o presente Edital de Proclamas - 
virem, que apresentaram os Documentos e­ 
xigidos pelo Art.18o do Código Civil Bra 
sileiro, Incisos I, II, IV e V e preten­ 
dem se casar: 
Heloísa Lageano e Mário Geraldo Bal~-1 
Benites, ambos brasileiros, domiciliaao_ 
e residentes nesta cidade; ele, divorcia 
do, motorista natural de Bela Vista-Ms., 
filho de André Benites e Aida Ba1ta Beni 
tes, ela, solteira. contadora, natural • 
de Ponta Porã-MS., filha de Arcilene Ama 
ral Lageano e Maria Amélia Nantes da Sil 
"2:.•17 .22 se«sr zera»» 
!s., '7 de ANrII de 1 99 
.[ Ja1de Rosa dos S±tos - OfcLa1a Jardim Volta a Crescer-·

• IM, 'TRIBUNA DA FRONTEIAA 
BE A V1TA, " 
lamir os e Canibais 
O Silêncio dos Inocentes 
A Fazenda era imensa. Mais 
de 100 mil hectares, a sede pa­ 
recla uma cidade, a cana, ou me 
lhor, a mansão, de dois andares, 
com bosques, piscinas, quadras 
de voleibol, oaunao, um comple­ 
xo esportivo do fazer inveja a 
muitos Clubes; no Aeroporto, um 
jatinho e dois aviões menores , 
pista asfaltada, na garagem qua 
tro peruas, duas importadas (To 
yota e Mitsubisch), uma F,1000 
e um Jeep Niva. Os caminhões, 
num total de três, viviam rodan 
do pelas estradas da região, f! 
cavam muito pouco na Fazenda. 
Dez funcionários, entre em­ 
pregadas e mordomos, cuidavam - 
da mansão, toda decorada com m6 
veis adquiridos na França e no 
Sul dos Estados Unidos. 
Numa das salas, dois homens 
conversavam: 
- Já te disse Alonso, é pre­ 
ciso administrar com mão de fer 
ro, sem dramas de consciência 
para o trabalhador basta duas 
refeições por dia, o almoço e o 
jantar e digo mais, folgas s6 
aos domingos, nada de feriados. 
E obrigar todos à comprarem no 
nosso armazém, s6 assim podere­ 
mos controlá-los. 
- Eu sei Dr. Rocha, tenho 
feito o possível, mas lá na Co­ 
lônia (onde moravam os mais de 
500 empregados da Fazenda) está 
surgindo um movimento de revol­ 
ta, comentários estranhos. 
balho até às 19 horas. 
Alonso era o Gerente encarre 
gado de tudo, desde o controle­ 
dos empregados à manutenção de 
todo o complexo. 
Cuidava também das lavouras 
de soja, café, algodão e do re­ 
banho bovino, quase 20 mil cabe 
ças. Conversava com o Adminis - 
tiador Geral, Dr. Rocha, o pro­ 
prietário, Dr. Eugênio Martinez 
morava em São Paulo, no Morum - 
bi, raramente visitava aproprie: 
dade, tudo ficava nas mãos de 
Rocha, que mensalmente prestava 
contas ao patrão .. 
Na Colônia moravam os empre­ 
gados da Fazenda "Recanto do 
Sol", em casas pequenas, sala , 
cozinha e quarto; o banheiro fi 
cava no quintal, se podia se 
chamar de banheiro! Não podiam 
ampliar a área construída e nem 
tinham como. Se a familia aumen 
tasse iam se amontoando, pos 
suiam regulamentos impostos pe­ 
lo Administrador, trabalhar das 
06 da manhã às 11 horas, meia - 
hora para o almoço, e mais tra- 
FolJa 
aoo domingor;. Conoullan com o 
médico só nos casos mais qra 
voo, licença médica só com auto 
rização do Dr. Rocha. Os manti­ 
montou eram comprados no Arma - 
zém da Fazenda, a preços supe -­ 
riores aos do mercado, ninguém 
ganhava mais do que o mínimo, e 
o mínimo ali bem menos do que o 
mínimo oficial. Nos finais de 
mês, todos ficavam com débitos 
que eram corrigidos a taxas e - 
xorbitantes. 
Empregados, ou melhor, pri - 
sioneiros, até a morte. 
O primeiro a se revoltar com 
a situação foi um tal de Denedi 
to, um serqipano, pediu demis 
são, depois de passar meses e 
meses economizando para pagar a 
conta do armazém e da farmácia, 
ele, a mulher e três filhos. A­ 
té fome passaram, 
No Recanto do Sol ninguém po 
dia pedir demissão. 
A mulher de Benedito e os 
três filhos continuavam na Fa - 
zenda, a mulher era uma das la­ 
vadeiras, os meninos já estavam 
na roça, o mais velho tinha ape 
nas 13 anos. 	- 
O corpo de Benedito foi en - 
contrado numa manhã chuvosa pe­ 
lo Reis, um dos peões, amarrado 
e com um tiro no peito. Desaven 
ça pessoal, disse o Administra= 
dor. • 
Desde este dia ninguém mais 
pediu demissão, viviam num regi 
me de terror, até guardas arma= 
dos vigiavam os trabalhadores. 
Falava-se entre os Colonos 
que o Dr. Eugênio quando visita 
va a Fazenda, sempre em compa - 
nhia de amigos, pedia a Rocha - 
que procurasse entre as moças e 
meninas, as mais bonitas, essas 
passavam dias e dias na mansão, 
depois voltavam para casa. Mu - 
lheres. 
Era um suplício para os pais. 
Não adiantava escondê-las, era 
pior, haveria retaliações, mui­ 
tas haviam sido levadas na mar­ 
ra. 
Zenaide, uma das copeiras 
ouvira certa vez Dr. Eugênio co 
mentar com' um amigo, um velho­ 
de 70 anos, com olhar pecamino­ 
so - sempre encontro uma flor 
neste mar de lama, nesta pocil­ 
ga, você nem imagina o que é 
pegar uma franguinha caipira e 
transformá-la em mulher! 
Comentava-se também que o fi 
lho do Dr. Eugênio, Paulo, estü 
dante de Medicina na Capital 
por sinal um péssimo estudante, 
quando estava de férias, pasa­ 
va uns dias na Fazenda, gostava 
de fazer experiências com os Co 
lonas. Um horror! 
Este era o clima no Recanto 
do Sol. Que deveria se chamar 
Recanto do Inferno. 
A cidade mais próxima, Rosei 
ra, estava a 50km, um Municí 
pio pequeno, dominado pelos 
grandes proprietários de ter - 
ras. Eles é que nomeavam o Dele 
gado, o Juiz, o Prefeito, mani­ 
pulavam as eleições, não permi 
tiam a criação de Sindicatos e 
impediam a chegada de pessoas - 
que não comungavam com suas i­ 
déias. 
Depois que vários posseiros 
foram mortos, famílias expulsas 
e reclamações ao Bispo da re­ 
gião de que alguns Padres "comu 
nistas" estavam pregando ideias 
esquisitas à população, até os 
Padres foram "transferidos", e 
a "calma" voltara a reinar. 
Na Pequena Igreja do lugar, 
apenas o Padre Richard (um ame­ 
ricano), ficara para atender os 
fiéis, inclusive os do "Recanto 
do Sol" e demais fazendas da 
região, mais conhecida como "Va 
le da Esperança". 
Não "Vale da Esperança", mas 
sim Vale do Esquecimento. 
As autoridades faziam vistas 
grossas às denúncias que chega­ 
vam do trabalho escravo, assas­ 
sinatos, contrabando de ouro, 
urânio e cassiterita. Tudo era 
permitido. 
Os Administradores das Fazen 
das contratavam os empregados a 
través de "gatos", homens encar 
regados de convidar com propos­ 
tas mirabolantes migrantes que 
chegavam nas Capitais, sobretu­ 
do São Paulo e Rio de Janeiro, 
fugindo da miséria e da seca do 
Nordeste. Sobravam empregados. 
Só escolhiam os mais novos, e 
quando contratavam famílias , 
davam preferências as que já ti 
vessem filhos adultos. Os rapa= 
zes serviriam para todos os ti­ 
pos de serviços e as moças te - 
riam muitas utilidades, até mes 
mo servir de pasto aos abutres 
nas casas de prostituição da re 
gião. E também para servir aos 
patrões, evidentemente as mais 
bonitas. 
No Recanto do Sol a vida con 
tinuava. No mesmo ritmo. o Pa = 
trão cada vez mais rico, ostra 
balhadores morrendo à mingua. 
único fato digno de elogios, 
de admiração, .oi a constru - 
cão da estrada, mais de 400 km 
de asfalto, ligando Roseira a 
Capital do Estado. Atravessando 
matas e pântanos, a strada e 
uma obra de arte, Os Jornais no 
ticiaram que todos o Fazendei­ 
ros se uniram par a cons ru 
ção, na verdad• o dinheiro veio 
de um b.nco americano, interes­ 
sado em "promover o progresso", 
no Vale da Esperança. 
Outro fato cue r ·reco regisro 
são as barreiras nesta estra - 
da, ao se aproximarem das qran­ 
des propriedades, os viajantes 
encontravam barreiras policiais, 
o Vale da Esperança tem frontei 
ras, só ultrapassadas por pes - 
soas com permissão para isto. Em 
pleno século XX, o mundo viven­ 
do a plenitude democrática, ali 
o regime é de guerra e ditadu - 
ra, dos vampiros e canibais do 
povo. 
Tudo começou a mudar quando 
Antonio Carlos, mais conhecido 
por Tenho, chegou ao Recanto do 
Sol, vindo de São Paulo. Tonho, 
filho de Zeferino havia ficado 
na Capital Paulista quando o 
pai, a mãe e os irmãos, vindos 
do sertão do Cariri, no Ceará , 
foram contratados pelo "gato" 
Rufino. Tenho ficara morando 
com um primo, operário metalúr­ 
gico numa indústria no ABC Pau­ 
lista. 
Isto já fazia mais de seis a 
nos. Na época ele tinha 19 a 
nos, hoje está com 25, graças - 
aos seus esforços fizera um cur 
so de ferramenteiro, além do co 
légio, era chefe de seção e mem 
bro do Sindicato, um líder sin= 
dical. 
Tonho enviara várias cartas 
ao pai. Nunca obtivera respos­ 
tas. Ficara preocupado. Resol­ 
veu visitar a família quando 
por acaso, na saída de um jogo 
do Corinthians no Parque são 
Jorge, encontrou Maria das Do - 
res em companhia de um rapaz. Ma 
ria das Dores, também do cari - 
ri, havia ido com a sua família 
para o Recanto do Sol. Estava 
diferente, toda pintada, com 
jeitos de mulher dama, mas ele 
a reconhecera. 
Abraços, muitos abraços, sau 
dades, muito o que falar. o que 
contar. 
- E a minha família, Maria? 
Sabe, Tonho, aquilo 1á é 
um 1nerno. 
Vamos ali, naquele bar, vou 
te contar tudo. 
Recanto do· Sol 	Capltuo  
- Estive no inferno, Tenho. 
- Mas como? Fale Maria, fa- 
le. 
Estavam sentados num barzi­ 
nho, perto do campo do Corin - 
thians, havia pedido uma cerve 
ja, convidara o amigo de Maria, 
este se despedira alegando que 
tinha compromissos. 
- Quando saí.mos estava com 
15 anos, já se passaram seis 
anos Tenho, muita coisa aconte 
ceu. Nos primeiros meses ate 
que gostamos, tínhamos casa,pe 
quena, mas era uma casa, o tra 
balho não assustava, pai sem= 
pre trabalhou, e mãe também. 
Meus irmãos foram para a roça, 
junto com o pai, eu e a mãe fo 
mos para a sede da Fazenda, eu 
trabalhava na cozinha, mãe na 
lavanderia. 
- E meus país? 
- Estão lá, mas deixa-me 
contar tudo. Foi depois de se­ 
is meses no "Recanto" que fo - 
mos descobrir, não passávamos 
de prisioneiros, sem direito a 
nada, tudo o que ganhávamos fi 
cava para o proprietário. Meus 
dois irmãos não aguentaram, fi 
caram doentes, o Administrador 
só permitiu que consultassem o­ 
médico quando já não tinha jei 
to. Morreram. Era muito traba 
lho, no mato, pouca comida, sem 
descanso. 
- Mas não reagiram? 
- Reagir como? Eram capangas 
por todos os lados. 
- E sua mãe? 
- Mãe está lá, doente, lava 
roupas, mas não vai aguentar mui 
to, chora todos os dias, reza , 
mas reza não adianta, até parece 
que Deus esqueceú da gente. 
- E os meus pais, Maria? To - 
nho, ansioso, com os olhos bri - 
lhando de revolta, voltou a per- 
guntar. • 
- Olha Tonho, sua mãe está 
bem, é uma mulher muito forte , 
seu pai não, coitado, está doen­ 
te do pulmão, ele trabalhou mui­ 
to com veneno para a lavoura , 
sem proteção alguma, mal conse - 
que andar. Más ele conseguiu fa­ 
lar com o médico que lhe deu uns 
remédios. Vai vivendo. 
E a mãe? 
- Ela, mais o cacula, Ricardi 
nho, é que trabalham e sustentam 
a família e ... 
- E minha irmã , Tininha? 
- Olha Tonho ... 
- Fale Maria, e minha irmã? 
Tininha era o mimo de Tenho, 
a irmãzinha do coração, menina 
linda, ruiva, de olhos verdes , 
uma ternura, muito meiga e cari 
nhosa. 	• -:- 
- Depois que ela ficou com o 
Dr. Rocha, forçada, amasiou-se 
com um peão da Fazenda. Vive - 
lá. Tem_dois filhos. Seu compa­ 
nheiro e o Jura. Um mineiro. 
- Como é isto? Quem é o Dr. 
Rocha? 
- ~o Administrador Tininha 
estava com l4 anos quando ele a 
levou_para a sede, seu pai e 
sua mae_nada puderam fazer. Mas 
ela esta bem, muitas não conse­ 
guem isto, arrumar um amante 
ficar mulher de um homem s6 ' 
transformam-se em putas, mulher 
dama, vao cair na prostituição 
Nem todos os pais entendem, vo­ 
cê, sabe como é, alguns expulsam 
as filhas de casa. Foi o meu ca 
so. 
Tenho estava pensativo, quan 
tos planos a irmã e os pais ti= 
nham antes de sair do Cariri , 
Tininha queria estudar, casar 
na Igreja com véu e grinalda 
nada demais, trabalho honesto, 
casa para morar, alimentação 
estudos, tratamento médico qual 
do precisasse uma vida com dig 
nidaae. Estavam lá, nos confins 
do mundo, vivendo como bichos 
prisioneiros, escravos. 
- Como conseguiu sair? 
- Comigo aconteceu o pior '[ 
~~ primeira semana que estava " 
ar_chegaram vários homens num 
av1ao, um deles era o proprietl 
rio, fizeram uma festa e fui o­ 
brigada a participar. Fui deflg 
rada na sala por um sujeito que 
nem sei o-nome, depois outro re 
usou, e outro. Pai não enten 
deu, sempre foi de gênio dií­ 
c1.l, me expulsou de casa fui 
passando de mão em mão, até pa 
rarna casa de Auxiliadora "D. 
Mimi" uma 	• 
_ . - a casa de prostitui 
ao. Consegui fugir no caminhão 
de uma transportadora de são 
Paulo, no meio de sacas de so 
Ja. • 
- Vocês não podem sair 1ivr 
mente? 
J 
1. 
de R 
cui 
Tor 
port 
mos 
to dc 
sol' 
o p 
Eug 
da? 
- l 
- , 
to, f 
em S 
fo, 
denun 
Empres 
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Vampiros e Canil 
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• 
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Continuação da Pãgina - OJ 
- Níio. Ninguém. SÓ com ordens 
diretas do Administrador, nem 
esmo as putas, todas são origi 
nárias dali mesmo, entre as mo­ 
;as e até mulheres ,casadas que 
larqaram os maridos. 
- E a Polícia, as autorida - 
des da cidade? 
- Perto mesmo só Roseira, lá 
quem manda são ou fazendeiros, 
até a Polícia é controlada por 
eles. E a maioria mora cm São 
paulo, Porto Alegre, Rio de Ja­ 
neiro e Campo Grande. 
- Vou visitar os meus pais. 
Tirá-los de lá. E têm mais, de­ 
nunciarei tudo na imprensa, es­ 
ses cretinos, esses vampiros do 
oanguc do povo vão pagar. 
- Precisa tomar muito cuida­ 
do, prá falar a verdade acho 
que você nem vai conseguir che­ 
gar lá. Tem muitas barreiras. Se 
entrar não vai conocguir sair. 
- E você Maria, o que vai fa 
zer? 
- Olha Tonho, estou morando 
numa pensão no Brás, vou ver se 
ajeito minha vida, arrumar um 
emprego, se não der certo volta 
rei para o Ceará. Por enquanto 
vou vivendo, pelo menos estou 
livre, (aço o que quero. 
Se dcopediraro. Maria deixou 
o endereço. 
Tenho ficou olhando a moça , 
não tinha nada. da Maria que co­ 
nhecera, não, não acreditava que 
pudesse mudar, balanceando os 
quadris, ela seguiu cm direção 
ao ponto de ônibus. Uma prosti­ 
tuta. 
Os vampiros e canibais do po 
vo, os adoradores do deu di - 
nheiro, sem alma, exploradores, 
marcaram com ferro e fogo a me­ 
nina nascida nas terras do Cari 
ri. A sociedade hipócri a e in­ 
diferente ajudava a alimentar os 
vicias criados pelos monstros 
do capitalismo selvagem. Tonho, 
viu quando Maria embarcou no ô­ 
nibus, dando-lhe um último o 
lhar. O adeus. 
Na,outra semana, pediu f. 
rias na empresa m que trabalha 
va, foi ao Sindicato e convidou 
um amigo para viajar com ele a­ 
té Roseira, Carlos, os dois re­ 
servaram passagem até Cuiabá , 
dali seguiram para o "Recanto - 
do So1". 
r 
O Encontro 	Capítulo III 
- Mas, para ir até esta tal 
de Roseira temos que passar por 
cuiabá? - Perguntou Carlos a 
Tonho. 
- É mais prático, Cuiabá é o 
portal da Amazônia, lá podere­ 
a mos colher informações a respei 
to da agropecuário "Recanto do 
Sol". 
- Olha Tonho, você disse que 
o proprietário é um tal de Dr. 
Eugênio Martinez? 
- Pelo menos foi essa a in - 
formação que me deram na Asso­ 
ciação Rural Brasileira. 
- Esse nome não te lembra na 
da? 
- Não. 
- Você deveria ser mais aten 
to, não se lembra da Assembléia 
em Santo André, quando o Rodol­ 
fo, do Sindicato dos Rodoviários 
denunciou o proprietário de uma 
Empresa Transportadora, por de­ 
missões de mulheres grávidas e 
arrocho salarial? 
- Lembro sim, mas o que tem 
a ver? 
- O dono da Empresa, não se 
lembra do nome? 
- Não. Qual era? 
Dr. Eugênio Martinez. 
- Está brincando! 
Falo sério. ta mesma pes­ 
soa. o dono da "Recanto do Sol" 
é também proprietário da Trans- 
1 portadora EM, uma das maiores 
de São Paulo. 
Bem, você deve saber o que 
diz, afinal suas funções no Sin 
dicato, de Relações Públicas , 
oferece a oportunidade de con­ 
versar e conhecer diversos com­ 
panheiros, lideranças de outros 
Sindciatos, no meu setor só en­ 
tro em contato com os metalúrgi 
cos, na verdade o meu negócio 
mesmo é no Jornal do Sindicato. 
Você sabe disso. • 
- Não me venha com descul 
pas, se almeja ser um grande di 
rigente deve observar todos os 
detalhes, obter as mais varia­ 
das informações e conhecer a 
maioria dos crápulas que sugam 
o sangue do trabalhador. 
- Tudo bem, não vamos discu­ 
tir. Qual o primeiro passo? 
- Levantar mais informações 
sobre o Dr. Eugênio, em algum 
lugar vamos encontrar essas in­ 
formações. Temos que adiar a 
viagem. 
- Vamos ver se conseguimos. 
Conseguiram, o bilheteiro,no 
Terminal do Tietê foi compreen­ 
sivo, marcaram a viagem para da 
li a 7 dias, uma semana. - 
Foi fácil. Sobre o Dr. Eugê­ 
nio encontraram as mais diver 
sas informações, o Empresário 
era conhecido, não só dos Sindi 
calistas, também dos políti ::­ 
cos . 
Foi a Nancy, Secretãria do 
Sindicato dos Rodoviários e Ru­ 
te, do Sindicato dos Trabalhado 
res das Indústrias Alimentícias 
que lhes deram relatórios minu­ 
ciosos. O homem era proprietá - 
rio da Transportadora, uma Fá 
brica de Doces, Fábrica de Ca - 
fé, de óleo de Soja e de uma 
Empresa Exportadora. Ficaram 
surpresos. Contra ele só havia 
a denúncia de haver demitido al 
gumas funcionárias que estavam­ 
grávidas e de não aceitar o rea 
juste salarial reivindicado pe­ 
lo Sindicato da classe. Fora 
disso, nada. Muito pelo contrá­ 
rio, só elogios, um Empresário 
precoupado com o social, com o 
bem-estar de seus funcionários. 
As demissões das mulheres e o 
problema dos salários derivou - 
se da ação de um chefe de pes - 
soal, perseguidor, sujeito pre­ 
potente, foi demitido por justa 
causa. 
Um homem muito rico, avesso 
às notícias sociais, não gosta 
de badalações, vive para a famí 
lia, os amigos; sua única dis - 
tração é o Clube e a casa de 
praia no Guarujã. 
Ficamos na mesma, carlos 
será que é a mesma pessoa? 
Tenho, é a mesma pessoa , 
vi o nome na Associação Rural, 
me apresentei como jornalista, 
preparando uma reportagem sobre 
os desbravadores da Amazônia, o 
dono da Recanto é o Dr. Martinez. 
- Estranho! exclamou Tonho. 
- Estranho nada, ou a tua 
amiga mentiu, afinal você disse 
que ela se transformou numa 
prostituta. Ou o bondoso Dr. 
Martinez é um homem de duas ca- 
ras. Anjo e demônio. 
- O mais interessante, nunca 
li nada a respeito dele na im­ 
prensa, é a discrição em pes­ 
soa. De uma coisa tenho corte 
za, Maria não mentiu e admiro 
você fazer esse tipo de comentá 
rios, não é por ser prostitutã 
que a mulher perde o amor à jus 
tiça, à verdade, merecem o nos­ 
so respeito, afinal é a própria 
sociedade a culpada pela exis­ 
tência delas, alto de podrees­ 
tá acontecendo nasquelas ban 
das. Tenho certeza. 
Na véspera da viagem, quinta 
feira de manhã, o redator do 
Jornal "Voz dos Metalúrgicos" , 
Lucas, ficou sabendo da histó - 
ria, se interessou e prometeu 
ajuda. E ajudou mesmo. 
Foi Lucas que descobriu tu­ 
do. Ligado a Pastoral da Terra 
·foi apresentado abo Padre Edinho, 
coincidências das coincidências, 
o padre trabalhara na região de 
Roseira, tivera que sair por im 
posicção dos grandes proprietá­ 
rios de terras. Se conhecia a 
Recanto do Sol e seu proprietã­ 
rio? 
- Aquilo lá é filial do in - 
ferno na terra e seu proprietá­ 
rio o porta Voz do Demônio. 
No final da tarde, Lucas , 
Padre Edinho, Tonho e Carlos 
se encontraram na sede do Sin­ 
dicato. O Padre trazia várias 
pastas. 
Lucas Perch, filho de imi 
9rante alemão e de uma paulista 
nascida em Garça região cafeei­ 
ra; a mãe era seguidora fiel e 
constante da Bíblia, crente; o 
pai de Hamburgo, criado nos es­ 
combros de uma guerra que mar 
cou para sempre o povo alemao. 
Morava sozinho, num dos Bairros 
mais tranquilos de são Paulo, o 
piranga, na Rua Bom Pastor, nu 
ma casa de Vila, desde que o 
pai e a mãe resolveram voltar - 
para o interior. 
Além de ser o Redator do Jor 
nal "voz dos Metalúrgicos", co­ 
laborava com diversas publica - 
, Sões sindicais à noite trabalha 
va numa Editora, na revisão. Um 
homem muito preparado. 
Conhecia a região da Agrope­ 
cuária Recanto do Sol, mas quan 
do ali estivera só havia lugare 
jos e um povo. abandonado. Nao 
gostava de lembrar aqueles tem­ 
Pos de ira, era jovem, pegara - 
em armas e fora para a luta,com 
Ruitos companheiros da Faculda­ 
de. contradições da juventude, 
ideal feito de palha, incendia­ 
do pelo próprio sistema interna 
Cional o mundo comunista ruira 
na onda democrática com a derro 
cada do "Paraíso Vermelho". 
Sonhos da juventude, ficara 
uma grande lição, vale a pena 
lutar, mas a luta pode ser pac. 
fica, no campo das idéias, a l 
ta armada não leva a nada a nao 
Ser o aniquilamento.do homem. 
Não, ai revolução armada nao é a 
Tempos de Ira 
parteira da história, são as i­ 
déias e a união dos trabalhado­ 
res, com esta união surge a 
conscientização, o espírito de 
classe. 
Nos tempos de ira Lucas co­ 
nheceu homens e mulheres, na 
maioria jovens, lutando por tu­ 
do aquilo que acreditavam. Co - 
nheceu a tortura, os limites do 
sofrimento, a decepção, e teve 
períodos de intensa felicidade. 
Foi guerrilheiro sim senhor. 
Exilado voltou ao Brasil com 
a anistia. 
Páginas escritas no passado 
que não gostava de reler. Não - 
se arrependia de nada, houve er 
ros e acertos. 	- 
Ficaram no espírito e no cor 
po, lembranças amargas dos po - 
rões.onde gritos orripilantes ~ 
ram ouvidos de madrugada, jo 
vens de 20, 22 anos, morrendo 
nas mãos de feras que se apro - 
veitaram de um momento para ex­ 
travasarem suas taras; no corpo 
a tortura lhe decepara dois de­ 
dos. Por isto o apelido (que 
não gostava) "Trê_s Dedos". 
Todos os quatro se acomoda - 
ram onde. funcionava a sala de 
leitura da Biblioteca do Sindi­ 
cato qos Rodoviários. Ali pode­ 
riam conversar tranquilamente. 
Vamos aos fatos, padre 
disse Lucas. 
- Estive naquela região. por 
mais de dois anos, além de Ro - 
seira, mais duas cidades inte - 
gramo "Vale da Esperança",Rial 
to e Barbosa, a mais próxima da 
Recanto do Sol é Roseira. Nos 
idos de 72 a 74, vários empresá 
rios paulistas, mineiros, gaú = 
chos e paranaenses adquiriram 
milhares de hectares de terras, 
os nativos da região, pequenos 
proprietários e posseiros, na 
maioria migrantes, foram expul­ 
sos. Formaram-se grandes pro 
priedades. Algumas produtivas , 
outras só para especulaQão. Ali 
e como um condomínio fechado , 
muitos têm até exército oarticu 
lar, aviões sobrevoam as· matas 
diariamente, fala-se que o con­ 
trabando de ouro, cassiterita e 
até urânio é livre. ~ um Brasil 
diferente, onde impera a escra­ 
vidão. Mais de 5 mil pessoas vi 
vem no Vale, as que conseguem 
aenunciar as autoridades o que 
se passa pqr'lá, não merecem 
crédito. A Igreja procurou agir 
dentro do possível, mas temos 
limites, eu e mais quatro pa - 
dres fomos "convidados" a mudar 
de paróquia ... 
- Não vamos entrar· em deta - 
lhes, iremos verificar pessoal­ 
mente as condições existentes· 
você tem um relatório ' 
' - Tenha paciência, Tonho,pre 
ciso lhes dar uma visão realis- 
ta dos fatos, pois ninguém acre 
dita que no Brasil das CPIs,das 
cassaçoes, possa existir o tal 
"Vale da Esperança". 
Desculpe. 
Capítulo IV 
- Formou-se um cartel, hoje 
são mais de 5 milhões de hecta­ 
res, de propriedade de meia dú­ 
zia de empresários, é preciso 
dizer que alguns deles transfor 
maram matas, terras improduti 
vas, em verdaeeiros celeiros,on 
de se produz de tudo, acontece 
que administram como se fossem 
senzalas, não possuem trabalha­ 
dores, mas escravos. Para o Go­ 
verno merecem diplomas e trofé­ 
us, são homenageados, estão des 
bravando a Amazônia. Para o po­ 
vo, para os que trabalham, são 
feitores. 
- E o proprietário da Recan­ 
to do Sol? - Perguntou Carlos. 
- Um milionário paulista,com 
fama de simples e dedicado à fa 
mílias, aos amigos, empresário­ 
admirado e querido, um homem de 
dupla personalidade. Nas suas 
fazendas se transforma, um car­ 
rasco, o pior de todos, contra­ 
ta os empregados na Estação do 
Norte e na Central, através de 
"gatos", leva para o Recanto 
com promessas e adeus à liberda 
de. Leiam com atenção este rela 
tório feito pelo Padre Miguel , 
ele trabalhava na Paróquia , de 
Roseira. 
- Onde está esse Padre Miguel? 
- Segundo informações foi 
transferido para urna Paróquia - 
no interior de São Paulo, uma 
cidadezinha. 
- Leia em voz alta, pediu To 
nho a Carlos.

.... 
-, â m p i r o s e e a n i b a i s 
pó cara, ão mais de vinte dre na Paróquia de Poseira, e , 
páginas! 	te relatório é o relato fiel de 
- 'Temo tempo e paciência, empregados, peões, lavradores, 
lia, repetiu Tonho. 	que consequiram fugir da Agrope 
Carlos iniciou a leitura. cuária Recanto do Sol, de pro - 
" Meu nome é Mique l, fui Pa - priedade do Empresário Dr. Eu9e 
--·------- 
Relato de um Sobrevivente 
 
 
i 
nio Martinez... 
o primeiro depoimento foi 
chocante, tris e, parecia o Ge 
u m judeu sobrevivente d e 	u m ca 
po de concentração nazista, . 
silêncio na sala era de cemite- 
rio, o vento 
las dava 1: 
agoniadas ·m 
dado, liberdade que 
va na Recans do Sol. 
),,. 
al 
da li,or 
falta - 
Capítulo V 
·- Meu nome é Donizete, nasci eleção. 	nas casas. O quintal era peque 
na cidade de Capela Alta, na Poucos ficaram para trás. Só no, mas dava para criar gali - 
Bahia, sa.í de li junto com a mi dois velhos, mais de 70 anos , nhas, plantar alquma coisa. 
nllfl iamíliu, mulher e cinco fi- mas fortes ainda, foram deixa Não, era proibido. Como cuidar, 
lhos, num pau de arara, fugindo dos num albergue. 	se todos na casa tinham que 
da seca, das péssimas condições Em Cuiabá deixamos õnibus, e trabalhar? As crianças menores 
ele vida, qualquer coisa era me- perdemos uma das meninas de Ca- eram deixadas na "creche", um 
lhor do que ficar li, vendo os pela, durante a viagem se cnfe.!, barracão, onde se amohtoavam - 
filhos, barrigudos de doença , tiçou por um dos auxiliares do iguais a animais. Uma velha é 
morrendo dia-a-dia. E a mulher, "contratador", ficou lá mesmo , quem cuidava das criahç<.1:1 a b~ 
magra, olhos sem esperança, fa- não diantou o choro da mãe. o se do porrete. Una desgraceira. 
zcndo milagres na cozinha para rapaz disse que casaria, monta- Sair da Fnzend~ ~~~ proibi- 
alimentar os filhos, pelo menos ria casa numa tal de várzea <lo, nem mesmo p.,ra passear cm 
uma vez por dia. De vez em quan Grande. 	Roseira, a cidade máis próxi - 
do surgia um bico nas frentes viagem sem mortes, e acredi- ma, não tínhamos direito a na­ 
de trabalho, onde se ganhava 2 tem, sem doenças. Deus e Padre <la, recebia-se metade do salá­ 
mil cruzeiros por semana, dava cícero estavam protegendo a gen rio mínimo da região, desconta 
para comprar farinha, carne de te. Até a chegada no "Recanto va-se o aluguel da casa, luz , 
sol, um pouco de arroz e ia se do Sol". 	figua e taxa de reserva - diziam 
vivendo. Melhor, sobrevivendo. Sair do Sertão de Capela, ver que era uma espécie de Fundo 
Foi quando o compadre João , o que vimos durante a viagem , <le Garantia. Só não passávamos 
mais Virgulino, todos de Cape- parecia um sonho, mas a surpre- fome, aprendemos a se virar , 
la, me convidaram para ir para sa maior foi a chegada no "Re - nuitos caçavam, escondidos, po 
o Sul, tinham proposta para tra canto do sol". Quanta lindeza! is também era proibido .l::rél!TOs pris"ie 
balharem numa fazenda, ganhar Era o Paraíso na terra. Ali eiros. 
bem, comer três vezes ao dia, era o céu. 	A Fazenda tinha uma equipe 
escola para as crianças, viver Ficamos em filas, o Dr. Alon de segurança - Policia Rural - 
com dignidade. Fiquei entusias- so se apresentou, era o Geren ~ controlava ·tudo e ã todos,mais 
mado. Arrumei as trouxas e em- te, todos obedeceriam rigorosa- de três reunidos era punição 
barcamos no caminhão de Murilo, mente suas instruções e determi na certa. E esta punição era em 
até São Paulo. Mais de cinco nações. 	dinheiro - multa pela trans 
dias de viagem. 	De longe avistávamos a sede, gressão do regulamento. 
Foi um sofrimento. O cami parecia coisa de cinema, e ou- Todos eram obrigados a assi 
nhão estava lotado. Olha, até víamos, diversas vezes- puni nar uma espécie de contrato de 
fome passamos, mas estávamos• ção para quem se aproximar. trabalho, sem duração, com a 
contentes, e fome não era novi- Fomos alojados na Colõnia ., cláusula de que seria obrigado 
dade. 	por uns dias em barracões, de- a pagar os débitos antes de pe 
Nem chegamos a conhecer São pois tomamos posse de nossas ca dir demissão. Não tinha comÕ 
Paulo, só de passagem, até as sas. Imagina! De material, ate pedir. 	Carlos continuou a ler, ou 
sustava, aqueles prédios, um banheiro com vaso! 	Um grupo de sergipanos ten- tos relatos, todos semelhan 
mundão de meu Deus, de gente e Ninguém cabia em si de feli- tou fugir, numa noite de tem - tes, alguns terrificantes, pes­ 
casas. Fomos transferidos para cidade. Era muita sorte. pestade, sairam pro mato. Nun- soas puras, ingênuas, trabalha­ 
outro caminhão, viajamos mais Na verdade as casas eram pe- ca mais se ouviu falar deles. dores, iludidos por promessas - 
uma semana, só que a viagem me- quenas, cozinha, quarto e sala, Todas as estradas de acesso ã de empregos, trabalho decente, 
lhorou, tínhamos comida ã vonta o banheiro ficava no quintal , Fazenda tinham guardas armados. foram parar num verdadeiro cam- 
de, muitos até cantarolavam. - pequeno tamb~m. Mas tudo de ma- Os que conseguiram ir até pode concentração. 
Numa cidade chamada Campo terial. 	Roseira e lá dar parte na Poli - só não entendo como as au- 
Grande, embarcambs num õnibus , Prá quem vivia em palhoça de eia, ficaram por lá mesmo, os toridades não tornam providénci- 
aí sim, ameninada se divc=tiu, chão bati.do, sentia-se num pala tão presos até hoje. Acusados as? perguntou Tonho. 
olhavam as paisagens com os o cete. · 	- dos mais divdrsos crimes. - A Igreja tem feito denGn 
lhos arregalados, surpresas e Nos primeiros meses tudo foi E .todos os dias levas ele- cias, acontece que os Padres gã 
mais surpresas. Quanta água! E muito bom, trabalhava-se muito, vas de migrantes chegavam, e- nharam a fama de agitadores, 
matas! Quanta fartura! das 06:00 da manhã ãs 07:00 da ram distribuídos nas Fazendas nem mesmo a imprensa acredita - 
Mais duas semanas. noite, meia hora pro almoço. do "Vale da Esperanc". 	h' t • nas as .or1as que contamos, res 
Ninguém fazia perguntas, nin Não havíamos falado do salã- Na Casa Grande, como chamá- pondeu Padre Edinho. - 
guém reclamava, obedeciamos a rio e o rancho era comprado na vamos a sede, aconteciam coi - 	- - Mas o que podemos fazer? 
um homem que se apresentou comn própria Fazenda. Com 3 meses de sas que nem o Demõnio é capaz. o 
· " d " - 	- ra, Carlos, ir lá, formar 
Reis, o contrata or. Em Sao Recanto eu já devia mais de 20 Minha menina mais velha foi ar 
P 1 1 d 
· f .-, 	mos um grupo, pessoal da pesa= 
au o e e eu a n ormaçao, .sem mil cruzeiros. Cobraram atê as rombada por um dos capangas -, d it 	<. .,, 	'a, entrarmos como migrantes e 
mui os comentarias: 	despesas da viagem. 	quando tentei r~clamar, levei 1 
V 
- f t t d 	ª mesmo, prepararmos o pessoal 
- oces oram con ra a os pa Tentei fazer um puxado, que uma surra e multa. Dcpoi·s ela 
t b lh A 
_ .- . 	para uma grande revolta. 
ra ra a arem na gropecuaria serviria de quarto, não, não sr transformou cmmulh~r d?.ma. A A • 
"R t d s 1 	d 	• • 	_ ssim o Brasil inteiro fica- 
""Pi - til..	reiiao mexer- «s 1o x da raznaa racionava 
- ,- - - 
E CULTURI 
o cabaré do Mimi, gente do Dr 
Alonso, os lucros eram racha 
dos, meio a meio, entre Mimi 
Dr. Alonso. Ali se via meninas, 
muitas filhas de trabalhadores, 
até esposas abandonadas. Eram 
ambém prisioneiras. 
Consegui fugir, lií dclxoi r.i 
nha mulher e os filhos, com a 
promessa de voltar. Ainda no 
consegui. Mas tenho fc. Vou bu~ 
car minha família, se Deus aju­ 
dar. 
Lucas, Tonho e o Padre ouvi­ 
ram em silêncio o relato, foi 
Lucas que perguntou: 
- E aí Padre, como é que o 
homem conseguiu fugir e onde es 
ti? 
- Doi•izete tem muita cora 
gem, hoje é protegido da Igre - 
ja, está em Cuiabá, busca 	d e 
todas as formas sensibilizar as 
autoridades, mas ninguém lhe dá 
atenção. Apesar das denGncias, 
ninguém faz nada, foi em alguns 
jornais, não passou da porta. Os 
donos do Vale são poderosos. 
- Mas como fugiu - repetiu 
Lucas. 
- Roubou uma Winchestcr 22 
num domingo de folga, saiu pela 
mata. Passou o diabo, mas canse 
guiu chegar em Cuiabá. Uma ave; 
tura. Não é para qualquer um. 
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