TRIB A DA FRONTEIRA 
111'.l.A VlSTA/MS ANO: 22 	17 DE MAIO DE 1.994 - TERÇA-FEIRA IHRP.TOR: IVAI.1)0 PP.UErRA EXEMPLAR: CR$ 
--- -· 
500,00 
PIRIGUIIO PRESO EM FLIGRINTE PELA PM 
10 TENTAR FURTAR VEICULO DE ADVOGIDO 
) 
O Pnrngunio Eligio 
Villnlbn Freitas, 20 a - 
nos, residente em Bella 
Vista Norte, foi preso 
em flagrante pela Pol{ - 
eia Militar de Bela Vis­ 
to na madrugada do ülti­ 
mo domingo, quando tentn 
va furtar um veículo - 
Fiat Uno, ano 94, placas 
!IRA 4186, de propriedade 
do Advogado Roner Loubet 
da Rosa, que estava esta 
clonado em frente a sua 
residência, no Rua Barão 
do Triunfo, 1450, centro 
da cidade, 
Segundo as informaçõ­ 
es fornecidas pelo Dele 
gado de Polícia de Bela 
Vista, Dr. Renato Cesar 
Pereira, por volta das 
01:30 horas da madrugada 
de domingo, dia 15, a 
guarnição da Polícia Mi­ 
litar, que fazia patru - 
lhamento nas imediações 
do Grêmio Pedro Rufino , 
recebeu comunicação do 
central de rádio de que 
um elemento estaria ten­ 
tando furtar o veículo - 
de propriedade do Advoga 
do Roner Loubet da Rosa: 
de acordo com informaçõ­ 
es passadas à central de 
rádio da PM através de 
telefonema anônimo. 
Imediatamente os Po-· 
licinis Milit.ares se des 
locaram para o 1oca1 G 
surpreenderam o paraguaio 
Elígio Villalba Freitas 
dentro do veículo, cm 
seu poder foi encontrada 
uma faca, usada paro a­ 
brir o corro e uma chove 
falsa, já no • ignição , 
que ele certamente usa - 
ria para dar partida no 
Fiat Uno. 
Os Policiais Milita - 
res prenderam o Para 
guaio e em seguida comu­ 
nicaram ao Advogado Ro 
ner Loubet da Rosa, que 
estava dormindo, os fa - 
tos que por muito pouco 
não culminaram com o fur 
to do seu carro, avalia­ 
do em 6,000 dólares. 
O "amigo do alheio" - 
foi encaminhado à Delega 
c1a de Polícia Civil on­ 
de foi autuado em fla 
grante pelo Delgado Rena 
to Cesar Pereira, • por 
tentativa de furto quali 
ficado, tendo em vista 
que ele estava agindo no 
período noturno e fazen­ 
do uso de.uma chave fal­ 
sa. 
- 	O inquérito policial 
FIUio "IM!alba Freitas. Preso Pela PR cone a 	Já foi instaurado, te 
"mão na massa" 	prazo de dez dias para 
Autor de tentativa de homicídio 
no Paraguai é preso pela Polícia 
Brasileira no Rio Apa 
O elemento Francisco 
W. Menze, 25 anos, de na 
cionalidade paraguaia 
desentendeu-se com Wil - 
son Montfel, também para 
guaio, na cancha de car­ 
reira da vizinha cidade 
de Bella Vista Paraguai, 
no último domingo, dia 
15, por volto dos 17:00 
horas. Na confusão Fran­ 
cisco • Menze efetuou - 
um disparo de arma defo 
o contra Wilson Montiel 
e em seguida evadiu-se - 
do local, tomando rumo 
Ignorado. 
A Polícia paraguaia 
através da suo Comissa 
ria de Polícia, suspei 
tando que o autor da ten 
tativa de homicídio pode 
ria tentar cruzar para o 
lado brasileiro, solici-· 
tou apoio das autorida - 
des da nossa cidade, as 
Polícias Civ,il e Militar 
imediatamente montaram 
n 
um policiamento às mar - 
gens do Rio Apa, patru - 
lhando os paços em que 
o elemento poderia ten - 
tar passar para o lado 
brasileiro. 
A rápida ação das 
Polícias Civil e Militar 
de Bela Vista não demo - 
rou muito para dar resul 
tado, o paraguaio fugitl 
vo foi localizado e 
águas internacionais do 
Rio Apa, surpreendido e 
PERNADA ESPORTIVA EM BONITQ 
E GRAME SHOW! EM CMMWEMORA0 
·AO 01ft DAS MftES 
Para homenagear a 
"Rainha do Lar", sá­ 
bado passado, dia 07 
de maio, às 17:30 ho 
ras, na Praça da Li­ 
berdade, foi realiza 
da uma grandiosa fes 
ta promovida pela Se 
cretaria Municipal 
de Educação e Desen­ 
volvimento Social 
Particular Sagrada - 
Família e demais Es­ 
colas da Rede Municl 
pal de Ensino. - 
detido pela Polícia bra­ 
sileira, sendo logo em 
seguida entregue às auto 
ridades paraguaias, a 
quem.deverá responder pe 
lo atentado contra a 
vida de seu compatriota. 
. A vítima está int<-r 
nda no Hospital S 
Vicente de Paula em Be 
lá Vista, seu estado 
Ínspira cuidados, mas 
J não corre risco 
de vida. 
.Segundo Documen - 
! tos apreendidos no 
escritório do bichei 
ro Castor de Andra 
de, constatou-se que 
cerca de US$. 1 mi 
lhão foi canalizado 
em campanhas eleito­ 
rais, em forma de 
propinas e contribui 
ções ilegais. • - 
ser conclu!do e remetido 
à Promotoria de Justiço 
do Comarca, que deverá 
impetrar o denúncia con­ 
tra EIIglo VIL1alba Fret 
tas, enquanto isso opa­ 
raguafo deverá permane - 
cer preso, à disposição 
da Justiça. . 
O Delegado Renato Ce- 
sar Pereira elogiou a 
rápida e eficiente ação 
dos Policiais Militares 
que possibilitou a prf - 
são em flagrante do ele 
mento, impedindo assim Õ 
furto do veículo de pro- 
priedade do Advogado Ro­ 
ner Loubet da Rosa, o Po 
licial dcstncou também ã 
Importância da colabora­ 
ção da comunidade com o 
trabalho da Polfcfa, mu! 
tas vezes uma simples fn 
formação ajuda muito nÕ 
trabalho Policial, como 
aconteceu nesse caso, a­ 
través do relefonema anõ 
nimo dado à central de 
Rádio da Polícia Militar 
de nossa cidade, possibi 
litando que a P 
colocasse as maos no 
"arrastador". 
Comentário Opinião 
O ESPORTE COMO 
EXEMPLO DE 
COMPORTAMENTO t 
MOTIVO DE ORGULHO 
NACIONAL 
Página 09 
Convite ao· J rabalho 
Matéria na Página 08 
Çomentando 
Página 10 
lojo do Bicio e a Carrão 
cujo programa foi 
composto de "Pernada 
Esportiva", show 
musical, variedades, 
peças teatrais, jo - 
E; MM PAÍS INGOVERNÁVEL 
Lei~t_e __ F_a_1_c_ã_o_._E_s~c_o_1_a_..'.::-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=--=-=--=-=--=-=--=~:...-=:~_:_:-__-_-_·-_~_-_-_~_-_-_-_-_-_-_-_-_~_-_·-_~_:-_:-_:-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_~_-_-~---_-_2_P:á:g~i:·n::ª~-·-_·:::::º:9:::~ 
Uma lista de poli 
ticos, radialistas e 
policiais foi divul­ 
gada, levantando , 
mais .wna vez, a polê 
mica do jogo do bi - 
cho em nosso País. 
O próprio Herbert 
de Souza, o Betinho, 
acabou sendo envolvi 
do no·escãndalo. A 
discussão está em to 
da a parte. Legaliza 
ou não o jogo do bi­ 
cho? O que está por 
trás dessa rede com­ 
plexa de interesses, 
que alimenta desman­ 
dos e corrupção? Pre 
cisamos de serenida­ 
de para refletirmos 
esta questão. Pàg/03 
O QUE MUDI COM O REIL 
sA1A_roo _sons_A_NovA_o pA_pRAsrErRA,_A_vIcoRAR_A_PRrrR_p_1o_DE JU"o FNGmA 0° ] 
-

1. 94 
=''"=; :=::/ti, •• '~) )~!IJ~,f,~l)~A ~Ji'f~'-~•'J~I J~l·A~ ~l) ~/r~n~o ~,•1;,;;· rJ:•~l. ==---==== ~ - - ~1=' ~:.;, :...·a~·; ~~~~-=--~~d~o.::r:_. ~C~o-n---L~e~r~c~i~a~l- 
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439 - 1279 
439 1451 
439 - 1495 
439 1353 
439 1772 
439 1222 
439 1339 
439 - 1261/1447 
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439 - 1151 
439 1121 
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439 - 1351 
439 - 1348 
439 - 1333 
439 - 1243 
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rial, que hoje nrha e­ 
pnco cda vez mnlor na 
mfdfa, fazem lembrar o - 
comedimento de luminares 
do Jornnllsmo, dn orntõ­ 
rl e do Direito,como 
Rul Hnrbosn, Sobral Pin­ 
to, Santiago Dnntns, Gus 
tavo Capanema e Carlos 
Cstelo Branco- o nosso 
Jnf•nquc•clvc•l CaritC'l Lnho. 
F.Hll<'H hompnr; comlHlt J vor:, 
cultos, respeitávels, ad 
ministraram com grande 
sabedoria o patrimónfo 
de credibilidade que an­ 
parlaram em fCrtI1 exIs­ 
t@nela de dedicaco no 
bem público e à defesa 
corajon da verdade, em 
copecinl, nos tempos de 
obscuridndr P intolernn­ 
cin. Foram prudentes em 
Julgar. 
Ao longo do segunda - 
metade do século, com o 
rápida e irresistivé! ex 
pnnsão dos meios e]etrô: 
nicos de comunicação, o 
tirocínio jurídico, n e­ 
rudição, o conhecimento 
do língua, n lucidez, n 
equanimidade, o srso de 
justiço e de respeito à 
integridade moral, mesmo 
do mais ferrenho odversó 
rio, todos esses valores 
sagrados e intangíveis , 
se tornaram filigrnmns , 
meros elementos decornti 
vos da retórico contem-­ 
porãnea. Erigiram-s, na 
televisão, como valores 
da modernidade o charme, 
n dicção perfeita, a e­ 
dução do gesto e do o­ 
lhar. Pretensos formado­ 
res de opinião, atavia­ 
dos e ensaiados para a 
função, metralham o te­ 
lespectador indefeso com 
rajados de ironias, tro­ 
cadilhos e ataques indis 
criminados ao querelado 
do dia, tudo isso com um 
olho nu luz vrrmelhn do 
câmara e o outro nos nu­ 
meros das pesquisas de 
audiência. 
A audiência é o deus 
das mass media e substra 
to moral de suas ações.A 
verdade, unte esse qua­ 
dro de referencia, é a 
nensagem que consegue 
despertar Indignação - 
compunfdu do leitor, ou 
vinte ou telespectdor, - 
que Pncontrn nu nntJr[n 
jornnlíntlcn n entorne - 
cotdiana de suar frus­ 
trações, de wua agrersl­ 
vldadc contldu nos ]iml­ 
tes da aln de jontnr. 
Com espantosa naturi­ 
dade, um pequeno numero 
de comentó'ristas e npór 
teres se refere a cda­ 
dãos colocndos sob sus­ 
peita, porém sem culpa 
formada, sem sentença 
transitada em Julgado,co 
mo "lndrÕe,; públicos" : 
"mafiosos", "criminosos", 
"corruptos", entre ou­ 
tras classificações não 
menos degradantes. 
A gcneroliznçâo, pra­ 
tico corrente, embora 
JrAtimóvel, Jrvo n que, 
em função de um ato ou 
dr um episódio Jocolizo­ 
do, se condrnem PIO bloco 
os poderes da República 
e outrnR instituições pú 
blicns e privados. As fÕ 
lhos humanos individuaii 
são rapidamente atribuí­ 
das às próprios entida­ 
des no seio dos quais o­ 
correram, ou à categoria 
profissional, como um to 
do, o que pertence o cuÍ 
podo por hipótese. - 
A que propósitos ser­ 
vem essas demonstrações 
frequentes, continuadas, 
cotidianos, de intolerân 
cio e maniqueísmo, em - 
direção o prnticpmente - 
todos os organizações le 
gÍtimas do Estado? Que: 
serviço, de mérito mais 
que duvidoso, se pensa 
prestar ao país1 levando 
a cada lar brasileiro o 
descrédito nus institui­ 
çes, sob a forma de sus 
peição indiscriminada, - 
lançado sobre governnn­ 
ces, parlamentares, jui­ 
zes, empresórios,adminis 
trndores, funcionários e 
outros respeitáveis pro­ 
fissões? Todo esse movi- 
mente negativista reite­ 
rado, redundante, veicu­ 
lado de forma corpulsiva 
por alguns (poucos, fe­ 
lizmente) setores da em­ 
presa fnlndn e escrita, 
além de exasperar os es­ 
píritos, semear o desâni 
mo, o peseimlLco, o der­ 
rotismo e a descrença em 
tud<l, incluniv(• no futu­ 
ro, além desses efeitos 
devnutndorea no fubito - 
nnclonal, n quP ruais ser 
ve? 
Atrevo-me fazer cru 
nmence csGan reflexões: 
como um alerta, por es­ 
tar observando que, na 
ânsia de excrcér o saudá 
vcl liberdade de exprens­ 
são, nlgune comunicndo­ 
res desvisndos jÓ com~­ 
çam a ser contestados 
por setores mais atentos 
do opiníào pública - cm 
prejuizo·do credibilida­ 
dr. do clnsse-,que não es 
tão aceitando mas rece­ 
ber, nos noticiários,umn 
informação contaminado - 
de julgamentos, opiniões 
e ojerizas pessoais, so­ 
bre fatos e indivíduos,· 
dando a impressão de que 
tentam induzir o leitor 
ou o ouvinte a se solida 
rize ·.com a ;injustiça de 
um julgamento desinforma 
do e precipitado. - 
A opinião tem espaços 
definidos nos meios de 
comunicação. Portanto, 
não me parece prudente• 
fazer amálgamas de infor 
mação e opinião, confun: 
dindo ~ público e dele - 
retirando n liberdade de 
formular seu próprio jul 
gamento, com autonomia , 
independência e crité­ 
rios insetos. 
Afinal, n difusão da· 
informação, escrita ou - 
falada, não pode ser· um 
poder incontrastável, um 
tribunal de exceção que 
condena sem defesa ou 
mesmo sem notificação, 
Estas palavras são 
uma modesta contribuição 
de antigo profissional 
de comunicação. 
"AFINAL,A 
DIFUSÃO DA 
Augusto Knrgozãb, Jornal.isto, 
Presidência da República 
Segundo Documentos a­ 
preendidos no escritório 
do bicheiro Castor de An 
drade, constatou-se que 
cerca de US$ 1 milhão 
foi canalizado em campa­ 
nhas eleitorais, em for­ 
ma de propinas e contri­ 
----...±O....-----. butcões ilegais. Ua 1is 
ta de polÍticoR, radia 
é Secretório de Comunicação Institucional. da listas e policiais foi_ 
divulgado, levantando , 
mais uma vez, a polêmica. 
em torno do jogo do bi 
cho em nosso País. 
,p•róprio Herbert de Sou 
za, o Betinho, acabou 
Contas em dólar ·seria mensa-fonte de recursos- sendo envolvido no escân 
numa moeda forte. dalo. A discussão esta 
Mas, além dos contos em toda a parte. Legali­ 
em· dólar, o Plano FHC2 - za ou não o jogo do bi - 
deveria aplicar a URV de cho? O que está por trás 
uma ponto a outra no se- dessa rede complexa de 
tor agricola, ou seja,do interesses, que alimenta 
crédito rural aos preços desmandos e corrupção? 
mínimos .. Do contrár-ío, o Precisamos de serenidade• 
agricultor sofre-cá per- para refletirmos esta· - 
das maiores provocadas - questão. Já que estamos 
pelo descasamento dns in sendo sacudidos por tan­ 
dices no Plano Collor.T- tas "revelações" do bas­ 
regularidndes, aliãs,de: tidor do poder no Bra .-· 
tectadas pela CPI do En- sil, não podemos deixar. 
dividamento Agrícola e perder esta oportunidade 
já reconhecidas nosseto para efetivamente passar · 
res do próp~io Governo.- o·País a limpo. Chega de 
Estas duas medidas· - hipocrisias. Encaremos - 
não vão salvar o-Plano , de freüce todos os pro - 
,mas podem reduzir seus blemas. Tenhamos a cora­ 
estragos. O ideal, neste gem de ir a fundo nas 
momento, seria o Governo· discussões, pórque somen 
se engajar na revisão te assim legaremos •• um 
constitucional e promo- Brasil novo às futuras - 
ver uma amplo reforma - gerações.  
tributária e fiscal.Esta. . Em pr.imeito lugar, de 
era, afinal, umas das vemos entender, de uma 
prioridades do Ministro vez por todas, que o 
Fernando Henrique Cardo- maior bicheiro neste Pa­ 
so ao tomar-posse no Mi- ís ê o Governo, que pa 
nistêrio da Fazenda há._ trocina o jogo pÜblico , 
quase um ano. beneficiando-se dos re - 
(Agêncu Plaruilto) . cursos da maioria pobre 
do povo e, em contrapar­ 
tida, autoridades des 
INFORMAÇÃO, 
ESCRITA OU 
FALADA, NÃO 
PODE SER UM 
TRil!UNAL DE 
Contas 
Na tentativa de cor­ 
rigir algumas das muitas 
folhas do Plano FHC2 a­ 
presentei seis emendas à 
l1P 434, que cria o URV. 
Dentre elas, os de maior 
abrangência são a propog 
ta que permite a abertu­ 
ra de contos em moeda_e~ 
trangeira e a susgestao 
para que os contratos - 
pelo crédito rural e os 
preços minimos sejam co 
'1ertidos a URV. 
A possibilidade da a­ 
bertura de contas em moe 
da estrangeira, princi­ 
palrente em dólar, pode­ 
ria contribuir signific~ 
tivamente para abrandar 
a crise das contas exter 
nns do pdís.Projeto meu 
cem este objetivo traml 
ta na Câmar~ desde 1969 
e agora o momento ex­ 
tremarente oportuno para 
que as medidas sejam co­ 
loco.das em prâticn. 
em Dólar 
apenas o reconhecimento 
de uma situação que mais 
cedo ou mais tarde acabo 
ró se impondo. Por mais­ 
que o Governo afirme o 
contrário, n criação da 
URV não possa de· uma do­ 
larização camuflada da e 
conomia. Então, não há - 
razoo para não dar no-. 
mos oo bois. A abertura 
de contas em URV, no fu­ 
turo Real ou dólar,ê 
praticamente a mesma coi 
sn. 
Outra vantagem da per 
missão de contas cm dó: 
lar ê que a medida possi 
bilitnria, a absorção pe 
lo mercado institucionali­ 
zado, de expressivo volu 
me de recursos movimenta 
dos no mercado paralelo • 
HÕ estimativas de que es 
tes recursos representam 
nada menos que US$ 14 bi 
1hões, ou seja, é uma I- 
CONTAS EM DÓLAR: 
SERIA APENAS O RECONHECIMENTO DE UMA 
SITUAÇÃO QUE MAIS CEDO OU MAIS TARDE 
ACABARA SE IMPONDO 
(Agência Planalto) 
OS CULPADOS E OS INOCENTES 
O ira!l todo está ou 
ri,ado, aflito, envergo­ 
nhndo, dnaado do vldo : 
claro, não era para me­ 
no. Só e fala em ver,o 
nha nacional. E tem tG 
gente-corno eu- que, de 
certo formo, 6e sente o­ 
t!□lAtn. Afinal, rstão - 
deRcobrindo oo crimes 
ocultos, estão furando 
o tumor, espreoendo o 
pus e, continunndo nesse 
eubalo moralizador, chc­ 
grão até ao carntcão. 
Pelo que se vem apu­ 
rndo se há no Congrcs- 
so uma minoria de anões 
transgressores, há uma - 
maioria de gente limpo , 
que está cuidando de deu' 
cobrir a verdade, de apu 
rr as falcatruas e sa­ 
near o Legislativo.Vamos 
a eles ! e o que o País 
espera. 
Contudo, contudo! e 
postada: "SI" cu "No". 
E enti a mesa mrcva 
sim ou no, como se os 
palpites do cara fosse 
a própria voz da justl. 
Isso eu sou contra.E 
bora vários dos nomes 
que ele Indicou e te­ 
nham demonstrado como de 
culpados mesmo-ainda me 
parece que não poder1a - 
dar tnl publicidade r 
tal credibilidade ão de­ 
nunc1as ditadas por um 
ladrão confesso, um sus­ 
peito de uxoric!dio, um 
passador de dinheiro fa l 
so e mais crimes de que• 
o acusam. 
Creio que o certo se­ 
rio onotareo-se os nomes 
dos denunciados, verifi­ 
car a verdade ou mentira 
do ncusaçiio, e só depois 
de descobertdos os tais 
indícios veementes par­ 
tir poro acusação públi- 
preciso muito cuidado ca. 
neste zelo inquisitorial A gente pode lá saber 
que se aposta dos que JlC?[ o,q~e vai no coração da­ 
orp fazem o trabalho. da quele homem? Os ranco­ 
policia e ,logo maisJ fa res, os ressentimentos , 
rão o de juízes. ~ preci até mesmo os leviandades 
so muito cuidado. SÓ sol que, aliadas ã sensação 
tar nomes depois que ve- de poder que lhe dó aque 
rificnr que hó sobre la oportunidade de vin: 
eles não apenas alega- gar-se, de_ criar cúmpli­ 
çoes de culpa, mais indi ces; de, dentro do seu 
cios veementes, irrecusã· poço_ de lama em que ele 
veis. Aquela lista do mã não gosta. • 
fioso Fernandes, que fe E a avidez com que a 
pode merecer? Sentado ,à luta politica incita os 
mesa do interrogatório, inquiridores a acusar ad 
advogado.ao.alto,parecia versários que lhe podem 
o próprio anjo do juizo ameaçar a situação .elei 
final, decretando· quem . toral, nos pleitos deste 
era inocente e quem o ano? E certo meninada ir 
culpado·. O interrogador responsável da il!lprensa; 
ia l1mdo ·os momes: "Fula- que quer mesmo é ver o 
no de tal!" E o sujeito circo pegar fogo e pas­ 
levantava a cabeça , nem sande adiante,sem exame, 
pensava, dizia em voz im qualquer insinuação de 
Rachel de Queiroz é Escrltora e membro, do Coose 
lho Editorial de O POVO 
culpa contra o que tal 
vez steju de lo real 
ente li pas. 
Vamos pesr, cm ere 
hc e ever!dde, tod 
os ladroe -anões,ou 
gant.os, quando o de na 
cara os.Processar,botar 
na cadeia, cassar manda­ 
to-fazer tudo o que eles 
. erccc.:-.. 
Mas se merecerem.(Quan 
do merecerem:Nada há " 
mais perigoso e Iníquo - 
do que esses julgamentos 
sumários, feitos no auge 
da pnixiio col•·tlva. 
!ão e pode abrir man 
chete em jornal,declarar 
ao vivo e en cores na TV 
que hÓ "Suspeitnn", "!n­ 
dfc1os", "acuaçôe" con 
tra um senador, u depu­ 
tado ou um ministro. A 
coisa mais perigoso do - 
mundo é quando o Jur.tiçn 
se arrisca n fazer inju~ 
tfças. Lembram-se da In­ 
qufsição?Bastva um Ini­ 
migo aparecer denuncian­ 
do um herético, lã o pu­ 
nha na fogueira. Por sim 
ples denúncia sem provas. 
A politicn é tno peri 
gosa quanto o fanatismo 
religioso. Puro destruir 
um rival,um politico fn­ 
nótico é capuz de tudo. 
Será que todo o mundo já 
esqueceu as atrocidades 
praticadas nos famosos - 
"porões dn ditadura", du 
rante a repressão à guer 
rilha urbana e às conspi 
rações de esquerda? - 
Justiça é muito bom, 
castigo é ótimo: e todos 
clamamos por ambos. Mos 
cuidado:n reputação dos 
pessoas é delicada demns 
poro se pôr nas mãos e na 
boca de qualquer leviano 
ou ressentido. 
O Jego do Bicho e a Corrupçüm 
o 
se mesmo governo apare - 
cem atacando o jogo admi 
nistrado por particula = 
res. Todos nós sabemos - 
que não compete ao Esta­ 
do cuidar de tais negó - 
cios. A finalidade do Go 
verno é gerenciar os 1n­ 
teresses que diz respei­ 
to à coletividàde, tra - 
tando de criar os meca - 
nismos que viabilizem me 
lhorias sociais, procu = 
rando investir na criátu 
ra humana. As institui - 
çÕes públicas estão à 
serviço da comunidade , 
no atendimento das neces 
sidades essenciais q'u'e 
permitem a cada ·cidadão 
levar uma vida digna. 
.Sendo assim, fica di­ 
fícil aceitar que o Esta 
do possa patrocinar e 
jogo, ao invés de voltar 
para essas realizações - 
fundamentais. - 
Além do que, o dinhei 
.ro em poder do Estado e 
_dinheiro dos cidadãos , 
que pagam seus impostos 
e merecem o respeito de­ 
vido. Esse dinheiro deve 
retornar em benefícios - 
sociais e não ser canali 
zado em atividades que 
não condizem com os obje 
rtvos do Governo. - 
Se é então para admi­ 
tir o jogo, que ele· seja 
legalizado e ponto fi 
nnl. A oficialização do 
jogo do bicho, com regu­ 
lamentação bem definida, 
minimizaria a corrupcio 
e a hipocrisia quê rei­ 
nam nessa área, não ha - 
vendo, portanto, condi - 
çÕes para que os políti­ 
cos, juízes, policiais , 
burlem a Lei em defesa 
de interesses obscuros. 
Assim como existem lote- 
rias e outras atividades 
que funcionam â luz do 
dia, o jogo do bicho pre 
cisa deixar de ser tabu 
e ser normalizado de uma 
vez por todas, porque,en 
quanto isso não ocorrer­ 
estaremos cada vez rai 
incentivando práticas i­ 
lícitos e violências de 
toda a natureza. Sem con 
tar a estreita relação= 
entre o jogo do bicho e 
o narcotráfico, que pro­ 
voca a corrosão gradati­ 
va do tecido social, de­ 
grada os costumes, abre 
espaço para a criminal!­ 
dnde, a contravenção, o 
suborno, e todos as i::lo­ 
·rulidades inimagináveis. 
• E claro que • só alcan­ 
çaremos um estágio de 
maior amadurecimento de 
nossas relações sociais 
quando formos capazes de 
uma mudança de mentalida 
de significativa, o que 
não é tão fácil assim. No 
entanto, o nosso esforço 
de ser serpre nesses sen 
tido. Os meios de cornunT 
cação, as escolas, os li 
vros, os debates, deve; 
contribuir para esse no­ 
vo estado de espírito. 
Quando formos capazes de 
deixar de lado os precon 
ceitos e discutir livre= 
mente todos os assuntos, 
buscando viabilizar as - 
soluções possíyeis, con­ 
seguiremos vencer as a­ 
morrâs que impedem o nos 
so verdadeiro desenvolvi 
mente cono cidadãos. 
(Agêoci.a Planalto) 
Va1mor Bolan é Pro 
fessor UniversitÕrio 
Sociólogo 
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?ec!d@rc1a: 251-1659 
Pernada Esportiva em Bonito e Grande Shaw 
em Comemoração ao Dia das Mães 
Para homenagear a "Painha do Lar", sábg 
do passado, dia 7 de mnio, a partir das 
17:30 horas, na Praça da Liberdade, foi 
realizada uma grandiose festa promovida pe 
la Secretaria Municipal de Educação e De­ 
senvolvimento Social, cujo programa foi 
composto de "Pernada E:'.portiva", Show musJ: 
cal, variedade, pecas teatrais, jogrnl,po~ 
sias e coral, com alunos dos colegios esta 
duais Bonifácio Camargo Gomes, Luiz da Cos 
ta Leite Falcão; escola particular Sagrada 
Família e demais escolas da Rede Municipal 
de Ensino. 	• 
Além dos estudantes, foram mobilizados 
professoras, autoridades profissionais li­ 
berais, que proporcionaram um divertido es 
petáculo. 
Advogad_o 
LAIRSON RODRIGUES BUENO 
OAB/MS 3.050 
CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS 
Rua Dr. Corra,380 - FONE: (067) 287 - 1129 
CEP: 79.280-000 
PORTO MURTINllO - MS 
"PERNADA ESPORTIVA" 
Para a realização da 'Pernada Esportiva" 
foi elaborada uma cartela tipo "Loteria Es 
portiva", com treze duplas, que foram as 
seguintes: 1 - Cleuza (Pestalozzi) x Tere­ 
za (Vila Machado); 2 - Cida (Honorato - 
Jacques) x Eny (João Alves); 3 - Carmem 
(Falcão) - Lecir (João Alves); 4 - Ruth 
( Cohab) x Ce lia (Vila !!achado) ; 5 - Mar li 
GIL MARCOS SHUT 
VILMAR DE AVILA 
ADVOGADOS 
CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS 
BONITO-MS 
TEL-;:255-1313 
RUA CEL. PILAD REBUA, 1866 
Fisioterapia e. 
Reabilitação 
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4 Convênios: UNIMED, PNCO DO PRASIL 
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CONSULTCRTD: Rua 1? de aio,S/? - FOE: 251-1696 
REI3ENVIA: Nua Dr. Ary Coelho de OI'wclra,880 
FOIE· 251-2563 
JARDIM - 
- -· - - - 
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CIRURGID 
DENTISTA 
HELENA ROSA DE OLIVEIRA 
CRO - MS - 1773 
Rua Vereador Artur de Oliveira,860 
- ·, 
1 
FONE: (067) 435 - 1367 
-l. 
i • 
r 
ATENDIMENTO DE ADULTOS E CRIANÇAS 
, 
1 
ANTONIO JOÃO - MS 
ASPECTO GERAL 
Estiveram presentes o prefeito José Ar­ 
thur Figueiredo e Primeira Dama ora. Vera 
Lucia G. Figueiredo; Juiz de direito Dr. - 
Jairo Luiz Quadros e esposa; vereador BOB, 
Paulo Rezende, Geraldo Marques e Ricardo - 
Ancel Alves; secretários Municipais,outras 
autoridades e urna verdadeira massa popu­ 
lar. 
Inicialmente, houve a celebração de cul 
r-,,--,-----------=-------.tos eucumênicos pelo Padre Francisco Zanot 
V O g a d O S 
ti, da Paróquia de São Pedro, e pelo Pas­ 
tor Edelson, da Igreja Monte Sinai. 
A "Pernada Esportiva" levou o povo ao - 
delírio e teve gente que quase perdeu a 
"calça" durante o trajeto. 
Os treze vereadores foram: José Arthur 
Figueiredo, Vidaneis Candido da Silva, Jo­ 
sé Anesi, Paulinho Resende, Natividade, Le 
nita, Célia, Lecir, Eny, Tereza, vania, Di 
lene,Marli e Ruth. 	- 
Em seguida houve uma "penca",.onde todos 
participaram e houve alguns tombos. 
SHOW ART!STICO 
Daí por diante as comemorações passaram 
para o palco, onde houve as premiações dos 
vencedores do certame, bem como homenagens 
à Primeira Dama do Município Ora. Vera Lu­ 
cia pelos bons serviços que vem prestando 
para melhorar a condição de vida dos mais 
humildes, crianças e idosos; mãe mais ido­ 
sa, mais jovem, com mais número de filhos 
e com maior número de filhos adotivos. 
As crianças apresentaram peças teatrais,-· 
poesias e coral e houve um grande Show mu­ 
sical animado por um conjunto contratado - 
pela Prefeitura. 
Estão de parabéns os representantes dos 
colegios estaduais Bonifácio Camargo G:rres, 
Luiz da Costa Leite Falcão, escola particu 
lar "Sagrada Família" e demais escolas da­ 
Rede Municipal de Ensino, que se empenharam 
na bonita festa em homenagem à "Rainha do 
Lar". 
Representante 
m 
l"i"_ LAGOA DA SERRA 
~, ~ Inseminação Artificial 
. , T.eRCIO KOSE! IkENE DAMASCENO 
Médico Veterinário CRMV MS 1069 
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Escritório: Rua Cândido Garcia de Souza 
No 775. 	Fone:435-1322 
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Advocacia 
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DR. HÉLIO RUI2 
KARAI TUJH 
PUA IA4 DE MAIO,470 
FONES: 251 - 1012 ou 25.1 - 2424 
JARDI!o! - MS 
(Sagrada Familia) Eliz (Pestalozzi); 6 
Dilene (coordenadora) x Vera Tania (BC); 
7- Poane (PCG) Lnita (COi!AB); Va- 
nia (polo) x Ana Marcia (Vila America), 
9 - Neiva Hionorato Jacques) x Natividade 
(Falcão); I0 - Vidreis C ndido da Silva 
(Secretário Municipal de administração) x 
Luiz do Nueci~ento (Sccretãrio Municipal 
de agricultura); 11 Jog6 Arthur (prefeito) 
x Roberto Rcccn (Assessor. do prefeito); 12 
José Ancz i (Advogado) x Aparecido (Advoga­ 
do); e 13 - Ricardo (Vcre11dor) x Paulir.ho 
(Vereador). 
Cada cartela foi vendida a mil cruzeiro:; 
reais e ninguén fez "13 pontos", As doze - 
pessoas que fizeram "12 pontos", receberam 
ada una delas vinte e cinco mil cruzeiros 
reais. 
Dna. Rosangela M.S. Rubio, fez somente 
um ponto e ganhou cincoenta e dois mil cru 
zeiros reais. 
FEIRA DE ARTESANATO 
No dia anterior, também na Praça da Li­ 
berdade, a Secretaria Municipal de Educaçã:, 
e Desenvolvimento Social, realizou urna mo­ 
vimentada feira de artesanato, que reuniu 
os principais artesões do município, que - 
além de exibirem seus trabalhos, tarbém os 
vendiam para os interess~dos que quisessem 
presentear suas mães com artigos típicos - 
fabricados manualmer.te no município. 
Edital de Proclamas 
Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do 
Cartório de Registro Civil desta cidade 
de Bela Vista-MS., faz saber a todos - 
quanto o presente Edital virem, que apre 
sentaram os documentos exigidos pelo ar. 
t1qo 180 do Código Civil Brasileiro, in­ 
cisos I-II-III e IV, e pretendem se ca­ 
sar: 
Paulo Osvaldo Loubet Cardoso e Rosi 
ne.ide Aranda Vera, ambos, brasileiros. • 
solteiros, domiciliados e residentes nes 
te município de Bel Vista-Ms., ele. ca 
pei ro .- filho de Osvaldo Ramão Cardos e- ~ 
de Elvira Loubet Cardosc, ela, lin°s do 
lar, filha de Simão Arguelho Vera e de - 
Altivia Arnda Arguelho. s e alun c o u b e r d e a 1 
gun Inpedirento que se oponha na forma dz leí., 	- 
E.·1 Veta-'S., 1l de mo de 1.99 
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! ,, Campanha do Agasalho ~,! 
0amor aquece 
l 
• o d co·-unidadt• !}r•J, v1~~- n,;e, 1 
ccn 1ec1men ' 	. 
1 
sob 
o l.:?n,;;a:-cnto da Campanha do AJ.a v, ·• 
o ,;Jogan: "O Acor Jquccc", orq,1:11~,1eia ?: 
la lr,roci acão Pombas Branca, da l i 1 ° O 
fiu ~ SeJ ch~-r~o-!ê •, co:--
1 o üpoio do 
Lions Club. 	. cJ 
A Campanha será organizada atraves " 
um sho·,., Bcnc[iccnlc co:1 col .. hor.t1,;,'!? ~,· 
ArtíGtas locnis à realizar-se no Cina 
sio de Csoorces, no dia 22/05/' 4, a par­ 
tir das 14:00 horas. 
O convite scrii a do:içâo óc un agas •• 
lho, rouoas uoadas, sapatou e cobertores, 
que posteriormente serão doadon as pcs - 
soas carentes. 
Objetivo da Campar:ha: -"~ci:;pcrt-.ar o 
sentimento de Amor ao proximo, fazendo 
manifestar a Lei: "Dá e receberás" e 
conscientizando as pessoas do sentimcnlo 
da unidade com o semelhante. 
Contamos com a participação de cntid~I 
des, pessoas voluntárias e os meios 'de 
comunicações locais. 
A todos que nos ajudarem na organiza­ 
ção desse evento, os nossos sinceros a - 
gradecimentos. 
Associação Pombas nrancas - 
Seicho-No-Iê 
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N·ova Vida 
Secos e molpados, armarinhos em ge­ 
ral, gás de cozinha, tecidos, calçados 
ioupas feitas. , 
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10PMAL, 'TRIRUA DA FRONTEIRA 
o 
O QUE MUDI COM O REIL 
m" 
ATA DA - A no- 
[ va moeda 
o Real - 
d'é. (R), que 
· • • ,: ,,. uubctitui- 
rã o cru - 
zeiro Real (CR$), en 
tra em viqor no dia 
1o de Julho. Ea 
: oubr.Lituição marca a 
terceira fane do pla 
no de estabilização 
cconômicn. Obocrvo - 
DO que os valorou do 
rcnl oerâo grnfadou 
· .r,rcccdidou do· símbo­ 
lo R$. 
ser 
OUTRAS APLICAÇÕES 
As conta correntes 
e as aplicaçóot se - 
rão transformada au 
tomaticamente em roe 
is na noite de 30 de 
junho. No tocante às 
nplicnçõcu finnncei­ 
ras, nada muda por 
enquanto. A partir - 
de 1o de julho, os 
jurou nominais vão 
cair bastante porque 
n inflação tnmb6m 
vai baixar rapidamen 
t:e. / rentabilidade­ 
dos fundos e da pou­ 
pança vai refletir - 
essa queda. 
'TROCA - A troca 
de cruzeiro real por 
real será feita a 
partir de 1o de ju - 
lho, exclusivamente 
nas Agências Bancá - 
rias. Os bancos tra­ 
balharão uma hora a 
mais por dia, duran­ 
te 15 dias, atenden­ 
do a clientes e não­ 
clientes. O prazo 
que é de 15 dias cor 
ridos, poderá 
prorrogado. 
DÕLAR ~ Ao que tu 
do indica, se o Real 
for lastreado no dó­ 
lar a partir de 10 
de julho, a variação 
cambial deve ser in­ 
terrompida por algum 
.tempo, pelo menos a- 
té às eleições, para 
segurar a inflação. 
Nesse oeríodo fica - 
ria mantida aparida 
de de um por um en 
tre o dólar e o real. 
O câmbio fixo também 
manteria o dólar no 
paralelo parado. 
INFLAÇÃO - A in - 
flação real tende a 
ser baixa porque os 
salários, as tarifas 
públicas e os preços 
da economia converti 
dos na nova moeda­ 
·deverão permanecer - 
estáveis durante 12 
meses. Nesse period~ 
eventual inflação 
tende a continuar 
sendo apurada pelos 
Índices já existen - 
tes como IPC-Fipe , 
IGPM-FGV e IFCA-IllGE. 
SALARIO - O salá­ 
rio mínimo, cm 10 de 
julho, deverá ser de 
R$ 64,79 em todo o 
Pais. Isso porque no 
início a nova moeda 
deverá manter a pari 
dade com a Unidade= 
Real de Valor. como 
o mínimo vale 64,79 
URVs, este deverá 
ser o seu valor 
conversão para 
real. 
POUPANÇA - O ren­ 
dimento da Caderneta 
de Popuança continua 
rá sendo calculado= 
sem mudanças para a­ 
plicações feitas até 
o dia lo de junho 
correção idêntica à 
TR mais juros de 
0,5% ao mês. O Banco 
Central admite que 
na 
o 
cAHTÃO nc cnP.orro 
- Os cartões de cré­ 
dito caminham para 
uma maior aceitação 
no mercado. Com a e 
tabilidado cconómi = 
ca, O comércio não 
deverá ter ónuu com 
o recebimento da ad­ 
miniotradora do car­ 
tão até 30 dias após 
a venda. As faturas· 
já vêm em URV. A par 
tir da implantação= 
da nova moeda,passam 
a ser cm reais: As 
dívidas serão conver 
tidas automaticamen­ 
te de URVs para rea­ 
is. Por exemplo, se 
vocr. tem um débito - 
de 30 URVs, passa a 
dever R$ 30,00. 
CREDIARIO - Dê 
preferência aos pla­ 
nos em URV porque há 
um equilíbrio com os 
salários. Evite cre­ 
diários com valores 
prefixados ou corri­ 
gidos pela TR. Mas, 
os prefixados deve - 
rão se submeter a 
uma tabela de defla­ 
ção a partir de ju - 
lho. 
JUROS - O mercado 
financeiro espera um 
aumento das taxas de 
juros reais (acima - 
da inflação), chegan 
do a 4% ao mês (609 
ao ano). A intenção 
é impedir a explosão 
do consumo. 
SEGURO-DESEMPREGO 
-- As faixas dos valo 
res do seguro-desem­ 
prego serão converti 
das de URV para real. 
Fal ta saber, porém, 
como será a atualiza 
cão dessas faixas se 
a inflação não se 
estabilizar. 
APOSENTADORIA - A 
partir de 1? de Ju - 
lho, as aposentado 
rias e pensões deve­ 
rão ficar congela 
das. Não há na medi­ 
da provisória que 
cria a nova moeda me 
canismo que garanta­ 
ª reposição de per - 
das para os benefici 
os previdenciários. 
Como os aposentados 
e pensionistas não 
possuem data-base,os 
henefícios superio - 
res ao mínimo estão 
sem nenhuma prote 
cão, caso a inflação 
Reacelere após a 
criação do real. 
CHEQUES - Os che­ 
ques continuam sendo 
emitidos em cruzei - 
ros reais. A partir 
de julho, quando en­ 
tra em vigor a nova 
moeda, passarão para 
reais. Mesmo assim - 
será definido o pra­ 
zo de aceitação de 
cheques ainda em cru 
zeiros reais na vi • 
gência do real. Os 
pré-datados devem 
sei evitados se o 
vencimento for para 
após o dia 10 de ju­ 
lho. 
na passagem para o 
real o critério deve 
mudar e o rendimento 
poderá ser calculado 
por uma TR pro-rata, 
ou seja, proporc..:io .­ 
nal O Mas, o Governo 
deve divulgar, até o· 
dia lo de junho, a 
noma forma de cãlcu­ 
lo do rendimento da 
Caderneta para que o 
poupador não seja pe 
go de surpresa. 
CONTA CORRENTE 
ALUGUÉIS - Os con 
tratos de locação 
que já estão em Uni­ 
dade Real de Valor - 
passarão par; o real 
sem nenhuma outra al 
teração. O que ainda 
está faltando é defi 
nir como será feita­ 
a conversão dos con­ 
tratos que ainda es­ 
tão em cruzeiros rea 
is. 
CASA PRÕPRIA - As 
prestações e saldo 
devedor deverão pas­ 
sar direto de cruzei 
ro reais para reais. 
Os reajustes e a pe­ 
riodicidade, devem se­ 
guir o contrato. 
PREÇOS - Os pre - 
ços tendem a estar 
expressos em URV até 
o dia 1 de julho 
quando então serão 
automaticamente con­ 
vertidos em real. A­ 
pós a mudança, devem 
permanecer estáveis 
E· durante 12 meses. 
não haverá mudança». i.o Bancário (CDB)­ 
A mensalidad em IRV m on 1,2% (defla 
passarão automatica- tr), Ceso o infla - 
mente para real e d ção caia a zero com 
rante 12 meses (a cn o real e, por cone­ 
tar da data da ai- auncia, os investi­ 
natura do contrato) dores passem a não 
não serão reajusta - adquirir mais os 
das. Já as presta - CDBs, o Governo pre­ 
ções dos contratos vê a utiliza,ão dos 
antigos (anteriores CDIs - papéis negoci 
a 15 de marco) serão ados entre os bancos­ 
expressar; cm !JRV a para cálculo da TR 
partir de julho. CONTRIBUIÇÕES l 
ESCOLA- As menSa PREVIDENCIA - Os va­ 
lidades em URV serãÕ lores da tabela de 
automaticamente con- recolhimento da con­ 
vertidas para o real. tribuição previden - 
Contudo, nada qaran- ciária deverão pas - 
te que ficarão congc sara ser expressos 
ladas em URV e, mais cm real a partir de 
tarde, em real por 1o de julho. Ainda 
um prazo de 12 ireses, não está definido se 
conforme é previsto haverá atualização - 
para os demais con - de débito a partir 
tratos. • do primeiro dia útil 
do mês até o venci - 
IMPOSTOS - Sem 
mudanças por enquan­ 
to. Continuam indexa 
dos à Unidade Fiscal 
de Referência (Ufir). 
O valor da Ufir deve 
rã ficar congelado a 
partir de l de ju­ 
lho. 
TARIFAS - AS tari 
fas públicas, excctÕ 
combustíveis, passà­ 
ram a URV em 10 de 
Maio. Combustíveis - 
deverão estar em URV 
ainda este mês;· na 
bomba, o preço em 
cruzeiros reais deve 
rá ser reajustado se 
manalmente, pelava= 
riacão da URV. Em 10 
de julho, valores em 
URV passam diretamen 
te para real. As ta­ 
rifas não estarão 
congeladas no real. 
Assim, terão reajus­ 
te, se necessário. As 
passagens aéreas tam 
bém já estão com Õ 
preço em real defini 
do, pois foram con 
vertidas em URV no 
dia 10. 
CONTRATOS EM GE - 
RAL, - Podem ser rene 
gociados para URV 
com acordo entre as 
partes. Caso contrá­ 
rio, serão converti­ 
dos obrigatoriamente 
para o real em ju 
lho, segundo regras 
previstas em Lei e 
por enquanto desco - 
nhecidas. 
os 
mento, como ocorre - 
hoje. Também não se 
sabe como as faixas 
de recolhimento da 
tabela serão corrigi 
das. 	- 
IMÓVEIS - As men- 
a!idades dos finan­ 
ciarntos expressos 
m números d UPV fi 
carão l reses cem 
ter reajust, a par­ 
tir da data da assi­ 
n. tura do contrato , 
ris saldo devedor 
continuará tendo cor 
rcção mensal pelo In 
dice definido em con 
trato (IGP, IGP-M oü 
INCC). No final dos 
12 meses a evolução 
do índice contratual 
será comparada a eva 
lução da URV e dÕ 
real no período. A 
diferença será paga 
pelo comprador ou 
compensada na mensa­ 
lidade pela constru­ 
tora. Para os contra 
tos antigos, cujos= 
valores continuam em 
cruzeiros reais, não 
há nenhuma altera 
cão. O setor aguarda 
a norma de conversão 
do Governo para m1e - 
xer nesses financia­ 
mentos. 
----==--============ 
TAXA REFERENCIAL­ 
Quem tem dívidas em 
TR poderá enfrentar 
problemas com entra­ 
da em vigor do real. 
Para evitar a deman­ 
da por consumo nos - 
primeiros meses com 
a nova moeda, o go - 
verno deverá lançar 
mão da politica de 
taxas de juros eleva· 
das. E'a TR refleti. 
rã instantaneamente 
essa alta. Ainda não 
há definição quanto 
as mudanças na forma 
PLANOS DE SAODE de cálculo da TR. A- 
Para quem adquiriu o tualmente ela é cal­ 
plano de saúde a par culada com base nas 
tir de 15 de marco, taxas pagas pelos 
ANTONIO JOÃO MS 
Notícias e 
Coméntários 
RESPONSABILIDADE DE DIRCEU ALVES PROMOÇÕES 
kP"R 
SEGUROS - Esse se 
tor não indexou 
seus preços à URV 
porque a conversão - 
não era obrigatória. 
A Medida Provisória 
NO 482 deixou a car­ 
go do Conselho Nacio 
nal de Seguros Privã 
dos a mudança. As 
mensalidades, portan 
to, continuam corri- 1 
gidas pelo Indice - j 
Diário da Taxa RefP.- 
1 
rencial (IDTR), mas 
o Governo quer dei- l 
nir as normas de con Coopanheiros e Coopanheiras Ruralistas d 
versão do seguro na [nicípto de Antonio João-Ms. 	' 
segunda quinzena des 
te mês. 
Venha você também fazer parte do quadro de 
Amizades e ~e 'J't:!balho sério que esta Equipe de 
Diretores vem desenvolvendo para t ..-- 	:razer muitos 
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Já estamos atendendo de 15 a 30 tr b lh d 
di i 1 	° ª a ores 
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para que esta entidade traga até vo - Hryrais. E 
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raçao de todo os Médios e p preensao e colabol 
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Esportiva Belavistense, durante o período de 
1 de ja_neiro a 5 de abril de 1994 
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Doc, n 02/: w rx:te da incrtço c 
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- T'3n d» ragirtro n copatiçoo,,···· 1.2.0,00 
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Doc, 03,9$ - Tx:r orpselai,«······· 1.750,00 
5,0 • rIUYTS_FTPECIM1SI 
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do d~~poo1:1.o ..... ,. , ..... ! ...... ., .. .. . . 108.054, 50 
1,o+ nrrrgnnyfyyA1 
1,1 .. l!aterhl do pedientot 
-Doc, n 0l/94 a 0J relativo a dus- 
porne coa material p/ ada,».····.» 1l,131,) 
l2e_D[yj7o do r-der 
vcc. n? 5ãji;vis G al d: vote 
porcntul a s 'boas »··········. 1M7,12,"J 
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ITIVO 	PISSIVO 
1.0 r.OC!ITJS ORDlNMlJS •••••••••• 1.042,015,00 
2.0 • TJll(AS & ttl!llS/LIDID&S ••••• ,.... 419:930,30 
3, O • DOAÇÕES E D0111TIVOS • • .. • • .. • • 51. 900, 56 
4,0 • CJllTilUS ••••••••••••••••••••• 524,70~,17 
5.0 • OPEIUIÇ'ÔCS CSPEClJISI 
5.1.• nw.,cce ••••••••••••••••••• 
5,2, Particulro3 «·········».. 
•Valora a&r corri9ido. 
11.096,. 5 
120.550,<1 
I.0 DESPE'AS ORLINr,» •••••••• l.021.462,48 
l.2.- DIvlado Rand •.••.• 416,744,30 
2.0 CllllTlNIIS 	211.co~.~o 
3.0 ESTADIO lll/UIC.:IPIL. • 211. ,~2 ,02 
J.2.• ttaterial oor ... a.uanto •.•. 
5. O • JU:SfC!lS/!lll.lOJDC:l 
5.1.• C.::.ixe ••••••.••••••••• :. 
6.o " 111',J::UIL csronnvo . 
60,200,00 
2,249.373,2G TOTAIS 	2.2-19,373,25 
Ot:51 Tl'DO' os DOC i-.1:NTOS QUE COMPÕEM ES'IZ .JUllÇO DICaiTR/!1-$E Ã 01sros1ç,"lo D!! IOTORIO:OCJ, DIIUGI:r.T.t:3 DE 
cn;.;u. • FOIUl":CEDOJU:S, COLJDORADORXS E 'U)DO JQUBU: ous TENIIA MOTlVOS flM VERIFICAI • 
_/,~@ ------- · BI:L.' VI:ITl IIS 	• 	• 
........ _.-----·: -----;:::::"' 
------...--- 
• •soa» Gluuey-na 
/ , ___ 
OBS: Neste• Balanço não estão registrados os números da Campanha da Casa do Atle 
ta 
A 	A 
UM PAIS INGOVERNAVEL 
A proposta do Relator do 
Congresso Revisor, Deputado 
Nelson Jobim (PMDB-RS), de 
encerrar os trabalhos • da 
reforma da· constituição ·tem_ 
desagradado as principais - 
lideranças empresariais do 
Pais. 
Segundo t1ário Amato, Pre 
sidente da CNI - Confeder~~ 
ção Nacional da Indústria, 
o próximo Presidente será 
herdeiro de-um Pais "ing'o - 
vernável" caso a Revisão 
Constitucional. não aconte - 
ça. 
"Quem for eleito,. seja e 
le o Fernando Henrique, o 
Lula, o Brizola ou o Quêr - 
eia, não fará o Brasil pros 
perar, porque a Constitui - 
cão não dá governabilidade 
ao Pais". As reformas tribu 
tãrias e da Previdência, na 
. opinião de Amato, são os 
principais pontos que o Con 
qresso Revisor precisa apre 
var atê -31 de maio - data, . 
marcada para a finalização 
do processo revisional_ 
(Agência Planalto) 
C11entári1 Opiniã 
O Esporte como exemplo 
de comportamento e 
motivo de orgulho Nacional 
1 
1 
Os dias de como- 
cão nacional que 
pasoamoc na vccanu 
passada com a morte 
do nocso piloto A~! 
ton scnna, serviu - 
também para muitas 
reflexões sobre vá­ 
rios aspectos. 
Assistindo abala 
dos à tudo o que a­ 
contecia, muita gen 
te por este Brasil 
afora se aproveitou 
• Jotüqê Plôre!J 
para exprimir a sua revolta, profanando 
os políticos e fazendo comparações me - 
nos recomendáveis quando se lembrava 
dos nossos problemas e especialmente 
dos responsáveis diretos por esses pro­ 
blemas. 
VivendÓ, como vivemos, num País asse 
lado pela falta de credibilidade nas 
elites dirigentes. as manifestações vo­ 
luntárias das pessoas nas ruas, talvez 
tenha servido pelo menos para sensibilf 
zar os políticos, mostrando a eles até 
que ponto·o povo sabe reconhecer ova­ 
lor das pessoas, que de uma ou outra 
fonna, sabem se portar com dignidade ng 
quilo que fazem e principalmente-como 
foi-o caso do nosso inesquecível pilo­ 
to- usam da sua força e do seu presti­ 
gio para elevar com orgulho o nome des­ 
ta Nação, alÃm das nossas fronteiras in 
ternacionais. 
Mesmo com toda a fama e com todo o 
poder econômico que acumulou na sua car 
reira, onde tudo o que conseguiu foi 
graças ao seu talento, sua técnica apri 
morada e até mesmo o seu sacrifício pes 
soal, Ayrton viveu.para o Brasil e por 
este país, que por tantas e tantas ve­ 
zes é atê motivos de "chacota" lá fora, 
pelas "coisas engraçadas" que fazem os 
seus políticos, ele lutava e oferecia 
as suas empolgantes vitórias. 
Temos razões de sobra para afirmar - 
ainda mais a nossa convicção de que o 
esport?- ê exemplo, em todos os aspectos. 
Seus regulamentos e suas leis são cum­ 
pridas com rigor e não deixam margem pa 
ra aqueles que caem nas suas garras. O 
goleiro chileno R0jas, impedião de jo­ 
gar futebol no mundo inteiro pela "pa­ 
lhaçada" que praticou no Maracanã anos 
atrás, ê um exemplo da seriedade e da 
severidade das leis. 
Totalmente ao contrário da política 
eleitoral, no esporte existe lealdade - 
entre adversários, exemplo que dentre - 
tantos outros, foi mostrado ao mundo in 
teiro pelo piloto Alain Prost, adversá: 
rio mais ferrenho e quase inimigo pes­ 
soal de Senna, que fez questão de es­ 
tar presente nos funerais do colega de 
profissão, numa demonstração de profun­ 
do respeito. 
Quantos exemplos dignificantes foram 
mostrados pelos esportistas! 
Quisera que tudo isso fosse aprovei­ 
tado por aqueles em cujas mãos estão os 
nossos destinos, onde a melhor ação se­ 
riá pensar acima de quaisquer· outros in 
teresses nos mais altos reclames da na: 
ção e do seu povo, em nome da razão e 
da coerência. 
.Quisera que os nossos representan­ 
tes pudessem pelos seus atos, represen­ 
tar também, um mc±ivo de.orgulho nõcio­ 
nal_e que sua atitude não fosse motivo 
de tanta indignação e -constrangimento 
pará todos nós. . 
Nós acreditamos no Brasil. 
Empresas do: Grupo Sé·rgio 
Posto Shel 
Jardim 
"COIIPROVE A QUALIDADE DE 
NOSSOS SERVIÇOS" 
AV: DUQUE DE CAXIAS,693 
FONE: 251 ·- 1920 • 
JARD:IM/MS 
Aµto. Posto 
Lagunão l 
EM GUIA LOPES DA LAGUNA, 
O MBL'IIOR ~ Dm!iTO - 
AV - SANTA TEREZINHA, S/NO 
FONE: 251 - 1359 
GUIA J, .. DA LAGUNA/MS 
li 
-Auto Posto 
agunão II 
(Antigo Posto Rubão) - •nKSPRUTE DE 
NOSSOS SERVIÇOS ESPECIALIZADOS" 
RODOVIA BR-267 - :KM 23 • • • 
JARDIM/PORTO MUR"l'iNHO 
JARDIM/MS 
Atend_iinento

1 
menta 
.. ,...,.. .... ,,,.,. 
- L E H H R E T E ! 
O; ATOS DE MOR SÃO: 
OS PEQUE!» 
VITAMINAS PARA A ALMA 
E UM 
TONICO PARA O CORAÇÃO 
Dia das Mães 
o ueguhdo domingo do maio - 
foi escolhido, no mundo 1ntei­ 
fo, para uma homenagem as maes. 
Por inoo o Instituto de Edu­ 
cação de Dela Vista não poderia 
deixar po.r menoo junto com os_­ 
professores, alunos, funciona" 
rios e Associação, celebraram 
com carinho. a fosta das maes,na 
sequnda-feira, dia 09.05.94 no 
Clube Esportivo Belavistense. 
A profcosora Jane fez a aber 
tura, desejando boas _vindas • - ' 
aon _presente□• 
Logo a professora_Shirley a­ 
presentou urna reflexao. Que ti­ 
po de mãe sou eu? 
-Será que mantenho diálogo - 
com meus filhos? 
-Eu tenho conhecimento de sg 
us problemas,dificuldades, an- 
seios? 	. 
-Tenho hora para ouvi-los? 
-Posso interpretar suas difl 
culdades e pensamenl:os levando 
em conta a sua geração? . 
-Será que eu discuto com - 
eles os temas atuais de seu in 
teresse? 
-Como reajo às suas desobe­ 
diências? Com violência? Cem indh 
ferença? Ou pela disciplina se­ 
gura porém justa e compassiva? 
-Será que sei perceber, nas 
atitudes dos meus filhos, a in­ 
fluência do mundo difícil em 
que vivem; a fim de corrigi-los 
com sabedoria e serenidade? 
-Será que sou considerada - 
uma amiga, pelos meus filhos? 
-Eu dou aos meus filhos o 
que espero receber deles:Cari­ 
nho, respeito,compreensão,amor? 
-Será que eu posso servir cg 
mo exemplo de integridade, tra­ 
balho, civismo e fe para meus 
filhos? 
-Não pensem que o melhor é 
superprotegzr seu filho. Ele - 
precisa .aprender a viver. Nao viva 
a vida de seu filho,ajude-o a vi 
ver a vida dele. Dê-lhes oportg 
nidades de se firmar, de desen­ 
volver sua personalidade,de dis 
tinguir os valores sabendo recg 
nhecer e escolher os seus pro­ 
prios. 
Só assim poderá ser vista - 
pelos seus filhos como um reflg 
xo de mãe, celeste. 
"Oh!Deus ajuda-nos a merecer 
o privilégio de ser mãe !" fina 
lizou a professora Shirley. 
Em seguida houve lindas apre 
sentações das crianças, prepara 
das pela professora Kika. 
As mães mostraram-se orgulh2 
sas em ver os talentos de seus 
filhos que· se apresentaram com 
responsabilidade. 
A mensagem dessa carinhosa - 
homenagem foi: "A mãe é para os 
filhos o que alui ê para todos 
nós" 
AS APRESENTAÇÕES 
Dos alunos foram bastante g 
loqiadas e aplaudidas. Foi 
seguinte programacao: 
, PROGRAHAÇÃO 
(Dia das mães -09.05) 
a 
ALunos da: _ _ 
lo) 1~ série: Parabens a voce­ 
Tem gato na tuba(Coral e Banda 
Rítmica) 
20) Alunos do Jardim !I:Quadr! 
nha- Mãezinha. (Canto-mãezinha) 
39) Alunos do Jardim III:Mamae 
minha mãezinha. (Canto) . 
40) Alunos da 20 série: Alguém 
no céu. (Canto) 
50) Alunos da 30 série:Do, ré, 
rni. (canto) 
GO)Vicente Mello de Souza Ro­ 
sa- Teclado (Luar do Sertão e 
Minha ia valsa) 
10)Larissa Simões- Teclado(Cai, 
'cai, balão) 
80) Juscilene Aranha e Silva 
Teclado (Rock) 
90) Karina Silva de Almeida: 
Poesia- Minha mãe. 
100) Alice Florentino Echever­ 
ria-Violão (A oração da fami­ 
lia). 
110) Maíra Godoy Delvalhe- 3a 
série- Violão. (mamãe,lágrimas, 
mentiras) 
129) Jaqueline Aranda e Silva­ 
órgão. Rigth Leve Waiting (Co­ 
mo é grande o meu amor por vo­ 
ce). 
13) Jaqueline Aranda e Silva 
e Alex Oliveira da Costa-Teclê 
do e Clarinete. (Rendez-vous) 
140) Alex Oliveira da Costa­ 
clarinete: (Amigos para sempe) 
150) Carlos Alberto Arlotta O­ 
cáriz- Violão. (Gosto dela,Quem 
é? Eu te amo) 
169) Alunos da 7a série:Coral 
(Além do Arco-Iris) 
170) Coral Infantil: Formado 
pelos alunos da 40,50 e 60 (ca 
taflan, coração ·da alegria, Vê 
mos construir, Maria, Maria) 
Agradecemos a colaboração,a 
paciência e o estímulo dos _ 
pais presentes na Comemoraçao 
do Dia das Mães, onde pudemos 
dar oportunidade a todos os a­ 
lunos que quiseram se· apresen­ 
tar, como forma de homenagear 
suas mães. 
Este evento foi uma primei­ 
ra experiência para todos(alu­ 
nos , pais e professores), por 
isso, gostarícmos de publica­ 
mente nos desculpar por alguma 
falha ou demora excessiva.· 
Numa próxima oportunidade , 
procuraremos organizar melhor. 
,o evento, contando novamente 
com.a colaboração e participa­ 
ção de todos. 
Diretoras e professoras do 
I.E.B.V. 
A DIREÇÃO DO INSTITOTO 
Nessa ocasião fez o sorteio 
entre os ~ue adquiriram.a rifa 
de l novilha, e foi agraciada 
a Srta Sonia. Os agradecimentos 
à todas as pessoas que colabo­ 
rarcm comprando. 
NOTA 
As diretDras do Instituto de 
Educação de Bela Vista vêrn,por 
meio desta, informar aos senho 
res responsáveis que não foram 
avisados com devida antecedên­ 
cia pelo fato delas própria~ - 
slrule dé um casamento bem temperado 1 
o seu casamento. Eutas io as pala­ 
vras negativas que poderao tora',,_ 
seu lar num autêntico,cetter1o: ? 
<,qae!" "Voce nunca!' "vce sempre! 
tup 	,. "Q 
'oce nunca vai aprender! tuantas 
o "p, t, odelo!" 
vezes preciso dizer: u .e 	? 
Há palavras, entretanto, que ano 
um verdadeiro bálsamo para o cora­ 
cão:"Voce fantástico(a)" "Eu prec! 
so de voce", "Eu erre", "Me perdoe, 
"Dá-e uma sugestão", "Sinto multo", 
"Muito obrigodo","EU AMO VOCEI" 
Elogio-nenhum ser humano vive sem 
elogio. Um elogio sincero e dito com 
amor tem um efeito vivificante para 
o conjugue,especialmente. Não elogie 
apenas na presença.Faça-o tamben per 
to de outras pessoas.Nunca trate a 
sua esposo com palavras 
ccmo:"Minha velha", "m,! 
nha coroa", ou simila­ 
res. 
Ao contrário fale pa 
ra os seus arugos: a ml 
nha esposa é a alegria 
do meu.lar, minha extr~ 
ordinária companhPiro , 
incentivadora e meu apoio diário. Asl 
esposas por sua vez quando em conver 
sa com ns amigas devem dizer coisas I 
positivas a respeito do esposo, Nun­ 
ca d1ga nada que o desabone na fren­ 
te dos fuxiqueiros e .fofoqueiros. 
As palavras podem claramente reve 
lar quem é voce. Além disto pode de­ 
mon,;trar con::o anda o seu "relacion_!: 
mento C'lm Deus" . Que jamnis s1_1ia da 
sua boca nenhma palavra ferida. 0 ca 
sarnento é um processo de crescimen­ 
to diário. As pequenas.coisas, aqu~ 
as que consideramos, por sua vez,1 
:1gn1ficantes faz parte deste soato 
rio. 
Tempere o seu casamento. Coloque 
condimentos que lhe dê sabor.Procure 
levar sempre algo que proporcione f~ 
licidade ao seu cônjugue e isto se 
transformará em um hábito ·salutar - 
em sua vida. 
Seja um cônjugue criativo.leve um 
raio de sol à pessoa amada. Ajude-a 
fazer as suas tarefas. Nunca faça al 
go que transmita mágoa. Os pequenos­ 
atos de amor são vitar:únas para a al 
r1a e um tônico para o coração. 
o casaoento é idêntico a um bo 
cardãp1d. Se faltar os condimentos f 
co sem sabor e o paladar reclama, DIz 
a Bíblia, que "as pequenas_raposas e 
quê destroen as vinhos". Sao as col­ 
sas pequenas, cozinhas, pequeninas 
lnsi&nificontes que tal qual os ropo­ 
zinhos podem destruir um casamento. 
são as coisos bPm pequenas, oqJelas 
que não valoriznmos, tanto, que podem 
não só destruir, mas tambéo vitalizar 
a vida de um casal ou mesmo uma fami­ 
lia, Está voce, com suas atitudes,ed! 
ficando ou destruindo o seu casaren­ 
to? 
Existem alguns ingredientes,ou co 
dimentos que são verdadeiramente in­ 
dispepsáveis para dar vida e durabilf 
dade ao eu Casamento,Ve m 
jamos: Cortesia - é de "UM RLOGIO SINCERO 
se lamentar que muitos - E DITO COM AMOR 
cônjuges perdem esta cá- TEM UM EFEITO 
racter!stica logo nos VIVIFfC'A'"NTR PARA 
primeiros d1as do casa - O CONJUGE" 
entoe nunca mais conse- 
gue encontra-la, atraves 
do vida de casado; é como se o casa - 
mento fosse uma espécie de recibo,que 
uma vez assinado, fica tudo ok •. Ambos 
se pertencem; não importa a maneira - 
como nos tratamos. Teremos que nos s~ 
portar pertencemos-nos um ao outro , 
através do compromisso assinado. 
f comum tratarmos melhor das pes­ 
soas qt'P vt,;itam o nosso lar do que - 
os nosos familiares. Para as pes­ 
soas de fora e nossos amigos o me­ 
lhor trotamento, un amplo sorriso e o 
mâximo de cortesia. Parn o f=ilia 
roncas, gritos, descortesia e carna - 
feia. 
. Palavras-pequenas palavras, soltos 
impensadas são coisas insignificantes, 
mas, que poderão edificar ou destruir 
o relacionamento do casal e consequen. 
temente o seu casamento. Alguém afi! 
mou com muito acerto que "antes do 
se falar uma palavra, somos cerho: g 
la, mas, após proferi-la tornamos-r.ns 
seu escravo." 
As palavras são como um saco de pe 
nas,depois de soltas jamais consegui­ 
remos recolhê-las todas. Tambem pode 
ser comparada no creme dental: uma 
vez solda do tubo é quase impossível 
recolocâ-ln no lugar. Há pessoa~ que 
falam sem pensar. Outros procedem de 
maneira corretn:pensam antes de fa­ 
lar. E assim é que deveria ser. 
Diz a Bíblia "do que está cheio o 
coração fala a boca". Lembre-se que a 
sua maneiro de falar é que vai dar· o 
tom, e mostrar o rumo que o seu casa 
mento irâ tomar. A língua pode aque­ 
cer, dar calor ou ~implesmente incen­ 
diar o seu lar, a língua pdde matar 
José O:t'rlos de Azevedo 
Diretor de Urre Th'm.11.ia!, 
Educacão e Comunicnco da 
Ig'r'ej_tl Al!'vent:1sttr do 72 Dlli 
Cl<'.. Poste'l, 146 
Fone: 382-6474 
Capo Grnde- MS 
ôesconhecerem que o curso sobre 
o construtivismo, ministrado pe­ 
la professora Cida Mello Miranda 
ocorreria nos dias 12e 13 de 
n,aio. O previsto era para que o 
curso•ocorresse nos dias 13 e 14 
de maio. Pedimos desculpas aos 
senhores pais por esta falha,con 
tamos com sua compreensão e cola 
racão. 
Diretoras e Professoras 
NO DIA 14 pp 
O Grêmio Pedro Rufino, rea­ 
lizou o baile do Dia da 
Mães. 
Apesar· do fri9 muita gente 
compareceu. 
Contou com a animação do 
Conjunto Casa Blanca Banda 
Show. 
Parabéns à Diretoria pela 
brilhante noitada! 
o 
e 
, I 
' ATENDIMENTO PERSONALIZADO 
P-rodutor Rural 
l • . 	., . 	1 
EFICIENCIA - SERVIÇOS CLASSE •A• TRANSPORTE PRÕPRIO. 
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