TRIB 
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MELA VISTA/MS 
NO: l, 518 28 DE JUNHO DE 1.994 TERÇA-FEIRA 
DIRETOR RESPONSÁVEL IVALDO PEREIRA CR$-700,00 
ata. ar 
ESTUDANTE BONITENSE f OI SEQUESTRADA E 
SUBMETIDO li RITUIL DE MIGII NEGRA 
A estudante Ncli Cantero 1ma 
rilha [icou vinte e oito dias 
c.rn ooder dos sequestradores 
Mary Ir le ela 
Vista - Posse do Novo 
Conselho Diretor 
a escassa. Para completar o 
drama, vez por outra era condu­ 
zida a um terreiro dn aRravi e 
ubmetida a rituais de magia ne 
gra. Quando a mesma se encontra 
va debilitada, sem forças e com 
os dois pés em estado de putre-- 
IPTU /94 À DISPOSIÇÃO DOS CONTRIBUIN 
A Pre!'eitt>ra Municipal. de Bela Vio;ta informou esta semana dl@ - 	» y o.-- 
os carnês do Imposto Predial e Territorial Urbano- IPTU - refe­ 
rentes ao ano de i.994, começam a ser entregues aos contribuin - 
tes neste dia 29, quarta-feira, no setor de tributação da Prefe_! 
tura Municipal, onde devem ser retirados pelos proprietários de 
imóveis, já que os carnês não serão entregues nas residências 
nem estarão à disposição nas Agências Bancárias. 
Para prqstar maiores esclarecimentos sobre o IPTU deste ano 
a reportagem manteve contacto com o Secretario Municipal de Fa - 
zenda, Edvaldo Pereira de Carvalho, o "BIba", ele esclareceu 1nt 
cialmente que devido a grnde defasagem existente no cadastro i­ 
mobiliário do Município, o Prefeito Municipal Abraão Zacarias d! 
terminou a contratação de uma Empresa especializada para efetuar 
um novo Recadastramcnto imobiliário, visando corrigir as distor­ 
óes existentes em relaçac ao antigo cadastramento e a realidade 
atual, por esse motivo os carnês estão sendo emitidos agora. 
O Secretário de Fazenda infamou que a foma de cálculo para 
a cobrança do-IPTU deste ano e os critérios adotados, permanecem 
praticamente inalterados, a respeito da isenção concedida pelo 
Prefeito Municipal e aprovada pela Câmara Municipal no exercício 
de 1,993, que beneficiava os prop=ietários de um único imóvel de 
até 60m
2
, Edvaldo Pereira de Carvalho explicou que 
essa Lei foi utilizada no ano passado em virtude - 
do Código Tributário Municipal ser bastante defasa 
do, "como já existe um Cóc!igo Tributário Novo, q a - 
provado pela Câmara Municipal em dezembro de 1993, Se.cretârio Municipal de Fazenda - 
a utilização dessa Lei de isenção não se faz mais 
necessária" ressaltou o Secretário, infamou porém 
que o Novo Código Tributário prevê a isenção do todos os contribuintes que sejam proprietários de 
IPTU nos seguintes casos: às Associações Culturais, um único imóvel no Município, cuja propriedade se 
Beneficentes, Religiosas, Profissionais, Esporei - constitui em residência e o valor do Inposto a pa­ 
vas e sem fins lucrativos, desde que ocupem o imó- gar seja igual ou inferior â três (03) UPFS - Uni­ 
vel para a prática de suas finalidades; aos ex-in- dade Padrão Fiscal - no dia do lançamento do Impos 
tegrantes da FEB -· Forca F~pedicionár!a Brasileira to, essa isenção somente será efetivada após a co; 
que tomaram parte ativa nos combates nos campos da provação de que o interessado preencha os requisi: 
Itália, ou à seus çÔnjugcs, desde que o imóvel se- tos exigidos pelo novo Código T:-ibutário Municipal. 
ja destinado à residência de qualquer um dos dois; Com relação aos prazos para o pagarento do TYIU/ 
aos aposentados, pensionistas ou incapazes, que - 94, o Secretário de Fazenda infonnou que a primei­ 
comprovem a renda familiar de até dois salários mí ra parcela ou cota Única vencem no próxi~o dia 15 
nimos vigentes, desde que sejam proprietários ou de julho. Já os pagamentos cm parcelas terão os 
possuidores de urna Única propriedade urbana. vencimentos nos dias 15 de julho (1~ parcela), 15 
O Secre=ário }lunicipal de Fazenda frisou que a de agosto, 15 de setembro, l5 de outubro e 15 d 
isenção para o IPTU de 1994, vai beneficiar também novembro do corrente ano, sendo que os paga□entos 
à vista terão um desconto de 20%. 
7 	» 
Desdobramentos do Caso Avaré 
Uma garota de apenas 17 anos 
de idade, viveu moment·.os de pe­ 
sadelo, ao ser sequestrada na 
casa de seus pais, em Bonito 
passou 8 dias no cativeiro, em 
, Campo Grande, amarrada cm um 
quarto escuro e a alimentação o 
facão, no se sabe porque, foi 
colocada em um veiculo, levad 
de volta à Bonito e entregue ao 
Padre Francisco, da Igreja Ca­ 
tólica. 
Matéria Completa ra Página - 04 
Será na próxima sexta-feira. dia lo, a 
pose do novo Conselho Diretor do Rotary - 
Club d~ Bela Vista, para o biênio 94/95. A 
reunião festiva será na sede da Entidade , 
às 20:00 horas, com as presenças de rota - 
rianos, esposas e convidados. 
Assumirá a Presidência do Rotary o Jor­ 
nalista e Escritor Ivaldo Pereira e a pre­ 
sidência da Casa da Amizade a Sra. Maria 
Estola Velásquez Pereira, que têm como ob-­ 
jetivo o fortalecimento do companheirismo 
e a prestação de serviços comunitários , 
com ênfase para as iniciativas.culturais , 
a exemplo da edição de livros, promoção de 
Palestras e eventos, assim como trabalhos 
comunitários cm conjunto com a Prefeitura 
Municipal, demais Clube de serviços e Enti 
dades. 
o novo Conselho Diretor do Rotary Club 
ficou assim constituído· 
Presidente: Ivaldo Pereira 
lQ Vice Presidente: Renato de souza 
20.Vice Presidente· Edernei Miranda 
Secretário: Luiz Carlos Rahal 
20 Secretário: Cláudio Machado 
lQ Protocolo: Eduardo Ocáriz 
20 Protocolo: Azaléa Arlotta Ocãriz 
'l'esoureiro: Roberval Borges 
20 Tesoureiro: Marcos André 
~etores s/pasta, Assessores do Presiden­ 
e: ivan Afonso da Costa Marques, A.lirio 
~illasanti e Marco Rondon 
Rosa 
Silva 
AVENIDAS (Setores de Serviços) 
Marcos Rondon de Oliveira (Classificação 
e Admissões de sõc.ios) 
Renato Cesar ~eira (serviços Internos) 
Enoly Loureiro de Assis (Serviços Profis 
sionais) • 
Solimam Tebichrane (Serviços à Comunidade) 
Carlos Alberto Ocári.z (Serviços Interna - 
cionais) 
A Operação Policial 
desenvolvida pelo GOF - 
Grupo de Operações de 
Fronteira, que culminou 
com a recuperação de dois 
veícul.os furtados que estavam 
na hãcara 'Avaré" em Rela 
Vista e a prisão de Pe - 
dro Leão Ramos Filho , 
proprietário da Chácara 
e de seu irão Paulo Hen 
rique Martins Ramos, a • 
lém de um terceiro ele - 
menta detido em uma bar­ 
reira da Polícia Federal 
em Rio Brilhante de pos­ 
se de Documentos falsos 
do caminhão localizado - 
Chácara em Bela Vis - na 
ta, tiveram alguns desdo 
bramentes no decorrer do 
Inquérito instaurado pe­ 
lo GOF, em Dourados, pa­ 
ra onde os acusados fo - 
ram removidos na Última 
quarta-feira, dia 22. 
. 
Edvaldo Pereira de Carvalho, "BIba" 
PEDROSSIAN AFIRMA QUE VAI TERMINAR TODAS AS OBRAS 
ATÊ O FINAL DO ANO 
Matéria na Pág1na 05 
Segundo as informaçõ­ 
es da seção de Comunica­ 
ção Social do GOF, lsai­ 
as Alves de Lima, detido 
pela Polícia Federal em 
Rio Brilhante e Paulo 
Henrique Martins Ramos , 
preso na chácara "Avarê" 
em Bela Vista, foram in- 
diciados em inquérito e 
vão responder- o processo 
em liberááde. Já Pedro - 
"Avaré", proprietário ãá 
Chácara onde foram encon 
trados Ó caminhiio Merce= 
dez Benze o ve'culo V/ 
Gol e que segundo os pe­ 
ritos do GOF são produ - 
tos de roubo, foi autua­ 
do em flagrante por re - 
ceptacão dolosa, previs­ 
to no Artigo 190 - Caput 
do Código Penal, com pe­ 
na,prevista de l â 4 a 
nos de reclusão e multa. 
Por tratar-se de um 
crime afiançável, de a 
corda com o Artigo 323 - 
do Código Penal, o Advo­ 
gado do réu, Dr. Ivan 
Afonso da Costa Marques, 
solicitou ao Juiz de Di­ 
reito da Comarca que fos 
se arbitrada a fiança pa 
ra que Pedro Leão Ramo$ 
Filho pudesse responder 
o processo em liberdade. 
Cozo Pedro "Avara' 
possui bons anteceden 
tes, é =éu prioãrio, pos 
sui residência fixa e Õ 
próprio delito de recep­ 
cação, pelo qual foi au­ 
tuado em flagrante, por 
si só permice que o Juiz 
aribtre fiança, foi con­ 
cedida pelo Judiciário, 
a libercade provisória - 
rzediante o pagamento de 
fiança estipulada pelo 
Juiz de Direito da Coar 
ca de Bela Vista. 
Vale ressaltar porém, 
que neso em liberdade - 
provisória, Pedro "Ava - 
ré". encon cra-.se sob a cu 
teIa da Justiça, devendo 
CUI:!prir-ill!la série de e.xi 
gências e restrições a 
sua liberdade de ir e 
vir, sob pena de a qualquer 
rozento poder ser quebrada 
a sua liberdade provisó­ 
ria. Essas infornaçôes - 
.fazem-se neces sã rias pa 
ra dirimir dúvidas e a 
eatendidos que estão ha­ 
vendo_e relacão ao caso 
Avare', como o epis€d@ 
ficou conhecido. 
Bancos distribuem cartilhas 
sobre nova moeda 
Livreto tenta tirar dúvidas em 48 questões 
P.:Íelnas - 06/07

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PON'l'O OE TÂXI II - RUA BARÃO DO LJDÃRIO 
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4)9 - 1279 
439 - 1451 
439 - 1495 
439 - 1353 
439 - lf772 
439 - 1222 
439 - 1339 
439 1261/1447 
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Tribuna da Fronteira FUN1JADO EM: 
l 	Rio Rrct ?0/	02/1972 
DIRETOR-REDATOR CIIF.FE: Ivaldo Pereira 	EXE!-!PLAR: CR$ 700-,00 
GERENTE COMERCIAL: Maria Estela Velásques Pereira 
SECRETiRIO D" RE!liÇ}O: lP.1:il<lioo Rodrigues 	ASSINATITRAS: 
REPORTAGENS: Jo;o Carlos Velásquez, André Ãvalo e SEMESTRAL: 
45 
URVs 
Fimino de h:irros 
HORÁRIO DE ÔNIBUS 
Viação Cruzeiro do Sul 
OE: BELA VISTA 
---- 
5:30 
.:iardirn 
09:0 - 
Ã AQUIDAUANA - CAMPO GRANDE: 
- 15:00 horas - Todas com baldeação ec 
DE BELA VISTA A CAMPO GRANDE - NOTURNO: 23:00 horas 
DE BELA VISTA A PONTA PORÃ: 06:00 - 16:30 horas 
DE BELA VISTA A DOURADOS: 06:00 horas - Com baldeas;ão em 
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O Governador Pedro Pedro ! a rant'u da n.t 
v!sita k cidade, que conclui até o fin ! de eu 
mandato - em primeiro de [areiro de 1.939 -, te!a 
t a obras em andamento, à exceção da roa ma .er!da 
de da Santa Casa de Capo Grade e do Palácfo o - 
Governo, no Parque dos Podera, "Ao ser elelto p- 
la terei Ira vez, de 'ormna consagradora, fiz um co 
promfso com o ovo de Tr Lagoas e agora estou 
prestando ontas, concluindo estas obras que estio de uerrefro»", areen ou. 
mudando o perfil do noso Estado", dfsse, 	Acompanhado pelo preeito de trG, Lagoa, Je 
Pedrossfan se ente extremamente gratificado Pedro Pedrosfan, e afnd plo vfe-governador Ar 
por cumprir ua promessa de campanha e de governo, Rio, os senadores Levy Dis hid sa!d/unha 
ressaltando que "o povo quer sso:governantes que Derzi, os deputados C{ro de ruza e Valdmfro 
raba'hem, d@em conta do recado e façam com que ta Gonçalves, o ex-governador Marcelo !!randa e !ide- 
,. 
-..,..,, r:.1nçn:; dn r<:giÕo, Pt~dru,F.l.1n tur_µr!u pL<)~)_r t!t:> 
inaugurações até as ll heras. Depois de um breve - 
Intervalo para o almoço, abrfu a exposfçio agrope­ 
euária da cidade. Ires Laoas copletou 79 anos de 
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·PEDROSSIAH AFIRMA QUE VAI TERMINA 
TODAS AS OBRAS ATÉ O FINAL DO NO 
r) ,.,;. :r 
.] 
do-a co o ma das r 
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deranças locais. Quando decidiu atender Oh Jornn - 
listas e notou o congestionamento de microfones, - 
câmer:ts e repórteres, brincou: "T•!SO p;iret:c entre­ 
vista do Parreira" (referindo-se no técnico dü GP 
lecâo brasileira de futebol, Cario& Alberto Perrc~ 
ra). 
REVOLUÇÃO AD~IKISTRATIVA 
Pedrossian disse que seu governo não é de mila­ 
gres quando inpÕe um ritmo de desenvolvJ,:,,nto no 
Mato Grosso do Sul, .enquanto o País está parado de 
vido a crise econômica. "Controlamos rigorosamente 
as finanças, não gastando reais do que se arrecada, 
e estabelecemos um programa de obras prioritárias. 
Com isso, implantaoos uma verdadeiril revolução no 
Estado", destacou. Ele citou, como exemplo, a mo - 
dernizaçào da educação, a infraestrutura rod,,.,,iá .­ 
ria e na saúde, com a construção de hospitais, un! 
dades ~uitas de saúde e hcmoccntrps, além do pro - 
grama habitacional. 
"Quando o País busca uma saída para sua crise , 
nós estamos promovendo e edificando uma grande O - 
bra para o futuro. O povo está carente d!sso", res 
saltou. "Somente quem tdoa e coloc,1 a política a­ 
cima de interesses pessoais e c:aiores é insensível 
a este clamor popular". 
Ao se lembrar da época em que adr:rtnistrou a 
presidêr,c:la da t-oroeste do Brasil ec: T.·ês Lagoas, 
Pedrossian confe~sou seu sentimento de gratidão - 
com o povo treslaroense. "Aqui cooecei esta cami­ 
nhada, entrei na política até estar absolutamente 
preparado e iniciei uma nova fase em :,iinha vida". 
Pedrossian reafirmou que seu governo entrou em 
uma fase de prestação de contas co~ a população, 
sem_Jançarnentos de novas obras, reas anunciou ec 
Três Lagoas, a construção do c~critÕrio local do 
Iagro, atendendo à classe ruralista,no Parque de 
Exposição. 
* 
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ESlUOAHTE BONITENSE f OI SEQÜESTRADA E 
SUBMETIDII A RITUIIL DE MIGID NEGRA 
MA arota de apena l} anon de Idade, viveu 
lento de pesadelo, ao er equentrada na caa de 
seus pal,, em Bonito, passou 2 dias no cativeiro, 
em Campo Grande, amarrada em um quarto escuro e a 
almentaçio era escassa, Para completar o drama , 
vez por outra era conduz lda a um terreiro de sara 
vá e ubet{da a rituafs de magia negra. Quando u 
mesma e encontrava debilitada, em forças e com 
o dol, pés em etado de putrefação, não se sabe 
porque, foI colocada em um veiculo, levada de vol­ 
ta i Ionfto e entreue ao padre Francisco,da lgre- 
n cnnitJc;. 
no 
J·'.Nlll<'.llO JN'l'RICANrn 
Enqunnto Isso, a estudante ffcou alguns dias na 
casa da sequestradora, mas depois fof transferida 
para a resld@nela da mãe desta, de nome Maria Al­ 
vell d,, Silva, onde ficou encerrada em um quarto , 
contraiu uma rave enfermidade nos pés, que fica­ 
r:iin infestados de lnrvas, no m.,JH ccc;pleto cstné<> 
d" putrc(açiío. 
Da[ por diante, com a ajuda do Cabo Pereira 
um ,;olclndo da PM, que Maurina(ao ser presa) nao 
soube precisar o nome, passou a levar a infortuna­ 
dn vítima n um ''terreiro de macumba",onde passara 
a tratar dos seus pés com uma substância preparada 
com sal, pinho roxo e guiné. 
Este fato Iniciou hã dois meses e os lnnccs sno 
adequados para as cenas de um filme de terror. 
A c~t111Jante Neli Amarilha(l7 anos). que esta estudante teria sido levada a esse locai 
cursando a sétima série no Colégio Luiz da Costa pelo menos cinco vezes e afirma que ficava 
Leite Falcno, í, filha de Pnn.A.lcxundrina Bcnites , todo mundo em transe, recebiam o guia "Preto Velho" 
propriet1Írlll do "llotcl dos vlaj~ntes", localizod~ e de certn (cita houve um atrito entre eles, sendo 
i Rua General Cintra, nas oroxlmidndes da Estaçao que um queria fazer-lhe O "bem'' e o outro deseja­ 
llodoviãria de Bonito, Tratu-se de uma menlnn de - va-lhe 
O "mal". Acabaram se desentendendo e houve 
bom comportamento, vice-presidente do "Grupo Jo- um pandemônio ,,o terreiro. 
vem dn Igreja Católica" e dedicada ao movimento de No dia seguirt a esse episódio, Neli que já 
recuperação de viciados. 	transfor nao andava mais e estava no limite da resistencin, 
!lá sessenta dias, entretanto, sua vida a beira da morte, talvez, por causa disso foi lev~ 
mou-se num verdadeiro inferno, 	da de volta à Bonito por Maurlna e os dois milita­ 
res, que a entregaram ao padre Francisco, sem maio 
res explicações e foram embora. Na oportunidade o- 
- cupavam uma "Belina". 
vmtSÃO COM:Pl.lCADA 
GERENTE DE FAZENDA 
Estava tranquilamente auidando dos 
quando estacionou um veículo defronte 
dos Viajantes", conduzido por Ronaldo 
te da Fazenda Santa llelena, municipio 
tinho, que ali deixou uma mulher, que mais tarde 
foi identificada como sendo Haurlna Silva Lima (36 
anos, moradora no Jardim Talismã, em Campo Grande) 
pagando antecipadamente a diária da mesma e foi e~ 
bora. 
Antes de clarear o dia, els que Maurina deixou 
sorrateiramente o hotel, levando ~elas mãos a estu 
dante Neli Cantcro Amarilha e rumaram em direção: 
ao BNll, saída para Gula Lopes, onde pegaram caro­ 
na em um caminhão, seguindo direto para MaracajÚ. 
afazeres, 
ao "llotel 
de tal,geren 
de Porto Mur 
TERREIRO DE MACE'MIA 
- -- ----- - 
USO DE NARCÕTICO 
Perguntamos à sequestrada, qual o argumento que 
a tnulher usou para induzi-la a acompanha-la e se 
ela a conhecia. 
Resposta: Eu não a conhecia. SÓ 
ela me deu uma bala para chupar e 
quei com uma tremenda sonolência. 
Chegando em Maracajú, Maurina tentou deixa-la - 
cm uma casa de prostituição, mas diante da recusa 
da menor viajaram de Ônibus para Campo Grande. 
Durante sua ausência, sua mãe Dna. Alexandrina, 
recebeu três telefonemas de desconhecidos, dizendo 
que Neli estava bem, ia se casar e não queria mais 
voltar para casa. 
me lembro que - 
depois disso f! 
POL!CIA EH AÇÃO 
Uma irmã· de caridade do "Asilo São José" foi 
quem comunicou Dna. Alexandrina que sua filha 
encontrava na f reja, 
Santa Casa de Capo Urand 
· quatro d{as Lnterada e por P 
dois pés putads. 
O Delegado CIlvamdro Batlsta C« ies, do B! D!A- 
trito Policiai, de Campo Grande, que fo! denti­ 
f [cado do caso comandou as Investfgaoes, ete­ 
tuou a prisão de Maurina Sllva Lima e sua mae Ma­ 
rfa Alves da SIlva, que dissera que a menina "pre 
cisava de ajuda espiritual". 
Quanto aos policiais envolvidos, a autor!da­ 
de encaminhou oficio ao Comando Geral da Corpora­ 
cão, solicitando a Identificação dos mesmos, Pois 
nas "Idas e vindas" da casa de MAr'i Alves da S!l 
va ao "terreiro do pai de santo" e'es utIlIzvam 
uma ombuliincia du Polici;J ltilit..ir. 
11' 
RITUAIS SATÂNICOS 
Que NelI Cantero Amar!lha fol submetida a ri­ 
tuais de "agia negra", não te:n a menor sombra de 
dúvida•s. Mas como não existe "efeito sem causa" , 
a reportagem investigou o car;o mais profundr.nente 
e chegou a seguinte conclusão: A estudante ter!a 
sido sequestrada por vingança, pofs a mãe da garg 
rn também é espirita praticante" disse-"queriarn 
sacrificar a minha filha para fortalecer o pai de 
santo deles". Adiantou, também, que a sequestrado 
ra talvez volte para "concluir o serviço", por-­ 
que recebeu um recado que "a alma de sua filha e~ 
tá encomendada". 
Neli voltou sabado passado para casa,está coe 
os dois pés enfaixados e afirmou que nessa passa­ 
gem tenebrosa foi despojada de joias avaliadas.. em 
- mais de um milhão de cruzeiros reais e por pouco 
se nao perde a própria vida.( FIRMINO DE BARROS) 
Edital de Proclamas 
JANILDE ROSA. DOS SANTOS, Oficiala do Cartório 
de Registro Civil desta cidade de Bela Vista-MS., 
faz saber a todos quantos o presente Edital de 
Proclamas virem, que apresentaram os documentos 
exigidos pelo artigo 180 do Código Civil Brasi­ 
leiro incisos J-Il-III e IV e pretendem se casar: 
Ronaldo Marques e Rose Heli Barreto FlÕres , 
brasileiros, solteiros, reridentes e domicilia­ 
dos nesta cidade, ele marceneiro, filho de Celia 
Marques, e ela, funcionária pública municipal , 
filha de Abilio Flôres e Nzir Barreto FlÕres. 
Se alguem souber de algum impedimento, que se 
oponha na forma da lei. 
Bela Vista-MS., 27 de junho de 1994. 
Janilde Rosa dos Santos 
Oficiala 
Edital de Proclamas 
JANILDE ROSA. DOS SANTOS, Oficiala do Cartó­ 
rio de Registro Civil desta cidade de Bela Vis­ 
ta-MS., faz saber a todos quanto o presente E-1 
dital virem que apresentaram os documentos exi­ 
gidos pelo artigo 180 do Codigo Civil Brasilei-• 
ro incisos I-II-III e IV, e pretendem se casar: 
José Ferreira Ca.Clpos e Rosimeiri Alves d 
Oliveira, brasileiros, solteiros, ele, motoris­ 
ta, residente na cidade de Campo Grande-MS., fl 
lho de Milton Ferreira Campos e Maria das Dores 
Campos, ela, estudante, residente nesta cidade, 
filha de Maurilio José de Oliveira e Antonia 
Alves de Oliveira. 
Se alguém souber de algum impe,di.mento,que se 
oponha na forma da lei. 
Bela Vista-MS., 27 de junho de 1994 
Janilde Rosa dos Santos 
Oficial a 
nili e ado r a(K Ouro Branca 
PÃES, DOCES, SlLGJDOS, SECOS E MOT JllDOS, LATARIAS, ALUMÍNIOS P..M GERAL 
Fone: 251-1521 
Rua Dom Aquino, 37_1 Vila Camisão 
Jardim MS 
ETIFICIDOR-1 ESTRELA LTDII 
RETIFICA DE MOTORES DIESEL, GASOLINA,, ALCOOL, COMERCIO DE PEÇAS DE REPOSIÇÃO 
f0 S 251-105& E 251-2072 
A v. 11 de dezembro, 912 
CAIXA POSTAL 121 CEI': 79-240-000 
Jardim 
L

',l 
Prefeitura ~iunicipal de Bela Vista 
DERt.10 ' 2, DE ? D JUNO DE._199 
'ptpoe nobre a Implantação do Real fnttudo 
Le1 n? 180/9 e dá outras providencia,' 
0 PREFEITO MUNICIPAL DE I!LA VISTA, ESTADO DE. - 
110 (ROO DO SL., no uso de sus atrfbufçdes le 
a!e e tendo e vista as disposições de que trata 
1 {,•! 1 ') 1,60 de 2I de ato de 199 e, 
C,;nr;fd,,ri,ndo quP a Jmplnntnçiio <lo l<LAI, coMo 110- 
va unIdade monetárfa, não resulta, simplesmente na 
[{minaçao de zeros, como nos programa de establ-­ 
'Lação econômica anteriores, e 
Considerando que a Inplantaço Implica em aJus 
taento de valores is novas regras Impostas pelo - 
Slstfmo NnnctJrlo NncJonul o partir do 1~ de julho 
próximo, com reflexo em todos o componentes orça­ 
entár tons, financelro e patrimoniais do municl­ 
vlo, 
DLCRF.TA: 
--ArCI~- Or. óri•,iios e cntldadcfl da ndmlnlstraçiio 
dlr~LD u indlretn, bem como oo fundo~ especinio , 
ohnrrvnriio nu dinposlç~cs constantes duatc Decre­ 
to. 
Art.29- Toda licitaciio para compras, obros de 
snvlços, i11c luu lvc ui; despesas que se enqundrurcm 
,as dispensnH e incxigibllldnde de licitaçiio, co11- 
formc o que se contém na Lei Federal n2 8.666 de 
21.06,9), niio podcri ser [cita após o dia 24 de ju 
nho de 1994, exceto as que estejam em andamento,­ 
as qual& terão que se ajustar is regras que foren 
adotadas n partir de 12 de julho de 1994. 
Art.32- Nenhum empenho de despesa poderá ser - 
e~itido opôs o dia 25 de junho de 1994. 
Art.42- Os pagamentos de despesas orçamentárias 
e extra-orçamentárias nio serio efetuados após o 
dia 27 de junho de 1994, 
Art-52- Os empenhos não pagos até 27 de junho - 
de 1994, os ordinários, os globais e os estimati­ 
vos, serio, imediatamente anulados, total ou par­ 
cialmente, e os seus saldos deveria se incorporar 
aos respectivos elementos e subelementos de despe 
so, conforme cada um dos programas explicitados no 
Orçomeoto-Programo paro 1994. 
Art.62- No dia 12 de julho de 1994, com base na 
permissão contida no Lei Municipal n2 161 de 10 de 
novembro de 1993, e com o propósito de recompor o 
equilíbrio orçamentário, em razão da inflação acu­ 
nulada no segundo trimestre de 1994, serão corrig! 
dos os créditos orçamentários, após o que seus va­ 
lores serão convertidos em REAL. 
Parágrafo Primeiro- A correção do Orçamento-Pro 
grama e a sua conversão em REAL, serio registradas 
nos anexos I e 11 a este Decreto, que consignaria, 
em cada um as alterações havidas no Quadro de Deta 
lhamento da Receita e da Despesa. 	- 
Parágrafo Segundo- Os anexos l e II, devidamen­ 
te preenchidos, serão encaminhados ao Tribunal de 
Contas do Estado, junto com o Balancete do mês de 
julho de 1994, a fim de que aquele Órgão possa a­ 
companhar as alterações havidas no comparativo do 
receita prevista com a realização e no comparativo 
da despesa fixada com a realizada. 
Art.72- A partir da data dcte Decreto, nenhum 
Suprimento de Fundos ser concedidos,sob qualquer - 
pretexto, e, os responsáveis por suprimentos já 
concedidos, recolherão, no máximo, até o dia 27 de 
Junho de 1994, os saldos em seu poder e íarão as 
respectivas prestações de contas até o•dia 28 de 
AEXO- I - POSIÇÃO EM 30.06.94 
unho de 1994. 
Art,- ta e ipenho uul do, cofre previsto rso 
no art.3 dete Dreto, 	dos i d!a 
tamente após a 
H[IL. 
Art.92- 0 t!vo e pa sivos ffaanceIro, pera- 
nente e compensado, terão convertidos, no df i? 
de Julho de 199, direta ente de Cruzeiro kesl pa­ 
ra HEAL, fazendo-se jutar o Balancete Mennal de 
Julho de 1994, o demontratf o de converio confor 
ne anexo III, 
Parágrafo {'nfco- As diferenças que se verifica­ 
rem, após a,conversão dos valores ativos e passl­ 
vo, fraçoes que ultrapassarem os centavos da nova 
rnoedu o lU'AL, serão rran ferlclo5 p;irn varJ;,çÕes pa 
trimonlafs, natfvas ou passivas, conforme o caso,pa 
ra fins de fechamento do Balanço Patrimonial. - 
Art, 10- Oa convênios de naturezn extra orçnc:en­ 
tária, t~rno ou seus volorce em cruzeiros renis 
convertidos diretumcnte pnrn II nova moeda o REAL. 
Art.11- Os contratos, de qualquer natureza, que 
foram convertidos em URV, até a data dente Decreto 
~lcariio sujeitos ns regrau de que trnto o ,l'arúgrafo 
Onico do Art.7! da Lei n<J 8.880/94. 
Art.I2- Fica atribuído à Secretaria Municipal - 
de Administração o encargo de promover gestoes pa­ 
ra que os bens móveis e imóveiR da P~efeiturn se 
jnm arrolados, cadnstrndos e reavaliados pnra a dê 
vidn conversão em REAL, e apropriação no PntrlmÕ-­ 
nio Municipal. 
Art.13- Os casos omissos serio resolvidos pelo 
Secretário de Fazenda. 
Art.14- Este Decreto entra em vigor na data de 
sua publicação. 
Art.15- Revogam-se as disposições em contrário. 
Bela Vista-Ms, 22 de junho de 1994 
ABRAÃO ARMOA ZACARIAS 
Prefeito Municipal 
DECRETO N9 827, DE 22 DE JUNHO DE 1994 
"Dispõe sobre a forma de lançamento e pagamento 
do IPTU e TAXAS para o exercicio de 1994". 
O PREFEITO MUNICIPAL DE PELA VISTA, ESTADO DE - 
MATO GROSSO DO SUL,. no uso de suas atribuiçeos le­ 
gais e tendo em vista o disposto no Art,297 da Lei 
nq 966, de 20. 12.93, 
DECRETA: • 
Art.1g- 0 Imposto Predial e Territorial Urbano­ 
IPTU e as Taxas do exercício de 1994, serão lança­ 
dos em UPF (Unidade Padrão Fiscal do Município de 
Bela Vista), correspondente cada UPF a CR$ 3.650,60 
(três mil, seiscentos e cinquenta cruzeiros reais 
e sessenta centavos), 
Art.22- O lançamento do Imposto Predial e 
torial Urbano- IPTU e as Taxas do exercicio 
1994, será da seguinte forma: 
1- atê o valor de) UPF, sendo 
um Único imóvel, cuja proprJedade 
residencia, é insente. 
II- atê o valor de 4,99 PF - Parcela Onica; 
III- do valor de 5 UPF e acima - 5 parcelas. 
Parágrafo 12- O pagamento à vista ou parcela ú- 
nica terá o vencimento no dia 15 de julho de 1994. 
Parágrafo 2~- o contrihuJnte que optar nalo pa- 
lL'>, 
respetivo te. 
Art.J- Será concedido 'es 
por cento) para o paaa to à vi 
r,ic,1. 
Art.4?- A UP para cálculo d 
ta cu parela nfa, é a de que ttar 
de te De reto. 
Art.52- 0 contrí a!nte que optar pelo par 
to parcelado, terá se Imposto alul de pelo 
lor da UPY do mês de pcanto, dede que o ta,d 
até o seu vencimento. 
Art.é- Fica prorrogado para o primeiro dis - 
itIl, o prazo para pagamento de qualquer parela, 
coso o vcnc1r.:l'nto ocorr r nos dia de ferfado ou 
fInais de sem na. 
Art.7Q- Este Decreto entra em vlgor na data - 
de sua publlcnçào. 
Art,Bg- kevoam-se as disposições e contrir!c. 
Bela VIsta-Ms, 22 de junho de 1994 
ATJRAÁO ARMO;< ZACARIAS 
Prefeito Municipal 
DEPARTAMENTO TRJOUTÁllTO 
EDITAL N2 01/94 
A Prefeitura Municipal de Bela Vista, E&todo - 
de Mato Grosso do Sul, por iotennédio da Secreta 
ria Municipal da Fazenda, através do Departamentó 
Tributário, avisa aos senhores contribuJntcs, que 
as contas do Imposto Predial e Territorial Urbano 
(IPTU), referente ao .exercício de 1994, encontr.:ir.r 
se lançados e a sua entrega será efetuada no De­ 
partamento de Tributação da Prefeitura, a partir 
do dia 29 de junho de 1994. 
VENCIMENTOS - IPTU 
I- Pagamento a vista com vencimento dia 15 de Ju­ 
lho de 1994; 
II- l? parcela com vencimento no df 15 de Julho 
de 1994;- 
III- 22 parcela com vencimento no dia 15 de agos­ 
to de 1994; 
IV- 3ª parcela com Nencimeoto no dia 15 setembro 
de 1994; 
V - 42 parcela com vencimento no dia 15 de outu­ 
bro de 1994; e 
VI- 5~ parcela com vencimento no dia 15 de nove~­ 
bro de 1994. 
. O desconto para pagamento a vista do Imposto - 
Predial e Territorial Urbano(IPTU) de 1994,confor 
me dispõe o inciso I, parágrafo 22 do art. 25 dã 
Terri Lei Municipal ng 966 de 20.12.93, regularentado - 
de : pelo art. 39 do Decreto ng 827, de 22.07.34, será 
de 20% (vinte por cento). 
proprietário de A Unidade Padrão Fiscal de Bela Vista, para 
se constitua em fins de pagamento a vista do IPTU é a do mês de 
Março/94, correspondente a CRS 3.650,60 (três mil 
seiscentos e cinquenta cruzeiros reais e sessenta 
centavos). Bela Vlsta-!'ls,2.4 de Junho de 1994. 
Edvaldo Pereira de Cnrvalho-Sccrctário Mm1kipal dl' r.11rni1. 
Jull.Jl Cordova Hollna-Dlrctora do Dcpt2 Irlbut..-irlc,. 
RECE!T, OR )IE','TÀRIA 
IITIJLOS 	OR AilA(CRS) CORRIGIDA(CRS) CO~-VERl'lDA E'1 RLL 
DESPESAS OR SENTARIA 
TIJ ~ 	CO:-.VERT DA E, 
SENO III - PROSSTMATIVO DAS OOYIS PO ATIVO E PASSIVO FNTO DE COES 	o<ro E 56.6a.a. 
rOICO 
I 
T!TIJLOS 	_,,,,,:.,__-+---'CO=N,.,õV-=ER!"I;.;l,!:OO=EM!:é~RL=Le,_ 
1
_ 
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CERVEJA, GUARANÁ, TÔ!!ICA, SODA, GU.dRM'.Ã DIET, 
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VINHO ccm:HAQUE, PINGA). ETC. 
Av. Teodoro Sativa. 305 
• Fone 439-1369 Bela

----------~----------------------------------------- 
BINCOS DISTRIBUEM CIRDLHI SOBRE OYI MOED 
Manual preparado pela: irtituírõen pre 
nde clareeer aos bancários que vão tra 
b.altar no atendimnto ,)O públ ico a partir 
do dia 1o de julho an principain qucnLÕ­ 
r Pobre a adoção do real 
H" o' os'rondo os principal, pc,n!.Í'J d,1 nn- 
d, o rol, est, lrulando nos prfnctpa', - 
honor do af, entre o 'unclonirfos que e prepa 
ram para o atendimento do pb)'co i prtlr d» @ 
de Julho, M'Ilhares de I!vretos etão sendo distrl- 
h u f d o s 	e n t r e oss bancário, 0 	m a n u a l mostra a 	n o v a 
moeda en 9 quesitos que ao respondidos de forma 
,,J pi,•:; , rlld,Íl !t:n. 
'11 l'll,•rln ,,:1ri no 1p1c11Liiu !1
1 
, 1'l~1~ 
quando e reponde i seu!nte per Ri' k 
gunt.1: "1!11v<!r1Í 11l1;ur1.1 ,,xfgÍ>n1;J1• du l l' 
nnnto nu:, e l I cnu.r. qth.! quelríir!l ,! (e - t ü 
tuar trocam de cruzefros reals por ' 
real de valores +super lores R$ 
10,000,00'/" A r,,11po11tn: "Slm, os lluncon dcver;io c­ 
xJr;ir <10,1 cllcnt,•i; que queiram trocar quantias 1- 
unis ou 1,upcr lorn n ll$ 10. 000,00 que prccnchum 
formulá r lo, contendo l nf armações que pcrmi tam iden 
tlíl<'11r o Portado, (Cl'l',RG, endereço e duto de nos 
cimento), e dcclarnçiio da origem e dcstino do re - 
curou, como dctcrminn u Circular 2,207 do Banco 
Centrnl, de )O de Julho de 1992. 
Outrn <1uc•i;tno, a 30: irdagadu sobre o que os ban 
cos fnriio com os vnlorcs residuais inferiores a 
RS 0,01 rcsultant,•s das conversões, afirma que 
"serão tc,dos transferidos paro o Tesouro Nacional 
e destinados às campanhas humnnitirios, 
O manual dos bancos chega antes da cartilha do 
Governo sobre o real, Os fotolitos para a impres - 
siio ria cartilha do Governo foram enviados nos Ban­ 
cos, que ngora os redistribuem, para quem desejar 
imprimi-los·. Há um compromisso dos Bancos para edi 
tar ns cartilhas - seis milh~es de exemplares se: 
râo publicados pelo Governo. Outro tanto sairá da 
Iniciativa privada. 
L a seguinte a íntegra do manual dos bnncos. 
1 
2 
Quando começamos a utilizar o real? 
O renl (R$) comcç3ri a circular dia lº de 
Julho dr. l.994. 
As pessoas perderno com a troca dos - 
seus cruzeiros reais por reais? 
A rroca da morda velha pc)a moeda nova 
.:apl cn em pcrdns nem ,,m ganhos. 
3 
Quanto vnlerá um real? 
Um renl valeri iqual a uma URV. O valor - 
de troca do cruzeir~ rcnl pelo real será di- 
'uli;;,do pe1o B:inco Central no dia 30 <lc junho de 
1.94, con validade a partir de lº dr ju)ho de 
1994. A Ültima cotação dn URV, a ser divulgada pe~ 
lo Banco Cr.ntral com valtdodq para o dia 30 de ju­ 
nho de 1994, SPrá utliz:ida durPnte todo o pcr[odo 
de conversão de cruzeiros reais por rrais - de 19 
i 15 de julho dr 1.994, toda vez que rste trabnl~r 
tr-encionat: o vaJor de conversão estzri se referindo 
ao valor dessa ultima cotacio da IV, 
Quais as cédulas e moedas cm cruzeiro~ e 
cm cruzeiros real:;. q..ie terão valor de txoca 
por reais? 
4 
Cf'.DE.AS 
IÀ'Ov!""{n.1ç.lo 
e:, Cni.zl'lros 
Equ!vatncfa e 
Cruzeirog Reais 
+'otIvo/ 
F.!hlc 
cr.s 
cr.s 
C<:$ 
CRS 
C!;S 
CRS 
crs 
crs 
CP.S 
200 
5CO 
l.000 
5.000 
5.000 
to.ooc 
50.00C 
100.oon 
500,000 
cr.s 
C!lS 
C?..._i; 
CRS 
CRS 
C'IS 
CRS 
CRS 
CRS 
CRS 
CRS 
cr.s 
0,20 
º· 50 
1,00 
s,oo 
s,oo 
10,00 
50,00 
100,00 
500,00 
1.000,00 
s .. ono,oo 
50.000,00 
F{·te da Rcúblea 
1'11.'!u:,to Ruschi 
C.inrl 1 do Rondon 
»rlos Gores 
Ef!te da ep@1fcn 
Vital Fr,1sl1 
Ciara Cascudo 
Rcl]n-Flor 
iro de Andrade 
An{s.lo Tclxclro. 
O C.tÚcho 
s.,tnn., 
+o1DAS 
10 
100 
700 
500 
1.000 
5 
X:is o que ser5. feito com resto, quando a 
6 conta de divisiio niio for ex.::ita? 
Importâncias inferiores a RS 0,01,camaq/ 
restou aa conta acima, serão transferidas pelos 
Manco3 o Tesouro Nacional e <
1
estinndas a campa 
r'as hurranitiras. No ceplo acima. se fizeros a 
conta iaverss, descobrirenes que o resultado da 
r"..1ltí:'lic.1çÕ.) de 54.64. por 2.745,00 é igual à 
19 
0
O O. Faltam, portanto, a CRS 13,20 para CRS 
J '; fJ. { 1/), f/J, r,.: l j, , r ' , ( • 
As 1m, a fazer dlvf o elimine cal,u r 
tancfa a part!r d 1 t rn Ir l. ,1 :, r!J (( J, 1 d 
vul 1. 
7 
no 
Como exercício de ilulo, apenas para fai 
litar a copreensao, supondo qae o valor da 
!RV e. ) 0 de junho e[a de C I! $ 2.1,00. quan­ 
to valerlan em cruzeiros rels as notas de real, 
período de troca de rncd,1 v,·Jh,1 pela ioeda no - 
CLIENTE IJ!E F()P Tl1QC~R fV IS DE 
Ri 10 MIL TE nE YLICAR ORIGEM E 
DE.STINO DO DINl'F..IP,O [ r~:-STRAR crc E RG 
CULAS DE. REAIS 
------------- 
R S 1,00 	CR1 2.!45,<,0 
R 5,00 	CRS 13.725.00 
RS 10,00 	C:l!) 21.40,00 
KS 50,00 	CRS 137,250,00 
RS 100,00 	CRS 274.450,00 
8 
Alnda como excrc!clo, :.upondo u:n valor de 
converso de C R $ 2.745,00 pnrn cada real, quan 
to v,1lerl.am c.m cruzc.lroo reais as moedas do 
rcnl7 
R~ n,nt (1 centavo te real) 	re 27,45 
n 0,05 (5 centavos de real) 	tu 137,7 
,, ... O, 10 (lo centavos de real) 	(s 77, 
11
<: 0,50 (50 Cl"ntnvos de rr.11) 	("QC:: 1. )72,Sfl 
& 1,M0 (roeda de 1 real) 	s 2.75,0 
IMPORTANTE: perceha que éS mor.d~s mctál{cos de 
centavos e de um renal agora terão v!or muito maior 
e serão ~tilizadas com frequência para pagar Õni - 
bus, cafe e outraR pequenas despesas. 
9 
A TROCA DO DINIIEIRO 
Como será o funcionamento dos bancos nos di 
as 12, 2 e 3 de julho para a troca da moeda ve 
1-ha (cruzeiros reais) pela moeda nova? 
No dia IQ de julho (seY. 
ta-feira) os bancos somen­ 
te trocarão moeda e desccn 
torào cheques de valor e • 
quivalente a até RS 100,00 
sobre os saldos disponl 
veis em conta-corrente. 
Nos dias 2 e 3 de julho 
(sibado e domingo) os ban­ 
cos farão apenas troca de 
cruzeiros reais por real. 
As demai~ operações bancá­ 
rias serão feitas norma]nente 
lho (segunda-feir3). 
partir de 4 de ju- 
1
Q Qual será o horário de funcionamento das 
Agêntlias bancárias nos dias 19 de julho (ser 
ta-feira), 2 (sábado) e J (domir.go)? 
Os horários de funcionamento das agências serão 
os seguintes: 
Dia 12 de julho (sezta-feira); o horirio de a - 
tcndimcnto ao pÜbli~o será empliado cm uma hora. 
Nas regiões onde as Agências abrem às 08 horas 
ou 09 horas, o horirio de encerramento do expedicn 
te serã ampliado das 13 às 14 horas para as 14 o; 
15 horas. 
Nas regiões cm que o expediente de atendimento 
ao público começa às 10 horas ou às 11 horas as 
agências abrirão uma hora mais cedo, ou seja, res­ 
pectivamentc às 9 ou 10 ho=as. 
Dia 2 de julho (sábado), Abrem e fecham no horã 
rio normal dos dias Üteis. 
Dia 3 de julho (domingo): Das 9 às 12 horas.A 
brirào apenas as agências situadas em pontos de 
maior afluxo de público. Os bancos comunicarão pre 
viamente em cada região quais as =egiÕes que abri: 
rao no domingo. 
Observação: Os postos de atendimento bancário - 
funcionarão somente no dia IQ de julho de 1994, no 
horario habitual, para troccr moeda e efetuar paga 
mentos de che;:ue c'e valor equivalente a até RS 
100,00. 
CRS 0,01 Seringueiro 
CRS 0,0 Il.1inn.1 
CRS 0,10 TeIxe-Rol 
CS 0,50 Tartaruga Marinha 
rr.s 1,00 .cnrã 11 dn Como será o horário dos bancos no dia 4 
$E$ 5,90 Arar» 	'e julho de 1.99i ~segunda-feira)? 
"J 10,00 Tn:r1 .. ,nrtwi 
cns 50,00 Onça-Plntad., 	Nas capitais, nas grandes cidades e nas 
C 0.O Hr! 	idades onde as a@ncias abre os dias normais às 
MOEDA COMEMORATIVA 	IO horas ou às 11 horas, o atendimento ao público 
a. ,_ ·. ,,,, ,,,,a..,,. 	ccecari duas horas mais cedo. Assi, as as@eis 
que inicia~ o_atendimento às 10 horas cm dias no:::-­ 
Como converter u:n.1 '!Í:port.inda de cruzc:J- mais abrirao as 8 horas e as que iniciam às 1l ho- 
:·,,s reais cm reals? 	ras, abrirão à 9 horas. 
Para converter qua'quer 'mporrancia de E cidades do Norte e Nordeste, oncte r~ .... :-,~nci- 
cruzeiros reais para reas, bestará dividir 
O "ª - as abrem e dias vcrmais às 08 horas ou 09 h:iras, 
lo- e.xpresso na moeda velha pelo valor da URV ~o os bancos ampliarão o horário de atendimento em 
dia 30 de junho de 1994. E.xemplo: suponhà quê você 
2 
horas, no final do expediente. Assim, ns :1gênci­ 
tenh:i CRS 150.000,00 e que a URV esteja valendo em ª~ qu~ fechariam às 13 horas ou às 14 horas. ica- 
30 de junho, CRS 2, 750,00, terá como resultado _ rao abertas atê às 15 ou 16 horas. • 
54,644808 ou R$ 54,64. íleixe apenas duas casas à 
direita «la vírgula e elimine as demais. Nunca arre 
donde, mesmo que o .:ilgarismo da terceira casa à di 
rrlta depois da virgula seja superior a cinco 
12 
t possívcJ. retirar dinheiro (::eal) 
cheques nas agências banciírias nos di.as 12, 
2 e 3 de julho? 
Dia l~ de Julho, nas agênci:is em que mantêm con 
ta, os clientes poderão sacar com cheques de valo 
equivalente à até RS 100.00 sobre saldos disponí - 
veis em cont.:i corrente. 
Nos dias 2 e 3 de julho haverá apenas troca de 
cruzeiros reais pelo rcnl. Nesses dois dias 
serii possível 5'lcar dinheiro com cheque. 
Coe cartões, nos cai::.as ~utom:iti.cost Centro ou 
fora das Agências. cs clientes poderão 5acar di 
nheiro nos três dias até seus respectivos limites. 
Todas as deais operações voltarão a serenarea1 i- 
n.10 
13 
;;o 
lho, ando troco 
15 
16 
- ,. 
A. r.ode de ae: ercades e as t te a. 
d I tr .. porte coletivo ji terio reais no - 
d! 1 19 de Julho? 
r. 
Pop 
n I i ova mo d 
Ql!FJi NÃO TE CONTA BACIA, TROCA ONDE? 
14 
Co,;-o dc•vf' pn;ced,•t' qu1·!l njo l e:, , ,mt,, ,, ·, 
banco para trocar o seu dinheiro? 
Deve procurar qualquer agIa baniria 
,atrc os dla1, :<• e 15 de Julho cl,• !99',. 
ATÉ QUANDO VALEM OS CHUZEfl'OJ J,EAl!>! 
Mesmo tendo deixado de ter a moda 
Pa!u eo 12 de julho, o cr11/.<•ltn re:il 
poderá ser usado para pagamento? Aé 
do 
:iínda 
qaan- 
cio? 
Siri, o cO!!'ércio e 	o s bancos poderio receber pa 
gnnentos eM cruzeiroo rc.ols otci 15 de Julho d; 
1994. A conversão para reais sempre deverá ser 
feita dlvldlndn-se a lmportãncfJ a ser paga rn 
cru~eiroo reais pelo valor do URV de 30 de Junho 
de 1.994. 
Após 15 de julho de. 1994, o que deve 
feito co,~ os cru.zc. iros reais que ainda 
er 
nno 
tenham s ldo troc.1dos? 
PodPrio Ger trocadoo por reais 
rPgionai~ do Banco Central ou nos 
~ serere aefinldos pelo Governo. 
17 
As contas quP. vencerem neosc.s dias (12,2 
e J de julho) poderão ser pagas normal1r.ente 
na segunda-feira, dln 04 de Julho, sem cor- 
reção ou multa? 
- .  
Sim, as contas de agua, luz, telefone, gás, 
1apostos, carnes, fichas de cobranca e outras qve 
vencerem nesses tres dias poderao ser pagas nos 
b:incos normalmente sem multas nem correcâo no dia 
4 de julho de 1.994. 
nas de!egacIas 
locais e prazos 
18 
lla'lerã a.lguma exigência do bancos aos 
clienteo que quelrao efetuar trocas de cru- 
- zeiros reais por reais de valores supcrio - 
rcs a R$ 10.000,00? 
Sim, os bancos deverão e~iglr dos clie~tes que 
queiram trocar quantias igua!s ou superiores ; 
R$ 10.00~,00 que preencham formulário, contendo - 
inforr>coes que permitar denticar o portador - 
(CPF, RG, endereco e data de nascimento), P decl~ 
raçao da origem e do destino de re 	- 
d 	cursos, cor or- 
m<? eten,;ina a circular 2.?07 do Banco CP l d 
30 de ulho de 1.992. 	.ntra • e 
19 
CHfQUES 
Como devem ser '>re-,ochidos os cheques à 
partir de 1O de julho deste ano? 
Os cheques deverão ser preenchidos 
r~ais. O valor numcrico deve 	em 
bolo Real_ R• ~ ser precedido do s!m 
•. .,na parte por extenso, deve ser 
escrito o valor em reais e os 
E 
centavos. 
XEMPLO: Parte simbólica e - 
P, 	nurerica - R$ 56, 30 
or extenso: cinquenta e seis 
tavos. 	reais e trinta cen- 
Como serão debitados 
no tentes os chequ nas contas dos emi- 
tll!, 	es em cruzeir is 
sentados (depósito ou os rea apre - 
de jul_ho de 1_
994
? saque) a partir de 1g 
Cada cheque serã debitad 
dente em reais nas cont o pelo valor correspon 
as-corrente d 
tes. O valor debitado res 
1 
; s os emiten 
portância do cheque pc] ara aa divisão da im­ 
de junho de l 994 A - 
0 
va or <la URV do dia 30 
• • pos a divi - - 
dos os algarismos a parti d ~ao, serao eliciina- 
reita da virgula co r a terceira casa ã di­ 
• rrespondent 
centavo de real (R$ O,Ol). O?s? ~enos de um 
coe 
n 1 Até quando podem ser 
til!. bancos para que s apresentados nos 
aque ou d i 
que.sem cruzeiros ., epos te os cbe 
S 	- reais? 
egurdo decisão anunciad; 
ques preenchidos em cru.ia pelo governo, os che 
h d 	ze ros reai 	- 
n am ata posterior a 30 d s, ainda que te 
acolhidos pela rede b - e junho de l 994 serãÕ 
1h d • ancaria so • • 
- 
0 
e ,.994. Após essa d _::iente até 29 de ju 
aceitos. 	ata nao poderão mais ser 
n n '02.pois desse pra 
til!. tfl!.com os cheques º• 
0 
que deve ser feito 
P em cruzeiro 
recisarão ser tro s rc.a:is? 
tentes por cheques e: cados pelos se ei - 
m reais.. 	us ..... 
COMPENSAÇÃO DE nn,nOc: 
-tQ IS NO DIA 30 
23 será feit., a DE .Im.'RO 
ques deposit.idos no d~OT!lpens.ação dos che 
1.
9
9
4 
(quinta-feira," 
3
0 ae .lunbo de 
Sera feita nos r., • 
tes. 	nesmos prazog 
atual±ente vigen­ 
Cheques da praça· 
superior i cRsso.o?heques de a: 
d. s 	• 0 d, icr iua! ou 
e Junho, terão seus·, ~ cp:>sitados ... - 30 
corrente do d -recursos 11, no dia 
,;_ d epositantp par • erados na conta- 
Vc::, o sister.ia d a snque 
(::egundn-~ei . ) e compensação n d e::i reais atra- 
• rn • 	o ia 4 de julho - 
Os cheq1.;es arê CRS 	• • 
di.1 30 de junho t - 
89
-999,99 d 
• • erao se epositados no 
cont:1-correntc: do d rue recurso - ""- 
2.t.r,.1.ués do s! 'eros!tanre , ' lJ berados na 
1wo (c-e."?" de ceess,S saque e reais 
-- .. ·~,. 	.uo no dia 5 d~ Ju- 
CC!ll'TNU A .. _

CAqu + 
l'.t'll' 
fpt 
Coo +será fefta a compençao do, cheque, 
reals a partir de julho? 
'eHt nas mesmos prazo atualmente - 
.qun da praça: Os cheques de valor fqual ou 
uner'or R$ '50,00 terao eus reurso liberados 
ra ·n'a corrente do depositante para que através 
do ,'sten de corpensno em 2 horas, 
Os cheques o+ $ 19,99 terão rs recursos li-­ 
Merados na ot corrente do depc , te para a -­ 
que trais do ,is'ema de compensa@no mm B8 horas. 
Cheque, de outras praças: Os cheque de outras 
prenas terno também os mesmo prazos de liberaçao 
tu1lente ,'gente,, 
25 
LIVRETO TENTA TIRAR DUVIDAS 
de trai, pra,e: Turno t 1 oi e, - 	Ilente podr o sr ,- - 
de Hiberaao atnu } te s, d. a- ll jte er ruir re 1s, 
r,s sacada4. 	na no!te do d1a 30 de J 
CRUZEIOS REMIS NO COMÉRCIO 
O comércio era obr I zado a aceitar cruzei 
ro reais na partir de de Julho? 
SIm1, o comércfo deverá continuar ace!tdo - 
cru:e'roa reas até 15 de uho de 1.994, pois o 
,: ;,h•.·lro recebido nn mocdn vc11111 poderá ser deposl 
t.de ou trocado nos Bancos tê quela data. No ci-­ 
,,, _-e:~ depósito, o banco Jii fani o crédito cm reais 
r vertendo o valor depositado, com base nn URV de 
3 de 1unho de 1.994. 
(' 6 l! poss!vcl trocur cru1.elros real!; por rc~ 
L is no comercio? 
Sim, cuso o comerciante tenha condições e 
se disponha a fazer a troca. A troca, contudo nao 
i obrigntórin pnra o comerciante. 
A CONVERSiO DAS CONTAS, EHPRl'.STIMOS E Al'LICAÇÕES 
OS RES[DUOS DOS CENTAVOS DER$ SERÃO RECOLHIDOS 
AO TESOURO E REPASSADO À CAMPANHA CONTRA A FOME 
09 Como os bancos farão a conversão dos re - 
d. cursos cm cruzeiros reais das contas corren­ 
tes, dos empréstimos e das aplicações finan­ 
ceiras - poupança, CDlls,•fundos de investimentos , 
FAF, commodities e outras? 
Os saldos de todas as contas,empristimos e apli 
caçÕes serão automaticamente convertidos para rea­ 
is, no dia 12 de julho, sem necessidade de o clien 
te solicitar ou comparecer cm sua ag~ncia bancári, 
com essa finalidade. Os resultados da conversão se 
rão informados pelos bancos aos clientes nos rés - 
pectivos extratos. 
r"l 8 1' necessário que o cliente vá ao banco pa 
d. ra efetuar n conversão do dinheiro deposita­ 
do ou aplicado? 
Não é neccssãrio. A conversfio será efetu3da au- 
tomncicamente pelos bancos em todos os tipos de 
contas ou ap.caçoes. 
ARREDONDAMENTOS E RESIDUOS 
EM 
29 
Numa conversão, se a terceira casa deci - 
al resultar cm número igual ou superior a 
S, 
0 cliente ou o banco podem arredondar o 
valor? 
Não. A terceira casa depois da vírgula resulta~ 
te de qualquer divisão sempre deverá ser eliminada. 
30 
o que será feito pelos bancos com os valo 
rcs residuais inferiores a R$ 0,01 resultan­ 
te das conversões? 
Serão todos transferidos para o Tesouro Sacio - 
nnl e destinados a campanhas humanitárias. 
CAIXAS AUTOMÀTICAS EM REAIS DIA 1g 
DEPÓSITOS 
rt} 
parti- 
3
• 3, Co o 
1
d<''"'':L,o &crt( l~~f,~ 1ev.
1
í~ 1!o'l..'.. µc,_:~!'..-2-.~. 
mintos de tcon as t ra ernC n Is ·+ a 
autoit lcos na partir de juiho? 
Os afza autoit!os omnte e ar o operando 
em reals. Msofmu, o cheques que estiverem e cru - 
zelros rafs devem ser somados na flh de depôs!­ 
to em cruzeiros reafs, mas o r ultado total do de 
pós!to deve er convertido para reais, a fL de 
que o caixa automático possa autenticar o recibo - 
na nova moeda, A, contas em Ui' ou 11 cruzeiros 
real também devem ser convertidas para reais pelo 
cliente para que o seu pagamento possa ser auten­ 
tfcado pela máqufna. As transferências também de - 
vem ser feitas em real paro que o calxa automáti­ 
co possa validar a operaçao. As conversões devem 
ser feitas cm real para que o caixa nutor.:ático 
;;0ss validar a operação. As conversões devem ser 
feitos sempre com base na cotação da URV do dia 30 
de junho de 1.994. Nos caixas uutomáticon serio n­ 
fixudo8 inform3ç~as para orientar os clientes, in­ 
clusive o valor da conversão. 
34 
Os cnixns autom..itJcos terno mocdau metá­ 
l lcos a partir de lQ de julho de 1.994? 
Não, esses equipamentos somente utilizam 
cidulns. A m~ioria será ubastecldn com cédulas de 
R$ 5,00 e R$ 10,00, podendo alguns disporem de cc­ 
dulns de R$ 5,00 e R$ 50,00, 
CONTAS E CARNES EN URV E CRUZEIROS REAIS 
3 5 
Contas e carnês em cruzeiros reai.s pode 
rão ser pagos nonnnlmente nos bancos a par 
tir de 4 de julho? 
Sim. Os valores dessas contas e carnes serao 
convertidos ern reais com base no valor da URV 
30 de junho de 1.994. 
3 6 
A partir de 4 de julho de 1. 994, como se­ 
rão tratadas pelos bancos as contas e carnes 
expressos em URV? 
A quantia de URV expressa nessas contas e car - 
nês será igual à de reais a partir de julho. 
37 
Como serão convertidos na nova moeda os 
impostos, taxas e contribuições emitidas em 
URFIR, Unidades Fiscais Estaduais ou Munici- 
pais? 
As tabela de con·versão dessas obrigações para 
a nova moeda serão divulgadas pelos respectivos ór 
gãos governamentais já em reais (R$). 
CHEQUES A PARTIR DE JULHO 
POUPANÇA 
de 
38 
A partir de 4 de julho, como devem 
preenchidos os depósitos de cheques em cru - 
zeiros reais e cheques em reais? 
Os depositantes devem efetuar seus depósitos de 
cheques em cruzeiros reais e de cheques em reais - 
em recibos separados. Não devem preencher um mesmo 
recibo de depósito com cheques em cruzeiros reais 
e cheques em reais. 
Os clientes devem preencher os depósitos em cru 
zeiros reais, como sempre fizeram. Os caixan farãÕ 
nutomaticamcr.te a conversão para reais, autentican 
do o recibo de depósito na nova moeda. Os lançame; 
tos aparecerão no extrato dos clientes em reais. - 
ser 
Como vai ser convertida a Caderneta 
Poupança para o real (R$)? 
No dia 1~ de Julho, os saldos .das Caderne 
. 31 A partir de quando os caixas automáticos tas de Poupança serão cor.vertidos para o real co 
estarão operando cm reais? . 	base no valor da URV do dia 30 de junho de 1.994. 
Os caixas automâticos ~starao operando - No dia de seu aniversário, as cadernetas terão os 
com reais 
O 
partir das 12 horas do dia lQ ~e julho rendimentos creditados de acordo com o índice da 
de 1994. Os bancos colocarão avisos do horario de TR daquele dia mais juros de 0,5%. 
interrupcio do funcionamento desses caixas no dia 
30 de junho da reativação já com rcai~ em lQ de 
julho. Alguns desses equipamentos podcrao, inc~usi 
ve, ser reativados antes das 12 horas do dia l: de 
julho. serão apenas algunas horas de interrupçao . 
para substituição de moeda velha pela novn e ajus­ 
te dcstieS equipamentos. 
32 
Em que moeda as pessoas poderão sacar di­ 
nheiro dos caixas automáticos nos dias 30 de 
juuho e 12 de julho? 
39 	de 
48 QUESTOES 
( r; 
41 
4 O 
Haverá redução no rendimento da Caderneta 
de Poupança com o rea.17 
Nãoª Permanecem inalteradas as regras de 
remuneração dos depósitos de poupança, conservando 
se a IR como Índice básico de atualização monetá = 
ria e os juros de 6% ao ano. A partir de 12 de ju­ 
lho a remuneração das cadernetas passa a ser conhe 
cida na data de aniversário da conta de poupança.­ 
Com o nova moeda. apenas deverá acabar a ilusão mo 
netaria provocada pela alta taxa de inflação e d; 
OS RESÍDUOS DOS CENTAVOS DE R$ SERÃO 
RECOLHIDOS AO TESOURO E REPASSADO 
A CAMPANHA CONTRA A FOME 
,, 
CIIOERNETDS DE POUPDNÇB CONTINUIIRIO 
SUJEITAS a TRIBUTDÇÍIO DE 0,25l 
OE IPMF NO REAL 
Imposto Provfsrto s ! 
4 3 Ql::t l~ 0
1
: v:.lfltcin, ~- i d I r u:.,.~l f ll 1 lr Hp 1 l 
ando em caderneta de poupança! 
A caderneta de pança cantina ta de 
do e sendo uma aplicaçao de zrnde sf plietdad 
garantia e liquidez, cessfel a toda a populaça, 
AIC:m él•lGO • um aplicação isenta do Impor to de 
Renda. 
F I N A N C I A M E N T	O S DA C A S A 	P RÓ P R I A 
44 Coo ficará o saldo devedor do IInacía - 
monto d.,1 c,1Ga própria? 
No dl:i 1~ de julho, o saldo~ drv•dorc 
dos financiamentos serão convertidos para o real 
com base no valar da l'RV do di,1 JO de: junho. 1 J, , 
continuarão sendo atualizados pelas regras estabe­ 
lecfdas em seus respectivos contratos 
45 
Cm;;o serão os reaju,;tcr; d,w pre;;t.:1c;Õc" 
desses finnnclomentos? 
Os reajustes das prestações c1<t,1rrio int<'_!_ 
rancnte atrelados ~s c)âusulns contratuaJs: quem 
tem contrato vinculado à equivalência salarial te­ 
râ as prestações corrigidas pelo seu aumento &nlo­ 
rial e nos contratos reajustados pelo~ Índices dn 
poupança, as prestações seguirão este !ndiccN. A 
partir de julho essas prestações serao ccnvcrtlda•, 
para reais. 
APOSENTADOS E PENSIONISTAS RECEBERÃO EM REAIS 
46 
o»no serão feitos os pagamentos ao apo - 
sentados e pensionistas que recebem seus he­ 
nefícios no dia primeiro dia útil de Julho? 
Eles receberão seus benefícios em rcnis a pnr - 
tir de 4 de julho (segunda-feira). Exempln: ben~[Í 
cfos ·de final 1, dia; de final 2, dia S; e nssin = 
cucessivamente. Os aposentados e pensionist,,s IJUe 
hoje recebem no 1lg e 122 dias ütels, passarão a 
receber de acordo com o número final dos Aeus c~di 
gos de benefícios, ous eja, final 1, 19 dia ~tll 
(4 de julho); finnl 2, dia 5 de julho e assim su - 
cessivamente. 
4 7 Como fica a URV a partir de 12 de julho? 
A partir de lQ de julho de 1.994, a R 
deL~arâ de existir e será substituída pelo - 
real. Uma URV passa a valer um real, a :,ova r.•ocdll 
do Brasil. 
48 
49 
A URV VIROU REAL 
CONVERSÃO SERÁ CRATIJITA 
Os bancos cobrarão dos clientes ou do go­ 
verno alguma taxa pela conversão do dinhei - 
ro? 
Não. As despesas com a troca da moeda, incluin­ 
do o funcionamento em horários especial~ :,o primei 
ro fim ce semana de julho, mudanças e~ nilhar~s de 
programas de computadores, treinamento de fu,ciu~5 
rios e orientação aos clientes e usuários, corre= 
rão por conta dos próprios bancos. 
OUTROS COMPROMISSOS EM REAIS 
Como ficam os demais contratos,· paga.cen 
tos e recbimentos a partir de 12 de julho 
de 19947 
A partir de 1g de julho de 1994: 
Cartão de Crédito - As faturas passarão a ser 
emitidas em reais. Compras efetuadas em cruzeiros 
reais deverão ser pagas em reais, convertidos coo 
base no valor da URV de 30 de junho de !.994. Os 
valores das compras em URV serão iguais aos de rea 
is, a partir de 1g de julho. 
Consõrcios - As mensalidades dos consorciados - 
serão automaticamente convertidas para o real, co 
base no valor da URV de 30 de Junho de l.99~, efe­ 
tuando-se os ajustes em função do valor do vem, Se 
seus valores já estiverem ajustados e em RV, cor­ 
responderão a igual quantidade de reais. 
Faturas, Duplicatas e Carnês - Passarão a ser 
emitidos em reais. Os que tiverem sido emitidos a­ 
té 30 de junho em cruzeiros reais ou URV, a partir 
de !Q de julho também deverão ser pagos em reais . 
Os caixas farão a conversão no ato do recebi=cnto. 
Salários - A partir de IQ de julho de 1.994, to 
dos css&lérios que já foram convertidos e URV as 
sam automaticamente para reais. Coo una RV, pa­ 
tir de 1g de julho de 1994, valerá igual a no real, 
o salário mínimo de 64,79 URls valerá RS 6-4,79 _ 
(sessenta e quatro reais e setenta e nove enta 
vos). 
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AVARO CARNEIRO BA'OS 
POLICIAL- A Ediouro está lançando "c de Cadá - 
ver", o terceiro romance polfcIal de Sue Gra!tn. 
e.t vez, a detetive KInsey MIIhone é encar- 
r da de proteger um rapaz que sofreu gravfssi, 
o [dente de carro e teve enormes blocos de - 
emór1a destruídos. Ele sabe que alguém tentou 
mati-lo , ma não lembra por qu@?, De maneira 
vapa, o rapaz lembra que sabia de algum fato 
que o tornava perigoso para alguém, mas não re­ 
r.11rtlr, o que era. Entretanto, ninguém, nemn mesmo 
;eus palu, ncreditnm nele. Três dias depois, o 
rapaz amanhece morto, Investigando todos os de 
talhes do caso, Kinsey v@-se frente á frente 
com um assassino frio e calculista capaz de tra 
mnr, éom rcqulnte de detalhes, o morte de um rã 
paz que conhecia há 20 nnos. 
CHICAGO, ANOS 40- Aos l2 anos, não suportando 
QOÍA ver a mãe consumida pelas drogas, um menino 
de 12 anos chamado RIchte decide viver por sua 
própria conto e risco ~a violento Chicago dos - 
anos 40, enquanto procura e pai, um contrahand{s 
ta de bebidas de quem guarda apenas uma imagem 
difusa. Assim começa "Cidade Maldita", romance 
de Clark Howard que chego ao Brasil em edição da 
Best Sellcr. História sobre sentimentos e valo­ 
res que moldam o caráter e reavivam a esperança, 
"Cidade Maldito" mostra a experiência de Richie 
'em lares adotivos, a introdução precoce ao ero­ 
tlsmo com prostitutos, o internamento num refor- 
~atório e, mais tarde, o enghjamento nos fuzilei 
ros Navais, ºem episódios que fazem rir e chorar: 
AMNÉSIA- Uma mulher jovem e elegante caminha a 
esmo pelas ruas de Bostor. reconhece as ruas, os 
pridios, e se lembro de q~~ sniu para comprar 
1.elte e ovos paro um bolo de chocolate que esta­ 
va fazendo, mas não consegue lembrar seu nome , 
onde morava, nem quem era. Para piorar, o que 
faz com 10 mil doláres no bolso? E por que seu 
vestido está sujo de sangue? Esta é a trama de 
"Jane precisa de ajuda", romance de mistério de 
Joy Fielding que eatã lançando pela editora Roc­ 
o. Sem memória e sem documentos, Jane resolve 
procurar a policia, que a identifica como a espo 
sa do Dr.ithaker, um dos mais conceituados pe- 
iatras da cidade, que logo aparece para levã-la 
e volta para casa. Ele a cerco de carinho e cal 
antes, mas ela percebe que há algo de estranhÕ 
no ar. 
MÍRCIO GIRCII 
- 
UM NOVO GILI NO IR 
DESTROIER-Especialisto em histórias de bata 
li.as navais do Segunda Guerra Mundial, Douglas 
Reeman é o autor de "Desotróier",romance que es­ 
tá sendo lançado pela editora Record.Trata-se de 
uma história de bravura em alto mar,tendo como - 
protagonista o capitão Keith Drummond.Ele e seus 
hoes são incumbidos de levar um ultrapasso des 
~rÕier,o Warlock,a superar um inimigo bem mais­ 
e melhor equipado,num ataque quase suicida visan 
do a abrir caminho para uma invasão da Europa o­ 
cupada pelos alemães. 
NlNTENDO- Em "Os Mestres do Jogo"; livro que a 
editora Best Seller manda as livrarias este mês, 
0 jornalista Americor.o David Sheff conta como foi 
a rãpida ascensão da Nintendo,a maior empresa - 
Japonesa de videogames ,que em 92 abocanhou 80 
Por cento deste mercado nos Estados Unidos.Sheff 
entrevistou os principais executivos da Nintendo 
aléa de licenciados,distribuidores e concorren - 
tes.Numa linguagem não acadêmica e não téccica , 
to::, .urplas comparações com a IBM,Apllc e !lisney, 
0 livro revela do planejamento à engenharia da 
.'intendo,passando pela invasão dos Estados Uni - 
dos e pelos negócios com os russos. 
AMOR K VIDA - Comparando a "O pequeno príncipe", 
oro u canto de amor à vida e à natureza, "O 
Prendizado de Pequena Àrvore,do escritor ameri- 
car.o Forrest Carter,acaba de ser lançado pela e­ 
ditora Record.~ a história de um menino que apren 
eu com os avós o jeito simples e sâbio de viver 
0 índios Cherokees.Criado entre as montanhas - 
0 ,ennessee,pequer.a Àrvore aprendeu com os {n - 
1os a dar amor sem esperar gratidào,tirar da 
erra apenas aquilo que se precisa. "O aprendiza­ 
O de Pequena Arvore" vai ser adaptado para o cl 
·•"'1 pelo ator e diretor Robert Redford. 
A ARCA DE NOÉ-Depois de investigar mistérios coo o - 
tniin;..,1od:is Bermudas e a torre de Babel,Charles - 
erlitz dirigiu suas pesquisas para ·a Arca de Noé. 
Ccid.ido a verificar a exatidão dos relatos b{ - 
licos a respeito, Berlitz diz que,de acordo com 
,'lendas milenares das civilizações crista,tu - 
7jlca,babilônica e rica,foi no alto do monte 
"ar±t,na Turquia ciental,que encalhou a Arca - 
,I:• :oê,depoiG do dilúvio. 
A novela das seis 
que e□treou recente­ 
mente na Globo, 'Tro­ 
picalicntc, veio re 
choada de muito sol 
o sensualidade, tra­ 
zendo um estreante -­ 
que está despertando 
curiosidade e paixões 
Márcio Garcic, o jo 
vem ator que inter­ 
prta Cassiano, um 
sonnual pescador, ir 
mão da bela Açucena­ 
(Carolina Diekman) e 
namorado da não me­ 
nos bonita Dalila 
(Carla Marins), com 
quem protagoniza al­ 
gumas das cenas mais 
quentes da novela. 
Sempre com o belo 
corpo à mostra, Már­ 
cio já se tornou um 
símbolo sexual,e não 
tem nada contra e□se 
rótulo que conquis­ 
tou da noite para o 
dia: "Isso é normal 
porque o personagem­ 
passa mesmo muita 
sensualidade. Ele a­ 
parece sempre suado, 
sem camisa, e até - 
nas cenas de festa - 
da aldeia dos pesca 
dores tem um clima - 
sensual, dançando a 
onda, uma mistura de 
• merenque com lambada. 
, __ 
Tu acho muito legal­ 
quando as pessoas 
chegam até mim para 
comentar o meu traba 
lho. Quando as meni­ 
nas dizem que são a­ 
paixonadas por mim 
cu fico meio sem gra 
a, sem ter muito Õ 
que falar, mas dou - 
beijos e autógrafos", 
conta Márcio. 
Tropicalicnte é a 
primeira novela de 
Hárcio Garcia,mas 
seu rosto não é com­ 
pletamente novo na 
tolinha. O ator já - 
lida com as câmr s 
há dois anos, como 
presentador d um 
programa da MTV, fa- 
1 ando nobre una de - 
suas puixôcs; o cz­ 
porte, O MTV esportes 
está fora do ar, mas 
deve retornar cm no­ 
vembro, e Márcio rs­ 
tará no comando. En 
quanto isso, ele se 
empenha nas gravaç ·s 
da novela e continua 
praticando seus es­ 
ortes nas horas va- 
1as. Ele gosta de jo 
7ar futivolei na 
raia e mantém o fí­ 
sico com natação 
jiu-jitsu, vôlei e 
futebol. 
Descoberto pelo 
diretor Paulo Ubira­ 
tan na Oficina do A 
tores da Rec lobo, 
Márcio está tentando 
tirar o máximo de ex 
periência deste seÜ 
primeiro papel numa 
novela. A primeira - 
lição ele já apren­ 
deu: "A primeira ce­ 
na que tive que gra­ 
var foi com a Carla 
Marins. A gente ti­ 
nha que correr pela 
praia, meio brincan­ 
do de gato e rato, e 
20 A/S SEM 
dcpoi eu tinha que 
dar um beijo nela.ri 
quei preocupado,poii 
não sabia como far 
isso m me envolver 
e nem tinha ideia do 
como beija-la, mas 
na hora só me concen 
trai no resultado,nó 
rclhor :ngulo,c saiu 
tudo bem profissio­ 
nal, nem deu para 
sentir nada", conta 
elo. Srmprc que é 
possível, Márcio pe­ 
de conselhos e opi­ 
niões aos colega□de 
elenco e diz não cs 
tar tendo problemas­ 
na estréia. "Eu acha 
va que sofreria al­ 
gumn tipo de precon­ 
cci to por ser nova­ 
to, e até por já ter 
sido modelo, mas fiz 
várias amizades e só 
tenho recebido coi­ 
·sas boas", diz o 
ator. 
Aos 24 anos. Mr­ 
cio está feliz com a 
profissão que resol­ 
ve seguir. Ele tran­ 
cou o curso de Admi­ 
nistração de Empresas 
que fazia numa iacul 
dadc do Rio de jar.oi 
ro, cidade onde - 
nasceu e mora até hg 
je. 
Faz exatamente 20 
'anos que o Brasil 
perdia um dos seus - 
maiores talentos do 
teatro e televisão . 
Morria Oduvaldo Vian 
na Filho,ou Vianinha 
como todo mundo o cha 
mava. E nada melhor pa 
ra relembrar uma pe­ 
quena parte de suai 
rnensa obra do que a 
exposição que está - 
sendo realizada nc 
Espaço Cultural BNDES 
no Centro do Rio de 
Janeiro. 
Ali estão expos - 
tos recortes de jor­ 
nais,uma série de fo 
tografias das pecas, gcs I l--­ 
a tores e musices com 11ccional e acerv-:­ 
os quais ele travou-. pessoal do escricor, 
intimidade e t~aba - nté chegar a esta for 
lhou.A mostra e. tam- na,que impressiona~ 
bém uma oportunidade lo arrojo como foram 
para quem tem meros- rontados os painéis, 
de 30 anos de saber- e o todo .. Om ponto de 
a importância do au- destaque é o vídeo - 
torno moderno tea - Mostrando os princi­ 
tro brasileiro.Este- pais trabalhos de Vi 
é um dos motivos, de aninha para a TV. - 
divulgar a qualidade Mas quem foi Odu­ 
daquilo que Vianinha valdo Vianna Filho? 
escreveu. "em sombra de dúvi - 
Segundo a divulga elas ele percorreu 
dora Cida Fernandes, quase todos os cami­ 
uma grande pesquisa- nhos do teatro.Foi - 
foi elaborada nos 
principais jornais 
do país,Biblioteca - 
ntor,dramaturgo,teó­ 
rico do moderno tea­ 
t.ro brasileiro, asso- 
ciou a arte á politi 
ca,escreveu para o 
nais e televisão a 
forma intensa. 
Sua grande paixão 
foi a mistura do tez 
tro com política. 
verdade grande parte 
se não a totalidade, 
carrega o ranço de 
quem tinha este gos­ 
to no sangue.Não é 
preciso ser um pro 
fundo conhecedor de 
sua obra para afir - 
ar isso. Na televi­ 
são,ainda na época - 
da dl.tadura militar, 
Oduvaldo Vianna fu - 
rava o bloqueio da 
censura e escrevia - 
"A Grande Família" , 
onde apresentava os 
problemas de uma fa 
mília de classe m­ 
dia na época a in - 
flacão ainda permi­ 
tia a existência des 
ta classe com o alu­ 
guel,as compras,tra­ 
balho,estudo dos fi­ 
lhos e tantos outros 
dramas que o cotidia 
no do ser humano não 
permite perceber. 
Essa capacidade de­ 
observar o comum tor­ 
nava Vianinha uma pes 
soa diferente e pr 
vilegiada,além de 
extremamente perspi- 
caz.Sua morte em - 
197 4 deixou um espaço 
que ainda hojr não - 
foi preenchido.Mes - 
mo assimn seu traba - 
lho é atual e retra­ 
ta o país que ele 
tanto mostrou nos pal 
cos através de ato­ 
res e cantores. 
A mostra ficou a­ 
berta até o dia 11 - 
de junho, de segunda 
a sexta feira das 
9 ãs 19 horas.Em se­ 
guida percorreu todo 
o Brasil dando a exa 
ta dimensão desse aü 
tor inquieto que sa= 
biadas realidades - 
nacionais como pou­ 
cos. t uma oportuni­ 
dade para as novas 
gerações terem conta 
'to dire':o com Viani= 
nha, inclusive parti 
cipendo da leitura - 
de textos feita por 
José Wilker, no dia 
26 deste mês.,' 
Oàuvaldo Vianna - 
filho tem no curricu 
lo peças corro: "Rasgã 
Coração", "cnupeta - 
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Black Tie" e "Meia 
Volta Vou Ver". 
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@@ ato Gros o o Sul 
precisadeAry igo 
no Senad%a3 Pedro Pedrossian 
..A. 
Suplentes: . • 
MARTINHO BARROS 
LUIZ CARLOS ORTEGA 
Rodeados pelos filho, 
parentes e am!gos, agrade 
emo a deu os nosso É) 
(sessenta) anos de tatr!­ 
:::Õnlo., . 
...'ossos corações en­ 
velheceram tas nossos 
piritoH contlnunn Jovcn& 
e al c:gre.,, 
...Alegres também estt 
vera:n nque}<•,; que estlv,·­ 
ron por ocnnLiu dn festl­ 
nhn, que os nmigos e !! 
lhos flzi>rom,., 
.•. Juntos cstílmos n•t 
mesma estrada, de brnços 
dados, levundo pela tarde 
cnlmn, um inverno de cabe 
los broncos uma prirnnverii, 
dentro da alma. 
TOGO LOt:REiiW 
11~ AL"'rT!l, - Jl'l !,'., ~1.!0l'Rf.t!W 
Na Junifest 
« 
..e ___.. 
Na Praça Álvaro 
dro Godoy de Souza 
(foto U.R.) 
l - .A. . . 
Mascarenhas, estes priminhos fizeram sucessos: João Pe-'] 
Rosa e as gemeas Luisa e Laura Loureiro de Souza Rosa. 
1 
. w.nros ANIVERSARIANTES, 
Neste mês de maio de, 
à todos ele nossos para­ 
béns: 
. Haína Rondon de Oli­ 
veira; Marcela Mello 
AS SRAS.DA 
Acácia Bronca, lidera 
d<.s pP.la !-ra.Gers.i: 7.cei-­ 
te ofereceram no dia 
23 pp. num trecho da Rua 
Mario Vanden llosch, às - 
crianças carentes, uma - 
bcnita festa junina. Hui 
to chocolate quente, bo­ 
lo, biscoitos e outras - 
guloseimas tudo gratuita 
mente às crianças! Animâ 
dos mqsicos alegraram â 
- ncitada das crianças. Pa 
rabéns pela iniciativa!- 
SOBR/1..NCELllAS: O TRAÇO 
QUE ENFEITA 
torna mais fic(l a manutenção 
cc c.1sa. Aqui, Cida suttere pc­ 
qunos acertos que rcndcr::i ~r;m 
de efeito: 	- 
* rostos redondos pedem sobra:n 
celhns Ugcir.lf"...(':,tc cm bico; 
rostos quadrados coira 
com linhAs ..1rrcdond.id.:is; 
* rostos co:ipr!dos jt;-mhn:l hr.r­ 
noni.a co sobrancelhas a!s - 
curt.1s; 
* ro:;tos ov.ais v~o ben cc:-:i qt.rJ,.. 
qcr traçado, 
EQUIPAMENTO BÁSICO 
PINA: Prefira as de ponta quadrada. Ponta redonda quebra o 
fio se.o tirar a r,dz e os pelos crC'scc-::J r .. í;,ido. 
ÚPlS: CorriSC? falhas e f,zt:at..a a cor. Evltc o prr•-=.o, pois ter 
2Ç,"?7;;2"· o te «e o»tr e= + er » - 
'RI'MD.. ISCDLOR: Par.a asscnur fios rebeldes e :n.?.ntc>r as iotratt 
cclh.as pentc..Jdas. 
2 
Pele cl:tra + sobrancelhas castanhas ou lofras• 1.ipis c.'lr.-~ 
+ Pelo clara_sobrancelhas_grisalhas_ • li!scc!z. 
Pele clara + sobrancelhas escuras 1is pro e 
::l.3tton cistur.;,óos 
Pele ruiva + sobrancelhas ruivas tãpi rarrcc­ 
aver"celha!o 
* Pele eorcnn sobrancelhas escuras I.ipts preto 
NATURAL, SEK EXAGEROS· 
Selvagens criam uma expressão pesada. Por isso , 
r.ulheres oais velhas devem adotar um n:odezo deli­ 
ceado, evitando, porém, traçados muito finos, que 
dão um ar antigo ao visual. 
PARA REFLETIR 
A paz em nós não resulta de circunst:ãnciás exte,!' 
nas e sim da nossa tranquilidade de LOnsciênci.l no 
dever cumprido e é preciso anotar que o dever cu 
prido é fruto da compreensão . 
,. 
• . 
Pontud.'.ls, ctns "dão un ar de 
eterna surpresa. Muito próx!­ 
m,.s, dci.x...,n a fislonoc:1.a s!,;.:u­ 
d. As rais selvagens "derru- 
bcn
11 
o olhnr. "A a.1.iorl:i d3s 
l!Llhcrcs .:ilnd.1 não percebeu • 
11 e ur,..1 sohr.1ncclha bc:l: dcsc.­ 
nl .1da pode c:udnr a f11-iono:i{..1. 
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