RIB A ·DA f RONTEI 
DIÁRIO .REGIONAL 
A VI!TN/MS MIO: 2 NO: 1.524 I2 DE JULHO DE 1,9@4 - TERÇA-FIRA 
ORMLDINO CONFIRMA WTTóRIN NA 4- ETP i mia Ristica 
DO CAMPEONATO MUNICIPAL DE CICLISMO 
I 
Aniversário da Cidade 
DIRETOR REPOSÁVEL: IV»LDO PEREIRA nJ o. r, 
o 1eli, a oraldi 
o Centurião Ferrei- 
.,, ,,.1l rorinoclo p •lo 
anco do Pra,il e 
treinado pelo compu­ 
·ate "é carioca" , 
oltou a vencer a 40 
tapa do Campeonato 
-:unil'i.p,11 ele Ciclill­ 
o, realizada no do­ 
inu0, dia 10, em 
percurso de 40 quilo 
,-clro:;, com 45 vol - 
tas em torno do cam­ 
po de Polo elo 100 RC 
ec. Oraldino Ferrei 
ra já havia vencido­ 
essa etapa no dia 19 
de Junho, mas ela a­ 
cabou sendo cancela­ 
da devido a desenten 
dlmentos entre os d 
rigentes do CiclismÕ 
unicipa 1. O Campeo­ 
ato Municipal de Ci 
clismo é promovi do :: 
pela Comissão Munici 
pal de Esportes e De 
putamcnto de Ciclii 
.110 d.:i Liga Esportiva 
!lelavistense. 
Desta vez Oraldi­ 
no Centurião Ferrei­ 
ra não deixou dúv i - 
das, deu um verdadei 
' ro show na pista e 
cruzou a linha de 
chegada com mais de 
dois quilômetros de 
frente para o segun­ 
do colocado, que foi 
outro ciclista da e­ 
quipe de "Zé Cario - 
ca", Cleiton Reis de 
Souza. O terceiro lu 
gar ficou para outrÕ 
jovem que ê destaque 
no Ciclismo Belavis­ 
tense, Valdir de Sou 
za Lopes. Com mais 
essa vitória, Oraldi 
no Centurião Ferrei­ 
ra lidera tranquilo 
o Campeonato Munici­ 
pal de Ciclismo, com 
SINDICATO RURAL 
DE CARACOL INFORMA 
650 LEILÃO 
ClRlCORTE 
Dia 15/07/94 
SEXTA-FEIRA 
HORAS: 20:00 
Realização: 
Sindicato Rural de 
Caracol e Porteira 
Leilões Rurais 
l. Participe!! 
l 10 r,onloi;. Valdir 
<lc Souzn Lopeu vürn 
cm 20 lugar com 95 
pontou, Adio Peralta 
BrniLcu 6 o Lcrcciro 
colocado com 70 pon­ 
tos e Cleiton Reis - 
de Souza o 40, com 
50 pontos. 
A 50 e última eta 
pado primeiro cam - 
pconato Municipal de 
Ciclismo será dispu­ 
tada no próximo dia 
20 de Julho, como 
parte das festivida­ 
des ao ilniversário - 
da cidade, para o ci 
clista Oraldino Fer­ 
reira basta pontuar 
entre os três primei 
ros colocados para:: 
ser o Campeão Bela - 
vistense da tempora­ 
da. 
Por outro lado 
Bento Peralla Beni 
tes, também da equi­ 
pe do "Zé Carioca" , 
já é o Campeão ante­ 
cipado da Categoria 
Juvenil, título que 
arrebatou ao conquis 
tar seguidas vitó - 
rias nc Campeonato , 
Márcio Greike é o se 
gundo colocado. 
Para a quinta e 
última etapa do Muni 
cipal de Ciclismo, a 
ser disputada no pró 
ximo dia 20 de Julho, 
estão sendo convida­ 
dos os melhores i - 
1 
' GR.l::MIO PEDRO 
' ~  RUFINO INFORMA: 
1 
1 Grandioso Baile 
I
de Aniversário da 
Cidade a rcalizar- 
l
i_;e no ài.:i 19/07/94 
as 23:00 horas na 
Sede social do clu 
e, anima;ão Con - 
unto LOS TY'S. 
PREÇOS DE MESAS:  
se 
Oc5os: R$ 20.00 
iNão
1 
Sócios: R$ 25.00, 
!Ingressos: RS 5,001 
Ciclistas Oraldino Ferreira e Bento Pe - 
ralta "Bentinho" 
.:;listas d; nossa re- 
yiiio, qur LOm certe­ 
: darão u: brilho 
t.odo 
prova com 
ticipaç»os. 
Brasil vinga 7 4 e está nas 
semi-finais da Copa 
Jogando a sua me­ 
lhor partida nesta - 
Copa do Mundo a Sele 
ção Brasileira con:: 
quistou uma vitória 
dramática· no sábado 
contra a Holanda por 
3 x 2 e está classi­ 
ficada para a fase - 
semi-final, o que 
não acontecia desde 
1978. Contando mais 
uma vez com a veloci 
dade de Bebeto e Ro­ 
mário e com a raça 
de Dunga e Mauro Si_! 
va no meio campo, o 
Brasil abriu uma 
vantagem de dois 
gols no segundo tem 
poda partida, cedeu 
o empate em duas bo-· 
beiras da defesa mas 
chegou a Vitória num 
gol de falta cobrada 
espetacularmente pe­ 
lo lateral branco. 
O triunfo do time 
de ~arreira, parecia 
definido após o se­ 
gundo gol, mas os 
Holandeses souberam 
aproveitar as falhas 
----------------- 
d ,istoma defensivo 
do escrete canarinho 
e chegaram ao empate 
com gols de Bergkamp 
e Winter, esboçando 
uma virada, mas o la 
teral Branco estava­ 
numa tarde inspira - 
da, usando da sua 
experiência de duas 
Copas do Mundo, ele 
cavou uma falta na 
intermediária adver­ 
sária aos 36 minutos 
do segundo tempo,ele 
mesmo bateu e fez ex 
plodir de ale3ria 
povo brasileiro acer 
tando o canto csquer 
do do goleiro Holan­ 
des, a bola çruzou 
entre Romário e o 
seu marcador, tocou 
na trave e foi mor - 
rer nos fundos da re 
de. 	- 
A Seleção Brasi - 
leira joga nesta quar 
ta-feira contra a e~ 
quipe da Suécia, se 
vencer ganha o direi 
to de disputar a i- 
nalíssima da XV Copa 
C O M E N T R I O O P I N I Ã O 
RECLAMAR NÃO 8 BRIGAR! ! '. . E: DI R&ITO ! 
Pavi men tacão 
1 
da 
turisrno 
especial 
suas 
à 
par 
c
1
o ''.undo contra o 
vencedor do jogo en­ 
t.re Bulgária e Itá - 
lia, que também jo - 
aam na quarta-feira 
s 15:00 horas. o Jo 
co do Brasil será as 
Í9:30 horas, horário 
do Mato Grosso do 
ul. 
Para este jogo o 
técnico Carlos Alber 
to Parreira, que de 
vilão pode chegar a 
herói, não deverá me 
>·er na equipe que i­ 
niciou o jogo contra 
e Holanda. Para os 
jogadores brasilei - 
ros o melhor das oi­ 
tavas de final foi a 
0esclassificação da 
toda poderosa Alema­ 
rha, atual detentora 
do Titulo Mundial e 
ue acabou surpreen­ 
çida pela forte equi 
reda Bulgáriil, essã 
sem dúvida a maior - 
zebra desta Copa do 
Nundo. 
Vai pro tetra Bra 
il! 
estrada 
na região 
l 
! • 
'--------- 
ecológica vai incrementar; 
de Aquidauana 
Trorocio: Clube dos Corredores d. d 
1 V'Ista; Secretaria Municipal de "duaio; Liga 
portiva Belavfstense, 
/polo: l!nncu do BrasII S/A; IO R "e; PoI!-' 
ela c:ivll t l'olít!a )!ilit<tr. 	1 
Patrocfn!o; Prefeitura Munffps! de Rela Vista' 
Regulamento 
I- DAS flN/LIDAD[S 
Art.le- A corrida Rú~tlcJ Anlv~r~~riu d I ti-1 
dad", t-,m por objetivo desenvol vc r o ):O., L<• r~ 1" 1 
esporte e buscar maior participação em ativfda­ 
des físicas como um dos nefos de melhorar as 
condições de saúde. 
li- DAS INSCRIÇÕES 
Art.2?- As fncriçoes poderão ser feitas pes­ 
soalmente, por carta ou por telefone, nos postos 
autorizados 
- Secretaria de Educação, Prefeitura Munici- 
pal de Bela VIsta, telefone 439-117. 
- Ginásio de Esportes de Beln VlstJ 
- Escolas Municipais e Estadudi6 
Art.3~- Os atletas serão inscritos individual 
mente, e concorrerão primios prevl&tos neste r~I 
gulamento. 	_ 
Art.4g- Ao se Inscrevere, os atletas deveraoj 
determinar a categoria de sua participação: 1 
- Masculino: Infanto-Juvenil 14 a 18 anos; a­ 
dulto 19 a 35 anos; sen!or 36 d 45 nnu~; vetera­ 
no 46 a 60 anos. 
- Feminino: Categoria Única ocl~a de !G anos. 
Art.5g- Os menores de 18 ano~ deverão apresen 
tar autorização dos pais ou responsavefs. 
III- DA COHPETIÇÃO 
Art.6Ç- Esta corrida, com u::-. total de 10 krn, 
será realizada no dia 20 de julho de 1994, data 
de aniversário da cidade d~ Bela Vista, com lar­ 
gada em frente à Prefeitura, às 09:00 hs e, che­ 
gada no mesmo local. 
Art.7~- Todos os atletas deverao estar no lo­ 
cal da largada is 08:00 hs, para rec<!her núc,,•ros 
e senhas, estas deverão ser entregues em deterci­ 
nados pontos do percurso. A não entrega da senha, 
desclassificará o atleta. 
Art.8g- A corrida terminará na entrada do fu­ 
nil, onde serão tomados os tempos dos corredores. 
'a vez no funil, nenhum atleta poder~ ultrapa~­ 
sar o que estiver â sua frente, se o fizer, be­ 
rá desclassificado. 
Art.92- Serão classificados sooente os atle­ 
tas que completarem o percurso. 
Art.10- Os atletas que cometerem qualquer ato 
de Indisciplina,perurbarem o bom andamento da 
corrica ou prejudicarem os demais companheiros 
ou ainda pedirem auxilio, serão desclassifici!dos. 
Art.112- A Comissão Organizadora, atenderá os 
atletas com serviço de emergência e primeiros 
socorros na ambulãncia que acompanhará o percur­ 
so. Haverá um médico para prestar atend!mento,se 
for necessário. 
Art.12~- Atrás do Ültico atleta virá uma via­ 
tura, para recolher os desistentes da corrida. 
Art.13~- A segurança do Percurso ficará a car 
go do Pelotão de Polícia do :lunic:!.pio. 
IV- DA PREHIAÇÃO 
Art.14g- A premiação obedecerá a classifica­ 
cão individual com medalhas, por categorias ,do 
12 ao 5~ lugares, sendo que do 1~ ao 32 lugares 
de cada categoria receberão ainda prêmios em di 
nheiro. 	- 
Art.15~- Na classificação geral os três pri­ 
meiros colocados da categoria masculina e da fe­ 
minina, receberão troféu e dinheiro. 
Distritufção dos Prlos ena UKV 
CatevorLa Masculina, ClassffIcaço Geral- 1! Lu:ar- 
11O IR!'s; 22 Luar- 7O RI'; )2 Luar- 50 {Ra; teor!a 
FeInIn.a, Classificação Ceral- 1' Lugar- 1I T!a; 29 Luar 
«O (RI'g; J2 Luar- 55 RVs; Pr!ação por Fala Etirta 'ascu 
Iino- 1 Lugar- 50 Rs; 2:- Luar 30 1Rs; 3 Luar-2o RV 
Ar.l6?- A cateoria fr{nina, sra prefado apenas na 
classificação ral, virtude de não hsr divise por a! 
x.., ct!l:-1.:i. 	- 
v- DPO ZOES CERAIE 
Art.17!- A Colsis Ore.ar!zadra rio s rsronsat!lizari 
pelo cstato era! de sai'e dos atletas nem por a!dentes rqu 
por ventura venta a ocorrer durante a prova, - 
Art.I!- Os casos omisss ao presente nrulmento serio 
rsolvides pela Co!são r·anfater.a. - _ 
ORS: O aricza era responsivo! pela fiaao ts nuero 
e ssu cm!seta, para taso sreri rececsirto ue cada u tra­ 
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PON'l'O DE TÃXI II - RUI BARl'iO DO L/DÃRIO 
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439 1101 
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419 144 1 
439 - 1041 
439 - 1279 
439 - 1451 
439 - 
1495 
43° - 1353 
439 - 1'772 
439 - 1222 
439 - 1339 
439 - 1261/1447 
4)9 - 1151 
439 1121 
439 - 1351 
439 - 1348 
439 - 1333 
439 - 1243 
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tsardim 
Tribuna da Fronteira ruNnADo EM= 
1-------- DtliRlO R.E(arN,L --·-----~---20_/02/1972 
lllRETOR-REDATOR CHEFE: lvalno Pereira 	EXE!-~l.All: R$ O, 5 O 
GERENTE COERCIM.: Maria Estela Velásques Pereira l 
SECRETÀRIO D', Rr.O,ÇÃO: Ubal<lir.o Rodrigues 
REPORTAGENS: Jo Carlos Velásquez, André [valo e 
Fin,.ino de Barros 
tSSI:.,TIIR,S: 
SEXESTRAL: R$ 4 5, O O 
ANU/.l • R$ 9 O, O O 
DE BELA VISTA A CAMPO GRANDE - NOTURNO: 23:00 horas 
DE BELA VISTA A PONTA PORl'i: 06:00 - 16:)0 horas 
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Bodoquena, Bonito, Bela Vista, Caarapó, Camapuã. Cassilãndia, Campo Grande, Chapadão do Sul, 
Corgulnho, Corumbá, Coxim, Costa Rica; Coronel Sapucala, Deodápolis, Douradina, Dourados, 
• Eldorado, Fundação Bradesco, Figuelrão, Fátima do Sul, Glória de Dourados, Guia Lopes da Laguna. 
Jguateml, ltaporã, Fazenda ltamarati, lvinhema, Jaraguari, Jardim, Maracaju, Miranda, Mundo Novo, 
Nova Andradlna, Naviraí, Nloaque, Nova Alvorada. Paraíso, Paranaíba, Pontinha do Coxo, Pedro 
Gomes, Porto Murtinho, Ponta Pera. Rio Brilhante,- Rio Negro. Rochedo. Ribas do Rio Pardo, Rio Verde 
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2'.l - FONE: (067) 439- I4IO - TELA VISTA - MS SERÃO DEVOLVIDOS. OS 
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-
162
s 
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1 I .f, 
(Francisco carpari Neto) 
O plano Peca} tem a nosso ver, todas as 
condiçovs de estabilizar a inflação em ni­ 
vrei baixos e, consequentemun .e, melhorar 
os condiçoes da economia nacional, para 
que e promova uma melhor distribui;ao de 
ronda, lwnollr;Lrndo a populnçüo. 
Desde eu lançamento, o Real vem sendo 
discutido por todos o, setores da socieda­ 
de, iniciativa inédita, que denota estar - 
moo numa drmocrncin madura. o fato preocu­ 
pante, porém,é que,como os demais planos , 
existe um custo a ser paqo por algum setor 
da sociedade. E, pelos indicadores presen­ 
t:cB ate o momento, podemos afirmar que 
quem pagará o custo da inflação baixa se - 
rao os mutuários do Sistema Financeiro da 
Habitação (SFH), os empresários que acredi 
tam no Pais e que cr;táo gerando empregos~ 
riqueza por intermédio do investimento via 
linhas do BNDES e, mais uma vez, o setor 
agropecuário, 
Agricultor paga o Real 
A CORRE~ÃO DAS DÍVIDAS RURAIS PELA 
TR LEVARÁ A UMA SUPERVALORIZAÇÃO 
DO MONTANTE A SER QUITADO 
o 
Neste setor, inserem-D~ os agriculto 
res, os pecuaristas, as empresas de imple­ 
mentes e tratores, os fabricantes e forne­ 
cederes de insumos e demais empresas que 
atuam no fomento agropecuário de caráter -­ 
cooperativo e não cooperativo. Em síntese, 
todos aqueles que nesta época têm seus pas 
sivos em TR. 
CORRIDA AO CONSUMO 
Com o objetivo de evitar a corrida ao 
consumo. a equipe econômica mudou o cálcu­ 
lo da TR visando auferir bons rendimentos 
à Caderneta de Poupança e, dessa forma, e­ 
vitar uma febre de saques. 
Estamos lendo e consultando economistas 
e especialistas em finanças de toda sorte 
e os números que se apresentam estipulam o 
valor da TR entre 5 e 7% neste mês de ju­ 
lho. Com inflação estimada próximo a zero, 
é a melhor notícia para o aplicador da Ca­ 
derneta de Poupança e outros ativos indexa 
dos na TR. 
o reverso, porém, constitui-se no pesa­ 
delo dos donos de casa própria financiada; 
tira o sono dos empresarios, agricultores 
e pecuaristas em geral pois, mantida uma 
TR nestes níveis, em menos de seis meses 
as dívidas estarão dobradas em termos 
reais. Serão estes que pagarão a conta do 
Plano. 
A minha vivência empresarial, assim co­ 
mo toda minha geração, tem mostrado as con 
sequências e os estragos causados pelos di 
versos planos economicos em nossos nego 
cios e empresas. O tempo e esforços dispe~ 
didos têm sido em sobreviver aos planos e­ 
conômicos em vez de nos preocuparmos com 
o desenvolvimento de novos projetos, rein­ 
vestidos, ganhos operacionais e, principal 
mente, geração de empregos e produtividade. 
ESTOQUE SEM SUPORTE 
Particularmente, o setor agropecuário , 
no qual ?tuamos, vem sendo aniquilado pla­ 
no após plano desde 1986. Poucas empresas 
e emoresãrios conseguirao sobreviver neste 
cenario, pois é impossível conduzir qual - 
quer empreendimento com ativos estabiliza­ 
dos em real (dólar congelado) e passivos - 
corrigidos em TR de 78 ao mes. 
como agravante, o plano vem justamente 
na época em que os estoques, os quais de 
veriam ter a garantia dos preços munimos - 
por parte do Governo Federal, nao vem tendo 
Os bancos agora estão 
• 
mais caros 
o devido surorte por mio d E », +. 
vêm u ilizindo as es ruturas das e presa 
e cooperativas para exec ao da politic 
de formaçao dos es oqae reguladores, apa­ 
nhando a empresa agropecuárias em cu 
auge de cn ividamento provindo da absorção 
da maior safra já produzida no País. Ete 
0toques vão durar ate próxima s fra. f 
inútil, portanto, en ar vendê-los de uma 
só vez, sem realizar prejuízos irrecuperá­ 
veis. 
O último ato para selar a falência do 
Do saque eletrônico à emissão de ex - 
tratos, tudo será cobrado dos clientes 
para lucrar sem a inflação 
o serviço prestado pelos bancos aos 
seus clientes devem ficar mais caros a9o 
ra. Até a semana passeda, a inflação era 
a principal fonte de receita dos bancos 
brasileiros. Eles ganhavam dinheiro de 
virias formas. Por exemplo: aplicavam no 
mercado financeiro o <linheiro que ffcava 
parado nas contas correntes ou do reco - 
lhimento de impostos e> taxas. Dessa for­ 
ma, recebiam juros e correção monetária 
por recursos que não lhes custavam quase 
nada. No ano passado, 30 do lucro dos 
grandes bancos foi conseguido com esse - 
tipo de operação. Agora, com inflação 
baixa, o setor financeiro terá de ganhar 
dinheiro com operações de empréstimo e 
com a cobrança dos serviços que prestam 
a seus clientes, como ocorre em qualquer 
País de economia estável. 
Os bancos começaram a cobrar por qua­ 
se tudo· do cadastro para abertura de 
contas e renovação do cheque especial a­ 
té a emissão de extrçtos e saques nos 
caixas eletrônicos. AF tarifas são bas - 
tant salgadas. Na semana passada, o Ci 
tibank cobrava pela renovação de seu 
cheque especial uma tçxa de 4,17 reais - 
ao mês. Isso signific, que, apenas para 
ter o cheque especial sempre à mão, o 
cliente do Citibank precisa desembolsar 
50 dólares por ano. No Banco Econômico , 
o acesso ao extrato diário de conta cor­ 
rente custa 12,4 reais por mês. A soma 
dessa taxa, ao final de doze meses chega 
a 148 reais, 20 reais a menos do que uma 
passagem de ida e volta da ponte aérea - 
Rio/São Paulo nos fins de semana. São 
taxas pesadas para os padrões brasilei - 
ros, mas compatíveis com o que se cobra 
em outros países. Nos Estados Unidos, ca 
da saque no caixa eletrônico custa 1 dó= 
lar. No Brasil, a taxa pode chegar à 1,5 
real, mas há bancos que não cobram nada 
pelo serviço. 
Existem formas de reduzir o peso das 
tarifas. Uma delas é concentrar todas as 
operdçÔes num banco e procurar obter van 
tagens com isso. Os gerentes estão auto= 
rizados a negociar taYas menores para os 
clientes preferenciais. o uso do talão -­ 
de cheques também deve ser feito com mo­ 
deração. B melhor fazer o saque e pagar 
contas na agência com o cartão magnéti - 
co, que normalmente não tem custo nenhum. 
O cartão de crédito também pode substi - 
tuir os pagamentos com cheque. Para os 
casais, não vale a pera ter contas em 
bancos diferentes. A conta conjunta evi 
ta despesas com a transferência de di ~ 
nheiro, que pode custar até 6 reais por 
operação. (Fonte: Revista VEJA) 
0 
setor v io d Decr to d 
no qual o Preid nte .ta ar Franco vota 
equivalência das d'vidas d 
eru4para;ão dos preço inimo. pela TR. 
Ete descasamento de índices é que tor 
nará a agropecuária inviável, pois nao 
poível admitir que toros cs financiamet 
tos bancários pendente sejam corrigidos 
pela TR e, preços mínio», pela UREF 
(mantendo-se conceladcs desde lo de julho) 
ueremos deixar o alerta de qua ainda h 
tempo para reverter este quadro. 
Hábil s que v cê 
terá de mudar 
A inflação alta acostumou os branilei 
ros a fazer mágicas para proteger o di 
nheiro. O que antes era certo é errado - 
com o Real. 
Com uma moeda desvalorizada em circu­ 
lação, era difícil avaliar o valor corre 
to de uma gorjeta. Até a semana passada, 
5.000 ou 10.000 cruzeiros reais não fa - 
ziam qrande diferença na porta de um res 
taurante. 
DICA: Muito cuidado com o valor do 
Real, uma moeda forte. Uma gorjeta de 5 
reais equivale ao dobro da que se dá na 
porta de um bom restaurante em Nova York. 
Um real, igual a 1 dólar, é mais razoável 
Até a semana passada, era aconselhável 
receber o salário e correr ao Supermerca 
do para fazer as compras do mês, antes 
que o dinheiro se desvalorizasse. 
DICA: Não tenha tanta pressa. Os preços 
ficarão estáveis por algum tempo. Apro - 
veite para planejar melhor os seus gas - 
tos domésticos ao longo domes. 
Numa inflação alta, era comum usar 
cheque para pequenas despesas, como uma 
corrida de táxi ou a conta do jornaleiro. 
DICA: Economize seu talão de cheques. 
Os bancos estão cobrando por ele. Use 
cheques apenas para· pagar as contas maio 
res e para sacar dinheiro. 
Até agora, compensava andar com a car 
teira vazia enquanto o dinheiro rendia - 
no Fundão. 
DICA: Calcule na segunda-feira o quan 
to vai precisar e saque o dinheiro sufi= 
ciente para a semana inteira. Dá menos
1 
trabalho. 
Como era quase impossível controlar o 
saldo da conta pelo canhoto do talão de 
cheques, o cliente retirava vários extra 
tos do banco ao longo da semana. 
DICA: Volte a anotar o saldo, ova ,r 
e a data dos cheques no canhoto do ta 
lão. Os bancos passarão a cobrar pela 
maioria dos serviços, inclusive o extra­ 
to. 
Antes era vantajoso ter conta em vá - 
rios bancos e aproveitar a taxa de inves 
timento de um, a agilidade de outro e o 
limite do cheque especial oferecido pe'o 
terceiro. 
DICA: Ter conta em vários bancos é 
hábito desnecessário e oneroso com infla 
ção baixa. Concentre suas operações nÕ 
banco que cobrar tarifas menores e ofere 
cer serviços melhores. 
(Fonte: Revista VEJA) .J 
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Edital de Primeiro e • Segundo (ei18a 
com o Prazo :de 15 .dias 
O Doutor !o€ Eduardo "der te+hell, Juiz d Direito ' tonar. de 
bela VIta, Estado de Mato ,rosno do ul, na forma da Let, etc,,, 
Faz aber à tolos que o presente Edital virem ou dele conhecimento ti­ 
verem que foram de+lnados o d1as 02 e l de Monto de 1.994, respetiva 
mente, as 15:30 horas, no átrio do EdIffefo do Fórum local, sito à Rua 
Marão do Ladirlo, 323/91 de Execução que .doê Augusto Hanel de Aekuin , 
me contra Edson Mede lros de Hor:u•n, o leIloero nomeado levará a públi­ 
co prezo de venda e arremataçao a quem mal der a maior lanço ferecer , 
porquanto val a leflo os bens que asfm descrevem: OI (um) trator de es- 
tcirn, marca KO!ATSU AD)-50A, modelo 1979, cor amarela, sérte n? B 5685 , 
c.or1 bom c,,r.ado de• uso, corw<,rv.rçiio e funcionamento, avalfado em data de 
12/0'J/1992, no valor de CR$ 35.000,000,00 (trinta e cinco ml.lhiu,c:; de cru­ 
zelron) e 600 (e1centas) vacas de ) (tr~s) n 08 (oito) unos de idade• , 
todas d e 	b o a cruza e m defeito f!s{cou, e m 1x,m; cRtadun ,;an!t,idus, bem 
rlçr:cnvolvld.i?J " hem n11trldar;, que se encontram em poder do executado nu 
f'11,w111ln Prlmr,vr,ra, nc1,tc• Mun'lcíplo e Comarca de Dela Vista-MS., avaliado 
o emoventes no valor de CR$ 75.000,00 por cabeça, no total de CRS .... 
45,000.000,00 (quarenta e clnco milhões de cruuiros reais), avallado em 
dnta de 22/02/1994 e ser~ corrigido monetariamente cinco (05) dias antes 
do Leflo. No primeiro leilão os bens niio seriio 1
11ienados por preço lnfe­ 
rlor noo.1ava.lJnçiio, !><'ndo que o segun:baó ternoportunldude se re1>ultar negativo 
o prlmclro, os bens &criio vendidos cm frnnco Leilão, a quem mais der e 
mnlor lanço oferecer ainda que por preço abaixo da avaliação. Niio haven­ 
do expediente cm qualquer dos dias designados para os Leilões, estes rea­ 
lizar-se-ão no mesmo horário e local dos dias imediatamente seguintes. Ca 
so o devedor no seja cncontrndo, fica dei;de _j,í INTU1ADO por este Edltal-;­ 
da dota para os Leilões dos bens penhorados, Dado e passado nesta cidade 
e Comarca de Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, nos vinte e sete 
dia~ do mis de junho do ano de mil novecentos e noventa e quatro. Eu, Pe­ 
dro Paulo Ceoturiio, Escrevente Judicial, o datilografei. Eu, Edgard !ba­ 
nhes, rnrrlv~n .l11dlcial assino por detcrmlnaç~o. 
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drl;;ue,, e /mulher Mar1a I. a rt t ' ' t · , · ,.., p,• li,. =crH, 
• 	l l O' / r· / 'J '' I " ' ' ' • • 
e Cartório Judicial, que nos d.as +, 0, ' ,1 as, o átrio do "orun., 
• ll "º h J l , tr do bastas pub ll » 	- 
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. p+l{ a quem mais der a 
venda e arremataçao em Praça 'ub a, + S7 	4o precesso 
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, .. 1,,•1<1"rt...1..r,,<,... , 
mencionada abatxo, o bem penhora(a ao ex4 . ., , 1·,vr.itl!.i-; di 
seu!r descrito: 10O bc (cem hectares) de terras_P ,, uartin e Pen- 
F
. • 	!, 0·1ti l t,l._{),,t.,..l ._,lC. ' 
azenda Santa Luzia e Miragem, partes aa ' . 
1 
t a d a 	n o 	M u n i 	- 
- • J ral d n 
1
1 o " u. • ' 
samento, com denominação atual de Fazenda urna ''. 
1
,/ite,± Ao Sul' 'a 
d 
d seguintes m esi d ' a 
pio de Caracol-MS nesta Comarca, tentro 1os e " 	N t 
zeo
d
a são Sebastlào e. Fazenda Curralzlnho de• Ar,ll Podt'lr,w,~; no • or e: ~ 
: Fa da as[!La de Al t,llr R,, - 
zenda Miragem de RovUio Siviero· A Leste: azen. • • 
.' { D td ente matr'cu!ada sob 
drigues e A Oeste Fazenda Sao Scb;;st uo. ev om . 
ng 5.572, Livro 02 de RGI desta cIdade. A referfda irea é completamente 
cercada e desmntada a qual foi avaliuda em 22/02/90 por 87.716 TN men­ 
sal, e será corrigida monetariamente cinco dias Ante~ do prl~elra praça, 
Na primeira prnçn o imóvel niio será alienado por pr.iço inferior no d,t <1v~ 
liaçio, sendo que na segunda praça, que só terá oportunidade e resultar 
negativn a primeira, o imóvel será vendido n quem mais der acima e r.wlor 
lanço oferecer, n{nda que por preço aboixo da aval lnçao. N a o havendo e x pe 
diente em qualquer dos dias des{gnadoH purn as praças, entoe realizor-se­ 
iio no mesmo local dos dias imediatamente seguinte&. Caso os devedores nao 
sejam encontrados, ficam desde já intimados por este Edital com prazo de 
15 dias, das datas designadas para as praças. Dos autos consta que o refe 
rido imóvel possui dívida com o INCRA, no exercício de 1,985, 1987, 1988 
e 1989. E para que ninguém possa alegar ignorãncia,fol expedido o [ditai, 
que publicado e afixado na forma da Lei. Dado e passado nesta cidade e 
Comarca de Bela Vista-MS., aos vinte e quatro de junho de mil novecentos 
e noventa e quatro.(a) Edgard !banhes - Escrivão Judicial p/ determinaçnn 
judicial. 
o 
OFICIO N: 1.093/94 
Do Presidente da Federação de Clubes de Laço de Mato Grosso do Sul 
ASSUNTO: Comunicação - Faz 
Jardim-HS., 30 de Junho de 1.994 
Tem esta a finalidade prec!pua de COMUNICAR aos nobres amigos que 
dia 27 de Junho de l.994 foi Deferido o Pedido de Filiação do Cl b 
Laço "BERNARDINO UONORIO ROSA", de Bandeirantes - MS. 	u e 
que para o momento, subscrevemo-nos atenciosamente, 
José Atanásio Lemos Neto Presidente 
no 
do 
Assim, a partir desta data 27/06/94 nossos mais novos co-inn.ãos estão 
autorizados a participar de todas as atividades da nossa Federação, com 
direitos e obrigações estabelecidas no Estatuto. 
Sem mais o 
OFIIO N. 
u~~~-----~ 
~~ ill 
O ll<BID 
O CP'uill 
Suplentes: 
MARTINHO BARROS 
LUIZ CARLOS ORTEGA 
1.311/94 
Do Presidente da Federação de Clubes de Laço de Ha 
ASSUNTO: Convocaçao pra POSSE - Faz 	to Grosso do Sul 
Tem este a finalidade prec!pua de convidar p - 
selheiro e todos os sócios de seu Clube para 
O 
ª
1
trao, 
0 
Delegado, o Con 
d 
- 	part ciparem d 1 id d - 
e Posse e transmissao de cargos da Presidên i d _aso en a e - 
':====::=~:====:================c=a::--ªl Federaçao de Clubes de r 	Laço do HS, que fora 
filital de Proclama SE:± 
Presidente: Luis car­ 
los Burali 
Vice-Presidente: Se - 
baStiào Nunes da Sil­ 
va 
Secretário: Othon Ro­ 
drigues Barbosa Sobri 
nho 	- 
Tesoureiro:. Sebastião 
Homero Nagib Jorge 
Orador: Paulo .Boeira 
de Jesus. 
A solenidade éc 
POSSE será realizaaa 
no Clube de Laço BE­ 
LA VISTA, em Bela - 
Vi
stª' is 18:00 hs , 
do dia 23/07/94. 
José Atanásio Lemos 
Neto - Presidente 
Janilde Rosa dos Santos, Oficiala d 
Cartorio ~e Registro Civil desta cidad~ 
de Bela Vista-MS., faz saber à todos _ 
quantos o presente Edital de Proclamas - 
varem, que apresentaram os Documentos e­ 
xi9idos pelo Artigo 180 do código Civ;1 
Brasileiro, Incisos I, II, III e rv ' 
pretendem se casar: 	' e 
Carlos Ramão Britez e Iara de Souza 
brasileiros, solteiros'. naturais deste - 
Estado, 7
le, g~:çon, filho de Dona He 
genea Britez, Ja falecida ela b 
1 
~o 
f'lh 	' ' a canis 
ta, i ia de Iber de Souza e de Dona 
Fausta Cace:es de-Souza, todos residen _ 
tes nesta cidade. Se alguém souber de 
gum impedimento que se oponha na f al 
da Lei. 	arma 
Bela_Y'Sta-Ms., o8 de Ju1no ae 
1
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994 
Jani e Rosa dos Santos - Oficiala 
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°' '' 	} a, 4,»g DG 	; 
de emoo atendido pelo Rigo. Como iam± ,a despenho 0e "-",, a uo eu continue 
± 	• rcontivo pra 4 	3, A 
certeza que nossos problemas seriam enrc; i o a "; tca com ser da0e,ãig 
nhados e solucionado:", d!se Queiroz. ercer função P?°;5. 1sso faz com quí 
o prefeito Humberto Teleira, de Doura- n!dado e corpanhe1n i co", afirmou R! 
dos, que se declarou "eleitor número-um de et me orgulhe de sr r " 
Rigo", ressaltou o importante papel dosem- q0. 	,, Ary Rigo em toda eia 
1 O 
i-c-t:1ovcrn10or • h 
penhado por ele no tratamento dos prob emas v : -yhado n O quo e, ,Jr " l 	- 
do interior."Esse é o reconhecimento à - capante tem ",,,{ para ele, "a polítt 
quem sempre batalhou pelas nossas causas e "resgate da rol1.d' 	4,, ggempenhada cois 
I ' 	'a 	.e ] quando d " 	o 
se preocupou com os problemas dos prefei - ca, com maiüscu., ' bem comum, é u- 
i d 
., ando busca O " .«o " 
tos, nesa época de vacas magras da econo- ser e(ade e q'ai gsões que o homem 
.i 	d,,s ais nobres pro!1s 'u 	- • 
miu nacionul. E ermo prcocupaç<10 do R go - ma tas m , « diz que todo clcJadc10 (• 
em atender foi fundamenta1 iara que cose- pode ·Çf;"1j do cm sociedade, - 
quíssemos adminintrar nossas cidades com um ser po '' dia" o somente - 
i 
· i " 	faz política 24 noras por ' , •. 
certo equ libr o • 	d, lítica é que a sociedade ob 
"Rigo já demonstrou conpetência políti- ~travez a po 
ca quando chefe da Casa civil, como Sena - t6m conquistas~ avanços. 
"Preciamos promover o reencontro da po 
dor da Fep~blica que vai repetir, mais d° ica com seus valores morais e éticos, - 
que nunca, seu trabalho pelos municípios e 	a 	b 11 i 
d Se
ntido~ o povo ras oro - 
traduzir os anseios das nossas comunida- em to os os 	"> 	• ido 1. 8 
tem trat
,ao disso e Jd cata prov cnc anao 
dcs", disse Ricardo Cândia, prefeito de C.9_ 	u 	d 
rumbá. cândia afirma com convicção que "Ri um verdadeiro expurgo depura
nd
o os quatros 
go vai continuar trabalhando por Corumbá e polit.icos nacionais. Esse trabalho_dever - 
ajudando o município no Senado". Palavras ser permanente e as pr6ximas clciçoes r ~a 
semelhantes foram pronunciadas por José Ba is um passo adiante na reconquiS
t
ª da PolI 
tista, de Três Lagoao"Rigo trabalhou com - tica com a ética. Sou mais um soldado nes­ 
competência no entrosamento governo-prefei sa guerra de ~oralização política porque - 
turas, demonstrando grande habilidade polI confesso que tenho orgulho de ser pclítico. 
tica, o que vai ser muito útil para MS no Se assim não fosse, não teria corno encarar 
senado". 	de !rente a olhar nos olhos de minha espo- 
Antonio Santoro, prefeito de Juti dest~ sa e de meus filhos", considerou Ary Rigo. 
cou que "precisamos ter no Senado um compa 
nheiro, um amigo, um político que nos aten 
da a toda hora, sempre a gente o procura; 
Por isso a candidatura de Rigo é bem vinda 
e tem o reconhecimento da população de Ju­ 
ti. Em Itaporã, Rigo ouviu do prefeito Os§ 
rio Nishimura sobre o Pacto Político inspi 
rado por Pedrossian e trabalhado por Rigo 
que possibilitou a união de 67 dos 77 pre­ 
feitos, "e é essa a equipe que ele pode 
contar para sua eleição". 
l'c,rMn '10 r.-1niclpior. v I Itado em 30 di­ 
, Te o saldo de programação estabe 
leclda pela caravana Unfão e Trabalho, na 
nrrancada par as eleiçóe 9A, Numa der»n: 
traio clara d. vitalidade e de energia,os candidd 
tos Ivy Dias, ao governo, Ary ligo,ao enado e 
danais Integrantes que postulam cargos eleti 
vos, pela collqação, cobriram toda qeo­ 
qrafia política do Estado, mantendo conta­ 
to com prefeito e demais lideranças reglg 
nnin do Lodo Mato Grosso do Sul. 
"f'echarnor; ()noa prim<lir.u caminhada com - 
um .aldo oxtrcmomcntc ~avorãvel", manifeu­ 
tou-e o vice-governador ry Riqo, "Mais - 
que o simples prazer de rever oi; prefeiton 
com ou quaiu trabalhei maio de dois anos, 
qunndo chefn da Cuna Civil do governador - 
P~dronuian, constatei'in loco', cidade por 
cidade, o extruordintír io tn1ba 1 ho desenvo,!_ 
vido por Pedro Pedrossian em todos os cen­ 
tros do l':otado. Hoje, onde você estiver em 
Mato Gconeo do Sul, terá sempre ao seu la­ 
do uma obra realizada por esse governo",ob 
ser vou Rigo, 
Segundo o candidato ao Senado polo PTB, 
Ary Rigo, a hiet6ria de MS tem dois tem­ 
pou: antes e depois do Pedro Pedroasian. 
11
1!: notável poder comprovar no campo e 
nas cidades a modernização acelerada do Ea 
tndo - afimou ele - e seria lamentável pa­ 
ra nós so essa marcha fosse desacelerada", 
disse Rigo, o dá a sua receita de futurc,a 
finrondoque "somente a continuidade dos pro 
gramas, projetos e ações estabelecidos por 
Pedrossian é que pode assegurar que Mato - 
Grosso do Sul continue sua marcha nos tri­ 
lhos da modernidade". 
APOIO DOS MUNICÍPIOS 
Quando chefe da Casa Civil do governo - 
de Pedrossian, Ary Rigo exerceu o papel de 
articulador entre os municípios e o gover­ 
no do Estado. Em consequência desse desem 
penho, Ary Rigo pôde também constatar o 
•grande prestígio que desfruta em todo inte 
rior. Em Maracaju, por exemplo, o prefeito 
Rogério Posser foi categórico ao afirmar - 
a decisiva contribuição de Rigo com o 
desenvolviménto da região. Moacir Queiroz, 
de Paranaíba, publicamente, destacou a cor 
dialidade e atenção com que sempre ele, e 
demais prefeitos foram sempre tratados,"se 
quer precisávamos de agenda, era penas r 
RESGATE DA POL!TICA 
As palavras de Nishima traduzem a vonta 
de de todos os prefeitos sulmatogrossenses 
de se manifestarem favoravelmente ao acer­ 
to da indicação de Pedrossian, para seu vi 
ce-governador, para seu chefe da Casa ci= 
vil e, agora, apoiando o nome de Ary Rigo 
para o Senado. "Esse carinho com que fui 
tratado em todos os _municípios do Estado é 
AGORA, A CAPIT/L 
Depois do período pelo interior do Est~ 
do, Rigo vai direcionar a sua campanha,co 
centrando esforços em Campo Grande. A par­ 
tir do que chama de "efeito pedra n'água", 
o Senado pretende, da Capital, irradiar - 
suas ações fazendo-as repercutir em todo o 
Estado. "Sem me descuidar do interior, pre 
tendo, a partir de agora, reforçar a minha 
campanha em Campo Grande. Aqui, temos mais 
de 37 por cento do eleitorado estadual. Is 
so significa uma concentração de alta den­ 
sidade, portanto não podemos nos descuidar 
desse colégio", justifica Rigo.Rigo consi­ 
dera que essa estratégia não prejudicará - 
sua candidatura junto aos redutos interio­ 
ranos."Tanto que os meus comícios já estão 
sendo marcados para as cidades do interior 
e começo por Três Lagoas, já nesse próximo 
dia 15. 
GELLI DESTÀCA~ .A CiRANDEZA 
MORAL DE PEDRO PEDROSSIAN 
Aos 78 anos dei- rito de compreensão, tou t~mbém que Pe­ 
dade, dedicando-se - mas, sobretudo, sen- drossian não ficou - 
atualmente às ativi- timentalismo. O ex- apenas nas realiza - 
dados de pecuarista governador disse que ções concretas, em - 
em Aquidauana, o ex- Pedrossian invocou - construções, mas to­ 
governador e ex-sena não apenas a maneira mou a iniciativa de 
dor Jose Fragelli de fazer política, - impulsionar o setor 
voltou a cena políti desde seu primeiro - agropecuário e indus 
ca, apôs cinco anos, mandato, por Mato trial, pesos fortes­ 
para dar um testemu- Grosso, na década de da economia de Mato 
nho sobre ação moder 60, mas também na a- Grosso do Sul e Mato 
nizadora que o gover cão política e admi- Grosso. "Nossa regi­ 
nador Pedro Pedros - nistrativa, chamando ão foi relegada por 
sian implementa em - a atenção do país outros governos, mas 
Mato Grosso do Sul. pelas decisões empre Pedrossian sempre va 
. Num discurso emo- endedoras que condu- lorizou a nossa elas 
cionado pela homena- ziu rumo à modernida se política e acabei 
gem que Pedrossian - de. "Tudo que ele cano seu sucessor, em 
lhe prestava, dando fez, em três gover- 72", destacou. 
seu nome ao Centro - nos, elevou ao tri - Em entevista, Jo- 
Universitãrio em im- plo em realizações sé Fragelli disse 
plantação no municí- em todos os setores que faz o melhor jui 
pio, Fragelli disse e hoje Mato Groso do zo da atual adminis­ 
que somente um poli- Sul é esse Estado pu tração de Pedro P - 
tico com este raro - jante e economicamen drossian, ressaltou 
espírito de grandeza te forte, afirmou. - "a equipe de prini~.1.- 
moral lhe concederia Fragelli lembrou ra grandeza" de seu 
esta regalia após o governo de Pedro - Governo. Com a expe- 
"algumas conturbadas Pedrossian, logo a- riência das duas ad­ 
relaçoes politicas - posa Revolução de - ministrações anterio 
tão comuns na vida - 64, e disse que o go res, segundo Fragel= 
de um homem públi- vernador revolucio 1i, o governador con 
co", 	nou Mato Grosso com seguiu priorizar as õ 
Segundo Fragelli, uma ação pioneira de bras essenciais e 
Pcdrossian demons governar, "onde sua prioritárias, lançan 
trou, neste gesto, - palavra-chave era o do programas pionei­ 
não apenas alto espi desenvolvimento". Ci ros . 
..,. ....:... _ .. __ ·- - --- - --- - 
Pavimentação da estrada ecológica 
vai incrementar turismo na 
• região de Aquidauana 
A pavimentação de O governador Pe- D 
4 4 d d i 	, . e acordo com o 
Km a ro ov a dro Pedross2.an esta Der 1 
25 
- • 
MS-450, conhecida co investindo R$ 5 
4 
mi e t~u O operarios 
mo a "estrada ecoló= lhões nesta ob ' s ao trabalhando em 
ra, duas fre t de 
gica" do portal do - que atravessa uma b n es 
Pantanal, vai dar no das resies mais bo- l,,"? que foram mo 
vo impulso para o tu nitas do Estado. Se- _'s para a pavime 
rismo na região de A gundo O diretor e ãaçao da.MS-450, teE 
quidauana, além de - ral do Dersul Gilg= ~ sido investido a­ 
beneficiar diretamen Vicente de Azevedo.a te 
O 
momento recur­ 
te e as populações= estrada está sena' 2?s da ordem de 
dos distritos de Pal pavimentada num tre- '$ l,2 milhão na PA 
meiras, Camisão e Pi choque fica "espre- ~imentaçao_ de 9 K~ 
raputanga. A avalia- mido" entre a serra 'a rodovia. 
çao_e do prefei~o de de Piraputanga e 
0 
A~uidauana, Jose He~ rio Aquidauana.Somen 
rique Gonçalves Trin te neste trecho de= 
dade, que acredita 44 Km serio const • 
que essa obra.vai das cinco pontes~~ 
dar um novo perfil - concretos e deze e 
'd d 	nas 
para a c1 a e de A - de tubulações subt 
quidauana, abrindo - râneas parà O esco!~ 
as portas para o tu- mento das 'águas lü~ 
rismo na regiao. viais. p 
A estrada vai - 
fazer a ligacão as 
Lal_tica com a 
BR-262, servindo - 
nao só para o 
turismo como ta 
bém para o es 
Camento da produ 
cao agrícola da 
região. 
* G'OVERNO MS- 
9 FC7u@ gso 
8% HEM$A ' I0ri 1. 
- , . ·Com_pra . e Venda· de Cereais em fera] " a o.ar. zoo. +e. AVEIA. ETC ... 
{Comércio de Produtos Aricolas em Geral"=e. 
« 	Mi 
.TELEFAX: (067) 435 - 1285 e FONE: (067) 435 - 1336° 
CEP: 79.910-000 
HERBICIDAS, INSETICIDAS 
(FAZEMOS A BASE DE • LUBRIFICANTES ,R!C 
. . TROcA) DST • 
ANTONIO JOÃO MS 
- -·· - - 	-

P r e feitura Muni e ip a l d e C ar a e o l 
BILINCETE FININCEIRO DO MES DE MIIO DE 1994 
HLUITI 
1 fTIJl.():J 
Recelta Corrente, 
ci n ri 
Hcc·cl111 l'uLrfr1onf11] 
Transferências Correntes 
Outra Recetus Correntes 
SVl'.1d • ••• • • •• •• • • .t. • • t •••• • • • .1. • ·'· 
-- -- (.!{, ---- (,J( 
.-11'.ill.JiJDll.. JJ.QJ1 ' 
Receltas, de Co!tal 
oi de cr@te 
Alienaçao de Bens 
Trnn11[urênc 1 u d,, Cnp ltnl 
Suma 
llcccftn Trfb11t1Írl11 
lleupcnas a l'agar(Contrnpnrtlda) 
INSS 
To lems 
Convênio LHA 
Saldo Excrciclo Anterior 
Cnixa 
lloncos Gontfl Movimento 
Bancos Conto Vinculodo 
Total Geral 
63 
__ .ó<.:J.'.L'J..LIJlA , 
[ "sP «@r. ! 
1/'J.'J'l7.1Jr7-,IO 24.J)ú,íl/i,,IJO 4/.61'J,2'>1,l01UJ-lr,! ,1 1Jve _ 
2.260.600,00 20.500,00 2.281.100,00403- Ah !ntsriso e PIa J· 
161.'.>h5.'i7J,3:J 124,046.t,l.l,,D 2Wi.612.017,l',108- f.ó;c·,H;,,,,., CuJu,r..i 
1.6.116.%42.2!7.11 ),66, 4.373.450,12 10- 1«!tas« • tratos 
-rn~ol'i°:68fi,8/ 150.920.IJl,7/ J19.1JJ9.8l8,r,~ 13- 5,lL:.!,· e' ,r>t-. ,·r.to 
1é,- Transporte 
50::1.1.. • . ••...•..•••.••.....•. 
170.000,00 	170.000,00 Depesa Extra Orçamentária 
I 28.099,001 1:79 .29,0912:423.2%.9 Dessas + Pa«sr+99P. 
191:,000,00 11,.470.21:lt,,OO ll,.66J.2!ll,,Q_Q Her,,to'1 a pa;•llr(l9'JJ) 
} --zt]2-n'-n-"l''-' 	qs 
169.633,774,52 148.586,796,44 318,220.570,96 SaJ~rlo faMllln 
3.194.504,98 2.650,149,2] 5.844.654,21 Tul~~s 
1 1.144.592.871 I.04l.72,17, 2.886.291,04/	convinto 1.A 
1174.92.297,971l92.71.643.1%41~	ci«sr+ »teta! 
Soma •.• • ••..... • 
Saldo p/mês seguinte 
Ca1xa 
4.594.1 l l ,4J flancos Conta lfov1mento 
686.842.155,32 Bancos Conta Vinculadn 
ITotnl Geral 
1------------------"---------L--------'---------'--- 
4.060,76 
1.376.663,43 
3.213.387,24 
368.736.095,69 
4.060,76 
l.376.663,43 
J.21J,J87,2', 
563.705.77,311 
-- T- 
1 
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1
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U.Olíl. lOJ,l) 
1.254.447,00 792.449,94 2.046.91,94 
784. 2 Sb, 1 l J. t, l ! . 156,72 / . 1 'JS. , J'l, ô', 
Jo1. 7J5,JI ,'IB.Y<io,ouj r,(;o. 7,:5, ,1 
18.715.000, 00 10.260.000 ,00 21!. 975.000,00 
.. .. .... ..:1:.::9:..:7..:.·..=2.::.6.:..7 .:..· <J:..:.6:..:.7_,~c::J:..:l..j..;..l =...5 0:..•:..;7c;:8:.::J..:.'..:.J.::.0..:..1.!.., 1:..::..0 p 11 fl-:-Í)? 1 :- 2 iÕ .~. 
626,408,71 651.935,911 
864.544,54 19.264.747,36 
Jt.J.400,58 653.630,~S 20.570.lll,921 
'J68.7J6.005,69j !686.842.155,JZ 
5.040. 6,44 
980.000.60 
1 
1 
l),,·1,1 
.'9'1.:: •. J. 1 ! ! ''1,) 
12,990.103,4 
Juvino Godo - Prefeito munici al Hudson Alves Cardoso- Contador 	Carlos Roberto !!es, orte- r,:soure iro 
Câmara Municipal de Caracol 
BRLINCETE FINDNCEIRO D E DE DE 19 4 
1 
RECEITA 	DESPESA 	1 
1 
xJlfERIOR #8. eSt.o 
CRS 
·g$ 
CRS 
TITULOS 	TlTULOS 	A:-ITERIOR DOM S ACL''IDL/P.O 
l 	1 
-1 
Orçamentárias 	Orçamentárias 
Transferencia Corrente - - - - Legislativo 	17.494.674,J) 10.081.493,80 27.576.168,JJ 
Extra-Orçnmentária 	Extra Orçamentária 
Duod. Recebido 	18.704.281,88 10.200.000,00 28.904.281,88 Retos a pagnr/93 	2.)42.176,79 - 2.)1.2.176,79 
Desp. Capital 	70.718,12 
- 70.718,12 DeEp.pagar/94 	6.952.402,63 263.155,45 7.215,558,08 
1De.sp.(contra-partido) 7.215.558,08 2.274,41 7.217.832,49 Recolhimento IRRF 	- - - 
IRRF 	865.382,23 362.930,90 L. 228. 313, lJ Total 	26.789.25),75 10.)44.649,25 )7.JJJ.90),00 
Total 	26.855.940,31 10.565.205,31 37.421.145,62 Saldo p/mês seguinte: 
Bco.c.Movimento n'?00227-91 - 287.242,62 287.242,62 
Total 	26.855.940,31 10.565.205,31 37.421.145,62 Total 	26.789.253,75 !O. 631.891 ,87 )7.421.145,62 
Presidente da Câmaro-José Carlos Barcelos Washington Luiz Alves Leite-Contador 	Manoel Inácio de Souza-Tesoureiro 
1 I 
Prefeitura Municipal de Caracol 
' 
DECRETO NO 044 DE 17 DE JUNHO DE 1994 
Dispõe sobre a implataçào do REAL_instituido p~ 
la Lei n~ 8880/94 e dá outras providencias. 
O PREFEITO MUNICIPAL DE CARACOL-MS, no uso de - 
suas atribuições legais e tendo em vista as dispo­ 
sições de que trata a Lei 27 de_maio de 1994 e, 
Considerando que a implantaçao do REAl, como - 
nova unidade monetária, não resulta, simplesmente 
na eliminação de zeros, como nos programas de esta 
bilização econômica anteriores, implicando e ajus 
tomento de valores às novas regras impostas pelo - 
Sistema Monetário Nacional a partir de l'? de julho 
prõximo vindouro, com reflexo em todos os componen 
tes orçamentários, financeiros e patrimoniais do - 
t:1unicipio, 
DECRETA 
Art.1g-- Os órgãos e entidades da administração 
direta e indireta, bem como os fundos especiais 
observarão as disposiçÕes_constantes deste Decreto. 
Art.
2
g- Toda a licitaçao para compras, obras - 
ou serviços, tnclusive as despesas que se enqua­ 
d 
O 
se inexigibilidade de licitaçao, 
rarfem nas espesacontêm na Lei Federal nQ 8666 de 
con orme o que se 	• d 20 d 
21.06,93, não poderá ser feita apos o ia e - 
junho de 1994, exceto às que foremdotadas a par- 
tir de lo de julho de 1994 • 	. 
Art.3;- Nenhum empenho de despesa podera ser e- 
mi - dia 25 de junho de 1994. 
tido apos o entos de despesas orçamentárias 
Art 4º- Os pagam 	_ 
e extra-orçamentárias não serão efetuados após o 
dia 27 de junho de 1994. . 
Art.
5
g- Os -,mpenhos não pagos ate 27 de junho - 
de 1994, os ordinários, os globais e os estimati­ 
vos, serão, imediatamente anulados, total ou par- 
saldos deverao se incorporar 
cialmente,e os seus a subelementos de despe­ 
aos respectivos elementos ro ramas cxpllcitaros no or 
sa, confome cada um dos P g 
ra 1994. 
<:"1llento-Programa pa d j lho de 1994 com base na 
Ar.- 5 4+° "; 't a1 g 2ss 4e 1s 4e 
Pennissao_contida -sito de recompor o 
dezembro de 1993, eco o ProP%' inflação acomu 
il b 
tario e.o razao 	- 
equ i rio orçamen d 
19
94 serão corrigi- 
lad. d cri.Clescre e • 
~ a no segun o . i pós 
O que os seus 
dos os créditos orçJmentar os, 
8 
l 
- reidos em REAL, 
va ores serao conve - d Orçamento Programa 
? - f 10 A corrcçao o 
'rara1o -: cm Real, serão registrados nos 
a sua conversa0 " sr Yue consignarão, em 
anexos te 11 a este Dccr~co, q 
cada um as alterações havidas no quadro de Detalha 
mento da Receita e da DespeEa. 
Parágrafo 2'?- Os anexos I e II, devidamente pre 
enchidos, serão encaminhados ao Tribunal de Contas 
do Estado, junto com o Balancete do mês de julho - 
de 1994, a fim de que aquele órgão possa acompanhar 
as alterações havidas no corparativo da Receita 
prevista com a rcalizadn e ro-~nMparativo da Despe 
sa fix,ada com a realizada. 	- 
Art.7Q- A partir da data deste Dec~eto, nenhum 
Suprimento de Fundos será concedido, sob qualquer 
pretexto, e, os responsáveiE por suprimento já con 
cedidos, recolherão, no máximo, atê o dia 28 de jÜ 
lho de 1994, os saldos em seu poder e farão as res 
pectivas prestações de contas até o dia 28 de ju-­ 
nho de· 1994. 
Parágrafo· Onico- Os responsáveis por Suprimento 
de Fundos que não atenderem as disposições deste - 
artigo, terão as suas contas impugnadas e os valo­ 
res assim impugnados serão recolhidos aos cofres 
do Municipio com as devidas correções monetârias. 
Art.82- Os empenhos anuledos, conforme previsto 
no artigo 5g deste Decreto, serõa reempenhados ime 
diatamente após a conversão do Orçamento-Progra=­ 
em Real. 
Are. 92- Os ativos e passivos financeiros perma 
nente e compensado, serão convertidos, no dia l'? - 
de julho de 1994, diretamente de Cruzeiro Real pa­ 
ra REAL, fazendo-se juntar 20 Balancete Mensal de 
julho de 1994,o demo~strat!vo de conversão confor­ 
me anexo III. 
Parágrafo Onico- As diferenças que se verliica­ 
rem, após a conversão dos valores ativos e passi­ 
vos frações que ultrapassarem os centavos da nova 
moeda o Real, serão transferidos para variações pá 
trimoniais, ativas ou passivas, conforme o caso,pã 
ra fins de fechamento do Balanco Patrimonial. - 
• Are. 10- Os convênios de natureza extra-orçaren 
târia, terão os seus valores em cr-uzeiroS reais - 
convertidos diretamente para a nova. moeda o Real. 
Art.11- Os co.ntratos, de qualquer natureza, que 
não forao. convertidos em ORV, até a data deste De­ 
creto, ficarão sujeitos as regras de que trata o 
Parágrafo Onico do art.72 da Lei 8880/9.!.. 
Art.12- Fica atribuido a Secretaria Municipal - 
de Administração o encargo d" p:-o:::ov.?r sestô"s pa­ 
ra que os bens móveis da Prefeitura sejam arrola­ 
dos, cadnstrados e reavaliados para a devida con­ 
versão em Real e apropriação no Patrk.Õnio ~:unici- 
pal. 
Art.13- Fica atribuído à Procuradoria Juridic.1, 
o encargo de promover gestões para que os bens 
Imóveis do Patrimônio do Municipio sejam arrol.edos, 
cadastrados e reavaliados para a devida conversão 
eo REAL e apropriação patrimonial. 
Art.14- Os casos omissos serão resolvidos pelos 
Secretários de Planejacento e Finanças. 
Art.15- Este Decreto entra em vigor na data de 
sua publicação. 
Art.16- Revo&am-se as disposiçêos em contrário. 
Jl'VIKO GODOY- Prefeito }'unlci:,.ll 
CÃI-IARA e Nl'I1 ClA E LUORHAC,,o - CAAACDL- HS 
A Cazara Municipal de vereadores realizou a ültia Ses­ 
são Ordinária do primeiro serestre deste .r.o no Ú.ltL::o d!d 
29/06, cc as presenças dos vereadores José Carlos Barcelos 
(Presidente), Dora!!na Redr!gues Le!te, TIrson Ferre!ra Let 
te, Milton Luiz Bender, Pascul Pucheta e E.sun1sla.u S:.:..~s: 
Desta scss~o foi dlsc:utido e ..:provado o Projeto <!e le.1 - 
ng 0006/9, do Executivo Municipal, que dispõe sore a rIA 
çao do Conselho Muntclp.il de Asslster.cia Social p.ir.a o M>.J­ 
nlclplo de Caracol e d.i outras providências. 
VIAnlRA PARA O Dl:51'.ACAl!ENID DA PN 
O Vereador Milton Luiz Bender apresentou Indica;o no 
sentido de que seja encaminhado expediente ao Prefeito Mun! 
cIpal e ao Secretarto de Estado de Segurança PC!tla, des­ 
barzaor José RLskallah, co cópia ao Deputado Estadual ai 
dlr Neves, reforçando ped!dos anteriores à essas autor!da- - 
.%'%.: .° o are • «ruo=j 
O Vereador !!1ton Luiz Bender ressaltou que a falta d. I 
ua viatura para o destacamento da P vê sendo o t ! v o ! 
oul~ y:-eocupaç5o por p.'lrtc de t:oda a s-ocied:1d~, tcn~c ,• 
tsta quecanossa cidade vê se desenvolvendo tatnte no 
ultLas tepes,_alé do que o nero de ocorrê!az re!s- ] 
tradas pela Polleta tea crescido bastante, aluas inclusi-? 
vc CC':l vI:..i.:.:15 f.:it..11:s. "Di.1:1t.c d~s:;;.,'1 r;!:-UJç.:i::,, :--.Jl.s lC.'l '-''-'-=-/ 
destacros a necessidade de ura viatura er t3as ccn!!çe; 
para o destacamento da PI{eia Militar, arat!ndo u»ta.r 
scgc:-nr.ç.a e trnnq;u.Illd.J.de p.1.r;1 a nos.5:i popul:t;.C'O" aflr.:cu 
1
. 
o ver3!sr MI9n Eerder. 
QURIIRA-HOI.Sl:~;,.s 'RIJAS ASYALLDAS'•. 
O vereador IIrsen Ferre!ra LeIte fel autor ds Lndteae 
·ater5ada ao Pretelre unitetal,ss1tetrárá <o±éi 
de vir1os quebra-molas nas nus ta c!date que estio sedo 
pav!metadas, c o coloca;ã de plucas d e s i n a ! z a : s ±v!z.+! 
d::, cs ccn~u:.or1i.~~ de- vc[culos. O ',;'Crc':!t'.!o:- !.Ol lcitou t.l::.!l~ - l, 
que o pef!to rutc!pal entre e contato cc o enzene!r 
repn.7veI d: fira codepav, para_que e2ses que!-1as ' 
g)an censtru!dos antes da conclusão das obras de pavinr:tal 
~.;).O ;---=f:ilt.ic:i cn no_:::::1 c:ld.1dc. ytrc:.0:1 r(.rrclr-;i Lc.lt. _. -· =1 
<as cse «e @yetvs e a coruéís «s que."{"? 
ev!tar a ocorracla te per!rcsos acidentes na rua; py-.,,} 
t-4:u, d r+tente o zstri7tas nis ré;eié, .[;] 
tes de velocidade, colocando cr r!sco a vida ts · - 
• • .., .. ~:-.:;.n::.€u~· 1 
te.

• 
J l 
Com duas 
para Melhor 
Servir 
Atendimento" 
ie Primeira 
Qualidade 
DIOCIRII 
S1110 
1 IITONIO 
.. 
' - 
1 AV. DUQUE DE 
1 
CAXIAS, 505 
1 
FONE:"251 - 1091 ., 
1 
 w#mm# 
AV. 11 DE 
DEZEMBR0,60 
FONE: 251 - 1341 
'1 
_JIRDIM : 
-· 
'  
OMBO IUTO PECAS 
FORD - MERCEDES 
BENS - CHEVROLET 
FHAT E VOLKSWAGEN 
ANEXO: OFICINA 
rEOAS E ACESSôRIOS 
EM GERAL 
0 Alo Peças" 
E ACESSÓRIOS 
RUA ESPÍRITO SANTO, n,, ~:"'' 
ESQUINA COM CA.i'1PO 
GRANDE - ','!LA 
A.'IGSLICJ 
FONE. 251 - 2484 
JARDIM - MS 
QUALIDADE - 
ARRO_Z 
SANTA ROSA 
Cl
r• J« CO'IPílOVOU lfH,Ol~ :il'i;'l HOSA 
/ DO!II Dr! .,n " 	• 
NL, MUITO MAS ALI?TOI 
RENDE MAIS, O SABOR É ESPECIAL , 
Atacado e Varejo 
Compre hoje, e use 
sempre o melhor 
* MIURO EDUIRDO DEIRARI 
* RUA 'l'UIOTtll, 5 O 
* FONE: (067) 251 - 1291 
Jardim MS 
* * ARROZ UM ALIMENTO SAUDÃVEL 1 
* ARROZ SANTA ROSA, 
' 
MUITO t'.AIS ALIMENTO!) 
MARTINS MATERIAIS 
DE CONSTRUÇÃO LTDA 
COMt:RCIO VAREJISTA 
EH GER.1L. 
VIDRE 
cor,coRRA 
TINS. 
DE MATERIAIS 
COM O f,RASIL NA COPA DO MUNDO E - 
A UMA PARABÔLICA COMPR~~DO NA MAB 
NV: DUQUE DE CAXIAS, 1179 
FONE: 251 - 1552 JARDIY-~S CENTRO 
DE CONSTRUO - 
co M É R C I o· E 
REPRESENTAÇÕES 
CGC Ol.079.904/0001-17. . 	INSCR. EST. 28.228.786-8 
Produtos Agrícolas e Veterinários em geral 
Adubos_, Sal M!ncral, Sr.n.entes de Past,.gens, Dcf-:t:sivos Agrícclas, Vacinas 
"A Casa do Produtor Rural" 
ATENDEMOS TODA A REGIÃO 
a, PAX (067) 251.144, - FAX 
2
5
1
-
2420 
Avenida ll de Dezembro, N" 766 - CEP: 
7
9.
240
-
00
0 
J A RDIM 	MATO GROSSO DO SUL 
SAJA 
~ ~ABtl: 251-2181 FONE/FA.'1 - 251- • 
~ "'
41º - FONE.'RES. 251 - 2879 
Serviços Aereo Agrícola Jardim Lea v. 11 DE DEZEMBR0,766 
JARDIM - MS 
DE CARACOL ATENDEMOS TODO O BRASIL 
Serraria, Beneficiamento, Comércio de Toras, Tacos, Forros, Assoalho, Vigamento, 
Tábuas, Comércio üe ,1at1ciras em geral 	. 
'DIVERSIFICADA LINHA DE PRODUTOS E ffi/..A TRADIÇÃO DE LONGOS ANOS NA 
INDUSTRIALIZAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE MADEIRAS BRUTAS E BENEFICIADAS 
.RUll MDRCIONILIO IUIRllNS LEITE S/N: 
Fones: (067) 495-138 e 495-13g 
r--..:-=------------· 
Caracol - M 
f

.!O ,, 
Indicador 
Profissional 
Advogada 
$ 
RAM.ONG GOMES JARA 
nuA M/nlC:A,JU, 1 on 
FON8: (OG'I) fSl - 1354 
... 
VII,/ JNGRLIC/ C8P: 79.240-000 
J/HDIM MS 
' 
t 
Lab. Galeno 
1,AFOMT61O F ANÁLISES CLINICAS 
F:.ner:de 'o, ur!rs , e sngue 
OR, A~TOXIO CEZAP PATROCÍNIO 
CRF-óJO 
, ;!J'l,r.,tório: 
Rua !º de Mnlo,60R 
ç.:tro- Jard!r - !S 
Fone:25I,183% 
~ ,,e ~dêrcin: 251- 165lJ 
ROTIRY EM ação • 
"!>!'.JA A>flGô"' 
----- 
·-·· 
Advogad_,o 
LA1RSON RODRIGUES DUENO 
0AB/S 3.050 
CAUSAS ClVE1S E CRIMINAIS 
Rua Dr. Corrêa,)80 - FONE: (067) 287 - 1129 
CEP: 79.280-000 
PORTO MURTINHO - MS 
l<UJNIÀO 01A / 
Presenças dos companheIrcs Ivaldo(Presidente) 
iahal(Secretário); Roberval(Tesoure!ro);Eduardo - 
(l'rotocolo); 'IJL,11.rnti, HH!ito, !.,rlb11él,l'Jav1o, 
Gerardo, Marco Rondon, Marcos André, Mur no, Eder­ 
nel, l ~nnt<J Ce1<ar, C:i1,-,!o l' Cnchlto e éos c:rmvidil­ 
dos Ivaldo Juntor, Diego, Carlinhos, Fel!pe,Cas. !a 
no" da Stcretiirla LxecutJv-1, l'a1Jl,1r.a, 
l'AI.ESTR,1 
Dando lnfclo n sirle dP 
palestras, o companheiro 
Vlllasantl falou A respeito 
do Seguran<;? Pública em RP 
1 a Vista, cnf ocando també; 
alguns nepcctos da justlçn 
em nosso pais, destacou 0 
problema da viol~ncla, dou 
droga6 e o que pode ser 
feito para ajudar as uutorl 
dados. Foi muito aplaudido 
e todos os rotarianos endn~ 
saram sun palavras. 
Comandante do 22 Pelotão 
PH - Tenente Alirio Vil- 
1:u;antl. (foto). 
Não adianta prendr um rl ! 
depofs vê-!o olto, nas ruas d cldsd 
entranhos ca Ln?os d Let. Iu r de b, 
cadela. Noss Ju t!a (fudtclirío) 
mais riorosa. f preciso mudanças , 
PRÔX I NAS PAI 1.:. OIA., 
Fisioterapia e 
Reabilitação 
0111 15/7- aro Rer:don - 
PoI Í 1 ,, ela 'f«t« 
r!e hoje (! d -- • !1t:â. desaffos. 
Dia 29/7 - t:..:rlbalciJ- o p [,.r;.; r, ,, 1 ,, 
: u 1 ,,11- 
caçÕe :1<1 cociunidac:!e . 
Dia 05/8 - Sad Pública em ela Vi tu-'urtu!+ 
e defeitos. 
Dia l2/8 - Xurn110- Hed1c1nn Alt<•rnnt!• ,-·• nt< " 
corpo. 
FJC.PO!JEL 
GLAUCELI FERREIRA GODOY 
Fisioterapeuta - Crefito - 8 - ff432-F 
C"onviinios: UNIMED, '31 CO DO J'IRAS'IL 
TELfil-'S, FASSINCRA 
COUL.TORTO: Rui 1! de 'talo,S/! - FOE: 251-169 
REI2ENVIA: ''u2 Dr. Ary Colho de O1'weLra,880 
iOT. • ~St-'>1:i63 
Jl'.RDI!-1. 
l. 
---------- -- 
··Labo·ratório ,· 
Louis .Pasteur 
·Análises Clínicas 
DR. LUIZ GOMES BEZERRA 
FONE: 251 - 1321 
RUA TENENTE BERNARDES, S/NO 
JIRDIM MS 
1.:. 
Ad.vocacia 
DR. MARCUS RUIZ 
KARAI MBARETE 
DR. HtLIO RUIZ 
KARAl TUJHÃ 
PUA 14 DE MJI0,470 
FONES: 2591 - 1012 ou 251 
JARDIM 
Villnsanti falou a respeito d:u, rwd Id ,,. !!•· "" u 
rança que serão toadas durante a Epobl, a dis­ 
trlbuiçio de folhetos explicativos JO& turi&tnn ~ 
visitantea, sob a coordenação da Policia MIItar e 
Rotary Club. Cachlto &olicitou algu~as tolnborJ­ 
çÕes para o restaurante do Hosp'tal São Vente de 
Paulo(saca de arroz), Ivaldo coseufu 4 caias de 
oléo comestível também para o Restaurante do 'lo6pi 
tal, doaçio do senhor Osvaldo Possnrl. A rcur.J~o: 
do dia 22 será no Restaurante do,Hospitul no Par 
que de Exposições. lvaldo encaminhou a Marco Ron­ 
don o pedido de U."ll.ól lente de contato para uma se­ 
nhora que reivindiccu ao Rotary e&sa doaçnn. 
VISITA COM_ JANTAR 
Será er.1 agosto a visita do senhor Osvaldo Pos­ 
sari, com uma equipe de Sete Estrelas Embri,ie:; pa­ 
ra uma palestra no Rotary, com jantar. 
ASSEMBU:IA 
24_24 
# 
GIL MARCUS SAUT 
VILMlR OE ÃVILA 
CAUSAS CIVEIS - CRIMINAIS 
ESCRITÓRIO - FONE: 255 - 1313 
Resioência - FONE: 255 - 1228 
ROA-CEL. PILAD RERUÃ,663 
BONITO/ MS 
Advocacia 
JOS~ IPIRECIDO DE OLIVEIRA 
OAB (MS} 425.9 
RUA 24 DE FEVEREIRO, no 2.101 cxa P.32 
FONE: (067) 255 - 1456 
FAX (067) 255 - 1402 
CEP: 79.290-000 
BONITO MS 
l' 
O Presidente transfomou a reunião ordinária em 
Assembléia para tratar de assuntos internos do clu 
be, Falou a respeito das palestras, que deverão : 
ter no máximo 10 minutos de duraçao,cada companhef 
ro terá direito a uma pergunta ao palestrante.Dt 
tribuiu os objetivos de cada avenida de serviços: 
sob orientaçio do Rotary Internacional. Roberval 
falou a respeito da Tesouraria e da contratação de 
uma secretária que dará expediente na sede, meio 
período, todos os companheiros concordara□com n - 
medida. 
VIDRAÇARIA 
SÃO JOÃO A 
f " VBLINDEX 
Distribuidora de vidros planos, 
rantas/as e te,nperados B/lndex 
Grande promoção 
de box BLINDEX 
{3:27:3 
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a 
e 
(067) 421•5106 
Dourados-MS: Rua Hayel B. Faker, 2273 f 
4311 Ponta Porã-MS: Rua Marechal Floriano, 21.12 • One ' 706 
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Calças Jeans, camisetas, pecas inti­ 
mas, vestidos, conjunte de rnoléton 
adulto e infantil 
BRINQUEDOS EM GERAL 
TAMB8M AVIA."IBNTOS PARA COSTO?A 
,,, 
DE: APARECIDA PAREDES A: DE Y.EDEIROS 
ROA DUQUE DE CAXIAS, 215 
CARACOL MS 
J 
Empresas clo: 
 
Posto Shel 
Jardim 
ncoMPROVE A QUALIDADE DE 
NOSSOS SERVIÇOS" 
AV. DUQUE DE CAXIAS, 693 
FONE: 251 - 1920 JARDIM - MS 
Grupo Sérgio Moretto 
~------------__;::;:;_ 
111!1 Auto Posto 	Auto Posto 
liail Lagunão 1: lf • Lagunão li 
EM GUIA LOPES DA LAGUNA, 
O MELHOR ATENDIMENTO 
AV. SANTA TEREZINHA, S/NO 
FONE: 251 - 1359 
GOIA !,OPES DA LAGUNA/MS 
(Antigo Posto Rubão) - "DESFRUTE DE 
NOSSOS SERVIÇOS ESPECIALIZADOS." 
RODOVIA BR-267 - KM 23 
JARDIM/PORTO MORTINHO 
... 
JARDIM - MS 
-- Atendimento Personalizado

.r, •ir, 	' r » 	n ' 4 
Araponga na Escuta 
ANTONlü 
JOÃO 
V5';MI 'TO 
O l mpos[ve! é não ter tonta'o o possí 
v e· l . 
!o No deves rir pouco...porque o ri,o 
dável 
•'" ,i:10 e], vr , r í r d<.rn<l i u, porque o riao de·· 
raiado se torna r J <1icu lo, 
is e puderes das dificuldades do tu 
·vida. Nssim mostrará que és mais que e-- 
la. 
4
0 Não te rias dos defeitos,pois ninguém é 
perfeito, nem tu mesmo. 
,0 Não te rias dos teus gracejos, nem de - 
poiu do tt•-lou Lorminnclo. Do contrário, t.!_ 
rt1rÃ toda grnça, 
(,Q Aprendn à rir do coração, pois terá da­ 
do um grande passo na ci6ncia. 
7Q N3o deves rir cm tempo, inoportuno, po­ 
ie ieuo já tem causado lágrimas a muitos. 
80 Não deves rir muito alto porque as gar­ 
gnlhadns causam má impressão. 
~~ Ainda que tenha os dentes mais bonitos 
do mundo, espere a ocasião para rir. 
100 Deves rir somente quando o riso vem do 
cornçãol Pois s6 antão o sorriso é verda - 
doiro, saudável e cativante. 
PÂRA - CHOQUE 
-Antes éramos três: Eu, Você e a Felici 
dndc. 
-Agora que o perdi somos duas, Eu e aSau 
dade. 
-o amor não tom idade. Está sempre nas 
ccndo. 
-Enquanto a gente se prepara para vi­ 
ver, a vida passa. 
POL1TICA 
No momento o Brasil pára frente aos te­ 
l~os, aos aparelhos do TV, aos rádios para 
vibrarem com a esperança viva nos corações 
pela conquista do Tetra-campeão. Enquanto 
isto vai ocorrendo naturalmente, eu já co­ 
meço a imaginar o corre-corro que o pals - 
s~ tra~sformará após o término da copa. t 
que apos estes momentos do esperanças, de 
~i~raçocs começa a luta corpo à corpo dos· 
1numeros candidatos que diariamente esta­ 
rao nas ruas, nas praças, na TV no rádio 
nos jornais e até em nossas cas~s fazendo: 
nos promessas faraõnicas cm troca de nosso 
humildo voto. De uma coisa já podemos es­ 
tar certos: esta eleição será uma verdadei­ 
ra guerra fria. Verbalistica. Isto porque 
neste pais Ja virou moda, cada candidato - 
tenta: sua eleição valendo-se da palavra-. 
todavia, mal empregado. Va1om-se dos w11i's 
baixo vocábulos, tentando denegrir a ima 
gem do adversário. f uma pena quesej a­ 
rim. 'Um p ís de grandes poetas como Cas - 
tro Alves, Fui Barbosa, Carlos Dru,ond de 
l::ic.'radr,, ele. 
Nossos representantes pars serem elei­ 
tos precisam apelar esquecendo-se qus a - 
poeia e o poema quando bem interpretados 
.t•m um, poc1'!r; de conquista r:;ui to maior que 
a ofensa. Fsta eleição não será fácil pa­ 
ra o clcitor,uma vez que serão 05 votos: 
Governador, Deputado Estadual, Deputado - 
Federal, Senador e Prcuidontc da Repúbli­ 
ca. Podem ter certeza de uma coisa: Scri 
assustador o número de votos brancos e - 
nulos. Mas fazer o quê? X!.ito é BRASIL! 11 l 
MOME:-ITO POeTICO "MUL!lF.R" 
-Mulher: mãe, amante, esposa 
-Mulher: apaixonada, triste, alegre 
-obrigado: 
-Por mo amar 
-Por lutar por mim 
-Por so apaixonar por mim 
OBRIGADO MEU D'S: 
-Pela silhueta bonita e bem trabalhada 
da mulher. 
-Pelo bom humor que estava no dia em 
que planejou esta linda criatura que vira 
minha cabeça. 
O9RIGADO MEU DEUS: 
-Por ter cado à esta linda criatura a 
mais bonita missão: a de ser mãe. 
OBRIGADO MULHER: 
-Por ser minha mãe, minha esposa, mi­ 
nha amante e mãe de meus filhos. 
-Por um dia apaixonar-se por mim. 
-Por um dia ser minha companheira. 
DESCULPE-}IE ... 
-Por não haver te compreendido e ten­ 
tar fazer de você um objeto descartável. 
OBRIGADO MULl'ER: 
-Você foi a coisa mais linda que acon­ 
teceu em minha vida. 
(tlio de Lima Pinto) 
FATOS E FOFOCAS 
Aconteceu dias 10, 11 e 12 de junho o 
20 Arraiá Comunitário promovido pela Pre­ 
feitura Municipal. Muita dança, muitos 
comes e bebes rolaram por lá. E o que ti­ 
nha de mulher bonita en~eitando a fes~a - 
não estava escrito. 
Nesse 20 Arraiá foi criada a sessão - 
RFADOS. Muita gente surpreendeu-se com 
os alõs. Sobrou até pra mim. 
Nesse Arraiá a barraca mais agitada - 
foi sem dúvida a da a A. da Escola Aral 
'+o nisso. Du ate pra 
Moreira. E bota a71 . 	c a da 
Vdil esquecer a bicicleta na 
e air gritando aos quatro vento que ht 
viam roubado sua mgrela. • 
rle i sabendo que ha 8 A. 'cola Ar! 
r CU" ~ ~--· 	. 
Moreira há um certo "boy" co o apolido d 
"contrabandista de banha", o porquê eu no 
:;c.:i. Sua colega não me expli :ou a razão. - 
Cuidado com a fiscalização, garot • 
llLC'A')O 
De: Uma gzrot da Pan'aleão 
Para: um garo o da nr J Morciru 
"Todo nuncio sabe, todo nundo vê. Só vo­ 
cê não sabe que eu amo você". 
Tem um rapaz que por razões óbvi~s o :l 
gou-sc à transferência da Escola Pantalcuo 
(período matutino) para a Escola Aral_Mo 
reira (noturno). Todavia, todas as manhãs, 
no hor5rio do recreio. Nosso boy sempre es­ 
tá nas i~ediações de sua ex-escola. Certa­ 
mente matando saudades, não 6,meu amigo? 
Eota eu ouvi, num rodeio: 
A cachaça vem da cana, a cann vem da ro­ 
ca. 
Homem que tem duas mulheres uma é dclc,a 
outra é nossa. 
Numa rodinha de conversa animada,alguém 
culpa alguim de algo ou julga que este sa 
be de tudo. Eis a resposta: "Nio sei de na 
da. Não venha querer colocar a sanfona no 
meu colo que não sei tocar". 
TOMANDO TERERr 
Quatro amigos, todos casados, certo 
dia resolveram quebrar a rotina. Ccmbina - 
ram que ap6s o trabalho iriam os quatro pa 
ra um boteco "enxugar umas e outras", sem 
se importar para as espinafracões da mu­ 
lher. Lá se foram. Beberam todas que ti­ 
nham direito. Quatro da madrugada. o gar­ 
çon os avisa vai fechar. Nio estando sati~ 
feitos com o grau da cachaçada levaram ma­ 
is uma garrafa. Lá se foram os boêmios na 
maior palhaçada, rua abaixo. Chegam à casa 
de um deles. Com muita dificuldade aper - 
tam a campainha. Sai uma mulher e dá a 
maior bronca. 
-Que lindo" O dia quase amanhecendo e os 
senhores no maior porre na rua. 
Um deles interfere: 
-~em_bronca minha senhora! vê logo qual 
de nos e o seu marido que os outros querem 
ir embora. 
BEM GF.NTE, 
DO POR AQUI. 
o l!?APO:-JGA VAI FICM'.- 
TCHAU l ! ! ! ! ! ! ! ! 
ATE A PRÓXIMA 
L.. 
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cu 
L.. 
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(/J 
LLJ 
cu 
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CI) 
~- J ,,.,,, 
a. 
se {@ 	- 
16aUJulho/94 • _·~ _ ...., 
Agauaea 
1
·, ~ ~~ / 
5
•s-V&ta 
cultura de nossa ~~~ - Prefeihlra-:, 
gente em uma ~., ' a- V&ta 
semana de 	_ «--. 
a f 
I ff . i 1 
__ Programação da 23ª Expobet 
Expos,çao Agropecuária e Industrial de Bela Vista 
16 a 24 de julho/ 1994 
01a I607 - Sibsdo 
1 '1 dXJ, Dardo Couury 
150h- Aerra Oasl da 23Epobel a,m 
a presença de Acordades Governamentais 
Hrsasnero dos Pnhóer Maioral, 
Escici.ial Mtndpol • do P,npl 
Vaia a, P,,quo do Expas;çõa 
Fooc Boi (Indo do tcrn,;o) 
Rodciolvruóar • 
ui!»~ Con. (l'1achcs. ,.,,,_ 
pnato.re:n,•q<rda-f'omu-a 
l.e,lóes Rins) 
Bale de zberua da23 E,q,ol,oj 
Sedo do 0.bo do Liç, 
Dia 171117. Domô,p 
08.-0C,, - Aberun do P,,quo do &pc,s.;óa 
h- Corridas 
IS:!XJ, • foocBol 
,a.oa,. Rodeiolvruóar 
20.00 - Bale- Sedo 0.bo do 1..iç, 
Dlall/ffl•~ 
08.«tt • Aben,.,a do P,,quo do &pc,s.;óa 
09:(XJ, • Dia u.r. pn o c:::r.w,;io 
1 a<xh • Fooc Boi 
23.00 - Bàle • Sedo do O.O. do Lao 
Da 19/7. Terça feira 
08.«tt - Berrado P,,quo do &pc,s.;óa 
Ih Fot Bai (ful do tornes) 
1900 Ladio as Cor (ths e limes 
para ra, reria e engorda 
f'cnahUil6oo Rinis) 
m:u. - Bale- Sede do o. cio Liç, 
(Ar,1,,en;no da Ododt,) 
16.-()Q, 
18.-()Q, 
19:!XJ, 
08.«II . 
09:0CII • 
Aberunclo hrque da Espuz,5es 
l'ooapndm- 
14:<n, . P,,-,a, 
l);(X), - Bale- Sede d dbe do Lo 
Dia 211117. Qulnla-f.,. 
= . ~ do Parque de Ex;,csiçóes 
Meno dos Animas e Errega 
dos Ptim;c,s 
17:<n, _ lrsrio dis equipes e medo de L,ç:, 
l 9:<n, Rodeio çrof..,;on,1 
2):<n, • llo:1e -Sedo cio Cltbe do uç,, 
Dia 22/'07. ~ -- 
06.-0C,, • ..___. 
06:30,. - "':""'"" do P>rq- ... de Epcçes 
19:0a, - lioo do tor.,.;o de bç:, 
l..,J,o Es;,to:,I Ap. Ccn., 
(Leiloboi Le'es Raras) 
Íl<,de;of'r,:,r""""" 
lJ:<n, - Bale. Sede do Clube do t.>ç:> 
Dia2ll07.Sõbado, 
? rude rasa o 
"""'"' Renódodos --.--,..,.. 
99a - saR" 
N, {"aroeEquns- 
orei , Reprodutores das Rs 
tropéis e Eaunes para Rrsd,ao 
• Trabalho (Llob Leles Rras 
R<>d,e;o pn,f;,,ion.1 ) 
dule de enrrameno . 
Sedodo o.._ do uç,, 
Da 207.Dalgo 
06ctQ,. Abenin 
030a. do P,,-q- e de EpçSes 
09-.Ja, ~ T aço de s.-c..,. 
lll)Q, = ~ Í>ç:adePnz,, 
11:!n, . ~ Ta;:, "-o 
14:<n, •. ~ T >,;:a do 0...,, 
IS:<n, = 
o {"ç"mor 
21:CQ, ,... __ ~ 
ena de os 
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Reclamar 
é 
!1 
Comentário Opinião 
brigar!! 
não é 
direito 
 
r rude maforfa do nosso comerciantes te[ 
opor tum de manefra compl rarncnt,, lrrurlnnn) '1 
quando atingidos por alguma reclamaçao do eu4 
frui rei ela com rela,ao a preço, elevados { 
!"" ,t,• , p •l:i ,p,,11 tcl ulP do ,,eu produto '"'I 
do ou vlco, 	.l 
l 1 ,1,,11 .nl.tll• ,d••, íH .. lt,1n qu..:' quem ruc111ua (•hl"I 
<p11 r ,•ndl, ,r h1 1 i.1 d1~,t11 c1a;a, <1unnúo níl verd.1<._h-· l,!! 
do pede er reolvfdo da manelra mals racional e 
huno.mn. respeitando-e, cada qual, r •t.lprocnm(•n- 
te o 'I d l !'"t' ito, 
!'u'ta., empresas vêem na reclamação corretamen 
1
11• d' :, ld1, 1w1 '-'xcet,-ntc.? meio para o aprimora - 
1
1t'h•11t .t d,,., ,., tl'·l hl'TV t (;on, AH grnnctc!i empresas man 
,té departamentos especializado para tratar do 
1
-,,,,.untn, ,,alwnclo dn lmportnncln que ,. o rc,;peitu 
ao consuldor chepando mesmo a ganhar grande con 
1
,·,•11<' ,•i,1 vi, t ude desse comportamento, 
'lendo, como vivemos, numa cidade pequena on 
de todo o m11ndn conlH•cc lodo mundo e onde reina 
111 r,•,.p, lt,, rcc(proco, ucnnt~ce que ,, comerciante 
l'I'.''' ",." r,,7. cl,, hÔho" e tlrn proveito dess<t situ~ 
1
,.11,, d,• txan,J,, (jlli1He ,-empre o co111;umldor constra~ 
gldo, que às vezes por educação se deixa crvol - 
ver, mesmo que,_consciente de estar i.endo lesado. 
Nessas ocasfoes e o fregueR que ncnbn perdun­ 
do pur ter o constrangimento e o receio de ser 
1
tndellcndn pnrn com o seu fornecedor ou de estar 
querendo - como dizem - "criar caso". l.cdo e"!ll­ 
no! Qunndo insatisfeito com o produto ou com o 
,~~rvl~" oferecido, o conHumldor deve por d!reito 
1
c l"' r clcvcr, Rí.Cl.,'lAR, pn Is a sun rec 1 nmaçao ao 
1
cumPrclante, d3rj neste o direito de EXIGIR do 
1íubrlcnn~e qu~ tome a Iniciativa devida para_ a 
1&ntlhíaçuo ~o consumidor, seja ele cm decorren - 
ela de preços ou de qunltdodc. 
1 
Aclnn, muito nrlma do ínbrlcante e do comer 
1
ct.:nte, deve prevalecer o íl!R~ITO DO CO~Sl'~tlílOR. 
I Para os Ignorante~, que naJ querem respeitar 
1
c~li<'K direitos, cxltstc um Código de Defesa do Con 
,Humtd,,r e os Delegacias cspeclalizada!' e na fal­ 
lta tkstas, as Dclegncl,rn de Policia. Aílnal, quem 
,rã,, l.!ntende o 1 lnguo~em do diálogo precisa de 
1
nr~um.,ntos mais convincentes! •.• 
A partir do momento cm que o comerciante sen­ 
tir a insatisfação dos seus fregueses atravis da 
1
r,•clamaçào pondcrnda e justa, terá argumentos 6!_ 
uros para, de sua parte, exigir do seu fornece­ 
dor. 
1 Quem produz bem 
n.i tem por que se 
, .•tH.:,:,nosn6 ou fuv_l r 
que reclama. 
U outro Indo itlcu du problema, recomenda tam 
bén ao consumidor que nio se}a sistematicamente 
1
u-:1 r,.-1..:lamante, mas qut..• !--ól{bn. tambem e$.timular os 
,,.,. rv 1 ,os dnqu-, t., que comcrc ia lisa com honradez e 
·cem atençao, polis uma carne bem cortada e bem 
1
1 h ., , no ~çou~ue, as,;im como um produto bem cmba 
Lado e sa'utar do Supermercado, merece um elo - 
,,:t,,. que de 11ni.1 ou outra forma, estimula l> comer 
1
~ta,t-, a mclhurnr cn<ln vez mais. 
1 
,,; p<•ssoas dc,·en Ir a fundo na defesa• de 
seus direitos de consumido, mas nen por isso de 
vem«r de,', ·tese resmungonas buscando chamar a 
,.,t~,,~60 par:, sf e parr1 a sua atitude, como que a 
«querer servir de exemplo para os outros. 
! . Hlrcito é cllrcil0. Xào é motivo para confu 
s1! 
1 
t'uandu um:i rcc lnm.,ç:lo se faz nccessãria, a me 
,llt.'r t:itica qu" existe ;; a do respeito, d:i étl:: 
•l' ~ , ... oa d iscrccào ! 
! Recfprocam~nte, claro! 
• 
IOTIGE 
e persc~ue o aprimoramento 
cscond~r atrjs de propagandas 
do contnto com o consumidor-, 
ll<: quil lqu,•r fr,r ,1 •· 
r-uito 1,nlutar, poc!enao.~ 
reconhecer que ' o-, nu-;,;~:. 
cmerc[antes soubera se 
comportar com mufta di­ 
n l cl,,rle e mu I to c l v 1 ,;r,u , 
no~ ~ltJnoq dlns do cru­ 
;:c, tro! 
OS LEITEIROS 
EXTRAVASAl!AK! 
IIIRROS 
~ mlst<!t snber que 
existe um produto no 
ncsso cotidiano :ujo pr,, 
ço nunca foi rnzo:tvelc-cn 
... 
t• juNtn. EBte produto<: 
,, LEITE! 
Convenhamos entretnn­ 
to, que se consid~rnrmo~ 
OF preços que vinhnm scn 
d~ prntlcados até o diã 
JO, devemos admitir, a 
htm da verdade, que os 
nossos produtores "exor­ 
bitaram". 
Esperamos que pelo me 
nos esse "alinhamento" - 
nos preços do precioso - 
produto fique por onde 
ri;tá. Amém! 
A DISPARIDADE DA 
_1'1 SCALIZAÇÃO SANITÃR IA 
Engraçado. Os comer - 
.: lantes estão reclimando­ 
com justa razno .. - do 
nçâo da fiscaltzaçào sa­ 
nitária estadual que an­ 
dou perambulando pl'lo 
crmirc!o há poucos dlJs. 
dou " ,; 1 
reol! ndo pro 
dl<·lcf',d, q·, 
cados pelos peque 
careiros, como que!) 
farinha de mandioca, car 
íll" dt.: bOl, ttlC. ftl, ,tll 
gando a falta de Rels - 
tro no Pir.1tl. 
No concordam s om 
,'s:1~ tipo d" ar !tuJ, •'·" 1 
to cr..bora o::io de 1:-.,r.d,, - 
de admitir (jUe »e (T,1t.l 
de ur::n ir:ipo 'lç,;c, e un.1 
e·dg~ncl a legal. 
Pensamos que cob,• 11::.1 
ju,tlficativil p,1r.1 •. f 
, ·.J •ê111:IJ, po!,; ,-;c 
Supem,•rcndo~ não pudc· 
,oncrc!alizar esse~ pr~ 
dutos, então devemos 
tiri», peofs a eselent 
L.ri11.,1.1 cJp - .,.!101.. ! C 
"·t«na-Te·i" : i d t1 - 
«!hor e quo!fdsde,q 
qu tl(,Ul'í , J r I f:1dt1ri, 
trL:ltz,1d1, t· .. 
1
idtiJ .u.•j 
!,,-n <-~b,1l11d 1 ,. t lwl I d, 
irerc de reltros, 
f. preciso considerar 
qu..: º" qu,•i j,,,., " t.,rl­ 
nh,i de mandioca, a a r­ 
ne de sol e a rapadura 
aqui produz{das, ão 
prC1dut o,, da rn.1 l h 1 • 
qual idade. 
'-...z;"e.. 
teu Jesus, eu vos dres I tr 1 - ! • h, u .. f1a t, »» ·l» 
tudo, Pa! e Senhor do nlsrse, ois "! 'e, ris, s ] 
que fizestes o para!{fco andr, c norte voltar a vlr, 
l<.'proso s.,r,ir, 'Ói, t,< ''ti•:.. ,,.;i: .,., •••• 1 !.11,, .i-. rlrt. ,,.i 
).~'.•rli':',s,'c•n s:.:i t'S Olvlnv .• ' v l~ .... ,, r, .. r,..., .t!c,1·, r 
'Ós 1...st.• 1•r1ndc· .!r.1,., <i"d~- ... , r•, • ..... ; ,;).,..e,., 1 l•:, 
versa Convosco str di ax!o !', rli por.» for, 
!
dr l.'Ôi ... s:,,, ru curn f,; ,~ c:u::(í.1•.,1 (·, .. iJ, -.a, .1 .•r,1, 1 <. f;). l 
FaI D[ln lsui que ants de ter[ar ta cu,r 1 'se t 
t..-·n•i COfl''V.>CO o~ <1Lt!o 1..'U ,11<.·,!nc,·  :,f 1 ··r.1;, t ! 'H :·, ..,v nJ I• • 1 
c.o rattdio tu'lIcarei esta 2raio ar ·ue os outro, ' 
]recisam de 'ó, aprntar 1 
1
,' ,· t.Ol'!rl.1'1..,,1 d.1 •·,,,.,., 1 ··1., ri-
1
1 
r<,',rc1t,1, -!p "cus rasos as,lz coo o sol flurfra r • .,., _; 
!g dias o armnheccr, testemunha nasa contra. Asa« t. ' 
onfIana m 'ós. Cada vez rals aunta rfmt,« ! Ar 
! r.11-',1 .-itc.rn··1d:t. 	(!?.tº,l{,) 
TODO CIDADÃO TEN: 
D I R E 1 T O E D E V E R 
A Vl'.Z UA'i 
PANIFICADORA'l ..• 
A p-,nl fIadoras da 
idade to sendo alvo 
de muitas rei Lamaçuet 
por parte d,., donas de 
,s, 1, ']IH!,., cit ·pio d,• 
outr,,:, t.!d,1dL't,, rrflitr:1.,_111 
cln c.1 I tn c.:ix:1S!,f'T,!rh rlo P,io 
zInho Franco, no ilt!­ 
'""" cl fass da exlt@nela - 
do Cruzeiro. 
N.",o ;,cr,dit,amos, ,;al­ 
vo Justa comprovação de 
plnnilha~ do custos, que 
tcnhn hovldo justlflcnt! 
va para o aumento. 
E chegnda a hora da 
clnsHc de Pnnificadores 
nc conHcicntizarcm da 
suo influincia e do seu 
peso nos n[vels Iníloclo 
nárlos dn moeda, pois - 
são eles os responsáveis 
pela produção de um pro­ 
duto que tem presença or. 
segurada na mesa dobra: 
sileiro. 
Na próxima semana se­ 
rá realizada uma PESQUI­ 
SA DE PREÇOS em todas as 
Panificadoras dn cidade, 
não somente para seco - 
nhecer as hases de pre - 
ços do pãozinho francês, 
mas também, de toda a 11 
nha de produtos do gênc: 
ro. 
Calma gente!., mal~ 
consciência! 
Estamos entrando numa 
era em que os Ranancio - 
sos ficarão no m~io do 
caminho, pois o povoes­ 
tá aprendendo a exigir e 
reclamar com mais veemen 
cio. 
O EXEMPLO DOS 
SUPERKERCADOS ... 
• dJrf 11. 
A nfve! n!anal, ' 
1 - l. 1 v :.: l! r r ,.. ,d • ; - 
r, 1 no peços t r -, 
dt Ih • '• .d:id, te 
Ka pesquisa de preços 
levada a efeito e publi­ 
cada na Ültima edição , 
ficou amplamente demons­ 
trada a bon Índole dos - 
proprietârlos de Super - 
mercados da cidade, onde 
tivemos a oportunidade - 
de mostrar, num trabalho 
sér!o, que os preços se 
mantiveram - com poucas 
excessões - num patamar 
bastante aceltâvel. 
É opinlRo genernliza­ 
da dos mercadistas da ci 
dade, que nos próximos:: 
dias será registrada uma 
considerâvel baixa nos 
preços dos produtos, po­ 
is os primeiros represen 
tantcs e vendedores doi 
atacadistas fornecedo 
res, começam a aparecer 
com preços bem melhores. 
Parece que - até que 
P11flm - as pessoas come­ 
m a ucredltar que 
ulto melhor mantermos - 
usa moeda valorizada,mes 
m, sabendo, que ganh5-w: 
e terna um pouqu'n 
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