TRIB A D RONTEI 
DIÁRIO REGIONAL 
.,. 
pELA VI'TM/ MS 
--- ---· 
WILSON MIRTINS VISITOU IMIM li 
AO: 22 	lG DE JULHO DE 1.994 
t. 
-✓ , 	_ 
Barbosa Martins 
g/ta 'E@ão@!!! 
W] CEI A MIO FESI D FRITEI 
Vai começar,hoje, 
às 15:00 horas, no 
Parque de Exposiçõ - 
es, a maior festa da 
fronteira, a 230 EX­ 
POBEL. 
Uma semana de emo 
ções, com rodeios 
Pencas, laçadas e ex 
Posições de produ 
, 
l 
J 
, 
.. 
Osvaldo Possari 
Mais uma vez o Em 
Ptesãrio e produtor­ 
~';lral Osvaldo Possa­ 
;: 
1 
colabora com a 
POBEL. Com Bela 
isa. 
E:1-1 A SETE ESTRELAS 
"9IoEs estará Par­ 
,Pando da EXPÓ - 
·1: !., também colabo - 
com a impressão 
»cartazes e folhe 
tos, sem falar nos 
concorridos LEILOES, 
certeza de bons neg2 
cios. 
E teremos os Bai­ 
les no Clube do La - 
ço, todas as noites, 
onde, além de dançar 
ao ritmo vibrante de 
polcas, sambas, ran- 
cheiras, você terá a 
oportunidade de ver 
as mais belas mulhe­ 
res. 
Assim é a EXPO 
BEL, realizam-se 
grandes negócios, vi 
ve-se muita emoção~ 
saboreia-se finas igua- 
DIRETOR RESPONSAVEL: IVALDO PEEIRA 
O candidato à Go­ 
vernador da Coliga - 
cão Frente Popular , 
Senador Wilson Barbo 
a Martins, visitou 
dia 14pp., com seus 
corr.panheiros de cha­ 
pa o Município de 
Amambai, onde se reu 
niu com lideranças= 
políticas e popula - 
res. Acompanharam o 
Senador Wilson Mar - 
tins na sua visita à 
llmambai, os postula~ 
tesa uma vaga no Se 
nado, Ramez Tebet e 
I.údio Coelho. 
A caravana da 
Frente Popular che - 
'ou à Amambai por 
volta das 17:00 ho - 
ras e os candida_tos 
aproveitaram a opor­ 
tunidade para reuni­ 
rem-se com lideran - 
ças políticas e mem­ 
bros do PMDB. A noi- 
rias e os mais aba - 
lizados o tradicio - 
nal churrasco da 
fronteira. 
VENHA. 
BELA VISTA ESPERA 
POR VOCE!! 
D 
atender o povo bela- ção, mas não é de ho 
vistense. 	je que ele colabora 
Lembramos que Os- com o povo fronteiri 
valdo Possari é Su - ço. 
versas passagens cor plente do Senador Ra Há muitos anos e­ 
tesias distribuídas- chid Saldanha nerzi~ levem prestando es- 
ctoowtr «si nissi«ir'E 
NEIU ENERGIA PIRA A FIIIEIRA 
tos (programas), com 
a doação de R$ 3.000 
1 reais. 
Sem falar nas di- 
Na visita que fez 
na manhã do dia 13/ 
07 ao Governador Pe­ 
drossian, o candida­ 
to à Deputado Fede - 
ral Oscar Goldoni , 
do PDT, reivindicou 
maior rapidez da E - 
NERSUL quanto ao pr2 
grama energético que 
vem sendo desenvolvi 
do na fronteira, des 
de os tempos que Õ 
candidato estava à 
frente da Prefeitura 
Municipal de Ponta 
Porã. 
Página - 04 
.... 
te, uma grande reu - 
nião no Clube Social 
contou com a presen­ 
ça de líderes de 
Bairros, simpatizan­ 
tes, representantes 
classistas e popula­ 
res. li reunião no 
Clube Anarbai ini 
ciou-se ão 19:00 ho­ 
ras. 
r 
R$ 
O candidatos 
Dpu.ado Federal 
Dilso Sperafico, e 
Deputado Estadual , 
Nerinho, acompanham 
o Senador Wilson Mar 
ti ns nas visitas as 
cidades do Sul do 
Estado - T curu, Se 
te Quedas e Coronal 
Sapucaia. 
Spcrafico ~ Ncri­ 
nho são os candida - 
toG de Amambui e ele­ 
fendem para cidade o 
resgate da sua condi 
cão de pólo regional 
de desenvolvircnto. 
"Amambal U.r:i tudo 
para crescer econõmi 
ca e socialmente. P~ 
Segundo o Presi - 
dente do PMDB cm A - 
mambai, Alcibes Ri 
bas de Araújo, a vi­ 
sita da caravana da 
Frente Popular a A­ 
mambai demonstra a 
importância dada aos 
Municípios do Cone 
Sul. "O Sul do Esta­ 
do tem sido esqueci­ 
do pelo Governo do 
Estado. O Dr. Wilson 
Martins dará, com 
certeza, prioridade 
para esta região tão 
importante para o de 
senvolvimento do MS 
falou Alcibes. 
Zeca; e Teruel 
em Bela Vista 
ra isto acontecer 
faltam pessoas com - 
promctidao com esse 
desenvolvimento. 
Nestas eleições , 
vamos defender a nos 
sa terra", falou Ne­ 
rinho. 
DESENHISTA DA 
PREFEITURA DE 
ONITO ASSASSINADO 
A FACADA 
Pá /8 
O Deputado Estadual ZECA, do PT, e copanhia 
do candidato ao Governo do Estado, Pedro Teruel , 
dos candidatos ao Senado, Ricardo Brandão e Alao 
Pithan, estarão ~m Bela Vista no próxico dia 20. 
Tcruel falará a respeito de seu prograa de Go 
vemo, das propostas do PT para c~lhorar a quali­ 
dade de vida do povo, da retomada ão crescicento 
econômico com melhor distribuição de renda, do a­ 
poio as pequenas e médias erpresas e da refora a 
graria. 
Alê de distribuição de folhetos, Teruel e Ze­ 
ca manterao diversos contates políticos com os pe 
tistas e simpatizantes, preparando a militância= 
para o trabalho de base visanuo as eleições de ou 
tubro. 	- 
Zeca, do PT, é um dos Deputados ais atuantes 
na Assembléia Legislativa, sepre e defesa dos 
nenos favorecidos e apresentando propostas pro - 
gressistas para agilizar o desenvolvimento do~- 
to Grosso do Sul. 	- 
Sem dúvida alguma, para os espíritos abertos , 
ZECA uma opção coerente, um político que honra 
e dignifica a classe. 
11 
oscar Goldoni 
1 COMUNICADO 
J _ F.m vi.rttide da Edição Especi.al sobre 
0
0 
Aniver 
1 sario de Bela Vista que estã se.ndo preparada - 
JORNAL TRI.BUNA DA FRONTEIRA ·7 ·- .- - . •. ~ 
/lgunda e terca-feira, ± s

, TELEFONES UTEIS 
Bela Vista 
PIU!f-'E f'J Ulll MUNICIPAL 
CAMARA MUNICIPAL, 
ll nlNCO IJO BRAGlL 
BIMP.IUNOUS 
1 DllJOESCO 
DELEGACIA DE ror.!CII 
ENERSUL 
cnrn:mrno no r.ur. 
PÔRUM 
ROTAR! CLUI 
HOSPI'rlL sl'io VICEN'l'E DE PAULA (092) 
'GREMIO PEDRO RUFINO 
CIIXI ECONÔMICA FEDERAL 
nECEl'l'A PEDEHAL 
100 RC MEC 
PONTO DE 'l'ÃXI I - AV. 'l'EODORO SATIVA 
1 PONTO DE TÃXI II - RUI BARÃO DO 
, PON'rO DE 'l'ÃXI III - RUA ANTONIO 
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439 - 1279 
439 - 1451 
439 1495 
439 ,- 1353 
439 - 1772 
439 - 1222 
439 - 1339 
l 
439 - 1261/1447 
# 
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439 - 1151 • .. 
439 - 1121 
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LIDÃRIO 439 - 1348 
JOÃO 439 - 1333 
439 - 1243 
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Tribuna da FronteTra FUNDADO EM: 
l DI6Rio REGINA ?0/	02/1972 
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Firmino de Barros 	ANUAL, R$ 9 O , O O 
REDAÇÃO, DEPARTAMRNTO COMERCIAL E PARQUE GRÀF_ICO:_ * OS ORIGINAIS EN _ 
1 
Avenida Tribuna da Froateira,564 - CAIXA ?OSTAL - VIADOS À REDAÇÃO NÃO 
23 -- FONE: (067) 439 - 1410 -· llELA VISTA - MS SERÃO DEVOLVIDOS. OS 
ARTIGOS ASSINADOS • NÃO 
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Bonito, Ca.racol, Campo Grande e Correspondentes TE A OPINIÃO DO JORNAL 
e Brasília e São Paulo • 
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} 
r 
l

H, • ,/ 1. 
t:1, + E1' . 
,. , 
ft RESPONSABILIDADE DA SELECAO BRISILEIRI 
U m 	d a s coisas q u e 	m e impressionou nas 
C o p a Mundiais fo e é o p e s o da responsa­ 
bilidado que pesa obre o s jogadores, prin 
cipalmente do Brasil, pelas característI _ 
can do nosso povo, 
Queiram ou não, é ó o próprio uceso 
individual ou do tlme que está em jogo. f, 
a esperança de lodo um povo quo busco fir­ 
mar-no dentro e fora de casa. Não e trata 
de ser melhor do que os outros em tudo.Mas 
de dar uma reaponta adequada ao próprio po 
tencial, de ganhar confiança no caforço tlÕ 
utilização de todo os dons, única forma e 
fetiva de realização própria e coletiva. 
T e m o	s mazelas, mas tomou virtude-a. Como 
todos os povos. Como todas as pessoas. 
Mas multas vezes, para todos, cm termos 
do paiu, 6 como se o chão faltasse. Já se 
definiu a crise como o sentimento de fal - 
tar chão. Sentimento do queda livro ou de 
não conaoguir avançar por falta de resis - 
tência <lo solo aos pés. 
Falta de chão. Falta do eixo. De refe - 
rências comuna. 
Mas o futebol ó, para o Brasil, o gran­ 
de tra;o de união. 
f., nos jogo internationa.s, uma rani - 
festação da prórri 'ação. De integração , 
que upera conflito e contradições. 
lesa hora, as cores nacionais e as ban 
deiras penetram ns medulas dos ossos e ã 
intimidade da, células, de norte a sul.Nin 
qum imagina que essa maciça adesão à par- 
deira s e j a 	u m estímulo a 	u m civismo força- 
do, É civismo puro, que precisa se tornar 
permanente. 
f a prova de que a nação et mais viva 
do que se pensa. 
Tudo isso concentrado na Seleção Brasi­ 
leira, que, no chegar lá, contribuirá para 
tirar de cima do provo un certo clima de 
frustração e de divisão. 
~ isto que sempre - agora maia do que - 
nunca - para mim é espantoso, porque essa 
responsabilidade exige uma estrutura inte­ 
rior que certamente representa urna enorme 
força para que a seleção leve adiante a 
vontade de vencer. 
Pode até ser que os jogadores não te 
nham uma consciência nítida do valor nacio 
nal de suas habilidades profissionais,mas, 
até por intuição, devam sentir o peso de - 
representar tn as esperança unica 
e de progresso do povo br il iro. 
·.7o é só no futebol. Muitos 
vida coloca n s o d> 	- 
tê de um ô hore - uma 	do 
up«rior às ruas força . Cotaria é de 
nunca orem sido criadas as circunstinci 
as em que se encontram, não vendo poré 
outra s 	f d a 	s e n ã o seculr a!iute n o 	c u n 	- 
primento de un dever de consciência. 
Muitas vezes, ninguém s b, e ta vez 
nunca venha a saber, o que determin do mo 
mento significou pera ele para todos. - 
São exata: nte n ses romenos que se fir 
m a o valor d vid 	e 	a é o valor d o 	u m a 	- 
só vida. O valor de um sacrificio silenci 
oso.É a afirmação por excelência do v..lor 
individual com repercussão social. creio 
que os jogos d a Sele:ão e n s i n a m isso. O 	- 
valor dos atos individu is para a obten - 
cio, em conjunto, de um resultado positi­ 
vo. Consciência do valor de todos e de ca­ 
da um. 
Pode ser apenas o começo, mas pode ser 
também um encontro da nação consigo me- 
na. (Agência Planalto) 
D INDIFERENÇA OI 
SOCIEDIDE 
A transmissão da 
chefia do Grupo de o­ 
perações de Fronteira 
(GOF), que seria rea­ 
lizada no último dia 
Nos oito meses de ao outro. A socieda­ 
duração do Congresso de, ignorada pela Es 
Revisor, foi crescen tado, pouco se mani­ 
do, no fundo da cons festou a respeito do 
ciência nacional, um que era feito ou dei 
amargo sentimento de xado de fazer no Con 
frustra;ão. A necessi- gresso Nacional. 
dade da reforma cons Na redação da A­ 
titucional tornou-se gência Planalto, re­ 
um consenso nacio- cebemos grande parte 
nal. Mesmo aqueles - dos 714 jornais que 
que se manifesta publicam todas as se 
ram contrários à re- manas os nossos art 
visão, individual ou gos, distribuidos em 
coletivamente, sa- dois boletins. Exami 
biam, que a Consti - nando-os é possível­ 
tuição de 88, inadc- formar uma idéia do 
quada desde a promul interesse suscitado. 
gar;ão, envelhecera - Os jornais, em sua - 
e- rapidamente tornan- maioria, colaboraram 
do-se um instrumento mantendo seus leito­ 
legal insuficiente e res informados e ofe 
perverso. Assistiu - rendo-lhes artigos= 
se a um jogo de for- que debateram os ma­ 
cas políticas diver- is diversos aspectos 
gentes que consegui- da revisão constitu­ 
ram fazer mui to para cional. Mas, por e - 
chegar ao nada. Os - les, não há como con 
interesses frustraram cluir que a socieda­ 
a programação revis_2 de tenha realmente - 
ra e modernizadora, se manifestado a fa­ 
que deveria chegar a vor de uma reforma - 
uma Constituição be- profunda ou simples­ 
néfica para o país, mente de um reforma 
em seu esforco de mo da constituição. Hou 
dernizacão e de pro= ve até alguns que, 
gresso. 	consultados sobre o 
Da ingorância, da pouco interesse mani 
burrice,das pra;sões festado por seus jor 
corporativas, dos in nais, responderam 
teresses políticos - que a revisão era u­ 
surgiram óbices im - ma questão de inte 
previstos à tentati- ressedo governo e - 
va de modernização.A de Brasília, pouco - 
responsabilidade pe- importando para a so 
lo fracasso e pela - ciedade para a qual 
frustra;ão dever ser o jornai se destina­ 
distribuida em graus va. 
diversos por todos - Presa, historica- 
~os que participam da mente, ao aparelho - 
vida política. Opor- de um Estado agigan­ 
tuna, por isso, a tado, ineficiente e 
pergunta pela respon perdulário, submissa 
sabilidade da socie- a todos os desmandos 
dade e dos cidadões, adminstrativos,aquie 
os primeiros interes tada e indolente 
sados na reforma. A diante da agressivi­ 
resposta é pouco ani dade de um Estado 
madora. 	que, pensando em si 
Em artigo ante- ?e nos seus, recusa-se 
rior, observei que a a oferecer à socieda 
sociedade pouco se - de o mínimo indispen 
manifestou no decor- sável à dignidade hu 
rer da revisão. Pare mana, como educação-; 
eia que a Constitui= saúde, segurança,me~ 
cão não lhe dizia cado de trabalho, a 
respeito.Poder-se-ia sociedade continua - 
até, partindo disso, indiferente.Não quer 
pressupor uma estra- assumir e impor os - 
da reciprocidade en- direitos próprios da 
tre Estado e Socieda cidadanir diante da 
de ignorando-se um retrógada e distorci 
âa estrutura do Esta 
do. Houvi falar om • 
corrupção generaliza 
da em todos os níve= 
is da administração, 
revolta-se, mas pou­ 
co faz. 
Participa de al 
guns movimentos, co­ 
mo o das Diretas Já o 
dos caras-pintadas mis 
como atividades fes­ 
tivas do que corno um 
processo de regenera 
ão dos costumes po­ 
líticos. Não tomou - 
ainda conhecimento - 
de que no dia em que 
se organizar, cívica 
e politicamente, a - 
sociedade pode mudar 
o Estado e adequá-lo 
às suas necessidades 
e anseios. 
Sem dúvida, sem u 
ma consciente e deci 
dida participação da 
sociedade, é impossí 
vel mudar a consti 
tuição, reformar o 
Estado, acabar com 
as estruturas de pri 
vilégios, com as in­ 
findáveis mazelas 
que permeiam o exer­ 
cício do poder entre 
nós. O exercício da 
cidadania tem início 
nessa consciência. - 
Prossegue no proces­ 
so de escolha de re­ 
presentantes dignos 
e competentes, e fir 
ma-se na participa= 
cão efetiva e cotidi 
ana na vida oolítica 
das pequenas comuni- 
·dades, sindicatos, - 
clubes, movimentos - 
locais e regionais, 
ao acompànhamento 
das ações dos gover­ 
nos, dos congressis­ 
tas e dos partidos - 
políticos. Nenhuma - 
reforma será possí - 
vel sem a particpa - 
cão efetiva da socie 
dade. - 
Em Dourados, assume 
novo chefe do GOF 
ADOLPHO CRIPPA 
EM TEMPO DE CRISE 
O MELHOR NEGOCIO 
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nente Santelmo Pe­ 
reira Lima,é à viú 
va do escrivão v 
dal, Valdicéia Pa­ 
vani Vidal, quero 
ceberam placas de 
prata com dizeres 
alusivos aos servi 
os prestados pe 
los dois à corpora 
cão nos cinco anos 
de criação do gru­ 
po. 
Adib agradeceu 
a seus comandados, 
ao apoio recebido 
das autoridades e 
da comunidade da 
região defrontei­ 
ra, enquanto chefe 
do GOF, e desejou 
a seu· sucessor O - 
mesmo sucesso no - 
combate ao crime - 
nas áreas de atuação 
da corporacão,amplia 
OPCÃO PELA MENDING AGEM 
~ 
Caso Luiz Inácio - presidente irá advertiu que, se os 
Lula da Silva, candi- criar um "fundo de ricos e especuladores 
dato pelo PT, realmon solidariedade". O não aceitarem o acor - 
te se 1:ornc presidcn= incrível: esse fun do, vai optar pela ta­ 
te do Prasil iremos - do, que seria for- xação de fortunas - me 
assistir um novo esti mado atravéz da dida prevista em arti­ 
lo de governo: o estI contribuição dos goda Constituição,mas 
lo pedinte ou pires= ricos, financiaria que ainda não foi regu 
na mio, Pois, a pro - o combate à misé - lamentada. Ou seja, e 
posta de governo do - ria, a criação de mais fácil estender o 
PT é simples: ao in empregos e progra- pires do que criar con 
vês de mudar as leis mas de educação e dições para que o país 
que impedem os novos saúde "para os 32 cresça, atravêz de in­ 
investimentos, tanto milhões de indigen vestimentos. O PT está 
de capital nacional - tes" do Brasil. Ao mostrando sua visão a­ 
como estrangeiro, expor sua "brilhan trasada e paternalista 
criando assim novos - te" idéia,· numa en os ricos dando esmola 
empregos e tirando o trevista concedida aos pobres. E: a opção 
Brasil do atraso em em Bonn (Alemanha), pela humilhante mendi 
que se ~ncontra, Lula o candidato do PT gagem. 
! ·ror uma assembleia Exclusiva 
30 e suspensa por cau. 
sa da morte do escri­ 
vão Adilson Edinei de 
Farias Vidal, em aci­ 
dente automobilístico 
na BR-163, aconteceu 
esta semana na sede 
da corporação. O coro 
nel Adib Massad entre 
gou o cargo de chefia 
da unidade ao tenen - 
te-coronel PM Nilton 
Tadeu Ferreira,em ce­ 
rimônia simples que - 
contou com a presença 
de autoridades civis 
e militares. 
Durante a solenida 
de, foram prestadas= 
homenagens ao sub-che 
fe do GOF, sub-to- 
A idéia de reali­ 
zar um plebiscito pa 
ra que a população - 
decida se quer ou não 
a convocação de uma 
Assembléia Consti­ 
tuinte exclusiva pa­ 
ra mudar a Constitui 
ção de 1.995, está= 
sendo ferrenhamente 
defendida pelo Presi 
dente Itamar Franco. 
Inicialmente, Itamar 
tinha sugerido que o 
próprio Congresso, a 
provasse uma emenda­ 
fazendo a convoca­ 
cão. A OAB (Ordem­ 
dos Advogados do Bra 
sil) entretanto, con 
siderou esta saída= 
juridicamente "com - 
plicada". Mesmo por­ 
que a convocação de 
uma assembléia cons­ 
tuinte pelo Congres­ 
so encontra resistên 
eia entre os própri= 
os parlamentares. O 
senador Josaphat Ma­ 
rinho (PFL-BA) e o - 
deputado Nelson Jo­ 
bim (PMDB-RS) , por - 
exemplo , são total - 
mente contra. Segun-. 
do os dois parlamen­ 
tares, uma Assemblé­ 
ia Constituinte só 
pode ser convocada - 
para elaborar uma 
Constituição quando 
há uma ruptura insti 
tucional. Diante de 
tantas dificuldades, 
o senador Pedro Si­ 
mon (PMDB-RS), líder 
do governo no Sena­ 
do, resolveu propor 
da recentemente, por 
determinação da Sacro 
taria de Segurança PG 
blica, até a frontei­ 
ra com a Bolívia. 
O ex-chefa do GOF 
pediu aos colaborado­ 
res da corporação que 
continuem prestigian­ 
do a unidade nas maõs 
de seu sucessor. "Espc 
roque todos que me a 
poiaram, e à atuação 
do grupo durante cs - 
tes cinco anos, con - 
tinuem prestando toda 
colaboração ao novo - 
chefe", afirmou Mas - 
sad. O tenente-coro - 
nel Nilton disse que 
a saída de Adib foi - 
necessária, pela sua 
grande vontade de con 
tribuir com a popula - 
cão cm outra área, na 
vida política. 
uma nova saída: sub­ 
meter a tese da as­ 
sembléia exclusiva a 
um plebiscito popu - 
lar. Segundo Simon, 
essa solução pode - 
ria acabar com as - 
dúvidas· jurídicas - 
em torno deste as 
sunto. Esta opção, 
que conquistou o a 
poio do presidente T 
tamar, precisaria,= 
porém,ter o aval no­ 
pular. Se aprovada - 
pela população, a 
Constituinte exclusi 
va faria as mudanças 
necessárias e urgen­ 
tes, na atual Consti 
tuicão. E, por fim, 
essas modificações - 
também seria ubneti 
das a um referendo popular.

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Goldoni visita Pedrossian _e 
pede Energia para a. Fronteira 
Ma vfslta que fez na .nhà d!a (1}-7) 1e o- 
vernador Pedrossfan, o candidato a deu fede­ 
ral Ocar ,oldni, do PDT, reivindicou m for r .­ 
p!dez da Enersul quanto ao proraa enerzétio que 
vem sendo desenvolvido na fronteira, de de os te­ 
pos que o candidato stava à frente da Prefeitura 
MunJdpal de, Ponta l'or,i. 
Sensível às ref+indicações do candidato,Pdros 
s(nn prou,eteu q1ll' ''nlé o f1roal do seu mandato, on­ 
de houver um poste haverá uma luz; Onde houver tuma 
casa, por mas simples que seja, haverá nela ener­ 
gia elétrica". 
Oscar saiu oatlsfe1to com o ponlc1cnar;ento do - 
governador, destacando o importância da energia e­ 
létrca como fator de fixação do homem do campo à 
terra, e os benefícios da energia elétrica iquelc~ 
que ainda não a possui. 
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Ex-Prefeito de Ponta Porã Oscar Coldoni 
a minha conversa con ?cdrosBian, afinal, ele cum­ 
pre o que promete, e isso é um alento para nós 
que vivencia□os e conhecc□os o problema energético 
nas regiões fronteiriças", finalizou Oscnr Goldon!. 
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Quando assumiu o Prefeitura Municipal da Ponta 
Porã, Oscar Goldoni sentiu a necessidade de colo­ 
car em marcha um programa capaz de atender iR difl 
culdades encontradas por moradores frontcirlco6 - 
quanto ,1 integrnçào nos progrnmas de extensio ener 
géticos promovidos pela Enersul. 	- 
A partir de sucessivas interferências,conseguiu 
sensibilizar o governador Pedro Pedrossion acerca 
do problema, passando à um trabalho conjunto visan 
do proporcionar um atendimento à altura do quadro­ 
encontrado naquelas áreas. 
- Conseguimos diversos avanços no campo energé­ 
tico, mas é necessário maior rapidez nos programas 
já instalados e na elaboraçzo de outroB. Foi õtima 
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BONITO MS 
Agradeci menta 
p.R'IA DE ACRADECr!l:iTO DIRICIDA AOS <X71..BORADORES DA 
PARÔQlllA SAN'!O AFONSO - BELA VISTA /HS, 
Envio esta agradecendo o seu Espírito de caridade e cola­ 
boração e~ a nossa Paróquia .. 
Cristo, após sua TE-ssundç~o, e.andou !ICU5 Apóstolos que 
divulgasse o Evangelho da Salvação. Hoje a Igreja tem essa 
resma missao, E para cumpri-la precisa de recursos e mefos 
e só co a sua participação e ajuda, te pon1bllltado a 1UJ1 
Paroquia a deser.-.penhnr sua missão, Saos agradecidos por is­ 
so. 
Qucre.:os t.ambi:i renovar à voce <" sua {.a.'!li l ln, o espir!to 
de Esperança, de Aleria, de Fraternidade e de participação 
que e a proposta do Cristo Ressuscitado. Outrossim, queremos 
que nunca lhes faltem a voce e_sua falta, a raça da saú­ 
de, da Providencia Divina, a bença no Trabalho e da Paz .ao 
seu lar. 
Contars serpre co a sua colaboração e participação, 
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P r efe i tu r a M u n icip a 1 de Caracol 
PREFEITURA MUNICIPAL DE CARACOL, 
!!X'f PJ'f() j;{) ~;1:curmo 'rrmMo JDI'l'IVO 
1-. Do representantes: Prefeitura Munici­ 
al de Caracol e 5taf Consul .oria /C Ltda. 
jI- Do objeto: 'Transforma os valores a par 
tlr d0 01/04/94, cm URV, 
III- Do amparo l<.:g,1.l: Jrt.65, II da Lei Fo 
dcrdl no OG6G/9J, e Jrt.15, dó Lei Federai 
no 0880/94. 
rv- Onn disposiç5ca flnaia· Permanecem i­ 
nalteradas as demais cláusulas do contrato. 
Juvino Godoy- Prefeito Municipal 
Wilr.on Coutinho-Diretor Staf Conoultoria 
/C Ltda. 
LEI NO 291/94 OE 29 DP. .JUNHO DE 1994 
CRIJ O CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTl::NCIA 
SOCIAL E DÃ OU'rRAS PROVIDtNCilS. 
O Prefeito Municipal de Caracol, Estado 
de Mato Gronno do Sul, faço saber que a Cá 
mara Municipal aprovou e cu sanciono a se: 
guinte Lei: 
Art.1- Fica instituído o conselho Muni 
cipal de Assistência Social- CMAS, observ~ 
do disposto no artigo 16, item IV, da Lei 
Federal no 8.742, de 07 de dezembro de 
1993, órgão de deliberação colegiada vinc~ 
lada à estrutura do órgão da administração 
Pública Municipal, responsável pela coordg 
nação da Política Municipal de AssistEncia 
Social cujos membros nomeados pelo Prefei­ 
to Municipal tem mandato de dois anos, per 
mitindo uma única reconduçãó por igual pe­ 
ríodo. 
Art.29- A Assistência Social, direito - 
do cidadão e dever do Estado, é Política 
de Segurança Social não contributiva, que 
prevê os mínimos sociais, realizadas atra­ 
vés de um conjunto integrado de ações de - 
iniciativa pública e da sociedade, para g~ 
rantir o atendimento ãs necessidades bási­ 
cas. 
Art.30- O Conselho Municipal de Assis­ 
tência Social- CMAS é composto de 06(seis) 
membros e respectivos suplentes, cujos ng 
mes são indicados ao órgão da Administra­ 
ção Pública Municipal responsável pela 
coordenação e execução da Política Munici­ 
pal de Assistência Social de acordo com a 
paridade que segue: 	. 
I- 03(três) representantes governamentais 
naneados de acordo com o artigo 82 da Lei 
Orgânica do Municipio, por ato próprio do 
Prefeito Municipal; 
II- 03(três) representantes de entidades - 
de atendimento, assessoramento e defesa,or 
ganização de usuários e trabalhadores da 
área, escolhidos em Assembléia Geral ampla 
mente convocada pelo Forüm de Organizacoes 
não Governamentais de Assistência Social. 
Art.40- A função do Conselheiro sera 
considerada serviço público relevante, sem 
do seu exercicio prioritário e justifica­ 
das as ausências a quaisquer outros servi­ 
ços,quando determinadas pelos seus compar~ 
cimento a sessões do Conselho ou pela par­ 
ticipação em diligências autorizadas por 
este. 	. . 
Art 
50
- Os membros do Conselho Munici 
pal de.Assistência social- CMAS exercerao 
seus mandatos gratuitamente. . . 
Art.6- O Presidente do Conselho Munici 
pal de Assistência Social- CMAS, solicita- 
r
• . - competentes, 30(trinta) dias 
a aos orgaos 	· d' - 
antes do término do mandato, a 1n.acaçao - 
dos novos membros, observado o disposto no 
artigo 30 desta Lei. . .. . 
Art.7- O Conselho Municipal de Assis- 
t- . . 
1 
CMAS instituira seus atos 
encia Soc1a.- _ adas pela' maio- 
através de resoluçao apr~ricadas no Diário 
ria de seus membros e pu 
O! ic i,J l. 
Ar t.a- O Cor .ho tunicipa! A s.s- 
tência Social- CMAS terá a quinte etru­ 
tur a: 
I- Secre aria Executiva; 
II- Mesa 'iretora, composta por presidente, 
Vice-Presidente e primeiro e segundo ecre 
Ui rio::;; 
III- Cor i:.,r,Õ<!.,; 
IV- Plenário. 
Art.9Q- A Adminis ração Municipal cede­ 
rá o espaço físico, as instalações e os rg 
cursos humanos even u ]mente necess rios 
a manutenção do funcionamento regular do - 
Conselho. 
Art.100- Noo primciroo 30(trintu) dias 
de cada mandato, o Conoclho Municipal ele­ 
gerá seus pares, respeitando a origem de 
nuas representações, para compor a mesa di 
retora. 
Art.11o- O primeiro Conselho Municipal 
de Assistência Social -CMAS, a partir da - 
data da poose de seus membros, terá o pra­ 
zo máximo de 45 (quarenta e cinco) dias Pa 
ra elaborar o regimento, que diuporá sobre 
o seu funcionamento e atribuições de sua 
estrutura. 
Art.120- o órgão da Adminiütração Públ! 
ca Municipal responsável pela execução de 
Assistência Social em conjunto com as de­ 
mais entidades prestadoras de serviços de 
Assistência Social, formulará o Plano Muni 
cipal de Assistência Social e o submeterá 
à aprovação do Conselho Municipal. 
Art.130- Compete ao Conselho Municipal 
de Assistência Social- CMAS: 
I- aprovar a Política Municipal de Assis­ 
tência Social em consonãncia com as dire­ 
trizes do Conselho Nacional de Assistência 
Social; 
II- aprovar o Plano Municipal de Assistên­ 
cia Social, bem como os programas e proje­ 
tos governamentais e não governamental de 
acordo com as prioridades estabelecidas pe 
la Conferência Municipal de Assistência Sg 
cial; 
III- normatizar complementarmente as ações 
e a regularização de prestação de serviços 
de natureza pública e privada no campo de 
Assistência Social; 
IV- estabelecer diretrizes, especificar e 
aprovar os programas anuais e plurianuais 
do Fundo Municipal de Assistência Social - 
FMAS, e definir critérios de repasses de 
recursos destinados às entidades não gover 
namentais. 
V- apreciar e aprovar a proposta orçamen­ 
tária de Assistência Social para compor o 
orçamento Municipal; 
VI- inscrever e fiscalizar as entidades e 
organizações de Assistência Social; 
VII- zelar pela efetivação do sistema des­ 
centralizado e participativo de Assistên­ 
cia Social; 
VIII- convocar anualmente e extraordinaria 
mente por maioria absoluta de seus membros, 
a Conferência Municipal de Assistência So­ 
cial e aprovar diretrizes para o aperfe1- 
çoamento do Sistema; 
IX- fiscalizar e avaliar a gestão dos re­ 
cursos, bem como os ganhos sociais e o de­ 
sempenho dos programas e projetos aprovados 
X:- propor a formulação de estudos e pesqui 
sas com vistas a identificar situações re­ 
levantes e a qualidade dos serviços de As­ 
sistência Social; 
XI- divulgar no Diário Oficial do Munici­ 
pio, todas suas resoluções, bem como as 
contas do Fundo.Municipal aprovadas; 
XII- credenciar equipe multiprofissional , 
conforme .dispõ_e o artigo 20 parágrafo sex­ 
to, da Lei no 8.742 de 07-12-93;. . 
XIII- regulamentar suplementarrnente as nor 
mas estabelecidas pelo Conselho Nacional - 
A si-t :'1 
30 
XV.- ropor ao 
tê±.ciá social dai 
ra de governo e organxz .ço 
nn1ta1s, programas, serviço 
to de projetos; 
VX- acompanhar as condiçó s da 
população usuári da Assistência Social 1n 
dicando medidas pertinentes a correção de 
exclusões consttadas; 
XVI- propor modificçoes nas estru 
Sistema Municipal que visem pro 
proteção e defes. dos dir itos do 
da Assistência Social; 
XVII- dar posse aos membro do Conselho Ma 
nicipal de Assis.éncia Social, a par ir dá 
instalação da primeira composição; 
XVIII- elaborar oru rcgi~cnto interno. 
lrt.140- O Poder r.::x culivo Municip l 
tem o prazo de 30(trinta) dias para nona r 
a Comissão Partidürí entre o governo a 
sociedade civil da área, que proporá, no 
prazo máximo de 60 (sessenta) dias o Projg 
to de Rcordenamen to dos órgãos de Assistên 
eia Social na esfera Municipal, na for::-a 
do artigo 59 da Lei Federal no 8.742 de 
07-12-93. 
Art.150- o Conselho Municipal de Assis- 
tência será regulamentado por Decreto 
do Poder Executivo no prazo miximo de 30 - 
(trinta) dias a contar da data da publica­ 
ção desta Lei. 
Art.16- O Poder Executivo Municipal te 
rã o prazo máximo de 45(quarcnta e cinco j 
dias a partir da publicação desta Lei para 
dar posse ao primeiro Conselho Municipal 
de Assistência Social. 
Art.170- Esta Lei entrará em vigor na - 
data de sua publicação revogadas as dispo­ 
sições em contrário. 
urd. do 
oça0 
u.suarios 
Paço Municipal-MS, 29 de junho de 1994 
.Juvino Godoy- Prefeito municipal 
Edital de r 12/94 
CONOJ'RSO POl!LICll PARA"ADHUiISD!ACÃO DillEIA, Al/1'.AAQUIAS, 
nJh1)AÇÔES, POLICIA CIVD, E POLICIA HTLIIAA 
O SECREIÁRIO DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO, no uso de suas 
atribuições }CR,d is, divulga para corthccimcnto dos Interes­ 
sados, o RESULTADO DAS PROVAS ESCRITAS, por order alfa«t!­ 
ca, dos candldatoa ao Concurso PÚbllc.o real l~o no diil 12 
de junho de 1994, para cargos da Admtnlstrac.ao Direta, Aut.ir 
quiasz Fundações, Pol{cU Civil e Polícia M1Jltnr
1 
confonic­ 
rclaçao anexa e convoca os pesos para apresentação de I1Tu­ 
LOS, de acordo coo o dispo.ato no !tcn 7 do Editnt do Concur- 
so ng Ol/94, publicado no D!Árlo Oficfol d~ OS-OJ-
04 c.oE 
dias, horários e locais abaixo r~laclonados: 
Data: de 25 a 29 de Julho de 199 
Locais: 
a) Campo Grande 
-Candidatos D cargos da Adciniatraç.ilo Direta, Aut.orqu1.,1s e 
Fundações: 
Auditório da Secretaria do Estado de Ad=inistrsç~o- Parque 
dos Poderes, Bloco I das 8:00 às 17:00 hs. 
-Clrndidatos a cargos de Agente. de ?ollcl.n e Eccriv.=io de Po· 
lfcla: 
Academia Estadual de Segurança PItca, Parque dos Poderes 
Bloco 16 daa 12:00 às 18:00 hs. 
-Candidatos a cargo, de Soldado, Sargento e Aspirt.ante 0!1.-, 
ela! PM Espcc1a!l1ta da Polícia Hll1tar: 
Coonndo Geral d PolIcta Militar- AV.Afonso Pera, 22i0- C,,•n 
cro, das 8:00 às 12:00 ha e da 14 is 18:00 hs. - 
1>) DEMAIS 11UN1CIPIOS 
_ candidatos a cargos da Ad.t:ini1otr.Jção Diret.a, Aut.:irqu1,u:, 
Fundações, Po!!cla Clvll e Pollcia H1!1tar: 
Nos respectivos Núcleos Educacionais 
das 12:00 Õa 18:00 h• 
Ca...-po Grande, 08 de Julho de 199, 
Carlos Oscar Aguieiras Lopes 
Secrcúrio de Estado de AdLnfstração 
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Vis'ta

1 
NOTICIÁRIO 00 EKtRCITO 
i;O EXÉRCITO ESTÁ GANHANDO 
ESSA CiUERRA 
CMS Conquista e Mantém 
Espaço na Mídia 
A Forca 'l'crreotre, 
como peca atuante do 
Sistema Nação, está 
cada vez mais volta­ 
da para as ativida - 
des de Comunicação - 
Social, precioso ins 
trumento na manuten­ 
cão da coesão inter­ 
na e de projeção da 
Forca no contexto da 
sociedade. Para tal, 
conta com o SIXCOM - 
SEX, que enquadra to 
das as suas organiza 
ções militares, res­ 
pensáveis pela execu 
cão das atividades - 
em todo o Território 
Nacional. 
Recentemente, os 
Simpósios Regionais 
de Comunicação Soci­ 
al, realizados pelos 
diversos Comandos Mi­ 
litares de Ãrea, pos 
sibilitaram avaliar, 
reformular e ampliar 
as atividades de Co­ 
municação Social de­ 
senvolvidas pelo E - 
xêrcito em cada re - 
gião do País, tanto 
para o público inter 
no como para o exter 
no. 
Dentro dessa polí 
tica de aperfeiçoa - 
mento e ampliação 
das atividades de Co 
municação Social, a 
exemplo do que vem 
sendo desenvolvido - 
nas áreas de todos - 
os Comandos Milita - 
res, o Comando Mili­ 
tar do Sul, com sede 
em Porto Alegre, vem 
ocupando amplos espa 
cos na mídia regio - 
nal, por meio de des 
tacados programas c2 
mo: 
- na TV Guaiba 
10 minutos por sema­ 
na no Programa "Guer 
rilheiros da Notí - 
eia", levado ao ar 
às segundas-feiras , 
no horário de· 19:00 
às 20:00 horas; 
- Na Rádio Guaíba 
um programa diário - 
de 5 minutos, entre 
07:30 e 08:00 horas 
da manhã; e 
- também na Rádio 
Guaiba - um programa 
semanal de 15 minu - 
tos, todos os sába - 
dos às 14:15 horas , 
intitulado "O seu E­ 
xército está no Ar". 
Os Jornais de Por 
to Alegre, em espe - 
cial o "Correio do 
Povo" e o "Jornal do 
Comércio", oferecem 
amplos espaços para 
a divulgação de notí 
cias do Exército. 
Por outro lado , 
vem sendo ampliado o 
uso do rádio, do Jor 
nal do interior e 
mesmo de sucursais - 
de TV pelas OM das 
demais Guarnições. 
Ainda no que con­ 
cerne à divulgação - 
de suas atividades , 
a 50 Seção do CMS , 
no presente ano, edi 
tou, com o apoio de 
um Jornal da cidade 
de Canoas, o Jornal 
"A Engenharia Mili - 
tar", distribuído pa 
ra os públicos inter 
no e externo, com en 
fase para o Congres­ 
so Nacional e a Im - 
prensa, instituições 
prioritárias segundo 
o PLano de Comunica­ 
ção Social. Trata-se 
de um projeto piloto 
que se pretende ex - 
pandir até a edição 
de um Jornal pela 50 
Seção do Comando Mi­ 
litar do Sul. 
ISTO E 
cmmNICAÇÃO SOCIAL 
MMBI ENTREGA VACINAS AO­ 
EXÉRCITO PARAGUAIO 
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Blocos e Bloquetes 
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49 
5 114 5 (R ) 
CONSULTE-NOS PELO FONlt: - ec 
CONPECÇÔES ou BLOCOS E DLOQor:·r·ns, 
TUDO EM PRODUTOS DE MASSA DE CONCRETO 
CARACOL 
o 
MS 
Assunção (Paraguai) - A Mis­ 
são Militàr Brasileira de Ins - 
trucão no Paraguai (MMBIP), a - 
lém de suas missões normais, as 
sume o encargo de prestar apoiÕ 
médico-social aos militares do 
Exército Paraguaio, fornecendo 
vacinas e atendendo a outras so 
licitações. 	- 
No dia 27 de Abril, a MMBIP 
fez a doação 1e 30 mil doses· de 
vacina antitetânica, a serem a­ 
plicadas nos conscritos incorpo 
rados no corrente ano. - 
Ao ato de entrega estavam 
presentes Óficiais da Missão e 
o Diretor do Parque Sanitârio 
Central do Exército Paraguaio , 
Cel. Farm Cristian c. Villasan­ 
ti. 
Este atendimento foi possi - 
vel graças ao apoio prestado pe 
la Diretoria de Saúde, gela 5~ 
Região Militar e pelo 34 BIMtz, 
contribuindo para aumentar o 
prestígio da MMBIP e os laços - 
de amizade que unem os Exérci 
tos Brasileiro e Paraguaio. 
Regimento Paraguaio Usará 
Moia rela Brasileira 
Missão Mili 
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tar Brasileira de Instrução no Paraguai (MMBIP), fez 
de Maio doação de 100 boinas pretas para o Regimento 
Presidencial do Paraguai. 
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; 	-·u

---·---- -------- 
DESENHISTA OI PREFEITURA OE BONITO 
ISSISSINIIOO i FICIDI 
_______________ _,_ ----- 
Nos primeiros minuto de quarta passada, 
foi morto com um golpe de faca o desenhista 
da Prefeitura de Bonlto e provocou um clima 
de conntornaç5o. 
Depois do meia noite, catava movimen­ 
tado o "Bar TIquera", de propriedade do fun 
cionário público municipal Ednaldo Canepa - 
dos Santos (26 anos, casado), situado de­ 
fronte a Igreja Motriz. 
Em dado momento, houve um quebra-quebra 
de capou e Ednaldo acabou se envolvendo em 
luta corporal com um doa fregueaea, identi­ 
ficado apenas por "Gilberto Tapeceiro". 
- IV GINCANA 00 IGISftLHO EM BONITO 
INGDRIOU MONTANHI DE MERCIDORIDS 
Apesar do frio intenso,domin 
go passado foi surpreendente Õ 
movimento na Praça da Liberda - 
de, devido a realização da "IV 
Gincana do Agasalho", que come­ 
cou às 8:30 horas e se estendeu 
até depois do meio dia, sendo - 
mais uma iniciativa do Departa­ 
mento de Promoção social e Pre­ 
feitura, tendo à frente a ora. 
Vera Lucia G. Figueiredo, Pri - 
meira Dama do Município. 
O povão se divertiu à va­ 
ler, pois faziam parte da ginca 
na "pernada esportiva", corridi 
no saco, ovo na colher, água na 
garrafa, perguntas sobre a Copa 
do Mundo e conhecimentos gerais 
sobre a história de Bonito. • 
EQUIPES PARTICIPANTES 
Com muito entusiasmo, entra - 
ra:.1 em ação as seguintes equi 
pes: Vida e Saúde (do Centro de 
Saúde); Brasileirinho (Colegio 
Bonifácio Camargo Gomes); Cre - 
che Municipal Laura Vicunã, Es­ 
cola Caminho da Esperança (Pes­ 
talozzi); Banco do.Brasil, Mer­ 
cado Ponto Certo e os Reais da 
Escola João Alves de Arruda'. 
Tio logo foi dada a larga - 
da, dezenas de pessoas se espa­ 
lharam pela cidade, visitando - 
todos os estabelecimentos comer 
ciais e batendo de porta em por 
ta, em busca de qualquer donatT 
vo. 
r 
:o 
'.! 
Ourante a contenda, segundo vJrcia dn - 
testemunhas, o individuo Edson, conhecido 
por "Alemão", foi apartar a briga, também 
"entrou no rolo" e desfechou um certeiro 
golpe de faca, que atingiu Ednaldo pouco 
acima da virilha. 
O pânico foi estabelecido, a vítima to 
bou com o sangue jorrando aos borbotõcs, - 
foi socorrida is pressas mas veio à fale­ 
cer antes de ser medicada. 
Minutos depois, os soldados Cruz e Gau 
na compareceram ao local, registraram a~ 
ocorrencia, mas o criminoso havia desapa- 
MERCADORIAS EM PROFUSÃO 
As mercadorias arrecadadas - 
formaram grandes volumes na pra 
ça, constituidas de roupas, sa­ 
patos, cobertores, colchões e - 
géneros alimenticios. 
A grande quantidade de produ 
tos está sendo devidamente sele 
clonado e posteriormente será= 
distribuidasàs famílias de me­ 
nor aquisitivo, devidamente ca­ 
dastradas pelo Departamento de 
Promoção Social, que agora está 
funcionando em amplas instala - 
ções, no antigo Mercado Munici­ 
pal, qua foi desativado,uma vez 
que ós comerciantes abandonaram 
seus boxes por falta de públi - 
co. 
VISITA ILUSTRE 
Além do prefeito José Arthur 
Figueiredo e todo secretariado 
esteve presente para abrilhan - 
tar ainda mais o evento, o Dr. 
Antonio Mendes Canale Filho can 
didato à deputado estadual.' - 
Canale, desde o início da ad 
ministração de José Arthur, vem 
prestando relevantes serviços - 
ao município, participando ati­ 
vamente de todas as promoções. 
Recorda-se que era diretor - 
do Terrasul e muito colaborou - 
para incrementar o setor agrico 
la, carreando beneficias aos pe 
quenos agricultores. 
Casa de Carne Sadia 
DE: ANTONIO CASANOVA 
Carne de Suíno, Bovino, Frango, Linguiças mistas e de 
suíno, queijos, banhas, geléia de mocotó, torresmos, etc ... 
"O AÇOUGUE NOMERO 1 DE BONITO" 
ATENDIMENTO NOTA 10 E OS PREÇOS SÃO CONVIDATIVOS 
RUA LUIZ DA COSTA LEITE FONE: (067) 255 - 1475 
BONITO MS 
recido.o Del ado Dr. Cicero Prent co 
instaurou inquerito para apurar o fato. 
A morte do jovem desenhista causou um 
clima de multa tristeza e foi sepultado­ 
no cemiterio local. 
1o é nenhuma novidade, que a brandu­ 
ra da justiça ·m caso de homicidio, dei­ 
xa de inibir violents cenas de sangue, 
porque basta o criminoso escapulir do 
flagrante para permanecer tranquilamente 
em liberdade aguardando julgamento. Quan 
do é primário, raramente fica atrãz d@ 
grades. 
ANDRÉ PUCCINELLI 
André Puccinelli, candidato 
à deputado federal, mandou uma 
contribuição de duzentos e cin­ 
quenta reais. 
Vale ressaltar, que o mesmo 
tem uma presença marcante na ci 
dade, visitando com frequência­ 
º prefeito, chegando junto ao - 
Palacio do Governo, cobrando 
com insistência melhorias nos 
mais variados setores a fim de 
deslanchar o progresso de Boni­ 
to. 
As equipes que conseguiram - 
um volume maior de donativos fo 
ram: Vida e Saúde (lO), Escola 
Caminho da Esperança (20)e em 
39 Creche Municipal Laura Vicu 
nã, que receberam prêmios ofer 
tados por Puccinelli,canale e 
Prefeitura. 
PARTICIPAÇÃO DO POVO 
O José Arthur Figueiredo e 
sua esposa Dna. Vera Lucia fi­ 
caram satisfetios com o resul­ 
tado de mais esta gincana,agra 
decendo o maciço apoio que rc= 
ceberam da comunidade, funcio­ 
nários municipais, bancários 
e voluntários que se empenha 
raro para conquistar donativos, 
que serão entregues a quem 
realmente precisa. 
@@ Mato Grosso do Sul 
precisa de Ary Rigo 
no Senad"·g3o 
Suplentes: 
MARTINHO BARROS 
LUIZ CARLOS ORTEGA 
0R ESTRELA LIA. 
RETIFICA DE MOTORES DIESEL, cAsoLnA, ALcooL., coRc1o DE PECAS DE REPosrco iriasa- e 
RETIEICI 
FOMES 251-4056 E 251-2072 
Av. 11 de dezembro. 912 
• 	' 
CAIXA POSTAL 121 CEP: 79-240-000 
Jardim- 
,. 
L