ME.LA VI'TA/MS ANO: 22 NO: 1.'.,2"/ 20 DE JULHO DE 1.994 - QUARTA-FEIRA 
~ 
DESPERTANDO CONSCIENCIAS 
Prefelto Abraão Zacarias, "a prioridade é a pessoa humano". 
Povo de Belo Vista, ho 
cens, mulheres, jovens e 
crianças. Gente do Água Do 
te, "Nharon", Serradinho-; 
Vila Nova, Primaveras, Es 
pírito Santo, "Nunca - Te­ 
Vi", Boa Vista, Clarão da 
Lua, Baixadas Corinthia - 
na, Fluminense, Santa HÕ­ 
nica, Prcv isu l, Erva Ma­ 
te, Itaboraí,· Planaltos I 
e II, ltavcrá, Cancha, Con 
junto Dr. Ely, irmãos de 
Bella Vista Paraguai, po­ 
vo que caminha, pés • no 
chão, esperança nos olhos, 
acreditando no futuro, a­ 
vançando no tempo, viven­ 
do um presente de traba - 
lho e realizações. 
Nos carpos dos EUA nos­ 
sos atletas colocaram os 
corações nos bicos das chu 
teiras e.mostraram ao mu~ 
do a fibra, a raça e a ar 
ra do brasileiro. - 
Por que não acreditar? 
O real· está dando certo, 
vaos derrotar a infla­ 
ção, acabar coe os parasi 
tas, valorizar os que tra 
balha e produzem, dizer 
não aos agiotas, aos que 
especulam, produzir mais, 
gerar mais empregos, dar 
condições dignas aos nos­ 
sos trabalhadores. 
Por que não acreditar? 
Nossa economia cresce, 
se a conjuntura nacional 
ê propícia ao surgimento 
de NOVOS TEMPOS, cm nossa 
cidade o quadro e mais es 
imulante, estamos no ca- 
!nho certo, construindo 
uma cidade boa para se mo 
rar, con qualidade de v{- 
QUE SUFOCO! BRASIL TE­ 
TRA--CAMPEÃO. O grito eco­ 
ou dos pampas aos seringa 
is, do Oiapoque ao Chuí, 
lenbrando pnlavras de Fio 
ri Giulioti. - 
Desde o início, em to­ 
dos os jogos, o brasilei­ 
ro sofreu, o time sempre 
deu a impressão de que i­ 
ria golear e jo ava ali, 
taco a taco, até que ex­ 
plodia o gênio do irreve­ 
rente Rorn ... rio. 
Contra a Itália, teste 
para os cardíacos, foram 
!20 inutos de emoção, e 
da para nossa gente e com 
alternativas para se in­ 
vestir, trabalhar com dig 
nidade e propósitos defi 
nidos. 	- 
Está na hora de seres 
gatar a tradição do nos­ 
so povo, tradicção de pio 
neirismos, de inovações-; 
abrir matas e cerrados, 
plantar as sementes das 
realizações. Trad içÕes de 
mãos calejadas e suor no 
rosto. 
NOVOS TEMPOS, tempos 
de mudanças, de cada um 
assumir suas responsabi­ 
lidades perante a comunt 
dade, ventos sopram em 
todos os setores, portas 
se abrem, os empreendedo 
res pedem passagem. Jun­ 
to conosco, gaúchos, mi­ 
neiros, paranaenses, pau 
listas, paraguaios, en­ 
fim, sangue novo que vem 
irrigar o progresso de 
Bela Vista. 
t.Õs somos a cidade. A 
cidade somos nõs. Sua gen 
te. Seu povo. Hoje a ci-: 
dade comcoora anivcrsã - 
rio, é preciso reciclar, 
idéias e objetivos, mas 
antes de tudo~ preciso 
acreditar. 
Em nossa administra - 
cão, a prioridade éa pes 
soa humana, sobretudo os 
marginalizados, os mais 
carentes, não adianta 
construir grandes e lu - 
xuosos templos, se Deus 
não habita os coraçoes. 
Vamos sim dignificar a 
pessoa humana, fazer de 
cada coração um templo, 
Brasil é Tetra Ca.mpeão 
Possari Prega a Modernidade 
0 empresrlo e produ­ 
tor rural Osvaldo Possa­ 
rl, Ulcctor-l're icente 
da Viação Cruzeiro do Sul 
e da SETE ESTRELAS MBRI 
ÕES, disse ontem que " 
Sudoeste e a Fr nteira 
estão sofrendo um proces 
so de transformação mul­ 
to grande, não só com as 
obras que o Governo do Es 
tado executa, a exemplo 
das pavimentações das ro 
dovins Porto Murtinho Ü 
Jardim/Bonito; Bela Vis­ 
ta à Jardim e, brevemen­ 
te, Bela Visto/ Caracol/ 
Porto Murtinho, mas so­ 
bretudo, com os investi­ 
mentos feitos emtodosos 
municípios. Produtores ru 
rais de ltaporã, Doura= 
dos, do interior de São 
Paulo e do Paraná, estão 
adquirindo terras em nos 
,sa região e trazendo tê 
nologias de ponta na área 
de administração de fa- 
bota emoçao nisso, 90 mi 
nutos no teponoral,ma 
is 30 na prorrogação, e 
... zero a zero. Tudo i­ 
gual. Fomos para a deci­ 
são por pênaltis ... mui­ 
tos temeram ... 
Vejam sõ, Ta:farel, o 
goleiro criticado por to­ 
dos, foi o salvador da Pi 
tria, defendeu um dos pê 
naltis, os outros dois: 
que deixara os italia - 
nos a ver navios no de­ 
serto, Baseri e Baggio, 
chutaram... para forn. 
Marcara para o Bra- 
resgatar a cidadania, res 
peitando idéias e concei 
tos, buscando a copreen 
são e o entendimento. - 
As idéias políticas 
são argilas, com ela mol 
damos os nossos objeti: 
vos, construímos edifíci 
os sólidos de fraternida 
de para SERVlR o povo. REALIZAMOS MAIS UMA 
Nesta edição de a TRI- EXPOBEL, O POVO AINDA VI 
BUNA DA FRONTEIRA, faze- BRA CO A CONQUISTA DO 
mos uma prestação de con TETRANOS EUA, ESTAMOS 
tas, junto com os nossos ENGATINHANDO CO O PLA­ 
Secretários, funcionãri- NO REAL, A TORCIDA É A 
os, procuramos fazer o MESMA, 150 MILHÕES QUE­ 
melhor. Estamos com a REM A VITORIA CONTRA A 
consciência tranquila , INFLAÇÃO, NÓS TAMBÉM ES 
dormlmos o sono dos jus- TA.'IOS TORCENDO. - 
tos. 	A REALIZAÇÃO DA EXPO 
SÕ não trabalha por BEL É ASSIM: UM TIME QUE 
Bela Vista quem não ama PRECISA JOGAR AFINADO, 
Bela Vista. Minha esposa CO MUITA GARRA, TALEN­ 
Olga, juntamente com sua TO E COPETECIA. 
equipe, dedica todos os TAMBÉM ESTAMOS IIIE:O. 
seus esforços em benefí- DO O CHOQUE DAS UDAN 
cio dos menos favoreci - 
dos. Meus filhosGuto, Ra 
quel e Glaucia, jovens, 
possuem sensibilidade pa 
ra entender e capreender 
o ideal do pai, em ae2r 
minados momentos de nos­ 
sas vidas já não nos per 
tcncemos, somos movido; 
pela roda do servir. O po 
vo é o rneu ideal. - 
Nossa mensagem, minha 
e de Olga, não é políti­ 
ca, é de fé, de crença 
de que os desafios de nos 
so tempo serão vencidos. 
'ivemos t,QIOS TEHPOS. 
PARABÉNS BELA VISTA . 
Abraão Zacarias - PREFEI 
TO MUNICIPAL. 
Olga B. Zacarias. 
sil Brnnco, Romãrio, Dun 
ga, Mareio Santos perdeu 
o primeiro. a Itália fez 
sõ dois . 
Agora nada importa, o 
grito estrangulado saiu 
da garganta de 150 nilhÕ 
es de brasileiros: E CA.~ 
PEÃO ... E CMIPEÀO! ! - 
Pró falar n verdade,• 
o Parreira ê sádico ou 
mnsoqulstn, não era pre­ 
ciso tanto sofrimento. 
Bastava colocar três ata 
cantes, desde o início~ 
Cara teimoso, mas é cam­ 
peão, o Brasil tera!! 
O Tetra é nosso Brasil! 
zendas". 
Para Osvaldo Possari, 
"ê preciso acompanhares 
sa tendência, a de buscar 
a modernidade o 	c 
ó assim podereio to­ 
breviver nu éposa de 
coupeténcIa e competitt 
vIdade, quem assim não 
proceder, ficar ora do 
t:poec. pa,o". 
Também na política, 
segundo Possari, "esti 
havendo mudanças, o po­ 
vo brasileiro está mais 
consciente, mais politi 
zado, sabe o que quer; 
não se ilude com pala­ 
vras fáceis e esquemas 
jurássicos, hoje o pol( 
tico deve ser competen­ 
te, honesto é obrigaçõo, 
regra de conduta". 
Osvaldo Possari esta 
rã hoje eo &ela Vista, 
sua empresa, a SETE FS­ 
TRELAS EMBRIÕES, est,i 
com um stand no Parqu, 
de Exposições. Osvnldo 
Possa ri é suplente de Se 
nadar, na chapa do ca­ 
didata ao Senado Rachid 
Saldanha Derzi e há vá­ 
rios anos colabora e par 
ticipa da mais tradici~ 
nal festa da fronteira. 
BELIYISTENSES 
-- f 
LUIZ FERNANDO NUNES RONDON 
Empresirto Osya'' tossi­ 
r1, Diretor Presidente da 
Viação Cruzelro do Sul e 
da SETE ESTRELA EMBRIÕES, 
uma das mais nvançadnn na 
tecnologia de transferen­ 
cia de embriões. 
AS, NOVAS TÁTICAS, MAS 
ACREDITAMOS, E POR ACREDI 
TARMOS, E QUE HOJE AI ES­ 
T, UM DOS MAIORES PAR - 
QUES DO ESTADO. É l~ PA­ 
TRIONIO, !AO DE UM GR­ 
PO, MAS DO POVO DE ELA 
VISTA. 
NOSSOS AGRADECIMENTOS À 
TODOS QUE COLA'IRARA PARA 
A REALIZAÇÃO DA EXP031:.L, 
DO MAIS HL"MILDE PEÃO AOS 
GRANDES PRODL;TORES E r.:•:­ 
PRESÁRIOS. 
MüITO OBRIGADO E PARA­ 
BÉt.S BELA VISTA. 
(LILI) 
PRESIDEXT[ no SIXDICATO RURAL DE BELA VISTA. 
Mensagem do 10~ RC Mec 
NAS COMEMORAÇOES PELA CONQUISTA DO TETRA 
CAMPEONATO MUNDIAL DE FUTEBOL, NOS ESTADOS 
UNIDOS, O BRASIL SE TRANSFORP.OU NUM PA!S U­ 
NIDO PELAS CÔRES VERDE E AMARELO. 
QUE ISTO SE TRANFORME NUM ESFORÇO CONJUX 
TO PARA QUE POSSAMOS VENCER TODAS AS NOSSAS 
DIFICULDADES. QUE ESTE MOVIMENTO C!VICO ?ER 
ANEÇA, ASSIM CONSTRUIREMOS UMA NAÇÃO ME­ 
LHOR. 
Tenente Coronel Edson Souza Rodrigues 
Comandante do 100 RC Mec 
Mensagem a Bela Vista 
Com alegria saúdo a populac3o ~e Be!a Vista, pela passagem 
de mais um aniversári~. Par~bêns a voce, que através da sua 
forca, constrói essa cidade. 
Alegro-me e aplaudo com entusiasmo todos os belavistenses, 
que trabalham para fazer desta cidade um exemplo de bem viver 
comunitario. 
Povo de Bela Vista, o seu destino é o progresso gerado ~e­ 
las mãos que labutam com amor, por essa terra abençoada. Com 
emocao envio a essa valorosa comunidade, votos de felicitações 
pela passagem ào 760 aniversário de Bela Vista. 
Parabéns 3ela Vista! Parabéns minha terra querida!! 
HARIZA SERRANO 
Candidata a Deputada Federal pela Frente Popular 
IBOPE CONFIRMA L.IDERANÇA TRANQUILA DE WILSON RTINS- 
51 Levy Dias - 25% - Fonte: Jornal Naein.ai. 	j

4 
- 
Porque não fui ao Bom Dia 
MS' da TV Morena 
'lo últimos dias, os telejornais da 'TV 
Morena vn ini!entemente falando sobre - 
minha "rec: " em participar do progra,a - 
"1om Dia MS", Fns fato exige alguns escla 
recinnton. 
Todos conhecem a, dificuldades de ace­ 
so ao meio de comunicação que venho en 
frenando desde o começo desta campanha e- 
1it.oral. Como candidato ao governo, venho 
recebendo tratamento injusto, parcial e - 
hos II por parte do alguns veículos do im­ 
prensa que pressionados pelo atuais ocu 
pantn do poder e tadual, atropelam a @ti 
ca o a lei para destinar generosos espaços 
a um de meus oponentes, com o obj cti vo de 
Iludir o eleitorado. 
Mesmo assim tenho orientado minha asses 
soria a tender igualmente a todos os ór­ 
qdos de comunicação, mantendo-os devidamen 
t·, in[ormcidos dó dia-a-dia de nossa campa­ 
nha em respeito ao direito do povo à infor 
mação. 
Qualquer balanço do noticiário, no en 
tanto revela o escandaloso dese·quilí.brio 
entro o volume de informações sobre minha 
campanha e a do candidato oficial, sempre - 
[avorocido. •ral disparate ocorre principal 
mente nos noticiários de televisão, fato - 
mais grave quando se sabe que a lei eleito 
rol 6 explicita ao estabelecer que "as e­ 
missoras de rádio e televisão ficam obriga 
das a dar tratamento equànime a todos os 
candidatos cm sua programação normal e seus 
noticiários", sob pena de suspensão de su­ 
as transmissões, 
Diante do flagrante desrespeito à 1egis 
lação eleitoral por parte da TV Morena e - 
outros veículos, já encaminhamos várias a­ 
ções, estando no aguardo do cumprimento 
das decisões judiciais. 
Quanto ao convite para minha participa­ 
ção no ·"Bom Dia MS", é no mínimo estranho 
que o mesmo tenha sido feito para uma en - 
trevista gravada, quando tradicionalmente 
o programa é realizado ao vivo. Apesar de 
carta enviada por minha ·assessoria à TV Mo 
rena, a emissora passou a afirmar em seus 
noticiários, sem qualquer explicação aos 
telespectadores, que eu me recusara a com­ 
parecer ao programa. 
Quero deixar clara, mais uma vez, minha 
O candidato a de­ 
putado federal pelo 
PMDB, Dilso Spcrafi­ 
co, disse ontem em 
Navirai (a 364 Km de 
Campo Grande) que o 
processo eleitoral - 
deste ano já está de 
finido. "O bom senso 
e a moral prevalece­ 
rão na escolha dos - 
candidatos. A popula 
çào sulmatogrossense 
já elegeu Dr. Wilson 
Martins para governa 
dor do Estado", dis­ 
se Sperafico. 
Dilso Sperafico - 
falou também que dis 
puta uma vaga na Câ­ 
mara Federal pela 
mesma razão com que 
as pessoas sentem-se 
enganadas pelo P2 
der. "O descaso com 
a saúde do Pais, o 
desemprego cm massa 
e a falta de morzdi­ 
as são questões que 
precisam de soluções 
imediatas. Não dá 
mais para ficar au 
sente desta luta", - 
disse o candidato. 
O empresário Dil­ 
son Sperafico visi - 
tou , dia 12, as ci­ 
dades de Naviraí e 
Eldorado (a 462 Km - 
de Campo Grande) cum 
prindo roteiro de 
campanha. Dos 77 mu­ 
nicípios do Estado, 
Dilso Sperafico já 
visitou mais da meta 
de deles e promete - 
ser um dos candida - 
tos a deputado fede­ 
ral mais votado do 
MS. 
Sempre acompanha­ 
do pelo ex-prefeito 
naviraiense, Dr. Ro­ 
nald Cançado, Dilso 
Sperafico intensifi­ 
cou o corpo-a-corpo 
na cidade e fez visi 
tas ao comércio, en­ 
tre eles, o Frigori­ 
fico Capuci. 
Aberta a 3 Eel 
Senador Wilson Barbosa Martins 
disposição de ir a este programa, desde 
. que seja transmitido ao vivo. . 
Não dou o direito a quem quer que seJa 
de acusar-me de omisso, pois minha vida - 
pública é prova de fé inabalável nos prin­ 
cípios democráticos, na convivência entre 
os desiguais e no permanente embate dei­ 
déias. Além disso, a liberdade de impren­ 
sa sempre esteve entre minhas bandeiras, 
não para beneficio próprio, mas como di 
rei to de toda a sociedade. Estarei, como 
sempre estive, à disposição dos meios de 
comunicação, dos quais espero o tratamen­ 
to equânime e justo que a lei determina e 
a ética exige. 
Sperafico diz que moral • e bom 
senso prevàlecerão nas Eleições 
Em entrevista às 
rádios Carandá e 
Cultura, Dilso Spe­ 
rafico assumiu com­ 
promisso público de 
lutar pelo desenvol 
virrento de Naviraí, 
priorizando a gera­ 
ção de empregos.Dil 
so Sperafico também 
manteve contato com 
o presidente da 
Guarda Mirim de Na­ 
viraí, José Ferreir 
ra Lima, e visitou­ 
ª Feira dos Produto 
res onde recebeu d? 
versas reivindica - 
ções. 
No municipio do 
Eldorado, Dilso Spe 
rafico continuou -­ 
contato com popula­ 
res e reuniu-se com 
representantes do 
Lions Clube e Leo 
Clube. O presidente 
do Leo Clube, João 
Geraldo da Silva, - 
Rosa Pereira da sil 
' 
- 
Tribuna. da Fronteira 
- 
FUNDADO EM: 
' 
DlÃRIO RECICNAL 	20/0.2/1972 - 
DIRETOR-REDATOR CHEFE: Ivll.l.do Pereira 	EXEMPLAR: R$ 0,50 
- 
GERENTE COMERCIAL: ~~ria Estela Vel.âsques Pereira 
ASSINATURAS: .. 
SECRETARIO D; REDAÇÃO: Ualdino Rodrigues . 
REPORTAGENS: Jo::io Carlos Velásque.z, J.ndré Ãvalo e 
SEMESTRJ.L: R$ 45,00 
' Fi.rnlno de &rros 
ANUAL: R$ 90,00 
' 	- 
REDAÇÃO, DEPARTAMENTO COMERCIAL E PARQUE GRAFICO: * OS ORIGINAIS EN - 
Avenida Tribuna da Fronteira,564 - CAIXA POSTAL - 
Vl.AOOS Ã. REDAÇÃO NÃO 
SERÃO DEVOLVIDOS. os 
23 - FOE: (067) 439 - 141'0 - PELA VISTA - HS 
ARTIGOS ASSINADOS· NÃO 
,;, 
SUCURSAIS: Jrdi, Porto ±urtinho, Antonio .Jc:xio. REFLETEM NECESSARIAMEN 
'Bonito, Caracol, Car.po Grande e Correspondentes TE A Ol'INIÃO DO JORNAL 
ee Brasília e S:io Paulo 
• FILIADO A: 
Propriedade d3_Rede ,Jggyiytense de Jornais - LTDA 
gcggy - yg22yggot_ 'og . . 	ADJORI E ABRAJOP! 
- 
j 
va, também do Leo, e 
os "leões" Leandro - 
Carlos Lopes e Anto­ 
nio Francisco da Sil 
va, firmaram compro­ 
misso com a candida­ 
tura de Dilso Spera­ 
fico. 
noite, Dilso 
Sperafico reuniu-se 
com o coordenador da 
c?.mpanha em Eldora - 
do, radialista Flávio 
Godoy, e lideranças 
populares do municí­ 
pio. Mais de 100 pes 
soas prestigiaram a 
reunião no auditório 
na Rádio Clube Inde­ 
pendência, destacan­ 
do-se, o presidente 
do Sindicato Rural - 
Antonio da Costa, o 
vereador Luiz Carlos 
Lázari, o presidente 
da Câmara Municipal 
de Iguatemi, Luiz 
Edvaldo, vereador 
Nadir Portela,radia­ 
lista Ivaldo Maciel, 
o presidente da Ass~ 
ciacão dos Produto - 
res de Leite, João - 
Carlos, a presidente 
da Associação das do 
nas-de-casa, Maria - 
Fernandes e o repre­ 
sentante da Asmel de 
Eldorado, José Mar­ 
tins.Dilso Sperafico fa 
lou aos presentes sobre 
o abandono de certas re 
giões do Estado."Ncs - 
últimos anos , o sul do - 
Estado foi esquecido pe­ 
lo governo do MS. Pre­ 
cisam::>s retonar· o de­ 
senvolvimeno priorizan 
do os setores conside­ 
rados essenciais" . 
, 
,, . 
, Prefeito Muni 
I. Do 'Is; C rdsnte do 
ronel F±on Souza odri 
berto Rondon; Intendente Municipal de 
P,rui { kuben ,rcete: fce-?r te!toe 4e 
< G.d s o t«is t-r+as 
Por, Ocar Goldci; Pudre !Iliam (Gon»alve , Pir 
co local; Vereadores, Prestdente do Sindidato #a -. 
ra! de Bela Vista e te!ros da D!reteria da Fnt A 
de que é a organizadora da EXPOMEL.. 
PREFEIT0 DISCURSA MA AME RIRA DA FXPOE1. 
/ 
Pref. Abraão Zacarias 
o Prefeito Mutlpa! A 
braão Zacarias, que M' 
rias anos vêm colabra 
para a realização desta - 
qu é a maior melhor - 
f sta da nossa fronteira, 
participou da solenidade 
• de abertura oficial da EX 
POBEL, em su discurso e­ 
le lembrou a necessidade 
do aumento da produçio a. 
grícola para suprir a de­ 
manda populacional do PI­ 
{s e destacou a participa 
ção e colaboração que os 
produtores rurais vêm - 
tendo nesse processo. A­ 
baixo, na Integra, o dis­ 
curso proferido pelo Pre­ 
f eito Abraão Armoa Zaca - 
rias, na solenidade d~ a· 
bertura da EXPOBEL: 
"Senhores produtores, 
Abrimos a vigésima terceira EXPOBEL com as vis­ 
tas voltadas para o futuro. Novamente a Nação se 
mobiliza para combater o pior inimigo de que pro­ 
duz: A INFLAÇÃO. 
A ciranda financeira que vinha desvalorizando - 
nossa moeda na média de 50 por cento ao mês esu,aga 
a produção, inviabiliza o setor público jogando o 
País no fosso no fundo da miséria e da fome. É ua 
vergonha que uma Nação de dilllensões continentais - 
como a nossa, assistia a organização da sociedade 
sem uma cruzada contra a fome, martírio que ronda 
diariamente a vida de pelo menos 20 milhões de al­ 
mas. 
Brigar contra a Inflação é participar do bo - 
cimbate. A derrota desta enfermidade crônica inte­ 
ressa aos setores produtivos que apostam no traba­ 
lho corno caminho para fartura e prosperidade. Ho - 
mens como os senhores, gente que acorda cedo e que 
dorme tarde; gente que paga seus impostos.; que 
constrói o futuro na labuta diária. 
O Plano Real certamente não é perfeito. Com ce! 
teza, nesta fase inicial de estabilização na moeda 
alguns segmentos da economia sofreram mais do que 
outros. E o caso dos exportadores que colidira<> - 
frontalmente com a equiparação da moeda ao dólar. 
Os juros ainda estão altos demais, forçando a 
elevação de alguns produtos e serviços. 
Mas são os efeitos colaterais de um renéd1o - 
que, esperamos, .trará de volta a esperança e a ex­ 
pectativa de crescimento do País. Ao frear a pro­ 
dução e privilegiar a especulação, o processo in - 
flacionário toma do trabalhador brasileiro o seu 
bem mais precioso: o emprego. 
E um homem sem emprego é um desesperado. Sem 
futuro e sem presente. O poder público e as Entid~ 
des privadas que atendem a população carente, aqu 
las pessoas que se encontram na chamada faix~ di 
risco social, não tem orçamento para dar vazao 
todas as solicitações. Todas elas justas, todas 
cessárias. 
Senhores Produtores, lideranças Rurais do Esta 
do e do Municípiq!! 
A inauguração de eventos como este ensejam co - 
mentários assim. Não são palavras de um descrente, 
muito menos de um pessimista. Aqui não fala u po 
lftico. Aqui fala um produtor rural, un cidadao - 
que, pelo cargo passageiro que ocupa, é visitado " 
diariamente pelos muitos que são vítimas desse 
cruel e desumano processo de valorização da especE 
lação em detrimento do trabalho. 	a 
É hora de união para ajudar este plan~ rea:; a 
estabilizar a inflação. Uma economia escavel e 
base para o investimento produtivo. É preciso au 
mentar a nossa produção de alimentos. é preciso 
que o trabalhador tenha acesso a um poder de o " 
rarca 
pra maior para usufruir desta riqueza que ar • de 
mos do solo em forma de proteína verelha o ,_o­ 
grãos. Basta citar apenas um numero para dimen _. 
nar -o· tamanho da responsabilidade de quem produ~ • 
apenas para atender sua demanda· populacional 
O BrE. 
sil precisaria cre.scer de 4 a 5 por cento ao ano- 
ilh
- · nai.u:e:i- 
1 sto para gerar empregos aos m oes que a ba _ 
te se habilitam a participar do mercado de tr? 
lho. Aproveito a oportunidade que a abertu.ra qn ;.. 
POBEL pemite para hoenagear o homem do capo» F 
ra cuoprimentar o produtor rural. É de pessoas ~s 
sim que o Estado e o País precisam. Cercado por 
gente que acredita no :nilagre do trabalho. reforço 
o apelo para que nos unamos nessa grande luta ar° 
vencer a inflação. Valorizando o trabalho. sere:o• 
fortes e nossos caminhos marcados peli prosperi!a 
de e pela fartura.

1 
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RIYA S I D O 5 !R 
CarnAe Uterata, Rb Prto 2ve,, Er. 
l'rt,' . e: B Hcruzomte 2 , 
1 1 v n 1 rro9e:n ._ rJ ·, 1 l (,r-1 
9vsepea na progéne de m da 
(l() 5. i, · 
1 
CAMPISTA DA TERRA BOA 
Res. Gele. Campeã na Expc,nel - Belo H:mz:in:e 
Campea Vaca Adulta na Expc,r.e! • Rondcnópol.s 
Res. Camp. Vaca Adulta na Na(!0lii11- Ub~r;•L.1 
GAZELA CS 
Reservada Camp. Bezerra - Trés Lagoas·91 
Campeã NoVJfha Menor - Dourados'91 
Rc:scrvada Campeã Nov,rha Menor - Bau~u'9 l 
Rcs-,rvad<l Campeã Vaca Jovem - Três Lagoas"93 
campeã Vaca Jovem - Londnr>ê1°93 
Grande Campeã -Andrad,na 93 
Na foto ao 
lado o Stande 
da Sete Estrc 
las Embriões 
instalado no 
Parque de 
Exposições 
Rio Apa, a 
inteira 
disposição 
dos 
Pecuaristas 
e Produtores 
Ru.rais em 
geral 
l , ,.. 
--...,.. 
GAi.A DC 
M;rrnz prerniadissirna. obteve como s-ua me:!1cr 
premiação o de Res. Camo. Nov. Menor em 
• u::izrat:>a"90 
---- ------- - - 
!'ESLAS 
-"ir-2.-

Unidade 
TODOS V.EMA CAIR 
A GOTA MA OCEANO, 
OI f POUCO CO- 
PENDEM QUE A COTA 
E. O OCEANO KO UM. 
f, PRECISO, ESTA 
f.POCA DE CRISE, 
ONDE' OS DIFÍCEIS DE­ 
AFIO O MAIS DO 
QUE DESll'IOS, s/o 
VERlllDE lllOS lD ISMOS 
QUE PRECISAM ER UI­ 
TRAPASSADOS, QUE HAJA 
UNIDADE, NÃO SÓ A N1- 
VEL POL1TICO, SOCIAL 
E ECÔNOMICO, MAS, f: 
PRINCIPALMENTE ,NO SEU ASPECTO JUSTIÇA SOCIAL. 
NÃO SE CONSTRÔI UM MUNICIPIO, PROSPERO EXISTINDO BOLSÕES 
DE POBREZA, NÃO SE FORJA UMA CULTURA SEM BIBLIOTECAS E LIVRA­ 
RIAS, NÃO SE ADOÇA O CHÃ COM SAL E NEM SE •rOMA O CAF.f: SEM PÓ. 
E PRECISO UNIDADE. 
NESTE DIA, QUE TODOS OS BELAVISTENSES SE UNAM EM PENSAMENTO 
E FORMEM A FORÇA MENTAL QUE PROPORCIONARÁ MEIOS PARA SEUL­ 
TRAPASSAR OS DESAFIOS. 
PARABÉNS BELA VISTA. 
Trabalho 
Vereador Marcos 
Elias Rios da Cruz 
U11A CIDADE SE FAZ COM LUTAS, COM TRABALHO INCANSÃVEL, GAF­ 
RA E DETERMINAÇÃO. SAO MARCOS DE SUA HISTÓRIA QUE ENCHEM DE 
ORGULHO OS MUITOS QUE A AMAM. ASSIM .f: BELA VISTA: GALERIA 
DE HOMENS BRAVOS, DESTEMIDOS, QUE DESDE OS PRIMÓRDIOS DA 
HISTÓRIA DESAFIARAM OBSTÃCULOS E COM SEU SUOR ERGUERAM AQUI 
A MAJESTOSA PRINCESA DO APA. 
VAMOS CONTINUAR TRABALHANDO PARA QUE BELA VISTA CRESÇA A 
CADA DIA. 
Veterinária Criação 
e 
E Preciso Refletir Amor e fé 
OLHANDO O PASSADO ANALISANDO O 	QUANDO NÃO SABEMOS MAIS EM QUEM ACREDITAR NO MUNDO, DEVE- 
FUTURO, DO QUE FOI E DO QUE AINDA 
TEMOS A FAZER, SENTIMO-NOS ESTIMULAR 
A CONTINUAR TRABALHANDO. UM DOS EXEM­ 
PLOS VIVOS QUE TRADUZEM O ESPIR1TO DE 
LUTA E O ARROJO DO SUL-MATOGROSSENSE 
~ A EXPOBEL. NÃO .f: FÃCIL CONSTRUIR, 
DESTRUIR SIM, BASTA UMA OU DUAS PALA­ 
VRAS, PARA CONSTRUIR S PRECISO TODO O SACRIFICIO DO PENSAMENTO 
POSITIVO. AQUI E AGORA, BELA VISTA f: O EXEMPLO. 
MUITO FOI FEITO POR GOVERNOS ANTERIORES, MUITO AINDA TEM 
QUE SER FEITO, O BELAVISTENSE ESPERA, QUE NÃO SEFRUSTRDi ANSEIO 
E CONTINUA ACREDITANDO, AFINAL .f: IMPORTANTE ACREDITAR. 
NESTA OPORTUNIDADE, QUANDO BELA VISTA COMEMORA O SEU ANI­ 
VERSÁRIO ENVIO AQUELE ABRAÇO AMIGO, AQUELA SAUDAÇÃO FRATERNA, 
AOS BELAVISTENSES QUE PARTICIPAM DA LUTA MAIOR. CONSTRUIR UM 
MUNICIPIO PROSPERO E ATUANTE. 
MOS ACREDITAR EM NÓS MESMOS .... 
O 0NICO ELIMINADOR DA MISÉRIA CHAMA-SE O DIVINO TRABALHO.Ó- 
NICO SALVADOR DAS PIORES CRISES, ELE CHEGA AJUDANDO, LEVANTAN- 
DO TODOS OS CA!DOS. 
SEJA O TRABALHO QUE FOR, BEM CUMPRIDO, COM TODA A DIGNIDA- 
DE, TERÁ SUA RECOMPENSA E SEU ~!E:RITO. 
SE, DIANTE DE QUALQUER SITUAÇÃO DIF!CIL, PERSISTIMOS COM 
ENTUSIASMC E PACIENCIA, VEREMOS IMEDIATAMENTE QUE AS TEMPESTA 
DES FORTES VERGAM A VONTADE MAS NÃO A QUEBRAM. 
PARABÉNS BELA VISTA 
PARABÉNS EXPOSITORES. 
PARABÉNS BELA VISTA 
PELO SEU T6 ANIVERSÁRIO 
EDSOH MEDEIROS DE MORAES 
Ezequiel Barbosa 
Gerente da Agência 
do Bradesco

UM DIA DE f ESTA 
OJ: 1 MI-. 
VER.GAIO DE'TA 
CIAL. 
UM D f/ DE FJ.S 
TA QUE GERVP., 
THfM , PANA 
LEMBRAR 'TODOS 0g 
D 1/S DE LUTAS, 
ESFORÇOS E MUI'I'O 
TR/Bllf,110 DE 'l'ODOS 
OS QUE AS CONS­ 
TRUI RAM. 
TEMPOS DE SE·· 
MEADURA E COLHEITA. 
TEMPOS DE ENGORDA E /BATE. 
TEMPOS BONS, TEMPOS DIF!CEIS. 
TEMPOS 1DOS E VIVIDOS PELO BANCO DO BRASIL NESTA CIDADE. 
ATUANDO E PARTICIPANDO INTIMAMENTE DO PROGRESSO E DA VIDA 
SOCIAL DE NOSSA COMUNIDADE. 
ESTE PASSADO~ O MAIOR AVAL PARA INVESTIRMOS CADA VEZ MAIS 
EM NOSSA TERRA E NOSSA GENTE. 
• E PARA OLHARMOS CONFIANTES OS ANOS QUE VIRÃO. 
HOJE TODO MUNDO VAI VER A BANDA PASSAR, PORQUE NINGUtM r; 
DE FERRO. 
AMANHÃ COMEÇA O NOSSO FUTURO- 
Construí r 
RUIR O HOMEM E O MUNDO 
~ A TAREFA DE TODOS 
NOS. UMA EMPRESA, ~ Cg 
MO A ARVORE, QUE GERI 
'A DA SE.'1EtiTE A'I't: ATI!l- 
GIR ADULTA E DAR A SOM-' 
BRA AMIGA A 
AQUELES QUE 
ASSIM E A PORTEIRA_LEILOES RURAIS , UMA EMPRESA BELAVISTE 
SE QUE SURGIU DE UMA PEQUENA SEMENTE PARA SE TORNAR HOJE UMA 
ARVORE FRONDOSA. NÃO ADOTAMOS A FILOSOFIA OTIMISTA SIMPLES­ 
MENTE POR ACREDITAR, {; MUITO MAIS DO QUE CRENÇA, t A CERTEZA 
DE QUE BELA VISTA{; UMA COLMEIA DO TRABALHO ONDE TODOS AQUELES 
QUE ADOTAM O TRABALHO COMO GUIA, COLHEM OS FRUTOS DE SUA LUTA, 
PARABtNS BELA VISTA. 
Brasil 
ESTAMOS ND LUTI 
Obrigado Bela Vista 
JÁ PARTICIPEI HÁ VA­ 
RIOS ANOS DA EXPOBEL E, 
NAQUELA OPORTUNIDADE, NU 
MA INTUIÇÃO QUE MUITO 
AGRADEÇO, VISLUMBREI A 
TRAJETÓRIA DE SUCESSO 
QUE HOJE SE CONFIRMA. 
HOJE BELA VISTA CO­ 
MEMORA O SEU ANIVERSÁ­ 
RIO, E UMA DATA MUITO 
ESPECIAL, GERALMENTE DE 
REFLEXÃO, MAS TAMBl::M DE 
FESTAS, E E NESTE CLIMA 
FESTIVO QUE AGRADEÇO O 
APOIO QUE TENHO RECEBIDO NÃO Só DO POVO DE BELA VISTA, MAS 
DE TODO O SUDOESTE E FRONTEIRA. 
DIZER QUE CONTINUO A DISPOSIÇÃO DE TODOS NAO E NECESSÁRIO, 
TODOS CONHECEM A MINERAÇÃO BODOQUENA - 
PARABl::NS POVO DE BELA VISTA 
PARABENS EXPOSITORES. 
ANTONIO ARANHA 
Mineração Bodoquena 
PARECE QUE FOI 
ONTEM. JÁ SE PAS- 	i; 
SARAM VÁRIOS ANOS.O 
INICIO NAO FOI FA- 	.L> 
CIL, COMO TODOS OS 
INICIOS, O PRIMEIRO 
PASSO FOI DADO. AS­ 
SIM COMEÇOU A LONGA 
MARCHA, UM PE APÓS 
O OUTRC E INICil..'lOS ' 
A CAMINHADA. 
DESAFIOS F0RAM 	1 
VENCIDOS, GRANDES E 	•1 _. 
PEQUENOS. ENCONTRA- 
MOS NA ESTRADA DA 
REALIZAÇÃO COMPANHE, 
ROS DE JORNADA, HO- 
MENS COM OS MESMOS 
PROPÓSITOS, ELES NOS 
SERVIRAM DE EXEMPLO, DE ESTIMULO... AFINAL OS SEMELHANTES 
SEMPRE SE ENCONTRAM. 
ENCONTRAMOS TAMBtM OS QUE NO ACREDITAVAM(E NO ACREDITAM, 
HOMENS QUE SE ENCONTRAM PARADOS NA ESTRADA DA VIDA. POR MAIS 
PARADOXAL QUE PAREÇA, ESSES HOMENS NOS DERAM ESTIMULO MAIOR ... 
E PROSSEGUIMOS. 
SUPERMERCADO ARCO IRIS, MAIS DO QUE UM NOME, UMA FORÇA VI­ 
VA QUE OPERA DESDE OS RECÔNDITOS DA MENTE, ATI:: O MUNDO MATE­ 
RIAL DAS CONQUISTAS DO HOMEM QUE CRÊ, E POR CRER, ATUA NO MEIO 
EM QUE VIVE. 
Supermercado Arco Ir is 
Mensagem 
NÃO ME LEMBRO ,-... - --- 
QUEM DISSE ISTO, 
MAS FOI UMA FRASE 
QUE MARCOU O MEU 
ESPRITO: AINDA 
SURGIRA UMA POLITI­ 
CA CÓSMICA. O QUE 
TEM A CHAMADA POLITICA 
CÓSMICA COM O ANIVERS 
SARIO DE UMA PEQUE 
NA CIDADE? - 
FÁCIL.QUANDO SE 
FALA POLITICA COSMI 
CA, LEMBRAMOS O ES­ 
PAÇO INFINITO TALVEZ 
OUTROS MUNDOS.OUTRAS 
GENTES. 
TENTAREI SINTETI­ 
ZAR MINHA IDEIA-O. _ 
HOMEM PRECISA SE 
ENTENDER ANTES DE BUSCAR OUTROS MUNDOS, OUTRAS TERRAS. PRE- 
CISO QUE A POLITICA DO HOMEM, NA TERRA, SEJA. EMBRIAO DE UMA 
POLÍTICA MAIOR. ISTO DEVE E PRECISA INICIAR-SE DE CIMA PARA 
BAIXO, DAS PEQUENAS PARA AS GRANDES COMUNIDADES. A MINHA MEN­ 
SAGEM NESTE DIA A DE QUE OS POL!TICOS BELAVISTENSES SE EN­ 
TENDAM, SAIBAM CAPTAR AS BOAS NOVAS E INICIEM A CAMINHADA. 
Josélio dos Santos 
Vereador- Caracol--MS

1 IRTE DE COMERCI LIZ R CD 
EFICIÊNCII E HUMIINISMO 
A atividade comer 
e i ;IJ ,, ur:1,1 il r ,. qu,:­ 
exige não somcn e a 
vontade doterminada 
de qanhar dinherio - 
nos negócios, mas pn 
ra que a ação e cor 
plot:e, é pn:ci:;o que 
haja de parte dos do 
noa dn oatnbolocim,~ 
to, seus qerentes e 
funclonãrioo a inton 
cão do ajudar e con--' 
tribuir pnrn a como­ 
didndo, o bem estar 
e nos dias atuais 
main do que untou, - 
pnrn n •conomin doo 
cus clientes. 
Já se vão distan­ 
tco oa tompoa cm que 
Dela Vista cultivava 
os velhos costumes - 
dos Armazéns e Ven - 
das que mantinham as 
suas mercadorias às 
escondidas cm vastas 
prateleiras e dcpósi 
tos à espera da manT 
fcstação da vontade­ 
do freguês, fazendo 
do balconista um a 
tendedor de pedidos. 
Por este aspécto, 
dentre tantos outros 
o SUPERMERCADO ARCO 
1RIS se fez pioneiro 
na implantação de no 
vos métodos de tra-­ 
balho, modernizando 
normas e agilizando 
meios que pudcssem,a 
exemplo de cidades - 
de maior porte, ofe­ 
recer vantagens eco 
medidades aos seus:: 
clientes. 
A direção da em­ 
presa, sabendo que - 
nos dias atuais sO - 
mente atingem objeti 
vos aqueles que dinã 
mizam a atividade a­ 
través de promoções 
sérias e confiáveis, 
implantaram normas - 
de trabalho que vie­ 
ram de encontro à mo 
dernidade, por onde­ 
se conclui no aumen­ 
to gradativo da sua 
seleta clientela, ca 
da dia mais ativa o 
participante. 
Agora, com a im­ 
plantação da Nova 
Moeda brasileira em 
cujo sucesso a admi­ 
nistração da empresa 
coloca muita fé, am­ 
pliam-se ainda mais 
as dinâmicas premo - 
ções por onde o SU­ 
PERMERCADO ARCO !RIS 
costuma premiar os - 
seus clientes com 
sorteios de valiosos 
brindes, sempre com 
base nos valores de 
suas compras. 
A preocupação da 
administração está - 
sempre voltada para 
a qualidade e o pre­ 
ço dos produtos que 
comercializa e por 
essa razão, que é 
doutrina de traba­ 
lho, se destaca pe - 
rante a concorrência 
sempre com preços cõ 
modos e convidativos:- 
Nas variadas se - 
ções, organizadas de 
forma a mostrar a 
marca e a qualidade 
dos produtos, desta­ 
cam-se a banca de 
frutas e verduras, o 
Açougue, o expositor 
de frios e embutidos 
e todos os gêneros - 
que compõe a Cesta - 
básica, está, sempre 
com o melhores pro­ 
;o do cidade·! 
A hunco conrl,1ntu 
de aperfeiçoamento - 
e do aprimoramento - 
em 'odo, o seus s'0 
res, demonstram a 
confiança da adminis 
tracção e seu funcio 
nários non destino 
desa terra,que a cada 
clin nr finnn .iinda •• 
l 
O cliente participa de sorteios que 
Ere oferemnprêmios valiosos. Na foto 
promoção conjunta com a Todcschini e os 
1os exostos. 
"" .... 
r 
mias, como o lugar - 
seguro par a pra­ 
nôncia dos seus fi 
Iho. 
Direção e funionã 
rios do ARCO 1RIS, • 
compõe uma família u 
ida, que irmanados 
pela dou rina crisa 
e norl0ncla pelo::; 
princípioo de ordem 
e de trabnlho,buscom 
cad vez ma ia o npcr­ 
f<'içoarncmlo. 
sem 
a - 
prê 
' 
Localizado cm ponto central dn cidade, o SUPERMERCADO AHCO 
ÍRIS se transforma cm ponto obrigatório da família bclavis ensc. 
~ 
z- .2» 
• t 
A vantagem dos descontos e das promoções especiais sao 
3emprc bem recebidas elos clientes quando passam pelo caix:a. 
,._ - 
Reporaqcm publicitária -- Jotag& Promoçó 
. 
· / - - - .., - - ------ - --------- 
Nas gôndolas bastante sortidas e sempre renovadas, o clien- 
te ARCO !RIS encontra opções de produtos das mais variadas e re 
nevadas marcas e procedências. 
As compras do fabricante e do produtor, proporcionam a opor­ 
tunidade de oferecer bons preços e alta qualidade. 
- í' 
_) 
O Balcão de frutas e verduras é trata­ 
do com esmero e_muito carinho pelos fun 
c1onar1os, oferecendo ao cliente produtos 
frescos e bem conservados. 
a­ 
l 
I' 
'i 
1 
l 
a 
.., 
Nas plaquet, 	-- -± 
. as e preços, a transparen 
eia dos preços baixos. 
RECORTE E GANHE: 
Supermercado Arco 1ris 
ESTE CUPOM, VALE UM DESCONTO DE 5% 
EM QUALQUER COMPRA AT~ O DIA 05.0B.94. 
APÔS USAR E SER CARIMBADO PELO CAI­ 
XA,_ COLOQUE SEU NOME E ENDEREÇO ABAIXO 
E CONCORRA NO SORTEIO A UMA COMPRA DE' 
LIVRE ESCOLHA NO VALOP. DE 
RS 65,00 
A URNA SERA ABERTA 
NO DIA 06 DE 
AGOSTO DE 94 As 1B:oo 
HORAS. 
------------------ 
----------------- 
PIRABENS BELI VISTA 
NOME: _ 
END: 	_ 
TEL·------------~ 
j

MMiens agem 
/1 V/IJ/ 1'fl0 
t PONTO DE 
EPOUO NEM 
ESTAGIO PARA 
V5.RANE1O. 
O COMODISTAS 
TENDEM A QUERER 
PAPAR AS LEIS 
ATURAIS DA 
EXISTENCIA. 
' 
' 
TUDO E 
CV0LUÇlo, TOO AS 
AS MJNlFI:;S'l'lÇÔES SÃO VARIADAS. 
PORTANTO QUEM QUISER PARAR, PODE PARAR, MAS 
A VIDA CONTINUA E OS QUE PARAREM SERVIRÃO DE DEGRAUS 
PARA OS OUTROS QUE CONTINUAREM COM A VIDA. 
SERVIR BELA VISTA NA POL1TICA, 
NA JUSTIÇA, COM TODOS OS SEGMENTOS DA COMUNIDADE. 
E CONTINUO A SERVIR. 
ENTENDO A VIDA COMO PARTICIPAÇÃO VIVENDO-A COM 
INTENSIDADE. LEMBRO, A PROPÓSITO, AS PALAVRAS DE 
ADOLFO BLOCH "FAZER ALGO PELA VIDA EM VIDA" .• 
ASSIM E:, ASSIM FOI E· ASSIM SERÁ. 
S A RODA DA VIDA. 
BELA VISTA NÃO PODE PARAR. A PRÓPRIA LEI DA EVOLUÇÃO. 
INCITA-NOS A LUTA PERMANENTE. 
NO SEU DIA, PRINCESA DO APA, QUE E: O DIA DE TODOS NÓS, 
AS MINHAS SINCERAS HOMENAGENS. 
Sydney Nunes Leite Vice-Prefeito 
UNIIO, ESFORÇOS 
E VONTADE 
TEMOS VISTO PROFUNDAS 
TRANSFORMAÇOES EM VOSSA REGI1O, 
SOBRETUDO EM 
CARACOL, 
BELA VISTA E 
PORTO MURTINHO. 
DENTRO EM BREVE AS NOSSAS 
CIDADES ESTARÃO LIGADAS 
POR· ASFALTO A CAPITAL, 
NOSSAS RUAS ESTÃO SENDO 
ASFALTADAS, 
RESPIRA-SE UM CLIMA DE PROGRESSO. 
E: NESTE CLIMA QUE, UNIDOS, 
IRMANADOS, 
ENVIAMOS AS MAIS FRATERNAS CONGRATULAÇÕES 
A BELA VISTA, SEU POVO; AOS ORGANIZADORES DA 
EXPOBEL E LAÇADORES DE TODO O ESTADO. 
PARABENS À TODOS QUE FAZEM O PROGRESSO 
WILSON FERREIRA LEITE (LOLÓ) 
VICE-PREFEITO DE CARACOL E PATRÃO DO CLUBE DO LAÇO 
Aral Rodrigues 
PRESIDENTE DO SINDICATO RURAL DE CARACOL 
O IDEI 
1 ) 
·S UM FAROL ILUMINANDO CAMINHOS, 
A ESTRELA GRANDE NO ESPAÇO INFINITO, E: A MARCHA 
DO ESP1RITO EM DIREÇÃO AO SOL MAIOR. 
NÃO POSSO ENTENDER O SER HUMANO SEM UM IDEAL, 
NÃO IMPORTA O TAMANHO DESTE IDEAL, 
PODE SER PEQUENO COMO O GRÃO DE AREIA 
E GRANDE COMO A MAIS ALTA MONTANHA, O QUE VALE 
NO E O TAMANHO, 
S A INTENSIDADE DESSE IDEAL. 
NÃO IMPORTA O GRANDE OU A PEQUENA CIDADE, 
NÃO IMPORTA ESTE OU AQUELE LUGAREJO, 
IMPORTA SIM, 
S QUE ELE PERTENCE AO GRANDE TODO, 
QUE E: A NAÇÃO E ESTA AO PLANETA. 
t.UM UM PENSAMENTO COMPLEXO, 
MAS RESUME-SE EM DESCOBRIR QUE TODOS OS ELOS 
SÃO IMPORTANTES. 
BELA VISTA, REPRESENTA MUITO EM TERMOS DE 
TRAD 1AO, 
DE FORÇA E 
DE PENSAMENTO. 
BELA VISTA NO É MAIOR, NEM MENOR, 
SUMA CIDADE QUE ENCONTRA FORÇAS PARA PROSSEGUIR, 
E CANALIZA ESTAS FORÇAS EM FUNÇÃO DE SEUS FILHOS. 
PARABÉNS PRINCESA DO APA 
d 	PARABENS EXPOSITORES 
JOSE ATANASIO LEMOS NETO. 
PRESIDENTE DA FEUdRAÇÃO DE CLUBES DE LAÇO 
Ao Povo de Bela Vista 
ESTAMOS TRANSFORMANDO O 
SUDOESTE E FRONTEIRA. 
PROMETI... E CUMPRI. 
O ASFALTO PARA JARDIM E: 
UMA REALIDADE, 
FALTAM POUCOS KILMETROS. 
E LANÇAMOS O ASFALTO 
PARA CARACOL, E 
PARA ANTONIO JOÃO. 
E AS OBRAS DE 
PAVIMENTAÇÃO DE 
PORTO MURTINHO A JARDIM 
ESTÃO ADIANTADAS. 
SONHO? 
NÃO, REALIDADE DE UM 
GOVERNO QUE PENSA GRANDE, 
QUE IMPLANTA JUNTO COM AS 
OBRAS DE UMA NOVA FILOSOFIA, A DE 
OUSAR, ACREDITAR E AVANÇAR. 
O PASSADO SE REPETE, A1 ESTÃ A 
UNIVERSIDADE ESTADUAL EM JARDIM, A EXPANSÃO 
DA REDE EL8TRICA, O ASFALTO EM CARACOL, 
PORTO MORTINHO, GOVERNAR 8 RENOVAR ESPERANÇKS, 
E: SEMEAR, ASSIM E O MEU GOVERNO. 
Pedro Pedrossian 
Governador 
** '-GOVERSO MS

FLIGRINTES DOS 15 
r, 
João Vieira, Jari, leda e Aral 
Sra. Joana, Juvino Godo, Karina e seu. pai Anto 
nlo da Silva e Sra 
ó 
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Irlo~" rl','it.,,ce Sra, Sra Alice, a lf! Dama 
Caracol Sra. Joaninha, Major e Sra. 
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• 
F.guipc da Cantina 
 
1 
Cirilo Ram1rl'R, ,. Sra, Irlo_.i!:'_ !')dtill: 
---~-· 
Dilmar e Srn. 
I 
r7"e 
Amigos de Ponta Porõ que vieram cu~primentar Ka­ 
rina 
Karina 1adcada por mixos e seu pai (à esquer_ 
da), Antonio da Silva r.eit-, e Sra . 
. rf 
' t..,. 
1 ',, ~ ,...:,.;"-. 
• ! 
F.leg;::.ntes Senhoras '!!!." _!.lhrilhant.,r= º" .!2.. 
de Karlna 
' 
anos 
_J 
Eduardo banhes, Meco Fodr igues. Auygust inho - 
Iey. Pres. da Ciim. José Carla,: !larcc!o,; e aig 
' 	J • 
. .. A~rllhantaram a festa de Karina 
- -- ------ 
-------- 
 
 
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I 
llorac í o Godov e 
7- 
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% 
Karina c amiga 
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Sra. 
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1 1 
I 
,..__.,, 
a l ii 
que n.lo ía l tou nos 15 aros de Kari 
na

ED.IÇAO ESPECIAL 	VISTA 
fiEf.A VJG'l'/ - MA'l'O GHOSSO DO SU[, QUARTA-FEIRA 20 Dr: JULA!O DE 1. 994 
oto	ras 
Bela 
' 1 
Vista Vive Novos Tempos 
Deedc que an~umlu o comando do Exc­ 
ativo Mwfclpal, pela segunda vez, em 
'de Jane Iro de 1.993, o Prefeito A - 
brniio /lrn10t1 Zacarias, contnndo com 11 
estrelta colaboração de todo o seu Se­ 
cretnrlodo, vim Jmprimindo uma nova ar 
den administrativa no Municípfo, volta 
do para n modernidade e a uficl~ncla - 
noG serviços oferecidos pelos Órgãos e 
autarquias da Prefeitura Municipal 
fatores que slntetiwm os "NOVOS TEM - 
!'OS" a que o Prefeito se propôs a 
conqulstnr para Bela Vista, nos seus 
mnlN dfversnR setoreA de ntlvfdn<le. 
..a .« ee 
Prefeito Abraão Zacarias desenvolve uma Admlnistracào moderna e eficiente 
usando de muita criatividade e respe! 
to com o dinheiro público. Sob esse - 
prisma, virias ações administrativas 
fornm colocndne em pritlca pelo Pre­ 
feito, como a elaboração do novo cód 1 
go Tributário Municipal, recadastra 
menta imobiliário do Hunlcípio, elabo 
ração do Cadastro de atfvidades econô 
mlcas e também a lnfonnat ização d; 
Prefeitura Huniclpal, iniciativas que 
exigiram consideráveis investirne~tos 
de recursos próprios do Munlc!pio 
mas que em multo irão colaborar para 
uma Administração mais moderna, mais 
eficiente e mais justa para os Mun!cl 
pese para a melhoria do atendimento­ 
no público em geral no que diz respei 
to aos serviços prestados pelos órga­ 
os e autarquiar da Prefeitura Hunlcl­ 
pal. 
e Bela Vista 
O começo não foi dos mais fáceis, 
culto pelo contrário, é do conhecimen­ 
to de toda a população belavistense 
que a atual Administração encontrou u­ 
na Prefeitura em precárias condlç~es 
fnanceirns, com o salário dos servido- 
res atrasados vários meses, débitos 
coe fornecedores e 
1
pres tadores de ser­ 
viço$, equipamentos da Secretaria de 
Obras sucateados, convênios sem nenhu­ 
ta prestação de contas, etc .. : Como se 
- Parcelamento de dí- l 
Vida com o INAMPS, refe 
tente a Convênio para com 
Pra de equipamentos para 
0 Hospital são Vicente de 
Paula, cujos recursos fo­ 
ram aplicados no mercado 
financeiro pela Adminis - 
tracào ant1erior, sem pres 
tacão de contas dos divi:: 
dendos dessa aplicação 
que na época foi de 
31.439.127 ,00 (trinta e 
hlll:l 1nilhÕes, quatrocentos 
e trinta e nóve mil, cen­ 
to e vinte e sete cruzei­ 
tos), de acordo com con - 
fissão de dídiva assina'da 
elo ex-Prefeito em 18/[2/ 
,92. Essa dívida foi divi­ 
dtda e 24 parcelas de 
8.140,6154 UFIRs, o que 
corresponde hoje a R$ 
4
-573,39 (quatro ~il, qui 
nhentos e setenta e três 
. ',.reais e trinta a nove cen 
avos), que estão sendo 
Pagos pelo Prefeito Abraão 
Zacarias; 
- Parcelamento de débi 
to com o PASE1', relativo­ 
ao Período de 01/83 à 03/ 
9
3, sendo 48 parcelas men 
•ais no valor de 1 920 
UFIRs, o que equivale ho­ 
Je a R$ 1.078,67 por mês; 
- Parcelamento de déb! 
to com o FGTS dos Servido 
Fes Municipais, uma vez 
que os recolhimentos não 
ta efetuados desde 
'.967. 
nao bastasse, o Prefeito Abraão Zaca - 
rias teve também de desenvolver diver­ 
sas e cansativas negociações para con­ 
seguir o parcelamento de Convênios que 
não tiveram prestação de contas, e de 
várias dívidas da Prefeitura que vi - 
nham sendo proteladas há anos e que 
estavam impedindo o Executivo até 
mesmo de receber verbas do Governo Fe­ 
deral, confonne demonstramos abai­ 
xO: 
que se conhecem os rande adtnlstra 
dores, em s, defxar bater pela "he-­ 
rança ingrata" que comproueteu ser!u­ 
mente o primeiro ano de «eu mandato 
ao mesmo tempo em que promovia a mo - 
dern!zação da Administração Pübl!ca , 
o Prefeito colocava e prática d!v»r­ 
sos serviços, obras e ações, algumas 
mais vultuosas, como a com trução das 
casas do Programa de Desfavelamento e 
reforma do Paço }lunlclpul, outr,11; ner.i 
tanto, nas fundnmentai>; p,;ra o atendi 
mento das necessidades bãsfcas da po­ 
pulação, desde os maia carentes e pe­ 
quenos produtores, até os ngriculto - 
res e pecuaristas do nosso Munfcf 
pio, através da recuperaç~o, r.i3nutcn­ 
çâo e conservaçio de entrnd3s vlci 
nais. Um pouco do que vêa ,;.cndo a Ad­ 
ministração "NOVOS TEMPOS'', nesses 
pouco mais de um nno e meio, é o que 
4 iiiniatará à fiteira 
Consciente da necessidade de aglli sitivos, a exemplo da confecção de to 
zar os serviços oferecidos pela Pre - dos os Carnês do IPTU deste ano, que 
feitura Municipal, dando maior comodi forem confeccionados exclusivamente 
dade aos Contribuintes e à população- pelos próprios funcionários da Sccre­ 
em geral, o Prefeito Abraão Zacarias, taria Municipal de Fazenda, na pró 
tão logo tomou posse, vislumbrou a ne pria Prefeitura, diminuindo considera 
cessidade de modernizar os serviços; velmente os gastos para os cofre& pÚ­ 
para isso determinou a informatização blicos, que seriam enormes caso o ser 
da Pref~itura. Foram adquiridos ini - viço fosse realizado por Empresas par 
cialmente, através dos serviços de lo ticulares que atuam no rar.o, como era 
cação, cinco terminais de computador: feito nnterionnente. Na segunda etapa 
que formam um sistema de rede inte.li- da Infonnatização da Prefeilura, que 
gente, cabendo à Empresa Sisal Infor- será implantada no decorrer dos próxi 
mática a Assessoria Técnica e Manuten mos meses, todos os decais setor~s da 
çao. 	Administração Municipal estarão inter 
Com esse sistema informatizado ligados no Sistema, trazendo inúr.ieras 
que nessa primeira fase abrange os se vantagens econômicas para o Executivo 
tores de Tributação, Departamento Pes e possibilitando um melhor ordenamen­ 
soal, Finanças e Adminsitração, já es to das despesas. 
tà) sendo evidenciados os efeitos p~ 
.; 
., 
>-.- 
7 
;' 
• f f 
.,. 
A infonnatizac;ão da Prefeitura agiliza os trabalhos da Secretaria Munici- 
.~ pa1 de Fazenda, dirigida pelo Secretário Edvaldo Pereira de Carvalho • 
. ai ." Cadastros das Atividades Economias 
..,[,, ;;",,",],{ reta€tos ave «vera oura i=orae ±;is 4esevetas sa 1sé»:, «seta1se ss resra4s- 
de ser feitos pela Prefei pela Administração Novos· TEMPOS foi a res de serviços, em face da importân- 
compromisso para o FGTS tura Municipal. 	1 b - d C d 	d al 	- 
e a oraçao o a astro e Recadastra - eia e t seguimento na ocupaçao de 
é garantido pela vincul.! Além desses parcelamen mento das Atividades Econômicas do Mu mão-de-obra e como fonte de recursos , 
ção de 3% (três por cen- tos que são pagos mensal- ·f; 	- 
níc pio de Bela Vista, serviço que foi para a Prefeitura Municipal, possibi- 
to) das cotas de repasse mente pela atual Adminis- d d l h 	li • 
. - 	coar ena o pe o Engen eiro Agrimensor .tando uma mtlhor:ia da base para a 
do FPM, até a quitaçao " tração, existe também o E{dL, - 1 	- 
. 	• 	""'" o Ramon Reca de. A organizaçao - cobrança do Imposto sobre serviços 
total do debito, que se- parcelamento feito pela do Cadastro de Informações Econõmi - (ISS) e das Taxas decorrentes do Po - 
rã revertido nas respec- Administração passada com • - 	• 
tivas contas dos funcio- o INSS, que soma um total cas ja esta proporcionando a 1'refeitu der de Polícia, principalcente a de 
ra Municipal um conjun·to de infor:nac~ localização; 
nários públicos Munici - de 240 parcelas de 5.134. b d E - - 
es so re ca a Agente conomico de Be- A partir dessa verdadeira radiogra 
pais· 	39 UFIRs, correspondentes 1 Vis 	• i i d· fi 	- a ta, como o comerc o, n ustria, a que representa o cadastro das ati 
Cabe aqui ressaltar hoje a· R$ 2 .884, 50 reais d di s · 	.d,d, - 	- 
presta/ores te serviços e epresas em vi/ales econômicas do Muni.pio, a Ad 
a importante participa - por mês, sendo que já fo- geral, existente no Munic.ípio, o que ministração Municipal poderá v!sua1 
cão do Chefe de Gabíneté, 	- - = - 
José /lyres Cafure em to- ram pagas um total de 26 permite à Adminístrnção Municipal tra zar melhor a sua capacidade de a;ão 
- parcelas. 	car um perfil da realidade econômica- direta, através da execucâo de proje- 
p f 
•1 ' ' - Ob t' 1 e o conhecimento das potencialidades tos que visem n i::elhori.:i. e incentivo 
r·e .e, lt ,"!) 'rnspoe s acu os que tais agentes oferecem ao desenvol ã economia local, cor.:o ta:::~éo a gera- 
vir.en!:n de Mun1cípio. 	- c;.ão de empregos e rc:id__:i, nlérn eh: pos­ 
e •;?esnr de todas as dificuldades ini reelegeu, não se deixou abater e se Nesse cadastro das atividades eco- sibilitar a colet.a de inforr,açÕe,;; so- 
d h.s, o Prefeito bclavistensc, honra.'! guiu em frente com o seu projeto de e- nGaicas elaborado pela Prefeitura, é ciais e econômicas de interesse para 
0 
o seu compromisso com o povo que o dificar NOVOS TEMPOS para Bela Vista., • destacado o setor terciâri.o da econo- o planejarento e acao governaenal.

Bela lista Vive 
IIYI Códig1 Tributário Municipal 
4 
Cm a I planta,ao do Novo tádlo -- 
rfbutirto Mufpal, coordenado pela 
Secretrla Municipal de Fazenda, o 
Prefetto Abraão acarta, restabeleceu 
ordem no Munle[pio, no que d{z res­ 
peito a cobrança dos Trfbutos Munfci­ 
pal. Elaborado afnd no ano passado 
e aprovado pela Câmara Municipal no 
d'a 20 de Dezembro de 1,99), o Novo " 
Cádlo Tributar lo do 'unte[plo fof 
Implantado na Admtntst ração do Prefel 
to Abrao Zacarias este ano, possibl­ 
HItando ao contribuinte maior Just Iça 
ocfal na cobrança dos diverso trfbu 
tos municipals e corri!Indo as distor 
çe existentes devido a rande defa­ 
saem em relaçao ao ant lo e totalmen 
te ultrapassado Código Tr lbutrírlo e - 
x1stente, 
Eta Lel, que dispõe sobre os di - 
rciton e ubriKncõcs de ordrm Trlbutrí­ 
rln rclnt1va8 uo Flaco Municipal e no 
pessoas obrigadas ao pagamento de Tri 
huton Municipais, ou penalidades pccu 
nl,irins, observa as normas gerais es: 
tabclccidus no Código Tributário Na - 
cionul e Leis Complementares Subse 
quentes. Com a implantação do Novo Có 
digo Tributário Municipal, o Prefeito 
Abraão Zacarias determinou também a 
contrntacào de urna Empresa especiali­ 
zada para realizar o Recadastramento 
Imobiliário do Município, esses servi 
ços, possibilitaram, entre outros be­ 
nefícios, o aumento do número de con­ 
tribuintes, que serão beneficiados pe 
la isenção do pagamento do IPTU - Im­ 
posto Predial e Territorial Urbano 
foi devido a elaboração do novo reca­ 
dastramento imobiliário que os carnês 
do II de,t 
dos nora. 
Para se ter ui a fdéfa do beneff - 
cfos d !planto do Novo G!t,p Tributá - 
rlo Municipal, e tio isenta do Paa­ 
menta do PT' os contrih!n s que a­ 
tendam uma das seguintes condiçcvs: 
I - ks Assocfações Culturais JenefI - 
cente, Rellglons, Proflsslonals, E! 
portfvns, sem ffns lucratfvos, relatt 
vamente aos Imóveis ocupados para a 
prática de uas fnalldades essencia­ 
Is ou destinados ao uso do quadro o­ 
c I n 1; 
2 - Ao ex-Integrantes da FEi - Força 
Expcd!cionir!u Urnslleira - que toma­ 
ram prt ativa em combates nos am - 
pos da Itália, bem como suas v lÚvns , 
desde que o Imóvel sejn dcsti11udo ~ 
resdencIa de quaisquer dos dois bene 
ficiários 011 du ambos; 
3 - Aos aposentados, pensionistas ou 
incapazcR, que comprovem renda foral - 
lar até dols salários mínimos vigen­ 
tes no Pa!a, desde que sejam proprie­ 
tários ou possuidores de uma Única 
propriedade urbana; 
4 - /los contribuintes que sejam pro - 
prietiirios de um Único imóvel no Mun_! 
c!pio, cuja propriedade se constitua 
em residência e o valor do Imposto ª! 
ja igual ou inferior à tres Unidades 
Padrão Fiscal - UPF, no dia do lança­ 
mento. Ressalta-se que as isenções só 
serão efetivadas após a comprovação - 
pelo interessado que ele preencha as 
condições e requisitos previstos no 
Novo Código Tributário Municipal. 
Recad;stramento Imobiliário 
O Prefeito Municipal sabedor das 
deficiências do Cadastro Imobiliário 
do Município, defasado desde sua Adm_! 
nistração anterior, determinou à Se - 
cretaria de Fazenda e Secretaria de 
Plnnejamento que fossem contactadas - 
empresas 	no ramo, no sen 
tido de elaborarem um Novo Recadastra 
mento Imobiliário do Município. A Em: 
presa contratada DENOPLAN - Aerofoto­ 
grametria e Planejamento Fotogramétri 
cu S/A, entregou os trabalhos no ata 
24/04/94, sendo obedecidas as seguin 
tes etapas do Projeto: 	- 
Etapa I - Planejamento Geral 
- Análise do Cadastro existente 
- Elaboração da Base Cartogrãfica 
Etapa II - Planejamento da base carto 
gráfica 
!ti - 
- Levantamento 
so eletrônico 
Cálculos 
- Verificação 
- Bicas (Boletins ou Informações Ca 
das trais) 
Etapa IV - Cadastro Fiscal 
- Avaliações 
- Planilhem IPTU - ISS - ITBI - Taxas 
de Melhorias 
ipÓs elaborado todo esse processo, 
se encontra concluido o Novo Cadastro 
Imobiliário do Nunicípio, mais um ma­ 
portante serviço executado pelo Execu 
tivo Municipal, que irá beneficiar 
Topográfico por proces não somente a sua Administração mas 
com certeza, as vindouras também, nu­ 
ma demonstração de que a visão do Go­ 
verno NOVOS TEMPOS é dinâmica e ágil. 
eia tl Par;o Miial 
e Controle 
ovos TeDIPI 
bonitos de todo o Estado, cuja linha 
arquitetônica do ta dos a noo 10 e• que 
representa um verdadeiro cartão pos - 
col do nossa cidade, teve também to - 
dos os sistemas elétricos, hidráulico 
e sanitários recuperado e está rece - 
bendo plsos, forro e pintura comple - 
to, com a utlliz:içio de mnterlais do 
primeira linha, bcr:t ao estilo do Pre­ 
feito Abraão Zacarias. Outra preocupa 
çao do Prefeito no reforma do Paço MÜ 
nicipal, foi a manutenção da linha ai 
O "Jesto,o prédio do Paço Munlctpal, que esta vend total«ente rep ta­ 
a e si Adtnt G 
quftetônica do prédio, com sa ebr 
a sede do Poder Executivo Municipal - 
te garantfda a segurança e a imporin 
c1a de sua estrutura ffslca pilo e • 
nos pelos próximos vinte anos e após 
concluídos todos os serviços de acaba 
mento e pintura com certeza será motf 
vo de orgulho para toda a cor:tunidode­ 
belavlatense que, através dos Impos­ 
tos que recolhe aos cofr<'s i::unlcipais, 
colabora para que essa obra pudese - 
ser realizada totaloente com recur&os 
próprios da Prefeitura ~unicipal. 
PREFEITO AJUDA O HOSPITA 
SÃO VICENTE DE PAULA 
A cargo da Secretaria 
Municipal de Administra 
cão, outro grande desa - 
fio enfrentado pela Admi 
nistrucão Novos Tempos: 
foi a reforma total da 
cobertura do Paço Hunic1 
pal, obra que também foi 
deixada de lado por Ou - 
tras Administrações mas 
que não podln ser adiada devido , 
ao total comprometimento 
da estrutura de sustenta 
ção da cobertura, que a: 
meneava desabar sobre a 
cabeça do Prefeito e [un 
cioruirios, tendo sido i~ 
clusive condenada em ui 
laudo técnico elaborado 
pelo Engenheiro Civil 
Luiz Carlos Cunha Tebich 
rane. 
Essa obra, que está 
em execução, representa 
mais um grande desafio - 
para as finanças da Pre­ 
feitura Municipal, a e­ 
xemplo da construção das 
casas do Pyogral!l.'.l de Oes 
fnvelamcnto em constru - 
c:io no Bairro Agua Ooce, 
além de outros compro:nis 
sos financeiros que exi= 
gem muita rcsponsabilida 
de da atual idministrn = 
ção, como o pagamento dos 
- Desenho 
Plano III - Planejamento e Montagem - 
do Cadastro 
- Planta 
-- Planta 
- Planta 
- Planta 
Urbanos 
ou Referência Cadastral 
Genérica ou Valores 
de Quadra com Edificações 
de Equipamentos e Serviços 
servidores, fornecedores, 
elaboração e implantação 
do CÕdigo Tributário, Ca 
dastramcnto Imobiliário: 
Cadastramento Econômico, 
Infonnatização da Prefei 
tura e também a quitaçãÕ 
e parcelamento de d{vi - 
das herdadas da Adinis- 
Como o setor social merece uma a - 
tenção especial do Prefeito Municipal 
Abraão Zacarias, sendo uma prioridade 
de sua Administração, ele nunca dei - 
xou de voltar suas atenções para os 
setores básicos e essenciais para o a 
tendimento à população belavistense.­ 
Um espelho dessa realidade ia ajuda 
e colaboração prestada pelo Prefeito 
à manutenção do atendimento médico 
hospitalar do Hospital são Vicente de 
Paula, que hoje possui um serviço de 
plantão remunerado custeado ( com 
dificuldades é verdade), pela Prefeitu 
ra Municipal. 
Mas,a ação do Prefeito em relação 
- ao Hospital não se limita apenas ao 
serviço de plantão permanente para a­ 
tender aos doentes, até neo a dv!- 
Secretário Hunlcipal de Administracio 
Evilásio Nunes de Miranda 
tração anterior. 
Alim da reforma geral 
de sua cobertura, com a 
substituição total do te 
lbado e de parte do ma= 
deiramento de sustenta - 
cão, o imponente prédio 
do Paço Municipal de Be­ 
la Vista, um dos mais 
O apoio do Prefeito à área de Saúde, abrange também o Hospital são Vic~ 
te de Paula 	- 
Alim disso, sensível às dificulda­ 
des enfrentadas pelo nosso Hospital,o 
Prefeito Abráão Zacarias se responsà­ 
bilizou tambem pelo pagamento das coo 
tas de energia elétrica do Hospital - 
a última conta paga no mês de maio 
foi de R$ 1.723,00 (ais de 4 5 mi 
lhÕes de cruzeiros reais). A• dívida 
do Hospital com o serviço de abasteci 
/ Como parte dos preparativos da ci­ 
dade para o ~eu aniversário, comemora 
do neste dia 20 de Julho, e em vista­ 
das co~diçÕes em que se encontravam 
grande parte das ruas asfaltadas , 
principalmente a Avenida Teodoro Saci 
va e centro da cidade, o Prefeito A= 
brão Zacarias partiu para a realiza - 
cão de uma Operação "Tapa-Buracos''. 
da contraída pela Administrncno ante­ 
rior devido a não prestação de contas 
de recursos destinados a aquisição de 
equipamentos para o Hospital São Vi - 
cente de Paula, foram assumidas pela 
atual Administração, como a dívida e­ 
ra muito grande, ela não pode ser qul 
tada de imediato e, para não perder - 
recursos externos e fugir do caos que 
ameaçava a saúde pública de Beln Vis­ 
ta, sobretudo em função de correr eoi 
nente risco de ver cortadas as verbas 
federais para o setor, o Prefeito op­ 
tou pelo parcelamento dessa d!vida 
com o INAMPS. As parcelas dessa dívi­ 
da, que vêm sendo pagas desde o ano 
passado, são da ordem de R$ 4.570,00 
(mais de 12 milhões de cruzeiros rea­ 
is), mensalmente. 
mento de água, também foi paga pela 
Prefeitura Municipal e soma um tonta 
te de R$ 4.980,00 (mais de 13,6 mi 
lhes de cruzeiros reais). 1portante 
ressaltar que todas essas despesas 
são custeadas com recursos prôprlos - 
da Administração Municipal, que até 
hoje pouco ou quase nada recebeu dos 
Governos Estadual e Federal. 
. Operação Tapa Buracos 
A Prefeitura Municipal fez a aqui­ 
sição de uma grande quantidade de a 
teriais necessários para a execuçao 
da operação é assim que chegara:n 
à nossa ciddde os homens e ãqu!nas 
da Secretaria Municipal de Obras 
deram início aos trabalhos. 
CONTINUA NA PÁGrNA - 03 DESTE ENCARTE 
) 1 
1 1

Bela Vista Vive Novos Te 1po 
SECRETARIA DE SAÚDE E 
PROMOÇÃO SOCIAL 
A Operação "Tapa-Buracos" beneficiou todas as vias pavimentadas de Bela - 
Vista 
Quase que n totalidade das ruas pa 
vlmentadas de Bela Vista, onde exs - 
tiam buracos e outras detcriorizaçàea, 
foram recuperadas nessa operação de - 
senvolvido pelo Prefeitura Municipal, 
desde o centro da cidade, Avenida Teo 
doro Sativa, Duque de Caxias, Cond~ 
de Porto Alegre, Barão do Ladúrio, XV 
de Novembro, Sebastião Criepim do Rê­ 
o, etc ... Até mesmo a Avenida de a - 
cesso ao Parque de Exposições Rio Apa, 
que em alguns trechos encontrava-se - 
bastante danificada, com seu asfalto 
totalmente estragado, recebeu os ser­ 
viços da Operação "tapa-buracos" da 
Prefeitura Municipal, que inclusive - 
[oi solicitado pelos Vereadores, tan­ 
to da opo6içào como da situação, em 
indicações apresentadas na Câmara Mu­ 
nicipal, tendo em vista o grande flu­ 
xo de veículos que a Avenida de aces- 
so ao Parque de Exposições recebe 
durante a realização da nossa 
EXPOBEl.. 
..... 
Homens da Prefeitura fizeram toda a limpcsa do Parque de Exposições _.Rio 
Pa 
.«- 
• ';Jl>J,.... 	• ~ 	:.- _,l_:__ -- -~'" 
oe eaüie executou todo_o_serviço_de intura_de_meios-fios_e 
de Iluminaçao 
Prefeito colabora com a 
maior festa da fronteira 
Como tem feito todos os anos, des 
de o seu primeiro mandato, 0 Prefeito 
Abraão Armoa Zacarias, mais uma vez 
está colaborando com a realização da 
nossa EXPOBEL, a maior festa da fron­ 
teira e sudoeste do Estado, atende
nd
o 
a solicitação do Sindicato Rural d 
Bela Vista a Prefeitura executou_o 
da a lipesa do Parque de Exposiç0e8 
Rio Apa, Cancha de Corrida, aterr ca 
ostes - 
A Const! ufçio Fede - 
ral de 1988, acenou ao 
vo brasileIre com ua 
elhorla nas condições - 
de saúde, através d 
criação ou da instituío 
mal!zação do Sfstna !f 
o de Saúde, que dever fa 
ser implantado em todos 
os Municípios da Unto , 
com ua filosofia muito 
bonita, por &inal, dccu­ 
rada pelos Itens Equida­ 
de, Universalidade, Inte 
gralfdade, Participação 
Popular, Resolut!bidadc 
~ Intersctorialldodc. 
ARsistimos atualmmte, 
a um Sistema de Saúde di 
ferente do que foi clabi 
rcdo. Não se consegue 
ver equidade, 8ào desti­ 
nados 755 U$ per capita 
para a alta tecnologia , 
80 U$ per capita para a 
média e apenas 44 U$ per 
czpita, para a população 
na base da pirâmide demo 
gráfica. Não dá parã 
pEnsar em Integralidade, 
quando o atual sistema. - 
de financiamento que aí 
está, beneficia procedi­ 
mentos de alta tecnolo - 
gia, em detrimento das 
atenções básicas à saú - 
de. Como é possível pen­ 
sar em uso de Epidemiolo 
g1a, que estuda os ara­ 
vos à saúde na população, 
quando os indicadores· de 
saúde são controlados pe 
las instiincias de Gover= 
no de nível federal e a­ 
valiados por critérios - 
contábeis e financeiros? 
E pensar em Descentrali­ 
zação, quando 75% dos re 
cursos públicos são reti 
dos pelo Governo Federal 
e os repasses para os Mu 
nicípios dão-se apenas a 
través dos Convênios, o; 
de ficou a gestão Única­ 
em cada nível de Govemo? 
Implantar o Sistema O 
nico de Saúde, requer 
vontade política para e­ 
xecutar a reforma sanitá 
ria que há de modificar 
o modelo assistencial vi 
gente, o neoliberal, cu-- 
Por tratar-se de uma 
irea que diz respeito di 
retamente à vida humana: 
o setor de Saúde de Bela 
Vista yêm recebendo um 
tratamento especial des­ 
de o início da Adminis - 
tração do Prefeito A­ 
braão Zacarias, hoje a 
população belavistese po 
de se considerar privil 
iada no que se refere à 
sua saúde, pois em quase 
nenhum outro Município - 
do Estado existe o aten­ 
dimento que aqui é pres­ 
tedo, através da Secreta 
ria Municipal de Saúde , 
dirigida hoje pelo compe 
tente Dr. José de RIa - 
mar Cruz e Silva. 
A participação·da Pre 
feitura Municipal na al:: 
ta qualidade do serviço 
de saúde de Bela Vista é 
/ 
í 
Dr. José de RIb.amar Cruz e 
ser«Grito @tia1 @ sa 
ja baixa qualidade ria 
uma Universalização ex - 
eludente. 
O que fizerr.os até ago 
ra? A runfcipallzação 
que seria a disposição - 
de um microespaço social 
para o exercício diário 
de construção da democra 
c1a e formação da c!dada 
nia, condição indispensá 
vel à reforma sanitária: 
Vejamos quais os tipos - 
de municipalização, e em 
qual deles nos enquadra­ 
mos: 
Prestação de Serviços 
a gestão é passada ao Mu 
nicípio, sem modificar Õ 
modelo assistencial. O 
Município é mero presta­ 
dor de serviços ao INSS, 
o qual, afinal, re•ém o 
poder através do Convê­ 
nio. 
Inrurpiszacão - A 
transferência de gestão 
é precária, e obedece à 
Lei ng 8.080/1990, sem 
mudanças no modelo assis 
tencial, o processo ate; 
de apenas a requisitos= 
burocráticos, sem tocar 
na questão principal. 
Distritalizacão - Es­ 
te modelo requer a erans 
ferência de gestão com 
mando único e modifica - 
çào do modelo assistencial 
vigente, pela adoção 
dos Distritos Sanitá 
os. Neste modelo de ~uni 
T ratamente Especial 
duais, gratuitos e mui - 
tas vezes com o forneci­ 
mento de remédios. 
Quatro odontólogos 
participam do "Programa 
Coletivo de Saúde Bucal" 
desenvolvido pela Secre­ 
taria Municipal de Saú - 
de, fazendo o atendimen­ 
to de alunos de l? à 82 
séries nas Escolas Muni­ 
cipal e Estadual do nos­ 
so Município, esse traba 
lho já atinge hoje mús d; 
5.300 crianças atendi 
das. 
Os odontólogos que 
'participam do Programa 
recebem uma remuneração 
Iixa custeada pela Pre - 
feitura Municipal de 
2,5 salários Mínimos ca­ 
da um, além da produtivi 
dade que é paga peli 
sus. 
ctpa!fzaçao, e necessa - 
r!a uma rearticulação de 
p1péis historicamente rc 
presentados pelos Esta - 
dos e pela Lnfão, que 
deve ser feita da perife 
ra para o centro,ali4, 
caminho inverso do mode­ 
lo atual de gestão cen - 
tralizadora. Caindo a o 
vernnbilidadc operativa: 
restando as funções regu 
ladoras, de que aliás 
carecem as Secretarias - 
de Estado de Saúde. O 
que obriga a esses nrgã­ 
os redefinir seus pa­ 
péis; retirando-8e o Es­ 
tado e a União da rede - 
de serviços suas estrutu 
ras pré-existentes como­ 
as Delegacias Regionais. 
Os recursos financeiros 
deverão ser repassados - 
diretamerte da União e 
dos Estados aos Municí 
pios. 
Sintetisando, até o 
momento, a não ser paga­ 
mento por serviços pres­ 
tados a profissionais de 
saúde, ? União e o Esta­ 
do, não tem repassado ne 
nhuma importnncia ao ní­ 
vel municipal. As despe­ 
sas com a rede básica 
vêm correndo por conta 
do Governo Municipal e 
atê mesmo dos próprios - 
repasses do SIA/SUS con­ 
ventados. 
sextas-feiras à tarde 
no Posto de Saúde 
e 
Dr. 
Flori Murano, no Distri­ 
to Nossa Senhora de Fáti 
ma, todas as segunda-fel 
ras à tarde. - 
A média mensal dos a­ 
tendientos médicos efe­ 
tuados nos Centros de 
Saúde i:,.antidos pela Pre 
feitura Municipal é de 
aproximadamente 1.300 
pessoas, já os atos não 
médicos (curativos, apli 
cação de injeções, etc.) 
somaram só no rês passa­ 
do 1.350 pessoas, 1.400 
consultas médicas, 570 
atendimento odontolôgi - 
cos individuais, 491 exa 
es laboratoriais. - 
Importante lembrar 
que todos esses serviços 
são custeados pela Pre - 
feitura Municipal e ofe 
recidos gratuitamente ~ 
população. 
bastante extensa, a come Além desse programa, 
car pelo plantão reune- a Secretaria Municipal - 
Arena de Rodeio com transporte e colo rado dos médicos no Hos- de Saúde mantém um aten­ 
cação de areia e pintura dos meios = pital São Vicente de Pau dirento diário com rédi- 
fios e postes de iluminação. No ano· la', que é custeado pelo co e odontólogo nos cen­ 
passado,. primeiro ano desta segunda Executivo Municipal, a - crus e~ Saúde de Bela 
Administração do Prefeito Abraão Zaca tendimentos médico e o - Vista e o Certro de Saü 
rias, a colaboração da Prefeitura Mu= dontolÕgico nos Centros de Municipal e ainda no 
nicipal com a tXPOBEL foi destacada , de Saúde e tabê nas Es Posto de Saúde do Bairro 
quando fez todo o transporte e aterr~ colas Municipais e Esta= das Primaveras, todas as 
mento da pista de laçadas pala O eh e are= a m assem=rase m » s ---­ 
centro de Clubes de Laço, além da li 
pesa completa do Parque. 
CONTINUA NA PÃGlNA 
ADKI.Nl.STRAÇÃO 
"OVOS TEMPOS" 
SAODE ~ UMA DAS 
PRIORIDADES

i', 
, . 
, 	'I ' 
Bela Vist 
1o 
a Vive 
4 
Mo final d, ses d 
mfo o Prefeito Ah»raso 
7cala, a« fel a ne­ 
Id+de d d tir a '­ 
retaría municipal d 
{Saude de u a nova nb 
linela, fez a aqu!fio 
de um veículo chevroiet 
Ipanema zero quilómetro, 
totalmente equipada pare 
o transporte de doente», 
com recursos próprfo de 
Prefeitura Municipal, 
pede que a nova Abu 
1anta fol entreue, fá 
foram efetuada )} vla - 
ens transportando doen­ 
tens ruven para Campo 
Grandi. Além da Ambuln- 
eia 11rJv:t, ,, Sccrctarin - 
Municipal de Saúde conta também com outro veículo Ambulânciu, dci;tinndo 
tendiento dos casos de urgencia e de mn1or necensldode, dentro da area 
?lunlcíplo. 
ovos TeDIPO 
Outros serviços pres­ 
tndos pelo& Centros de 
Saúde mantidos pela Pre­ 
feitura Municipal e Coor 
dcnados peln Secretaria­ 
HunicJpul de Saúde, sào 
voltndos para a vacino - 
cào obrigatória das cri­ 
anças, reforço nos adul­ 
tos e atendimento às ges 
tontes, além de vários= 
programas de atendimento 
à doenças específicas , 
como n tuberculose, han­ 
senfase, leischmanfose , 
DST/AIDS, planejamento - 
fomillar, atendimento a 
criança e adolescentes , 
Programo da Diabete, com 
oplicoçõo de insulina , 
programa de saúde mental, 
atendimento psicotrópim, 
prevenção do câncer ser­ 
vico-uterino, etc... a 
CAMPANllA DE MULTIVACINAÇÃO 
Outro serviço de fundamental impor 
tância para a saúde e a própria vidã 
de grande parte da nossa população , 
principalmente das crianças de zero à 
cinco anos, executado pela Secretaria 
Municipal de Saúde, com total apoio - 
do Prefeito Abraão Zacarias, foi de - 
&envolvido na campanha de Hultivacina 
cão realizada no Último mês de maio.- 
Quando se fala em campanha de Mul­ 
tivacinaçào, não podemos nos esquecer 
que paro desenvolvê-la é necessária 
toda uma estrutura técnica e financci 
ra, esse apolo foi prestado pela Prefeitu 
r 
O Prefeito viabilizou até mesmo a vinda do "Zé Gatinho" para divulgar 
Campanha de Vacinaçao em Bela Vista 
a 
Importante ressaltar que a Campa 
nha de Nultivacinação, que além da 
aplicação da Vacina contra a Parali - 
sio Infantil, incluiu também a vacina 
cão e doses de reforços nos adultos , 
contra outras moléstias, como o têta­ 
no, difecteria e coqueluche, tubercu­ 
lose, anti-sarampo e anti-amarílica , 
foi iniciada em Bela Vista bem antes 
do dia Nacional de Nultivacinação , 
que ocorreu no dia 11 de Junho. Já no 
dia 23 de Maio a Campanha foi i·nicia­ 
da pela Zona Rural do Município de 
Bela Vista, no dia 11 a Vacinação fun 
cionou nos centros de Saúde, Postos= 
de Saúde, Escolas e locais mais conhe• 
cidos e de fácil acesso, em· todos os 
B.::úrros e perifer-ia da cidade. Esse 
trabalho teve continuidade após o dia 
o 
A Abulanc1a zero qufl@metro, adquirida com re­ 
curoon ro r1on du Prefeitura 
OUTJtOS PltOGJtAMAS 
ra Nunicipal, que cclorou i disposi - 
ção-da equipe de vacinrdores toda a 
infra-estrutura nece3s~ria, como trnns 
porte, alimentação, etc ... Graças ã 
pronta colaboração da Prefeitura Muni 
cipal a campanha de Mu)tivocinação - 
que é promovida pelos f.overnos Fede - 
rale Estadual, conseguiu atingir os 
metas previstas, alcancondo um Índice 
total de 93,97. de cria~ças menores de 
um ano vacinadas e 91,5% das crianças 
de l a 4 anos, que recrberam a vacina 
Sabin - (contra a Pa alisia In(an­ 
t i1). 
li, com o vacinação voltando a ser 
realizada na Zona Rural, Assentamento 
Barra do Itá e outras localidades , 
dando cumprimento à uma determinação 
do Prefeito Abraão Zacarias, de levar 
a Multivacinação à todos os recantos 
do Município com o objetivo final de 
atingir todas as metas estabelecidas 
pela coordenaç3o da campanha para Be­ 
la Vista, independente do tempo que 
esse trabalho fosse durar. Graças a 
esse firme propósito do Prefeito bela 
vistense e do seu total apoio presta­ 
do, ate mesmo transportando as pesso­ 
as, todas as metas estabelecidas pela 
Coordenação da campanha de Multivaci­ 
nação para o nosso Município voltarem 
a ser alcançadas. 
desenvolvimento econômico 
Outro setor da Adi - 
nistraçcio Municipal que 
merece destaque e a ârcn 
de Desenvolvimento Econô 
nico e Prmoção Social , 
coordenada pelo Secretá­ 
rio João Kalife e que 
presta relevantes servi- 
no a 
do 
Secretaria tambcim presla 
um serviço de ntendlmen­ 
to soe ial, com visitas do 
mlcillares, busco ativa­ 
de casos de doenças gra­ 
ves e busca de faltosos, 
ou sejam, aquelas pesso­ 
as que precisam tomar me 
dicação controlada pcri; 
dicomente e que deixam~ 
de comparecer ao Centro 
de Saúde. 
ços is Associações de Mo 
radares, aos pequenos 
produtores, às famílias 
carentes e ainda desen - 
Social, a Secre ria ji 
p0sul em mio um Cada • 
tramento Social complet 
que possibilita a Ad! - 
nIstração Municipal sa - 
ber das reais e m Is 
prementes necessidades - 
da população carente d 
iela Vista, que fnclus!­ 
ve constitui-se numa das 
prioridades da Admfnfs - 
tração Novos Tempos. Com 
esse cadastram nto soci­ 
al, a Prefeitura tem 
condições por exemplo , 
de Robcr ns condicÕes de 
saide, de trabalho, rau 
de escolriridade, como v_! 
vem as pessoas e, através 
dessas informações, pres 
ta orientações e ajudã 
no sentido de buscar me­ 
lhores condições de vida 
a essa parcela maJs po - 
bre da nossa população. 
O total apoio ao Con­ 
selho Tutelar do Criança 
e do Adolescente· de• Bela 
Vlsta, vêm sendo uma,, - 
constante na Secretaria 
Nunicipal de Promoção So 
cial e Desenvolvimento E 
conõmico, oferecendo 
estrutura e o material 
necessário às atividades 
de proteção à criança e 
o adolescente de Bela 
Vista. Importante ,apoio 
vêm sendo prestado tom - 
bem desde o início da a­ 
tual Administração, atra 
a 
João KaIlfe, Secretário Municipal de P'roe o 
Socfol <' De,;envolvimento F.conÔmico 
vés da Secretara de De- para Isso são fornecidos 
&envolvimento Econõolco, pela Secretaria nt~ re~­ 
as Associações de Morado mo sementes e transpor 
res dos Bairros e Distei tes de adubo ornãnico , 
tos da nossa cidade, a além de orientação técnf 
maioria delas foram rea- ca especializada. •• 
eivadas logo no início - xemplo desse trabalho es 
desse oandato do Prefei- tá no antigo horto t~nf: 
to Abraão Zacarias. Tam- cfpal, onde é executado 
bém o fornecimento , • de o plantio de vãri.-is hor­ 
urnas funerárias às pes-· taliças e verduras, com 
soas carentes e•de baixa o objetivo de serem for­ 
renda, é outro importan- necfdas às Creches mantl 
te serviço prestado pela das pelo Fundo de AçàÕ 
P.refeitura Municipal, na Social do Mrícplo e para 
área de Assistência So - o reforço da Merenda Es- 
cia~. 	colar, além de servir 
N~ área de Agricultu- também como um aprendlza 
ra, ligada i .Secretaria do para seis menores , 
de Desenvolvimento Econô que aprende□nessas r.or­ 
mico, vêm sendo incenty. tas como desenvolver as 
vado o plantio de hortas mais variadas técnicas - 
Comun!tárlas nos Bairros, de plantio de verc!uras. 
t, . ) 
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• • s- p » 4 - 
2. . .as. -- :s - 	• t±:' ' 
As "Minhocas" ajudam na producão do adubo org@­ 
nico para a horta e a difundir a "inhocultura" ea 
nossa regi.ao (CONTINUA NA PÀGINA - 05) 
L 
é dest inad.t_ 
da Prefeitura Municipal, 
é a chamada composteira, 
que também tem o objeti­ 
vo de produzir matéria - 
orgânica para o solo e 
ainda demonstrar aos pe­ 
quenos produtores do no! 
so Município, que todo 
0 
resíduo agrícola pode 
ser aproveitado, na 
transformação para adubo 
orgânico. Tambem um ví­ 
ve!ro de mudas de frutas 
cítricas e de eucalipUlS• 
e mantido pela Secreta 
eia Municipal de Desen 
volvú:iento Ecoaômic.o 
na área do antigo Horto 
Nunicipal. o Assentaoen­ 
o Barra do Itá, locali­ 
zado na Rodovia Bela Vii 
ta/Antonio João, onde e 
tâo assentadas quase 5 
famílias, vêm recebendo 
0 
apoio da atual AdmiDÍ_:! 
tra,cão, um execplo fo! 
0 
transporte de Cale.ir-lo - 
Para adubacão e orienta 
çao técnica para o p 1:.n­ 
tio das diversas cultu 
ras praticadas no Asse 
tamento.

', 'l • T l) 1 
Bela Vista Yive 
Alimentação para as Servidores 
Levando eti onsfderaso o fato de 
ue rnd parte dos servidores da 
etetaria Municipal de 0bras, traba­ 
Ih.adores braçal», lie!ros e dfarfs 
t, da Prefeitura, normalmente io -, 
pe soas mafs humflden e multas dela, 
oradoras nas areais maf afastadas do 
t'entro ' !dd, o !refelto Ahrio - 
Zacarias tomou a inlfatlva de forne­ 
er uma alimentação farta e adia 
e±ses servidores, o que é feito d!a­ 
rfamente, desde o fn[clo da sua Adni­ 
nfstração, no pré!lo da ASUB - Aso­ 
clao dos Servidor PblIcos Municí - 
pais - localizado próximo à ecr ta 
rla Munfipal de Obras. 
Dezenas de Scrv idorca Hunicipaia, recebem alimentação di,írJa, fornecida 
pcln l'rcfciturn 
Paro se ter uma ldiin do alcance - 
social dessa iniciativa do Prefeito A 
brao Zacarias, basta dizer que apro­ 
xlmadamcnte 90 homens recebem a ali - 
mentaçíio diária oferecida pela Prefei 
tum Municipal, com isso esses traba­ 
lhadorcs não precisam se deslocar por 
grandes distâncias ató suas casas, Pa 
ra o almoço, recebem uma alimentação 
rica e ainda fazem uma boa economia , 
o que possibilita inclusive uma me 
lhor alimentação dos f1lhos e familia 
-, 
.... 
As refeições ajudam até mesmo no orçamento 
Prefeitura 
Desde o início da Ad­ 
ninistração do Prefeito 
Abraão Zacarias, a área 
da Educação vêm merecen­ 
do uma atenção especial 
e total apoio do Chefe - 
do Executivo Municipal., 
através da implementação 
do serviço de fornecime~ 
to da merenda escolar 
distribuição de material 
didático e melhoria na 
estrutura física dos pri 
dios da Rede Municipal - 
de Ensino. Sob a coorde­ 
nação do Secretário Muni 
cipa1 de Educação, Cultu 
ra e Desportos, Profes - 
sor Paulo Melo ,a Educa­ 
cão e Bela Vista hoje 
Junta~ente com a saúde e 
a Assistência Social 
coopõem um trinÕcio que 
indiscutivelmente formam 
a base de uma Administra 
CÕo moderna e voltada pa 
ra a melhoria das condi­ 
C~cs de vida da popula - 
C~o, somadas ao fato de 
que a comunidade estuda e 
til hem alimentada e bem 
0 
educada, contribuirá - 
res desses servidores. 
Como não é noda fácil fornecer ali 
mentac;ão diária para quase 100 homens-:­ 
os custos dessa ac;ão da Prefeitura Mu 
nicipal são bastonte altos, afinalcde 
contas os preços da carne, arroz, fei 
jão, etc .. não estão nada convidati 
vos, mas o Prefeito Abraão Zacarias 
sabe da importância e do alcance so 
cial dessa iniciativa e com certeza 
vai mantê-la atê o final do seu man 
da to. 
dos servidores da 
UCIÇÃO _ dMBÉM VIVE 
NOVOS TEMPOS 
r+nd p..f e 
c!edude pod 
cer; ur r 
eme tre for 
dos aos alu..os da 
Municipal de Ensino, # a 
tu!toe e, 10.000 a- 
n e s , l O . fJOO J iv (• 
10.000 !Jor t,1d1 ,,., 110.·, 
parte dese mat rtal fof 
obt!da Junto a HAE - Fun 
dação de As!ténia o 
Estudante- e outra par­ 
te adqulridn com recur - 
sos próprlos do Mante{ - 
pio; todni. u,; L:,coln•, 
tarbém receberam livros 
Trabalhando com a descentralizaçà 
da merendá' escolar Junto a FAE, Ecla 
Vl sta fofa cidade que mais e desta­ 
cou o n[vel estadual, tanto no quali­ 
dade como~n distrlbuic;Õo da meren­ 
do escolat para as Escolas llunicipais 
,, Estaduais, mantendo o foniPcil::ento 
trt ... !mente em dia, mesmo com o atraso 
,. 
vos Te 
las ree b 
novas pfntura , rdo 
distrDbs!dos strvda 
seguinte raterfafs de 
IIpeza: 10O gales d 
5 litros, de destn ta- 
tante; 50 alões de 5 
J ltrc,.,, d< .e., ,r: !OU 
DP.STAQUI'. PAJtA A lH:JlFliDA l'~iCOl.AR 
 ~-~- 
A merenda nas Escolas é haj-~<rtivo de euforia para os alunos das 
Escolas de Bela Vlsta 
ê importante ressaltar que todas - 
s compras.de gêneros alimentícios po 
ra a merendJJ. escolar, estão sendo fei 
tas aqui no nosso Munic[pio, i~centi~ 
vando tambem o comércio e local e os 
pequenos produtores, todas essas com­ 
pras sio feitas através de licitaç~es 
(cartas convite&). Mostramos abaixo a 
ilmplitude do atendimento e forneci.II:en 
to de merenda escolar para as Esco 
las de Bela Vista, através da lista 
de alimentps distribu[dos só no pri 
melro semestre deste ano de 1.994: 
- 400 quilos de arroz tipo II ; 
3.500 quilos de bolacha; 300 quilos 
de tempero arisco; 1.000 quilos de a­ 
çúcar; 4.000 quilos de macarrão;Z.000 
do repas.e no mês de malo, no a cfd1 
de foi a ün!ca que teve estoque suf{­ 
ciente para suprir o atendimento 
alunos até o final do mês de junho 
merecendo por isso elogios da DE 
Diretoria de Alimentação Escolar - do 
Estado de Mito Grosso do Sul. 
litros de Óleo de soja; J .200 lat,,s - 
de extrato de tomate; 1.500 quilos de 
feijio tipo I, 500 quilos de sal; 700 
quilos de cangica; 3.000 quilos de 
mandioca; 500 quilos de frango; 4.000 
kg de carne,entre outros alimertos. 
Ressaltaaos que toda a Merenda Es 
colar é feita na "cozinha piloto" io­ 
plantada pela atual Administração e 
distribuída já pronta para as Escolas 
urbanas e algumas da área rural, com 
total apoio da Administração "!>ovos - 
Tempos", que fornece ainda todo o ioa­ 
terial de limpeza, gás de cozinha , 
uniformes para as merendeiras, trans­ 
porte, etc ... 
OUTRAS ATIVIDADES 
1 '· ,; l 00 >' ti• 
troa, de cer 
500 un!d !es d 
hão, te. 
de 5 1!­ 
: . {) i 'í: 
p .,., 
- 
- -Secretário Municipal de Educação 
Professor Paulo Melo 
em muito para a formacão 
de uma comunidade mais 
culta, mais inteligente 
melhor preparada para 
futuro e para a vida. 
Para melhor informo - 
cão da população da nos­ 
sa cidade, enumeramos a­ 
cima os mais importan - 
tes benefícios lmplemen­ 
tados pelo setor educa - 
cional de Bela Vista,que 
Dentre as inúmeras atividades de - 
senvolvidas pela Secretaria Municipal 
de Educação, Cultura e Desportos, nes 
te primeirc semestre de l.994, desta= 
camas as seguintes: 
- Planejamento do ano escolar - com 
participação de todos os Professores 
da Rede Municipal de Ensino, Trabalho 
coordenadÕ por uma professora (bela - 
vlstense) de Campo Grande; 
- Inspeção escolar em todas as 
Escolas Muhicipais; 
- Acompan~mento pedagógico contínuo­ 
seguindo um cronograma desenvolvido - 
pelo núcleo de apoio pedagógico _da 
própria secretaria; 
- Participação de Professores da Se - 
• Transporte de alunos dôªB'áírro·no"ua D e 
26 
creraria em encontros e cursos reali­ 
zados fora do Município, com as despe 
sas de viagens e estadias custe,·das = 
pela Administração Municipal; 
- E.laboração e acompanhacentos de pro 
jetos para a área educacional de Bel; 
Vista; 
- Acompanhamento pedagógico às salas 
de pré-escolar e creches cantidas pe­ 
la Administração Municipal, sob a 
coordenação do Fundo de Acâo Social; 
- Distribuição de material didático , 
onde além dos materiais enviados pela 
Secretaria de Educação do Estado, tam 
bém foram adquiridos pela Prefeitur~­ 
Municipal este ano, material suficien 
te para todos os alunos da Rede Muni=. 
Outra importante colaboração pres- portados todas as noites do airro a­ 
tada pe1a ntua1 Adoinlstração no se - tê as Escolas da cidade e vice-versa, 
tor de Educação do Município, ê o Esse apoio reveste-se de ua Ir.Dr:? 
transporte de alunos do Bairro Água eia especial, pois além de possibili~ 
Doce, que estudam no período nocurno, tar aos alunos trabalhareo ~on:-~!~en­ 
para as Ellcolas da cidade, tendo em - te durante o dia, oferece ta seu 
vista que o Bairro possui um grande - rança e tranquilidade às for:rÍlias d;s 
némero de jovens com formação de 12 Estudantes, pois coa a condução e, 
C.rau e que, devido a longa distância, Prefeitura elas sabem que seus filho~ 
não poderiam cursar o 2 grau no pe - vão e voltam das aulas no período no­ 
r!odo notUTiio, 	turno coe todo o conforto e tranquili 
Sensív..-t. à essa necessidade e con- dade, o que não aconteceria se e.les ·.: 
siderando também o fato de que a maio tivessem de percorrer mais de dez qui 
ria desses estudsntes precisac traba- lôr-etros todas as r.oites, en:rcnLnXÕ: 
lhar durante o dia para ajudarem suas alêm da distância, a escuridão, ns in 
faoUias, o Prefeito apôs prov1den - tempéries do te::po e outros tipos de­ 
clar a reforma de um micro-Ônibus da dificuldades inerentes à essa necessi 
Pre!eitur"!_, ,fOlocou o veículo à dispo dade de frequentar - E o 
socao do~"tlldantes. que são trans • (CONTINUA NA ' 
/ t

, l ' J/ i,t 
f • ' 
Bela lista Vive 
Estudantes Univ.ersitários também 
re-cebem o apoio da Prefeitura 
ovos Tem 
A contribulçao da atual Adm!nitra 
cio melhoria da qual Idade de ensino 
no Munfe[plo, ao e l Jmlt11 i, J<..t· 1111 
nlfpal e aos estudantes de 1? e 2' 
rau, também o estudantes Viver»ltá 
rios, que cursam a Faculdade de Peda­ 
ola em Ponta Por, recebem fundamen 
tal apofo do refeito Abraão ZacarI - 
as, que oferece à eles, ratuftamente, 
um ónibus para transportá-los três ve 
zes por semana até aquela cIdade, com 
retorno loo após ns aulas, 
O tronsportc don euLudonLeH Univcr 
s1tifo fol colocado à dispos!ço de­ 
len logo que o Prefeito HG611lu•o co - 
mundo do Executivo Munlclpal e atende 
à 29 alunos, a maforfa, sem essa a]u­ 
da fundamental não teria condiqóes de 
cursar a Faculdade em Ponta Por@ e 
poderiam [icnr sem condicÕcH de con 
clu[rem a Fnculdadc, cm consequênciu, 
o nível de ensino cm nossa cidade e­ 
rin bem mnls baixo, pois a maioria 
Fundo de leão Social de Bela Vista 
Criado no Administra- 
çào ºNovos Tempos'', 
Fundo de Açno Social 
que é presidido pela 1~ 
Dama Olga Bionchi Zaca - 
rias, vêm cu~prindo fiel 
mente o seu objetivo - 
principal e desenvolven- ' 
do um intenso trabalho 
de assistência social 
Junto à comunidade bela­ 
vistense, principalmente ,..... 
cm prol dos mais caren - 
o 
tese menos favorecidos. 
Contando com total a­ 
poio do Prefeito Abraão 
Zacarias e com recursos 
oriundos de promoções e 
festividades promovidas 
pelo próprio Fundo de A­ 
ção Social, como a festa 
do Mandioca, participa - 
cão da JUNIFEST, Ginca - 
nas e ainda com colabora 
çÕes de inümeras pessoas 
sensíveis ao sofrimento 
do próximo, o Fundo de À 
çào Social de Bela Vista 
é responsável pelos mais 
destacados programas de 
atendimento social que a 
nossa cidade já teve em 
toda a sua existência 
tais como: 
- Projeto Esperança - a­ 
tende quase 500 idosos , 
de, e estudites so Prof «re n 
Escolas de Nela V!ta. No m de ju - 
nho deite ano, uma equipe de 'n!ver 1 
titios procurou a redaçao da r[huna 
da Fronteira para fazer um aradeci - 
mento pblfco ao Prefeito Abraao Zaca 
rln•, por mals essa contrfbu!çio à • 
rea de educação do nosso Município. 
l'ar.t o Prefeito, "a Bela Vista dos 
Novos Tempos no pensa ±só no presente 
te, mas também no futuro', segundo e­ 
le, "eirna contribulçiiu dad,l hoje 11 
esses abenegados estudantes unlversi­ 
tirfos será revertida amanhi em bene­ 
ficio puro as prdprJns famílias dn 
nonsu cidnde, que Leriio mais profeaso 
res formados, capacitados e em condI­ 
çóe de oferecerem uma educaçao de 
alto nível pura nosso8 filhos u ne­ 
tos, essrt é a minha rccompenDa" enfa­ 
tizou o !'refeito, q1108e que emdlclona­ 
do, logo após tomar conhecimento do a 
gradeciment o dos estudantes universitários. 
./ 
i, 
1 	' ,. 
~ 
A Coordenadora 
suclo e o esposo. 
A 
' 1 
-1 	] 
}, v7nn ] 
do Projeto "Esperança", Sra .. Con 
Vereador Marcos Elias 
coordenado pela Sra. Con 
suelo Barbosa, onde siÕ 
promovidas reuniões sema 
nais de congraçamento 
comemoracões de aniversá 
rios, possibilitando aos 
anciões da nossa cidade 
um entrelacamento maior 
e muito divertimento du­ 
rante o dia, que eles 
passam dancando, jogando 
e trocando experiências 
de vida. A Coordenadora 
do Projeto, Sra. Consue­ 
lo, costuma dizer que 
esse trabalho é muito 
gratificante, "prlncipa_! 
mente porque resgata nos 
idosos o espírito de ju­ 
ventude, dando à eles 
a oportunidade de parti­ 
ciparem das mais diver - 
sas atividades". Os an - 
ciões cadastrados pelo 
Projeto Esperança também 
recebem atendimento médi 
coe orientacões paras; 
manterem em bom estado - 
de saÜde, o Projeto tam­ 
bém originou a criacão - 
da Associação dos Idosos 
de Bela Vista, que atua 
diretamente na viabiliza 
çào da aposentadoria dos 
idosos que ainda não possuem; 
A l'rlmclra Dama llonn Olga " o Senador Wilson Hartlni;, quilndo da_}-nu~g,cr,1- 
cão da f.scola da Vlda 
aproximadamente )00 cri­ 
anças nas creches manti­ 
das pelo Fundo de Açio 
Social de Beln Vistn. 
Cuidndos materno~, n­ 
limentacão adequada, 11 - 
companharnento cédico,cl[ 
nico e odontológico, siÕ 
IITENDIMENTOS ·10s CIRENIES 
Além dos três Projetos, Esperança, 
Acalanto e Escola da Vida, que formam 
o atendlmento bnsico prestado pelo 
fundo de Ação Social de Bela Vista, a 
abrangência desse trabalho é muito 
maior, o Fundo também atende permanen 
temente às pessoas e famílias mais ca 
alguns dos atendimentos 
prestados pelo Projeto A­ 
calanto, que também fof 
Implantado na Adnlni~trn 
cão Novos Tempos. - 
rentes e necessitadas da noss~ cidJ - 
de, com a distribuição de cestas bdsl 
cas de alimentos, cobertores, encamt­ 
nhanentos médicos para Canpo Grande , 
passagens para carentes, dVlanentos - 
de Recetas, enxovais para recér-nas­ 
cldos, Registros de :--,sebento, ôbito;,etc. 
Projeto Escola da Vi­ 
da - O Projeto Escola da 
Vida, também implantado 
pelo Fundo de Ação Soci­ 
al de Bela Vista, tem 
como Coordenadora a Sra. 
Epher Elias, trabalha dI 
retamente com 36 adoles­ 
centes, divididos em do­ 
is períodos, oferecendo 
a eles orientacào esco-­ 
lar e cursos profissiona 
lizantes, além de acopa 
nhamento médico e odonto 
lógico, refeições balan:: 
ceadas e ricas em proteí 
nas e ingredientes indis 
pensáveis para o perfei­ 
to desenvolvimento dos 
Jovens. O Projeto Escola 
r · 
A maioria das rou as e enxovais soo confe~~ionad;s 
·' 
►1 
N 
a a ..- .- 
Ka.is de 500 idosos c:sdastrados são atendidos pelo Projeto F..speranca, man- ... e ostcriormcnte 
uaG p.o nua a AG sai ã si vi, 	aessa taisac 
/ 
ela Primeira Daa 
... 
ela PRONAV Hunici al ... 
_} 
do Vida possuem em seu - P-ara a Presidente Executiva do FAS - I Daa Olga Zacarias - _ 
quadro seis instrutores, •senvolvidas pelo Fundo de Acao Social, alem de ser f i s as acoes de - 
que trabalham diretamen~ são fundamentais para a nossa população devido 
O e:- eitas com muito prazer, 
l 
_J 	- 	enc a e a pobre d 
te com os ado escentes -. de parte ~as fa=lias que compoec a comunidade belnvistense. ,. za e ra 
catriculados; • tu~o de nos para que o nosso povo seja bec assistido e t EScanos dand~ 
j A 1 
- 	• s.aos ser:pre b do 
Pro eto ca,anto - recursos nas promoçoes e eventos diversos e contaos taz 	usc:an 
Sob a coordenação d.a Sra apoio do Prefeito Abraão Zacarias, que não mede esforços em com 
O 
irnport.aote 
Marieida Lino, o Proje- sa forma acreditamos que t=bém estartos colaborando para parda nos ajudar, des 
- - 	- 
0 
esenvolvi-ento d; 
to Acalanto e responsa - ncssa cidade, pois o cidadao bem assistido produz muito caís" d - • 
vel pelo atendimento de melra Dama à nossa reportagem. 	estacou a Pri- 
(CONTINUA ~ PÃGINA - 07)

D!M 10 11O 
Bela Vista Yive Novos Tem 
,, ,, 
Estadia de Roupa Nava 
Num demonstraçao de reconhecimen­ 
to pelo trabalho que vem sendo reli­ 
ado pela La Esportiva lelavfuten - 
se, à frente das atividade esporti - 
vis da Idade, a Prefeitura MunfeI 
l, ±sob a ado e a inicfatlva do 
Prefeito Abra@o Zacarias, está sendo 
realizada no Estádfo Municipal otãv1o 
Fontoura uma pintura geral em todas - 
as suas dependnclas, além dons repa - 
ros erals necensir los aquela próprie 
dade munifpal. 	- 
. .s 
< 
-' 
.. , 	.... - 
a 
i « 	tu• 	'a. 	• 
Estádio Municipal Otávio Fontoura,"roupa" nova _P-nra....Q..J!!livcrsário da 
cldadc 
A atenção do Prefeito Abraão ao Prefeito nessa área foL reativar a 
desporto da cidade tem sido uma cons- CME - Comissão Municipal de Esportes. 
tante durante o período da sua gestão, Desta vez, não somente as ruas e 
que encontra respaldo no dinâmico tra praças da cidade estarão de roupa no­ 
balho dos dirigentes esportivos da ·cI va para a data magna do Município , 
dade, que colocam hoje Bela Vista co- mas também os desportistas estão sen­ 
mo exemplo perante as demais cidades do agraciados com uma remodelagem to­ 
do interior do Estado de Mato Grosso tal na sua principal casa de espetá~u 
do Sul. Uma das primeiras ações do los, o Estádio Otávio Fontoura. 
Casas Populares para as 
familias de baixa renda 
Construído em parceria com o GoveE 
no do Estado, mas cabendo à Prefeitu­ 
ra Municipal aproximadamente 707 dos 
custos de cada unidade llabi tacional , 
as casas do Programa de Desfavelamen­ 
to de Bela Vista encontram-se em fase 
bastante adiantada, graças, a determi 
nação do Prefeito Abraão Zacarias e 
não paralisar os serviços, mesmo en 
frentando sérias dificuldades finan - 
ceiras. 
A intenção do Prefeito era fazer 
a entrega das primeiras 100 casas as 
fai:úlias ·de baixa renda, neste dia 
20 ae julho, data do aniversário da 
Cidade, mas devido as constantes chu­ 
as que cairam sobre a cidade nao 
foi possível a conclusão dos serviços 
das últimas 25 unidades, que estão em 
fase final de construção. Dotado de 
toda infra-estrutura básica, como á - 
gua e luz, localizado em área nobre - 
do Bairro Água Doce e há menos de du­ 
zentos metros da Escola Municipal Pe 
dro Ajala, o Conjunto Habitacional o­ 
ferecerá ainda aos seus moradores, to 
das famílias de baixa renda, cadastra­ 
das e selecionadas por uma comissão - 
composta por membros de entidades da 
cidade, diversas outras facilidades , 
como a aquisição de produtos agríco - 
las produzidos no próprio Bairro, lei 
te, carne, e outros gêneros alimentí-: 
cios, vindos direto da fonte produto­ 
ra, ou sejam, os pequenos produtores e 
chacareiros do Bairro. 
do Programa de Desfavcl.amento já estão prontas 
A conclusão das 100 casas esta prevista para a 
mo me 
primeira quinzena do pr@xi 
cidos pela sorte e os mal carentes - 
as, mesmo enfrentando sérias dificul- do nosso Município, rcc~bernm gratui­ 
dades financeiras, não permitiu que a tamente um teto para nbrig..ire;,, blJ,JS - 
construção das casas do Programa de famílias. 
Desfavelamento fossem paralisadas por Importante ressaltar que a constru 
um instante sequer. Segundo informa - ção das casas do Programa de Desfave- 
çÕes da Assessoria do Prefeito, no lamento vim sendo coordenada direta - 
próximo mês de agosto as primeiras mente pela Secretaria Municipal dt> 0- 
100 casas, de um total de 200 prometi bras, comandada pelo dinâmico e efi - 
das pelo Governo do Estado, deverão ciente Secretárfo Nélfo Dfórlo. Além 
estarem sendo entregues às famílias - dessa importante obra, inúmeras foram 
de baixa renda da nossa cidade, um fa as atividades da Secretaria Municipal 
to que reveste-se de uma importância- de Viação, Obras e Serviços PÚblicor,, 
toda especial, pois nunca, em nenhuma desde o início da Adninlstração Novos 
outra Administração, os menos favore- Tempos. 
Publicamos abaixo, um relatório das principais atividades e serviços de - 
senvolvidos pel.a Secretaria, onde mostramos um pouco do que foi feito nesGcLJ 
primeiros 18 meses de Administração Novos Tempos, CDn{iram: 
SETOR URBANO: 
Tan:ibém o terren.o onde estão Sendo 
;dificadas as casas do Pr'ograma de 
esfavelamento, foi adquirido com re­ 
ursos próprios da Prefeitura Munici­ 
F'· que procedeu toda a 1impesa e 
Tuaento, além de empregar na cons­ 
rução das casas mão-de-obra genuina­ 
ent 
80 
e belavistense, gerando mais de 
T e,npregos d ire tos em nosso cidade. 
ebé a aquisição de materiais esta 
'•r.do feita quase que totalmente no 
·comércio local, como madeiramento, ti 
jolos e diversos outros materiais ne­ 
cessãrios à cosnrução das casas, fa­ 
to que representa ainda o cumprimento 
de mais um compromisso de campanha do 
Prefeito Municipal, que pregava a 
construção de casas populares· para as 
famílias de baixa renda da nossa cida 
de. A geração de empregos e apoio a~ 
comércio local. Foi por todos esses 
motivos que o Prefeito Abraão Zacari- 
Coleta diária de lixo urbano com implantação de novos depósitos retirando 
o lixão da margem do Córrego Candelão, evitando assim maior contaminação da­ 
quele córrego e consequentemente do meio ambiente; 
Manutenção das ruas dos Bairros não asfaltadas, com patrolamentos, casca­ 
lhamento e colocação de tubos de escoamento de água pluviais; 
Limpeza manual das ruas com roçadas dos passeios públicos e terrenos bal- 
dios; 
Limpeza periódica das valetas de escoamento de águas pluviais; 
Operação "tapa-buracos" das ruas asfaltadas já na terceira execuçao; 
Aplicação de lama asfáltica na parçe pavimentada da cidade entre a Aveni- 
da Teodoro Sativa e Rio Apa; 
Fabricação dos meios-fios, depositados na fábrica de tubos para implanta­ 
ção nas ruas asfaltadas no Bairro Antonio João, prontos para serem colocadas; 
Fornecimento de 63 (sessenta e três) carneiras gratuitas para sepultamento 
de carentes; 
Conservação de páteos dos Colégios Municipais, Estaduais e demais reparti 
çÕes públicas; 
Roçadas periódica do Aeroporto Municipal; 
Manutenção e limpezas dos cemitérios municipais; 
Apoio ao SAAE, para expansões das rede de água da cidade com abertura de 
valetas executados por uma máquina Retro-Escavadeira da Prefeitura; 
Apoio total aos Assentados da Barra do Itá com transportes divrersos e 
uma vez por semana Ônibus para transporte de passageiros com passagens subst 
diadas; 
Instalação da feira com fornecimento de 
tes do Distrito de Nossa Senhora de Fátima 
dutos; 
Transportes dos alunos do período noturno do Bairro Água Doce para 
Colégios da Cidade; 
Implantação da linha de Ônibus na Caieira, ua vez por semana; 
Llmpeza e apoio ao Parque de Exposiçoes nas festividades anuais· 
Apoio total na construção do novo prédio da Ciretran, com aterro e trans­ 
portes de pedras do Calcário Itamarati; 
Aterro do terreno 'para construção da sede do Sindicato dos Professores de 
Bela VIsta e mão-de-obra para construção; 
Atendimento ao pÜblico· com fornecimento de mais de Q.000 caminhões de a­ 
terros, areias e saibro; 
Abastecimento total da Olaria da Associação do Água Doce, con forneciren­ 
to de barro e lenha; 
Apoio à todas as festividades culturais com construção de barracas, ilumi 
nações e transportes; 
Aterro do terreno onde está sendo construído o Colégio Instituto de Educa 
ção de Bela Vista, com 650 viagens de terra; 
Construções de quebra-molas e as devidas sinalizaçÕes nas ruas asfaltadas 
da cidade,.atendendo reivindicações dos oradores; 
bancas e transportes dos feiran - 
para comercialização de seus pro- 
os 
ESTRADAS VICINAIS 
Fazenda Xerez, com levantamento, cascalhamento e tubulações de águas plu- 
viais com extensão de 14 km; 
Alto Sapucaia, com cascalhÍÚcento e patrolamento numa extensão de 08 km; 
Água Amarela ao Posto Estrelinha, em consórcio com o Dersul· 
Fazenda Panorama, Morr-fnho e Santana do Apa, co patrolaento, numa ex - 
tensão de 12 km; 
Fazenda Retângulo e São José, com patrolame.nto, :;uma extensão de 07 km; 
Fazenda Priavera, com cascalhamento e recuperaçao do aterro de acesso 
numa extensão de 02 km; 
Fazenda Vista Alegre, com cascalhaento e patrolamento, numa extensão de 
08 k; 
Fazenda Santa Eufrãsia, com cascalhaento, patrolamento e colocação de 
tubos, numa extensão de 42 k; 
Fazenda Formosa e Cabrito, co cascalharento, patrolamento e colocações - 
de tubos cem extensão de 10km; 
Fazenda Recreio, con cascalhanento e patrolamento de 06 k:; 
(CONTINUA 1 5·

ela Vista Vive 
Ho [ !toe 
«d+ tra 
tentos, oloa 
t,oe de tubo e patrola 
veto da e trada d, 'poI-­ 
}sua'', tom 1 Km, de ex· 
tento; 
t,, «lamento, coloca 
0es de tu!os e patrola - 
meto de,truda Manta Leo 
poldlna, com 13 K; 
Ca +nlhamentoe patro 
lamento da entrada da Fa­ 
renda Laranja Doce, com 
tenso de l,5 Km; 
at rolamento da estra­ 
ds da Fazenda Sio Sebast l 
o da Várzea, com exten - 
o de 06 Kms; 
i'nltolnntc·nto dn cntrn­ 
da do retiro da Fazenda 
Conta Peron, com extenso 
de 04 Kms; 	Secretirlo Municipal de Obras Néllo Dfórfo, multa 
Patrolamento de parte coinna Já foi felta em 18 meses de adminitraçao 
da estrada da Fazenda Se- 
r lerna; 
Cascalhamento de parte dn estrada da Fazenda Oriental; 
Correção dn estrada da Fazenda Santa Eliza, com aproximadamente 02 Kms; 
Pat rolamento da estrada da Fazenda Burra, com extensão de 06 Kms; 
Patrolamento, cascalhamento e colocações de bueiros nu estrada da Pirapo- 
ca e parte do Distrito Nossa Senhora de Fátima, com extensão de 10 Kms; 
Recuperação da estrada da aldeia indígena Piraqui, com colocação de buei­ 
ros; 
Através desse trabalho de recupernçÜo, manutensÜo e conservação das estrn 
das vlcinnis, forllJII beneficiados diretamente mais de 100 propriedades rura - 
is, num total de 210 quilômetros de estradas atendidas pelas máqul'nas e equ_! 
po:nc.otos da Prefeitura Municipnl
1
.t 
PONTES CONSTRU!DAS E REFORMADAS 
A Prefeitura MunlcIpal de Bela V!s 
ta deu inflo tabém, na segunda q In 
ma do ms de ma!o, a execução do 
"Pro}eto Bandeirante", com o objetivo 
de levar à todos os bairros e per!fe­ 
rfa da cidsde, d[versos serviços e a­ 
ç0s, dentro de uma meta elaborada pe­ 
la administração abraio Zacarias, que 
visa atender à todas as comunfdade de 
acordo com uma ordem de prioridades 
estabelecidas pelos proprios mordo - 
res de cada reglão da cidade. 
Os primeiros três bairros a serem 
beneficiados pelo Projeto Bandeirante 
foram o Esp[rito Santo, Itaveri e Cla 
os 
Construção da 
rurais; 
Re f arma 
ponte sobre o córrego sapucai, em parceria com proprietári- 
rais; 
Reforma da ponte sobre o córrego "Dama-Cuê", em parceria com proprietári- 
da ponte sobre o córrego Itá, em parceria com os proprietários r~ 
os rurais; 
Construção da ponte sobre o córrego "Cabrito", 
MANUTENÇÃO DOS PR.f:DIOS POBLICOS MUNICIPAIS 
Refonna do 
Reforma do 
sa Senhora de 
Reforma do 
Reforma do 
Reforma do 
Reforma do 
Reforma do 
Reforma do 
prédio do Posto de Saúde do 
Colégio Municipal Marcondes 
Fátima; 
colégio 
Colégio 
Colégio 
Colégio 
Colégio 
Colégio 
Distrito Nossa Senhora de Fátima; 
Nunes de Miranda, no Distrito Nos- 
Municipal Irmã Hildergard, no Distrito de "Dama-Cuê"; 
Municipal Pedro Ajala, no bairro /igua Doce; 
Piraquá, na aldeia Piraquá; 
Santo Antonio, no Distrito das Caleiras; 
Municipal Perpétuo Socorro, no centro da cidade· 
Estadual de Ig 2g Graus Ester Silva, no centro da ci 
d ade; 
Reforma da casa do zelador no Colégio Municipal são Geraldo, no bairro li- 
gua Doce; 
Recuperação da rede hidráulica do Colégio São Patrício, no bairro da Can­ 
cha; 
Instalação da rede elétrica do Colégio Marechal Rondão, no distrito de Nos 
sa Senhora de Íátima; 
Reforma geral do Estád.io Municipal Octávio Fontoura (em andamento); 
Reforma da cobertura do Paço Municipal e de parte do prédio, com troca de 
parte do madeiramento, substituição total do telhado, troca do piso em grane 
lite, pintura nova, substituição completa das redes elétrica, hidráulica ~ 
do forro da parte superior; 
Substituição do aparelho retransmissor do Canal 13 (TV BANDEIRANTES) e ma 
nutensão nos demais canais de televisão de nossa cidade· 
Reforma da Praça Alvaro Mascarenhas, com pinturas e iluminação moderna; 
Nova iluminação do monumento da Avenida Teodoro Sativa, acesso à Bella 
Vista Paraguai; 
Reforma do prédio da Biblioteca Municipal; 
Reforma do prédio da Associação de Moradores da Baixada Corinthiana; 
Reforma do Cemitério de Água Doce; 
Reforma do prédio em frente à Praça Alvaro Mascarenhas, para instalação da 
Escola da Vida; 
Refonna da casa do Zelador do Aeroporto Municipal; 
Reforma do prédio da Secretaria Municipal de Obras; 
~oastru~ão de galpão para a Secretaria de Ação Social, destinado à insta­ 
laçao da Fabrida de Urna Funeraria, para atendimento às pessoas mais carentes. 
Fornecimento de material de pintura, para o muro do colégio estadual Cas­ 
telo Branco; 
Reforma do prédio da Associação de Moradores do conjunto Dr. Ely de Arau­ 
•jo Barbosa, onde funciona a Creche Irma Angelina; 
Reforma do prédio da Associação do bairro Espírito.Santo, onde funciona a 
creche do bairro; 
Reforma do prédio da creche "Brinco e Aprendo"; 
Reforma do predio da Associação de Moradores do bairro Costa e Silva, on­ 
de funciona a creche Zulmira Ossuna; 
Reforma da lavanderia pública do bairro das Primaveras; 
Reforma do prédio da barreira policial sobre o córrego Estrelinha, na rO- 
dovia Bela Vista/Antonio·Joao; 	• 
Reforra do prédio antigo da TELEMAT, entregue à Associação de Moradores do 
bairro Vila Nova; 
Reforma do prédio da ASPUB - Associação de Servidores PÜblicosttinicipais; 
Refonna do colegio municipal Clotilde de Castro Pinto, no bairro Espírito 
Santo; CASAS POPULARES PARA FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA 
A administraçao municipal, através da Secretaria 'Municipal de Obras, pres 
teu importante apoio aos moradores do conjunto residencial Erva Mate, na re­ 
cuperação dos telhados que foram destruídos por vendaval alguns meses atrás. 
Na construção das Casas popularesdoPrograadeDesfaelamento, través de 
conviê,nio CO!!I o Governo do Estado, cabe à Prfeitura Municipal o custo de 707 
do valor da cbra, alê da aquisição do terreno. A mão-de-obra é totalmente de 
profission':is da cid.ade, so:nando mais de 80 empregos diretos, também o comér 
tio locnl <' valorizado com a aquisição dos materiais necessários à obra. 
ovos Tempo 
Projeto Bandeirante leva 
Benefícios a Centenas de 
Moradores- dos Bairros 
rao da Lua, loalis! tso da 
lonameento da Avenida Teadoro sat! 
que reebera diversos 
cascalhento, patrol 
II:pesa d vala para o 
áua pluvials, abertats de «­ 
terro de terrenos para os aradores 
que pr tendiam construir, abertura de 
valas para a expensão da rede d iua 
executada pelo SAAE, colocação de bu­ 
eIros em vir!as cabeceiras derus, a 
cIlItando o escoamento das áuas que 
anteriormente Invadfam as restdn! s 
nos dias de chuva, além de provocarem 
valas e buracos no leito das ruas. 
O Projeto Bandeirante levou diversos benefícios nos bairros Espírito Santo, 
Itaverâ e Clarão da Lun". 
TODOS OS DEPARTAMENTOS DA PREFEITURA 
- ,.J·- 
"A •. 
PARTICIPAM DO PROJETO BANDEIRANTE 
Durante a execução do Projeto Ban­ 
deirante nos bairro Espírito Santo, I 
taverá e Clarão da, Lua, houve a parti 
cipação de todas as Secretarias e de= 
partamentos da Prefeitura Municipal. 
Na área de saúde, por exemplo, fo­ 
ram atendidas mais de 300 pessoas com 
consultas, fornecimento de medicamen­ 
tos e encaminhamentos diversos, quase 
100 receberall' atendimento clínico o­ 
dontológico. Uma equipe da Secretaria 
Municipal de Educação relizou visitas 
à várias residências onde segundo le­ 
vantamentos feitos anteriormente, e­ 
xistiam crianças em idade escolar que 
não estavam frequentando a escola, sen 
do feita a devida orientação e enca­ 
minhamentos; A Secretaria de Proc,oção 
Social foi responsável, entre outros 
serviços, pela viabilização de docu­ 
mentos pessoais, como certidões de 
nascimentos, títulos de eleitore e 
carteiras de identidade, ações que ti 
veram o total apoio do cartório elei 
Coral da nossa cidade, cartório do i1? 
ofício e Delegacia de Polícia de Be­ 
la Vista. No total mais de 150 pess2 
as foram beneficiadas pelo forneci - 
mento de documentos, com as respecti 
vas taxas e custos sendo totalrente 
custeadas pela Prefeitura Municipal. 
DESCONTO PARA PAGAMENTO DE IMPOSTOS E PARTICIPAÇÃO IMPORTANTE DO SAE 
No ãmbito da Secretaria de Fazenda 
foramdetectados durante a execução do 
Projeto Bandeirante, cerca de 130 con 
tribuintes em débito com os cofres da 
Prefeitura Municipal. Sensível ao fa­ 
to de que a maioria desses contribuin 
tes tratavam-se de pessoas de baixa re 
da, o Prefeito Abraão Zacarias conce­ 
deu de imediato um deconto de 50% no 
valor dos impostos em· atraso que fos­ 
se quitados até o final do mês de ma­ 
io. A iniciativa foi tão acertada que 
dentro do prazo, quase que a totaLida 
de dos impostos devidos à Prefeitura~ 
foram recolhidos aos cofres públicos 
municipais. 
O SME -Serviço. autônomo de Àgua e 
_Esgotos, também participou diretamen­ 
te do Projeto Bandeirante e emprestou 
importante apoio levando inúmeros be­ 
nefícios aos moradores dos três bair­ 
ros, como expansão da rede de água, 
'ligações domiciliares, ligação para a 
horta comunitária do bairro.Esp{rito 
Santo, substituição de registros, cg 
tovelos e torneiras com defeitos oas 
residências, etc ... 
Após a execução dos diversos ser­ 
viços levados pela Prefeitura Munici 
pal, através do Projeto Bandeirante, 
houve umaºparalisação nos trabalhos 
devido as fortes e constantes chuvas 
que cairam sobre a cidade, esses seI 
viços foram posterioni,ente reinicia­ 
dos pelos bairros Planalto I e II e 
oa Vista, embora em ritmo bem mais 
lento devido a necessidade dos equi~ 
pamentos e homens dà Secretaria Mu"i 
cipal de Obras serem deslocados para 
os serviços de preparação da cidade 
para o seu ianiversário e realização 
da 23~ EXPOBEL. Tão logo passem es­ 
sas-festividades, o Projeto Ban2dei - 
rante deverá. ser reiniciado com for­ 
ça total, abrangendo os dena!s bair­ 
ros e periferia da cidade. 
Apreparacão da cidade para o seu aniversario incluiu a operacão "tapa-burz 
cos", limpesa das ruas, pintura de meio-fios, patrolamentos, etc'.'.

TERCEIRO CIDE 
yJNML, 'T!HUNA DA 
Rotary em Ação li 
• 
- "SEJA MICO" 
Infor111ativo do Hotary Club de nela Vista- Reunião as sexta feiras- Fone: (067)-_49-_1772 
JIBUNIÃO DIA 1 
registramos an prcuonçau doo ociguintcu 
coirr,.nhciro:J e companhoiran: Ivaldo,Rahal, 
~du,1rdo, 'J'iki, Villauanti, Renato Cezar , 
f.Í:J'lio, 1-'lavio, /zaléa , Garibnlt.li, Cachi­ 
tO, colouto, Ivan, lvolino, Claudio, Mura­ 
o, Edernei, Marco, Solirnon, Roberval e Ge 
ardo. 	- 
I 
HIRINS 
Juninho Rahal e Cassiano(filhos do Ra­ 
hal e do Cássio). 
PRO'fOCOLO 
8duacdo saudou os aniversariantes da se 
oana, enfocou as datas comemorativas, lem­ 
brando da Revolução Francesa, marco da Li­ 
berdade, através da filosofia de Rousseau 
e outros vultos da hist6ria. Falou ares­ 
peito da liberdade e da democracia. Citou 
o aniversário da companheira Azaléa e a co 
;;emoracão dia 20 do DIA DO AMIGO, lembran 
do que o lema do RI para este ano rotário - 
é SEJA AMIGO. 
SECRETARIA 
Luiz Carlos Rahal leu a ata da reunião 
anterior, correspondências e deu andamento 
à reunião. 
PALESTRA 
O palestrante da noite foi Marco Rondon, 
que falou a respeito da Politica, de Bela 
Vista hoje e amanhã, Desafios. Publicamos 
a integra da palestra. 
» 
---- 
.., 
.. < 
e 
'  
~ 
Vereador Marco Rondon 
Presidente 
Companheiros 
1-migos, ' 
Estamos no âmbito da politica, consta­ 
ando sensiveis e significat3vas mudanças 
S nosso País, sendo 'que o pleno e ideal - 
~tstcma-prático, só conseguiremos as cus- 
s do várias eleições. • 
Democracia, 
Eleições Diretas, 
Constituição, 
P:rivatizaçõc,;, 
Cl?I, 
CtUJ!JtlÇÔC!J, 
'Tudo ão nada mais, nada menos quo ro­ 
flexor; de uma rcvoluçio na poJ itica brasi 
lcira, onde a formação da opinião públlcn 
é estimulada, fazendo COM que a massa, a­ 
corde para um outro pcpcl, o de partici­ 
par. Manifestar seu pensamento publicamen 
te, sem medo e sem .llnc-nimato. - 
Apesar disso, aindR hoje no Brasil,urna 
grande parcela, vive ~oba impoaição psi­ 
culõgica e financeira, quando de uma Cam­ 
panha Eleitoral, dos caciques do Poder. 
- A comprn do voto, 
- A influência do 1 udio e da televisão, 
- A fascinação popular diante dos ti- 
pos carismáticos, daqneles que chamamos - 
de "atores politicos", ligados a um pro­ 
blema maior que é a falta de instrução; 
contribuem para que haja uma total manipu 
lação do eleitorado. 	- 
Infelizmente estas são as atitudes, os 
valores, as aspirações, e o comportamento 
político de uma categoria social, que vem 
crescendo, sabemos disso e que é a que - 
decide as eleições, desde as de vereador 
até as de Presidente ca República. 
Essa situação, sur~ida a partir da Se­ 
gunda Guerra Mundial,. deveu-se pela cria 
cão de um novo estado, o Estado do Rem-Es 
tar Social, onde a maioria dos paises,pas 
saram a investir mais em previdência, ha­ 
bitacão, etc.; procuré'Jldo assegurar um pa 
drão mínimo de vida ao cidadão mais caren 
te. 	- 
Só que no Brasil, esse serviço serviu 
para colaborar, de umc>. maneira geral, de­ 
vido a aplicação errada, com a dependên­ 
cia da população nos ~ervices paternalis­ 
tas e monopolizadores do Governo. Essa me 
dida, nunca acabará com o problema, pois­ 
ameniza somente os efeitos e não as cau­ 
sas dos desajustes sociais. 
Mas tudo isso é umé'. questão mais ampla, 
que acreditamos, com o desenvolvimento,sc 
rã , não eliminada, mas suavizada. - 
Como o Brasil é o pais doscontrastes e 
existem também exceçõ~s, temos graças a 
Deus, pessoas humildes,trabalhadoras e ho 
nestas, assim como políticos competentes: 
f NOSSO PAPEL ESSA CONSCIENTIZAÇÃO. 
Essa mudança de mentalidade surge a ní 
vel nacional, a exemplo d·o Ceará, que te: 
ve alternância de Governo, provando a 
não manipulação do voto por apenas dois' 
segmentos "rivais"- Mostrando com isso 
que, o surgimento de novas opções políti­ 
cas, é o caminho para franca e total li 
bcrdade de voto . 
O Rotary tem uma função importante em 
tddo esse processo, o de orientar, de for 
mar opiniões, de colaPorar para que a po­ 
pulação tenha consciência do voto. 
DEBATES 
O 'Presidente Ivaldo abriu os debates - 
sobre o tema, dizendo que o momento é 
oportuno para se debater a respeito de pg 
lítica, haja vista a eleição que se apro­ 
xima, quando elegeremos Presidente da Re­ 
pública, Governador, Deputados e Senado­ 
res. 
QUESTIONAMENTOS E POSIÇÕES 
Num clima sereno, altamente consciente, 
vários companheiros fjzeram uso da pala- 
vra, questionando, perguntando e omitindo 
conceitos e opiniãos. 
Falaram Robervl, Azaléa , Vi1lasanti , 
Cachito, Hrrna!:.o Cc.rnr, G11rib,.1ldi 1.: tv·tldn. 
CONCEI'l'0'.1 
-------- 
Digno d e registro o s 	c o n c	i t o 
pelos companheiros, abord ndo u 
tão. conflitante CO'.!1O ., pol.í 
dar política particl<irii, • , 
ca como filosofia. J,,z..;l:'.?" ,: L. 
cão política deve cor.•eçar :; , ,Vt.:1tuu• 
colégios, através dos prof0s oro, r 
di falou a respeito da postur do pol.t! 
o da arte de administrar. Rr! to C - 
vicias dos políticos, <lo '-..:rn,11 í..:;.10, ...... 
desvios da política naci.on'll .'''chilo ,·, 
honradez, da nobreza do polr•_j,·o co:-a .:.u ,1 
e das contradições da juvcnt~dc a rcsp0lto 
da político e dos políticos. Vlllns nti - 
também criticou posturas e pouicionareen­ 
tos. Ivaldo a respeito da militância e da 
formação de quadros jovens nos partidos . 
Roberval a respeito de como julgar um bom 
administrador, UJ:1 bom prefeito. Marco f - 
chou com chave de ouro, falando a respeito 
da renovação na política nunicipal e cstE­ 
dual,comentando que os líderes são sempre 
os mesmos num rodizio de poder que cansa 
o povo. 
# 
FOI UMA REUNIÃO 
Altamente positiva, conclamando os rota 
rianos e rotarianas a colaborarem, na co­ 
munidade, para a formação de uma consciên­ 
cia política e resgate da cidadania. 
A PRÓXIMA REUNIÃO 
Será no Restaurante do Hospital, na Ex­ 
p~bel, lembrando que os companheiros podc­ 
rao levar sua esposas. AE despesas dcverãc 
ser pagas no ato. 
Rilley R. CunhA• 
Como eu, um pequeno feto dentro de teu corpo,! 
poderei lutar contra sua vontade de me t!rar . 
vida. 
Sei que fui um erro, pois perceb! que voce - 1 
nunca me amou, mas voce recebeu cc:. ílu:':l D:!v!r.c.: 
por isso eu estou aqui. 
Me ame! Eu sã quero carinho e proteção, vou 
te trazer alegria e te mostrar co~o é boo viver! 
}1e dê uma chance; se voce me matar, eu nunca 
poderei ver, ouvir, sentir, ou 2 0 se7:r te 
ver. 
Mãe me perdoe! Eu sã quero viver' Tenho es" , 
d irei to! 
Voce pode me sentir, ec ~stcu cr~scendo, tn­ 
gordando, serei um nenê sadio. 
Às vezes que te chuto ?ão ii pa,a te !:'2chuc"r, / 
é para voce ver que eu existo e e~ccu dentro de , 
voce. 	, 
Mãe,eu te amo! 
Não tome uma decisão irreversivel, irei mor­ 
_rer mas sempre estarei te olhando lá do Céu e pe 
direi para o Papai do Céu te perdoar. Porque eu­ 
te perdoei! ! ! 
O Clube dos meus Sonhos 
Ednito So.ir<z, do Rot.iry Club de fort.ilcza, CE(Dlst.4490) 
t; :~u ~os que ..ic:rcdlta.:o que sc.cpre é possivel c:e.lhor.1.r e, c:ori:o 
tl_e,_.~~:sta contu:naz, tarnbér.l al::c.jo atingir pata.mares bc.-ra !:'.nis 
Q,d, ecomece! a sonhar coo gostaria que fosse o nosso - 
4.""grta rutto toa que o "trafego" das Avenidas de Serviço 
·ao Intenso, tão pleno de realizações, que o Presidente 
t," co dtteuldades para copattbilizar as datas e horários 
"Ycros eventos. 
"7 que os copanhe!ros liasse uns para os outros, atê es­ 
:?eru assunto especifico para tratar, sê para saber 
_ 'das coisas"... 
"e as Das Rotártas fosse u!to gias entre si, prg 
<y. reuntes beneficentes co frequencia e atividades so 
,Casa da A=izade. 
t.,e ena todo es feriados 	longos, houvesse_una 
não para una cidade próxima onde prooverLaos interci- 
•· blo cem outros Rot:nry Clubs. -- 
E- Que nas férl.ls u grande grupo do clube fizesse uon 
vLage ao c.xtcrior onde manter[aros uma parceria cor ua clu­ 
be co-lrniio. 
F- Que quando houvesse urn cve.nto socl..nl ou a.rt-f.stlco n.:i cl­ 
dade, un grupo de cc::ipn.nhclros ·c.c:nbln.issc, co□prass.c .lll.t~ os 
ingressos e fosse assisti--1o Juntos. 
G- Que tal un Jantar, sábado à noite, teso se ser parte - 
da programação do clube, só pelo prazer de estaros juntos ? 
r U."!:ü ''h.:ippy hour" .,o c.:Jir da tarde de sc...,tn-fe.ira? 
H- Que t.odos os co::p:anhclros tc1cfon::assc.::i p.::!.r.1 os .anlvcrs-1- 
rl...:m.tc·s e os mais prõxros prorovesse: u "hlsky surpresa". 
1- Que o Clube adotasse ua cozunidade carente e, en cnJu 
to, anlisasse tudo o que poderia ser feito en seu 
favor. E... realizasse. À 
J- Que os Bolctln-n e a "Rc-v-istn itotárta" foss□cfctiv~ 
te lides e comentados. 
K - Que, co c..,d~ reunião do Clube, ,:i.tguns co::p.1:-:-hciros per- 
suntas::;en ,;l:) presidente 	que tipo de. ajuda !e 
precisava. · · 
L- Que o clube divulgasse, na imprensa, as suas !nrers - 
;:1t.1vld.J.des p:n- .. 1 que. a comunidade pudesse ter a !age favor 
vel do Roury. 	• 	- 
!-!- Que houvesse u continuo Intercibfo co os cutros clu­ 
bes da cidade e, e alvas ocastões , ua prorara;ão e cg 
Junto para que nos conhecêsseos e fosse apliato o carpa.e!­ 
r!szo interclubes. 
N- Que os capanhe!ros co baixo nível de frequência fosse 
visitados e rotivadas a participar coaras assitu!date das atf 
vid.'lc!Cti do clu!)e:, 	- 
O- Que os responsáveis pelo B9let1 tivesse dIffcu!4ade er: 
elatcri-lo pelo excessivo nürero de artizos, nforações rozG­ 
rias, p1a4as, etc., entregues pelos demais capanhe!rs. 
E vsce copunheira gostaria que o Jtl:J'?ARl" ·aJJ.11 DB: tDRLl.EZA 
foste asl? Depende G de voce. D a su opIn!o. 
E o te Bela Vista?

.IRA - 11,, 
COMO f UNCIONA O PUXA-SACO. MOO EH O 
A hierarquia, tal 
com conhecemos e a­ 
plicamos, é um arti 
icio que foi criado 
para dar condiçoen - 
de poucos mandar em 
.ore muitos,Ela não 
ó um esquema criado 
para gerar produtivl 
dade. 
Nos queixamos de 
que poder Íamos estar 
produzindo muito - 
mais do que produzi­ 
mo o não consumimos, 
Além de não ser - 
um esquema próprio , 
adequado, a hierar­ 
quia acabou se tor­ 
nando absolutamente 
necessária para to­ 
dos nós,e nos apeqanos 
tanto a ela que nenhum 
de nós é capaz de i 
maginar uma empresa 
sem a sua existên­ 
cia. 
Mas ela, como tu­ 
do o mais que existe, 
não tem apenas qua­ 
lidades; tem também 
deficiências e sobre 
estas nós já nos re­ 
ferimos várias e mui 
tas vezes. Vamos agg 
ra tratar de um dos 
seus aspectos negat 
vos; ou seja: "Que - 
tipo de relações pes 
soa-a-pessoa a hie­ 
rarquia coloca no 
nosso ambiente". 
teu, ao e despedir 
dele, diga: "Se e­ 
pirrar esta noite 
saúde, chefe". 
Sem culpas- 12-1fal­ 
fador que »e preze 
nunca se sente cul­ 
pado. 
13- Quando seu 
chefe perguntar se 
voce fuma,responda : 
"gim, mas se 0 »r. 
quiucr ou deixo". 
O ODJETIVO 
DO ARTIGO E 
TRATAR DOS 
ASPECTOS 
NEGATIVOS 
DA 
HIERARQUIA 
14- Se ele lhe 
perguntar que .horas 
são, responda:·" Que 
horas o sr.quer que 
seja, chefe? 
15- Se ele dis­ 
ser que os seus fi­ 
lhos são lindos, di­ 
qa: "São os seus che- 
", 
16- Lembre-ae se 
pro dos gostos dos - 
seus superiores. 
17- Não e queixe 
nunca d nada, nem - 
aça reivindicações. 
1B- Mant nha--se - 
mui o bem informado 
sobre tudo o que a­ 
contece na empresa 
man nha o chefe in­ 
formado. 
19- Leve sempre - 
só boas notícias pa­ 
ra ele; se houver al 
quma má deixe que ou 
tros <ligarr.. 
20- Elogie eempre 
o seu chefe, para o 
chefe e para a secrg 
tária dele. 
21- Informe o seu 
chefe sobre tudo o 
que descobrir, prin­ 
cipalmente os que 
concorrem com ele 
por uma promoção. 
22-- Assuma todas 
as tarefas que o des 
taquem perante o 
seus superiores. 
23- Apresente-se 
como voluntário para 
resolver um problema 
fts confissões que 
Por: Antonio Puga-E 
kabe Press 
Para cima e para bai 
xo- Ela faz com que 
todos nós tenhamos - 
três comportamentos 
bãsicos: 
A-Para cima: "Pu­ 
x1mOs O saco". 
B- Para os lados: 
"Damos cotoveladas". 
C- Para baixo:"Pi 
samos". 
só que agora evo­ 
luimos e não estamos sucesso e corre o 
mais puxando,mas sim: risco de vi~ar sêrie 
~Afalfando". f: muito para a televisão. 
mais delicado e mais Mas isso tem uma 
correto. Quem nunca explicação. 
afalfou que jogue a Em um badalado co 
primeira pedra. quetel no bar Mistu- 
Registramos 28 i- ra Fina- Zona Sul do 
déias de como setor Rio- Domingo de Oli- 
nar um "Eficiente veira Maitê Proença, 
Eficaz Afalfador": Cacá Mourthé, Frisei 
l- Aprenda o esti la Rosenbaum, Dino - 
lo dele escrever e Menaschhe, Clarice - 
copie. 	Niskier e Clarisse - 
2- Só emita qual- Derzié lançaram o li 
vro Confissões das - 
quer opinião depois 
de saber qual é a de Mulheres de Trinta 
le. 	(Editora Objetiva) 
3- Se ele tem al- Mais do que um livro 
gum problema, resol- que reuniu confissões 
va-o imediatamente. de mulheres na faixa 
4- Faça com que etária dos 30 anos, 
ele 
O 
leve à reuni- a obra revela este - 
ões e almoços. ser tão especial que 
e; .. Aprimore as é mulher na melhor - 
suas qualidades para das idades. 
falar em público e Mas o projeto nas­ 
substitua-o nesta - ceu muito antes quan 
missão. . do uma outra peça: 
6- Sempre que ele fazia sucesso no Rio 
estiver presente eco e logo em seguida no 
nomize tudo o quanto restaurante do pais. 
puder para o departa Era o •confissões de 
mento dele. Adolescentes", escri 
7- Seja sempre ta pela filha do co- 
fiel e dê apoio pú- ordenador deste li­ 
blico a toda e qual- vro, o dramaturgo Do. 
quer ação dele. mingos de Oliveira • 
8- Sim,chefe,pois O texto da adolescen 
não, chefe. f: claro, te era baseado num: 
chefe. são os seus - diário dela, onde es 
m-.ndamentxis básicos. ta relatava seus te: 
9- Faça o que é mores, medos, aventu 
realmente importante rase experiências: 
para o seu chefe. "Era uma idéia to 
10- Faca o seu no- talmente original p@ 
me constar na maior gar os depoimentos: 
quantidade possível de atrizes ou que mo 
de grupos de traba- rassem no Rio. Haviã 
lho. 	a diferença de um 
11- Todas as noi- texto para o outro, 
Voce confidencia­ 
ria para alguém to­ 
dos os seus medos,an 
gustias, casos extra 
conjugais? E se ti: 
vesse 30 anos? Como 
revelar tudo que· a­ 
conteceu em sua vi­ 
da? Pois isto aconte 
ceu com quatro atri 
zes. Suas vivências­ 
transformaram-se num 
livro, numa peca de 
. 
Iraram 
já que em "Confissões 
de Adolescentes" o - 
ponto de partida ha­ 
via sido o diário de 
minha filha, e neste 
caso não havia diá­ 
rio, havia uma pro­ 
posta de pessoas que 
se propunham a falar 
de seus dramas pes­ 
soais", explica Do­ 
mingos de Oliveira. 
Durante quatro me 
ses ele conversou - 
com atrizes inteli­ 
gentes, vividas e 
que tinham em comum 
estar na faixa dos - 
30 anos. Para o coor 
denador, esta idade­ 
é ideal em toda mu­ 
lher. 
"Aos 30 anos a mu 
lher está mais madÜ 
ra, passou por uma 
série de transforma­ 
ções e está mais ex­ 
perimentada , não só 
da vida, mas do amor. 
E sabe fazer amor 
sem o fogo ãa adoles 
cêr.cia. Sentem mais­ 
prazer". Depois des­ 
ses meses de depoi­ 
mento Domingos de 
Oliveira põde consta 
tar que· a mulher in­ 
dependente de seu 
status ou situação - 
possui problemas co­ 
muns. 
Por mais que o 
ser humano seja soli 
tário, determinados­ 
padrões de sofrimen­ 
to são constantes em 
todos da espécie,são 
tão comuns que mesmo 
atrizes residentes - 
na Zona Sul do Rio - 
podem ter dificulda­ 
des iguais ou pareci 
das com a mais sim­ 
ples das mortais."Vo 
ce acaba vendo que: 
pode existir diferen­ 
ças economicas, mas 
certos dramas são i­ 
guais para as mulhe­ 
res". 
Esse despir das 
quatro atrizes aca­ 
bou por ser uma das 
pecas mais comenta­ 
das do Rio. 
Até porque o elen 
co inicial tinha umã 
ouvir e, no e­ 
cu ça nunca...haja o 
cue houver,ele es .á 
apre cer o. 
25- Sempre que »g 
rhar coloque o seu 
chefe no sonho, como 
rer.úi. 
26- Esteja sempre 
sua disposição pa­ 
ra ouvir tudo o que 
cle quiser dizer. 
27- De sempre a - 
impressão ao seu 
chefe de que voce l 
o melhor funcionário 
cue e 1 e tem. 
• 28. Resolva o& 
problemas antes que 
eles cheguem até ele, 
mas depois faça o im 
possível para que 
0lc fique sabendo 
por outros que foi 
voce quem resolveu - 
tudo. 
P.esponda- Agora que 
voce já aprendeu tu­ 
do direitinho respon 
c:ia: 
livro 
outra proposta,e car 
regava a experiênciã 
c'e cada uma. 
A modificação a­ 
conteceu quando Mai­ 
tê Proença foi convi 
dada para entrar nÕ 
elenco. Houve uma - 
revisão, o espetácu 
lo encolheu, sem per 
der a qualidade. 
Aliás, a identi­ 
cação entre o públi­ 
co e texto foi total. 
A surpresa só não 
foi maior porque o - 
particular quando vi 
ra comum, ou é expos 
to, faz sucesso. Es: 
le é o pensamento do 
coordenador, Domin­ 
gos de Oliveira. Es­ 
crecer é colocar o 
seu intimo,a sua vi­ 
a para todo mundo - 
ler ou ficar saben 
do". 
Talvez seja por - 
isso que tanta gente 
foi ao teatro saber 
o que acontecia com 
as atrizes, o qua e­ 
Jas teriam para para 
~xpor.Além de artistas 
cada un delas tinha _ 
uma vi.da privada.e esta 
varn pondo no palco suas 
intimidades à mostra não 
de umn terapeuta ou ami­ 
ga, mas a 200, 300 
pessoas. 
ENTREVISTAS CO AS 
ATRIZES- A VERDA- 
DE NO PALCO 
Cada urna das atri 
zes que participaram 
ca peça tiveram uma 
oportunidade única - 
de fazer algo dife­ 
rente de tudo aquilo 
que já tinham feito 
ro palco, no cinema 
ou TV. Contar a ver­ 
dade, a mais pura e 
cristalina verdade. 
1'.o seu jeito elas 
passaram quatro me­ 
~es convivendo uma 
com a outra , saben­ 
do que um dia suas - 
·verdades estar iam no 
dominio público. Tal 
vez nem tanto. Será­ 
que a cidade do Rio 
e agora o pais-elas 
pretendem excurs icnar 
- 
' 1 • 
A-Quem é a pessoa - 
mais importante para 
a sua produção? 
B-Quem é a causa 
das suas doenças psi 
cossomáticas? - 
e-Quem pode lhe da= 
tarefas que o faça - 
se destacar dos de- 
mulheres de 30 
incialmenle pelo no:-­ 
deste irão ficar co­ 
mentando em cada es­ 
quina o que se passou 
com o elenco? 
Possivelmente não. 
Afinal todo mundo,por 
algum momento , viven 
ciou ou vivenciará 
uma experiencia igual 
ou semelhante à delas. 
Segundo a atriz Pris­ 
cilla Rozembaum, foi 
uma experiência fan­ 
tástica. "Os depoimen 
tos foram interessan­ 
tese acabamos ficar­ 
do amigas intimas. Ca 
da uma expôs tudo o - 
que havia se passadc 
com ela. Tinha hora - 
' • I 
!:'3. ..l s :· 
D-Quem inferniza z 
!cUa noite e o irrpcde 
que voce até faca se­ 
xo? 
E-Quem tem o contro­ 
le direto e absoluto 
sobre a sua renda e 
sua vida? 
Entio..Afalfe reso 
viravn uma brincadei 
r quando fomos esco 
lher o melhor ex-ma­ 
rido e coisas pareaj 
das". 
"Também tivemos - 
que discutir uma sé­ 
rie do situações de 
que nem sempre nos - 
darnos conta ,ou qua 
do percebemos é um 
segredo só nosso. •;v;i 
30 é que acontece o::! 
ta coisa, é o início 
da maturidade, é 
quando aparece a pr~ 
mneira celulite e es 
ta:nos no meio da vi­ 
da". 
COMO CRIIIR UM 
DELINQUENif 
EIS 10 MANEIRAS FÁCEIS, SEGUNDO LISTA 
PREPARADA PELO DEPARTAMENTO DE POLICIA 
DE HOUSTON, TEXAS 
i- Comece na infância a dar ao seu fi­ 
lho o que ele quioer. Assim quando ele 
crescer, acreditará que o mundo tem obr1 
gação de lhe dar tudo o que deseja. 
2- Quando ele disser nomes feios, ache 
graça. Isso o fará considerar-se interes­ 
sante. 
3- Nunca lhe dê orientação relÍgiosa. 
Espere até que ele chegue aos 21 anos, e 
"decida por si mesmo". 
4- Apanhe tudo o que ele deixar jogado: 
livros, sapatos, roupas. Faça tudo por - 
ele, para que aprenda a jogar sobre os 
0
~ 
tros toda a responsabilidade. 
5- Discuta com frequencia na presença 
deles. Assim não ficará muito chocado 
quando o lar se desfizer mais tarde. . 
6- Dê-lhe todo o dinheiro que ele qui­ 
ser. Nunca o deixe ganhar o seu próprio 
dinheiro. Porque terá ele de passar pelas 
mesmas dificuldades por que voce passou? j 
7- Satisfaça todos os seus desejos de 
comida, bebida, conforto. Negar pode aca 
retar frustrações prejudiciais. 
8- TO:e o partido dele contra vizinhs 
professores, policiais. (Todos têm á von 
tade para com o seu filho). 
9- Quando se meter em alguma encrenc~ 
séria, dê esta desculpa. Nunca consegui 
dominá-lo 1 
10- Prepara-se para UMA VIDA DE DESGS 
TO, seu merecido destino.

J)'/1, "I ! { D, 
Atendendo a diveruon pedido,, republjc 
continuar€ o: com a serie, net CAD)ERMO 2 . Mo 
1ra 
a 
• 
PI r O anibais 
O Silêncio dos In 
A Fazenda era imensa. Mais 
de 100 mil hectares, a ec<le pa­ 
recia uma cidade, a casa, ou me 
lhor, a mansão, de dois andares, 
com bosques, piscinas, quadras 
de voleibol, saunas, um comple­ 
xo esportivo de fazer inveja a 
muitos Clubes; no Aeroporto, um 
jatinho e dois aviões menores , 
pista asfaltada, na garagem qua 
tro peruas, duas importadas (To 
yota e Mitsubisch), uma F.100ô 
o um Jeep Niva. Os caminhões, 
num total de três, viviam rodan 
do pelas estradas da região, fi 
cavam muito pouco na Fazenda. - 
Dez funcionários, entre em­ 
pregadas e mordomos, cuidavam - 
da mansão, toda decorada com mó 
veis adquiridos na França e no 
Sul dos Estados Unidos. 
Numa das salas, dois homens 
conversavam: 
- Já te disse Alonso, é pre­ 
ciso administrar com mão de fer 
ro, sem dramas de consciência , 
para o trabalhador basta duas 
refeições por dia, o almoço e o 
jantar e digo mais, folgas só 
aos domingos, nada de feriados. 
E obrigar todos·à comprarem no 
nosso armazém, só assim podere­ 
mos controlá-los. 
- Eu sei Dr. Rocha, tenho 
feito o possível, mas lá na Co­ 
lônia (onde moravam os mais de 
500 empregados da Fazenda) está 
surgindo um movimento de revol­ 
ta, comentários estranhos. 
Alonso era o Gerente encarre 
gado de tudo, desde o controle­ 
dos empregados à manutenção de 
todo o complexo. 
Cuidava também das lavouras 
de soja, café, algodão e do re­ 
banho bovino, quase 20 mil cabe 
ças. Conversava com o Adminis - 
trador Geral, Dr. Rocha, o pro­ 
prietário, Dr. Eugênio Martinez 
.morava em São Paulo, no Morum - 
.bi, raramente visitava a proprie: 
dade, tudo ficava nas mãos de 
Rocha, que mensalmente prestava 
contas ao patrão. 
Na Colônia moravam os empre­ 
gados da Fazenda "Recanto do 
Sol", em casas pequenas, sala , 
cozinha e quarto; o banheiro fi 
cava no quintal, se podia se 
chamar de banheiro! Não podiam 
ampliar a área construída e nem 
tinham como. se a familia aumen 
tasse iam se amontoando, pos 
suiam regulamentos impostos pe 
lo Administrador, trabalhar das 
06 da manhã às 11 horas, meia - 
hora para o almoço, e mais tra- 
I VALO P!+ ;A 
bulho até ãs 19 horas. Folga 
ao□domingos. Consultas com o 
médico só nos casos mais qra 
ves, licença médica só com auto 
rlzaçio do Dr. Rocha. Os manti= 
mentes eram comprados no Arma - 
zém da Fazenda, a preços supe - 
riores aos do mercado, ninguém 
ganhava mais do que o mínimo, e 
o mínimo ali bem menos do que o 
mínimo oficial. Nos finais de 
mês, todos ficavam com débitos 
que eram corrigidos a taxas e - 
xorbitantes. 
Empregados, ou melhor, pri - 
sioneiros, até a morte. 
O primeiro a se revoltar com 
a situação foi um tal de Benedi 
to, um sergipano, pediu demis 
são, depois de passar meses e 
meses economizando para pagar a 
conta do armazém e da farmácia, 
ele, a mulher e três filhos. A­ 
té fome passaram. 
No Recanto do Sol ninguém po 
dia pedir demissão. 
A mulher de Benedito e os 
três filhos continuavam na Fa - 
zenda, a mulher era uma das la­ 
vadeiras, os meninos já estavam 
na roça, o mais velho tinha ape 
nas l3 anos. 	- 
O corpo de Benedito foi en - 
centrado numa manhã' chuvosa pe­ 
lo Reis, um dos peões, amarrado 
e com um tiro no peito. Desaven 
ça pessoal, disse o Administra= 
dor. • 
Desde este dia ninguém mais 
pediu demissão, viviam num regi 
me de terror, até guardas arma= 
dos vigiavam os trabalhadores. 
Falava-se entre os Colonos 
que o Dr. Eugênio quando visita 
va a Fazenda, sempre em compa - 
nhia de amigos, pedia a Rocha - 
que procurasse entre as moças e 
meninas, as mais bonitas, essas 
passavam dias e dias na mansão, 
depois voltavam para casa. Mu - 
lheres. 
Era um suplício para os pais . 
Não adiantava escondê-las, era 
pior, haveria retaliações, mui­ 
tas haviam sido levadas na mar­ 
ra. 
Zenaide, uma das copeiras 
ouvira certa vez Dr. Eugênio co 
mentar com um amigo, um velho­ 
de 70 anos, com olhar pecamino­ 
so - sempre encontro uma flor 
neste mar de lama, nesta pocil­ 
ga, você nem imagina o que ê 
pegar uma franguinha caipira e 
transformá-la em mulher! 
Comentava-se também que o fi 
lho do Dr. Eugênio, Paulo, estÜ 
dante de Medicina na Capital - 
centes 
por sinal um péssimo estudan e, 
quando estava de férias, passa­ 
va uns dias na Fazenda, gostava 
de fazer experiências com os Co 
lono. Um horror! 
E.te era o clima no Recanto 
do Sol. Qw .. • deveria se chamar 
Recanto do Inferno. 
A cidade mais próxima, Roei 
ra, estava a 50km, um Municí 
pio pequeno, dominado pelos 
qrandes proprietários de ter - 
ras. Eles é que nomeavam o Dele 
gado, o Juiz, o Prefeito, mani­ 
pulavam as eleições, não permi 
tiam a criação de Sindicatos e 
impediam a chegada de pessoas - 
que não comungavam com suas i­ 
déias. 
Depois que vários posseiros 
foram mortos, famílias expulsas 
e reclamações ao Bispo da re­ 
qião de que alguns Padres "comu 
nistas" estavam pregando idéias 
esquisitas à população, até os 
Padres foram "transferidos", e 
a "calma" voltara a reinar. 
Na Pequena Igreja do lugar, 
apenas o Padre Richard (um ame­ 
ricano}, ficara para atender os 
fiéis, inclusive os do "Recanto 
do Sol" e demais fazendas da 
região, mais conhecida como "Va 
le da Esperança". 
Não "Vale da Esperança", mas 
sim Vale do Esquecimento. 
As autoridades faziam vistas 
grossas às denúncias que chega­ 
vam do trabalho escravo, assas­ 
sinatos, contrabando de ouro, 
urânio e cassiterita. Tudo era 
permitido. . 
Os Administradores das Fazen 
das contratavam os empregados a 
través de "gatos", homens encar 
regados de convidar com propos­ 
tas mirabolantes migrantes que 
chegavam nas Capitais, sobretu­ 
do São Paulo e Rio de Janeiro, 
fugindo da misérid e da seca do 
Nordeste. Sobravam empregados . 
Só escolhiam os mais novos, e 
quando contratavam famílias , 
davam preferências as que já ti 
vessem filhos adultos. Os rapa= 
zes serviriam para todos os ti­ 
pos de serviços e as moças te - 
riam muitas utilidades, até mes 
mo servir de pasto aos abutres 
nas casas de prostituição da re 
gião. E também para servir aos 
patrões, evidentemente as mais 
bonitas. 
No Recanto do Sol a vida con 
tinuava. No mesmo ritmo. o Pa = 
trão cada vez mais rico ostra 
balhadores morrendo à míngua. 
Onico fato digno de elogios, 
e de dmira;ão, foi a cons . 
cão da estrada, mais de 400 k 
de asfal o, ligando Roeir 
Capital do Es ado. Atraves nto 
matas e pântanos, a e trada 
uma obra de »rt , Os Jornais no 
ticiaram que todo os Fazendi­ 
ros se uniram para a constru 
cão, na verdade o dinheiro ve' 
de um banco americano, inter 
sado em "promover o progresso", 
no Vale da Esperança. 
Outro fato que rvreae registo 
são as barreiras nesta ostra - 
da, ao se aproximarem das gren­ 
des propriedades, os viajantes 
encontravam barreiras policiais, 
o Vale da Esperança tem frontci 
ras, só ultrapassadas por pes - 
soas com permissão para isto. Em 
pleno século XX, o mundo viven­ 
do a plenitude democrática, ~li 
o regime é de guerra e ditadu - 
ra, dos vampiros e canibais do 
povo. 
Tudo começou a mudar quando 
Antonio Carlos, mais conhecido 
por Tenho, chegou ao Recanto do 
Sol, vindo de São Paulo. Torho, 
filho de Zeferino havia ficado 
na Capital Paulista quando o 
pai, a mãee os irmãos, vindos 
do sertão do Cariri, no Ceará , 
foram contratados pelo "gato" 
Rufino. Tenho ficara morando 
com um primo, operário metalúr­ 
gico numa indústria no ABC Pau­ 
lista. 
Isto já fazia mais de seis a 
nos. Na época ele tinha 19 a 
nos, hoje está com 25, graças 
aos seus esforços fizera um cu 
so de ferramenteiro, além do c 
légio, era chefe de seção e :--.e:: 
bro do Sindicato, um líder sin: 
dical. 
Tenho enviara várias cartas 
ao pai. Nunca obtivera resos­ 
tas. Ficara preocupado. Resol­ 
veu visitar a família quando 
por acaso, na saída de um jogo 
do Corinthians no Parque So 
Jorge,encontrou Maria das Do - 
res em companhia de umn rapaz. Ma 
ria das Dores, também do Cari 
ri, havia ido com a sua família 
para o Recanto do Sol. Estava 
diferente, toda pintada, cc~ 
jeitos de mulher dama, mas ele 
a reconhecera. 
Abraços, muitos abraços, sau 
dades, muito o que falar. o que 
contar. 
- E a minha família, Maria? 
- Sabe, Tenho, aquilo lá é 
um inferno. 
Vamos ali, naquele bar, vou 
te contar tudo. 
Recanto do Sol 
- Estive no inferno, Tenho. 
- Mas como? Fale Maria, fa- 
le. 
Estavam sentados num barzi­ 
nho, perto do campo do Corin - 
thians, havia pedido uma cerve 
ja, convidara o amigo de Mar1a, 
este se despedira alegando que 
tinha compromissos. 
- Quando saímos estava con 
15 anos, já se passaram se1s 
anos Tonho, muita coisa aconte 
ceu. Nos primeiros meses ate 
que gostamos, tínhamos casa,p~ 
quena, mas era uma casa, o tra 
balho não assustava, pai sem 
pre trabalhou, e mãe tambem. 
Meus irmãos foram para a roca, 
junto com o pai eu e a mae f~ 
mos para a sede da Fazenda, eu 
trabalhava na cozinha, mãe na 
lavanderia. 
- E meus pais? 
- Estão lá, mas deixa-me 
contar tudo. Foi depois de se­ 
is meses no "Recanto" que fo - 
mos descobrir, não passávamos 
de prisioneiros, sem direito a 
nada, tudo o que ganhávamos fi 
cava para o proprietário. Meus 
dois irmãos não aguentaram, fi 
param doentes, o Administrador 
s·ó permitiu que consultas sem o 
médico quando já não tinha jei 
to. Morreram. Era muito traba 
lho, no mato, pouca comida, sem 
descanso. 
- Mas não reagiram? 
- Reagir como? Eram capangas 
por todos os lados. 
- E sua mãe? 
- Mãe está lá, doente, lava 
roupas, mas não vai aguentar mui 
to, chora todos os dias, reza ~ 
mas reza não adianta, até parece 
que Deus esqueceu da gente. 
- E os meus pais, Maria? To - 
nho, ansioso, com os olhos bri - 
lhando de revolta, voltou a per­ 
guntar. 
- Olha Tenho, sua mãe está 
bem, é uma mulher muito forte , 
seu pai não, coitado está doen­ 
te do pulmão, ele trabalhou mui­ 
to com veneno para a lavoura , 
sem proteção alguma, mal conse - 
gue andar. Mas ele conseguiu fa­ 
lar_com o médico que lhe deu uns 
remedias. Vai vivendo. 
- E a mãe? 
- Ela, mais o caçula, Ricardi 
nho,: que trabalham e sustentem 
a familia e... 
- E minha ir:ã , Tininha? 
- Olha Tonho... 
- Fale Maria, e minha irã? 
Tininha era o mi.no de Tonho, 
a 1rmazinha do coração menina 
linda, ruiva, de olhos verdes , 
Capitulo !l 
uma ternura, muito meij. e caí 
nhosa. 
- Depois que ela ficou cor:1 • o 
Dr. Rocha, forçada, amasiou -se 
com um peão da Fazenda. Vive 
lá. Tem dois filhos. seu co::,oa­ 
nheiro é o Jura. Um mineiro. 
- Como é isto? Quem é o Dr. 
Rocha? 
- ~o Administrador Tininha 
estava com 14 anos quando ele a 
levou para a sede, seu pai e 
sua mãe_nada puderam fazer. Mas 
ela esta bem, muitas não conse­ 
guem isto, arrumar um amante 
ficar mulher de um bo:nen só , 
transformam-se em putas, mulher 
dama, vão cair na prostituição. 
Nem todos os pais entendem, vo­ 
ce sabe como é, alguns expulsam 
as filhas de casa. Foi o meu ca 
so.

- Mas, para ir até eta tal 
do Roseira temos que par sar por 
Cuiabá- Perguntou Carlos a 
Tonho. 
- f mais prático, Cuiabá é o 
portal da Amazónia, lá podere­ 
mos colher informações a respei 
to da agropecuário "Recanto do 
S01". 
- Olha Tonho, você disse que 
o proprietário é um tal de Dr. 
Eugênio Martinez? 
- Pelo menos foi essa a in - 
formação que me deram na Asso­ 
ciação Rural Brasileira. 
- Esse nome não te lembra na 
da? 
- Não. 
- Você deveria ser mais aten 
to, não se lembra da Assembléia 
em Santo André, quando o Rodol­ 
fo, do Sindica to dos Rodoviários 
denunciou o proprietário de uma 
Empresa Transportadora, por de­ 
missões de mulheres grávidas e 
arrocho salarial? 
- Lembro sim, mas o que tem 
a ver? 
- O dono da Empresa, não se 
lembra do nome? 
- Não. Qual era? 
- Dr. Eugênio Martinez. 
- Está brincando! 
Falo sério. ta mesma pes-­ 
soa. O dono da "Recanto do Sol" 
é também proprietário da Trans­ 
portadora EM, uma das maiores 
de São Paulo. 
- Bem, você deve saber o que 
diz, afinal suas funções no Sin 
' t j 
t +, , 	n 
do per 	dig 
nidaa. rststa 	confins Mao. .iqu ó r ordens 
do mando, vive d, como bichot direta, do Administrador, nem 
prisioneira, c 	me umno a putas, .odas ão oríqi 
- Coo cansquiu air? nria dali mesmo, entre as mo 
· Coniqo aconteceu o pior ,as e até talheres casadas que 
na prime ira urnana que estava- larqaram os maridos. 
la, cheqaram vario homenn num - E a Polícia, as autor ida 
aviso, um deles era o proprietd dos dn cidade? 
rio, fizeram uma festa e fui o Perto menmo só Poeira, lá 
briqada a participar. Fui deflo quem manda ão o fazendeiros, 
rada na ala por um sujeito que até a Polícia é con.rolada por 
nem sei o nome, depois outro me eles, E a maioria mora em São 
usou, o outro, Pai não enten- Paulo, Porto Alegre, Rio de Ja­ 
deu, sempre foi do qônio difí - reiro e Campo Grande. 
cil, e expulsou de casa, fui Vou visitar os meus pais. 
O Encontro 
dicato, de Relações Públicas , 
oferece a oportunidade de con­ 
versar e conhecer diversos com­ 
panheiros, lideranças de outros 
Sindciatos, no meu setor só en­ 
tro cm contato com os metalúrgi 
cos, na verdade o meu negóciÕ 
mesmo ê no Jornal do Sindicato. 
Você sabe disso. 
- Não me venha com descul 
pas, se almeja ser um grande di 
rigente deve observar todos os 
detalhes, obter as mais varia­ 
das informações e conhecer a 
maioria dos crápulas que sugam 
o sangue do trabalhador. 
- 'Tudo bem, não vamos discu­ 
tir. Qual o primeiro passo? 
- Levantar mais informações 
sobre o Dr. Eugênio, em algum 
lugar vamos encontrar essas in­ 
formações. Temos que adiar a 
viagem. 
- Vamos ver se conseguimos. 
Conseguiram, o bilheteiro,no 
Terminal do Tietê foi compreen­ 
sivo, marcaram a viagem para da 
li a 7 dias, uma semana. - 
Foi fácil. Sobre o Dr. Eugê­ 
nio encontraram as mais diver 
sas informações, o Empresário 
era conhecido, não só dos Sindi 
calistas, também dos politi 
cos. 
Foi a Nancy, Secretária do· 
Sindicato dos Rodoviários e Ru­ 
te, do Sindicato dos Trabalhado 
res das Indústrias Alimentícias 
que lhes deram relatórios minu­ 
ciosos. O homem era proprietá - 
rt 
- O1h"Torto, e toa mor ndo 
numa penão no Brás, vou ver se 
ajeito minha vida, rru.ar um 
emprego, e não der certo vol s 
rei para o Ceará. Por enquanto 
vou vivendo, pelo menos e tou 
!ivre, faço o que qu ro. 
Se depediram. Maria deixou 
o cr:d•reço. 
Tonho ficou olhando a moça , 
não tinha nada da Maria que co­ 
nhecera, não, não acreditava que 
pudesse mdar, balanceando os 
rio da Transportadora, uma Fá - 
brica de Doces, Fábrica de Ca - 
fé, de ôlco de Soju e de uma 
Empresa Exportadora. Picaram 
surpresos. Contra ele só havia 
a denúncia de haver demitido al 
qumas funcionárias que estavam 
grávidas e de não aceitar o rea 
juste salarial reivindicado pe­ 
lo Sindicato da classe. Fora 
disso, nada. Muito pelo contrá­ 
rio, só elogios, um Empresário 
precoupado com o social, com o 
bem-estar de seus funcionários. 
As demissões das mulheres e o 
problema dos salários derivou - 
se da ação de um chefe de pes - 
soal, perseguidor, sujeito pre­ 
potente, foi demitido por justa 
causa. 
Um homem muito rico, avesso 
às notícias sociais, não gosta 
de badalacões, vive para a famí 
lia, os amigos, sua única dis - 
tração é o Clube e a casa de 
praia no Guarujá. 
- Freamos na mesma, Carlos 
sera que é a mesma pessoa? 
Tonho, é a mesma pessoa, 
vi o nome na Associação Rural, 
me apresentei como jornalista , 
preparando uma reportagem sobre 
os desbravadores da Amazõnia, o 
dono da Recanto é o Dr. Martinez. 
- Estranho! ex lamou Tonho. 
- Estranho nada, ou a tua 
amiga mentiu, afinal você disse 
que ela se transformou numa 
prostituta. Ou o bondoso Dr. 
Martinez é um homem de duas ca- 
Capitulo lll 
ras. Anjo e demônio. 
- O mais interessante, nunca 
li nada a respeito dele na im­ 
prensa, é a discrição em pes­ 
soa. De uma coisa tenho ccrtf 
za, Maria não mentiu e admiro 
você fazer esse tipo de corrcntá 
rios, não é por ser prontitutii 
que a mulher perde o amor à jug 
tiça, a verdade, merecem o nos­ 
so respeito, afinal ó a própria 
sociedade a culpada pela exis­ 
tência delas, alto de podrees­ 
tá acontecendo nasquelas ban 
das. Tenho certeza. 
Na véspera da viagem, quinta 
feira de manhã, o redator do 
Jornal "Voz dos Metalúrgicos" , 
Lucas, ficou sabendo da histó - 
ria, se interessou e prometeu 
ajuda. E ajudou mesmo. 
Foi Lucas que descobriu tu­ 
do. Ligado a Pastoral da Terra 
foi apresentado ao Padre Eclinho, 
coincidências das coincidências, 
o padre trabalhara na região de 
Roseira, tivera que sair por im 
posição dos grandes proprietá­ 
rios de terras. Se conhecia a 
Recanto do Sol e seu proprietá­ 
rio? 
- Aquilo lá é filial do in - 
ferno na terra e seu proprietá­ 
rio o porta Voz do Demônio. 
No final da tarde Lucas , 
Padre Edinho, Tonho e Carlos 
se encontraram na sede do Sin­ 
dicato. O Padre trazia várias 
pastas. 
1 
Tempos de Ira 	Capítulo IV 
Lucas Perch, filho de imi 
grante alemão e de uma paulista 
nascida em Garça região cafeei­ 
ra; a mãe era seguidora fiel e 
constante da Bíblia, crente; o 
pai de Hamburgo, criado nos es­ 
combros de urna guerra que mar - 
cou para sempre o povo alemão. 
Morava sozinho, num dos Bairros 
mais tranquilos de São Paulo, o 
Ipiranga, na Rua Bom Pastor, nu 
ma casa de Vila, desde que o 
pai e a mãe resolveram voltar - 
para o interior. 
Além de ser o Redator do Jor 
nal "Voz dos Metalúrgicos", co­ 
laborava com diversas publica - 
cães sindicais à noite trabalha 
va numa Editora, na revisão. Um 
homem muito preparado. 
Conhecia a região da Agrope­ 
cuária Recanto do Sol, mas quan 
do ali estivera só havia lugare 
jos e um povo abandonado. Não 
gostava de lembrar aqueles tem- . 
pos de ira, era jovem, pegara - 
em armas e fora para a luta,com 
muitos companheiros da Faculda­ 
de. Contradisões da juventude , 
ideal feito de palha, incendia­ 
do pelo próprio sistema interna 
cional, o mundo comunista ruíra 
na onda democrática com a derro 
cada do "Paraíso Vermelho". - 
Sonhos da juventude, ficara 
uma grande lição, vale a pena 
lutar, mas a luta pode ser pací 
fica, no campo das idéias, a lÜ 
ta armada não leva a nada a não 
ser o aniquilamento. do homem. 
Não, a revolução armada não é a 
parteira da história, são as i­ 
déias e a união das trabalhado­ 
res, com esta união surge a 
conscientização, o espírito de 
classe. 
Nos tempos de ira Lucas co­ 
nheceu homens e mulheres, na 
maioria jovens, lutando por tu­ 
do aquilo que acreditavam. Co - 
nheceu a tortura, os limites do 
sofrimento, a decepção, e teve 
períodos de intensa felicidade. 
Foi guerrilheiro sim senhor. 
Exilado voltou ao Brasil com 
a anistia. 
Páginas escritas no passo 
que não gostava de reler. Não - 
se arrependia de nada, houve er 
ros e acertos. 
Ficaram no espírito e no cor 
po, lerabranças amargas dos po - 
rões onde gritos orripilantes e 
ram ouvidos de madrugada, jo 
vens de 20, 22 anos, morrendo 
nas mãos de feras que se apro 
veitaram de um momento para ex­ 
travasarem suas taras; no corpo 
a tortura lhe decepara dois de­ 
dos. Por isto o apelido (que 
não gostava) "Três Dedos". 
Todos os quatro se acomoda - 
ram onde funcionava a sala de 
leitura da Biblioteca do Sindi­ 
cato dos Rodoviários. Ali pode­ 
riam conversar tranquilamente. 
- Vamos aos fatos, padre 
disse Lucas. 
- Estive naquela região por 
mais de dois anos, além de Ro - 
seira, mais duas cidades inte - 
gramo "Vale da Esperança",Rial 
to e Barbosa, a mais próxima da 
Recanto do Sol é Roseira. Nos 
idos de 72 a 74, vários empresá 
rios paulistas, mineiros, gaú ~ 
chos e paranaenses adquiriram 
milhares de hectares de terras, 
os nativos da região, pequenos 
proprietários e posseiros, na 
maioria migrantes, foram expul­ 
sos. Formaram-se grandes pro 
priedades. Algumas produtivas , 
outras só para especulação. Ali 
é como um condomínio fechado , 
muitos têm atê exército particu 
lar, aviões sobrevoam as matas 
diariamente, fala-se que o con­ 
trabando de ouro, cassiterita e 
atê urãnio é livre. tum Brasil 
diferente, onde impera a escra­ 
vidão. Mais de 5 mil pessoas vi 
vem no Vale, as que conseguem­ 
denunciar às autoridades o que 
se passa por lá, não merecem 
crédito. A Igreja procurou agir 
dentro do possível, mas temos 
limites, eu e mais quatro pa - 
dres fomos "convidados" a mudar 
de paróquia ... 
- Não vamos entrar em deta - 
lhes, iremos verificar pessoal­ 
mente as condições existentes , 
você tem um relatório? 
- Tenha paciência, Tonho,pre 
ciso lhes dar uma visão realis­ 
ta dos fatos, pois ninguém acre 
dita que no Brasil das CPis,das 
cassações, possa existir o tal 
"Vale da Esperança". 
- Desculpe. 
- Formou-se um cartel hoje 
sao mais de 5 milhões de hecta­ 
res, de propriedade de meia dú- 
z1a de empr -= • 	- ' • 
; esarios é preciso 
dizer que alguns deles transfor 
maram matas t . . . - 
r erras improduti - 
a
vas, em verdaeeiros celeiros on 
e se proa 	' - 
e a .. uz de tudo, acontece 
qu dministram como se fossem 
senzalas nã 
d ' 
0 
possuem trabalha- 
ores, mas escravos. Para o Go- 
verno merecem a· 1 - 
us são h ap..omas e trof- 
omenageado - d s 
bravandoa - s, estao te 
Amazônia. Para o po- 
vo, para os qu 	- 
feitores. • e trabalham, são 
- E o propr° - . 
to do Sol? 'etario da Recan- 
- Um nj, Perguntou carlos. 
fama de tonário paulista.co 
<
1
3 mples e dedicado à fa 
m1 1as, aos : 	- 
admirado amugos, empresário 
dupla ers;"ido, un honee de 
fazendas se tidade. Nas suas 
rasco 
O 
i ransforma, um car­ 
ta os'em ~eor de todos, contra­ 
ore !29os na E=tacão do 
"gatos" , "ntral, através de 
' eva Para R 
com promessa o ecanto 
de. ieiam e,,,S adegs a 1iberas 
tório feio ]cão este reli 
ele trabalhav, Padre Miguel, 
Roseira. ª na Paróquia de 
- Onde está es 
- Segundo ~,se Padre Miguel? 
transferido nformacoes fol 
no interior ~ara_uma Paróquia - 
cidadezinha. e São Paulo, uma 
- Leia em voz 
nho a Carlos. alta, pediu T~

) tri, is'» 
: 1" ·'· ! 
•'Teso teno e pacienrcia, 
l• ) ·, rr f • 1 l u '1',,1d,o, 
r. Car lo iniciou a lei ura. 
"Meu nono e Miquel, fui ta - 
s de vinte dre P.ró;aia do Po 
relatório € o rlato 
empregados, pedes, lavr dor 
que conseguiram 'uuir da A;roe 
•uária Recanto do ol, d pro - 
riedade do E presário Dr. E.a9 
Relato de um Sobrevivente 
.- Meu nome é Donizote, nasci 
na cdade de Capela Alta, na 
[l,1hln, :;;i;( ti() Jii junto com a mi 
nha família, mulher o cinco fI­ 
lhos, num pau de arara, fugindo 
da seca, das péssimas condições 
de vida, qualquer coisa era me­ 
lhor elo que ficar lá, vendo os 
fil hos, barriqudos de doença , 
norrcndo dia-a-dia. E a mulher, 
magra, olhos sem esperança, fa­ 
znndo mllagros na cozinha para 
nlimontar on [i lhos, pelo menos 
umn voz por dia. De vez cm quan 
do Gurgia um bico nas frentes 
de trilbillho, onde se ganhava 2 
mil cruzeiro□por semana, dava 
para comprar farinha, carne de 
sol, um pouco de arroz e ia se 
vivendo, Melhor, sobrevivendo. 
Foi quando o compadre João , 
mais Virgulino, todos de Cape - 
la, me convidaram para ir para 
o Sul, tinham proposta para tra 
balharem numa fazenda, ganhar 
bem, comer três vezes ao dia, 
escola para as crianças, viver 
com dignidade. Fiquei entusias­ 
mado. Arrumei as trouxas e em­ 
barcamos no caminhão de Murilo, 
até São Paulo. Mais de cinco 
dias de viagem. 
Foi um sofrimento. O cami 
nhão estava lotado. Olha, até 
fome passamos, mas estávamos 
contentes, e fome não era novi­ 
dade. 
Nem chegamos a conhecer São 
Paulo, só de passagem, até as 
sustava, aqueles prédios, um 
mundão de meu Deus, de gente e 
casas. Fomos transferidos para 
outro caminhão, viajamos mais 
uma semana, só que a viagem me­ 
lhorou, tínhamos comida à vonta 
de, muitos até cantarolavam. 
Numa cidade chamada Campo 
Grande, embarcamos num ônibus , 
aí sim, ameninada se divertiu, 
olhavam as paisagens com os o - 
lhos arregalados, surpresas e 
mais surpresas. Quanta água! E 
matas! Quanta fartura"1- 
l Mais duas semanas. 
Ninguém fazia perguntas, nin 
guém reclamava, obedecíamos a 
um homem que se apresentou como 
Reis, "o contratador". Em Sao 
Paulo ele deu a informação, sem 
muitos comentários: 
- Vocês foram contratados pa 
ra trabalharem na Agropecuária 
"Recanto do Sol, vamos fazer ~ 
l 
~ucas estava sentado no ban­ 
co da Praça. Aquela hora do 
dia haviam poucas pessoas, ba - 
bâs com crianças, risos, corre­ 
rias, alguns aposentados conver 
sando, outros sozinhos com suas 
recordações. A exemplo de Lucas. 
Foi ali, naquela pequena Pra 
ça que ele conheceu Dinora, sua 
Primeira namorada, espremida no 
entroncamento de duras ruas no 
Bairro da Aclimação, a Praça da 
igrejinha, como era conhecida_o 
havia presenciado muitas histo­ 
rias. A Igreja não existia ma - 
is, mas ficou o nome. Com ..9 
tempo os especuladores imobilia 
rios foram comendo , pouco a P';'~ 
co pedaços daquela área valori­ 
zadíssirna. o que restava dela 
era defendido com unhas e den " 
tes pelos moradores das imedia- 
ções. 	_ . 
Eram 9 horas da manhã,depois 
de um~ afé reforcado, e reforça 
do para ele era suco de laran_­ 
ja, pão com manteiga, ovos fri­ 
tos, depois uma gigantesca x1ca 
ra de café, fôra para 
O Jornal 
do Sindicato. . - a 
Não estava com disposicao P 
ra o trabalho. 
- Vou sair um pouco, 
das 11 estarei aqui. d t · 
Rodou oela cidade, sem es ~ 
- • te parou 
no, desejo inconscie.n ' _ na 
na Aclimação, mais um cafe 
antes 
rele;ão. 
Poucon ficaram para trás. Só 
dois velhos, mais de 70 anos 
mas fortes ainda, foram deixa 
dor. num albergue. 
Em Cuiabá deixamos ônibus, e 
perdemos uma das meninas de Ca­ 
pela, durante a viagem se enfei 
tiçou por um dor. auxiliares do 
"contratador", [icou li mesmo , 
não diantou o choro da mãe. O 
rapaz disse que casaria, monta- 
ria casa numa tal de Várzea 
Grande. 
Viagem sem mortes, e acredi­ 
tem, som doenças. Deuo o Padre 
Cícero Pstavam protegendo age~ 
te. Até a chegada no "Recanto 
do Sol". 
Sair do Sertão de Capela, ver 
o que vimos durante a viagem , 
parecia um sonho, mas a surpre­ 
sa maior foi a chegada no "Re - 
canto do Sol". Quanta lindeza! 
Era o Paraíso na torra. Ali 
era o céu. 
Ficamos em filas, o Dr. Alon 
so se apresentou, era o Geren - 
te, todos obedeceriam rigorosa­ 
mente suas instruções e determi 
nações. 
De longe avistávamos a sede, 
parecia coisa de cinema, e ou­ 
víamos, diversas vezes - puni 
ção para quem se aproximar, 
Fomos alojados na Colônia , 
por uns dias em barracões, de­ 
pois tomamos posse de nossas ca 
sas. Imagina! De material, ate 
banheiro com vaso! 
Ninguém cabia em si de feli­ 
cidade. Era muita sorte. 
Na verdade as casas eram pe­ 
quenas, cozinha, quarto e sala, 
o banheiro ficava no quintal , 
pequeno tamb:~m. Mas tudo de ma­ 
terial. 
Prá quem vivia em palhoça de 
chão batido, sentia-se num pala 
cete. 
Nos primeiros meses tudo foi 
muito bÔm, trabalhava-se muito, 
das 06:00 da manhã às 07:00 da 
noite, meia hora pro almoço. 
Não havíamos falado do salá­ 
rio e o rancho era comprado na 
própria Fazenda. Com 3 meses de 
Recanto eu já devia mais de 20 
mil cruzeiros. Cobraram até as 
despesas da viagem. 
•Tentei fazer um puxado, que 
serviria de quarto, não, não 
podia, era proibido mexer - 
Lanchonete da esquina, depois o 
banco na Praça. 
Recordações do passado. Fi 
cou ali. Olhos no vazio. Pensa­ 
mentos. Lembranças. 
o Brasil é imenso, mais de 
150 milhões· de habitantes, ter­ 
ras muitas terras, um poten - 
ciaÍ agrícola invejável,urn País 
rico, muito rico, com um povo 
pobre. 
Lembrava-se da reportagem na 
TV e o repórter mostrara urna 
família que vivia no lixo, no 
Recife, comia ate carne humana. 
Chocan~e. Terrível. 
- E a capacidade de se indig 
nar, dese revoltar? Será que 
nada mais é capaz de mexer com 
os brios desse povo? - pergunta 
va-se. 
Abriu o Jornal do dia e leu 
as manchetes. Crimes, mais um - 
escândalo, CPI, Jogo do Bicho, 
eleições, acertos, negociatas 
falta de quórum no Congresso, a 
meaças de cassações (só amea 
ças), mais corrupção, desvios , 
roubos. Fechou o Jornal. 
- Até quando? Até quando 
meu Deus? 
Balançou a cabeça e olhou pa 
ra os lados. Um velhinho, cabe= 
los brancos, olhava para ele e 
sorria. Simpático. Retribuiu o 
sorriso. 
na cara.. O ,0 
no, mas d v p ra cri 
nhas, plantar q u: 
tão, era proibido 	o 
se odoss na can« 
trabalhar? As cri 
eram deitadas na 
barracão, onde s 
iguais a animais. Uma velha e 
qum cuidava das crianças a b 
e do porrete. ua desgraceira. 
a1r da Fazerdr rroi!i­ 
do, nem mesmo tara passear em 
Poeira, a cidade mais próxi - 
na, não tínhamos direito a na­ 
da, recebia-se metade do alá­ 
rio mínir.o da região, dc•ccontE_ 
va-se o aluguel da casa, luz , 
qua e taxa de reserva - diziam 
que era uma espécie de Fundo 
de Garantia. Só não passávamos 
fome, aprendemos a se virar 
ruitos caçavam, escondidos, po 
is também era proibido. tra~os pi:isJÊ 
l'ciros. 
A Fazenda tinha uma equipe 
c1e segurança - Polícia Rural - 
controlava tudo e à todos,mais 
de três reunidos era punição 
na certa. E esta punição era cm 
dinheiro - multa pela trans 
gressão do regulamento. 
Todos eram obrigados a assi 
nar uma espécie de contrato de 
trabalho, sem duração, com a 
cláusula de que seria obrigado 
a pagar os débitos antes de pe 
dir demissão. Não tinha como 
pedir. 
Um grupo de scrgipanos ten­ 
tou fugir, numa noite de tem - 
pestade, sairam pro mato. Nun­ 
ca mais se ouviu falar deles. 
Todas as estradas de acesso à 
Fazenda tinham guardas anrado-,. 
Os que conseguiram ir até 
Roseira e lá dar parte na Poli 
cia, ficaram por lá mesmo, cs= 
tão presos até hoje. Acusados 
dos mais div~rsos crimes. 
E todos os dias levas ele­ 
vas de migrantes chegavam, e­ 
ram distribuídos nas Fazendas 
do "Vale da Esperança". 
Na Casa Grande, como chamá­ 
vamos a sede, aconteciam coi - 
sas que nem o Demônio é capaz. 
Minha menina mais velha foi ar 
rombada por um dos capangas ~ 
quando tentei L~clamar, levei 
uma surra e multa. Depois ela 
sr- transformou cm mulhor rl?.ma. l 
·1r.s 10 km da Faznda funcionava 
Reflexões e Recordações - Capítulo VI 
Bem, amanhã terei que arru - 
mar as malas, já está tudo re - 
solvido, vamos para Cuiabá, no 
Mato Grosso, e de lá achar um 
jeito de ir para a Recanto do 
Sol. 
Lucas não havia contado para 
os seus amigos, conseguira um 
contrato, trabalharia de "free 
lancer" - repórter independen - 
te - para um grande diário de 
são Paulo. Depois de conversar 
com o Diretor, relatado os inci 
dentes na Recanto do Sol, no 
Vale da Esperança, este entrara 
em contato com os proprietários, 
sinal verde, a reportagem seria 
publicada, sem cortes. Falou-se 
atê em urna série. Receberia mil 
dôlares, despesas pagas. • 
Não, não haveria despesas , 
entraria no Vale como migrante. 
Tudo foi combinado. 
Lucas sorriu. Com o dinheiro 
daria para pagar a reforma da 
casa no Ipiranga. Estava preci­ 
sando. 
Mas será que o Jornal publi­ 
caria? E os interesses co~er 
ciais? . 
Não, aquele Jornal era inde­ 
pendente, oposição ao Governo e 
caçador implacável êos corrup - 
tos. 
Publicaria sim. ~ sorriu no­ 
vamente. 
ar inh 
dar. 
Luc , ranho e o Padre ouvi 
ram em ilênc1o o relato, foi 
Lacas que p rqurta. 
- E aí Padr, como que o 
homen conscruiu ;ir ondno e 
tá2 
- Do izetc t rgita cora 
gem, hoje é proeq.do da Igre - 
ja, tá cm Cuiabà, busca de 
todas as forras snss'biiiar as 
autoridades, mas ninqué lhe dã 
atenção. Apesar das denúncias , 
ninguém faz nt1dr.1, :oi em alguns 
jornais, não passou da porta. Os 
donos do Vale ~:o ocderoaou. 
- Mas como fugi~ - rcpcLiu 
Lucas. 
- Roubou ur,a Wínchcst<;r 22 
num do:ningo de fol<i<l, ~oiu pela 
mata. Passou o diabo, mas cone 
guiu chegar em Cuiabá. Uma avcr 
tura. Não é para qualqur um. 
. :u J l 
o ) a a+! 
C,,rlos contir.uou a ler, ou 
tos relatos, todo some]han 
tes, alguns tcrri~icantcs, pc3- 
soas puras, ingênuas, trabalha­ 
dores, iludidos por promc~~ds - 
de empregos, trabalho decente , 
foram parar nu:r verdadeiro cam­ 
po de concentração. 
- Só não entendo cono as au­ 
toridades não tc::i-J.•:: pro·,idênci­ 
as? perguntou Tor.ho. 
- A Igreja tem feito denún 
cias, acontece que os Pdres g 
nharam a fama de agit~dores ~ 
nem mesmo a imprensa ~credita - 
nas histórias que cor:omos, res 
pendeu Padre EdinDo. - 
- Mas o quê podemo~ ~azer? 
- Ora, Carlos, ir lá, ~ormar 
mos um grupo, pessoal da pesa= 
da, entrarmos como migrantes e 
lá mesmo, propararos o pessoal 
para uma gcnde revolta. 
Assim o Brasil ireiro fica­ 
rá sabendo, falou Lucas. 
- Bom ài2.. 
O velhinho estava ao seu la­ 
do. 
- Dá licença. 
- BOI dia, pode sentar. E um 
prazer. 
Falaram de apenidaàes, do 
temoo, do calor, jogaram conver 
sa fora. 	• - 
Lucas relaxou. Foi bom con - 
versar com o velho, aposentado, 
ex-bancário, alegre, contador - 
de piadas, um homem de bemn com 
a vida. 
Depois se despediram, o ve - 
lho foi para una cia .i 
gos, que se for:ava n :ui 
da Praça. 
Lucas voltou para o Jo=nal. 
- E aí cara, por onde andou? 
perguntou Carlos. 
- Rodando, rodando ... 
- Já está preparado, vanos 
sair depois de amanhã? 
Não tenho nuito o que pre­ 
parar, afinal não va~os sair de 
férias, e lembre-se, vamos en - 
trar como migrantes, nunca vi 
migrante cheio de roupas. Nem 
com malas. 
- PÕ, vamos levar o cue for 
preciso, deixranos e Cu:há... 
- Tudo bor 	e tudo 
àê certo. 
- Vai dar, cara, fique frio, 
vai dar. 
i

t , 
f pi ra vore lfqar 
1,1 i 1 1 r , , r ] si in 
,', , ,. r, 1rt1 l l er urqen - 
do falar com o Padre, 
tn ta t, Carlos. 
- T• r. ,'J r,,;vid,1dr,. , 
Mo informação da Igreja, da 
ao oral da Terra, dons compna 
rhelros do PT, em Cuiabá, eram 
rei s. Todas verificadas e 
, inl ir,, ,d 1!,. 
- De que 'rata, pr unto 
'ar lo . 
- Vário Deput do 
res então envolvido 
canto do 5o " o outras E pr 
da região, obras uuperfaturada, 
desvios de verbas, pagamentos - 
de propinas, favorecimentos dos 
bancos oficiai, <.• o qu•: ,~ r,!r,r, 
confirmação mesmo com o narco 
rn,' 
'i.l 
mo ter o apoio da ioprn a, - 
credite, nao etão falando e 
passar o Brasil a limpo? Va o 
lá, vamos começar a !ipzo. 
nir'o d 
P ir 
Subterrâneos da Liberdade 
Capítulo V 
.e 
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Viajaram para a Hecnnto do Sol. 
·ronllo, Cürlo:1 ,; J.uc;.w "'l'rôu Dodoa". Poi 
1/,cll. t1.1in (/ícil do que P"O!JilVilm. 
1 ize am amizade com um grupo de nordes­ 
t. l no,; e mine irou que estavam hospedados 
numa alberque na J.apo. Carregavam r;ucO!l e 
u,"a mnla velha, de papeHio, riram muito 
quando Lucas apareceu com u mula. 
Cnructerizadon de migranteo pobres, o 
que qualquer braoileiro pode fazer, ficaram 
no nlhcrgue apenas dois diao, até a chega­ 
da <lc um gato, estava contratando trabalha 
dores pura uma fazendo no centro oeste, 
bonu oalirios, casa e comido. Contrato por 
cinco anos. Quem aceitava? 
Os três amigos foram os primeiros. De­ 
poin una quinze homens e seis mulheres tam 
bém concordaram. Nem todcs foram aceitos.­ 
Ninguém fez perguntas. 
A viajem foi tranquila. Até demais.ôni­ 
bus até Campo Grande, não era lá essas coi 
sas, mas tudo correu bem. 
Carlos até suspeitou . 
-Até aqui fomos bem tratados, nem parece 
mos migrantes sendo levados para os traba~ 
lhos forcados. 
-A face do mal, às vezes, tem a forma de 
uma bela mulher, comentou Carlos. 
Em Cuiabá, no bairro Porto, desceram 
dos ônibus e foram "embarcados" em cami­ 
nhões. Numa viela escura tinha mais de dez 
todos lotados, a situação já não era a mes 
ma. 
- lmos logo, cambada, vamos embarcar, te 
mos muito trecho pela frente. Gritava um 
mulato de boné na cabeça com uma propagan 
da da coca cola. 	- 
Viajaram três dias, só paravam para o 
almoço e o jantar. Arroz, feijão e carne - 
com mnndioca. 
Até que chegaram no Vale da Esperança.- co .empo todo o Recanto estaria pronta pa 
/Ili dividlrc1ni a ''carga", uns seguiram para ra a grande' revol a. 
o Recanto, outros foram divididos, um gru- -Faremos uma greve. 
po pera cada fazenda. 	-o que Lucas? 
Foi preciso contar una hlntórla para -u. greve, pô, u:-•,i g::-,,vL'. 
que pudessem permrnecer odos juntos. -Você ·staficanão louco. Greve? Aqui? 
Lucas era um excelente conta dor de: hir;- -E porque não? Vamos na casa de Arioto, - 
tórioa. Picaram junto::;. 	vou explicar cor.io fnre,~or; Ct1'.Jil grc:vc. 
Chegaram na Recanto do Sol, por volto Antes de iniciar a reunião, forruJ colo- 
clar; 18 horas. 	cados Vigias, mais de dez, estavam encar e 
Na mosma noite entraram cm contato com gados de avisar quando a Polícia Rural aci 
os trabalhadores, Tonho foi na caoa de sua aproximasse. 
mie, uma fostn, choro e risoo. 	Lucas, até entiio, quando co.versava com 
E muitos causos prá contar. 	os companheiros. falava da facilidade em - 
Falaram da viajem, dos planou. Dos obje arregimentar os trabalhadores, estava des- 
tivos. 	, confiado, não houve e:".'.pc.ciH:os, :ii..guCr:i in 
Jura marido de Tininha, irmã de Tonho,e pediu. 	- 
ra um rapaz inteligente, 'esenliado presta E nada de ovo ocorrera, com cxcessão - 
va atenção às palnvras de Luca. das horas de trabalho,mais de dez diária 
-Então vocês querem esclarecer os traba- mente, da fal . de liberdade de se locomo­ 
lhadores, formar o tal do sindicato e de- ver e dos descontos nos solários, nada,mas 
nunciar os abusos que são cometidos? nada mesmo dc cxtrcordiniirio estava ocontc 
-Em, resumo, Jura, é isto mesmo, respon- ccndo. 
deu Tonho. 	Tudo bem, um patrão ditador, explorador 
-Mas os homens não vão permitir, vamos mas nao se confirmaram as denúncias. 
ter problemas. 	Os trabalhadores mais antigos também co 
-A liberdad•:: t:,m u,n preço, falou. Lucas- mcntavnm. 
mas vale a pnapagar, só assim viveror.os - -Mudou muito. Acabaram-sr as violências, 
com dignidade. • 	as çersegutçoes. 
Depois de um mês no Recanto, com rcu- Na reuni~o falaram do rr.omento atual,da 
niões clandestinas, conversas nos bastido- c~nquista pelo PT de virias Prefeituras,vi 
res, muitas perguntas, e calos nas mãos, e rios Governos Estaduais, 
0 
partido contro·.: 
les tinham conseguido formar um verdadeiro lava si~dicatos, associações, os trabalha­ 
pelotão de choque. E sabiam de tudo que se dores estavam organizados. 
passava, não só na fazenda, mas em toda a . A greve foi marcada. Todos concordaram. 
região. 	Fizeram uma pauta de reivindicações. seria 
A experiência de Lucas, ex-guerrilheiro apresc~tada ao Ac..~inistrador. 
foi de suma importância, conseguiu formar Enqunnto isto, na sede do Recanto 
células, grupos de dez, cada um com um li- Sol ... 
der, mudavam os locais de reuniões, em pou 
do 
LER E U. L TU R 1 
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ti 
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pe. 
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Programação da 23 Expobel 
Exposição AgropeOJária e Industrial de Bela Vista 
16 a 24 de julho/ 1994 
Dia 16/07-Sibado 
13 <0il, • Desf,lc Country 
15.00- AbernnOt,a,ld, 2J'Expoóela:wn 
•P""""'?de Au-.a><bdesGo.e,,-.,,_,t:l!s 
Hzsteunento dos PM!hõos: Nxional. 
Emd,,,!, Murcpal e do Pragusi 
VISita >0 P,rquc de Expcs.'9)CS 
Foot Boi (inido do u,mc,o) 
Rodcolvn>óor 
Lelio Aa Corte (Mxhos e r.m..,. 
pana au recue engorda Porera 
l.otlõcs funis) 
lJ.-OQ, • Bl:lc de :ibcrnr.i d.t 2)' Expobe1 
Sede do Cubo do l,ço 
Dia 17/07 • !>ominzo 
08.-0Q, • Abomn do P,rquc de Expo,.9""' 
1 t-OQ, Comd.ts 
15:00h - FootBoi 
18:<XJ, Rodeo lvn>6or 
2):<n, 8J:Je -Sede Qu!,c do i..;,, 
Dia 18/117. s.p,.!Hen· 
08.<n, Abcn,n do P..-quo de Expc,;9""' 
09:!XJ, [).i lJvn: p:n O """1ffl>O 
18.<0, - Foot Boi 
2]:00!, - Bz'e-Sede do Cube do t..;,, 
Dia 19/07. T ""?'Íein 
caro, Abcrun do P..-quo de &qx,,.çóos 
18.<0, Foot Boi (fi!l.1! do mrneo)' 
l 't.00, L<,t;o A,,o Com, (l"bd,cs o fõmc::s 
pa cu roau eengorda­ 
Por=-. l«lões R..na) 
2):0Cf, • l!,;l •• Sede do Qu!,c do i..;,, 
(Awerins du Cdx±e) 
16.<0, 
18.<0, 
19:(X), 
caro, Ah<mndo Prque de EspcçSes 
Oi:00, f'=..cm ds arrua 
14 :<n, . Penei, 
2]:<X), • Bl:le • Sedo do Ch.be do ui;,, 
Dia21/07-Qârit:a-fein • 
08.-0Q, Abcrtn do P.n;ue de Ex;=çõo, 
09.00 arerro dos An:mo:s • e.-. 
dos Primos -••q 
17..Oh lrsaáo das equipes e redão de s 
19:0Q, Rodeso profsenul 
2]:<n, • 8.,,le • Sedo do OLbo do 1..w;,o 
Dia 7l/l17. Sext>fwa 
06.:<n, Abttun do Pon;ue de Expa,lçoe, 
06:)c», L'>é<, do tanco de IOÇD 
19:0Q, Lc.Uo Esp.c,IAp.ecr.. 
{Le,!ocoi lailóes Rir.os) 
l 'kôa, • Rodeo l'r-of=on,1 
ll.-00, • &:le • Sedo do a..,_ do l..w;,o 
Dia2l/117.~ 	. 
06_-0Q, - Aerra do Prqe de pies 
0630 Rerido dss Laç,d:,s 
19;()Qi • Ladio de Reprdurares e Eauinas - 
Nelore PO, Reprodutores das R.ç:a 
Eirop...,. Equinos para Reprodução 
• Tnb,..",o (Lcilabcl l.e,J6os R.n.s) 
R<>de.op,or­ 
&í!edeei:Cb;:.,,e=a .. 
Sede do 0b do La 
Da 207.Drnino 
06.-00, - Abctt,,n do P>rqu. 
06:)a, • eu;,- Taça de~ ~ 
00-J:», eu;-Toçadel'r= 
1030 Da Ta Pi 
II.Oh Das Ta de Oua 
14:0Cli Comc!:u 
IS:00, Ennz. de primos 
l 9:0Q, Rodeôo Pror- (uç,,d,,,,,.J 
21:<n, Que.,,,. de N>ps 
19;()Qi 
ll.<n, 
1

o agito da City 
- -----· ---- ----·---------~ --- - -· - - - - 
Antonio 
João 
Quem 
E}teve trocando de :dade neste ina! de 
semana (oi a gatinha LUCIJNE, filha de 
MARIA APARECIDA e FAUSTO. 
Compartilhou com os amiguinhos esta 
data com uma [esta decorada nota 10. 
Valeu gatinha, que esta data se repi 
ta por milhões de vezes. 	- 
FLCAO 
-- -· 
ACONTECERÂ 
No dia 30 de julho, a cerimonia do en­ 
lace matrimonial dos jovens, KATIA e GEO - 
DOARSOM. A eles votos de feliz união 
e que em suas vidas, exista sempre um 
de felicidades~ realizações. ' 
Parabéns desta coluna. 
Fl::RIAS MERECIDAS 
Veio de são Paulo para passar as férias 
nesta pequena cidade a nossa amiga LUCIA - 
NE. 
A ela o nosso desejo de que consiga ti­ 
rar o máximo de proveito para levar uma 
boa imagem de ANTONIO JOÃO. Valeu gata ado 
ramos te-la como visitante destacada. 
mar 
SUCESSO TOTAL 
As morenas que se cuidem ... 
Porque as loiras do Aral Moreira, estão 
despertando atenção e mexendo com certas - 
cabeças antoniojuanenses. 
São elas: VANIA, ANA, FÁTIMA E JENIR. 
Parabéns, já que simpatia não se impõe, 
adquire - se continuem assim. 
PARA REFLETIR 
Quem perde os bens materiais, e a liber 
dade perde muito ... 
Quem perde um amigo perde mui to mais... 
M.a3 ouem perde a vontade e a coragem 
Para: Gato secreto do Centro 
As vezes te sinto homem, s vezes te 
sinto menino porém eu amo os dois, para 
sentir tua seriedade de homem e seu sorri­ 
so de menino. 
Para: Perison 
Amigo não é aquele que em:ugD suas lá 
qrimas mas sim aquele que não as deixa 
cair. 
PATI 
Para: Sandro 
Apesar de tudo ainda n5o tonsegui te os 
quecer. TE ADORO. 
MALU 
Para: Mareia 
Você é uma das pessoas mais importantes 
para mim porque através de você eu encon - 
trei a felicidade. 
FABIO 
Para: Roque 
Você foi a melhor página que o destino 
escreveu em minha vida. 
PRETA 
Para: Joana 
Você me enfeitiçou com esse seu jeiti - 
nho,agora estou louco de amor por você. 
DE ALGUEM QUE TE CURTE 
INFORNÇAO 
Uma das boas novidades da City fica por 
conta de GERALDO recem vindo de Dourados, 
que está tentando inovar implantando cur ~ 
sos de Computação em nossa cidade. 
Vamos dar uma força. 
• PENSAMENTO 
Se algum dia você sentir-se só não se 
desespere lembre-se de alguém que muitas, 
vezes mergulhou na solidão, por sua cau - 
sa. 
Se um dia você sentir que o frio do mun 
do está maltratando anime-se, lembre-se de 
alguém no meio das noites frias, chama pe­ 
lo calor de seu corpo ... 
Se algum dia você sentir vontade de cho 
rar não se intimide, lembre-se de alguém= 
que em sua saudade e único consolo, são as 
lágrimas que chora. 
Se algum dia você sentir que as chances 
são poucas, não desista ... lembre-se de al 
guém que por tão somente um olhar seu, 1u= 
tou e luta o tempo todo sem nunca can - 
sar... 
Se algum dia sentires que o mundo é pe­ 
queno demais,que alguém construiu para você 
pelo imenso amor que nutri por ti ... e a­ 
través desse mundo de sonhos fantasias 
e realidade te oferece um amor fiel 
puro, eterno e seguro mas, tente primeiro 
lembrar que este alguém sou eu. 
ANA FÃTIMA DE OLIVEIRA 
ADEUS, CRAVINHOS 
Por mais que você 1a"" o rosto todo dia 
=-= 
sua pele, que é u óry uperuensível, 
cisa de vez em qu.ndo de uma li:reza pro - 
funda par que aquele terrívei pontos 
'os não apareçam no nariz, queixo +e ta. 
Quando você tiver um tepinho de tola , 
aprovei'e para fazer ums boa limpe:a de pe 
le. Não tenha pressa, relaxa,ento e e sen­ 
cial para que a limpeza surta teito. Pri­ 
meiro passe um algodão embebido en creme - 
ou lei .e de limpeza. Aproveite para fazer 
m a s s a g e n s rotativas em t o d o 	o 	r o s t o , 	p a r a 
que as células mortas sejam eliminada e a 
pele fique mais macia. 
Se os pontos pretos forem realmente mu1 
tos. depois da massagem faça um Peeling 
caseiro com uma pasta de limão e açúcar. - 
Emaque o rosto com água morna e enxuque - 
com toalha macia e felpuda, eesfrequr. 
Para que os poros se dilatem, o passo - 
seguinte é um banho de vapor. Coloque numa 
bacia, áqua fervendo, cubra a cabeça com 
ma toalha e receba o vapor <ln água dJrcla­ 
mente sobre o rosto, durante uns l5 ninu - 
tos. Depois, retire os cravinhos que, por 
causa do vapor, devem estar macios e cm 
vidência. Passe álcool nas mãos e faça le­ 
ve pressão com os dedos cm volta dos cra - 
vos. Eles vão sair com a maior facilidade. 
Se tiver algum mais duro, não insista para 
não marcar o rosto. 
Em seguida faça uma sessão de massagens 
desta vez com uma escovinha macia para re­ 
tirar o resto das células mortas. Depois u 
se uma loção adistringente para fechar os 
poros e estimulará a circulação do sangue. 
Deixe a pele sem maquilagem pelo menos 
duas horas. 
RECEITA 
BISCOITO DE NATA 
175 gramas de farinha de trigo 
4 colheres de chá de fermento em pó 
1 pitada de sal 
1 colher de chá de essência de baunilha 
125 gramas de açúcar cristalizada 
2 ovos batidos 
4 colheres de nata 
MODO DE FAZER 
Faça uma massa mole, com os ingredien - 
tes citados. Estenda a massa na grossura - 
de 1 centímetro, enfeite-a com batedor de 
carne corte os biscoitos com aucílio de um 
cálice. Ponha em assadeira umtada com man­ 
teiga e leve ao forno até corar. 
PIADA 
Tentando convencer aquela gata incrível 
a ter um caso com ele, o garoto usa de to­ 
dos os argumentos: 
-Bem, eu gosto muito de beber vinho bran 
co - diz ela - eu tenho duas garrafas gel~ 
das - responde - o rapaz apressado. 
- Eu também adoro ouvir Prince. 
- Acabei de comprar o último cd dele. 
- E para completar, minha fantasia é fa- 
zer amor sobre um tapete de pele. 
- me dê dois minutos: estou indo matar - 
meu cachorro de estimação. 
PARA REFLETIR 
Evita criticar essa 
eia menos agradável no 
cooperando em silêncio 
desapareçam. 
ou aquela minudên - 
ambiente caseiro, - 
para que os senões 
' t 
El AMAM 
A EMPRESA COMETA DEL AAMBAY oferece aos seus passageiros 
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Hi cercn do sete 
mil ano o sábio Fu 
xi decodificava a­ 
través de he::aqr ama 
as oriqens e mlsté­ 
rios do mundo. Na- 
ia o I Chinq que - 
podo ser traduzido 
como um tratado ou 
textos aqrados so­ 
bre a razão elo uni­ 
verso e o caminho - 
do homem. Depois - 
dele outros homens 
foram montando as - 
busco o difundindo 
as escrituras deste 
conhecimento. 
Durante séculos 
os cnsinamentos do 
I Ching ficaram re~ 
tritos ao povo chi­ 
nês, só muito mais tarde ele veio ser di­ 
fundido entre os ocidentais. O modismo e­ 
sotérico tem levado várias pessoas à co 
nhecerem e operar com os ensinamentos do 
oráculo milenar. O monge taoista Wu Jyh - 
Cheng lança I CHING A ALQUIMIA DOS NÚME - 
ROS (editora Objetiva) onde mostra os mis 
terios e como funciona a antiga arte de 
conhecimento do homem e do universo.Moran 
do no Brasil há 20 anos, Cheng ensina os­ 
primeiros passos do I Ching clássico, a­ 
prendido em templos chineses. 
Mais do que uma arte de adivinhação o o 
ráculo foge e difere do tarô, runas e ou­ 
tras formas esotéricas de previsão. o I - 
Ching conjuga matemática, razão e intui­ 
ção e filosofia, além de dar respostascla 
rase objetivas, isto sem contar que as 
respostas são curtas não dando tanto a 
quem pergunta e dominar o oráculo. As in­ 
formações passadas são curtas e diretas. 
Segundo o monge, que é especialista tam 
bém em tai chi chuan, acumpuntura e tradá 
tor de textos do chinês para o português­ 
o livro é resultado de três anos de cursos­ 
que dei com duração média de três meses, - 
onde o básico é ensinado aos alunos. Procu 
rei revelar os segredos e chaves de inter­ 
pretacão, já que o conhecimento adquirido 
na China é o I Ching clássico. 
Ching não deixa dúvida em relação a di 
diculdade do ensino do oráculo. o aprendiz 
precisa dominar urna série de outros conhe 
cimentos que são a base de formação do I 
Ching. Outras questões levantadas por ele 
está na própria interpretação que muita - 
dá durante as consultas. "Como o I Ching 
oferece em determinados casos diversos ca­ 
anhos de respostas, muitas pessoas optam 
por usar a instuição no lugar do conjunto 
de fatores que serve de base para o orãcu 
lo. A chave de interpretação, explica, s6 
ensinada na China e unicamente pelos mon­ 
ges e sábios de forma oral, nada está escri 
to". 	- 
"O livro traz justamente a resposta pa 
ra isso, servindo de apoio à quem já 6 i­ 
niciado no oráculo ou está dando os primei - 
ros passos". Na verdade o I Ching não é a 
base de cultura chinesa e sim é ele que in 
fluência a vida da China. Até porque as - 
respostas fornecidas pelo oráculo não só a 
concentração, mas uma profunda noção da fi 
losofia, do conceito e da base que o hexa 
grama dá. As respostas não podem ser mera 
mente intuitivas, até existem situações em 
em que não só a matemática ou a razão irão 
prevalecer funcionando muito mais a intui 
casos 
EIPLORDNDO O TITI IC 
A I4 de ah.ri! de !,912, quatro dias de­ 
pois de ter zarpado de outhampton, Inqla 
terra, com destino a Nova York, o Ti anic 
bateu num iceberg e afundou em duas horas 
e meia. O navio transportava 1,320 passa­ 
qeiros e 90 tripulantes. Desse total de 
2.228 pesos, 1.523 morreram. Embora ti­ 
vesse capacidade para levar 64 botes sal- 
va-vidas, o navio levava apenas l6, porque 
seus construtores achavam que o 'Titanic e­ 
ra insubmergivel. Cada bote tinha capacida 
de para levar até 60 pessoas, mas a maio­ 
ria foi lançada ao mar com 40 pessoas, al­ 
guns até com menos e o primeiro levava ap 
nas 12. Foram distribuidos coletes salva­ 
vidas, mas de nada adiantaram: a temperatu 
ra da água era de congelamento. 
o naufrágio do Titanic gerou uma série 
de lendas: que ele levava uma fortuna em - 
jóias e barras de ouro, que a orquestra fl 
cou tocando até os minutos finais da ago - 
nia, que houve alguns gestos de cavalhei­ 
rismo e muitos de covardia na hora de de­ 
cidir quem iria nos botes. As mulheres, as 
sim como as crianças, tinham prioridade, 
mas uma delas preferiu ficar com o mari 
do. Os criados ficaram no navio. Um dos 
donos da companhia que construiu o navio - 
não teve escrúpulos cm se salvar, mesmo sa 
ians@ @E 
O escritor americano Norman Mailer de­ 
finiu seu mais recente trabalho. "O fan - 
tasma da prostituta", como um romance da 
CIA, O serviço de espionagem dos Estados 
Unidos. Como na edição brasileira, a car­ 
go da Best Seller, o livro saiu cm dois - 
volumes, de cerca de 700 páginas cada, à 
conclusão a que se chega é que a CIA não 
conseguiu manter seus segredos fora do al­ 
cance de Mailer. Ou então foi Mailer que 
mais uma vez, não resistiu à tentação e es 
creveu demais, exibindo-se para os leito­ 
res com comentários sobre todos os assun­ 
tos que lhe deram na veneta, ·não necessá­ 
riamente ligados ao serviço de inteligên­ 
cia e contra-informação dos Estados Uni - 
dos. 
As duas conclusões são válidas e não - 
se excluem. A CIA é um livro aberto, corno 
se viu recentemente no caso do chefe do - 
departamento de investigações sobre a Rüs 
sia que, na verdade, era um agente da RÚ~ 
sia infiltrado nos altos escalões da CIA. 
E Norman Mailer tem muitas qualidades co­ 
mo escritor, mas a concisão não é urna de­ 
las. "O fantas111a da prostituição" é um - 
livro desigual: tem páginas de tensão e 
suspense, como um bom romance de espiona- 
gem do John Le Carré, e também longos tre 
chos de reflexões existencialistas. Mas, 
embora desigual e carente de ritmo, o li­ 
vro de Mailer nunca é desinteressante. A­ 
lém de escrever muito bem, Mailer é inte­ 
ligente, procura sempre soluçôesoriginais 
para sua narrativa e muitas vezes conse - 
gue ser engraçado. 
Logo no início, o personagem principal 
descreve o sexo com a amante nos seguintes 
termos: "com Chloe era pau na máquina, li 
quidação total, ura-upa, pura farra, tro­ 
ca de óleo. Na sequência, urna sensação de 
baixaria, suja a 'ca como a terra. Dava 
para plantar flores na bunda". Um pouco - 
adiante, o protagonista pontifica: "O a­ 
mor é audacioso. preciso correr riscos 
para preserv~-lo - um bom modo de expli 
car porque tao pouca gente permanece apa1- 
xonada". Ex-alcoólatra, Mailer põe na boca 
dofs{tos de trr 
porque convenceram o capar o a 
ridículo recordoe do ve!celd 
inaugura . Aprar de ter 
clara, nenhum vigia v'u o 
oficiai deu uma ordem verrad 
iminente o choque cor ma a de qelo. 
Em "A mldicão do Titanic" (Fccord, ,4 
páginas), Robert Sorling volta ao tentar, 
mas não se limita a contar a historia do - 
naufrágio, criando uma história fan'5 ie 
sobre o poder dos mortos do Titanic e pr 
servar seu úmulo coletivo. A história re- 
al do Titanic supra, doe longe, a imaain- 
ção de Serling. Se elo tivesse perceb!do 
isso e se tivesse se limitado aos fatos, - 
teria feito um livro de e ler, reler e - 1 
guardar na estante com emoção. Do jeito .. 
que ficou, "A maldição do Ti anic" frustra 
o leitor. A vide é sempre melhor do que e­ 
xercícios vazios de imaginação. O livro de 
Serl ing é como um explorador que vai ao T! 
tanic cm busca de ouro, quando leitor que- 
ria um mergulhador que trouxesse à tona o 
grande blefe que foi apresentar o vapor CE 
mo "o maior objeto móvel já criado pelo - 
homem", um perfil dos arquitetos da trag­ 
dia, sobrevivente, enfim todas as históri- 
as possíveis do naufráqio. 
íl 
de seu personagem que "a embriaguez não 
passa da abdicação do ego". E sapeca ura 
definição irretorquívcl de profissionali.§_ 
mo: "um profissional precisa ordenar ao 
corpo que esteja no local indicado. Exaus- 
to ou descansado; afável ou afogado em bai­ 
le; leal ou traiçoeiro; adequado à tarefa 
ou escandalosamente incompetente; o sujeito 
é, mesmo assim, um profissional; lacra a 
parcela da mente incapaz de realizar a ta· 
refa. E, se o restante não tem capacidade 
de exercitar o :serviço, ele ainda é um pro­ 
fissional. Compareceu ao trabalho". 
Mailer lembra o tempo cm que correr pe­ 
las ruas era uma atividade estranha, tão· 
comum como seria hoje andar de esqui com 
as mãos. Diz que "os homens trabalham para 
desenvolver seu lado ruim", enquanto "as T 
lheres apenas o utilizam". "O personagem - 
principal diz que sente "relaxado como um 
fio de espaguete cozido no vinho", E, já • 
esperando pelas críticas ao seu estilo ca 
daloso de contar histórias, Mailer cita 
Thomas Mann quando disse que só o verdadei 
ramente exaustivo é interessante. "O fan 
tasma da prostituta" deve ser lido como uT 
exercício de estilo, humor e inteligência. 
de Norman Mailer. O tal "romance da CIA" fl 
canas intenções, assim como o objetivo de 
clarado de traçar um perfil do inconscien 
te americano através do funcionamento de· 
sua agência de espionagem. 
Como romance de espionagem. "O fantas: 
ma da prostituta" nem se compara às hist.9. 
rias de John Le Carré. Mesmo dentro da o­ 
bra de Mailer, "O fantasma" é inferior ao 
romance-reportagem "A canção do carrasco" 
que, por sua vez, foi uma tentativa frus 
trada de emular o sucesso de "A sangue 
frio", de Truman Capote. Nesta ú~asiio, 
0 
maior defeito de Mailer foi também a ten­ 
dência a escrever demais, de encantar-se 
com o próprio urnb1go. Para quem estiver - 
interessado no melhor de Mailer,. recome~ 
do um romance menos pretencioso e talvez 
por isso mesmo mais consistente, chamado 
"Os má.chões nio dançam". 
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ANTONIO JOÃO MS

Parabéns Bela Yisl 
Ver.Marcos ELias 
Rios da Cruz 
' 
1er.Fcrnando de Barros 
( 
° 
1 u 
• 
 
... . . .. ... j 
Yer.Israel Chamorro 
da Rocha 
BELA VISTA COMEMORA O SEU 76% ANIVERSARIO E A FESTA E NOSSA, 1 DO 
POVO E DOS REPRESENTANTES DO POVO. REALIZA-SE TAMBÉM A 2J9 EXPOBEL, 
PROVA, QUE A UNIÃO DE TODOS PROVOCA UM ESTfl!ULO MlIOR QU/?:DO SL" TRJ1'/1 
DE REALIZAR UPA FESTA EM BENEFICIO DO POVO. 
REALMENTE, A FESTA E NOSSA E SENTIMO-NOS JUBILOSOS 
EM PODER SAUDAR BELA VISTA E SUA GENTE. 
'i. • , 
'? 
• > • .• ' • 
t ,, 
. .. . 
PARABÉNS PRINCESA DO APA. 
Ver.Marco Rondon 
: .. 
Ver.Luiz Alexandre 
Loureiro PalrnieiT 
-. 
• Ver. Rone Moraes 
Sir:oes 
CâMIRI MUNICIPIL DE BELI VI 
1

VAMOS ACREDITAR 
A OPDEM E ERGUER 
A CAPEC, ELAVA A 
LNTT. E O CORA;AO, 
l·t.rl.'.i n ll.'!O, /Clll.llJ­ 
A NO FUTURO DA TER 
RA E NAS POTENCIAL,I 
ADES DA REGIÃO. 
IÁ TRITAS E 'TANTA 
CflJl'l'IJHIIS, Dl'.SILU - 
DIDAS COM O ATUAL ES­ 
'l'JDO DE COISIS, QlJF: 
Nr:S'l'I·: MOMJ-:N'I'O f:: 
IMPORTANTE REGISTRAR 
IS PILIVRAS DO GRIN­ 
DE PENSIDOR "TR!S 
GRANDES MALES O TRA­ 
DILIIO JFIS'l'/ DE NôS: 
O TSDIO, O VÍCIO E A 
NECESSIDADE".' 
ENTÃO PARA VENCER 
DESAFIOS, PERCALÇOS 
Q:JE SE APRESEN'l'AM DIA­ 
RIAMENTE, VAMOS LUT/R, 
TR.IB.ILH.IR C.ID.I VEi 
MAIS PARJ CONQUISTAR, REALMENTE, UMA SITUAÇÃO ESTÃVEL E DURA­ 
DOURA, NUNC/ DESVINCULADA DOS DITAMES DE UM ESPÍRITO CRISTÃO. 
Pr re - Ir 
ODJ['l'IV05, Ut"lA PAr,:-IC!PIÇ,  
DIGNA NA SOCIEDADE. UM RE­ 
CONHECIMENTO. UM DIREITO E 
UM DEVER. 
MESMO COM AS LIMITAÇOES 
DE UM MUNICIPIO PEQUENO, 
AS CHEIO DE IDEAL, PATRIO­ 
'ISMO E FORÇA , BELA VISTA 
VAI, DIA-A-DIA , CONQUISTANDO 
f.TAPAS IMPORTANTES. 
NESTE MOMENTO HISTÓRICO, 
REAFIRMAMOS A NOSSA CONVICÇÃO DE LUTAR SEMPRE PELO TR/BILl!ADO?, 
PELO HUMILDE OPERÃRIO QUE CONSTRÓI A GRANDEZA DO MUNICIPIO. 
P.IRABENS DELI VISTA! 
enador Wilson Barbosa Martins 
PARABÉNS POVO DELAVISTENSEI 
DEPUTADO ZECA DO PT 
~~ P VO DE BELI YISTI· PIRI TUDO Há UM CAMINHO 
MAIS UMA VEZ FAÇO DESTE JORNAL 
1 
.1 MINHA TRIDUNA PARA SAUDAR O 
POVO DESTA TERRA QUERIDA, BERÇO 
DE MEUS ANTEPASSADOS. 
QUANDO ME ELEGI DEPUTADO, FIZ 
UM COMPROMISSO, NÃO SÓ COM O POVO, 
MAS TAMBÉM COM MINHA CONSCIÊNCIA, 
GUIA DOS MEUS ATOS, DE QUE TERIA 
SEMPRE A NORIT.AR OS MEUS TRABALHOS 
NA ASSEMBLEIA O EQUILIBRIO, A MO­ 
DERAÇÃO DE ATOS E IDEIAS, VISANDO, 
SEMPRE, EQUACIONAR OS PROBLEMAS, 
DIMENSIONANDO-OS /TRAVES DA RAZÃO 
E DÁ JUSTIÇA. ASSIM TEM SIDO. AS- ,tf'-s 
SIM SERÃ. 
ASSOCIANDO-ME AS COMEMORAÇÕES ALUSIVAS .1  ANIVERSARIO DE 
BELA VISTA, QUERO AQUI RENDER AS MINHAS HOMENAGENS A TODOS 
AQUELES QUE TRABALHAM PELO ENGRANDECIMENTO DO MUNICIPIO, EM 
PARTICULAR AOS QUE ACREDITANDO NO FUTURO DA TERRA, INVESTEM E 
GERAM RIQUEZAS, CRIANDO OPORTUNIDADES. 
AOS QUE DEPOSIT.IRAM NAS URNAS O SEU VOTO, CONFIANDO-ME UM 
MANDATO, A SERENA RESPOSTA DE QUE ESTOU TRABALHANDO, PARTICI­ 
PANDO ATIVAMENTE DO PROCESSO POL!TICO E TRANSMITINDO A MINHA 
EXPERIENCIA AOS MAIS JOVENS. 
PARABENS BELA VISTA! 
NADA NESTE MUNDO , JAMAIS , 
FICOU PARA SER RESOLVIDO, POR MUITO 
DIFÍCIL QUE FOSSE O PROBLEMA, SEMPRE 
P.OUVE .ILGUEM QUE O RESOLVESSE, ACHANDO 
UM CAMINHO PARA CADA DIFICULDADE. 
PARA TUDO HÃ UM CAMINHO, BELA VISTA 
f.NCONTROU O SEU CAMINHO. E DIFÍCIL, AS 
. i 
• +il 
Deaotado 
Yaliemir Mola 
VEZES ÃSPERO, MAS E UM CAMINHO QUE 
NOS LEVARÃ A FORMAÇÃO DE UMA COMUNIDADE 
.,,. 
PACIFICA, UNIDA E PROGRESSISTA. 
NA PASSAGEM DE MAIS UM ANIVERSÁRIO E REALIZAÇÃO DA 230 
F.XPOBEL, OS NOSSOS VOTOS DE SUCESSO. 
Viação Crneiro do Sul uma estrela· 
que brilha na constelação·· de MS 
Osvaldo Possari 
e Funcionários 
,

LI1+o 
MINHI CIDIDE ... 
EU SOU A CIDADE. MEU CORA,AO, 
MEU NERVOS, MEU SANGUE QUE 
PULSA, MI!HA ALMA QUE GRITA E 
V l llH/1. P,(J :;ou / CID/IDE. 
LEMBRO VELHOS TEMPOS, DE VE- 
1AIO AMIGOS, DOS PAPOS GOSTOSOS, 
DO 'TERERE GIRANDO COMO GIRA A 
RODA DJ VID/. 
DEI./ VISTA, /MORES ANTIGOS, 
AMIZADES NOVAS,ESPERANÇAS RENO­ 
VADAS... 
GOSTARIA, NESTE DIA, DE POS 
SUIR MIL DRAÇOS, GOSTARIA DE 
CRESCER E CRESCER MUITO, PARA 
PODER, LÃ DO ALTO, ABRAÇAR A 
'l'ODOS OS BELAVIS'I'ENSES, ENVIAR A 
CADA CIDADÃO AQUELA FORÇA QUE SÔ 
A AMIZADE TRANSMITE. 
PlRADCNS PRINCESA DO APA, 
PARAOÊMS EXPOSITORES E ORGANIZADORES DA 23 EXPOBEL. 
Ary Rigo 
EVIDENTEMENTE QUE O ANIVERSÁRIO DE UMA CIDADE t MOTIVO DE 
JOBILO E SATISFAÇÃO PARA TODOS OS SEUS MORADORES. HOJE E UM 
DIA ESPECIAL. 
MUITO ESPECIAL. 
NESTE DIA, IMPORTANTE PARA TODOS OS QUE NASCERAM EM BELA 
VISTA OU FIZERAM DESSA CIDADE A SUA COLMtIA DE TRABALHO, NÔS 
'--------IF.NVIAMOS OS MAIS SINCEROS VOTOS DE FELICITAÇÕES, ESPERANDO 
QUE CADA UM ENCONTRE AQUELA OPORTUNIDADE, QUE ABRIRÁ AS PORTAS 
DE UM NOVO AMANHÃ. 
Feliz Aniversário 
o 
QUANDO UMA CIDADE 
ANIVERSARIA TODOS 
MERECEM OS PARABSNS. 
QUEREMOS NESTE DIA 
FESTIVO EM QUE 
TODOS OS BELAVIS­ 
TENSES TRANSBORDAM 
DE ALEGRIA, EXPRES­ 
SAR A NOSSA HOMENA 
GEM DE OTIMISMO, 
DE Ft, ESPERANDO 
QUE TODOS OS ANSEIOS 
DA COMUNIDADE SE L 
TRADUZAM EM REALIZA- 
COES 0D3TIVAS. 
Ao E PENAs lí 
MAIS UM ANO, MAIS 
UM ANIVERSARIO, E 
MAIS UMA REAFIRMAÇÃO DE PRINCIPlOS, UM CHAMAflENTO AO :i:!:JEAL 
MAIOR, UM CONVITE A LUTA E A PARTICIPAÇÃO. 
. 
.. 
PARABSNS BELA VISTA! 
Oscar Goldoni 
Novo Amanhã 
SENADOR RACHID SALD1.NIIA DERZI 
Nossa Mensagem 
NESTA OPORTUNIDADE, QUAN 
DO BELA VISTA COMEMORA MAIS 
UM ANIVERSÁRIO E INICIA-SE 
1'. 230 EXPOBEL, NÃO PODER!A­ 
NOS DEIXAR DE ENVIAR, A­ 
TRAVl::S DESTE JORNAL, A 
'OSSA TRIBUNA DA FRONTEIRA, 
OS MELHORES VOTOS, INDIS­ 
TINTAMENTE DE CREDO, CRENÇA 
F PAIXO, A TODOS AQUELES 
QUE ESTÃO EM BELA VISTA CO­ 
I,ABORANDO PARA O SEU DESEN­ 
VOLVIMENTO. 
EVIDENTEMENTE QUE NEM 
TODOS COMUNGAMOS AS MESMAS lDê:IAS ,MAS, H/WlAMOS DITO SER 
IWTAVISTENSE S UM ESTADO DO ESPIR!TO, ESPERAMOS QUE TODOS SE 
UNAM A NÕS, EM ESPlRITO, PARA QUE POSSAMOS SAUDAR BEIA VISTA 
N() SEU.DIA! 
D 
.. 
PARABSNS BELA VISTA E EXPOSITORES. 
Dilso Sperafico

, 
PIRIBENS 
9E.z 
E OI. A PP, 
TOLICA PAA 
1 AIVLRÍRIO 
D' BELA VI'TA. 
A CIDAE 
PAROU. UM 
DE ALEGRIA ENVOLVE 
Eu Sou 
RIDADES. 
PARTILHAMOS 
MUNICÍPIO 
DINAMISMO. 
QUEREMOS 
ZlÇÃO DOS 
NUM 
DA 
CONTINUAR 
JUSTOS 
LUTA 
EXEMPLO 
PARA 
DE 
COLABORANDO 
ANSEIOS 
TODOS, 
DA 
POVO 
TRANSFORMAR 
TRABALHO 
E AU""O- 
ESTE 
E 
PARA A CONCRETI­ 
COMUNIDADE. 
NESTA OPORTUNIDADE, QUANDO SE REALIZA A 
230 EXPOBEL, SAUDAMOS, TAMBÉM os ORGANIZA- 
DORES E EXPOSITORES, ALICERCES DA ECONO- 
MIA LOCAL E REGIONAL. 
ATRAVÉS DE NOSSO TRABALHO PROCURAMOS CONTRIBUIR 
AINDA MAIS PARA O CRESCIMENTO DO MUNICÍPIO. PARABÉNS BELA VISTA 
TODOS 
TEIS 
os 
E 
E: 
SERES 
O PESSIMISMO 
FRACOS. 
UMA 
DE 
ACREDITAR, 
UMA SAÍDA, f: LUTJR COM 
PARA SE CONSTRUIR UMA SOCIEDADE MELHOR. 
BELAVISTENSE: O OTIMISMO t RAIO DE SOL QUE TEMOS 
NO INTIMO E QUE BRILHA EXTERNAMENTE, MESMO A 
NOITE. 
ESCADA 
BOA VONTADE 
LAMA ONDE SE AFOGAM OS FC- 
NESTE DIA, INICIE 
POR O:DE 
E PERSISTENCIA. 
SEMPRE, QUE !IÃ 
CORAGEM E DESPREENDil'-'ENTO 
NOVA VIDA, ACREDITANDO 
EM vocE, EM 
O3GANI ZADORFS E EXPOSITORES DA 230 EXPOBEL. 
HOTEL POUSADJI DA FRONIEIRI 
SUA CIDADE. PARABÉNS BELA VISTA, PARAENS 
1 ZIR 13 	RICARDO DE SOUZA ROSA E FAMÍLIA. 
Povo de Bela Vista 
NÃO IIÃ MAIOR 
IDEAL DECENTE, DE 
O ANIVERSÁRIO DE 
RIQUEZA 
UMA 
UMA 
PARA 
VIDA 
CIDADE 
UM 
ÚTIL. 
SER HUMANO 
IMPORTANTE, NÃO 
DO 
Sô 
QUE SER DONO DE 
PELO QUE REPRESENTA 
UMA FIBRA ELEVADA, DE 
NO ASPECTO CIVISMO, MAS, 
UM 
SOBRETUDO, PELA OPORTUNIDADE QUE TEMOS DE AVALIAR O NOSSO TRABALHO NA COMUNIDADE. O QUE FIZEMOS? O QUE ESTAMOS FAZENDO 
O QUE PRETENDEMOS FAZER? 
f: UM DIA DE FESTA E DE MUITA ALEGRIA, MAS E TAMBÉM UM DIA DE REFLEXÃO. 
LEMBRO NESTE INSTANTE, AS PALAVRAS DE UI' AMIGO DE LONGA DATA "SER BELAVISTENSE f: UM ESTADO DE ESP!RITO". SIM, PAIRA EM 
BELA VISTA UMA ATMOSFERA DE CALMA, DE TRABALHO E DE COMUNHÃO. ISSO É BOM,MUITO BOM, SINAL QOE TODOS NÔS ESTAMOS EMPENHADOS 
EM OBJETIVOS COUNS. 
PARABÉNS A RELA VISTA E AOS BELAVISTNSES, MUITO SUCESSO. AOS EXPOSITORES A NOSSA MAIS DESTACADA HOMENAGEM. 
Diretoras; 
Funcionários 
' 
Professores e Alunos 
Instituto de ~docação de Bela Vista

• 
UM GRANDE AMO 
A HI''TIA 1E UMA 
CItAO f FEITA PELO 
E) POVO, P1.LO 
Bela Vista hoje é o 
seu aniversário 
INICIATIVAS POR ELE; 
T(/11LJMJ. 
T:S'J'Otl lDQIJI HIIJDO O 
BITO DE GOSTAR DE 
ELA VISTA, SIM, O 
11/dHTO, POIS / 
PRJNC8SI DO APA VAI 
EN'l'RlNDO DEVJG/RINHO NO CORAÇÃO DA GENTE, NO É UM AMOR REPEN­ 
'l'INO, QUE PODC SE ICIOAR DE UMA J!ORI P/RA OUTRI; C UMA SENSI­ 
çO LEVE QUE VAI ,CRESCENDO E SE SOLIDIFICANDO ATE SE TORNAR 
UM GRANDE AMOR. 
PARABCNS BEL/ VI S'l'A, MINHA SAUDAÇÃO A TODOS AQUELES QUE 
PARTICIPAM DA VIDA COMUNITÂRIA. 
PARABÊNS EXPOSITORES. 
Posto Nacional 
HORTÊNCIO CAPILÉ ESCOBAR 
±M SE ACOVARDAR 
r>llt✓TE DAS Dlf'ICULDl­ 
ES NATURAIS DA VIDA, 
SEM DEIXIH SUAS PAI­ 
lÕES LATENTCS DOMI­ 
NA-LO, SEM SER ESCRAVO 
E NEM SENIIOR, MAS SIM,· 
I.IVRE PARA SI E PARI 
15 LEIS NATURAIS DA EXISTÊNCIA, SEM DEIXAR AS TEORIIS FILOSÔ,·'I­ 
CAS CONVENCE-LO, MAS CRIAR SUAS PRÓPRIAS NORMAS E SEGUI-LAS 
f.EM FANATISMO, DANDO PROVAS REAIS DE EFICIÊNCIAS (R.STANCANEL­ 
LI). 
SÃO PALAVRAS PARA MEDITAR. 
PARABÉNS BELA VISTA- PARABÉNS EXPOSITORES. 
João Kalife 
PRESIDENTE DO GREMIO PEDRO RUFINO 
NAO VOLTE! 
FAÇO MINHAS AS PALAVRAS DO GRANDE BEETHOVEN, "CONTINUE PARA A FRENTE. AS DIFICUL- 1.-.~- 
• 	1 
DADES QUE ENCONTRAR IR- SE-ÃO RESOLVENDO POR S! MESMAS, Ã MEDIDA QUE FOR AVANÇAN- , 
DO". 
NÃO VOLTE PARA TRAZ, E A LUZ REFULGIRA PARA ILUMINAR, CADA VEC COM MAIS CLARIOA-1 
DE, O SEU CANINHO. 
DOMINE o SEU TRABALHO, E AS SUAS EMOÇÕES DESALENTADORAS, MAS NÃO CONSINTA QUE 
ELAS O DOMINEM. 
AO SEJA DE PRATA, POIS BEM SABE QUE PODE SER DE OURO. 
o GENIO COMPÕE-SE DE DOIS POR CENTO DE TALENTO E DE NOVENTA E 0ITO 'POR CENTO DE 
APLICAÇÃO PERSEVERANTE. 
NO seu DIA , o SEU DIA DE FE BELA VISTA! 
FELIZ ANIVERSARIO- 
PARABÉNS EXPOSITORES 
> 
MARRA JEANS 
Proprietária 
e funcionarias

Poder de lção' Mensagem 
O GR!O PER-- 
MERCADO SÃO 
J0 ,DE.ENVOLVEMO 
UMA AÇ1O 
CON 1UM, ONDE 
O Tfl/1111.110 r. 
A MOLA PROPULSORA 
0UI ACELERA, 
DINAMIZA 
PHOVOCJ O 
CRESCIMENTO, 
ESTÁ EMPENHADO 
NOVOS 
TOS. 
PROJE 
A DIVERSIFICA-­ 
Çi'io DI:! NOSSJS 
TORES, TEM 
GERAR RIQUEZJS 
ATIVIDADES, ABRANGENDO DIVERSOS 
POR META CRIAR EMPREGOS, 
E COLJBORAR PARA O CRESCIMENTO 
DAS CIDADES DA NOSSA REGIÃO, 
AS 
FRUTOS 
NOSSAS 
PARA 
ATIVIDADES 
QUE • 
LHCRES PROPOSITOS, 
ATIVAMENTE DO PROCESSO 
-.._ ,DO ESTADO. 
ESPERAMOS 
POSSAM RENDER 
AMANHÃ, IMBU!DOS 
CONTINUEMOS A 
QUE 
DOS 
PARTICIPAR 
DESENVOLVIMENTISTA DO SUDOESTE 
NESTA OPORTUNIDADE QUANDO 
l.IM ANIVERSÃRIO DE SUA 
POLÍTICA ADMINISTRATIVA E 
O MUNIC°!PIO 
EMANCIPAÇÃO 
REALIZA-SE 
SE- 
ME- 
ATENDENDO A REGIÃO 
COMEMORA MAIS 
A EXPOBEL, 
PARABENI ZAMOS O POVO E AUTORIDADES, ALMEJANDO 
TODOS O SUCESSO ESPERADO. 
UPERMERCIDO sio JOSÉ 
A 
PELO IDEALISNO 
ENTUSIASO 
DESPORTISTAS, CO!SEGUIMOS 
RECOLOCAR 
ESPORTE 
EM POSIÇÃO 
DESTAQUE 
RISMO 
ZACARIAS 
DE 
TRABALHO 
PARA 
E 
QUE 
DE 
o 
BELAVISTENSE 
DE 
NO 
ESTADUAL. 
AGRADECEMOS O ESPECIAL APOIO 
DA 
SUPERAR 
PARABÉNS 
1, 
AMADO- 
' 
GRANDE 
APOIA 
ONDE 
BELA 
o 
li'. 
E 
[')0 
PARCE !.J 
PRESTIGIA 
EXTRA1MOS 
OBSTÁCULOS • 
VISTA, PELA 
PRESIDENTE DA LIGA ESPORTIVA BELAVISTENSE 
PREFEITO 
DA 
o 
A1RAO 
SOCIEDA­ 
NOSSO 
ESTÍMULOS 
SUA DATA 
MAIOR! 
~ 	ft 
JOSE GLIUCY FLORES 
, 
FELIZ INIYERSIRIO 
EXATAMENTE H 76 ANOS BELA VISTA SURGIU NO CENÁRIO 
PARA FINCAR RA1ZES DE TRABALHO E DE 
EXEMPLOS. ~ UMA TERRA HISTÓRICA. 
8 : 
t UM MUNIC1PIO ONDE os SEUS MORADORES PISAM o SOLO sA 
GRADO DA TRADIÇÃO E DO HER01SMO, 
NÃO t TAREFA FÁCIL DAR PROSSEGUIMENTO AOS 
1 
IDEAIS DOS PRIMEIROS MORADORES, MAS A ATUAL 
GERAÇÃO VAI CUMPRIR o REPTO E SUA 
DETERMINAÇÃO HISTÓRICA. 
o CONVITE A LUTA FOI ACEITO. ESTAMOS EM BUSCA DE 
MELHORES 
DIAS. 
HOJE 
TODOS NÓS. 
A CIDADE FAZ ANIVERSARIO 
NESTA OCASIÃO, 
E 
LEMBRANDO 
RENOVAMOS 
A 
QUE 
os VOTOS 
CONTINUIDADE 
FESTA E: 
NOS 
PARABENI2AMOS 
A 
NOSSOS 
PROPÓSITOS 
os 
DE 
QUANDO 
MISSÃO 
DE 
ASSUMIDOS. 
EXPOSITORES 
POBEL E ENVIAMOS UM FORTE ABRAÇO 
TODOS 
ÁRDUA 
AO 
SE 
TRABALHO 
E 
POVO 
ENCONTRAM, 
DE 
MAS 
E 
NÃO 
DE 
ORGANIZADORES 
FÊSTEJANDO, 
IMPOSS1VEL, 
DA 
BELA 
23a EX­ 
VISTA, 
SENTINELA 	DO PATRIOTISMO. 
, 
JIVET IGROPECUIRII

1 . 
Trabalho 
FORA DO 	NÃO SALVAÇÃO ... 
UMA DAS COISAS QUE MAIS RESPEITO E 
O TRABALHO. 
QUE, 
EXISTE 
TRABALHO 
TENHO-O 
GRAÇAS 
E. SEU 
A ELE, 
SAGRADO 
HÁ 
EM ALTA 
O QUE 
FRUTO. 
ESTIMA 
VEMOS E 
POR- 
t SUBLIME, t SUPERIOR A TUDO E A TODOS QUE PREGAM 
OUTROS PRINC1PIOS. 'FORA: DO TRABALHO NÃO HÃ SALVAÇÃO. MAS 
$ o TRABALHO HONESTO, CRIATIVO, CONSTATA, QUE PRODUZ RI- . 
QUEZAS E AJUDA O HOMEM A CONSEGUIR MELHORES DIAS. AQUI SE 
TRABALHA, EM BELA VISTA, O TRABALHO t UMA FORMA DE ORAÇÃO. 
FERNANDO DE MATOS - PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE P.MURT. 
Construir com alegria 
o CONSTRUIR, 
VEZES, 
NÃO SE 
PERDÃO, 
RIEDADE. 
FERRENHA, 
A VERDADEIRA GUERRA, ONDE 
LEMBRO AS PALAVRAS DE MARDEN "A ALEGRIA 
r 
' 
UM DOS MAIORES TAUMATURGOS DO MUNDO, 
FORTIFICA o HOMEM, DUPLICA E TRIPLICA o 
SEU PODER, D UM NOVO SENTIDO i VIDA". 
QUE NESTE DIA AS MÃOS 
CORRENTE 
PARA 
H DUZ 
AS 
FALA 
EM 
QUE 
EM 
FARÁ 
DE. ANO., 
SOLIDA- 
SE 
DESTA 
DE4 CIDADES. 
ENCONTREM, 
CIDADE 
FORMANDO 
EXEMPLO 
A 
NILCE DE OLIVEIRA PREFEITA DE 
I 
ANTONIO JOÃO 
Parabéns 
MAIS UMA 
VISTA 
VEZ 
DEMONSTRA 
SUA CAPACIDADE 
DE AGLUTINAÇÃO DE FORÇAS 
E SEU PODER DE 
CONGREGAR VÃRIAS MENTES E 
PESSOAS EM 
TORNO DE UM SÓ IDEAL: 
A EXPOBEL, 
SE TORNOU TRA DIÇÃO 
NOSSO ESTADO. 
COMEMORA-SE 
ANIVERSÁRIO 
ANTONIO JOÃO 
TAMBÉM, 
MUNIC!PIO, 
SENTE-SE 
OS AMIGOS DA FRONTEIRA. PARABÉNS 
PARABÉNS 
QUE JÃ 
DO 
EXPOSITORES, 
J0AO 
UNIDOS, 
ALMEJAMOS 
BELA 
A 
PRINCESA 
VOTOS 
A 
COLABORAM 
DO 
DE 
EM 
APA. 
A 
E 
FELIZ 
EM 
TODOS 
PARA 
SUCESSO. 
POR 
20 DE 
O POVO 
EM 
BELA: VISTA. 
NOME 
o 
DE ANTONIO 
AQUELES 
CRESCIMENTO 
UMA FRONTEIRA 
JULHO, O 
QUE, 
UNIDA 
76 
DE 
CUMPRIMENTAR 
DA 
E 
PROGRESSISTA. 
CAl-'i.ARA MUNICIPAL DE ANTONIO JOÃO JUNEIR MARQUES PRESIDENTE 
Saudaçõe 
QUANDO 
MUNIC!PIO DE 
BELA VISTA 
COMEMORA MAIS 
UM ANIVERSÃRIO 
E REALIZA-SE 
A 23a EXPO- 
BEL, ENVIAMOS 
AS NOSSAS 
CALOROSAS SAU­ 
DAÇÕES AO POVO DA 
BELA VISTA PODERÁ 
A 
COM 
POVO 
SUA 
os 
NHO GRANDES 
ACOMPANHAM 
TRADIÇÃO 
MAIS 
FRONTEIRA 
PARABl::NS 
E 
UMA 
AOS 
o 
TRAcrETÔRIA 
VERDADEIROS 
POSSO DIZER QUE BELA 
AMIGOS, PESSOAS 
HÁ MUITO 
BELAVISTENSE 
VEZ, 
FRONTEIRA. 
REENCONTRAR 
JUSTA 
VISTA 
TEMPO. 
POR 
ESP1RITO 
PARABENIZO 
ANSEIOS DE 
DE 
ATRAVÉS 
o 
EXPOSITORES. 
PARABÉNS 
CÂMARA MUNICIPAL DE CARACOL Jost 
E 
SENTIMOS QUE 
o 
DE 
LUTA. 
BELA 
SEU CAI-UNHO, 
ACORDO 
SEU 
QUE ME 
APRENDI A 
SUA, FIDALGUIA, 
VISTA. 
AGORA 
POVO. 
A MINHA CIDADE, TE- 
ADMIRAR O 
DE A TRIBUNA DA 
POVO' BELAVISTENSE, 
CARLOS BARCELOS PRESID.

VIVER SEMEAR 
I 
AO POVO DE BELA VISTA QUE ESTE ANIVERSÁRIO DA CIDADE E 
REALIZAÇÃO DA 230 EXPOBEL SEJA PRENÚNCIOS DE 
NOVAS ESPERANÇAS. 
SEJA O INICIO DE UMA COLHEITA, SEMEADA 
EM 'l'EMPOS IDOS, QUANDO ERA DIFICIL PLANTAR. O TRABALHO 
1:: ENSINO E EXEMPLO. 
A MINHA MENSAGEM; NO SEU DIA BELA VISTA, 
~ QUE, SE UM HOMEM PODE AJUDAR DEZ, CEM MIL OUTROS HOMENS 
A REALIZAREM-SE NA VIDA, É HOMEM,É VENCEDOR, 
UMA LUZ ILUM"l:NANDO CAMINHOS. 
FELIZ ANIVERSÁRIO. 
LUIZ CARLOS 
PARABÉNS EXPOSITORES. 
DE ABREU 
PREFEITO DE PORTO MURTINHO 
DE 
PELA IÊPCIA, 
TINJA!OS 
ANTES 
FOICAS AI' A 
O EU CREIO, 
IMP0RTANTE, 
TANTOS 
MISTAS 
FORÇA 
VIDA 
GRANDE 
UMA 
r:os 
QUE 
QUE 
FARÃO 
OBJETIVOS 
PA ECIAM 
NESTE 
POIS IIÁ 
TANTOS 
NEGAM 
CONSTITUTIVA 
o 
SE 
OBRIGAÇÃO. 
A 
PESSI- 
DA 
PENSAR 
TORNA 
OU O PENSAR GRANDE, SE TORNE OJIA 
COMUNIDADE. 
E 
JOSI:: VICENTE SANCTIS PIRES - PREFEITO DE JARDIM 
AC1O DE C''J, 
Parabéns Bela Vista 
Na vida quem não 
avança recua 
VIVEMOS 
ENTRE DOIS TER- 
MOS - AVANÇAR 
OU RECUAR PARA 
OUTROS PASSAREM. 
NÃO 
TERMO. 
EXISTE MEIO 
1 
1 
1 
QUEM NÃO QUISER 
IR PARA FRENTE, 
ABRE ALAS PARA 
OUTROS PASSAREM. 
ESTE 1:: O SIMBOLO DA VIDA, 
I 
' 
• ' _______ ...... 
NÃO GOSTA 
DE OUVIR 
DROSAS. 
DE 
1:: ABSOLUTA, 
OUVIR 
CRITICAS, NÃO- 
SÃBIA, 
NÃO SUPORTA 
VENCER, 
ENTUSIASMO, 
RESMUNGÕES. 
PERSISTÊNCIA, 
NÃO ESPERA 
OTIMISMO 
GAÇÃO E AMOR 
NÃO ADMITE 
DO CAMINHO, 
AVANÇAR. 
4 
PELO 
LAMENTOS, 
GOSTA DE 
QUE, 
DIGNA, 
EXIGE, 
ELEVADA. 
DOS QUE 
TRABALHO 
CONSCIENTE, 
QUE ESTÃO 
NAO 
POR NINGUÉM, 
GOSTA 
PESSOAS 
FIQUEM PARADOS 
ATRAPALHANDO 
QUISEREM 
CONTINUO, 
SABEDORIA, 
FAZENDO, 
AQUELES 
NO MEIO 
QUE 
JOSÉ ARTHUR-PREFEITO DE BONITO 
ME- 
MAS 
QUEREM 
Entendimen ® 
NESTE DIA 
QUANDO BELA 
VISTA ABRE AS 
SUAS PORTAS 
PARA RECEBER 
TANTOS E 
TANTOS VISITANTES, 
NÃO SÕ os 
FILHOS DA 
i' 
TERRA QUE 
TAM 
VER OS 
FELIZES 
TORES 
A 
A 
A 
VOL­ 
VI- 
DIAS 
COM OS 
E 
MINHA 
E 
FAMILIARES, 
ESCLARECER 
ATRAVÉS 
VONTADE, 
RAM. 
DO 
o 
CONVIDADOS 
MENSAGEM, 
DE 
NÃO 
ESP!RITO 
DA 
QUE 
RENOVAÇÃO 
PARABÉNS 
DISCUTIR. 
DE 
ENTENDIMENTO 
DE 
SERVIÇO 
COMO 
EXPOBEL, 
DE 
BELA 
DAQUELES 
os 
PJUNC1PI0S: 
VISTA 
JUVINO GODOY - PREFEITO DE CARACOL 
E 
AUXILIAR, 
DA BOA 
QUE IG:0-