ar 
ELA VISTA/M /llO: 22 
DIÁRIO _REGIONAL 
ao 
NV: 1.529 26 DE JULHO DE 1.994 - TERÇA-FEIRA 
DIRETOR RESPONSAVEL,: IVAL.DO PEREIRA R$ - 0,50 
. 1 
" 
EVIINGELICOS SE UNEM EM- TORNO 
DE WILSON BIIRBOSII MIRTINS 
Lideranças evangé sa, da Assemlbéia de 
licas, representando Deus, antes de ini - 
cerca de 50 mil pes- ciar a oração de a - 
toas em Campo Grande bertura do evento. 
o 10 por cento da po Wilson Martins se 
pulação de todo o Es emocionou com a deci 
tado, manifestaram - são de apoio da cor.1u 
na noite de terça-fei nidade e classificou 
ra (dia 19) a vonta- a como uma demonstra 
de de ter Wilson Mar cão de afeto e res ::­ 
tins como o novo Go- peito por parte dos 
vernador de Mato evangélicos. O cand_!: 
Grosso do Sul. dato da Frente Popu- 
Participaram da lar afirmou que o - 
manifestação mais de mente a fé em Deus o 
150 líderes de Igre- anima a continuar na 
jas como a Batista, luta pelo povo de 
Metodista, Luterana, seu Estado. 
Presbiteriana, Assem "2 graças a Ele 
bléia de Deus, Pente que caminhamos para 
costais, Quadrangu - a vitória. É somente 
lar, Congregação Cris Ele quem nos ilumina 
tã, Adventista, Deus a não respondermos a 
é Amor entre outras. os nossos adversá 
"Precisamos nos rios quando tentam 
nir em torno de Cris nos ofender. Acredi­ 
to. Precisamos fazer tamos que quem gover 
uma boa escolha nes- na, deve ser o exem- 
Scnador Wilson Martins em reunião com os Evangélicos te instante",lembrou plo, por isso não a- 
ss +asas são4é .,"."., ±giz±êg? 
; Q0 
E.A 8 IE 
~ 
OOrnJ 
"Não tenho qual - 
quer dúvida de que 
essa extraordinária 
seleção de eleitores 
vai garantir o meu 
quarto mandato de Se 
nador, porque somos 
um time que sempre - 
jogamos do mesmo la­ 
do, em favor do de - 
senvolvimento de Ma­ 
to Grosso do Sul. O 
tetraé nosso", dis­ 
se o Senador Rachid 
Derzi, convencido 
que será eleito. 
Rachid está cada 
vez mais otimista , 
baseado na receptivi 
dade que sua campa= 
nha vem tendo no in­ 
terior: "em cada Mu­ 
nicipio percebemos - 
que temos a confian­ 
ça de velhos amigos, 
políticos alinhados 
ao nosso grupo e até 
jovens. Vou dispor 
de toda minha expe - 
riência de quase 50 
anos de vida pública 
para defender meu 
Estado e trazer re - 
curso ao seu desen - 
volvimento. Para is­ 
so Mato Grosso do 
Sul pode contar com 
o meu prestígio na 
esfera federal, um 
prestígio conquista­ 
do através da lealda 
dade da brava gente­ 
sul-matogrossense. 
Rachid esbanja 
"muita vitalidade" 
para essa campanha , 
bem diferente das 
quais participou. 
"Eu pretendia des 
cansar, encerrar mi­ 
nha carreira, mas 
recebi tantos apelos 
para continuar na 
política, fazendo 
uma coisa que gosto, 
servindo minha gen - 
te, que pensei me - 
lhor, resolvendo bus 
caro meu tetra, nos 
so tetra", compara; 
Senador. 
"UNIÃO E TRABALHO" 
Expoiel é a festa nair da Sietale Belavistense 
OPINIÕES DIVERSAS SO8RE A EXPOBEL 
r 
(Leia as várias o in.iões e comentários nas Pá inas - 04 e OS) 
[[ELES # DESISTEM 
Página 03 
expressaram um pensa 
tento comum: Wilson 
Martins é um verda - 
deiro cristão e mere 
ce OVO O de confi,n 
ça dos evangélicos. 
A mobilização da 
comunidade se deu 
também ao apoio de 
um de seus membros,o 
Presidente da cãrnara 
João Pereira. A psi­ 
cóloga Ana Margare - 
the LIma, da Igreja 
Presbiteriana Cen 
tral, confessou que 
tem pedido muito er 
suas orações pela in 
tercessão de Deus na 
eleição de Wilson 
Martins, pois acredi 
ta que "será um co - 
verno que irá nos a­ 
judar muito, cu não 
falo só a nós cris - 
tãos, mas ao povo de 
uma maneira geral. 
Wilson é um homem 
que pode muito bem 
ser um instrumento - 
de Deus em nossas vi 
das pelo caráter que 
tem", enfatizou a 
Psicóloga. 
Senador Rachid Saldanha Derzi 
ferassia lança rjato 
para reduzir • custos 
de • alimentos 
Pedro Pedrossian lançou o "Projeto Ca - 
naã - Alimento para o Povo", que consiste 
num instrumento de apoio e incentivo aos 
produtores de hortifrutigranjeiros, coope­ 
rativas e colônicas de pescadores co.n a fi 
nalidade de garantir o abastecimento de 
Campo Grande, que hoje importa mais de 80~ 
do que consome, e garantir o barateanento 
do al:unento na mesa àa população. Página/2

'· 
,, l • 	: r, l I l ll / 1 
'( '•1 
·-P-D1IOSSIIN LINCI PROJETO PIRI 
REDUZIR CUSTOS DE ALIMENTOS 
O r,ovt rnnc!or l'cdrn -- teamento do alimento na 
Pedronsfan lançou o - mesa da população. O pro 
"Projeto Canaã - Allen jeto fof anunciado neste 
to para o povo",que con mês, na Governador La,com 
lte n u a instrumento- d presença d e 	in:. p o r t n n 	- 
de apolo e Incentivo a- te lideranças do setor 
o produtores de hortl- produtivo do 17.stndo. 
frutlranfefro, coope- O "l'roje.to C,11wã - A­ 
rntJvnr; ,, co!Õnfnn de llmcnto para o povo" se­ 
p<'nt·ador,,,. 0111 n flnn I f r,Í coordcnndo pelo õrr,ão 
dade de arantfr o abas administrador do Pnrquc 
tecimento de Campo Cran do Produtor Paulo Coelho 
,k, q110 1,o_j~ importa = Hochado, em implantação 
maiu d~ 80Z do qua con- na Capital pelo Governo 
sume, e parantlr o bara do Estado em área cons 
do, provocando profundas 
e de !nlt!vas md nas - 
"O Ceasa hoje é um pa estruturat na aricultu 
1ãcfo do atravessador, - ra e na pecuárfa. Os pro 
penalfzando o pequeno - ramas de fncent!vo à 
produtor e princJpalm!•n- produrivld,1d<', E"<lf,unrio - 
te a pop11J,1çüo, que pas;a o governador, "resulta 
sempre mafs pelo consu-- ram no só na expan - 
oo", afirmou o governn - sõo acentuada e irrever­ 
dor Pedro Pedrossi,111. Pa a:ível da produção co··o 
rn ele, o Pro1eto Ca1wõ- er:i cxtroordlnárta melho­ 
consollda seu programa - r!n da qualidade do reba 
que premia e Incentiva a nho e expansão da fron = 
produtividnde, descnvol- teirn agrícola". 
vidn desde o Inicio da - Pedrossinn disse que 
seu Governo. "Agora es a política agrícola do 
tou priorizando o peque= Governo colocou o Estudo 
no produtor, construindo "na vangunrda da revolu­ 
para ele um parque de co ção de métodos e etalf­ 
mercialização, e assumln dade da ·agropecuária na­ 
do o compromisso de via= cional", acrescido de 
bilizar sua produção •pa- investimentos ern eletri­ 
ra que o consumidor, ra- r 1c,1ção rural, transpor­ 
zão de todo o nosso pro tese uma política concre­ 
grama, seja o maior benc ta de apoio à agrolndús­ 
ficiado", acrescentou P tria". 
< -;:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::;::: dr os s ia n • 	- "Mudamos r a d 1 ca 1 me n te 
REVOLUÇÃO DE MÉTODOS o panorama da base de 
Para Pedrossian,o Pro nossa econooia, tornan - 
jeto Canaã é o coroamen- 
trufda de quinze !l me­ 
tros quadrada, Através 
desa nova Infciatfva do 
Governo Pedro Pedrossfan 
em apofo ao etor produ­ 
tivo, nmp:irnc!o há mais - 
de dolo anos com progro­ 
mns crnoo "Novilho Preco­ 
ce", "Terra Vlvü","Fron­ 
tcit:a do futuro" e ''Lcl 
lão Ouro", os pequenos 
produtores do Cinturão - 
Verde de Campo Grande e 
as cooperativns vinculo­ 
das terão suporte paro - 
SALl'íO CO?IBRCIAL COH RESID8NCIA - NO CENTRO DE BONITO 
Salão Comercial, com residência nos fundos, terreno 8x25 mÃ, 
localizado no Centro de Bonito, vende-se a preço de ocasião.A­ 
ceita-se gado e carro no negócio. Tratar com o proprietário 
Giovano, à rua Nossa Senhora da Penha, 616 (Panificadora "Bell 
Pão") Fone: 255-1475 Bonito-MS. 
Mato Grosso do Sul 
precisa de Ary Rigo 
n. o Se :Rlª ~o.~~ Pedro Pedrossian 
a 
a04 @12 • 003.@3 
Suplentes: 
MARTINHO BARROS 
LUIZ CARLOS ORTEGA 
Tribuna da Fronteira FUNDADO EM: 
H DRio REGICMAl. ?0/	02/1972 
DIR.E1.'0R-REDATOR Cllf.FE: Ivaldo Pereira 	EXEMPLAR: R$ 0, 50_ 
GERENTE COMERCIAL: Maria Estela Velásques Pereira 
SECRETÀRIO D
1
, REDAÇÃO: Ubaldino Rodrigues 
REPORTAGENS: João Carlos Velásquez, André Ávalo e 
Fircino de Barros 
ASSINATIJRAS: 
SEMESTRAL: R$ 45,00 
ANUAL: R$ 90, 00 
comercfalfzar o que pro' to, absoluto e venerou, 
duz a preços reduz!do e da politicu agrícola que 
diretamente para o con± eu Covr·tt o vem exeutan 
t:ildor. 
PEDRO PEDROSSIAN CONSIDERA 
INDICES ALTAMENTE 
COMPENSADORES 
Para o governador Pe­ 
d!'o Pedrossinn a aprova­ 
ção de sua admfuistração 
por 95 por cento (70 por 
cento acham-na Ótima ou 
boa e 25 por cento consi 
deram-na regular) da p­ 
puJação da Capital s-i.gni 
fica que o povo tem sen­ 
sibilidade para entender 
os benefícios diretos e 
o carácter social e - 
transformador do grande 
número de obras que seu 
governo realiza em Campo 
Grande. "Estamos prepa - 
rando a Capital, que é 
patrimônio de todo o 
povo do Estado, para 
ser uma das cidades bra 
sileiras com melhor = 
qualidade de vida, e o 
cidadão comum sabe per 
feitamente ~ntender is­ 
so, como mostram as pes 
quisas", diz Pedros 
sian. 
O governador conside 
rou também "altamente= 
compensadores" os índi­ 
ces de aprovação popu 
lar aferidos pela pes - 
quisa IBOPE-TV MORENA - 
no interior do Estado: 
53 por cento de Ótimo - 
e bom 34 por cento de - 
regular. Na sua avalia­ 
ção esses Índices refle 
tem o grau de assimila= 
cão popular e de corre­ 
ta interpretação dopo­ 
vo às obras que o gover 
no vem realizando, tan­ 
to no campo da moderni­ 
zação de suporte ao de­ 
senvolvimento econômico 
do-a multo mais c petf­ 
tIv", t! cu o Reversa 
dor, durante o lani mn­ 
to do Pro!eto casai. A 
adh!tração do Parque - 
éo Praéutcr ter í pr,.tu - 
de 30 d1as para apreen­ 
tar todo o projeto à Se- 
rtarta de Agricultura, 
Pecuária e Desenvolvinen 
to Aêr5rto, r un<lo.:·cntndÕ 
no obj,clva □3lar dP In­ 
centivar o coop rorlvic­ 
o, apoiar a produção do 
Cinturão Verde e aglut!­ 
nar os pequenos e médios 
produtores e pene.ido re,;. 
O projeto fof lançado 
paralc lacen te à posse do 
povo secretário de Agri­ 
cultura, Pecuária o De - 
senvolvimento Agrário, - 
Harc!li Tezelli. Pedros­ 
sian disse que Tezelli - 
terá "uma missão especi­ 
al" no seu Governo, que 
é de colocar comida mais 
barata e farta na mesa - 
do consumidor campo-gran 
dense com a implnntaçâo- 
i~edlata do Projeto 
Canaã. 
como nos setores s<1éials 
básicos, como educação, - 
saúde, saneamento e segu­ 
rança. 
Para quem assumiu o g~ 
verno consciente de que a 
generosidade deste povo 
magnífico não permita er­ 
ros ou improvisações, es­ 
ses índices de aprovação, 
antes de tudo, reforçam o 
meu compromisso de traba­ 
,lhar até o Últirlo minuto 
de minha administração P! 
ra fechar o processo ex­ 
traordinário de grandes - 
transformações e de uda 
ças concretas de mentali­ 
dades que estamos empree~ 
dendo juntos - conclui P! 
dro Pedrossian. 
REDAÇÃO, DEPARTAMF.NTO COKERCIAL E PARQUE GRÀFICO: * OS ORIGINAIS EN - 
{cotas as as eco.s+- so rosa. - ',22",". "; 
23 - FONE: (067) 439 - 1410 - BELA VISTA - MS rAn 
1-,.,,----------------------IARTIGOS ASSINADOS· NÃO 
. • SUCURSAIS: Jardb, Porto Mortinho, Antonfo Jooo, REFLETEM NECESSARIAMEN 
Bonito, Caracol, Carpo Grande e Correspondentes TE A OPINIÃO DO JORNAL 
cm llrnsíli:i e São Paulo • 
'- ~-oprkdi:dc do Rede Belnvistensc dii Jornais - LTDA 
~ -:,C-MF' - 15. S 1. . 203 0001 90 
FILIADO À: 
ADJORI E ABRAJOR! 
Governo MS 
O Futuro Agora 
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. ~- --- ---- --- 	- 	- -·":--"t'·-- - 
t'L--------,--------------------~---~ 
-....

o PLANO BEAL 
Mo pauto, a popula­ 
o come, a cuvfver 
m uma nova moeda for 
ti'. Prn:.!lrF11t·m a!J dlfl - 
Lvldnd,'n 1nlr.lHl:i provo­ 
tadas pela efstêncfa de 
uns moedas, pela esca­ 
sez d,s ImprescInd[vef 
oedas para o pao nosso 
e cada dia, pela tabe­ 
la de converso, Os pre 
os afnda não chegaram 
todos o bens e tervl 
;0, Apear desas dff{-­ 
uIdades e dons transtor­ 
os dos primeiros dias, 
:omcçnmou a pcrc,•he r a 
Importâncfa de uma econo 
;,la R<•m lnflnciio. - 
O novo plono ccon6ml­ 
co tem tudo para dar cer 
to, Os poucos que o con­ 
denam fazem-no por moti­ 
vos lnconfessivela. Mes­ 
mo nRn!m, deixando entre 
ver que gostar ium de ter 
sido os autores do pla­ 
no, poupando-se par a e 
ventualIdade do Iro, A 
otumado viver is 
custa da desr,as a­ 
Hhela, temem pela Inutf 
Idade dos próprfos df­ 
t"llíflO',. 
A campanha que a CUI 
está orquestrando contra 
o Plano Real ImpatrfótI­ 
cu, antes de mas nad. e 
Pnnf foto,1 nrrrJS;fllltPs, 
reunfõe públicas de ru 
pelhoo auealnrJndoH,nmei 
ças de greve revelam que 
esta Central de Trabalha 
dores teme que a econo • 
mln se cstubillze e se 
recupere. Heprcscntante, 
em sun maior la de func io 
nãrios púhlicoH, de em­ 
pregados de Bancos e de 
Estatais, a CUT prefere 
u ciranda financeira e o 
caos inflacionários ã cs 
tabtlfzação de preços e 
snl~rlos, consequentemen 
te do moeda que tornnriÜ 
se~ sentido oeu dicurso 
I 
EDITORIAL 
Estamos com a 
Receita Federal 
O Secretário da Receita Federal, Osi­ 
ris Lopes Filho, pediu demissão. Foi ele 
o grande responsável pelo aumento da re­ 
ceita, das cobranças dos impostos, um 
homem que faz lembrar os "Intocáveis" 
que acabaram com o reinado de Al Capone 
nos EEUU. 
Pediu demissão porque não concordou - 
com os privilégios (Isenção de Impostos) 
exigidos pela Delegação da Seleção Brasi 
leira que chegou com 17 TONELADAS DE CAR 
GA - compras feitas nos States. 
Disse Osiris, "no Brasil só os assala 
riados e a classe média pagam impostos 
os ricos não". 	, 
Não é de hoje que ele combate os pri­ 
vilégios, até a nossa PETROBRÁS (nossa 
ou de urna casta?) que deve 1 Bi de Impos 
tos. E combate os grandes sonegadores 
os mesmos que preferem a inflação, _pois 
podem ganhar rios de dinheiro na agiota­ 
gem. 
Também quer que os jogadores que ga 
nham milhões de d6lares paguem os seus 
impostos. E por que não? 
Vi urna cena da TV que me deixou indig 
nado· o Chefe da Segurança da Seleção a­ 
meaçando tirar a medalha, máxima honraria 
concedida pelo Presidente da República~ 
os atletas que se destacam, o dito cujo 
nem atleta é, e a cartolagem (Ricardo 
Teixeira a frente) fizeram o mesmo? 
Tudo bem, ganhamos o TETRA, no sufo 
co, mas ganhamos, daí a querer privilé 
gios é muita safadeza, oportunismo e fal 
ta de brasilidade. 
O Brasil precisa de homens sérios, de 
centes, OSIRIS é um deles, o Governo te­ 
ve a oportunidade de mostrar, como exem­ 
plo, toda a delegação pagando os impos - 
tos devidos, se agora vai cobrar, e por 
pressão da imprensa. 
Não vamos misturar as coisas, o Bra - 
sil precisa ser TETRA, também, no comba­ 
te à miséria, à fome, à falta de moradi­ 
as, de assistência médica e educação. E 
as nossas crianças? 
E precisa ser TETRA (se bem que somos 
0 630 colocado) no combate a m1ser1a, 1~ 
to mesmo, falta muito para disputarmos - 
um campeonato mundial neste setor. 
A mesma sensação que sentimos ao ven­ 
cer a Itália, depois de 120 minutos de 
futebol e ganhar nos pênaltis, sentimos 
agora, com o calote que queriam dar na 
RECEITA. 
Estamos com todos os OSIRIS e com a 
RECEITA. (PP) 
PS: Você. sabe o quanto vai ganhar ca 
da jogador, seja em transferências, prê­ 
mios, pr~licidades, etc, com a conquista 
do TETRA? Milhões de cl6lares. 
Perguntar não ofende: o que foram fa­ 
zer nos Estados Unidos os tios, sobri 
nhos, cunhados, amigos e simpatizantes - 
de Ricardo Teixeira, todos com passagens 
·e estadias PAGAS pela CEBF? Mais de 40 
!"cartolas" estiveram nos EEUU. 
estrutura]rente u'ver [ 
vo. 0s "aclare!ntos" 
que os d!r!entes da e 
tral retendem no povo - 
ão perfeitamente dispen 
ávef. A prior!dade na­ 
c.lonal t·ornlnu.!I 1,tndo o 
fI da Inflação, dos de 
mando, Injustos prfvf1. 
1os e monopólios para - 
que seja posfvel um prg 
censo de desenvolvimento 
rápfdo e auto-sustenta - 
do. 
0s senhores Luiz Iná­ 
cio da Silva e l.ccnel 
Drlzolo prosnegucm en 
teu eforço de denegrir o 
Plano Real, com o receio 
Jnfontll de que seu ixl­ 
to beneficiaria outro 
candidato à Presidência 
da República. O Sr. Brt­ 
zola que desejou vida 
curta à nova moeda, moe­ 
da "colonial" segundo e­ 
le, e o Sr. Lula esque - 
cem-se de pensar no pa[s 
e no povo. Favoráveis a 
si mesmos e a seus proje 
tos pessoais, declaram= 
desde já não terem condi 
çÕes de governar o país~ 
) ' o do "iann "eu! 
7, e dará por L! are. 
Há pré-condt e ccndt 
ôes pra tanto. Ate - 
de af nad refora# 
estruturafs, que deve­ 
riam ter sido feitas pe­ 
lo Conre so Kevisor e - 
que agora deverão ser oh 
rJda,::; quanto rH1tc1s, ln­ 
cl11indo a .r<'forr:i fis­ 
co!, d reescruturnçio do 
PrevJd~ncia Soclnl, a 
privotiznt.;ão, a der.regu­ 
lamentação e liberaliza­ 
cio das atividades prody 
tivas e comercfals. As - 
medidas de ccntcnçio mo­ 
netirla terão que ser 1e 
vadas a sério pelo Gover 
no por mals forte que ve 
nham a ser as pressões - 
cm contririo. Uma peque­ 
na concessão aqui, uma - 
tergiversação acolá e ra 
pidamente a inflação re­ 
começará. Esta a razio - 
que deveria assegurar a 
independência do Banco 
Central, dono das chaves 
das máquinas da Casa da 
Moeda. 
O fim dos monopólios 
petróleo, 
ta e tele 	t· 
de t«d!ve! urrt 
Cont5tu!nde "térto " 
1dependente servem asn­ 
tes de mal nada as se- 
u d!rfgentes e aos eu 
funfonárfos, Ae k reve 
l!a do Governo, monpo'i 
zando fatores Indispensi 
vefs aos progr sso de to 
do e, paÍG. 
Depofs do fracasso de 
outros pla os, o 'ator - 
psicológtco ê de uma Im 
porc~ncln, Da crcd!blll: 
dade e da con.lanr;a d:i 
população depende em 
grande parte o êxito do 
Plano. t. bem v~rdade que 
os efeitos lnlcJais da 
estnblllznção r.onetárin 
terão decisiva foportÃn­ 
cin na psicologia <las 
pessoas. Por enquanto é 
comum ouvir-se n pergun­ 
ta "será que vnl dar cer 
to?" Ou a assertiva: ''No 
começo é seopre asslm,dc 
pois tudo fica igual". - 
Estas e outras expre 
soes revelam que a popu- 
AS VANTAGENS DA ESTABILIDADE 
Poucos brasileiros vi rio até 1.973 quando, em 
veram o bastante para po virtude da crise dope - 
der lembrar de como fun- tróleo, a inflação vol - 
clono uma economia com tou a crescer superando 
estabilidade monetária, em 1980 a barreira 100% 
pois apenas entre 1900 em 1983 e com Sarney a - 
e 1914 , o Brasil apre- dos 10007., a partir da - 
sentou um período conti- qual parece que "o céu é 
nuodo de preços estáv~is o limite". 
(ou até em queda). Muitos que não vive - 
A partir daí entremea ram na época da estabili 
mos oscilações da taxa: dade monetária tiveram,­ 
inflacionária entre me - no entanto, a oportunida 
nos 10% e mais 20% (exce de de conviver com ta= 
to em 1919 quando a ln= xas de inflação modera - 
flução atingiu os 307 e das (abaixo de 207 anu- 
1944 quando chegou a - ais), mesmo que por cur- 
277), até o final do go- tos períodos, e puderam 
verno Vargas (1945) .Após constatar os benefícios­ 
º Governo Outra, que man de elevações de preços - 
teve relativo Controle 
= i if 	Para as empresas, tra 
menos s gn icativos taE_ balhar com moeda estável 
da taxa inflacionária, e to para as empresas como facilita 
O 
planejamento 
a turbulência do novo Go para os cidadãos. e a administração e me- 
verno de Getúlio e seus- Os maioresbenefíciãr:los lhora a eficiência pois 
sucessores, entramos cm da estabilidade do valor 
8 
administração pode se 
uma trajetória de ascen- da moeda são os cidadãos concentrar nos objetivos 
são dos preços com Jusce da faixa de renda mais - 
lino, Jânio e Jango,quan baixa que não dispõem de fundamentais do empreen- 
do a taxa de infla
ra-o a= h i d d f dimento sem dispersares 
nen um mecan smo e e e forços para se defender- 
tingiu a casa dos 80% a- sa de seu rendimento dos efeitos da inflação. Lutar para preser- 
nuais em 1963, sendo uma· frente à aceleração dos 	var essa estabilidade é 
das causas da Revolução preços e que, no ritmo - Para 
O 
próprio Gover- do interesse de todos os 
» 1ss. 	irises#as si. r .1;; "1?". «.soas«e sras« nu 
Os Governos revolucio dem quase 2,0% do seu po 	zação para pressionar os 
- 	- administrar se torna mais 
nãrios conseguiram rever der de compra ao dia, sen 	Governos (União, Esta dos 
Es @ iEsiSiEi 
A cada dia descobri- em campanha para eleger a subvenção social destina tre os acusados, casados 
mos que a falta de ver liados. Raunheitti está= do à Fundação Amadeo Fi= o~ que renunciarac(como 
gonha dos políticos bra apostando suas fichas em lomeno, da qual era o - no caso de João Alves) a 
sileiros é sem limite.É seu sobrinho Fernandes presidente. Os mais in- festa está na maior ani­ 
certo que a CPI do Orça Gonçalves (PTB-RJ), depu- crível, entretanto, fica mação, imagine entre a­ 
mento não deu em nada,- cada estadual e membro da por conta do ex-deputado queles que foram inocen­ 
porém, a volta dos acu- diretoria da Sociedade de João Alves,o anão-ladrão tados pela CPI do Orça­ 
sados ao cenário polít! Ensino Superior de Nova I mais ativo dentro da má- çamento. O deputado Flâ- 
co não precisava ser guaçu (Sesni) - entidade- fia do Orçamento. Mes,no via Derzi (PP-NS), um 
tão rápida. • que se beneficiou com cer sendo principal acusado dos dez parlamentares ab 
Praticamente todos - ca de USS 14 milhões de na máfia que atuava no solvidos, dá como certa­ 
os acusados estarão verbas de subvenção so - Congresso, Alves não se a sua reeleição "Estou - 
concorrendo a algum car cial. O ex-prefeito de A- intimida e promete parti numa posição muito tran- 
go nas próximas elei caraú, Anibal Ferreira Go cipar ati~amente da pro- quila. 
çÕes ou trabalhando nos mes, é o candidato de car xima eleição. "é claro - No palanque vou usar 
bastidores para eleger los Benevides para asse- que vou participar da - a CPI a meu favor",ln'or 
alguém de confiança. Os gurar sua influência na - campanha. Eu sou um pa- ma De·rzi. Resta esperar­ 
cassados Carlos Benevi - Câmara. O escolhido de Be triata", diz 
O ex-deputa que ·o povo saiba realoen 
des (PMDB-CE) e Fábio - nevides está envolvido n~ do, garantindo ainda que te julgar nas urnas eses 
Raunheitti (PTB-RJ) ,por processo que apurou o des ajudará a eleger crês de políticos que nos fazem 
exemplo já est;o - via do USS l milhão de putados federais. se e. de bonecos. 
chamado "imposto infla­ 
cionários". Além disso a - 
queda da taxa de infla - 
cão possibilita o alonga 
mento dos prazos do cre­ 
diário, o que permite à 
população de menor poder 
aquisitivo voltar a com­ 
prar a prazo os bens de 
consumo duráveis de ma­ 
ior valor. 
Os consumidores em 
geral passam a ter "oemó 
ria dos preços", o que - 
:lhes permite pesquisar e 
comparar preços e condi­ 
cões de compra, fazendo 
a escolha que lhes prop~ 
cie melhores condiçqes. 
de pre,os, Favera a 
ve u tre med de 
cruze!ros o i se kefs 
fossem. haverá até o 
que tentarão vender por 
r a! bens avaliado em 
ru' ( ... 1os r a's, no gol­ 
pe do mil per um, Tenta 
rio arredndar preços 
sempre para efm, ale - 
,ando falta de moedas - 
para o troco. Se a popu 
laço, no entanto,resol 
ver exercer us 1!tf 
mo direitos de donos - 
da moeda, nela acred! - 
tnndo e 1~nondo o lndin 
pensável respelto, ao4 
poucos desaparecerá es­ 
sa malfadada e desaver­ 
gonhada espécfe de apre 
veftadores que a Infla­ 
ção criou e a correção 
sustentou. 
de receita e a fixatão - 
das despesas deixam de 
depender de se adivinhar 
a taxa de inflação futu- 
ra. 
Os benefícios da esta 
bilidade monetária não: 
se Umi tam ao c.::;x, econô 
mico tendo reflexos posf 
tivos inclusive 6obre ã 
moral e o estado de esp! 
rito da população or re 
duzir a incerteza e valo 
rizar o trabalho ao ln= 
vês da especulação e a 
esperteza. 
Com a introdução do 
Real em 1? de julho, o - 
Brasil deverá experimen­ 
tar um período de relati 
va estabilidade monetá = 
ria, convivendo com ta - 
xas de inflação bastante 
baixas para seu padrão - 
recente, o que trará inú 
meros benefícios às em= 
presas e à população, es 
pecialmente ãs camadas: 
de r~nda mais baixa. 
Anuncie e Valorize o 
Jornal de sua Cidade

EI PO BEL É N FESTA M AIOR DA SOCIEDADE BELIYISTEN E 
Me portagem Fotos; Joe Glauy Flore») 
A s [a provou para o Hrafl Intelro 
·ua te bfitdade nao e €tende ap nas 
' rde trópolens, pofs tambén nas cdade 
e{wno porte ela ten o temo peso de opinfao 
tema re por+hIlldades perante a aucledade, 
no fundo é quem lhe untenta e mantém as uds 
o{dad. 
're, portanto, que contluuemos a pratf ar uu 
jornalismo sério, sem "ompadresco," e acima de 
tudo, com coragem e determlnaçao, pols esse compor 
tamento o traz benef fetos para a sociedade e a 
l 111,1 Ituiçoes oranlzdar, que ao ffnal tiram pro - 
ve[tos concretos da erItfca honesta, 
ela VI,ta náo pode parar no tempo e ficar dcpen 
dendo da vontade dos coronéIs e daquelas pseudo-f4 
m[las tradicionais quem pensam mandar em tudo 
que nunena podem er contestadas, Isto é cofsa do 
passado, 
A Exposicio Agropecuárla de Nela Vista, que Já 
foi a 2 do Estado e que hoje luta contra as difi­ 
culdades inerente à época, tem sido tratada como 
una promoçao em decadência e carente de uma mafor 
unfão da classe de onde poderá juntar as forças 
que faltam, pura reassumir a sua destacada posfçao. 
Este argumento é contestado pelos dirigentes do 
Slndlcuto Rural, que mostram com vários exemplos - 
que n;o somcnt~ cm Rela Viseu, mas também em ou 
trns cldadcs e até nn Capital do Estado o fenômeno 
vem nco11tece11do, ApcAar de tudo, mesmo nio queren­ 
do ser enfáticos nu9 Ruas afirmações, alguns diri­ 
gentes ndmitcm a falta de união da classe, estimu­ 
lndn por "rnncores pol!t lcoH". 
Pancho:É preciso 
regulamentar a concorrência 
e valorizar quem paga!r' 
, 
Rodolfo Loureiro - o Pancho - conhecido na cida 
de por seus serviços culinários, está este ano a 
frente do Restaurante da EXPOBEL e nf:!.rmou que "es 
pera o último dia, o domingo, para que se o movi - 
menta, que estã fraco, melhorar, conseguir regis - 
trar um ganho compensador". Pancho enfatiza que a 
falta de atrações artísticas no Parque, prejudica 
aqueles que investem serviços no recinto, pois e - 
les sempre tem que esperar os últimos dias para fa 
curar um resultado satisfatório. 	- 
Pancho não deixa de elogiar a atenção do Sindi­ 
cato para com os Empresários, mns afirma que se a 
Taxa cobrada fosse menor, haveria maior estímulo. 
Mesmo com à~sconto de U$ 4.000,00 caiu para U$ 
1.500,00 por um acordo realizado, suas despesas com 
pessoal e matéria prima são altas e que dificilmen 
te termina com un resultado bom. Estabelecido em 
ponto bem central no recinto o Restaurante da EXPO 
BEL é o que conta com a maior estrutura para que 
se possa fazer um bom serviço, mas mesmo assim, de 
acordo com informações, a classe ruralista nio vem 
prestigiando o local, pois além da concorrência 
das entidades filantrópicas, que também tem os se­ 
us locais no Parque, isentos de taxa, "essas insti 
tuiçÕes oferecem preços que não condizem com a reã 
lidade". 
Pancho conclui, afirmando que nessas condições - 
não dá para voltar a fazer esse tipo de serviço no 
Parque da EXPOBEL, pois este ano o Sindicato não 
promoveu nenhuma recepção no local, iniciativa que 
sempre ajuda um pouco mais, mesmo que sejam combi­ 
nados preços mais cômodos. 
Dos órgãos oficiais, somente a Prefeitura promo 
veu o almoço de seus convidados no Restaurante da 
EXPOBEI., afirmou Rodolfo Loureiro. 
"Falta companheirismo 
e união da classe" 
O Empresário e Pecuarista Jurandir Festi, acre­ 
dita que o Presidente do Sindicato Rurai é uma 
oessoa bem intencionada, tem todos os predicados - 
para a função, mas não conta com a uniio da classe 
para ajudá-lo. 
Fazendo uma comparação com as Exposições ante - 
riores, Jurandir afirma que caiu o padrão da fes - 
ta, mas que isto se deve às contingências da época 
cm que vivemos. 
- A ausência de um nú~cro maior de Expositores 
de animais nos pavilhões é u.~ fenômeno naturai pro 
vocados nos dins atuais peios Leilões Rurais • que 
viraram rotina ~m todo o Estado e onde os criado - 
res, cor o de pe 
duto , «em a nece Idade d 
frposi,oes!", a o»fnfão d 
oplemi utando a ua aftr 
JurandIr diz estar convito de que 
Shows artísticos pode ajudar bastant 
ç0o e a presença dfárfa de um públio 
P)BEL., mas reconhece qu: os custar ao ele ados 
que somente poder[am r realizados com u unl • u 
maior da cateporia, quando entao, pelo m 1os 0 
parte dos custos poderiam ser patrocinados", 
Com o evento dos Leflêes Rurais que creu -::n 
cada dia mais, o pecuarista náo tem necessidade de 
expor, pois realiza seus negócios de forma ma!s g 
moda, Li mesmo na sua regfao, concluí o Empresário 
brlovJ.ntcnse. 
Jurandir é totalmente a fuvor da cobrança de 
Ingressos na portaria, pois considera que dnll po­ 
dcrium fiCr orlg-!nadoo recursos para ajudar nos cu 
tos das atrações artísticas, que não prcLlqaria~ - 
contar, obrigatoriamente, com os randes nomes na­ 
cionuis, po1s os regionnis também são Ótimos e 
mas baratos. 
- "Quanto maiores fiiio ns 
deve ser a unino doa grupos 
cer os obstáculos", afirmou 
Dona 
.. 
As taxas 
altas 
' 
l I' 
d Lf fculdades, 
e da classe, para ven­ 
.lurandir FPsti. 
' 
Cleonice Yule: 
são muito 
mas gostei!" 
maior 
Proprl-,tária da "Barraca de Maracaju" " oriunda 
daquela cidade, Dona Cleonice nos recebeu com mul­ 
ta simpatia e tão logo tomou conhecimento do que 
pretendíamos, foi logo dizendo que "o povo de !leia 
Vista é muito bom, os Diretores do Sindicato sao 
muito atenciosos e que ganhando bem ou não, quer 
voltar no próximo ano"! . 
Dona Cleonice gostou da estrutura do Parque de 
Exposições, elogiou o atendimento dos Distribuido­ 
res da Brahma e reclamou do atendimento do pessoal 
da Cordil (Coca Cola), que são muito omissos e não 
atendem bem os barraqueiros mais humildes. 
Concorda com a cobrança de ingressos, desde que 
tenha atrações artísticas na festa, única coisa 
que ela diz que está faltando. 
Perguntada se voltaria no próximo ano,Dona Cleo 
nice afirmou que gostou muito e quer voltar, pois 
esta foi o primeira vez que saiu de Maracaju, onde 
trabalha todos os anos. 
r, 
Zeca Porto:Acho que o 
Sindicato deveria construir 
as barracas e alugar'' 
- -- ~ --:~-,.,.r 
Propr1etário da "Barraca do Zeca Porto" e resi­ 
dente em Maracaju, Zeca, cujo nome completo é José 
Carlos Souza Soares, diz inicialmeote que veio re­ 
comendado pelo seu tio, que gosta muito da Expobel 
e já trabalhou aqui em'várias oportunidades. Zeca 
trabalha com a famosa linguiça de Maracaju e é 
muito procurado por fregueses de todos os níveis - 
sociais. 
- "Hoje estou empate, devo ganhar um pouco nes­ 
tes dois ultimas dias, mas acho que compensa e se 
for possível, devo voltar no próximo ano!" 
O pequeno Empresário maracajuense não dispensou 
elog!os ao pessoal do,.Sindicato de quem recebeu a­ 
tençao muito cordial, mas mesmo assim, a exe.lo 
da maioria, considera os preços um pouco alto e su 
gere que "o Slndicato deveria construir as barra 
case alugã-los pnrn os barraqueiros, pois assim 
j : . <l ; 
li l lo, 4 
,.Jv l ' 1 • -; ' 
tr { , 
,. 
• ' 
o ta trente da inha rras, 
éu ab rto, que provocam u "cheirI 
radiável, mas que pode ser consertado", finalizou 
o b.arrJC,ut!irP 't. l .. .l Por o. 
F auzi Sassine: 
'a bar rac a é 
mas o preço 
' 
Elias Sassine é de ela Vista e acha que a Expg 
bel nos últimos anos caiu em movimento e e promo­ 
çocs. 
Considera o movimento deste ano apenas regular 
e concorda que deveria ser es:udada uma forma de 
~erem promovidos mois eventos atrativos para a po­ 
pulação. 
- "Já tenho a barraca e se tivesse que constnúr, 
levaria prejufzo, pois o movimento está de regu1 - 
lar para ruim. 
Nos fundos da sua barraca um alagado de lavagem 
vindo de outros barraqueiros, era motivo de recla­ 
mação das pessoas que estavam nas proximidaden, 
Elias disse que volta todos os anos, porque já 
tem a sua estrutura montada, mas que a EXPOBET ;á 
•roi bem melhor. 
Walde mar Leite dos Santcs.: 
'estou na Expobei desde o 
primeiro ano e o movimento 
já foi muito melhor!" 
_.,. 
•.. 
--- 
- 
minha, 
é alto ... 
• - • ,'r 	j 
.. p #] j 	a. ai li 
Com a experfnc!a de quem ji esteve preserte 
desde a primeira Exposição, alderar, afirma que 
desconhece os motivos da decaída do movimento de 
expositores, considerando que nos ültirs anos 
pavilhões se encontram praticamente vazios. 
- "Acho que falta mais união. A ideologia polí­ 
tica e a divisão de grupos prejudica a promoção e 
não somente ela, mas tudo aquilo que se quer reali 
zar cm Bela Vista!", c!isse Waldemar Leite dos San­ 
tos, respeitado e antigo comerciante na cidade. 
Waldemar enfatiza que os Diretores e o Preside 
te do Sindicato Rural são homens interessados e 
ideaJistas, casque considera que está havendo de­ 
sunião até meso entre a classe ruralista. 
- "Da forma com que esta:::os trabalhando, se 
contar com o sustentáculo das atrações variad.'.lS no 
Parque, um dia de pouco movimento pode signi:icar 
prejuízo para os barraqueiros", disse aldear e 
conclui; "Os preços cobrapos pelos terrenos sao 
altos e nós não contamos com U!!la ação que nos pro­ 
porcione retorno do investimento, que poderia::: ser 
em forma de atrações no recinto, mes= que par
3 
tanto fossem cobrados ingressos!". 
-'Estou no 'vermelho' atê hoje e espero hoje 2- 
noit.e e o ilrio dia, para 'epatar''! fina!iz0- 
aldear. 
os 
CONTl.NUA NA PÁGINA 05

,. 
Opiniões 
Etelka Lageano Abel la: 
"a Expobel mantém-se 
estavel há 3 anos" 
diversas 
M'ufto bem localizada no recinto do Parque de F•· 
poslçÕc11 n entidade Acácia Branca, derivada da Lo 
Jn Maçônica do cidade, aproveita o período da EXPO 
BEL para através da sun Casa de Chi, levantar re 
cursos para o cumprimento das suas atividades fi - 
lantrópicas. 
Alí, num ambiente muito bem montado, encontra - 
r.os as senhoras Gercy Loureiro Leite e Etelka La - 
geano Abella, que são as propulsoras do trabalho e 
da ação da entidade, dedicando-se de forma exem 
plar àquela instituição. 
- "Não acredito que o padrão da EXPOBEL tenha 
caído de padrão, pois há 3 anos ela se mantém num 
nível razoável, mesmo passando pelos problemas de 
ordem econômica do País", disse Etelka. 
A Acacia Branca não se ressente dos custos de 
localização, pois é isenta de taxas ao Sindicato , 
assim como a Barraca do Hospital que também goza 
do mesmo privilégio, justo, diga-se de passagem. 
Etelka, concorda que os leilões, tornaram a Ex­ 
posição obsoleta para os criadores de alto nível e 
por isso houve nos últimos anos o esvaziamento dos 
pavilhões de animais. 
-- 'Acredito que a realização de shows artísti 
cos, mesmo à nível regional, poderiam contribuir - 
para uma maior presença popular no Parque, mas é 
preciso considerar que o período da EXPOBEL tem wn 
clima muito variável, que se torna às vezes preju­ 
dicial", concluiu a Sr. Iageano Abel1a. 
Julbert:Sempre tive 
bons resultados 
em Bela Vista" 
Julbert Tadeu da S!la Machado é o barraqueiro 
de Bijouterias, procedente de Bauru/SP, que se diz 
imensamente satisfeito com os resultados consegui­ 
dos na Exposição de Bela Vista. 
Reconhece que uma presença maior de expositores 
e a realização de show; no Parque contribui para o 
sucessc do evento. Diz que pagou R$ 40,00 pelo 
seu espaço e considera o preço bastante justo. 
- "Os diretores do Sindicato recebem muito bem 
os ,·tsi tantes e quero voltar sempre que for poss!­ 
vel", d!sse c Barraqueiro. 
Afonsinho Pinheiro·: 
'Este ano melhorou muito'' 
João Rondão e Edmundo Berftez, pecuaristas ber 
sucedidos do Município tem opiniões idinticas so - 
bre a EXPOBEL. Eles consideram sumamente normal 
quo nos Últimos tempos tenhe decaído o número de 
expositores não somente em Pela Vista, mas também 
cm outras Exposições do Estado e que isto se deve 
no fato de que os leilões rurais, hoje tão comuns 
em toda parte, proporciona ao criador a oportunlda 
do de comercializar com muito mais facilidade ; 
eficiência. 
- "Quem comercializava nas Exposições, tem hoje 
o recurso dos leilões rurais, menos onerosos e 
mais práticos, diz Edmundo. 
- "Outro fator que contribui para o esvasiamen­ 
to das Exposições é a falta de incentivo através - 
da rede bancária e quando isto é possível os juros 
são impraticáveis", conclui João Rondão. 
Os dois criadores concordam que a data da EXPO­ 
BEL poderia ser mudada, sugerindo mesmo, que todas 
as Exposições do Estado fossem realizadas no per!~ 
do de Julho à Setembro, pois este período seria 
bastante importante à nível de comercialização e 
negócios de modo geral. 
Lili Rondão{'Para a festa 
. . 
o mês de Julho é ótimo ... 
Para Exposição, não" 
.ti#til- 
E.~-Presidente do Clube do Laço e responsável p~ 
lo grande sucesso das competições do ano passado , 
o jovem pecuarista Afonsinho relatou as várias me­ 
lhortas ocorridas neste ano na EXPOBEL, citando co 
mo exemplo o Julgamento de Animais, as premiações: 
pais expositores presentes. 
-- "O ês de julho não é o ideal para a nossa Ex 
posição pois é um período cm que a classe está com. 
seus recursos em baixa", disse .. 
Afonsinho, acredita que o mandato da Diretoria 
do Sindicato deveria ser de um ano, pois dessa for 
mo os âu.1.l!!OS estariam sempre renovados, pois a co!!' 
tinuidade acaba atrapalhando. Ele acredita quepe­ 
la EXPOBEL ser uma proocão que requer muito traba 
lho, o reranejamento da diretoria de ano cm ano 
seria o ideal. 
sobre 
João Rondão e 
Edmundo Benitez: 
que falta é incentivo" 
a Expo bel 
que puder! rere ent t um r 
dar cert ", onordu Leandro. 
Abordado obre questlo de 
Inda e fazem nices .arfas no Par 
esgotos céu aberto, Lil! Raduo nos i 
todas as med!da rao to.das id! t 
tio multo necessárias, 
Va! hav r u reforma total, 
Por alguns questionamentos que 
Dretores no quleram e prolar, pude 
tir que está faltando um apoie maior da 
ralliecn no Sindicato. 
Isto, ficou patente nas entrelinhas. 
Num detalhe todos estão de acordo: a Prefeitura 
Municipal of receu e concedeu ajuda fmportante 
promoção da 23! EXPOBEL. 
Conclusão 
Na enquete que realizamos, pudemos observar qu 
no fundo, todos, mesno aqueles que reclama dos 
preços altos, aditem o critérlo atencioso que 
é dispensado pela Diretoria da institulçio. 
Por outro lado, veriffcaos também, que o Sindf 
cato da classe mnls poderona economicamente do Mu-­ 
nfcfpfo tem os seus problemas de ordem financeira 
e que nem tudo são flores. 
Tambér:1 por aqui, parece reinar aquele "velho 
problema" do grande grupo que acaba se resuMindo ;1 
apenas dois ou tris, sobre os quafs recaem todas 
as atribuições. 
Outra conclusão da maior importância é que o 
Clube do Laço, com suas promoções, seus bailes, su 
as competições bem concorridas, representam um 
ponto muito importante na EXPOBEL e o sucesso des­ 
ta, está intimamente ligado àquela. 
Outra informação: Deixamos de inserir a entre - 
vista com a Dona Lourdes, porque, no contato coo 
os Diretores do Sindicato, concluioos que alguoaG 
reclamações não tinha procedência nem tampouco 
jtIf{cativa. 
A Diretoria do Sindicato reconhece a necessfda­ 
de de algumas importantes obras de infra-estrutura 
no Parque de Exposlcoes. Ja existe um plano defini 
do com esse fim 
d 
Depois de conhecermos a opinião e a impressão de 
tanta gente, barraqueiros, criadores e gente liga­ 
da à atividade, não poderíaos deixar de 'falar com 
os responsáveis pelo evento: 
O Presidente do Sindicato Rural nos recebeu ten 
do ao seu lado o Diretor Leandro Accioli e cezar , 
com os quais abordamos principalmente aquilo que 
se constituia na reivindicação unânime dos entre - 
vistados, a possibilidade da realização de atraçõ- l 
es artísticas no Parque durante o evento. 
-'Precisamos considerar que não dispomos de pi­ 
blico suficiente para bancar shows de alto nível 
em nossa cidade,e que, se pera que isso seja possí 
vel, sejamos obrigados a cobrar ingressos na Port; 
ria, teremos uma evasão maior ainda de público n; 
recinto!" declarou Lili Rondão. . 	----- --- 
Com -as afirmações do Presidente concordam os ou As promoções do Clube do Laço, continua.o sendo 
tros diretores, sendo Leandro Accioli mais enfati- o rande atrativo da arte festiva da roooçao. f'. 
co ao afirmar que "todo mundo pensa que o Sindica- evento ue conta com a resenca de muitos vis!­ 
'to Rural é um órgão que dispõe de recursos f1nan - tantes 
,ceiros de sobra.!. quando na realidade, nós adminis- ~ 
tramas uma sequencia ininterrupta de dificuldades'.' 
Quanto às taxas cobradas pelo Sindicato, afir 
mam que "os preços são os mesmos do ano passado e 
que ao final, eles costumam acertar coo os barra - l 
queiros concedendo descontos e às vezes atê isen f 
c;Ões". 
Com relação à pouca presença de expositores no 
evento, o Presidente diz que hoje - em decorrência 
da rot;l.na dos leilões rurais - diminuiu o interes­ 
se dos criadores pelas Exposições, mas que o Sindi 
cato expede convites e facilita sempre a presenc; 
dos e.xpositores e conclui: "este período é uito 
bom para a Festa, os rodeios, ag competições de la 
ço e outras, mas para a exposição de animais 
é muito difícil". . 
Leandro Accioli concorda que falta de incenti- O Sindicato estuda a possibilidade de reaiizar 
vos através da rede bancária e os juros altos, taE!]outros eventos durante 
O 
ano 
bê contribuem para dificultar os negócios.

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JORNAL 'TRIBUNA DA FIO!'TEI A 
lamir os e Canib 
Tempos de Ira 
O Polvo e seus Tentáculos 
• 
a1s 
A criação do Sindicato dos 
Trabalhadores Rurais do Vale da 
Esperança foi muito bem aceita 
pelos patrões. Numa reunião des 
contraída, até com piadas, to - 
doa aplaudiram a iniciativa. 
Quanto a greve, depois de 
uma reunião na casa de Ariosto, 
um dos líderes de grupo, acha - 
ram por bem cancelar, não havia 
necessidade, Lucas apresentou - 
uma pauta de reivindicações ao 
Dr. Humberto, negociaram, quase 
todas foram aceitas. Para sur - 
presa de Lucas. 
Era um bom começo. Até regis 
troem Carteira conseguiu, e sã 
bados livres. Sem falar no a 
tendimento médico, de acordo 
com as necessidades dos traba - 
lhadores e suas famílias. 
Não houve acordo quanto as 
compras no Armazém. Tudo bem 
no futuro negociaria melhor. 
Lucas estava desconfiado, vi 
via cabisbaixo, pelos cantos , 
olhar preocupado, idéias fervi­ 
lhando na cabeça. E não era só 
ele, também Tenho e Carlos se 
perguntavam. 
- Algo não está certo. Por· 
que concordaram com tudo quepe 
dimos? 	- 
Na Recando do Sol os traba - 
lhadores riam à toa, e nao era 
para menos, a situação agora e­ 
ra outra. Não tinham o que re - 
clamar. 
Numa tarde; quando todos se 
preparavam para o jantar, Lucas, 
sozinho, sentado na frente do 
prédio do Sindicato Rural, se 
podia de chamar de prédio aque­ 
las duas salinhas, olhava para 
a sede da Fazenda. 
- Está tudo fácil demais, o 
que será que estão tramando 
ninguém muda da noite para o 
dia. E essas mudanças começaram 
logo que chegamos. 
E resolveu. Apesar dos traba 
lhadores e 	, todos 
de confiança, empregados na man 
são, plantaria alguém-para Ou - 
vir através das paredes, depois 
das "mudanças" até a lavadeira 
passara a elogiar os patrões 
estavam anestesiados. 
Mandaria Lucia, a filha de 
Ariosto, uma companheira de lu­ 
ta e muito inteligente. 
No dia seguinte falou com o 
Administrador. 
Lógico que concordava, ainda 
maia que Lucas lhe disse que 
não precisaria pagar salário , 
a menina seria aprendiz de Se­ 
cretária, se quioesse pagar 
meio salário tudo bem, caso 
contrário só o almoço e o lan­ 
che da tarde. 
Depois de olhar com os o­ 
lhos gulosos a bunda da moca , 
Rocha concordara em pagar meio 
salário e até propusera que 
ela trabalhasse na sua sala. 
E Lucia começou a trabalhar 
na casa grande. 
Lucas, mais uma vez, estava 
certo. Num dos escritórios da 
mansão, onde só entrava o pa - 
trão e seus assessores dire 
tos, alguns homens conversa 
vam. 
Ali estavam. O Administra - 
dor, Humberto Rocha; o Geren - 
te, Alonso Ferreira, João Al - 
berto, Prefeito de Roseira 
Raimundo, o Delegado de Polí 
cia; Epifãnio, Comandante da 
Guarda Rural e o Puentes, gran 
de Empresário na região. 
- Pois é, os cretinos, corou 
nistas, contaminaram toda a 
região, não concordei com a 
idéia do Dr. Martinez, dar 
tempo ao tempo, conhecer os lí 
deres e os planos deles. Viu 
só no que deu, falou Ferreira. 
- Não, respondeu Rocha, ele 
estava e está certo, agora sa­ 
bemos quem é quem, e com exces 
são daquela bicha do Augusto , 
dono da Fazenda Rincão, todos 
os demais concordaram com os 
nossos planos. 
- Eles pensam que controlam 
tudo, permitimos a criação do 
Sindicato e as tais reuniões - 
de grupos, nem imaginam que 
temos gente nossa entre eles , 
comentava rindo o Chefe da 
Guarda Rural, Epifânio. 
- Dentro em breve a cadeia 
será pequena para os safados ... 
- Que é isso Delegado, ca 
deia ou cemitério? 
- Devagar Puentes. Devagar, 
falava calmamente Rocha, com 
um sorriso irõnico nos lábios. 
- O Deputado e o Senadores 
tão sabendo do movimento? per­ 
guntou-Joâo Alberto. 
Conversavam animadamente 
quando bateram na porta. 
- Quem é? 
- Sou eu Dr.,Lucia, trouxe o 
gr.lo. 
- Quem é esta? perguntou Cpi_ 
fnio. 
- ~ a Secretária, dê uma o - 
lhada no petisco. 
Lucia deixou o gelo e pedin 
do licença, se retirou. 
- Preciso falar para o Lucas, 
so tm tubarão nesta ala, o 
que será que estão p! nejando? 
- Bem, qual o próximo passo, 
Rocha? 
- Calma, João Alberto, ama -­ 
nhà chega o Dr. Martinez, fare­ 
mos uma reunião, .. 
- E o jornalista? 
- O tal de Lucas ? Esse está 
com os dias contados. É só espg 
rar. 
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4 
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4 
Retrato de Estudante 
(Homenagea aos Estudantes) 
Um dia quem sabe, contente e formado 
Louvarei a Deus em prece e clamor: 
"Obrigado Deus pela inteligtncia, • 
Pela paciência e pelo seu amor. 
Aos meus professores peço mil desculpas 
Pelas minhas culpas que não compreendi 
Sei que o Deus bondoso hão de abencoá-los 
Pois a granoe lição só hoje aprendi. 
Aos meus colegas deixo meu abraço 
E que do cansaço possam renascer 
Pois o estudante, pelas mil jornadas. 
Tem a missão sagrada de vencer ou vencer", 
Eu sou estudante amigo 
E levo comigo um sonho, um querer 
E vou transpondo barreiras 
Lutando e vencendo por onde estiver. 
Eu sei que ser estudante 
Não ê coisa fácil nem para qualquer um 
São noites, são dias, são meses, 
São anos, as vezes, 
Pra a gente vencer. 
Mas o estudante ê valente 
E segue contente sem desanimar 
Pois ser estudante é ser gente 
QUe luta, que vence, 
Que sabe sonhar. 
Eu vou percorrendo o mundo 
Lutando contente, buscando o saber 
Que o mundo é um livro aberto, 
E as lições fáceis de se compreender. 
E isto ê o que mais importa 
Sei que os sacrificios 
Um dia vão valer 
Na vida os grandes valores 
SÔ são conquistados 
Com garra e querrer. 
Mas o estudante é valente ... 
t 
Quando pegar meu diploma, 
Minha fónnatura, 
Que festa .meu·Deus, 
Presentes meus pais e amigos 
Dizendo aos amigos: 
"eu filho venceu". 
* Mas o estudante é valente... 	(Prof.Braz Leon) ,% 
l	e	da4444a444-0ada 4a4 a	t	a	d	a	• 
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i 
Vis'ta

i NOTICldRIO DO EXÉRCITO 
1 
Episódios Militares 
- 
A Iitória Militar Brasileira é repleta de cpioódios hcrõico:1, 
pitorescos e inusitados, além dos inúmeros ensinamentos que con­ 
tém. Por iso, merecem ner perpetuados na memória dos profiosio­ 
na is-das--armas de hoje. 
O fato que inaugura esta nova coluna do Noticiário do Exérci­ 
to El'If,ÔIJIOS MILI'l'llllES- ocorreu durante o Movimento •rcncntiota, 
no Rio Grande do Sul. 
Situação 
No contexto do ciclo rcvolucionãrio brasileiro, que começou - 
com o episódio "18 do Forte" de Copacabana cm 1922, eclodiu a Rg 
volução de 1924, cm São Paulo e no Rio Grande do Sul. Em fins de 
outubro desse ano, os revolucionários marchavam de Uruguaiana em 
direção a Alegrote para conquistar essa última localidade. Entre 
os rebeldes, encontrava-se o 10 Tende Artilharia João Alberto 
Lins de Barros, protagonista do episódio a seguir, apresentado - 
pelo próprio. 
Mm tiro qne não· podia errar o· alvo 
cm cerca de trezentos 
homens, depois de uma 
estafante marcha noturna, a­ 
presentamo-nos na madrugada 
do dia 30 do outubro de 1994 
diante de Alegrcte, a fim de 
lançar o ataque que, para - 
a revolução, deveria ser de-~: 
cisivo. 
Eu estava sentado no ban- 
co do apontador de minha pe­ 
ça de artilharia, olhando pe 
la luneta.Aquele tiro tinha­ 
que ser dado por mim mesmo.o~-~------=--"--------~ 
alvo era a torre da igreja protectantc que ficava justamente na 
direção de minha casa. Ela servia do observatório as tropas go­ 
vernamentais defensoras da cidade- Eu não podia confiar aquele - 
tiro a ninguém. Um desvio na deriva erraria o alvo e a granada 
do 75 explodiria talvez cm minha casa, onde deixara esposa e fi­ 
lho, este com nove dias apenas. Dei ordem de fogo para o atira 
dor e esperei, transido de angústia, os segundos que o projetil­ 
lcvava para· atingir a torre. Uma nuvem branca, empoeirada, assi­ 
nalou o i~pacto da bala, exatamente no ponto visado. A guarnição 
da peça que, sem dizer palavra, compreendera o que se passava,e­ 
xultou de alegria". 
(Texto extraido do livro "Memórias de um Revolucionário", de au 
teria de João A1berto Lins de Barros) 
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AN IV ERSAR rou 
City 
Neste último dia 15 foi a atinha Fliza. A 
votos de felicidades! 
A VITORIA 00 IIIIASII. 
ela 
Tirou multa gente para Avenida e para o samba, 
Entre elas EUZÉBIA, EUNTZETE, WILSON E REOSILVA. 
UEM TAll!ltl-1 
Deu um show de samba fof a turma do Paulo que 
estava na maior agitação e alegria, enfim multos 
risos, depois de muitas lirima de emoção de to - 
dos os antoniojunnenses. 
GENTE NOVA 
No final de semana a atinha Cristiane que op - 
tou pela nossa cidade para seu fim de emana, espe 
ramos que tirou bastante proveito, e que volte ma­ 
is vezes. 
AMOR OU ÕDIO? 
Ao casal que para os amigos dizem que se odeiam, 
e a sós, se amam, um alerto: para quê esconder o 
amor sendo que um amor verdadeiro é n coisa mais 
bela que predomina, cm nossos vidas? Mas, de qual­ 
quer forma viva ao amor. 
CASANDO 
Neste sábado dia 2J foi realizada a cerimônia , 
do enlace matrimonial dos jovens, BENTA e AFONSO. 
À eles os nossos votos de feliz união. 
FERRO LlMPO 
Para que o ferro de pasar não manche as rou - 
pas mantenha-o limpo. Pelo menos uma vez por mês 
esfregue na sua base ainda morna, uma vela e em 
seguida um pedaço de flanela, ou então, coloque - 
um pouco de bicabornato so~rc um pano molhado, es 
fregue sobre o ferro e passe um produto de prata­ 
ria para dar brilho. 
NA EDIÇÃO PASSADA 
Perfil 
Advogado 
L/IRSON RODRIGUES BUENO 
OAB/MS 3. 050 
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Meu nome é Ana Paula 'uchs dos Santos, nas­ 
c! no dia 19/01/81 e sou do signo de Capricór­ 
n1o. Não tenho namorado, adoro jogar voley e 
odeio as drogas. 
Curto bastante a cantora Daniela Mercury, l 
doro a atriz Fernanda Montenegro e o ator Anto 
nfo Fagundes. No futuro pretendo re formar em 
Medicina, e terminando, dou toda r1 !!:inha nd:n1- 
ração àquela pessoa que me criou, meu pai. 
dascem comas loiras. Mas cu particularr-.~nte niio 
descarto algumas morenas: MARCIA REGINA (7a), CÊ - 
LIA (7 b) e MARIA CLEUZA (7 b) 
MATANDO SAUDADES 
Da City esteve conosco a gatinha Ana Paula. Lin 
da e sorridente como sem;,re. É isso aí garotn,que;; 
bebe desta água um dia volta nem que seja por al - 
guns momentos. 
PARA REFLETIR 
A amizade é uma pérola, rolou das maos divinas, 
para os corações sinceros. 
Amizade palavra pequena, uma que pode signifi - 
car muita amizade não pode ser jogada fora, mas 
sim, guardada no coração. Lembre-se: o seu r::elhor 
.1migo é aquele que o estiaulaa por em ,,,.:;,,, 
0 
que 
hã de mais belo e puro, dentro de ti. 
(Ana Fátima de Oliveira) 
REFLEXÃO 
AMAR E SABER AMAR SÃO DOIS FATOS IMPORTANTES: 
OS QUE AMAM SÃO SEM CONTA 
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Caracol em Sociedade 
NOTA 10 
q irmã Odete, com o coral composto pe- 
1os jovens: Jone, Adair, Wandorley e Adão, 
na iqreja Nona enhora do Perpetuo Socor­ 
ro, A missa dos dominqos se tornou, mais 
viva o animado, pois o coral 6 maravilhoo. 
Ao Padre inqolo e às irmãs da comunida­ 
de desta cidade, que trabalham incansávels 
pelos carentes de nossa cidade. 
INCLUSIVE 
----- 
Quase todos os idosos já estão sendo a­ 
posentados, através da irmã Esperança. 
CES'l'A BÃSICA 
Está de 1ove novo, é o nos»o a iuo Mar- 
cio Adriano. f Marcio, o amor e lindo! 
AGORA QUEM 
Quiser saborear um delicioso cachorro - 
quente é só passar na Mine Lanchonete do 
Adãozinho, que fica ao lado do posto Biqui 
no. A Mine Lanchonete fica aberto cdo9 ori 
dias das 17:00 s 23:00 hs. confiram!!! 
#ttkktkkt##tktttttt tt##tt#ti#ti## 
• Poema: 
k 
A 10 Dama do municJ 
pio de Caracol, D.Joani 
da Silva Godoy, está 
mais uma vez de par 
béns, pois está distri 
buindo cestas básicas e 
agasalhos às familias 
mais carentes do munici 
pio. 
1a Dama Joana e o 
seu esposo .(foto) 
FRJSE Dl SEMANA 
J 
Sorria para não dar aos que te odeiam o 
prazer de te ver triste .·'· 
Mas para os que te amam a impressão de 
que tu és feliz ... 
ESTEVE 
Trocando de idade neste último dia 08,a 
D.Natalia. A D.Natalia desejamos, muitos e 
muitos anos de vida. Parabénslll 
VISITANDO 
Quem esti visitando a nossa cidade, é a 
nossa simpitica amiga Micheline, esperamos 
que volte sempre. 
FÉRIAS 
* 
* 
Realizou 
uma festa no 
ALto Caracol , 
com a presença 
do candidato à 
reeleição Wal­ 
demir Moka,e o 
candidato Spe­ 
rafico e seus 
assessores.Taro 
bém registrá 
mos a presença 
dos vereadores 
caracolenses: 
Quem está curtindo as férias cm nossaci 
ty, são as jovens: Danyelle e sua amiga F­ 
biana 
IN'l'ES•.• •. 
---- 
+ Antes de ser o mais bonito, seja o - * 
mais autêntico o triunfante. 	+ 
Antes de colecionar amores, procure * 
•o verdadeiro amor e se realize. * 
• Antes de se acabar diante de uma a- + 
mor perdido,valorize-se, goste mais de 
•vocc. 	* 
+ E não mais sofrerá. 
+ Deus fez voce para que com ele descg 
+brisse a vida, que há pela frente e cn- • 
•centrasse a verdadeira felicidade. 
Portanto seja feliz.. seja amigo .. se- • 
•ja sincero... 	• 
+ Antes de tudo seja voce mesmol!l * 
****************************************** 
DIA 
Cau, Nena, Jo- 
sélio, Pascoal 	/ 
e o prefeito- 	Neste último dia 16, a acolhedora cida- 
Juvino Godoy , 	de de Miranda, esteve completando 216 anos 
vice prefeito 	de emancipação. Caracol também esteve pre- 
Loló e laçado--- -----i-- ! ) sente nas comemorações do aniversário de 
res das fazen- Dep.Moka o-o " Miranda. 
das das regiões e também o patrão do Clube O_prefeito João Pedro Pedrossian, e o 
do Laço do ALto caracol e Sr.Nau. simpatico vereador Neca, e demais vereado­ 
res, estão de parabéns, porque realmente 
foi uma festa pra ninguém botar defeito. 
Entre os políticos presentes, registrei: 
Rachid Saldanha Derzi, Valdir Neves, Oscar 
Goldoni, Arroio, entre outros. 
ANIVERSARIOU 
Neste último dia 01/07, o simpático fun 
cionário da Câmara Municipal, sr.Maneco de 
Souza. Nossos votos de muitos e muitos 
anos de vida, pela passagem de seu an1ver­ 
sário. Parabéns!! 
Visitando parentes e .amigos ,os jovens de 
Campo Grande, Frank Bianchi, Raquel Bley e 
Magaly Godoy. 
TAMBÉM 
Comemorou mais um ano de vida, o garoti 
nho Paulo Renato Ocampos, filho do cae~l - 
Renato e Zuca.Felici­ 
dades! ! 
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FELIC:i:DADES 
• e o que desejamos 
à D.Ilda Ocampos, pe­ 
la passagem de seu a 
niversário, neste Úl: 
timo dia 14 pp. Para­ 
béns! ! 
• Também esteve dei 
dade nova, neste dia 
15,a srij Mira(cabelei 
reira) .Parabéns. - 
Completou 90 anos 
de existência a Sr? - 
Liodora Spindola, nes 
te último dia 23 pp. 
l<nrina 1ruc com lotou 15 anos 
A jovem Karina da Silva,esteve comemo­ 
rando seus l5 aninhos de vida. A fo«t» - 
foi no Clube do Laço Retiro de Car,ool on­ 
de na ocasião foi servido um delicioso - 
churrasco, e logo após um saborooo bolo. 
A Karina, nossos desejos de milhõcsde 
felicidades, e que curta bastante essa fa 
se tão linda que depois que passa nunca 
mais volta. Parabéns! li 
MUITA GENTE 
Visitando a nossa querida Caracol, en­ 
tre eles: A Sr? Gcni, Ana, Fernanda,Alcxan 
drc, Orminda, Wilker, todos da capital. Ja 
as jovens Mónica e Andresa são de Trts La­ 
goas. 
AS COMEMORAÇÕES 
Do Tetra Brasil, trouxe para nossa cida 
de lindos casais: 
Horato e Mana, Fabio e Ana, Claudio e 
Michclinc, Rodrigo e Elisangela, Clinamar 
e Claudio. 
MIRANDA 
Edital de Proclamas 
O sr.João Amádio Vieira, Oficial do 
Cartório de Paz e Registro Civil de Car~ 
col-MS., faz saber que pretendem se ca­ 
sar e apresentaram os documentos exigi­ 
dos pela Artigo 180 do Código Civil Bra- 
sileiro: j 
Cludino Servin Vareiro e Rosangela 
Garcia, ele, brasileiro, solteiro, maior 
pedreiro, filho de Ormandio Vareiro e de 
Lucia Servin, residentes e domiciliados 
nesta cidade de Caracol-MS, ela brasileb 
ra, solteira, estudante,filha de Honorio 
Pereira Garcia e.de Anice Quintana Gar 
cia, residentes e domiciliados nesta cb 
dade de Caracol-MS. 
João Amádio Vieira 
• Oficial 
Caracol-MS, 20 de julho de 1994 
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