TRIBUNA DA FRONTEIRA --- DELI VI8T// MS 23 DE AGOSTO DE 1.994 - TERÇA-FEIRA r oe a o . ao. ta teast e /N0:22 NP: 1.5'11 DIRETOR RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA R$ - 0,50 ELEIÇOES 94 f ALINDO ft VERDI DE, O POVO SABE O QUE QUER l l Sen. Wilson Martins Depois do furacão "collorido", quedes truiu sonhos, mas não esperanças, o po vo aprendeu a sepa - rar o joio do trigo. Falando a verdade, o povo sabe o que quer. E está cansado de as sistir, via horário­ gratuíto, pela teli­ nha mágica, cenas dantescas de candida tos que falam, fa 1am, falam-e não di­ zem nada. Só criti - cam. Basta de críti- Sen. Levy Dias cas, queremos solucó es. Nóa e o povo. Respeitamos o can didato ao Governo do Estado, Senador Levy Dias, afinal, um ho­ mem que começou sua vida como caminhonei ro, depois sargento­ do Exército e hoje é uma das grandes for­ tunas do Estado mere ce elogios. um grande político da capital. Mas Levy é Levy , Pedrossian é Pedros- 1 Dep. Waldemir Moka sian. Não vamos mis­ turar as coisas, Pe­ drossian é um caso à parte, ninguém pode usar o seu nome, mes mo porque o Dr. Pe - dro lançou três can­ didatos, Rigo, Schi­ midt e Valdemar, e a tal da União ou Pacto não aceitou qualquer um dos can­ didatos de Pedros sian. Outro fato que vem sendo explorado pelo candidato Levy %# gjjpi% $fel1/1/i$%%% 2 a! "jfi)!l #« Antonio Carlos Arroyo Dias e seus compa nheiros, é a preten­ sa afirmação de que o Dr. Wilson fecha - ria a Universidade Estadual, é MENTIRA, reavaliar não é fe - char, e aperfeiçoar, melhorar, lembrando que a Educação sem - pre foi objetivo do Dr. Wilson. o povo já deci diu. Vai eleger Dr. Wilson Martins. E vai eleger Fernando Henrique Cardoso Pre Sen. Rachid Derzi sidente da Repúbli - ca. E Lúdio Coelho e Rachid Saldanha Der­ zi para o Senado. o povo não quer aventu ras. Quer experién= eia. No tocante aos candidatos à Deputa­ do Estadual, o povo sabe, MOKA e ARROYO, , de uma maneira ou de outra, SEMPRE estive ram colaborando com a nossa região. Arroyo desde os T .- M ELI o Governador do· Rotary Club, Distri­ to 4470, Gedson Jun­ queira Bersanete, em companhia de sua es­ posa Anice Rahal Ber sanete, visitou nos= sa cidade, dia 16 pp, numa visita de traba lho e congraçamento. Foi declarado hós pede oficial do Muni cipio, sendo recebi do na entrada da ci­ dade pelo Presidente do Clube, Ivaldo Pe- - I:.< - . Gov. Pedro Pedrossian tempos de Moraes, MO KA, este é o Deputa= do que carrega den - tro de si a chama do SERVIR, e sempre ser viu o Sudoeste. f': uma opinião. Basta de engana - ções. (PP) Página - 07 Moka e Sperafico visitam os Bairros da Cidade e==- ~ -' - . de u o s}. ~- .. O Governador Gedson foi recebido pelo Prefeito Abraão Zacari- a.triiceis O Rotary Club de Bela vista, com a co laboração da Prefei­ ura Municipal - Ad­ ministração Abraão Zacarias - da Gráfi­ a e Editora Apa e do Empresário Osval­ do Possari (leia -se Suplente do candida­ to ao Senado Rachid Saldanha Derzi) pro­ moverá no mês de se­ tembro Concurso Li erário com a parti­ cIpacão de estudan - tes do Município. k O tema desse Con- curso será "CONTOS BELAVISTENSES", cada participante poderá concorrer com até 3 trabalhos, no mínimo auatro laudas cada um, serão seleciona­ dos vinte contos os quais serão publica­ dos em livro. Os cinco primei - ros-colocados recebe rãa prêmios em di nheiro, a coordena - cão do Concurso fica rã a cargo da Profes sera Enoly Loureiro­ de Assis e do Profes ser Paulo Melo, Se= cretário de Educação. BELA VISTA GANHA SALA DE AULA PARA CAPACITAÇÃO A DISTÂNCIA DE PROFESSORES Centenas de pessoas e lideranç.as comunitárias prestigiara.-n reunioes nos bairros Os candidatos à Deputado. Estadual ·Taldemir Mok.a e à Depútado Federal Dil so Sperafico, acomoã nhados do Prefeito·­ Municipal Abraão a- carias, Vereadores,Pre sidente da Câmara MunT cipal, Secretário João Kalife, visitaram no ül timo sábado os Bairros Água Doce, Baixada Co­ rinthiana, Primaveras, reira, sua esposa Ma ria Estela e o PresI dente entrante, bie nio 95/96, Marco Rondon de Oliveira. as Parque das Primave­ ras, Itaboraí, Cos­ ta e Silva e Baixa­ da Fluinerse, man­ tendo reuniões co.a os oradores. Página - 06 2 !!lt s a 1 p PORTEIRI LEIL ES • RURIIS · ÇE·RftZI DE BONS NEGOCIOS UMA EQUIPE ESPECIALIZADA PAA SERVIR VOCT 'TODMNS AS SEGUNDA-FEIRAS LEILOES NO 'TATERAL, DA ANTA RI'TA DA PORTEIRA OHGANI?.IMOS, Pl30GH/MAMOS e o J.IJCHO r. sr.u PONP. 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Fore: 3844008 - Fax: 384-4931 - Serviço de Coleta: 382-2472 Entregas a Domicilio em Dourados, Corumbá e Ponta Porã. Cidades Atendidas: Água Clara, Antonio João, Aral Moreira, Amambal, A_nastácio, Anauriiãndia, Angélica, Anhandul, Aquldauana, Apareclde do Taboado, Bataiporã, Bandeirantes, Bataguassu. Bodoquena, Bonito, Bela Vista, Caarapó, Camapuã, Cassilãndia, Campo Grande, Chapadão do Sul, Corguinho, Corumbá, Coxim, Costa Rica: Coronel Sapucala, Deodápolls, Douradlna, Dourados, •.Eldorado, Fundação Bradesco, Figueirão, Fátíma do Sul, Glória de Dourados, Guia Lopes da Laguna, lguateml, ltaporA, Fazenda ltamaratl, lvinhema, Jaraguari, Jardim, Maracaju, Miranda, Mundo Novo, Nova Andrndlna, Navlrnl, Nioaque, Nova Alvorada, Paraiso, Paranalba, Pontinha do Coxo. Pedro Gores, Porto Murtlnho, Ponta Porã, Rio Brilhante,• Rio Negro, Rochedo, Ribas do Rio Pardo, Rio Verde Selvlria, São Gabriel D'Oeste. Sidrolãndla. Sonora. Tacuru. Terenos e Trés Lagoas FABRICA DE TUBOS LTDA TUBOS DE CONCRETO, CIBROCOS, LAJOTÃO, PALANQUES, MUROS E ARTEFATOS DE CIMENTOS EM GERAL ** ATENDE PEDIDOS DE PREFEITURAS** RUA GAL. RONDON,215 FONE: (067) 255 1202 BONITO.- MS .Casa de Carn.e Sadia DE: ANTONIO CASANOVA Carne de Suíno, Bovino, Frango, Linguiças mistas e de Suíno, queijos, banhas, geléia de mocotó, torresmos, etc ... •o AÇOUGUE NOMERO l DE BONITO" ATENDIENTO NOTA 10 E OS PREÇOS SÃO CONVIDATIVOS RUA LUIZ DA COSTA LEITE - FONE: (067) 255 - 1475 BONITO - HS Tribuna da Fronte.ira FUNDADO-Elf: H D6Rio REAL ?0/ 02/1972 DIRETOR-REDATOR Cill:FE: IvaJ.ào Pereira EXll!PLAR: R$ O ,50 GERENTE COMERCIAI.: !faria E11teL'l Vel.'1sques Pereira SECRETÀRIO D~ REllAÇÃO: Uhaldíno Rodrigues ASSINATURAS: , REPORTAGENS: Joi'io Carlos Velásquez, André Ávafo e SEMESTRAL: R.$ 45,00 Fin:úno de Rarros ANUAL: R$ 90,00 REDAÇÃO, DEPARl'AMÊNTO CO!ill!CIAL E PARQUE GRÁFICO: + OS ORIGINA'r.s D!_ Avenida Tribuna da Froateira,564 - CAIXA ?OSTAL - VIADOS Ã REDAÇÃO NÃO 23 - FONE: (067) 439- 1410 - tELA VISTA - MS SERÃO DEVOLVIDOS. OS r ÃRTlCOS ASSINAOOS , NÃO SUCURSAIS: JrdLr, Porto urtinho, Antonio João, REFLETE NECESSARIAMEN Bonito, Caracol, Carpo Grarde e Correspondentes n: A O?INIÃO DO JORNAL e Brasília e Sao Paulo Propriedade da Rede Belavistense de Joratu - LTilA 7C-F - 15.513.207 0001 90 • i FILIADO Ã: ADJORI E ABl!AJO!'! 6% CEREAIJSIA, MDBURIL. III. 7 {Compra e Venda de Cereais em Geral SOJA. MILHO. ARROZ. FEIJÃO. TRICA>. AVEIA. ETC.•.·. Comércio· de Produtõs Agrícol~s em Geral. TILEFAX:(067) 435-1285 E FONE: (067) 435-1336 SEMENTES, ADUBOS, HERBICIDAS, lNSETlC1DAS, LUBRU'ICANTES, ETC DST(FAZEMOS A BASE DE TROCA) DST ROA JOÃO NUNES, 200 CEP:79.910--000 .. "ACREDITADO NO HOMEM DO CAMPO" I, AI, TPIRUNA DA FOTEIA o BELI VISTA GINHI SILI DE IULI PIRI CIPICITIIÇÃO I OISTÍINCII DE PROFESSORES Atendendo a um ref?Indicação apresentada pela Vereadpra 0rlanda Freitas dos {Santos na Cara Munt c'pal, o refie!to Abraão Armou Zacarta e o Deputa do Estadual aldenlr Moka '1oram,a aquistção de j um antena parabólica para o núcleo Educnaclona! de feia Vista, destinada a equipar una sala espettal pra a cape1taço a distincl dos professore e - coordenadores da rede educcionn', tanto estadual, como pnrticuiar e munlcipil 1 • A aquisição da antena parabólica 1n!ctativa que teve total apolo da chefe do núcleo educacional de Hcln V!nta, profesHora Cleide Rodrigues, possibil! tara a transmt+não direta dos programas educativos da TV, do Rio de Jnnetro. ~ todos os educadores de Pnln VtRtU, [actl1tnndo e incentivando o exercício do prerder a ouvir, discutir, trabalhar em grupo e colaborando em mu!te para a elevação do nível de ensino em nossa ctdude e pra o crescimento profls s[onal e todos os nossos profissionais que mil1 = tam na rena educaciona!. 'lelhornr :, qunl_f,111,lc do ensino e encontrar solu coes adequadas para os problemas identificados são os prncipn!s objetvos da capacitação de recursos humanon a distincla. sala de aula para a c!tcio a distancia do professores, equipada com antena parabólica Sai Edital para Construção da Ponte de 1.700 metros sobre o Rio Paraguai 1 1 l Deverá ser publicado esta semana o edital de concorrência pública pa­ ra determinar a empresa responsável pela constru cão da ponte de 1.700 ne tros sobre o Rio Para guai. Financiada pelo Fundo de Desenvolvimento da Bacia do Plota (Fun - platn), a obra elimina o Ültimo obstáculo natural que ainda contribui para o isolamento de Corumbá e cumpre decisivo papel no processo de integra - cão latino-americana a - partir da ligação rápida e segura com a Bolv!a e com os demais países do Cone-Sul. À ponte será erguida em Porto Murtinho e aten de as necessidades de transportes sobre o Rio Paraguai. O projeto ori­ ginal foi modificado, re duzindo-se o vão princi­ pal de 147 poro 80 me­ tros de largura, bem co­ mo suprimindo-se um dos môdulos da estrutura, o que representou uma redu cão de 207 nos investi - moncos necessários para a execução da obra. Hoje mais de 300 carretas,por dia, carregadas com insu mos agrícolas e equipa: mentos utilizam o trans­ porte por balsas naquele ponto do Rio Paraguai, - onde o tempo de espera - para travessia chega a ultrapassar 3 horas. O volume de produção e das exportações vai ser aumentado acentuadamente a partir da conclusão da ponte, haja vista que o - transporte é caro e demo­ rado, além dos riscos que acarreta. As ferrovias da região não suportam ovo­ lume de cargas e o Rio P~ raguai, por sua vez, sô - suporta grande tonelagem a partir de Porto Murtinho o que inviabiliza o erans ,porte por hidrovia. Com ã ponte, o transporte fica­ rá mais ágil, seguro e e­ conômico, representando o surgimento de urna nova e­ ra no desenvolvimento de Corumbá e municípios viz! nhçs. O Governo do Estado es tá concluindo o processo­ de ligação de Corumbá ao restante do Estado e do - País com a pavimentação - do trecho de 30 quilõme • tros da BR-262 entre KM- -·-- -- 'ereadora Orlànda Freitas dos Santos 30 e o Rio Paraguai, trecho que não tinha co bertura asfáltica. A li gação em sentido contrá rio, ou seja, entre o Rio Paraguai (Morrinho) e Corumbá, num total de 60 quilÕmetros também - está tendo a sua restau ração concluída, assegu rando assim o acesso rÕ doviário confiável a CÕ rumbá. INTEGRAÇÃO LATINO-AMERT CANA A ponte sobre o Rio Paraguai cumpre um im­ portante papel no pro­ cesso de integração la­ tino-americana e, prin­ cipalmente por isso, a proposta do Governo do estado para financiamen to pelo Funplata fo z­ colhida. Vencido o Último bstáculo natural de o- ##tttt## ##»»#w hha, PANTANAL - No Pantanal de Aquidauana a vacina- ção já foi completada, mas o levantamento anda - não chegou atê a Secretaria, dada da distância e dificuldade de acesso. Quanto ao Pantanal de Co­ rumbã, a Campanha teve início no dia 15 e vai ntê Embora O projeto da o final do mês. P onte seja funda-ental O balanço total da segunda fase da Capanha de '" ************************ Multivaclnação de 94 em Mato Grosso do Sul deverá - ser divulgado depois do dia 24 de agosto, prazo - dado aos municípios para o levantamento da cober- FERIADO HENRIQUE: MIM E R$ 40 SO COM_ PREVIDENCIA RESOLVIDI a cesso a Corumbá, o Bra­ sil liga-se à Bolívia - por rodovia, aproximan­ do un mercado que tende a crescer com a 1plan­ tacão do Mercosul. no Mercosul, a venda de gás natural da Bolívia para o Brasil, com en­ trada do gasoduto a par tir de Corumbá é, sem di vidas, o·evento econo­ mico de ma!or repercus - são a curto prazo. O gás abrirá enormes perspectivas para um no­ vo mercado, tornando Co­ rumbá um dos polos míne­ ro-siderúrgico de promi­ nerais da reglão. O intercâmbio comer cial da Bolva com o maior centro industri al do ra!s (São Paulo) será muito maior com a - construção da ponte so bre o Rio Paraguai, si­ tuação que tende a conso l1dar as relações econô micos bilaterais e ln= tegrar Rrasil-Bol!via no mercado Sul-americano. GOVEPNO MS O FUTURO AGORA dqu!rfd , fi está une1onande na e ola 'era Gul ires Lourefro, oh a coordenação da professora lga Laranjeira, no horário das IR:O a. 2:0 Ho ras, com pro'essores de 1 à % séries e arde­ uadores, Nesta iltfma quarta-feira, dia l/,reens hori rio, aconteceu a aula inaugural, que cuntou cm á partfctpação da coordenadora, pro'erra Ola, da Vereadora autora da relvfndfcacio desse beneffcfo Orlanda Freitas dos Santos, que também' educado­ rn e atualmente diretora da escola Dr. Joaqufm Murtfnho e também dos professores Lufz, Mar1I ne e V!rginea, da escola Dr. Joaquim MurtInho, João Hnrcio e professora OlInpfa, ambos da rede muntct pal de ensino e n professora Expcdlra, coordennd! ra da escola Vera Cu[maries Loure!ro. Campanha de Multivacin é Prorrogada Durante rodo esta semana- de 15 à 19 de ao:.­ to a campanha de Mult!vacinação continua em to do o Estudo, pura garantir a meta de 957. de cober tura contra a poliomielite, o Harampo, a difterl= a, o tétano, coqueluche, a tuherculose e o tétano neo-natal. A prorrogação é de Inictativa do MI­ nistério da Saúde, paro todo o Brasil. Em Mato Grosso do Sul, os postos de saúde da Capital e do interior estarão atendendo, para completar estn - segunda etapa da Campanha de 94, realizada no sa­ bado, 13 de agosto. O balanço parcial de Mult!vacinação, em Mato - Grosso do Sul, divulgado pela Secretaria de Esta­ do da Saúde, já aponta o Índice de 79,987 da popu lação menor de cinco anos vacinada contra a poli~ mielite, principal alvo da Campanha. Este percen­ tual corresponde a 2ó0.050 cr1ancas 1muntzadas, - dentro da meta de 250.103, estabelecida pela Se - cretaria. Os outros dados preliminares apontam a seguín­ te cobertura na Estado: tríplice (difteria, téta­ no e coqueluche) - 18.6444 menores de cinco anos - vacinados; anti-sarampo - 9.940; BCG (tuberculo - se) - 2.23, lembrando que Campo Grande não ofere ceu esta vacina na Campanha, por ser sistematiza­ da nos postos e ter excelente receptividade, du - rance todo o ano. A toxôide tetânica, contra o tétano neo-natal atingiu 29.782 indivíduos maiores de 07 anos, 1n­ dependente de sexo. A técnica Kátin Barbosa Lima, do Programa de Imunização da Secretaria de Estado de Saúde, lembra que o baixo índice de gestante - vacinadas nesta campanha contra o tétano neo-na - tal não significa um dado negativo, mas sim o con­ trârio. Segundo ela, as gestantes têm, no acompa­ nhamento médico dos nove meses, recebido rigoros~ mente as doses vacinais necessárias~ segurança - dos filhos. Da mesma forma, destaca a técnica, a BCG têm - sido aplicada nos recém-nascidos, graças aos cui­ dados das mães, orientadas jâ no trabalho de por­ to. Da! o baixo número de vacinações nesta campa- O candidato Fer­ nando Henrique, da - coligação PSDB-PFL­ PTB, anunciou que pretende dobrar o va lar do salário míni­ mo, passando dos R$ 70 de 1 de setembro próximo para R$ 140 no quarto ano de seu governo. Para que isso seja possível no entanto, o Congresso Nacional deverá aprovar alguma forma de financiar a Previdência social,­ que paga hoje o sal! rio mínimo a 11,5 mi lhões de apQsenta dos. "Nunca fui contra aumentar o salário - mínimo para 100, 200 ou 300 doláres. O­ problema ê como a Previdência vai pa­ gar cs aposentados e qual o salário mini mo que a economia­ brasileira suporta" explicou Fernando - Henrique. . Ele lembrou que, para cada R$ 5 de - aumento no mínimo - há um custo adicio­ nal de US$ 450 mi­ lhões por ano para a Previdência So­ cial. Se o minimo - for elevado com mui ta rapidez,conforrne os economistas que - preparam o plano de - governo de Fernándo Henrique, poderá ha­ ver aumento do desem prego, por existirem empresas que não con seguiriam sob.revi ver. O Governo Itamar não elevou o salário mínimo, conforme Fer nando Henrique, por que o PT e o PDT o bstruíram a revi são constitucio - nal do primeiro semestre deste a­ no, impedindo uma tentativa de se re solver o problema­ de financiamento da Previdência o­ cial. "Não fosse a o­ bstrução, podería­ mos ter resolvido esse problema. E agora os parti­ dos que apóiam meu ai versãrio acusac o go­ verno de não ter au­ mentado o mínimo, sendo que eles impedirar.i a solução. Isso é demagogia. :E: hipocrisia. E tentar 0nganar os e­ oi+-, " ve o! ;_ s r ade • O Senador Pachid Saldanha Derzi disse que não haverá solu­ çio para os qraves - problemas económicos e ociai do País e de Mato Grosso do Sul em que haja um planejamento regiona lizndo dr dcnenvolvJ mr.uLo. O Senador, candi­ dato à reeleição, ex plica que, seja pela escassez de recursos, seja pela deficiente dotação dos fatores, ou por circunstünci­ as históricas e poli ticas, "o crescimen­ to econõmico não se dá homogeneamente , ou seja, o crescimen to é localizado e não disseminado por todo território. En­ tretanto, os proble­ mas de natureza só - cio-econõmica decor­ rente dessa falta de homogeneidade atin - gemo Estado, e o Pais, de forma gene­ ralizada", ressalta Rachid. Na opinião do Se­ nador, para minimi - zar todos estes efei tos o futuro governo deve formular politl cas (regionalizadas) que objetivem, funda mentalmente, a redu cão das desigualda - des sociais e a me - lhoria da qualidade de vida de uma ampla camada da sociedade, que não tem acesso - as condições mínimas de sobrevivência. "No Nordeste e no Noeste (Pantanal - Norte), em razão de especificidades re - gionais - lembra Ra­ chid - esses proble­ mas assumem uma di - mensão particular , que impede que sejam solucionados no âmbi to de uma política:: global e pelo funcio namento eficiente - dos mecanismos mercado. Por esta razão emerge a questão re­ gional e o futuro go verno deve formular­ políticas especial - mente concebidas pa­ ra a promoção do seu desenvolvimento". de alocação de recursos públicor..;". Com iuao, rcuumc Rachid, os Estados e Municípios, juntamen te com a iniciativa privada e o próprio sociedade civil, pas sam a ter um papel - importante e decisi­ vo no enforco para o desenvolvimento re - gional. Fundação que deixa de ser exclusi va das lideranças pÕ liticas. - SUGESTÕES SEM CLIENTELISMOS Diz o Senador que para tratar da ques­ tão regional, o Esta do não deve adotar posturas clientelis­ tas, assistencialis­ tas ou paternalistas, "baseadas na destina cão desordenada de recursos públicos e concessão pouco cri­ teriosas de incenti­ vos fiscais". Ele lembra que a Consti­ tuição de 88 transfe riu à Estados e Muni cipios parte signifi cativa da receita - tributária, o que im plica a necessidade de transferir, tam - bém, a responsabili­ dade por ações públi cas. "Na prâtica - res salta o Senador - a descentralização dos gastos tem o mérito de aumentar a capaci dade de ação no com­ bate aos problemas que lhes são própri­ os, além de conferir maior eficiência à Com o registro de que o objetivo final e o de obter melho - res condições de vi­ da pará a sociedade como um todo, da for ma mais igualitária­ possível e a partir de esforço concentra do e conjunto, o se:: nador sugere algumas diretrizes de desen­ volvimento regional, "pelas quais vou lu­ tar no Senado depois de reeleito". O primeiro ponto é a criação de condi ções para o cresci - mento integrado, au­ to-sustentado e espe cialmente equilibra­ do. O segundo ê o en­ caminhamento de a ções direcionadas pa O Vereador Edival do Luiz Outra Var - gas, o Luizinho, do PMDB, falou em Igua­ temi que o seu apoio à candidatura de Dil so Sperafico para De putado Federal faz parte de um projeto político comprometi­ do com a honestidade e a moralidade. "A candidatura de Dilso Sperafico re­ presenta a conscien­ tizaçâo da população sul-matogrossense na busca de políticos - sérios, honestos e competentes", falou Luizinho. No livro Telecomuni­ cacções-histórias para a história (1990}, o gal. Alencastro e Silva de· fende a tese segundo a qual não existe uma for tuna que não tenha vin­ do do esterco. Seu inte resse advêm do fato dê que o general foi o or­ gartizador da TELEBRÁS , tendo o seu nome asso­ ciado à recuperação do serviço telefônico bra­ sileiro_que, antes da - Revoluçao de 64, havia entrado en colapso. Tra ta-se, portanto, de um personalidade represen­ tativa do grupo militar que assumiu a hegemonia naquela Revolução. ~ - coisa, portanto, dos nossos dias. O general acha ainda que aquela o rigem escabrosa da ri- ra o atendimento das necessidades bási cas, erradicação da pobreza absoluta da miséria, asuegu - rando condições para uma distribuição ma­ is equitativa da ren da e da riqueza. Já o terceiro pon to é a elevação sele tiva da competitivi­ dade da produção re­ gional1 e, finalmen­ te, reverter tendên­ cias de deterioração dos recursos natura­ is e do meio ambien­ te. Por último, con - clui o Senador é con veniente fixar-se - que o centro de eS - tratégia de desenvol vimento regional fun damenta-se na expan­ são econõmica com de senvolvimento sociaC através da interação de ações resultantes de investimentos mul ti-setoriais locali­ zados (com aproveita mento de espaços po:: tencialmente rentá - veis), articulando - se projetos prestati vos à base econõmicã regional. Senador Rachid Saldanha Derzi - (fo to) Vereador Luizinho de Iguatemi diz que Candidatura de Sperafico Representa Compromisso com a Moralidade número de votos. da segurança da re - Sobre a eleição- gião fronteiriça. de três de outubro , Proprietârios rurais, ele diz que o momen- comerciantes e traba to é de reflexão. lhadores em geral vi "Devemos votar em vem ultimamente ater pessoas que realmen- rorizados com a fal:: te estejan comprome- ta de segurança". tidas com a nossa re Como Presidente - giâo. Dilso Sperafi- da Câmara de Iguate­ co serâ o nosso re - mi, Luizinho informa presentante na Câma- tizou os serviços do ra Federal", disse. Legislativo, iniciou Na mesma oportuni a construção do pré­ dade, o Vereador rei dio próprio da câma­ vindicou maior segu- ra e desenvolveu seu rança para a popula- principal projeto , cão. "Os nossos re - como ele mesmo diz , presentantes preci - "a valorização do Ve sam dar uma atenção reador". Projeto de especial a questão - Lei que dá isenção NOSSO ÓDIO ~O LUCRO E À RIQUEZA O Vereador Luizi­ nho é o atual Presi­ dente da Câmara Muni cipal de Iguatemi e obteve o maior indi­ ce de credibilidade dentre todos os Ve - readores do Estado - em pesquisa realiza­ da no semestre passa do. "Sempre procurei fazer um trabalho - voltado à comunida - de, principalmente com a população mais carente", falou o Ve­ reador. Luizinho es­ tâ exercendo o seu segundo mandato como Vereador e foi elei­ to em 92 com o maior queza corresponde a "de­ terminismo do regime ca­ pitalista"(obras citadas pãg.133). • A aversão ao lucro e o Ódio à riqueza acham- se sedimentados em nosso país desde o século' XIIII.· Há aqui uma enorme con­ fluência entre o que es­ crevia os publicistas e a atuação concreta da ln qulsição, voltada prefe: rentemente parans pes­ soas bem sucedidas. No século XVII, notadamente no período filipino, o grupo de empreendedores que assegurou ao Brasil o predomínio no mercado mundial de açúcar podia agir com relativa desen­ voltura. Graças a lsto - chegamos a ser territó­ rio .lto mais próspero que os Estados Unido~ no resto período. Nosso de­ cl{no ocorre na prirei­ ra metade do século XVIII em que pese o surto mine rador(ouro), cujo lucro­ foi aplicado na constru­ cão do Convento de Mafra, em Portugal, e nas igre­ jas de Ouro Preto, no Frasil. Enquanto a.lnquisicâo mandava paro a fogueira os empreendedores que in genuamente se mantiveram ao alcance de sua mão,os principais puh!icistas - da êpoca ocu pavan-se de combater a riqueza. Tomo aqui o xeplo de Feliciano de Souza Nunes(1730/1808) , que era o líder da Acade mia de Letras do Rio d Janeiro, entio dencina­ da de Academia dos Sele­ tos. Nos discursos polf- tico-morais(l758) adotá o mesmo tom do gal. Alen castro e Silva"As maio­ res riquezas que pode lo grar o hme é a salva­ cão, a liberdade e a vi­ da. E se com a riqueza - excessiva a salvação se arrisca, a liberdade se perde e a vida se estra­ ga, como não virá o ho­ re a ser tanto mais ne cessitado quanto for ais rico"- é a tese geral de que parte). E, em rela­ cão à sua ore sórdida (na resma fora como o general associa riqueza a eserco), escreve Souza Nunes: "que penetrando -. os ricos no centro da t­ terra vão buscar as ri­ quezas à resa região dos mortos". t :o:uito an-:­ tiga e a arraigada a 1d&ta de que o inferno poderia do IPTU ao aposenta­ do, que reduz os im­ postos para as micro empresas e que auto­ rizam o Executivo a arrendar áreas para o plantio de cultu - ras de subsistência são os destaques do Vereador iguatemien­ se. Em plena campanha para Dilso Sperafico no Município de Igua temi e na região,Lui zinho tem a certeza de que o Estado esta rã muito bem repre - sentado na Câmara Fe deral. - encontrar-se no Centro - da Terra(Dante atri­ bui-lhe esta posicão,pre cisaente em baixo de Jê rusalé), onde haveria, labaredas incessantes( a fogueira da Inquisição - seria o comece dessa lon ga trajetória). O gal.A lencastro e Silva, uico provnvelmence, não tem - os discursos político-:o:o rais, de Souza Nunes, co mo livro de sabedora(e bora a Ac.de1a Brasilet ra de Letras ,o tenha - reeditado recenterente). A failiaridade (e a si tonia) que revela e ze­ lacào às suas teses pro­ vêr de outra fonte: a ro ral social contra-refor­ Dista que atê hoje cons- • titui a grande realidade. (Agência Planalto) l ' O R I ETA D O R • C O M E R C 11 L 1 • ·DIOCIRII' SINTO ;··1110110 ' L -Com duas para Melhor Servir Atendimento" de Primeira Qualidade .. ., ! AV. 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'g) ANO INTERNACIONAL DA FAMÍLIA 1 9 9 4 1 Realida·de do Casal ---·-----/ la da, renalidades mnfi belas do mundo é, sem - düv1da, o casl, O homem não existe para n oll - do. Deu, o Altíssimo e Criador, fez o ser humano como homem mulher, Não exitem, homem e mulher,­ pra n solidão, 'o feitos para formar uma unidade na d!ver+Idade, feitos para serem casais, A.J'DA MD'TUA No cessará nunca a peregrinação do masculino em d!reio do fenln!no, Há um apelo i uniao. Nin - uén se casa por cr@ncia, para fuglr de situnções Incomodar, por mera "fata!idade", Homem e mulher - precisam viver unidos para se ajudarem mutuamente, Um coloca à dlsposição do outro o melhor que tem - em seu Interior no sentido de renalizar o outro. Nesse Jogo de serviço hã ajuda mútua. Um comp)e menta o outro, e, nese jogo de complementação, há uma felicidade a dois e depois com outros. As r1que zs de um, os talentos do outro, as caracterfsti - cas de um e de outro se juntam e, nessa junçào,re~ llzam o belo serviço de mútua ajuda. Quando as pessoas se cnsom, visum dar o melhor de si que o cônjuge sej:i profundamente feliz e eh! ue à realização. Ninguém tira alguém de seu un!ver so para torná-lo medíocre. Há muitos aspectos nessa realização: ser esposo, ser esposa, ser pai, mãe, ser profissional, ser homem e mulher de Deus, ser cristão e cristã em profundidade. A ajudo mútuo se dá cm todos esses campos. A DURA REALIDADE Não poucas vezes, vemos casais ou pares que nao souberam construir sua conjugalidade. Vivem um ao lodo do outro, Alguns, depois de uma caminhado, se param-se e buscam novo companheiro ou nova compa - nhelra. 0.1trus vão rolando normalmente pelo tempo e pelo espaço. Vivem como estranhos, mesmo tendo cer tos momentos de união Íntima. Por vezes, alguns se dão conta de que vivem numa pensão, mas não soube - ram construir uma comunhão vital. Há casais que chegam i infidelidade algumas ve- zes. Há outros que, sem chegar no extremo de[a de ter respeito com a dignidade do parceiro. Há casais q vive solene Indiferença. Quando um homem e uma mulher se casam, parece - fundamental que tomem a decisão de construir sua u nlão. Sentimos dor profunda vendo casais que dei­ xarnm criar-se um abismo entre suas vidas e se ser tem impotenes para superar tal d!GtÕncia. CONl'IÇÔES PARA A CONSTRUÇÃO DA CONJUGAL IDADE -~tndamental será respeitar as diferenças: niio se pode querer nivelar tudo no casamento, porque a beleza consistirá na união do que é diferente; -0 casal existe para colocar-se um a serviço do outro; não se trata de uma postura subserviente, - mas de uma atitude de estar e disposição dns neces­ sidades mais fundamentais do conjuge; -Evidentemente, todn postura de machismo, de au­ toritarismo, de aniquilamento, de feminismo são pouco aptos para o construção de um casal maduro; -A partilha nos serviços domésticos parece 1m - portante, para que um não se sinto "empregado" do outro; Mesmo não se reclamando atitudes românticas exa gerados no longo do vida, será preciso sempre pen­ sar em manter vivo o chama da amoroso atenção, da - delicada vontade de auscultar os desejos e as ne­ cessidades do outro; -Fala-se muito da necessidade do diálogo: ess~ não é apenas uma conversa mais ou menos constantes mas uma postura de descobrir o novo que irrompe na vida do companheiro ou do companheiro; -Momentos haverá em que será fundamental também pedir ou conceder perdão: o vida de um casal não é apenas tecido de acontecimentos positivos, mas ne­ la há também a presença do pecado e do mal; -Ninguém é feliz no casamento, quando não se sente valorizado pelo cõnjuge, quando sente que os seus empenhos e seus esforços não são devidamente levados em cqnsideroção; -Importante se dor conto de que a vida passa e que o amor também passo por diferentes e novas for mas: não se pode conservar um amor adolescente,mas transforar-se-à ao longo do tempo da vida, rInho terno e sereno e entrepa delicada no d1a. ma cna­ da-a- TER UM PROJETO DE VIDA CONJUGAL E FAMILIAR Muitos casamentos fracassa, porque homem e mu­ lher não tê, propriamente falando, um projeto €o­ mum. NIngué se casa simplesmente por contingenci­ o, por uoa atração veemente ou por motivoa peque - nos. Costura-se falar em três projetos fundamerta­ is: a) PROJETO CONJUGAL - O casal saberá o que está fazendo ao tirar alguém do seu universo. Certamnen­ te procurarão os dois a pleno realização do conju­ ge. Delicada e persistentemente, haverão de quest~ onar-se a respeito da ajudo mútua o que já aludi mos, b) PROJETO DOS FILHOS - Há uma vocação para ser pai e ser nãe. Os casais sabem que os filhos fazem parte de seu· projeto de vida, Saberão quantos f1 - lhos terão, procurarão revestir-se de responsobill dade no sentido de serem pai e mãe, formar-se-ão - para serem educadores da mente e do coração dessas crianças que surgirão da fecundidade de seu amor. Ser pai e ser mãe é tarefo alegre, mas também - missão revestida de grande tesponsobilidade, Será necessária. a presença do pai e da mãe dos filhos. Ambos saberão que suas energias e seu tempo to­ do serão desses filhos e filhas para os quais do rão, por toda a vida, o melhor de seu amor. e) PROJETO ESPIRITUAL - Mar1do eMlhér,u cristão e uma crista,q/se asam deverão ainda ter un projeto espiritual comum. Sua vivência do Evangelho, sua - oração, sua vida de partilha, sua experiência de - renúncia é comum. Vivem uma espiritualidade conju­ gal, não apenas individual. Um chora a dor do Ou - tro. Um se coloca a serviço da construção espiri - tual do companheiro ou da companheira. Quando ca sais recebem o matrimônio simplesmente por tradi = cão, por costume, não conseguem atinar com essa co munhão de vida espiritual. (Pastoral Fnmílitrr - Pi róquia Santo Afonso) 1 Ili ICO VISIIAM OS BIIRROS DA CIDADE Os candidatos à Deputado Estadual Waldemir Moka e à Deputado Federal Dil so Sperafico, acompa nhados do Prefeito - Municipal Abraão Za­ carias, Vereadores - Marcos Elias Rios da Cruz, Orlanda Frei - tas dos Santos, Is - rael Chamorro da Ro­ cha e do Presidente da Cãmara Municipal Fernando de Freitas Elias, além do Secre tãrio de Promoção So cial e Desenvolvimen to Econômico, JoãÕ Kalife, visitaram no último sábados os Bairros Ãgua Doce , Baixada Corinthiana, Primaveras, Parque das Primaveras, Ita­ boraí, Costa e Silva e Baixada Fluminen - se. A coordenação de campanha do Deputado Waldemir Moka, candi dato à reeleição e de Dilso Sperafico , em Bela Vista, optou pela realização de reuniões com os mora dores dos Bairros da cidade, em vez de promover um grande - comício, para propor cionar um contato ma is direto dos candi datos com as comuni­ dades e para que os eleitores possam co­ nhecer melhor o pos­ tulante à uma vaga na Câmara Federal , Dilso Sperafico, que disputa um cargo ele tivo pela primeira= vez, formando uma do bradinha com Walde - mir Moka, que concor do que com Wilson Go re à reeleição para vernador, Moka Depu­ a Assembléia Legisla tado Estadual, ele tiva. - como Deputado Fede - Um dos pontos ma- rale o Prefeito ·A-: is importantes desta braão em Bela Vista, 1 cados pelo Deputado- muito poderá ser feil Moka em seus Pronun- to em prol da nossã1 ciamentos aos morado cidade, "mesmo por - res dos Bairros da que o próprio Sena - nossa cidade, foi o dor Wilson Barbosa fato de que ele é o Martins já assumiu o único representante compromisso de, sen­ legítimo do Sudoeste do eleito, ajudar o à disputar uma vaga Prefeito Abraão Zaca na Assembléia Legis- rias à administrar - lativa, já que o ou- Bela Vista, como for tro Deputado da re - ma de agradecer o gião, Alberto Ron seu apoio e o seu en don, é candidato à gajamento à sua cam Vice-Governador na panha desde o início chapa adversária e do pleito eleitoral" fica sem mandato es- lembrou Sperafico. t te ano. Abraão Zacarias•, t • "O que não pode - que foi um dos pri l i ' mos deixar acontecer meiros Prefeitos .o Dilso_Sr _Marcos_Barbosa, Moka, Dona_Lurdes é que estranhos, que Estado a assumir a feito Abra, pediu apoio aos dois cand d - - - .. . __ . ~ atos só aparecem aqui em candidatura do Sena­ épocas de eleição , dor·wllson Martins - levem os votos da ao Governo do Estado, nossa cidade à custa chegando a sofrer re de muito dinheiro taliaçôes por isso~ porque essa gente pediu aos .moradores não têm compromisso dos Bairros da cida­ com o povo de Bela de que ajudem a ele­ Vista" enfatizou o ger Moka e Sperafico Deputado nos Bair porque Bela Vista ros. tem muito a ganhar Por sua vez, Dil- com isso, "não pode­ so Sperafico, que mos mais dispersar - foi muito bem recebi nossos votos, temos do pelo grande nüme= de dar uma boa vota-· rode moradores que cão à esses dois com participaram das panheiros, para que reuniões nos Bair -,eles sejam fortaleci, ros, e que vêm sendo dos e possam viabili apontado pelas pes - zar benefícios para' quisas como um dos Bela Vista,•tanto ã prováveis eleitos pa nível de governo de ra a Câmara Federal, Estado, como junto - assumiu de público o ao Governo Federal" seu compromisso com ressaltou o Prefeitor O Bela Vista, lembran- belavistense. oka I.taboraí foi um dos seis Bairros visita e Spera. ico, acopa os e .ideran;as m ..... J • 1 • ,JOJlt!/!, 'rfl f l!lHli D/ FPO/ITi.!HA DIÁRIO HEGIO'llL 07 GOVERNIDOR DO ROTIRY EM BELA VISTJI O Cov<'rnndo.- P ... reira e «e!scn bersanete Estela, Anlce, Gedson ....=. convidados. Da esquerda para o direita: Rubcn Garcc te e Sra, (Intendente de Belln Visto Paraguai); Syd ney Nunes Leite (representando o Prefeito); Estela, 1valdo, Gedson, Anice, Dr. Robcrval Mngalhàes, (re­ presentando a Loja Haçonicn), Tenente David Tebich- rani (representando o Comoodao a.a " Eduardo, Ana Xaria, Elpfdia, Evilásio, Ivar. Graça + l o- - - =--- ,, ' ' r Tiki, Célia e filha, Liv~rsinda, ~~chado e G ribàldi rio Luiz Carlos Rahl e o Presidente dos à Comunidade Seliman li lt s cr ade Rafeiro C@inercial João Antonio : .. A 'JNC: [ r. V/ll(ll~: fr O .J lRPlfiL DE SUA e; :JA JORNAL rn: DUNA DA FR('HTE l !l/l , w SAPATARIA E~ SELARIA DO POVO ~ ~ 1ª llim;@ llififmI Fi'lbric0-se Botlna!l, Sapatos.Calcados de couro, Badana e Arreios em geral Aceit. -:se Encomendas @2(BS -1I39l Rua Campo Grande 656 - Antonio Joao CENTRO EDUCACIONAL DE ANTONIO JOAO Convenio com Ensino de Materiais Didaticos Positivos de Curitiba -PR Horarios: Matuti,no e Vespertino Rua Bela Vista 180 ex ps 08 lfurr@ ~ Antonio Joao - ws [ - - ' MMECADO CISMAL ; Secqe e Molhados, Verduras, Mini Lqja de Roupas, Arma- ~. rinhos exn geral, " l Eugenio Peno 740 Fone 1135-1310 ;ntonio Joan AS • . ,3 FRggEJFIEg, ,ARAPó 'ltK, REPRESENTANTE Loidimar 'feotonio da ~ilvi:l Compra e vcnd,1 rJc hovinos cm ncr.:il 17 ANOS DE Tl'lADIÇÃD VISITE OU ser. Av, Eu~nlo Pen:i:.o b7S es. lu:a Ma!o Grosso 7bS Fone 4JS-ll)fl Fone 4JS·!!! 'IT LANCHONETE E (· RESTAURANTE DO PAPAI,. Servimos Comida Casei ra, Marmitex, X Salada, Refr. e Cerveja Gelada. 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