T.RIBUNA DA FRONTEIR 
rasas 
BELA VISTA/MS 
DIÁRIO - REGIONAL _; 
tacar esses 
JNO: 22 NO: 1.543 25 DE AGOSTO DE 1.994 - QUINTA-FEIRA DIRETOR RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA R$-0,50 
Osvaldo Possari em ,Bela Vista 
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H 
Empresário Osvaldo Possari 
O Empresário Os - 
valdo Possari estará 
visitando Bela Vista 
nesta sexta-feira , 
quando manterá diver 
sos contatos politi= 
cose participará de 
uma reunião com vá - 
rias lideranças de 
nossa cidade. 
Nessa reunião 
que contará com as 
presenças dos Verea­ 
dores, Roney Moraes, 
'Marco Rondon, Luiz 
Alexandre Loureiro - 
Palmieri e Geraldo 
Murano; ex-Prefeito 
Edson Moraes, de Ga­ 
ribaldi da Rosa Ne­ 
to, Jorge de Souza 
Rosa, empresários 
produtores rurais 
comerciantes, lide - 
ranças comunitárias, 
Possari falará ares 
peito da campanha do 
que 
Apa· 
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IM.MA 
7•E.AI.IENE 
durante sua caminha­ 
da politica no inte­ 
rior tem colhido inQ 
meras manifestações 
de apoio ao candida­ 
to da Frente Popu 
lar. Para ela, Wil - 
son reúne duas quali 
dades essenciais pa­ 
ra atender às aspir~ 
ções dos sul-matogro~ 
senses: "é honesto e 
competente". 
Com uma história 
de luta pelo aprimo­ 
ramento do setor edu 
cacional no Estado 
Marisa Serrano vê 
com otimismo o futu­ 
ro de Mato Grosso do 
Sul. "Wilson Martins 
1 
Para a candidata 
à Deputada Federal , 
Marisa Serrano, "a 
eleição de políticos 
comprometidos com a 
ética e seriedade ga 
rantem a manutenção 
do equilíbrio monet~ 
rio iniciado com o 
Plano Real". Neste 
sentido, afirma que 
Mato Grosso do Sul 
faz a opção certa ao 
eleger jã no primei­ 
ro turno Wilson Bar­ 
bosa Martins. • 
"Nossa população 
está atenta à postu­ 
ra dos candidatos e 
reclamam qualidade , 
assegura Marisa, que 
governará priorizan­ 
do o tripé Educação, 1 
Saúde e Segurança 
garantindo o bem-es- 
tar da população e 
promovendo a justiça 
social, sem a qual o 
desenvolvimento é a­ 
penas retórico". 
Na Câmara Fede 
ral, Serrano quer 
contribuir para que 
o futuro Governador 
tenha garantido os 
recursos para inves­ 
timentos no setor so 
cial. Como Wilson­ 
Martins, estará ao 
lado da micro, peque 
na e média empresa , 
que hoje gera Goi 
Wilson reúne mais de 
15 mil pessoas e bate 
record em Dourados 
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Wilson: 'ugprimeir 
de esguios d inaugi@É?i!"e = 7E,,=, , 
Profa Marisa Serrano 
dos empregos no País 
defendendo incenti - 
vos fiscais e incre­ 
mentando a abertura 
de novas frentes de 
trabalho. "Não acre­ 
dito na política pa­ 
ternalista. o Gover­ 
no deve contemplar o 
cidadão com a infra­ 
estrutura básica 
mas cabe a cada um, 
tendo a oportunidade 
de emprego, traba 
lhar e sustentar com 
dignidade a sua famí 
lia", afirma Marisa. 
Senador Rachid Salda 
nha Derzi, de quem 
suplente. 
Em nossa região a 
candidatura de Ra 
chid já ganhou a pre 
ferência dos eleito- 
RACHID DERZI ~ 
DENUNCIA PICHA(OES , 
r 
1 
res, não só pela ex­ 
periência de Senador , 
mas sobretudo pela pre 
sença na chapa do earpre 
sário, uma pessoa ad­ 
mirada e repeitada no 
Sudoesté e frontcirn. 
:;»' 
O Senador Rachid 
Saldanha Derzi, dis­ 
se esta semana que 
está sendo alvo de 
~agressões gratui 
tas" por parte de 
seus adversários , 
que depois da última 
pesquisa divulgada - 
pelo IBOPE passaram 
a destruir e pichar 
os painéis de propa­ 
ganda do Senador. Can 
didato à reeleição~ 
Rachid, segundo sua 
Assessoria, apareceu 
na última pesquisa - 
do IBOPE com 22% da 
preferência do elei­ 
torado e isto acabou 
provocando a reação 
dos adversários. 
Para Rachid, todo 
este vandalismo, de­ 
monstra claramente - 
"o desespero dos ou­ 
tros candidatos, que 
ao invés de trabalho 
só apresentam promes 
sas". Há mais de 40 
anos de vida públi - 
ca, o Senador desta­ 
ca que seu compromis 
so sempre foi com a 
população. "Não sou 
homem de deixar com­ 
panheiros na beira 
do caminho em minha 
vida pública, ores­ 
peito que tenho por 
parte da família sul 
680 CARACORTE 
DIA: 26/08/94 
SEXTA-FEIRA 
HORAS: 20:00. 
CARACOL ESPERA 
POR VOCE!! 
Co:::i areca!! 
 
9 
-K 
Senador Rachid Saldanha Derzi 
matogrossense, são 
marcas dessa minha 
trajetória política~ 
Diversas pessoas, 
segundo a Assessoria 
do candidato, já re­ 
pudiaram as agressõ­ 
es e essas manifesta 
cães populares, na 
opinião do Senador, 
"são a prova eviden­ 
te de que a comunida 
de despreza os que 
sem argumentos seu­ 
tilizam do caminho - 
fácil dos ataques e, 
o que é pior, escu - 
dando-se no anonima­ 
to". 
Rachid afirmou 
ainda que as picha - 
cões, os ataques,não 
representam nada di­ 
ante "da forca que 
essa população me o­ 
fetece para que eu 
possa continuar lu - 
tando, como sempre 
fiz, lá no Congresso 
visan?o conseguir re 
cursos para aplica 
ção em setores es 
ciais da vida ds a 
mílias sul-mogros­ 
senses. O povo quer 
que eu permaneça tra 
balhando no Congres­ 
soe as pesquisas es 
tão aí, demonstrando 
claramente essa opção 
por meu nome" ,concluiu. 
·Grêmio Pedro Rufino· 
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?4 de Setembro/94, às 23:00 horas co animação do 
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Em Tupã, dias 2 e 3 ide selemtr - t SI#EPPI 
Para resolver, a nível nacional, a ques 
tão do menor assistido, as diretorias do - 
Legiões, Guardas e Patrulhas Mirins de to­ 
do o Brasil estarão reunidas na cidade de 
Tupã, Estado de São Paulo, nos dias 2 e 3 
de setembro próximo, quando a Legião Mirim 
de 'Tupã promove o 10 SIMPÓSIO NACIONAL DR 
ENTlDADRS DE PROMOÇÃO E PROFISSIONALIZAÇÃO 
DE ADOLESCENTES - SINEPPA., cujo evento 
vem recebendo todo o apoio da Cãmara Muni­ 
cipal de Tupã, cujo Prenidcntc CALEVE'GIO!:!_ 
Co, entende que o menor não pode voltar às 
ruas e à marginalidade, rnúio que levoµ o 
Poder Legislativo do Tupã D investir na ga 
rantia de trabalho ao menor. 
DIAS 2 E 3 EM TUPÃ - NA ABERTURA APRE­ 
SENÇA DO MINISTRO DA JUSTIÇA 
Foram convidados especiais do Comitê O~ 
ganizador: a Presidência da República, os 
Ministros da Justiça, Educação, Trabalho, 
Previdência Social, bem como representan - 
tes, no Brasil, da ·Organização Internacio­ 
nal do Trabalho. 
o Ministro-Chefe da Secretaria Geral da 
Presidência da República, MAURO MOTTA DU­ 
RANTE, confirmou a presença do Ministro da 
Justiça e possivelmente, também, o da pas­ 
ta da Educação, dada a importância do even 
to, a nível nacional. 
CIRCULAR DO INSS NÃO ADMITE MENOR ASSIS 
TIDO. 
"A par ir da competência 06/91, em vir­ 
tudo da revogação do Decreto no 94,378, de 
18/05(87, não mais existe a figura do me­ 
nor assistido. Assim encontrando o FcP a - 
situação de menor assistido nas empresas, 
deverá esta ser descaracerizada, sondo o 
menor considerado empregado e sujei o a rg 
mun·ração mínia de um salário mínimo, pro 
porcional ao número de horas rabalhada:;", 
(grifamos) . 
A informação da aplicabilidade da Circg 
lar no 58/93, somente foi divulgada agora, 
coiceando os empresários, pais de menores 
e diretores de Legiões e/ou Guardas Mirins 
em pânico, diante da noticia de que terão, 
inclusive de recolher o período anterior. 
Por ordem do Ministro da Previdência So 
cial, Sérgio Cutolo, depois de muito trab~ 
lho, po~ parte das entidades e parlamenta­ 
res, a circular foi suspensa provisoriamen 
te.' 
FISCAL DO 'l'RADALIIO QUER INTIMIDAR.DIRI­ 
GENTES DA LEGIXO MIRIM 
Na própria cidade de Tupã, um Fiscal do 
Ministro do Trabalho, mesmo ciente da movi 
mentação desencadeada pela Legião Mirim de 
Tupã, que inclusive tem como porta-voz o 
eminente ex-ministro do Trabalho VALTER BA 
RELLI; ciente de que a fiscalização da_Pr~ 
vidência Social suspendeu a fiscalização - 
e, ciente ainda, de que centenas de pais'- 
Embora suspensa provisoriamente, por de de menores estão aflitos, com o risco de 
terminação do Ministro da Previdência So- seus filhos perderem seus empregos, diri - 
cial, depois de intenso trabalho das Legi- giu-se a uma empresa naquela cidade e la­ 
ões Mirins de Tupã, Marília, Adamantina, - vrou um AUTO DE INFRAÇÃO, relacionando 10 
Bastos e outras do Oeste Paulista, além da (dez) legionários mirins. Para o Jurista 
ajuda de parlamentares e até do ex-minis - Antenor Pelegrino, a atitude do fiscal do 
tro do trabalho Valter Barelli, a Circular trabalho é mesquinha e inoportuna, quer o 
no 58/93 ainda oferece considerável peri - fiscal intimidar os dirigentes de entida - 
go e, a qualquer momento centenas de milha des de assistência a menores desamparados. 
res de legionários ou guardas mirins podem ·tum ato de terrorismo, classifica a juris 
perder seus empregos e voltar às ruas e à ta, o momento é de buscar solução para o~ 
marginalidadé, o que é muito comum num dolescente e não simplesrrente atirá-la à 
pais tão despreparado como o Brasil, em rua e à marginalidade. Que o honrado e com 
questão de adolescente, como diz o jurista petente Ministro MARCELO PIMENTEL, tome 
Antenor Pelegrino, um dos organizadores do providências severas contra o fiscal que u 
simpósio que acontece em Tupã. • tiliza o Ministério do Trabalho para preju 
Pela circular no ,58, de 3 de junho de - diaar os adolescentes desamparados deste - 
1.993, assinada pela Coordenadoria-Geral -- pais. tum absurdo! Que isso não chegue 
de Arrecadação e Coordenadoria-Geral· de ao conhecimento das organizações inter- 
Fiscalização, item 2.2, letra b. nacionais de amparo aos menores carentes. 
WILSON REÚNE MAIS DE 15 MIL PESSOAS 
E BATE RECORO EM DOURADOS 
A população de Doura A história da adminis- 
dos quer o candidato da tração da cidade é divid! 
Frente Popular, Wilson da pela população como an 
Martins,gvemador o ma- tes e depois de Braz. Por 
is rápido possível. Foi isso nas apurações de in­ 
o desejo demonstrado no tençÕes de voto, Wilson - 
comício realizado no - Martins nunca esteve abai 
bairro Água Boa - o ma- xo de 607 na cidade. O = 
is populoso da cidade - candidato teve a confirma 
onde mais de 15 mil pe~ ção de que os anos lhe d! 
soas compareceram. rama experiência e sabe- 
O ex-prefeito da ci- doria necessária para es­ 
dade e candidato a vi- colher Braz como seu com­ 
ce-governador, Braz Mel panheiro de chapa. "Cha - 
lo, desfrutou de todo o mnei Braz não apenas pela 
seu prestígio ao falar administração que faz,mas 
emocionado. Por mais de também para represntar es 
cinco horas, a popula - se povo e esse grande mu­ 
ão desafiou o cansaço nicípio. No novo governo 
para ouvir as lidera o candidato vai repetir o 
ças mais importantes do mesmo estímulo 9ue deu a 
Estado.Diversos municí- cultura e a educação. Em 
pios da região, como Na sua gestão anterior, ran 
Vira{, Ponta Porã e A- des projetos foram execu- ço que sempre mereceu rrctendc dac continuidade a esse­ 
-•-bai estiveram repre- tados levando a arte para no governo Vlson Mar - projeto reeditando a lei de inccn 
dTl 	t!vos, procurando desta vez este# 
sentados. 	todo o Estado, permitindo tins. 	d@-la a agricultura. 
Wilson se reúne com membros 
da. Igreja Deus é Verdade 
a parcitipação popu­ 
lar. Wilson agradeceu - 
aos artistas da terra, 
que estão unânimes no 
engajamento para tê-lo 
de volta ao governo. Al 
mir Sater, Paulinho Si= 
mães, Celito e Jerry Es 
pindola e Guilherme Ro~ 
don são alguns dos ar= 
tistas que estão empe - 
nhados nesse trabalho. 
O senador lembrou da 
lei de incentivos criada - 
no passado, que permitiu a 
celerar o desenvolvi - 
"Chamei os valores da - mento econÕmico da re­ 
gião. O município passou 
a ocupar o lugar de desta­ 
que na economia do Estado 
a partir dessa época,con a 
instalação de indÜstrias e 
A carreira de muito geração s milhares de em­ 
dos artistas sul-mato- pregos."Fui o primeiro go­ 
grossenses coincidiu - vernador a estabelecer u­ 
com o período en que ma po!{rica de estimules a 
a cultura ocupou o espa industrializacão".Wilson - 
nossa cultura para pres 
tar uma homenagem ao po 
vo de Mato Grosso do • 
Su1". 
O candidato ao gover­ 
no Estado pela Frente P~ 
pular, Wilson Martins, - 
dando continuidade a0s - 
diâlogos que vem sendo - 
tnantidos com os mais si_g_ 
nificativos segmentos da 
sociedade, recebeu em - 
Campo Grande, através de 
una intermediação do Pre 
sidente da Câmara Munict 
Pal e candidato a deputa 
do estadual, João Perei­ 
Ta (PMDB), membros da d5 
sociacão dos Proprieta­ 
rios, Diretores e Instru 
tores de Auto-escolas. 
lês disso, Wilson conver 
sou com um grupo de evan 
&êlicos, llderados pelÕ 
As potencialidades da 
Grande Dourados terão um - 
impulso ainda maior na no­ 
va administração Wil - 
son-Braz. 
missionário Manuel Gon- çÕes recebidas, Wilson de ter aproximadamente 10 
çalves Neto, presidente Martins reafirmou o com mil fiéis, Wilson pode 
da Igreja Evangélica - premisse de manter-se a 
"Deus é Verdade". berto ao diálogo, proc~ 
Durante a reunião com rando dessa forma, sa­ 
os representantes das rantir os benefícios que 
auto-escolas, o candida- já foram conqufs:ados - 
to da Frente Popul.ar ou- pelo setor. Para o sena 
viu os anseios da catego dor, o contato com es= 
ria e'suas expectativas sas entidades, represen 
em torno de sua futura ta o fortalecimento· d°ã 
administração. Para o democracia, uma vez que 
presidente da entidade - contribui para o exerci 
que conta com mais de - cio de um governo parti "Vnn:os levar a proposta 
270 filiados - a inten - cipativo. - de apoio nos nossos demais 
çao é estabelecer um ca Ao receber o misso dirigentes, em seguida to- 
nal de conversação com nãrio da Igreja Evangé- marcos uma posição 
nato lica "Deus é verdade" - favorável", comentou o 
que possui mais de 70 misssionário. 
templos no Estado-além 
"quem vai governar 
Grosso do su1". 
Diante das reivindica 
constatar o peso de urna - 
candidatura aberta para to 
dos os setores e que ultr­ 
mamente, graças ao traba - 
lho desenvolvido pelo ve­ 
reador João Pereira, tem - 
conseguido a adesão dos E­ 
vangélicos, que cada vez - 
mais vem aglutinando-for - 
ças em torno do seu norne. 
tomenlári Opi1iã1 l 
1 
Só o Exército pode acabar 1 
c9" a ioleneia 
que foi no notliirio - 
ac'oral há poucos dias, 
por parte de meros das 
angs do RIo de Janeiro, 
'of chocante 
T' o:'cta! de Justfça, 
foI Impedido de subir o 
morro para cumprir o seu 
dever, simplesmente por - 
que os "guardas" do morro 
não permitiram e atrevfda 
mente lhe sugeriram que 
mand. sse a intimação por 
carta, através do corroo, 
Fica ot& engrocdda essa situação! 0 aente 
da Lei, da mesma Lef que é beneplãc!ta para 
com os bandidos, recebe a sua rccom;;<rnoa. Em - 
troca dos favores que a Lei lhes oferece, con­ 
cedendo-lhes de ( ensores públicos pagos com o 
nosso dinheiro, dando-lhes llherdadc condicio­ 
nal, sursfs, relaxamento da prisão, liberdade 
"por falta de provas", e outros tantos benef{-­ 
cios, eles - os fora da Lei - não recompensam 
com o mínioo reconhecimento e o mínimo respei­ 
to. 
As instituições nacionais estão sendo si~ 
plesmente desmoralizadas pública e abertamente 
pelos bandidos, que montaram um poder soberano 
nas suas :ireas de atuação, chegando a atitudes - 
que representam um confronto direto contra a - 
sociedade. 
Assún já é demais! .. 
Até quando vamos assistir à tudo isso, sem 
que alguma providência seja tomada? .. 
F.stá na hora de parar com essa mania de dar 
"colher de chá" para bandidos. Está na hora da 
sociedade exigir e empunhar as suas armas para 
se defender e acabar de uma vez por todas com 
essa situação constrangedora! 
A Arma da sociedade brasileira são as For­ 
as Armadas, in{ca instituição que não vai de 
forma nenhuma deixar se desmoralizar pelas 
gangs do crJme organizado. 
No momento em que o Exército tomar a inicia 
tiva de acabar com essa bagunça desmoralizan­ 
te sobre os morros, e entregar para a justiça to 
dos quantos forem os calhordas que lá forem en 
contrados! 
Motivos para essa irrtervençaõ, nós já temo 
de sobra, é só uma questão de querer! 
Na semana passada já foi dado o primeiro 
passo, Integrantes das Forças Armadas subiram 
o morro, vasculharam do jeito que quiseram e 
não houve um tiro sequer. 
É bom concordar, que se fosse preciso, eles 
fariam uma limpa geral e ninguém gritaria coi­ 
sa nenhwna, pois as Forças Armadas são os Únl 
cos que tem preparo estratégico, humano e béli 
co para liquidar, mesmo que seja fisicamente,­ 
com os bandidos. 
Essa gente que tem a mania de se doer por - 
bandidos em nome dos "direitos humanos", tam - 
bém não precisaria se preocupar com essa ação, 
pois os bandidos não são nenhum pouquinho bes­ 
tas de enfrentar uma força do Exército. Nessa 
hora, eles sairia tranquilamente dos seus bar­ 
racos e se entregariam, pois eles gostam muito 
de assassinar inocentes, mas quando se trata - 
de "colocar o seu na reta" eles sabem ser 'an­ 
jinhos"! 
Enquanto estiverem tentando subir os morros 
os desarmados e duvidosos policiais civis e mi 
litares, que pelo desinteresse do Estado na 
têm apoio log:stico, moral e financeiro para o 
cumprimento da s~a função, vamos continuar a 
ver a rotina de sempre. -Bandidos atirando, po 
liciais sendo sacrificados no cumprimento dÕ 
dever e uma sociedade entregue totalmente nas 
mãos dos marginais . 
As gangs do crime organizado já decretaram 
guerra à sociedade hã tntJito tempo e é preciso 
aceitar o desafio usando as armas que dispo - 
mos e esta arma são as Forças 'readas! 
Afinal de contas, quando a sociedade es:ã 
em périgo, a segurança nacional também está e 
os Generais vivem afirmando que a sua finali 
dade primordial é a defesa da soberania naci~ 
nal. 
A sociedade é a Nação e ·stá e perigo! Se 
ra preciso mais alguma outrn justificativa P!!c 
ra sua intervenção? .. 
Glaucy_ Flores 
Hotel e Churrascaria 
Canaã 
-DE PAC'FICO DA SILVA ALTA- 
Sen!ores turistas e visitantes, ao chegar e Bonito não 
deixe scus ve!culos ao relento cu debaixo de árvore. Hospe 
de-se no "Hotel e Churrascaria Canai', o Cnio ca es:ael 
naento coberto, ar condicionado, frigc-bar, IV e cores 
telefcne c todos os apartamentos 
turca falta energia e ne iu. Café dr manhã ro a!s - 
requintado estilo internacional. 
Anexo urc[ona a trad!clona1 "Churrasar!a Cana?", 
ARA TESEGAS DISQUE: 755-118 + 25-1180 · 255-1255 
h!);,rtTO • ''S

10PAL, 'RI'NA A TROTEIA Ili /11<10 Jtí,í,U,' A!, 
ry 
·1,1O 1."94 
, . 
. " 
TEMPOS 
Barril 
DE IRA ... 
de 
E ESPERANÇA 
Pólvora 
huqusto, mais precisamente, cros. Trabalhar na Rincão era 
Augusto Mascarenhas de Iuca , sonho pera muitos dos migrantes 
proprietário da Fazenda Rincão, que chegavam ao Vale da Eperan 
herdara a propriedade do pai r a, 
o velho De Luca, que desbravara Augusto não impediu a visi a 
aquela terra por volta de dos diretores do Sindicato dos 
1940, onde antes era mata fecha Trabalhadores Rurais em sua Fa­ 
da, território selvagem, índios zenda, muito pelo contrário , 
bravios, hoje era só pastos ver fez questão de arrumar um loca] 
de jantes, lavouras, com muito para as reuniões. Depois da vi- 
orqulho, como dizia Augusto nila arrumou uma sala, na Admi- 
"uma terra produtiva". nistração, onde uma jovem aten- 
o velho De Luca, depois do dia aos que quisessem se filiar, 
tantas lutas, muito trabalho , uma espécie do sub-sede, essa 
repousava no cemitério de Rosei sub-sede se encarregava dos tra 
ra; o filho maio velho ficara- balhadores da Rincão e de mais 
com a rcuponnobilidadc de tocar cinco propriedades da vizinhan­ 
a fazenda e cuidar doo irmãos. ça. 
Não foi dificil, desde peque Quando os Sindicalistas fala 
no trabalhara ombro a ombro com ram dos Direitos e Deveres dos 
o pai, enquanto ou irmãos estu- Patrões, das relações entre pa­ 
davam cm Bauru, Guto, como ora trões e empregados, a maioria - 
oonhccido, optou polo trabalho, dos que trabalhavam na Rincão 
cursou apenas o 10 grau, era um sorriam. Jté os Sindicalistas - 
autodidata. Lia muito. se renderam à realidade, ali ha 
Comparada com as outras fa - via muito pouco para fazer, 
zendas, Rincão podia ser consi- Sindicato só serviria quando da 
derada uma pequena propriedade discussão para reivindicar me - 
pelos padrões da região, 5 mil lhores salários. Uma negociação 
hectares. 	justa. . 
Fazenda modelo, motivo de in J Fazenda Rincão não era ex- 
veja para muitos dos que pos cessão. Segundo Augusto, muitos 
suiam terra no Vale só para es- dos proprietários, sobretudo os 
peculacão, ali se criava gado , mais jovens, tinham as mesmas i 
da melhor qualidade, lavouras - déias, os vampiros e canibais e 
de soja, arroz e plantações de ram poucos, com o tempo também­ 
laranja, pocã, melancia, abaca eles aceitariam as mudanças , 
xi, até uma horta que era orgu- sob pena de o povo se revoltar. 
lho dos trabalhadores, toda a O clima estava tenso no Vale 
produção era dividida entre e- da Esperança. A semente planta- 
les. 	da pelos sindicalistas germi 
Um dos irmãos de Guto, Hugo, nou, mas devido a ação de ele - 
o caçula, cursava Direito em mentas radicais, alguns desvios 
Bauru, mas duas vezes por ano ocorreram, e o que antes era 
passava 15 dias na Fazenda. Mui uma luta sindical, em defesa 
to inteligente. Foi ele, Hugo, dos trabal-hadores, de melhroes 
que despertou o irmão para a im salários, qualidade de vida, se 
plantação de uma administração- transformara também numa luta 
moderna na Fazenda e nas rela - política. 
cões com os empregados. 	Oriundos de Cuiabá, Porto Ve 
Fazenda produtiva e modelo , lho e até de Porto Alegre, xii­ 
em todos os aspectos, os traba- tas chegaram ao Vale e se apro­ 
lhadores com carteira assinada, veitaram do Sindicato dos Traba 
tiram direito à férias, 139 sa lhadores para divulgarem suas 
lário, até participação nos 1u- idéias, luta armada, invasão 
·1 ~ -- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -,, .... ,lij 
Blocart Fábrica de 
Blocos e Bloquetes 
LAJOTINHA PARA CALÇADAS 
isto con os tr..balhador 
o movimento sindical, c 
te aqai na l 
- Martin.e 
pres , ou " 
• ilharen de tra 
il (' 1 
a chegada do pessoal de 4o Pau 
lo, que criaram o Sindicato, i­ 
nicioa-ue um movimento, de p e 
ão e reivindicações. Eles cede 
ran, porque a imprensa, inici.l 
mente, ficou do l a d o 	d o s traba- 
]adores, e chamou a a cnçdo pa 
ra o Vale, isto não é bom pará 
Martinez. Conseguiu calar prte 
da Imprensa, tudo voltou ao nor­ 
nu l, só que, o que era espera - 
do, muitos aproveitadores, pes­ 
soal <los sem terras, se infil - 
raram e eit3o criando problc - 
mas. No Senado e na Cii.mara F•de 
ral tem Senador e Deputado que 
quer a criação de uma CPI para 
investigar as atividades desses 
empresários aqui no Vale. Se is 
to a=onteccr vai feder. Toda a 
sujeira aparecerá e cora desdo - 
bramentos nas empresas deles. 
- E nós? 
- Sou considerado inimigo p0 
lo Martinez, sabe como é, as 
lições do pai, nossas conversas, 
não faço parte do grupo. 
- A situação é muito confusa 
Guto, vou ter que visitar al 
guns amigos, conversar com o 
pessoal, vou a Roseira e Rial - 
to, preciso tomar pé da situa 
cão, prá te falar a verdade , 
não entendi nada. t uma mistura 
de luta sindical, interesses de 
patrões, negociatas, tráfico 
abusos, isso aqui até parece cc 
nário de uma novela global... 
·- E pensar que tudo veio ã 
tona depois que ~rês homens re­ 
solveram vir par~ cá e lutar pe 
los interesses dos trabalhado= 
res. 
- Falando nisso, gostaria de 
conhecer o tal Lucas, parece 
ser um homem de bem.· • 
- E é. 
Alexandre Ferreira e Carlos Henrique Ferreira 
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marra e o que é puor, a buca 
do p o d e r político. Q u e r i am 	o 	p o 
der nas pequenas cidades da re­ 
gião, Prof ituras, Câmara e A 
oci ações. 
Se em Roseira, tendo como ba 
se a Recanto do ol, o Sindica­ 
to era administrado por Lucas , 
Carlos, Tonho seus amigos 
buscando apenas conscientizar - 
os trabalhadores de maneira pa­ 
ci[ica, nas demais cidades e fa 
zendas os xiitas passaram a do­ 
minar, Houve divisões e ostra­ 
balhadores também se dividiram 
quanto aos métodos. 
O clima era cale quando Hugo 
chegou de nauru para viuitar o 
irmão e se inteirar dos fatos 
que estavam ocorrendo no Vale, 
depois que Augusto pedira sua 
presença. 
- A situação é essa; Hugo 
isso aqui se transformou num 
barril de pól.vora,· prestes a ex 
plodir, tem muita gente com o 
palito de fósforo aceso, e se 
explodir, ninguém vai•segurar. 
Teremos muitas mortes. 
- Mas pelo que vqce falou , 
se entendi, o pessoal da Recan­ 
to do Sol, com aquele corrupto 
do Martinez, e seus amigos, que 
rem acabar com o movimento sin­ 
dical ... 
- Não é só isso, cansei de 
te falar, os interesses são mui 
tos, se investigarem as ativida 
des da maioria dos fazendeiros­ 
da região, vão descobrir coisas 
que nem você imaqina. 
- Você me falou, contraban - 
do, tráfico, é isso? 
- Olha, Hugo, a verdade é 
que o Martinez e muitos dos pro 
prietários não passam de prepos 
tos, são testas de ferro de em­ 
presas internacionais, o Bra 
sil, ou melhor, a Amazônia está 
sendo vendida aos poucos, é ~m 
negócio que envolve bilhões de 
dólares. 
- E o tráfico? O contraban - 
do? 
- Todo .mundo sabe que o Puen 
tes é um traficante, na sua fa­ 
zenda diariamente o movimento - 
de aviões é muito grande. 
- Mas, o que tem a ver tudo 
Dois dias depois, Hugo,Guto, 
Carlos, Lucas e Tonho se reuni­ 
ram na sub-sede do Sindicato 
na Fazenda Rincão. 
NA PRÓXIMA EDIÇÃO: 
OS CHACAIS" CAPITULO XV 
Não percam! l 
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RUA CUIABÃ, S/NO 
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BELA VISTA - MS 
BRAZ MELO DIZ QUE DILSO SPERAFICO 
REPRESENTA UMA PARTE DE DOURADOS 
O engenheiro e ex-prefeito de Dourados, 
Bráz Melo, disse na sex a-feira passada que 
Dil so Sperafico, candida o e deputado fede 
rol, "representa uma parte de Dourados. " 
O candidato a vice-governador da caliqu 
cão Frente Popular, Bráz Melo, participou 
de ·comício acompanhando Wilson Barbos~ M.:ir 
tins, candidato a governador, os postulan­ 
tesa uma vaga no senado, Ramez Tcbe e Lú 
dio'Coelho,.o empresário Dilso Sperafico e 
outros candidatos da coligação. 
Durante o comício, Dilso Sperafico dis­ 
se que a população brasileira não quer ma­ 
is saber de corrupção~ incompetência. "Co 
mo cidadão e como político tenho uma rcs= 
ponsabilidade muito grande como agente àe 
conscicntização e politização da popula 
ção", disse Sperafico. . 
O candidato disse ainda que Wilson Bar­ 
bosa Martins, Ramez Tebet e Lúdio Coelho - 
representam a esperança para o Mato Grosso 
do Sul. "Os candidatos da Frente Popular - 
representam a honestidade, a seriedade e a 
competência", falou Dilso. Ele frisou ain­ 
da que Wilson Martins.é reconhecido pela - 
sua atuação frente ao governo do MS e que 
a população já o escolheu como futuro go­ 
vernador. 
Na oportunidade, o senador Wilson Barbo 
sa Martins acabou de vez com as informa - 
ções incorretas de que ele havia dito que 
extinguiria a universidade Estadual. "Não 
sou contra a idéia, muito pelo contrário. 
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Não quero extinguir a Universidade. Eu q0° 
ro é fazer uma grande universidado", falou 
o candidato a aovernador. 
No nsmo dia, Dilso Sperafico partiei - 
pou em Laquua Carapà de uma reuniao no Sa- 
1ão Proquial. Estiveram em Laquna acompa­ 
nhando perafico, o Vereador Ponta poranen 
e klvaro Soares, que dispua uma vaga na 
Assembléia Leqist iva, Wilson Mart ns, Ra 
mez Tebo e Lúdio Coelho. Main de 1000 pes 
soas par iciparam da reunião e discutir am 
com os candidatos as propostas e reivindi­ 
cuçócs pra o MS. Dilso Spcrafico e Alvarn 
Soares fazem dobradinha eleitoral em Pon a 
Porá e região e têm o apoio de lideranças - 
políticas de Laguna carap@, entre elas, o - 
vereador do PMDB, Ivo Dalbosco, o de legado 
do PSDB, Paulo Bernardes, Clóvis Biribiu 
e o ex-candidato a prefeito, Fernando Iná­ 
cio Ramos de Oliveira. 
Oracao da Campanha 
da Fraternidade/94 
Nós vos louvamos, Senhor nosso Deus, 
porque sois a fonte da vida 
e nos criastes para viver cm comunhão 
na família, 
na comunidade e na sociedade. 
Abençoai as famílias Senhor! 
Fizestes o mundo para ser a casa de todos 
Ajudai-nos a transformá-lo para que rea­ 
lizemos 
vosso projeto de vida familiar e convi - 
vência fraterna. 
Abençoai as famílias Senhor! 
Fazei que, a exemplo da família de Nazaré 
nossas familias vivam o amor, 
cresçam na fé, no perdão e na oração. 
Abençoai as famílias, Senhor! 
Ajudai -nos a lutar juntos 
para que todas as famílias tenham casa, 
comida, escola, trabalho, saúde e prci. 
dência social 
Abençoai as famílias, Senhor! 
Convertei-nos, neste tempo especial 
graça e reconciliação, 
para a fraternidade e para o cuidado com 
a vida. 
Abençoai as famílias, Senhor! 
Nós vos bendizemos pela missão da família 
de ser a casa do amor e da ternura, 
do diálogo e da fraternidade, 
da acolhida e da justiça, 
da partilha do pão para todos. 
Amém. 
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Orçamentir tu 
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ílancos contn-vlnculndn 
Bonco6 contas-csprcinis 
Soma . 
_____ H I·. C r. l~'!_.:.:.A_____ 	í [ T lJ I. O~ r-- :;-!-;-~, ! ........ -~-- 
AnterIor no_mês_ ]um!hd?_[4Prle	r' N?' 
Or(.1r:~ntárl:i 	1 • !-- 
o1- tertslatvo 	1 ~{ ,{ 
02- Judfc!arfa 	{ 33,981 2», 
O)- Adr.,inlscraciio e l'lanej&:nento 1101.4-J,'ll•l7"•11',0,.'il 
08- Educação e Cultura 	1 9J.93J,Bll ll'.l.!7(.l,J. 
09- Energln e Rec,Mtnerais 
IO- Habitação e Urbanismo 	101,107,90/145.990,58 
13- Saúde e Saneamento 	32.153,49+ 50.036,80 
15- Assistência e Previdência 	19.147,89i 37.744,09 
16- Trnnfiportes 	1 
406.064,17 99- Reserva de Contfns neta 
10.414,)1 Somo , 	)67.820,1615]1 .)7/,)Y 
416.478,49 Exrrn-Orcnmentirla 
Salárto famtl1a 	1.319,391 657,06 
4,13 Restos a pagar- pago 	4.7)1,8S 
356,16 Cortas a pagar- pao 	144.9)),84 
Corsignações 	536,61 
1,538,18 Soll'.a.......... 	151.521,60 
31,07 Outras operações 
1.929,54 Repasse duodécimos(Câmara Municipal) 
Conversão de noeda 
Soma . 
Saldo para o mês seguinte 
Caixa 
Bancos conta-movimento 
Bancos conta-arrecadação 
Barcos conta-vinculada 
flancos contos-especiais 
Sorrn •.•••• , ...• 
_j 
19.177,51 
18,19 
55.825, 10 
228,75 
75.249,55 
Total Geral 1	60%.0l3.2158%.276.21l.l?3.O?:O1 Total Geral 	1609.015.,43 
ATOS DO PODER EXECUTIVO 
NO 007/94 - GABINETE DO PREFEITO 
Resolve: 
22324.82 86.368,01 l01L6'J2,8J 
6.)37,69 1.399, 34 7.7)7,01 
401.425,37 140.990,25 542.415,62 
4.916,01 11.971,55 16.887,56 
1.963,20 9.000,00 10.963,20 
17.938,13 	17.9 )8, 1 J 
454.905,22 249.729,15 704.634,)7 
144.933,84 261.IJ0,3) 
7.246,82 3.167,49 
152.180,67 264.297,82 
4, 13 
356, 16 
1.538,18 
JJ,07 
1.929,54 
LICENÇA GESTANTE 
Fernanda Aparecida Gavilan, Professora 
Nivel I, Classe A, Lotada na Secretaria de 
Educação, à partir de 18.07.94 à 14.11.94 
(Port.n9 224/94 do 18.07.94) 
LICENÇA PREMIO POR ASSIDUIDADE 
DE TRf::S MESES 
O Servidor, Ernetério Medina, Encanador, 
Lctado na Secretaria de Viaçao de Obras,re 
ferente ao Período Aquisitivo de 01.05.83 
à 01.05.93. (Port.no 233/94 de 25.07.94). 
FERIAS REGULAMENTARES 
José Francisco da Silva, Vigia, Lotado 
na Secretaria de Administração, Referente 
ao Período de 93/94, à partir de 01.07.94 
à 30.07.94. (Port.no 210/94 de 01.07.94). 
Ana tálio Diniz, ,Trabalhador Braçal, Lo­ 
tado na Secretaria de Viação e Obras, Refe 
rente ao Período de 93/94, à partir de - 
01.07.94 à 30.07.94(Port.no 211/94 de 
01.07.94). 
Inácio Gonzalez, Trabalhador Braçal, Lo 
tado na Secretaria de Viação e Obras, Re­ 
ferente ao Período de 92/93, à partir de 
01.07.94 à 30.07.94. (Port.no 212/94 de 
01.07.94). 
Rafaela Cáceres Girnenes, Auxiliar de 
Serviços Gerais, Lotada na Secretaria de 
Saúde, Referente ao Período de 93/94 
1 à 
partir de 01.07.94 à 30.07.94. ( Port. 
no 213/94 de 01.07.94) 
Haroldo Chaves, auxiliar de serviços ge 
rais, lotado na Secretaria de Educação, Re 
ferente ao Periodo de 92/93, à partir de 
04.07.94 à 02.08.94(Port.n9 214/94 de 04.07.94) 
Guilherrna Freitas Arce, Assistente de A 
dministraçao, Lotada na Secretaria de Edu­ 
cacão, referente_ao,Período de 92/93,à par 
tir de 04.07.94 ã 02.08.94. 
(Port.no 215/94 de 04.07.94) • 
Fábia Balbuena de Souza, Auxiliar de 
Serviços Gerais, Lotada na Secretaria de - 
Promoção Social, Referente ao Período de 
93/94, à partir de 11.07.94 à 09.08.94. 
(Port.no 216/94 de 11.07.94) 
Claudernir Denis Orosco, Agente Adminis­ 
trativo; Lotado na Secretaria de Adminis­ 
tração, Referente ao Período de 93/94, à 
partir de 11.07.94 à 09.08.94. 
(Port.no 217/94 de 11.07.94) 
Marta Gonçalves, Professora, Lotada na 
Secretaria àe Educação, referente ao perio 
<lo de 93/94, à partir de 11.07.94 à.09.08: 
94. (Port.no 219/94 de 11.07.94). 
Rosangela Maqalhàes Alves Branco, Tele­ 
fonista, lotada na Secretaria de Adminis­ 
tração, Referente ao Periodo de 93/94, à 
partir de 12.07.94 à 10.08.94. 
(Port.no 220/94 de 12.07.04). 
Sebastião Mendes Arquileira, Eletricis- 
19.177,51 
18, 19 
55.825,10 
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ta, lotado na Secretar:i.a de Viação e Obras, 
referente ao período dn 93/94 à partir de 
12.07.94 à 10.08.94.(Pnrt.no 221/94 de 
12.07.94) 
Delfino Rodrigues, Diretor, Lotado na - 
Secretaria de Educação, referente ao Perío 
do de 93/94 à partir do 12.07.94 à 10.08.94 
(Port.n 222/94 de 12.07.94). 
Demia Medina, Auxiliar de Serviços Ge­ 
rais, lotada na Secretaria de Educação, re 
ferente ao Periodo de 92/93 á partir de - 
12.07.94 à 10.08.94.(Port.no 223/94 de 
12.07.94). 
Claudete dos Santos Balta, Recepcioni­ 
ta, lotada na Secretaria de Promoção So­ 
cial, Referente ao período de 93/94, à par 
tir de 18.07.94 à 16.08.94. (Port.nQ 225/9i 
de 18.07.94). 
Rosangela Aparecida Torres, Secretária 
II, Lotada no Gabinete do Prefeito, Refe­ 
rente ao período 93/94, à partir de 18.07. 
94 à 16.08.94. (Port.no 226/94 de 18.07.94) 
Rosilei Miranda, Professora Nível III , 
Lotada na Secretaria de Educação, Referen­ 
te ao Período de 93/94, à partir de 18.07. 
94 à 16.08.94. (Port. n 227/94 de 18.07.94). 
Reina Cáceres, Auxiliar de Serviços Ge­ 
rais, Lotada na Secretaria de Promoção So­ 
cial, Referente ao Período 93/94, à partir 
de 18.07.94' à 16.08.94. (Port. no 228/94 de 
18.07.94).' 
Maria Guilhermina Godoy Raffel, Direto­ 
ra de Departamento, Lotada na Secretaria 
de Fazenda, Referente ao periodo de 93/94, 
à part,ir de 19.07.94 à 17.08.94. 
!Port. no 229/94 de 19.07.94). 
Ailton Lino, Assistente, Simbolo CAI-I, 
Lotado na Secretar~a de Fazenda, referente 
ao período de 93/94, à partir de 20.07.94 
à 18.08.94. (Port .a9 230/94 de 20.07.94). 
Lêa Regina Balbuena Garcia, Técnicc em 
contabilidade, Lotada na Secretaria de Edu 
cação, referente ao período de 93/94, à - 
partir de 21.07.94 à 19.08.94. 
(Port.n 231/94 de 21.07.94). 
Hiqino Marcelino Vilalbe, Motorista, L5? 
taco na Secretaria de Viaçao e Obras, re­ 
ferente ao período de 92/93, à partir de 
21.07.94 à 19.08.94. (Port.no 23?./94 de 
21.07.94). 
Francisco Garahi, Trabalhador Braçal 
lotado na Secretaria de Viação e Obras, re 
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Departamento,'Lotado na Secretaria de Via­ 
cão e Obras, Referente ao Período de 93/94 
à partir de 26.07.94 à 24.Õ8.94. 
(Port. no 235/94 de 26.07.94). 
Ataliba Mendonca, Motorista, Lotado na 
Secretaria de Promoção Social, Referente - 
ao período de 93/94, à partir de 27.07.94 
à 25.08.94.(Port.n0 236/94 de 27.07.94). 
Marv Grance, Técnico em Contabilidade, 
lotada na Secretaria de Fazenda, Referente 
ao Período de 93/94, à purtir de 27.07.94 
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à 25.08.94. (Port.nQ 237/94 de 27.07.94). 
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de 1.994. 
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reunião no dia 22 pp. 
na sede do Rotary 
Club onde dezenas de 
convidados fizeram­ 
se presentes. 
A INICIATIVA DA 
CRIAQÃO DESSA 
Nova escola , foi 
bastante elogiada e 
aplaudida por todos. 
Foi escolhida madri­ 
nha da escola a 
Profa Marly Loubet 
da Rosa Pinheiro. 
DESEJAMOS SUCESSOS 
Sábado dia 27, na sede do Rotary Clube às 17 hs, será realiza 
do 
O 
Chá da Casa da Amizade. o ingresso apenas 3,00 reais.A arre 
cada;ão será em pról ao Asilo dos Desamparados que necessita ad­ 
quirir com urgcncia um Freczer.Va e Colabore!! 
Sexo alivia dor de 
cabeça e evita stress 
Fol a bon!ta morna 
belavitense, Lucfane 
Costa Marques, que 
tara passando o cetro 
pra sua sucessora em 
Jardim 27/09/94 e en 
Bela Vista ela estará 
fazendo o mesmo no dia 
04 de scter.bro. Parn­ 
béns à Luca e seus fa­ 
mfl1ares que tanto sou 
beram valorizar o t[tu 
lo de MIss. 
HISS SUDOESTE/9 
A essa riova escg 
la, pois somos sabe­ 
dores da determina­ 
ção e capacidade da 
pedagoga Ana Maria! 
NO DIA 20 PP 
Aniversariou a 
sra.Ely Flores. Seu 
esposo Glaucy organi 
zou uma alegre reuni 
ão para alguns ami 
qos em sua residen­ 
cia 1 
ANIMARAM A REUNIÃO 
Glaucy ao violão 
:! Waldebio dos Santos 
de Campo Grande no te 
clado. 
CASAIS PRESENTES 
1$$ HA 151M% 
Será realizado o msls badalado concurso da 
no idade, no dla 04 de etbro 1.994, 48 
2I horas, no Clube Esportivo Belavl tene. 
Dançaram e diverti 
ram-se até alta ma­ 
drugadal 
UMJ DELICIOSA 
Lazanha foi servi 
da.Logo após cantado 
os "Parabéns à você" 
e oferecido um gosto 
so bolo. - 
Á EL'f DESEJAMOS 
Muita sa6de,Paz e 
harmonia cm sua vida l 
Londres- uma pesquisa cientifica acaba de concluir que fa- 
zer amor alivia dores de cabeça 	- 
Segundo Kaye Wellings, diretora do PrcgrEc~ de Saudc Sexual 
da London School of Hygiene, a atividade sc>·ua! cstimula_a prg 
dução de certos hormônios que atuam como analgcsicos, '!lcm d<; 
proporcionar sensação de bem-estar e euforia. "O sexo e sem d~ 
vida o melhor remédio contra o stress e funciona melhor que a 
~spirina cm casos de enxaqueca e cefaléias", escreveu a medi­ 
ca. "Além disso, o prazer sexual tem efeitos positivos sobre o 
coração a circulação e o sistema imunol6gico", disse Kayc. E 
acrescentou: "Depois, o melhor é donnir separadamente, parar~ 
laxar". 
FAMÍLIA E SUA NECESSIDADE 
Pastoral Familiar - Paróquia Sto.Afonso 
O assunto familia 
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do muitos estudos e 
reflcxões,com respos 
tas e conclusões as 
mais diversas, de a­ 
cordo com a visão do 
mundo ou com os prin 
cípios e ideologias 
escolhidos pelos in­ 
teressados em apro­ 
fundar a compreensão 
dessa experiência hg 
mana. 
De fato, muita 
tinta gasta no esfor 
co de explicar a ori 
gem da familia e sua 
necqssidade, desde a 
época das familias - 
extensas até à fami­ 
lia nuclear dos dias 
atuais. E muito ain­ 
da se escreverá, es­ 
pecialmente hoje,te~ 
pode angustiadas 
preocupações, em fa 
cedo comportamento 
das pessoas, dos jo­ 
vens de modo particg 
lar, diante de uma 
situação que parece 
caracterizar-se pelo 
vazio existencial,pe 
la falta de projeto­ 
e utopias, pelo re­ 
curso ao consumismo 
'irrefreável, pelo me 
do da chamada disto= 
pia(projecão de um 
futuro pior do que o 
presente). A familia 
é a salvação do futg 
ro- repete-se sempre 
com nais insistên 
eia. Por outro lado; 
há enormes dificuldg 
des para encontrar - 
referências ou mode­ 
los de iden tificacão. 
A FAMILIA NA ÓTICA 
CIENTIFICA 
Para alguns, a fg 
milia se foi consti­ 
blindo evolutivamente, 
passando por um Pe 
ríodo em que predomi 
nou o poder das mu­ 
lhcres- matriarcalis 
mo, desembocando, 
mais recentemente,no 
domínio masculino-pa 
triareal ismo. - 
Na visão do deter 
minismo evolutivo, ã 
familia seria o pro­ 
duto das etapas do - 
desenvolvimento eco 
nômico da humanidade, 
de forma que, quando 
mud~ o contexto eco­ 
nômico, muda também 
a estrutura familiar, 
sucessivamente, até 
o seu desaparecimen­ 
to. 
Para outros, a 
questão estaria lig~ 
da à biologia.WesteE 
marck, que escreveu 
a Hist6ria do Matri- 
m1onio Humano, susten 
ta, contra o Matriar 
calismo e diminuindÕ 
o peso do patriarca­ 
l ismo, e casamento - 
monogãmico, cujas 
raizes se aprofundam 
na biologia. Essa 
realidade é demons­ 
t:rada pela prclc-.ngada 
dependência da crian 
ça em relação aos 
pais e pela necessi­ 
dade que tem dos cu! 
éados destes. 
Para Lacan, a fa­ 
milia precede a for­ 
mação de igrejas e 
estados; é resultado 
da pr6pria biologia 
do ser humano; apare 
ce como grupo natu­ 
ral de pessoas uni­ 
das pela relação big 
lógica e pela neces­ 
sidade de meio am­ 
hiente propício ao 
desenvolvimento. 
Após a Primeira - 
Guerra Mundial, as 
teorias evolucionis­ 
t:as se foram enfra­ 
uecendo, e surgiram 
outras que analisa­ 
ram a familia do pon 
to de vista das fun­ 
çôes que lhe são es­ 
pecificas. Assim, a 
familia teria como 
funcôes primordiais 
proporcionar seguran 
ca econômica, educa- 
Está tudo pronto cm 
Jardim, para ser real! 
zado o evento contando 
com a participação de 
dez municipíos entre - 
eles Bela Vista. Na 
próxima edição a foto 
da gatinha que preten- 
de arrasar na passare- 
la em Jardim, a reali- 
zaão é de NIlson AJa- 
la Produções que ta 
bém produzirá o MIss 
Bela Vista/94. 
KISS MATO GROSSO 
DO SUL/9r. 
Será realizado em A 
quidauana no dia 10 d; 
setembro/94, um belís­ 
simo show de mulheres, onde o Estado Versão Miss 
Brasil Bela Vista estará com sete anos de parti 
cipação graças aos nossos colaboradores e simpa: 
tizantes, esperamos que. toda a folia, alegria se 
repita e esperamos que haverá muito sucesso, 
CONTATO 
Em contato com os coordenadores do concurso 
de Miss, é gratificante trabalhar nessa área , 
afinal é um esporte de beleza. Cabe ã cada muni­ 
cipio a responsabilidade em colaborar financeira 
mente com a sua representante, so~ente nssim,elã 
estará física e pisicologicamente tranquila 1 
na semana do concurso. 
cão, iniciação e cul consequente corrida, 
tivo da religião,prg das populações para 
teção e lazer. as cidades, encon- 
Em uma linha posi trou no surgimento­ 
tiva, em que ó oon- da urbanização uma 
flito aparece minimi idéia central para 
zado, a familia foi substituir a especu 
definida como "unida lação histórica pe­ 
de de personalidade- la análise da socie 
em interação", uma - dade contemporãnca­ 
organização em equi- e, no tumulto provo 
librio dinãmico. cado pelas metrópo- 
A denominada Esco les na vida das pes 
la Sociológica de soas, localizou razões 
Chicago também apre- para afumar a im:x:>rtãn 
sentou sua contribui ciada família,pela in 
cão, quando, anali- dispensabiliaaá dos 
zando o processo de serviços emocionais 
industrialização e a que cumpre". • 
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A EMPRESA COMETA DEL AMAMBAY oferece aos seus passageiros 
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CADERNO 2 
--------------- 1 1 
i 
1 
- 0';1 27 DE AGOSTO DE 1.994 
Caracol .em Sociedade 
NA REFLETI"; 
O Minato quo você está vivendo aqora é 
o mais importan e de sua vida, onde quer - 
cue voc esteja. 
preste atenção ao que 3stá fazendo. O - 
ontem á lhe fugiu das mãos. O amanhã ain 
cln n:.io cht:<JOU. 
Vive o momento presente, porque dele de 
pendem seu futuro. 
Procure aproveitar no máximo o momento 
aue está vivendo,tirando todas as vanta 
qens que puder, para seu aperfeiçoamento. 
(Cnrlos Torres Pastorino) 
- ! 
: 	- 	1 
L 
Luciana Arruda Lima. qu~ estará nns­ 
tc sábado em Jardim, representando a ci 
dade de la Vita no boncurso Miss Sudoeste. 
DIA 13 
Realizou-se no clube cowboy, um sensa - 
cional baile "DOS PAIS". Os casais não dei 
xaram de marcar presença: Jairo o Magali, 
Joaquim e Julia, Moedir e Assunção, Darcy 
e Neuza, Eydc e Sirlcnc, tlio e Cleidir, - 
-·.Renato e ~ucn, entre outros. Também os jo­ 
vens marcaram presença cm massa: Sebastião 
Israel, Diorge, Clinamar, Fábio, Rodolfo, 
Alcedir, Abner, Rodrigo; Rosa Maria, Fabia 
na, Claudia, Liliane, Rosinéia, Lucimar, 
Lucicnc, Idi.::ine, Nadiele, Alcssandra, Zil­ 
ma, Ana Carla, Adriana. Todos se diverti - 
ram e dançaram até altas horas da madruga­ 
da. 
NOSSOS PARAFf:NS 
Ao garotinho Wesley Godoy, filho doca­ 
sal tlio e Cledir, que no dia 13 p, rece­ 
beu parentes e amigos cm sua rcsid~ncia 
cem salgadinhos e um delicioso bolo.A ele, 
desejamos muitas felicidades!!!!!!!!! 
ANIVERSARIANTES 
Da semana, os nosso parabéns. 
11/08 - Tercza Leite Côrrea 
l2/98 - Daime 
14/08 - Alfredo Godoy 
I4/08 - Erivelto Garcia 
15/08 - Assunção O. Godoy 
15/08 - Wilmar Alves Nunes 
15/08 - Altamir Rodrigues 
16/08 - Juliana Godoy Naban 
18/08 - Sandro Braga Rodrigues 
28/08 - Celso Serena. 
VISITANDO 
COMEMOROU 
------- 
Seu 1o aninho de vida, nes e último 
dia 14, a pequena FOSICLEIA ACOSTA. Ti!ha 
éJo casal Felipe e Cida. O radicional lo 
foi no clube cowboy. 
A querida POSICLÉIA, milhões de felici­ 
dades! l ! ! 
DEPOIS 
De um bom tempo fora de nossa cidade,o 
jovem ISRAEL GUTIERRES, está de volta re - 
vendo pa"rentcs e nmígos. 
Valeu garotinho, já estávamos com sauda 
des:! ! ! ! 
< 
Esteve em nossa cidade, o candidato a 
D~putado Federal Osc.::ir Goldoni. A recep - 
ao foi na residência da D. Genilda Ferrei 
Ta Leite. Onde fez acertos políticos com - 
Varias pessoas do município. 
TAMBÉM 
OLARIA f; CAMPEÃ 
~pós três (3) meses de competição, 
um campeonato mais longo já realizado 
Caracol. 
Esteve nos visitando, o simpático padre 
LINO, da cidade de Porto Murtinho, junta-· 
l!!cnte com seus amigos àa ITÃLIA. Adoramos 
conhecer vocês! ! ! ! 
QUARTA-FEIRA 
Neste quarta-feira, o candidato a Depu­ 
tado Estadual ARROIO e companheiros, esti­ 
veram cm nossa city. Eles foram recebidos 
~~rum grande número de pessoas, na resi - 
Cen ' 
,a do Sr. Dorotcu Jara. Já a tarde, - 
douve uma reunião na residência do Verea - 
Or Evaldo Pereira, para acertos políti 
:os:!!!! 
cm - 
cm 
A linguagem verbal é o mais primitivo - 
meio de comunicação- entre os seres huma­ 
nos. Eles necessitavam expressar suas i­ 
déias, desejos e vontades; precisavam sair 
de dentro-de si e se expressar dentro da 
realidade. 
Após os sinais verbais, surgiram os sím 
bolos visuais dessa necessidade: os sinais 
pictográficos (a imprensa); os sinais sono 
ros(o rádio); .o som, a imagem e o movimcn= 
to ( o cinema); e recentemente a televisão 
que, em apenas 50 anos, conseguiu integrar 
todos os lares, estados, países, ideologi­ 
as, geografias e povos. 
VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO: UM PRODUTO 
A SER CONSU'-'IDO 
De repente, os veículos de comunicação 
tornaram-se simplesmente produtos a serem 
consumidos, como um sabonete, créme de 
barbear ou refrigerante. Como produto de 
consumo, os veículos de comunicação foram 
identificar o perfil do seu mercado consu 
midor que tipo de jornal? O que eles que= 
rem? Os veículos passaram a se adequar 
nos interesses de seus consumidores (lei­ 
tores, espectadores); passaram a oferecer 
o que os consumidores desejam; jornal com 
manchetes escandalosas e novelas que apre 
sentam os conflitos humanos, sexo sem li­ 
mitcs, violência sem escrúpulo e apolo - 
gia do poder e riqueza. Banalisamos o a­ 
mor, as virtudes e a vida. Ao poder tudo 
pode e tudo se permite. 
O QUE O CONSUMIDOR QUER, ELE TEM 
Na Televisão, o produto de maior consu 
mo no Brasil e no mundo é a novela. No - 
nosso país, diariamente, cem milhões de - 
pessoas, das diversas classes sociais e 
culturais, consomem uma média de três ho­ 
ras de sonhos~ fantasias. 
As emissoras estão certas ou erradas? 
os espectadores estão certos ou errados? 
Muitos diretores de emissoras reconhe­ 
cem a função educacional e social de sua 
emissora e investem em programas cducacio 
nais Logo, eles vêem suas audiências caT 
rem vertiginosamente. Aí eles concluem: 
se o povo quer fantasia e sacanagem, va - 
mos dar a ele fantasia e sacanagem. E os 
índices voltam a subir. 
No Brasil, comunicação é uma atividade 
empresarial igualzinha às outras: neccssi 
ta de consumidores (espectadores), fatura 
menta (patrccinadores) e lucro (novos in= 
vestimentos). 
O jornal é, por excelência, um veículo 
do poder, ele só pode sobreviver se espe­ 
lhar os interesses das grandes elites - e 
lites econômica e política. 
t POSSÍVEL EVANGELIZAR 
ATRAVES DA TELEVISÃO? 
A princípio todos dirão "sim", desde - 
·que a mensagem se adapte ã linguagem do 
veículo. Na televisão, tudo é espetáculo 
e movimento. Não existe nada mais monóto­ 
no e sem interesse do que assistir a uma 
missa pela TV. São 90 minutos de imagens 
paradas, voz monocôrdia, cenários de gran 
de pobreza. 	- 
A televisão exige movimento, cores, 
cortes dinâmicos, brilho, muito brilho. 
Na TV, a imagem deve ser um mosaico em 
movimento para despertar sucessivo inte - 
resse no espectador. 
Você conhece várias apresentações de 
pastores que se colocam diante do vídeo - 
e começam-a falar em Cristo. Eles se ex - 
pressam de maneira submissa; os fiéis são 
um bando de desesperançados cm busca de 
emprego, saúde e amores. A própria cara do 
------------·-- - - - - 
Foram pana a fin l os times de Olaria 
fut0bo] clube o porte Clube Santa Fo a, 
para a decisão da TAÇA AIRTON SENNA. A' s 
do jogo começar, o time Santa Rosa era o 
campeio, mas dentro do campo as coisas com 
plicara e o jogo iicou empatado em 1 X l, 
foi para os penaltis, E nos penaltis 
quem acertou na lotria foi o time da OLA­ 
HI/, F.C. 
Esó de parabéns todos os times que 
par'iciparm dese sensacional campeonato, 
os árbitros, os b ndeirínll,:w, o prccicl0n!c 
da comissão de esporte, e seus membros, cm 
especial o prefeito Juvino Godoy qu" • m - 
muito colaborado cem o esporte, cn1in, a - 
todou os que prestigiaram ç torceram por 
seus clubes. 
Até a próxima pcssoal!!lll ! ! !! 
i##tttttktktti#tttttktttttkttktttt#t4ttkt#tkktttt#$t 4 4 ttttttttttwttttttttt 4ttttt# t t t t 
OS MEIOS DE COMUNICIICÍIO E I FAMÍLIA 
pastor interage com a imagem de Cristo.Pit­ 
samos a ver o Cristo gordinho, careca, co~ 
um bigodinho antigo, terno de mau go,-•o e - 
de segunda classe. Não dá para o espectndor 
encontrar a figura brilhante, translúcida - 
de Deus é luz, sabedoria, compreensão, com­ 
paixão, serenidade, autoridade, grandeza e 
ternura. Ele possui atributos infinitos, e 
não dá para enquadrá-lo cm uma simples tela 
de TV de 20 X 20 cm. Na TV, Deus torna-se - 
simples demais e se nivela aos insignifican 
tcs atributos humanos. 	- 
A evangelização pela TV deve ser realiza 
da através de programas de catequese, visa~ 
do atingir crianças de até 7 anos, usando - 
os recursos do próprio veículo, a dramatiza 
ção, apresentação de desenhos animados; pro 
curando despertar a imaginação infantil c,a 
través dos estímulos adequados, permitindo­ 
que os pequeninos viajem através dos seus - 
canais de fantasia e i~aginação, alcançando 
Deus no mais alto infinito. 
CONHECER DEUS t UM ATO DE REFLEXAO 
E MEDITAÇÃO 
Os veículos imprcs_sos-jornal, revista, - 
livro e um simples folheto - são os instru­ 
mcntos adequados para o homem refletir De­ 
us. Além da forma e conteúdo, o ambiente de 
ve ser adequado para este mister. Tendo to= 
das as condições ideais, a comunicação con­ 
segue transmitir, através da forma e contcú 
do, as idéias, experiências e testemunhas= 
que podem despertar, na mente humana, os 
·neurônios que abrigam os desejos cósmicos - 
e finitos do ser. Os estímulos provocam a 
sintonia com todas as dimensões humanas:rea 
lidadc, inteligência, corpo e humanidade. - 
A experiência divina exige uma atenção - 
total, para que se possa ouvir e comprccn - 
der o silêncio de Deus, Sua criação, o sen­ 
tido da celebração da vida e a justificati­ 
va de sermos simples peregrinos cm busca rl~ 
perfeição e do amor infinito do Pai. 
E a família, como fica? 
Devo desligar a TV ou a realidade? 
Ligo meu desconfiômetro e aceito o cha~a 
do do mundo moderno? 
Viver é um espetáculo fantástico da vi­ 
da. Agora, é sua vez de subir ao palco e fa 
lar um pouquinho de você. 
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110 - ''ç

TEMPOS 
.Os 
Puente falou de seu plano. 
Era preciso neutralizar as lide 
rança dos trabalhadores na re­ 
qião, acab. r com o movimento 
indical, expulsar os líderes 
do Vale e proibir a entrada de 
militante da Pastoral da Ter - 
ra, CU'T o demais entidades, nem 
que fosse a força, Implantar um 
regime de terror, com visitas - 
noturnas às casas dos principa­ 
is militantes, no bordel da Mi­ 
mi, nos bares em Roseira,enfim, 
semear o pânico e o medo entre 
as famílias. E culpar as lide - 
ranços dos trabalhadores. Os 
"xiitas", Com isto vamos jogar 
as mães, as famílias contra o 
movimento, 
Martinez ouvia em silêncio 
Não concordava com Puentes. 
Foi Alcântara o primeiro a 
discordar. 
- Não vai dar certo. Nós per 
mitimos a fundação do Sindica= 
to, cedemos cm muitos pontos , 
plantamos gente nossa no meio 
deles, sempre estamos bem infor 
mados, toda essa pressão que vo 
cê pede, voltará contra nós, o 
Brasil está de olho na gente 
eu já estou tendo problemas na 
minha cidade. Não vai dar cer­ 
to. O que acha Martinez? 
- Concordo com você, tive 
que pagar uma fortuna em propi­ 
nas para passar o último carre­ 
gamento de urãnio. O Embaixador 
disse que o negócio está fican­ 
do arriscado, até o Banco nas 
Bahamas criou caso com a última 
remessa para depósito. Prefiro 
dominar os Sindicatos, ter to - 
dos eles nas mãos, cativar os 
trabalhadores, sem violência. 
Puentes não gostou da idéia. 
De todos eles, era o pior, ma - 
fioso mesmo, ligado ao cartel 
ae Medellin. Com ele o diálogo 
era na base das metralhadoras , 
assim é que havia expulsado os 
índios de suas terras, sem que 
ninguém movesse uma palha. E di 
ziam que em suas terras havia= 
minas de ouro. E era verdade. 
Os Chacais discutiram atar­ 
de inteira. E chegaram a conclu 
são. Foi a palavra de Martinez­ 
que pesou. 
- Vamos dominar os Sindica - 
tos, concorrer na próxima elei­ 
ção, desmoralizar os atuais di­ 
rigentes e, se preciso, neutra­ 
lizaremos os mais radicais, te­ 
mos os nomes de todos eles. Da 
cúpula. Esse pessoal sem líder 
fica igual a estouro de boiada. 
Puentes saiu sem se despe - 
dir. Junto com ele mais dois fa 
zendeiros, mineiros de Uberaba, 
e a capangada. 
- Martinez e os outros estão 
ficando frouxos, não vamos com 
bater esses cretinos com pão 
mas com balas, ele se esquece 
que estamos afundando até o pes 
coco, dá uma de bonzinho, vamos 
ter que agir mesmo com rigor. 
- Você está certo, Puentes. 
Concordava um dos fazendeiros , 
FERNANDO 
HENRIQUE 
PRESIDENTE 
de Minas. 
- Pusentes é perigoso, Marti- 
nez, 
- Pode deixar, sei lidar com 
elo. 
DE IRA ... E ESPERANÇA 
Chacais 
- Pior é que eutá ligado ao 
pessoal do tráfico, precisamos 
tomar cuidado, disse Alcântara. 
- Ele não me preocupa, o que 
me preocupa mesmo é aquele De 
Luca, não o Augusto, mas o ir - 
mão, o caçula, o tal Hugo, esse 
cara tem idéias subversivas. 
- E o que vamos fazer? 
- Se for preciso eliminar al 
quém no Vale, esse alguém sera 
Hugo, lembre-se disso. 
- E ou Sindicalistas? 
- Bem, quanto a eles, o pes- 
soal da Rural vai dar um jeito. 
- Vai matá-los? 
Lógico que não, a repercus 
são seria muito grande, achare­ 
mos um jeito de mandá-los de 
volta. Presos. Deixe comigo. 
- E o Puentes? Ele poderá 
comproemter todos nós. 
- Falei com o Senador e o De 
putado, Puentes não ficará li= 
vre muito tempo. 
Poder e bilhões de dólares 
em jogo. Os Chacais se devora - 
vam entre si. O mais forte e 
111dis inteligente sobreviveria. 
Martinez agia nas sombras. O 
mesmo fazia Puentes. 
Paulo, Rido, Jobinho e Juli­ 
nha pertenciam ao Grupo "NAZI 
de Pinheiros", jovens ricos e 
da classe média alta, filhos de 
industriais, empresários, fazen 
deiros, a maioria estudantes u­ 
niversitários, praticavam artes 
marciais, frequentavam Clubes - 
da elite, passavam suas férias 
em Búzios, Guarujá, Angra, to - 
dos tinham algo em comum: não 
gostavam de negros, migrantes 
nordestinos, bicoas e prostitu­ 
tas. 
O mais incrível, o livro pre 
ferido, de todos eles, a Bíblia 
dos "NAZI de Pinheiros" era 
MEIN KAMPF (Minha Luta), de A­ 
dolf Hitler. 
Possuíam sede própria, um 
galpão localizado nos fundos de 
uma fábrica de doces, na Aveni­ 
da Faria Lima, em Pinheiros 
ali se reuniam uma vez por sema 
na. Vinte e seis jovens, idade­ 
entre 17 ã 23 anos. Não usavam 
drogas, poucos bebiam. Geração 
saúde, mas contaminada pelo vi­ 
rus da intolerãncia, do radica - 
lismo, do mal. Sexo sim, . era 
normal. Entre eles. Entre o que 
chamavam "tribo". E tudo era 
permitido, menos as relações 
homossexuais. Assim diziam. 
Nas madrugadas_frias de São 
Paulo, saiam em grupo de sete 
===-, 
---, 
o1 
Queiroz 
Deputado Federal 
4510 
o sete para eles era um número 
mágico. Saiam á cata de mend 
1o, que dormiam nas vielas a­ 
curas, nos bancos das Praça , 
debaixo dos pontilhões, noc ter 
minais. Eliminavam esses mendi­ 
g0s, para eles "sujavam acida­ 
de". Caçavam também negros, bi­ 
chas e prostitutas. Matavam a 
pauladas, facadas, tiros, não 
antes sem torturar e aterrori - 
zar suas vítimas. 
Paulo, antes de iniciar as 
reuniõeo, dizia: "vamos criar - 
um País forte, uma raça pura , 
se preciso vamos dividir o Bra­ 
sil, o sul rico e branco. Dei - 
xar o nordeste para os negros 
e as raças inferiores. Precisa­ 
mos expulsar do sul os famin 
tos, os vagabundos, faremos o 
que for possível e até o impos­ 
sível para limpar São Paulo. E 
depois os outros Estados sulis­ 
tas. Para atingirmos esse ideal 
tudo é válido". 
Foi depois de uma dessas reu 
niões que Paulo resolveu dar 
uma chegada a Recanto do Sol. 
- O velho está precisando de 
uma ajuda, quem quer ir comigo 
até lá? 
Todos levantaram as mãos. Ele 
resolveu levar Jobinho, Rido e 
Julinha. 
Quatro "NAZI de Pinheiros" e 
ram suficientes para agitar a 
Recanto do Sol. 
Julinha saiu cedo da sede. 
tão eram 8 horas. Vestia uma 
mini-blusa verde, os cabelos 
louros soltos, a bermuda de 
cotton realçava suas formas,sem 
sutiã, os bicos dos seios,agres 
sivos, apontavam para o alto. o 
rosto angelical. Coxas grossas, 
bunda arrebitada. Uma jovem lin 
díssima. Chamava a atenção dos 
trabalhadores. Gostosíssima! 
Tibúrcio cuidava do pomar , 
tinha seis ajudantes,orgulhoso 
de seu cargo, era chefe. Com 27 
anos, estava na fazenda há cin­ 
co anos. Viera do norte. Era um 
dos que viviam bem, afinal, cui 
dava do pomar e frutas não fal= 
tavam em sua casa. 
Um privilegiado. 
Viu quando Julinha se aproxi 
mou. Olhava a moça com olhos e 
cobiça, sua mulher, Maria dos 
Remédios, apesar dos seus 24 a­ 
nos, estava acabada, feia, os 
trabalhos na fazenda colaborara 
para aquela velhice precoce. 
E a moça! Que coisa linda. 
Que gostosura. 
Puxou conversa. Ele todo en­ 
cabulado. A moça sentou num ban 
quinho, levantou as pernas, en­ 
costada na árvore. Que visão! 
Estavam ali, só os dois, no 
meio do pomar, os outros empre­ 
gados saíram de perto. 
- Vocês não tem melancia?per 
guntou Julinha. 	- 
- Temos sim, a dona quer eh~ 
par? 
- Quero. 
- Vamos lá, apanharemos uma. 
J:: longe? 
Não, perto. Vamos? 
- Vamos. 
Tibúrcio olhava as pernas, a 
bunda, o andar, aquele jeito de 
andar! Estava excitadissimo. 
E a moça começou a conversar, 
a perguntar, conversa picante 
maliciosa, até que chegaram na 
plantação de melancias. Não ha­ 
via ninguém por ali. Perto o 
açude. A moca viu. 
- Puxa! Que lindo. Posso na­ 
dar? Não tem perigo? 
- Não, não tem. J:: _ raso na 
beirada, lá no meio é fundo. 
capitulo 
riLircio era moreno,mn is pra 
crioulo. Forte. Ser aneyo r11o. 
Picou olhando, viu a moça t 
rar a bermuda, ficar só de cal­ 
cinha, depois a blusa, ficou 
nua, nuazinha. Tibúrcio olhava, 
admirava o corpo, sen 1a o per­ 
fume, ela chamou. 
- Vem,vams torar banho juntos. 
Vem, não tenha medo. Vem. 
Ele foi. Tirou a roupa. Ela, 
rindo muito, começou a nadar 
deu um mergulho e voltou à to - 
na. 
Tibúrcio abraçou-a com for - 
ça. Apertando-a. 
- Calma, vamos sair d'Jgua, 
procurar um lugar onde ninguém 
possa nos ver. 
Tibúrcio a levou para o melo 
da plantação, um barraciio pcqu~ 
no. 
- Aqui a gente guarda o adu­ 
bo. 
Se abraçaram, Tibúrcio eGta­ 
va louco de desejo, aquilo era 
sonho ... 
No chão, perto de uns socos 
de adubo, o machete, grande, a­ 
fiado, Julinha viu. Mandou Ti - 
búrcio deitar, queria ficar por 
cima. Olhou o membro do homem, 
duro, grande, olhou com desejo. 
E pensou: , 
- Não vou perder esta oportu 
nidade, nunca vi um desse tama­ 
nho. 
Ficaram ali, dez, quinze mi­ 
nutos? Julinha aproveitou-se do 
sertanejo forte. Era diferente 
dos jovens da tribo. Mais ma­ 
cho? Não sabia dizer. 
Tibúrcio respirava forte, fe 
chou os olhos e sorria, satis ~ 
feito, que mulher!! 
Não viu Julinha pegar o ma­ 
chete, lentamente, só sentiu a 
dor, profunda, e o sangue esguí 
char forte. Olhou apavorado, a 
moça arrancara o seu pênis com 
um só golpe. E não deu tempo pa 
ra nada. Gritou. Viu a moça cor 
rendo, entre os pés de melan 
eia, gritando. Socorro. Socor - 
ro ... 
Foi Tião, filho de Ingrácia, 
que socorreu Tibúrcio. Levou - o 
para a enfermaria da Fazenda. 
Julinha, já vestida, contava 
para todos, o homem, o tarado , 
.a atacara quando tomava banho 
no açude. Teve que se defender, 
errou o golpe, deu para acertar 
a barriga, capara o homem. 
Os amigos ficaram sabendo da 
historia, Martinez mandara tra­ 
tar de Tibúrcio, riu ironicamen 
te, mas não o punira. Já estava 
punido. 
A meiga e bonita Julinha fi­ 
zera.sua_primeira vítima. 
Ninguém, na Fazenda, entre - 
os trabalhadores, acreditara na 
historia da moça. Tibürcio era 
um homem sério, se enfeitiçara 
aquela história estava mal con­ 
tada. Tinha coisa ali. . 
Paulo.só queria saber se 
moça tinha transado com o 
gao. 
_-_Lógico que não, deixei ele 
doidão, depois capei. 
Nao ia falar que havia tran- 
sado sim, e gostado mt - 
- 	u1 o, nao 
e que o.caboclo era bom de ca - 
ma, ou melhor, de chão. Precisa 
va voltar na plantação de melan 
c1as, era muito excitante. - 
Tibürcio se r 
; ecuperou em pou 
cos dias. E contou a história - 
verdadeira para os ani 
t 	nu.gos - vou 
ma ar aquela moca _ d. . 
voz rouca 	i (az1a c0 
d so rida, envergonha- 
o, sua vida nunca ma· . 
a mesma. Também!!y ias ser1 
.J 
a 
ne- 
Próximos Capítulos 
Capitulo XVI - NOITE DO TERROR 
Capitulo XVII - ILUSÃO DOS SEM TERRAS 
Capitulo XVIII - O ENCONTRO 
Capitulo XIX - A CAMPANHA POLITICA 
Capitulo XX - OS XIITAS ATACAM 
Capitulo XXI - INTERVENÇÃO NO VALE 
Capitulo XXII - MORTES E PRISÕES 
capitulo XXI1I - BSPERANCA E SONHO 
Capitulo XXIV - SOLITARIO NA NOITE 
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I	B I II C O N	C E R	T 	2 	V AI MIARECAIR 
INIUGURIÇÍO DO CENTRO DE CONVENÇIO 
·----------------- 
Um espetáculo como Catpo Crande nunca 
viu, 
Essa s a certeza do que vai acontecer - 
no próximo dia 1o de Setembro, quando Ii 
hi Ferreira acompanhada da Orquestra Sinto 
nica do Rio de 'anciro e do Coro do Teatro 
Municipal, faz o uhow de inauquração do 
Ccnlro de ConvPnçÕt'!l "Jl«l11clo Popular do 
cullura", con:Jtruíclo pelo Governador Pedro 
P dronsian. 
O cvenLo n:it:.'t progrnmodo pora às 20:00 
horas e vol contar com n presença de todas 
as principais auLoridadcs elo Estado. 
A produtora do show "nibi in Conccrt 2", 
Oeolinda Vilhena, esteve dia 23 do corrrn­ 
tc mõs, viultnndo o local onde serã rcnll­ 
zndo o espcl6culo. 
quando ela, o auditóri, "Manool de 
nr,", reúne odas ar condiç ;ara a 
aproontação do show, que vai colocar 7> 
possas no palco e torG l hora e meia d 
duração. Do acordo com ela, o espetáculo 
na verdade um arando musical, onde Bibi 
apresenta um repertório bastante variado , 
que vai desde canções do Edith Piaf, pas - 
sando por Verdi, C:ouno<l, Vil..1 Lobofl, Chico 
Buarque e Tom ,
1obim, r.ntr<· outros. 
A orquestra Sinfônic.1 do Rio de Janci - 
ro, com uma formação de 40 músicos, será 
regida pelo maestro érqio Kulmann e acom­ 
panhada por um coral d 20 vozes do Teatro 
Municipal do Rio de Janeiro. Um momen o d<: 
grande emoç5.o no espeliÍculo é a apr<•::.c'n'":i.­ 
ção de Tina Fcrrcír.J e 11c•gin::i J'c•r:-r•ira Pi- 
.ro, 
til,o 'icru m car a. 
·o la ro João Caetano, 
< . d pib' 1 . • o e c rItic. 
'a coluna do !!Idcqatd Aael, de o G!o- 
bo, o ptáculo foi classificado como "um 
daqueles faas imperdíveis". 
Para Mauro Tr!ndade, do Jornal do Pra - 
si 1 o espefáculo " cativante e profunda 
r·n e emocionado". 
A ltima apresentação do "Bibi In Con­ 
cer' 2" e deu no Teatro Nacional de Bra­ 
si'io, quo ficou corplotamente lotado, 
O Tesouro do Lopes 
Francisco Solano Lopes, Presidente da 
República do Paraguai, durante a Guerra da 
Tripice Aliança, antes de ser morto er 
Cerro Corá, transitou por território br« si­ 
lei ro, na região de Amambai, Ponta Porã e 
outros Municípios dessa parte do nosso ter 
ri tório. 	- 
Face a ess~ fato, correu por muitos a­ 
nos, a existência de tesouros fabulosos 
nas entranhas da terra e naquela região, , 
pertencente à Lopes. Era uma lenda genera­ 
lizada e na qual muitos punham fé e jura - 
vam, de joelhos, por todos os santos e pe­ 
la Divina Providência. 
Em 1.977, quando era Juiz de Direito de 
Ponta Porã, ocorreu, na região de Amambai, 
a descoberta de um valioso tesouro de Lo 
pcs. 
Após muita conversa versando sobre os 
fabulosos e imaginários tesouros de Lopes , 
que deixara muitas mentes impressionadas e 
sonhando encontrar a çortuna, de uma forma 
tão fácil e nas entranhas da terra, certo 
dia, dois empregados da rica fazenda, pro­ 
priedade de uns catarinenses e riogranden­ 
ses do sul, encontraram, no meio cta mata , 
u~ pote cheio de moedas de ouro. 
_Levaram o fato ao conhecimento dos pa­ 
troes auc se a ressaram em ver o :abuloso 
tesouro. ~â no meio da mata, reabriram o 
buraco, tiraram o pote para fora e passa - 
ram 3 con'"ar as moectas de ouro. 
reita a contagem, chegaram a um acordo, 
no sentido de o trsouro ser repartido ao 
meio entre patrão e empregado. Os emprega­ 
dos propuseram vender a sua parte ao pa­ 
trão. Os Patrões propuseram, então, levar 
uma das moedas para sabrr o valor <•·:ato cb 
tesouro. Os empregados tiraram uma das moe 
das que entregou aos patrões, e as demais 
voltaram ao pote e para o •undo da terra , 
onde aguardaria a sua avaliação. 
Os catarinenses ou riograndenses do 
sul, de posse de uma única moeda, partiram 
para os seus pagos, e, lâ chegando, avalia 
rama moeda, chegando a conclusão dr que o 
fabuloso tesouro valia imensa fortuna de 
dezesseis milhões de cruzeiros (naquela 8- 
poca o nosso dinheiro tinha muito valor). 
Combinuram dar um tombo nos empregados, 
reduzindo o valor do tesouro pela metade , 
ou seja, oito milhões de cruzeiros. 
Os empregados, "pobres coitados", nunca 
tinham visto tanto dinheiro, logo, aceita­ 
ram a proposta sem tugir nem mugir. 
Veio a segunda proposta. Pagar dois mi­ 
lhões de cruzeiros a vis'"a e o restante 
com uma promissória om o prazo de trina 
ib 
ÕÍilS. 
Os "Pobres coitados" dos empregados a­ 
ceitaram. 
Pegaram os dois milhões de cruzeiros e 
desapareceram, para nunca mais dar notici 
as e nerr cobrar a nota promissória. - 
Os patrões, catarincnses, ou riogran - 
denses do sul, pagaram pela ganJncia. 
Quando foram vender as moedas do tesou 
rode Lopes, veio a tristeza. 	- 
Somente uma moeda era ele ouro, todas - 
as demais eram falsas. 
!'aviam caido no conto do vigar10. 
Os dois "pobres coitados" eram nada 
menos que dois espertos malandros que os 
passaram para tras. 
-------------------------====~--=--====== 
PENSAMENTO 
As discussões auxiliamn m muitos casos 
de assuntos obscuros ou ~•a compaPhciros 
desinformados, mas servir aos s~mclhantes, 
doando-lhos, o melhor !o nós, e o argumen 
to decisivo para clarear os agentes d~ 
solução a qualquer problema. 
------- - ·- ·-----------------.,....- .--------- - 
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