RIBU A DA FRO 
DIÁRIO REGIONAL 
ELA VI:TM/M: ANO: 22 110: 1.547 
a 	i 	pie 
OBRO E ANDRÉ PUCCINELLI EM BELA VISJ A 
O candidato à De­ 
pu.ado Estadual, Po­ 
berto Orro, do PSD1,° 
ex-Deputado e Secre­ 
tário de Justiça, s 
teve em Dela Vista - 
no último dia 31 
juntamente com o De­ 
putado Estadual e 
candidato à Deputado 
Federal André Pucci­ 
nelli, Acompanhados 
de lideranças locais 
os dois candidatos - 
1 
DENÚNCIAS COHTRA 
ABRAÃO ZACARIAS 
Na Edição de terça-feira publicaremos 
entrevista com o Prefeito Abraão Zacari­ 
ar, que falará a respeito das acusações 
de má utilização de verbas quando de sua 
primeira administração. No Comicio de 
Levy Dias, o Deputado Valdir Neves, apre 
sentando uma publicação do Diário Ofici­ 
al (acórdão) acusou o Prefeito. Nessa 
entrevista Abraão falará a respeito do 
assunto, onde serão dirimidas dúvidas e 
boatos que graçam pela ~idade. 
visitaram amigos,cor 
panheiros do antigo 
MDB, o Hopital São 
Vicente de Paula e 
participaram de um 
almoço no Hotel Pou­ 
sada da Fronteira , 
que teve a presença de 
centenas de simpatizan- 
tes. Página - 03 
MISS 
Estará aconte - 
cendo neste domin­ 
go, dia 04, à par­ 
tir das 21:00 hs, 
no Clube Esportivo 
Belavistense o Con 
curso MISS BELA 
VISTA/94, com a 
participação das 
mais belas garotas 
da nossa cidade. 
Prestigiem!! 
DIF. 'OR RESPONSÁVEL: IVA!DO PEREIRA R$- 0,50 
Nego Zacarias, Ares Cafure, Prefeito Abraão, Flávio Henrique, 
ex-Prefeito Ildefonso Pinheiro, acompanharam os candidatos Orro 
)à esquerda) e André Puccinelli (no centro) na visita à Bela Vista 
O Senador Rachid 
Saldanha Dcrzi vem 
recebendo apoio inte 
gral da comunidade - 
belavistense, as 
principais lideran - 
€as políticas do Mu­ 
nicipio estão empe - 
nhadas na reeleição 
do Senador, que tem 
como suplente o Em - 
presârio Osvaldo Pos 
sari. 
9 ex-Prefeito Ed­ 
son Moraes, os Verega 
dores Marco Rondon , 
Roney Moraes Simões; 
ex-Vereadores Jorge 
de Souza Rosa, Car - 
los Alberto Ocáriz , 
Garibaldi da Rosa Ne 
to, só para citar aI 
9uns nomes, sem fa - 
lar nas lideranças 
de Bairros, há um 
O Senador Rachid 
Derzi, por ocasião - 
do comício da Coliga 
cão "União e Traba­ 
lho", em Bela Vista, 
visitou amigos, cor 
religionários e par­ 
ticipou com brilhan­ 
tismo da reunião de 
evy Dias. 
Homem preparado, 
com mais de 40 anos 
de vivência políti­ 
a, Rachid prima pe­ 
la coerência e res - 
Peito em seus pronur 
iamentos, fala aqui 
Ex-Vereador Jorge de Souza Rosa 
consenso em torno do 
nome do Senador Ra - 
chid. 
O ex-Vereador e 
Presidente da Câmara 
lo que o povo quer 
ouvir, fala de proje 
tos, de planos, de I 
déias para o desen - 
volvimento. 
A experiência e o 
conhecimento de Ra­ 
chid serão necessã - 
rios para que os nos 
sos Prefeitos possam 
viabilizar os seus - 
projetos administra­ 
ti.vos, em Brasilia . 
Hn de se ressaltar - 
que o Gabinete do Se 
nadar sempre esteve 
aberto aos Prefeitos 
Municipal, Jorge de 
Souza Rosa, que está' 
trabalhando para a 
reeleição de Rachid, 
disse que "é questão 
de nossa região; não 
irportando os parti­ 
dos ou idéias políti 
cas, ele foi e sem­ 
pre será um Senador 
de verdade, defenden 
do os interessés dÕ 
Meto Grosso 'do Sul. 
Reeleger Rachid 
Saldanha Derzi é cer 
teza de que teremos 
no Senado um políti- 
co que conhece os 
nossos problemas e 
sabe como solucioná­ 
los. 
Previdência Pagou até agosto U$ 604 
Milhões em Sentenças Judiciais 
Transitadas em Julgados 
03 
de bom senso apoiar 
o Senador da frontei 
ra, pessoa que há v 
rios anos presta sua 
colaboração aos Muni 
cípios da região". 
Através de Jorge 
Rosa,vários estudàn­ 
tes obtiveram colabo 
rações do Empresário 
Osvaldo Possari, "um 
homem que nunca ne - 
gou seu apoio às rei 
vindicações dos bela 
vistenses", disse 
Jorge Rosa. 
Aviso Importante a s 
Comerciantes em gera, 
De início pode a­ 
té parecer chato vol 
tarmos à falar nos 
comerciantes de Bela 
Vista, tecla que te­ 
mos tocado permanen­ 
temente nos últimos 
meses, principalmen­ 
te no sentido de o - 
rientar os consumido 
res, através de di - 
case informações 
sobre como comprar 
melhor e mais barato, 
forçando consequente 
mente a baixa dos 
preços de alguns pro 
dutcres que ainda. es 
Retificação 
Na edição de ontem, no Editorial,quan 
do dissemos que Waldir Neves é do PTB ; 
erramos, o Deputado Waldir Neves é do PP. 
Fica a retificação. 
Rachid D 
Senador Rachid Saldanha Derzi 
tão com muita "go -~ 
ra" como costuma oi· 
zero Ministro da F 
zenda, Rubens Ricúpe 
ro. 
Mas desta vez 
assunto é diferente, 
queremos alertar os 
nossos amigos comer­ 
ciantes em geral , 
propriefarios de mer 
cearias, mercados 
supermercados, lan - 
chonetes, restauran­ 
tes e similares, pa­ 
ra a necessidade de 
verificarem em seus 
estoques e nas prato 
leiras, a existência 
de produtos com pra­ 
zo de validade venci 
dos, ou mesmo sem o 
prazo de validade de 
terminado na embala= 
gem. Esses casos po­ 
dem levar ã apreen - 
são dos produtos pe­ 
la Vigilância Sanitá 
ria, que intensifica 
rã esse serviço den= 
tro dos próximos di­ 
as, além de caber 
multa aos comercian­ 
tes que podem ser a­ 
plicadas pelo Posto 
local da SUNAB. 
Temos informações 
de que vários produ­ 
tos nessas situações, 
com prazo de valida­ 
de vencidos ou sem 
essa informação eo 
suas embalagens, já 
foram apreendidcs ne 
la vigilância sanita 
ri« da nossa cidade. 
Importante ressaltar 
que a simples etique 
tacão dos nrazos nas 
embalagens· dos produ 
tos não é aceita De­ 
los órgãos de fisca­ 
lização, ele deve 
vir impresso ou em 
relevo, na própria - 
embalagem. Fica o a­ 
viso aos nossos ami­ 
gos comerciantes, na 
ra não dizerem de­ 
is que só sabemos pe 
gar nos seus "pés" (URO

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TÊLEFAX:(067) 435-1285 E FONE: (067) 435-1336 
• 
, 
: Tribuna da Fronteira FUNDADO EM: 
' H D6Rio RGICMl, ?20/	02/1972 
1 
DIRETOR-REDATOR CIIEFE: Iva.l.do Pereira 	EXEMPLAR: R$ 0, 5 O 
GERENTE COMERCIAL.: Mria Estela Velásques Pereira l 	__, 
l SECRETÃRIO DF. REDAÇÃO: Ubaldino Rodrigues 
REPORTAGENS: J"oiio Carlos Velás~uez, l.ndrê Ávalo e 
i Firmino de Barros 
1 
1--------------------r----------i 
ASSINATURAS: 
SEMESTRAL: R$ 45,00 
M'ULL· R$ 90,00 
RUA JOÃO NUNES, 200 
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dual, Poh to Oro, do PI)D 
g eput do e.rotário d 
Ju,ti,a, tuo m bela Via 
p•> t11 ! J nu d í;, l J , )Ili U,:n,-n <: •­ 
com o Deputado Estadual e can­ 
didato à Deputado Federal n -­ 
d rí• J'ucc l !IC' l li . l1r;rmp,; nl,ucJor1 - 
de lideranças locai, o doi 
candidato visitaram amigos 
companheiros do antigo MDB, O 
liopi tal ão Vicente de Paula 
e participaram de um almoço no 
Hotel Pousada da Fronteira,que 
L ve a presença de e n terHlil de 
simpatizantes, 
Há cerca de dois meses a 
trás Robero orro já havia esta 
do e1n Deln Vi::tc-1, ii. convite elo 
Prcuidenlc do PSDB local, Flá­ 
vio IIC'nriquo Pír;tonho, oportu­ 
nidade em que visitou antigos 
companheiros de partido ,consi 
derados os emedebistas "autên­ 
ticos", quando pode uentir pcs- 
1,oulmcntc que a sua candidatura à 
Assembléia Legislativa es tava 
sendo muito bem recebida em 
nossa cidade, mesmo ele estan­ 
do hoje no PSDB, mas integran­ 
do a Coligação Frente Popular, 
liderada pelo Senador Wilson 
Darbosa Martins. 
Posteriormente a candidatu-~ 
ra de Orro começou ã ganhar ~i 
rias e importantes uclesões em 
Visita ao Hospital 
No dia 31 pela manhã, Orro 
e André Puccinelli visitaram - 
também o Hospital São Vicente 
de Paula, onde mantiveram con­ 
tato com os companheiros de 
classe do candidato à Deputado 
Federal André Puccinelli, que 
também é médico, e com a Presi 
dente da Beneficência Hospita-= 
lar São Vicente de Paula, Sra. 
Berna<lete Pinheiro Rondon, com 
quem se inteiraram da real si 
tuação do Hospital de Bela vi 
Ao meio dia os candidatos - 
Orro e André Puccinelli reuni- 
ram-se com autoridades, lide - 
ranças políticas, amigos e cen 
tenas de simpatizantes para um 
almoço no terraço do Hotel Pou 
sada da Fronteira, onde regis­ 
tramos as presenças do Prefei­ 
to Municipal Abraão Zacarias , 
acompanhado da la Dama Olga Za 
carias; Secretãrios Municipais; 
Presidente do PSDB local Fli - 
vio Henrique Pistonho; Nego Za 
carias; Médicos: Carlos Nunez 
e Geraldo Pinheiro Murano, que 
também é Vereador e confirmou 
a adesão à candidatura de Ro - 
berto Orro para Deputado Esta­ 
dual. 
Estiveram presentes também 
os integrantes da ala "autênti 
ca" do antigo MDB, como Os Srs 
Aureliano Freitas, Celestino - 
Freitas, Vítor Vieira, Corumi­ 
la Loureiro, xirú Brum, Alce - 
biades Lopes, o ex-Prefeito Il 
defenso Pinheiro, o ex-Verea 
dor Julião Godoy (Presidente - 
da Asscciação de Moradores da 
Baixada Corinthiana), Donalda 
Freitas (Presidente da Associa 
t;;ào de Moradores do Bairro Co~ 
i·Ia Vi ta, coto do u--Pr i- 
o Ildfono Pinheiro,'qo Z ca 
taria , dos amigos considerado 
« dbi tas autinticos, como o. 
5r. Chico Jara, Aureliano Fr 1 
•, to!tino lreits, Klcebía. 
•s Lopo, v itor Viir d , eh • a 1 
1 • nho Frita , . 'ulião dy, alr de 
integrante de outros parti0dos, co­ 
tio o o--V reador Carlos Centu - 
rião e mais recentemente, a ado 
são do Vereador do PSDB Geraldo 
Pinllciro Murunô, o t.e>rc.:niro ma­ 
is votado nas eleições passadas 
e político c.:om grandn cnriumD - 
popular cm non~o Municipio. 
Importante ressaltar que Orro quan 
do Deputado Estadual,época em que ó 
Prefeito c.lc Rcl a Vista era Il<lcfonw 
Pinheiro,prestou relevantes servi 
cos à nossa cidadc,vinbilizando im 
portantes obras, junto ao então Go 
vcrnador do Ertado Wilson Martins, 
como o asfaltamento da Rua Rarâo elo 
Latlário,da Rc,dovia de acr.sso ao 
Parque de Expc-,s içõc s Rio /pa, a cons 
trução da ponte de concreto sobre 
o Rio /pa, na :,aída para Antonio João 
e posteriorm0nte, jã no Governo.de 
Marcelo Mirar da, coiro secret.ãrio de 
Estado de Jus':ica, Orro teve 'atua 
cão decisiva na construção do FÕ-: 
rum da nossa e idade,onde inclusive 
consta seu nome na placa de inaugu­ 
r-ação. 
ta e assumiram compromissos 
com a entidade beneficente. 
Na oportunidade o Deputado - 
André Puccinelli lembrou que 
como médico e líder nas pesqui­ 
sas de opinião pública entre os 
candidatos da Frente Popular pa 
ra a câmara Federal, possui to­ 
das as condições para lutar e 
defender os interesses da saúde 
de Bela Vista e do nosso Estado 
no Congresso Nacional. 
Almoço com centenas de pessoas 
ta e Silva), além das Professo. 
rase Diretoras de Escolas An­ 
tonia Pinheiro, Fitirna Pinhei­ 
ro, arly Loubet, João Már 
cio, Jorge Arguelho, Zeferina 
Bambil, Sônia Zacarias ,etc ... 
Participaram também do almo­ 
ço oferecido por amigos aos can 
didatos Orro e André Puccinel 
li, centenas de simpatizantes e 
pessoas que estão aderindo à es 
sas candidaturas, corno a Sra. 
Evina Ajala Loureiro, Regina A­ 
iala, além de dezenas de jovens, 
a maioria vestidos com as cami­ 
sas de Orro, André e Professora 
Mariza,'que a cada dia vêm con­ 
quistando uma fatia maior do e­ 
leitorado belavistense, que re­ 
conhecem nesses candidatos as 
qualidades de pessoas sérias , 
honestas, íntegras, competentes 
e realmente comprometidas com 
as maiores aspirações da nossa 
cidade. 
Como disse um militante da 
campanha de Roberto Orro em Be­ 
la Vista, "Nossos candidatos 
têm um rastro de trabalho pres­ 
tadc à nossa cidade, não se tra 
tam de oportunistas e candida 
• tos "Copa do Mundo". • 
O0rr·apresentou-se omo Uma_Opção aos ·leitores que condenam 
a Politica de acertoss, de negociatas c de falcatruas 
«.LI 
Os autênticos emedebistas estiveram representados no almoço - 
com Orro e André, nas presenças de Xirú Brum, Aureliano·Freitas 
Vtor Vieira (na mesa com Celso Balta/Mary Escobar e Eliza Zaca~ 
ras 
__ ...... __ 
Ex-Vereador Julião Godoy, Ricardo Vasconcelos, Oliquítinho Frei 
tas e dezenas de simpatizantes prestigiaram a visita de orro e An 
dre Puccinelli a Bela Vista 
' ,,.. ... 
INAUGURADO COMITS DE APOIO AS CANDIDATURAS 
DE: ORRO/ANDRS E ORRO/MARIZA SERRANO 
No sábado passado, di.a 27, a Coordenação de Campanha do Candidato Rober 
to Orro em Rela Visto, que forma uma dobradinha com André Puccinelli e com 
a Professora Mariza Serrano, para a Câmara Federal, promoveu a i.naugurar;ào 
de um comite de apoio, localizado na Rua Santo Afonso, centro da cidade. 
Os coordenadores da campanha de Orro em Bel.a Vista, Flávio Henrique Pis­ 
tonho e Sebastião Zacarias FLIho, o "Nego Zacarias", organizaram um jantar 
na residência do Sr. Pedro Nelo, onde foi servido um gostoso churrasco à 
ªProximadomente 100 convidados, todos amigos eºsimpatizantes da candidatura 
d~ ~rro/André e Or,o/Professora M_nriza. Foi mais uma reunião de confraterni 
:açao entr~ os companheiros de campanha políti.ca, onde é claro, a di.scussà~ 
_as estrategias de trabalho e o empenho de todos para que os candidatos se­ 
Jam be votados em Bela Vista, foi a tônica da noite. 
O Comitê inaugurado, como o .próprio nome diz, terá a finalidade de pres­ 
!ª: todo o apoi.o necessário ao bom desenvolvimento da campanha de Orro/An _ 
'Té/Marisa em nossa cidade, segundo a coordenação de campanha, o objetivo é 
Proveitar ao mnx1mo a excelente aceitaçao dos nomes dos candidatos em Bel 
V<E. a, 1 	- 	" 	a 
s a, para ar a e es uma votaçao bastante expressiva, fato que vai repre- 
Sentar acima de tudo o comprometimentc dessas lideranças com as maiores as­ 
Piraçoes da comunidade belavistense.

.., 
ELEIÇO s/94 
- 
Não equ ça de levar todos 
on documentou ncccnn6rion para 
votar. Caso seu título de 0lei 
toe tenha se extraviado, apre­ 
:ent, a carteira de identidade 
ou o comprovante de seu voto 
na mesma zona onde você votou 
na eleição anterior. 
atendo ao que v«.0 +03per a 
para () Paí., , r:., tado 
ou sua cidade. 
Não acredite nos candidatos que 
oferecem presentes, dinheiro vivo 
ou favores pessoais em troca de seu 
voto, que vale muito mais do que 
isso. 
E..ude ao propos a do 
p..r ido, de ueus cardida­ 
to e veja qual de! 
,~; 
j '/ • 
>ll 
; - -_,g· 
a 
, 
Para não 
arrepender 
Sê 
depois 
Após 25 anos de jejum, o brasileiro pôde eleger 
dlretnmente seu Presidente, dn República, em 1989. Mas 
ele pennnneceu menos de dois anos no cargo, coo o pro 
cesso de impeachment por crime de responsabilidade.Um 
ano depois, n CPI do Orçamento revelou que quase 20 
Deputadoo e Senadorrs canlpulavam as verbas do Gover­ 
no para atender aoo oeus interesses pessoais e enpre­ 
sariais. No dia 03 de outubro, você terá outra chance 
de eleger seus reprenentantes nas Assembléias Legisla 
tivas, no Congresso, no Governo do Estado e na Presi­ 
dência da República. 
ESCOLHA BEM E TE CABEÇA FRIA 
PARA NÃO SE ARREPENDER DEPOIS. 
Sempre 
ingerir bebida 
eleição. 
f proibido 
lcoólica na ida d, 
Não distribua qualquer tipo de 
material promocional no dia da e­ 
leição, nem abra sua casa ou pon- 
to comercial para funcionar como 
posto de distribuição de folhetos, 
volantes ou qualquer outro tipo de 
Quando a esmola é demasiada, o 
santo desconfia. 
Não acredite nas promessas 
Não aceite ofertas milagrosas e na solução imediata 
de conduçâo ou dos problemas do Brasil. 
qualquer outro tipo Para resolvê-los, o trabalho não 
de facilidade para é de um soe pode começar com você 
se locomover até o 
local de votação 
em troca do voto. 
Lembre-se que o seu 
voto é um crédito de 
confiança no candid« 
to, e não vote no primeiro que aparecer oferecendo 
vantagens. 
no momento de escolher o candidato. 
.. 
-' 
impresso. Pode dar cadeia. 
= C) 
rJ 
1.129.579 ELEITORES 
CAPITAL: CAMPO GRANDE 
População 1.818.175 
Habitantes por km
2 
Eleitores por km
2 
rea em km
2 
Votos femininos 
Votos masculinos 
5,09 
3,16 
347.471 
539.705 
589.867 
% sobre total do País 1,22 
Percentual eleitoraqo/população nacional 1,25 
Percentual do eleito~do/população estadual 62,13 
Seções 	3.599 
Zonas 
Municípios 
Votos da capital 
Votos do interior 
Maior zona 
47 
77 
290.955 
838.624 
0035 
4,20 
1,30 
1,85 
1,55 
25,75 
74,24 
Mato Grosso 
do Sul 
= 
Não esqueça de justificar seu 
voto nos Correios caso você esteja 
viajando. 
Vale mais a pena perder alguns 
minutos do que ·ter problemas coo 
documentação depois e, por cima, 
ter de pagar multa. 
Menor Zona 0047 
MUNICIPIO COM MAIOR NMERO DE ELEITORES 
Campo Grande 290.955 
MUNICIPIO COM MENOR NOMERO DE ELEITORES 
(eleitores)140.025 
(eleitores) 4.451 
Alcinópolis 
CANDIDATOS GOVERNO DO ESTADO 
Levy Dias 
Wilson Barbosa Martins 
Pedro Teruel 
Candidatos ao Senado 7 
2.106 
PARTIDO APOIOS (*) 
PPR PFL, PTB, PP,PSC 
PDT 
PMDB PSDB, PL, PV 
PSD, PC do B 
PT PPS, PSTU, PN 
candidatos à Cãmara 41 
(*) Os apoios relacionados referem-se a acordos formais e 
informais selados até meados de junho passado, podendo sofrer 
alterações. 
NO DIA 3 DE OUTUBRO É A VEZ DO ELEITOR ESCOLHER OS MELHORES­ 
J;; TEMPO DE AFASTAR DE VEZ OS MAUS POLÍTICOS DO CENÁRIO NACIONAL

o 
ESCLARECIMENTO 
Registro Histórica 
Presidê ia pa D até ag st US 60,4 
em Sentencas Judiciais l ransitadas e 
J,Y: ,, ~,r. fii.r<l.r.r ,J.:i '!r.iLun,:i. d I J'ro:it,,i­ 
ra, companheiro Ivzaldo Pereira. travor da 
•rrJ bnnn dil l rr,nt ·ira de 18 do corro'e me3 
tomei conhecimento da indicação do verei 
dor tel vintenne Fernando dor4e de Barro, 
a propósito do nome qu será dado, dentro 
1 m breve, à Rodovia Federal R 060, l iqan­ 
do Bela Vista à Jardim pelo asfalto. Não - 
quero apreciar o mérito dessa proposição. 
Apera quoro protestar obre a .autor.i il 
das duas obras mais importantes e necessá 
rino ao proqrca00 tlo nula Vioto e ao bem 
cntar de n•u povo, o~o clan: a tclc(onia 
interurbano e intcrnacionnl e a enerqia 
cJótrica. llá um grande equivoco na afirmo. 
cio do iluotrc vereador. Não expressa a 
verdade dos [aton, ou há um total descg 
nhecimento da hintória pauoada de • Bela 
vinta ou a pesquisa dos acua informantes 
foi falha. • 
Senão, vcjamoo: o primeiro telefone 
que ourgiu cm Bela Vista foi o urbano, que 
foi realizado na gcotüo do prefeito Mano­ 
el Rodrigues de Miranda. O segundo, isto 
é, o interurbano e o internacional, foi ~ 
xccutado por mim, quando ocupei o car~o 
de prefeito de Bela Viota-MT. Este Munic! 
pio de Bela Vista, na época, ainda integra 
va o antigo Estado de Mato Grosso - MT. 
Inúmeros telefonemas foram feitos nessa 
ocasião, para as mais variadas cidades do 
nosso Brasil e para o exterior, tambem co 
mo os Estados Unidos, Canadá, a Holanda e 
até para a Ãfrica, tão lon:;ínquasns jornais 
da época e a revista A.F.J. confirmam a mi 
nha palavra. 	O escritório da SUNAB, recentemente mon 
A energia elétrica, que surgiu pela pri tado na cidade começa a sua ação de vital 
meira vez em Bela Vista, vinha diretamente importância para o consumidor belavisten - 
de urubupungá, através de Ponta Porã e foi se. 
fruto de um árduo trabalho pessoal meu, em Fazemos questão de cumprimentar a Pre 
Brasília, quando exercia o cargo de prefe! feitura ~unicipal, através do Sr. Abraão 
to de Bela Vista-MT. São conhecedores de~ 7acarias, que possibilitou a instalaçao de 
sa minha atuação o então governador do ES tão importante órgão orientador e fiscali­ 
tado de Mato Grosso, Dr. Garcia Neto e cn zador em nossa cidade, que resultara em 
tão deputado federal Elias Moreira. Ambos multos benefícios para o consumidor. 
são testemunhas desse ar.duo e persistente nor várias veze~ reivindicamos, através 
trabalho durante três anos consecutivos , acsta coluna essa iniciativa, que em boa ho 
junto às' autoridades responsáveis, pelo rase torna concreta. 
bom êxito dessa nossa aspiraçao. 	De nossa parte, confiamos no eficiente 
Mesmo quando o Estado de Mato Grossb trabalho que será desenvolvido pelo agente 
foi dividido e criado o Estado de ~ato QO órgão em nossa cidade, sob o encargo do 
Gros'so do sul, como primeiro prefeito de jovem funcionário Luiz Péricles Aristimu 
Bela vista-MS, na gestao do primeiro gover nha, que sem dúvidas, saberá usar a força 
nador de Mato Grosso do Sul, Dr. Harry Amo orientadora e fiscal.izaaora que a Lei con­ 
rim tive a satisfação de ver concluída e~ cede, para colocar as coisas no lugar, on­ 
sa grande obra de energia elétrica para Bg de há muito tempo já dcverlam estar. 
la Vista. 	· 	É sem dúvidas, uma vitória e uma grande 
Nunca é demais lembrar o que foi ante conquista da sociedade belavistensc., 
riormente: 
0 primeiro serviço de ilumina A imprensa, no fiel desempenho da sua 
cão pública em Bela vista, foi realizada atividade, dará integral-apoio aos agentes 
pelo prefeito João Maria_Caporossi (Nene da SUNAB em nossa cidade, como também, sa­ 
Caporossi) cuja usina elet:ica fi
7
o~ sendo berá cobrar a sua ação, quando isto for ne 
administrada pelo senhorLuiz Iou~inha: .• cessário. 
Repito aqui: a vinda da energia.eletri- A PUBLICAÇÃO DOS MELHORES PREÇOS! .. 
capara Bela vista foi obra exclusiva do 
prefeito Dr. Ruben de Ca
st
ro Pinto. As pro Uma boa medida do Departamento de Pes­ 
vas materiais, present.es ai
nd
<:1 neS
t
a ci~~ quisa e Estudos de Mercado da SUNAB, foi a 
de, atestam a veracidade da minha a~serti- publicação na edição da "Tribuna" do últi­ 
va. A sub-estação da usina local foi con~ mo dia 30 de agosto da listagem dos Merca- 
truída no bairro Água Doce, em terreno aos da cidade onde estão sendo praticados 
por mim cedido e Cemat. Por determinaçao,- os menores preços. 
corno prefE,i to, mandei colocar todos Os POS Naquela tabela aparecem apenas o produ 
tes de luz no trajeto da Sub-e~taçao ate 
O 
to e o nome do estabelecimento que tem o 
encontro dos fios elétricos, vi
nd
os de PO MENOR PPEÇO da cidade. • 
ta Porã às margens do Rio Apa. 	Para os eternos "desconfiados" que nada 
Nunca é demais reco
rd
ar que q~ª
nd
~ as~~ fazem e que só sabem falar dos outros, in­ 
mi a prefeitura de Bela Vi
st
aª il~minaçao formamos, que a dita lista é de autoria da 
pÜblica funcíonavasomente das 07:00às 23:00 SUNAB e que não é propaganda" - Certo? .. 
Hs e havia apenas 80 (oitenta) usuari~s Com a instalação do órgão oficial, cre- 
desse serviço. Com a chegada da energia·. denciado legalmente para pesquisar preços 
létrica o primeiro beneficiario desse se~ e coibir abusos, nosso trabalho de pesqui­ 
Vi f • o Abrigo do~ oesamparados, 
100
':'
1
~ saque foi pioneiro e realizado às nossas 
co oi - 	determina 
zados no Bairro Ãgua Doce, por - custas, apenas corno um serviço à cornunida- 
cão minha. O segundo beneficiado_foi 
O 
~~ de, fica suspenso por tempo indeterminado. 
1· i M i ipal são Geraldo,tambern no bair Nem por isso entretanto, deixaremos de 
eg o un c - • olégios por 
ro Ãgua Doce, um dos varios c. d a estar acompanhando de olhos abertos e ouvi 
mim construido, disa-se apenas " , P?f aos atentos, pois este é o trabalho do joÊ 
qem os jornais da epoca e a revisª • • ,nalisrno sério e competente. 
~ • f' a minha palavra. 
• con irmam 	± d Tribuna da CREDIÂRIO COM TAXAS DE .JUROS 
Agradeceria ao diretor 1@ essas mi 	TRANSPRETES! 
Fronteira, se mandasse publicar 'S: 	• 	E 	± 
b idio para a hi_s 
nhas explicações, corno su s 	Está sendo posta em prática mais uma me 
tõ • d idade 	dida do mais alto interesse do consumidor. 
r~:nc: ê demais repetir 
O adágio do " o- As lojas que vendem pelo CREDIÂRIO, de- 
rreio do Estado", na palavra do seu dir vem EXPOR seus preços à vista e o preço à 
ter Barbosa Rodrigues: "povo sem I_nemória' prazo com a taxa de juros mostrada clara- 
• I 	• - • Utf 	I 
e povo sem historia •• 	me.ntc ao cliente comprador. 
Dr,· Ruben. de Cas 
um cor~i~l abraço_do 	A fiscalização da Taxa de juros compete 
tro. Pinto - ex-prefeito de Bela Vi
st
a-MT e à Sunab e ao Procom e não podemos esquecer- 
da Bela vista-MS .***+•·••+*•*+*•++••••*••• que ternos na cidade empresas que trabalham 
•+-•,..,;,+*******+:' 	• • com esse sistema .. 
wãos à obra, gente! 
AO AMIGO zt CARIOCA 
Previderc1a Social - 
informou a or. 
pago v$ 0,4 
1hões, em se'n;as 
judicia!s transita - 
das em julq+do de J@ 
n •lro • 2? do ·gn,to 
de 94 Através da - 
procuro.doriuG <.:Jt,; - 
duais do ISS, O pa 
qilrnunto:; vê~n !ienc!o = 
in ensificado por - 
determinação do Mi­ 
nistro Sérgio Cu o - 
lo. 
"Ftamos pagndo 
com grande velociãa­ 
dc este passivo ini­ 
cialmente estimado - 
cm U$ 400 milh6cs" - 
disse Cutelo acrcs - 
contando que na medi 
da do possível, con 
cluidos os procedi - 
Jot 
• ,- T'l t .,. . , 
.ric!a. tran 
"! . , m )ala,do t o 
rdo !' u!dai , ; :: { 
aa h recurso diu- 
r:.'l'.:Ív• Í'. 
o cnntra?lo do - 
que propalam cer a 
lideranças de infor­ 
mada dos aposenta - 
dos c pensionistas, 
~ Prcvid6ncia [oi a 
pri. eiril ar conhc - 
cer o passivo",acre_ 
cen'ou o Ministro, - 
frisando que "por de de ações contra 
terminação do Prcei- Prcvid~ncla, o pa~si 
vo é ais clovzdo. 
dcn e Itamar Franco 
foram definidos re o_mnior nürcro de a 
CU
r<•oM para a ou.1 11:: çoen, ccrcn. àe 300 - 
uid;çiio. Rcc~nhcce- mil,, está no Rio de 
~os as dificuldudcs Janeiro, onde os pa­ 
dos que entraram na gamentos cm 94 chegf 
Justiça para garan - rnm .'.l U$ 5, 3 r:ú.lhocs 
tir scua direitos". correspondendo ü R, 
A 
e nos 
SUNAB PUBLICA POP'l'ARIA E MOSTRA •• 
SERVIÇO. 
l 
ANUNCIE E VALORIZE 
O JORNAL DE SUA CIDADE 
Gostei da tua matéria, e gostei ta'l!bém 
da imparcialidade do amigo Ivalào que não 
titubeou em publica-la na íntegra,sem cor­ 
reções e sem censuras. 
Ninquérn na cidade desconhece a tua acão 
rua liderando,por or 
de rudeza ds -$ 
valoro, na list 
do fs'ados ordo f0 
r,7 
res p.garnto . O v. 
1or cumul do at6 o 
dia 22 de agosto che 
90u a U5 32,8 i- 
1hões, reprs cntando 
54,35° do total pa 
g0. Em São Paulo,muf 
to embora não se con 
cen re o r iornúmero 
7 
do p 
., , ( . 	·- 
1 
Catarina, quxrt , 
com U$ 3,2 mil!e « 
l5, 35),Minas Gera' 
em quinto, com US$ 
2,4 ilhiw, (4,0<; ) . 
' ste valore tão 
O'l pr<'c:.1tôrio!'.l ln 
cluídos na 1oi do or 
çamento para paqamei 
to imediatos e ação 
cHv,•rnneJ, ~'.uitos don 
pagamentos foram fei 
tos através de acor­ 
dos nn Ju;,tlçn n1r0 
o INSS c os autores 
da ações, o que beno 
ficía ambas a par ::­ 
tcs e diminui o tc~­ 
po de tramitação dos 
processos judiciais. 
Bairros 
cm pról do ciclismo, ninguém teve o nfn­ 
guêm tcr5 a coragem de falar "bost0.irns" à 
teu respeito na minha frente, pois s~rnprc 
te defendi ,Sempre defendi as suas qualidades 
como desportista. 
A Nota Oficial da Diretoria da Liga, Pu 
blicada na Tribuna, contestando as tuas a­ 
firmações na Rádio Bela Vista, não te ofen 
deram e disseram apenas uma verdade mera 
mcntr. administrativa. 
t por atitudes dessa natureza que gozo 
do prestígio e do apoio de pessoas de bem 
da sociedade belavistense. Sei e sempre 
soube separar amizade pessoal de problemas 
administrativos, tanto que a alusao feita 
na nota oficial não teve resposta! 
~qui, crtico políticos pelas suas ar - 
tndes insensatas, pelas suas palhaçada 
nos palanques, mas elas encontr~Q eco jun­ 
to ao público, porque tenho uma norma e 
vida. Costumo transformar os meus crítico: 
em amigos fiéis, à partir do momento em que 
estes passam a me conhecer mais profunda - 
mente. 
Tenho o prazer de te incluir no meio de 
les. 
Mesmo aqueles mais "radicais" que fazem 
'tudo para me pegar, não encontram meios, - 
porque ADMJ!-TISTRO_ com coerência e com decen 
eia. 
As provas cisso já foram dadas de forma 
esinagadora e a cidade inteira reconhece. 
O recesso esportivo nesta época do ano 
já era previsto, pois o campeonato oficial 
só começa no mês de fevereiro, de acordo - 
com o calendário da federação! . 
Você é grande, cara! - SÓ você ainda 
não aprendeu a conhecer o teu valor! .. 
MEU ABRAÇO! ! ! ! ! ! ! ! ! ! 
Nossa Gente, Nossa Força. 
! 
1 
"Quero ser Deputado Estadual porque conheço profundamente 
OS'Problemas de Maio Grosso do Sul e tenho cerieza 
que poderei contribuir e muito para o desenvolvimento 
do nosso Estado. Conto com seu voto no dia,,_3 de outubro, 
para continuar com a política de modemíZação 
do nosso estado.· • 
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04,01 - SECRETARIA_M''1CTAt_D! "47F4 	' 10070712,02- Marutenis das A!Idades da eretarta 
0J000212.00#- Hanieção das Inffa@ da Seretarta J.1.2.0 .. "1t rfa de on,ums,,,·+·++·»·+··.··+·».,,3O,, 
1
•
1
•
2·º !tttf•rJul ~,,. Wn U:""o 	'>.000,00 }.1.1.l - keuneraio de ervlços ie calas....····+«..,M,, 
3.1.3,1- Remuneração de Serviços Pessoais..,,,,,+..,,,00,00 }.1.).2- Outres Servies Encaras......·····.....,,,.l5,000,0 
'.l.,2 - Outros Serviço e Encaros,,,......+.·....5,000,00 1O7)11.012 - Construo de Casas Populars 
.i .. 1.2.0 Equipamento o Matrfal Permanente,,o.«s,, 2 ooo oo 4.1.1.U - Mras e Imutalaçes,,,+.+··+···»»··+··o,,,,20,000,t 
' 05 .OI - 'iEC:RHAl'U •,•t, IC:l l'AI. Dr_$A1E • 	" 1055751.013 - Pav!rentaçãos, Dren l7• •• e O~,.,< u, ,,J •r,, nn J •, 
1)75021'2.o:w - Mt111ut,•n<;.do d:in Atlvld...tch.•!J da Sccn•tarla 'las. l'rb.1;""' b. 
J.1.1.1 • Pesso,il.Clv!J 	10.000,00 4.1.1.0 - tras e Insta!ações.....·····+··«+···+s..,,l0.000,0 
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3
,
2
,
5
,3- Salário Fa[1fa.,,«..·+.+..+.++.+o+»+.».+. 500 00 1 253 • S•Jár!o r,:,,{J!n 	so~•~" 
06.01 - sEcgr_rAyLA __1cIyL__pyr_yRgoço_soc1i "" 6jioi5.oíi -'i s i'' iiiá'ii4{''········... """ 
1
15070212.012 - M,1nutt'nçoo d.1a At!vldad~• da Sccretorla 4 J 5 1 A 1 - 1 
3 1 
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• • • - Pccsoal Civil.• .. • .. • - • • 	- ••• 17,000 00 15~74951.029 - Er.c3r;:os e/ Apo,cntildorl a< e PenrÓ~• • 
~-1.1.3. Obrigações l'atronal•-·••••••••••• .. ••••• -.500,Óo 3.2.5.l • ln:itlvos ...•.•.•..•....• _ ••. : 	IO.OOv,',fJ 
.1.
2
.o • MJterlal de Consurno 	5.000,00 1.2.5.2 - Pcnslcn!stJ _ 	2.000,/JO 
·s 	155444922,010- Contribuição ao Pa«p 
Miro.ãrn ti»mil ' se·e tc . ..se 
Art!o 3) - Este Decreto entrará em vigor, na data de sua pue 
: bllcaçao, revog;idas os disposições c:, contrário. 
BEL'. VlSTA-MS, )O l)C Ar.osro DE 1.994 
ABRAÃO AR.V.DA 7.ACAltl AS 
PR[ITlTO ~•:.-rcJPAL 
CALCl'Ul D~ TAXA Dr. l'CR!:''f''ITO 
BASE: JULl!0/94 
APLICAR A PARTIR o;: AGOST0/94 
1 - Arrecadac;o do JQ período X 1 Uanclro/Julho/9J) 
CRS 46.420.266,85 RS 16.860,09 
2 • Arrecadação do 2~ período X 1 (A~osto/Dczembro/93) 
CRS 183.706-0S0,55 RS 66.806.21 
3 - Arrecodação do 19 período X. 2 (Janelro/Julho/94) 
RS 704.634,37 
4 - Receita Prevista p,ra X 2 (Exerc!clo/94) 
CRS 423.805.000,00 RS 154.110,90 
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-~----- 
• 
1. 
WILSON QUER O DESEHYOLYINENTO AGRÍCOLA DE 
, .. r , 
' Em Bodoquena Wilson , volta a 
dei ender G,overno participativ~ 
o candidato ao gover- qualquer benefício execu 
no do Estado pela Frente tndo pelo Estado em ta - 
Popular, Wilson • Martins vor das famílias sul-mn­ 
reafirmou durnnte o comi togrossenses e dns inst! 
cio em Bodoquen.; que ira tuiçÕes- civis devem sur 
fazer uma administração uir de consultas feitas 
participativa cor ns ao próprio povo. "Já di~ 
prefeituras do inter:!.or se e reafirmo: quero fa­ 
e sob o respaldo popu- zer um governo co o po­ 
lar. "Nossa proposta e vo. 1' a nossa funçao a­ 
a mais democrática p~s- tende-lo", explicou Wil­ 
s{vel. Nossa intenção é son, ressaltando que não 
irá virar as costas para sua atuação em defesa - 
governar em parceria 
f i ninguém depois de elei - dos pequenos produtores 
17.2.%. •. 	·ao.««coco« 	e 
d Num" fala simples e cípio."Eu fui o respon= 	,7 V'l(fJ 
comentou Wilson, esta- ' 	h 
em Conson~ncin com os sável helo assentamento 	-;;:~<'( 
canelo a necessidade de 	u 	,, 	• , ~µ __ 
moradores de Bodoquena, de muitas famílias des- 	:;:::::::.--- fJ1' 
~~~ª:o:e::r~h:;e:into dos o candidato da Frente Po sa localidade. Do meu - 	....--:-::'.;Ç' Âr;1 ;J 
1 r disse Que Pretend-e empenho surgiu o assen- 	~ ºº /1/ ' 
executivos municipais ressr 	4l? Gl.± 	s 
executar obras voltadas tamento Canaã, que hoje 	- 
já que são eles os le- 	• d e· uma realidade". 
para a reversao e pro- 
#SE.""....± . VALORIZADO, SENVADO! ENERÁ 
Para Marisa, é preciso- investir na PRESl IA~ 180 SERVIÇO$ 
qualificação dos profissionais e.e #: :a 
~ização do profissional tender a demanda por P~ lorizá-lo, mas como forma tençÕes de votos em co­ 
r------~: é fator que acelera a me ra deficiência em suas de ter como contrapartida das as pesquisas já rea 
lhoria do aproveitamento inscalações". Conside - um serviço de qualidade, - lizadas, entende que e 
e da própria tiualidade - ra
nd
o ai
nd
a "injuSCOS" evitando que o contribuin- necessário promover cur 
do ensino, Marisa Serra- os repasses de recursos te passe pelos atuais cons sos é: formação, reci = 
no onpleta que O gover- para as prefeitu;as tranimentos. É um dos com clagem bem como concur- 
no deve acentuar aplica- "frente aos encargos prom!.ssos do candidato ao sos para a contratação 
çÕes em cursos de capac! que lhe e
st
ào se
nd0 
re- governo do Estado, Wilson de funcionários como 
tação e reciclagem, na - passados através do pr~ Martins, para logo apôs to forma de dotar o Estado 
implantac;.ão de bib~iote- cesso de municipaliza - mar posse em primeiro de= de pessoas qualificadas 
ca especialmente, para cão", Marisa conclui janeiro. "Entretanto, temos para dar ao contribuin­ 
que os professores pos- que a municipalização - consciência de que isso te o retorno que este - 
sam ampliar suas consul- da mere
nd
a deve ser vis não pode acontecer por mi- espera em atendimento. 
tas e seus conhecimen.- ta com prioridade e os lagre. Não podemos sair do Exemplo dessa preocu 
tos", bem como na aquis! municípios devem rece - caos e passar a um período pacão foi a criação e 
cão de equipamentos de - ber condiçÕes de afere- de realizações num passe - implantação, na sua ad­ 
pesquisa, "porque sem - - cer merenda escolar far de mágica". 	ministração• da academi 
pesquisa n?,o ha evoluçao ta e saudável aos a1u- A valorização que Wil- a de política que con­ 
no sistema • 	nos da escola pública• son Martins quer para o correu sobremaneira pa­ 
A educadora ressalta una vez que 
O 
fator al! servidor não se trata ape- ra a profissionalização 
a necessidade de dirigir menear participa acen " nas de pagamento de bons da segurança no Estado grossense. 
maior volume de recursos tuadamente dos resulta--- ------===---==....,===-------~~=====--=--- 
para que seja melhorada dos no aproveita 
a infra-estrutura das menta e, inclusive,= 
escolas públicas, uma nos estudos so- 
vez que 1!llÍ.tas .ielas "se-· bre a evasao es 
isi siirafe e Bordão Defendem Criação de Coopera. i 
gun que abastece acida 
de. "Vou trabnlhar na 
melhoria de qualidade - 
de água que vocês be­ 
bem", comentou o líder 
nas pesquisas fazendo - 
referência ao alto teor 
de calcário na região. 
Lembrando sua adminis - 
tração anterior,princi­ 
palmente no setor ogrã­ 
rio,Wilson falou sobre 
árta foram m n!fe tar 
«eu apolo ao l der foli­ 
do nas pequ!as pura o 
governo do Estado. Iva - 
B06say (PTB), parttdir!os 
do SC, al do pres!der­ 
tc do i'í-'L cunicipcd :o­ 
ram lembrados pelo ena - 
dor cou:o "de ;,r!:·e 1 rn ho- 
ra". 
Con[Jnnte no vitÚl'.in - 
ainda no prfeiro turno - 
Ilson Martins e at zou 
seu pronunciamento r~ cl 
mo doti problrmnr, locnin. 
Destacando a ngricul 
tura como safda vível - 
paro a resolução de difl­ 
. culdadcs que ntin~e o :u­ 
nlcÍpio, Wilson rcafl! 
l - 
sr!! cu 
' 	e o pro 
po: 	v não lo F- 
tado como fort de cor­ 
trIbu!r pura o urut 
to de alt rnativas que - 
absorva a o-de-bra - 
não qual!f1cara. "Ire0s 
reverter esua situaçao 
de instab!'!dade com Prg 
pontas que arantan em­ 
pregos para todas as ca­ 
teor!as". Os pescadores 
profi&Hionnih de Miranda 
responsáveis por boa par 
te da economia local 
também foram le brados - 
por Wlluon. Se~undo ele, 
nta - 
!do do a,rtcu!tara ·- o 
candtdate da !rente Popu 
lar 1r u que 1ri aper 
f foar a fn rg-trutu 
r exlrtent, Investtn to 
em melhor{as para o se­ 
tor, "po!are! o turl mo 
en Miranda de uma mane!­ 
ra deffnit!va", comentou 
V!lson, explicando que - 
irá colocar o munfc[pio 
na rota do desenvolvi n 
to e da modernização. 
propiciando melhores ser­ 
viços ã população. Coo o 
aperfeiçoamento do apara­ 
to policial, além da for­ 
mação dos homen~ que o 
compunham, foram prãtica­ 
mente sanados os proble - 
mas de violência que vol­ 
tarao a se registrar em 
governos posteriores.A 
quase totalidade dos setg 
res do funcionalis:oo foi 
contemplado coo cursos de 
formação e recic:Wgeo. As 
sim foi na Fazenda, Ad::i!= 
nistração,Meio Abferte,­ 
incluir.do-se a polícia - 
Florestal que desenvolveu 
trabalhos muito ::ais edu- 
cativos do que punitivos 
com objetivo de preservar 
a fauna e flora sul-o.ato- 
• 
Profê Marisa Serrano 
Para a professora e 
candidata a deputada fe­ 
deral pelo PMDB, Marisa 
Serrano, não basta O go­ 
verno do Estado acelerar 
os processos da democra 
tização e de municipal! 
zacão do ensino, sem que 
sejam feitos investimen­ 
tos mnis diretos sobre a 
qualificação do pessoal. 
Ponderando que a valo- 
Estimular a criação·­ 
de cooperativas entre os 
produtores rurais visan­ 
do promover o desenvolv! 
menta sustentado na rea­ 
lidade produtiva do Esta 
do. 
Essa é una das propos 
tas defendidas pelos Em= 
presários Dilso Sperafi­ 
co e Luiz Bordão, candi­ 
datos à Deputado Federal 
e Estadual, respectiva - 
mente. 
"A nossa região tem 
condições de produzir - 
com abundância a maté - 
ria-prima para movimen­ 
tar as nossas indústri­ 
as", explica Bordão. 
Ele diz ainda que 
tanto a produção de lei 
te e de mandioca, ass~ 
como o cultivo da erva­ 
mate e a pecuária, po - 
dem ser vistos como ati 
vidades cooperativadas. 
"A ma.ndioco produz fari 
nha, fécula, ração e o~ 
tros derivados. Com os 
"NÃO PODEMOS SAIR DO CAOS E PASSAR A UM 
PER!ODO DE REALIZAÇÕES NUM PASSE DE ÁGICA" 
incentivos de uoa cooper_! "Dilso Sperafico re -· 
tiva nesta área, teremos presenta o novo na pol!­ 
matéria-prillla para alientica. Suas idéias sobre 
tar uma indústria de gran industrialização do Esta 
de porte", fala Bordão. - do vão garantir .a· melho= 
' Luiz Bordão é proprie- ria da qualidade de vida 
tãrio do Supermercado Ban aos sul-matogrossenses", 
deirantes e~ Coronel Sap~ continua Luiz Bordão. 
caia (à 460km de Capo Para o candidato à De 
Grande) e faz aliança e - putado Federal, Dilso - 
leitora! com Dilso Spera- Speraf1co, a moderniza - 
fico por entender que o cão do S passa necessa­ 
Mato Grosso do Sul preci- riaente pela instalação 
sa de políticos novos e de agroindústrias. " 
com idéias cirrojadas. nossa vont:id.!, e traba - 
lharemos para isso, que 
os produtores rurais orga 
nize-se e cooperativas 
e que explore ao rãxiro 
o potencial econÕ::rlco do 
Estado. 
Como Deputado Federal 
podemos propor políticas 
que vise esta finalida 
de", fala Dilso Sperafi - 
co. 
EXEMP!.J.", ;;.s O, 50

1 I 
TEMPOS DE 
NOITE DO 
D proa do acontecido Cor 
Márcio, que and va amuado, C 
bibaixo pelo cantos, Julinha 
ficara mal na e!e, aporrinhan 
do a vida das empregadan. Paulo 
a aconselhara a nio perambular 
pela Fazenda. 
- Por aqui você vai encon 
trar ba ante d1verão,' e sair 
sozinha, está arriscada a ter 
uma surpresa. E nao é prá me 
nos, capou o homem. 
Julinha sorriu, Lembrava - se 
do caboclo. Pena, já não servi­ 
rfa para nada, coitada da mulher, 
coitada nada, estes ja não colo 
cariam filhos inferiores no mun 
<lo. 
Estavam os quatro reunidos 
na sala de janlur, Paulo manda­ 
ra preparar camarão e diversos 
tipoD de peJxa, convoruavam so­ 
bre amenidades, foi Jobinho que 
uugcriu: 
- Vomos dar uma volta, cacar 
uns animais? 
- f mesmo, está na hora de 
mostrur quem ó quem, aprontare­ 
mos algumas e voltamos para São 
Paulo, concordou Paulo. 
- Então vamos nos preparar , 
disse Rido. 
FOram para seus quartos, de­ 
pois de meia-hora se encontra - 
ram no hal da mansão. 
Jobinho e Rido trajavam cal­ 
ça jeans, com botas de cano lon 
go, apesar do calor, blusões de 
couro, na cabeça o boné com a 
suástica, portavam armas, cada 
um com um revólver 38, carrega­ 
vam também fios de aços e cor - 
rentes. 
Paulo, por sua vez, vestia - 
um macacão azul, nas mãos uma 
caixa, de alumínio, na cinta u­ 
ma faca comprida, fina. Juli 
nha, também de macacão, preto, 
todos os dois com os bonés. 
- Vamos pessoal, vamos à ca­ 
cada, falou Paulo. 
Sairam num jeep velho, ron - 
cando o motor, em direcão ao 
bordel da Mimi. 
Ao passarem pela casa de A­ 
riosto, deram vários disparos , 
nas janelas, de dentro da casa 
se ouviram gritos, correrias, o 
jeep sumiu na poeira. 
Jura, marido de Tininha, vi­ 
nha andando, lentamente, retor­ 
nava de uma visita feita ao com 
padre Matias, o jeep quase o 
atropelou, os jovens o xinga 
ram, ele saiu rápido da estra 
da. 
No Bordel da Mimi eles chega 
ram quebrando tudo, aos gritos 
expulsaram as mulheres, algumas 
nuas, botaram fogo na casa. Ju­ 
linha também ajudava, os quatro 
pareciam demônios. Depois do 
quebra-quebra e o incêndio, com 
as prostitutas apavoradas, aos 
gritos, em disparada pelas vie­ 
las e matagais existentes nas 
imediacões, os NAZI seguiram pa 
ra Roseira. 
Antes de chegar à cidade, en 
IRA... E ESPERANÇA 
1
1
ERROR 
cuntrar a Florir 
76 d, Dr)o, '0dos o 
dores na Pecanto, O tre 
ravam carona. 
Poenilda, uma malata, cheia 
de curv o, a cera al i r·r .. ~o 
m ROeira, filha de um carpin­ 
toiro; Floripes era gorda, ma1s 
cJ e 80 ki J o·, , ajudante de cosi - 
nha na Recanto o zé do Brejo 
mais de 1,80 dr, criolo. Fort, 
filho dn Vloripco. 
- Ollla n1 i, p :;r;oal, falou 
Rido, vamos dar um trato nu ne­ 
qada? 
- E pr5 j5, r spondcu Paulo, 
parando o jecp perto do trJ.o. 
- Carona? 
- Sim senhor, respondeu zó, 
mao parece que t<1 lotado. 
- C isso aí, enquanto Paulo 
conversava com ZÕ do Drejo, Ri­ 
do e Jobinho dcaceram do jecp. 
Rodearam por trás e sem o 
criolo perceber, foram se apro­ 
ximando, Floripes viu, mas não 
deu tempo para avisar o filho. 
Deram-lhe uma cacetada na cabe­ 
ca, não o derrubaram, ele se vi 
rou, levou outra e outra. EntãÕ 
caiu. As <luas mulheres grita 
ram. 
- Cala a boca sua negra, gri 
tou Julinha. 
- Amarra todo mundo, ordenou 
Paulo. 
As mulheres foram amarradas 
com cordas, Zé do Brejo, sangue 
escorrendo pelo rosto, também 
foi amarrado com o fio de aço. 
O que se seguiu é digno de 
um filme de terror, de sadismo, 
os NAZI descarregaram todo o 
ódio, as taras, em cima de suas 
vitimas indefesas. 
Eles foram encontrados na 
manhã seguinte pelo caminhão de 
leite, que saia de Roseira e 
percorria as Fazendas. O leitei 
ro, João de Deus, ao ver o esta 
do em que ficaram, chorou. Um 
homem forte, sofrido, cansado - 
de ver os abusos da vida, provo 
cados pelo bicho homem, não su­ 
portou: chorou. 
Foram levados para o Hospi - 
tal de Roseira, até os médicos 
se surpreenderam, uma carnifici 
na. Subreviveriam, mas as mar= 
cas ficariam para sempre. 
Foi Zé do Brejo que contou. 
As mulheres só choravam e gc 
miam. , 
1 
- 
Negro forte, resistente, a­ 
pesar do que sofrera nas mãos 
dos NAZI se recuperara rápido­ 
Depois de costurado e tapado os 
buracos, como ele dizia, rela - 
tou tudo aos policiais e aos a­ 
migos da Fazenda. 
- Levei uma bordoada, fiquei 
desmaiado por virias minutos , 
quando acordei o sangue molhava 
meu rosto, estava amarrado num 
pé de pau, vi também mãe e Rose 
nilda amarradas, uma ao lado da 
outra. Os mocas e a moça pare - 
ciam loucos, riam muito, tudo 
armado, até a moca, com uma fa- 
va, devagar, eu Jrit va, quanto 
r is gritava si la 
petava. A pie chorava e grita­ 
a, ali, sem poder fazer na 
da. Els judiaram muito d m.e, 
charavam ela de porca gorda . 
'udiaram mi ito da mãe. Roseni!­ 
da foi usada, de todas as for - 
nas, um depois outro. E queima­ 
ram os bicos dos seios dela. E 
queimaram a barriga, ela des 
ma iava, eles a acordavam com ta 
par; na cara. Judiaram muito de­ 
la. Picaram ali, mais de <luar; 
horas, no [inal de tudo, o que 
parecia o chefe deles (Paulo) - 
pegou a faca e desenhou essas 
coisas esquisitas na bunda e na 
harriga da gente (uma ::;u<1ntica). 
Disseram que era prá não esque­ 
cer, n6s tavn marcado''. 
o povo viu o avia o 
céu azu l s , • u ./ :1. , 
o NAZI para 5ao Paulo. 
De iram atras de t ras ros 
de ócl io, medo, revolta e dese - 
jo, de vingança. 
Mar inez, conversando com 
Rocha e Ferreira, disseram ape­ 
nas que os meninos exageraram - 
um pouco. 
(Continua na próxima Edição) 
•o MATO GROSSO DO SUL TEM UMA GRANDE 
F;:SPERANÇOSA E FORMIDÁVEL LIDERANÇA QUE 
E DILSO SPERAFICO. • 
7tua a«daua 7a+ta 
DILSO SPERAFICO ó candidato a 
Deputado Fodoral por ontonder quo 
todo cidadão tem uma função soe/ai 
e polftlca a cumprir pelo seu Pais. 
Honestidade, seriedade e 
competéncla são atributos quo D/LSO 
SPERAF/CO e WILSON MARTINS tém 
para oferecer ao povo sul 
matogrossense. 
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Saúde Bucal 
NOÇÕES INICIAIS DE MANUTENÇÃO 
Se voce imagina que a manutenção da Saú 
,10 Bucal nc inicia com o surqimento dos 
dentes-de-leite, etá enqanado, Na verdade 
nono cuidadon começam dcodo oo prJmciroo 
dias de vida com a amamentação no seio, há 
bito fundamental para o deacnvolvimonto 
cor-!l"oto dao outruturaG da boca. 
Quanto à dieta, a educação da criança - 
devo começar nessa fase. Evitar alimentos 
açucarados, dando preferência a alimentoo 
com pouco ou nenhum tipo de açúcar, que é 
o componente alimentar de maior potencial 
gerador do cáries. 
? 
Cvltc guloseimas! Seus dentes agradecem 
A higiene bucal também deve começar ce­ 
do-antes mesmo da erupção dos dentes-de­ 
leite-, com uma cuidadosa limpeza das gen­ 
givas. Com o nascimentos dos primeiros den 
tinhas, o ideal é que sua limpeza seja fei 
ta após a mamadas principalmente depois dã 
última. Utilizando-se para isso, de cotone 
tes, gaze ou até mesmo da pontinha da fral 
da. 	- 
S bom ressaltar que a higiene constitui 
a principal arma contra as bactéri·as que - 
habitam a boca e causam a cárie. A não-ob­ 
se:vância das medidas de higiene bucal, 
apos a mamada noturna, por exemplo, poderá 
acarretar a chamada cárie de mamadeira, 
A criança deve ser incentivada a prati­ 
car a higiene bucal-escovação e uso de fio 
dental. A supervisão dos pais é necessária 
porque, até a idade escolar, a coordenação 
motora é insuficiente para uma higiene per 
feita. 
Outra medida importante é procurar sa­ 
ber se a agua de abastecimento da cidade é 
fluoretada ou contém flúor natural. Em ca 
so negativo, é bom procurar um dentista ê 
solicitar orientação sobre a suplementação 
de flúor. 
Muito cuida 
do deve ser - 
dispensado com 
~--------~-------.Ja higiene dos 
primeiros den­ 
tes permanentes. 
Eles comec;,am a 
surgir por vol 
ta dos cinco : 
~ 
anos,em substi 
ti.tição aos den· 
tes-de-leite • 
àk.« o+G-., ] Mas, atenção - 
geralmente um 
ano depois,apa 
recem os primeiros molares permanentes·, nã 
parte posterior da boca, sem que sejam em 
substituiç_ão a dentes-de-lei te perdidos. 
Estas edidas ajudam a desenvolver 
os hábitos da higiene bucal na criança 
Conheça os Inimigos 
da Saúde Bucal 
PLACA BACTERIANA 
Camada aderente ao dente, formada por - 
bactérias vivas, mortas, saliva e residu­ 
os alimentares. Localiza-se em qualquer 
área do dente. É esbranquiçada ou amarela 
da, mas pode também ser acinzentada. - 
Qvndo a placa bacteriana não é removi­ 
da, pode causar a cárie através da desmine 
ralização. Pode também calcificar-se, por­ 
meio de processo químico, transformando-se 
em cálculo ou tártaro. 
CÃRIE 
Sua r.aracteristica é a desmineralização 
do dente. Isso ocorre cm decorrência das 
bactériau que habitam boca. Os resto; 
alimentares principalmente aqueles que con 
tém açúcar-, se forem deixados em contato 
prolongado comos dentes, criam condições - 
para o surgimento da cárie. 
DOENÇA PERIODONTAL, OU GENGIVAL 
Tem início com a ma higiene bucal , for 
mando a placa bacteriana, especialmente na 
junção dn gengiva com o dente. Caracteri­ 
za-se pelo avermelhamer,to e oangramcnto - 
da gengiva. 
A evolução da docnçr periodontal, na 
maioria das vezes sem dor, faz com que a 
gengiva se retraia, dentruindo o ligamento 
e o osso. Numa fase mais adiantada, ocorre 
a perda do dente. 
~ ~••o 
_-- 
I" 
placa bacterlal 
I - º 
calculo ou 
/- 
Inflamação e 
omprome t 1.mc n to 
' a d0s ligw,entos 
"+,posterior ob!!!­ 
h date e perda de 
_Me'- ' [entes) • 
·~ - Consulte periódicamente o dentista. 
Ele é o profissional capacitado para 
a orientação sobre sua saúde bucal. 
ESCOVACÃO E USO 
DO FIO DENTAL: FA(A 
A COISA CERTA 
Sempre escove os dentes após as refei­ 
ções. Na escovação, as cerdas devem estar 
posicio·nadas num â.,gulo de 45 araus em re­ 
lação aos dentes. O mais correto é friccio 
nar a escova, faz..lo com que as cerdas pê 
netrem entre os dentes e a gengiva - 
use o fio der.tal após as refei 
ções. Ele remove a placa que se forma en­ 
tre os dentes. O movimento correto é colo­ 
car o fio entre os doi dentes, deslizando 
até o fundo da gengiva pela lateral de um 
dos dentes, voltando pela lateral do outro 
dente. 
..... 
Importante 
ITENÇ 
No entanto, a maior 
responsabilidade %. 
sua. Voce precisa fa-_) 
zera higiene bucal 4 
se~pre ap~s_as prt-r.i~~)'fc? 
pais refeições, para - , 
evitar a formação d ) 
placa bacteriana. 
- 
Senão 
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' Í -.:; 
' 
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••• em pouco tempo,a placa se 
transforma em tártaro, que sg 
97@%s "z° °Ai-s roas+ire 
1-a> 	,,@ 
E.la pode~ m desminera- ~ 
lizar o dente, iniciando a 
O 
 e. 
cárie. ({J: ~•,·,;, 
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