, 
O/AR/O REGIONAL 
- 
/!.O: '/'2. 10: 1.540 
ABRAÃO· 
io FUJO DM RESPONSABILIDADE 
ler edito na Justiça!~ 
-------- 
06 E SETEMBRO DE 1.994 
TERÇA-FEIRA 
1VALDO 
J 
Prefeito Municipal lbraão Zacarias 
Nossa rcportngem, n - 
põs a repercussiio da no­ 
tfcia publicada no Diá - 
rio Oficial de que o Prc 
feito Abraiio Zacarias cs 
tnria condenado pelo Tri 
bunal de Contas, por ir: 
regularidades na aplica- 
Abordado, prlnclrnmcn 
• te sobre as acusações do 
ncputndo Wald1r NevcG no 
palanque do Comício dd 
Cnrnvnna "llniiio c Trnba­ 
lho", o Prefeito clccla - 
1 
rou que não gostnrla de 
'responde-las pois já ha- 
1 via recebido pedido de 
desculpas de virtos líde 
res, que demonstrnram 
constrngimento pelo com­ 
portamento mal educado 
e anti ético do candida­ 
to cio PP e que em momen- 
} to algum estranhou esse 
l comportamento, pois ja 
conhece o Deputado de 
l outras campanhas eleito­ 
r a is e por isso não es - 
tranha o seu modo de fa­ 
zer política de palan 
que. 
Abreào, comunicou a 
nossa reportagem que fo1 
procurado pelo candid~•o 
çào de verbas publicadas 
na sua gestão anterior , 
procurou-o no seu Cabine 
te, buscando se informa~ 
mais profundamente, por 
julgar ser este o verda­ 
deiro papel da imprcn- 
Ary Klgo, Knchld Salda - 
nha Perzi e pelo prciprlo 
crndidato Lcvy Dias 
para lhe manifcstaren 
o seu repúdio as 
acusações inconsequentes 
do seu companheiro de Co 
lig.açào e manifestaram: 
se - com pedidos de cxcu 
sas pelo ocorrido - con 
tririos à esse tipo de 
ação política, 
Com relação ãs acusa­ 
ções de peculato, o Pre­ 
feito Municipal declarou 
se sumamente sentido com 
o problema, mas que ele 
mesmo já havia sido "ad­ 
vertido pelo Governador 
PEdro Pedrossian" de que 
eEsa questão poderia ser 
lEvantada no perícido e - 
litoral. Abraão, teria 
irfonnado ao Governador 
que havia desviado recur 
scs para dar atendimento 
a outra obra que isto 
poderia significar a pri 
tfca de erro administra­ 
tivo, nas que "Jants lhe 
caberia a pena de peculg 
to, pois em momento al - 
gum utilizou-se de rccur 
sos públicos e□bcneff: 
cio prpro!". O remane­ 
Jacentc utilizado recaiu 
cm cima da necessidade - 
de obras públicas e não 
existe neste País adci - 
nistrador que nno faca 
uso dessas noras. 
"O sensacionalismo 
que alguns adversários , 
que foram refugados nas 
urnas pelos eleitores 
estão tentando fazer em 
cima do assunto é 
manobra eleitoral, 
pura 
pois 
se houvesse verdade, o 
problema Jâ teria sido 
levantado há muito tem - 
po, pois o fato foi ocor 
r!do na minha administra 
çio anterior e contf - 
nua: "enquanto os 'peque 
nos' e agitam em revan- 
chlrc:Ob or, gr:rnd1•" ,, - / 
tão Juntos, movidos pe -' 
los mats salutares propô( 
sitos. 	) 
Este, por exemplo , 
foi o que ocorreu há 
pcucos d1as, quando rece 
bi a visita de todos os 
membros da Colig,,çâo con 
trária ã minha opção e - 
leitorall" 
- Xào fujo da respon­ 
sabilidade, pois acredi­ 
to na Justiça! .. 
Se houve erro adoini~ 
tratlvo, pago pelo erro 
com a consciência tran - 
quila de que não serei o 
brigado "a devolver abso 
lutamente nada aos co 
fr s públicos, visto que 
não pratiquei peculato!" 
REATIVADO O INTERACT EM BEL STA 
sa. 
 
Ex-Ministro da Fazenda Rubens Ricúpero 
Leia as declaracões na Pá ina - 03 
- 
1 
~i~:rERACT Club de Bela Vista está sendo reativado com a participacão de aproximadamente 20 novos so 
(MATt:RlA NA PÃGTNA - 08) 
,. 
J 
.. 
1 
1 
) 
__..,.,., 
- --- 
º 102 RC tkc foi escolhido para encerrar as despedidas do General l.ima 
~=ndo da 4::! Brigada C Mcc - Brigada "Guaicurus" 
do 
General Lima despede-se 
do 10: RC Mec 
O General de Brigada 
Sérgio Pedro Coelho Li - 
ma, Comandante da 4ª Bri 
gada de Cavalaria Mecani 
zada - "Brigada Guaicu = 
rus" - que estã sendo 
transferido para a Capi- 
tal Federal - Brasília - 
encerrou as suas despedi 
das das Unidades Milita= 
re.s Integrantes da 4~ 
Brigada, neste Ültimo sã 
.bado, em visita Oficial 
ao IOg RC Me - Regimento 
Antonio João - onde ini­ 
ciou sua carreira Mili - 
tar nos idos de 1960 
quando aqui chegou como 
Aspirante à Oficial. 
P:igina - 05 
C I R 'O G ,O M E S 
É O NOVO MINISTRO 
Pá ina - 0.3 j

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4510 
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Tribuna da Fronteira rosoo • 
H DIRio REGIMAl, ?0/	02/1972 
DIRETOR-REDATOR CHEFE: Iva.ldo Pereira 	EXEMPLAR: R$ O, 5 O 
GERENTE COMERCIAL: Maria Este.ln Ve!.ásques Pereira 
SECRETÃRIO n,; REDAÇÃO: Ubaldino Rodrigues ASSINATURAS: 
REPORTAGENS: Joio Carlos Velásquez, Lndté Ãvalo e SEMESTRAL: R$ 45,00 
Fi.anino de Barros 	ANUAL· R$ 9 O , O O 
REDAÇÃO, DEPARTAMENTO COMERCIAL E PARQUE GRÃFICO: * OS ORIG!NAIS EN _ 
Avenida Triebuna da Fro:,teira,564 - CAIXA ?OSTAL - VlADOS li. REDAÇÃO NÃO 
23 - FONE: (067) 439- I410- PELA VISTA - HS SERÃO IJEVOLVLl)OS. OS 
F 	ARTIGOS ASSINADOS NÃO 
SUCURSAIS: Jardir, Po:-to Murtinho, Antonlo JoÕo, REF1.E'TD': NECESSARIAMEN 
llrinito, Caracol, Carpo Grade e Correspondentes TE , OPH,...IÃO DO .JORNAL 
e Brasília e Sao Paulo 	J 
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DST(FAZEMOS A BASE DE TROCA) DST 
RUA JOÃO NUNES, 200 	CEP:79',910-000 	"ACREDITANDO NO HOMEM DO CAMPO"

fora muito espeta] os 
lealdade que me l{a ao 	co, 
Meus cotent ar[os pesoafs obre o 
feito do Plano Real n elefçóe e obre a cober- 
tura do Plano pelos zelos de corunfcação no for 
mal do que Impressões superffcfafs, Eles carece 
de qualquer base concreta que os possam fustffi- 
car, a nio er pela ansociaçio Inevitável que se - 
tem feito entre a cu!!datura do meu antecessor no 
MInfstérfo da Fazenda e o Plano Real, em razio d 
o senador Fernando Henrique Cardoso ter sfdo o !­ 
dealizador e o executor Inicial do programa de es­ 
tob1 li zoção. 
Ae minhas frnquczn:i não podem prejudicar o que 
é o mais importanti, neste mor.:ento, que é o êxito - 
do Plano Real. 
são Paulo- f a seu!nte a Integra da declara­ 
ção do ex-mInftro Rubens Rfcúpero lida ontem: 
"pntreuei na tarde de sábado ao Presidente I­ 
tn11.1r I· rnnco Jlll'll ped ldo de dispensa do curgo de 
}l!nbtro da Í'll;(C'llda. Se l que devo uma explicnçiio 
ao brasileiros que me honraram com u suo confion 
ça 
Nn noite da última qufntu-fclra, umu conversa 
de cor~ter lntcirnmcntc particular que eu mantf - 
.. nhu com o Jornnlli;tn Carlos Monforte fel levada 
ao ar em o meu conhecimento ou consentimento.Fui 
vítima de uma falho eletrônica, 
Aguardava o momento de começar a vigés!ma 
qulnta entrevista daquele dia em que o real com­ 
pletavn dois meses. Estnva exausto, Enquanto espe 
rava que fossem snnndos problemas técnicos do e­ 
missora, tive uma conversa Infoml com uma pessoa 
a que estou ligado por laços de parentesco e anti 
ga convivência. Todos entendem que conversas des- 
se tipo nem sempre se orientam pela exatidão dos 
conceitos ou pelo cuidndo na apresentação dos ar­ 
gumentos. 
Todos sobem também que, ao longo dos últimos - 
meses, vinham-me dedicando com grande esforço i - 
quela parte da minha tarefa que julgava ser a mais 
importante: a di'-(.ulgacão do Plano Real e o traba­ 
lho de ln[onnar e orientar a populaçiio sobre as mu 
danças na economia. Nessa verdadeira maratona que 
Incluiu muitas viagens pelo pais e um sem-número - 
de conferências, palestras e entrevistas, fui pro­ 
vavelmente vítima, além do cansaço físico, de um 
processo cm que a excessiva exposição à mídia e ao 
calor popular inflaram minha vaidade. 
Assumo· inteira responsabilidade por aquele mo­ 
mento de frnqucza que me levou a dizer palavras 
que não refletem o que penso ou o que sinto. Em al 
guns daqueles comentários nem eu mesmo me reconhe­ 
ço. Posso ter dito coisas irrefletidas mas estou 
seguro de que, na minha gestão, não fiz nada de er 
rado. 
Sem querer justificar o injustificivel, repudio 
os trechos da conversa em que deixou transparecer 
uma opinião vaidosa e arrogante sobre mim e sobre 
o meu trabalho à frente do Ministério da Fazenda. 
Não é esse o comportamento que semrpe tive, nao 
é essa a minha regra de conduta. 
Ao contrário do que o apoio popular sugere, sou 
um ser humano corno qualquer outro, com as mesmas 
limitações e defeitos, com os seus momentos de fra 
queza. 
E por isso mesmo, não hesito em pedir desculpas 
quando erro. Faço-o agora, por tudo o que possa 
ter decepcionado quem quer que seja. Faço-o, tam­ 
bém, pela referência aos empresârios brasileiros_: 
ao generalizar comportamentos individuais que ja 
havia condenado. 
Não posso deixar de explicar algumas passagens 
da conversa tornada pública. Minhas palavras, pela 
J:>.aneira confusa e entrecortada com que ficaram re­ 
gistradas, estão se prestando a interpretações_ e ~ 
cusacôes precipitadas. 
Sei que provoquei um choque quando disse que 
não teria escrúpulos em mostrar o que é bom e es­ 
conder 
O que é ruim. Do que estava falando? Estava 
simplesmente me referindo à conveniência de divul­ 
gar, a cada semana, o IPC-r. Contrariamente a uma 
Visão técnica não hesitaria em divulgar os índi - 
ces semanais ~e isto servisse ao propôsito de man­ 
ter a tendência de baixa dos preços. Tinha plena - 
convicção de que, caso não mostrasse a tendencia - 
fortemente declinante da inflaçao, conforme indic~ 
vam todos os demais índices, estaríamos dando muni 
cão para aumentos preventivos de preços, com base 
que na verdade não existiu. Tinha em mente o caso 
de algumas empresas denunciadas ao Ministério da 
Fazenda por tentarem antecipar aumentos de preços 
antes mesmo da divulgaçao oficial do IPC-r de agos 
to, 
Mesmo considerando que a primeira acepção da pa 
lavra "!'scrúpulos" é "hesitaçã~ ou dúvida de cons­ 
ciência", sem qualquer conotaçao moral, compreendo 
que a frase em que usei a palavra, citada fora de 
.. contexto e sem o explicação dado por esse pano de 
• fundo tenho causado,surpreso e consternoçao. 
E nenhu momento, renti à população. E nenhum 
1:!0mento, escondi inforr.~çÕcs. Em nenhum momento, - 
deixei de □e condllzir de acordo com princípios êti_ 
ccs e religiosos que sempre pautara ninha vida 
AS PRINCIPAIS FRASES DO MINI .,,. 
As principais declarações de Rfcüpero na conver 
sa com o jornalista Carlos Monforte:· 
e r ! i r 
i lJ 
tI " 
dos proce 
por dar - 
expctat!- 
"Há uma tese, também um grupo que disse que o 
lilGE é um covil do PT. Eu não sei se é verdade,mas 
tem gente que está convencida disso: O pessoal diz 
que não, tal. O pessoal aqui é meio ingênuo". 
"Eu te dou primazia [na divulgação da prévia - 
do IPC-r de setembro]. Tenho que conversar com e­ 
les senão, ·eles me matam. Esse pessoal tem toda a­ 
quela corporação de economistas. e um troco compl! 
cado. Depois vão dizer, pô, você proibiu da vez an 
terior que era ruim, agora que é bom. E no fundo • 
é isso. Eu não tenho escrúpulos, Eu acho que eles 
fizeram o que é bom e a gente faturo, se é ruim •• ~ 
"Para mostrar absoluta isenção, eu dou um cace­ 
te neles [no PSDD]. 
CIRO G 
E O NOVO 
FORTALEZA - O Go 
vernador do Ceará,= 
Ciro Gomes, ocupará 
o Ministério da Fa­ 
zenda, em substitui 
cão a Rubens Ricüp@ 
ro, que pediu domis 
sao no último sába= 
do. Ciro Gomes acei 
teu imediatamente o 
convite feito no i­ 
nício da tarde de - 
sábado pelo Presi - 
dente da República, 
Itamar Franco, e lo 
go após, durante u­ 
ma entrevista cole­ 
tiva à imprensa,pro 
meteu que o Plano= 
Real terá continui­ 
dade. Itamar Franco 
explicou a um polí­ 
tico amigo que esco 
lheu o governadorpa 
ra o lugar de Ricú= 
pero "para que não 
reste nenhuma dúvi­ 
da sobre a continui 
ti# tttt#tttttkittkt 
dade do Plano Real". 
Segundo o Presidente, 
n ia para i 
±uf por v 
bllco, por x,ere 
tos e op!nu 
d{mentu rra'!clona! 
falsas esperança 
vas descabidas, 
f? 
;.:i 
L.:::J 
Ciro Gomes "Está ab­ 
solut.-:mente conpro- 
OHA TV 
Toda vez que tfver um troço desses eu dou um ca 
cete, porque senão ffcan questionando a minha fen 
cio. A infca forma que eu posso provar o meu d!s - 
tancfanento político do PSDB é crit!car o PS!lll". 
"Sem ser presençoso ele Fernando Henrique 
Cardoso] precfsa mais de mim do que eu dele.Muitas 
das pessoas que me escrevem estão d!zendo que vão 
votar nele por causa disso. Aliás, ele +ale disso, 
o grande eleitor dele hoje sou cu. Por execplo, p~ 
ra a Rede Globo foi um achado, Porque ela em vez, 
de terem que dar apofo ostensivo a ele botam a mim 
no ar e ninguén pode dizer nada. Aora o PT, está 
crescendo, mas não pode porque eu estou o tempo to 
do no ar. 
Eu ouço multa ge~te dizer que nao votaria 
por causa do PFL, vai votar por .causa 
mim". 
nele 
de 
O G,_,vernador do Ceará, Ciro Gomes, é o novo Ministro da Fazenda 
metido com o Real" ,e is 
so deve tranquilizar o· 
mercado. 
GRÃFICA E EDI".roRA 
APA 
TEMOS: 
Cartões de Visi - 
tas, Casamentos, Ani 
versários. 
Talões de tones 
os tipos, Impressos 
em alto relevo. 
Av. Tribuna da Fron­ 
teira,564 
FONE: 439 - 1410 
Bela Vista-MS 
****'****** *** ***"'******* 
•o MATO GROSSO DO SUL TEM UMA GRANDE, 
ESPERANÇOSA E FORMIDÁVEL LIDERANÇA QUE 
E DILSO SPERAFICO. • • 
• 	'J//«-444 ~ ?H.uü.u. 
l 
1 
I 
DILSO SPERAF/CO é candidato a 
Deputado Federal por entender que 
todo cidadão tem uma função social 
e política a cumprir pelo seu Pais. 
• Honeslidade, seriedade e 
competência são atributos que DILSO 
SPERAF/CO e WILSON MARTINS têm 
para oferecer ao povo sul 
matogrossense. 
Pg/e co iisi@ 
FRENTE POPULAR - PMD

Prefeitura Municipal de Caracol MS 
BALANCEIE FINANCEIRO DO MÊS DE JULHO DE 1994 
i; 
RECEITA: CORE!IES 
keeft Tr fhutir La 
kecefta Patrfmonfal 
Transferências Corrente+ 
Outra Receltas Correntes 
28.097,37 26.312,80 
98, 4,00 
168.934,14 59.698,45 
2.044,9 418,58 
#E a 
[DFSPESA ORÇAMENTÁRIA 
54.410,2i01 - Leis!at! 4 
902,58 0J - Mdr[nitração e Plane]a 
228.652,59 08 Educação e Cultura 
2.63,56 I0 Hab!tação e Vrbanto 
l3 Saúde e Saneamento 
I6 - Trans orte 
e 	,() 
RECEITAS DE CAPITAL. 
Operações de Crédito 
Alienação de Bens 
Transferências de Capital 
199.995,07 .43),92 286.428,99 
61,82 
12.458,0} 11.16),97 
SOMA 
RECEITA EXTRA-ORÇAMENTÁRIA 
Despesas à Pagar (Contrapartida) 
INSS 
Telems 
Convênio LBA 
SOMA 
SALDO EXERC!CIO ANTERIOR 
Caixa 
lluncos Conto Movimento 
Banco Conta Vinculada 
nto 
12.519,85 11.163,97 23.683,82 
162.858,67 78.976,12 241.834,79 
3.518,26 1. 755,90 5.274,16 
1.699,80 650,59 2.350,39 
326,70 148,14 474,84 
168.40J,4J 81.530,75 249.934,18 
TOTAL GERAL 
SALDO PARA MES SEGUINTE 
1,48 1,48 Caixa 	2,36 386,16 
500,60 500,60 Bancos Conta Movimento 	10.892,40 32.568,31 
1.168,50 1.168,50 1.670,58 Bancos Conta Vinculada 	19.342,75 9. 7 l 5, 7 5 42.670,22 
382.588,93 561.717,57 	TOTAL GERAL 382.588,93 56í.77.57 
PREFEITURA MUNICIPAL DE CARACOL, MATO GROSSO DO SUL., 29 DE JULHO DE 1.994 
Juvlno Godoy - Prefeito Municipal 	Hudson Alves Cardoso - Contador 	Carlos Roberto Hesporte - Tesoureiro 
SUPERINTENDENCIA. NACIONAL DO ABASTECIMENTO - SUNAB/DEHS - DEPARTAMENTO DE PESQUISAS E ESTIJDOS DE MERCADOS - DEP.EX - DELEGACIA REGIONAL DE MS 
Pesquisas de Preços nos Mercados de Caracol MS 
SUPERER. MERCADO NOVO MERCADO MERCEARIA ATAC. COMERCIAL 
PRODUTOS 
TIKBIRI CAAACDL MERCADO PAINEIRA IIARAAOOS CARANJJÃ LIMA 
Arroz L. Fino l 5kg 
Tio João 	4.88 4.00 5.27 
Diversas Marcas J.40 3.60 4.00 4.00 4.61 3.0J J. 73 
Arroz L. Fino 2 5kg 
Tio Leutêrio 
Diversas Marcas 3. 10 3.15 3.20 3.44 2.43 3.44 
Fe 1Jão Pct 1kg 
Carioquinha 1. 20 1.35 1.05 1. 16 1. 20 0.98 1. 15 
Preto 	1. 35 1. 30 1.49 	.90 1.40 
Fubá de Hilho Pctlkg 
Bem Bom 
Diversas Marcas 0.30 0.55 0.55 0.28 0.32 0.24 0.27 
Farinha de Trigo 1kg 
Especial Ideal 0.48 0.53 0.58 0.58 0.54 0.52 
Diversas Marcas 0.53 0.48 0.70 0.47 0.49 
Far. de Mandioca Ikg 
' 
Bem Bom 	0.40 
Diversas Marcas 0.50 0.44 0.54 o. 72 0.50 0.55 
Massas Pacote 500g 
C/ovos Todeschini 	0.62 
C/ovos Div. Marcas 0.50 0.58 
/Sem Todeschini 	0.90 
e/Sem. Div. Marcas 0.42 0.43 0.67 0.60 0.69 0.47 0.58 
Açúcar Cristal 2kg 
Cristalçúcar 	1.15 1.05 
Diversas Marcas 1.00 1.00 1.13 1.10 0.93 1.05 
Acücar Refinado 1kg 
União 	0.79 1. 15 0.90 0.80 
Diversas Marcas 0.79 0.95 
Café em P6 Pact.50Og 
Rincão 
Brasileiro J.50 J.66 3.34 J.35 J.40 3.50 
Diversas Marcas J.47 3.66 	J.20 J.40 
Amido de Hilho 500g 
Maizena 	0.88 0.89 l. 70 1.45 0.53 1. 14 
Arisco 	1. 95 
Achocolatados 400g 
Nescau 500gr 1. 79 2.00 2.18 1.49 1.62 2.or._ 
Quik 	1.90 	1.92 
Leite em Pó 400g 
Instantâneo Ninho 2.95 3.10 2.85 2.86 3.20 2.46 J.12 
Inst. Glór±a JOOg 3.20 2.59 2.49 2.17 
Integral Ninho 454g 
Õleo de Soja 900ml 
Soya 	0.90 o.as 0.90 0.95 1.00 o. 77 
Diversas Marcas 	0.85 0.95 	0.95 
Sal Ikg 
Cisne 	1.16 	0.31 
Diversas Marcas O.JO 0.31 0.29 0.40 0.65 0.28 0.35 
Margarina Cremosa500 
Doriana 	l.JO 
Delícia 	l.JO 0.95 
Diversas Marcas 	1. 27 0.79 
Sardinha Conserva135 
Coqueiro 	0.80 
Diversas Marcas 	0.70 0.57 	D.50 0.57 
Biscoitos pact. 200g 
c. Cracker - Tostines 0.60 0.58 
c. Cracker - S. Luiz 	0.43 0.65 
e. Cracker - D.Marcas 0.52 
Ext. de Toate 370g 
Elefante - CICA 	. 
A.risco/Spagheto 	0.85 
Diversas Marcas 1.00 	0.85 0.60 0.94 
(PESQUISA Rf.:Al.lZADA D4 lO DE AGOS'll) DE 1.994) 
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Jurema 	0.45 1 
Castelo 0.68 	0.60 	0.62 
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Sempre/Livre S/S 3. 10 2.20 l. 79 2. 16 1 0.95 1 54 
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Sublime 1. 10 	1 
Camélia 	0.79 
Deterg. em Pó Cxl!t 
Omo 	2.40 2.75 2.88 2.40 2.54 1.83 2 40 
Minerva 2.10 2.30 2.30 	1 1.60 2 ?4 
Diversas Marcas 1.95 1.45 2.13 2.20 1 1 
Sabão em Pedra l!tg 	1 
Minerva 
Espumante 
Brilhante 	l.21 
Deterg. Lía. 500ml. 	1 
Minerva 0.35 0.43 0.41 0.43 0 35 ) 57 
Limpol 	0.50 0.40 0.5 	0 3 
Diversas Marcas O.JS 0.66 0.38 
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e e 
) G tora! 'riqa)a Sérgio Pdro Coo - 
ho iama, o ndante da 0 Brigada do Cava 
ri± Mt nizla "Brigada uicuru" - que e 
endo 'ran,ferido pata a Capital Federal - 
traí!ia - encerrou a uan denpdida, da, 
Unidades Militares Inograntes da 48 Briga 
da, ne.te)timo ábado, em viita oficial 
o 100 RC Mec - Reqimen o Antonio João 
onde iniciou sua carreira Militar nos idos 
de 1960, quando aqui chegou como Aspirante 
oficial. 
para homepajear o General Lima e marcar 
suas despedidas d 4 Briqada de Cavalaria 
Mecanizada, o lOll RC Mec organizou uma so­ 
Jcnic:L de militar no ueu piítco tio For.mutu - 
roo, ~s 11:00 hor.au, que fol marcada pclon 
pronunciamentos do Trnen·c Coronel Edoon 
Souza Rodr iques - Comandante do Reg imcnto 
Antonio João - e pela mcnuagem do agradeci 
mento e reconhecimento à importância que a 
Unidade Militar de Bela Viuta teve para a 
carreira do General s6rgio Pedro Coelho Li 
ma, conforme suas próprias palavras. Apó 
a apresentação <ln tropa, feita pelo Sub-Co 
mandante <lo 100 RC Mec - Major Tabalipa - 
a solenidade foia bertu com o pronunclamen 
lo do Comandante do 100 RC Mco - 'Tenente - 
Coronel Edson Souza Rodrigues. 
Tenente Coronel 
Rodrigues 
"Em nome de todos os integrantes do Re­ 
gimento Antonio João, gostaria de aprovei­ 
tar essa oportunidade que V. Excia. nos vi 
sita, encerrando o ciclo de despedidas das 
Unidades integrantes da Brigada "Guaicu 
rus", para agradecer ao General Lima todas 
as demonstrações de apreço e camaradagem - 
que o Comando da 40 Brigada teve para com 
essa unidade. Hoje de manhã, ao dirigir-me 
à tropa, falei sobre as tradições dessa u­ 
nidade, sobre o papel histórico que ela 
tem e que nós somos apenas integrantes do 
efetivo de hoje do Regimento, não temos o 
direito de macular esse passado, pois a po 
sição do Regimento é uma só, de destaque no 
conceito das Unidades Militares de Mato 
Grosso do Sul e assim terá que ser para o 
todo e sempre. 
Tcia. olic ' 
Posto", Foram a 
109 RC Mc - T nen 
J odr .i 'jUt • . 
General Lima 
E,tas foram as palavra do General de 
Brigada Sérqio Pedro Coelho Lima, na ol - 
nidade de despedida do 1 00 RC Mec do Co­ 
mando da 4a Brigada de Cavalaria Mec niza­ 
da: 
"Cor.1 um misto de a isfaço e tristeza. 
compareço boje nesta olenidade para reali 
zar nu minhas dcupedid.:io a·eota tr..:idicio - 
nal unidade. Satisfação por poder mais uma 
vez retornar ii. este aquartelamento, de pro 
põnito deixei para finalizar as minhas dey 
pedidas no 100 AC Mec, Unidade que marcou 
e marca a minha carreira. Lembro-me como 
se fosse hoje a minha chegada ii. Bela Vis - 
tu, no dia 08 de Fevcrniro de 1960, descen 
do do ônibus, uma jardineira, cm frente ao 
Quartel, ali defronte a Igreja Matriz, com 
uma mola na mão, fardado de Aspirante. 
A Solenidade de despedida do General 
Sérgio Pedro Coelho Lima, do 100 Regiment0 
de Cavalaria Mecanizada, foi encerrada cot 
o desfile da tropa em continência ao Comon 
• dante da 4'1 Brigada. 
O General Lima passa o comando da 40 
Brigada na próxima sexta-feira, dia 09 de 
Setembro, ao General d Brigada Sylvio Lu­ 
cas da Gama Imbuzeiro, em solenidade a ser 
realizada no Comando do 4a Brigada C Mec. 
em Dourados-MS. 
(Fotos e Reportagem: Ubaldino Rodrigues) 
-' 
Aqui começava eu a forjar a minha Car - 
reira Militar. Devo muito do que aprendi à 
este Regimento, naqueles cinco primeiros a 
nos de Oficial, pois aqui permaneci até Fe 
vereiro de 1965, quando sai 10 Tenente pa~ 
ra fazer o Curso da Escola de Material Bé­ 
lico. Mas os laços que me uniram e me unem 
à esta cidade fizeram com que aqui voltas­ 
se todos os anos, mesmo de férias, para re 
ver familiares. Nunca deixei nessas vindas 
de visitar, como dizia e digo, o meu Regi­ 
mento. 
O que mais me alegrava e me alegra quan 
do venho à Bela Vista, ou mesmo em outras­ 
cidades, em outros locais deste Estado e 
mesmo fora, é quando encontro meus ex-sol­ 
dados, muitos deles ex-soldados do meu Pe­ 
lotão de Aspirante,, os meus ex-Graduados e 
ex-Oficiais. É o sentimento de amizade, é 
Comandante do 100 RC Mec - Tenente Coro o sentimento- do dever cumprido, é o senti­ 
nel Edson Souza Rodrigues, agradeceu ao Ge ,ento de gratidão, por tudo aquilo que a­ 
neral Lima todas as demonstraçoes de apre- çrendi e pelo que pude transmitir. Feliz - 
~o e camaradagem que teve para com a Unida mente esse resultado que nós temos, com to 
.!!_e Militar de Bela vista 	da sinceridade, faz parte do que é dedica­ 
do, este é o maior reconhecimento para o 
velho soldado, é o reconhecimento do subor 
dinado, graças a Deus eu me sinto muito e 
liz em ter esse reconhecimento. - 
__ ,..., 
Convido v. Excia. para retornar o seu 
pensamento aos idos de 1960, quando aqui 
chegou como Aspirante , egresso da AMAM , 
Para iniciar a sua vida Militar. Partic1 - 
Pando juntamente conosco dessa formatura. , 
na cidade que o sr. escolheu para formar a 
sua• família, formar os seus laços de amiza 
des mais sinceros.e mais fortes, desejamos 
que 
O 
sr. guarde desta cidade, deste chão, 
as s tas recordações, seja em Brasi- 
mais gra 	• f • • t 
lia para onde o General Lima :o1 movmenta 
do, seja em qualquer rincão desse Brasil 
em que a carreira possa destina-lo. O ~eg~ 
mento Antonio João agradece a presença de 
V. Excia, como prova de reconhecimento e 
apreço à unidade que lhe acolheu JOve~ as-_ 
pirante, que lhe acolheu como Comandante 
de Unidade e lhe acolhe como_~oma~dante da 
Brigada "Guaicurus". Desejamos ·à V. 
.F/ 
General Sérgio Pedro Coelho Lima, que - 
finalizou suas despedidas da 4a Brigada no 
100 RC Mec de Bela Vista 
Cada vez que passo por esse portão das 
armas, meu coração pulsa como se estivesse 
,chegando quando aspirante, a satisfação 
que sinto em todas as formaturas, muitas 
vezes, como hoje me emocionam, me fazem • 
pensar com a mesma vibração, na c~Õção do 
,Regimento, isto não-esquecerei nunca, faz' 
parte da minha vida. Quis o destino que ao· 
ser promovido a General, viesse comandar - 
esta brigada, onde já havia servido por ou 
tras vezes, a 40 Brigada de Cavalaria. - 
Pude então manter novamente os· laços 
de união com este Regimento, é uma satisfa 
~ão muito grande ver que reaimente o Regi­ 
mente Antonio João é m?.ntenedor das tradi- 
n: . e o 	a , fiquei 
ti'eit 	+h 	• c nas 
d 	urgindo 
e agrando-ue 'te-Capeio de Olimpíadas. 
Isso ó fruto do trabalho, é fruto d 
querer, tenho certeza, no próximo ano, o 
Srs. estarão em condiçóe do lutar ombro a 
ombro pel vitória, porque conheço o seu 
Cor ndan e, que foi Campeão da Olimpíadas 
qu ndo ra Cpitio s era Comandante do 
ta Unidade. 
Com essas p lavras, desejo mais uma vz 
felicitar à todos pelo rabalho que vêm 
d senvolvendo, como tenho sempre dito, fru 
to da nossa formação e do nosso sen imento 
profissional, apesar de odos os ônus, ape 
sar de todas as dcíici6ncias e doe ob~LJcu 
los que aparecem, tudo para nós é npcnoú - 
um cJeuafio, sabemos o nosso valor, a nossa 
capacidade para vencer todos coses 6nus, ~ 
assim que o Regimento Antonio João tem prg 
cedido. 
Agradeço à todos a colaboração que ·ivc 
no meu Comando, foi um privilégio para mim 
ter comandado a Brigada "Guaicuruo" e ter 
nela, como seu integrante, o Regimento An- 
tonio João. Muito Obrigado". 
Em Tempo de Crise 
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que poderei contnbuir e muito para o desenvolvimento 
do nosso Estado. Conto com seu voto no da 3de outubro, 
para continuar com a politica de modernização 
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Bonito ara Assistir 1t Encontro 
O lo Encontro de lubes f L co, real!z «do 
f1nsl de sema a w ala, no Clube d I 	Nah!leq , 
em Ponto, ref trou u puh!fco m procedente ,gu 
participou I!teral nte da festa, que c ·çoa qut.­ 
ta fefra e terminou dom!no a nofte. 
A oranfzaço estava perfeita, liderada pelo pg 
trão Alonso Donha Guirio Junior(@ob) e contou com 
apofo total de administração de Jo Arthur 'fuet­ 
redo, que colocou à disposição maquinas e camfnhoes 
d a 	P r e f e i t u r a para prestar serviços d e 	p r e p a r a ; a o 	- 
do local do evento. 
)6 HL'1'11CJl'IOS 
Trinta e se "tunfclp1os partfcfparam e maf de 
seiscentos peões, das categorfas adultos e m!rins 
(m11scul1110 e íeminioo), deram aquele show de manejo 
do ]11ço. 
No encerramento, houve a distribuição de prGclos 
e troféus, que transcorreu num climn de mufta eufo­ 
r ia. 
Eis as principais classificações: 
Campeão Individual: 1g lugar, Amauri (Clube de La 
ço Port~o Quebrado, de Nova Alvorado) e em 2Q lugai 
Nelson Vieira, de Bonito. 
Peão Público: 12-Luis Palmas(Sidrolãndia) e ea 
22-Bob, de Bonito; Laçada de Patrão-Campeão: Sr.Al­ 
clndo, da ACRIBAN, de Baodeii;antes; Campeçao Taça - 
de Brooze: 12 CL.Guia Lopes da Laguna e em 2g Clube 
de Laço Nabileque, de Bonito;.Taca de Ouro : 12 L~ 
ar: CL. Dois Irmãos do Buriti e em 22,ficou acida 
de de Bela Vista. 
t p soas e u entar 
arem suas próprta canas por ue 
y1tantes, cujo coérfo to nou- e 
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FATO! SEGA AN,A 
Além do potencial turfstfco que está sendo 
plaente divulgado através do. pr!n!pafs meles d 
comunicação, atraindo afoitos visitantes do mundo 
inteiro, vale ressaltar que o sstema de segurança 
1plantado pelo Prefeito José Arthur Fluefredo 
coo salva-vidas e guias turísticos devidamente 
treinados em salvamentos dentro e ford d'Jru1,,u1r 
das l{uoicipais e perfeito entrosamento entre as p0 
liclos Civil e Militar, merece destaque. 
Para evitar super aglomeração, fof 1fritado o 
número de barracas no balneário, mas isso não cau­ 
sou nenhum problema, pois o RIo Formoso belo em 
toda a sua extensão e os veranistas estão se espia-­ 
lhando em outros trechos, que são explorados por 
particulares. 
Apesar da Intensa movimentação, não foi reis­ 
trada nenhuma ocorrência desagradável, transcor­ 
rendo tudo na mais absoluta traoquilldade. 
Firnino de Barros 
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GUIA :,OPES DA LAGUNA/HS 
negligência politica com 
direitos de cidadão 
O engenheiro agrônomo e candidato a deputado 
federal pela coligação da Frente Popular, Dllso 
Sperafico, visitou o Municipio de Ponta Porã na úl 
tima quinta-feira e falou sobre o fechamento dos - 
hospitais Santa Isabel e Regional afircaodo que 
falta ingerência aos políticos para participarem 
da polírica do governo estadual. 
"Os hospitais estão fechando e os políticos es 
tão aí de braços cruzados. ! urgente os políticos­ 
terem comproaissos com as reais necessidades da po 
pulação", disse Sperafico. 	- 
O candidato esteve em Ponta Porã r.o dia 31, par 
ticipando de visitas, corpo-a-corpo nas principais 
ruas da cidade e realizar= COTllÍcios nas vilas Co­ 
pa Fronteira e Marambaia. 
Muitos popµlares, liderançs políticas e partid~ 
rios prestigiaram os comícios e conheceram as in­ 
tenções de Dilso Sperafico para a Câoara Federal e 
Àlvaro Soares para a Assembléia Legislativa. Spera 
fico e Álvaro também iruJ.Jguraram co~itê eleitoral­ 
na vila Copa Fronteira; os dois fazem dobradinha - 
no Municipio e região • fronteiriça do Estado. 
Dilso Sperafico disse ainda que coco empresário 
e como político te~ o compromisso de ser o fiel 
representante da população. "Não dá mais para fi­ 
car ausente desta luta. A crise na saúde afeta a 
vida de milhares de cidadãos que não estão tendo - 
seus direitos respeitados. Precisamos defender u:na 
melhoria da qualidade de vida e não compactuar co::: 
a negligência política", disse Sperafico. 
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SUA CIDADE 
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 
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P e r s o nali z ádo

, 
,. 	4 
TEMPOS 
Ilusão 
DE IRA ... 
dos 
Dpn! da reunião com Lucas 
u otpanheiro da ta4era 
no L tidor com os emprega ·­ 
dos da fazenda, com o filia 
do do indicato nas cidades d d 
Poeira,Rlalto e Barbosa, Hugo 
ficou a par dos acontecimento. 
o irão tinha razão, o Vale e 
.,W,1 prC'll.t·!J t.1 ('Xplocllr 
I 
um bar 
rll de pólvoras roded. de In­ 
cndiários. 
Lucas mandara para ou jorna­ 
l•; de ão Paulo e Rio do Janei 
ro as noticias obre as atroci­ 
dades come idas pelo [ilho de 
Martinez o ::icuc; mnlqou. Também 
a Policia de Cuiab recebera no 
dcnünclnu. A0orn urn eopcrnr.No 
tocante a Policia de Roseira, o 
delegado abriru inquérito, ouvi 
rn testemunha. As duas mulhe 
rcs cntnvam, ainda, cm cotado - 
do choque, 'J'ibürcio dissera que 
"um dia oo moçoo pagariam",quan 
} do Ferreira deu lhes o dinhei = 
ro, aceitara, ajudaria na recu­ 
peração da mãe o de Zé do Brejo 
tudo tinho. o seu tempo. No momcn 
to o melhor era ficar calado e 
continuar vivo. Não é assim que 
fazia o Tibúrcio, este sim, coi 
tado, capão: 	- 
Hugo falara. para Lucas que a 
situação em Roseira e Rialto os 
tava tranquila, tudo sob contrõ 
lc, faziam o jogo de Martinez,­ 
precisavam descobrir quem lhe - 
passava as informações, quem e­ 
ra o espião, isso também desco 
briria. 	- 
Já em Barlx>sa 
I a sub sede do 
Sindicato estava nas mãos do 
grupo do Pcrivaldo, conhecido - 
agitador, radical, ligado a VRP 
Vanguarda Revolucionária do Po­ 
vo. Com eles era no pau. E suas 
atividades estavam se expandin­ 
do, no município de Barbosa fi 
cavam as fazendas do Glaucy, Ne 
nito e Reinaldo, sem falar na 
base do Puentes. SÓ se viam ho­ 
mens armados pela cidade e pa­ 
trulhas nas estradas das fazen­ 
das. • 
Os sindicalistas de Roseira 
foram até Barbosa para uma reu­ 
nião com os companheiros, não - 
houve condição de diálogo, que­ 
riam-a todo custo iniciar uma 
revolta. Falaram horrores .dos 
fazendeiros e, até na cidade, - 
doutrinavam os empregados das 
":npresas, do comércio. 
Esperavam apenas a chegada - 
do pessoal do Paraná (não dizi­ 
am qaem) para iniciar o levan - 
te. 
Hugo visitou um dos acampa 
mentas dos sem terras, organiza 
dos por Perivaldo a uns 25 Kil~ 
metros da Fazenda Rio das Almas 
de Glaucy. Por ali é que inicia 
riam a invasão. Uma loucura. E­ 
ram mais de 50 famílias,homens, 
mulheres e crianças. Parecia um 
Exército, organizado, cm che­ 
fes de divisões, cada divisao - 
era encarregada de um setor,ali 
mentação, saúde, logística, re­ 
lações públicas e tropa de cho­ 
que. 
Dpof d rcorver ar cm vj 
ria psoas, gente humilde, o­ 
riunda das af divr, r- 
qf5e do paín, Hugo chegou a 
conclusão de que etavam iludi 
dos, a invasão não era o caml 
nho par. o obter um pedaço de 
terra, para trnab lhr. Prezo 
sim, invasão não. Ainda m i: 
ali. Erro de etr. téqía. 
Tentou dialogar, orientar os 
em terras, não demorou mui o - 
foi convidado a se re irar, gen 
tilmente, por um do!'l" cnC:nt•::;" 
da Tropa d• Choque, não sem an­ 
te descobrir que possuiam mui­ 
tas armas, 
Em Roseira voltou a se encon 
trar com Lucas. 
-Pois é, estou triste, o pai 
de Tonho, Zeferino, Rita sua mu 
lher, até Jura e Tininha, arru­ 
marum as trouxas e cotão voltan 
do para o Ceará. Não houve jei­ 
to de demové-los. Falaram com Ro 
cha, pagaram as dívidas no arma 
zem e vão embora mesmo. Tonho 
anda preocupado. 
-Mas se é melhor para eles ... 
-Não é isso, é muito difícil 
alguém sair da Recanto, .os che­ 
fes sempre aprontam alguma. 
-Na atual situação, eles não 
vão impedir, muito pelo contrá­ 
rio, pelo que ouvi Martinez e 
os demais fazendeiros estão ma­ 
is complacentes, vou te dizer, 
estão preocupados, preferem o - 
diálogo à guerra. Não querem ou 
tra Barbosa por aqui. - 
-Hugo, voce não conhece Mar - 
tinez, ele está articulando uma 
tal de Associação dos Proprietá 
rios do Vale da Esperança, não­ 
se engane, dentro de poucos di­ 
as dará seu contra golpe. Pode 
esperar. 
Numa sexta-feira, de manhã,- 
•os amigos de despediam da famí­ 
lia de Tonho, foram embora, O - 
caminhão os levaria até Cuiabá. 
De lá seguiriam de ônibu~ para 
o Ceará. Depois de mais de dez 
anos na fazenda, o lucro desses 
anos todos de trabalho era ape­ 
nas duas malas, alguns sacos e 
500 reais de economia, no mesmo 
dia Tonho mudou-se para a casa 
de Jura, Comprara os poucos mó­ 
veis do cunhado. O dinheiro aju 
daria nas despesas de viagem. - 
Na saída, quando estavam se 
despedindo, foi que Tininha con 
tou o motivo da decisão repenti 
na. 
-Naquela noite, Tonho,o fitho 
do Dr. Martins e seus amigos, - 
também judiaram de mim, sob as 
vistas do Jura, fiquei muito en 
vergonhada, coitado do Jura.FoI 
um horror. Pai e mãe decidiram 
na hora, não dava mais prá fi­ 
car. 
-Por que não me contaram? Por 
quê? 
-Ficamos com vergonha.Foi hor 
rível. Enquanto os três moços= 
me usavam, a moça juaiava dos - 
meninos. Depois foram para a ca 
sa do pai. E falaram que é para 
servir de lição prá voce. 
E ESPERANÇA 
Sem-Terras 
e 
Capítulo 17 
vir»m tda 
grande ac 	per por 
Curro 	a Deu, f ra parar 
I'o.rs 	cor, o outro iar 
Foram todos pra o Sindicato, pnheiro o entu i 
mais de trint. ho ns, todos reu terra pr todos 
nidos para ovir de Lucas as no- judava, trib om o 
fcia que chegavam de Barbosa. Sindicato. 
-Pessoal, os homens de Perival Sua alher, Mar!a, con 
do invadiram a fazenda a Rio d rouxa nas mãos, as criana 
Almas, foram odos, até as :ulho lado, cinco filhos, o 
res e crianças... 	ia no colo de Joao. 
-E o que aconteceu? perguntou_Foram o primoiros a tombar. 
um dos presen s. 	João recebeu um. rajada no oi - 
-Foram rccebic?os à bolo, il mo to, Marta u tiro de doze, danas 
dida cm que desciam dos cami- das crianças ambém foram bale4- 
nhões, montavam as barracas, iam das. Maria caiu abraçada a trou­ 
caindo como moscas.O tal do Glau xa que levav numa das mãos, as 
cy inha um Exército preparado.i outras crianças se perderam n 
ma carnifica. Morreu multa gen :-l"'ul idão. 
te. Até crianças, 	Gritos, iros, a risada n 
O pessoal que Perivaldo cspc- da das lurdinhas pipocavam à e­ 
rava, chegara na vespera, cinco querda e à direita, era como o 
homens e uma mulher, treinados - riso do Demônio. Foram mais de - 
na arte da invaoão, militantes - 30 minutos de fuzilaria. A tror 
xiitas que no Paraná organizaram de choque cntou reagir, n:'io d, u, 
mais de vinte invéwÕcs.·Rcsolve- só se ouvia o gri o, um não, vá­ 
ram no mesmo dia, depois dos pr~ rios, - fujam, sal vem-se quem P::!. 
para ti vos iniciaram a marcho pa- der. 
ra a fazenda. A maioria armados, Correram para o mato, alqun: 
os homens colocavam as mulheres caminhões conseguiram vollar,­ 
e as crianças na vanguarda - não outros ficaram por ali mesmo, 
atirariam cm mulheres e crianças muitos sem terras foram presos 
(atiraram sim) eles montariam as e colocados num cercado para - 
barracas o mais rápido possível, bois, no chão, estendidos, mui 
só que havia dedo duro entre os to~ lideres. Perivaldo escapa= 
sem terras, antes de chegarem na ra, junto com ele 
O pessoal do 
fazenda, no local escolhido, lá Paraná, estavam na retaguarda. 
estvam os homens de Glaucy, só - Eles só organizavam, os " sem - 
30 homens, mas armados de metra- terras" mesmo, suas mulheres e 
lhadoras e doze. 	filhos, ,esses serviam para bu- 
-Vamos Maria, se a Virgem aju- cha de canhão. 
dar, vai dar tudo certo, teremos 
OBSERVAÇÃO: Os demais capítulos de "TEMPOS DE IRA" você pod~ 
rá ler no livro que estará sendo lançado neste final ~0 mês de 
Setembro. Aguardem!! 
@Mato Grosso do 
precisa de Ary igo 
no Senado.aaeeaoe 
< , o 
r 
Suplentes: 
MARTINHO BARROS 
LUIZ CARLOS ORTEGA 
&NT&RCTIC.& 
Paixão 
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0IM ·, 
REITIVIDO D INTERICT OE BELD VISTA 
4 
0 !nteract Ciub, a ala Jovem 
do Potary CIub, que já cri ia 
em nossa cidade, mas ertava de-­ 
ativada, realizou, neste domin 
90, tua primeira reuniao, com 
novos ócio e novo Conselho Di 
retor, 
o rahalho de reativação foi 
do jovem huqusto Rahal, filho - 
do rotariano Luiz Carlos Rahal 
que indicou novos sócios e está 
l:Dlrul.ur,tndo o "novo tntcract". 
o pedido dr reativação do 
Interact foi do Govornador Gcd­ 
son Dersanette ao Presidente do 
Rotary - Ivaldo Pereira - colo 
cando como prioridade essa ini­ 
ciativa. 
/uyusto, com apoio de sua 
mão, Marucc, contactou um grupo 
de jovens que se propuseram a 
organizar o Clube e desenvolver 
trabalhos na comunidade, assim 
como o de despertar lideranças 
e talentos. 
O INTER/C'l' é o braço jovem - 
do Rotury, com as mesmas atri - 
buições e filosofia. 
O trabalho junto à juventude 
Novos Sócios e Conselho 
Diretor Provisório 
Na reunião inaugural,, sob a 
Presidência do Augusto Rahal , 
os jovens interactianos indica­ 
ram o novo Conselho Diretor. Na 
oportunidade a rotariana Celes­ 
te falou dos objetivos do INTE­ 
RACT e sua filosofia. 
6 iuão de Potary que, através 
de eu vários programas, pode­ 
ta fortalecer a ética, a part!­ 
cipaçáo dos jovens nos prcble - 
mas comunitários, a convivencia 
»adia e o companheirismo. 
Neste domingo os ro arianos 
Ivaldo (Estela); Eduardo (Ana 
Maria); Avcllno (Cclc5tc); Mar­ 
co (Jane); Tiki, Roberval, Rena 
to (Patrícia); Luiz Carlos (Ma­ 
ruce), participaram da reunião 
inaugural, oferecendo aos jo 
vens um churrasco de congraça - 
mento. É intenção do Rotary pro 
mover pelo menos uma vez por 
mês essa reunião (churrasco)com 
os jovens do Interact, quando - 
serão realizadas palestras e 
trocas de idéias. 
Os Interactianos se reunirão 
todas as semanas na sede do Ro­ 
tary, sem a participação de ro­ 
tarianos, mas sempre sob a su - 
pervisão de um rotariano e de 
uma senhora da Casa da Amiza 
de. 
A entrega do Distintivo e 
apresentação dos novos Interac­ 
tianos será na próxima sexta­ 
feira em reunião jantar com os 
rotarianos e suas esposas , 
assim como os in­ 
teractianos. 
NTEGl NTES DO INTERACT 
ClUB DE BELA VISTA 
OI - Flor de Llz Pinheiro de Melo 
02 - Mariana Pereira de Souza Rosa 
03 - Livia Pereira de Souza Rosa 
04 - Erick dos Santos Ossuna 
05 - Fãbio Diório 
06 - Luiz Carlos Rahal Junior 
07 - f'.rica NarL1 Leite Brltes 
08 - Alzimary dos Santos Godoy 
09 Maria Paula Pinheiro de Melo 
10 Jociela Jorge Centurião 
11 - Eder Silva Neto 
Conselho Diretor 
12 - Tatiani Zardin 
13 - Cristina Márcia Machinsky 
I - Maria Liliane Mendonça 
15 - Silvia Cristina Carvalho 
16 - Alexandre Carvalho 
17 - Augusto César Rahal 
18 - Marcelo Battilani Calvano 
19 - Ronei Pereira 
20 Gabriela da Rosa Pinheiro 
21 Fany Centurion 
O Novo Conselho Diretor do Interact Ciubv, que 'm cone_Premi­ 
dente o jovem nu9usto Rahal 
A Diretoria Provisória foi nomeada, lembrando que no INTERACT, assim como 
no Rotary, todos os integrantes terão funções específicas, cargos :!.ndicados - 
pelo Presidente.e seu Conselho Diretor. 
Comissão Provisória 
Presidente - Augusto Rahal 	Secretãria - Tatiane Zardin 
Vicc-Pres - Mariana P. de Souza Rosa 22 Sec - Li via Pereira de Souza Rosa 
' Tesoureiro - RoneI Pereira 	Protocolo: Érica Narla Leite llr:!.tes 
g Tes. - Maria P. Pinheiro de Melo 22 Prot. - Flor de Liz P. de Melo 
Essa Diretoria é provisória, caberã aos jovens a escolha do Conselho e dos 
cargos para as mais variadas funções. 
Atividades 
Com a ampliação da sede, sa­ 
lão de festas, som ambiente 
churrasqueira, área de lazer 
(coberta) com mais de 170 me 
tros, além das atividades corou- 
nitárias, a exemplo de campa 
nhas de ajuda, os jovens do 
INTERACT terão um local apropri 
ado para reuniões e promoções:: 
de eventos culturais, danças, ex­ 
posições, palestras, etc. 
~ TERACT E CASA DA AMIZADE 
E intenção da Presidente da Casa da Amizade, Maria Estela Ve­ 
lásquez Pereira, contar com a colaboração e participação dos jo­ 
vens nas iniciativas da entidade, assim como na promoção de even 
tos. 
"Sentimo-nos gratificadas em ver esse grupo de jovens, procu­ 
rando através do companheirismo, da participação, uma maior vi 
vência nos problemas comunitários e no despertar de vocações e 
lideranças. Parabéns ao Augusto pela iniciativa e aos seus ami - 
gos", disse Maria Estela. 
"Cada um de nós é una bateria carregada de energia que tem duas alternati­ 
vas - uma e deixar que ela descarregue devagarinho sem que nada produza; ou 
tra é utiliza-la para repetir o processo de criação fazendo algúem feliz';. 
( 
A Advogada e Rotariana Celeste Costa e Silva falou dos objeti,_: 
vos do Interact aos novos sócios 
r 
l. 
-r· . . . 
: .•. , ..... ..._ #l' ... 
f 
Rahal (Maruce), Tiki, Eduardo (Ana Maria), Ivaldo (Estela). 
velino (Celeste), Marco Rondon (Jane), rotarianos que partícipa­ 
ram@@reunião inaugural do novo rnreractclubãeBlavisEa 
-------, 
Presidente do Rotary Club de Bela Vista, Ivaldo Pereira e 
J'esourei.ro do Clube, Roberval Borges (Socio Paul Barris) 
o 
-

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ri.Jno;,olis. 
);0=:ii:/lJilTI:!!F.'::s

" - f 
Lei Delegada lf 4, de 26 
de setembro de 1962 (*) 
Art li- Ffa ujefto s multo var!ave de 5/o 
700,000 Binu do Tesouro Marcfonal-MI, sem pre[uf- 
o das onçons penals que souberem na forma da li 
que le q u e ; 
.. ) . 
b ) 	.. 
) Não mnnt lver 
leitura, tabela 
vhs, tetvl,os ou 
d).. ,.. ... • 
e ) Negar o u defxar d e forn c e r 	a fatura o u nota 
quando obr fatór lo; 
f) Produzir, expuser ou vender mercador la cuja em­ 
Ma!em»_t!Ps""PI[!cação, Peso O compos!cio, 
tran:sr da determinaçoes leais, ou nao correspon­ 
da à respectiva classificação offcfal ou renal; 
1;) ...•....... 
h) . 
1) ' . 
j )l>lf Jcul tar ou impedir a observância dus resolu­ 
C~PB qur forem bnixndns em dccorrincia desta Loi; 
k ) Sonegar documentos ou comprovantes exigidos pa­ 
ra a apuração de custo de produção e de venda, ou 
impedir ou dificultar exames contãbeis que forem - 
julAudo!i neccfls1Írios, ou deixar de fornecer escla­ 
recimen tos que forem exigidos; 
1) Fraudar as regras concernentes no controle ofl 
cinl de preços medlonte qualquer artificio ou 
melo, inclusive pela alteração, sem modificação es 
sencial ou de qualidade, de elementos como embala: 
em, denominação, mnrca(grlffe), especificações - 
técnicos, volume ou peso dos produtos, mercadorias 
afIxada, em luar vlufvele de fac1l 
de preços do enero e mercador f-­ 
dIverôe piblfcas populares; 
e gêneros; 
m) ••• ' ' ••••• •. 
n) Descumprir ato de intervençio, norma ou condi­ 
cão de comercialização ou industrialização estabe­ 
lecidas; 
o) .. 
p) . 
q) Promover ajuste ou acordo entre empresas ou en 
tre pessoas vinculadas a tais empresas ou interes­ 
sados no objeto de suas atividades, que possibili­ 
te fraude à livre concorrência, atuaçio lesiva à 
economia nacional ou ao interesse geral dos consu­ 
midores; 
r) Aplicar fórmulas de reajustamento de preços 
proibidas por Lei, regulamento, instrução ministe­ 
rial, orgão ou entidade competente. 
Pesquisa de Preças 1 
----· 
,J. 
2.1u- 	. 
1l-'. 	-- 
is_..b-=-tlkt. 	l,] a-ti- 	+ 
pA dr_Cote1,'.l-a'4 ..l4' l	a'It -+­ 
htro. br 
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or±si [ 10 jrc' }!'=l	< l . l 
±ir.[ :? ]':2' {11-]m- }	'' + ,, t	,,+}-- 
E!Pp!' } } ]''],l }	__ l, t 	ti t 
L!nu!se[ ·" [:< [	:1' ['-}-'--I =',,l' l " H'- 
PuheIro 0.50 
2.60 
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1.00 J. )() 1. 20 J. 70 1.00 0.10 .'1ll 1 1.< .10 ' ... o 1 
0.50 l. 1'1 1.00 1.00 0.10 rl.Jt. 0.75 1.:.!.f'_ lffrl'l __l,'-'I 
1.10 	2.00 1,00 0.72 	o.,() Lo9 1.0- 
/. ili 7. J() 2. 20 2.20 7. 70 2.20 7 70 2,00 2.20 _}d] __ 
0,45 0.15 o. 70 0.0 	0.40 0.0 1,o0 0.'J IJ,0() 
3.00 	J.00 	4.00 	1.50 ,ll) .50 
1.00 1.00 1.00 1.50 1.00 0,60 0.0 0.50 o.so_ 1 
S!/ 'AH/DE.S - Ili.LA VISTA - MJ . 
l'ESQl.i!SA FEALI ZAA LM 30/08/94 
Câmara é tíia e llarmação 
Com a presença dos vereadores: José car• 
los Barcelos, Josélio nos Santos, Doralina 
Rodrigues Leite, Tirson Ferreira Leite,Mil 
ton Luis Bender, Evaldo de Moura Pereira 
Pascoal Pucheta, Estanislau Nunes. 
'Foi ouvido e aprovado por unanimidade - 
no 20 turno, o projeto de lei no 007/94 de 
08/94, que dispõe sobre o código tributá­ 
rio Municipal de Caracol Estado de Mato 
Grosso do Sul, após a aprovação deste pro­ 
jeto de Lei foram apresentados~a mesa da 
Câmara estes pedidos, conforme mostramos - 
abaixo: 
REPOSIOÃO DE LÃMPADA NO POSTO 
DE SAÔDE
1(1SESP) 
A Vereadora Doralina(Nena), apresentou 
a mesa deste poder legislativo nesta ses­ 
são ordinária este reqnerimento, que após 
ser aprovado, seja encruninhado em expedien 
EM SOCIEDIIDE 
TÃNIA 
QUEM 
Está de love novo, é o nosso amigo Pau­ 
lo Pucheta. Ele está curtindo uma super ga 
ta, sabe quem é? A jovem Fabiane. 
TROCOU 
De idade neste dia 22 pp, o simpático - 
Emerson Santos. Nossos desejos de milhões 
de felicidades. Parabéns!!! 
NOS DIAS 
18 a 21, Caracol participou da festa de 
Federação em Dourados, no Clube Rancho do 
Laço. Sendo previlcgiada novamente a equi­ 
pe dos seguintes laçadores: em 1o lugar ta 
ca de prata,· Ivo, Loló, Júnior, Josélio e­ 
Honório. Nossos elogios, à essa equipe ma­ 
ravilhosa, que vêm crescendo cada vez 
mais. Nosso Prefeito Juvino Godoy, trouxe 
a taça de Peão Público. Também a taça da 
Melhor Torcida veio para Caracol. 
FRASE DA SEMANA 
Por mais cruel que te for a derrota, 1~ 
te sempre. A liberdade começa aonde acaba 
a ignorância!! 
ANIVERSARIOU 
Esteve trocando idade neste dia 26pp, o 
gerente do Banco Bamerindus de nossa cida­ 
de, sr.Carlos Antônio Spindola. Para come­ 
morar a data seus amigos organizaram uma 
festinha surpresa. Parabéns sr. Carlos An­ 
tônio, são os desejos de seus amiaos de 
trabalho e familia. Felicidades!!!! 
DIA 27 
Foi realizada uma festa na Fazenda Lg 
geado, em comemoração ao aniversário das~ 
nhora Augustinha Bley. A ela desejamos to­ 
da a felicidade do mundo e muitos anos de 
vida. 
Estiveram presentes muitos parentes e 
runigos de várias cidades e todos os filhos 
inclusive o que reside em são Paulo. A es­ 
sa familia tão unida nossos parabéns pela 
recepção maravilhosa aos convidados. 
COMEMOROU 
vidados, o garotinho Diogo de Medeiros,nes 
te Último dia 21 pp, ele é filho do casal 
Julio e Cida. Ao Diogo, nossos parabéns. 
LOGIOS 
Ao nosso Prefeito ~- • 
Juvino Godoy, que 
com muito esforço 
conseguiu um ônibus 
para servir às pes 
soas carentes do Mu­ 
nicipio. Com certeza 
será de grande utili 
dade para todos. 
Juvino Gadoy-Pre- j 
feito (Foto) 
•+ 
DOMINGO 
Foi realizada na reunião política de 
bairro, na residência do sr.Carmelo. Com a 
presença do Prefe. ;o Juvino Godoy,vice-prge 
feito Loló e vereadores e um grande número 
de pessoas que compareceram. Prometeram 
reali=ar reuniões em outros bairros, pois 
o Prefeito permanece unido com todos os ve 
readores, vice-prefeito e companheiros em 
t,orno de um só candidato para deputado es­ 
tadual e federal, senador, governador,pois, 
só unidos poderão obter uma grande vitória. 
NOS DIAS 17 E 18 
seu 10 aniversário com amiguinhos e con voces merecem. 
Deste mês estará acontecendo mais um 
encontro do Laço Çomprido no Clube do Laço 
Retiro Caracol, com equipes de todas as f~ 
zendas visinhas, Alto Caracol, Bela Vista, 
e haverá um grandioso baile no dia 17 sábg 
do. 	• 
Com esta festinha, os sócios, convidados, 
e;visttantes poderão ver de perto o traba- ' 
lho que a diretoria vem desenvolvendo. O - 
salão quase pronto, os banheiros, enfim um 
novo visual para o Clube. Graças aos cola­ 
boradores e o desempenho do patrão Loló e 
sua diretoria que não medem esforços, tra­ 
balhando .incansavelment.e. 
A nossa diretoria a nossa nota 10, pois 
M ues da Cida e 
- Caracol 
te ao sr.Prefeito Municipal Juvino Godoy,, 
no sentido de viabilizar o mais rápido 
possivel a reposição das lâmpadas flores­ 
centes no Posto de Saúdc(SESP) e ainda fa­ 
zer uma nova pintura no teto do mesmo pré­ 
dio. Segundo a vereadora, essa solicitação 
deve-se ao fato de que o Posto de Saúde,en 
contra-se em total escuridão, pois a maio: 
ria das lâmpadas acham-se queimadas e com 
isso prejudicando assim o bom funcipnamen­ 
to do mesmo e, quanto ao teto está preci 
sande de urna pintura geral, visto que no - 
momento é péssimo o estado cm que encontra 
se. 
PEDIDOS DIVERSOS 
Pedido verbal do vereador Estanislau 
Nunes, determina ao setor competente do - 
Municipio, a consertar o poço de balde da 
escola Municipal Alegre-y, e fazer bocal e 
limpeza geral. Aprovado por unanimidade. 
-Da vereadora Doralina R.Leite, que o 
Executivo Municipal, providêncie a constry 
cão de uma garagem para o ônibus do Munici 
pio, pois em céu aberto com sol e chuva 
trará danos ao veículo. 
-Do vereador Josélio dos Santos, em re­ 
forço ao ofício nOOlS/94/GAB/CM de03-03-94, 
que determine à secretaria de Obra.s do Mu­ 
nicipio, a patrolar todas as ruas•da área 
urbana da cidade. Visto que em determinadas - 
ruas o trãnsito está quase interditado de­ 
vido a valas pr.ofundas. 
-rdif aHe Proclamas 
I O Sr. João Acádio Vieira, Oficial do Cartório 
de Paz e Registro Civil de Caracol-MS., faz sa­ 
ber que pretendem se casar e apresentaram os do­ 
cumentos exigidos pelo Artigo 180 do código Ci 
vil ·Brasileiro: 	- 
Gilma.r Fiás dos Santos e Rita Qtdntan.a 
ele, brasileiro, solteiro, campeiro,menor, filho 
de Helio Fiás dos Santos e de Ananilhas Maria 
Guedes dos Santos , residentes e domiciliados 
nesta cidade de Caracol-MS, ela brasileira, sol­ 
teira, do lar, maior, filha de Donato Quintana e 
de Prudencia Rodrigues de Quintana, residentes e 
domiciliados nesta cidade de Caraco!-MS. 
Carat:ol- MS, 31 de agosto de 1.94 
João Amádio Vieira- Oficial 
Editai te Proclamas 
Janilde Rosa dos Santos, Oficiala,do Registre 
Civil do Cartório de Bela Vista-Ms., faz saber 
a todos quanto o presente Edital de Proclaras vi 
rem, que apresentara,:, os do~=entos exigidos pe: 
lo Artigo 180 do Código Civil Brasileiro Inciso 
I,II,III e IV e pretende se casar: 
Od	e n il	s o n Aarilha d e Scardimu e 	J ane 	Oapo	s 
Messa,ambos brasileiros, solteiros, dociciliacos 
e residentes nesta cidade, ele, lavrador, natu­ 
ral de Jardil:l-MS., filho de Dionizio Scardim e 
Thomazia Acarilha de Scardim, ela, lides do lar, 
natural de Bela Vista-MS., filha de ~.ario Messa 
e Salustiana Ocampos Messa. 
Se alguém souber de algum ipediento.que se 
oponha na fora da Lei. 	. 
Bela Vista-MS, 05 de setembro de 1.9 
Janilde Rosa dos Santos 
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Caracol • MS_A

A DA !P'TE.IA - r»IH 
Agora é prá valer, começam 
as obras da Casa do Atleta 
Com a ubtanc{a! aludi d» ta1doto a deputado 
estadual Antonlo Carlos Arroyo, a Lia fsportlva - 
t lavfutene etá Infetando a construçao da "tga 
do Atleta", 
) Presidente da Lia Esportiva Belavistene de 
------· --- ------------- ----, 
Comentário -Ooinião 
O Revanchismo Político é 
Prejudicial ao Município 
I • 
Conta-se que de certa fel 
ta, o ,•11tiiu deputado Leite : 
Schimddt fof inquerido a apo­ 
lar uma refvindicação impor- , 
tante para Bela Vista e no ! 
mesmo ato, negou-se a ajudat, j 
afirmando que "os votos que 
obteve aqui, teriam custado 
muito caro" e que não devin 
favores ao Municipio, pois - 
tudo o que ele conseguiu,fol 
pago e que portanto estava - 
"quites" com Bela Vista! •.. 
Se verdadeira ou não essa 
história que até hoje se conta, o que não pode­ 
'mos negar é que ela pode voltar a acontecer. 
Estamos assistindo mais uma vez as lideranças 
políticos do Municipio bastante divididas com rela 
ção aos candiatos à Deputado Estadual e core­ 
mos o sério risco de sair perdendo. 
Não podemos negar que alguns candidatos tem 
afinidades públicas e pessoais com os nossos In­ 
teresses, mas devemos também lembrar que com a 
imensa divisão de preferências, na verdade nós , 
sozinhos, não elegemos ninguém, sendo necessário 
que o candidato venha para cá, com alguma base - 
de outras regiões. 
Nosso colêgio eleitoral é modesto e podería - 
representar um peso significativo se os políticcs 
"fechassem" em torno de um nome local, Única for 
ma com a qual poderíamos ter alguém compromissa­ 
do verdadeiramente com as nossas mais preementes 
aspirn,;Ões. 
Se niio houvesse o "revanchismo" partidário , 
que não permite ao homem público raciocinar com 
coerência, poderia ser feito um pacto supra par­ 
tidário e nesse consenso vários nomes bons e hon 
rados de belavistenses legítimos poderiam seres 
colhidos, nem que fosse através de sorteio,"por­ 
rinha", par ou Ímpar ou sob qualquer outra for 
ma. 
Na atual conjuntura política do nosso Munici­ 
pio poderíamos tranquilamente ter na lista os no 
mes de Marco Rondon, arcos Barbosa, Roney Si­ 
mÕes, Fernando Jorge e alguns outros de igual ex 
pressão. A exemplo do que ocorre na Câmara Muni: 
cipal, onde a oposic~a ao Prefeito é feita den­ 
tro de uma linha êtica respeitosa e educada, es­ 
timulada pela qualidade dos seus membros, a uni 
ão das liderancas político-partidários em torno­ 
do interesse maior do Município serio um aconte­ 
cimento exemplar. 	. 
Já que isto ainda não aconteceu, precisamos - 
nos voltar para a escolha dos nomes que estão 
chegando em busca de apoio e de votos. Em nome 
dos mais altos interesses político administrati­ 
vos,precisamos analisa-los com profundidade pa- 
ra que não uos surja um novo Schimidt,a nos lar­ 
ar "chupando os dedos", ou para que não nos apa 
r a um irresponsável, que venha usar dos palan­ 
ques para ofender a honra pessoal de pessoas que 
a familia belavistense conhece desde as suas ori 
gens, a exemplo daquilo que vimos há poucos dias 
no palanque da caravana União e Trabalho! 
A política belavistense tem nas suas fileiras, 
ovens de boa índole, com futuro prodigioso e 
com uma inarredável vontade de trabalhar pelo 
sua cidade e •por isso mesmo, o seu apoio à quem 
hega de fora, tem muito valor e deve ser cobra­ 
liº do eleito com seriedade e muito respeito. 
Esperamos sinceramente que os nomes que estão 
hegando como Arroyo, Claudinei, Orro possam re­ 
resentar a garantia da mais absoluta defesa dos 
interesses,a exemplo do que vem fazendo o Moka, 
ue pode não ter o nosso apo1o pessoal,mas à quem não 
podemos nesgar o nosso reconhecimento pela ajuda - 
~
ue presta à administracão municipal do seu com­ 
anheiro Abraão Zacarias. 
Com a nova mentalidade que desponta no elei­ 
or, onde os partidos políticos nada significam, 
noe da terra seria muito bem assimilado e a 
_otivação seria muito calor, pois estimularia 
uita gente que está omissa e descrente_a reat! 
var os ânimos e até trabalhar pela eleiçao de um 
representante legítimo para a Assembléia Legisl~ 
tiva. 
Perdemos :n.:iis um,1 oportunidade de mostrar a - 
nosso coerência política, tudo, desgraçadamente, 
provocado pe lo "revanchismo" maldoso e inconsc- 
!
quen te. que infe l iz:ment<>, ainda t.>o resíduos em 
nossa cidade!. 
Jotngê f"lores 
puf d, vir! 
vis ndo reli ar • 
preendfmento,cor 
a a}uda que po J 
o Infcfo d+s obra 
Itf «ente Iludo ao 
Departamento de Oras 
P@blfas do Estado o an 
d1dato Arroyo conseufu 
agi!fzar os recurso e - 
colocou a diposfçio da 
entidade dir!ente dos - 
desportos de Bela Vista 
todo o material bisfco - 
para a Importante cons­ 
trução, que agora, Já é 
uma real[dade e nio mas 
apenas um projeto. 
Antes de conseufr es 
ses recursos materiais , 
a Comfssão de Campanha já havia adquirido 10,000- 
tolos que Já estão no local, além d promessas - 
de virias doações. 
O levnntamcnto geral foi feito e agora, com a 
doacão -de todo o madeiramento, tclhns, cúnento,fe.r 
ro, brita, tijolos e areta Com!ssão de Campanha 
se volta, com todas as forças para conseguir os re 
cursos pira a mão de obra que está entregue a0 - 
construtor Geraldo Cácc~es e sua equipe, que cele­ 
brou contrato com a Liga e está iniciando as obras, 
com o custo orçado à razão de R$ 20,00 o metro qu~ 
drado. 
A campanha de novas doações está começando nes­ 
ta semana e a Liga já se prepara para sortear en 
tre os colaboradores um Fusca zero kilÕrnetro que: 
será entregue ao colaborador premiado no dia 6 de 
novembro próximo, como forma de reconhecimento a 
uma ajuda de R$ 20,00, de cujo montante será pago 
o carro e de onde se conseguirão recursos para 
mão de obra e o acabamento da obra. 
;etr 
da p!ta 
purt te 
d e. 
A Pres!d 
ter!o 
pcs. gae 
t t. e d t ,:­ 
ano !r, 
Bairr 
a 
Quem estava esperando o começo das obras, prepa 
re-se para ajudar. 	- 
Super Campeã 
Maria Betelli! 
Nos jogos 
seletivos par 
tirar a Sele­ 
cão Belavisten 
se que irá {e 
putar o JERES. 
o professora - 
de Educação FÍ 
sica Maiia Apã 
recida Betelli 
foi a grande - 
vencedora! 
A professo­ 
ra "Cuca"-como ' 
é chamada cari 
nhosamente 
por alunos e - ' 
colegas-conse­ 
guiu fazer das 
suas equipes - 
de futeból dt! 
salão, e volei 
bol masculino 
e f eminimo, cam 
peões dos jo­ 
gos, depois de 
uma renhida 
disputa, onde 
prevaleceu o 
maior quilate 
técnico das - 
equipes sob a 
sua direção. 
A Comissão Municipal de Fsportes, sob a batuta 
do desportista Rudney Soares da Mota, conseguiu 
mais uma vez realizar um grande evento esportivo, 
que integrou as diversas escolas da cidade. 
Numa brilhante iniciativa, os prêmios aos ca­ 
peÕes foram em forma de material esportivo, como , 
bolas e redes, que fazem muita falta aos estabele­ 
cimentos escolares nesta época. 
Foi mais uma brilhante promoção, que movimentou 
a classe estudantil da cidade. 
À professora Betelli é daquelas que leva a se­ 
rio a sua funcãa como.educadora e não poderiam ser 
outros os seus resultados, que denon-straram o seu 
elevado conhecimento tecnicc desportivo. 
Depois das vitórias conseguidas, 
"Cuca" foi procurada pela imprensa 
falada, através de um trabalho dos 
repórteres Odair e Armando da Radio 
Belo vis que fizeram ampla cober­ 
Fura do acontecimento. 
O interessante torneio, contou com a p3rti­ 
cipaçao de diversas duplas que durante o decor­ 
rer de todo o dia de domingo, proporcionara□
bons encontros da modalidade, onde apareceram ai 
gumas surpre.,;as agradáveis. 	- 
O churrasco preparado pelo próprio presiden­ 
te- o Betão- fez cem que-a festa esportiva se pro­ 
longassi ati ~s 11:00 da noite, num ambiente ale 
gre e descontraído. 	- 
Foi mais um bom e agradável acontecimento es­ 
portivo, que serviu para integrar a comunidade e 
os sócios sessentinos. 
AGENTE DA SUNAB EX PLENA AÇÃO I 
O Agente da SUNAB em nossa cidade, o jovem 
Luiz Péricles Aristimunha está dando mostras coo 
- - 
eretas do seu valor, com um trabalho atuante a 
frente daquele importante orgão fiscalizador em 
nossa cidade. 
Esta semana a SmlAB está orientando os comer­ 
ciantes com r<!lação ao problema das datas de ven­ 
cimentos nos produtos vendidos nos mercados da 
cidade. 
Esta providência é muito eficaz, pois vai fa­ 
zer com que o comerciante,habitue-se a exigir do 
seu fornecedor, que respeite as disposições le­ 
gais exigidas para colocar o seu produto no mer­ 
cado. 
A data de venc1mento é muito importante e o 
consumidor deve sepre estar atento. 
A intervencão da SUNAB, com a ação da Fiscali 
zação Sanitária nos estabelecimentos comerciais: 
va! melhorar em muito a qualidade dos produtos 
que consumimos. 
UMA SUGESTÃO A SECRETARIA DE SACDE..-. 
Aproveitando a vinda da SUNAB e a ação da 
Fiscalizacão ~anitária da cidade, está faltando 
agora a Secretaria de Saúde, do Município passar 
a exigir de pn>prietários e funcionários de lan­ 
chonetes e restaurantes o exame de abreugrafia, 
que os estabelecimentos deverão ranter à vista 
dos consumidores e daqueles que se servem dos 
seus serviços. 
A exemplo do que ocorre em várias cidades, to 
do aquele que manuseia produtos coestiveis, de­ 
veria portar esse exame, até mesmo as pessoas 
que fazem salgadinhos para vender nas· ruas. 
um assunto sério, pois o inocente cons=--1- 
dor, não conhece a origem dos produtos que conso 
me e nem tampouco a forma com que são manuiaturã 
dos lã nas ss origens. 	- 
~providência da Secretaria de Saúde neste 
aspéco serta muito interessante e salutar,pois 
tem muita «ente sem a inira noção de higiene,fa 
bricando comestíveis co·mo pastéis e outros salgã 
dinhos e que n1nguém tem acesso aos criterios: 
adotados no seu manuseio. 
-Tudo o que é regulamentado e que proporciona 
oportunidade iguais ê uito boa! 
Para que o consumidor pudesse se certificar - 
da origem do gulosei::ia ou do salgadinho, poder'a 
ser usado um "c·rachá" no garoto vendedor, vista­ 
do pela Secretaria de Saúde. 
-É a imagem do I? undo!... 
VENDE - SE UMA CASA EM EXCELENTE ESTADO, NO CONJUNTO DR.ELY DE ARAUJO BARBOSA, 
(COHAB) ,COM DOIS QUARTOS,SALA, COZINHA, BANHEIRO,ÁREA DE SERVIÇO COBERTA E VARANDA 
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