IBU 
1110: 7.? 
O cnnd ld,1to n r,ov,,r11n 
dor pela Frente Popular, 
Ilson Martins, esteve - 
em Anastácio, para "fe­ 
tejar com il popu l ,,ç,in n 
vltórtn lor,o no primeiro 
turno", e enfatfzar ma!s 
uma vez o combate à cor­ 
rupc;Õo e o retorno de a­ 
çôes especiais voltadas 
às comunidades Indígenas 
e de pescndores. "Vou 
varrer a corrupçio de - 
admlnlstraçio púhllcn . 
Quero um governo limpo", 
gn ran t iu o e anel I cl,1 to 110 
palanque da Frente Popu­ 
lar, onde estavam também 
os vereadores da própria 
e ldndc, de Aquldau,tn,1 <' 
de llo1.s 1 rm:ios do llu r ll 1. 
Wilson falou do comba 
te à corrupção, sobretu­ 
do para os jovens(a ran 
de maioria do público) - 
lembrando que são eles 
que exigem 'a ética na - 
político e na ndministrn 
cão pibltea". 0 candida­ 
to comemorou n elelç~o - 
porque Rente a vltórin 
"mais que evidente J de 
outubro",graças ao apoio 
recebido no interior e 
na capitnl, e os Índlccs 
nas pesquisas. ''Nosso ,O 
verno tem a voz da popu­ 
lnçâo", disse h'ilson. 
O candidato lembrou - 
da comunidade indígena e 
No: 1.551 
DA 
I3 DE SETEMBRO DE 1.994 - TERÇA-FEIRA 
DI RE 
Wilson festeja v_itória no 1turno 
e garante Governo Limpo 
de pescadores e se com­ 
prometeu a regatar o - 
atendimento dado a eles 
em seu último governo.Na 
ipocu lcmbr.im usRcsuoros 
de Ilson, os Índios re­ 
ceberam assistência téc­ 
nlcn (• mnqulnrirlo para a 
produçiio. Qu.inlo aus pe!: 
cc.1clorcs, g,lr~mtfu estu­ 
dar fórmulas alternati­ 
vas de geração de renda, 
nn époc.1 de prolblçno da 
pesca. 
"serei um comandante 
atento aos problemas e - 
is necessidades.Apoiarei 
11 economin de Anast~cio 
e Aqui dauana, a agrlcul­ 
tura, a pecuária,e prin­ 
cipalmente n pêqucna pr~ 
duçào. Quero transformar 
ato Grosso do Sul num 
dos Estados mais próspe­ 
ros para que a população 
se sinta fdliz e tenha - 
bem-estar'', prometeu o 
senador. 
PESQUISI 
NO TADO: 
TO;DA DE ASSALTO 
Várias lideranças ocu 
param palanque da Frente 
Popular para discursar à 
população. Na oportunida 
de, o presidente do PDT 
de Aq11id,1uana, Aldemlr - 
Fernandes Filho, disse - 
que o Partido Democrãti 
co Trabalhista foi toma: 
do de assalto"por elemen 
tos estranhos", e que 
Pilson: "Nosso governo tcrn a voz da população" 
contrnrinndo suas bases 
decidiu apoinr Wilson 
Martins, "optando pelo 
clamor popular". 
Ele aproveitou a oca­ 
sião para denunciar pÜ 
bllcamente o presidente­ 
do diretório regional, - 
Alarico Reis D'Áv1.la, co 
mo "autor intelectual e 
u~ dos elementos que 
deixaram tomar de assal­ 
to o partido, porque nun 
ca foram do PDT, não sa­ 
bem nada do part1.do".Se­ 
gundo ALdemir Fernandes, 
as bases não concorda□- 
com a atitude da cúpula 
de, "sorrate:ir.:1.raentc de­ 
cidir integrar a col!ca­ 
çâo governistn". 
WILSON 43] 
LEVY 267 
-------------- - 
Dilso Sperafico 
Visita Caarapó 
"Fazer gestão jun 
to ao Governo do Es­ 
tado para que con 
clua imediatamente 
o asfalto da Rodovia 
que liga Caarapó ~ 
1mambai". 
Esta é a orinci - 
pal reivindicação da 
população de Caarapó 
feita ao candidato - 
da Coligação da 
"Frente Popular", r~ 
genheiro Agrónomo - 
Dilso Sperafico, que - 
visitou o Municíoio 
na última quarta-fei 
ra. Página - 0 Dilso Sperafico 
Retificação 
Na Edição da Tribuna da Fronteira, N 
1.550 de 10/09/94, na matéria "Atos 
Poder Executivo n 088/94, na Páaina 
,o Correto é NO 008/94. • 
A Direção 
1 
e 
l 
"Que as Urnas Sejam 
Filtros de Limpeza> 
"Sempre fui contrário ao v,2 ga uma procuração. Se não, por 
to obrigatório, entre outros culpa dos maus brasileiros que 
motivos, por entender indispen os elegem, o Brasil continuará 
sável ã Democracia que o voto a ter mandatários populares 
seJa exercício consciente de corruptos, desidiosos, omissos 
cidadania. Quem vota atendendo e despreparados em suas funçõ­ 
a pedidos, favores ou pressões, es eletivas. E: preciso que as 
descumpre seu dever cívico e urnas sejam filtros de limpe - 
há que se o colocar na vala co za, não ralos de esgoto. Mesmo 
mum dos impatrióticos, que vo- porque, só aí se igualam elas, 
tam nulo ou em branco. Há' que os esgotos da Democracia são 
se exigir a lucidez do elei tão sombrios como os da Ditadu 
ter, o escrúpulo de quem outor ra". 
(Desembargador Carlos Alberto Ortiz - Presidente do Tribunal 
Reqional Eleitoral) 
Prefeitura de Dourados Emite Documentos 
na Tentativa de Incriminar Bráz Mello 
Rachid diz que unicipalização po. e 
ser a saída para a i:ultra 
' 
r 
O Senador Rachid 
Saldanha Derzi, can­ 
didato à reeleição - 
no próximo dia 3 de 
outubro, disse que a 
municipalizaçio do 
setor agrícola pode 
ser a saída para o 
desenvolvimento da 
agricultura em Mato 
Grosso do Sul. Rachid 
lembrou que São Pau­ 
lo já vem adotando a 
municipalização há 
algum tempo "e com 
grande êxito", e que 
o Mato Grosso do Sul 
pode se adeouar ao 
'processo. • 
Com 40 anos de vi 
da pública, o Sena= 
dor é da opinião de 
que as cidades devem 
definir suas própri­ 
as políticas agríco­ 
las, firmando convê­ 
nios que possam ga - 
rantir incentivos 
distribuição de re - 
cursos e pesauisas. 
"Todo incentivo à 
produção rural", é a 
palavra de ordem do 
candidato à reelei - 
cão, que para garan­ 
tir a boa produção - 
no campo quer que. o 
governo torne uma sé­ 
rie de providências. 
Entre elas estão o 
diferin:ento do ICMS 
para a compra de in­ 
sumos, a redução de 
impostos para aouisi 
cão de máquinas e i 
plementos, estradas- 
- 
Senador Rachid Saldanha Derzi 
vicinais tra~egáveis 
durante todo o ano, 
transportes ágeis e 
facilidades na comer 
cialização de gêne = 
ros básicos de ali 
mentação. 
Rachid acredita 
tanbém que o Governo 
precisa atuar com ma 
is rigor na melhoriã 
da qualidade de vida 
da população, crian­ 
do programas que con 
tribuam para ésse - 
fin, '
1
pa~ticularmen­ 
te queles que te 
nham por objetivo oB 
ter recuros para pr 
piciar às cessoas mais 
carente maior ofer­ 
ta e serviços bási - 
cos, habitação, oera 
cão de empregos 
cor:ibate ã fome e à 
miséria". 
~a avaliação de 
Senador, o desenvol­ 
vimento só se:ã váli 
do na medida em cue 
forem criadas melho­ 
res condições de vi­ 
: pera todos. 
"Não há sentido no 
progresso,se no for 
abrangente e equani­ 
"?gessa1teso se-

,,., 1 (l> 
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Nova Andradlna, Navlral, Nioaque, Nova Alvorada, Paraisa, Paranalba, Pontinha do Coxo, Pedro 
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•o MATO GROSSO DO SUL TEM UMA GRANDE 
ESPERANÇOSA E FORMIDÁVEL LIDERANÇA QUE 
E DILSO SPERAFICO.• 
?/ta. €a,daaa 7/taca 
DILSO SPERAFICO é candidato a 
Deputado Federal por entender que 
todo cidadão tem uma função social 
e polltlca a cumprir pelo seu Pais. 
Honestidade, seriedade e 
competéncla s.Jo atributos que DILSO 
SPERAFICO e WILSON MARTINS tém 
para oferecer ao povo sul 
matogrossense. 
I 
DILSO ~ 	DEPUTADO FEDffiAL. 
_,; SPERAFICO Nº 1510 
FRENTE POPULAR - PMDB 
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RUA LUIZ DA COSTA LEITE - FONE: (067) 255 - 1475 
BONITO - MS 
Tribuna da Fronteira roo»oo EM: 
l....._ uuo rMA 29/	o2/1972 
DI:RETOR-REDATOR CRF.FE: Ivaldo Pereira 
EXEMPLAR: R$ 0,50 
GERENTE COMERCIAL: Maria Etela Velársques Pereira t ] 
SECRETÃRIO D~ ~AÇÃO: IThaldino Rodrigues 
REPORTAGENS: João Carlos Velásquez, André Kvalo e 
Firmino de Barros 
ASSINA TURA5 : 
SEMESTRAL: R$ 45,00 
ANUAL· R$ 90, 00 
REDAÇÃO, DEPARTAMENTO COMERCIAL E PARQUE GRAFICO: + OS ORIGINAIS EN - 
Avenida Tribuna dn Frcnteira,564 - CAIXA POSTAL. - VIAf>OS À REDAÇÃO NÃO 
23 - FONE: (067) 439 - 1410 - BELA VISTA - HS SERIO UEV0LVIDOS. OS 
CURSAIS: Jardir, Porto Hurtinho, Ante++, ARTIGOS ASSINÂoos - NÃO 
• on1o Joo REFLETEM NECES! LEN 
,.,_,nito, Caracol! Cai!:po Grande e Correspondentes • TE A OI1j,, SARIA Y-: 
e Brasília e Sac Paul.o 	• • O DO JORNAL 
Propriedade da Rede Be1avistense de J, ,," 	FILIADO A- 
gC-F - 1 703 0001 90 : Nla.us - L TOA 
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RUA JOÃO NUNES, 200 	CEP:79.910-000 	"ACREDITANDO NO HOMEM DO CAMPO"

T+E'A "A FNTE {A 1'1P1O PEGIO'A 
- - - -- 
Comentária Opinião 
Onde ficam os direitos 
das vítimas? 
Te o{an que a 
e no pode uuportar 
rena! Me,mo que a nona o­ 
piniao nao encontre eco ]un­ 
to is autor!drdes e os pol[­ 
tfeos, é preciso de[ar re - 
glstrada na no,una consterna - 
ão, o Iro do Erpresirio - 
recentemente assassinado no 
Rio de Jane Iro e a me e es­ 
posa 'o mar fdo e do fIlho as 
ar !ado barbaramente em 
ra:['fa dertro da rua cns, 
l 
1 
e' lveram no programa da He­ 
be Campo no ST, neta última segunda-feira. 
Heb que a cada dia se revela uma paladina em 
defesa da família brasileira à certa altura do 
progr namna perguntou aos seus entrevistados, que fo­ 
ram vítimas de bandidos cruéis e sanguinários, se 
n Comlss~o doH Direitos Humanos, os hnvia mandado 
alguma mensagem de Condol;nclns ou algum outro t! 
pode apolo cm forma de manifestação de repúdio - 
contra n viol~ncia praticada. 
.Os dois entrevistados afirmaram que nada rece­ 
beram, nem sequer um telegrama de condolências , 
multo menos a visita de uma Comissão rcpresentat! 
va da instituição. 
Somos obrigados a concluir que esse grupo que 
fala em "direitos humanos" só sabe mesmo e defen 
der bandidos e assassinos e somente mostram as 
suas caras em defesa dos infratores da Lei. Eles 
querem que bandido seja bem tratado, que tenha 
colchões e comida boa e que sejam livres, para 
negar os seus crimes. 
f exatamente por essa razão, por essa infindá­ 
vel soma de privilégios e direitos, que a violên­ 
cia se alastra de forma avassaladora por este Pa­ 
[s afora, co!'leçanclo até mesmo a aparecer nas pe - 
quenas cidades. Os facínoras mais cruéis não Po 
dem de forma nenhuma levar uma "borrachada no lom 
bo", de um policial, que a Comissão já se levanta 
contra o ato policial e consegue as vezes, afasta 
lo do seu trabalho. 
O que é que os "direitos humanos", através dos 
seus seguidores fazem pelas famílias das vítimas,? 
1 
A razão recomendo que serio seu dever olhar, com 
os mesmos olhos os dois lados, e a tê ma is a inda , 
0 lado das v!tim.,s. O bandido, ainda terá direito 
a Advogado por conta do Estado, cama, comida e 
11bonho de sol", pois o "pobrezinho" tem que estar 
com toda sua forma física e com toda a saúde, pa­ 
ra quando sair das grades, voltar à_prática de 
novos assassinatos pelas ruas e residencias das 
pessoas de bem! 
Essas instituições não fazem absolutamente na­ 
da, a não ser proteger criminosos e fascínoras da 
mais alta periculosidade! - Se eles se preocupas­ 
sem em defender infratores primarios, em condiço­ 
es de serem corrigidos, tudo bem! Mas não permi - 
tir que o agente da justiça aplique de vez em 
quando "um corretivo físico" no indivíduo, para 
que confesse seus crimes ou denuncie seus cumpli­ 
ces não passa de um tremendo desrespeito a socie­ 
dade, esta mesma sociedade que já está cansada e 
com medo de tanta violência, e que acima de qual­ 
quér providência, está a exigir punição rigorosa 
para os criminosos! 
Sempre ouvimos dizer, que no meio dessas inst! 
tuiçÕes que defendem os direitos humanos (leia-se 
direito de bandidos!) estão muitos advogados frus 
trados, que se especializaram em tirar bandidos e 
vagabundos do cadeia em troca do seu dinheiro su­ 
jo e nojento, conseguido na grande maioria das ve 
zes, através do sangue jorrado de inocentes cria­ 
turas que nunca praticaram uma delinquencia se 
quer! Estes defensores profissionais, nao pensam 
na origem do dinheiro que recebem, pois querem sa 
ber de "resultados" independentemente de onde . eles 
vieram. 
Urge que nossos legisladores saibam interpre - 
tar a vontade absoluta da sociedade brasileira e 
que provoquem uma guinada total nos pri~c{pios 
das Leis vigentes, que da forma que estao estampa 
das na Constituição, estão servindo para fazer 
proliferar a cada dia que passa,mais violencia e 
mais vítimas indefesas, que nem sempre veem os 
seus algozes levar o castigo que merecem. 
Somente através do ~rio de Leis rigorosas 
poderemos fazer praticar de forma definitiva os 
verdadeiros "direitos humanos'' que a sociedade. - 
tanto deseja. 	i 
1 
• f 
Da forma que está, e com essas inst .tu.coes a 
Jutas que só enxergam direitos nos bandidos, es­ 
taos correndo o sério risco de sermos literalmen 
te dominados pelas "gangs" do crime organizado 
que a cada dia se revelam mais audaciosos e atre­ 
vidos. 
Jotagé Plõrcs 
O QUE É O ROTARY AANIL? 
'Temos ouvido frequnterentr que o +o a­ 
ry s uma entidade par prestação de ervi­ 
cos à comunidade, emefitode lucro, cu)o 
objetivo é estimular e fontar o Ideal de 
Servir, promovendo o desenvolvimento do 
companheirismo, o reconhecimento do m&ri to 
de toda ocupação útil e a difusão das nor­ 
mas do ética profissional, a melhoria da 
comunidade como exemplo de cada um na a 
vida pública e particular o a aproximação 
dos profissionais de todo o mundo, consol! 
dando boas relações, cooperação e a paz cn 
tre ilG nações. 
Sim, Rotary é tudo isso. M s, só ioso? 
Acredito que Rotary é ainda muito mais. 
Acredito em Rotary como célula fundarnen 
tal, o início de algo essencial para o fu­ 
turo da humanidade, Acredito em Rotary co­ 
rno um Clube formador de Homens e Mulhcrci:;. 
Todos somos chamados a servir, mas pou­ 
co compreendemos o que seja isso. 
t cm Rotary que somos acordados, ensina 
dos, direcionados cm nossos valores mais 
profundos, onde realmente nascemos como se 
res humanos dignos. 
Como pode isso acontecer se o que faze­ 
mos se resume basicamente em trabalho e de 
dicação ao próximo? 
Porque cm Rotary aprimoramos o desejo - 
de contribuir para o melhoramento da soei~ 
dade; proporcionamos a cada rotariano maio 
res oportunidades de expressar, com ação, 
o seu desejo de ser útil aos de;nais; am 
pliamos o círculo de nossas amizades; au - 
mentarnos o nosso conhecimento sobre os ne 
gócios e profissões diferentes das nossas, 
dando-nos uma mélhor compreensão dos pro - 
blemas dos outros; incentivamos e apoiamos 
o sócio nos seus esforços para conduzir o 
seu negócio ou profissão de acordo com as 
mais elevadas normas de boa prática; pro - 
porcionamos ao sócio a oportunidade de con 
tatos amistosos e calorosas boas-vindas em 
quase todas. as cidades importantes no mun­ 
Valdi Augusto Beilfuss, do Rotary Club de 
Rio Brilhante/MS (Dist. 4470) 
+ unt radiais, fazendo co 
melhor o verdadeiro cará er de 
vo; proporcionamos ao rotariano a «ti 
;ão de participar de um movi nto que em 
desenvolvendo a compreensão internacion 
através da oportunidade de se sentir cida 
dão do mando. 
Poderíamos dizer, 
q ue proporcionamos 
ter rotário. 
Vejamos, por exemplo, o que 
vérbio chinês: 
Se 
Se 
Se 
Se 
resumindo tudo isso 
formação de um cara 
diz um pro° 
há honrnclcz 1to coração 
Haverá beleza no caráter 
há beleza no carát 
Hlaverá harmonia no lar 
há harmonia no lar 
Haverá houe::.;tidadc nos r:cgócion 
há honentidaclc non nog6cio9 
Haverá ordem em cada nação 
há ordem cm cada nação 
Haverá paz no mundo. 
Assim, portanto, podemos concluir - 
que Rotary, antes de tudo, é um Clube 
formador de homens e mulheres, instru 
mentas vivos da paz e da compreensão 
mundial. 
Não acordamos numa bela manhã piore~ 
ou melhores porque simplesmente deseja 
mos que assim seja ou porque inocente - 
mente acreditamos que dar de ni anteq 
de pensar em si é a solução dos proble­ 
mas do mundo ou porque estamos convenci 
dos de que mais se beneficia, quem me - 
lhor serve ou, candidamente, cremos que 
é dando que se recebe. 
Acordamos e cremos nisso porque nos 
tornamos dignos de alguma coisa, dignos 
de nós mesmos. Porque nos tornamos ho - 
roens e mulheres espelhados uns nos ou­ 
tros e assim, bem formados, nos lança· 
mos para o mundo, baseados no Ideal d 
Servir, dando a nós mesmos como exem 
plo. 
PolitiCa e Pinóquio 
"Um Deputado que diz que vai aumentar os 
candidato à Presidente que promete asfaltar 
Muita gente quer anular o voto, porque 
"político é tudo igual", "só quer subir pa 
ra roubar, depois que se elege esquece a 
gente". Não há dúvida de que muito politi­ 
co se enquadra nessa definição. Muito advo 
gado, também. Muito varredor de rua, tam - 
bém. Muita gente, enfim - gente que bastou 
subir um degrau, aproveita a altura para 
cuspir em quem ficou por baixo. 
Acontece que nós vivemos assim: selecio 
nando os bons médicos, evitamos os maus ad 
vogados, esco_lhemos os melhores amigos. Por 
que só com polítiêo seria diferente? Por 
que só bons políticos seria impossivel es­ 
colher? 
"Um bom voto é de certa forma trabalho­ 
so. Exige um acompanhamento do noticiário 
político, uma leitura crítica das promes - 
sas de campanha - em suma, a leitura dos 
jornais, nada mais do que isso. E há algu­ 
mas coisas em que prestar atenção, por e - 
xemplo, o caso do sujeito que é melhor que 
os outros, que bate no peito dizendo que é 
honesto que proclama aos quatro ventos sua 
santidade - cuidado com ele! Quem é hones­ 
to de verdade não considera a honestidade 
uma virtude a ser proclamada, mas uma coi­ 
sa natural, como respirar ou comer. ou a - 
quele que promete coisas que não são de 
sua alçada: um Deputado que diz que vai au 
mentar os salários só pode estar pensando­ 
no dele. Um candidato à Presidente que pro 
mete asfaltar ruas tenta apenas pavimentar 
sua eleição". 
O candidato que faz muitas promessas me 
rece uma consideração cuidadosa. Se tiver 
a chance, vale a pena perguntar-lhe pesso­ 
almente de onde vai sair o dinheiro para 
salários só pode estar pensando no del 
ruas tenta apenas pavimentar a sua eleic 
cumpri-las. Conhecer alguns preços já aju 
da: uma casa popular, digamos, sai por vol 
ta de 10 mil dólares. Pode virar um pouco, 
para cima ou para baixo, mas a média é es­ 
ta. Se alguém prometer construir 1 milhão 
de casas populares em quatro anos, precisa 
rã de 10 bilhões de dólares ou 2 bilhões e 
meio por ano. Cadê o dinheiro, moço? De 
onde vai sair essa fortuna toda? E se ele 
disser que vai tirar da taxação da fortuna 
elos mais ricos, fuja dele: precisaria con - 
fiscar todos os bens dos homens maís ricos 
do País para chegar aos 10 bilhões de dól~
1 
CITAÇÕES 
"A exclusão social é uma indicação cla 
ra de que a sociedade está errada. . _ 
Tem de inventar novas formas de inserçao 
Social sair da prisão de que tudo tem de 
"er rentável pelos critérios do mercado. Li 
0et"tar-se do mercantilismo mercantil.-~· : 
ar, por exemplo oor organização cam.t.ru. ia. 
Celso Furtado - Ecooista pernambucano) 
res. 	, 
Vale a pena verificar também o cumpri-· 
menta das promessas passadas, promessas 
feitas em eleições anteriores. Um candida­ 
to a Prefeito de São Paulo, por exemplo , 
prometeu abrir o sigilo bancário das con - 
tas da CUT, entidade com a qual seu parti­ 
do tem fortes vínculos. Já faz quase dois 
anos e até agora não cumpriu a promessa. 
Vale a pena votar nele de novo? 
Quanto aos candidatos que oferecem di 
nheíro em troca do'vo~9, aí é uma questão. 
a estudar. Dez, vinte dólares o voto? Va - 
mos conferir é pouco em troca de umna procu­ 
ração que você lhe dará, permitindo-lhe u­ 
sar o mandato para todo tipo de safadeza. 
Cem dólares? Mil dólares? Pense que, só 
num escândalo tipo anões do orçamento, dá 
para um bom ladrão oarlamentar faturar uns 
dois, três milhões de dólares. Ou seja, na 
da que ele possa oferecer por seu voto rr.e::­ 
rece a menor consideração. Se alguém puser 
dinheiro na mesa, estará definido o seu vo 
to. 	- 
Em outro. 
CARLOS.Brickmann é- Jornalista e autor do Livro "A vida é um palanque" (Editora Globo) 
DIA DA -IMPRENSA 
"2e 
Pela passem do DIA DA IMPRENSA no±s homerugens especiais aas veiculas de 
comumçação, representados pelos seus diretores, jorulstas, nadaltus e demaus 
colaboradores da Imprensa que, atraves de sua atuação destemida e corajosa, conmnbuemn de 
forru efetua pana resgatar a consaéna do sentimento maioral de brsuhdade s 
--

IOR'AI, TRIUMA DA FRONTEIRA 
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JOS~ APARECIDO DE OLIVEIRA 
OAB (MS) 4259 
RUI 24 DE FEVEREIR0,2.101 - c. Pst 32 
FONE: (067) 255- 1456 
FAX: (067) 255 - 1402 
CEP: 79.290 - 000 
BONITO - MS 
Sábado passado, houve um movimento incomum _TO 
Centro de Saúde de bonito, que teve tuas dependen­ 
fa superlotadas, principalmente de alunos da Re 
de Municipal de Ensino, Inclusive das escolas ru­ 
rafs, que compareceram para ffzer consultas com - 
oftalmologista, da Universidade Federal de MS.,que 
vieram prestar serviço no munfcfplo, contratados - 
pcln prt•felturn <? convênio com o FAE-Fundo de As­ 
r,ifitêncln no t:studunte. 
1 
• '- ) 
t 
 
Advogado 
LAIRSON RODRIGUES BUENO 
OAB/MS 3.050 
CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS 
} , R. coRREM, 380 
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1 :. ri 
l 
- GEP· 79.280-000 
287 - 1129 
Prefeito· de Bonito conseguiu 
óculos para dezenas de alunos 
cores, bem coo adqutr _4dentes n zona rural 
ra transportar os alunos 
Í 
trn url.::u~o. 
e que estudam no per.me 
EXPANSÃO EDUCACIONAL 
t notório que o prefeito Jos~ Arthur Plgueire - 
do vem promovendo grande expansao no setor educa - 
clonal, como ampliação e reformas de escolas, CU! 
iso de reciclagem e de espccinliznçno aos profes - 
Fisioterapia e 
Reabilitação 
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mantendo com os 
Nos diversos encontros que V h, ·f t 
,. 	! d 1 nos rcr·ou con ('C o: n o - 
profesr:orcsepos i!.lU,' 	difi l 
ue um número mufto grande de crianças tem u- 
q 	A. dev!do problemas vfuafs e al- 
dade para estar, 	a 
• 	-. lnncfa de abandonarem as +a 
guns estavam ate na e ' 
las de auln. 	d ·r1o m 1 
Esse fato deveras senstbIllzcu o manuatg' " 
nlclp.:il, ~ue'atrovis do Sccrrtorla Municipal du E= 
ducação, determinou que fosse realizada uma tria 
gemem todas as escolas, a fim de apurar a quantia 
exata de crianças que não cnxerga::i bem, 
11 
.fim de - 
sanar o problcoa. 
VALORIZAR AS CRIANÇAS 
o levantamento realizado p0r treinadas profess~ 
ras que submeteram seus alunos e testes visuafs, 
revelou um {ndfce exagerado dessa anormalidade.Des 
ta maneira, José Arthur Figueiredo nao teve duvi - 
das em providenciar a vinda a esta cidade dos - 
oftalnologistas Olavo e Ramiro! da Universidade Fe 
deral de MS., que atenderam sabado passado no Cen­ 
tro da' Saúde. Nada menos que cento e setenta cria~ 
ças foram consultadas. 	. 
De acordo com a necessidade, cada qual recebera 
seus óculos nos próximos dias, fornecidos'pe.lA FAE 
Fundo de Assistência ao Estudante. 
Desta maneira, evidência a preocupação de José 
Arthur em promover o setor educacional e valorizar 
nossas crianças. 
4 Está Diminuindo o 
lodice de Criminalidade 
em Bonito 
CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS 
RUA CUilBÃ, S/NQ 
FONE· (067) 4.39 
CENTRO 
1290 
BELA VISTA - MS 
Constatou-se que nos Últimos meses, diminuiu a­ 
centuadamente o Índice de criminalidade em Bonito, 
tendo a polícia registrado em sessenta dias, ape - 
nas um homicídio, pequenos furtos e outras ocorrên 
elas sem gravidade. 	- 
Como não existe efeito sem causa, essa calmaria 
deve-se ao bom desempenho das polícias civil e mi­ 
litar, que estão bem aparelhadas e recebem amplo - 
apoio do prefeito José Arthur José Figueiredo, que 
batalhou pela conquista das duas viaturas juntamen 
te com o legislativo municipal entendendo que o - 
grande movimento de turistas que já está ocorrendo 
o ano inteiro, no município exige um eficiente ser 
viço de segurança pública. 	- 
A Guarda Municipal, também trabalha em conjunto 
e com isso a comunidade sente-se protegida pelos - 
representantes da Lei. 
OUTRO FATOR 
Um outro fator que contribuiu para inibir a cri 
minalidade, foi a criação do Juizado de Pequenas= 
Causas, que vem "doutrinando" muita gente de "te­ 
peramento esquentado". Desde uma desavença de negó 
cio, dívidas ou mesmo difamações, são resolvidas= 
pelo Juizado de Pequenas Causas. 
. Para facilitar, reclamantes e reclamados não 
precisam contratar advogados, pois 
O serviço é gra 
tuito, sendo atendidos inicialmente por junta= 
conciliadora. 	u:na 
251 - 1012 ou 251 2424 
CEP: 79.240 000 
JARDIM MS 
RF.SPALDO DA JUSTIÇA 
,, Desta maneira, ~ontando com O respaldo da justi 
~ ça, aquele que esta coberto de razão t • - 
blema resolvido quase que instãnt4' ·era seu pro 
Em d - neamen te. 
_ caso e agresoes físicas, como sopapos,empur 
roes ou ameaças,_as vezes o juiz arbitra penas co 
mo doar cestas basics à ·familias carentes ou traba 
lhar determinadas horas em obras de 1 i - d­ 
caridades. • nst tuiçoes e 
Como as cestas custam uma "nota preta"• muitos - 
preferem o trabalho braçal pois a • 
· f 	- » pos cumprirem a 
tare:a os processos serao arquivados e fi - i- 
ces com a justita. 	carao qu 
FIRMIXO DE BARROS+ 
lr:..::.::==============~==:::..:;;:~~a;~::;~~F===~~9-~-=-~=:::~~;==~;=:...~~ãii.ii~~::-~-;.:,~-----".""'-:--:-------,,..~~.,.. 
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P R O D ! T 0 
ll.!111 llom 
vtsrsa reg. y ".N y .2° y .o 4.2 4 -.2? y -? y .@n 
Forlnha de Tro Ikg 
E.pecfal Ideal 
D{versas Marcas 
0.48 0.53 	0.58 0.54 0.5t. 
o. 70 
ParJnhn ele Mundlocn 1kg 
llem llom 
0.47 
Dt@±as Marca (0.40 1 9. 1 0.1 1 0.97 1 0.72 , 0.40 , 0.62 
Hnssas pct 500g 
c/ovos Todeschfnf [ l , Pé]l l l 
c/ovos Diversas Marcas [UUU[lllll 
c/sem-TodeschInf 
ehscr-D1versa Marcas [0."? y 0.521 4 0.60 , 9.69 , 0.7 , 0.98 
Açucnt'. Cristal pct 2kg 
cristalcúcar [_!:l_]..I.. ]!·! ,_l:>jl.- 
D1versa arcas l , l.O0O , l.l? ,l.l9 ,0.92 , 0.95_j 
Açúcar Rcflnndo pct Ikg 
UN1o 	[O.79].I ,0.90, ,0.do y l 
Diversas Marcns 	0.95 
Cafe em Po pct 500g 
Rincão 
Brasileiro 
Diversos Marcos 
3.50 3.66 3.34 
3.47 
1.501 12.0 ,3.N 
3.20 3.40 
Amido de Milho pct 500g 
Maizena 
Arisco 1kg 
0.88 0.89 1.40 1.45 0.53 1. 14 
1.95 	1.65 1.95 
Achocolatados lta 400g 
[Nescau 500g 
'ouLk 
1. 1Q 1 on 
1 90 
40_1 I,6? , 2,00, 
1 O? 
}Leite em P6 lta 400g 
Inst.Ninho 
lnst.Gloria 300g 
Integral Ninho/lta 454g 
2.95 3.10 2.97 
3.20 2 59 
2.7513.20 1 2.46 1 3.12 4 
o 9_,,d4 l 
Ôlco de Soja lta 900ml 
Soya 
Diversas }!arcas 
--------- 
P R O D 105 
Piio 
Fnrncês 
50g 
],2)[---li { 
bolo 
Creme dental bga 90g 
Kolynos 
Colgate 
1 
Hr.a +a.5, i a.ai a.5si a.ato.5at 	a.aat 
1.00 J .06 1 0.92 0.92 0.94 0,75 0.90 
Sabonete 90g l----+.---+---+----lf----+--:-1--- 
Gessy 	[ a.a74I ,O.	d0 j 0.27_j 0.19 0.29 
Lux Suave 	0.29 	O. 30 0,20 0.10 
D!versas taras	} , v.o7 [ .27 j0.2,I I 
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0.81 0.86 
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0.85 1.07 
1.50 1.40 1.48 	1.08 1 .40 
0.70 0.69 0.72 0.95 0,72 
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2.20 	1.52 1.77 
2.50 2.36 	1.83 
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S.Livre seca/suave 
Papel Higienico 4 rolos 
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Camélia 
1.90 1 .62 1.69 2.16 0.95 1.54 
1.10 	0.79 
_0 90 9 85 9,90 o o0_4 1,00 4 0.27 4 0.95 , 
Sal pct 1 kg 
Cisne 
Diversas Marcas 
li i	.] 
pp p 31 ( 9 
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Biscoitos pt 200g 
C.Cracker-Tostines 
C.Cracker-Sao Luiz 
C.Cracker-Diversas Marcas 
Detergente em pó cx 1kg 
OMO 
Minerva 
Diversas Marcas 
) 1n 2.75 2.88 2.40 2.54 1.83 2.40 
2.30 2.30 	1. fO 2.40 
1.95 1.45 
0_,0.65 40284I 
2. 13 2.20 
0.95,1.27 40.7%4 I 
Sabao em Pedra pct 1kg 
Minerva 
Espumante 
Brilhante 
Õeterg.L{quido fr 500mll-----+-----l---+----4---+----+---- 
Minerva 
Limpol 
Diversas Marcas 
0.40 0.43 0.41 0.43 O.JS 0.52 
1 
0.50 0.40 0.54 
0.35 O.JS 0.66 0.38 
Desinf.Líquido fr 500ml 
Pinho Sol 
Pinho Bril 
0.43 
1. 28 1.30 1.15 1.37 0.98 1. 27 
0.81 ,b' l 
1.10 1.05 1.10 0.78 0.94 
0.67_,0.6 
0,43 0.68 
0.45 
----------=-----=----------------------------================~- 
Consumidor Exija seus Direitos 
---------------------------------------------================== 
Nossa Gente, Nossa Força. 
Água Sanitária 
Q.Boa 
Cândida 
litro 
0.80 0.70 0.79 0.72 0.65 0.76 
r-- 	6 
• d 
I 
e conheço profundamente 
'aoero ser oeetade E54"%,f?"?"% sr e iío ceea 
os problemas de 1-,fato ro~ senvolvimento 
que poderei contribuir e muito para o de d' a3de outubro, 
do nosso Estado. Conto com seu voto no , . 
. para continuar com a política de. modernização 
do nosso estado. 
Esponja de Aço pct 60g 
Bombril 	0.40 0.40 0.44 0.42 0.43 0.29 0.41 
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Fiat Lux 	0.60 0.62 
Diversas Marcas 	0.50 0.60 0.80 0.3 0.51 , 
Hortigranjeiros kg 
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Batata Inglesa 	0.65 1.10 0.84 l.OÔ 0.80 0.75 
Cebola 	0,55 0.60 0.60 0.58 o.ao 0.60 
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Edital de Proclamas 
Janilde Rosa dos Sw1tos,Oficiala do 
Cartório de Registro Civil desta cidade 
de Bela Vista-HS., faz saber a todos - 
quanto o presente Edital de Proclamas vi 
rem, que apresentaram os documentos exi 
gidos pelo artigo 180 do Código Civil 
Brasileiro e pretendem se casar: 
Julião Romeiro e •Rosa Duarte Leandro, 
ambos brasileiros, solteiros, naturais 
deste Estado, ele, carpinteiro, filho d 
Antônio Romeiro, e Hortencia Ocampos, 
ela, lides do lar, filha de Aparício - 
Leandro e Azoilda Duarte, ambos donici­ 
liados e residentes nesta cidade. Se al 
guêm souber de algum impedimento que s 
oponha na forma da lei. 
Bela. Vista-MS., 12 de setembro de 1994 
JANILDE ROSA DOS SANTOS 
Oficiala 
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O'AÍ, TRIDJ' A DA FRONEIA 
o 
PREF EITURI OE DOURADOS EMITE DOCUMENTOS 
NII TENTIITIVI DE INCRIMINAR BRIZ MEl O 
l 
PROCi AMA DE f HC CONTEMPLA 
'TICAS JÁ ADOTADAS 
PO? LÜO COELHO 
O Candidato Lúdio Coe sanitários para promover 
ho, que jÕ tem pratica: a prevenção de doenças 
ente assegurada uma va- Como Prefeito, LÚdio 
.a para o Senado, está criou quatro distritos - 
onvicto de que a expe- sanitnrios em Camoo Gran 
Iência adquirida como - de: nos hospitais distrf 
refeito de Campo Grande tais do Bairro Tiraden: 
or luas vezes será mui- tes, do Aero Rancho e No 
:o importante para o seu va Bahia, ficando o quar 
lesempenho como senador ro para ser construido~ 
la República. Esta con- "Esta forma de atendimen 
,icção reside no fato de to representa descentra: 
que o programa de gover- lização e hierarquização 
o do candidato Fernando dos procedimentos. Os pa 
enrique Cardoso, que - cientes recebiam atendi: 
:oncorre à Presid~ncia - mento primário e secundá 
ia República pelo PSDB , rio nestes hospitnis,sen 
:ontempla vários pontos do encaminhados à Santa- 
~ue já (oram colocados Casa e ao Hospital Uni- 
i
ce prática por LÚdio à versitário apenas os ca­ 
,frente da Prefeitura da sos mais graves ", expli 
.capital. 	ca Lidio. 	- 
O candldato tucano pe Para o ex-prefeito,os 
·tla coligação Frente PopÜ pontos convergentes en- 
~ lar, que tem Wilson Bar: tre o programa de FHC e 
bosa Martins como candi- as práticas adotadas na 
dato ao Governo do Esta- Prefeitura de Campo Gran 
.do, observa que um des de demonstram que têm Ü 
tes pontos em comum est mesma visão de adminis­ 
no setor de saúde, com tração pública. "Estou 
a criação dos distritos certo de que Fernando 
rio que se canalize essa 
produção em prol da sua 
população", ~ala Sperafi 
co. 	- 
Sempre acompanhado pe 
los vereadores, Ezequiel 
Vieira,o Caxeta, e Edson 
Peres, o Peninha, Dilso 
Sperafico visitou lide­ 
ranças políticas e comu­ 
nitárias, destacando-se 
entre elas, os suplentes 
de vereador, Alceu Jo- 
se Leonal e Antonio Car­ 
los-Antonio Den.tista, 0 
coordenador da Patrulha 
Mirim, Moacir dos Santos 
e_o líder comunitáiro Jo 
Para Dilso Sperafico, sé Zacarias.Todos esses 
a conclusão do asfalto, apoiam Dilso Sperafico - 
assim como o incentivo - para a Câmara Federal e 
ao comércio, são funda- Muril~ Zauith para a As­ 
mentais para o desenvol- zembleia Legislativa. 
vimeto de Caarapó e re Na oportunidade,Dilso 
g1ão vizinha. "O MunicI- Sperafico conversou tam­ 
pio de Caarapõ possui um bem com cerca de 200 jo 
diversificado parque in- vens que participavam de 
dustrial. Possui frigorí um torneio de futebol e 
fico, laticínio e diver: visitou a Liga Esportiva 
-- ANrR Réiica .- 
Lúdio' Coelho 
O presidente do dire­ 
tório ent,Jdu:il do l'MDi3 , 
deputado federal Valter 
P(rclrn, dPnuoclou a tcn 
tzt!va da Prefeitura de 
l)curador, de Incrinfnar o 
ex-prefeito Braz Helo 
oTitindo docuoentos e 
exibindo localo errados 
d obras aos técnLcoa. do 
Ministério Integração Re 
Jonal que faziam uma 
inspeção referente a con 
v@nIos assinados por 
Braz em sua gestão. "A - 
equipe do Prefeito Hum 
berto Teixeira induziu - 
os técnicos do MIR a um 
Juizo completamente equi 
vocado", afirmou Valter 
Pereira. 
f.le apresentou ã im­ 
prensa um documento as­ 
sinado pelo Conselho Ju­ 
rídico do MIR acatando o 
pedido de nulidade da 
irspeção bem como a rea­ 
lização de uma outra vi 
sando a apuração da ver 
dade, feito pelo ex-pre 
feito. Do pedido de Braz 
Melo também constou o 
cencelamento das sanções 
ocorridas por causa da - 
primeira inspeção, ou se 
ja a retirada do Munici: 
pio de Dourados do cadas 
tro de inadimplentes, o 
que também foi atendido 
Henrique é o melhor can­ 
didato à Presidência.Co- 
mo senador,vou trabalhar 
com competência para aju 
dá-lo a desenvolver o : 
programa proposto pelo - 
nosso partido, amparado 
na experiência que acurou 
lei administrando Campo­ 
Grande durante sete aros", 
garantiu o candidato. 
LODIO: "ESTOU CERTO DE QIJE FllC r O MELHOR CANDI.llATO A PRESIDENCLA". 
pelo MInftérfo. 
Brnz Melo provo11 
MIR que os documentos 
ooltidou p ln atual pre- 
•feltura de Dourado~ nn - 
verdade não estão extra­ 
viados co::io alegarn::i ao•, 
têcnicoG rcsponsóve!G pc 
la inspeção. Fle apresei 
tou um documento assina: 
do por Hucibcrto Teixeirn 
admitindo estar de posse 
de toda 9 papelada refe­ 
rente nos convênios e 
também o dcmonr;trativo - 
dos contas do atual Pre­ 
feito, pagando as obras 
previstas do acordo coa 
o MIR. "Ora, se ele P! 
gou as obras é porque 
elas existem ou então es 
taria sendo conivente 
com uma poss1.vel calca­ 
t rua", observou Braz. 
No parecer da incycção, 
os técnicos atestaram a 
inexistência das obras e 
Braz Melo acusou a Pre­ 
feitura de Uourados de - 
ter mostrado aos mesmos, 
locais errados, cientes 
de que neles realmente 
não havia nada. "f'. obvio 
que é uma manobra eleito 
reira, mas não vai dar: 
em nada porque a verdade 
será apurada", analisou 
o ex-prefeito que deverá 
entrar com orocesso con- 
Dilso Speraf ico Visita. Caarapó 
"Fazer gestão junto - 
no governo do Estado pa­ 
r que conclua imediata­ 
mente o asfalto da rodo­ 
via que liga Caarapó a 
Airambai". Esta é a prin­ 
cipal reivindicação da - 
pcpulação de Caarapó fel 
ta ao candidato da coli­ 
gação da Frente Popular, 
engenheiro agrônomo D1l­ 
sc Sperafico, que visi­ 
tou o Municipio na últi­ 
ma quarta-feira, dia 7. 
Ele estave na cidade cum 
prindo agenda de campa: 
nha que incluia visitas 
e comício. 
.10 
E respeito a popula 
cão de Caarapó que nao - 
pôde assistir os shows -­ 
em função do mau tempo,a 
coordenação de capanha 
de Dilso Sperafico e Mu­ 
tilo Zauith programaou - 
para sexta-feira, a apre 
sentacão do Grupo Uira­ 
puru e de Carlos Fábio e 
~ua banda. Os shows acon 
teceram em frente ao Es­ 
tãdio Municipal,a partir 
das 19 horas. 
Paixão· 
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tra Humberto Teixeira e 
sua equipe por terem ter 
tado fnr {ni-lo conse­ 
u!ndo com L o, apenas 
compro ter Dourados, co 
locando o Municipfo em - 
descrd!to unto ao o- 
Quanto is acusações - 
sobre o desvlo de recur­ 
os para construção da 
estrada Potreirito, Braz 
Melo apresentou os docu­ 
mentos provando que o 
dinheiro rcceblc!o era 
Insuficiente para 
nar a obru(21 .574 
Unidade de Podr3o 
ceiro qunndo o prcvinto 
e necesr;ário ermn J 06 .230 
UPF's) e mais, que tudo 
o que era possível real! 
zar com os recursos Ifbé 
rados, fpi feito. "P. in: 
concebivel a otitudo ela 
atual adoinistraçào de - 
Dourados. Um sujeito que 
sume uma Prefeftura 
tem de ter responsabili­ 
dade", comentou Indigna­ 
do o deputado federal 
Valter Pereira. Em dez - 
dias, a nova 'nspeção do 
Ministério d, Integração 
Regional deverá estar 
concluiria. 
terml­ 
UPF's­ 
Finan-

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A PONTEIRA 
JORNAL NI 
. 
PRDOIEIO 
LER 
Ajuda a formar 
leitor-Cidadão 
Hábito da 
Surge na 
Leitura 
Infância 
- - --- - 
• • d.ia 
UMD SEMANA NA SALA OE IULI 
A Curiosa 
Descaberia 
na Leitura 
A possibilidade de uso do jornal na sala 
de aula são praticamente infinitas. Como um 
verdadeiro canal aberto entre a sala de aula 
e a dinâmica de realidade, o jornal cumpre a 
dupla função de informar e despertar o dese- 
jo constante por mais informaçoes. , 
Nesta época do ano onde os brasileiros se 
encontram frente a uma tarefa difícil e ele 
grande responsabilidade para o bom andamento 
do País é necessário que os professores de - 
senvolvam com seus alunos o importante tema 
que são as eleições, como forma de faze-los 
observar, discriminar criticamente este as­ 
sunto. Para tanto, ai seguem algumas formas 
de desenvolver este trabalho nas diversas 
disciplinas: 
PORTUGUES 
:o Pinciroli Júnior (*) 
o Brasil ainda é um Pais de jovens, ape 
da acentuada queda no crescimento demo 
'ico registrado na última década. Mais 
1/3 (34,28) dos brasileiros tem menos 
! 14 anos e 40,98, menos de 17. Ter os ) 
[ns como leitores é vital para os jornais; 
to como consumidores do produto Jornal 
1anto como mercado alvo para os anuncian­ 
is. o desafio não é nada fácil. 
Para que se tenha uma idéia do que isso 
-pifica, basta dizer que dos 12 paises - 
~m índices de leitura mais elevados, ape­ 
um tem mais de 208 de sua população 
xa de O à 14 anos (Cingapura, com 
,9i). 
As crianças são os leitores do futuro, 
quem os jornais não podem perder de vis­ 
a. Os 50 milhões de brasileiros com menos 
a l4 anos são mais numerosos do que toda 
população de Argentina, Chile e Uruguai 
'3ma. Mas não se trata apenas de uma 
•uestão de marketing. 
t A história da imprensa se confunde com 
P luta pela Liberdade de Expressão e 
Veta, não existe Democracia. 
Por isso, não há exagero em afirmar que 
'stimular a leitura de jornais significa - 
ormar as bases das instituições democráti 
'as. 	- 
e Os jornais brasileiros têm obtido razoá 
el sucesso na conquista do público jovem, 
te passou a merecer, nos últimos anos 
aior atenção através de cadernos especifi 
das, além do esforco empreendido na moder­ 
~r.izacão dos jornais com o objetivo de tor­ 
acá-los mais atraentes e fáceis de ler. Mas 
R na infância que se forma o hábito da lei 
ura. 
Pesquisas realizadas em todo o mundo 
• ~omprovam que as crianças que adquirem o 
eJábito de ler tendem a mantê-lo quando a - 
·Pultos, enquanto que as que não o fazem di 
~icilmente são leitores regulares a partir 
la adolescência. 
E por isso que, seguindo uma tendência 
internacional, os jornais brasileiros in 
restem cada vez mais em programas de Jor - 
al na Educação. 
-
5 
No ano passado, a ANU, por iniciativa - 
lo Comitê de Leitura e Circulaêão, adotou 
e~ dia 10 de Setembro (Dia da Imprensa) co­ 
no Dia Nacional do Jornal na Educação. 
- Naquela data, produziu a primeira edi - 
:ão do Suplemento LER, encartado na maio - 
ria dos jornais filiados à Associação, con 
tendo matérias sobre a importãncia de seu 
tilizar os jornais no processo educativo. 
i O uso de jornais na educação é uma ini­ 
ciativa que favorece a todos os envolvi 
dos: estudantes, professores, pais e aos 
jornais - é verdade - mas principalmente à 
sociedade como um todo. A promoção da ANJ 
foi um sucesso e está sendo repetida. Nes­ 
se meio tempo, o número de jornais que man 
• têm programas de Jornal na Educaçao aumen­ 
tou, assim como o de escolas e crianças en 
volvidas criando um movimento que não pode 
'ser dissociado do vigor demonstrado pelas 
instituições nacionais, como ficou eviden­ 
ciado na ação dos "caras pintadas". 
: A urgente necessidade de melhorar o Sis 
'tema educacional brasileira está na agenda 
,•de todos. 
Parte essencial desse esforco está diri 
gido ã erradicação do analfabetismo. Mas 
também é fundamental melhorar a qualidade 
do ensino a fim de que tanto o. País como 
seus cidadãos tenham chances de progresso 
num mundo cada vez mais integrado e compe­ 
titivo. 
Indiscutivelmente os jornais têm muito 
a contribuir para que esses objetivos se - 
j ao alcançados. 
sem 
A partir da leitura das declaracões dos 
candidatos, dadas aos jornais os alunos fa - 
rãa uma análise do vocabulário, por eles uti 
lizados, procurando no dicionário o sentido 
daquelas palavras. A seguir pode-se fazer e­ 
xercicios utilizando-as em outro contexto , 
como a realidade local. 
Utilizar o noticiário eleitoral para exem 
plificar as unidades pedagógicas relativame~ 
te a gramática e sintaxe. 
Passar aos alunos uma charge e pedir que 
em grupos, identifiquem o seu significado. 
Depois, pedir que contextualizem o seu signi 
ficado no momento atual das pesquisas eleito 
Comparar as diversas pesquisas de inten - 
cão de voto. Analisar a variação da porcenta 
gero de votos de cada candidato tanto à nível 
Estadual como Federal. Verificar se o número 
de indecisos, votos brancos e nulos poderia 
mudar a colocação nas pesquisas ou se não i­ 
ria interferir. Direcionado sempre para um 
posicionamento crítico dos alunos. 
Analisar oespaço que cada candidato ocupa 
no noticiário do jornal. Pode ser feito, de­ 
marcando a centimetragem das matérias (medir 
quantos centímetros cada um teve no jornal), 
ou comparando o número de vezes que cada can 
didato foi citado. Depois, poderia-se compa­ 
rar o resultado entre os candidatos (quem 
foi mais citado, ou quem ocupou mais espaço) 
e verificar se correspondem a colocação nas 
pesquisas de intenção de voto. 
A partir de propagandas, calcular preços 
de compras à vista e aprazo; calcular a por 
centagem de aumento nas compras a prazo: co~ 
parar o preço de determinado produto em vã - 
rios anúncios. 
CIENCIAS/QU!MICA/F!SICA 
O hábito d 	l e i ura não deve 
se tornar uma frustrante expe - 
riênciu c~colar. O pra:lc•r .pclol 
ato de ler precisa ser estimula 
do desde a infância, para que, 
futuramente, se torne um gran­ 
de "caso de amor". Tornando .º 
ensino-aprendizagem muito mais 
atrativo aos olhos das crian 
ças. A seguir, algumas dicas Pa 
ra incentivar seu filho ou alu­ 
nos a ler mais: 
Deixar que a criança realize 
alguma atividade onde o jornal, 
já explorado, seja utilizado co 
mo matéria-prima. Por exemplo : 
criar fantasias com o jornal e 
dramatizar uma notícia lida ; 
confeccionar a aparelhagem uti­ 
lizada pelo repórter, cinegra - 
fista ou fotógrafo e entrevis - 
tar alguém a respeito de um fa­ 
to polêmico, noticiado no jor 
nal. 
* Sempre que você encontrar uma 
matéria no jornal que seja do 
interesse de seu ,filho, como ci 
ências, animais, esportes, cO - 
mente com ele, proponha um tra­ 
balho ligado à alguma área de 
conhecimento. 
Observe quais assuntos/fontes 
são, num primeiro momento, mais 
procurados, desenvolvendo, a 
partir daí, uma série de proce­ 
dimentos que sirvam de trampo - 
limpara despertar o interesse 
da criança/adolescente a outras 
fontes. Geralmente, o gosto da 
criança/adolescente recai sobre 
a parte de esportes, cinema, te 
levisão, etc. 	- 
Um aluno faz a leitura de uma 
notícia de acontecimento rnarcan 
te, que deverá ser acompanhada­ 
de efeitos sonoros. Estes efei­ 
tos sonoros (espécie de sono 
plastia) serão produzidos por 
um grupo de 06 alunos selecicna 
dos com antecedência na classe. 
Analisar se os candidatos demonstram estarem conscientes da importância da 
Ciência e da Tecnologia para o_desenvolvimento do País. Qual a porcentagem do 
orçamento e as propostas de açoes nesta area. Qual a postura dos candidatos - 
ante: a exploração da energia em suas diversas modalidades (Usinas Nucleares 
Petróleo, Álcool, Hidrelétricasl; o mercado de informática; as questões eco16 
gicas e a preservação ambiental. 	- 
No caso de candidatos que já exerceram governos anteriores, analisar (recor 
rendo à pesquisa em jornais antigos) se as pastas das secretarias eram exerci 
das por técnicos das áreas ou por pessoas indicadas por conveniências poli;- 
cas. 
SEMANA JORNAL NA EDUCAÇÃO 	1 
Professor,_de ll a 17_de Setembro comemoramos a Semana_Jornal_na Educação. 
A informação_ê indispensável na educação, e o jornal é o principal meio ãe 
obte-la. v~ce precisa entrar nessa! 
A 
O QUE VOCE DEVE EVITAR 
VOTO NULO -- Um voto pode ser nulo por dois motivos: porque não ficou claro 
para a mesa apuradora a opção do.eleitor. (candidato inexistente ou impossível 
de identificar); ou porque o eleitor deliberadamente preencheu a cédula erra­ 
do - voto de protesto - escrevendo algum insulto ou outra palavra qualquer. 
VOTO EM BRANCO - O eleitor simplesmente não preenche a cédula. Pode signi­ 
ficar que não aceita o processo eleitoral, os candidatos ou que o resultado - 
lhe é indiferente. No passado Jª houve ate campanha pelo voto em branco. Além 
de inócua, a atitude é uma omissão com a agravante de que o voto em branco 
torna mais fáceis eventuais tentativas de fraude. 
VOTO OTIL - E quando o eleitor deixa de votar no candidato de sua preferên 
cia para escolher aquele que supostamente tem mais chances. Até certo ponto G 
o que ocorre quando o preferido fica fora do segundo turno. Mas fazer isso 5 
no 1o Turno e em relação aos cargos legislativos e ser "Maria vai com as ôu - 
tras". 
No abra mão de seu direito de escolher quem você considera o melhor.

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1KO E EZILDN 
Fe caalzinho tem tudo para dar cer­ 
to. Depois de longos anos de namoro o casó 
rio aconteceu. Já ora tempo, não é? 
PARABÉNSI!!!!!!!! 
NOIVADO 
Main um cnnnl te prepara para emendar - 
os panos. 
Ficar.nm noivou l!cnriquo e Neiva. Provas 
de amor a primeira vista. Voces se merg 
cem. 
IN IVF.TTSÂ!U OS 
Quem ficou mais velho na city fo_i nosso::; 
amigos Paulo Rodrigues, Jucelino, Wagner (da 
banca), Sula, Conceição. 
~ eles parnbéns e que esta data se mul­ 
tiplique por muitas vezes. 
VÍOEO LOCADORA - LANCHONETE 
Apesar da paradeira, há pessoas que a­ 
creditam cm nossa cidade. Acaba de abrir - 
uma Locadora de Fitas de Video, na Rua Ma 
d to Grosso e a Lanchonete Cabana na Rua Be­ 
la Vista, em frente a praça. Valeu gente. 
vai aqui o apêlo à população para que u 
sufruam dos prestigios destes dois novos - 
empreendimentos para que possam continuar 
servindo nossa city. 
u 
O PAU QUEBROU 
Mulher ameaça marido com revólver de 
plástico. Pode? O que será que o indio ve­ 
lho andou aprontando? E qual será que foi 
sua reaçao ao se ver frente a um pau-de-fo 
g0? Bem, o recado tá dado. O resto deixa - 
pra lá, 
OUTRO FATO 
Bastante chocante foi um namorado edu­ 
cando a namorada a baixo de reio. Calma lá 
' amigo velho, não é assim que se reconquis­ 
a 
d, ta os resquicios de um amor que outrora 
tó: foi muito bem. 
TORNEIO DE FUT SAL 
Aconteceu no domingo 04/09 um torneio - 
de futebol de salão na quadra de esportes 
' do Bairro Vila Nova.· 
A garotada não se preocupou com o sol 
~. causticante e correram o dia todo 
,, atrás da bola. Como não poderia dei - 
xar de ser o Picasso foi o contestador.Mas 
esporte é isso ai. 
AGITO TOTAL 
i O serviço de som ficou a cargo do pro - 
fessor Élio, patrocinado pelo Dep. Moka e 
pelo Candidato Dilso Sperafico. Valeu Po­ 
vão. 
ESTÃ 
Ocorrendo também um grande encontro es 
portivo no ginásio de esportes em comemora 
ção a passagem da data magna de nossa Pá= 
tria. 
O evento é uma promoção das escolas Es­ 
taduais Aral Moreira e Pantaleão. 
PESCARIA DE ARAQUE 
. e TÕ sabendo que·uns amigos saíram para u 
, d ma pescaria lá pras bandas do Campestre,so 
que o carango dos ditos pescadores ·foi vis 
to lá proas bandas da Vila Nova. 
E tem açude lá na Vila Nova? 
jo''-. t, coisas estranhas andam acontecendo - 
; em nossa city... 
e 
i 
io 
l 
ALD PREÇO 
----- 
Vi voco cabeceando a trava do gol ao in 
vé de cabecear a bola que é iso? Aciden­ 
te ou efeito da lourinha gelada? 
DESFILE CHAMA ATENÇO 
o S.T.R. (Sindicato dos Trabalhadores - 
Rurais) promoveu um desfile de trabalhado­ 
res dia 07 de ::.ctembro que dou muito o que 
falar. os trabalhadores, após o hasteamen­ 
to dos pavilhões (Nacional, Estadual e Mg 
nicipal). 
Execução do Hino Nacional, percorreram 
as principais ruas e avenidas da cidade lg 
vando seus instrumentos de trabalho carro­ 
ças, cnvalo, jegues, foices, enxadas etc. 
Dando uma demonstração de que para se orga 
nizar um desfile não é necessário palan­ 
ques enfeitados e alegorias caríssimas. 
o que importa é a intenção e não a im­ 
pressão. 
JANTAR BENEFICENTE 
Mais uma vez o povo de Antonio João de 
monstrou que é solidário. 
Realizou-se no dia 26 de agosto um jan­ 
tar beneficente em benefício da senhora Au 
rora Nunes que se encontra enferma. Não sa 
bemos os resultados em valores, mas sabe= 
mos que foi bom. 
A equipe que organizou, e a própria, em 
nome de Deus agradecem à todos que contri­ 
buiram com o evento. 
RODEIO 
Está acontecendo na Vila Nova mais um 
Rodeio, realizado pela CIA. Estrela de Ou­ 
ro, (prata da casa) de propriedade do As - 
turio e do Casccavel. t isso ai gente tem 
que botar pra quebrar. t preciso fazer o 
chão tremer. 
OS MAIS MAIS DA SEMANA 
Os mais recentes - Raquel e Robson 
Os mais apaixonados - Derly e Altair 
Os mais romanticos - Odiley e Solange 
As mais gordinhas-Jussara,Idinara, Cami- • 
la etc. 
Os mais gordinhos - Admilsson e Sócrates 
As mais magricelas - Solange, Rose, Ana 
Flavia e Joana. 
Os mais esquisitos - Jacaré, Bafo, Boca e 
Taquara. . 
Casal perfeito - Yara e Ednaldo 
Os mais borrachos - Dirceu, Mandi, Luiz 
Franco. 
O mais Sapo - Noelbio 
A mais solitário - Lucineide 
Os mais distantes - Edmar e Genir 
Os mais desacertados - Everson e Ines, Dir 
ceu e Jussara. 
A mais bandei.rosa - Juvina (Kombi de som - 
do Moka) . 
SIMPATIA PARA ACABAR O AZAR 
, d 
au 
; 
Da gatinha Mayane Sanches, filha do 
casal Avelino e Conceição. 
Gosta de assistir a TV Colosso e cur­ 
te as músicas da Xuxa. Adora brincar com 
seus amiguinhos e ir à casa de sua vó. 
SEGURANÇA ÍNTIMA 
Ante os impactos emocionais do cotidianc 
estimarias construir segurança íntima,a fü 
de que a serenidade te faça constante cida 
dela defensiva e podes, indiscutivel • 
mente, .construir semelhante refúgio. 
• * * ##ttk * * * * * * * * .. * * %wtktt##ktkt#ktt 
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Saída diariamente para São Paulo às 16:00 horas no Termi - 
nal Rodoviário de Pedro Juan Caballero. 
Também ônibus direto todos os dias em dois horiirios 
Campo Grande - às 17:00 horas e às 11:00 horas. 
Fones:436-2736/436-2445/436-3247 
Viaje Tranquilo, Viaje 
Cometa. Del Ama.mbai 
frente 
mesma 
três cruzes nela com o polegar di 
diga: sai da minha frente azar 
vou passar com a minha 
E TENHA UMA BOA SORTE!!! 
para 
MAMBII 
+ COMETA DE! AMAMBAY - LIGANDO PEDRO JUAN CABALLERO AS MAIORES CIDADES DO BRASIL!* CONFORTO, SEGURANÇA E RAPIDEZ ++