, 
O/AR/O REGIONAL. 
LA VISTA/M ANO: 22 NO: 1.55] 17 DE SETEMBRO DE 1.994 - MAO DIRETOR RESPONSAVEL: IVALDO PEREIRA 
Reunião n_o Costa e Silva reúne centenas de 
simpatizantes de Puccinelli, Orro e Marisa 
A Coordennçàn de co~­ 
panha dos candidatos Ro­ 
berto Orro, à Deputado 
Ehtaduol, André .Pucchle_!: 
ll e lfari.J.:;1 Serrano à 
, Deputodo~·Federnis, pro­ 
noveu ncetn sexta-feira, 
dia I6, na residência da 
Sra. Francisca Quinta - 
no, Bairro Coi;ta e Sll - 
va, uma reunião política 
que contou com o pnrtici 
poção de centenas de mo: 
radores do Costa e Silva 
e Bairros circunvizinh:is. 
Contando com o apoio 
de expressivas lideran - 
çes políticas da nossa 
cidade, que objetivam a- 
cima de tudo apresentar 
n comunidade belovisten­ 
- candidatos renlmente 
p 
1 
comprometidos com as u­ 
pirncÕes e Inter ses 
ma for s do nosso povo 
as candidaturas de Rober 
to Orro Assembléfa Le­ 
gislativa e de André Puc 
c lnell! e MarL,1 SC'rr:rnÕ 
para a Câmara Federal, a 
cada dia gnnhan si□piltln 
e vê□recebendo inúmeras 
adesões, princlpolnente 
nos Bairros e periferia 
da cidadé. 
Participaram da reu - 
nfão no Bairro Costa e 
Silva o ex-prefeito Ilde 
fonso Pinheiro, Sebas - 
ti.iio Zacarias Filho, l i! 
Dana·o1ga Bianchi Zaca - 
rias, Vereador Geraldo 
Pinheiro Xurano, Chefe 
do Gabinete do Prefeito 
R$ - 0,50 
l'.un ! , 1 p.1 l, José Ares Ca 
f u r e , Presidente d o 	P S D 
local FLv!o Henrique 
Pl.:,Lonho, ex-Vcrc•:,c!or 
Carlos Centurfào, entre 
outro!i. 
Os moradores enfatiza 
ram em seus pronuncfamen 
tos à honradez, a d1gnf 
dnde, a llsurn e, ncic1,-:; 
de tudo, n compet~ncia , 
co:co as qua lidndcu q11<' 
diferenciam os candida - 
tos Roberto Orro, André 
Puccinelli e Marisa Ser­ 
rano, dos demais candida 
tos que nessns épocas de 
eleicÕos apnrecem em nos 
sa cidade a cata devo= 
tos, □ultos nao se sabe 
nem de ondP vrn. 
Nego Zacarlns, l::! Dnm., Olga, Joiio !'Grelo, ex-Prefeito Ildefonso Pinheiro, 
Denrique Flavio, Vereador Geraldo Murano, Ze Carioca e Ayres Cafure 
Promotoria de Mstira, Policia e 
Cirtranv tfinen Fiscalizarão 
fipor.sa o irânsito 
) Em vista dcs Últimos 
acontecimentos lamentá - 
Veis qu~ vem ocorrendo - 
no trânsito da nossa ci 
dade, com a ocorrência= 
inclusive de acidentes 
fatais que vitimaram do­ 
is adolescentes nos Últi 
mos meses, a Promotoria­ 
de Justiça da Comarca,re 
presentada pela Dra. e­ 
ra Apareci~a Cardoso Bo- 
gnlho Frost Vieira,as Po 
llcias Civil e Militar; 
a Ciretran da nossa cida 
de, promoveram uma reu = 
nião na última 32-feira, 
dia 13, no Fórum local , 
onde foram definidas as 
estratégias de ação con­ 
junta entre a Pro~otoria 
de Justiça, as Polícias 
Civil e Militar e a pró­ 
pria Ciretran, para com- 
bate e fiscalização rigo 
rosa contra as irregula­ 
ridades no trânsito da 
nossa cidade, com ênfase 
para a incidência de me­ 
nores ao volante e condu 
tores de veículos sem ha 
bilitaçào, entre outras 
irregularidades que 
podem ser detectadas. 
Página - 0'+ 
I 
1./ 
Í' 
candidaturas Orro, Puccinelli e Marisa Serrano 
Rigo: O Povo de Bela Vista ainda espera 
L • 
5 
i 
.l 
A hora é de cobrança, todo o povo 	Í 
b; 	representantes pol ticos e, aqui 
rasileiro cobra lisura, transparên - Bela Vista nao od di em 
eia, honestidade e dignidade dos seus mos o dever «.}{",per terenre. e 
SINDICATO D4S EMPRÉSS DÊ 
TRANSPORTES DE PASSAGEIROS 
g M$ IEMAL_ IQyO PRESIDENTE 
 ' 
dosamente a conduta dos ca~didãtos à 
quem pretendemos dar o nosso voto 
No caso do Vice-Governador Ary Ri­ 
go, candidato ao Senado da República, 
que inclusive ocupa o segundo lvgar 
nas pesquisas de intenção de voto, te 
mos um fato que desabona a sua candi­ 
datura, pelo menos no meio do eleito­ 
rado da nossa cidade e região: Quando 
da campanha do então candidato Pedro 
Pedrossian ao Governo do Estado, 
0 
seu candidato a vice, Ary Rigo, em 
uma reuniao com centenas de lideran - 
ças no Clube Esportivo Belavistense , 
prometeu de viva voz, com muita ênfa­ 
se, que a implantação de uma nova re­ 
de de energia elétrica de alta tensão, 
desde }!aracaju, passando por Jardim 
(o chamado Linhâo) era um comoromis~ 
so pessoal que ele assumia co o povo 
de Bela Vista. Pois bem, Ô linhão foi 
construído pelo Governo Pedrossian 
mas ele chegou apenas atê a cidade do época, 
Jardim, Bela Vista foi esquecida pelo em troca do apolo de p 
~ t:os d G 	• sses refei 
Sr. Vice-Governador. 
0 
,rupo do Sudoeste 	- 
que tabê; -: 	+ compromissos 
Cozo se no bastasse, segundo L1for 	2m no fora cuprid • 
• 	. • ri". 	.~ os ate ago 
1 maçoes de Prefeitos que integraram o 	- 
f cl-oamado grupo do Sudoeste, que apoiou O povo precisa saber dessa 
o Governador Pedro Pedrossian em sua ~recisa saber que o c.andida;c s d~o:sas' 
capanha,_a construc;:ão dessa linha de _rossian ao Senado da R 'bl e e 
cr i 	Rigo, estã em de"bit e;:,u ica, Ary 
_ansm ssao de energia elétrica, tom - 	• o com o p·· d 
b<:.m Í.'.lZ_ia parte de una relaça·o de o - s.i cjdade, e pelo Jeit º''º a nos 
n 	vai ficar para .o essa d{vida • 
ras para o Sudoeste, confore compro- 	F una outra 
tsss sestas4e sr &aro a, ," gts esse csv«gs ses. ??2,};2;:; 
ow fé%gi jiseio 
PÃGlNA 04 
pelo linhão 
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clmont.o tiven•r:-1 que: fvra;~ àocic;n.:l'lo • e:; di:it. 06 ' ~O de OÜIJ -1 
bro de 1.994, respectivamente, às 14:30 horas, no á rio do Fdi 
f{cio do Fórum local, sito à rua Paro do Ladárto no 1.595 pa-, 
ra a realização das praças designadas no_Auos n? 38/94 do - 
Curl a Prcc.:itória, oriunda da 3a Vara d. Seção_Judfciá. ia de Mato 
Grosso ao Sul, extraíd dos autos de Execução no 90.1617-7 que 
a CAIXA ECONÔMICA FEDERAL move con ra NAGIB HNZIME, o leiloei­ 
ro nomeado levará a público prcg5o de venda e arrematação a 
quem maiG der e maior lanço oferccer, porquan o vai a praça os 
bens que assim descrevem: Imóvel - P rte do lote de erreno ur 
bano determinado pelo n9 280, que pelo desmembramento ficou de 
crminado pelo no 08, da la Circunscrição desta cidade, stor - 
04, medindo dito lote 12,00 r::etros de frente por 36,00 me roa 
da frene aoo fundos cm ambos os lados devidamente ma riculado 
sob o no 2.545. o referido terreno possui como benfeitorias u­ 
ma casa construída de alvenaria, de aproximadamente 50 metros 
quadrados de áreaconstrulda, coberta com ctcrnit grande, cercado 
cm partes (as latcrõ1s) de alvenaria (muro) e a frente com ba­ 
laustre. Avaliada a referida área com sua benfeitoria, no va­ 
lor de CR$ 6.000.000,00 (seis milhões de cruzeiros reais). Ava 
liado cm data de 19.04.94 e será corrigida monetariamente cin­ 
co (05) dias antes da praça, consta nos autos que o executado 
e devedor para com a Fazenda Pública municipal dos impostos - 
referente ao lote no 08, relativo aos anos de 1.989, 1.990,1.9 
91, 1.992 e 1.993. Na primeira praça os bens não serão aliena­ 
dos por preço inferior ao da avaliação, sendo que na segunda,-, 
que só terá oportunidade se resultar negativa a primeira, os 
bens serão vendidos em franco leilão, a quem mais der e maior 
lanço oferecer ainda que por preço abaixo da avaliação.Não ha­ 
vendo expediente em qualquer dos dias designados para as pra - 
ças, estes realizar-se- ão no mesmo horário e local dos dias i­ 
mcdiatament~ seguintes. Caso o devedor não seja encontrado,fi 
ca desde já INTIMADO por este edital, da data para as praças= 
dos bens penhorados. Dado e passado nesta cidade e Comarca de 
Bela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, aos treze dias do 
mês de setembro do ano de mil novecentos e noventa e quatro.Eu 
Pedro Paulo Centurião Escrevente Judicial, o datilografei. Eu, 
Edgard Ibanhes escrivão assina por detenninação. 
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E DILSO SPERAFICO. • 
7tuas ada 7tas 
DILSO SPERAFICO é candidato a 
_Deputado Federal por entender que 
todo cidadão tem uma função social 
e polftlca ª cumprir pelo seu País. 
Honestidade, seriedade e 
competência sáo atributos que DILSO 
SPERAFICO e WILSON MARTINS têm 
para oferecer ao povo sul 
matogrossense. 
. DILSO ~ 	DFPU'TADO FEDCA"'- 
.,,,,, SPERAFICO Nº 151 O 
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Tribuna' da Fronteíra FUNDADO EM: 
DIÁRIO RECICNAL 
l a..... ........ _ z" or	ono 
DIRETOR-REDATOR CHEFE: Iva.l.do Pereira 
GERENTE COMERCIAL.: MarLa Este.la Velásques Pereira 
SECRETÀRIO DT; REDAÇÃO_: Ul,aldico Rodrigues 
REPORTAGENS: João Carlos Velásquez, André Kva1o e 
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1 
"ACREDITANDO NO HO!fi2!: DO CAMPO" 
..

t e «ye » 
h s si f, 
.: 
-- Cnmenlária Opiniãi 
Filinto Muller e Fernando 
Correa da Costa um 
Exemplo Esquecido 
No tempo em que partido 
»Iftlcos eram partidos e 
io esse "Juntamento" de ft 
teresses pessoais, que uio 
os dias de hoje, No tempo 
e que partido políticos - 
e fendam Idéias, programas 
~ umn 11 nhn de pensamento - 
calcada nos mais altos Inte 
'resises nacional, ex1st1am, 
1 como hoje, os eternos adver 
ãr1os, líderes de agremina­ 
çóes políticas cujas !las 
eram veneradas com profundo 
respeito pcloa scuB sclluidorcs, desde o mais h~ 
mIlde trabalhador ao mals abastado comerciante 
ou proprietário rural. 
Todos, indistintamente, cultivavam o mesma - 
doutrino e lutavam por eln em qualquer terreno, 
defendendo suas idéias e programas, que bem di­ 
ferente 'de que acontece nos dias de hoje, esta­ 
vam gravadas de "cor e salteado" na cabeça de 
todos os seus militantes. 
Nessa époco, CADO ELEITORAL era coisa respel· 
toda e também era composta por gente de partido 
bem diferente também de que ocorre hoje, quando 
uma pleiode de jovens, estimulados pelo ganho - 
de alguns "trocados", nem sempre limpos, se 
transformam do dia para a noite em cabos eleit~ 
rais, sem a mínima noção daquilo que estão fa - 
zendo e desconhecendo completamente e importan­ 
tâncio do seu tobolho. 
Na realidade o cabo eleitoral 
sabe nem ele mesmo, se vai votar 
para quem está trabalhando, se é 
ser chamado de trabalho. 
Nos velhos e saudosos tempos da UDN, PSD e o 
PTB autêntico de Getúlio Vargas, os principais 
líderes se cngarfinhavom nas campanhas e nos pa­ 
lanques, dando ênfase à programas de governo, - 
enfatizando suas métas e objetivos, respeitando 
sempre o programa de seus partidos em detrimen­ 
to de ofensas pessoais, que nunca representaram 
muito como forma paro ganhar votos. 
No antigo Mato Grosso, uno e geograficamente 
grande, dois homens frequentavam palanques dite­ 
rentes e davam soberbos exemplos de como era 
possível conviver com idéias antagônicas, mas - 
com profu~do respeito recíproco. Eram eles, FL 
linto Muller e Fernando Corra da Costa, o pri­ 
meiro um eterno perdedor, para o governo de Es­ 
tado e o segundo, um invicto vencedor, que nun­ 
ca foi derrotado pelo seu rival. 
Não havin o "ranço" dos derrotados, tanto 
que, Fernando Corrêa da UDN, quando eleito g~ 
vernador, manteve como seu representante na Co­ 
missão dos governadores do Cone Sul, com sede - 
em Porto Alegre, o Prefeito de Bela Vista, o 
Pessedista e filintista ferrenho, Sr. Walter Es 
cobar Nunes, mantendo-o na função nos 4 anos dÕ 
seu governo. 
Filinto, dava aula de política. Em 1.960, na 
sua campanha para o governo do Estado durante - 
um comício realizado na Fazenda de Seu Undári­ 
co Medeiros, tivemos a oportunidade de presen - 
ciar um acontecimento inédito, que nos dias atu 
ais, jamais poderá acontecer. 
O Senador, fazia o seu imponente discurso no 
palanque armado no piquete da fazenda, quando - 
começou a chover, aquela chuvinha de verao que 
"l!m de repente. Antes que alguém se dispusesse - 
a correr do local, Filinto, pressentindo o que 
Poderia ocorrer com aquelas centenas de pesso - 
as que o ouviam emendou no seu discurso: 
-"A chuva é uma dádiva de Deus e cada pingo 
que cai nas nossas cabeças é uma gota de ben - 
tàos divinas"! .. 
• Todos no palanque e o povo que assistia, per­ 
aneceu atento, ouvindo a sequencia ~a ~ua fa - 
la, e ao mesmo tempo "recebendo as bença~s div! 
nas e encharcando totalmente suas roupas 'mui­ 
t~ embora ali •pertinho estivessem vários gal - 
Poes, onde poderiam se resguardar. - 
Nessa época havia a fidelidade partidaria au 
têntica e ninguém era "comprado" paro fazer 
apanha. Os políticos entravam na política por 
ideal de verdade e por isso mesmo ?ªv~a respei- 
to recíproco. Quando perdiam as elciçoes, eram 
os primeiros a levar o seu abraço e cumprien - 
tar o vencedor! 
Naquela época a política forjava grandes es­ 
adistas, que se volt.assem aos nossos dias, fi­ 
car1ac. "corado" de vergonha! 
Os partidos precisam se auto valorizar ele­ 
i ~ar os seus programas ào povo com mais serieda­ 
 de. Sõ assim acharemos o caminho certo a ser se 
~:..:.· ------------===:-::;;;;;;:;;;;;;:;;;:-;:- 
:::,~=--==--=-==-===·========·==·- ---- -- 
.Jotnr,ê J'lõr,·s 
de hoje, não - 
no candidato - 
que isso pode 
dado, le rr esesr 
ma e.pécle d trégua e, 
coo d'! o po'., e! 
Inf!n!to enqumnto dure. 
A!1is, a peren!d.de - 
do plano depende, para - 
doxalente, de tudo aqu{ 
lo que o PT fo! contra­ 
as reforras strutura(s 
do Enrudo, que podrrln~ 
começar a er feitas em 
outubro do ano passado,­ 
com a revisão constftu - 
c!onul, snbotnda pelo 
partido de Lula, que com 
tou com a tácita alfanca 
de parlamentares omissos 
e pregu iço,;os. 
A estab!1idade da eco 
nomfa depende de um novo 
pacto federativo, da re­ 
fora tributária e fis - 
cal ampla e racional, da 
reforma da Prcv idênica, 
dn privntizoçio de esta­ 
tais, da quebra dos mono 
pólios do petróleo e das 
telecomunicações, verda­ 
deiros "bichos-papÕes" 
que assustavam os dino 
sauros petistas. 
O PT caminha par a 
derrota porque não enten 
de que o Pais mudou. Ao 
mesmo tempo que se isola 
da maioria da sociedade, 
ANUNCIE 
l:tlt>.c;;it.o 
NÓ 
NO 
JORNAL 
MUNICÍPIO. 
DE 
O Naulráuio do PT 
p virt e !n- 
O PT camfnha para 
derroru. lnltn culto 
ra o segundo turo, e 
15 de novembro, mafta 
cola poderá acontecer a 
té 1. Não é impossível, 
rn:u; pouco prov:ivd que> 
surjam novidades capazes 
de alterar a polarização 
entre Lula e Fernando 
Henrique e a vitória do 
candidato tucano. Se es­ 
tá sendo decisfvo para a 
ascensão de Fernando Hen 
rique Cardoso, o Plano - 
Real não é único motivo 
responsável pela queda - 
do candidato pctisto nas 
pesquisas de oplnião. No 
verdade, o PT está nau - 
fragando em suas própri­ 
as contradições. 
Em primeiro lugar, o 
partido não está perce 
bendo o que está aconte­ 
cendo no País e insiste 
em assustar suas bateri­ 
as contra o Plano Reol. 
Eleitoreiro ou não, o 
plano está sendo apoiado 
pela sociedade, exausta 
de tourear uma inflação 
que não parava de subir. 
O povo tem, sim, descon­ 
fianças sobre o plano, - 
sua durabilidade e seu 
PJEtu.içi (l ~f7o 
MAIOR CIR- 
Da queda de Lula nas pesquisas eleito - 
rias, os bravos pet1stas poderiam tirar vá 
rias lições. Em primeiro lugar, a constata 
cão de que o eleitor não come ideologia. O 
grande desvio petista na presente campanha 
consistiu, basicamente, em ter pretendido 
reeditar o discurso revolucionário como a­ 
liciador de eleitores. Ninguém, de posse - 
de todos os seus sentidos, quer eleger al 
guêm para promover a baderna. Pregar a vio 
lência, o desconhecimento das Instituições 
o calote Internacional, pode até ser dese­ 
jável para militantes frustrados mas nin 
guérn vai atrás dessa propaganda. O quepe 
tistas e quejandos não descobriram ainda e 
que o muro de Berlim caiu e com ele toda a 
esquerda Internacional, que se alimentava 
da retórica rnarxista-lenin ista. Essa foi a 
coqueluche dos anos 60 e perviveu nos nos - 
sos países até o final da década passada.­ 
Mas pretender manter ainda vivas essas ex­ 
pectativas revolucionárias é ser saudosis 
ta demais. Burrice pnlítica tem preço. A= 
frente petista paga a conta do seu atraso. 
A segunda lição que os nossos barbudos 
podem tirar da sua queda nas pesquisas e­ 
leitorais, é a de que a política consiste, 
basicamente, na negociação entré interesses 
diversos. Um país com mais de 150 milhões 
de habitantes é urna imensa colcha de reta­ 
lhos de interesses diversificados. Preten­ 
der nivelar todo mundo pela mesma bitola,é 
uma insensatez. A única unanimidade per­ 
feita nas coisas humanas é o cemitério: to 
do mundo deitadinho numa boa, sem protes 
·tar. Mas coloquem o bicho-humano em pé e 
teremos o início da dissidência. o casamen 
to, que é a mais pequena sociedade humana, 
node, ser realisticamente definido corno um 
conflito bem administrado. Excesso de una 
nimidade, no seio dele, é no mínimo suspei 
to. Alguém anulpu alguém. Nem falar da so­ 
ciedade política, com a sua infinita teia 
, de interesses divergentes. O problema do PT 
• no taso,e que os militantes do Lula imaginaram 
uma sociedade homogênea, só de explorados, 
a.cuja resta, espertamente, estariam os re 
volucionários tupiniquins. As sociedades= 
solidament~ alicerçadas na prática do capi 
talismo, são as que hoje conseguem desfru­ 
tarde maior estabilidade política, justa­ 
mente porque partem do reconhecimento da - 
'diversificação de interesses humanos no - 
seu seio. Nada mais salutar do oue· o merca 
do para garantir a livre organização soei= 
al e a luta em prol da defesa dos próprios 
interesses. Nada mais pernicioso para o con 
vivio social do que o planejamento central 
que termina privilegiando os burocratas - 
planejadores e escravizando o resto. 
A terceira lição que os petistas podem 
tirar da atual conjuntura eleitoral, é a 
de que estamos num mundo cada·vez mais in­ 
tegrado. Pretender desconhécer a situação 
do Brasil no contexto internacional, é - 
grosso provincianismo. Lula amedrontando - 
banqueiros em Wall Street, é pura palhaça- 
vez ma! fu 
ceteM t C 
e cerbdo e 
- i•- 1 ;.,rod. 
petent ,ine 
corrupto da soc!ed.de, - 
que io as e tatal , 0 
PT e distancia cada ve 
ma do trabalhador que 
defende e lucra co a 
pr!vattzaão (é wô con - 
versar com os metalirf­ 
cos da Us!minas da CSN , 
entre outros), que ace!­ 
tn de bcaçoq abertos Oh 
Investimentos estrangei­ 
ros (sinônimo de mafs e 
pregos), colabora coo o 
aumento da effcLncia 
(condição para os ganhos 
de produtividade) e quer 
um Estndo □ois enxuto e 
rncionol (o que equivale 
a menos !opostos e ccno­ 
res serviços"públicos). 
Se ao menos tivesse - 
alternativas claras e ob 
Jetivas para se contra - 
por ao programa, que cha 
ma de neoliberal, a si - 
tuação do partido esta - 
ria mais faéil. No pro - 
grama do PT não existe 
uma mísera proposto para 
acabar com a inflação.Ao 
contrário, o programa do 
FIa! fplaeel do 
ecut!vo, o PT é te Nê 
a lenda que ats 
ta e dá o ese p!o 
por una t ! t , n 1 rn l Í t 1 - 
ca e na zetão da Repi - 
bl íc.,. 
t., sem div1da, a are 
m[aio que mnts pratica 
a democracfa Inter e - 
que dá voz a setores tra 
dicfona]rente marginal­ 
zados pela política. 
O partido ainda t m - 
força para fazer uma hoa 
bnncodn federal e um 
plfar seu espaço nas as 
sembléfas legislativas., 
Isso, porém, basta. 
O PT niio c•-;t;Í pn.>pE_ 
rado para construfr - 
o Drasil do futuro. 
Charles Magno Mcdci - 
ros, Agência Planalto) 
da. Essa liturgia barbuda só serviu para! 
solar ainda mais a militância petista do e 
leitorado que vê televisão, que assiste a­ 
os noticiários e que não é tão burro assim 
como para engolir xenofobia financeira pe­ 
tista. As pessoas são eminentemente práti­ 
cas, querem ver resolvidos os seus proble­ 
mas de sobrevivência e votam em quem me 
lhor acharem que vai permitir viver cm 
paz. Depois do fiasco do "milagre" e do e 
buste collorido, o eleitor brasileiro vi­ 
rou bicho ressabiado. Não espera do candi­ 
data grandes promessas missionárias, não 
sonha com Superrnan fazendo cooper. Sonha~ 
penas com um governo que não atrapalhe o - 
dia-a-dia. Fernando Henrique se encaixam~ 
lhor nessas expectativas. Por isso, está - 
acima nas pesquisas de intenção de voto.L~ 
la caiu porque não conseguiu passar essa - 
mensagem de sadia liberdade ao cidadão mé­ 
dio. O plano real tem ajudado, na medida - 
em que representa um início de liberdade - 
econõmica, que toda a população quer, em 
que pese o trabalho antipatriótico dos con 
tras liderados pelo PT, no seio do Congre~ 
so. 
Outra lição que os barbudos podem tirar 
da atual conjuntura: assernbleísmo não con­ 
duz a nada. Impunha-se ao PT substituir ra 
pidamente o candidato a vice, flagrado em 
práticas non sanctas. O que aconteceu? Reu­ 
nião acima de reunião, sem decidir nada. E 
o natural desgaste da frente das esquer - 
das. A compulsão terminou atrapalhando O - 
PT e coligados. Todos sabemos das trapalha 
das burocráticas que essa'prática bizanti­ 
na vem causando ali onde o PT se instalou, 
na administração pública. Assembleísrno não 
é democracia, é apenas instrumento da mal­ 
fadada "democracia de massas" rousseaunia­ 
na, para dar ares democráticos e procedi 
rnentos aàninistrativos ditatoriais. 
Talvez seja tarde demais para a "paje 
lança eleitoral" que o PT deve, oõr eo prá­ 
tica, nas próximas semanas, a fim de não - 
cairia ainda mais no buraco da impopula.rida 
de. Ao que tudo indica, em lugar do bom 
senso, prevalecerá na reformulação da cam­ 
panha petista o espírito da militância,com 
agressões pessoais ao.candidato à frente - 
das pesquisas e com as já conhecidas mano­ 
bradas de militantes gritando palavras de 
ordem. Se for assim, piorará ainda mais a 
situação de falência eleitoral. Se orevale 
cer, ao contrãriq, o bom senso, o PT eco= 
ligados deverão mudar a sua plataforma to­ 
talitária por um discurso que se aproxi::ie 
mais das propostas social-democratas (como 
alias, fazem os trabalhistas civilizados - 
na Grã Bretanha e alhures). Mas, talvez a! 
o discurso eleitoral fique semelhante de­ 
mais ao de Fernando Henrique, parecendo, - 
destarte, que os bravos barbudos aderiamn 
campanha do tucano .. se -ficar o bicho pega, 
se correr o bicho come. 
Haja pajelança para sair do atoleiro! 
(Agência Planalto) 
p. 
r 
e 
1 i 
1 
1 
+.. 
1 
1 
i

IR'O VEIO;' 
BOND& POLICl.&L 
PROMOTORIA E JUSTIÇA, POLICIA E ECIRETRAN 
DEFINEM FISCALIZIÇIO RIGOROSA NO TRINSITO 
Ena vutn dos ilt Imos contecimen - 
tos lamentávets que vem ocorrendo no 
trinIto da nossa cidade, com a ocor­ 
r@nela Inclusive de acidentes fatais 
que> v I L lmarao dois adolescentes nos 
ilt Imos mese, a Promotoria de Justi­ 
ça da Comarca, representada pela Dru. 
VPru ApnrL"cldn Cardoso Bognlho Frost 
VJcirn, as Polícias Civil e Militar e 
a CIretran da nossa cidade, promove - 
rnm uma reuntao na Última terçn-feirn, 
d1a 13, no FGrur local, onde foram 
definido~ ns estratégias de ação con­ 
junta entre a Promotoria de Justiça , 
n~ Polícinn Civil e Militar e a pró - 
pria Ciretrnn, para um combate e fis­ 
call~nção rigorosa contra as irregula 
ridnrles no trânsito da nossa cidade , 
com ênfase para a incidincia de meno­ 
res ao volante e condutores de veícu­ 
los sem habilitação, entre outras ir­ 
regularidades que podem ser detecta - 
das. 
Segundo as informações 
pelas autoridades Policiais, após a 
reunião com a Promotora de Justfça e 
com o Chefe da Ciretrnn local, ClLÍu - 
dfo da SIlva Machado, todas as irreu 
larJdadeo ncrâo combatidas com o m:Íxl 
mo rigor da Lei, nos casos de menores 
que forem flagrados no volante, eles 
deverão ser detidos, o veículo nprcrn 
dido, cabendo aindn n aplicaçiio <!-;; 
multas correspondrntcs, o pni oures­ 
ponsável que entregar o veículo para 
menor ou pessoa nio habilitada poder~ 
também ter a sua Carteira Nacional de 
Habilitação apreendida e nlnda sera 
denunciado porco-autoria pela contra 
venção penal de dirigir sem estar de= 
vidamcnte habilitado, conforme prev~ 
o Artigo 32, da Lei das contravenções 
penais. Além disso, os veículos apre­ 
endidos por estarem sendo conduzidos 
irregularmente, só serão liberados 
posteriormente, em juízo. 
Outra informação importante aos 
jovens e principalmente aos pais, diz 
0RETADA PRISÃO PRE 
~ MÃOS LOUREIRO E R 
TIA DOS 
ATO'Oc 
l 
Os irmãos Zeca Lourei 
roe Pego Loureiro, jun= 
tamente com Renoto Du 
trt:1, vulgo "Doca", acusa 
dos d" tentativa de homi 
cídio e de cárcere priva 
do, tiveram as suas pri= 
sões preventivas decreta 
das pelo Juiz de Direit~ 
<ln Comarca de Bela Vista, 
Dr. José Eduardo Neder 
Mcneghel].i, na sexta-fei 
rn passada, dia 09. Os 
três ncusados encontram- 
liberadas 
se cm paradeiro incerto 
e não sabido e Já são 
considerados como foragi 
dos da Justiça. - 
Os fatos envolvendo - 
os irmãos Loureiro e Re- 
nnto "Boca" deram-se em 
um pesqueiro às margens 
do Rio Apa, de proprieda 
de do Empresário Ricard~ 
Brandão, no Último dia 
03/09, quando o Empresá­ 
rio, que estava em compa 
nhia de Júnior Salomão: 
Dilnei Salomão e algumas 
amigas, (oram surpreendi 
dos pela chegada repcnti 
na e violenta dos irmãos 
Loureiro e Renato "Boca',' 
tendo um dos irmãos che­ 
gado a efetuar dois dis­ 
paros de arma de fogo 
contra Dilnei Salomão. 
Os irmãos procuravam por 
Dilnci, pela ex-exposa - 
de Zeca, Luciane Rondon, 
que tiveram de fugir pe­ 
las águas do Rio Apa pa­ 
ra escapar, as demais 
pessoas que estavam no 
pesqueiro teriam sido 
mantidas sob a mira de 
armas por mais de três 
horas, período em que um 
dos irmãos Loureiro che­ 
gou a dar duas coronha - 
das na cabeça da jovem 
Eliane, que estava com o 
grupo. 
Após recolher todas - 
as informações necessári 
as, durante várias dili= 
gencias efetuadas, a au-­ 
toridade Policial dcci - 
diu representar contra 
os Lmãos Loureiro e Rena 
to "Boca", solicitando= 
ao Juiz de Direito da Co 
repelto comercialização e venda de 
bebidas, alcoólicas à menores nos ba - 
res, lanchonetes, clubes, pistas de 
bailes e similares. Segundo as Infor- 
10.Jc;Ôcs a Promotora de .lustlc:1 da Co - 
marca encaminhará notificação à todos 
os estabelecimentos dessa natureza 
para que tomem conhecimento dessa de­ 
terminação prevista no próprio Estattu 
to da Criança e do Adolescente, que 
proíbe n venda de bebidas nlcoólicn~ 
à menores de 18 anos. O propriet~rio 
do cstnbelccimPnto que for flagrado 
no descumprimento dessn Lei, vendendo 
bebida alcoólica à menores, está su - 
jeito à prisão e poderá ser solto so­ 
mente mediante pagamento de fiança 
mas a rcincidincia poderá lrvnr a 
suspensão do Alvará de Localizaçio r 
ao fechamento do estabelecimento. 
O Dalegado de Policia de Bela Vis­ 
ta, Dr. Renato Cesar Pereira e o Co - 
mondante do 2~ Pelotão PM, Tenente A­ 
lirio Villasanti Romeiro, bem coo a 
Pr otr te lusrf,a d eu rca, Dr+. 
era Apare!da, acredit que com es- 
med[d. peh rio ser evitado vá - 
ri fatos lamentávefs que poderiam - 
ainda vir a ocorrer em no,sa Idade , 
basta dizer que a maforia das ocorrên 
ctas de trânsito renitradas nos ili 
mos meses em Bela VIsta devem-se ao 
consumo exagerado de bebidas alcoólI­ 
cas por parte de menores, que, de ma­ 
neira irresponsivel e Inconsequente , 
6aen a dirigir pela cidade, após inze 
rirem bebida alcoólfca, quase sempre 
em alta velocidade e colocando em rIs 
co a vida das pessoas. Daqui para 
frente o que vale é a LeI Seca para 
menores e, como conduçao, a opção se­ 
rá apelar para as bicicletas, pois a­ 
tê mesmo as mobIletes estão Incluídas 
nessa fiscalização e não podem 
conduzidas nem por menores, nem 
pessoas não liabilitadas, r.,esmo 
ma lares. 
mou que já remeteu o man 
dado de prisão preventi­ 
va dos innãos Loureiro, 
via fax, à Polinter - De 
legacia de Polícia Éspe­ 
ializada em Busca e Cap 
turas - para que todas - 
as Delegacias de Polícia 
receban cópias e determinac;à::, 
para que se erpenhem na prisão 
dos tres elementos ,onde e 
les forem encontrados. - 
Para os Policiais, um Gesto 
Magnífico do .Governador 
As imperfeições na legislação que concedia bene 
f{cios aos policiais civis inativos e aposentados­ 
fornm superadas com o Projeto de Lei enviado à As­ 
senblia Legislativa pelo Governador Pedro Pedros­ 
sian. Com isso, o Governo atende a uma antiga rei­ 
vindic.içiio d., categoria, "num gesto magnífico do 
Governador' na opinião do Delegado e Diretor da Po 
~eia Civil em Mato Grosso do Sul, Luis Roberto Ro 
salin. 
"Somente um homem com a sensibilidade do nosso 
Governador poderia tomar uma iniciativa dessa, a - 
tendendo a um anseio antigo dos Policiais civis" , 
acrescentou Rosalin, para quem o projeto assinado 
por Pedro Pedrossian é um premio à ação desenvolvi 
da hoje pela Polícia Civil do Estado. 
"Temos correspondido à expectativa da sociedade 
trabalhando profissionalmente. A aposentadoria é 
uma justiça que se faz ao Policial que dedica sua 
marca a decretação clã 
prisão preventiva dos 
mesmos, fundamentando-se 
acima de tudo no clamor 
público, na necessidade 
de manutenção da ordem 
pública e na conveniên - 
eia da instrução crimi - 
nal. A Promotoria de 
Justiça da Comarca de 
Bela Vista também opinou 
fevoravelmente a decreta 
ção da prisão preventiva 
dos três acusados e no 
dia 09 o Juiz de Direito 
d2 Comarca concedeu man­ 
dado de prisão preventi­ 
v contra Zeca Loureiro, 
Pego Loureiro e Renato Dutra. 
O Delegado de Polícia 
de Bela Vista, Dr. Rena­ 
to Cesar Pereira infor - 
vida à segurança da população", disse o Delegado. 
Para o Presidente do Sindicato dos Policiais Ci 
vis, Maurício Godoy, o projeto do Governo atende­ 
a categoria,_proporcionando a vantagem de o polici 
al fazer opcao pela aposentadoria proporcional ol 
voluntaria. O projeto •cm o nosso apoio, pois va­ 
loriza o Policial, que tem uma jornada de trabalho 
desgastante e deve ser ivilegiado nos benefícios 
previdenciários", disse Godoy. 
O Presidente da Associação dos Delegados de Po­ 
lícia, João ~beiro Araújo Neto, afirmou que um 
dos grandes meritos do projeto do Governo é a opor 
tunidade que a categoria teve de participar de su 
elaboração, "esculído na legalidade e nos ltgÍti - 
mos anseios do Pol1cial Cívil". Para Neto, o Gover 
nador Pedro Pedrossian resgatou com dignidade o P 
licial Civil e "será lembrado pela História". - 
(SECO/S) 
Oito veículos 
apreendidos 
pela PM 
ser 
por 
sendo 
·POSTO 
... 
Desde a se~ana passada o Comando do 29 Pelotão 
de Polícia MIlitar determinou una ação mals r!goro 
sa na fiscalizaçao do Trânsito da nossa cidade com 
vista a coibir os excessos praticados por alguns 
condutores de veículos. Sn sexta-feira, dia 09 , 
em blitz realizada no perímetro urbano da cidade , 
sete veículos foram a?reendidos, sendo cinco auto­ 
móveis e duas motocicletas, além da expedição de 
uma multa. 
.No sábado, dia 10, por volta das 23:00 horas 
ma1s um veículo foi apreendido em frente ao Clube 
Gremio Ped~o Rufino, pelos seguintes motivos: 
0 
condutor não portava certificado de registro e 1i­ 
cenc1amento, nao acatou a ordem policial e ainda 
estava em visível estado de embriaguês, além de 
tambem transitar com velocidade su i à 
da para aquela via pública. per or permiti 
O Comandante do 29 Pelotão PM. T 
Vill i R 	' • enente Alirio 
asant omeiro, lembra que a Polícia Mil 
cumprindo inclusive uma estratégLa d . itar • 
da em conjunto pela Promotora d J e açao defini­ 
ca, Delegado de Polícia e cure," 'stica da coar 
i - 	ran ocal t. 
mu to atenta a condução de veículos • es ara 
adolescentes sem habilitacà por menores e 
- 	o• o que aca r - 1 
ta, apreensao do veiculo pelo prazo retara mu_ 
dias, quando for pela primei minimo de 30, 
ra vez abe t 
processo-crime ou sindicâ i • r ura de 
responsabilidades deten ~c da para apuração das 
- 	' çao o menor 
preensao da Carteira Naci 
1 
e ainda a a- 
i 
- ' ona de Habili - 
pa ou responsavel que t h; taçao do 
- en a entreg d I • 
PP! Pessoa não habilitaaa. ado o veículo à 
am em os condutores d '. 
4tristas a6s a 1ses"~.Ç"Ses sue es±veres 
rao autuados em flagrante idas alcoólicas se 
apreendidos. e e terao os seus veículos 
Vale lembrar que só 
e ins .d neste ano f 
aura.os procedimentos c .. oram apreendidos 
menores que foram detidos 'F1minais contra sete 
ularente, c a def1,"duzindo veículos irre 
rigorosa na fiscal;, 'ao dessa oper; z 
- zaça0 do T - açao ma s 
ses nuneros tendem a ransito da cid d 
cai 	aumentar 	a e, e_!! 
or conscientizacão dos • caso não haja uma 
entregami seus ve{ ,1, • Pais ou res; - 
cu os a ponsaveis que 
Para esse trabalh, Tenores. 
co um levant; a Polícia y- 
is frequent damento sobre os ho .ª conta inclusive 
a os Pelos "joven 'ar!os e locais ma­ 
motoristas". 
DE: MANOEL RODRIGUES DOS SANTOS - MANECO 
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1.

Sindicato das Empre as d 
de Mato Grosso do Sul 
• 
Ir 
C' sar .p s 
Na condição de profissional 
dicado ao setor de Lranopor­ 
t.t· dr: p,10:wyoiro;1 vocação que: 
herdou da família, o empregá - 
rio Osvaldo César Possar1, tem 
agora a responsabilidade de zg 
Jnr pulo futuro aclminiotrnti­ 
vo do Sindico o das Empresas - 
d8 Trnnnportco de Paooagciroo 
do Entado de Mato Grouoo do 
Sul, durante o tri6nio 94/97. 
Foi eleito pruniduntc da en 
t.idndc contando com a colubora 
ção de Cloonicc Corenza (TuriQ 
mo Ouro Bronco) na vico-preoi­ 
d~ncin o Luiz Carlon Spcnglcr 
!'ilho e Luiz Carlos Spcnglcr - 
(Viaçüo Dourados e Viação Cid~ 
de Drnnca) na tesouraria e se 
crcturia, rcopcctivamcnte. - 
A proposta da nova direto - 
ria cotá voltada para o forta­ 
lecimento da categoria, além - 
de buscar o aperfeiçoamento e 
qualificação profissional cm 
todos os setores do sindicato. 
A entidade não quer ser tão so 
mente um elo de ligação, pre - 
tende introduzir mudanças con 
sideráveis que possam redun 
dar cm conforto e segurança 
aos passageiros e empresas as 
saciadas. A mentalidade dos no 
vos diretores é dinãmica,moder 
na e competente. 	- 
APOIO DA CATEGORIA 
O Sindicato que cuida dos 
interesses patronais é'compos­ 
to pela seguintes empresas: An 
dorinha S.A., Expresso Itamarã 
ti Ltda Expresso Maringá - 
Llda Expresso Mat'o Grosso 
Ltda., Turismo Ouro Branco Lt­ 
da., Viação Canarinho Ltda., - 
Viação Cidade Branca Ltda.,Via 
ção Cruzeiro do Sul Ltda., Via 
cão Dourados Ltda., Viação Mot 
ta Ltda., e Viação Umuarama = 
Ltda., Empresas responsáveis 
pela eleição e posse da nova - 
diretoria. 
) 
A olnidad de po rn 
ceu na sexta-feira, dia ? d 
crbro, no Restaurar.' Dr r- 
domo, e con ou com a pr onça - 
do presiclt-nt.c do f;111<licil".'J rl, 
Empresas de Transporte do C Y - 
9as de Ma O Grosso do Sa!,'ar ' 
O to Sclhey, do ex-presid te - 
da ntidade Carlos Spcngler F!­ 
lho, Ruy H1bciro (!::xprc·:·r/, !',1- 
O Grosso), Pedro Silva o Luiz 
Car]oG TioGGO, da Vi~ç5o Motta. 
Marcada por mui a decontr - 
ção e tocal participação doe e~ 
precários filiados ao Gindica - 
to, a posse prestigiada por 'o­ 
sé Maria Coutinho (Expresso ~a 
ringá), Mako o Watanabc (ViaçnÕ 
Umuarama), Antonio João Gnrcia 
de Souza, Manoel Mendes Martins 
Filho e Maria Douglas (Dcr~ul), 
e Osvaldo Posoari (Viação Cru - 
zciro do Sul). A preocupação 
com o futuro da entidade foi a 
tônica que predominou entre as 
pessoas presentes. 
A nova diretoria espera con­ 
tar com a participação efetiva 
de todos os associados para - 
transformar cm realidade a pro­ 
posta de mudança almejada pelo 
Sindicato das Empresas de Trans 
portes de Passageiro do Estado­ 
de Mato Grosso do Sul, instala­ 
do à Rua Xavier de Toledo, 309, 
Bairro Taquarusü Fone: 
386 - 1308. udar para melhorar 
o seu desempenho é a palavra de 
ordem do novo corpo diretivo do 
sindicato. 
DIRETORIA ELEITA 
Osvaldo césar Possari (presi 
dente), Cleonicc Cerenza (vicc­ 
presidente), Luiz Carlos Spcn­ 
gler Filho (tesoureiro) e Luiz 
Carlos Spcngler (secretário) .su 
PLENTES - Tetzuzi Maruiti, va1= 
deir Aparecido Zanin, Makoto 
Watanabc e Odenir Paula da Sil­ 
va. CONSELHO FISCAL - Ruy Ribei 
ro, Pedro Nemésio Faria e Már - 
+ t tt r· 
d.«s i «.M 
, 
I " ._, - ,:._ 
lcy Grgrio dou tos e odr 
ao For±ri. DELECADO . t, •.O A 
' . 
TOE,AÇK Orvalds ce«a rosa 
ri e Clonice Ceenza SUPLN­ 
TES - Luiz Carlos spenalr "i­ 
lho e Luiz Car os Spenqler. 
(Jornal Indp ·ndorto) 
' , 
, .. ,. ,, 1 
.'4'. 
t ' ~ , 
t J· . ~ ,,_.. 
,· 
·--:· 1 
,, , . . . 5.5+S 
fi ·gf, :r 1:1 - 
i $ :: : ::; ; ' 
•±>3 • re 
o empresário 0svaldo César Possarf assurtua presidência do Sindlcoto das 
Empresas de' Transportes de Passageiros do Estado de Moto Grosso do Sul, obje 
tivando torná-la ainda 1:1.~is dinânica e eficiente. Na foto o novo presidente 
da entidade aparece ao lado de Luiz Carlo5 Spcnp.ler Fllho e de seu pai,0sval 
do Possari. 
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IDl­ 
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~ DO BRASIL!* 
** '4'.>NFORTO, SEGURANÇA E RAPIDEZ .......

.e 
t 4o. «! 
d+, 1unte 
o sol!da- 
A comunidade de "Ãguas do Miranda", lo­ 
calizada junto à ponte, saída para Anastá 
cio, também conhecida como "Vila dos Pesca 
dores", é um dos redutos populacionais ma 
1 
is distantes do perimetro urbano de Bonito: 
Talvez, por causa disso, mereceu a devida 
atenção por parte dos prefeitos anteriores 
l 
que deixaram os habitantes a mercê da pró­ 
pria sorte. 
tê o ano retrasado, o núcleo contava - 
com pouco mais de crinta votantes e hoje 
sao duzentos e quarenta e dois eleitores. 
Na administração de José Arthur Figuei­ 
redo, entretanto, as coisas mudaram e es 
tão recebendo constante assistência do Po 
der público, conforme informações presta-:: 
das por Pedro Jovem dos santos Júnior, pre 
sidente da associação dos moradores daque= 
la vila. 
MELHOROU O VISUAL 
Recordar-se,que. uma das primeiras pro­ 
vidências do mandatário municipal, foi des 
locar todo o maquinário da Secretaria de o 
bras, para realizar um completo serviço de 
limpeza, patrolamento e cascalhamente de - 
todas as ruas. 
A "Escola Boa Vista" foi totalmente re 
formada e desta maneira a comunidade A 
guas do Miranda" ganhou um novo visual. 
Por outro lado, José Arthur requereu 
junto a diretoria da TELEMS, um Posto Tele 
fônico, considerando que aquele logradouro 
vive repleto de turistas e por isso merece 
com urgência um meio de comunicação. 
Os estudos foram feitos, os técnicos 
consideraram viável, o projeto está pronto 
e só falta a consumação da obra. 
ACOMPANHANDO ALUNOS 
Pedro João dos Santos Jr., esteve sába, 
do em nossa cidade, acompanhando onze alu 
nos da "Escola Boa Vista", que vieram fa 
zer consulta com os oftalmologistas da Uni­ 
versidade Federal-MS., que atenderam o dia 
todo no Centro de Saúde, através de um con 
vênio entre prefeitura de FAE - Fundo· de 
Assistência ao Estudante. 
Todas as crianças que necessitarem, re­ 
ceberao Posteriomente seus óculos, sendo - 
esta outra conquista do prefeito, que bene 
ficiou dezenas de alunos que tinham dificul 
daaes para estudar, devido problemas vi= 
suais. 
DRAMA DOS PESCADORES 
Na oportunidade, o líder dos moradores 
aproveitou o ensejo para fazer um veemente 
ª?!lo as autoridades, sobre o drama que es 
ta vivendo mais de cento e quarenta fami - 
lias de pescadores profissionais, que es­ 
tao passanao negras privações desde que - 
foi proibido_a pesca ao curiéa, que exis 
te em profusao no Miranda e já estão mor - 
rendo por falta de oxigênio, considerando 
que o nível das águas está extremamente a- ~e só será reaberta em março do ano 
baixo. Em certos trechos, é possível atra­ 
vessar o rio andando. 
A situação tende a piorar, considerand 
que em 10 de novembro vindouro, também s~ 
rã fechada a pesca de caniço ao Pacú 
PEDROSSIAN JÁ ~ O SECiUHDO 
GOVERNADOR MAIS POPULAR DO PAÍS 
O Governador de • Mato - 
Grosso do Sul, Pedro Pedros 
sian, é o segundo melhor g, 
vernador do pais. Pesquisa­ 
do Datafolha, publicada dia 
06/09 na capa do jornal Fo­ 
lha de São Paulo, mostra· 
que Pedrossian tem 58% de 
'ótimo/bom e 29i de regular. 
Apenas 9%, em todo o Esta - 
do, reprova o Governo,o pri 
meiro lugar, segundo a pes­ 
quisa, é do governador do 
Ceará, Ciro Gomes, que hoje 
e Ministro da Fazenda. 
O Datafo],ha ouviu 18.095 
pessoas nos dia 29 e 30 de 
agosto em 12 Estados.Pedros 
sian supera governadores de 
Estados como São Paulo, Mi­ 
nas Gerais, Rio de Janeiro, 
Rio Grande do Sul, Paraná e 
Distrito Federal,entre ou 
tros. Durante o desfile de 
7 de setembro, Pedrossian - 
disse que "transfi,para o 
povo do meu Estaoo essa 
grande homenagem que rece 
bo", afirmou ao acrescentar 
que "como o operário número 
um do Estado fiquei· muito 
feliz com essa noticia". 
que - 
vem. 
Alguns pescadores estão trabalhando de 
piloteiros para turistas e outros tentam 
colocação em fazendas, o que não está 
nada fácil. 
ria no setor educacional e 
pavimentação de rodovias, a­ 
pesar das dificuldades finan 
ceiras que o País atravessa: 
"Em Mato Grosso do Sul, o Go­ 
verno trabalha com recursos 
propr1os, mas de forma cria­ 
tiva atende os principais an 
seios da população. - 
Na avaliação anterior do 
Datafolha, Pedrossian tinha 
49. % de aprovação, o que re­ 
presenta um aumento de 9 pon 
tos percentuais. Na opinião­ 
do governador Pedro Pedrossi 
an esses índices refletem G 
grau de assimilação popular 
e de correta interpretação - 
do povo ante às obras que o 
Governo vem realizando. Esse 
Governador Pedro Pedrossian. resultado, afirma o governa­ 
dor "refo 
rça o meu cornpromis 
so de trabalhar até o últimÕ 
minuto de minha ad. , _ 
cão.pz f 1ministra- 
1ara echar o processo - 
extraordinario de grandes.­ 
transformações e de mudança 
concreta de mentalidade que 
estamos empreendendo jun­ 
tos" af • 
rs e=, akgu.c= a redeis e ± 
e i n t s r é ± t e," d o ce a r á ara assar? 
asse a 1i&era]' » Peer reares1as 
P°Pulares do Paf,, "s overadcres ais 
Desperta Brasil 
Segundo o governador, a 
pesquisa reflete a ação efe 
tiva que o Governo desenvoj 
ve no Estado, através de 
imoortantes obras moderniza 
doras e sociais, como a am 
pliacão da rede hospitalar, 
as casas populares, sanea - 
mente básico, garantia de 
segurança ao cidadão,melho 
Empresários intelectuais, donas-de-casa,profes 
sores, artistas, profissionais liberais e funcio= 
nãrios públicos uniram-se com o mesmo objetivo: - 
dar apoio de Fernando Henrique Cardoso à Presidn 
cia da Republica através do oviento Desperta 2 
Brasil. Lançado no mês de agosto, em São Paulo, o 
movi1:1ento foi considerado por FAC como 'o desper­ 
tar dn consciênica da coletividade que sabe o que 
precisa ser feito e que é preciso de corageo para 
fazê-lo". O candidato referia-se às :,edidas neces 
sãrias que devem ser tomadas pra que o Brasil voI 
te à trilha do des~nvolvimento social e da buscã 
da educação e saúde pnra todos. As expectativas é 
de que, até o final deste mês 
de 1.200 cotts do Movi±e.' Peja criados cerca 
Desperta Brasil 
nas no Estado de São Paulo. 	ape- 
"Queremos sensibilizar a socied 
participar ativacente da"muda dade brasileira a 
da adocão iediata do dese,"?_"o sras±1 através 
nõico", ressaltou a profesg''tento social e eco- 
ora univer i - 
ta Meceli Zoudine, coordenad 	's taria Rena 
· · ora-geral do movimento:-· 
ttttttt#tti±ib%#%b %%p$.• 
- 'és##téhtbtkt 
(Agencia Pl 
##±####ttttt##ttk±#t±±l±± dhalto) 
G: t#ttbt%±4±kg±t# ttt

Informe TF 
.,. 
i 
UBMLIIO HORICES 
CIO_PEQUISA E FORA A QUEDA NOS PRE, 05 
, 	- 	1 r 1 Desde Implanta,ao do Plano kea. e o Inc.o 
da dtvulaçao das pesqulsa, de preços dos merca- 
[dos supermercados em geral, muito comercian- 
l
t• • n,mc•;nrilrn , !Jl•nrlr u,~ ,;intt,m:1 q1Jc durant'c - 
nos a Inflação alopante Impedia que les en 
1 
t J 1,,,/'r.1, Ul",I grnndP <Jlll'Llil 1111r, vu11l:w d(' proclu tor, 
com peços altos ou abus!vou, Hoje, a maioria 
dos comerciantes brasflelro, conforme mostram 
os notfclir lo dlárlo da Imprensa Nacional , Já 
começam a prover ut verdadeira uerra de preços 
e, com Isso, pela primeira vez na história,o Bra 
II poderá ter ums deflação na sua economfa, tu 
do Isso graça aos consumidores que cada vez "­ 
als se conscientfzam que a pesqufsna de preços é 
fundamental para eles comprarem melhor e, conse­ 
quentemente forçarem ainda mais a queda nos 
preços. 
ESTAMOS FAZENDO O NOSSO PAPEL 
/qul em llcla Vista, no cantinho do lrnsll,nós 
da Imprensa, estamos fazendo o nosso papel, aten 
dendo inclusive a Insistentes pedidos do Minis-­ 
tro da Fazenda, que sol lcltou Ü Imprensa de todo 
o país colaboraçio e ujuda na divulgaciio d1s Pª! 
qulsns, oferecendo nos seus leitores dicas de co 
mo comprar melhor e colnbornndo com os órgãos d;; 
[iscalizacio no combate dos v!cios do passado , 
como o abuso nos preços, remarcações criminosas 
e até mesmo sonegação de impostos, caracterizado 
pelo não fornecimento de notas fiscais na venda 
dos mercadorias. 
OU SE ADAPTAM OU FECHAM AS PORTAS 
Como crn de se esperar, temos visto que mui­ 
tos empresários do ramo comercial já começam a 
sentir o cinto apertar e estão partindo para o.­ 
desespero e para as pressões de todo tipo, mas à 
eles só resta uma saída, ou se adaptam aos novos 
tempos da economia brasileira, que exige moderni 
dade, eficiência, competência e criatividade a~i 
ma de tudo, ou irremcdiavelmentQ terão de fechar 
as portas. Quem ainda estiver com aquela mentali 
dade de que abrindo um negócio hoje pode ficar­ 
rico da noite para o dia, como aconteceu com mui 
tos por esse país afora, está totalmente por fo­ 
ra da realidade atual do Brasil, pois com a que­ 
da da inflação acabam-se também as facilidades - 
que permitiam a,:; r<'ll':11 caçÕes cretinas e aumentos 
de preços exagerados quase que todos os dias, 
DIMINUIR CUSTOS É UMA DAS ALTERNATIVAS 
Sensíveis a nova realidade da economia brasi­ 
leira, muitos empresários competentes e com vi 
são administrativa, estão encontrando alternati: 
vas positivas para seus negócios, como por exem­ 
plo a implantação de programas de qualidade to 
tal, eliminando-se todo tipo de desperdício, cor 
tando gastos desnecessãrios e diminuindo os cus 
tos do seu negócio, o que possibilita a redução­ 
dos preços dos produtos que ele comercializa e , 
consequentemente o aumento das vendas. Com isso 
jã se vão longe aqueles tempos em que muitos em­ 
presários preferiam vender menos a preços maiores, 
prática" que hoje tornou-se inviável porque quem 
insistir cm vender mais caro cstã fadado a se es 
trumbicar de verde e amarelo. Coro diz o "pau nã 
mula", quem roubou roubou, queo :1ão roubou não 
rouba mais"!! Daqui pra frente o fe1.tic;o parece 
mesmo que virou contra o feiticeiro, quem dita - 
as normas é o consumidor, através do simples ato 
de pesquisar os preços e só comprar dos que ven­ 
de mais barato. 
Desde a semana passada a obra de cons­ 
trução da Casa do Atle a estio em franco de 
envolvimento, num ritmo de trabalho bstu 
te acelerado, fato que nos leva a acreditar 
piamente de que agora podemos ver vislum 
brar a idéia do Presidente da Liga Esporti­ 
va se transformar numa realidade concreta. 
Para que se pudesse chegar a este es á - 
gio, rnuita coisa foi feita, praticamente em 
silêncio pelo desportista José Glaucy FIG - 
rcs, que após terminado o Campeona o de Fu­ 
tebol de 1994, dcdicou-G, intcirancn .e 
buscar os recursos, para levar adiante o 
seu empreendimento. 
Duas importantes viagens foram feitas 
capital do Estado, onde o Presidente da Li­ 
ga realizou vários contactos com autorida­ 
des governamentais e órgãos desportivos de 
Governo, que o levaram à fonte de onde o 
recursos iniciais poderiam ser adquiridos. 
Sentindo que a "burocracia" de sempre es 
tava emperrando o projeto, Glaucy Flôrcs 
providenciou um contato com o Vereador e 
candidato à Deputado Estadual Antonio Car - 
los Arroyo, através do Vereador Fernando Jor 
ge de Barros, que interessou-se em ajudar e 
colocou o Presidente da Liga, frente a fren 
te com o Sr. Arroyo, à quem entregou uma e~ 
pia do Projeto e pediu a sua interferência, 
visto que o Sr. Arroyo tem estreitas liga - 
ções com o Departamento de Obras Públicas - 
do Estado e seria o "pistolão" ideal para 
levar à bom termo a sua pretenção. 
Uma semana se passou e o Presidente da 
Liga recebeu um telefonema do candidato, in 
formando que tudo estava devidamente aprova 
do e que os recursos, em forma de materiais, 
começariam a ser encostados no local da O - 
bra imediatamente .. 
Dessa forma, a Comissão da Campanha ga - 
nhou todo o material básico, que consta do 
seguinte: 
255.000 tijolos compactos 
100 sacas de cimento 
15 m
3 pedra britada 
110 telhas de eternit 6mm 
180 metros de vigas 
300 metros de ripão 
As obras estão cm ritmo acelerado 
146 barras de ferro (medidas variadas) 
15 m? areia 
Muita coisa ainda falta, mas a campanha 
próssegue cm ritmo bem mais concreto e ob­ 
jetivo e a sociedade bclavistense, através 
das suas instituições organizadas já se mo 
vimenta, com a finalidade de ajudar.· - 
o apoio da Prefeitura Municipal, atra - 
vés da Administração de Abraão Zacarias 
tem sido muito importante e tudo o que tem 
sido solicitado, tem sido prontamente aten 
dido, através da ação do Nélio Diório e de 
seus Assessores Amaury e Edgar. 
As obras estão entegues aos serviços 
profissionais dos Irmãos Cáceres, Geraldo 
e Inácio, cujo contrato foi lavrado com a 
Liga Esportiva, onde estão implícitas to 
das as condições. 
Resta agora à comundiade belavistense 
onde ainda "vegetam" alguns incrédulos,qu 
tomem a lição e acreditem mais nos homens 
da terra. 
A participação do Vereador Fernando Jor 
ge de Barros e Ricardo de Souza Rosa (GãoT 
agora componentes da Comissão Executiva , 
tem sido muito importantes para o empreendi 
mento. 	- 
Com base no Art.3o da Portaria 07/94, fi 
cou constituída a Comissão l·eminina da can­ 
panha da Casa do Atléta, que conta com as 
seguintes componentes: 
Elida Silva Flõres, Maria de Fátima Mel 
lo de Souza Rosa, Patrícia Loureiro Ocáriz­ 
dc Souza Rosa, Waldirene Fernandes e Alice Silva. 
Estas senhoras, que se prestaram volun­ 
tariamente a colaborar com a Campanha, tem 
e 
a seu encargo o contato com a sociedade e 
com as instituições e Clubes de serviço da 
0 
cidade, visando a conscientização e a arre 
cadaçáo de recursos para a obra. A partir dã _ 
próxirra 2ª-feira começa o seu trabalho. 
PESQUISA DE PREÇOS DA SUNAB 
Apesar de algumas reclamações que, confesso 
não entendemos o motivo, nem de perto podemos­ 
aditir a idéia de que as pesquisas de preços da 
SUNAB, em Bela Vista, são desnecessárias, ou que 
ela deva sofrer alterações na sua fora de publt 
cação. o povo belavistense está muito satisf~t:' 
com a publicação da pesquisa apenas coma re1aQJO: 
dos produtos e dos mQrcados que oferecem os, m!: 
lhores preços e ela vai continuar assim, dessa - 
fon:,a só se destacam os ~stabelecimentos que 
ealente vendem mais barato na cidade. 
REPERCUSSÕES DÀ ~ORTE DE RONALDO VIEIRA 
1 
Como foi amplamente noticiado pela Tribuna da
1 
Fronteira, 
0 
jovem Ronaldo Vieira, de 14 anos de 

1dade, foi vítim:> de atropelamento na rua Conde 
de Porto Alegre no dia 04 pass:ido e veio_ a fale- 
ce « 
1 
I Coo a fanilia da vítima é muito 
- o oca • 	• , • d 
ire, os amigos, parentes e os propretar1os 1a 
'cexGes M, onde Ronaldo Vieira trabalhavas_se 
Unira.a e arcaram com todas as despesas do zere­ 
r. Esse esclarecimento se faz necessário e - 
jV1tt11de dos comentârios que correm pela cidade 
ide que a fa!lia do condutor do veículo, que a- 
1ttopelou • matou Ronaldo Vieira, residente e - 
@eli va Paraguai,±avia andado un cheque e 
,;:~ad . dernesas dccorrent~s de sua 
1 
, o co todas as ' : fama{li d <ti 
Tcrt. {Luas pessoas ligadas à .a: a 'a a- 
a Informara que realente a faa!lia do autor do 
ia=ses ss as=s» + ss 4eeg"; p,E3i 
ies da morte do adolescente,nas 1soo mo o ace 1 
"!y fc!ili@d e sona1do_vreira.Fe_o egel_netuno., 
Portaria 07/94 
"Altera disposições do Art. 4g da Portaria N9 01/94 de 26 de janeiro de 1.994, publicada no Jornal 
"Tribuna da Fronteira" de 05/02/94 e dá outras providências". 
O Presidente da Liga Esportiva Belavistense usando das-atribuições que lhes sãd conferidas pelos es 
tntutos e em pleno acordo com a legislação em vigor e disposições da Lei 8.672 de 06/07/93; 
RESOLVE: 
1g) - Alterar a composição dos membros da CO~IISSÀO EXECUTIVA DA CAMPANHA PRO CONSTRUÇÃO DA CASA DO 
ATLETA, nomeando os membros abaixo descritos e determinando funções. 
PRESIDENTE: Gentil Vargas da Rosa (Mantido) 
CONSELHEIROS Tl:C:SICOS: Fernando Jorge de Barros e Ricardo de Souza Rosa 
COORDENADOR DE RECURSOS: Noelso Laranjeira 
REPRESENTANTE DOS CLUBES: Izidora Vareiro e Altair Dias 
RELAÇÕES POBLICAS E DIVULGAÇÃO: Ivaldo Pereira e Ernando Gasco 
22) A movimentação das contas da campanha serão eÍetuadas pelo Presidente da Comissão Executiva e 
0 
Presidente da Diretoria, juntos. ou isoladamente, devendo todas as emissões de Documentos, cheques e 
r~cibdos, quando assinados isoladamente, serem "Vistados" por qualquer membro da Comissão criada atra 
ves esta Portaria. 
3g) -- Para dar andamento à campanha de levantamento de recursos, fica criada a Co~issão Feminina 
cujas integrantes terao seus nomes divulgados depois de oanifestarem acordo à proposta de trabalho. 
42) - O Parágrafo Onico do Art.4?, continua e vigor. 
Bela_Vista-Ms.,12de Setebrode1.994 	JOSÉ Gl.AUCY FLÕRES _ PRESIDENTE 
.a 
J ' 
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NAO FIQUE OMISSO, A CASA DO ATLETA J:-, ESTÁ EM ANDAMENTO 
Es-

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AfJVOC/CI} ctvm., 'l'HJBILl!IG'l'A E CRIMINAL, possível a realização does.o vento. 
O 1o Torneio d. Independência, consti- 
ui para Escola Ester Silva um desa'ia - 
em resga ar o valor do Desporto, e a valo­ 
rização do Es udan'e-Atle a como ser huma­ 
no socinl e individual for'al cendo a ide 
1
, ,iü do esporte como meio de Educação. 
Nen e torneio, a Escola teve como prio­ 
ridade além dos resultados enpor ivos, a - 
troca de cxpcriênica rei 'vantes e :;ignifica- 
ivas para o endquccimento h11nnno, vi5to 
que o jogo é um meio de educação medida 
cm que busca desenvolver as capacidades 
criativas e contribui para a melhoria do 
processo de relacion3mento. 
Queremos agradecer~ professora Marisa 
Serrano pela premiação oferecida, agradec~ 
mos tamb6m ao presidente da CME, 100 RC 
MEC, a Rádio Bela Vista pelo excelente tr~ 
balho de transmissão e a professora M~. A­ 
parecida Betclli, pela organização do cven 
to. 
Advoga.da, 
.. 	. 
#» 
RAMONA GOMES JAA 
JlUA M/RIC/,1U, 1 O 8 
l'ONE: (06"/) 251 - 1354 
VIL/ ING~LICJ - CEP: 79.240-000 
JARDIM MS 
Advogados 
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GIL MARCUS SIUT 
VILMIR DE ÃVILA 
CAUSAS CIVEIS CRIMINAIS 
Escritório: FONE:. (067) 255 - 1313 
Residência: FONE: (067) 255 1228 
RUA CEL. PILAD REDUÃ,663 
BONITO - MS 
Advócacia 
JOS~ APARECIDO DE OLIVEIRA 
OAB (MS) 4259 
RUA 24 DE FEVEREIR0,2.101 - e. Pst 32 
FONE: (067) 255 - 1456 
FAX: (067) 255 - 1402 
CEP: 79.290 - 000 
BONITO - MS 
MENSAGEM DE 
ACiRADECIMEHTO 
RESULTADO FINAL DOS JOGOS 
VOLEIBOL MASCULINO 
10 Lugar - Escola Ester Silva 
20 Lugar - Escola Dr. Joaquim Murtinho 
30 Lugar - Escola Profa. Vera Guimarães 
Loureiro. 
VOLEIBOL FEMININO 
Pref eil ra Maaicipal 
de Bela Vi la 
PO«ARTA !MURO 7 8, DE 1 DE S+IP+O 
Dr 1.93i. ----···------ --· ~ 
"D!spãe sobre os valors das diárias 
do ervidore do Poder Executivo, e dá ou 
tras providnci s". 
O PREFEITO MUNICI AI DE BELA (STA, FS- 
TADO DE t'.ATO Gf OSSO CO ;;u L, l o ll '"O d1• :,U,l 'l 
a rituições e t mudo em vis a o disposto da 
Lei 757/85, de 19 de junho de 1.985, com a 
redação dada pela Lei no 911/ 1, d0 13 d· 
junho d e 1. 9 9 l. 
ru:sm.vr: 
Art. 10) - Divulgar, nn forra d<' ,,nexo 
desa Portaria, os va)oreo das diárias a - 
serem pagas a servidores do Poder Execu' i­ 
vo Municip.J.l, quando cm viagem for da 
respectiva séde. 
Ar . 20) - Esta Portaria entrará em vi 
gor na data de sua publicação e/ou afixa - 
cão no quadro de avisos da Prefeitura, re­ 
vogadas as disposições cm contrário. 
ANEXO 
(PORTARIA R 
Lei Municipal 811/91 
TABELA DE VALORES DAS DIÁRIAS 
Advogado 
' 
: LAIRSON RODRIGUES BUENO 
. OABV•MS. 3. 050 
1 . 
CAUSAS C!VEIS E CRIMINAIS 
N 
RUA DR. coRREA,38J - CEP· 79.280-000_ 
} FONE: (067) 287 - 1129 
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:ostlR GOLDONI DISPIRD ND PREFERENCID DOS ELEITORES DO MS 
1 
O candidato à deputa­ 
lo federal· Oscar Goldoni, 
dispara na liderança dos 
votos no Mato Grosso do 
Sul, repetindo sua per­ 
formance de deputado es­ 
tadual quando foi o se­ 
;undo mais votado. 
Oscar Goldoni hoje 
conta com 12 Municipios 
do Estado, recebendo à 
cada dia novas adesões a 
sua candidatura rumo ao 
Planalto. Goldoni já es­ 
tá entre os três primei­ 
ros colocados para depu­ 
tado federal. 
"A minha candidatura 
representa trabalho,o po 
vo que me elegeu deputa: 
do e Prefeito de Ponta - 
Porá sabe quem é Oscar - 
Coldoni, o meu compromis 
so é de continuar a ser 
vir a população mais hu­ 
mtlde do meu, Estado", en 
fntizou Goldoni. 
MARATONA POL!TICA 
Goldoni tem cumpr!do 
uma intensa agenda poli­ 
tica na sua caminhada à 
Brasília. 
Em Caarapó, cerca de - 
dez mil pessoas aplaudi­ 
ram entusiasmadamente o 
pronunciamento do parla­ 
mentar considerado "a for 
ça que vem do povo". 
Nas Moreninhas em Cam- 
- po Grande o ·linguajar sim 
ples de Goldoni cativou a 
população. 
Na cidade de Maracaju, 
o Prefeito Rogerio Pozzer 
reafirmou seu compromisso 
com Oscar Goldoni e milha 
res de pessoas participa: 
ram do comicio da vitória 
em praça pública. 
El Dorado no Cone Sul 
do Estado viveu uma noite 
de festa com a caravana 
da vitória de Goldoni. 
Segundo Manoel Gomes 
Prefeito de El Dorado "e­ 
leger Oscar é votar no ho 
mem simples e humilde que 
vive junto ao povo, é o 
companheiro de todas as 
horas". 
Oscar Goldoni esteve - 
com Levy Dias e Ary Rigo 
no Parque dos Ipês em - 
Ponta Porà quando fala 
ram de suas propostos de 
trabalho e das benfeito­ 
rfas que Já trouxeram pa 
ra o MS. 
Para Ary RIgo "Oscar 
Goldoni é ·como um irmão, 
o meu amigo de todos os 
dias, um homem comprome­ 
tido com a população,que 
tem demonstrado trabalho 
e competência". 
O candidato à governa 
dor Levy Dias definiu 
Coldoni como "homem sim 
ples, de boa Indole, que 
em sua vida toda não tem 
medido esforços para aju 
par os pontaporanenses e 
eus amigos de todo MS", 
APELO DE OSCAR 
"Meus amigos, eu pre­ 
ciso de voces para me 
eleger, preciso também 
que votem no meu governa 
dor Levy Dias, meu sena: 
dor Ary Rigo ... podem 
ter certeza que juntos - 
vamos fazer muito mais - 
pelo nosso Estado". 
,WILSON V AI DEMOCRATIZAR E 
INlERIORIZAR SERVl(O SOCIAL 
- 	- li» 
Interiorização e 
democratização são 
as palavras chaves 
que nortearão as a­ 
ções na área social 
no próximo governo 
de Wilson Martins, - 
candidato a governa­ 
dor pela Frente Popu 
lar. A política de - 
bem-estar social irá 
sofrer urna reviravol 
ta, conforme anunciã 
a equipe responsãvel 
pelo seu programa de ' 
governo, já em fase 
de metas. As mudan­ 
ças abrangentes a se 
rem desencadeadas a 
partir de janeiro mu 
darão o perfil da as 
sistência, responder 
do à orientação de - 
técnicos especializa 
dos e à ampla deman­ 
da do Estado. 
Visam mudar opa­ 
pel do Estado no a­ 
tendimento à popula­ 
cão. A assistência - 
social irã perder 
seu perfil de caricia 
de, da prática do - 
primeiro-damismo, as 
sistencialista e ate 
eleitoreira.A assis­ 
tência vai ser exer­ 
cida como política - 
cipios,fortalecer e 
resgatar o papel das 
organizações comuni­ 
rtar1as e nao governa 
mentais,oferecendo 
aporte técnico, juri 
dico e financeiro.As 
associações cornunitá 
rias terão suas re 
presentatividades 
resgatadas. 
-social, obrigação do 
Estado e direito as­ 
segurado do cidadão. 
A liderança das pri­ 
meiras-damas será va 
lorizada. 
As ações terão cg 
mo carro-chefe a 
criação da Secretaria 
de Assistência Social, 
com o objetivo de in 
teriorizar o servicÕ 
aos 77 Municipios.Tg 
ra como função bási­ 
ca prestar assistên­ 
cia técnica aos Muni 
Dentro das metas 
·para enfrentamento - 
da pobreza,estão pro 
l 
'•gramas corno a· cria: 
cão· de centros para 
atividades para a fg 
milia, no tocante a 
'[lazer, convivência e 
geração de renda. Ou 
·tra prioridade abso­ 
luta será a criação 
do Conselho Estadual 
,da Assistência.Soci­ 
al,fazendo cumprir a 
!Lei Orgânica e esti­ 
mulando os Muniçipios 
a criarem os seüs 
conselhos. Wilson 
Martins objetiva com 
essas iniciativas ga 
rantir a ação demo­ 
crática da assistên­ 
cia em todos os Muni 
cipios e o exercicio 
da cidadania. 
Rachid acredita • na Reeleição 
O fortalecimento da - 
candidatura do senador - 
Rach!d Derzi, que busca 
a reeleição, continua ca 
da vez maior, segundo 
sua,assessoria. Nas visi 
tas feitas aos Munici­ 
pios, juntamente com o 
candidato da ·coligação - 
"União e Trabalho", Levy 
Dias, Rachid tem recebi­ 
do o apoio popular, apon 
tado como um parlamentar 
"que muito tem ajudado - 
ao Estado", obtendo re­ 
cursos para auxiliar Pre 
feitos e o governo do Es 
tado na implantação de 
obras. "Tenho convicção 
que a população vai me - 
dar mais essa oportunida 
de para representá-la nÕ 
senado.Uma eleição não - 
se ganha antecipadamente. 
Uma eleição se ganha por 
força de uma vida de tra 
balho que o hoen pbli 
cotem que apresentar co 
ro uma prestação de coh 
tas à. comunidade", afi 
IOu. · 
O senador, que já foi 
vereador, prefeito, depu 
tado estadual e federal 
e, agora, represenante - 
de Mato Grosso do Sul no 
Congresso Nacional, dis­ 
e que além do trabalho 
de um homem público, é - 
necessário que "existam 
competência e estrutura" 
para se ganhar upa ele! 
cão. A competência,c<DfÕr 
re frisou,está diretarei 
J 
Senador Rachid Saldanha Derz:i 
te ligada aos resultados •~Não estou deixando de - 
que um parlamentar obtém visitar os reus copa­ 
e favor do seu Estado . nheiros de cada Munici­ 
"Nesses mais de 40 anos , pio. f: uma oportunidade 
como político, o povo - mui to boa que tenho para 
sempre me prestigiou nas mostrara minha gente o 
urnas. Isso é g:ratifican trabalho que tenho dese 
te", salientou. - ' volvido lá no senado"• P! 
RESPEITO AO ELEITOR r'a ele, esse contato coo 
· o povo é significativo - 
Rachid diz que enten- pois oferece ainda condi 
de que o eleit_or merece cães para que "possaoos 
ser respeitado "e é por ouvir as reivindicac;Ões 
isso que faco questão de da população - defendê­ 
percorrer todo o Estado 1as junto aos Ministê­ 
fazendo essa prestaçao - rios, como venho fazendo 
de conta do meu trabalho. hi muito tempo".

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qisI 
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NASCEU DIA 12PP; YAN, 
Filho do casal Vinicius e Andréia. Par! 
bóns 1 
A linguagem do preconceito 
HOMEM 'TEM 
MULHER E 
Barriga 
Idade 
Experiência 
Amor Próprio 
Humor 
Problema 
Lábia 
Ideal 
Barriguda 
Velha 
Rodada 
Fresca 
Gozada, 
Frígida 
Mentirosa 
sonhadora 
8 valor to leij na oca 
Quem gosta de beijar e o faz com grande 
frequência é mais calmo, menos ansioso e 
1 
tem mais auto-estima. 
"O beijo é a terapia mais barata e efi 
c~z que existe", avalia o psicoterapeuta - 
Macir Costa que fez um estudo com 120 - 
pacientes de sua clínica em São Paulo. 
o beijo na boca é um termômetro: quando 
um casal deixa de se beijar longa e inten 
sarnente é sinal de que a relação está es­ 
friando. 
"Mesmo se os parceiros continuarem ten­ 
do relações sexuais, a falta do beijo mos­ 
tra que eles começaram a ficar distantes e 
sem estimulo", conclui Moacir Costa. 
Generosida.de 
no amor 
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c 
palavras que fazem lembrar um versículo aD 
Ler .ior no qual Jesus diz aos seus aposto­ 
los: "Se me amai, observareis meus manda­ 
mentos" (Jo 14,15), onde vem era cvidtncla 
que o amor a Jesus deve ser a motivação, a 
raiz da qual deve partir a obervanc1a 
dos seus mandamentos, 
Existe assim uma ligação reciproca en­ 
tre o amor a Jesus e a prática dos seus - 
mandamentos. O amor que a ele tenos nos i~ 
pulsiona a viver a sua palavra de modo se 
premais fiel: ao mesmo tempo, a palavra 
de Jesus vivida nos faz permanecer no amor 
a ele-e portanto nos faz crescer sempre - 
mais nesse amor. 
Portanto, permanecer no seu amor. Mas o 
que quer dizer Jesus com esta expressão? 
com certeza ele quer dizer que a obser­ 
vância dos seus mandamentos é o sinal, a - 
prova de que somos seu verdadeiros amigos: 
é a condição para que tambem Jesus nos ga­ 
ranta a sua amizade. Mns parece querer di­ 
zer também uma outra coisa, ou seja, que a 
observância dos seus mandamentos constrói 
em nós aquele amor que é característico de 
Jesus. Comunica-nos aquele modo de amar 
que notamos.em toda a sua vida terrena: um 
amor que torn~va Jesus uma só coisa com o 
Pai e, ao mesmo tempo, o -impulsionava a 
identificar-se e a ser uma só coisa com to 
dos os seus irmãos, especialmente os meno­ 
res, os mais fracos, oo mais margiijaliza­ 
dos. 
O amor de Jesus era um amor que sanava 
toda e qualquer ferida da alma edo corpo, 
que doava a paz e a alegria a cada coraçao, 
que superava t_oda divisão, reconstruindo a 
fraternidade e· a unidade entre todos. 
Se colocarmos em prática a palavra de - 
Jesus, ele viv.erá em nós, e ·também nós s~ 
remos transformados em instrumentos do seu~ 
amor. 	""----------------------~ 
Como poderemos viver este versículo es- 
te mês? 
Lembrando-nos do objetivo que ela nos - 
propõe e orientando-nos decididamente para 
esse objetivo: uma vida cristã que não se 
satisfaz com urna observância fria,externa, 
sô do mínimo obrigatório exigido pelos man 
damentos, mas 'uma vida feita de generosi­ 
dade. Foi assim que os santos agiram. E 
eles são a Palavra de Deus transformada em 
vida. 
Neste mês tomemos urna de suas palavras, 
um de seus mandamentos, e procuremos tradg 
zi-lo em vida. 
E sendo que o mandamento novo de Jesus 
"Amai-vos uns aos outros como eu vos amei" 
é, de certo modo, o coração, a síntese de 
todas as suas palavras, vamos vivê-lo com 
toda a radicalidade. 
Padre Willian Gonçalves 
39122 
"Se guardares os meus mandamentos, per- 
manecereis no meu amor, como eu também 
e guardei os mandamentos de meu Pai e perma­ 
c. neço no seu amor" (Jo 15.10). 
Ç Estas palavras·são extraidas do amplo - 
discurso que Jesus dirige aos seus apósto-. 
r los na última ceia, conforme o quarto evan- 
€ gelho(do 13.31-17,26). O que vem em relevo 
e é o fato de que a observância dos seus man 
ó, amentos nos faz permanecer no amor. São: 
1 
J:: 
VACI,NACÃu AITTI R&IB I CA 
4 
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DEIXE A RAIVA TONAR CONTA DELE" 
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