.. 
TRIBUNA DA -FRONT 
REGIONAL 
DELI VI S'l'I/ /1: l /NO: 22 Nt•: 1.55G 27 DE SETEMBRO DE 1.994 - 'l'ERÇI-PEIRI DIRETOR RESPONSÁVEL: IVALO PFRE IRA R$ - 0,50 
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Goldoni: "Volto 
braços abertos 
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Ponta Pora, esta cidade que me recebeu de 
Na última quarta­ 
feira, 21/09 o Dair­ 
ro da Granja em Pon­ 
ta Porâ, viveu uma 
noite de festa com a 
presença de Oscar 
Goldoni e José Car - 
los Monteiro candida 
tos à Deputa dos Fede- 
Nem manter o a - - 
tual sistema, que fa 
vorece apenas a elas 
se trabalhadora da 
mais alta renda e a­ 
meaça quebrar o INSS, 
nem promover mudança 
radical nas aposenta 
dorias. O que o Pro­ 
grama de Fernando 
Henrique prevê, para 
solucionar as maze 
las da Previdência 
Social e promover 
- 
3 CE TI E: EEIZE0 
4187921Z0 D z1 
-- e-	1,- 
! , 
l 
ry Rigo para o Senado, mas ape­ 
sar dele ter sido Deputado por 
12 anos, intitulando-se rcpre - 
sentante da região Sudoeste na 
Assembléia Legislativa e de pos 
suir até uma fazenda na entrada 
da nossa cidade, parece mesmo 
que Bela Vista não faz parte do 
seu dicionário político, pelo 
menos no que diz respeito à sua 
área de atuação caso seja elei­ 
to para o Senado da República. 
Página - 10 
rale Estadual, res­ 
pectivarr.ente. 
Goldoni emociona­ 
do falou para milha­ 
res de pessoas que 
superlotaran a Rua 
Balêncio de Bru.m,pcr 
to do Mercado Caiuãs, 
com um linguajar sim 
justiça social, é a 
adoção de um sistema 
misto, que mantém a 
aposentadoria por 
tempo de serviço 
mas incorpora crité­ 
rios de renda e ida­ 
de no cálculo dos 
benefícios. 
Leia matéria 
na Página - 03 
CENT 
ISTD 
J 
Rigo, Bela Vista também mere­ 
ce ser Zona de Livre Comercio 
Que me perdoem os amigos sim 
patizantes da candidatura de A- 
~--------·--·- 
GANHE MUITO D!MIE!PRO 
"-< 4....n.-_tu-- 
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sabonete, detergente, água 
sanitária e mais 30 produ­ 
tos de limpeza. Método sim 
plcs produtivo e ecooÔmicÕ. 
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sem fogo, (ucac;.n e sem 
cheiro, usando apenas la - 
tas de 20 litros. No pre­ 
cisa priticna em investinen 
tos. 
Fa.bricn:ndo sab:io vocc 
podcrn &nnhar acloa de R$ 
1.000 reais ncnsniN. Gran­ 
des po,;:;ibilil:!<1dcs de pro­ 
redir na vida. (E3CEE A.A 
CNA "O MOTIRO S! IDA- I 
)E" 663s-·5G - IEIEO:Es: 
rD3 (011) 29 - 6671/296- 4171 
s PAI- Capita! 
CÂMARA 
, - 
NOTIIA 
E INFOMACÃO .., 
CJRACOL-MS 
Vigilância Sanitária 
Agradece 
Ofício NQ 13/94 
Dn: Secretaria de Saúde - Departamento - 
de Vigilnncia Sanitária 
Para: Prefeito Municipal de Bela Vlstn 
Assunto: Agrndecúnento (FAZ) 
Prezado Senhor: 
'imos através deste, ;1grndcccr a col!!, 
boração prestada a este departamento na 
Ca.mpanh.a de Vacinzco Anti-Ribica reali­ 
zada no dia 17/09/9pp., onde obtivemos 
os seguintes resultados dos animais vacl 
nados na zona urbana; 
CANINOS 1403; FELINOS 305; PRnlATAS 12 
PERFAZENDO UM TOTAL DE: 1720 ANIMAIS 
Sem mais para o momento,subscrevo-me 
Dra. Carmem parecida Santiago Lima 
Médica Veterinária 
Pá ina - Oó 
ples e huni!de disse 
"Volto à Ponta Porá, 
esta cidada que me 
recebeu de braços a­ 
bertoc;, .. .Jqui fui 
qarçon, taxista, ca­ 
minhoneiro, aqui a­ 
prendi a ~cr genta''. 
Página - 08 
Comentário Opinião 
Quem é quem na 
Política Belavistense 
... 
l 
As eleições majoritárias que se aproxi 
mam, servirão para definir prestígios po­ 
líticos e pessoais de todas as lideranças 
belavistenses. Página - 03 
----------------------- 
Jotagé Flõrcs 
OSCAR CiOLDONI DOA CIMENTO 
E CUMPRE SUA PROMESSA 
O Sr. Oscar Goldo 
ni, que esteve na 
cidade há poucos di­ 
as, deixou com o En­ 
genheiro Ricardo de 
Souza Rosa o valor 
de RS 200,00 como 
colaboração à'campa­ 
nha de Construção da 
Casa do Atleta. 
Página - 10.. 
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Sindicato Rural de 
Caracol 
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Tribuna da Fronteira roosso sr- 
DIÁRIO REGICNAL 	20/02/1972 
t-------------------------,----- 
DIRETOR-REDA TO R CHEFE: Ivaldo Pereira 	EXEMPLAR: R$ 0,50 
GERENTE COMERCIAL: Narin Estela VcláGqucs Pereira 
SECRETARIO D REDAÇÃO: Ubaldino Rodrigues 	ASSINATURAS: 
REPORTAGENS: Joiio Carlos Velásquez, André Ãvnlo e SEMESTRAL: R$ 45,00 
Firmino de Barros 	ANUAL· R$ 9 O , O O 
SIMTEO - Edital de Convocaçã1 
REDAÇÃO, DEPARTAMENTO COMERCIAL E PARQUE GRÀFICO: * OS ORIGINAIS EN - 
Avenida Tribuna da Fronteira,564 - CMLXA POSTAL - VIADOS À REDAÇÃO N.ÃO 
23 - FONE: (067) 439- 1410 - llELA VISTA - HS SERIO DEVOLVIDOS. OS 
1--:------------------------l IIRTIGOS ASSINADOS· NÃO 
SUCURSAIS: Jardi, Porto urtinho, Antonio Joio,{ REFLETEM NECESSARIAMEN 
'onito, Caracol, Carpo Grande e Correspondentes TE A OPINIÃO DO JORNAL. 
cm Brasília e são Paulo 
FILIADO À: 
ADJORI F. ABRAJO!'r 
C/IP!TL:LO Vl 
O PROCFO ELEITORAL 
SEÇÃO 1 
DAS Y.1.EIÇÕ!!.S 
Art.222- 0s membros da Diretor!a serio ele!tos bienalmente através do vo­ 
to direto e secreto. 
Art.232- As eleições do Sindicato serão convocadas com 60(sessenta)dias 
de antecedência à data de sua realização por edital publicado no jornal de 
maior circulaçio do Municiplo. 
Parágrafo único- Compete ao Sindicato afixar o edital de convocacao nos - 
locais de trabalho dos assoclnd,s- 
Art,2?- Só poderá votar e ser votado o sócfo que tiver Ingressado no SLn 
dlcato 06(sels) meses untes dqs ele1çÔe6. 
Pnrngrafo Primeiro - E assegurado ao sócio aposentado~ dlrelto do voto. 
Pnrágrafo Segundo- Não poderá ser candidato o sócio que ocupo funç~o pu­ 
blica comissionada. 
Art.25g- 0 processo eleitoral será organizado, coordenado e conduzido por 
uma comissão eleitoral composta de OJ(três) ou OS(cinco) ossocL1do,;, l'lcitos 
em Assembléia Geral, e de Ol(um) representante de cada chapa registrada. 
Art.269- As chapas concorrentes deverão ser registradas na Sede do SInd1- 
cato no prazo máximo de JO(trinta) dias da realização das eleições. 
Parágrafo primeiro- ,s chapas só poderão ser inscritas se completas, atrg 
vês de requerimento, em duas vias, assinado por todos os seus integrantes, - 
anexados de documento que comprove□o tempo de exercicio profissional. 
Parágrafo Segundo - No ato das inscrições será fornecido recibo do doeu 
mentação apresentada. 	_ 
Art.279- No encerramento do prazo para o registro de chapas a comissao 
eleitoral providenciará a imediata lavratura da ata correspondente consigna­ 
do em ordem numérica de inscrição, todas as chapas e os nomes dos candidatos, 
entregando cópias aos representantes das chapas inscritas. 
Art.289- No prazo de setenta e duas horas, a contar do encerramento do 
prazo de registro a Comissão Eleitoral fará a publicação das chapas registr~ 
das. 
Parágrafo Primeiro-, impugnação de chapas se dará no prazo máximo de 05 
(cinco) dias, o partir da dota do registro. 
Parágrafo Segundo- A Comissão Eleitoral terá 48(quarenta e oito) horas - 
após o prazo de impugnação para julgar a procedência ou não da impugnação. 
Art.292- Encerrando o prazo sem que tenha havido registro de chapa a Co­ 
missão Eleitoral dentro de 48(quarenta e oito)horas, providenciará nova con­ 
vocação de eleição. 
Art.309- Após o término do prazo para o registro de chapas,a Comissão Ele! 
coral providenciará a relação de associados com direito a voto. 
Parágrafo Onico- A relação dos associados com direito a voto será afixado 
em local de acesso do Sindicato. 
Art.JJQ- A eleição do Sindicato só será válida se participar da votação - 
no mínimo SOI dos associados com direito a voto. 
Parágrafo Primeiro- Não obtendo quorum, a Comissão Eleitoral, convocara 
nova eleição nos termos deste edital. 	> 
Parágrafo Segundo- A nova eleição será válida se nela tomarem parte 407 - 
dos eleitores, observadas as mesmas formalidades da primeira. 
Parágrafo Terceiro- Só poderá participar da eleição em segunda votação e 
convocação os eleitores que se encontravam em condição de exercício de voto 
na primeira convocação. 
Parágrafo Quarto- Na ocorrência de qualquer das hipóteses previstas nos 
parágrafos anteriores, apenas as chapas inscritas paro a primeira eleição - 
concorrerão as subsequentes. 
Art.32g- Não tendo quorum em segundo e Último escrutínio, a Cot:ússão Elei 
toral no prazo de 48(quarenta e oito) horas , convocará a Assembléia Geral­ 
que declarará a vacância da administração a partir do término do mandato - 
dos membros em exercicio e elegerá uma junta governativa para o Sindicato 
realizando-se nova eleição dentro de 06(seis) meses. 
SEÇÃO II 
DA ANUI.IDADE E DA NULIDADE DO PROCESSO ELEITORAL 
Art.JJQ- Será anulada a eleição quando deixaram de ser respeitados os 
principies do Edital deste Estatuto- 
Parágrafo Primeiro- Será de 48(quarenta e oito) horas, o prazo para recur 
so de anulação da eleição. 
Parágrafo Segundo- A C~missão Eleitoral terá 72(setenta e duas) horas, pa 
ra julgar procedente ou nao o pedido de nulidade. 	- 
Parágrafo Terceiro- Anuladas as eleições do Sindicato outras serão convo­ 
cadas no prazo de 30(trinta) dias a contar da publicação do despacho anulat~ 
1 
rio. 
Bela Vista-MS, 22 de setembro de 1.994 
Func.Ester Felix Lêite 
Presidente do SITED 
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temário iião' 
Quem é quem na 
Política Belavistense 
hs elefçoes major ttarfas 
que tse aproximam, servirao 
parn clc(f11Jr prcr,tJ;,,lor; po- 
1[tico e pessoals de toda 
as lldcrnnçuH helnvlst~n - 1 
ses, 	{ 
Com a enxurrada de can 
dldatou que nqul chegaram - 
em busca de apolo e com n 
consrquente definlç,io ,le l 
opções, nossas lideranças - b 
mais expressivas acabaram - .lota@ Flores 
por se dlvldlr totnlmente chegando mceno n se 
desenrolar uma disputa das mais emocionantes,on 
de acima de tudo está cm jogo o prestígio clu ca 
da um, ou ele cada grupo. 
Com raras excessÕcs, caso específico de n~ 
mcs já consagrados como Mokn, 1-'nrcelo 'liranda, 
Roberto Orro, que têm base eleitoral no munic!­ 
p:lo por nquilo que já fizeram, os clemais clepen­ 
der~o exclusivnmcnte do peso eleitoral e do 
prestígio daqueles que o apoiam. 
Claudinei, cujo nome foi "encampado" por ar 
co Rondon e Luiz Alexandre, é um desconhecido 
e tud,_o aquilo que conseguir angariar a nível de 
votos nas urnas, vai ficar devendo ao trabalho 
dos dois padrinhos belavistenscs, alig de reve­ 
lar "sintomáticas" possibilidades eleitorais. 
Marisa Ferzelli tem o apoio do Nego Zoe! 
rias, que é indiscutivelmente um supreendente 
estrategista político do tipo "tupiniquin" que 
sempre atinge seus objetivos. Embora nunca te­ 
nha sido candidato a cargo eletlvo, Nero conhe 
ce profundamente os meios e a forma de fazer a 
boa política e goza de considerivel e respeita­ 
do prestígio político. Vai transformar o seu apg 
io cm votos para seus "afilhados". 
Waldir Neves conta com o apoio do ex-candida 
to a Prefeito Garibaldi, que será o responsá­ 
vel por tudo aquilo que o "garoto deputado" con 
seguir levar para as urnas, pois ate agora nao 
foi dado a conhecer alguma açao parlamentar re­ 
levante em benefício do município de parte do 
candidato. Somente o prestígio e as qualidades 
pessoais do seu Cabo eleitoral, poderão lhe dar 
o respaldo que precisa. 
o Ex-diretor do DOP do Estado, Antonio Car - 
los Arroyo, tem o apoio do vereador Fernando 
Jorge de Barros e poderi receber uma boa vota 
cão no município, alicerçado tambem nas impor­ 
tantes obras que dirigiu durante a sua passagem 
pelo DOP em muitas das quais, Bela Vista fo1 be 
neficiadn. Fernando Jorge tem o seu eleitorado 
fiel e vai representar muito para o seu candid~ 
to. 
Comenta-se, que o ex-prefeito Edson Moraes , 
está apoiando a candidatura Celina, filha de - 
Wllson Martins. A se confirmar esta versão, con 
firma-se ~ a "grande salada" que seri o pie! 
to de 3 de outubro! 
Essa troca troca de preferências, demonstra 
de fonna bem ampla a inexistência total de ide­ 
alismo.partidário. Nem mesmo os P:tistas acomp~ 
nham ao pé da letra o lado partidari~, poi~ se 
fosse assim, 0 PT elegeria um incontavel numero 
de deyutados por esse Brasil afora: Verifica-se 
entretanto que a votação do Lula nao se reflete 
nos outros candid::ltos do partido. 
o eleitor no dia 3 de outubro vai fazer uma 
salada bem misturada, que resultará na_eleiçao 
de nomes, independente da sigla partidaria. Pa­ 
ra 
O 
Senado por exemplo, projeta-se uma prefe 
rência para o nome de Lúdio Coelho, devendo fi­ 
car em segundo lugar o Vice-governador Ari R,!. 
go. 	- t 
Os Federais, a se confirmar as preferenc as 
locais, 
0 novato Sperafico pode surpreender,mas 
Goldoni, MarilÜ, tlarisa, Puccinelli, ~everao - 
drrebatar, juntamente com Saulo Queiroz,o ma~or 
volume de sufrágios. t!arcelo Miranda e N~rilu - 
Guimarães, que deverão ser, pelas previsoes, os 
dois mais votados do Estado,conseguirao esse 
feito cm decorrencia daquilo que fizeram. Marce 
lo or ter desempenhado um bom trabalho como g~ 
ve~ador " }1arilÜ pelo brilhante trabalho • que 
realizou na Comissão da Criança e do Adolescente 
na câmara Federal. 
Dessa forma, podemos antever que mais uma 
vez nosso }!unicípio, por nao ter tido a ºº:ª­ 
dia de levar um nome legítimo para a Assembleia 
Legislativa vai ºdispersar" seus votos, que t~ 
dos nó~ esp~ramos não v.anham a ser perdidos • como - 
tantas e tantas vezes jú 3conteceu. - 
Que pelo menos, sirva esta eleiçao, para 
que possamos conhecer, com mais profundidade e 
com provas concretas, quem e queo na política 
Belnvistense ! 
Começa a ser pintado o quadro para us clei - 
çÕes municipais. 
Jotagê n s Bairros 
·1 
1 
i 
I "!9DE'A'!N ng ? A8a+»' 
1 1enl.u hu·,c,,fo d,, to<11·: .. , fn,...-:cw prnLic- 
la verdade!ra IDA'ANA, quando envolvido em 
qnt.ilÕ, .. , corta!s e na qual1dsde de CONSUMI 
D, nos Supererc.a du da c1dadn, hoje reple­ 
tos de emprepados "mal acos umados" a fazer - 
do c!Lente "gato e sapato". 	, 
Os donos desse estabelecimentos precfam 
urgentemente cnscenttzar os seus functonirt­ 
os da REALIDADE ATUAL, que está a ex!gtr res 
petto e dignidade ae1ma de tudo e em qualquer 
clrcunstiincla, 
Nos sabemos perfeftamente dos problemas 
que• gera u m:il<l1tn FALTA OE TllOCO em MOEDAS 
que por falta de competencta dos nossos gover 
nantcs, provocn •Hir lo~ prohlémas nos CAIXAS 
dos eutabcl~clmentos comcrc1nis. 
o costunc con o qual no podemos concordar 
de fonnn nenhuma é que no momento do TROCO,s~ 
Ja ele de qualquer vnlor que seja, nos_ sejn 1!1 
POSTO pelo funcfonirfo, colocando a nosso 
frente BALAS e CAIXAS llE FOSFORO à nossa reve 
u 
' 
r 
ANUNCIE AQUI 
lia! 
O cliente deve ser consultndo se ACEITA - 
OU NÃO aquele tipo de TROCO e se não aceitar 
que seja encontrada outra maneira de resolver 
o problema. 
Imaginemos agora, se com nós, que somos ~ 
dultos e quem conhecemos à fundo os direitos 
que nos são reservados pelas leis, somos nlvo 
do "mau costume" de alguns funcionários, im~ 
g1nemos então, quando uma criança, inconscie.!.1, 
te se depara com uma indiv!Íuo desse tipo no 
Ca;1 de um estabelecimento!? 
TROCO em Balas e porcarias, sem a concor­ 
dância do freguês é sacanagem. E sacanagem e 
crime!. Crime contra a economia popular! 
Que os donos de supermercados, não permi­ 
tam que funcionários incompetentes, maculem o 
seu nome com atitudes dessa natureza! ••• 
SE EU TIVESSE MEDO DF CARA FEIA, NÃO OLHA 
Vi NO ESPELIIO! .. 
t verdade! - Quando levantamos nesta colu­ 
na alguns assuntos relevantes , que nem mesmo 
os políticos levantam com medo de perder vo 
tos para as futuras eleições, alguns camara 
das, para que a."carapuça" serviu, passam a 
nos olhar meio de lado, como que a querer de 
monstrar n sua insatisfação. 
É preciso lenhar aos incautos, que nunca 
tivemos medo de carn feia e tudo aquilo que 
levantamos aqui, .tem a mais plena aprovação - 
da sociedade ou da sua grandiosa maioria. 
Falamos portanto, a língua do povo e por 
isso não tememos represálias, pois é exatamen 
te graças ao trabalho da imprensa séria eco! 
rente que o Brasil vai chegar, dentro de pou 
 
co tempo ao primeiro Mundo! 
Não temos compromisso de defender coisas 
erradas! 
1 
1 
1 
1 
1 
APOIO DO CORONEL RODRIGUES À CASA DO ATLETA. 
Na semana passada, recebemos valiosa ade­ 
são à Campanha pró construção da Casa do Atle 
ta, vinda do Comandante do 102 RC MEC Coronel 
Edson Rodrigues. 
Visitando o seu gabinete em copanha do 
companheiro Raul Oscar Fernandes, recebemos - 
do Coronel Rodrigues irrestrito apoio ao no! 
so projeto e os resultados de~sa ade~ão come­ 
çam a aparecer a partir do proximo me~. 
Estímulos dessa natureza, aliados a tantos 
outros que estão surgindo silenciosament~ nos 
dão a força para continuar os nossos proposi - 
tos. 
Homens do tipo do Coronel Rodrigues junta­ 
dos à outros grandes colaboradores, cujos n~ 
mes temos divulgados na imprensa, fazem com 
que, até ~,queles r~stantes ainda "incrédulos" 
na competêncta dos filhos da terra, mudem_ de 
comportamento, calando-se na sua indignaçao , 
1
1 
1 
providência que Já rcpresenta·uma grande aj::, 
da .. 
t 
D<iste um provérbio muito sábio, que reco­ 
menda que: "SE 'OCE !À.O TE~! NADA A FALAR À F~ 1 
VOR, O MELHOR CAMINHO ~ o SILENCIO! " l 
TINA CARDINAL - illL DESPORTISTA DE VALOR! 1 
1 
Este recesso esportivo, motivado pelo tér-- 1 
mino dos certames oficiais do ano da liga E! 1 
portiva Belavistense, tem servido para mos 
trar de forma cristalina o valor de gente dã 
1 
terra, que de fora desinteressada, prorove 
eventos importantes que enaltecen o espírito 
de desportividade do nosso povo. 	1 
A Sra. Tina Cardinal, encabeçou una bri­ 
lhante promoção esportiva na seoana passada , 
oportunidade em que fo 1 "anf1. ri" de una ru ' 
pode senhoras prnticantes no voleibolda cid~ 1 
de de Dourndos que .iqui cst ivi!rn-n para_ 1..'0 in- 1 
fon:,nl intercâmbio esportivo. A recepçao e a l 
acolhida porporcionnrla p.:,la T11'A e suas comp.:!_ 1 
nheiras à delegação visitante foi alvo dos - l 
ra1ores elog!os. 	- ' 
Pessoas nltndstns d11?sse tipo s:10 .:iquel.o.s j 
que contribuem para que o nosso desporte se 
ja respeitado e tão enaltecido aln das nos- 1 
sas fronteiras Intermunicipais. 
PR 
FH/ 
apenas 
ronda e ameaç rueb±ar o INS, nem tomo­ 
ver mudança radical na aposentadorias._O 
que o programa de Fernando Henrique prove, 
para solucionar a n da Providencia 
social e promover justiça social,é a ado­ 
ão de um sistema miso, que mantem a ap0 
sentadoria pcr empo de serviço, mas_inror 
pora cri'rios de renda e idade no t:.llculc 
dos benc;ícics. 	_ 
Os estudo feitos para a apresenta;ao - 
de uma proposta de reforma da Previdênct 
social (que está condicionada à aprovação 
do Congrc:so) nos .:::aram que a nposcn►ado 
ria apenas por tempo de serviço, que .eori 
camente deveria amparar o mais pobres,que 
começam a trabalhar mais cedo, na verdade 
tem beneficiado os segmentos de mais alta 
renda, que, tem ui~il vidn profissional esta­ 
vcl, já que ur grande contingente de trata 
lhadorcs fica de fora do sistema, por nao 
ter carteira social assinada. Pelo menos - 
25 milhões de pessoas estão fora do merca 
do formal, cm um universo de 60 milhões de 
trabalhadcres. F o número total de contri­ 
buintes da Previdência não ultrapassa 34 
milhões. 
- com as distorções, a Previdêncin ameaça 
entrar e~ colapso. Por isto, o programa de 
Fernando Henrique, "Mãos à obra, Brasl1" , 
além de criar o sistema misto para calculo 
das aposentadorias, ainda propõe que sejam 
unific::ndas as no:::'.'l!las e requisitos para con 
cessão de beneficies entre todos os segura 
dos. A proposta_de reforma, também, crit~~ 
rios de concessao de aposentadorias especi 
ais que levem cm conta n cxpozicão efetiv~ 
do trabalhador aos agentes prejudiciais a 
saúde. 
o candidato à sucessão presidencial pe 
la coligação União, Trabalho e Progresso· 
também quer a flcxibilizacao do sistem· 
de financiamento da seguridade social,esp 
cialmentc da forma de incidência das con 
tribuições soci~is baseadas na folha de s 
lário, no faturamcnto e no lucro, para cra 
duá-las de modo diferenciado en razão d a 
tividade nconõmica. Quer, ainda, alterar~ 
atual siste~a de contribuição previdenci5- 
ria rural, adotando critérios que levem e­ 
conta as pccularidades da não-de-obra e 
competividade da agricu]tJra. 
Mas os contribuintes de renda mais alta 
também serão favorecidos por urna reforma - 
na Previdência. 
u1 la' 1, que taore 
+ +balhdora de mais alta 
Pela proposta de Fernando Henrique, es­ 
tá prevista criação de planos complementa 
res e facultativos de prev1denc1a, públ1 - 
cose privados, custeados por contribui­ 
ções adicionais e sob o regime de capital! 
zacão. 4' 
,[IDülru&°Jü DE 
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Wilson 
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563 000 
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+23 000 
WILSON LEVY IF:E RI.A 
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30 
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20/9 
Var:os uar!ar com carinho as Úl t:!o::.s pesqu:f s.:1s 
destes institutos para comparar coo resultado do 
dia 3 de Outubro. Na eleição de Juvne'o, o 17CP, 
t a l 	c o z o 	a g o r a , caninha d I e	r e n t e 	d o s 	d e m a i s . Na 
reta de cheads, adaptou seus resultados realida 
de, detectada bn antes pelo Data Fe!ha e por cu - 
tros institutos locais. 
'...E:' D l,S EST:i_ ·r,r, J1:RO,~ 
• o Cnrt6rlu do 19 Ofício <lc Protesto da Tftul~s 
d±ta!s, publicou Edital, 	ccnxvecan- 
do o cand!dato que d: "-Is trabalhador", s 
p.,s, .. r .. i· 
ta de paan:

)O -AL 1 1. :;, IJf. 1 IJ',I fl<J -· IJJ/i.'fíl ;,11·1r, .JI. 
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Projeto: Criação do Centro Histórico de Bela Vista 
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Campo Grande-M., 10/Set/1994 
Tio 
Presidente do Rotary Club de Dela Viola 
Sr. Ivaldo Pereira 
A/C- Dr. Renato de Souza Rosa 
Prezado Senhor 
Como ex-rotariano de "direito" mas um 
eterno rotariano de "fato" considerando 
que os ideais preconizados pelos preceitos 
da PROVA QUÂDRUPL!I, norteiam minha vida, é 
que venho através desta me apresentar e su 
gerir à direção desse Clube uma idéia de 
interesse comunitário. 
Meu nome é Milton Brás Portocar- 
rero Naveira, economista, atualmente lota­ 
do na Secretaria de Estado de Turismo, In­ 
dústria e Comércio de Mato Grosso do Sul - 
Departamento de Comércio Exterior, prestan 
do meus serviços profissionais ao nosso Es 
tado há aproximadamente 15 anos. 
Natural da nossa querida Bela Vista, a­ 
companho ã distância o crescimento e desen 
volvimcnto dessa comunidade, visto que re­ 
sido em Campo Grande e possuo muitos ami - 
gos e parentes radicados há anos nessa be­ 
la cidade. 
De passagem por aí durante os feriados 
da Semana Santa, pude confirmar o quanto o 
progresso se faz presente através de tan - 
tas casas novas e bonitas com antenas para 
bólicas enormes e implantação de diversos­ 
serviços públicos. 
Várias famílias de outros Estados vem 
fixando residência em Bela Vista, contri - 
buindo com a força de seu trabalho e suas 
tradições para o referido engrandecimento 
urbano e rural. 
Assim sendo, Senhor Presidente, ou me - 
lhor, companheiro como nos pede a tradição 
rotariana, por que não mobilizar uma comis 
são de rotarianos para escrever a memoria 
histórica da nossa cidade, criando o "Cen­ 
tro Uistórico de Bela Vista", que seria ad 
ministrado pelo Rotary Club local em part­ 
ceria com a Prefeitura ou outra entidade , 
talvez o Banco do Brasil, quem sabe! 
Este trabalho consistiria em coletar in 
formações e cadastrá-las através de depoi - 
mentos, faos, documentos, objetos, etc. , 
enfim, reunir neste Centro Histórico tudo 
o que disser respeito ao começo da coloni- 
' zação em Bela Vista, até os dias atuais. 
Relembrar o antigo Mato Grosso onde Be­ 
la Vista tinha seus limites demarcados , 
rios limítrofes, cidades próximas, etc, en 
fim, contar a história de Bela Vista desde 
sua fundação. 
Seria um belo trabalho que deixaria or 
gulhosos todos os bel'avis tenses tenho cer- 
teza. 	- 
Abaixo, segue algumas sugestoes: 
1) - Escolher um local adequado, cedido ou 
emprestado pela Prefeitura ou Entidade pa­ 
ra funcionar tal Centro que seria tambern, 
uma ~as atrações turísticas, pois com a 
chegada do asfalto não temos dúvida que 
o fluxo de pessoas aumentará bastante. 
2) - Selecionar uma comissão especifica pa 
ra estudar e colocar em pratiça tal proJe­ 
to com data marcada para seu início e tér­ 
mino evitando que o mesmo não se perca no 
tempo. 
3) - Coletar documentos históricos impor - 
tantes, junto à órgãos públicos e privado, 
ex: Exército, Colégios, Hospital, Prefeitu 
ra, etc., separando aqueles considerados 
de interesse . 
4) - Selecionar obye os os mais diversos - 
junto a pessoas que residem aí há anos 
anos, inclusive com depoimentos pessoais - 
incluindo, fotos, cartas, fatos políticos, 
fatos populares, histórias ou estórias en­ 
gra;adas com seus personagens folclóricos, 
antigos carnavais, competições esportivaJ, 
·carnpetíçõca de laço, corrida ·ac unir.ais , 
carros-de-boi, enfim tudo que fez e faz 
parte da história de Dela Vista. 
5) - Relembrar personagens, como seus Pre­ 
feitos, Médico&, Advogados, Padres, Milita 
res que aí serviram, vários profissionais­ 
liberais que ai trabalharam e muitos perma 
necem até hoje, relembrando seus antigos - 
colonizadores, fazendeiros, Fazenda Marga­ 
rida ou a Empresa Mate aranjeira, que 
marcou história no ntigo Mato Grosso. 
6)- Locais históricos, como por exemplo 
os Correios e Telégrafos (onde meu pai mor 
rou, trabalhou, namorou e casou com uma 
futura telegrafista, refiro-me ao Sr. Arte 
mio Bacchi Naveira e Elisa Portocarrero Na 
veira) as primeiras lojas de comércio, ban 
cos, o Exército, Hospital, prisão, a Pre - 
feitura, a Praça, Igreja Santo Afonso, en­ 
fim, catalogar cronologicamente toda a es­ 
trutura física da nossa antiga Bela Vista. 
7) - Fazer, juntamente com a Prefeitura , 
um trabalho cuidadoso de reciclagem de no­ 
me de ruas, praças , logradouros públicos, 
no intuito de homenagear todos os persona­ 
gens ilustres que viveram em Bela Vista e 
colaboraram para sua fixação como cidade 
(este trabalho já seria até uma extensão da 
abordagem histórica). 
Quem não se lembra do Dr. Geraldo Rosa, 
um dos mais antigos dentistas, que atendia 
à todos em seu consultório simples mas de 
uma enorme presteza e eficiência? 
Dr. Fiori Murano, quantas histórias pa­ 
ra contar pois são mais de 40 anos dedica­ 
dos à Bela Vista. 
Os dois Athanázios 
Vó Rita que viveu até 
ainda lúcida e ativa? 
Será que alguém ainda se lembra do Dr. 
Martinho Augusto Portocarrero, talvez um 
dos primeiros farmacêuticos de todo Estado 
de Mato Grosso, no tempo que os remédios e 
ram manipulados no fundo da sua farmácia?- 
Posso conseguir e doar seu diploma de 
formatura e tanta foto da antiqa 
Vis .a como minha contribuição e d 
família para o Centro Cultural. 
8) - Bela Vis a foi passagem da, 
Solano Lopes durante a qurra 
vou a batalha de Iiandopá?), 
conta, muitos potes d b.rro 
documentos foram " snterrados" 
dos posteriormente. 
9) - Fatos mais recentes como a inaugura - 
ção da ponte ligando Bela Vista Brasil à 
Bella Vista Paraguai pelo Presidente Médi­ 
ci, a antiga travessia de canoa, onde se 
pagava somente na volta, após as compras - 
no comércio paraguaio ou quem sabe uma 
bela festa ao so:n de una bonita polca e· 
uma gootosa aguardente. 
10)- Quem sabe, uma especial atenção pode 
ria ser dada ao Exército e ao "Colégio do; 
Padres", assim mais conhecido, referencia­ 
is importantes de formação da juventude be 
lavistense. 	-- 
(onde se tra 
por onde 
com jóias e 
o encont 
Companheiros, acho mesmo que posso ato 
ser suspeito para ousar falar cm história 
de Bela Vista por nunca ter efetivamente - 
aí morado, mas conheço através de importan 
tes. depoimentos, as dificuldades que seus 
antepassados sofreram para colonizar esta 
região. 
Enfrentaram a distãncia dos grandes cen 
tros, a falta de comunicação, a falta de 
estrutura urbana, etc, nos permitindo hoje 
em dia, gozarmos de suas ruas asfaltadas , 
da televisão 24 horas, bons médicos, bons 
profissionais, enfim já com uma boa estru­ 
tura de apoio. 
A importãncia desse Centro Cultural ser 
virá para que nossos filhos e netos e 
mesmo para aqueles que estão fixando resi­ 
dência em Bela Vista e que farão ou já fa­ 
zem parte da vida belavistense, não fiquem 
sem um referencial importante ou seja, o 
de conhecerem a história dessa cidade. 
0 
Melo e 
O 
Loureiro, Esta geração passará a conhecer fator 
os lO) anos de idade importantes que deram o impulso inicial i 
toda esta região fronteiriça. 
Deve haver poetas, pintores, professo - 
res, etc, que tenho certeza, terão o mãxi­ 
mo prazer em colaborar com este projeto 
bastando tão somente despertar a vontade - 
rotariana através de urna de suas "Avenidas 
de Serviço" para concretizar tal projeto. 
Aos Companheiros do Rotary Club de Bela Vista meu afetuoso abraço 
Milton Portocarrero 
Rola 
minha 
ropas do 
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tvcr.as_Marca»	[2.9», 2.07 , 2·2 , 2.2 ,_ 2.02 4?2.2 , 
«7M is 
Car oqulnha 
Preto 
5kg 
- -[	yb4 
3.10 13.01 2.1-1 I 2.22 , 2.02 , 2.1 4 
3.10 
1.00 1, 35 1.05 J. l6 J. 10 0.93 1.15 
1. 30 1.49 1.05 0.90 1.30 
Fuba de MI lho 
em Bom 
D versam Marca 
pct I kg 
0.30 0.30 0.28 0.52 0.24 0.27 
Farinha de Tr!o Ikg 
Especa1 Ideal 
Dverss Marcas 
0.48 0.53 0.55 o. sr, 0.54 0.54 
0.53 o. 70 0.47 0.68 
Far Inhn de Mandioca 
11cm llo111 
Diversas Marcas 	0,50 0.60 0.55 0.55 0.60 0.50 0.55 
Massas pct 500g 
e/ovos Todcschini 
c/ovos Diversas Marcus 
e/sem Todcschini 
c/sem diversas Marcus 
Acicar Cristal pet 2kg 
Cristulçúcar 
Diversas Marcas 
0.53 
• 
0.43 0.60 0.57 0.47 0.58 
1.00 1.13 1.05 
0.98 	1. 10 J.00 0.93 0.95 
Açúcar Refinado pet Ikg 
Untão 
Diversas Marcas 
o. 79 1.00 0.90 0.90 0,80 
Café em Pó pct 500g 
Rincão 
Brasileiro 
Diversas Marcas 
3.50 3.50 3.34 3.35 J.60 J.40 3.50 
3. 40 3.50 3.20 	3.20 3.35 
Amido de Milho pct 500g 
Maizena 
Arisco 
0.88 1.40 	0.75 0.53 1.14 
Achocolatados lta 400g 
Nescau 500g 
Quik 
l. 79 l. 80 2.00 1.49 l. 62 1. 78 
1.90 
Leite em po lta 400g 
Inst.Ninho 
Inst.GlÕria 300g 
Inter,ral Ninho/lta 454g 
óleo de soja lta 900ml 
Soya 
Diversas Marcas 
2.95 2.85 2.75 2.46 2.70 
3.20 2.59 · 2.49 2.17 
0.83 0.85 0.90 0.85 o. 77 0.85 
Sal pct 1kg 
Cisne 
DIversas Marcas 
0.29 
O.JO 0.31 0.40 0.38 0.28 O.JS 
Leite litro 
Pasteurizado tipo "C" 
Margarina Cremosa 
Doriana 
Delicia 
Diversas Marcas 
p.500g 
o. 70 
1.40 
0.55 	0.95 0.79 
Manteiga pct 200g 
Prudente 
Diversas Marcas 
Biscoitos pct 200g 
c.Cracker -Tostines 
c.Cracker - S.Luiz 
c.Cracker - Diversas Marcas 
0.90 0.80 0.58 
0.65 0.43 0.60 
0.52 	o.so 0.45 
Ext.de Tomate lta J70g 
Elefante - CICA 
Arisco/Spagheto 
Diversas Marcas 
0.94 
0.85 
1.00 	0.90 1.00 0.60 
Sardinha Conserva lta 135g 
Coqueiro 
Diversas Marcas 
0.45 
0.49 0.70 0.80 o. 70 0.50 0.59 
Vinagre de Vinho fr 750ml 
Jurema 
Castelo 
o. 65 
0.68 0.70 0.65 0.45 0.62 
Carne Bovina lkg 
li! coxão mole 
2!! Acém/Agulha 
Costela 
Frango Resfriado 1kg 
Coagri 
Diversas Marcas 
Ovos ldz 
Tipo Grande 
Tipo &d1o 
1.40 1.45 l,2+l 
0.98 1.20 1.50 	1.20 
Pâo 50g 
Francês 
1. 20 
CÂMARA É NOTÍCIA 
E IHFORMA(ÃO 
CARACOL 
TIRSON: MOTORISTA DE AMBULÂNCIA 
Nó LOCL, DE TRXRNLio 
Em sessão ordinária no dia 14/09/94, foi 
ouvido e aprovado pelos edis desta casa de 
leis, o pedido do vereador Tirson F.Leite. 
f 
Vereador Tirson Ferreira Leite 
Solicitou ao Executivo Municipal, qua-·­ 
determine aos motoristas da ambulância: a­ 
queles que estiverem de plantão nos dias - 
de sábado, domingo e feriados, que permane 
çam no local de trabalho. 	- 
O vereador disse que há casos •sérios de pa 
cientes que precisam ser transferido para­ 
outras localidades e na maioria das vezes 
é preciso sair à rua a procura do motorista, 
que deveria estar no local de trabalho. 
FISCALIAQAO DO ASFALTO 
Foi ouvido e·aprovado nesta sessão ordi 
nária, realizada dia 14/09/94, pedido em 
nome do plenário a. ser encaminhado ao 
sr.Fernando Jorge de Barros, chefe da DER­ 
SUL em Bela Vista. 
No sentido de informá-lo que nós verea­ 
dores tomamos conhecimento que a obra de 
pavimentação asfáltica na Avenida Brasil 
feita pela firma CODEPAV, em determinados 
• trechos já se encontra com falhas. 
Estamos levando ao vosso conhecimento o> 
fato pois nós vereadores temos a obrigação 
~e alerta-los para que futuramente não se­ 
jamos acusados de sabermos e não nos mani­ 
festarmos. Recebemos esta obra do Governo 
Estadual, com o qual ficamos muito gratos, 
mas devemos zelar pana que seja com garan­ 
tia para que ela nao venha ficar danifica­ 
da em curto prazo. 
PEDIDOS VERBAIS 
Foi aprovado pelos vereadores e que se­ 
ja enviado em expediente ao sr.Prefeito M 
nicipal estes pedidos verbais abaixo: "! 
Vereador Darci S.Neto solicitou ao Exe­ 
cutivo Municipal providências urgentes em 
relação a transmissão de imagem da SBT,sen 
do que hã_dias Caracol encontra-se sem 
transmissao de imagem. 
Vereador Milton Bender solicitou ao Pro 
feito Municipal que determine ao setor a 
obras do Municipio a colocação de tubos de 
bueiros em frente a residência do E:.t 
- vi · 	...-- sr. se- 
vao eira, na rua Baldomero Coen 
vereador Tirson Ferreira Lei ,,4.4 
tou Ex ti . , so 1c.- 
ao ecut vo Municipal que ordene ao 
setor de obras do Município a patrolar a 
estrada da fazenda do sr.Itamar F • • 
Forte. 	erre ira - ;: 
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Palmolive 
2.20 	1.52 
Abandono de Emprego 
Solicitamos aos srs GABRIEL AREc 
MARDILENE PERES, a comparecer a ,' 
cal de trabalho no prazo de 03(14)a3 
a_contar aa publicação ao re { as 
nao comparecimento caracter! - • - 
DONO DE EMPREGO. zara em ABAN 
FAZENDA PONTAL 
BELA VISTA-MS 
2.50 2 .. 36 ; 
1 27 
1.83 
Absor.Higiênico pct 10 UND 
Modess Aderente 
S.Livre Seca/suave 
Papel Hir,iênico 4 rolos 
Sublime 
1.90 2.20 1.79 2.16 1.50 0.95 1.54 
1.10 	0.79 
1.00 
Paulino !banhes •torna úb1· 1 
guereu a secretiriá Estaa,{' ·o que re 
Meio Ambiente SEMA/MS aut i do 
ental para desmatar 150,3{acao ambi­ 
Sgnto Onofre,no Municipi , na Fazenda 
nao foi determinado estud â Caracol, e 
biental. 
0 
e impacto a 
J ' 
Pesquisa realizada em 19/09/94 
1 
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Indicador 
Profissionaf 
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Advoga.da, 
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O Prefefto de C roo! Juvin «do estará par- 
tIctpando de um encor ro, na c!date de Dourados 
Neste final de emana Il e I8, aconteceu mais - neste fnal de semana, nde na ocasfáo eeri ho ena 
u m Encontro d e Laço e m nossa cidade, onde fizeram- geado, entre o s 	d e z ( d 0 ) 	m e l h o r e 	p r e f e i t o s 	d e 	u - 
se presentes várias equipes da refio, além das - doeste. Parabéns! 
equipe8 da cldnde, esteve pnrtlcipondo tnnbio a 
equipe do Clube do Laço São Geraldo de Bela Vista, 
A festa teve inicio no sibndo de oanhi, A noi­ 
te um animado bafle, onde muita gente não deixou 
Ae marcar presença. Ji no domingo bem cedo reini­ 
c[ou-se novamente, onde foram se destacando as me­ 
lhores equipes. Vejnm cono ficou a classificaciio: 
Equipe campeã Taçn de Ouro: Clube do Laço Reti­ 
ro Caracol- Capitão: Aral Rodrigues, Valdtr Pradel 
la, Ores te Godoy, lforncio Godoy, Horac lo Junior. 
Equipe vice-campeã da Taça de Ouro: Fazenda Lo­ 
geado, 
Capitão: Antonio Bley,Erivelto Garcia, Adão 
Bley, Ivo Leite, Ncne Bley. 
Equipe Campeã do Taçn de Pratn: Clube do Laço - 
São Geraldo Bela Vista- Capitão: Vitor Rojas, Fran 
cisco Terra, Elpid!o, Vitor Júnior, Pompilio. - 
Equipe Vice Campeã dn Taca de Prata: Clube do 
Laço Alto Caracol: Capitão- Catalino, Adio José 
Pedro Plcutin, Léo, Cccilio, 
Equipe Campeã da Taca de Bronze: Retiro de Belo 
Horizonte- Capitão: Carlinho, Zaly Leite, Vandl.nho, 
Lule Leite, Cau. 
Equipe Campeã da Taca de Bronze: Fazenda Ãgun - 
Turva- Capitão: Aristeu, Inacio, t,Ocolau, Chico,P! 
1é. 
Advócacia 
JOS~ APARECIDO DE OLIVEIRA 
01B (MS) 4259 
RUI 24 DE FEVEREIR0,2.101 - c. Pst 32 
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FAX: (067) 255 - 1402 
CEP: 79.290 - 000 
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LAIRSON RODRIGUES BUENO 
OAB/MS 3. 050 
CAUSAS C1VEIS E CRIMINAIS 
s 
RUA DR. CORREA, 380 - CEP> 79.280-000 
~ FONE: (067) 287 - 1129 
... 
PORTO MURTINHO - MS 
Advogadas 
rt, VILMA DA SILVA - VERA LOUR~IRO DF. AI.HElDA 
J- ois 2574- o: 2573- " 
CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS 
'RUA CUIABÃ, S/NO 
CENTRO 
FONE· (067) 439 - 1290 
BELA VISTA - MS 
Caracol em 
FELICIME 
Jese [amos 'a sr! Maurlca Dias Yuchvta, pela pas todos o nosso muito br esde. 
saem de seu an!versirfo nente último dla 22pp. 
Parabéns!! 	JVo coo 
FINAL DE SFANA 
Nunca nos esqueçamos de que a effcfnc1a náo se 
harmoniza com a pressa,mas nao se fará vista rem - 
apoio na delig@ncfa. 
Taça Mirim: André Losekan. 
Taca Individual: Zezinho, 
Taca de Capitão: Tico. 
Taça Amazonas: Elaine. 
Taça Bagualeada: Antonio Garcia, Nino Pradella. 
Taça Peão Publico: Juvino Godoy. 
Taça de Irmão: l!oracio, Oreste. 
Taca Pai e Filho: Horacio e Horacio Júnior. 
)1elhor Locutor: Miller Losekan. 
AGRADECIMENTO 
O vice-prefeito e patrão do Clube do Laço Reti­ 
ro Caracol, Wilson Ferreira Leite(LolÕ), agradece 
a todos, que colaboraram de uma forma ou de outra, 
pn;a que acontecesse essa mrsavilhosa festa do La- 
Fisioterapia e 
Reabilitação 
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.JRAL. TRIUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONA'. 
·;
1·TA, 27 ' 	!. 
• GOLOONI E MONTEIRO RUMAM PIRA D Vil 1 
N a última quarta-feIra, 2 1 / 0 9 , 	o 
Bairro do r.rnnjn ~m Ponrn Porii,vfvcu 
11ra,1 noite de fcnta com a presença de 
Oscar oldonI e .José Carlos Monteiro 
cnndJdnton ~ Federal e Eotndunl reG - 
pectfvamente. 
r.oldonl emocionado falou para mi 
lhare de pensonas que super lotaram a 
rua Valênclo de rum, perto do Merca- 
1do Cat111Ít-1, com um lingunjar ulmplco e 
1 hum!1de d1sse "Volto Ponta Por, e 
tn cidade que me recebeu de bruços a­ 
bertos,,, aqui fui gnrçon, taxista , 
1 
cnminhone1ro, aqui aprendi a ser gen­ 
te". 
Ainda Oacnr foí contundente em o-­ 
firmar "no críticas que recebo niio me 
'abnlum, me fortalecem pois estou com 
o povo". 
Finalizando o candidato à Deputado 
• Federal <lo PDT frlflOII 
11
nno viemos a - 
qui obrigar ninguém ã votar no Oscar 
e no Monteiro, quem decide em quem vo 
; tor são vocês ... " 	- 
Já o candidato à Deputado Estadual 
ido PDT - Josê Carlos Monteiro enfati­ 
zou que Oscar e Monteiro são um só , 
,eu volto para a Assembléia Legislati­ 
va e Oscar vai para Brasília trazer 
muitos benefícios para Ponta Porã e 
região". 
Presentes na festa do povo, o Ve 
reador pontaporanense Genildo Rossini 
fez u.o da palavra e reafirmou a 
posição e do PDT Municipal nas cand!­ 
daturas de Oscar Goldon e Carlos Mon 
telro dizendo "é ocar Goldonl e lo4 
C:nrlon Hont<>iro unido11 contru ores - 
to... e vamos vencer estas eleições", 
Também estiveram no shommfcfo com 
panheIros de outras cidaden, como 
ande de Paranhos, AdIlso de Navira[, 
Gernon dr Laguna Cnnrnpà, i'.ircdc,s dl' 
Dourndoe, Alcebíadcs Vi.inn de Guin 
Lopes da l.nguno e o Presidente do 
PDT pontaporanense - Moaclr llelmontc. 
A maneira simples de Oscur e o trn 
bulho Jj prestado de Monteiro renflr: 
mou nn faixa de fronteira e Cone Sul 
o dobradinha boa de votos que vai 
para o vitória em J de outubro. 
Encerrando n festa do povo aconte­ 
ceram vários show's artísticos com : 
Rondinelli e Os Filhos de Rio Brilhun 
te, o jovem BUIU, a dupla sertaneja - 
sensação do MS - Roger e Rangel, ore 
pentlsta Louri Moraes, o Grupo Hcxlci 
no Los Hariates Del Norte, e o negri: 
nho gente fino - Crioulo dos Pampas. 
"A FORÇA QUE 
VEM DO POVO" 
Goldoni: "As críticas que recebo não me abalam, me fortalecem 
ois estou com o vo" 
DEPUTADO ESTADUAL• PP• 39.20 
"O MATO GROSSO DO SUL TEM UMA GRANDE, 
l;SPERANÇOSA E FORMIDAVEL LIDERANÇA QUE 
IE DILSO SPERAFICO. • 
7Usa ar6asa 2et«a 
1 
DILSO SPERAF/CO é candidato a 
Deputado Federal por entender que 
todo cidadão tem uma função social 
e polltlca a cumprir pelo seu País. 
Honestidade, seriedade e 
competência são atributos que DILSO 
SPERAFICO e WILSON MARTINS têm 
para oferecer ao povo sul 
mato grossense. 
1 
·auero ser Deputado Estadual porque conheço profundamenle 
os problemas de Mato Grosso do Sul e tenho certeza 
que poderei contribuir e muito para o desenvolvimento 
do nosso Estado. Conto com seu voto no dia 3 de outubro, 
para continuar com a política de modernização 
do nosso estado.' 
J 
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Jill'R]l]J): 
Senador • 393 • Pr 
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JORtll. TRIBU!A DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL 
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PÁG', A 
JORNAL, 'TPIBUNA DA FRONTEIRA 
Ki mais uma vez 
Esquece Bela • Vista 
Que rn perdoem ao amigon simpat1zuntcn 
da candidatura Ary Rigo para o Senado, ma» 
apesar dele ter sido Deputado por 12 anos, 
intitulando-se representante da região Su­ 
doeste na Assembléia Legislativa e de pos­ 
auir nt~ uma Fazenda na entrada da nossa 
cidade parece mesmo que Bela Vista não 
faz parte do seu dicionário político, pelo 
menos no que diz respeito a sua arca de a­ 
tuação cano ueja eleito para o Senado da 
República, senão vejamos: 
- Quando ainda era candidato à Vice-Go­ 
vernador, Riga prometeu de viva-voz no Clu 
bc Esportivo Belavistense, para centenas - 
de pessoas e lideranças políticas de Bela 
Vista e região, que a implanta;ão da linha 
de transmissão de energia elétrica para De 
la Vista, o chamado "linhão", vindo de Ma­ 
racaju, passando por Jardim, era um compro 
misso pessoal dele; pois bem, o linhão foi 
implantado sim, mas chegou apenas a Jar .­ 
dirn, Bela Vista continua com sua energia 
fraca, sem condições de abastecer sequer - 
uma indústria de pequeno porte que por ven 
tura queira se instalar em nossa cidade e, 
como se não bastasse, com interrupçoes e 
oscilações quase que diárias, muitas vezes 
provocando até mesmo prejuizos aos consumi 
dores com a queima de eletro-domest1cos 
máquinas e outros aparelhos; 
- No último final de semana, em entre - 
vista de uma página publicada no Jornal - 
Diário da Serra, Ary Rigo ao ser pergunta­ 
do sobre quais as propostas que pretende 
defender como Senador, para beneficiar nos 
so Estado, destacou dois projetos que con­ 
sidera fundamental, entre eles a cr1acao - 
das zonas de livre comercio nos Municipios 
de Corumbá, Ponta Porã e ~orto Murtinho , 
conforme projeto de autoria do Deputado E­ 
lisio curvo, que já esta em tramitaçao no 
congresso Nacional. "Vamos criar estas zo­ 
nas de livre comércio, aumentando o -fluxo 
de turistas e gerando empregos" disse Ary 
Rigo na entrevista. 
ora sr. Vice-Governador e candidato ao 
Senado apesar de toda a sua experiência , 
parece-nos que V. Excia. mais uma vez está 
menosprezando Bela Vista, onde var1os ami­ 
gos e expressivas lideranças políticas lhe 
emprestam apoio incondicional, pois da 
mesma forma que se compromete em defen - 
der e lutar pela implantação das zonas de 
livre comércio em Ponta 'Pora, Porto Murt1- 
nho e Corumbá deveria ter se lembrado da 
nossa cidade,' que faz parte da região Sudo 
este que o Sr. por tanto tempo se disse re 
presentante na Assembléia Legislativa e Cl 	Adolpho 
dade onde as relações comercia1s com a vu- O Plano Rea , a - 
zinha Bella Vista Paraguai, separada ape - lém de estabilizar o 
nas pela Ponte Internacional sobre~ Rio valor da moeda, está 
Apa, sempre foram a principal atracao para gerando uma extraor- 
os turistas que nos v1s1tam. 	dinária consequência 
Apenas à título de comparação, sem que- no ãnimo das pessoas 
rer menosprezar ninguém, o comércio entre e em todo o conjunto 
Bela Vista Brasil e Bella Vista Paraguai e das relações socia - 
muito mais intenso e abrangente que as re is. Trata-se de um 
lações comerciais entre Porto Murtinho e novo ânimo depois de 
Isla Margarita, no lado paraguaio,onde nem tantos anos de de 
mesmo a implantação da zona de livre comeE pressão, angústia e 
cio poderá proporcionar um maior fluxo _CO desesperança. A espe 
mercial entre as duas cidades, ao contra rança renasce com os 
rio das Bela Vista Brasil e Paraguai, onde primeiros resultados 
a tendência é as relaçõés comerciais se econômicos do progra 
fortalecerem cada vez mais, basta dizer ma de estabilização­ 
que estão sendo desenvolvidos_est~d~s para econom1ca. com ela 
a implantação de um grande_Frigorífico e aumenta a confiança 
outras indústrias no Municipio de Bella Vis não só do Plano, mas 
ta Paraguai e já estão projetando até mes- no País, quebrando-­ 
mo o asfaltamento do trecho entre Bella desta forma o circ­ 
Vista e Cruce, que falta para interligar a 1o vicioso criado e 
cidade ao resto do Paraguai e do mundo e la ideologia·nacionã 
que, indiscutivelmente vai proporcionar u- lista e de esquerda 
ma arrancada desenvolvimentista nunca an - 8 alimentado pela in 
tes registrada na nossa fronteira, princi- flação. . - 
palmente do lado Paraguaio. . . o subdesenvolvi ·- 
Será que apesar de tudo isso Bela Vista mento - o atraso, a 
é tão insignificante assim para alguns po pobreza e a miséria­ 
líticos que nem mesmo em plena campanha e- não é consequência - 
leitoral eles se lembram da nossa Princesa do determinismo his­ 
do Apa? l:! por essas e outras que a candidat~ tórico, nem de miste 
ra do Vice-Governador do Estado e ex-Chefe riosas e maléficas 
da Casa Civil,que até poucos dias atrás ocu estratégias ou astú­ 
pava tranquilo a segunda posição nas pesqui- cias estrangeiras. 
sas de intenções de votos para o Senado Fede Resulta da nossa in­ 
ral,começa a perder terreno,permitindo que competência e do de­ 
os seus dois principais adversários, Rachid sinteresse político 
Derzi e Ramez Tebet emparelhem a disputa e, em tomar as decisões 
pelos indicativos, os três entram nessa rg e percorrer os cami­ 
ta final em total. igualdade de condições, e nhos conhecidos _que 
videnciando o fato de que nem mesmo o prin levam, em nossos'di­ 
cipal ele.i.tor de Rigo, o Governador Pedro~ as, ao progresso e 
sian, poderá influenciar favoravelmente a ao bem estar da so - 
sua candidatura 'daqui para frente. Una pena ciedade. 
que ao defender a implantação das zonas-de o mais poderoso a 
livre comércio em Corumbá,Porto Murtinho, Ponta liado da incompetên­ 
Porã, Rigo novamente não tenha se lembrado de Bela eia e da abulia poli 
Vista, afinal de contas, nossa cidade também mere ica vem sendo um es 
ce ser zona de livre comércio. unão? (UR) • 
r 
1 ~rroyo c~tJ 
• ·r· d elo sr. Antonio Car oo •• , 
PRESTAÇÃO DE CONTAS: O material básico doado P',, er desta semana o seu com- 
. t o local da obra e no uecorr ~ 	. 
sendo entregue gradativamen.e 	h deverá estar inteiramente cumprido. 
promisso assumido com a Comissão de Campanha 1e' rega dos seguintes materiais: 
De todo 
O 
orçamento, falta apenas completar a entr ,' 
; 7 300 tijolos; 100 telhas de Eternit 6mm. 
25 Sacas de c1rncnto, • .,, 	., i iv~ p1r1 o 
em colaborando de forma dec s - 
o Vereador Fernando Jorge de Barro
s
, q% ' e saibro, sempre que necessário. 
andamento da obra, esta colocando. aterro, a', tem restado relevante ajuda. Há 
/. Secretaria de Obras da Prefeitura Mun1ci:a ,_ h pia chegado ainda una remessa 
poucos dias, no final da semana passada, quan o nao -ª~imo com o Prefeito Abraão Za- 
as cimento, o Presidente da tis, consegw",P?}"ç concretase. 
carias, 30 sacas de cimento para completar d hegava também a cota que estava 
Tão logo chegou ao local o material empresa o, c 
sendo esperada. 	andamento do serviço. 
Essas ajudas voluntariosas, tem sido importantes para o 
OSCIR GOLDONI DOA CIMENTO 
E CUMPRE SUi PROMESSA! 
ques, está colocando 400 cupons nos esqua 
drões do Regimento Antonio João, numa atL 
tude digna do nosso melhor reconhecimen 
to. Foi uma deferência muito especial con 
cedida à Campanha. 
A intervenção do comando do 109 RC Mec 
é mais urna força aos propósitos da Liga 
Esportiva Belavistense. 
A VEZ DOS GRANDES BENEMÉRITOS: No de - 
correr desta semana a Comissão vai chegar 
aos grandes beneméritos, onde estarão sen 
do publicadas as doaçoes de valor substan 
cial para o acabamento e a conclusao do 
empreendimento. • 
A Comissão vai fazer várias visitas à 
classe ruralista e ao comércio em geral, 
tense. 
o Deputado Claudinei, adquiriu l0 cu - com o objetivo de conscientizar as pesso- 
pons em forma de colaboração à Campanha. as sobre a grande finalidade social da 
Casa do Atleta, cujo nome completo será 
A ADESÃO DO CORONEL RODRIGUES: O Coma~ "CENTRO DE RECEPÇÃO E HOSPEDAGEM" Casa 
dante do 10 RC Mec, Coronel Edson Rodri- do Atleta. 
# 
o sr. oscar Goldoni, que esteve na 
cidade há poucos dias, deixou com o Enge­ 
nheiro Ricardo Rosa o valor de R$ 200.00, 
como colaboração à campanha. Considerando 
que o cimento necessário já está forneci­ 
do, o dinheiro foi transformado em recur­ 
sos para o pagamento da mao:de-obra, CUJO 
compromisso vem sendo cumprido corretamen 
te com os Irmãos Cáceres, responsave1s P~ 
la construção. 
CUPONS DE DOAÇÃO VJLE UM FOSCA! Os cu­ 
pons de doação de R$ 20,00 (vinte reais) 
que faz parte da Campanha de ajuda popu - 
lar, está em pleno andamento e tem sido 
muito bem recebida pela sociedade belavis 
UM CRITÉRIO ELEIJORAL PIIRIOII @ 
de 
Cri a - Doutor em filosofia, rofessor universitário 
t.ran o conu io entre Real e, ao que tudo 
nossa tradição patri indica, com as próxi 
monialista, a menta= mas eleições essas 
lidade nacionalista forças serão afasta­ 
e as tendências so - das do processo de 
cialistas, especial- decisão e, espera-se, 
mente dos sobreviven sepultadas pelos a - 
tes do naufrágio co contecimentos, como 
munista. Apesar de aliás ocorreu Ou es­ 
antinatural e esté - tá ocorrendo em to - 
ril, essa união tem dos os países do pla 
gerado consequências neta. Por isso, não 
as mais perniciosas pode passar sem re - 
em nossa história re gistro o fato de que, 
cente. O exemplo ma= na atual campanha 
is claro disso foi a presidencial, a revi 
Constituição de 1988 são constitucional - 
e a fracassada tenta aparece como proble­ 
tiva de revisão ini- ma urgente e da maior 
ciada em 1993. A importância. Dela de 
maioria da opinião - pendendo a continui­ 
pública sempre viu dade do Plano Real e 
no texto constitucio a governabilidade do 
nal a razão inibido= País, não há como 
ra de qualquer tenta duvidar de que sua 
tiva para romper com efetivação seja obje 
as forças que assegu to das primeiras, se 
ramo nosso atraso= não da primeira dei 
tecnológico e o nos- são presidencial. sã 
so subdesenvolvimen- bendo que suas possi 
to. Em ambos os mo- bilidades e seu dis­ 
mentas, porém, aque- curso político se 
las forças pela ação. esgotam com o estado 
de seus partidos po- generalizado de po - 
líticos, suas organi breza e de conflitos 
zações sindicais e sociais, os candida­ 
suas corporações sou tos Leonel Brizola e 
beram impor-se sobre Luiz Inácio continu­ 
a vontade de quase - am onde sempre esti­ 
todos e, com certeza, veram: distanciados 
dos brasileiros mais da realidade e empe­ 
lúcidos, assegurando nhados em satisfazer 
se de suas vantagens, sua ambição de poder. 
privilégios· e, espe- Para o Sr. Lula a po 
cialmente, de uma su breza, a miséria e ã 
posta condição de fome seriam suprimi- 
manter viável seu das por decreto! Para' 
'próprio projeto poli o Sr. Brizolabastariaun 
tico de conquistar o discurso "incisivo" em 
poder. Com o Plano favor do patrimônio 
-(A ência Planalto). 
estatal do povo bra­ 
sileiro! 
A revisão consti­ 
tucional foi combati 
da pelos partidos 
dos candidatos Leo - 
nel Brizola e Luiz I 
nácio Lula da Silva­ 
e inviabilizada pela 
irresponsabilidade e 
incompetência da maio 
ria dos membros das 
duas casas do atual 
Congresso. Sua inevi 
tabilidade, porém 
permanece, aumentan­ 
do sua urgência. Fer 
nando Henrique, pre­ 
ferido pela maioria 
dos eleitores, decla 
ra abertamente.que 
dela fará objeto de 
seu primeiro ato ad­ 
ministrativo. Ninguém 
duvida das dificuldades 
a serem enfrentadas. E 
pecialmente se, para 
isso, for necessário 
obter o consenso dos 
3/5 dos membros das 
duas Casas do Con 
gresso, corno exige a 
atual Constituição. 
Ou se reabre o pro - 
cesso de revisão,por 
decisão do atual COE 
gresso, ou se opta 
por uma Assembléia 
Revisora Exclusiva. ~ 
auspicioso, sem dúvl 
da, que o candidato 
preferido do eleito­ 
rado tenha, desde já, 
tomado a decisão de 
empenhar-se seriamne. 
te nesta auestão. A 
todos nós, ~o e.,tan to , 
cabe,desde já, uma~ 
norme responsabilidade 
~ futuros congressistDS· 
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