DIÁRIO REGIONAL' 
ANO: 22 	29 DE SETEMBRO DE 1.994 - QUINA-FEIRA 
POPULIÇÍO DE IQUID UI 1 
COMPIRECE EM MISS CMIECIO DE WllSO 
Mais de cinco mil pessoas lotarain a Rua Sete de Setembro para 
ouvir as propostas dos candidatos unidos à Wilson Martins 
O candidato da Col[ga 
;ão PSDB, PFL e PTB, Se­ 
Dador Fernando Henrique, 
Jdvertiu que, nesta 
reta final da campanha , 
seus adversár los estão 
triando boatos "irrespon 
sàveis e absurdos", afir 
=ando, por exemplo que 
tle privatizará o Banco 
do Brasil e mexerá na A­ 
osentadoria, caso seja 
eleito. 'Isso não é ver­ 
dade. Todos os direitos 
adquiridos da Previdên - 
tia serão respeitados. O 
• testo ê manipulação e lei 
toral", enfatizou o Sena 
dor. 	- 
Fernando Henrique ne­ 
ou, mais uma vez, as es 
eculacoes de que faria 
<udanças na Aposentado - 
Tia, para ressaltar que 
continuará melhorando a 
Previdência, "como e la 
teo melhorado nos Ülti - 
os anos". Em seu Gover- 
_ no, ao contrário do que 
dizem seus adversários 
combaterá as fraudes e a 
sonegação no setor. Ou - 
tro compromisso do candi 
dato é melhorar o atendi 
mento de quem já se apo­ 
sentou ou quer se aposen 
tar. 
O candidato atribuiu 
os boatos aos candidatos 
que estão perdendo as e­ 
leições e a cabeça". No 
seu entender, partem "de 
quem tenta vencer de 
qualquer maneira nem que 
custe a tranquilidade 
das pessoas". O programa 
de governo de Fernando - 
}lenrique prevê a manuten 
cão da aposentadoria por 
tempo de serviço, incor­ 
porando critérios de ren 
da e idade no cálculo 
dos benefícios, de modo 
a minimizar as distorçõ­ 
es do atual sistema, que 
desfavorece os trabalha-. 
dores de menor remunera­ 
çao. 
Fernando Henrique 
Estudos feitos mos 
tram que a aposentadoria 
apenas por tempo de ser­ 
viço tem beneficiado os 
23/09/94 - Mei@ Século do· Dr. 
Fiori Mrano em ela Vista 
Na sexta-feira próxi­ 
a passada (23/09/94) , 
Tanscorreu uma data que 
eu nao gostaria de dei - 
ar passar em branco 
otvo que me leva a es­ 
rever algo a respeito , 
apesar de não estar a 
altura para tal. 
Trata-se dos 50 anos 
de Dr. Flori Murano (o 
r. Murano) em Bela Vis­ 
ta. O dia 23 de setembro 
de 199 marca a data em 
ue a nossa cidade teve 
a felicidade e a honra - 
de receber este extraor­ 
dinírlo médico, conside­ 
a
d
o o pai da medicina - 
R Bela Vista, paulista 
da Capital, filho de Ita 
lianos, aqui veio a con­ 
vite dos Srs. Pego Lou - 
reiro, Fernando Serrano 
í 
. 
., 
.) 
(pai da Professora Mari­ 
sa) e do ex-Prefeito Ál­ 
varo Monteiro Mascare 
nhas. Página - 04 
Outra vez a popu­ 
lação confirmou a 
sua eacolha para o 
dia 3 de outubro e 
compareceu em massa 
ao comício realizado 
dia 26pp., pela Fren 
te Popular na cidade 
de Aquidauana. 
Mais de cinco mil 
pessoas lotaram a 
Rua Sete de Setembro 
para ouvir as propos 
tas dos candidatos u 
nidos à Wilson Mar= 
tins. 
AGRADECIMENT 
A Diretoria da Associação 
0
Pombas Brancas da 
Filosofia Seicho-No-Iê, seus adeptos e simpati - 
zantes, na oportunidade agradecem à cortesia do 
Sr. Osvaldo Possari, em ceder à esta entidade re 
ligiosa, um ônibus especial, para que pudéssemos 
participar de uma Convenção Nacional, ocorrida - 
na cidade de São Paulo, no dia 23/09/94. 
Expressamos aqui, nosso reconhecimento à esse 
Empresário e nossa s inceru gr.:;t idào. 
A chegada do can­ 
didato à governador 
ao palanque, arran - 
cou aplausos e gri - 
t.os de "já ganhou" - 
dos presentes crian­ 
do um clima de gran 
de festa. - 
Apesar da disposi 
cão de Wilson de fa- 
"' • 
ESTD 
9 IS 
segmentos de mais alta 
renda, que têm uma vida 
profissional estável, u­ 
ma vez que um grande con 
tingente de trabalhado - 
res fica de fora do sis­ 
tema por não ter cartei­ 
ra social assinada. Os 
mesmos estudos informam 
que pelo menos 25 mi­ 
lhões de pessoas estão 
fora do mercado formal , 
em um universo de 60 mi­ 
lhões de trabalhadores. 
E o número total de 
contribuintes da Previ - 
dência não ultrapassa 24 
milhões. 
Em seu prograna "Mãos 
à Obra, Brasil", Fernan­ 
do Henrique afirma que a 
Previdência Social en - 
frenta problemas de di - 
nheiro e há urgência em 
se adotar medidas que as 
segurem sua viabilidade 
econõmico-financeira. O 
programa garante, contu­ 
do, que "os direitos ad­ 
quiridos e as expectati­ 
vas de direito serão res 
peitados e haverá a ga ~ 
rantia de transição para 
as novas regras que vie­ 
rem a ser adotadas, de 
forma a não prejudicar - 
os atuais segurados". 
COMUNICADO 
PORTEIRA LEILÕES CO 
KIJNICA QUE NÃO RE.ALI.2J! 
RK LEILÃO NO DIA 
31/09/94 DEVIDO AS E - 
LEIÇõES. SÓ VOLTARÁ A 
REALIZAR 
i0/10/94. 
NO DIA 
lar à populacão aqui sim, o lider permane 
d uanense, uma gripe ceu no pa anque ace­ 
mui .o forte, respon- nndo aos eleitoras 
sável por sua rouqui e man endo con atos 
dão, impediu-o de ccm as ltderan as 
iioiã o iEii 
AOS 4.000 VOTOS 
EM BELA VISTA 
O Deputado Estadu­ 
al Waldemir Moka, can 
didato i reeleição pa 
ra o terceiro mandato 
consecutivo como Depu 
tado Estadual, encon­ 
tra-se nessa campanha 
eleitoral em uma posi 
ção privilegiada em 
Bela Vista e pode che 
gar aos 4.000 votos, 
segundo projeções de 
experimentados polí­ 
ticos da nossa re 
gião, inclusive al­ 
guns deles sirnpati - 
zantes de outros can 
didatos à Deputado • 
Estadual. 
Página - OS 
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE 
MATO GROSSO DO SUL 
ESOLUCÃO N· 137 
• , 
Proíbe distribuição e ou-venda de bebidas al­ 
coólicas no dia das eleições e dá outras provi - 
dências. 
Gilc.:t Lino Presidente 
O Egrégio TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DE MATO 
GROSSO DO SUL, no uso das atribuições legais con 
feridas pelo Art.130, Inciso XVII, do Código E:: 
leitora!. 
RESOLVE: 
Art.12) - Fica terminantemente PROIBIDA adis 
tribuição e ou venda de bebidas alcoólicas ao p~ 
blico em geral nos bares, restaurantes, padari ~ 
as, lanchonetes e similares, em todo o ESTADO DE 
MATO GROSO DO SUL, no período compreendido entre 
00 horas 00 minutos (zero hora) do dia 03/10/94. 
Parágra:o Ünico - Os infratores serão punidos 
na for= do Are. 347, do Código Eleitoral. 
Art.22 - Revogam-se as disposições em contrá- 
rio. 
Art.3? - Esta RESOLUÇÃO entra em vigor na da­ 
ta de sua publicação. 
Sala das Sessões, Carpo Grande-MS., 27/09/1994 
DES. MARCO ANTONIO CNDIA - PRESIDENTE 
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Ronlto, Caracol, Carpo Grarde e Correspondentes TE A OPINIÃO DO JORNAL 
em Brasilin e são Paulo 
FILIADO À: 
All.!ORI E ABRAJO!': 
PREZADO 
COMPANHEIRO 
Estoroos hó poucos díos do 
encerramento do mais uma 
campanha eleitorot. 
É chegado o momento de 
pensar profundamente no 
futuro de nosso Pais. de nosso 
Estado. para Irmos todos às 
umas votar com o certeza de 
escolher certo aqueles que nos 
governorôo, aqueles que 
serôo nossos representantes no 
Senodo, no Cômaro Federal, 
no Assembléia t 
Leglslatlva Estadual. 
É preciso que todos se 
lembrem. quando for votar a J 
de outubro próximo, que o 
voto é a expressôo de uma 
vontade. uma vontade que se .··  
traduz no desejo de crescer. de 
evoluir. de se desenvolver. • , 
Na hora de votar. escolha ' ' 
certo. Vote em quem. como 
eu. propôs mudanças. 
modemlzoçôo. 
desenvoMmento. paro que o 
povo de Mato Grosso do Sul 
alcance o lugar que lhe é 
devido no cenórlo nacional. 
Tenho uma vida público de mais de 50 anos. Fui vereador. prefeito de minha cidade. 
Ponto Porô, deputado federal e. nos últimos 2A anos. senador da Repúbllco. 
Desde o lnlclq de minha vida públlco. desenvoM projetos e açôes que beneficiaram de 
maneiro inconteste todo o povo de meu Estado. 
Novamente tento o reelelçôo. Meu ruma. mais uma vez. é o Senado Federal, 
Poro o Congresso Nocional levo o objetivo e o desejo de cont~nuor lutando pelo povo de 
Moto Grosso do Sul, trobalhando Junto o PresldêncJa do Repub!lco e aos Ministérios em 
defesa dos atividades produtivos, o agricultura, a pecuória, a Indústria. o comércio, o setor 
de serviços de todos os cldodes sul-mato-grossenses poro ajudar o fvturo governador Levy 
Dias o executar projetos que visem o desenvolv/mento econômico e social do nossa povo, 
para participar da grande arrancada em favor da melhoria da qualidade 
de v/do de toda a nossa gente. 
Nessa caminhada, conto com o voto consciente de cada um dos 
meus conterrôneos - conto com o seu voto, é claro- pois sinto que o consciência pofitlca 
de nossa gente se renovo a cada dia. 
Multo Obrigado. 
) 
dueeg 
Ggveado 111 
VICE·FONDON PR 
. . 
Casa de Carne Sadia 
DE: ANTONIO CASANOVA- 
Carne de Suíno, Bovino, Frango, Linguiças mistas e de 
Suíno, queijos, banhas, geléia de mocotó, tor~esrnos, etc- .• 
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ATENDI':SNTO NOTA 10 E OS PREÇOS SÃO CONVIDATIVOS 
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C.omércio • de: Prod·utõs Agrícolas em Geral. 
TELEFAX: (067) 435-1285 E FONE: (067) 435-1336 	' 
SOJA, 'MU.RO, ARROZ, FEIJÃO, TRIGO, AVEIA, ETC... 
SEMENTES, ADUBOS, HERBICIDAS, INSETICIDAS, LUBRIFICANTES, ETC 
DST(FAZEMOS A BASE DE TROCA) DST 
 
' 
' RUA J0ÃO NUNES, 200 	CEP:79.910-000 
1 
'ACRED ANDO NO HOMEM DO CAMPO"

t111entáril Opinião 
Eleitor Comprado não 
tem Dignidade 
a «urra«d, de b.nevo}e+ 
oportuna!ta e favores 
que cdfdat6 
lftorat pr 
i pn( ,l 
n ma!t au­ 
veronhs. 
0 postulante a caro» 
que faz qualquer coisa para 
chear ao eleitor, mostra - 
que tudo tende a continuar 
da me:ma forma e a cad d!a 
e confirma a tendência qua 
lotayê Flores 
absoluta, de que todo -- 
os exemplos que vimos nentes últimos anos de 
forma constrangedora, aInda não ervfu para mu 
dar os costumes, 
O pol[tlco fnln em acabar com a corrupção , 
mas nas campanhas ele!torais se deixo levar pe 
lo fogo sem regras morals definidas e entra no 
campo do "vale tudo", contrariando claramente 
o seu discurso, que se bem anal!sado se torna 
11111 c·xernplo nndn ,l!~nUicnnte, 
p Ao aproveitar-ue da Insensatês do eleitor - 
mais hum!lde, que na verdade não conhece nada 
de polItfca, o candidato e seus pseudos Cabos 
'eleitoraisse transformam em beneméritos "assfs 
tentes sociais" que fazem Inveja u qualquer or 
yão oficial, oferecendo Cafxo para quem mor 
reu, passagens para viajar, Bolo para quem faz 
Ónivcrsnrio, Conjunto musical para festinhas , 
Padrões para energia elétrica, Tijolo para cons 
truçi.io e uma outru imensa somn de favores, que' 
ao serem recebidas pelo eleitor, tira-lhe aqui 
lo que de bom alndo resta a dignidade! - 
Cnrentc e indefeso, o incauto eleitor - que 
nem sempre é tão incauto assim - recebe os be 
nefícios e em muitas e muitas dls vezes, como: 
que por castigo para o "falso benemérito", aca 
ba votando no candidato que lhe recomenda a - 
sua conseiênicu e a sua vontade. 
É sacanagem, mas é a atitude que melhor se 
recomenda ao eleitor que recebe benefícios em 
troca da promessa do voto seu e da sua • ·famí­ 
lia, pois nõs sabemos que o regra geral das 
coisas indica que quem aplica quer retorno e a 
necessidade do retorno desse "investimento" po 
derá transform.:1r o ELEITOR num possível COR= 
RUPTO, qualidade de gente que todos nõs esta - 
mos empenhados cm erradicar definitiva.rente da 
vida pública nacional. 
A gente assiste, acha ridículo, contesta, - 
critica e n:i conclusão, admite que do jeito que 
estú, é realmente muito difícil mudar o costu­ 
me dos políticos. 
O candidato que precisa "comprar .apoio e vo 
to", Já se declara de cara, sumamente incom­ 
petente e essa necessidade revela em primeira 
análise que o dito candidato não tem trunfos - 
qualitativos por nada ter feito pela comunidu 
de. Por essa razão, precisa comprar ou em últi 
ma instância patrocinar favores excusos, que a 
cabam sempre por menospresar a dignidade, a - 
honra e o moral de chefes de famílias ou mes 
mo de jovens eleitores, que já começam conhe: 
cendo maus exemplos. 
Essa atitude revela claramente que o políti 
co não demonstra o mínimo interesse em contri­ 
buir para que o eleitor seja consciente no seu 
ato de votar e escolher can dignidade aquele que 
demonstrou por seus atos anteriores ao evento 
eleitor:il, aptidões p:ira assumir função públi­ 
ca. 
O otário eleitor, cansado de se, enganado, 
mesmo desconfiado, acaba colaborando com a cor 
tupção ao receber as benevolências e, situaçãÕ 
mais chocante ainda, perde a sua dignidade! 
Concordaríamos sim, que todo esse dinheiro 
jogado em campanha fosse utilizado pra ajudar 
instituições filantrôpicas e entidades envolvi 
das em empreendimentos úteis à toda comunidade 
e nunca que fosse, como acontece com a grande 
~~iori:i, utilizado para promover favores pes­ 
soais, que além de s~r um exeoplo nada dignifi 
Cante, contribui para fazer continuar o velho­ 
mau costume do eleitor, que vê no seu título 
eleitoral, um documento que lhe credencia a re 
ceber favores. 	- 
A cultura da safadza e da enganação atra - 
ves do uso de meios ilícitos e abusivos deve 
ria ser fiscalizado com mais rigor, em nome da 
honra do político e da dignidade do eleitor. 
r 1 r 
1
• ! to 
r!do e fI!lo , u 
c 
Nos estudos efetivados sob a direção de Peter 
Berger, da Universidade de Boston, acerca das ra 
zÕes pelas quais os Tigres Asiáticos tiveram suces 
sona superação do subdesenvolvimento, enquanto as 
políticas do Banco Mundial não deram certo em par­ 
te alguma, a principal conclusão é de que ali apa 
receu um grupo de empresários capaz de liderar o 
processo. Onde a política de désenvolvimento fra­ 
cassou, esteve sob a égide do Estado. Aqui há na 
turalmente muitas questões envolvidas, inclusive ã 
de saber-se como surge essa elite empresarial. Sem 
a intenção de esgotar o assunto de uma sõ vez que­ 
ria deter-me no papel no empresário na forma como 
o definiu Schumpeter. 
Joseph A. Schumpeter era austríaco e fonnou-se 
nos Estudos Unidos (em Harvard), tendo escrito vá 
rios livros, abrangendo inclusive histôria econômi 
ca. Mas a obra que o tornou conhecido é Teoria dÕ 
desenvolvimento econômico(l.934). 
Na economi:i clássica, a busca do lucro foi con­ 
siderada como razão suficiente para explicar a mo 
tivação dos empresários. Schumpeter contesta essa 
hipótese, afirmando ser necessário distinguir: 12) 
as características dos empresários; 22) a função 
que desempenham nu economia; e 3~) a motivação psi 
colÕgica que os estimula. Na visão daquele autor,o 
empresário é uma pessoa dotada de capacidade intui 
tiva especial que o leva a perceber formas mais e: 
ficientes de organização e de produção, bem como - 
os bens e serviços cuja oferta pode ser bem acolhi 
da pelo mercado. -Trata-se basicamente de um inova= 
dor. Adicionalmente, deve dispor de energia sufi 
ciente para enfrentar e derrotar as resistências a 
procedimentos inovadores. Ao lançar-se à criação - 
de novo empreendimento, o empresário quer sobretu 
do perpetuar-se (criar uma dinastia). 
O desenvolvimento econômico, estável e dura- 	(Agência Planalto) 
preend!dos com 	qu,indo a 
z1an alue, raquIna m, 
'los d!as de f stu, na irej!zha em homenge - 
a 'Virgem Maria, Padroeira do ur, « as v!zinhos 
aprontava e passavam o dia inteiro ue d!ver - 
tfndd na quermesse, com bafle e cantoria, t indo 
c»fé com farinha de !!ho. 
"pona Mar1a do seo Mané", entretanto, nem pe 
sr. Passava com a machambomba s roupas melhore 
dos fI!hos e do marido. e!tava cu!dados. mente - 
cada um. Colocava um laço de fita branca engomada 
na cabeça das meninas e banha de porco nos cabe­ 
los dos menfnos para assentar melhor o penteado. 
Todos fam a festa, mas, Dona MarLa ffava se d[ 
vertfndo, crplnando as plantações em volta da ca 
sa, 
Suu trlotC'ZD o~o deixav.'.l de ter motivo. Niio ti 
nha nenhum dente na boca e suas gengivas eram mo­ 
is lisas que quiabo. Por itiHO, tinha vergonh.'.l de 
exibir em público os lábfos franjidos. 
navio extraido todos os dentes pura colocar um 
par de dentaduras, mas por vários anos seguidos 
os colhcltns foram mal. 
Uma vez perderam tudo com a geada, outror; por 
falta de chuva, pragas de gafanhotos, de passar!­ 
nhos e assim por diante, Desta maneira, nunca so 
brava um dinheirinho para mandar fazer um par de 
dentaduras. 
O tempo foi passando e ela continuava em sua 
lida rotineiro " nuns:a npurecia em festas. 
Havia chegado o ano da eleiçÕo e vez por outra 
apareciam candidatos no vilarejo, com aquela cos 
tumeira amabilidade. Largos sorrisos, abraços afe 
tuosos e demorados apertos de mão. Chegavam de - 
casebre em casebre e iam até o meio da roça cum 
primentar quem estava atracado no cabo da enxada. 
Foi em uma dessas ocasiões, que chegaram a ca 
sa do seo Mané dois influentes políticos da regiãÕ 
E L E I T O R 
TODO O CANDIDATO QUE TE OFERECE 
AJUDA EM TROCA DO V0TO, 
E CORRUPTO!! 
VOTANDO NELE. 
VOCE E CUMPLICE!,, 
7 
de idfao. 
Se M né olho 
lhcu para o so : 
zer. No precisavam de 
e fel]ão no paiol, alinhada 
mandioca, batata doce, ma!ta 
ra. 
0 po1{tfco f!ou !paciente e quane chegos rt 
tar: Falm gente! D!am o que precisa.! 
Seo Mané, que rIscava o chio com um pauzinho,se 
levantar a cabeça, d1se: 
-Bem, já que o penhor Insiste, m!nha mulher pre- 
cisa de um par de dentaduras, 
O político deu uma tremenda aralhada, dtzendo: 
-Que que é 1ss? Isso café pequeno. Dona Mar!a 
vamos com a gente até a cidade tirar os moldes e e 
tá dado o par de dntaduras. 
Assim fo! feito. Uma semana depois Dona Maria ha 
via 'se transformado em outra pessoa. Toda hora Ia - 
olhar no espelho e sorria pra si mesma para admi - 
rar os alvos dentes. 
De certa feita, Dona Maria recebeu a vfs!ta de - 
sua comadre Sebastiana, que não via hã muito tempo e 
esta trouxe u□a triste not!ci:i, nobre o morte do 
seo Chico Benzedor, antigo ~orador do lugar, bem 
quisto por todos e que havia se mudado pnrn outro - 
povoado. 
Ao receber :i notícia da morte do seo Chico Uenze 
dor, Dona Maria deu uma sonora argalhada, 
mente par:i exibir o lindo pnr de dentadurns. 
(CRÔtHCA DE FIRMINO DE BARROS) 
O Papel dos Empresários e 
a Realidade Brasileira 
Utopia Caribenha 
Cada dia fica mais claro que cl,egJU ao fim a aventura 
ca~trista. nistura de caudilho e bolchevique, de 
líder carismático e truculento ditador tropical,Fi 
del Castro manteve-se no poder a ferro e fogo, el 
minando ou mandando para a cadeia os seus oposiciÕ 
nistas. Derrubado o muro de Berlim e revelada a fa 
lencia total do chamado "socialismo real", Fidel - 
conseguiu se manter ainda no poder, no longo des 
tes ultimos anos. O preço todo mundo sabe: os ime 
sos sofrimentos do povo cubano, que preferem en­ 
frentar os perigos da morte no mar aberto a bordo 
d f - 	' e irageis balsas, do que ficar sofrendo a opres - 
sao "libertadora". ~!ais dia menos dia, chegaria ao 
fim a falida ex~eriencia castristu. Os países ibe 
ro-americanos nao comportam llllS esse tipo de des­ 
potismo tot:ilitário. 
Ê curios~ observar, aqui no Brasil, a· reação i­ 
rada das viuvas da Praça Vermelha, diante da falên 
eia do paraíso cubano. Culpam os Estados Unidos e 
det.:iis países desenvolvidos pelo fracasso castris- 
l 
douro, somente pode dar-se em resultado da iniciati 
va dos empresários. As tentativas de alcançá-lo 
prescindindo do empresário levará ao que ocorre no 
Brasil, onde a industrialização criou sobretudo ume 
elite burocrática bem paga, coexistindo com grande 
bolsões de pobreza e indigência e onde o empresar1a 
do vive mais ou menos acuado, ao sabor das guinadas 
do Estado e mesmo da prepotência dos burocratas. 
Para que surja e progridn, a elite empresarial - 
precisa ser apreciada, justaoente o contrário do 
que se verifica entre nós. O estudioso oorte-ameri 
cano Michael Novak, depois de percorrer a América: 
Latina, concluiu que os subdesenvolvimento dificil 
mente será superado nesta parte do mundo enquanto - 
o sentimento predominante em relação ao empresário 
consistisse na inveja. A inveja é um sentimento su­ 
balterno que leva quem o possui a desejar a derrota 
e o fracasso do invejado, ainda que isto em nada e 
beneficie. Certamente poderá ser alegado que o eu 
presário brasileiro não tem o menor empenho em dis: 
por de uma boa imagem a opinião pública. Vi.mos age 
ra como a maioria se comportou em relação ao Pl:inê 
Cruzado, promovendo aumentos abusivos. 
Estamos naquela situação clássica entre o ovo e 
a galinha. O empresariado não é apreciado porque a 
tradição cultural dominante_ é a do desprezo ao lu 
cro e à riqueza. Como não é valorizado, sente-se li 
vre para menosprezar a opinião pública. Nalgum po 
to precisamos romper este círculo a fim de remover­ 
o Estado das u~ividades econômiTas com o aplauso da 
maioria • 	• 
O enfraq.iecimento do Estado Pa:rimonial certamen­ 
te contribuirá para promover a primeiro plano os me 
lhores contingentes da elite empresarial, 
É preciso atirar a primeira' .pedra e acertar oc 
alvo. 
ta e pelos sofrimentos que enfrentam o heróico po­ 
vo da ilha caribenha. A ideologia é, definitiv=en 
te, o porre da razão. Não conseguem perceber os - 
nossos castristas tupiniquins que Cuba acabou n.ào 
por culpa dos países desenvolvidos, mas porque o 
comunismo fracassou no resto do mundo.Os regimes - 
policiais, como o cubano, tarde ou cedo acabam. A 
força das armas apontadas cotra a população civil 
tem limites. Napoleão, que sabia de estratégia, di 
zia que"As baionetas podem servir para muitas coi= 
sas, menos para sentar em cima delas". Nem o Exêr­ 
cito Vennelho, nem os Tonton-}lacuts, nem a polícia 
éastrista conseguiram fugir a essa regra. 
O que está fazendoruir o comunismo cubano e 0 
mesmo mal que afeta os nossos marxistas caboclos 
reunidos na frente ampla petisca. Esse mal consis: 
te en imaginar_a polícia como o reino da una.nimida 
de, sem dissidenc.ia. Esse ê o velho messianismo pÕ 
l;tico rousseauni~o, fonte do hodierno totalita = 
r-smo. (Agencia Planalto)

Câmara é noticia e inlormação 
+ 	t 
Ver. Luiz Alexantlre 
l.ourclro P11lmier--r- 
MO,MO , REPIO A Por'o no crPRÓ 
0 Vereador folz AI ( asar Loure'ro P1 i ,, r t r { , ri l 
Pi, apresentou à tea da Clara Mun!tal e,e 
dtente onde pede a endereçamento de or[elo 
rofensor Florfana Franco Losuno, Diretora da E 
ola Ce ran, olftando que ela tufore Ciat+ 
'unfcIpul se fo{ de eu conhecimento, ou com '++a 
wutorfzaçio, a apreentaço de uma ffta de vídeo @ 
o a!uno de,±. Escola, com dIrefonaento Polh'­ 
co e tendencioso, querendo desa forma orfent 4' 0ti 
aluno, a votar em eu can't4a+« "Lula", 
Ili 1. o Vereador em tua 
poção que segundo denór 
cfa, 'o professor de no 
me le apresentou e+si0 
fl Ln non nlunor; f,( m o - 
pr,,vlo ro11lwc luwntn rio 
f,l'1 c:ontt.:1Íc.lo, fnz,,ndo 
com que os mesmos f'cas 
en revoltados com a at 
t ude do professor e eh : 
Hirecio do CEFRON, pol 
n P.,;colu n.io é loca 1 npro 
prindo pnrn rcunl~rs pu 
llticrl!l pnrt1drírinK
11 
deÃ 
tncn o Vereador. 
1.uiz Alexandre nfi nnn 
1 
n indo: "somos Bohcdori,s 
que o professor deve mi 
1 nistrnr aulas abrnncendq~ assuntos políticos, mns 
 n~o deve fazer julgamento pnrtidárlo, estamos num 
l 
l regime democrático e com isso escolhrnos livremente 
1 
on nosson condidaton''. A maioria dos alunos dessa 
escola, continuou Lui:: ,lexandrc, "irão votar pela 
primeira vez, o professor deve ensinar aos alunos 
o valor do voto·consciente e não tentar direcionar 
o seu voto e nem fazer julgamento de candidato co~ 
trúrio à sua ideologia. Fica aqui a minha "moção - 
de repúdio" à esse professor, atendendo a pedido - 
de inúmeros pais e alunos que me elegeram seu re 
presentante" assinolm• 1 u1.z Alexandre Loureiro Pa.!_ 
miéri. 
REPARO DE LUMlNÃRlAS NO ll'AIRRO 
COSTA E SILVA 
1 
o ere dor I I ti A l "', 
reruir{ento apr vado n 
da-feIra, dta 2, pediu o ender, 
d{ente ao Prefeito u!'p l, cm cl 	< 
rto Muntctal de rszends. o'titso qu ele· 
ormema ia tara Municipal em que estio e bane+n4? 
pra efetuar a cobrança do PI' das casas do on- 
unto "too de Barro ", "tendo em v!sta que aque 
11, e
.,. 
1 
",• ~10 uub, n.1d,~< t)il J.,ei c.iu• fre:ntn da (.:~ 
i 's » tk+ 	- 	) 
!rança do Imposto as resfd@n{as com menos d ,,' 
(cIncoenta) metros quadrados de área construída 
ressaltou Luiz Alexandre Loureiro Palm!érl 
lNFORHAÇÕES s0111u: RLA.fUSTP. llE DlÃRTAS 
ti 
1
rco l'ondon, v,1n·ador elo l'l:', m r •qucrir.iento -~ 
provado na sessão ordinária de segunda-feira, dla 
'.6, pediu o endereçamento de expediente ao Prefei­ 
to Municipal, no sentido de que Informe à Camara 
:,<unicipal sobre os reajuste das d15rtas d ""± 
ços de d slocomcnto parn outro6 '.llunic!plos, t~ 
solicttnç~o deve-se no fato de que o plano rea 
cut.'í tendo inflaçiio" acentuou !!arco Rondon. 
Israel Chamorro da Rocha, Vereador do PHDB,apre 
sentou indicação à mesa da Câmara Municipal, ende­ 
rer:ada ao Prefeito Municipal, com cópia ao escritó 
rio local da ENERSUL, onde solicitou reparos da lu 
minâria do último poste do rede na Rua Euzébio Mar 
tins dos Santos, no Bairr Costa e Silva. 
COLOCAÇÃO DE LUMlNÃRIAS 
Em expediente endereçaoo ao Prefeito Municipal, 
com cópia ao escritório local do ENERSUL, a Verea­ 
dora Orlando Freitas dos Santos, l? Secretária da 
Câmara Municipal. solicitou que seja colocada lumi 
nária no poste n2 47-82, da Ruo Amélia Paim Ros~: 
mais precisamente em ~r_..,---·-~~=--;;c------,-=:-,,, 
frente a residência do ,•, • 
Sr. Afonso Rodrigues, - 
no Bairro Costa e Silva. 
C! ·•v:r 	_ 
c!tou ao Prefe!te Muni­ 
c!9al, o cpfa ao Se 
re ir!o Mufctpa! de ? 
Aras, quu seja estudada 
posfbf1Idade de colo 
caçáo de telas ne olé­ 
g!o Pedro Afala, local! 
z.o do no Ba!r ro Á j),,­ 
cc:. 
P A TRO 1..ANDl't<> Y. A ITRR O 
Em outra Indicação - 
de sua autoria, o Veres Ver. Israel l rro da 
dor lnrael Chn,.corro d:i 
80
<:
1
~ 
Pocha pediu o endereça- 	. 
mento de expediente ao Prefeito Municipal, com co­ 
p1a ao Secretário Municipal de Obras, onde solte!­ 
tou o patrolamento e o aterro dn pocn d'5,ua na 
Rua Ricordo Loureiro, no Bairro .'o'O !Jl•l,1 lint.,. 
i3/09/94-MEIO $CUL DODR.' 
FIORI MURDNO EM BEL'I VISTI 
A vereadora, em ou - 
tra indicação encaminha 
da ao Prefeito Nunici :: 
pal, com cópia ao escri 
tório local da ENERSUL: 
reivindicou também a co 
locação de luminária = 
na Rua Barão do Lodá 
rio, em frente o - 
residência do Sr. Jerô 
nimo Barobosa, morador­ 
do Bairro Costa e Silva. 
1. 
' . 
'5° 
• ... 1 ., "t 
~ "-1_.~ _.:...-•:.......-....!...l.....---" .... 
• Ver. Orl.anda Frcit:as - 
dos Santos 
Na sexta-feira próxima passada(23/09/ 
94), transcorreu uma data que eu não gos 
ta ria de deixar passar em branco, rotivo que me 
leva a escrever algo a-respeito, apesar 
de não estar a altura para tal. 
Trata-se dos 50 anos do Dr. Fiori Mu­ 
rano (O Dr. Murano) em Bela Vista. O dia 
23 de setembro de 1.944 marca a data em 
que a nossa cidade teve a felicidade e a 
honra de receber este extraordinário médico , 
considerado o pai da medicina em Bela 
Vista, paulista da capital, filho de Ita 
lianos, aqui veio a convite dos Srs. Pe­ 
go Loureiro, Fernando serrano (pai da 
Professora Marisa) e do ex-prefeito Alva 
ro Monteiro Mascarenhas. 	- 
Em 1.946, dois anos após sua chegada 
em Bela Vista, Dr. Fiori Murano casa-se 
com a Sra. Ilda Pinheiro, filha de famí­ 
lia tradicional de nossa cidade, consti­ 
tuindo assim sua família, que é o seu or 
gulho de hoje: Maria Rita, casada com o 
Dr. João Carlos (desembargador); João Il 
defonso, pecuarista, casado com Vania.AI 
ves Correa, são também proprietários dÕ 
Hotel Camping "Pousada do Agua-Pé" ; Dr. 
Geraldo, médico humanitário e vereador,­ 
casado com Letícia Maria Golvea, profes­ 
sora de Inglês; Ilda Maria, desquitada, 
funcionária do Tribunal de Justiça e JÚ 
lio Pinheiro Murano, pecuarista, casadÕ 
com Izabela Moraes; além de dezenas -de 
netos. 
Dr. Fiori Murano vêm passando pelos - 
50 anos de luta na medicina salvando vi 
dase trazendo vidas ao mundo, como mui= 
tos que nasceram em suas mãos na noss~ 
cidade, alguns se foram, não por falta 
de seu emper.ho, mas sim porque a força - 
divina é maior do que a ciência. Dr. Mu 
rano, ao longo de meio século de medici­ 
na em Bela Vista, tem se desdobrado cm 
favor do seu povo e da nossa cidade, ri~ 
cão que há muito tempo lhe adotou como 
um verdadeiro filho. 
Dr. Fiori Murano foi Vereador por 38 
anos, secretário municipal de saúde e - 1 
Prefeito interino, seu lema senore foi a 1 
justiça social para todos, ainda hoje, 
mesmo com sua idade avançada, procura ~ 
tender à todos aqueles que procuram o 
seu trabalho na medicina. Junto com seu 
filho, também médico, Dr. Geraldo Pinhei 
ro Murano, somam mais de 70 anos de medi 
cina em Bela Vista e região. 
Por tudo isso, em meu nome, em nome 
dos seus filhos, netos e de todos que o 
amam, queremos lhe desejar o que hã de - 
melhor (SHALON), pedindo à Deus que pos 
sa lhe perdoar o que à "Ele" não agra 
dou e que lhe retribua tudo o que o se 
nhor fez de melhor pelos seus irmãos"Nele". 
FLAVIO "PISTONHO" HENRIQUE. 
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PONR: (067) 251 - 1)54 
VI.LI iNGÊLIC/ - CEJJ: 79.240-000 
Moka pode chegar aos 4.000 
votos em Bela Vista 
JiitDIM MS 
O Deputado E tada 
dem[r oka, cndd 
rele!çao para o terce!­ 
ro mandato con eutfvo - 
como Deputado "stadual , 
eCOI TA-e IA ,mpnu­ 
fl l,a e: J " ! to r :, l <.'"' t, , µo • 
»lçio privilegiada em E 
la VLsta e pode chegar - 
ao ,00) votos, segundo 
projeçoes de experimen­ 
t ados pol {rico•; cJn 11ot,' ·1 
reio, inclusive alunr 
deles simpatizantes d 
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PORTO MORTINHO - MS 
Moka nestas eleições 
tcn colaboram para c!";r.~ ------- - - 
ode che·~r ,101; 4.000 vo 
supremacia que Moka deve os em lela Vista 
rá obter nas urnas no 
prciximo dia 03 de outu - 
bro, o primeiro é o fato de que dois don pr!nclpJ­ 
iFl advcrn,irior. de Moka em Pela Vista l' renino con­ 
sldcrndo,-; f!lhor, da terrn c-omo ele, o,io diaputn11 
Loja· iviaiuiu 
Calças .!enns, ComiHetas, peças !ntl.Jnas, ves- 
tidos, conjunto de moleton, adulto e infantil, 
Brinquedos ~m geral. 
Também aviamentos pnra costura. 
De': Apar'ecida l'a'r'edes A'.De Medel~os 
RUA DUQUE DE CAXIAS, 215 - CARACOL - MS 
-I 
de 
xo, 
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Amaciamento e· Tintura. 
' RUA DUQUE DE CAXIAS, 50 3 
BELA VISTA MS 
0 
kns, me o ' 
adversário 
da em taver 	ipert 
•,lc·.<; lic!-,r,t'C:,1· polí~l,.,·· .• 
o Prefeito Araio Zacari, Verei«dres M ro 
Israel Chamorro, Fernando de Fre!tas Elias e Orla­ 
da Freias dos antos, Secretirfos Municipafs, Pre­ 
s1dentes de Associações de Moradores, lideranças €o 
munItirias, etc. 
ão podemos deixar de reconhecer que outros ca 
dIdatos à Deputado Estadual, aluns_Já con traba " 
lhos prestados i nossa cidade, taubé terao aqui 
muftos votos, como o ex-Deputado e ex-Secretário de 
Ju,itiça do E;,t.ido Hoherto Orro, que t.rnhen LC::t o ,,­ 
poio de expressivas lideranças municipais, como o 
Vereador Geraldo Murano, Sebastíao Zacarias FIIho 
ex-Prefeito Ildefonso Pinheiro, Corumllu Loureiro - 
(Presidente do Diret6rlo Municipal do PDT), entre 
outro; Waldlr Neves (que tem o apofo do ex-cnndJ­ 
dato à Prefeito Garibaldi da Rosa Neto); Claudlncl 
da Silva (npolndo pelos Vereadores Marco Rondon e 
Luiz Alexandre); Arroyo (apoiado pelo Vereador Fer­ 
nando Jorge de Barros); Nilton César, Zé Teixeira , 
Coronel Adib, Flávio Renato, Gerson Domingues, etc, 
também receberão os votos dos belnvistense e se le 
brarmos que Bela Vista possui hoje mais de 12.000 e 
l~itores, descontados 4.000 para Moka e as absten - 
çÕes, nulos e brancos, sobram ainda mais _de 6.000 - 
votos para serem dlstribu!dos entre os varios can~J 
datas que se apresentaram por nqul este ano e na 
será surpresa para ninguém se alguns deles tamhe 
ultrapassar a barreira dos mil votos. Pelo menos r 
sa é a previsão de muitos simpatizuntes das campa 
nhas de Waldir Neves, Roberto Orro e Claudinei d. 
Silva, que deverão ser os triJ cRndirlatos a deputa­ 
do mais votados, depois de 1:aldemir noka. (.'R) 
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Ca.racôJ· .. MS

- 
os brco de borracha adquir!dos e?o 
Governo Pedrosan, qaranten à Compahh a 
Independente Militar de Polícia Florestal, 
o combate a pesca predaoria nas cabeco- 
ra do rios e em local do difícil acs- 
0, em especial corredeiras. Equipado com 
motor de popa 15 cilindrada de potencia , 
as novas embarcações já es ão sendo utili­ 
z.ada em operação da Florestal e terão de 
qrande utilidade para ações nan reqloes 
doo rios Miranda(de Jardim d ponte do 21); 
Aquidauana(do Corquinho até a cidade de 
wquidauana; 'Taquari (em Palmeiras); e no 
Formoso (em Bonito) . 
A pesca predatória_nas cabeceiras do - 
rios também em reqiões do dificil ace­ 
so, devido (lO baixo nivcl das águas, vinha 
se constituindo om uma grande preocupa;ao 
para a Polícia Florestal. Devido a estia­ 
qem, os trabalhos nestas áreas estavam prg 
judicados. Diante das dificuldades, o co­ 
mando <1,1 Comp nhin optou pela compr:a dos 
cu 
l IA 
barco d borracha,apropria @ 
trcho. 
os doi prinlros barcos ' 
ran e opernção,no rio Nquídvou 
da Ponto do Crcgo. Uma equipo 
comandada polo sargento Claud 
verniqo, realizou um trabnlho :4 
cão na reqiio e, ao me:mo tempo,_provi 
« 	·Óen +ot ] 
t.ou para testar as novas eus.rca ·» - 
-' 	]horo 
mente aprovadas. "Com elas, temo • ' 
condições de percorrer trechos de muitas 
corredeiras e também a cabeceiras_do 
rio. São barcos ágeis e que faciliam 
noooo trabalho", aeccgurou. 
MAIS BMBATlCAÇÕBS 
o comandante da Pol.Í.cia Florest.il, r~1- 
jor Angelo Rabelo, informou , que o Gover­ 
no Pedro Pedrossian irá adquirir novas em­ 
barcacões para melhor atender a Companhia. 
"Estes dois foram os primeiros as rem co 
O ISTEMA DE 
O ESTADO 
M 
Mor 
tc 
e ,_ 
0o, • 
a 	, , l l rl I h,l t - 
·o. doa e tio a Flor€tal ficará total- 
C · Me t 
mente equipada para u melhor trabalho em 
todos os rios que cortam_o terrltorlo ul­ 
ma.o-qrossense. "Hoje, nos temos embarca­ 
ções para rios como o Paraqual, Paraná,até 
cabeceiras do Aquidauana, Miranda e outros 
menores. Todas as guarniçoes emao sendo - 
atendidas e a Florestal esta em condições 
de combater a pesca predatória no Es.ado", 
qaran iu. 
Uma melhor defini 
cão para o sistema 
de tráfego nos Muni­ 
cipios de Mato Gros­ 
so do Sul, é o que 
o Departamento Esta­ 
dual de Trânsito es­ 
tá buscando com a 
realização do curso 
de Engenharia de Tr~ 
fego, reunindo até o 
dia 30 deste mês,téc 
nicas e engenheiros­ 
das Prefe'tur Muni 
cipais e órgãos lig~ 
dos ao trânsito. 
Segundo o chefe - 
de Divisão de Enge­ 
nharia do Detran, An 
tonio Carlos Matos: 
de Lima, o curso es­ 
tá inserido na pro­ 
gramação da Semana - 
Nacional de Trânsito, 
que vem sendo desen­ 
volvido desde o dia 
19 próximo passado e 
conta com a partici­ 
pação de professores 
da Universidade de - 
Brasília, como Paulq 
César Marques da Sil 
va e Nilton Pereira­ 
de Andrade. 
O conteúdo progr~ 
mático do curso con­ 
ta de noções básicas 
de engenharia de tr§ 
fego; sistema de tra 
fego, componentes,dg 
mandas, comportamen­ 
to e capacidade do - 
sistema, além de con 
tagem volumétrica; 
pesquisa de velocidg 
de e retardamento;si 
nalização horizontal 
e vertical; sinaliza 
cão semafórica; estã 
cionamento, carga e 
descarga; análise de 
capacidade de vias; 
segurança de tráfe­ 
go; hierarquização - 
de vias; legislação, 
fiscalização e geome 
trio viária. - 
Tanto Paulo César 
quanto Nilton Perei­ 
ra destacam como fun 
damentais nestes cur 
so, a troca de info 
mações e o intercãm: 
bio que vem sendo g 
portunizado entre os 
técnicos, possibili­ 
tando ass lo, um conhg 
cimento maior sobre 
as atividades desen­ 
volvidas no sentido 
de melhorar o siste­ 
ma de tráfego nas 
áreas urbanas. 
Antonio Carlos Mg 
tos de Limâ, destaca 
ainda a participa­ 
ção de representan­ 
tes de órgãos como o 
Dersul e as Policias 
Rodoviárias Estadual 
e Federal, viabili­ 
zando assim debates 
sobre o tráfego nas 
rodovias de acesso - 
aos Municípios. "Tam­ 
bém contamos com a 
participação de re­ 
presentantes de ór­ 
gãos como a Secreta­ 
ria Municipal de 
Transporte e Trânsi­ 
to, Companhia de Po­ 
liciamento de Trãnsi 
to, Planurb e Secre­ 
taria Estadual de 
Planejam~nto, assim 
como o Instituto de 
criminalistica do Es 
tudo", disse o chef~ 
da Divisão de Enge­ 
nharia do Detran. 
===========================================---====-=------====== 
a#E» 
F TI illJ ·0 €9 
A Associação'dos Secretários 
Municipais de Saúde e a Funda­ 
cão Nacional de Saúde(FNS), ree 
lizaram no último dia 22, no Hg 
t:el campo Grande um treinamento 
para secretários e funcionários 
da área·de saúde de todo o Es­ 
tado sobre implantação de pro­ 
gramas de computador na rede do 
Sistema único de Saúde. O cursa 
foi ministrado por técnicos da 
DATASUS(Dcpartamento de Inform~ 
tica do SUS) e a implantação sg 
rã gratuita. 
A iniciativa é pioneira no 
Brasil e irá permitir o acesso 
a dezenas de programas voltados 
a suprir as necessidades de 
gerenciamento Hospitalar e de pro­ 
gramas coordenados pela rede. "O 
uso destes programas vai aju- 
O governador Pedro Pedrossian 
recebeu em seu gabinete, cm vi­ 
sita informal, o ex-governador 
do Rio de Janeiro e candidato à 
Presidência da República,Leonel 
Drizola. Acompanhado das lide­ 
ranças do PDT no Estado, do ex­ 
governador Marcelo Miranda e do 
cleputado estadual Loester tlunes, 
Rrizola conversou por dez minu­ 
tos com Pedrossian e se disse - 
impressionado com a expansão da 
agricultura em Mato Grosso do - 
Sul." Sobrevoando esta região e 
observando seu desenvolvimento, 
chego a conclusão que é preciso 
olhar esse país com outros cri­ 
térios", comentou. 
Pedrossian disse a Brizola - 
dar a monitorar a situação de - 
saúde nos Municipios e de mane! 
ra gratuita, o quo é importan­ 
te", afirmou o Secretário de 
Saúde de Nova Androdina e prcsi 
dente da Associação dos ~ccrct~ 
rios Municipais de MS, João Pa~ 
lo Barcelos Esteves. 
Para um dos diretores da 
DATASUS e palestrantes do enco 
tro, Marcos Pinciaca, a atitude 
de Mato Grosso do Sul deverá 
ser copiada por outros Estados 
o que irá criar uma rede de in­ 
formação muito mais ágil e com­ 
pleta dentro do Sistema único - 
de Saúde. Aqui no Estado este - 
trabalho deve ser feito sem 
grardes problemas já que existe 
11 
equipamento adequado em quase - 
todas as secretarias rr.unicipai.s de 
Saúde. 
que Mato Grosso do Sul se iso­ 
lou do negativismo que assolava 
o país, principalmente na área 
econômica, com seu governo im­ 
plantando um projeto próprio de 
retomada do desenvolvimento e - 
da crença do povo. o ex-govern~ 
dor demonstrou a Pedrossian sua 
preocupação quanto ao futuro do 
Brasil, afirmando que é preciso 
dar um basta ao mundo de ilusoes 
e da impunidade"a .quem vive do 
papagaio, de dar golpe no país". 
Brizola disse que quando o povo 
acordar para esta realidade "a 
ressaca pode ser perigosa,cria 
do um quadro sem controle". 
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ndicato Rura 
Comunicado do Sindicato Demonstrativo financeira 
Referente a 2a~ Expobel 
li 1{ O f·'!í11ll/S 
------··-- 
tocaio trrmo 1, l3.7)l,] 
i «cni ã ia@ 1 k.·li 
.t1e cube_do_aso ! 2.29l? 
• rdikionã@ifyo. 	T .is,ã 
-.-1~ rné:Tn!"õ,;' ----------~ 1,. 050, 00 
, . (:(wi-:-i:-,;--tfoc·-!-,_-_-_-_-_-_-_-_-:_-_-_-_-_-_-_-_-_-_-_- ..:.;_-_-_-_l,...,_;._;,_,=->_l_fi~, '-:2=.(, 
• @si@entf! !'.9!sg 
, . Co11. Cor,111 /!lrahma 	/ 2.46(1,97 
7iiiy. 1 .99·% 
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'Jgto. conjunto Uirnpuru / 2.500,00 
?Jgto. gelo bar C. Lnço 	/ 364 ,00 
?ugto. bebidas bar C. Laço / 816,68 
?cr~to.Whisky 	/ 6.197,24 
gto. Com. venda adesivos/pedágio _[ 746,00 
?a~to. divulgação rádio 	/ 227 ,00 
gto. serv. prcst. Sindicato / 500,00 
O 'il:idlcr:to h,r.1l ,:, , l l 
seu quadro de séc!os, que o 
do balanço da ?)! EXPOREI - 
e Industrial de Bela VI, a, 	odo - 
de 16 à 2 de julho/9, deve- 	!zçio 
da prestação de contas e acerto ta do Clb 
do Laço de Bela V!ta, com o S!H1to ara!, rr 
to este que deveria ser feito têrfno da 
festa. 
O Sind lc:,to kural esclarece trbém que ffcou cer 
tado por ocar.liio da construção da ede do Clube dG 
Laço, que de todo evento realizado na sede do Clu­ 
be, com o objetivo de arrecadar fundos, 507, de tu 
do o qua for arrecadado, é do Sindicato pelo mot!­ 
vo do ncumo ter se encarregado da construção do 
Clube. 
Esclarece também que desde a construção do Clu­ 
be, que deu-se em 1.989, vem trabalhando em parc - 
rin com o Clube do Laço de Hcln Vibta, COM Lodos 
os patroes que desde então tem passado por lá, sum 
nunca ter nenhum problema por nem uma das partes. 
Esclarece também que este ano, ficou ílCertodo e 
combinado com o entiio patriio do Clube, o Sr. Paulo 
de Souza Dantas, que o procedimento seria o mes□o 
adotado nos anos anteriores. 
Esclarece também que o acertado não foI cumpri­ 
do por parte do Clube do l.nço, nn pessoa do seu pa 
trio, o Sr. Paulo de Souza Dantas o qual não comp! 
receu ao Sindicato até a data de hoje, para o ref! 
rido acerto. 
Esclarece que o movimento financeiro dos prime.!_ 
ros quatro .dias de bailes, os quais o Sindicato t! 
ve acesso, vem a seguir, para conhecimento de to­ 
dos. 
?Jgto. dcsp. juiz/auxiliar ·-/ 780,41 
to. mat. gráfico/Ariosto / 2.655,00 
?J~to. desp. leilÔes 	/ 238,89. 
?crgto. divulg. desfile 	/ 70,00 
?agto. pintura placas PM / 55,00 
llgto. cta. telefones 	/ 780,28 
?Jgto. compras mercado 	/ 86,44 
go. desp. livraria 	/ 10,93 
~gto. cons. portno entr. Parque / 95,00 
Pagto. rcvisÔo balança 	/ 250,00 
Pasto. hotel bandn/show 	/ 150,00 
>agto. frete ~oat:ocs leilao / 270,00 
?agto. refeiçocs 	/ 1.338,44 
ato.mat.eletr./hidraulico e const. / 1.10
7,58 
1a~to. Ch. dev. loc. terreno / 560, 00 
?agto. carpinteiro 	/ 87 ,00 
~to. serv. prese. currais / 571,37 
~do disponível 	/ 15.355,87 
iOTAL DE ENTRADAS 	RS 40.657,27 
:OTAL DE SA !DAS · · .. · · .. .$ 25.301,40 
S.LDO 	R$ 15.355,87 
LUIZ FERNANDO NUNES RONDÀO 
PRESIDENTI:. 
1.994 
SINDICATO RURAL DE BELA VISTA 
o 
POPUL Ç 
EM MI 
Outra vez a população 
confirmou a sua escolha 
para o dia 03 de outubro 
e compareceu em massa ao 
comício realizado dia 
26 pela Frente Popular - 
na cidade de Aquidauana. 
Mais de cinco mil pesso­ 
as lotaram a rua Sete de 
Setembro, para ouvir as 
propostas dos candidatos 
unidos a Wilson Martins. 
A chegada do candidato a 
governador ao palanque,­ 
arrancou aplausos e gri 
tos de "jã ganhou" dos 
presentes criando um cli 
ma de grande festa. Ape­ 
sarda disposiçio de Wil 
so de falar à populaçào­ 
aquidauanense, uma gr.!_ 
pe muito forte, responsã 
vel por sua rouquidio,im 
pediu-o de discursar.Mes 
mo assim, o .líder perma= 
neceu no palanque acenan 
do aos eleitores e man­ 
tendo contados com as li 
deranças presentes. 
O ex-senador José Fra 
gelli, representantes i; 
dígenas liderados por Ed 
voldo· FéHx, os vereado 
res de Anastãcio, João= 
Batista Macalé, Volmir 
}laidana, Luiz Edson, o 
presidente do PDT munici 
pal, Aldemir Fernandes , 
entre ourros estiveram - 
no palanque junto com 
Wilson e os integrantes 
da Frente Popular. O can 
didata da região para ã 
Assembléia Legislativa , 
Roberto Orro, falou do 
compromisso de lutar por 
Aquidauana e Anastácio - 
no sentido de gerar em 
pregos e consequentemen­ 
te mais r1queza para t~ 
dos. 
. i, 1) 
: çwt0 
• 7 
gze 
/
.: ,,r· :)7J 
., • Fr. 
"'· . .,.... 
»1 - 
.ZG e 
Y' / 
?": .••••.•••••••• ' ••••• ·- .•• ,. •• # ••• 
-~ .. ,lll'! 	, 
-Tt)r-11: 	t 
-Co r!a fve] , {deo.........··· r.·,· 
-Hd<1cÕ,~ ''.. {cl,o 	(d 
-Refeicôe M. Vdeo..............(' 
-Total de !eals:,,..····.....·...,K$ 
-Pa~to. C:or.j. t;lrnpuru: 	11$ 
-Pato. lmp. banheiro:....····.·....R$ 
-Pagto, venda uh!sky:...·········...R 
-i'ngco. Cx. Bar: 	Ri 
-Pngto. porcaria bailes:.: R, 
-Pagto. s:ilgados: 	RS 
-Pato. Morena Vídeo.....····.·......R$ 
-Pato. beb'das bar:.....·..........R$ 
-Pogto. gelo bar: 	RS 
-Pagto. whisky: 	R$ 
TOTAL: 	, , R$ 
SALDO: 	ll$ 
COMPIIR 
E WIL 
i. 
2+,0°,90 
1i0,630,00 
3,300,00 
n.C'. 
1 0,10 
1i0,00 
350,00 
J((l,00 
546,00 
f16, 6ª 
364,00 
1.637,6/ 
6. '19, 76 
148,95 
*Despesas pag.as pelo Sindicato referenle 
os dias ele bailes do Clube do UJço. 
Do dia 16/07 ao dia 23/07/94. 
LUIZ FP.RNAN1)0 ~'IDIES RONDÃG 
PRESIDENTE 
todos 
Orro assegurou que a mente para a criação de tido de trocar impressões 
luta conjunta dos legi.s melhores condições para para desenvolveru trabalho 
ladores com o e:--:ecuti = a população do Estado co _ porteado pelas experienci­ 
vo, representado por mo um todo. Sua oaior = ~ de Fragclli. "Meu traba 
Wilson ~fartins,serã vol preocupaçao e com a ques lho talvez não chegue .:i ser 
tada à criação de mais cão tributãria "que tem tão competente quanto o 
indÜstrias, valorização trazido muitos sacrjffci dele,mas coo certeza s~rá 
da capacidade de produ- os ao pequeno e médio em tão respons:ivel e honesto' 
ção do índi~,exploração presãrios, comerciantes- comentou descontraindo a 
do turismo de forma - e profissional liberal". platéia.O candidato assegu 
consciente e compromis- Ele lembrou daqueles ho rou que a ioportância de 
so com a coounidade dos mens que já têm cerca de sua eleição junto com a de 
pescadores. 	50 anos de vida pública Ramez reside principaloen- 
Ramez Tebet, candida mas nada fizeram até ag~ te na possibilidade de tra 
to a senador, foi aclã ra. Ramez conclamou to- zer para Mato Grosso do - 
mado quándo falou da dos a fazer a "CPI" do Sul medidas de desenvolvi­ 
certeza de estar eleito voto, cassando, nas ur mento sintonizados cem o 
pela cidade de Aquidaua n.'.!S, políticos responsã trabal.ho do governador Wil 
na para o Congresso Kã veis pelas m:iracutaias = son MartL,s. E agradeceu - 
cional. Segundo ele, - em Brasília. aos aquidauanenses os vo 
questões básicas e de - Jã LÜdio Coelho, que tos a Wilson e toda acha= 
suma importância à so chegou em companhia de pa da coligação Frente Po 
ciedade são resolvidas- José Fragelli, falou dos pular. Segundo ele isso a= 
no Senado e ele ir:i con contatos nantitl'os com es penas vem deoonstrar o grau 
tribuir preponderante - se rencado líder no seh de amadurecimento político 
alcançado pel:i populacão. 
##4+44444#4++%±±±±± k % t ### t ± % # t% ±k k % ±±±4± ± ±kk ± ±±kit±k± #± k44±- 
EM TEMPOS DE CRISE O MELHOR HE<i CIO E 
BRAZ 
MELO VICE 
z PUBLI iDADE 
I

1','A', ' 
OILSO SPERIFICO: "COMIDA 
1 ITIYIDIDE PRINCIPll É I AGRICULTIU! " 
"Fazer de tato de erprgo, hora existem e'.or i Pi 
Groo do Sul um E- de ocorrerem radan - precisam er ncen. r 
tado eminentemene - ça. o dia três de ado viando um de- o 
produtivo, gorador outubro é o dia da envolvimento susE 
de riquezas c com mudança", falou Dil- .ado na realidade re tar no c 
: " di se Spera do Municz 
condições dignas de to Sperafico. qiona , s t' 
vida para a sua popu o candid; .o à Do- 'ico. 	nhos", falou ·rati 
lação". 	putado Fedor l pela O Empresário afir co, 
, - a 	F t ta;bê: que a A 	- 	D i l	o Sperafico - 
Este deve ser, na coligação da "rente mou ta." 
opinião de Dilso Spe Popular manifestou - qroindãstria deve visitou ta : nana 
rafico, um dos prin- se, durante entrevi ser uma das prioridd os Municípios d n- 
i 
·1 ·d· d , -rc pro)· to ,n t<',~. 1' o -1o:;o, l'~~. L-' r~ 
cipais objet. vos do tas a d versas ro 1- es ness 	:: ' v ' 	·+ + 3 
Governador do Esta - os do Estado, sobre li.ico de desenvolvi rã e Santa ui Nek 
do, Deputados Fede- suas intenções e i- mento. "Cada Deputa- ses dois úlimos,Di! 
rais e Estaduais e - déias para o desen - do deve elaborar em o Speraf .co partie] 
leitos no próximo volvirncnto do MS. conjunto com a popu- pou de comícios e 
três de outubro. Dilso Sperafico , lação de sua cidade recebeu apoio de in- 
"Já cansamos de que é empresário do e região um mapeamen por.an es políticas 
ver crianças passan- setor agropecuário - to das necessidades e de cenenas de si 
do fome num Pais cs- com industriar; tam - básicas, das ativida ptizantes que estão 
sencialmente agríco- bém cm Dourados, ci- dcs que devem ser definindo seus votos 
la. Agricultores fa- tou o exemplo do Mu- explorada. Aqui cm por Dilso Sperafi­ 
lindo numa nação on- nicipio para expor Dourados, por cxcm - co. 
de a atividade prin suas idéias. "Doura­ 
cipal é a agricultu- dos é a segunda maior 
ra. O comércio está cidade do MS e sua 
fechando e o jovens região é uma das ma­ 
não tem,perspectiva
1 
is produtivas, mas 
Sperafico: "Agro-indústria deve ser uma 
das prioridades" 
OPÇÃO POR INDRÉ PUCCINELLI SIGNIFICA 
HONESTIDADE E TRDBILHO 
As inúmeras mani­ 
festações que estão 
acontecendo nos qua­ 
tro cantos de Mato 
Grosso do Sul em de­ 
fesa da eleição de 
André Puccinelli, do 
PMDB, à câmara Fede­ 
ral, representam o 
testemunho de todos 
os segmentos da so - 
ciedade que ainda a­ 
c:·cdita no restabele 
cirrcnto da ética e 
da moralidade na po­ 
lítica. Puccinelli - 
representa o novo 
qae mantém a transpa 
rência em tudo que 
realiza. 
ço prestado à popula 
ção sulmatoarossense 
o credencia para o 
cargo de Deputado Fe 
deral. Puccinelli - 
foi Secretário de 
Saúde'durante o Go - 
verno de Wilson Mar.­ 
tins, oportunidade 
em que executou no 
Estado projetos que 
resultaram na cons - 
truçâo de Centros de 
Saúde, uma unidade - 
mista e uma materni­ 
dade. No Último do - 
mingo (25), por exem 
plo, esteve em Fáti­ 
ma do Sul onde proce 
deu a inauguração de 
um Centro de Saúde - 
construido com recur 
NÚMEROS MOSIRII 
SUCESSO- DO REll 
A folha de servi- 
,... 
, 
sos próprios. y 
Além de priorizar 
a saúde, o candidato 
peemedebista é uma 
pessoa que sempre te 1 
ve compromisso com o 
trabalho. 
EIQPERIE:NCIA E 
COMPETE:NCIA 
De 1986 até hoje 
na Assembléia Legis­ 
lativa, com a vota - 
ção de 19.115 eleito 
res para Deputado Es 
tadual, André Pucci­ 
nelli soube tão bem 
representar a socie­ 
dade sul-matogrosseri 1 
se através de ofí :: , 
cios, indicações , :, 
projetos de lei, de­ 
fendendo idéias que 
algumas vezes causa­ 
ram polêmica. 
Ao comentar sobre 
sua atuação até a­ 
qui, o candidato à 
Deputado Federal re­ 
conhece que tudo que 
realizou em defesa - 
da população, princi 
palmente da carente, 
"valeram o respeito 
pelo que julga um 
trabalho coerente e 
honestamente exerci­ 
do". Sabe que a con­ 
vivência em 3r?sília 
não será fácil. Por 
isso espera que o •­ 
leitorado faça opção 
pela renovação votan 
do de maneira cons 
ciente no dia 3 de 
outubro. 
DATAFOLHA CONFIRMA 
NOME DE.POCCINELLI 
Conforme pesquisa 
realizada pelo Insti 
tuto DataFolha, fei:: 
ta entre 13 e 15 de 
Setembro, sobre o 
Congresso Nacional 
indica alguns dos 
' 1 ,.. 
...,,,..--:- 
(' 
-- 
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André Puccinelli, 
entre os favoritos - 
para a Câmara Federal 
candidatos favoritos 
cm seus respectivos 
~stados. Os dados so 
bne intenção de voto 
para Deputado Fede - 
ral indicam André 
Fuccinelli pelo PMDB 
do Mato Grosso do 
Sul. 
A pesquisa ouviu 
21.074 eleitores de 
657 Municípios de to 
dos os Estados e Ois 
trito Federal, in - 
cluindo todas as ca­ 
pitais. 
A certeza de vitó 
ria de André Pucci 
nelli motivou os par 
lamentares Valdomiro 
Gonçalves {PTB) e 
Maurício Picarelli - 
{PP) a cumprimentá - 
lo pela expressiva 
votação que receberá 
nas eleições deste a 
nc:. 
As vésperas de completar três meses, o 
Plano Real apresenta números que atestam - 
seu sucesso. Nesse pcrio1o, o preço da ces 
ta básica da cidade de são Paulo caiu - 
10,8%(de 10 de julho a 23 de setembro),con 
forme pesquisa feita pelo Dieese CM convê: 
nio com o Procon. A pesquisa é feita em 70 
supermercados e abrange dezenas de produ­ 
tos. "Esta é a melhor chance que o país já 
teve em sua história recente. A economia - 
está se estabilizando e o povo consumindo­ 
mais" avaliou, satisfeito, o candidato à 
Presidência da República pela coligação - 
União, Trabalho e Progresso, Fernando Hen­ 
rique. 
"Sei que alguns preços estão altos e os 
salários ainda estão baixos. Mas a estabi­ 
lização é o primeiro passo para outras re­ 
formas profundas que são necessárias e que> 
vamos fazer.Quando implantei o Plano Real 
sabia das pre3sÕes e dos boatos que sofre­ 
ria e por isto decidi me candidatar a Pre­ 
sidente, para com muita firmeza e detenni­ 
nação enfrentar tudo isto", acrescentou 
Fernando Henrique. O candidato criticou 
seus adversários que, ao perceberem O Su­ 
cesso do plano e não crescerem nas pesqui­ 
sas de intenção de voto, "começaram a ape 
lar, tenta_ndo comparar o Plano Real com ou 
tros que não deram certo". 	- 
Na área de emprego, os números também - 
são favoráveis aos trabalhadores depois da 
implantaçao do Real. O salário médio da - 
indústria brasileira subiu 8,9% no primei­ 
ro semestre deste ano. Segundo pesquisa do 
IBGE, houve um crescimento ainda maior nos 
salários quando se compara o mês de junho 
deste ano com junho do ano passado -9,4. 
são Paulo e Minas são os Estados onde tem 
ocorrido maior elevação dos salários, che­ 
gando a 9,8% e 9,78 respectivamente. 
A inflação tem apresentado também boas 
surpresas para o brasileiro. Os índices -­ 
de setembro que começam a ser divulgados 
por vários institutos de pesquisas mos- 
tram que o custo de vida apresentou em se 
tembro novas quedas. Em São Paulo o IPC 
da Fipe ficou em apenas 0.96% no período 
de 30 dias terminados no dia 22 e, confor­ 
me o coordenador da pesquisa da Fipe, eco 
nomista Juarez Rizziori, deve ficar menor 
ainda. 
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