I D/AR/O REGIONAL BELA VISTA/MS 1NO: 22 NO: 1.572 12 DE NOVEMBRO DE 1.994 - SÁBADO DIRETOR RESPONSÁVEL: IVALDO PEREIRA 1$ - 0,50 ----·-- O ENCONTRO DE WILSON E PEDROSSIIN Pedro Pedrossian: "Mais parecia um encontro de companheiros de campanha, foi exce - lente" A TELEMS informa que, por rotivos téc nicos, os serviços de Telefonia Interur­ bana de todas as cidades da região Sul do Estado cujo prefixo se inicie com o número 4, e os serviços locais dê cen tral 422 de Dourados, serão intc.rranpidos das 22:00 horas do dia 12/11/94 - Sábado até às 12:00 horas do d~a 13/11/94 - Do­ mingo. Dourados - MS., 10/Nov/1.994 Entidades Filantrópicas Pagarão a Previdência Saulo pede a FHC o fim da TR para Agricultores As entidades fi - lantrópicas de utili dade pública terão - que recolher as con­ tribuições patronais relativas a todos os seus,estabelecimen - tos ou filiais cria­ dos a partir de 10 de setembro de 1977, quando foi revogada a norma legal que es tabeleceu a isenção para essas institui­ ções. A medida parte da decisão do Supe - rior Tribunal de Jus tiça (STJ) , de nãÕ acatar mandado de se guranica impetrado pe la Associação Paulis ta da Igreja Adven - tista do sétimo Dia, que se nega a pagar contribuição destina da à Seguridade so - c1al. A decisão foi co­ municada ao Ministro da Previdência So cial, Sérgio Cutolo, pelo Ministro José de Jesus Filho, Pre­ sidente da la Seção do STJ. "A decisão é histórica e comprova que a Justiça acaba­ rá evitando que se eternizem as imunida des e isenções previ denciárias, uma,'-das piores heranças assa cadas contra a Previ dência e que a impe­ de, inclusive, de re munerar melhor os be nefícios", avaliou Õ Ministro. "O STJ de­ cidiu e vamos convo­ car os devedores pa­ ra pagar seus débi - tos", avisou. Os débitos da Associa - cão Paulista da Igre ja Adventista do Sé- g timo Dia constantes do processo atingem Q8 2,423 milhões de __ . UFIR (cerca de R$ 1,550 milhão): O Ministério tem orientado seus órgã­ os de execução para esclarecer que as en tidades filantrópi - cas não estão isen - tas de recolhimento da contribuição dos estabelecimentos ou filiais criados após o Decreto-Lei 1.572, de setembro de 1. 977. Essa Lei revogava a Legislação que i - sentava as entidades reconhecidas como de utilidade pública. Os "xiitas" de ambos os lados, não gostaram; respiram o ar contaminado do re vanchismo e do radi­ calismo, estão perdi dos na poeira do te po e sao alimentados pelo sanue viciado da intolcr.:incia. Niio poderiam gostar. P..ígina - OJ 'l'ELEMS E 'l'ELEDHÃS MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇOES Comunicado • (Correio do Estado - ll/Nov/1.994) lnteracl Flagrante@os Interactianos com os d alimentos rou 1 arreca adas na Primeira Gincana em Bela Vista as e ca Matéria e Flagrantes na Págflo . Dep. Saulo Queiróz O Deputado Fede - ral eleito Saulo Queiróz (PSDB) teve um encontro em Brasí lia, com o futuro Presidente Fernando Henrique Cardoso pa­ ra discutir uma solu ção do alto custo do financiamento rural.' Saulo sugeriu a CRIA à substituição da TR por outra taxa menor que dê condições aos produtores de paga - rem sem o risco e "quebrarem". Várias alternativas foram a presentadas. Página - 03 Bela Vista-MS., 07 de Novembro de 1994 OF!CIO NO 033/94 Senhor Diretor, A Comarca de Bela Vista foi elevada a 2<1 entráncia. Para todos nós do Município represen­ ta mais um passo adiante no progresso de nossa região. Contamos com a colaboração desse Jor­ nal, a fim de agilizarmos a instalação - dentro do menor tempo possível. Antecipando nossos Agradecimentos Kle ber Loureiro Medeiros - Presidente ' da Sub-Seção da OAB - Jardim/MS J ~ r )• BB LIBERA RS 2,6 MILHÕES PARA OS ASSENTADOS Governador Pedro Pedrossian . Com assistência técnica garan tida pelo Governo Pedro p d. e ros- , sian, através da Empaer (Empre- A sa de Pesquisa, Assistência Téc nuca e Extensão Rural), 1.348 $U familias de colonos de 15 proje tos de assentamento em Mato 'I Grosso do Sul receberam mais u- ma parcela de recursos do Banco do_Brasil, no valor de R 2 mi- S lhoes e 654 mil. l O_G?verno do Estado ainda - l P?Fticipa da comissão que apro­ os projetos, como parte do Procera (Programa de Apoio à Po litica de Reforma Agrária). Pagina 09 -Wilson Afirma que Concluirá as Obras de Pedro Pedrossian Pâgina - 09 I .... Pesquisa de Preços nos Mercados de Caracol-MS Superintendenfa Nacfonal do Abate1monto -UMA~/DEMS,Departamento de Pusqufas e Estudos de Mercados - E?SM.Del Caracol- Pqulus realfzada em 08/11/9 L Rglonat de Mo ros os 5u! . . r-- • •--~ - - ---- ,-- Na l,PI p.Mi Mr.«do MtIn! Me+ !krc.(,1"' taa r I [) 111: ' () !) TI i,! ri t: ratol Mradr melra' Cado Pa ria f 2 13 2.20 Sabao em Pedra pct 1kg Minerva 1 59 0.74 Espumante Brilhante 1.50 1.35 1.29 Deterg.Líquido fr 500ml . [Minerva n t.n 0 43 0.41 0.43 0.35 Limpol o ,.n .5 n ,.n o . .:n 9 5 0.31 1 Diversas Marcas n n n ( 0.28 Desinf.Liquido fr 500ml Pinho Sol 1 ?R l '.10 1.14 1.10 0.98 [pho -f1 1 10 . •'O. 78 ?RO!JL !05 Piat Lux Dveras Marcas Jlorti granj oiro:; Tomate Batata Inglesa Cebola Cenoura Banana Nanica 0,(() ' ;'f l AUTO POSTO PANTANETRO (Cidade) Abastecimento, lavagem, lubrificação, troca de óleo e polimento. L E para melhor atendê.-los ternos também gelo e gás._. _ • 1 ' ,, 0.60 O.F.O 0.50 0.60 n.1:0 o J'í kg 1 1. 90 J. 70 ?,00 t. 1,0 1 1 an 1 .líO 0.60 0.75 1 20 o. 7() 1.00 0,80 ,- o. 70 0.75 1 0.60 0.65 0.60 {)./lr) O.líO o. 70 1 0.60 0,75 O 70 o. 70 O.fi'i ------ AUTO POSTO PANTANEIRO n (no Nabileque) l Agora você já pode pescar no Nabileque e região sem se preocupar • • em transportar combustível. Para'melhor atendê-los o Auto Posto Pantaneiro também te atende no Nabileque. Ambos com 24 horas de atendimento Fones: (Q67) 287-1238 • 287-1335 - Porto Murtinho-MS 1 ' 1 • [ -- . ----... OME RCIAL ELS @g.1L1: 1 • Z Artigos importados 1 ; ~.., em geral, eletrônicos 11·· - bebidas, motores de] , g popa, taça e pesca. ' - 1 PonfRA LGUES RURAIS CERTEZA DE BONS NEGÓCIOS UMA EQUIPE ESPECIALI0ADA PARA SERVIR VOCB TODAS AS SEGUNDAS-EIRA LEILOES NO TATERSAL DA SANTA RITA DA PORTEIRA ORGANIZAMOS, PROGRAMAMOS E O LUCRO É SEU FONE (067) +39 - 1558 PORTEIRA LEILOES O NOME CERTO** ~ -- - ... ...,,,,, I»e FUNDADO EM: l Tribuna da Fronteira ' . DIÁRIO REGIONAL : . . • . 20/02/1972 - BELA VISTA - MS R- REDATOR clIEFEl:I lira.Ido Pere~.i -~ EXEMPLAR: R$ 0,50._ ~~ COMERCIAL':' Mari.i Estela Vel.::tsquez Pereira_ ASSfii:AYURAS':' ! i SECRETARIO DE REDAÇÃO: UBa1dino Rodrigues [SEMESTRAL: R$ 45.00 REPORTAGENS:' João Carlos Velásquez, André valo ,AL:' R$ 90.00 Fi.rmillO de Ba.rro's . . . 'fJII ~ cRKFICO:] + S ORIGINAIS REDAÇÃO! 1 DEPARTAMENTO COMERCIAL E PARQUE • VIADOS l REDAÇÃO NÃÇI A ida Tribuna da Frontei.ra, 564 -- CAIA POSTAL - SERÃO. DEVOLVIDOS. OS ! 2;e~ FONEl:I (06!71) 439 - 1410 - BELA VISTA - MS: ARTIGOS ASSINADOS NÃO l...... ..,i. A 5., { REr.Er EcEs­ figa@GisKis Jardim, Porto Hurtinho, Antonio Joi°° [4TE A OPINIÃO DO - 1 r~- Grande e Correspondentes JOIL'UL _ • Bonito, Caraco • .,.....,.o J -e~m~B~ra~s~{:l::ia~· ~e~S:ã~o~Pa;ul~o::;:::-::::::--;::---:i:;:;;;;~:-'ui>Ãl FILIADO A: de Jornais - L'IDA ADJORI E ABRAJORI Propriedade da Rede Bela!stense J:.rr~~ - 1 r C1 "l ~n~ /nnn1 /Q JORNAL, 'TRIHUNA DA FRONTEIRA Pois é, Tribuna da Fronteira sem o Pedro Pedreira é um Jornal comum, vaida­ des à parte, é isto mesmo. Com o PP o Jornal fica maio vi­ brante, combativo e interessante. As prcnsões valoram, o PP voltou. O CASO DAS MOBILETES Muitos meninos e meninas, adolescen tes, estão com o pa­ vio curto, e não é prá menos, a proibi­ ção do uso das mobi­ letes gerou várias crises familiares. To dos os dias a pergun ta: "Por quê o filhÕ (a) do fulano pode?!' Se é para proibir vamos proibir para todos, sexta-feira - fui testemunha, vi uma "criança" pilo - tando a sua Moby a 60 por hora. E temos casos dos meninões , menores, piloteiros de carros, a 100 por hora, que tal inici­ armos uma caçada tam bém neste setor? Sem privilégios. CONSELHO DIRETOR DO ROTARY ro BELA VISTA, 4 • reir O EHCO.HTRO DE WILSON E PEDROSSIAN . I' ,, 1 Os "xiitas", de ambos os lados, não gostaram; respiram o ar contaminado do revanchismo e dora­ dicalismo, estão per didos na poeira do tempo e são alimenta, dos pelo sangue vi ciado da intolerãn - eia. Não poderiam gostar. Quem conhece Pe - dro Pedrossian e Wil son Barbosa Martins, conhece a randeza e a dimensão política desses dois estadis­ tas. Não seria meia dúzia de hienas que atrapalhariam.os obje tivos desses homens de fazer do Mato Grosso do Sul um Es­ tado modelo para a Nação. Este sempre foi o propósito de Pedros­ sian. E de Wilson. Divergências polí ticas à parte, sem= refalou mais alto os interesses do Es­ tado, do povo sul-ma togrossense. No encontro do Governador eleito com o atual Governa­ dor, Wilson disse "farei de tudo para concluir as obras de Pedrossian, apresen­ tei 50 emendas ao Orçamento da União para continuação das pavimentações de es­ tradas e conclusão - de hos itais. Isso revela minha disposição de não parar nenhuma obra". Já Pedrossian, re tribuiu, dizendo que "mais parecia um en­ contro de companhei­ ros de campanha, foi excelente". Esse encontro, de Wilson e Pedro, deve servir de exemplo à muitos políticos (po líticos?) que ainda não aprenderam a cap taro recado do povo, dn., .ru.1 .. , o brasil novo é o Bra­ si! da maturidade , da competência e do di - logo. Somando esforços, aparando arestas tirando o dedo do q_ tilho, Dela Vi,ta também poderá dar exemplos de maturida de, estamos cansados de "cachorros lou eo:.", de divisões i­ ..otas e retróqra das, precisamos e vamos, avançar no tempo, estendendo as mãos, respeitando i­ déias, posições, sem que isto leve ao ra­ dicalismo e imposi - ção de barreiras que impedem o nosso de - senvolvimento. A hora é esta, va mos quebrar as bar= reiras da intolerãn­ cia e do radicalis - mo. BASTA de política de roça, dos coro néis. ***** O Conselho Diretor do Rotary Club de Be la Vista reuniu-se quinta-feira à noite,na sede do Clube. Na pauta a elaboração de um regulamento para o uso da sede, por sinal uma das melhores do interior, Bela Vista tem mais um motivo para se orgulhar do Ro­ tary, realmente ficamos com uma sede digna da tradição belavistense. Quando falamos nós, falamos a comunidade. FALANDO EM ROTARY o movimento iniciado pelo Clube (e esta Tribuna) em defesa do meio ambiente, já ga nhou manchetes nos jornais da capital. O Diário CORREIO DO ESTADO publicou extensa matéria a respeito do assunto. O objetivo maior é sensibilizar as autoridades e con­ seguir verbas para aplicar em Bela Vista. o problema do lixão foi resolvido. Pri­ meira etapa vencida. eleição prá ninguém - FERNANDO JORGE DE 'BARROS e GERALDO MURANO". Falou e disse. Pois é, PMDB e PSDB. OUTRA Já o outro, como quem não quer nada, re bateu: Que nada, aposto no GARIBALDI DA ROSA NETO e RONEY MORAES SIMOES. NORMAIS Esses tipos de comentários são normais, se bem que ainda é cedo, muito cedo para definir nomes, nunca esquecendo que o Ed - son Moraes está mais vivo do que nunca, e mais, vai pesar e muito os dois anos do A­ braão com o Dr. Wilson Governador. A histó ria será outra. DENONCIAS ELEIÇÃO NA CÃMARA Em Bela Vista está tudo tranquilo, quan to à eleição da Mesa Diretora,a Vereador Orlanda Freitas dos Santos é a mais prová­ vel candidata à Presidente, nos Bastidores fala-se que poderá ocorrer "surpresas",mas não passam de comentários. JÃ EM CARACOL A cobra começou a fumar, matéria publi­ cada neste Jornal elogiando o trabalho do Vereador Josélio dos Santos gerou vários e diversos comentários (e também ciumeiras). Fala-se que o candidato à Presidente da 0 Cãmara (acertado) seria o Vereador Thirson Ferreira Leite, mas o nome de Josélio sur­ giu naturalmente entre alguns Vereadores. Nesse negócio de eleição da Mesa nem sem - pre prevalecem os acertos, quase sempre ocorrem surpresas. O passado é pródigo de lições. PREFEITÃVEIS EM BELA VISTA Eles dizem que não; sorriem mudam de as sunto, mas a verdade é que as conversas nos bastidores já começaram. Garibaldi da Rosa Neto, Ricardo de Souza Rosa, Marcos Barbosa, Fernando Jorge de Barros, Fernan­ do de Freitas Elias, Edson Moraes (ele vol tou com força total à Presidência do sinaR cato Rural); Carlos "Cachito" Ocariz e Ro­ berval Borges - entre outros são nomes co­ tados para disputarem a sucessão do Abraão Zacarias. .__ n_o_B_RAD-:--_I_N_HA __ D_E_RE_S_P_E_IT_o __J,- O moço chegou na tribuna e disse· "Tenho uma dobradinha que não perae a _Imprensada capital denunciando a inva­ sao de pescadores paraguaios no Nabileque, praticam a pesca predatória e depredam o • Pantanal. A denúncia partiu do Major Rabe- lo, Comandante da Polícia Florestal. Em Porto Murtinho a população acredita que com a saida dos turistas da região, os pes Para Saulo, a nova regra de F cobrança de juros - cadores paraguaios sentem-se a vontade pa­ ra praticar toda sorte de agressão à natu­ reza. E agora? 1 PLANO REAL AFETA INTERESSES DOS PODEROSOS 1 O Ministro Ciro "pavio curto" Gomes disse que o êxito do Plano Real afeta os interesses dos poderosos, quanto a seu es­ tilo disse que não nasceu na nobreza e só sabe falar como aprendeu a falar. O Plano Real está dando certo, só diz o contrário aqueles que sempre lucraram com a inflação os especuladores e párias, os vampiros dos que trabalham. Pau neles, Ministro. DENÚNCIAS Todo e qualquer abuso deve ser denuncia do, nosso Jornal está inteiramente ã dispo sição para publicá-las. O sucesso do Plano Real não depende apenas do Governo, muito mais do POVO. A comunidade deve engajar-se nessa lu - ta. Diga não aos especuladores proveitadores. Não compre se o ver abusivo. agiotas e a preço esti Pesquise. Pechince. Vamos à luta. Saulo pede a FHC o fim da. TR para Agricultores O Deputado Federal eleito Saulo QueirÕz (PSDB)­ teve um encontro, em Brasília, com o futuro Presi dente Fernando Henrique Cardoso para discutir ua soluçao do alto custo do financiamento rural. Sau­ lo sugeriu a substituição da TR por outra taxa me­ nor que de condiçoes aos produtores de pagarem sem 0 risco de "quebrarem". Várias alternativas foram :presentadas pelo futuro parlamentar sul-matogros­ dense a FHC e hoje ele estará reunido com técnicos ~ Ministério da Fazenda para prosseguir a discus­ sao com o respaldo de Fernando Henrique. Saulo disse a Fernando Henrique que "os fundos constitu:ionais, no caso para Mato Grosso do Sul ,S> não terias nenhuma arrie1aaae ara e1±si - , TR • A proposta do Deputado eleito é estabe- ecer uma taxa de juro fixa nos empréstimos do BNDEg, d exeplo da cobrada - Juros de Longo Prazo. • que e a TJLP - Taxa de t ~ueirõz acha que o Governo, se quiser pode mui , ?em apresentar uma solução para o problea ar aos agricultores um novo est!m 1 e No encontro com técnicos do - tar a produção sem a - u o para aumen - da, o Deputado Federal 1 i Ministerio da cobrança da alta taxap~eojcupaçao de sofrerem com a uma in - e e to Saulo Q •• mentos. te uros sobre os financia - s: alizacão de al{vi ue1roz rais. .o para os produtores sem a TR - sobre os financiamentos d. d tituci i d tos rundos cons- u onas levem ser retrativos • lh d ª pr melro de ju _ o, quando entrou em vigor o Plano Real rural nao pode suportar a alta taxa de j • ~ setor vertu Queiroz na conversa ce Fernana'j"%, ad Cardoso. enr que Saulo disse tab si» se «os.. 2.2222 ses » rs tor primário da agric lt - poupança, o se - u ura nao tem co . com essa taxa. o co:viver - Precisamos mudar esse quadro e o sensiv 1 Fernando E e a essas questões", afirou. es:a Outra proposta de Saulo Queiyz. - da TR sobre os empréstimos e roz e a eliminação - destinados aos pequenos PS recursos do Tesouro, Go - produtores "Acrd1 o verno nao teria h e to que co a ccranca a m"]"a4ifteu1ade era acaa: cultores", afirmou. re financiamentos dos agri- Fazen­ espera ru- Saulo e t n rou nessa investid ser um momento oportuno de a· a antes da posse por Juste ao Plano Real. lo o J0RAL TRIBUNA DA FRONTEIRA DIAPIO REGIONAL, Observação da Ética na Imprensa é a Proposta do novo Presidente da Adjori O ADYOGN>O ROSJJlIO CONGRO NETO, DIRETOR DO JORNAL DO POVO, FOI ELEITO, POR UNANIMIDADE, PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO JORJfAIS DO INTERIOR DO ESTADO E TEM COHO MISSÃO PRINCIPAL A DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSO COM ÉTICA 1 ).-Tribuna Livre 1 Banco do Brasil Incentiva­ o Lazer er Detrimento do Trabalho A respeitável instituição de crédito que traz noecu bojo o nome deste Pa!e por décadae de trnbnlho operante como estimul~ dora do trabalho produtivo, re­ cebeu o respeito de todo aso - cedade brasileira, mostra ago­ ra, aos olho de quem quer ver, um péesimo exemplo de aplicação doe oeus recursos financciroe, Não é surpresa prá ninguém, admitir n burocracia e as· exi - J t - Flôres gências que se requer de quem' E ---­ quer financiar máquinas e implementos para o tra bolho e é exatamente nesse ponto que manifesta - mos o nosso constrangimento, quando vimos, estam pada à frente de todos os Caixas de suas Agênci­ as, uma "propagandinha" que informa que o Banco está financiando ANTENAS PARABÕLICAS e TELEFONE . CELULAR! Vivendo, como vivemos, num País que pre cisa de' estímulo para o trabalho com a criação e o incentivo à pequenas empresas que geram empre­ gos e matam a· fome do povo, aquela outrora res - peitada instituição se comporta como um "banqui­ nho" qualquer, estimulando os seus clientes a ad quirir, sob.financiamento, antenas e telefones - celulares, coisas que no nosso cotidiano, conhe­ cemos como coisa de gente rica· e que por conse - quência não precisa de financiamento. O horrível anúncio, mostra ainda uma MARCA do produto, fato que nos leva a acreditar, que no fundo, no fundo, existe um " conchavo" que como tantas coisas erradas que infestam esta naçao.,'. ( .. Nação? !.'') onde somente quem não precisa, tem lugar e prioridade no mundo dos financiamentos. Reclamava há poucos dias, um pequeno produtor rural, que vem tentando financiar alguns imple - mentas agrícolas e está encontrando dificuldades. Sugerimos-lhe, que tentasse financiar uma ANTENA PARABLICA, que os problemas seriam de mais fá - cil solução. • ' são fatos dessa natureza que nos deixam incré dulos nos nossos governantes. Fala-se em peque: nas empresas e na necessidade de estímulo à sua produtividade e quando se chega à Administração de uma Agência bancária para se conhecer de per­ to o que se pode fazer, começa o interminável re lato de exigências, que tiram o estímulo de qual quer um que queira produzir. - . Essa história de INCENTIVOS não passa de uma tremenda enganação e a culpa de tudo isso é des­ sa "corja" de maus governantes que niio pensam. e nunca pensaram em fazer deste imenso e rico País alguma coisa digna e honesta! O mundo inteiro conhece a história do Japão e da Alemanha, que depois de destroçados pela guer ra, ressurgiram das cinzas através do trabalho , estimulados pelas instituições de crédito do Mun do inteiro,e fizeram surgir esses dois monstros no bom sentido - da economia mundial. A solúção para o desenvolvimento deste País , está no apoio à pequena empresa, pois os grandes formam seus "carteis", são irredutíveis nos seus propósitos gananciosos e não precisam e nem tam­ pouco merecem ajuda, mesmo porque, têm condições de andar ocm as próprias pernas. Além de tudo quando financiados, conseguem "meios" de enganar, surrupiar e lesar o Õrgão financeiro. Que o diga o coitado do PROAGRO, que cobriu muitas "levou - ras perdidas" de quem nunca plantou um só pé de milho, mas que nunca teve problemas de cobertura de perdas com gente de menor estirpe, verdade! - ros agricultores ou pequenos produtores rurais, Quando vimos, através do adesivo pregado na boca dos caixas do Banco do Brasil, a "carinho - sa" e ridícula alusão ao financiamento de Ante - nas Parabólicas e Telefones Celulares, chegamos à conclusão que este País não quer nada com pro­ dutividade e com trabalho e priorisa o lazer e a recreação como metas financiáveis, t uma pena, que muitos honestos e corretos funcionários do Banco do Brasil, à quem conhece­ mos desde suas origens, não possam manifestar o seu repúdio à esse tipo de "aplicação· finan'cei - ra". Se pudessem, temos certeza, muitos o fariam! Enquanto se financiam Antenas ParabÕ1.icas , muitas "antenas" produtivas estão sendo jogadas no lixo, deixando de mostrar a imagem de um País, cuja sociedade está a pedir trabalho, honradez e administradores voltados para os seus mais rele­ lm".tes anseios 1 Só o incentivo ao trabalho, poderá ~era ala­ vanca, de onde poderemos levantar esta terra aos olhos do mundo! Enquanto se financiar antenas, seremos um ban do de alegres_·a8Awdos! s A AdjorI/MS (Asso!a­ ção dos Jornafs do Inte­ rfor do Mato Grosso do Sul) elegeu no último dia 30, em Ponta Porà, sua nova l>iretor.l.a pnru o mandato 1994/95. 0 Advoado e Diretor do Jornal do Povo, Ror;á­ rio Congro Neto, foi e - leito, por unanimidade, e já foi empossado, Mas no próxima Assembléia da Entidade, cm Campo Gran­ de, ele receberá todas as Informaçoes e documen tações da Diretoria ante rtor, que era prestdd por Jorge Pacheco, de A­ mambai. A Adjori é uma entida de que visa congregar to dos os Diretores propri etários de Jornais do r ter1or do Estado de Mato Grosso do Sul na busca de soluções e aperfeiçoa Para Rosár', o momen mento para uma melhor pa to é de valorização dã drontzação e organização entidade. Ele já está de das.empresas jornal!sti- fir.irxlo com a Diretoria - cas nos seus ideais. projetos que irá desen - Rosário, apesar de e- volver durante seu manda leito por unanimidade , to. antes mesmo da posse, já e sua intenção de iní tinha estabelecido algu- cio realizar cursos de mas metas, as quais pre- capacitação técnica para tende desenvolver duran- o exercício da atividade te seu mandato, Sua pri- jornalística com a reali me[Ia medi- e zaçao de ge da na pres_! "A Adjori não a - minários e dência da l>re mão de lutar pa- palestras , entidade ra que jornais e lei já que a foi reduzir tores expressem suas maioria dos o período - verdades sem ferir diretores - de mandato os valores do povo de jornais de dois pa- sul-matogrossense". nao possuem ra um ano. Rosário Congro Neto formação u- Ele acredi- niversitá - DOS - ta que um ano é tempo su ficiente para adminis trar a entidade e que se houver necessidade de permanência é só buscar a reeleição. Sua missão inicial é o de desenvol­ ver campanha em todo o Estado para filiar mais jornais. "Existe um gran de número de jornais que ainda não estão filiados à Adjori. Eles precisam ser convidados para inte grar e fortalecer a enti dade", disse. ria em Comunicação Soci-. al. Rosário quer também fortalecer os jornais junto a iniciativa priva da, de modo que os mes - mos não tenham que ser sustentados unicamente - por setores que buscam somente a promoçao pes - soal aproveitando-se da fragilidade financeira - de alguns periódicos. Ou era proposta de Rosário é o de realizar um traba lho de integração com o ebrae e com a UFMS (Uni versldade Federal de Ma­ to Grosso do Sul), visan do firmar convênios para realização de cursos em Administraçao empresari­ al e prática de jornal!s mo, Fazer uma parceria - com o Sindicato das Agên c1as de Publicidades d Estado do Mato Grosso do Sul, visando assegurar - uma veiculação mais ela­ borada da comercializa - - nhar dentro da ética,sem ferir, em momento algum, o ideal da liberdade de expressão. "Adjori tem este tema como preocupa­ cão e não abre mão de lu tar para que jornais e leitores expressem verda dessem ferir os valores do povo sul-matogrossen­ se", acentuou. NOVA DIRETORIA Juntamente com Rosá - cão e visual dos espaços rio foram ecpossados os • publicitários ·nos jor - demais membros da Díret~ nais e oferecer sugestô- ria da Adjori, os quais es de como o empresaria- são: João Natalício, Por do pode utilizar melhor ta Porà (Ig Vice-Presi -- a ~Ídia jornalística do dente); Ivaldo Pereira ·' interior do Estado, São Bela Vista (2g Vice); Jo dois dos itens que Rosã- sé Roberto Luchete, R rio pretende colocar em Brilhante (19 tesourei - prática como Presidente ro); Nair Martines de da Adjor1. Martins, Dourados (29 Te Mas o ponto alto de soureiro); Dorival Sezar sua Administração, segun Quintana, Dourados (lQ do Rosário, será a obser Secretário); Adiles do A vancia da ética Jornal{s maral Torres, Dourados: tica de modo que os jor- (29 secretário); Ivaldo nais cumpram suas mis - Pereira, Bela Vista (DI­ sões em defesa geral da retor Cultural). O Conse sociedade sem acusar ou lho Fiscal da Adjori, se atac: qu quer que se- rá composto por Jorge Pa ja, sem base legal ou es cheo, de Amambai; Dupre cudada em fato concreto. Garcia Coelho, Canapuã e Rosário entende que o Pedro Arizoli, Nova An - jornalismo precisa cami- dradina. litria do Povo Realizamos uma campanha eleitoral lim­ pa, sem agressões e com muita animação. Nossas propostas foram construidas a partir de muitos debates e sempre levando em consideração a verdade e os anseios do povo sul-matogrossense. A vitória então não é só minha, mas de todos nós que desejamos um Mato Grosso do Sul mais humano, com desenvolvimento, Jus tiça, segurança, educação, saúde e traba­ lho para todos. Não fizemos falsas promessas, ã todo tempo sempre mostramos que iremos_gover_ nar com o povo. As dificuldades não sao poucas. Mas sabemos também que nao ex1s " tem soluções mágicas. So com muito traba­ lho honesto, dedicado e com grande vonta­ de de servir ao povo é que venceremos os grandes desafios que nos esperam. Mas tenho grande esperança em nosso ES tado eno Brasil. Minha fé no povo foi retribuída com a grande votação que rece­ bi nessas eleições. Elegemos dois Senadores, quatro Deputa dos Federais e oito Deputados Estaduais. Esses homens e mulheres valorosos sa­ berão bem representar também no nosso p~ vo. Vamos começar uma nova era, com traba lho e dedicação. Mas não iremos governar sozinhos. Eu e minha equipe, os Deputados e se­ nadores, os Prefeitos e Vereadores, so,­ mos poucos. Mas seremos muitos se contar mos com a participação efetiva dos fun - cionários públicos, dos Professores, dos médicos, engenheiros, comerciantes eco- ·merciários, empresários, policiais civis e militares, corpo de bombeiros, estudaE tese donas de casa, trabalhadores da ci dade e do campo, enfim da grande maioria de nosso povo que também deseja mudar o que aí está. vamos começar logo, para podermos co­ lher os frutos do progresso e da justiça social ao longo de nossa jornada. Quero agradecer à·todos, aos que mili taram na campanha e aos eleitores, mas quero também convidar o nosso povo a me ajudar a governar com sabedoria, respei­ to ao próximo, probidade e dedicação. Governador-Wilson Barbosa Martins 1 • JORNAL TRIEUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL. BELA VISTA, 1? 1 • INFORME TF UBALDI!O RODRIGUES CRUZAMEUTO PERrr.oso COMF.c;A A PROVOCAR ACIDENTES GRAVES !l:Í tcmpon tcmo11 alertado ll!J nuturidndcr. respo,n sávets sobre o perigo que representa o cruzamento dn Ruo Duque de Caxias com a Bnrõo do Lndário, cm {rente Padaria KCrol1na, cu]a preferencial é a Ruo norõo do Ludáriu, mos muitos motoristas pare - cem niio saber disso e no maioria dos vezes os que transitam pela Duque de Caxias atravessam o cruza­ lJento nn 111aior trnnquilidodc sem olhar pum os lo (ou, lsHo quando niio estão desenvolvendo altas ve­ loddadcs, No!J últimou dias pelo menos dois acidentes mais' 6~rlos, como colisões, inclusive um deles cnvolvcn do motociclista, foram registrados no local, fel1z mé!ltC nõo houv~ .vítima fntnl, mos antes ctue isso - ncontuço é preciso que os órgãos responsáveis to­ nem providências necessirtas para acabar com esse verdadeiro perigo que representa o cruzamento dos duns vias públicos e que tende n se acentuar ainda ais daqui para frente, quando nosso cidade começo a receber dezenas de jovens, filhos de Belo Vista que estudam cm outros cidades, além de visitantes, numnntondo considernvolmcnte o fluxo de v~ículos. Aliado no foto de que ossos pessoas desconhecem ainda mais o perigo do referido cruzamento que nãc possui uma sinalização adequada, podem vir o serem causados sérios transtornos à família belnvisten­ se, antes que isso aconteça é preciso que sejam to madas as medidas cabíveis e nccessnrios o mais r~ pido possivel, soe for o caso, construindo um que - bra-molns bem grande nos dois sentidos do ruo Du- que de Caxias, que é poro os motoristas entenderem que a preferencial é a ruo Barão do Lndário~ PESQUISA DE PREÇOS DA SUNAB CONTINUA INCOMODANDO Temos notado que a publicação das pesquisas de preços rcolizndos pelo Posto local do Sunnb e vei­ culada cm nosso Jornal, relàcionando apenas os mer cados que oferecem os preços mais baratos cm cndo produto, continuam incomodando muitn_gcnte. Sobe mos que a maioria dos comerciantes nno gostam da - formo que O pesquiso é publicada, alegando que elo é tendencioso e que beneficia alguns estabelecimen tos comerciais, cm detrimento de outros, que .nao aparecem nos pesquisas. e justamente isso que queremos, mostrar clara - mente aos consumidores os estabelecimentos que ofg recem os melhores preços, que são aqueles que apa­ recem nos pesquisas com o relação dos produtos que teles vendem mais borato que os outros, mesmo que seja apenas uma mercodorio. conscquentelllentc, ·os estabelecimentos 1u~ praticam preços mais altos não aparecem nas pesquisas de preços dos mercados e supermercados do cidade. só para deixar bem cloro, essa iniciativa nao é do Posto local da Sunnb, é do Jornal Tribuno da Fronteira, que dessa forma deixa de gastar um espa ço de mais de umn página poro publicar um monte de preços para cada produto, mercado por mercado, pro vocondo inclusive uma verdadeira confusno na cabe­ ça do consumidor. Além disso o grande vantagem des safo= de publicação de pesquiso que temos adota doê a de que O consumidor pode pegar o Jornal e sair direto poro o Mercado_fazer suas compras, po­ is ele já sobe que ali estão relacionados apenas os que vendem mais borato, quem nao aparece na ~es quisa é porque vende mais caro que os outros, do - paro entender? se for preciso voltaremos o expli - car esse assunto ORLANDA FREITAS DOS SANTOS PODE SER A PRIMEIRA ~llfLHER PRESIDENTE DO .LEGISLATIVO BELAVISTENSE. Pelo andor do carruagem do Câmara Municipal de Beln Vista, 0 Vereadora Orlandn Freitas dos San - tos, do PMDB, poderá vir a ser a primeira mulher a presidir O Poder Legislativo Belavistense, a por - tir dn prõximo Legislatura. Pelo menos é O que apontam os indicativos poli ticos até O momento, como analisamos a seguir: o PDB, partido que detêm a maioria dos membros da Cnmoro Municipal, pela logico, deve eleger o prox! mo presidente no mês de Dezembro, antes do final da atual. Legislatura; dos cinco Vereadores do par tido Marcos Elias Rios da Cruz ja ocupou o.cargo, Fe~ndo de Freitas Elias é o autol presidente do Casa e nmbos não podem retornar ao cargo; o terce! ro Vereador, Israel Chamorro_da Rocha, como suplen te no exercício do mandato nao pode disputar a pre sidêncio da cosa; o quarto Vereador peenedebista , ·Fernando Jorge de Barros, pelo que temos apurado - nos bastidores da Política Municipal, já está escg llú.do paro ocupar o cargo de secretario Municipal de Obras e serviço&, Públicos a partir do dia 1g de Janeiro, com isso sobra a vereadora Orlanda Frei - tas dos Santos, at·ual .primeiro Secretaria da Cama- .. ra Municipal , paro vir a ocupar o cargo_de prest . dente, o.que será um fato inedito na historia PolJ tica de Belo Vista, Com o afastamento do Vereador Fernando Jorge - de Barros, paro ocupar o cargo de Secretário Muni­ cipal de Obras, João Kalife poderia retornar ao Le gislotivo,podendo inclusive pleitear o cargo d; Presidente, pois é Vereador eleito, mas por enquan to nao existem cogitacoes nesse sentido e o suplen Fe imediato, N&lo Di6rio, deverá ocupar a vaga • aberta pela saída de Fernando Jorge de Burros, e CM,ao suplente, também não pode disputar a Pre'A»rcIa da Câmara Municipal. Outra Hipótese, mais remotrr que nio pod ser descartada, é um enten­ dimento entre os Veres dores dn situação e da opoaiçÕo poro n compos! cão da meco dirctoro do Câmara Mun!cipal para a próxima Legislatura, on de o nome do Vereador - Geraldo Pinheiro Murnno pode ser viabilizado pn rn disputar a prestdGn­ cio do Legislativo Bel~ vistcnsc.. Como n'Políticn e dinâmica, tudo pode a­ con teccr, !IL'.IB pelo que temos sentido não dcv~ rã haver surpresos e Orlando Freitas dos San tos é no momento a m. is forte candidata a presidência do CÕmnro - Municipal de Vereadores alicerçado nos dois anos de experiência que o cargo com certeza lhe proporcionou, "NATAL DA SORTE" EM JARDIM, E Edital de Convacação Orlanda Fre'tas dos Santos, a mais forte - cnndidota n presidên - c1a da Carara Munfci pnl de Vereadores. de 1? Secretária - DO SILENCIO EM BELA VISTA Quem passar pelo viz!nhn cidade de Jardim res - ses dias vai notar umo grande movimentação no e~ mércio local, com suas fochndos e vitrincs remode­ lados e decoradas com efeitos natalinos e, o me lhor, poderá participar de uma grande promoção qu~ envolve praticamente todo o comércio daquela cida­ de, denominado "Natal do Sorte", onde os clientes dos mais diversos estabelecimentos compram o pre - ços promocionais e ainda concorrem à valiosos pr~ mios no Notol, como o sorteio de um carro zero qui lÕmetro. A promoção é do AssocinçÕo Cnmerciol de Jnrdim,presidida pelo dinâmico e atuante Sérgio M~ retto. E Belo Visto? Bem, aqui os coisos são bastante diferentes, não temos até agora noenhumo promoção - de Natal, o nosso comércio ando mais parado do que água de poço e parece-nos que está faltando atê mesmo uma maior integração do classe, que mais uni da poderio viabilizar alguma cc'sa mais atraente aos consumidores. Pensem no assunto, ainda é tem­ po de bolor uma maneiro de pelo menos evitar que muitos bclnvistenses procurem outras praças para fo zerem suas compras de Natal e final de Ano. FUMO REDUZ FERTILIDADE MASCULINA, DIZ ESTUDO O Patrão em exercício do Clube do Le.­ ço de Dela Vista, no uso de soas atribo! coes, convoca à todos os sociados para Assembléia Geral extraordinária que e - realizará na Sede do Clube, sito Parque de Expomices, Bairro da cancha, bela V!ta - MS, no dia 14 de Nov<•nbro PREÇOS PROMOCIONAIS DE INAUGURAÇÃO »+ , 3- w , )1 Jii -a::...a. ' tta«ti JARDIM MS • 1 ---·n ; na±sé -..- .--...: •: -< - . -- - .. . -. - • .... ... -, ·-. . -. HOTEL BEIRA-RIO Apartamentos com ar condicionado, frigobar, freezer para peixes, barcos, motores e piloteiros experientes. 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Rahal e o Presidente do Intoract Augusto - Cêzar Rahal, arrecadando alimentos, roupas e calçados para serem entregues no dia 10/11/94, às 17:00 horas às famílias ca­ rentes de Bela Vista. Abaixo Flagrantes da entrega 1 " ·- r.· 6. ... ~:. . . . - . Companheiro. e Companheir, o nosso Fotary vive momentos de intensa partici­ pacão e realizações, com a ampliação d sede estamos servindo a comunidad, di - versas reuniões e eventos de não rotarisl nos foram realizadas. Para o mês de no z ' vembro vários eventos estão programados.[ ó Rotan1ct e o !nteract Eoran tl'ntiv, 1 1 dos, os jovens_estão desenvolvendo ca? nhas de assistência aos mais carentes, ] EstarnoG engnJado~ n ca~p~nh3 e, dcfcl' sa do meio amiente, através do Jornal TRIBUNA DA FRONTEIRA procuramos sensibi-, lizar a comunidade, ~obllizá-la p.r, ,• defesa de nossas riquezas naturais, so­ bretudo do Apa. Esta campanha já chegou aos Jornais da Capital. O projeto cultural, editar livros de autores belavistenses, está pronto no início do próximo ano ocorrerá o primei­ ro lançamento. Através de eleição, contando com re - cursos oriundos de doações e créditos an teriores, sexta-feira passada fizemos ma is um Companheiro Paul llarris, o copa - nheiro Carlos Alberto Ocáriz, numa ini - ciativa do Conselho Diretor, soberano em suas decisões. O Rotary está, mais vivo e vibrante do que nunca. As obras na sede do Clube continuarão o objetivo do atual Conselho,Diretor, de entregar uma _sede moderna, ampla, não só aos sócios, mas à comunidade continua. E continuará.' , O tempo é de FAZEDORES, nenos discur­ sos e mais AÇÃO. Esse ê o lema do atual Conselho, tendo como guia o SEJA AMIGO. Mas,tudo isto, todas as realizações - materiais cairão no vazio se não houver no Rotary COMPANHEIRISMO, TOLERÃNCI/, CA RIDADE e COMPREENSÃO. O Companheiro(a) precisa ter sensibi­ lidade para captar os anseios, o drama, os problemas de seu companheiro (a) de caminhada, às vezes um ATO, uma PALAVRA, um gesto fraterno, ajudará o companheiro (a) a se levantar, a olhar os amigos, o mundo, de maneira diferente, com fé e confiança. Pensem nisso- Companheiro Ideal Você Sabia? Torna parte ativa na vida do conjunto do Clube, dando-lhe respaldo suficiente pe lo bem de todos. Não levanta questões irn~ praticáveis, não murmura contra ninguém , não ouve intrigas, não fomenta discórdia e não cria dificuldades ao progresso do Clu be. Procura ser útil em todas as oportuni­ dades, dando aos encargos que recebe, to­ tal desenvoltura e atenção. Pratica o bem com o coração aberto, sem vaidades, sem orgulho, sem ostentação, bus cando aproximar os companheiros uns dos outros por meio de uma sincera e respeito­ sa amizade. Auxilia seus companheiros, assistindo - os nas dificuldades de cada um, procura-ser pontual nas reuniões, n~ troca diálogos - paralelos quando há um compànheiro usando da tribuna, sempre manifesta suas opiniões nas reuniões sobre os assuntos em pauta combate o que lhe parece injusto, ilegal ou falso, mas usa de linguagem ~levada,sem ofensas pessoais ou exaltação, para não maltratar ou humilhar qualquer companhei - ro. De forma alguma cria "grupinhos", não perde a serenidade, não causa mágoas a quem quer que seja ,dá tudo de si para conser - vara paz, a concórdia, a harmonia e a u - t ser Justo aos Interessados nião de todos. Fazer sempre o bem. Ensina aquilo que sabe e procura apren- Auxiliar ao próximo der o que não sabe. . sem olhar â quem. Agindo assim, caros companheiros, sere- 1 b d cruz Alta RS - Dist. 4660) •. mos verdadeiros no Ideal de Servir. (Jair Beck, do ROtary C..u e ' •••••••••••••••••• ************** n ores+s E±a. as e enw TG ................····"""""""""" "2"""""""e ""2:...... :- = • " genero. - tiram duas macas s mília da seguinte forma: ; eu pas- Por exemplo: so se . de cinco laranJª • - Ontem às cinco horas, ti tio e três maçãs; tres laranJaS 1 1e