vi. 
TRIBUNA DA 'FRONTEIRA 
DIÁRIO REGIONAL 
BELA VISTA/MS ANO: 22 	19 DE NOVEMBRO DE 1.994 - SABADO DIRETOR RESPONSÃVEL: IVALDO PEREIRA 
R$ -0,50 
DIPL0MID0S OS f 0RMIND0S DO JARDIM Ili 00 
INSTITUTO DE EDUCIÇiO DE BELA YISTI 
i 
-o+ ao«aia.laia+li«a----a	i 	ias a 
A turma de Formandos do Jardim III do Instituto de 
de Bela Vista 
.....::. ...... _ 
Educação 
A Escol a Particular 
Instituto de F.ducação de 
Bela Vista, dirigida 
pelas Professoras 
Shirley Godoy Lourei 
ro (Diretora Adminis 
trativa) e Jane de 
Melo Loureiro de Al­ 
meida (Diretora Peda 
gógica), realizou no 
último dia 15, terça 
feira, nas dependen­ 
cias do Clube Espor­ 
tivo Belavistense , 
uma bonita solenida­ 
de de Formatura dos 
alunos do Jardim III, 
integrado por crian­ 
ças na faixa etária 
de cinco a seis anos 
de idade. 
As dependências - 
do Clube foram total 
mente tomadas por 
pais, avós e familia 
res da turma de 30 
Formandos, entre me­ 
ninos e meninas, que 
usando vestimentas 
na cor vermelha e 
portando ramalhetes 
de rosa, foram rece­ 
bidos um a um sempre 
com uma salva de pal 
mas, despertando or­ 
gulho e emoção em to 
dos os presentes. A 
abertura da solenida 
de oficial de Forma= 
tura das crianças do 
Jardim III do Insti­ 
tuto de Educação, co 
mo não poderia dei - 
xar de ser, foi mar­ 
cada pelo canto do 
Hino Nacional Brasi­ 
leiro, onde ficou 
demonstrado todo o pa 
triotismo que, ape - 
sarda pouca idade , 
já começa a serdes­ 
pertado nos Forman - 
dos, fato evidencia­ 
do pela postura de 
civismo e respeito 
mantida por todos 
eles durante a exe­ 
cucão do Hino Nacio­ 
nal. 
0rientados pelas 
Proessoras Selenir 
Leite Pereira e Lu - 
ciana Godoy Bazano 
os Formandos do Jar­ 
dim III do Instituto 
de Educação estão su 
ficientemente prepa­ 
rados para iniciarem 
seus estudos normais 
na lil Série, basta 
dizer que todos eles 
são capazes de ler 
sem dificuldades. 
Após a solenidade 
de Formatura dos 
"pequenos", foi ofe 
recido um coque - 
tel com refrigeran 
tes à todos os que 
prestigiaram a boni­ 
ta solenidade no 
Clube Belavistense. 
OITO MOIL,ETES APREENDIDAS EM 
LI Z OI POLICIA MILITAR NI QUINTD FEi 
Nesta quinta-feira, dia 17, 
em blitz da Policia Militar de 
Bela Vista, realizada na Rua 
Duque de Caxias, em frente a 
C!RETRAN local, foram apreendi­ 
dos oito ciclomotores (Mobile - 
tes), sendo três por estarem 
sendo conduzidas por menores de 
idade e cinco por maiores não 
habilitados, além de todos os 
Veiculos não possuirem o devido 
licenciamento junto ao órgão de 
transito. 
Segundo as informações do Co 
mandante do 20 pelotão PM, Te= 
nente Villasanti, nos casos dos 
menores a ocorrência será enca­ 
minhada à Delegacida de Políca 
Civil, que remete o processo à 
Promotoria de Justiça da Infân­ 
cia e Juventude, para a instau­ 
ração de Sindicãncia contra o 
menor e a responsabilização dos 
pais por entregarem veículos à 
pessoas não habilitadas. 
Já com relação aos maiores, 
o procedimento será o encaminha 
rnento da Mobilete à CIRETRAN lo 
cal,onde além do pagamento das 
multas o proprietário do veicu­ 
lo terá de fazer a regulariza - 
cão do mesmo junto ao órgão de 
Trânsito, bem como sua legaliza 
ção para circulação em territó­ 
rio brasileiro tendo em vista que 
a maioria dos ciclomotores em 
circulação pela cidade são ad - 
quiridos no Paraguai. 
A Polícia Militar, mais urna 
GINCDND ESCOLDR E BEM 
RECEBIDÍ PELD POPULIÇÍO 
A mobilização dos 
alunos das Escolas: 
€ Castelo Branco, Joa- 
9uim Murtinho, Ester 
Silva, Vera Guimarã­ 
es, Jarbas Passari - 
nho e as Universitã­ 
rias da FIFASUL e 
ainda o Instituto de 
Educação, foi muito 
bem recebida pela po 
Pulacão, que tem da­ 
do apoio adquirindo 
Os cupons de doação 
no Valor de R$ 3.00 
Reais. 
Independente dos 
Valiosos prêmios, co 
mo 3 Televisores, 3 
Aparelhos de Som e 4 
parelhos Eletro-Do­ 
mésticos, todos es - 
tão sentindo que os 
irriz6rios TRÊS REAIS, 
Juntados, proporcio­ 
harão uma ajuda im - 
P0rtante aos Colégi­ 
os e à Campanha da 
vez, alerta a comunidade em ge­ 
ral para que não insistam em 
transitar ilegalmente pelas ru­ 
as da cidade, principalmente me 
nores de idade e pessoas não 
habilitadas, pois a corporação 
está intensificando o Policia - 
mente no sentido de coibires 
sas irregularidades, preser - 
vando a segurança e a tran - 
quilidade do trânsito da cida 
de e cumprindo urna de suas atrT 
buições constitucionais. - 
Fim das Irregularidades 
do Trânsito Depende da 
Conscientizarão da Sociefale 
Ao longo dos últi 
Casa do Atleta. xoto de Lima, Orlan- FASUL, tem sido de mos meses a Polícia- 
Além de todo o da Freitas dos San - vital importância pa Militar de Bela Vis- 
professorado belavis - tos, Inês de Fátima, ra o sucesso do even ta vêm procurando 
tense e os funcioná- Sandra Lima, Jane to. 	conscientizar os 
rios dos Colégios, o Loureiro e ShirleiG. A Gincana terá o pais e a população_ 
alto interesse de Loureiro e ainda a seu encerramento no em geral, através 
monstrado pelas Dire Universitária e Pro- sábado dia 26 no Gi- dos meios de cornuni- 
viiiié ii ráii ririii a ssis 
le lagiração em ela Vista 
O Presidente da República do da para às 08:00 horas deste sã 
Paraguai, Juan Carlos Wasmosi , bado, na oportunidade o Prefel­ 
estará hoje na vizinha cidade - to belavistense Abraão Aroa 
de Bella Vista Paraguai, para Zacarias deverá manter um encon 
participar da inaguração do no- tro com o Presidente Paraguaio­ 
vo Posto Aduaneiro, construído para tratar, entre outros assun 
na entrada da Ponte Internacio- tos, da poluição do Rio Apa - 
nal sobre o Rio Apa, que delimi que afeta as duas cidades ir­ 
ta a fronteira entre Bela Vista mãs. A intenção do Prefeito é 
Brasil e Bella Vista Paraguai. conseguir o apoio do Presidente 
Várias autoridades paraguaias Paraguaio para que esse grave 
e convidados brasileiros deverão problema ambiental,seja sanado 
participar da solenidade, marca o mais rapido possível. 
como o Jornal Tribu­ 
na da Fronteira e a 
Rádio Bela Vista, so 
bre a necessidade do 
engajamento de toda 
a comunidade no senti­ 
do de evitar a condução 
de veículos por menores 
de idade e pessoas - 
nao habilitadas pe - 
las ruas da cidade 
Principalmente co 
relação às mobile - 
tes, tendo em vista 
o alto risco que re­ 
presenta a condução 
desses ciclomotores 
por crianças e ado - 
lescentes aue 
. . • , na 
maioria das vezes 
nao_possuem nenhuma 
noçao de trânsito 
de direção defensi ~ 
va. 
Página 
. , 
1 
o 
.n 
04 
AGRICULTURA t 
PECUÁRIA 
Pá /O

1.9°4 
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DIÁRIO REGIONAL 
FUNDADO EM: 
20/02/1972 
DIRETOR- REDATOR CIIEFE':I Ivaldo Pereira 
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Maria Estela Velásquez Pereira EXEMPLAR: R$ 0,50 , 
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SECRETÃRIOt 'DE REDAÇÃO':! Ubaldino Rodrigues 	ASSINATURAS
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REPORTAGENS: João Carlos Velásquez, André Ávalo e SEMESTRALI:' R$ 45. 00 
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JORNAL. TRIUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL 
! ,' j '.,; - ,, j 
--- 
PROMOÇIO CIMINHI COM I PUBLICIDIDE 
Paooo importante foi dado pe 
la Picher t Justas, que oficia 
li2ou a promoção como uma das - 
suas armao de comunicação 
Antonio Izfdoro F!lho 
Os resultados de pesquisas - 
realizada pela revista Meio & - 
Mensagem há alguno meaes mas 
ainda válida, revelam que 46% 
entre os maiores anunciantes do 
país investiriam, em 1993,entre 
214 e 408 das suas verbas de co 
municação cm campanhas promociÕ 
naie. Do total de empresas en­ 
trcvistadas, 66i realizaram pro 
moções com o objetivo de conqufs 
tar market share e sei tiveram 
como meta construir/reforcar 
imagem. 
Esses números são suficientes 
para demonstrar a importãncia - 
que os anunciantes vêm atribuin 
do às promoções como instrumen­ 
to fundamental do seu marketing 
mix. Uma tendência que vem 
crescendo a cada ano em proqres 
são aritmética e que agora ga 
nha maior impulso pela concor­ 
rência mais acirrada imposta pe 
lo Plano Real. 	- 
1 
Contudo, a grande maioria 
das empresas que apostam na pro 
moção como arma de venda ou prÕ 
jeção de imagem ainda vive um 
paradoxo: as atividades nesse - 
campo são planejadas isoladamen 
te pelas suas estruturas de mar 
keting e somente na hora da exe 
cução das atividades planejadaã 
é que buscam o apoio de uma a­ 
gência de promoção. 
E, via de regra, pelo crité­ 
rio do menor preço. Ou seja, fa 
zam uma,espécie de leilão entre 
agências, não levando em conta, 
muitas vezes, sua experiência , 
estrutura, qualidade e capacidg 
de operacional. Uma evidente - 
controvérnia, por exemplo, com 
os cuidados e procedimentos que 
tomam cm relação à encolha da - 
nua agência de propaganda. 
Ora, as empresas de promoção, 
aooim corno as de publicidad0 , 
têm a mesma necessidade do in­ 
teirr-se com seus clientes, co 
nhecer sua estrutura, cultura , 
produtoo e estratégias de merca 
do para sugerir e desenvolver: 
atividades que se ajustem ade­ 
quadamente.aos seus objetivos 
globais de imagem externa. 
Seria coerente, portanto,quc 
as agências de promoção estives 
sem ao "lado do cliente desde ô 
momento da concepção das ativi­ 
dades promocionais. Mas isso ge 
ralmente não ocorre, porque nãõ 
existe, de parte das empresas , 
uma política de parceria com es 
sas agências.e, o que é pior,n@ 
nhuma fidelidade em relação ã 
elas.' 
Imagine-se, por hipótese, se 
cada campanha publicit5ria de - comunicação. Ou seja, se o bric 
uma mesma empresa seja atribui- fing passado pelo cliente à 
da a diferentes agências de pro agência indicar o caminho da 
paganda. 	- promoção, ela será sugerida 
O que se propõe é que os a- implementada. 
nunciantes, d·iante da importân- Em casos como esse,a contri­ 
cia cada vez maior que vêm atri baição que ama estrutura especia 
buindo às ações prorr.ocionais ~ l.izada e experiente em promocõês 
estabeleçam parcerias duráveis pode oferecer ao cliente é ines 
com agências especializadas e timãvel, assegurando a criação, 
previamente) selecionadas pela - formulação e implementação cor- 
sua experiênc~a e capacidade. reta das atividades promocio- 
Essa prática deveria ser as- nais. 
sumida igualmente pelas agênci- Infelizmente, conforme a pcs 
as de propaganda, já que, no ãm quisa, apenas 28% das empresas­ 
bito das necessidades mercadolÕ adotam essa prática, planejando 
gicas de seus clientes, a solu: suas iniciativas nesse campo em 
cão pode estar justamente em conjunto com agências especiali 
ações promocionais. Cabe lem- zadas. 	- 
brar e elogiar, a propósito, a Quando a maioria dos ananci­ 
iniciativa tomada pela Fischer antes se conscientizar da impor 
& Justus, que oficializou a pro tância de estabelecer laços de 
moção como uma das armas da suã relacionamentos e fidelidade 
DICIS PIRA EVITAR A FILÊNCII OI 
preciso plane- 	['vvv PJ 
)ar, sempre. ~ neces 
sário trabalhar o : 
comportamento do cria 
dor de empresas parã 
que ele não vá à fa- 
1ência. 
&varo Mello e Silvio 
944s 
De cada dez novas 
empresas que são 
criadas apenas seis 
conseguem sobreviver 
e passar para o se­ 
Sundo ano de eistên 
€a e apenas uma ou 
duas completam cinco 
anos de vida. A foto 
9rafia pode ser a - 
nossa realidade como 
%F também encontra- 
ª em outros países. 
O Brasil está ele 
Sendo um novo Presi­ 
dente da República e 
todos os candidatos 
falam na criação de 
empregos. Como criar 
pregos se as gran­ 
des empresas estão - 
enxugando seus qaa­ 
dros e o programa de 
Privatização gerando 
desempregos? 
f A saída, como pro 
essam muitos, é a 
Fiacão de empresas 
e pequeno e médio - 
Porte e que seus - 
criadores tenham con 
dicões de não fracas 
Sar, 	- 
O que fazer? Dar 
incentivos fiscais - 
Ou treinar os futu­ 
os empresários em - 
tecnicas e géren c iamen 
to? será que é sfi­ 
ciente? 
• Tocador de negó­ 
cios - As ações cita 
das ajudam mas infe­ 
lizmente não evitam 
a mortalidade empre- 
e 
sarial Estudos 
apontam a necessida­ 
de de trabalhar as - 
características com­ 
portamentais do toca 
dor de negócios, dÕ 
criador de empresas, 
do empreendedor. 
Planejar também é 
preciso. O criador - 
de.negócio não pode 
tocar o seu empreen­ 
dimento sem um plano 
que leve em conside­ 
ração caracteristl­ 
cas do empreendedor 
de sucesso. Em cada 
passo do desenvolvi­ 
mento, implantação, 
gerenciamento e moni 
toracão do plano d 
negócios deverá ser 
trabalhada uma carac 
terisitca comporta-­ 
mental empreendedora, 
levando em considera 
ção estudos e pesqui 
sas desenvolvidos nó 
Exterior e já acultu 
rados à realidade 
brasileira. . 
O plano de negó­ 
cios é um instrumen­ 
to necessário para - 
eliminação do plane­ 
jamento instintivo, 
fazendo com que os - 
erros sejam previs­ 
tos, simulando no pa 
pel o que pode acon-­ 
tecer com a empresa. 
Na década de 1960 
David Mcclelland,psi 
cólogo da Universidã 
de de Harvad, identI 
ficou nos empreende= 
dores bem-sucedidos 
um elemento psicoló­ 
gico crítico, denomi 
nado por ele de "mo= 
tivação da realiza­ 
cão" oa "impulso pa- 
• 
PROMOAO 	s-. 0 
 ,, y 
452 	" 
# 
ra melhorar", desen­ 
volvendo então o 
7'reinamento da Moti­ 
vação para a realiza 
cão, cuja finalidade 
era melhorar tal ca­ 
racteristica torná­ 
la aplicável em si­ 
t.uacões empresariais. 
0 conceito original 
de McClelland, apli­ 
cado em mais de 40 
países até o final - 
da década de 1970 a 
presentou resultados 
positivos na criação 
e desenvolvimento de 
negócios, mas com 
críticas por estar - 
demasiadamente cen­ 
trado no pensamento 
ocidental. 
A Agência para o 
Desenvolvimento In­ 
ternacional dos Esta 
dos Unidos(Usaid)in:i... 
cioa em 1982 um pro­ 
jeto para estudos 
mais abrangentes do 
comportamento, a fim 
de criar meios mais 
eficazes de desenvol 
vimento de empreende 
dores. 	- 
o novo projeto co 
mecoa por um estudo 
em 34 paises, identi 
ficando uma dezena= 
de caracteristicas - 
de comportamento em­ 
preendedor, comuns - 
aos empreendedores - 
hem sucedidos. Em sg 
com empresas de promoção, os re 
saltados serão altamente positi 
vos para ambos. 	- 
Para as empresas de marketir 
promocionnl será um estímulo pa 
ra que trabalhem com mais empoe­ 
nho e garra na busca de resulta 
dos para seus clientes. Para as 
empresas, representará a otimi­ 
zação das verbas - cada vez 
maiores - que investem na con­ 
qaista de marketing share e na 
consolidação da imagem das suas 
marcas. 
Antonio Izidoro Filho é di­ 
retor da Izidoro Comunicação 
e Promoção e professor da Es­ 
cola Superior de Propaganda - 
e Marketing. 
guida foram desen­ 
volvidos instrumen­ 
tos de seleção e - 
treinamento, que in­ 
crementaram algumas 
Ou todas as caracte­ 
risticas aparadas pg 
la pesquisa. 
A partir daí foi 
preparado um progra­ 
ma experimental de 
capacitação para ins 
tratores do Eqaado, 
!ndia, Filipinas, Ma 
lásia e Qênia e a­ 
presentado no inicio 
do segundo semestre 
de 1985 na Inglater­ 
ra. 
A configuração de 
finitiva do programã 
exigiu mais três a­ 
nos de aperfeiçoa­ 
mento e foi lançado­ 
oficialmente pela 
ONU em 1988 na Argen 
tina, sendo em segui 
da aplicado no Chi-­ 
le, Uruguai, Venezue 
la, Gana, Nigêria ; 
·Zimbabwe e a partir 
de 1990 no Brasil 
com bons resultados. 
O sucesso empresa 
rial não consiste - 
apenas no desenvolvi 
mento de habilidades 
como finanças, mar­ 
keting, produção, etc, 
mas também das habi­ 
lidades de comoorta­ 
mento empreendedor - 
por meio do aperfei- 
ESI 
çoamento para retor­ 
çar a capacidade in­ 
dividaal, a saber: - 
iniciativa e basca - 
de oportunidades;cor 
rer riscos calcula-­ 
dos; perseverança ; 
comprometimento; es­ 
tabelecimento de me­ 
tas; planejamento e 
monitoramento siste­ 
máticos; buscá de in 
formações; persuasãÕ; 
estabelecimento de - 
rede de contatos; in 
dependência e auto - 
confiança e busca de 
qualidade e da efici 
ência. 	- 
Não existe um mo­ 
delo de perfil de em 
preendedor ideal. Õ 
que se busca é um 
perfil onde haja um 
equilíbrio das carac 
teristicas sem combi 
nações funestas. As­ 
sim é necessário que 
aquele que ôpte pelo 
negócio próprio como 
carreira ou meio de 
vida, que reflita 
sobre tais caracte­ 
rísticas e desenvol­ 
va-as, pois acredita ' 
mos que o empreende= 
dor de sucesso não 
nasce pronto, pode - 
ser formado. 
* Alvaro MelJo e 
Silvio Olivo são 
consultores da Bra­ 
sil Entrepreneur Cli 
nica de Negócios. - 
A saída para o mundo é a 
criação de empresa.s de 
pequeno e médio porte 
o

- 0 
! 
11 
Ao longo dos últimos meses a Pol ic iü MJ: 
itar de Bela Viota vêm procurando conoci­ 
:ntizar on pais e a população cm geral, a­ 
•ravéo doo meioo de comunicação do Munioi~ 
io, como o Jornal Tribuna da Fronteira e 
• Rádio Bela Vista, sobre a ncccooidade do 
1 
~ngajamento de toda a comunidade no scnti­ 
,;,;lo de evitar a condução de veículos automo 
tores por menores do idade e peosoas não 
habilitadas pelas ruao da cidade, princi - 
:;;pnlmento com relação às mobilcteo, tendo 
om vista o alto risco que representa a con 
~ução deoseo ciclomotoreo por crianças e 
adolescentes que, na maioria das vezos,não 
possuem nenhuma noção de trânsito o de di­ 
';eção defensiva. . . 
O Comando do 2 Pelotão de Policia Mili 
r.ar de Bela Vista entende que a problemátT 
,ca do trânsito em nossa cidade, que inclu­ 
ive já vitimou fatalmente dois adolescen­ 
ces este ano, envolve todos os segmentos 
,da sociedade e, tentar resolvê-los apenas 
sob o prisma exclusivo da fiscalização, c~ 
,ja competência é da PM, não passa de uma 
visão simplista demais e demonstra o total 
desconhecimento desse assunto tão complexo, 
or parte de quem pensa dessa forma. 
. Ressalte-se no entanto, que a Polícia 
-~Militar vêm desenvolvendo o seu papel, den 
-s tro das limitações que lhe é imposta, como 
por exemplo, pela deficiência de recursos 
! humanos e materiais, amplamente conhecida 
111 
de todos, mesmo assim, só este ano OS me- 
:, 
GRUPO ARMADO INVADE FAZENDA EM 
PORTO MURTINHO, MATA PAI E FILHO E 
ARRANCAM A MÃO DO FAZENDEIRO 
. Um duplo homicídio, praticado com re - 
quintes de crueldade, ocorreu na última se­ 
,: gunda-feira no Município de Porto Murtinho, 
quando cerca de 12 homens armados de esco­ 
I petas calibre 12 e pistolas 9 milímetros - 
invadiram a Fazenda Piranha e executaram a 
e sangue frio o fazendeiro Izauro Romero, 59 
, anos e o seu filho Benito Romero Neto, 33 
anos. Segundo as informações, por volta das 
, 10:00 horas da manhã, os homens invadiram 
a sede da Fazenda, localizada à 150 quilõ­ 
metros da cidade de Porto Murtinho, prende 
ram em um banheiro Albina Vilalba, 32 anos, 
Silveria Romero, 46 anos, respectivamente 
mulher e irmã do Fazendeiro e a neta de a- 
penas 12 anos. Os homens tinham seus ros - 
tos pintados, usavam roupas camufladas do 
Exército e chapéu verde de caçador. Após 
revirarem toda a casa e roubarem o que ti­ 
nha de valor, o grupo ficou a espera do Fa 
zendeiro e de seu filho, que estavam no 
campo. Por volta das 15:00 horas, quando 
os dois chegaram, ·foram "recebidos" e• cri­ 
vados de bala pelo grupo, sem qualquer 
chance de reação, tendo ambos morrido no 
local. Não satisfeitos, o grupo ainda dece 
pou a mão do Fazendeiro Isauro Romero, le-:: 
vando-a como "troféu" do crime. Suspeita - 
se que o violento crime pode estar relacio 
nado ao furto de gado na região de Porto Murtinho. 
t 
BOND·& POLICIAL 
,. 
O FIM OIS IRRREGULIRIDIDES NO TRINSITO 
IEPENDE 011 COIISCIEITIZIÇil OI ,SOCIEDADE 
cados pelos mesmos, nesse sentido, a Promg 
toria de Justiça da Comarca está com o fir 
me propósito de responsabilizar criminal 
mente quem for pego infringindo Lei, in­ 
dependentemente de quem quer que seja, a - 
gindo de forma totalmente ienta e impar - 
cial. 
PROTEÇÃO AOS "PILIUNHOS DE PAPAI" 
Contrariando alguns comentários que gra 
çam pela cidade, o Comando do 20 Pclotao 
PM enfatiza que não há e nunca vai haver 
nenhum tipo de proteção ou tolerância cem 
relação aos denominados "filhinhos de pa - 
pai", pois o trabalho da Policia Militar, 
pelo menos durante a duração <lo atual co - 
mando, sempre foi pautada e sempre será, 
pela lisura e, sobretudo, pela imparciali­ 
dade de suas ações. 
CUNHADO 
E FICID 
a 
E 
nores de idade foram apreendidos por esta­ 
rem conduzindo veículos e 10 pessoas maio 
res de idade responderam ou estão respondendo 
a Proc..-cdirrcnto no Juizado de Pequenas Causas por di 
rigirem sem serem Habilitados. Além dis- 
00
1 as Estatisticao da Policia Militar mos 
tram que aproximadamente 80 veículos tam - 
bém (oram apreendidos no decorrer do cor - 
rente ano, pelas mais diversas infrações , 
sendo expedidas ainda mais de 150 multas 
por irregularidades cometidas por conduto­ 
res de veículos no trânsito da nossa cida­ 
de. 
"OPERAÇÃO HOBILETES" SERÃ INTENSIFICADA 
A partir desta semana a Policia Militar 
iniciou um policiamento maia rigoroso com 
relação a circulação de mobiletcs conduzi­ 
das por menores e por pessoas não habilita 
das e, segundo as informações, todas as 
providências cabíveis serão tomadas a par 
tir de agora, como a apreensão do menor, 
apreensão da mobilete, responsabilização - 
penal do pai ou responsável por ter entre­ 
gue veiculo à pessoa não habilitada, enca­ 
minhamento do ciclomotor para a Inspetoria 
da Receita Federal para a devida responsa­ 
bilização penal pelo crime de contrabando 
e também a responsabilização do menor atra 
vés da abertura de sindicãncia, pela Promõ 
toria de Justiça. ~ importante frisar que 
o pai tem o dever de vigilância sob os fi­ 
lhos, sendo responsávies pelos atos prati- 
No último final - 
de semana, na Fazen­ 
da Promissão, locali 
zada no Município de 
Guia Lopes da Lagu - 
na, João Lopes Mar 
cos Paim foi assassT 
nado a golpes de fa-:: 
-ca e disparos de ar­ 
ma de fogo. 
Segundo as infor­ 
mações Policiais 
Paim e sua esposa Lu 
zia Peralta discuti= 
ram por ele ter bati 
do em um dos filhos, 
durante a discussão, 
armado com um revól­ 
ver calibre 38, Paim 
começou a ameaçar a 
mulher de morte, ten 
do chegado a dispa - 
rar um tiro que atin 
giu a mão da es- 
NADO I TIROS 
r 	se 
GUll···LOPES 
PERSEGUIÇÃO Ã MENORES 
Quanto as afirmações de que a Policia 
Militar não persegue menores flagrados condu 
zindo ciclomotores (mobiletes), o Comandan 
te do 29 Pelotão PM ressalta que tecnica - 
mente é aconselhável não se utilizar esse 
procedimento, pois uma perseguição à menor, 
sem nenhuma noção de trânsito e de veloci­ 
dade, pode vir a causar um acidente cujas 
consequências são sempreirnprevisíveis, por 
esse motivo, como já aconteceu, a Policia Mili 
tar adota outras fo.rmas de ação, que na maioria 
das vezes surtem rrelhor efeito, com total segu 
rança. 
posa. 
O' cunhado de 
Paim, Ramão Peralta, 
que observava abri­ 
ga, tomou as dores 
da irmão é partiu pa 
ra cima de Paim arma 
do com uma faca, o 
primeiro golpe atin­ 
giu o cunhado no 
tórax, em seguida, 
apossando-se do revól 
ver, Ramão Peralta 
ainda disparou do­ 
is tiros, acertan. 
do Paim na cabe­ 
ça e no pescoço, 
que morreu no lo- 
cal, o homicida 
acabou sendo preso 
em flagrante pela 
Polícia. 
******** 
D O OFICIAL NO 3.•130 
Secretaria de Estado de Segurança PÜblica 
CONSELHO ESTADUAL DE TRÂNSITO 
REPUBLICAÇÃO 
RESOLUÇÃO NQ 002/91 
Republica-se por ter constado Incompleta no Diário Ofl - 
ela! nQ 3126 de 30/09/91, Página 21. 
RESOLUÇÃO N? 002/91 - Carpo Grande- MS, 29 de Apstode 1991 
O Conselho Esta~ual de Triinsito do Estado de Mato Grosso 
do Sul, usando das atribuições que lhe conferem o Art. 8? 
do Codigo Nsclonal de Translto, instituída pela Lei 5,108 
de 21 de setembro de 1966, e o Art. 13 do Regulamento do Có 
digo Nacional de Trãnslto aprovado pelo Decreto nQ 62.127 
de 16 de Janeiro de 1.968, co as demais alterações incorpo 
radas; 	- 
CONSIDERANDO o que dispõe o Art. II0 da Resolução 774 / 
89, seus incisos e seu parágrafo Único,e a Resolução 657/85; 
_ COSSIDERANOO a necess1.dade de se regulament.lr a circula­ 
çao de ciclomotore.s no Est.ado. 
RESOLVE: 
Art.1? - A autorização para dirigir ciclootores, equipa 
rados aos ciclos, segundo definiçao e demais caracter[sti 
cas essenciais baslc,as contidas na Res. 734/89-C0IRA, re­ 
gulaentada através da presente deliberação, tcr.i validade 
somente para o Est.ado de Mato Grosso do Sul. 
Art.22 - A circulação dos cicloir:.otores não poderá ser 
feita cm rodovias e onde houver expressa proibição atravês 
de adequada sinalização irplantada pela autor!dade de trãn­ 
sito 04S vias terrestres por t!les jurlsdicionadas e de acor 
do co as conveniências de cada local e respeitadas as lirl 
taçoes tecnicas. 
Art.3g - O ciclomotor deverá ser registrado e licenciado 
pel-o Órgâo de trânsito competente coo jurisdição sobre o ~ 
nicípio de d0ll1icllio ou de residência de seu proprieúrio- 
Art.49 - As infrações praticadas pelos condutores de e.! 
clomotor, autorizados a conduz{-los confore discfp1irado 
na presente rgulrnação,serão penalizados nos teros do 
CNT e ou legislações estadual de trãns!to aplicadas, obser- 
vando-se a Res. 568/80 no que couber. 	- 
Art.5?- A autorização para dirigir ciclorotores sera re 
querida pelo interessado, alfabetizado e maior de 18 (d«o! 
to) nnos ao Dcparta.mc.nto de Trânsito que Jur!sd!clonar o lo 
ca.l de do::iic!lio ou residência, apresentado para tanto 
a) Exare de sanidade física e rental, nos teros do Art. 
e seus parágrafos da Res. 734/89-C07RAN; 
b) Cópia autenticada do Documento de Idcnt.ida.de; • 
c) Laudo de aprovação nos exaes de Legislação, regras e 
rais de circulação e prática de condução de cfelo·tores. 
Art.6?- 0 Docuento de autoriza;ão para conduz:tr c?? 
motor, será e..,pedido pelo DE'.DlAN/MS, de acordo .. com o cod _ 
estabelecido no anexo V - da Res. 734/89 e ser o de porte o 
brigatório pelo condutor do ciclomotor, co validade de a 
cordo co a legislação de transito e vigor. 
rE.7? - Os casos olssos serão resolvidos pelo CEIRA/S, 
rediante proposta das autoridades ou representação dos 1E 
ressados. 	• .. • 
Art.8? - Esta Resolução entrará e vigor na data de sua 
publicação, revogadas as disposições e contrario. 
CAMPO GRANDE-MS, 29 DE ACOS!O DE 1.992 
PROFESSOR RADM.'llO NONA!O t:EIXElRA - Presidente CEIRAN/XS 
MEADA FERES M RIEM 
hã vários dias vêm intensificando suas maior inci_ , ,t bastante para 
O Paraguai um Ford Pampa furtado no 
- d p t lh t de toda a ações do GOF jã surtiram e e1 .os 	_ 	_ - ti- 
·açoes e a ru amen o 	. _ • - "lt - dias vários ar - começo do mes em Dourados. Leonino Ar1s. 
faixa de fronteira, principalmente nas Ro- positivos, s_nos i1;"{e" foram presos des Batalha têm várias passagens pela Poli 
dovias de acesso às cidades fronteiriças- ra
st
adores e 'cara? onteira, tentando cia Paulista e está condenado à 30 anos de 
com a República do Paraguai. Essas acóes pe1lo GruP?g"? <] com veicá1os rouba- prisão por furto, estelionato e ia1sidade 
fazem parte de uma operacão montada Para hfes inclusive trata-se do quadri ideológica, corrupção, uso de Documento 
coibir a passagem de veiculos roubados e! '{{ Leonino Aristides Batalha, de 6ã falso e falsificacão de Documentos. 
. outras cidades e fora do Estado, principa_ e

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FONE: (067) 251 - 2563 ,JARDIM - MS 
Fiital de Pr.lamas { 
anilde Rosa dos Santos, Oficiala do 
Registro Civil desta cidade de Bela Vis­ 
ta-MS., faz aaber à todos quantoa o pre­ 
sente Edital de Proclamas virem, que a - 
presentaram os Documentos exigidos polo 
Artigo 180 do Código Civil Brasileiro 
Incisoa I, II, III e IV, e pretendem se 
casar: 
DIOMAR VILAS SANTOS LINO e FELICIANA 
BALDONADO brasileiros, solteiros, resi­ 
dentes nesta cidade, ele, inseminador,fi 
lho de Diorival Lino e Dalila Vilas San­ 
tos Lino; ela, estudante, filha de Aure­ 
lio Baldonado e Roberta Vargao Baldonado. 
sc,tlguém souber de algum impedimento 
que se oponha na forma da Lei. 
Bela Vista-MS., 16 de Novembro de 1.994 
JANILDE ROSA DOS SANTOS - Oficiala 
Advocacia 
JOSt APARECIDO DE OLIVEIRA 
OAB (MS) 4259 
RUA 24 DE FEVEREIRO, 2
1
,
1
101 - C' Postal 32 
FONE: (067) 255 '-1
1
1456 
FAX: (067) 255 - 1402 
CEP: 79.290 - 000 
BONITO HS 
·_Advogados 
W 
Etital de Pra:limas 
Jani!de Rasa dos Santos, Oficiala d 
Cartório de Registro Civil desta cidade 
de Dela Vista Vista-MS., faz saber a to­ 
dos quantos o presente Edital de Procla- 
as virem, que apresentaram os Documnen 
toa exigidos pelo Artigo 180 do Cod1go 
Civil Br sílciro, Ir.cisar; I, II, III e 
IV e preendem se casar: 
SILVESTRE DE SOUZA e ROSANE CORONEL , 
ambos brasileiros, solteiros, domicilia­ 
doo e residentes nesta cidade, ele, cam­ 
peiro, filho do Curice du Souza n Izido­ 
ra Britez de Souza; ela, lldeo do lar, 
filha de JoJo Mldonho Coronel e Jo. na 
Colmam. 
se alguóm souber de algum_impedimcnto 
que se oponha na forma da Lei. 
Bela Vista-MS•., 16 de Novembro de 1'. 994 
JANILDE ROSA DOS SANTOS - Oficiala __j 
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Escritório: FONE: (067) 255 - 1313 
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ScrvC! Arco do Hodtdo llalança 5ào s.:i:tn 1!-erc .. éo do l..._i-j ~:o t _ , '- •.• - tf., f ~.-, 'u.' 
C:ARNf( l!! 	fl l 1 Tetc<:o 	José Rito Povo tarls a!d ·rao eao Mfuel ' 
-C-OX-.Ã;-::O:-:-:}'.c:c()-:-l.:::-E---"::..::.::..:.'.!....;'-=.... 	.j...'..'..e::..:/:::...o_o_-1_~2!...~l!...l~::_+:-~2~.~ll0::.:.:..+-2-.-e-o-!-2-. _..,,fl..,,0--+-,-:3c:.:.:oíl:--:0'-+-:;_3:.... -~rn:----+1~2-'-_::-?c'.::-l-1- ,-:nri-·-1 :.91.,_,[l.
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[MINTA ,a, 1.0 ]2.d0 , 2.%0 1 2.d0 4 2.0 ] 2.09 / 22 ,	2.0 T i.ou !zUwu;no@ f».o ±,i.] 
CARNE._22 	{ 
[FRLDII y .ly , 2.g , 2.j? , 2.29 , 2.9 4 2.29 4-299 42.40	.[7.5, 2•5 [ 2ão]i.no ,,ao l 
[!E!o ]2.j 42. , 2.2 , 2.j ; 2.99, 2.]9 , 2.9 , 2&	[i,o 2,s [2.70 y,7o"y,ou 
CUPfM 	2.50 2.40 2.50 2.50 2.50 2. 70 J.00 2.40 7 ?.SO ?..50 1 J_.J.J]_ ...J. . .lJ.L_,!__1._iliL__ 
l!A~Cc:É!.!.M 	-+_2::.-:...:5'..::0:.._+-'2'--'.C:::4:!!0_i.....!2'...!. • .!.5.::.0-1!-=2.:..·~50~+---=-2.:.c.-5:,.,0:__+-::.2:...:- 7c.,0:..._+-)"--'.:..,.º"'º-+-'2'-'.--,'4-=-º-!-"2'-'-.-"-5"-0--,r-=-2 H ·'. 70 _L:.]n 1 _)..,..'.!!!__ 
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OUTROS 	__ 1 
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1 
BTSTF.CA 	7 <;O 7 nn 9g y5g_ T gg_ _2.0_ [ 
FTGADO 	1 oo 1 oo 1 oo 1 <O 1 r;n 1 ,o I RO 1. 50 1 M 1 n,1 ~ . .....;. nn I nn 1. 70 
i 
CORAÇÃO 	1 00 ·1 00 1 oo q s 1 5 1 50 1 (o 1 5) 1 nn I nn ; ,JlQ__ ..J...Jll)___ 1 . 80 
RIM 	1 00 O 80 O 80 1 <O 1 <O q 5 	y 1 ( < ], 50 1 no 1. 50 ' 
LTNGUA 	? 00 1 <O 1 00 	? no 1 ,o I RO 	1 nn 1 nn 1 <o 1 0 1,50 
LINGUICA 	3 00 ? 80 2 80 ) 90 3 g 3 70 3 nn 9 an ) n » n q n » 7 3, 1)0 
PUCHEIRO 	n <n n <n n 50 7 I nn 75 I nn n n n 7 n 7 ( R(I I nn 1.. 00 
CHAROUE 	3 00 	3 99 t.. nn t.. nn 1 nn 
BOFE 	1 00 n <n n <O 1 no 1 nn 1 nn 	n n 1 nn 	n <n o.ao 
PESQUISA DE PRECO NOS MERCADOS D iDIDE 
Superintendência Nacional do Abastecimento - SUNAB/DEMS. Departamento de Pesquisas e Estudos de Mercados - DEPEM. Delegacia Regional de Mato Grosso do 
Sul/Bela Vista- MS. Pesquisa realizada em: 16/11/94 até 27/11/94. 	e 
MERCIIOS PESQUISIDO 
BOM GOSTO 
Açúcar Refinado União pct 1kg 
Café Brasileiro pct 500g 
Achocolatado Nescau lta 500g 
Achocolatado Quik lta 400g 
Leite em pó Inst.Glória lta)OOg 
Leite em pó Insteg.Ninho lta 454g 
Sal Cisne 1 kg 
Leite Pasteurizado tipo C litro 
Marg.Crcmosa Delícia Pt 500g 
Biscoito C.Cracker S.Luiz pct 200g 
Ext.de Tomate Spogheto/Arisco lta 370g 
Creme Dental Kolynos bga90g 
Creme Dental Colgate bga 90g 
Abs.Higiênico S.Uvre Seca/Suave pct !Ol.Nl 
Detergente em pó Minerva ex 1 kg 
Sabão cm pedra Minerva pc t 1 kg 
Sabão em pedra Brilhante pct 1kg 
Detergênte liq.Minerva fr 500ml 
Cenoura kg 
ANDRÉ IA 
Arroz Zaeli T2 5kg 
Farinha de ~andioca Pinduca 1kg 
Café Rincão pc t 500g 
Leite em pó inst.Ninho lta 400g 
Sal Cisne pc t l kg 
Manteiga Av!acão lta 200g 
Ext.de Tomate Elefante-CICA lta 
Ovos dz 
Shampoo Colorama fr 500ml 
Detergente liq.Limpol (r 500ml 
SACOLÃO 
COM PREÇOS MIIS 
Feijão Preto 1kg 
Fartha de Trigo Ideal pct 1kg 
370g 
R$ 0.75 
R$ 3.45 
R$ 1.55 
R$ 1.34 
R$ 1.82 
R$ 2.81 
R$ O.JS 
R$ 0.50 
RS l. 00 
R$ 0.50 
R$ O. 78 
R$ 0.67 
R$ O. 79 
R$ 1. 10 
R$ 1. 64 
R$ 1.30 
R$ 1. 32 
R$ 0.35 
R$ 0.54 
R$ J.JO 
RS 0.48 
R$ 3.20 
R$ 2.35 
R$ 0.35 
R$ 1 .06 
R$ 0.90 
R$ 0.70 
R$ 0.80 
R$ O.JS 
R$ 1.20 
R$ 0.48 
Café Rincão pct 500g 
Café Brasileiro pct 500g 
Marg.Cremosa Doriana p.500g 
Sabonete Gessy 90g 
Sabonete Lux Suave 90g 
Ap.de barbear Probak 2 UNO 
Shampoo Palmolive fr 500ml 
Papel Hig.Camélia 4 rolos 
Tomate kg 
KIRIELI 
Feijão Carioquinha 1kg 	RS 
Biscoito C.Cracker Tostines pct 200g R$ 
Sardinha Conserva Ccqueiro lta 135g R$ 
Abs.Higiênico S.Livr~ Seca/Suave pctlOUND R$ 
Detergente em pó 0~10 ex I kg 	RS 
Detergente liq.Limpol fr 500ml 	R$ 
GALPÃO 
Farinha de Trigo Ideal pct 
Sardinha Conserva Coqueiro 
Desodorante Rexona fr 90ml 
Batata Inglesa kg 
Cebola kg 
Banana Nanica kg 
1kg 
lta l)Sg 
G0o 
Fubá de milho Zaeli 1kg 
Café Brasileiro pct 500g 
Vinagre de Vinho Jurema fr 750ml 
@l 10 
MERC'. DO GORDO 
Vinagre de Vinho Castelo fr 750ml 
Detergente liq.Limpol fr 500ml 
RS J.20 
RS 3.45 A l 
RS rroz Zae i TI 5kg 
RS ~:~~ Biscoito C.Cracker S.Luiz pct 
R$ 
0
.
23 
Desodorante Impulse fr 90ml 
RS O.SO Desinf.~iq.Pinho Bril fr 500:nl 
RS 1.92 
RS 0.87 
RS 1.23 Arroz Zaeli T2 5kg 
Papel llig.Sublime 4 rolos 
0.79 
0.60 
0.65 
l. 10 
l.99 
0.35 
R$ 0.48 
R$ 0.65 
RS 0.67 
R$ O. 70 
R$ 0.60 
R$ 0.65 
R$ 0.33 
RS ),45 
R$ 0,40 
R$ 0.45 
RS O.JS 
BOA SORTE 
Ôle0 :!e Soj11 Soya 1 ta 900ml 
200g 
MERC'. DO POVO 
MERC. IDEAL 
Açúcar Cristalçucar pct 2kg 
Amido de Milho Maizena pct 500g 
Ôleo de Soja Soya lta 900ml 
Desinf.Liq.Pinho Sol fr 500ml 
FRONTEIRA 
Café Brasileiro pct 500g 
Ôleo de Soja Soya lta 900ml 
Ap.de barbear Prestobarba 2 LND 
Detergente Liq.Minerva fr. 300ml 
Detergente liq.Limpol fr 500.1 
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J O R N A L TRIBUNA D A 	F P O T	E I P A 
1A - 08 
li 
- - 
AGRICULTURA E PECUARII 
- - .. 
·1POSENTIDO CRIA CIBRI NI TERRA DO GIDO 
A, 58 cabras em lac­ 
nçio do ex-bancário Va­ 
lton Coutinho Alencar - 
produzem 100 litros por 
dia, que jó concorrem 
com o leite de vaca e 
têm venda gnrnntidu no 
mercado de Cnmpo Grande 
(MS). 
JOÃO NAVES DE OLIVEIRA 
, s u!çns, frnncesns ou 
t esticas, as cabras - 
começam a invadir Mato 
{Grosso do Sul, a terra do 
boi gordo. Em Campo Gran- 
e 
de, Capital do Estado, on 
de vive um rebanho bovinÕ 
de corte estimado cm 22 
milhões de cabeças, elas 
são as vcdctes principal­ 
mente de pessoas aposenta 
das porque proporcionam,­ 
além do lucro, lazer. 
, O ex-diretor regional 
a Banco Mercantil-Fina - 
sa, Vailton Coutinho de 
Alencar, 55 anos, pai de 
três filhos e avo de dois 
entoa e uma neta, é um 
dos que começaram a cria­ 
ção pensando nesses dois 
aspectos. Pernambucano de 
Bodocó, cstõ hÕ 53 anos 
vivendo cm Campo Grande,­ 
onde por acaso descobriu, 
como diz,o "segredo das 
cabritas". Em março de 
1.992, resolveu comprar - 
um animal, cansado de 
procurar pelo leite de ca 
bra, um dos mais eficien­ 
tes antialérgicos poro os 
três netos, que sofriam - 
de bronquite. E passou a 
ser procurado pelos vizi­ 
nhos, interessados no . - 
produto. 
A freguesia aumentou e 
ele acabou comprando ou­ 
tra cabra. 
Transferiu então a 
1 
criação para uma chácara 
de 5 hectares na área ru 
De aposentado a empresário rural: Alencar tornou a caprinocultura lucrativa e já fundou, com outros criadores, uma associação no Centro Oeste 
ral de Campo Grande, no segundo plano. "Aí sim, 
Km 8 da Rodovia MS-60,a dá certo". O Plnntel é 
20 quilômetros do cen - de 200 animais, entre - 
tro. A princípio,trnta- filhotes, 80 matrizes 
va-se apenas de uma - das 58 cm lactação, e 
área de lazer para a fa dois reprodutores suí - 
m[lia, mas, contradizen ços das raças saanen e 
do o ditado "Chácara dá toggemburg. 
apenas duns alegrias A média de produção 
quando é comprada e é de 1,8 litro/dia por 
qoando é vendida", Alen animal e o total soma - 
car resolveu torná-la= 100 litros/dia, total - 
uma propriedade lucrati mente colocados no mer 
va. Mudou o ditado pes- cado, diariamente, por 
simisto. Hoje é proprie R$ 1,60 o litro, com pa 
tório do Cnpril Netolâ~ gamcnto à vista. A essã 
dia (em homenagem aos alturo do negócio, Alen 
netos). 	cnr já esqueceu da apo- 
Emborn encare com sentadoria e deixa nos 
prazer a nova atividade poucos o postura de chn 
diz que n chácara agora careiro para se erans= 
é somente para o co~ formar num empresário. 
pril; o lnzcr ficou cm PROCESSAMENTO ARTESANAL 
Montou um sistema de pro adores de Caprinos de~ 
cessamento artesanal dê Mato Grosso do Sul. O 
ordenha, pasteurização e grupo tem 300 animais - 
empacotamento de leite - que produzem 500 litros 
de cabra, criou a logo·-. de leite/dia. Para que 
marca Bitinha e legali - os associados não te­ 
zou o negócio. Concorre nhnm aborrecimento com 
com o leite de vaca, mes a colocação do produto 
mo que um litro de leite no merendo e toda buro­ 
de cabra custe o dobro - cracin embutida na nti­ 
(R$ 2,00) para o consumi vidade, estão construin 
dor. 	- do um laticínio, com c 
Agora o ex-bancário - pacidadc para processar 
sente outro tipo de can- até 2 mil litros de lei 
seira, que é fazer a en te de cabra por dia. 
trega do leite e correr- Alencar admite que , 
atrás dos fregueses, ti por enquanto, o lnticí­ 
rnr notas fiscais, pagar nio, que começa a fun - 
taxas, impostos e cu:rdar cionar até o final do 
da contabilidade. Mas - ano, é pequeno. Ele mes 
não icclamn e já está re mo, já no ano que vem , 
partindo sua iniciativa- vai dobrar a produção. 
com outros onze chncarei "Mas podemos aumen - 
ros,Juntos, eles funda - tar a capacidade de a­ 
rama Associação dos Cr! cordo com as necessida- 
des", explica ele, que - 
já começou a construção 
de mais um capril !UI 
sua chácara, "só para - 
animais que produzem 2,5 
litros de ldte/din". - 
"Quero mesmo é sossego: 
ver essa cabritada toda 
produzindo lei te e cu só 
olhando" ,diz Alencar. "E! 
se negócio de colocar o 
produto no merendo fica - 
tudo por conta do latfcf - 
nio" ,continua.O criador 
acredita que o negócio tem 
tudo para dar certo.Diz : 
que a produção de lei te e 
suficiente para o início_, 
os criadores têm sede 
própria e Kh	o how. " E - 
tem cais: só estmws - 
vendendo o lei te e 
Campo Grnade, que c0 
some toda a produ 
cão". 
CAMPA 
PRUMO 
Como agremiação - 
lesportiva e social 
Grêmio Pedro Rufi- 
10 acaba de dar um 
xemplo dignificante 
tos outros Clubes da 
cidade, que até ago­ 
ra não fizeram a mi­ 
nima manifestação em 
favor da Campanha da 
Casa do Atleta. 
A Diretoria daque 
CASA DO ATLETA GANHA 
MIO PEDRO RUFINO 
la importante e con­ 
ceituada entidade 
vai promover no pró­ 
ximo dia 25 de novem 
bro (sexta-feira)umã 
grande Discoteque 
AGR 
ENG.' AGR0N0H0: J0SÉ 
DORIVAL NAVIER RIBEIRO 
RUA DR. ARY COELHO DE 
OLIVEIRA, 708 
FONE: 251 - 1137 
PRODUTOS AGROPECUÁRIOS: 
. ) Aspersor p/Irrigação; 
Assistência rural; 
Aruilise de solo; 
Ferramentas, manguei- 
ras, botinas, humus, car­ 
] rinho de mão, arames, her 
bic1das, fungicidas, 1nse 
l 
ticidas; 
- Venenos p/insetos, ra- 
ç0es e sementes; 
s$ 
:% 
la ua t 
.a«2 
+;pua: 
+trazs , 
• 
com renda parcial em 
favor da Campanha da 
Casa do Atleta. 
O exemplo do Grê­ 
mio é bastante digni 
ficante e mostra a 
sensibilidade dos 
membros da sua Dire­ 
toria, para os empre 
endimentos importan­ 
tes da nossa cidade, 
reconhecendo as difi 
culdades lógicas que 
o Presidente da Liga 
e a Comissão Executi 
va da Campanha vem 
encontrando pela 
frente, mas, mesmo 
assim, levando a O - 
bra adiantei 
MS 
L. P. PRODUTOS DE 
LIMPEZA IND. E COM. 
Despachamos para o 
interior - Detergen 
tes, desinfetantes 
shampoo para carro 
desengraxantes, agua 
sanitária, verdão 
cloro para piscina,sa 
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nico, sabão em pó, S_! 
bão tipo dínamo,' lim­ 
pa pedra, etc. ATACA­ 
DO E VAREJO. Freis+se 
Se vendedores p/interior do 
stad. contato (067) 7525, 
71 - (ano (arte-''- 
~- 
Com a adesão das 
Escolas, que estão 
participando da Gran 
de Gincana Beneméri­ 
ta e com a realiza - 
cão desta Discote 
que, vai ficar marca 
da de forma indelé 
vela participação - 
da JUVENTUDE BELAVIS 
TE.NSE na ajuda à ca:: 
sa do Atleta, uma 
obra, que voltamos a 
ressaltar, vai ser 
de muita utilidade - 
para os Clubes, os 
estudantes, a classe 
ruralista e toda ª 
sociedade. 
Os outros clubes 
da cidade deveriam " 
seguir o exemplo e 
tentar aderir Ca 
panha, providência 
que até agora, nin e!!I 
guêm teve a cora9 
e a vontade de to 
mar. 
********** 
CAMPANHA PRÓ CONSTRUÇÃO DA 
CASA DO ATLETA 
NÃO FIQUE OMISSO À ESSA 
OBRA TÃO ºIMPORTANTE À 
COMUNIDADE!! 
C O L A B O R E