vi. TRIBUNA DA 'FRONTEIRA DIÁRIO REGIONAL BELA VISTA/MS ANO: 22 19 DE NOVEMBRO DE 1.994 - SABADO DIRETOR RESPONSÃVEL: IVALDO PEREIRA R$ -0,50 DIPL0MID0S OS f 0RMIND0S DO JARDIM Ili 00 INSTITUTO DE EDUCIÇiO DE BELA YISTI i -o+ ao«aia.laia+li«a----a i ias a A turma de Formandos do Jardim III do Instituto de de Bela Vista .....::. ...... _ Educação A Escol a Particular Instituto de F.ducação de Bela Vista, dirigida pelas Professoras Shirley Godoy Lourei ro (Diretora Adminis trativa) e Jane de Melo Loureiro de Al­ meida (Diretora Peda gógica), realizou no último dia 15, terça feira, nas dependen­ cias do Clube Espor­ tivo Belavistense , uma bonita solenida­ de de Formatura dos alunos do Jardim III, integrado por crian­ ças na faixa etária de cinco a seis anos de idade. As dependências - do Clube foram total mente tomadas por pais, avós e familia res da turma de 30 Formandos, entre me­ ninos e meninas, que usando vestimentas na cor vermelha e portando ramalhetes de rosa, foram rece­ bidos um a um sempre com uma salva de pal mas, despertando or­ gulho e emoção em to dos os presentes. A abertura da solenida de oficial de Forma= tura das crianças do Jardim III do Insti­ tuto de Educação, co mo não poderia dei - xar de ser, foi mar­ cada pelo canto do Hino Nacional Brasi­ leiro, onde ficou demonstrado todo o pa triotismo que, ape - sarda pouca idade , já começa a serdes­ pertado nos Forman - dos, fato evidencia­ do pela postura de civismo e respeito mantida por todos eles durante a exe­ cucão do Hino Nacio­ nal. 0rientados pelas Proessoras Selenir Leite Pereira e Lu - ciana Godoy Bazano os Formandos do Jar­ dim III do Instituto de Educação estão su ficientemente prepa­ rados para iniciarem seus estudos normais na lil Série, basta dizer que todos eles são capazes de ler sem dificuldades. Após a solenidade de Formatura dos "pequenos", foi ofe recido um coque - tel com refrigeran tes à todos os que prestigiaram a boni­ ta solenidade no Clube Belavistense. OITO MOIL,ETES APREENDIDAS EM LI Z OI POLICIA MILITAR NI QUINTD FEi Nesta quinta-feira, dia 17, em blitz da Policia Militar de Bela Vista, realizada na Rua Duque de Caxias, em frente a C!RETRAN local, foram apreendi­ dos oito ciclomotores (Mobile - tes), sendo três por estarem sendo conduzidas por menores de idade e cinco por maiores não habilitados, além de todos os Veiculos não possuirem o devido licenciamento junto ao órgão de transito. Segundo as informações do Co mandante do 20 pelotão PM, Te= nente Villasanti, nos casos dos menores a ocorrência será enca­ minhada à Delegacida de Políca Civil, que remete o processo à Promotoria de Justiça da Infân­ cia e Juventude, para a instau­ ração de Sindicãncia contra o menor e a responsabilização dos pais por entregarem veículos à pessoas não habilitadas. Já com relação aos maiores, o procedimento será o encaminha rnento da Mobilete à CIRETRAN lo cal,onde além do pagamento das multas o proprietário do veicu­ lo terá de fazer a regulariza - cão do mesmo junto ao órgão de Trânsito, bem como sua legaliza ção para circulação em territó­ rio brasileiro tendo em vista que a maioria dos ciclomotores em circulação pela cidade são ad - quiridos no Paraguai. A Polícia Militar, mais urna GINCDND ESCOLDR E BEM RECEBIDÍ PELD POPULIÇÍO A mobilização dos alunos das Escolas: € Castelo Branco, Joa- 9uim Murtinho, Ester Silva, Vera Guimarã­ es, Jarbas Passari - nho e as Universitã­ rias da FIFASUL e ainda o Instituto de Educação, foi muito bem recebida pela po Pulacão, que tem da­ do apoio adquirindo Os cupons de doação no Valor de R$ 3.00 Reais. Independente dos Valiosos prêmios, co mo 3 Televisores, 3 Aparelhos de Som e 4 parelhos Eletro-Do­ mésticos, todos es - tão sentindo que os irriz6rios TRÊS REAIS, Juntados, proporcio­ harão uma ajuda im - P0rtante aos Colégi­ os e à Campanha da vez, alerta a comunidade em ge­ ral para que não insistam em transitar ilegalmente pelas ru­ as da cidade, principalmente me nores de idade e pessoas não habilitadas, pois a corporação está intensificando o Policia - mente no sentido de coibires sas irregularidades, preser - vando a segurança e a tran - quilidade do trânsito da cida de e cumprindo urna de suas atrT buições constitucionais. - Fim das Irregularidades do Trânsito Depende da Conscientizarão da Sociefale Ao longo dos últi Casa do Atleta. xoto de Lima, Orlan- FASUL, tem sido de mos meses a Polícia- Além de todo o da Freitas dos San - vital importância pa Militar de Bela Vis- professorado belavis - tos, Inês de Fátima, ra o sucesso do even ta vêm procurando tense e os funcioná- Sandra Lima, Jane to. conscientizar os rios dos Colégios, o Loureiro e ShirleiG. A Gincana terá o pais e a população_ alto interesse de Loureiro e ainda a seu encerramento no em geral, através monstrado pelas Dire Universitária e Pro- sábado dia 26 no Gi- dos meios de cornuni- viiiié ii ráii ririii a ssis le lagiração em ela Vista O Presidente da República do da para às 08:00 horas deste sã Paraguai, Juan Carlos Wasmosi , bado, na oportunidade o Prefel­ estará hoje na vizinha cidade - to belavistense Abraão Aroa de Bella Vista Paraguai, para Zacarias deverá manter um encon participar da inaguração do no- tro com o Presidente Paraguaio­ vo Posto Aduaneiro, construído para tratar, entre outros assun na entrada da Ponte Internacio- tos, da poluição do Rio Apa - nal sobre o Rio Apa, que delimi que afeta as duas cidades ir­ ta a fronteira entre Bela Vista mãs. A intenção do Prefeito é Brasil e Bella Vista Paraguai. conseguir o apoio do Presidente Várias autoridades paraguaias Paraguaio para que esse grave e convidados brasileiros deverão problema ambiental,seja sanado participar da solenidade, marca o mais rapido possível. como o Jornal Tribu­ na da Fronteira e a Rádio Bela Vista, so bre a necessidade do engajamento de toda a comunidade no senti­ do de evitar a condução de veículos por menores de idade e pessoas - nao habilitadas pe - las ruas da cidade Principalmente co relação às mobile - tes, tendo em vista o alto risco que re­ presenta a condução desses ciclomotores por crianças e ado - lescentes aue . . • , na maioria das vezes nao_possuem nenhuma noçao de trânsito de direção defensi ~ va. Página . , 1 o .n 04 AGRICULTURA t PECUÁRIA Pá /O 1.9°4 - 2 ) 'TODAS AS SEGUNDAS-VEIA LEILOES NO 'TNTERAL DA SANTA RITA DA PORTEIRA ORGANIZAMOS PROGRAMAMOS E O LUCRO É SEU FONE (067) 09 - 1550 PORTEIRA LEILOE; O NOME CERTO+ BELA VISTA "S Educar é trabalho sério, para ser feiro por gente experiente, num processo longo de respeito, liberdade e disciplina. Esta é. a proposta do Centro Edud1cional Maria Auxilíadora, uma escola··com método Piaget e Maria Montessori e máximo de 25 alunos por sala de aula. . . CEMA CENTRO EDUCACIONAL MARIA AUXILIADORA Da pré-escola à 4série o Área de recreação com play-ground e quadra de areia para esportes. · o Assistência pedagógica extra aula A PARTIR DE 01/12/94 Rua GaL Soares da Rocha. 90 - Te l • 439-1254 CEP: 79.260-000 - Bela Vista - MS ribuna da Fronteira DIÁRIO REGIONAL FUNDADO EM: 20/02/1972 DIRETOR- REDATOR CIIEFE':I Ivaldo Pereira + GERENTE COMERCIAL 1 : 1 Maria Estela Velásquez Pereira EXEMPLAR: R$ 0,50 , 1 SECRETÃRIOt 'DE REDAÇÃO':! Ubaldino Rodrigues ASSINATURAS 1 ; 1 REPORTAGENS: João Carlos Velásquez, André Ávalo e SEMESTRALI:' R$ 45. 00 Firmino de Barros' ANUAL:' R$ 90.00 REDAÇÃ0!, 1 DEPARTAMENTO COMERCIAL E PARQUE GRÁFICO':' * ÔS ORIGINAIS EN-- Avenida Tribuna da Fronteira, 564 - CAI!A POSTAL VIADOS À REDAÇÃO NÃÇ 23 - FONE: (067) 439 - I410 - BELA VISTA -- MS SERÃO DEVOLVIDOS. OS • ARTIGOS ASSINADOS NÃO ' SUCURSAIS':! Jardim',' Porto Mortinho, Antonio João, REFLETEM NECESSARIA- Bonito, Caracol, Campo Grande e Correspondentes MENTE A OPINIÃO DO em Brasília e São Paulo [JORNAL '1".>priedade da Rede Belavistense de Jornais - LTDA FILIADO À: ADJ0RI E·ABRAJORI Novo Mercado DE.: RAMO ARUA PARIAS ecos e molhados, latarias mm geral, produtos rios, e representantes de agip-l!quiqás. ATENDIMENTO PERSONALIZADO! ! OS MELHORES PREÇOS DA CIDADE AV. 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Uma tendência que vem crescendo a cada ano em proqres são aritmética e que agora ga nha maior impulso pela concor­ rência mais acirrada imposta pe lo Plano Real. - 1 Contudo, a grande maioria das empresas que apostam na pro moção como arma de venda ou prÕ jeção de imagem ainda vive um paradoxo: as atividades nesse - campo são planejadas isoladamen te pelas suas estruturas de mar keting e somente na hora da exe cução das atividades planejadaã é que buscam o apoio de uma a­ gência de promoção. E, via de regra, pelo crité­ rio do menor preço. Ou seja, fa zam uma,espécie de leilão entre agências, não levando em conta, muitas vezes, sua experiência , estrutura, qualidade e capacidg de operacional. Uma evidente - controvérnia, por exemplo, com os cuidados e procedimentos que tomam cm relação à encolha da - nua agência de propaganda. Ora, as empresas de promoção, aooim corno as de publicidad0 , têm a mesma necessidade do in­ teirr-se com seus clientes, co nhecer sua estrutura, cultura , produtoo e estratégias de merca do para sugerir e desenvolver: atividades que se ajustem ade­ quadamente.aos seus objetivos globais de imagem externa. Seria coerente, portanto,quc as agências de promoção estives sem ao "lado do cliente desde ô momento da concepção das ativi­ dades promocionais. Mas isso ge ralmente não ocorre, porque nãõ existe, de parte das empresas , uma política de parceria com es sas agências.e, o que é pior,n@ nhuma fidelidade em relação ã elas.' Imagine-se, por hipótese, se cada campanha publicit5ria de - comunicação. Ou seja, se o bric uma mesma empresa seja atribui- fing passado pelo cliente à da a diferentes agências de pro agência indicar o caminho da paganda. - promoção, ela será sugerida O que se propõe é que os a- implementada. nunciantes, d·iante da importân- Em casos como esse,a contri­ cia cada vez maior que vêm atri baição que ama estrutura especia buindo às ações prorr.ocionais ~ l.izada e experiente em promocõês estabeleçam parcerias duráveis pode oferecer ao cliente é ines com agências especializadas e timãvel, assegurando a criação, previamente) selecionadas pela - formulação e implementação cor- sua experiênc~a e capacidade. reta das atividades promocio- Essa prática deveria ser as- nais. sumida igualmente pelas agênci- Infelizmente, conforme a pcs as de propaganda, já que, no ãm quisa, apenas 28% das empresas­ bito das necessidades mercadolÕ adotam essa prática, planejando gicas de seus clientes, a solu: suas iniciativas nesse campo em cão pode estar justamente em conjunto com agências especiali ações promocionais. Cabe lem- zadas. - brar e elogiar, a propósito, a Quando a maioria dos ananci­ iniciativa tomada pela Fischer antes se conscientizar da impor & Justus, que oficializou a pro tância de estabelecer laços de moção como uma das armas da suã relacionamentos e fidelidade DICIS PIRA EVITAR A FILÊNCII OI preciso plane- ['vvv PJ )ar, sempre. ~ neces sário trabalhar o : comportamento do cria dor de empresas parã que ele não vá à fa- 1ência. &varo Mello e Silvio 944s De cada dez novas empresas que são criadas apenas seis conseguem sobreviver e passar para o se­ Sundo ano de eistên €a e apenas uma ou duas completam cinco anos de vida. A foto 9rafia pode ser a - nossa realidade como %F também encontra- ª em outros países. O Brasil está ele Sendo um novo Presi­ dente da República e todos os candidatos falam na criação de empregos. Como criar pregos se as gran­ des empresas estão - enxugando seus qaa­ dros e o programa de Privatização gerando desempregos? f A saída, como pro essam muitos, é a Fiacão de empresas e pequeno e médio - Porte e que seus - criadores tenham con dicões de não fracas Sar, - O que fazer? Dar incentivos fiscais - Ou treinar os futu­ os empresários em - tecnicas e géren c iamen to? será que é sfi­ ciente? • Tocador de negó­ cios - As ações cita das ajudam mas infe­ lizmente não evitam a mortalidade empre- e sarial Estudos apontam a necessida­ de de trabalhar as - características com­ portamentais do toca dor de negócios, dÕ criador de empresas, do empreendedor. Planejar também é preciso. O criador - de.negócio não pode tocar o seu empreen­ dimento sem um plano que leve em conside­ ração caracteristl­ cas do empreendedor de sucesso. Em cada passo do desenvolvi­ mento, implantação, gerenciamento e moni toracão do plano d negócios deverá ser trabalhada uma carac terisitca comporta-­ mental empreendedora, levando em considera ção estudos e pesqui sas desenvolvidos nó Exterior e já acultu rados à realidade brasileira. . O plano de negó­ cios é um instrumen­ to necessário para - eliminação do plane­ jamento instintivo, fazendo com que os - erros sejam previs­ tos, simulando no pa pel o que pode acon-­ tecer com a empresa. Na década de 1960 David Mcclelland,psi cólogo da Universidã de de Harvad, identI ficou nos empreende= dores bem-sucedidos um elemento psicoló­ gico crítico, denomi nado por ele de "mo= tivação da realiza­ cão" oa "impulso pa- • PROMOAO s-. 0 ,, y 452 " # ra melhorar", desen­ volvendo então o 7'reinamento da Moti­ vação para a realiza cão, cuja finalidade era melhorar tal ca­ racteristica torná­ la aplicável em si­ t.uacões empresariais. 0 conceito original de McClelland, apli­ cado em mais de 40 países até o final - da década de 1970 a presentou resultados positivos na criação e desenvolvimento de negócios, mas com críticas por estar - demasiadamente cen­ trado no pensamento ocidental. A Agência para o Desenvolvimento In­ ternacional dos Esta dos Unidos(Usaid)in:i... cioa em 1982 um pro­ jeto para estudos mais abrangentes do comportamento, a fim de criar meios mais eficazes de desenvol vimento de empreende dores. - o novo projeto co mecoa por um estudo em 34 paises, identi ficando uma dezena= de caracteristicas - de comportamento em­ preendedor, comuns - aos empreendedores - hem sucedidos. Em sg com empresas de promoção, os re saltados serão altamente positi vos para ambos. - Para as empresas de marketir promocionnl será um estímulo pa ra que trabalhem com mais empoe­ nho e garra na busca de resulta dos para seus clientes. Para as empresas, representará a otimi­ zação das verbas - cada vez maiores - que investem na con­ qaista de marketing share e na consolidação da imagem das suas marcas. Antonio Izidoro Filho é di­ retor da Izidoro Comunicação e Promoção e professor da Es­ cola Superior de Propaganda - e Marketing. guida foram desen­ volvidos instrumen­ tos de seleção e - treinamento, que in­ crementaram algumas Ou todas as caracte­ risticas aparadas pg la pesquisa. A partir daí foi preparado um progra­ ma experimental de capacitação para ins tratores do Eqaado, !ndia, Filipinas, Ma lásia e Qênia e a­ presentado no inicio do segundo semestre de 1985 na Inglater­ ra. A configuração de finitiva do programã exigiu mais três a­ nos de aperfeiçoa­ mento e foi lançado­ oficialmente pela ONU em 1988 na Argen tina, sendo em segui da aplicado no Chi-­ le, Uruguai, Venezue la, Gana, Nigêria ; ·Zimbabwe e a partir de 1990 no Brasil com bons resultados. O sucesso empresa rial não consiste - apenas no desenvolvi mento de habilidades como finanças, mar­ keting, produção, etc, mas também das habi­ lidades de comoorta­ mento empreendedor - por meio do aperfei- ESI çoamento para retor­ çar a capacidade in­ dividaal, a saber: - iniciativa e basca - de oportunidades;cor rer riscos calcula-­ dos; perseverança ; comprometimento; es­ tabelecimento de me­ tas; planejamento e monitoramento siste­ máticos; buscá de in formações; persuasãÕ; estabelecimento de - rede de contatos; in dependência e auto - confiança e busca de qualidade e da efici ência. - Não existe um mo­ delo de perfil de em preendedor ideal. Õ que se busca é um perfil onde haja um equilíbrio das carac teristicas sem combi nações funestas. As­ sim é necessário que aquele que ôpte pelo negócio próprio como carreira ou meio de vida, que reflita sobre tais caracte­ rísticas e desenvol­ va-as, pois acredita ' mos que o empreende= dor de sucesso não nasce pronto, pode - ser formado. * Alvaro MelJo e Silvio Olivo são consultores da Bra­ sil Entrepreneur Cli nica de Negócios. - A saída para o mundo é a criação de empresa.s de pequeno e médio porte o - 0 ! 11 Ao longo dos últimos meses a Pol ic iü MJ: itar de Bela Viota vêm procurando conoci­ :ntizar on pais e a população cm geral, a­ •ravéo doo meioo de comunicação do Munioi~ io, como o Jornal Tribuna da Fronteira e • Rádio Bela Vista, sobre a ncccooidade do 1 ~ngajamento de toda a comunidade no scnti­ ,;,;lo de evitar a condução de veículos automo tores por menores do idade e peosoas não habilitadas pelas ruao da cidade, princi - :;;pnlmento com relação às mobilcteo, tendo om vista o alto risco que representa a con ~ução deoseo ciclomotoreo por crianças e adolescentes que, na maioria das vezos,não possuem nenhuma noção de trânsito o de di­ ';eção defensiva. . . O Comando do 2 Pelotão de Policia Mili r.ar de Bela Vista entende que a problemátT ,ca do trânsito em nossa cidade, que inclu­ ive já vitimou fatalmente dois adolescen­ ces este ano, envolve todos os segmentos ,da sociedade e, tentar resolvê-los apenas sob o prisma exclusivo da fiscalização, c~ ,ja competência é da PM, não passa de uma visão simplista demais e demonstra o total desconhecimento desse assunto tão complexo, or parte de quem pensa dessa forma. . Ressalte-se no entanto, que a Polícia -~Militar vêm desenvolvendo o seu papel, den -s tro das limitações que lhe é imposta, como por exemplo, pela deficiência de recursos ! humanos e materiais, amplamente conhecida 111 de todos, mesmo assim, só este ano OS me- :, GRUPO ARMADO INVADE FAZENDA EM PORTO MURTINHO, MATA PAI E FILHO E ARRANCAM A MÃO DO FAZENDEIRO . Um duplo homicídio, praticado com re - quintes de crueldade, ocorreu na última se­ ,: gunda-feira no Município de Porto Murtinho, quando cerca de 12 homens armados de esco­ I petas calibre 12 e pistolas 9 milímetros - invadiram a Fazenda Piranha e executaram a e sangue frio o fazendeiro Izauro Romero, 59 , anos e o seu filho Benito Romero Neto, 33 anos. Segundo as informações, por volta das , 10:00 horas da manhã, os homens invadiram a sede da Fazenda, localizada à 150 quilõ­ metros da cidade de Porto Murtinho, prende ram em um banheiro Albina Vilalba, 32 anos, Silveria Romero, 46 anos, respectivamente mulher e irmã do Fazendeiro e a neta de a- penas 12 anos. Os homens tinham seus ros - tos pintados, usavam roupas camufladas do Exército e chapéu verde de caçador. Após revirarem toda a casa e roubarem o que ti­ nha de valor, o grupo ficou a espera do Fa zendeiro e de seu filho, que estavam no campo. Por volta das 15:00 horas, quando os dois chegaram, ·foram "recebidos" e• cri­ vados de bala pelo grupo, sem qualquer chance de reação, tendo ambos morrido no local. Não satisfeitos, o grupo ainda dece pou a mão do Fazendeiro Isauro Romero, le-:: vando-a como "troféu" do crime. Suspeita - se que o violento crime pode estar relacio nado ao furto de gado na região de Porto Murtinho. t BOND·& POLICIAL ,. O FIM OIS IRRREGULIRIDIDES NO TRINSITO IEPENDE 011 COIISCIEITIZIÇil OI ,SOCIEDADE cados pelos mesmos, nesse sentido, a Promg toria de Justiça da Comarca está com o fir me propósito de responsabilizar criminal mente quem for pego infringindo Lei, in­ dependentemente de quem quer que seja, a - gindo de forma totalmente ienta e impar - cial. PROTEÇÃO AOS "PILIUNHOS DE PAPAI" Contrariando alguns comentários que gra çam pela cidade, o Comando do 20 Pclotao PM enfatiza que não há e nunca vai haver nenhum tipo de proteção ou tolerância cem relação aos denominados "filhinhos de pa - pai", pois o trabalho da Policia Militar, pelo menos durante a duração 1: 1. o Natal está chegando, e nós já recebe - d Natale com ótimos mos lindos cartoes e preços•. Av. Tribuna da Fronteira, 564 - Centro FONE: (067) 439 - 1410 Falar com D. 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Por.ri11J1rn rcullwdo em 17/11/94, p H O O lJ T O S Açougue, Açour,u<' Açougue ,çou:;ui, Açour,uc> /,çouµue /~ou:;u1, Açou u~ Art,ui•u-l:C-7"'- r-tu 1.c ,, •• ~, '"I;,~ •. ;-" ScrvC! Arco do Hodtdo llalança 5ào s.:i:tn 1!-erc .. éo do l..._i-j ~:o t _ , '- •.• - tf., f ~.-, 'u.' C:ARNf( l!! fl l 1 Tetc<:o José Rito Povo tarls a!d ·rao eao Mfuel ' -C-OX-.Ã;-::O:-:-:}'.c:c()-:-l.:::-E---"::..::.::..:.'.!....;'-=.... .j...'..'..e::..:/:::...o_o_-1_~2!...~l!...l~::_+:-~2~.~ll0::.:.:..+-2-.-e-o-!-2-. _..,,fl..,,0--+-,-:3c:.:.:oíl:--:0'-+-:;_3:.... -~rn:----+1~2-'-_::-?c'.::-l-1- ,-:nri-·-1 :.91.,_,[l. 1 } =· •,.!_lfl..= - ..i.,}_(1 j' l±±ti@ ±$$, ti± ±i ±3 +# +%, 1±L +±±L ± s±1e 28 1 7gg4 55 COfffRA r 11.P. J oo 2.80 2.0 2. ao 2. 80 3.00 3.30 2. 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