TRIBUNA .DA FRONTEIRA 
I 
D/AR/O REGIONAL 
- BELA VISTA/MS ANO: 22 NO: 1. 577 24 DE NOVEMBRO DE 1.994 - QUINTA-FEIRA DIRETOR RESPONSAVEL: IVALDO PEREIRA R$ - 0,50 
o o 
YEREIQO RES REIVINDICIM I IMPLIIÇÍO OI 
ISENÇDO PARI OS CONTRIBUINTf S DO IPTU 
Em uma importante Indicação de autoria - 
dor. Vereadores Marcos Elias Rios da Cruz e 
Israel Chamorro da Rocha, foi pedido o enca 
minhamen to de expediente ao Prefeito Munici 
pal Abraão Zacarias, solicitando à ele que 
encaminhe à Câmara Municipal um Projeto de 
Lei alterando a Lei Municipal 966/93, em 
sua Seção III - Isenção- Art. 14, 1tem IV, 
suprimindo a isenção de 3 (três) UPF - Uni- 
dade Padrão Fiscal - e passando essa isen - 
·e; çõo para as residências com área de até 60 
m (sessenta metros quadrados). 
Elias Rios da Cruz 
Domingo passado - 
numa iniciativa do 
Dr. Soliman Tebichra 
ne, ex-Presidente do 
Rotary, atual Presi­ 
dente dos Serviços 
a Comunidade, reali­ 
zou na sede do Rota­ 
Iy Club uma campanha 
de tipagem sangui - 
nea, aquele negócio 
de saber o tipo de 
sangue da pessoa. 
Página - O 
O Dr. soliman , 
_com muito prazer , 
testa seus equipamen 
os no Presidente do 
! 
1 
/ 
lUJM ROTARIANO EXEMPLAR 
Vereador Israel Chamorro da Rocha 
A Justificativa apresentada pelos Verea 
dores Marcos Elias Rios da Cruz e Israel­ 
Chamorro da Rocha para essa Indicacão, foi 
a seguinte, na íntegra: 
"Sabedores que somos da sensibilidade 
do senhor Prefeito Municipal, principalmen 
te com relação aos menos favorecidos, a= 
presentemos esta Indicação que visa aten - 
der a camada mais carente do nosso Municí­ 
pio e resgatar um compromisso de campanha, 
já que a isenção em 3 (três) UPF para .os 
contribuintes do IPTU, em vigor elo atual 
Código Tributário Municipal, beneficia um 
número reduzido de contribuintes. 
A mudança da Lei, de acordo com esta 
Indicação irá beneficiar uma parcela pen 
mais significativa de contribuintes do 
IPTU, praticamente triplicando o número 
de beneficiados por este isenção". 
ALTA TEM&RATURA 
NA SESSÃO DA 
CÂMARA MUNICIPAL 
A sessão ordiná discursos efusian - 
ria da Câmara Muni - tes na tribuna, de­ 
cipal de Bela Vis núncias e acusações 
ta, realizada na úl- feitas pelos Verea­ 
tima segunda-feira , dores da oposição , 
dia 21, esteve bas - fizeram dessa ses- 
tante acalorada , são do Legislativo 
muita polêmica na a- belavistense uma 
preciação de um Pro- das mais agitadas - 
jeto do Executivo dos Últimos tempos. 
Matéria Completa na Página - 02 
Sperafico cobra 
explicações do Incra 
O Deputado Fede - 
ral eleito,Dilso Spe 
Rotary, Ivaldo ( foto) 
PEIDOS SI DIZ, QUE DEIXA O 
E TIDO COM FOLEGO PDRI 
OVOS INY,ESTIMENTOS 
"Estou prestando contas con­ 
tas de um bom governo; um exce­ 
lente governo, que transformou 
Mato Grosso do Sul num canteiro 
de _obras sem contar com nenhuma 
ajuda financeira da União e nu­ 
ma fase de crise econõmica",dis 
se o Governador Pedro Pedros 
sian, durante entrevista em Co­ 
rumbá, onde lançou obras impor­ 
tantes, como a ponte sobre 
0 
Rio Paraguai, e inaugurou a no­ 
va pavimentação de um trecho 
de 69 km da BR-262. Página - 08 
PUCCINELLI CONSEGUE 
MEDICAMENTOS 
PARA O INTERIOR 
Enquanto os Gover- 
nos Municipal, Esta- 
dual e Federal não 
colocarem em prática 
um programa voltado 1 
para a melhoria da 
i±±5?ri 
tinuará fazendo víti­ 
mas inocentes nos qua 
tro cantos do País. A 
observação foi feita 
pelo médico e Deputa­ 
do Estadual André Puc 
cinelli (PMDB) demons 
trando estar preocupa 
do com a falta de in­ 
vestimentos no setor. 
Página - O 
Deputado eleito An 
dré Puccinelli (foto) 
rafico (PMDB), en - 
viou correspondên - 
eia ao INCRA - Ins­ 
tituto Nacional de 
Colonização e Refor 
ma Agrária cobrando 
do órgão esclareci­ 
mentos quanto aos 
novos critérios ado 
tados para a classi 
ficação dos imóveis 
rurais pela sua pro 
dução agropecuária­ 
diversificada e tec 
nificada, e classi­ 
ficado pelo INCRA 
como improdutivo". 
Página - 03 
Após 31/12 
BANCOS ESTARÃO 
IMPEDIDOS DE 
MOVIMENTAR 
CONTAS DE 
CLiENTES 
QUE NÃO SE 
RECADASTRARAM 
Pá ina - 03 
. Câmara é Notícia e Informação 
"?$,l? quer o recadastramento aos moradores do conjun- 
• Implantação de laboratório para produção de alevinos; 
• Manutenção de lumináriasr; 
• Cascalhamente de Ruas 
" Indicações Verbais 
Pedrossian Autoriza Construção d 
Ponte Sobre o Rio Paraguai a 
Página - 0

0.. 
Alta Temperatura na Sessão da Câmara Municipal 
A 0são ordinária da Câmara 
Municipal de pela Vi,ta, reall­ 
·ada na última sequnda-feira 
dia 2l, enteve bastante acalora 
da, multa polêmica na aprecia - 
ão de um Projeto do Executivo, 
discursos efusiante na Tribu - 
na, denúncias e acu,açõe fei - 
tas pelos Vereadores da oposi­ 
ão, fizeram dessa sessão do Le 
qisltivo belavistenses uma da, 
mais agitadas dos últimos me- 
Educar é trabalho sério, para ser feito por gente experiente, 
num processo longo de respeito liberdade e disciplina. 
Esta é a proposta do Centro Fducícional Maria Auxiliadora, 
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'Tudo começou quando os Verea 
dores de oposição ao Prefeito - 
pediram o rdqime de urgência ur 
gentíusim para a apreciação de 
um Projeto de Lei do Executivo 
Municipal, que, c1:1 re::;umo,tran_§_ 
fure poro o INS um terreno que 
anteriormente havia sido doado 
à Câmara Municipal para a cons­ 
truçfio da sua sede própria. Co 
mo a obra não foi executada, o 
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( 
1 ribuna. da Fronteira 
FUNDADO EH: 
,. 
' 
' 
DIÁRIO REGIONAL 	20 /02/1972 . 
DIRETOR- REDATOR CHEFE:' Ivaldo Pereira 
EXEMPLAR: R$ 0,50 . 
:GER-eNTE COMERCIAL~• Maria Estela Velásquez Pereira' 
1 SECRETÃRIOI ll)E R.EDAÇÃ0':
1 Ubaldino Rodrigues 
ASSINATURAS: 
REPORTAGENS:' João Carlos Velásquez, André Ávalo e 
SEMESTRAL:' R$ 45.00 
Firmino de Barros' 	" ANUAL:' R$ 90.00 
REDAÇÃO, DEPARTAMENTO COMERCIAL E PARQUE GRÁFICO: * ÔS ORIGINAIS EN 
Avenida Tribuna da Fronteira, 564 - CAIA POSTAL - 
VIADOS Ã REDAÇÃO NÃ9 
23 - FONE: (067) 439 - 1410 - BELA VISTA - MS 
SERÃO DEVOLVIDOS. 06 
ARTIGOS ASSINADOS NÃO 
SUCURSAIS':' Jardim', Porto turtinho, Antonio João, 
REFLETEM NECESSARIA- 
Caracol, Campo Grande e Correspondentes 
MENTE A OPINIÃO DO - 
Bonito, 
JORNAL 
em Brasília e são Paulo 	. 
de Jornais-- LTDA 
FILIADO l: 
l 
Propriedade da Rede Belavistense 	ADJORI E ABRAJORI 
(c( 15 512 9n/1yon 
lote de terreno, conforme pre - 
via a própria 'ei que autorizou 
a doação, retornou para o doí­ 
nio da Prefeitura Municipal,que 
gora decidiu permutá-lo com o 
INSS. Como a situação ão conta 
va com as presenças doe dois Ve­ 
readores, Fernando de Freitas E 
lias e Fernando Jorge de Barros, 
o Vice-Presidente da Casa, Ve - 
reador Marcos Elias Rios da 
Cruz, que prer.;iaia os t.rabalho!J, 
decidiu não colocar cm aprecia­ 
ção do Plenário o regime de ur­ 
gência urgentíssima pedido pe - 
los Vereadores oposicionistas, que 
na sessão tinham maioria de vo 
tos. 
Isso bastou para os Edis Ro­ 
ney Moraes Simões e Luiz Alexan 
dre Loureiro Palmieri, cairem 
de pau cm cima do Presidente em 
exercício da Câmara e também do 
Prefeito Municipal Abraão Zaca­ 
rias. Marcos Elias Rios da Cruz 
foi chamado de ditador, arbitrá 
rio, entre outros adjetivos, jã 
para o Prefeito Municipal sobra 
ram criticas e acusações, entre· 
elas: a de ter dado um prazo 
de apenas dois meses para are­ 
tirada dos pequenos lavoureiros 
que plantam na área às margens 
do Aeroporto Municipal, sem ne­ 
nhum motivo que justifique esse 
pedido de desocupação da área; 
de não ter feito sequer uma o - 
hra até agora passados dois a­ 
nos do seu mandato e de que o 
Prefeito não atende os pedidos 
dos Vereadores dà oposição, a e 
emplo da sua convocação para 
prestar esclar·ecimentos na Cãma 
ra Municipal e para que autori­ 
zasse a execução dos serviços 
de limpeza da Praia do Apa. 
Outra dura crítica feita pe­ 
lo Vereador Roney Moraes Simões 
ao Prefeito Municipal, foi com 
relação a construção das casas 
do Programa de Desfavelamento , 
no Bairro Ãgua Doce, tendo o Ve 
reador dito que aquela obra foi 
construída graças a Convênio do 
Governo do Estado com a Prefei­ 
tura Municipal, portanto não po 
deria ser caracterizada como 
uma obra da atual Administra 
cão. Também o atraso da Prefei­ 
tura nos repasses do duodécimo 
da Cãmara Municipal,.gerando a­ 
trasos no pagamento de funcioná 
rios, Vereadores e fornecedores 
do Legislativo, foi outra 
questão levantada pelo Vereador 
Roney Moraes Simões nos mais 
de 20 minutos que fez uso da 
tribuna do Legislativo belavis­ 
tense, a maioria desse tempo 
<Jê:-sto num "tiroteio" de um alvo 
so, ~ Prefeito Abraão Zacarias. 
Ja os Vereadores da situação, 
llarcos Elias Rios da Cruz, Is - 
rael Chamorro da Rocha e Orlan­ 
da Freitas dos Santos, rebate - 
ramas criticas e acusações, co 
no de conivência com os atos 
errados do Prefeito Municipal , 
que lhes foi dirigida pelos E­ 
dis oposicionistas. Marcos Elias 
lembrou que o atraso nos repas­ 
ses do duodécimo da Câmara Muni 
cipsl também foram una constan­ 
te na Adninis ração passada , 
quando o Chefe do Executivo era 
o tio do Ver ador Roney Moraes 
Simões, enfatizando que ele di 
ou a Crara com os salários a­ 
trasado em quase seis meses e 
justificou os atrasos que vêm a 
contccendo nos repasses como 
consequências das dificuldad s 
financeiras enfrentada pela 
Prefeitura Municipal, a exemplo 
do que vêm acontecendo com a 
maioria das Prefeituras do inte 
rior do E ta do e do País. - 
Com relação a construção das 
Casas do Programa de Desfavela­ 
rnento" no Birro Agua Doce, o 
Vereador I:rael Chamorro da Ro­ 
cha lembrou aos Edis oposicio - 
nistas que o Programa recebeu 
apenas cerca de JOI (trinta por 
cento) de recursos do Governo 
do Estado, cabendo à Prefeitura 
Municipal arcar com aproximada­ 
mente 70'!. dos custos de cada una 
das 100 casas que foram construí­ 
das, sendo com isso muito mais 
uma obra da Prefeitura do que 
do Governo do Estado; Israel 
ressaltou ainda que pelo Convê­ 
nio celebrado para a construção 
do Conjunto no Bairro Água Do - 
ce, cabia ao Governo do Estado, 
do qual os Vereadores oposionis 
tas são companheiros, a implan­ 
tação das redes de luz e água, 
mas até agora esse compromisso 
também não foi cumprido na sua 
totalidade, por isso várias re­ 
sidências ainda não possuem á - 
gua encanada. 
Orlanda Freitas dos Santos u 
sou a tribuna para rechaçar fron 
talmente as acusações de que os 
Vereadores da situação são co - 
mandados pelo Executivo Munici­ 
pal e de serem coniventes com 
as coisas erradas feitas pelo 
Prefeito. Orlanda enfatizou que 
é Vereadora eleita pelo povo e, 
só à ele (ao povo) deve satisfa 
ções, condenou os ataques indis 
criminados dirigidos pelos cole 
gas oposicionistas e disse que 
não dava o direito à nenhum de­ 
les de julgar a sua conduta poli 
tica. Já com relação aos traba­ 
lhadores que plantam lavouras 
na área do Aeroporto Municipal, 
os trés Vereadores da situação 
que estavam presentes na sessão, 
Orlanda Freitas dos Santos, Is­ 
rael Chamorro da Rocha e Marcos 
Elias Rios da Cruz foram categ§ 
ricos ao tomarem conhecimento - 
dos fatos, assegurando suas dis 
posições de analisarem o assun­ 
to e irem até o Prefeito Munici 
palpara buscar um entendimentÕ 
e um consenso, "ninguém aqui é 
contra trabalhador ou contra 
quem quer que seja, por isso 
não aceito as acusações de que 
alguns trabalhadores estão sen­ 
do perseguidos, enquanto outros 
seriam privilegiados e poderiam 
continuar plantando suas lavou­ 
ras na área do Aeroporto", afir 
mou Marcos Elias Rios da Cruz , 
que é líder do Prefeito no Le - 
gislativo Municipal. 
Temperatura Máxima 
Digno de registro o fato que nunciamento os edis da oposição 
mais acirrou os ânimos entre os procuravam contestá-lo a todo instan­ 
Vereadores oposionistas e situ-. te, não deu nutra, Marcos Elias 
cionistas, na última sessão or- foi taxativo: "ouvi calado tudo 
dinária. Dura.nte todo o pronun- o que V. Excelências disseram 
ciamente dos Vereadores que aqui na Tribuna, portanto quero 
fazem oposição ao Prefeito Muni que os Srs. me respeitem agora r 
cipal, mesmo com todos os ata - se quiserem faltar com respeito 
ques e acusações desferidas con esperem terminar a sessão, la 
tra o Chefe do Executivo, os Ve fora quero que os Srs. faltem com 
readores da situação limitaram- respeito comigo"!! 
se a ouvir, mantendo uma postu- Teve gente que foi saindo 
ra de respeito ao colega que de fininho e nem esperou a ses- 
fazia uso da palavra. são terminar, com medo de uma 
O mesmo não aconteceu quando "desavença" maior entre os nobres 
o Vereador Marcos Elias Rios da Edis belavistenses .. Segundo 
Cruz fazia uso da palavra para informações, tem Vereador que 
contestar as acusações e denún- já está pensando em fazer unia 
cias feitas na Tribuna da Casa Indicação pedindo a presenga 
pelos Vereadores contrários a da Polícia Militar nas pro 
atual Administração. Primeira - xima sessões ordinárias da 
Mente Luiz Alexandre pediu para mara Municipal.Felizmente tudofi­ 
sair do Plenário por alguns ins cou apenasno campo das palavras 
tantes e qua.ndo o líder do Pre - e idéias, legado maior do regire 
eito tentava alinhar seu pro - democratico em que vivemos.

D1ÍIO REGIONA1, 
DILSO SPERIACO COBRI EXPLICAÇÕES 00 1 C 
Deputado eleito Dilso Sperafico 
CURIOSIDADES BTBLICAS 
terar os critérios de c.as- de, que ó veio 
sificução dos imóveis sem is ur i:.cr dion 
consultar as entidades re - co na vida doa 
presentativas dos prodato - Estado", escreveu 
res rurais, o INCRA pass, a rafico. 
gora a considerar inprodui Segundo ele os ó:go Go- 
va diversas áreas que hisó vernamntais existem par 
rica e socialmente erre facilitr a vid, dos cida 
foram produtivas", fala Spe 
rafico. 	-- 
Na correspondência, o E 
presãrio quc:itionou tt.1.!"',bl:n 
a complexidade do Documento 
enviado pelo INCRA aos 
produtores rurais. "Para 
finalizar, cabe l nbrar que 
o número excessivo ele depcn 
dências citadas no Documen­ 
to demonstra sua complexida 
ANDRÉ PUCCINELLI CONSEGUE 
MEDICIMENTOS PIU O INTERIOR 
O Deputado tcdaral nloi­ 
to, Dilso Sperafico (PNDD), 
enviou correspondência ao 
Ir!CM - In:itituto nacional 
de Colonização e Reforma A­ 
grária cobrando do órgão 
esclarecimentos quanto aos 
novos critérios adotados pa 
ra a classificação dos imó­ 
veia rurais pela sua produ­ 
ção agropecuária divernifi­ 
cada e t.ecnificada, e clas­ 
oificando pelo INCRA corr.o 
improdutivo". 
Para Dilso Spftrafico, a 
existência de erros é fla - 
grante e a origem destes de 
ve ser imediatamente detec­ 
tada. "Não contente em al- 
dãos. 
"o qu stá acontecendo - 
parece mais u descaso cor 
os produtores rurais. Nós 
não estamos brincando de pro 
duzir e gerar riquezas para 
o Estado. Espiro que o INCRA 
enc re com mais seriedade os 
critérios de classificação - 
dos imóveis rurais",concluiu 
Di lso Sperafico. 
Aqui está um tema polêmico e sempre 
atual: a REENCARNAÇÃO. Todos nós um dia 
já nos perguntamos: Será que com a morte 
tudo se acaba? Para onde vai o espírito 
depois que se dá a morte material? 
Até hoje a ciência não conseguiu pro­ 
var se existe vida após a morte, o que 
faz com que duas correntes contrárias 
continuem a pregar cada qual a sua forma 
pós-morte: ressurreição e reencarnação. 
O escritor Michael Ryan Fearon (Revis 
ta PLANETA-Ed. Três) apresenta algumas­ 
considerações sobre o tema: 
"Olhando a existência do homem no pla 
neta Terra parece ser irracional. - 
Ao contrário do dogma comunista, o ho 
mcm não nasce igual: alguns são ricos , 
outros pobres, uns sadios, outros doen - 
tes, alguns inteligentes e outros tantos 
idiotas. Uns têm vida longa e outros vi­ 
vem apenas alguns minutos. 
. No universo racional e organizado não 
hã razão para se pensar que a humanidade 
e a unica fora da Lei e, portanto, uma 
explicação deveria ser buscada para tais 
inexplicáveis circunstáncias. Somente u­ 
ma explicação é razoável e válida: ateo 
ria da REENCARNAÇio, resultante da Lei 
da causa e efeito, ou seja, a pressuposi 
çao de que o homem têm várias vidas. De 
ou~ro modo, a vida seria completamente - 
i~Justa. Causa e efeito e reencarnação - 
vem das mais antigas filosofias e reli - 
gioes, o que pode parecer que a ciência 
chegou ao ponto de admitir (não provar)a 
probabilidade da tese dos antigos. 
Se essa teoria vem com uma surpresa-, 
ou mesmoium choque para os ocidentais 
especialmente para o mundo cristão, não . Extremamente preocupados com os transtornos que poderão ser impostos aos corren - 
Se deve esquecer de que, se a Igreja Cris tistas (pessoas fisicas e juridicas) e poupadores que não tiverem se recadastrados a 
ta tivesse escolhido abraçar as idéias~ te 29 de dezembro deste ano, a FEBRABAN - Federação Brasileira das Associações de 
de Platão e não de seu discípulo Aristó- Bancos e os Bancos associados alertam os clientes bancários para a absoluta necessi­ 
teles, a teoria da reencarnação seria a- dade de se recadastrarem o mais rapidamente possível, atendendo à Re ol - 
0 2 078 ceita hoje no mundo ocidental". do Banco Central. 	s uçao n • 
Recordemos que foi no ano 553 no II 
Concílio de constantinopla (V concilio E A Partir de 
10 
de Janeiro, por essa determinação do Banco Cent l i 
tas e poupadore - t' 	ra , os corrent s - 
cumenico da Igreja), por três votos con~ - . s que nao iverem se recadastrado nas Agências bancári d r- • 
tra dois, que se estabeleceu que seria rar num unice saque o saldo total de suas contas e não poderão: as eve_ao ret~ 
excomungado e condenado aquele que sus - * receber talões de cheques o.u carto-es para mo • t 
t 	VJ.men ar suas contas,· 
entasse a fabulosa preexistência does- 
Pirito e a monstruosa restauração que se obter empréestimos ou financiamentos; 
lhe segue. 	* fazer aplicações financ~iras ou mesmo liberar recursos aplicados 
Na época de Jesus Cristo existiam os 
FARISEUS, uma seita nacionalista cuja O recadas
t
ramento e gratuito. Para o cliente se re d 
característica era o zelo pela observai-I /em que tem conta corrente ou de poupanca, levando j,7"? basta ir à Agência 
eia d L 	- - Identidade e do CIC - Cartão de Ident .f5 ·5 dc 9 copia de Documento de 
a ei e do apego ãs tradições. [de residência (conta de luz, gás ou { iS? o contribuinte (CPF), um comprovante 
A seita dos SADUCEUS, que aceitavam a • 	, 	one e entregar h"d .. 
Pmas e Pentateuco, negavam a imortaliaâ} /Pessoais fornecida gratuitamente elo banco, assinana6-, !is;"j.<iz??" de dados 
e da alma e simpatizavam com as doutri- 	BAN 
~as materialistas; entretanto, nenhuma - 1-------------===-c==º-=º~º::......::.BRASIL AmrnCIA BELA VISTA 
elas. eram simpáticas a Jesus. 	,· a REF ' 
g$5 is= .. F srsrEua rou/no , 
b Desprezavam o dinheiro e repartiam os nulos e brancos, constatados nas Últimas e enci~ d7 ~icios e males que permitem a 
ens. 	• 	leições, foram uma clara manifestação d- con
st
ituiçao_~e Congressos - senado e Câma 
__Usavam a prática da oracão, da medita, eleitorado brasileiro. O atual sistema a- Assembléias Estaduais e câmaras ade i' 
;° e da cura por imposição da_mão, a1' cisa ser reformado Antiquado, corrupto readores inexpressivos, que pouco têm T 
,e,aceitavam a reencarnação. sobre desvinculado dos. interesses da população ~er com a sociedade que deviam reores 
."° seita 
O 
Mestre nunca disse nada po o nosso sistema político .. jã nada tem a v' ar· 	• • en L 
i[;;2 trabalho e presacóes eram sénél com o Pais. Ausieia de partidos com " _refora do sistema poli±ico deve cone 
gramas claros, precisos e coerentes ausê '' pela adoção do voto· distrital - ."- M 
li(* 8 pesquisador bíblico e auto~ do leia de fidelidad~ aos próprios partidos e :e~o de vincula~ os eleitos aos eÍe·tunico U 
e e-assisiüi J Ee%.ttts2"?±it.s"si- zen.e G .a,zr" 
rais e proporcionais, permitem a sobrevi - os candidatos. 	en.re M 
-+- 	(Agência Planalto) V 
- 
Enquanto os Governos Mu­ 
nicipal, Estadual e Federal 
não colocarem em prática 
um programa voltado para a 
melhoria da qualidade do 
sistema de saúde, o caos 
continuará fazendo vítimas 
inocentes nos quatro cantos 
do País. A observação foi 
feita pelo médico e deputa­ 
do estadual André Puccinel­ 
li (PMDB), demonstrando es­ 
tar preocupado com a falta 
de investimentos no setor. 
Por isso o parlamentar tem 
se empenhado em conseguir - 
medicamentos para atender - 
as Prefeituras do interior. 
A carência, segundo ele,tor 
na a saúde ainda mais vulne 
rável. 	- 
Puccinelli reconhece que 
o Sistema Onico de Saúde 
não está funcionando confor 
me gostaria. o atendimento­ 
é falho, falta leito hospi- 
talar, medicamertos não es­ 
cassos e os profissionais - 
responsáveis pelo atendimen 
to ao público são mal remu-­ 
nerados. 
A triste realidade que o 
Brasil vem sofrendo na área 
da saúde pública, de acordo 
com o médico-deputado, pode 
ria ser minimizada se os go 
vernos investissem maciça= 
mente na difusão da medici­ 
na preventiva. O sistema cu 
rativo é caro, ineficiente­ 
e não consegue acompanhar a 
demanda nacional. As enor - 
mes filas que se formam dia 
riamente em frente as instT 
tuições de saúde confirmam­ 
ª fragilidade do setor. 
EM BUSCA DE REMÉDIOS 
.. 
Durante a campanha para 
Deputado Federal, a sinceri 
dade do médico André Pucci­ 
nelli mereceu da comunidade 
sul-matogrossense um voto de 
confiança subescrito por 
65.091 pessoas. Na sua maio­ 
ria trabalhadores de baixa 
renda que não dispõem de re­ 
cursos para o aviamento de 
uma receita. Aliás, é no in­ 
terior do Estado que se per­ 
cebe realmente que a saúde 
do povo não está recebendo o 
tratamento necessário. 
O empenho e a dedicação - 
dos Prefeitos interioranos - 
motivam o Deputado peemede - 
bista pleitear junto à CEME 
a liberação de medicamentos 
populares e de uso contínuo 
para atender as Prefeituras. 
Ivinhema e Angélica foram 
as localidades recentemente 
contempladas pela ação dire­ 
ta do Deputado Estadual An - 
dré Puccinelli. Em Brasília, 
acredita o parlamentar que 
terá muito mais condição de aten­ 
der as reivindi.ca::;:ões dos Prefeitos. 
IPÔS 31 DE DEZE 
anos Estarão lmedidos de Movi estar { 
de Clientes que não. se , Recad_a trnrem 
... 
1e 
Ir: 
) 
)

DA FRONTA#A - DI[TO E,TONAI, 
----- ---- -- 
'A !' '!' ., I • • 	1 , 
Préieitüfa Municipal de Bela Vista 
BALANCETE FINANCEIRO DO MES DE OUTUBRO DE 1994 
e• en7..R 
Ante.rior • Do Hão Acu-:;uJado 	I A-,crr1or [lo •·., ~ 
··------------t=='---t--=--=-=:.::,__-+-'-';.c::..=:..:...::..::..'-+----------·--,- 	1 
T I T U 1. 0 5 
OltÇAMEMTÃRJA, 
Recelta Trfbutarfas 
Rcccltn Patrimonial 
Transferências Correntes 
Outrnn Rcccltnn Correntca 
Alienação de Bens 
Trnna!crénc1nB de Cnpitnl 
0%'',,+++·+»»+»···+»· 
E:TRA-ORÇAMENTARIA 
Solário Familia 
mpenhos a pagar 
Cons1nações 
I 
SOMA, .....•. , . 
SAJJ>O DO EXERCICIO ANTERIOR 
Cnixn 
Bancos Conta-Movimento 
Dancos Contn-Arrecndnçio 
Doncos Conta-Vinculado 
Bancos Conta-Especiais 
SOMA.,,, .... , 
1 
•••••••••••••• 
TOTAL GERAL 
R E CE I T A 
197.129,79 23.544,38 220.674,17 
9.560,93 741,22 10.302,15 
898.446,92 223.914,91 1.122.361,8) 
19.527,20 1.079,29 20.606,49 
16.963,20 	16.963,20 
17.938,IJ 	17.938,13 
1.159.566, 17 249.279,80 1.408.845,97 
716.948,99 118.978,60 835.927,59 
16.912,61 2.831,18 19.743,79 
733.861,61 121.809,78 855.671,39 
4, 13 	4,13 
356, 16 510,12 356, 16 
27,78 
1.538,18 2.708,42 1.5)8,18 
31,07 51),52 31,07 
1.929,54 3.759,84 1.929,54 
1.895.357,32 374.849,42 2.266.446,90 
011.ÇAXf:NT AA IA 
01-Legislativo 
07-Judíc:iar ia 
03-Administração e Planejamento 
08-Educaçiio e Cultura 
09-Eneria e Rec.Minerais 
10-llabituçiio e Urbanisco 
13-Saúde e Saneamento 
15.Asslatincia e Previdincia 
16-Trnnsportes 
99-Reserva de ContingencIa 
SOMA 	. 
D'.!l"RA-ORÇAXENTAA IA 
Salário Familia 
Restos a pagar-pago 
Contas a pagar-pago 
Consignações 
SOMA 	1, •••••••••••••••• 
OUTRAS OPERAÇÕES 
Repasse Duodécimos(Câmara Municipal) 
Conversio de moeda 
SOMA 	. 
SALDO PARA O M!S SEGUINTE 
Coixa 
Bancos Conta-Movimento 
Bancos Conta-Arrecadação 
Bcncos Conta-Vinculado 
Bancos Conta-Especiais 
SOMA ••• ,'•''· •••••••••••••• ••••••••• 
TOTAL GERAL 
Abraão Armoa Zacarias-Prefeito Muniicpal Edvaldo Pereira de Carvalho-Secretário de Fazenda 
313,06 
389.02,61/ 
6.709,89 
)56.2/.j ,01 88.075,78 
375.050,55 81.6 t,06 
141,189,40 Jl .028,61 
138.287,88 
JO.OBJ,67 
l .400.684, 51 255.579,01 
3.271,84 6JJ,76 
4.731,85 
430.097,18 103.169,44 
7.787,98 
445.68,85 103.803,20 
45.023,89 8.500,00 
,23 
45.024,12 8.500,00 
313,06 
l.3!..)12,5(' 
41.4.)16,79 
1 
456.71,61' 
172.218,01/ 
148.)71,551 
1.656.26),521 
3.905,60 
4.731,85 
533.266,62 
7.787,98 
549.692,05 
53.523,69 
,23 
53.524,12 
315,00 )15,00 
510,12 350,88 350,88 
27,78 27,78 27,78 
2.708,42 5.632,22 5.632,22 
513.52 641,33 641,JJ 
3.759,84 6.967,21 6.967,21 
1.895.357,32 )74.849,42 2.266.446,90 
Ninfa de Medeiros Fleltas-CRC 1780-0/XS-Téc.Oxit 
DECRETO N2 863, DE 18 DE NOVEKBRO DE 199~ 
O PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA, ESTADO DE 
MATO GROSSO DO SUL, no uso de suas· atribuições le­ 
gais, 
Considerando o disposto no inciso Ido artigo - 
25 da Lei n2 8.666 de 21 de junho de 1993. 
D E CRETA: 
------- 
Art.Ig- Fica dispensada de licitação a firma AI 
facar Veículos e Pecas Ltda, representante da mar: 
ca General Motors do Brasil Ltda. 
Parágrafo Onico - A inexigibilidade de licita­ 
ção ocorre por tratar-se de empresa com representa 
cão exclusiva para a região dos veículos fabrica: 
dos pela GM do Brasil Ltda. 
Art.2g- Este Decreto entrará em vigor na data - 
de sua publicação, revogadas as disposições em con 
trário. 
ABRAÃO ARMOA ZACARIAS-Prefeito Municipal 
LEI NO 976, DE 22 DE NOVEMBRO DE 199 
Art.32- Revogam-se ãs disposições em contrário. 
ABRAÃO ARMOA ZACARIAS - Prefeito 
COM!SSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO 
DECRETO N? 86, DE 22 DE NOVEMBRO DE 199 
"Altera a Lei n2 930/9'2, e da outras providên­ 
cias". 
O PREFEITO MUNICIPAL DE PELA VISTA, ESTADO DE - 
MATO GROSSO 00 SUL, faço saber que a Cãm,ira Munici 
pal aprova e eu sanciono a seguinte lei: - A Prefeiti:ra '!unicipal de Bela Vista- MS, torna 
Art.12- Os dispositivos da Lei Municipal n2 - público a Inexigibilidade de Licitação, para o for 
930, de 13 de agosto de 1992, a seguir indicados - necimento de um veículo marca General Motors , mo­ 
passam a vigorar com as redações seguintes: delo Monza GLS 4 portas ano de fabricação 1994 mo­ 
"Art.2g- .. .... .. .. . . .. .. .. • . . . .. .. ... .. .. .. .. . delo. 1995, pela Empresa Alfacar Veículos e Peças - 
a)- Representantes de Õrgãos Públicos, Profis- Ltda, no valor de R$ 25.000,00(vinte e cinco mll 
sionais de Saúde e Prestadores de Serviços: reais), nos termos do Artigo 25 Inciso I, da Lei - 
1- Secretário Municipal de Saúde; 	ng 8.666 de 21.06.93. 
II- l(um) representante do Fundo de Ação Social; Bela Vista-MS,17 de novembro de 1.994 
III-l(um) representante da Secretaria Municipal 
de Educação; •• 
IV- 3(três) representantes dos profissionais da 
Saúde; 
V - 2(dois) representantes dos Prestadores de· - 
Carlos Alberto Mundfer 
Presidente da C.P.L. 
"Dispõe sobre a criação de Escola Sede e Anexo 
e dá outras providências." 
ABRAÃO ARMOA ZACARIAS, PREFEITO MUNICIPAL DE BE 
LA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, usando das 
atribuições que lhe são conferidas por Lei: 
DESFEIA 
ART .12- Fica criada a EMPEPG "PEDRO AJALA" como 
sede e sala "SÃO GERALDO" como anexo da mesma. 
Art.2g- Passa a mesma a denominar-se EMPEPG "PE 
DRO AJALA" - sede e sala "SÃO GERALDO" anexo. 
Art.32 - Este Decreto entrará em vigor na data 
de sua publicação, revogadas as disposições -em con 
trário. 
ABRAÃO ARMOA ZACARIAS 
Prefeito Municipal 
Serviços; 
b) - USUÀRIOS: 
1- 1 (um) representante do Sindicato dos Traba­ 
lhadores Rurais de Bela Vista; 
II - 1 (um) representante do Sindicato dos Pro­ 
fessores de Bela Vista; 
III- l (um) representante da Sociedade Evangéli­ 
ca de Proteção aos· Desamparados; 
IV- 1 (um) representante da Associação de Morado 
res da COHAB; 
V- 1 (um) representante da Associação de Morado 
res do Bairro Primavera; 
VI- l (um) representante da Associação de Mora­ 
dores do Bairro Itaboraí; 
VII- l (um) representante da Associação de Mora­ 
dores do Bairro Espirito Santo; 
VIII- l (um) representante da Associação dos Ser 
vidores Públicos de Bela Vista - ASPUB." 
Art.2g- Esta lei entra er vigor na data de 
publicação. 
sua 
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OAB/MS 3.050 
CAUSAS CtVEIS E CRIMINAIS, 
RUA DR. CORRt, 380 - CEP: 79.280-000 
FONE.: (067) 287 - 1129 
PORTO MURTINHO - MS 
A BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS 
O qus leva um in­ 
divíduo aparentumen­ 
te equilibrado, de 
gestos delicados e e 
ducados, perder cor­ 
pletamente o contro­ 
le a ponto de que 
brar objetos, arre - 
mesar vasos na pare 
de e até a agredir - 
outrao pesco o que 
tentem atravessar 
seu caminho? Essa 
explosão que provoca 
blockout no bom senso e na educação tem um 
nome, crise de nervos e pode caracterizar 
como sinal de alerta a uma depressão preo­ 
cupante. 
Apesar de não ser conoideroda uma do n­ 
ca, os sintomas que levam a uma crise ner­ 
vosa são excitação e desordem poíquica qu0 
acabam fugindo do controle do mais equili­ 
brado ser humano, ocasioanndo em gritos, 
componhados de choro, soluços, cxprensoca 
e atitudes mais diversas possívcio. 
Tais criseo acontecem rapidamente e por 
muitos motivos, mas, principalmente quando 
a pessoa está com sua sensibilidade muito 
aguçado e de alguma forma ameaçado cm sua 
auto-estima ou segurança. As reaçõco são 
bem conhecidaa: c6lera, irritabilidade ex­ 
trema, falta de paciência, instabilidades 
mocional e até violência, dependendo de ca 
da pessoa. 
TIPO DE CRISES 
CRISE X FATO 
A crise de nervos é considerada normal 
quando existe um fato real que a justifi - 
que, como por exemplo, urna experiência de 
assalto. Ao ser tomado de surpresa e subme 
tido ao controle e violência do contraven­ 
tor, a vítima pode entrar em estado de cho 
que. Este estado dura o tempo em que ela 
pensa na violência que o bandido a poderia 
ter submetido, ou ainda no mal que realmen 
te foi vítima, como abuso sexual e toda. 
sorte de agressões. Ela relembra o fato e 
até cria cenas na sua imaginação de algo 
muito pior que poderia ter acontecido, en­ 
tra numa crise compulsiva de choro e come­ 
ça a se agitar incontrolavelmente. 
CRISE X BRIGAS 
Quem já não viu essa cena: um restauran 
 • .:DVOCACIA ctvFI,, TRAB hl.DISTA E CRIMINAL 
RAMONA GOMES JARA 
RUA MARACA.JU, 1 O 8 
FONE: (067) 251 - 1354 
VILA ANGÉLICA - CEP: 79/240 - 000 
JARDIM - MS 
Advogadas 
VlLMA DA SILVA - VERA LOUREIRO IE AlHEID 
OAB/MS 2574-B OAB: 2573-B 
CAUSAS CIVRIS E CRIKINAIS 
RUA CUIABÃ, S/NQ 
CENTRO 
j FONE: (067) 439 - 1290 
BELA VISTA - HS 
gn 	bre as rspc 
yenitor , ate que un deles atinge mi 
.amo de contro e do outro e s viole 
xplode. Aé briga, dependendo do 
c o, s p oa c eça a tremer ou dar nur- 
ros no ar ou ainda fcar extremamente de - 
p . ..; .... J e nwsr o..ada com a cena. 
Há também as crises passionais. Lna 
crie de ciúmes, ou mesmo problema do - 
é tico e pronto, um culpando o outro, cha 
radeira e um bater de portas. Depois, al - 
quns vivem se eterno drama relembrando - 
.J.O ou ro tudo o que foi dito ou ainda acu-­ 
pulando ressentimentos jus amen e por não 
conseguirem exprimi-los no momento xato 
da discussão. 
CHI SES !N'l') llJ!J 
Longas e complexas, elas podem até aba­ 
lor o auto- stima da pesooa. Num momento 
de discussão ou constrangimento, a pessoa 
acaba" ngolindo" todo a agressão do outro 
ou daquilo que desencadeou a crise, sem 
conseguir reagir. Mais tarde, sozinha, ela 4 
fie renoondo todo a cena e irnoginondo ru.- a, 
lhõeo de reopostos inteligentes que gosta- 
ria de ter <lodo, sofrendo e se sentindo a 
fracassado e infeliz. 
COMO EVITAR E SUPERAR A CRISE 
Advocacia: 
DR
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• MARCUS RUIZ 
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FONES: 
251 - 1012 ou 251 - 2424 
CEP: 79.240 - 000 
JARDIM - MS 
t Preciso antes de tudo entender os si- a 
nais de alerta do seu estado emocional e 
0 
perceber até onde você pode ir. Se o crise 
está sendo desencadeada por um estado ace­ 
lerado de stress, o melhor caminho é uma 
consulta médica. Um profissional qualifica " 
do vai poder identificar o motivo do pro - 
blema e tratá-lo adequadamente. 
Se preciso, a aj 
da de um psic6logo - 
pode ser útil para~ 
judar a entender os 
motivos que levam· a 
crise de nervos e a 
falto de auto-estima 
desencadeada por e - 
la, como no caso de 
agressões e violên - 
cias. 
Assim que a crise 
passsar, vale também 
cão para questionar o 
fazer uma auto-avalia 
motivo do seu ini= 
cio, evitando assim 
repetir a dose, caso 
a situação volta a 
acontecer. 
Reflete na intún.i 
dade do coração que 
ninguém consegue al­ 
go realizar sem o 
concurso de alguém. 
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l

U■I Rotariano E1e■plar 
Encrevo-- Pedro pudrelra 
O meu a v ô , 	M a n u e l , Já falecido, espanhol d e 	m u 
hItórfas, gostava de lembrar que u homem va­ 
pelo que nemeia, nao Importando quem va colher 
f r u t o s 	d e sua emendura, falava m e 	d o s TemplárI 
, das grande sociedades secretas, era um homem 
nples, de mio calejadas, cuidava da terra com ca 
nho, dela tirava o ustento para a família, 
l mbrva, também, que era descendente dos pou­ 
s, em tempos Idos senhores de parte de Espanha , 
us olhos brIlhavam quando falava de damas e cava 
eIros, 
Pol com o meu avô que aprendi n valorizar os FA 
ORES e menos os FALADORES, não suporto aqueles 
m vivem de dlncuruos, pnlnvran ficriin e nada a­ 
rcncntam de concreto. Nem met:mo Jdéias, poin nao 
1nncguom oe nfinnr com as idéias novao e que noo 
vam a mudança o, Parn mim a vida é movimento e mu 
ão. Nada se cria, tudo se tramiforma. - 
Numa pequena cidade, n exemplo de Dela Vista,on 
,ZEDORF.S são oo abre aluo de uma grande escola 
uc deoíiln pela passarela da existência, sem cleo 
jo J11i progresso, nem movimento, apenas PALAVRAS . 
Klotcm palavras e "palavras", acredito quando são 
.Í[1lcns, com poder de transformar, somar, construir 
nemcnr. 
Hoje quero prestar uma homenagem a um CONSTRU­ 
OR, um SEMEADOR, um ROTARIANO que é exemplo de vi 
a, dedicação e tolerância. 
Solimnm Teoicherani. Eis-Presidente do Rotary 
tual presidente dos Serviços ã Comunidade. Um se­ 
cador. 
Domtngo passado, numa iniciativa própria de sua 
aneira de ser, realizou na sede do Rotary uma cam 
anha de tipagem sanguínea, aquele negócio pqra s~ 
er qual o tipo de sangue da pessoa. 
Choveu muito, mas apesar da chuva, mais de 100 
essoas foram a sede do Rotary e lá fizeram o exa­ 
e, receberam uma carteirinha já plastificada e o 
orriso do companheiro Sol!mam. - ' 
Para ser exato, 143 pessoas. Adultos e crianças. 
'udo gratuitamente, aquela coisa de dar de si sem 
pensar em s1. 
1 
Soli.man nao fez discursos, não prometeu ao pre­ 
,idente isso e aquilo, simplesmente disse "vou fa­ 
er". E fez. 
Assim como, na sua gestão, construiu amplo e mo 
lerno salão, ampliando a sede do clube. 
Oportuno lembrar também que no Natal do ano pas 
ado ele distribuiu mais de 10 mil brinquedos; is: 
o mesmO, DEZ MIL brinquedos õs crianças de Bela - 
fista. 
E por que não lembrar, da janelinha sempre aber 
:a da FARl-lÁCIA MODERNA, onde os esperançosos, as - 
rezes de madrugada, procuram o remédio que poderá 
ialvar uma vida. 
Dizer o que? Como elogiar um homem que não bus­ 
:a elogios, faz o que a consciência o manda fazer. 
Aos que não conhecem o ROTARY, qual a forca que 
nove essa istituição, eis um sinal, uma indicação, 
» ROTARY é assim, é como SOLIMAN TEBICHRANI, moti- 
~ 
fl;rn'; R"O 	qw. prverara o Rer "ry' 
para o exame tlpager sarcu[nea 
v· e 
soas 
• 1 
1 
,_. -- 
~ ' 
i 
'} 
_ _,, . 
•a 	' 
1 -r•o_._ __ 	# ; "'.,' 
. e i i 
fila para o exame d tipaen. ais de 130 p< 
foram atendidas 
vo de orgulho e de incen~ivo. O tempo é âos FAZE­ 
DORES, dos que entenderam a mensagem do SERVIR. 
Parabéns, compenheiro.Nõs nos orgulhamos de 
geee. 
Rotarianos, kotarisas e senhoras da Casa da M{ 
zadequecomaprcera sede do Rotary e colabora­ 
ramcoaCapanha_desenvolvdpelo S0limam Tebtch 
rane, Presidente da Avenida de Serviços a Comun1da-­ 
de. Ederney, Avelino, Celeste, Ana Marta, Eduardo , 
Sollman, Estela, gurizqda e o convidado ~~pecial 
Casco e suo esposo Morin 
O plastificodor 
Jorge auxiliando o 
Avelino (foto ao 
lado) 
O eficiente Se­ 
cretario da Campa­ 
nha, José Avelino 
e Silva, trabalhou 
duro das 08:00 às 
11:GO horas (foto 
5ixó 
'- 
PS: Na edição de amanhã reportagez a respeito dü 
camp~nha, la no sede estiveram o Soliman, o entust 
- asm.::t,o Avelino, Ivaldo, Ederney, Eduardo, Celeste, 
Marta Este!a e Ana Mar!a. 
(Redator Alirio Villasanti) 
PRESENÇA 
Sob a Presidência do lQ Vice-Presidente Ede;:ney 
com a presença dos companheiros Rahal, Eduardo , 
toberval, Soliman, Tik.i, Evilásio,'Ivan, Luis M.ar- 
1ues, Bazzano, E'noli, Celeste, Avelino, Cachtto 
arcos Madr1, Vllasanti, Claudio, Gerardo Boccia, 
;ariba.ldi, Azaléia, Flávio e Renato Rosa realizou­ 
Je mais uma reunião na sede do Rotary no dia 18. 
Estiveram presentes também na reunião Genil, Au 
;usto(Presidente do Internet) e o m.irim Felipe. - 
PROTOCOLO 
da empresa fica fechado pare venda de passagens. 	RENATO ROSA 
GARIBALDI 
O companheiro Eduardo lembrou que a Ora. Vera, 
?tomotora de Justiça, não compareceu a reunião de­ 
rido não ter conseguido reunir toda a legislação - 
referente a poluição do Rio Apa. Villasanti lem­ 
rou tarbém que a Promotora não compareceu por 
que aguardava perícia que será feita por técnico - 
a Secretar1a do Meio Ambiente, provavelmente na 
próxima semana. 
Garibaldi fez uso da palavra e hipotecou solida. 
riedade ao Ivan, lembrando que o Ônibus que faz a 
linha Bela Vista-Campo Grande é direto e que não - 
deve haver restrições quanto ao número de lugares • 
colocados à disposição dos belavistenses. 
LIJIS CARLOS RAI1AL 
O companheiro Secretário citou um exemplo parti 
cular sobre a venda de passagens, onde o mesmo aca 
bou sendo prejudicado. Informou também que a gerG 
c1a local não tem autonomia para manter contato - 
:-com as outras cidades d reg1ao para tentar conse­ 
gúir vagas para as pessoas que necessitam viajar . 
Enfatizou no entanto que essa orientação partiu da 
direção da empresa e que os funcionários. locais 
não tem culpa, pois apenas cumprem ordens. Elogiou 
o trabalho do Sr.Nelson, gerente local, dizendo 
que ·o mesmo é funcionário muito dedicado e cumpri­ 
dor de suas obrigações e que as reivindicações de­ 
vea ser encaminhadas à direção da empresa. 
1 
GARIBALDI 
Renato lembrou que a Viação Cruzeiro do Sul· - 
presta bons serviços ao Municipi 
o Hospital são Vi d ~ e que inclusive 
cente e Paula e beneficiado s 
geriu que fosse inicialmente feito • ~ 
o proprietário d 	um contato com 
a empresa, sr Osvaldo p i 
ra tentar sensibilizá lo b • ossar ,pa 
d 
· · - so re O problema lev t­ 
o pelo companheiro Ivan e se não h an ~ 
lucão f 	ouvesse uma so 
• que osse encaminhado o ofíci - 
Renato disse também _ 
0 
ao DERSUL. 
e@caos» a«.a.....3;":%2- 
conducao das mobiletes e defeod a e oa - 
lícia Militar. 	eu a atuaçao da Po 
Falou também sobre O mau chei 
R~o Apa, principalmente quando chro que exala do - 
n O bi 
- ove e disse que 
a sa a que a poluiçao atingia - 
preocupantes. 	- proporçoes tão 
IVAN 
Sobre t caso das mobiletes, Ivan el gí 
balh d p lí i - 	o u o tra- 
o ~ o c..a,_ja que a maioria dos seus condu 
tores nao tem nocao das regras de t - i - 
t is d 	rans to vigen­ 
es e so po e vi: a provocar acidentes. 
Acatou a sugestao rlo companheiro R 
bl 
enato sobre 
o pro ema envolvendo a empresa Cru i 
zero do Sul. 
Fazendo uso da palavra pela 2l vez, Garbaldi - 
sblicitou explicações sobrei os procedimentos que - 
devem ser adotadas pelas pessoas que querem utili- 
zar as mobiletes. 	- --- 
VILLASANTI 
, Inicialmente o companheiro Ivan destacou os ini 
nercs serviços que a Viação Çruzeiro do .Sul já - Villasanti explicou que os ciclomotores, popu­ 
prestou e presta a comunidade belavistense. Ressal lamente conhecidos por mobiletes,_devem ser li- 
tou também que o proprietário da epresa, Sr.osva! .nciadns e emplacadas que possam circular nas - 
dd Possari, é uma pessoa aberta ao dialogo e muito ,as públicas e ds_seus condutores devem ser habi 
receptivo as reivindicaçoes • 	: 'Irados. Disse tabé que o trânsito u proble- 
1 
Ivan solicitou que fosse_enviado um ofício ao- ma complexo e que envolve todos os segmentos da - 
DBRSUL solicitando explicações sobre as limitaçoes sociedade e que a lei. é feita para ser cumprida e 
de lugares destinados aos belavi
st
enses nos 'Dnibus ~ue a PM tem agido com imparcialidade. t PROIB'IDO 
que fazem a linha Bela Vista-Capo Grande. Disse - CRIANÇA OU ADOLESCENTE DIRIGIR CARROS OU MOBILE 
também que o atendimento ao publico tem sido_I1mi- ,7E. 
tado, pois e determinados horir1os o escritor1o - 
CACHITO 
Parabenizou o trabalho que estás 
vido pelo Villasanti e pelo ci- di e
nd0 
desenvoI 
das mobiletes. 	au 
O 
na questão 
Enfatizou que essa é uma Õti 
ra educar os jovens sobre as 
1 
mai oportunidade pa 
e s de t - - 
pertando-os para o cumprúnento d ransito ,des 
4 d, 	tas mo, - 
._._van o-os para o exercicfo plen q, 'as e incen 
Ressaltou oré, que é avorávi,_dda4aia . 
das 1eis Pelas autoridades conste4,"Pimento

» 
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91 n eltià 
rtR@SSIAM DZ QUE DEIIu O ESTADO 
COM FÔLEGO PIRD NOVOS INVESTIMENTOS 
"Estou prestando contas doe 
um bom governo: um excelente Go 
verno, que transformou Mato 
Grosoo do Sul num canteiro do 
obras sem contar com nenhuma a­ 
juda financeira da Uniiío o numa 
fase de crise econômica", disse 
o Governador Pedro Pedrossian , 
durante cntrevinta om Corumbá , 
onde lançou obras importantes , 
como a ponto nobre· o Rio Para - 
guai, o inaugurou a nova pavi - 
1 
montação de um trecho de 69 km 
da BR--262. 
"O Etado s e modernizou, com 
a economia n o fortalecendo e o 
povo vivendo melhor, e o deixo 
organizado financeiramente para 
mau oucosuor". ' • 
Pedrossian lembrou que ao as 
1 
uumir o Governo, em março de 
.1991, o Estado vivia uma de 
suas piores crises financeiras, 
onde a folha do pessoal atingia 
os 1368. "Hoje, o·comprometimen 
to com o funcionalismo é de 426, 
com o próximo orcamen't:o do Esta 
do permitindo investimentos de 
até 50% para obras importantes, 
como a ponte sobre o Rio Para - 
guai", acrescentou. O Governa - 
dor lamentou deixar o cargo jus 
tamente numa fase em que o País 
domina a inflação e a nova poli 
tica econômica implementada pe­ 
lo Governo Federal está vingan­ 
do. "O País começa a tomar jui­ 
zo", disse. 
Deixo o Estado organiza; 
do financeiramente para meu su­ 
cessor", diz Pedrossian 
"Superamos quatro anos difí­ 
ceis para à vida nacional com 
competência, sobretudo vontade 
de servir ao povo do meu Estado 
e com dignidade", ressaltou o 
Governador, que na visita à Co­ 
rumbá se fez acompanhar do Vice 
Governador Ary Rigo, do Presi - 
dente da Assembléia Legislativa, 
Deputado Cícero de Souza, e do 
eretário Estadual de Idá 
tria, Comércio e Turismo,lday 
Helerle. Pedrossian chegou à 
cidade às l1:45 horas, dese:bar 
cando no Aeroporto local ao ia­ 
<l o dos D e p u ados d a região A r 	- 
mando Anache e Eder Brambila. 
NO Aeroporto, foi recepciona 
do pelos Prefeito~ Ricardo Cân­ 
dia, de Corumbá, e Sílvio Cruz, 
de Ladário, entre outras autori 
dades Civis e Militares. 
SUPERANDO DESAFIOS 
Ao discursar no Plenário da 
Câmara de Vereadores de Corum - 
hi, após assinar a autorização 
para início da construção da 
ponte sobre o Rio Paraguai, Pe­ 
drossian disse que quer cumprir 
os Últimos diao de seu Governo 
com paixão, competência e digni 
dado, E ao Sema (Secretaria de 
Meio Ambiente), com 100m? de 
~rea, cm Corumbá, e enfatiza 
que o faz com profundo respeito 
e carinho aos corumbaenses e la 
darenses. 	- 
. "Aprendi a viver, sentir e 
raciocinar com esse povo fron 
teiriço, que quer participar do 
processo de modernidade do Esta 
do e superar esse atraso", afir 
mou o Governador. 	- 
Ainda como jovem Engenheiro 
da antiga Estrada de Ferro No - 
roeste do Bràsil (NOB), Pedros­ 
sian disse que já entendia o 
grande desafio que era 
arar uma região potencilmente 
rica e estrategicente privilg 
qiada como Corumbá. 
Por isso, ao assumir sou ri 
meiro mandato como Governador , 
em Mto Grosso, no fin..l da dé­ 
cada de 60, supercu a inviabili 
dade de estudos técnicos e eco­ 
n·micos e implantou um linho 
de transmissão de energia em 
138 KV até a fronteira. 
"Os estudos diziam que era 
uma obra invi5vcl, pelo pouco 
potencial de consumo e a exten­ 
são da linha, mas a energia cho 
gou, rasgando os sertões ruró 
ao Cesto, e com ela vieram au 
indústrias e o inicio irrcvcrs! 
vel da intcgruç5o da região" - 
destacou. 
Pedro Pedrossian citou tam - 
bém a implantação do Centro Un! 
versit5rio da Universidade Podo 
ral de Mato Grosso do sul, na 
década de 70, e a ligação Rodo­ 
viária, através das Rodovias 
MS/184 e MS-228, agora transfor 
madas em Estrada Parque. - 
inte - 
Na visita à Corumbá, Pedro 
Pedrossian garantiu a entrega - 
do novo prédio da Câmara Mu­ 
nicipal, que falta ser cqui 
pado. 	- 
"GOVERNO HS o Futuro Agora• 
PEIDOSS 
OI P 
r 
UÇIO 
1 
O Governador Pe - to inicial da ponte 
e dro Pedrossian assi- previa vãos livres - 
1 nou a ordem de servi de até 150 metros, o 
ço autorizando o iní que encarecia a obra 
cio da construção da devido a estrutura - 
ponte de concreto so da base que teria de 
bre o Rio Paraguai, ser sedimentada .. 
1 no Porto Morrinhes, O Projeto·aprova, 
em solenidade reali- do, a ser executado 
zada 'no Plenário da pela firma Andrade - 
Câmara de Vereadores Gutierrez, num prazo 
de Corumbá. Concreti de dois anos, prevê 
zandó um dos maiores vãos de no máximo 85 
sonhos da população metros. 
fronteiriça com a Bo "O canal princi -. 
lívia, pois o tráfe- pal, com 400 metros, 
go permanente e sem exigirá fundações de 
o obstáculo do Rio· até 30 metros, que é 
garantem o escoamen- a parte mais difícil 
to da produção da re da obra. 
gião e transforma Co Sua conclusão de- 
: rumbá como novo polo ··penderá das condiçô­ 
de desenvolvimento - • es climáticas da re­ 
regional, Pedrossian • gião, onde a cheia é 
anunciou que os est~ um obstáculo, mas o 
t dos técnicos do Der- prazo dado pela fir­ 
sul (Departamento de ma contratada é de 
Estrada e Rodagem de conclusão em dois 
Mato Grosso do Sul) anos", disse o Enge­ 
viabilizaram a cons- nheiro do Dersul. 
trução da ponte, re- O Governador Pe - 
duzindo seus custos dro pedrossian expli 
em um terço. cou que os financia- 
Pedrossian disse mentas do Funplata - 
que teria construído (Fundo para o Desen­ 
a ponte neste seu- volvimento da Bacia 
t I terceiro Governo se do Plata) foram_des­ 
não fosse o alto va- tinados apenas as o­ 
lor inicial da obra, bras rodoviárias e 
orçada em US$ 30 mi- vão garantir a con - 
i lhões. •• • clusão da pavimenta- 
t 
Mas os Engenhei - cão das Rodovias que 
ros do Dersul, após ligam Antonio João / 
· !várias análises téc- ·Bela Vista/Caracol/ 
nicas, conseguiram - Porto Murtinho e Ivi 
reduzir os investi - nhema - ·Naviraí. 
mentos para US$ 9 A ponte será cons 
1 milhões viabilizan- truída com recursos 
do assim uma impor - próprios do Estado , 
; tante obra para a re com a participação - 
tomada definitiva do financeira do Gover­ 
desenvolvimento de no Federal, via DNER, 
Corumbá e Ladário. por tratar-se de uma 
' o Engenheiro João Rodovia (a BR 262) 
Daniel do Dersul federal. 
erlisou-awe o rois "Estou dando int- 
cio à obra, com uma 
extensão de 1.750 me 
tros, homenageando - 
esta importante re - 
gião como centro es­ 
tratégico econômico 
e de integração lati 
na, e deixo um pre - 
sente para o meu su­ 
cessor", disse Pe 
drossian. 
O contrato de 
construção da ponte 
sobre o Rio Paraguai 
foi assinada pelo Di 
retor geral do Der 
sul, Gil Azevedo Le­ 
al, e pelo Diretor 
comercial da Andrade 
Gutierrez, Eduardo - 
Pena Elias, com a a­ 
nuência do Governa 
dor do Estado. 
RETOMAR O 
CRESCIMENTO 
A-ponte é o maior 
dos sonhos dos fron­ 
teiricos corumbaen - 
ses e ladarenses e 
sua construção, ago­ 
ra viabilizada pelo 
Governo Pedro·Pedros 
sian, representa - 
prosperidade de uma 
região que permane - 
ceu por décadas iso­ 
lada e em decadência 
econômica. 
.J O Prefeito de Co­ 
rumbá, Engenheiro Ri 
cardo Candia, afir - 
mou que a obra trans 
• formará o Município - 
novamente num polo 
importahte de escoa­ 
mento da produção re 
gional, e integrando 
o ao desenvolvimento 
nacional. 
"Somente politi -­ 
cos da têmpera do Go 
vernador Pedro Pe 
drossian assumiria - 
uma obra como esta, 
que vai nos tirar do 
atraso a do isolamen 
to, com Corumbá vol~ 
tando a assumir sua 
verdadeira posição - 
geográfica e econônti 
ca do passado", des­ 
tacou o Prefeito. 
O Presidente do 
Sindicato dos Condu­ 
tores de Veículos Ro 
doviários de Corum = 
bá, Antonio Correa 
da Silva, elogiou a 
iniciativa do Gover­ 
no do Estado em cons 
truir a ponte sobre 
o Rio Paraguai. Ele 
disse que o ficil ~­ 
cesso a fronteira 
vai incrementar oco 
mércio e o turismo 
do que dependem os 
taxistas. 
"A cidade está 
saindo dessa crise e 
conômica, vai melho­ 
rar para todo mundo. 
Dependemos desse 
movimento comercial e 
turístico, que agora 
vai ser um sucesso", 
comentou. 
Para o Presióente 
do Comi tê Brasil - Bo 
lívia, Miguel Tome= 
lic Vaca, a ponte é 
fator·de ligação dos 
Oceanos Atlântico e 
Pacífico, incremen - 
tando o comércio la­ 
tino por uma nova ro 
ta. 
"Esse intercâmbio 
comercial brasileiro 
e boliviano e os de­ 
mais países andinos 
era. limitado pelas 
condições de tráfe - 
go, em especial pe - 
las dificuldades de 
acesso rodoviário a­ 
té a fronteira. 
Agora, vamos lu 
tar para retomar 
tráfego na estrada a A 
té Santa Cruz de La 
Sierra, ganhando um 
próspero mercado" 
ressaltou Tomelic .• 
Para o Prefeito - 
de Ladário, Sílvio 
Maciel·da Cruz, a ó­ 
bra lançada pelo Go­ 
vernador Pedrossian 
consolida todo o Pro 
jeto de seu Governo 
voltado para are - 
gião: "É a obra do 
século, que nos per­ 
mitirá entrar no pró 
ximo milênio co 
uma região fortaleci 
da economicamente co 
mo principal entre 
posto do Merco 
sul". 
o (SECOM/MS) 
(C 
Para o Desenvolvimento 
não tem Fronteiras" 
ra o Sebrae está 
dle casa nova. 
Você já deve ter ouvido falar sobre o Sebrae­ 
O Serviço de Apoio à Pequena Empresa, mas 
sabe o que ele realmente faz? O Sebrae infor- 
ma sobre como pbrir e regis• sE 
trar uma empresa, realiza cur- 
sos, incentiva a tecnologia, dá . BR· t A E 
apoio para que as pequenas 	. ~ 
empresas participem de feiras e eventos e 
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CARACOL 
Poló 
Cabeleireiro 
Câmara é Notícia e Informação 
Indicações Verbais 
MARCOS ELIAS QUER O YECADASTRANENTO 
o; wok5is io corro TiWi ãrR. 
O Vereador Marcos E!Ias F!os da Cruz, do B , 
apresentou fnd!cação na Seco rdInira da Cã ra 
MulcIpal, no ilt!o dia ?i, ped!ndo o ender ç,men 
to de expediente ao diretor do CDHU - Capar.h!a de 
Desenvolvimento Habitacional e rbano - sol{c!ta 
do que o órgão envle agentes à Bela Vista para que 
eles façam o recadastramento dos moradores do Con­ 
Junto Kesidencfal "Erva Mat", localizado nos al­ 
tos do Bairro Itaboral, na rua Dinarte dons Santos. 
!1a justHicatlv;i de GU,) indicaçiio, o vcrc:1dor '1.:.r 
coa EllaH Rios da Cruz considerou que no citado - 
Conjunto Residencial x!ste hoje várfas casas fe­ 
chadas que não fora:n ocupadas pelas pessoas sortea 
dae. "Conelderando que o déficit de moradas en - 
not;1<p Munlclpio é muito grande, co:,i u::i uovo recn­ 
daatraroento as casaa que estiio desocupada~ poder~o 
Retem habitndne por outros pesooas que fizernm su­ 
:is inscrições mas que não fcram sorteadas" salien­ 
tou Marcos Barbosa. 
:IMPLANTAÇÃO DE I.ABORATÓRIO 
PARA PRODUÇÃO DE AI.Y.V1NOS 
Através de indlcaçáo, taffibém encominhndn no Pre 
feito Municipal, os vereadores Marcos Elias Rios: 
da Cruz e Israel Chamorro da Rocha, (PMDB),apresen 
taram reivindicação no sentido de que a municipall 
dade faça um convênio com a SEHA e EMPAER vlsandÕ 
a implantação de um laboratório para produção de - 
alevinos(peixes),~cuja finalidade maior scrla a de 
repovoação dos rfós do nosso Municipio, além de ln 
centivar os pequenos produtores para a recria e e 
gorda, criando condições de distribuição dos alevl 
nos no mercado interno e exportação para outros: 
centros consumidores. 
MANUTENÇÃO DE LUMINÃRIAS 
COR'l'E UNISSEM' 
Permanentes, Banho de Brilho, Banho - 
de Creme especial, Escova, Luzes, Refle­ 
xo,, Amaciamento e Tintura. 
•• r'QUE DE CAXIAS, 53E -BELA VISTA/;:~ 
Em indicação endereçada ao Prefeito Municipal , 
com cópia ao escritório local da Enersul, o verea­ 
dor Israel Chamorro da Rocha solicitou que seja 
detenninado a realização dos serviços de manuten­ 
ão das luminárias da rua da Constituição, no Bair 
ro Antonio João, nos postes ng E3-S2-76-15 e no üI 
timo poste, sem numeração, da mesma rua. 
FF4DOR RO'Y D0RAES SI!E -- 'seu a Trtbr - 
da C ra Municipal para selieltar verbal nte 
Prefeito Municipal braao tacarias que no ret!te 
os pequenss agricultores que posum lavoura nas 
praxIm!dates do Aeroporto Muni tpal. eundo #o- 
ney More SLres, os pequenos lavoureíro recebe­ 
ran do Executivo um prazo de apena doi meses pa· 
ra aire da ira do Aeroporto e ccn idereu que « 
s prazo é muft curto, pois os trabalhadore o 
poder1a usufruir do seu tralho e nem teriam ter o d 
retirar o que lá plantara, O vereador refvIndicou 
que seja dado pelo enos o prazo de um ano para 
qu os pequena. lavoureiros possa desocupar a 
área do Aeroporto Municipal, argumentando que on 
a ampliação desse prazo todos eles serlam bastante 
ben ficJ;:;dos. 
...------------------------- -----· 
Edital de Proclamas 
Janlld<> Rosa doa S,tntos, Of!ci.!l;, do CaruirloJ 
de Registro Civil dest3 cidade de Dela V1eta-~S., 
'FAZ SABER a todos quantos virem o pr ente EdI- 1 
tal e Proclamas que, apr.:,sentaron os doc11r.:c11ton 1 
exigidos pelo Artigo 180 do CÕdir,o Civil ürnst­ 
leiro, incisos I,II e IV, e pretendem se cosnr; 
PAULO RICARDO DE SOUlM e DEIS!'. MARIA HEDEYRO!;, 
brasileiros, solteiros, ele, eletricista, resi­ 
dente na cidade de lmbituba-SC, filho de José 
Agostinho de Souza e de Vicentinn Herminfa de - 
Souza; ela, telefonista, resident~ ncstn cidnde, 
filha de Elvidio Xavier Medeiros~ de Angela 
Rios Medeiros. 
Se alguém souber de algut:t impedit:tento que se 
oponha na forma da Lei. 
Bela Vista-'lS,18 de novembro de J.994 
Janilde Rosa dos Santos 
Oficia ln 
CASCAUIAHENTO DE RUA 
GRÁFICA & EDITORA APA 
Marcos Elias Rios da Cruz também foi autor dé - 
indicação ao Prefeito Municipal, com cópia• ao Se­ 
cretário Municipal de Obras, solicitando que seja 
determinado o cascalhamento com urgência da Rua Se 
nhorl~ Lopes e Rua José Lemes Bugre,até a Cerâmicã 
"J.i-te-vi", no Bairro Antonio João. 
Aca'.:iou de receber lindos cartões de 
Natal. 
Avenida Tribuna da Fronteira - 564 
AGROJET 
E!i~.' AGRÔNOMO: JOSf'. 
PORIVAL. XAVIER RIBEIRO 
RUA DR. ARY COELHO DE 
OLlVEIRA, 708 
FONE: 251 - 1137 
PRODUTOS AGROPECUÃRIOS: 
Aspersor p/lrrigacão • 
• Assistência rural· ' 
• Análise de solo• ' 
- Ferramentas, manguei­ 
ras, botinas, humus car- 
tl h 	' 
b n ° de mão, arames, hcr 
lcidas, fungicidas, ins 
tlcidas· 	- 
·_Venen~s p/insctos, ra­ 
coes e sementes; 
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JARDIM 
,_? 
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Rua Pedr e 
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AMA FH!+TI 
"ou.ando v!vemos o amor uo pró!mo, nio e ape 
na tia vlds que e for talece; Mno tu<lu u que 
etá nossa volta recebe Influência. 
l·l'.LTr.rnAT>E'.,! 1111 ! I ! ! 
n,,,,,,J,,mun _-, jovem C!r,udJn rlor; Snntou, pt:ln pno­ 
+aem de eu aniveruirlo, l voce Claudfa, nossos - 
otos de flhões de felicidades!!!! 
ANT Vl'JtH1.l IO 
:lo dl.1 17/J.1, n Sr~ Em!lin, C'Htcvc complct:nndo 
00,; 'li, 11n1J11 dr• c--xiBtêncJn, e poro comemorar a da 
,1 t íio Jmr,ortante n 10 l>oma Joana Godoy juntomen:' 
e com a D, Vana, f{zeram em delicioso bolo. On 
e todos o» seus netos pnrt!ciparam. À Sr! Em{lia 
ai 11,:i,,,: ele Fd !ci,1:ideG ! ! 1 ! ! 11 t ! 
l'RJSES 
o m11ior e 1nniH valioso teaouro. 
J ex per 1;:;nc1n é- umn lição, 
Niio exletu pior coisa no mundo do que amor e 
não ser amado. 
JUIOÇO BENEFICENTE 
1 
Domingo'possndo, realizou-se no solao paroquial 
de nossa cidndt!, um o'l'moço em prol ao menino JO 
CJ, que precisa muito fnzer uma operação!!!! 
FINJL DE SEMJNJ 
Os finais de semana, ogorn ficaram mais olegres 
e divertidos, graças Õ SHI LANCHES, que chegou bl.'j 
no hora l.'m que n juventude precisava de um agito 
diferente. A propril'tÓria <la lanchonete SHI LAN 
Cl!ES é a simpático Maria 11 t 1 
POSTO TIMBIRI 
O Posto Timbiri, ngora está com novo visual,ago 
ra conta com cuberturn e calçad5o. O responsável~ 
pelo novo visual do Posto Timpiri, é o Sr. Lima! f 
JOS JNIVERSJRIANTES 
Do mês, nossos desejos <lc um feliz nniversó - 
rio. 
JNGÉLICJ CRISTINA - 02/11 
CLODOJLDO CENTURIÃO - 06/11 
NEUZA DE MELO NETO - 10/11 
ZARLETE DE SOUZA GODOY - 11/11 
MIRIELE DE MELO NETO - 13/11 
SERGIO SERENA - 17/11 
'R.AMÃO FJR.IAS - 26/11 
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Ani v e rsari ou 1 
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llc',tl' ·,•:b:ido dln i9 pp, ,1 pr1 lr; d.. .. ·, rio r.1,;ni­ 
cfpfo, Sr! Joana da S!1va Godoy, realizou um b!ngo 
para fazer o tatal das crianças carentes do mun!e!­ 
pio, Onde mufta gente colaborou para o sucesso do 
hfng0, que obteve o resultado de 650,000 reais. 
A pronav agradece aos que colaboraram para que o 
b1nr,o fos,.,,., n•,ilizudu, 
O l<? pr;:talo (IHCICLl:TJ W~1) J - lllcicleto. 
O 2!' pr~mlo .(JRCA nôVr.TS) l - Cndéira • vnrnn<l'1 
O J(> prêmio (Illl:CO DO !lRASI L) 1 - Liquid c.1c!or I · 
O 4° pr~tn1o (POITO CERTO) • 1 - Liquidlf ic,,do 
O 52 prêmio (Sr€! VANA) 1 - G:1n:nfn térmica p:irn c:.'K_j 
E t;rnbém ao Sr . .loiio R,rnnto Ocnmpos, que, fof u 
dos colnboradoren. 
Destaque 
--,. - 
GINCANA 
Primeira Gincana o~ 
corrid:i em Caracol, prg 
movido pela 1~ Dama 
Srª JOJNA DJ SI'k,VA GODOY 
no dia 05/11, contando - 
com as equipes do norte 
e sul da cidade, pnra 
arrecadar alimentos pa 
ra fazer o natal dos 
carentes do município. • 
1/1-' 
Js equipes se empenha·­ 
ram no sucesso do even - 
to, sendo coletados 800 
Kilos de alimentos,-gado 
e carneiros. 
À todos que particip:i 1~ P./0'.A de C:iracol, Joa- 
ram e colaboraram, Õ na Silva Godoy. 
nosso muito obrigado!!!! 
TAfffiÊ)I 
r----·------ 
De parabéns 
o Prfe'to Iuv!no Codsy por t ex_ltvt - 
ndm1nistracao frente ao munic pio. Mais unu 
obra em sua adi[nfstração_deu3ffo. Ln.gs. 
la ,'l ~ nis, onde ofcrc•ccr.:Í cursos de l! i 8! s' 
rlc, r,uprindo assira a necessidade de v.1gno pr, 
1 11 ãre., urb.1n,. 
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'/ Aagrantes da Festa 
de Confraternização · 
+ 
{ 
'p. se11na, 
NASCIENTO,que esteve 
AZIA DO - 
a 
. "" . - 
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..... 
dia28pp. seve comemorando seu _ nnivcr- 	Além da Escol~, Juvino e 
sârio. Ele ê filho do casal Joao Batista do Queremos dosejar felicidades ao nosso querido - com o bem-estar. dos Joaninha preocup,,m-~ 
Nascimento e Amélia. 	Prefeito Juvino Godoy, pela passagem de seu aniveE_ 	~-uncionarios municipais.=  
Jo pequeno Joao Júnior, os nosso parobens!! sório, neste Último dia 06 PP· Parabéns!!!!!!!!! 	_...l 
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