TRIBUNA DA FRONTEI 
, 
D/AR/O REGIONAL 
Grx V1sTM/s ANO: 22 N0:1.583 07 DE DRZEMDRO DB 1,994 QUARTA-FEIRA EDI'1'0R: IVALDO PEru:IRA R$ - 0,50 
> 
NECROTERIO MUNICIPAL RECEBE 
MELHORIAS 011 ·acíCII BRINCI' 
O acortinamcnto da 
das me orias executa 
Munici al foi 
A Campanha "Tro - 
que o Troco pela Vi­ 
da" foi oficialmente 
UE I 
urna 
1 
Assinada pelos Ve 
readores Marcos Eli­ 
as Rios da Cruz, Fer 
nando de Freitas E­ 
lias, Fernando Jorge 
de Barros, Orlanda 
Freitas dos Santos , 
Israel Chamorro da 
Rocha, todos do PMDB 
e ainda Geraldo Pi - 
nheiro Murano, do 
PSDB, foi apresenta­ 
da na Sessão Ordiná­ 
ria da última segun­ 
da-feira, dia 05 , 
uma indicação endere 
cada ao Prefeito Mu­ 
nicipal Abraão Armoa 
Zacarias, solicitan­ 
do à ele que encami­ 
nhe ao Legislativo - 
um Projeto de Lei 
doando para a Cãmara 
Presidente da Câmara Municipal 
Vereador Fernando de Freitas Elias 
Municipal o prédio onde funcionava anteri- 
A "Acácia Branca, 
departamento femini­ 
no da Loja Maçônica 
Estrela do Apa, de 
Bela Vista, tomou a 
iniciativa de execu­ 
tar alguns serviços 
e melhorias no pré - 
diodo Necrotério Mu 
nicipal, localizado­ 
no cemitério Munici­ 
pal de Agua Doce. 
Em vista do sol 
forte que penetrava 
no interior da Cape­ 
linha do Necrotério 
Municipal, onde fre­ 
quentemente são rea- 
0 
10 D 
PIL 
ormente a Prefeitura 
ttunicipal e que hoje 
P. utilizado pela pró 
pria Edilidade Muni­ 
cipal. 
Na Coluna "CÂMARA E 
tlOT1CIA E INFORMAÇJla' 
na PÃGINA OJ 
Pouca leitura e 
má redação os males 
do estudante são. 
Será? Melhor não 
radicalizar. 
Afinal, se uma re 
laçic de interdepen:: 
lizados velórios de 
corpo, as senhoras 
da Acácia Branca pro 
videnciaram todo o 
acortinamento das ja 
nelas, tornando o ar 
biente mais cômodo e· 
livre do forte sol 
que, principalmente 
no período da tarde, 
castigava os usuári­ 
os daquele local. 
Segundo as infor­ 
mações, a Acácia Bran 
ca também deverá ins 
talar um fogareiro a 
gás num dos cômodos 
do Necrotério Munici 
pal, utensílio de 
muita necessidade pa 
ra as pessoas que u­ 
tilizam o local, tan 
to para os velórios 
coto para os exames 
nêcrópsicos ou autóp 
.ias de cadáveres. 
Outra melhoria 
que a Acácia Branca 
está executando no 
necrotério municipal 
é o conserto do enca 
namento de um dos ba­ 
hheiros ,quc se encon 
tra danificado. De 
parabéns a Acácia 
Branca. 
Começa a Campanha 
troque o troco pela vida 
;. 
Prestando ua homenagem à sua 
cidade natal, o jovem Ramão Lourei 
ro inaugurou no Último dia 15/11 
em nossa cidade a Lanchonete "DG 
FISU BURGUER", uma casa em es­ 
tilo Mac Donald's, oferecen­ 
do 40 tipos de lanches, 4 t.:!_ 
pos de maionese, sucos natu 
rais, refrigerantes, wisky, 
vodka, cerveja, etc ... 
Neste mês, grande pro­ 
coção de fim de ano: 
junte 10 cupons ga­ 
nhe 1 "X-SALADA"; 
15 cupons, ganhe 
um lanche da sua 
escolha. 
' 
deflagrada, dia 27 campanha é a capta - ~ 
Último, a partir da cão de recursos que 
assinatura de um con permitam a continui- ' 
vênio entre o Presi- dade do trabalho de- r 
dente do Conselho Es senvolvido pelo Cen­ 
tadual dos Direi tos tro de Atendimento e J. 
da Criança e do Ado- Orientação Renascer, 
lescente, Maria Apa- que procede a reabi­ 
recida Pedrossian e litacão de menores 
o Presidente da Asso carentes viciados em 
ciacão Comercial de drogas. 
Campo Grande, Nelson ' 
Nachif. O objetivo da Página 04 
Restauração da Laja 
Mar;iia 'Ln e /ertate' 
Página - 08 
Livro ensina fazer 
Jornal 
BURGUER 
RUA VISCONDE DE TJNAY 
(em frente à Escola Ve 
ra Guimarães Loureiro) 
dência leitura-reda­ 
ção, o êxito ou o 
fracasso no desempe­ 
nho delas depende de 
fatores intra e ex - 
tramuros escolares. 
Pena que este es- 
BENEFICtNCIA HOSPITALAR DE BELA VISTA 
5 
JANTAR DANCANTE 
DE NATAL 
DIA: 09/12/94 às 20:30 horas 
LOCAL: Grêmio Pedro Rufino 
INGRESSO: R$ - 15.00 
- • 
~INDICATO RURAL DE CARACOL - INFORMA: 
. 75· Leilão . Cara corte 
DIA: 09 DE DEZEMBRO DE 1.994 
SEXTA-FEIRA 
HORAS: 20:00 
ra 
REALIZA€O 
L
Si~d~c~to ~ural de Caracol 
eiloes Rurais. e Portei- 
PARTICIPE E FAÇA BONS NEGOCIOS!! 
CARACOL ESPERA POR VOCE!!! 
paço não nos permita 
analisar em profundi ' 
dade a paródia. 
De qualquer for - ~­ 
ma, é certo que, se 
as notícias atraem a fu 
nós, adultos, nossos V 
alunos também são a­ 
traídos por elas. 
Página -02 
Leitura de 
Jornais 
Cresce nas 
Escolas 
Uma pesquisa rea­ 
lizada entre os alu­ 
nos das 7a e 8a séri 
es da EMPG Corra d 
Mello, uma Escola Nu 
n1cipal de campinas, _ 
podera se constituir 
numa das primeiras a 
comprovar a eficácia 
do Programa Jornal - 
na Educação como for 
mador do hábito a 
leitura. 	te 
Página 
02

L{PIO PEGIONA, 
JORNAL NA EDUCAI€CÃO 
llVril" ensina a fazer Jornal 
M Aparecida 1ore1í 
Pouca leitura e 
má redação os males 
do estudante são, 
Será? Melhor não 
radicalizar. Afinal, 
e há uma relação de 
JnLordcpcndGncin lei 
tura-redação, o Gi­ 
Lo ou o fracasso no 
desempenho delas de­ 
pende de fatores in­ 
tra e extramuros es­ 
colares. Pena que es 
te espaço não nos 
permita analisar em 
profundidade a paró­ 
dia. 
De qualquer for­ 
ma, é certo que, se 
os notícias atraem a 
nós, adultos, nossos 
alunos também são a­ 
traídos•por elas. ou 
vão atrás delas, mes 
mo que tão-somente 
para enfrentar oves 
tibular ou fazer um 
trabalho escolar. E 
a mídia aí está para 
dar suporte a esse 
interesse, notadamen 
te a mídia impressa. 
O Jornal vem se 
tornando um excepci­ 
onal auxiliar das a­ 
tividades didático - 
pedagógicas desenvol 
vidas em sala de au­ 
la. A atualidade e a 
utilidade das pági - 
nas de nossos diári­ 
os são incontestáve­ 
is. o Professor lan­ 
ça mão delas em to - 
das as disciplinas 
do currículo escolar, 
e o aluno passa a in 
teressar-se por jor- 
nal e a querer ele 
próprio fazer jor 
nal, trabalhar com 
a noticia. 
Sob esse aspecto, 
o livro-manual. "Faça 
ueu próprio jornal"é 
um convite à imagina 
cão, à objetividade 
e à formação do espí 
rito critico de pe - 
quenos e jovens estu 
dantes. A feitura de 
um jornal de 20 pág! 
nas com cinco cader­ 
nos ou cinco tipos - 
diferentes de jornal 
refletirá a capacida 
de de pesquisa e de 
trabalho em equipe. 
A redação acabará 
a perfeiçoada. 
Cada seção ou ca­ 
derno do jornal - no 
tícias e quadrinhos; 
editorial, lazer e 
classificados; cultu 
ra; turismo; espor 
te - ganha capitulo 
ilustrativo no manu­ 
al. O Capítulo O Re­ 
pórter - Seção A o­ 
rienta a montagem da 
primeira página do 
jornal - uma manche 
te, uma ilustração e 
a previsão do tempo 
nela aparecem. 
Reforcando ai 
déia de que as noti­ 
cias estão à nossa 
volta, as colunas Na 
Escola, Na Cidade e 
No Mundo ajudam a de 
senvolver o "faro" - 
jornalístico. Daí 
que um certo "fareja 
dor" (cachorrinho 7 
personagem) passa a 
ocupar parto dao pá­ 
qinas do manual in­ 
formando ao leitor o 
que é crédito, edito 
rial, classificados, 
correspondente, maté 
ria, dentre outros. 
Há ainda orienta­ 
ção de como se elabo 
ram as colunas do 
jornal "O Repórter". 
A Página Diverti­ 
da tem quadrinhos,ad 
vinhas, previsões. Õ 
capítulo O Repórter­ 
Seção B trata do edi 
torial, da charge e 
das páginas de lazer 
e musical, com direi 
to à lista das "dei 
mais". Os classifica 
dos também não foram 
esquecidos. 
Cultura, turismo 
e esporte são objetos 
dos capítulos seguin 
tes - o Repórter cuI 
tural, O Repórter 
Viajante e o Repór - 
ter Esportivo. Pela 
ordem, ganham desta­ 
que a resenha de li­ 
vro e a crítica de 
cinema e vídeo; o 
guia do viajante e o 
enviado especial a 
um ponto turístico 
os esportes na esco­ 
la e o perfil de um 
atleta. 
NO capítulo dedi­ 
cado ao "universo 
dos jornais", por 
meio de perguntas o 
aluno que se fez jor 
nalista em "O Repór­ 
ter" conhece um pou­ 
co da profissão. Um 
glossário de termos 
~------------------~------------ --------- 
Sucesso Editorial n mo do t do 
exposto e folheia um exemplar, 
afirme Beatriz. "Principalmen­ 
te por tratar um tema sério 
difícil, como a confecção 
um jornal, de forma lúdica e 
prazerosa". Segundo a editor - 
assisten e, o livro fez grardc 
sucesso na recinte Bienal do 
Livro en são Paulo, em agosto 
passado, tornando-se um dos 
preferidos do público. 
Indicado para crianças e jo 
vens na faixa entre 09 o 17 a= 
nos, a obra estimula o leitor 
a confeccionar seu próprio jor 
nal através da pesquisa, dia= 
gramação, recorte o aplicação 
de cor em figuras. Na verdade, 
o livro é composto por um ma - 
nual didático - teórico - e um 
encarte prático, para ser re - 
cortado na forma de um jornal. 
A editora oferece esse encar - 
te - jornal à parte, o que é 
ideal para escolas ou famílias 
numerosas". 
A Papiros pretende prosse - 
guir com esta linha de publica 
ções voltadas a outros segmen­ 
tos, corno ciências e teatro. 
Também está sendo estudada a 
publicação de um livro dando 
sequência ao "Faça seu próprio 
Jornal". Maiores informações - 
poderão ser obtidas junto à P~ 
pirus Editora, à Rua Gabriel 
.Penteado,253 - em Campinas/SP. 
"Trata-se de·um livro que - CEP: 13.035-451 - FONE: (0192) 
chzra a atenção de ruem o vê 31-3534 e 31-3500. 
O livro "Faça o seu próprio 
Jornal" foi trazido para o Dra 
sil em 93 graças à iniciativa 
do então Diretor da Papiros E­ 
ditora, Nilton cornachia, já 
falecido. "Nosso cx-cdi tor es­ 
teve na Feira do Livro de 
Frankfurt, em 92. Na ocasião , 
entre outras obras, seu inte - 
resse foi despertado pelo Make 
yor on Newspaper, publicado - 
nos Estados Unidos e em outros 
Países com grande sucesso",con 
ta Beatriz Marchesini, respon­ 
sável pela tradução do livro e 
atual editora-assistente da Pa 
piros. 
Os direitos foram posterior 
mente negociados com a editora 
Harris Media, dos Estados Uni­ 
dos e em 93, o original já es­ 
tava sendo traduzido do inglês. 
A edição original, no entan 
to, estava voltada ao público­ 
norte-americano, fazendo refe­ 
rência aos seus valores cultu­ 
rais como o jogo de Rugby. As­ 
sim, foi necessária uma adapta 
cão do texto e dos termos jor­ 
nalísticos ao português, feita 
pelos jornalistas Paulo César 
Nascimento e Maria do Carmo 
Pagani, que retrabalharam a 
tradução, enxugando as frases. 
Além disso, o glossário também 
foi adaptado à realidade brasi 
leira. 	- 
comuns ao jornalismo 
impresso completa o 
manual. Não exausti­ 
vo, dá bem idéia do 
vocabulário usado 
nas redações. 
Professores e alunos, mãos à obrai 
e hora de fazer um Jornal. 
Maria Aparecida Boreli é do Comitê 
Leitura e Circulação da ANJ 
de 
s 
Uma pesquisa realizada entre 
os alunos das 7a e sa séries da 
EMPG Corrêa de Mello, uma Esco­ 
la Municipal de Campinas, pode­ 
rá se constituir numa das pri - 
melras a comorovar a eficácia - 
do Programa Jornal na Educação· 
como formador do hábito de lei­ 
tura. Neste caso, o projeto Cor 
reio Escola, desenvolvido pelo 
Correio Popular nas Escolas Pú­ 
blicas e Par_ticulares de Campi­ 
nas. 
Efetuada recentemente pela 
Professora da cadeira de Portu­ 
guês, Elizabete Pimentel, a pes 
quisa comparou a 70 e a 8a Sé 
ries da Escola, verificando que 
houve um aumento do número de 
alunos que têm jornais e revis­ 
tas em casa e que lêem jornais 
diariamente (42 da oitava, con 
tra 18 da sétima série). Outro 
lado importante: nenhum aluno - 
da sa série declarou jamais ler 
jornais, contra 18 da sétima. 
Esses resultados comprovam que 
o hábito de leitura de jornais 
é maior entre os alunos da ülti 
ma série do 1 grau. Além dis - 
so, a compreensão do texto tam­ 
bém é superior. 
"Na verdade, trata-se de uma 
pesquisa informal e com algumas 
falhas na sua metodologia, es - 
clarece Elizabete Pimentel, fa­ 
zendo a devida ressalva. "Desse 
modo, os resultados nos levam 
somente a hipótese e não a re - 
sultados definitivos. Por exem­ 
plo: este interesse maior pela 
leitura poderia ser.um processo 
natural decorrente da idade, in 
tercsses e maturidade dos alu - 
nos da 80 série em relação aos 
da 70. 
No entanto, não se pode des­ 
considerar um dado importante : 
os alunos da 8a série da escola 
pesquisada participaram, no·ano; 
anterior, do Projeto Correio Es 
cola, desenvolvido pelo jornal 
Correio Popular. 
Nesse projeto, os alunos re­ 
ceberam diariamente, durante •.:­ 
quatro meses, os jornais do dia 
e os Professores desenvolveram 
várias atividades em diversas ã 
reas, como geografia, educacão­ 
artística, português e matemãti 
ca. 	- 
Segundo Elizabete, como re - 
sultado direto, os alunos da 80 
série, que passaram pelo Proje­ 
to na 7a, participam mais das a 
tividades da Escola, pois até 
criaram seu próprio jornal, co­ 
mo a supervisão de urna das Pro­ 
fessoras, além de revelarem una 
auto-imagem mais positiva, na 
medida em que afirmam entender 
o que lêem .. 
EFICIENCIA COMPROVADA 
"Meu objetivo, ao efetuares 
sa pesquisa, foi o de realmente 
tentar auferir e mensurar os re 
sultados dos projeto Correio E 
cola, por mim implantado na 
EMPG Corrêa de Mello sob a su­ 
pervisão de Cecília Pavani do 
Correio Popular", confirma a 
Professora Elizabete Pimentel., 
monitora desse projeto nas Esco 
las Públicas de Campinas. "Que 
ria comprovar, embora com resul 
tados modestos, que o uso do 
Jornal:em sala de aula pode con 
duzir ao hábito de leitura.­ 
Mas, para isso, é fundamen - 
tal ensinar o aluno a compreen­ 
de-lo e a lidar com a sua orga- 
nizacão". 
O questionário chegou às ma­ 
os dos Professores através da 
própria Cecília Pavani, durante 
um grupo de estudos vinculado - 
ao projeto correio Escola. As 
perguntas foram elaboradas se - 
gundo bibliografia retirada de 
uma tese defendida na Funcamp. 
Quanto ao projeto, Elizabe­ 
te o considera de fundamental - 
improtãncia. Tanto que, por ini 
ciativa própria, continua usan­ 
do o jornal em sala de aula, pe 
dindo aos alunos que o tragam - 
de casa ou lançando mão dos e - 
xemplares assinados pela Esco - 
la. Mas reconhece que a maneira 
ideal e a determinada pelo pro­ 
grama do Correio Popular, pela 
qual os Jornais chegam diaria - 
mente às mãos dos alunos. 
"Com o jornal disponível na 
classe, o aluno cria o hábito - 
de folheá-lo e passar os olhos 
pelas manchetes. Acredito que o 
jornal é o meio ideal para cri­ 
ar esse costume, pois estampa 
em suas páginas aquilo que o e5 
tudante ve acontecer à sua vol­ 
ta", explica Elizabete Pimentel 
"Além disso, a sua natureza 
é multi-disciplinar, mostrando 
ao aluno o lado prático da teo­ 
ria que lhe é ensinada pelos 
Professores das diversas matérl 
as". Mas,_a seu ver, a grande 
vantagem e a de conter uma lin­ 
guagem formal de diversos esti 
los, dando aos alunos os elenen 
tos de maneira correta. - 
r' 
(Transcrito do Jornal ANJ/Nove 
bro/94) 
A BOA LEITURA.. AUMENTA E ALIMENTA O CONHECIMENTO"II 
- 
' 
!Tribuna da Fronteirà 
/ 
• ' 
) 
FUNDADO EM: 
DIÁRIO REGIONAL 	20/02/1972 
EDITOR: Ivaldo Pereira 
. 
GERENTE COMERCIAL: 
EXEMPLAR: R$ - 0,50 
Maria Estela Velásquez Pereira 
SECRETÁRIO DE R:DAÇÃO: Ubaldino Roc!r!.gues 
ASSINATURAS: 
REPORTAGENS: Joao Carlos Velásquez André Luiz Á- 
SEMESTRAL: R$ - 45.00 
valo e Firmino de Barros • 
ANUAL: R$ - 90,00 
REDAÇÃO, DEPARTAMENTO COMERCIAL E PARQUE GRFICO: 
+ OS ORIGINAIS EN - 
Avenida Tribuna da Fronteira,564 - CAIXA POSTAL - 
VLDOS A REDA.ÇÃO 1ão 
SERÃO DEVOLVIDOS. os 
23 - FONE: (067) 439 - I4IO BELA VISTA/MS ARTIGOS ASSINADOS NÃO 
SUCURSAIS: Jardin, Porto Murtinho, Antonio João 
REFLETEM NECESSARLAME! 
Bonito,Caracol. Capo Grande e Correspondentes 
. TE A OPINIÃO DO JORNAL 
ew Bras li.a e Sao Paulo 	- 
Propriedade da Rede Belavistense de Jornais - LTDA 
FILIADO A: 
CCC-MF - 15.513.203/0001/90 	ADIORT e ARDA InT

JORNAL, TRIBUNA DA FPO' IRA - D!Í#TO REGIONAL 
Câmara é Notícia e Informação 
A #CTI 
A"Tu.: COM15À D 
DOAÇÃO DE PRPDIO A CKMAA MUNICIPAL 
Assinada pelos vereadores Marcos Elias 
Rios da Cruz, Fernando de Frcita!l Bliau , 
Fernando Jorge de Rarroa, Orlando Prcitan 
dor. Santos, Israel Chamorro da Rocha,todos 
do PMDD e ainda Geraldo Pinheiro Murano,do 
PSDB, foi apresentada na Sessão Ordinária 
da última segunda-feira, dia 05, uma indi­ 
cação endereçada ao Prefeito Municipal A­ 
brão Zacarias, solicitando à ele que enca­ 
minhe ao Legislativo um Projeto de Lei do­ 
ando para a Cãmura Municipal o prédio onde 
funcionava anteriormente a Prefeitura Muni 
cipal e que hoje é utilizado pela própria­ 
Edilidade Municipal. 
Na justificativa dessa importante indi­ 
cação, os vereadores consideram que à Cãma 
ra Municipal até hoje não possui o seu pr 
dio próprio e com o encaminhamento desse: 
projeto de lei, pelo Executivo Municipal , 
fazendo a doação do prédio, será possível 
a realização de ampliações, como a cons­ 
trucão de um novo plenário e gabinete para 
os vereadores, "haja visto que consta no - 
Orçamento Municipal para o exercício fi­ 
nanceiro de 1995, verbas para esse fim" - 
assinalaram os autores da indicação. 
LIMPEZA NAS RUAS DA CIDADE 
A vereadora Or­ 
landa Freitas dos 
Santos, 1a Secretá­ 
ria do Legislativo - 
Belavistense, foi au 
tora de indicação en 
dereçada ao PrefeitÕ 
Municipal, com cópia 
ao Secretário Munici 
pal de Obras, solic1 [ 
•tando à eles que de­ 
terminem a limpeza - 
das ruas da cidade , 
com roçadeiras, prin 
cipalmente nos cost~ ~ 
dos dos muros e cer 1 
cas das residsneias: $$%' ' 
Na justificativa j/., • o 
de sua Proposição, a ia +wü, is 
Ver. Or landa observou Santos. 
que com a proximi- 
dade das festividades de final de ano, se 
az necessário que nossa cidade tenha um - 
visual mais alegre e mais bonito, "pois es 
ta é uma época em que Bela Vista recebe 
inúmeros visitantes e, com a realizaçao ·­ 
desses serviços de limpeza, todos levariam 
daqui uma boa impressão" afirmou a vereadQ. 
ra. 
ATERRAMENTO DE RUA 
Luiz·Alexandre Lou 
reiro Palmiéri, vereã 
dor do PTB, em expedi 
ente encaminhado atrg 
vés da Mesa da Câma­ 
ra ao Prefeito Munici 
pal, com cópia ao Se­ 
cretário Municipal de 
Obras, reivindicou o 
aterramente da Rua B~ 
ráo do Melgaço, esqui 
na com a rua Afonso - 
Pena. 
Luiz Alexandre a­ 
firmou na sua· indica­ 
cão que com as ülti- 
Ver.Luiz Alexandre 
.. 
; 
ma chuvas que cairam em nossa cidade,a 
citada rua a erosão provocou a abertura do 
um enorme bura.co que quase cortou a via - 
pública e, devido a pouca iluminação no - 
local, acidentes mais érios podem vir a 
acontecer, 
, DESOBSTRUÇÃO DE BUEIROS E PATROLAMENTO 
Em outra indicação de nua autoria, diri 
gida ao Prefeito Municipal, a vereadora o~ 
landa Freitas dos Santos solicitou que se­ 
ja determinado ao setor competente da mun1 
cipalidade a desobstrução de bueiros e pa­ 
trolamento nas ruas Barão do Melgaço, Afo~ 
so Pena, Marechal Deodoro, Alvares Cabral, 
Barão do Ladário, Barão do Triunfo, Santo 
Afonso, Geraldo de Souza Rosa e Amélia 
Paim Rosa. 
REFORMA DA PONTE DO CANDELÃ.0 
,- 
r ·, 
i 
l 
l 
Israel Chamorro - 
da Rocha, vereador - 
Peemedebista, em in 
dicacão apresentada 
à Mesa da Câmara, en 
dereçada ao PrefeitÕ 
Municipal, com cópia 
ao Secretário de o­ 
bras, reivindicou a 
reforma da ponte so­ 
bre o córrego Cande­ 
lão, na via que dá 
acesso ao Aeroporto 
Municipal. 
Ver.Israel Chamorro 
MOÇÃO DE CONGRATULAÇÕES 
Marcos Elias Rios 
da Cruz, vereador do 
PMDB, foi autor de 
uma Moção de Congra­ 
tulações endereçada 
ao sr.João Kalife,ex 
tensiva aos seus fa­ 
miliares, parabeni­ 
zando-os pela forma­ 
tura de seu filho - 
Mauro Gabriel Kali­ 
fe, em medicina. 
Na sua Moção, Mar 
cos Elias desejou aõ ·.r: ••• 	_ 
formando muito êxito Ver.Marcos Elias 
nessa brilhante e abnegada profissão, e - 
que o trabalho empreendido venha de encon­ 
tro às necessidades do próximo. 
MOÇÃO DE CONGRATULAÇÕES 
----; 
1 
o·vereador Luiz AleY.andre Loureiro Pal 
m1er1 apresentou à Mesa do Legislativo MÜ 
nicipal uma Moção de Congratulações endere 
cada ~o sr.Edson Medeiros de Moraes, pa­ 
rabenizando-o pela sua posse na presidên­ 
cia do Sindicato Rural de Bela Vista e de­ 
sejando-lhe êxito em sua gestão. "Somos - 
sabedores de sua eficiente atuação em ou 
tras administrações em pról da sociedade: 
belavistense, que durante o seu mandato - 
sejam sempre cultuados laços de entendimen 
to e cordialidade entre esse órgão e aso= 
ciedade belavistense" frisou o vereador 
Luiz Alexandre. 
., 
1 :_, 
!to 	LeRi a 
de Let n!007/94 J Escutt 
r te+!d e f! s d 
ta, para o exs 
Apôs estudo ao r 
pauta, a omis ao 
e aprova;ao. 
f o parecer 
Sala das Ses ces, 0 de Deebro «'e 1.994 
Fernando Jorge de Barros- Presidente; Geraldo 
PInheIro Murano - Relator; Marco Antonio Randon 
de 0l!veíra - Mro. 
PARECER N 008/94 
AUTOR: COMISSO DE FINANÇAS E ORÇAMLNTO 
Os vereador s que abafxo subscreve Interan­ 
tes da Comissão permanente de Finanças e Orçamen 
to desta Casa Legislativa e reunidos no Plenárfó 
da Câmara Municipal, tara nal!ar o Balanço Ge­ 
ral da Prefeitura Munfv.-. referente ao xerc!­ 
cio financeiro de 1.993. 
Após analise ao referido processo das cont ~ 
do Executivo Municipal, concluímos pela sua aprg 
vaçao. 
Solicitaoos de sua Excia., Senhor Preslclentc 
desta Casa LegislatiVn, que envie expediente ao 
Exmo.Sr.Presidente do Tribunal de Contas, comunt 
cando-lhe dessa nossa decisão, após aprovação - 
pelo Plen:irlo. 
Sala das Sessões 18 de novembro de 1.994 
Dr.Fernando Jorge d.e Barros - Presidente; 
Dr.Geraldo Pinheiro Murano - Relator; Marco Anto 
nio Rondon de Oliveira - Membro 
PARECER N? 010/94 
AUTOR: COMISSÃO DE FJNANCAS E ORÇAMENTO 
Os vereadores que abaixo subscrevem integran­ 
tes da Comissão Pennanente de Finançao e Orçamen 
to desta Casa Legislativa e analisando o Proje: 
to de Lei nQ 010/94 do Executivo Municipal "Cria 
o Conselho Municipal de Assistência Social e dá 
outras providências" 
Após estudo ao referido Projeto de Lei em pau 
ta, a Comissão opina pela sua tramitação e vota­ 
cao. 
to parecer 
Sala das Sessões 05 de dezembro de 1,994 
Fernando Jorge de Barro - Presidente; Marco 
Antonio Rondon de Oliveira - Relator; Geraldo Pi 
nheiro Murano - Membro. 
PARECER NQ 016/%1 
AUTOR: COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO, JUSTIÇA E REDA­ 
CÃO FINAL 
Os vereadores que abaixo súbscrevem integran­ 
tes da Comissão Permanente de Legislação,Just1-, 
ça e Redaçao Final desta Casa de Lei e reunidos 
no Plenàrio dn câmara Municipal, para analisar o 
Projeto de Lei nQ 009/94 - Executivo Municipal , 
que "DISPÕE SOBRE DOAÇÃO DE IMÓVEL EM PAGAMENTO" 
Após estudos ao referido Projeto de Lei em • 
pauta a Comissão opina favoravelmente ao mesmo 
alegando que e: · 
Legal 
Jurídico 
Constitucional 
Tem concordância Gramatical 
to parecer. 
Sala das Sessões,05 de dezembro de 1.994 
Marcos El~as Rios da Cruz - Presidente; Roney 
Moraes Simoes - Relator; Israel Chamorro da Ro­ 
cha Membro. 
IVIODELOS 
FILTRO ICQUIF L 
DIIVIENSIONADOS -,, 	voe!;! SENTIRA. A DIFERENÇA NA PUREZA DA ÃGUA. 
,;, 	PLEXO AO VERIFICAR, LOGO NOS PRIMEIROS DIAS, A 
DE SUJEIRA RETIDA NO SISTEMA 
KOl.Til'LAS APLICAÇÕES 
PARA BEBER - A ACQUAFIL fornece 800 à 10.000 litros/hora de á · 
da pa.ra toda a sua residência portanto de d gua filtrada e purifica- 
- 	• , agora em iante se• f i h • 
cos terao sabcr e aroma mais autênticos. 	• u ca ez .no, chá e refres 
PARA SAODE Azia • - 
_ , ma digestão, fermentação intesti 1 - 
tamente, deixarao de existir com o uso continuo d . na e gastrite sao males que, cer­ 
tros centrais ACQUAFIL. 	Ia agua filtrada e declorada pelos fil _ 
PARA COZINHAR - A água purificada mantém o sabor 
anta caprichar nas receitas se a água utili7 d original dos alimentos· de nada adi- 
HAMADI 	a4a nao for de boa qualidade. ' 
- EIRA - As crianças são mais suscetíveis - 
pela agua. Com ACQUAFIL, o banho e mamad ir d a contaminação 
rança. 	e a o bebê podem ser 
E FICARA PER 
QUANTIDADE 
de doenças transitidas - 
preparados com ais segu- 
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COMEÇA • 1 CIMPINHI 
TROQUE O TROCO PELII VIDI 
A Campanha "troque o Troco pele Vida" - 
foi oflciulmontc deflagrada dia 27/11, a 
partir da nüninatura de uJ;i convênio entre 
o prcnidente do Conoelho Entaduül dos D_!:. 
rcitos da Criança e do AdolcDcentc, Mariü 
Aparecida Pedrossian e o prenidentc da As­ 
sociação Comercial de Campo Grande, Ncloon 
NnchiL O objetivo da campanha é a cüpta - 
ção de recursos que permitam a continaida­ 
de do trabalho desenvolvido pelo Centro de 
Atendimento e Orientação Renascer, que pro 
cede a reabilitação de menoren carentes vi 
ciados cm drogan. 
Com um trabalho pioneiro no pais, o Cen 
tro Renüscer, é coordenado por Wanderlei - 
Moura Pinho e hoje procede o atendimento - 
de 50 familias, cujos adolenccntes foram - 
aliciados por traficantes nas ruas de Cam 
po Grande. Ao assinar o convênio dando inI 
cio à campanha, a primeira dama do Estado 
e presidente do Conselho Estadual dos Di­ 
reitos da Criança e do Adolescente, Maria 
Aparecida Pedrossian, ressaltou a irnportâ~ 
eia da participação de toda a comunidade - 
nesta ação. 
Segundo ela, manter as ações do Centro 
Renascer é uma atitude de fundamental im­ 
portância para a sociedade sul-mato-gros - 
sense. "Trata-se da nica entidade não go 
vernamentaldo Pais,que desenvolve este tra 
balho a partir de técnicos aqui mesmo des­ 
cobertas, cujos resultados tem sido satis­ 
fatórios, devolvendo à vida a estas crian­ 
ças", disse a primeira dama 
Para o presidente da Associação Comer - 
cial, Nelson Nachif, a parficipação do co 
rnércio nesta ação deverá ser total, princi 
palmente os empresários estão conscientes 
de suas responsabilidades .. "e preciso que 
todos nós estejamos unidos em ações desta 
natureza, até para evitarmos que amanhã ou 
depois nossa cidade enfrente urna crise so­ 
cial grave como ora ocorre em outros cen - 
tros do País", disse. 
COMO FUNCIONA A CAMPANHA 
Todos os estabelecimentos comerciais da 
cidade estarão sendo visitados a partir de 
hoje por um grupo de voluntáriosdo .Centro 
Advogado 
m LAIRSON RODRIGUES BUENO 
] o»is 3.os0 
CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS 
RUA: Dr. CORRF.A, 380 - CEP: 79.280 - 00 
FONE: (067) 287 - 1129 
ADVOCACIA C!VEL, TRABALHISTA E CRIMINAL 
Renascer, convocando-o a participar d 
Campanha. Cada loja comercial recebera ± 
ma urna s o "Vaies-Vidas", que serao re­ 
passados ao consumidores no lugar dos 
trocos nos valores de 0,01;0,05 e 0,10 - 
centavos de Real. O "Vales-vidas' dev 
rão ser deposi :ados pelos_consumidores 
nas urnas e no final do mês o comerciante 
presta conta destes vales coordenadoria 
da campanha. 	. 
o dinheiro arrecadado ocr<l dcutLnüdo 
ao Centro Renascer para a continaidade de 
suas ações. 
PORTO MURTINllO - MS 
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JNTA DAVÇNITE. 
IH: Nl'l'AT. 
Da DcncL llo::ipita 
lar de Bela Vista G 
rá no dia 09/12/94 
às 20:30 no Grêmio - 
pedro Rufino. A Pro 
sidcntc Dcrnadctc 
Rondão e Equipe e 
tão preparando com 
mui to carinho o rc• 
quintado Jantar que 
será servido. Co1abo 
re Cq a BeneficGn - 
eia, apênao 5,00 o 
ingresso. Prestigiei 
JNIVERSARIOU 
No dia lo pp, o 
sr. Atanásio de A 
mcida Melo. Fclicidã 
deal l l l l l l l l - 
PARtBt:NS 
Ao Gão e Tati que 
no dia 04pp, comemo­ 
raram 12 anos de ca 
sados 11 
NO DIA 04 PP 
Os empresários 
Gão e Tati oferece - 
ram um Coquetel mar 
cando a abertura dÕ 
Hotel Posada de la 
Frontera em Bclla. - 
Vista Paraguai. O 
Padre Eduardo (do Pa 
raguai) abençoou o 
local. 
Desejamos suces - 
sos nesse novo empre 
endimento 1 1 1 1 - 
O ROTARY CLUBE 
No dia 03 PP, 
palco de bonita e 
gradável recepção 
aos convidados 
festa dos 15 anos 
Flávia, filha dos 
dicos Cachito e 
paléa. 
MESAS COM 
Tampo redondo CQ 
bertas com lindas 
toalhas de rendas 
brancas, .delicados 
arranjÓs flores no 
centro de cada uma , 
vasos com viçosas fQ 
lhagens, um pilar 
com muitos balões 
brancos e prata com 
pletavam a delicada 
decoração. 
O SABOROSO JANTAR 
foi 
a- 
da 
de 
mé 
A- 
Servido, foi fei 
to pela Sra. Jacque­ 
line Batilani Loure~ 
roe equipe. Eficie~ 
tes garçons atende. 
rarn à todos com'ma1- 
to profissionalismo. 
:·, FOI DESTAQUE 
Também a mesa de 
doces com variados - 
e deliciosos bom - 
bons, tortas, doces 
-e bolo. 
PARA ABRAÇAREM 
COMANDAVA 
O animado nom Jusculino Rodrique. 
/OS l'lllí'J'fRIÕE!J 
Cachito e Nzaléa os nossos Parabéns pe-­ 
la arte de bem receber. A Plavinha mil Fe 
licidilde:i I ! I,! ! 1 I ! ! 
Flavinha, do Rio 
de Janeiro vieram:Vg 
v6 Aqui1éa, as Ti 
as, Ari'édia e Aquilea 
e a priina Luciana. 
DE CAMPO GRANDE 
O primo Carlos E­ 
dardo e esposa Pa 
tricia. 
FELIZES 
Na festa da ani - 
versariante a vó ~li 
da, a madrinha Elza 
com a filha Jacqueli 
ne. 
MUITOS PARENTES 
Alguns casais e 
vários amiguinhos de 
Flávia fizeram-se 
presentes. 
Curtos1dadeo !Mltcas: 
I REENCARHA(ÃO (Ili) 
Fernando Alvcr; C0RRtA 
Como Jesus Cristo havia dito aos apÓr;tolos : 
"1de e pregai o Evangelho cm todo mundo", eles 
cumpricm com dctcrmino_çiio a ordum recebido. Já 
huv1.nm deixado o África, c:ncontrnvnm-sc no 0ri­ 
ente Médio, haviam atravessado a FrIgla e a pro 
víncio dn Galácia, quando foram proibidos P'-'lo 
Espírito Santo d~ anunciar a polovrn d" Deus - 
na Ásia, Tendo chegado à MIfsta, intentavam pas 
sur a Bitínia, mas não lhe permitiu o Espírito 
de Jesus, confomc é explicado cm Atos 16, 5-7. 
Por que o Espírito Santo não permitiu que o 
vangelho de Jesus fosse levado também à Ásia,on 
de imperava o budismo? Seria o mesmo que dizer: 
Ide e pregai o Evangelho cm todo o Mundo, menos 
na Ásia! Será que havin alguma ligaçao entre Bu 
da, que morou no 0rh!ntc, com Jcsus, que morou n 
0cidcntc, e, por ebõ0 razão, não deveria haver 
interferência entre os seus ensinamentos? 
O Atos II (Livro que não foz porte do Bíblia) 
distribuído pelo Centro Metafísico MARK-ACE, 
INC: 327 N.E. 20 th Terracc-Miomi, Flórido-USA, 
diz nos versículos 23 e 24 (Disse Jesus) Consi 
derai! Sou Mclquiscdequc, o rei do retidão a 
quem Abraão pr!scnteovn e se alegrou de ver-me 
um dia. Consid.,roit Eu sou o Guotoma Sidharta, 
BUDA. 
r contado cm João 8, 56-58, que certo vez Je 
sus discutindo com alguns judeus, disse a eles 
que Já h,w i.1 se encontrado com Abraão e que o 
profeta [icvu feliz cm revê-lo. disseram-lhe o 
judeus: Tu ainda não tens cinquenta anos e vist 
Abraão? 
Ora, Jesus nau iria mentir aos judeus que A 
braão ficou cheio d,, gozo por encontrá-lo; entr 
tonto, como Abraão e Jesus viveram em épocas d 
ferentes, é impossív-,J <1111· os dois tenham se en 
controdo. Porém, pesquisando sobre a vida de 
braio, notadamente, a ün!cu pessoa que ele de - 
monstrou sentir alegria e prazer quando cr.con • 
trou foi Melqusedeque e, nesse encontro, Abrai 
ajoelhou-se a seus pés e Ele o abençoou (Gêne 
sis 14, 17). • 
A Única torrou de Jesus ter se cncontrado con 
Abraão foi através do reencarnação, Jesus foi 
rccnca~nação de Melquised,;que. JÕ tinha conheci 
uontn desse mistério e, por isso, disse: "Nu sa 
do ventre do minha mãe e nu tornarei poro ló 
(JÕ 1. 21)". A mesma coiso disse Jesus o Nicod 
mos, como nos mostra o texto. 
DEU NO DIÃRIO DA SERRA 
Do dia 1/12: Estado Registra l44 ca­ 
sos de AIDS em l ano. 
O ~ltimo relatório trimestral - de j 
lho a setembro da Secretaria de Sa~de es 
tadual registrou 49 casos em Corumbá; 29 
em Dourados; Maracaju, São Gabriel D'Oes 
te, Ladário, Rio Brilhante e Bela Vista - 
4, Três Lagoas 28; Ponta Porã 18; Aqui - 
da.ana 5; Porto Martinho, Paranaíba, Te­ 
renos e Miranda 3; Ribas do Rio Pardo ; 
Rio.Verde, Glória de Dourados, Fátima do 
Sul, Camapuã e Cassilãndia dois casos,ca 
da município. 	- 
Com registro de um.caso são as cida - 
des: Agua Clara, Bataiporã,Coxim, Selvi­ 
ria, Vicentina,Sidrolândia, Paranhos,Ino 
cência, Ivinhema, Coronel Sapucaia, SonÕ 
ra, Deodápolis do Negro, Sete Quedas, Ja 
tei, Bodoquena, Nova Andradina, Anauri 
1andia Caarapó, Amambai, Naviraí, Juti, 
Itapora, Bandeirantes, Aparecida do Tabo 
ado,Itaquirai e Anastácio. 	- 
ROA«Y HOMENAGEIA PROF13SI0A! ? DR.v 
No último dia 02 do corrente, o iotary de Bela Vista ho 
geou três profissionis qoe s e destacaram n o 	x	r	c 	i o 	d e 
profissõc. Vale ressaltar qe essas três homenagens foram o "­ 
início de uma érle de homenagens que o Clube prestrd a diver 
sos profissionais e d!versoscampos da atividade human. • 
A ele;ão foi coordenada a.ravé da Avenida d Serviço 
fissioanis, qae tem a frente a companhv ira Enoli e contou 
aprovação nnime de todos os rotarianos. 	. 
Todos os homenageados receberam o Diploma dg !onra_ao Mér!­ 
to Rotário. Foram homenageados o agente de Policia Civil Nery 
Gonçalves, a professora Glória Battilani e a agente de saúde - 
Natividade. 
E!OLI 
Enfocou a importância dos homenageados para o crecimento - 
da comunidade, dizendo que a Natividade foi indic da pela com­ 
panheira Azaléa, o Ncry pelo Villasanti e R •n, o e a Glória 
por ela mesma. 	- 
Enfatizou que os homenageados tinham r vali:ações, que embo­ 
ra desconhecidas por mitos, foram de relevr:ia na vida da co­ 
munidade. Disse tamhém que o rcconhccinen o divulga e_ inccnt.i­ 
va os ideais de servir.Lembrou una famosa frase de Aristoteles qoe 
diz: "Dignidade não só existe cm receber honradez, mas cm mcr.9. 
cer" . 
.Tornearia 
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MECÃNICA EM GERAL 
CARACOL - MS 
RENATO CESAR PEREIRA 
o. Companheiro Renato fez uso da palavra para tect!r com(,ntii.­ 
rios a respeito da vida profissional do agente de classe cspe- 
cial Nery. 	- 	. 
Falou sobre sua dedicação, competencia e dignidade por mais 
de 16 anos de serviços prestados à comunidade. Ressaltou a sua 
integridade,lealdade e a sua lata incansável contra o crime. 
Disse também que o agente Nery retornara para suü casa com 
a satisfação do dev~r cumprido. 
CACHITO 
Designado para homenagear a Nativi~ad~, Cachito :essaltou - 
quanto ela é querida no meio dos prof1s!'1onais de saude de Bela 
Vista e que os títulos ora outorgados r~~resentam o reconheci­ 
mento de toda ocupação ~til e benéfica a sociedade. 
Lembrou que por mais de 30 anos, Natividade presta_os seus 
serviços com dedicação e entusiasmo, alem do que tambem trans­ 
mitc conforto espiritual, levando a palavra de Deus aos que 
sofrem. Disse que a história da Natividade se confunde com a 
história do Hospital são Vicente de Paula 
Cachito disse que sentirá muita falta da colaboração impor­ 
tante do agente Nery no exercício d~ sua função de médico le­ 
gista, pois o policial é um excelente colaborador. 
ENOL! 
. A companheira Enoli foi a responsável direta da homenagem - 
prestada à professora Glória Battilani. Começou lembrando que 
a professora foi uma excelente aluna e também auto-didata, ten 
do participado do início do Curso Normal de Bela Vista. 
Enfatizou uma outra virtude da professora Glória, que é a 
pintura de telas à óleo e de sua participação na la Coletiva - 
de Pinturas da Terra, onde contribuiu com 08 telas. Citou as 
virtudes da professora Glória no exercício da profissão. Lem­ 
broa que a professora Glória aposentou-se como professora cate 
drática. 
GARIBALDI 
Disse que Rotar:y congrega os mais diversos segmentos da so­ 
ciedade e que entende ser justo o reconhecimento prestado aos 
três homenageados, pelos serviços prestados à comunidade. 
ROBERVAL 
Disse que a reunião apesar de pequena era altamente signi­ 
ficativa, pois se homenageava naquela noite pessoas de desta­ 
que. Disse tainbêm ·que: "Pessoas anônimas fazem o Brasil do 
dia-a-dia" e que essa frase resumia o significado das homena 
gens. 
IVALDO 
O Presidente Ivaldo Parabenizou a companheira Enoli pela 
sensibilidade em selecionar os homenageados daquela noite. 
_Lembrou_das virtudes dos homenageados e disse que o Brasil 
e constitaido por pessoas anonimas como essas. 
Agora o Sebrae está 
de casa nova. 
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O Servtço de Apoio à Pequena Empresa, mas 
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DIÃflf() f•f,(,f(;::; ', 
Edital de 
Proclamas 
Jani!de Fonsa dos Santos, O 
ficiala do registro civil dei 
ta cidade de Dela Vista-M:. , 
FAZ SABER a todo quantos o 
presente Edital de Proclamas 
virem que, apresentaram os Do 
cumento exigidos pelo Artigo 
100 do C6cliyo Civil Dranilci­ 
ro, l ncl;iou I, II, III e IV e 
pretendem ue casar: 
,llIR CUP.VlG e ROSlNGELA CJN 
'l'EIIIO LIM7, brar;llciron , uoI 
toiros, residentes nesta cida 
cJr1 ele, militar, filho de 
Junrcz Cucvau e de dona Maurí 
ci.n Domingucr;; ela, lides do 
lnr, filha de Milton Lima Pa­ 
niago o de dona Maria .. sucli 
Canteiro. O pai da prct:cndcn­ 
Lo ne encontra om lugar incor 
to e niio uabido (Sr. . .Milton 
Lima Paniago). Se algu6m sou 
, borde algum impedimento que 
se oponha na forma da Lei, 
Dela Vista-MS., 06/Dcz/1.994 
Janildo R. dos Santos/Oficiala 
Edital de 
P.raclamas 
o Sr. Jo<lo Arádio Vieira, 
Oficiul do Cartório de Paz e 
ílcgiutro Civil de Caracol-MS, 
FAZ OADEH que pretendem ne 
canar e aproucntaram ou Docu­ 
mentos exigido pelo Artigo 
180 do Código Civil llrauilei­ 
ro: 
OHJLDO SOUZA e ANA CRISTI­ 
NA WERN8R, ele bra::;ilciro , 
ooltciro, maior, filho de Da­ 
vino Souza e de Thomázia Rios 
de Souza, reoidcntes e domici 
liadou nesta cidade de Cara - 
col-MS., ola brasileira, sol­ 
teira, filha de Arno Werncr 
Filho e de Maria Lurdes Wer - 
ner, residentes e domicilia - 
dos nesta cidade de Caracol - 
MS. 
Se alguém souber de algum 
impedimento, que se oponha na 
forma da Lei. 
Caracol-MS., 05/Dez/1.994 
João Amádio Vieira --oficial 
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ENG. AGRONOMO: JOSI'. 
DORIVAL XAVIER RIBEIRO 
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-Annlisc de solo; 
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rInho de mo,aranes,her 
bicidas, fungicidns, j; 
• scticidas; - 
-Venenos p/ ir .. st.!tos ,ra- ,r "'L 
çes e sementes; } 
. 	V..---r 
PRECO PRO!!OCIONAIS DE INAVC'RACÃO 
C
"W<> 
#:% 
M mezgus 
regritai 
tu 
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PORíAJUA NO 316, DE 06 DE DEZEMBRO DE 1.99 
das diárias dos Servidores do ro - "Di:põe obre os valores 
der Executivo e dá outra9 providências". 
O Prefeito Municipal de pela Vista, Estudo de +t0 Grcs 
' 
tendo em vista o dispost 
do Sul, no uo de nuas a•ribuiçõcs e 
da Lei 757/85, de 19 de junho de 1. 985, cc a red ,'io dada pe- 
la Lei no 911/91, de 13 de junho de 1.991. 
RESOLVE: 
Art.10) Divulgar, na forro cJc anexo desta Portaria, O5 va 
- 
Exccuti-::- 
lores daa diárias a serem pagas a servidores do Poder 
vo Municipal, qunndo cm viagem forn da respectiva de. 
1rt.20) - Esta Portaria entrará em vigor na data 
de :,Uil pu- 
blicação e/ou afixação no quadro de avisos da Pr fc.iturn, r ovo 
gadas as disposições cn contrdrio. 
Abraã.o Arrr.oa Zacarins 
Prefeito Municipal 
TABELA DE VALORES DAS DlÃRIAS 
CLASSIFICAÇÃO 
Interior neste Estado Ca.pitain 
e outros Estados Incluaive do Estado 
Prefeito Municipal 47,31 	57,73 
Secretárion 	3(,35 	47,31 
Ocupantes d_e cargos 
ou funções de dire 
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cão 	27,18 	37,35 
Demais furlcionár i- 
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RANDE. ORIENTE DO ESTADO DE MATO GR05SO DO SUL 
VEDE.RAIO MO GRANDE ORIENTE. DO BRASIL 
Decreto n? 2635 de 02/04/79- Instalado e 26/04/60 
GABINETE. DO GRÃO MESTRE 
Ata n· 438-91/95 
l'AOí.L 'I A.Jlll,ll rum:s. GRÃO MESTRE DO GRANDE ORIENTE DO ESTADO DE MATO 
GR0SS0 DO SI., FEDERADO AO GRANDE ORIENTE DO BIASIL, NO EXERC!CIO DE A­ 
TRIVIÇÕES LEGAIS, 
ll J·: S O L V E 
AIJfOITZAR, OI•: CONFORMlDADE COM ARTIGO 61 DO REGULAMENTO GERAL DA FEDERA 
,MO, O FUNCIONAMENTO PROVISÓRIO DA AUGUSTA E RESPEITÁVEL LOJA SIMBÓLICA : 
"LUZ E VERDADE" AO ORIENTE DE BELA VISTA, MS, JURISDICIONADA AO GRANDE O­ 
RIENTE DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, FEDERADO AO GRANDE ORIENTE DO BRA­ 
SIL. 
FICA O GRANDE SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO ENCARREGADO DA PUBLICAÇÃO E 
DIVULGAÇÃO DO PRESENTE ATO, . 
DADO E TRAÇADO NO GABINETE DO GRÃO MESTRE ESTADUAL AOS 24 DIAS DO MES 
DE NOVEMBRO DE 1994, E.'.V.'. 
FADEL TAJHER !UNES - GRÃO MESTRE ESTADUAL ; JORGE NAGY - GR SEC ADMINS­ 
TRAÇÃO; l'AULO CEZAR DE MELO - GR SEC GUARDA DOS SELOS 
Ata de Fundação 
A GLORIA DO GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO 
Aos 23 dias do mês de novembro de 1994, E.' .V.'., nesta cidade de Bela 
Vista, MS, ãs 20':oo horas, reuniram-se os mestres macons Sérgio Luiz Perei 
ra, CGO 142647,, Jair Rossato, CGO 0124355, José Luizari Filho, CCO 163601: 
José Gregorio de Barros, CGO 152340, Paulo Marinni Filho, CGo 170594, Es­ 
tanislau Annoa, CGO 137721, Aleir Gauna Moraes, CGO 152339, João Carlos de 
Bordon, CGO 170593, e mais or irmãos Paulo Ceznr de Melo Çrande Secretá­ 
ro da Guarda dos Selos e seu adjunto irmão João Rosa, todos irmãos apren­ 
dizes membros da Arls Luz e Fraternidade Jardinense. 2082 e residentes em 
Bela Vista, todos ativos e regulares do Grande Oriente do Brasil, devida­ 
mente relacionados no Livro de Presença, para o fim de restaurarem a au­ 
gusta e respeitável loja simbólica Luz e Verdade, fundada sob os auspicios 
do Grande Oriente do Brasil em 6 de junho de 1886 neste oriente. Foi con­ 
vidado o irão Paulo Czar de Melo, grande secretário da Guarda dos Selos 
do Grande Oriente do Estado de Mato Grosso do Sul, Federado ao Grande Ori­ 
ente do Brasil, para presidir os trabalhos, tendo sido nomeado Secretário 
da Sessão e o irmão João Rosa. O Presidente iniciou os trabalhos colocando 
em discussão a restauração da loja,o que foi aprovado por unanimidade dos 
presentes. Em discussão foi aprovado por unanimidade que deve ser mantido 
o nome de "Augusta e respeitável Loja Simbólica Luz e Verdade", a primeira 
Loja Maçonica desta região, fundada por militares logo após a Guerra do - 
Paraguai, devendo a mesma funcionar sob os auspícios do grande Oriente do 
Estado de Mato Grosso do Sul, federado no Grande Oriente do Brasil. Foi - 
adotado o rito escoces antigo aceito para ser praticado pela Loja, que se 
reunirá regularmente as 22 feiras, às 20:00 em local a ser determinado pe­ 
la futura diretoria provisória. Em seguida passou-se a escolha da direto­ 
ria provisória que ficou assim constituida: Veneravel Mestre Sérgio Luiz - 
Pereira, M.'.I.'. CGO 142647, Ig Vigilante Jair Rossato, M.'.M.'.,CGO - 
163601, Orador José Gregório de Barros, M.'.M.'.,CCO 152340, Secretário - 
Paulo Mariani FLIho, M.'.M.'., CGO 170594, Tesoureiro Estanislau Aroa , 
M._·M. ., CGO 137721,_Chanceler Alcir Gauna Moraes, M.'.M.'., CGO 152339, 
M. · de Cerimonias Joao Carlos de Bordon, M.'.M.'., CGO 170593. Decidiu-se 
que a diretoria provisoria deverá solicitar a autorizacão de funcionamento 
provisório junto ao Grande Oriente do Estado de Mato Grosso do Sul e em 
seguida a c?dn constitutiva, junto ao Grande Oriente do Brasil, para ser 
novamente reconhecida como Loja regular. Justa e perfeita de acordo com as 
Leis Mac~nicas em vigor. Ficou decidi-00 que todos os restauradores se com­ 
prometem a assistir assiduamente aos trabalhos da Loja. Nada mais havendo 
o Presidente da Sessão passou a direção dos trabalhos ao venerável da Di­ 
retoria provisória, que desta forma tomou posse na sua função, sendo todos 
os demais membros da sua diretoria considerados empossados em suas respec­ 
tivas funções. 
INTERPRETAÇÃO DO TIHRE E DO ESTAN-- ' 
·DMTE ARLS LUZ E VERDADE 
TIMBRE- Formado por do! trinu­ 
los equ!láteros concêntrico, vfua­ 
lizamos no seu ângulo superior fn­ 
terno a estrela flaejante,cos le 
tra "G" em seu interior, repre­ 
sentando a forca criadora, o 
Croode Arquiteto do Universo, 
que é D2US. Logo abaixo os - 
logotipos do Grnnde Oriente 
do Estado de Moto Grosso - 
do Sul e do Grande Orien­ 
te do Brasil, sicbolizan 
do a vontade dos funda­ 
dores de que a Loja - 
mantenha sempre alto 
os nomes das Potên­ 
cias Maçônicas que 
lhes dá a Regula­ 
ridade. Ao cen­ 
tro vemos uma 
figura cir­ 
cular em cu 
Jo inter!- 
or podemos '-----------------------------> 
vislumbrar o nascer do 
sol no Rio Apa, ·simbo- 
11 zsndo a LUZ da VERDA . 
DF que todos os dias - 
ilumina a cidade de - 
Bela Vista. Pode-se na 
margem do rio o Terri­ 
tório da cidade vizi­ 
nha de Bela Vista, Pa­ 
reguai, local da mais 
célebre epopéia mili­ 
tar brasileira a Reti­ 
rada da Laguna,na Guer 
ra do Paraguai. Ladean 
do o circulo temos os 
dois marcos, represen­ 
tativos da fronteira - 
Brasil Paraguai, Bela 
Vista-MS com Bela Vis­ 
ta Paraguai. Logo abai 
xo o nome da Loja com 
o nome da cidade natal, 
bem como a data da - 
restauração da Loja - 
que fora fundada por - 
militares durante a fa 
mosa retirada de Lagu­ 
na e que foi devidamen 
te regularizada pelo: 
Grande Oriente do Bra­ 
s!l em 1886, recebehdo 
o número 886 na federação. 
ESTANDARTE: O estandarte incorpora a figura do Timbre sem o triãnguÍo, 
tendo a mesma interpretacão, sendo que foi concebido para ter um formato - 
clássico de estandarte, Cabe salientar que foram infrutíferos os esforços - 
para se restaurar o estandarte original da Loja, perdido na longa noite dos 
tempos que a Loja passou adormecida. 
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ORIENTE DE BELA VISTA 
RESTAURADA EM 23/11/1994 
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