TRIBUNA DA DIÁRIO REGIONAL Bf!l,I VIC'l'//MS NV: l.5fl5 I3 DE DE Z E M B RO D E 1.9 9 4 - TERÇA-FEIA EDITOR: IVALDO P!REIRA R$ - 0,50 ,., PROPRIETIRIO RURAL RECLA OI REFORMA OI PONTE S DAS CONOIÇO ES O PIRIPUCU O Sr. Miguel dos Santos (Mi quelito), proprietário da Fazen da São Miguel, procurou a nossa redação esta semana para denun­ ciar e reclamar das condições - cm que cotão sendo executados - os serviços de reforma da ponte sobre o. Rio Pir ipucú, na região da Caie iras, que serve à dezenas de propriedades rurais de nosso Município, como as Fazendas Ca­ racol, Nioatin, Santa Fé da Ta­ boca, Rancho Caracol, Beira-Rio, são Miguel, entre outras. Alegando que a reforma da referida ponte está sendo feita apenas por dois rapazes, sem a presença do empreiteiro e nem - engenheiro responsável, o sr.Mi guel dos Santos reclama princi­ palmente da distância que está sendo deixada no tabuamente do assoalho, que em alguns casou , segundo ele, tem uma abertura - de mais de 10 centímetros. Como a madeira utilizada ainda é ver de, qualquer lcigd pode deduzir que a tendência natural é esse tabuamente ceder ainda mais, im possibilitando por completo Õ tráfego de animais pela referi­ da ponte, que, segundo o propri etário rural, "está mais pare= cendo um grande "mata-burro". Miguel dos Santos disse não saber quem é o responsável pela reforma da ponte sobre o Rio Pi ripucú, nas Caieiras, "não seT se é o DERSUL, a Prefeitura ou uma união de Fazendeiros, só sei que quem quiser passar gado pela ponte, por terra, vai ter que cortar madeira nas imedia - ções e também todos os vãos, se .--=,---------------------~ Homenagem ao Professor $ti-1N à 194 não quiser perder animais que com certeza vão e quebrar devi do ao serviço mal fito que ali está send executado". O Pe - cuarista lembrou ainda que já fazem mais de tres mv+ses que a firma empreiteira está traba lhando na reforma da ponte, só para trocar o talJuamen to, e até agora não concluiu os serviços, 1;egundo ele, parece que agora - faltou madeira e provavelmente os serviços se prolongarão até o próximo mês de janeiro. A reforma dessa ponte tem por objetivo alender os proprie tários rurais daquela região , que pagam seus impostos e geram divisas para o Município, por - tanto, o serviço deve ser execu tado de maneira a atender os in teresses desses produtores para o comento de suas produções, caso contrário, de que vai adi­ antar rate serviço que, com cer teza, e , t á consumindo el v a d a " quantia em .nheiro. Como .1 totalidade da!.i pro priedades "srvidas pela referi­ da ponte em reforma, são total­ mente voltadas para a Pecuária, é nítido e claro que a reclama­ ção do fazendeiro é mais do aue justa e, como a maioria dos ani­ mais tocados por terra, são de ano e sobre ano, transportados para engordas cm outras propric dades, fica evidente que o pro­ blema é muito sério, pois ,esses animais, devido ao seu porte ainda pequeno, tendem a se en - roscar e se quebrar com muito mais facilidade nos vãos da pon te. Com a palavra os responsáveis. a Gamaliel Stumpf (foto), é unicamente reconhecido por todas as pessoas de Bela Vista, como o Professor que mais servi - ços prestou ao ensino da cidade. Conheça um pouco de sua vida na Página/Jt . O CEM.- Centro de Educacão Musical Minai ar 0$ % Um Político Responsável Muita gente se surpreendeu ao sentir a nossa presença no jantar oferecido pelos eleitos foka e Sperafico no Último dia 08 de dezembro na sede so­ cial do Sessenta Esporte Clube. Comparecemos, prazeirosemente ao local do acon­ tecimento, por termos sido agraciados com um convi te muito especial do Coordenador da Campanha dos dois eleitos e Vereador Marcos Elias Rios da Cruz, uma pessoa, que pelas suas qualidades, fazemos questão de manter como amigo. Marcos Barbosa, como é ~ais conhecido, é u ci­ dadão que sabe respeitar a ideologia política das pessoas e não usa o antipático costume do "que nao esta comigo, e meu inimigo!' com alu Companheiros Lamentam Pera do Maestrg Página-06 Prefeitura Munici­ pal de Bela Vista ECRETO NO 869 DE 12/DEZ/1.994 É muito salutar a gente saber que ainda .exii;tc.n pessoas que pensam e se comportam dessa maneira! Todo mundo sabe que o evento se tratava de uma confraternização sut'l8mente política, mas em comento algum, nos sentimos coco "peixe fora d'água" mesr:,o porque, embora não tenhamos agraciado os dois candi datos com os nossos votos (eu e minha mulher .. ) ne; por isso deixamos de considerar que Moka e Sperafi­ co, poderão trazer amplos benefícios para a nossa cidade através da Administração do Prefeito Abraão que t.'?lllbém não é do nosso partido, mas que espera _ mos, possa f;;zer nestes Últimos dois anos tudo aquilo que nao foi possível realizar nos dois primeiros. (Glaucy FlÔres) Novo Livro de Receitas da: Casa da Arnizade são con O Prefeito Munici­ pal de Bela Vista, Es tado de Mato Grosso= do Sul, no uso de su­ as atribuições legais, RESOLVE':· • Art.Ig) - Declarar Luto Oficial no Muni­ cípio de Bela Vista, nos dias 12, 13 e 14 de Dezembro de 1.994, pelo falecimento do Sr. Ganaliel Stumpf. Art.2g) - Este De­ creto entrará em vi - gor na data de sua pu blicação, revogadas - as disposições em con tr.:irio. - Bela Vista/MS., em 12/Dezembro/1.994 Abraão Aroa acartas Prefeito Municipal CONVIDA à todos para uma apresentação os, organista e tecladista convidados LOCAL: Hotel Pousada da Fronteira • CULTURA DIA: 14/12/9 HORAS: 20:00 Entrada Franc.i. VARIEDADES s aas.$#isas...' ! N • DIA~' 16/12/9~. DORAS~• 20:30 LOCAL~· Grê Otte Italiana mio Pedro Ruffo - VALOR: R$ - 15.00 Desfile e Jantar. Apr. Ga.ragem Confeo;;Ões Já estao à venda o Livro de Receitas. 1.100 novas receitas. Apenas R$ 20.00 cada. Interessados ligar para 439-1410 falar Estela. Sensacional Promoção AGUARDE. NO SUPERMERCADO TIMBIRI EM CARACOL. NA COMPRA NATAL VOCE PODERÁ GANHAR MUITOS PRÉMIOS. APROVEITE! ! DE & Prestando uua horenagerà sua cidade natal, o jovem Ramào Lourei ro inaugurou no Último dia 15/11 em nossa cidade a Lanchonete "De FISH BURGUER", una casa em es­ tilo Mac Donald's, oferecen­ do 40 tipos de lanches, 4 ti pos de caionese, sucos natu rais, refrigerantes, Visk;, vodka, cerveja, etc... Neste cês, grande pro­ noção de fim de ano: junte 10 cupons ga­ nhe 1 "X-SALADA" - 15 cupons, ganhe um lanche da sua RUA VISCONDE DE TINAY Cem frente à Escol,a Ve ra Guiar?es Loure;r) 1 Prefeitura Municipal de Bela Vista LEI 977 ,' DE. O DE DEZEMBRO DE 199 nt. !a e nio overn mnt fs d curdo eo as priortdduw Conferinla Mui!ctpu.l de Aasistn! Se!al; comple enta ente as a,cus e a regular!zaáo de presta- natureza pública e pr!vala ne c. po de Assistênfa - da população usuária da asoistencla à correção de exclusões constata- 11 t l~ r c é r q d « projetos overn e tabelec!das pl "crla o Conselho Munfc!pai de Auftncla ocIal e dá outras provldnc!as." III- norttzar 0 PrefrIto Municipal de Bela Vista, Estado de Mto Grosso do Sul, ão de serviços de Fa,o aber que a Câmara Municipal aprova e eu sanciono a seguinte Lei: Soclal; Art.I?- Ffca InstItufdo o Conselho Municipal de sttêncfa Social de Nela IV- estabelecer diretrizes, apreciar e aprovar os programas anuais e p} VI»ta -· CM'SIV, observado o disposto no artfzo I6, Ite IV, da Lel Federal n? r!anuais do Fundo Municipal de Ass!tenta Social +MAS, e definir ritrt 72, de 0] de dezembro de 1993, órgão de deliberação coletada vinculado ao de repasse de recuro destinado às entidades não over: ntaís; órpio municipal de Assft@ncla Social, cujos membros nomeados pelo Prefefto - V- apreciar a aprovar a proposta orçamentária de Assisteneía Soe(al pg. Municipal tem mandato de 07(dol) anos, perftfda uma única recondução por - ra compor o orçamento municipal; Igual período. VI- inscrever e fiscalizar as enttdades e organizações de assfstela e Art.2<:!- J Annlotênc:1a Soctnl, dlrcllo do cidadno e dever do Estado, é Po- ctal; 1[tfe de Seyurfdade Soctal não contrIbutiva, que prove os mínimos noc!a!s VII- zelar pela efetivação do sistema decentral!zado e participatlve d realfzada através de u conjunto Integrado de ações de Iniciativa pública e assistência social; d. ooc lcdudc, pnrn garuntir o atendimento às necessidades básicas. VIII- convocar anualmente ou extraordinariamente por ma!oria absoluta - Art,3!-- O Conselho Municipal de Assistência Socfal de Bela Vl,ita- CMASBV , de seus membros a Conferencia Municipal de Assistência Social, qu terá a­ é composto de 06(wels) membros com seus respectivos suplentes, cujos nomes - tributções de avaliar situação da assistência social e aprovar n6 d!r.-etri não Indicados ao órgão responsável pela coordenação e execução do polítia mu- zeG para o aperfe.icoan:ento do Gistt>oa; nfeIpal de Assistência Social e representantes da r;ocicdade civil cm condiçÔ n+ ' que assinou convênio' COlll a Secret.:n:-i., • e."2,""".g""±; ~.. ±sr as«t«tis» sr«vi«a.f "g· tora«tens 4e teus • =eras «. * AV. TRIBUNA DA FRONTEIRA, 564 - CENTRO ; as da antiga casa, construída h elo gz? era utiliza d o pelas crianças. O Gove;., 10 _ '@; @&zjjj-ó- rir e. Esta. , emulo.í,s&is esses v5rtos aias " {Z??"", ?"S,}Pa do rojsre co o sexo #+± ±+±t# #+ ±t # ±###########+###+##########t#+±t± ± tt±±± palhados,representantes das espécies mais .s:tantes, e os recursos hu-- comuns da regino,qu;, hoj.; s~ encontram no ~nos,qui:d• compree~dem os técnicos do Depor nmento "Educaçao Ambiental. - DIÁRIO REGIONAL Opinião SR Poicor?n2... k ou?2,, Que nao no» venha al quém, depois de publicada et matéria a dizer que o que estamos escrevendo e fazendo de forma bem con - ereta era nome da entidade qu diriqiros, que temos objativoo elcitorciroo, Pela experiência e pe - los proveitos que adquiri­ mos, com uma vasta experi­ ôncia de vida - que é a me lhor de todas as universidades!- conhe­ cendo cootumcu difercnteo e participando, juntamente com outroo, de importantes e­ ventos beneficente e culturaiu, prati - canelo jornalinmo nório imparcial e compe tente, coisa que aprendemos através de bonu livrou o com experi5ncias priticas ao lac.lo do gente que sabe o que quer, fi camos às vezes, constrangidos, quando a}; guno amigou nos impingem·a imagem do ho­ mem que luta para realizar e fazer alguma coisa - no caso a Cana do Atleta - tendo por trás de tudo, interesses eleitorais, Em respeito aos verdadeiros amigos e especialmente àqueles que nos negam, sis tematicamente apoio, por achar que esta­ mos fazendo politica eleitoral, pela pri meira vez, resolvemos dar à público uma apologia completa de como pensamos e o que pensamos, sinceramente. Num País, que não dá o mínimo, valor aos Professores e educadores, que são a base da cultura do povo, mas que ganham, com 20 anos de serviços o vergonhoso sa lário de 147 reais... - Num Pais, onde os parlamentares elei­ tos, usam os caríssimos papéis da Gráfi­ ca do Senado e o serviço de seus funcio­ nários para confeccionar folhinhas, Ca - lendários e propaganda eleitoral às cus­ tas do dinheiro do povo.,., Num País onde isso acontece e que de- pois, os próprios legisladores todos com o "rabo preso" - querem e acabam criando dispositivos para inocentar corrupto .. Num País, em que o povo quer dignifi­ car com atitudes honestas, mas que é trun cada pelo mau exemplo e pelo comportamen to corporativista dos seus representan - tes .. Num País, que quer punir um ex-Presi­ dente, para "servir de boi de piranha" , mas cujos "juízes" são mais sujos do que o próprio .. Num País, onde o legislador, sem ter o que fazer para justificar o seu salá - rio alto, tem que gastar papéis para in­ dicar ao Prefeito a necessidade de colo­ car "luminárias" na rua do meu amigo ou do seu correligionário .. Num País, onde o Vereador, é privado do direito de apresentar projeto que one re o Município.. - Num País, onde por consequência das Leis, uma Câmara Municipal é um poder "castrado".. Num País, onde as Leis não favorecem as vítimas, mas concedem direitos espe - ciais aos bandidos e contraventores em nome dos "direitos humanos" .. Num País, onde um grupo de canalhas - com objetivos políticos! - promovem inva sões de terras de quem sempre trabalhou­ para ter uma vida melhor .. Num Pais, onde o pequeno produtor e a pequena empresa encontram apoio nas be - las ~etóricas de palanque, mas na práti­ ca sao truncados pela burocracia dos ór­ gãos financeiros .. Num País, onde se financiam, com di - reito a propaganda e estímulos oficiais antenas parabólicas e telefones celula - ' Jotagõ Floren o res .. Num País, onde um Deocleciano de Vas­ concelos, com mais de 50 anos de traba - lho e de serviços prestados, não ganha na aposentadoria o suficiente para com - prar os remédios que precisa para viver, com tranquilidade o seu ocaso .. Num País, onde a justiça aceita o "testemunho falso", para que calhordas - ganhem causas e satisfaçam seus instin - tos desonestos .. Num País, onde quem atira ladrão den-' tro de casa, tem que "tocar piano" na De legacia do Bairro.. - Num País, onde politico, por ser poli tico e por ter um gabinete em Brasília-; goza de imunidade por seus crimes e seus a tos corruptos .. Num País, onde se troca de nome de rua .e de Avenida, para homenagear paren­ tes, que nada fizeram de relevante para a comunidade .. Num País, onde por interesses eleito­ rais o Prefeito tem que autorizar are­ moçã~ de defuntos, para quem tem auxílio e seguro funeral. • Ser político!? .. Prá quê?. Ftital de Praclar1as Janilde Roa dos Santos, Oficial do Cartório do Pogintro Civil dcota cidade de Dela Vista-MS., FAZ SABER à todos qun to o presente Edital de Proclamas virem que apresentaram os Documentos exigidos pelo Artigo 180 do Código Civil BraGilc_! ro Incisos I, II, III o IV e pretendem - ue caoar: Rubens Janeiro Mendonça e Maria Con - ceição Sanábria, ambos brasileiros, ol­ teiroo e domiciliados nesta cidade, ele natural de Dela Viuta-MS,, tratoricta , filho de Eleutério Janeiro Mendonça e Fá tima Lugo Ajala Janeiro (a mãe do prete~ dente encontra-se em lugar incerto e não oabido); ela lides do lar, natural - de Bela Vista-MS, filha de José Dionizio Sanábria e Conotantina Méndez Martinez. Se alguém souber de algum impedimento,que se oponha na forma da Lei. Bela Vista-MS., 12 de Dezembro de 1994 Janilde Rosa dos Santos [iital te Pro.lar ] ilde tosa dos Santos, oriciala do] e >r: ·' dn P"gi'"" ,.o Civil d"-;t CH!/ld., rtr10 "- • +ls de Bela Vista-MS., PAZ SABER a t Tg to o p:c!~~tc Edi:n: de !ro~l~r~n.~~~r= 1 que apresentaram os Documenros ex4g1dos pelo irtigo 160 do código civil Brasilvi; ro Incisos I, II, III e IV e pretendem - se casar: Valdir Aranda Ylorenciano e Maria Re­ qina Canhete Vogado, ambos brasileiros , solteiros, domiciliados nesta cidade,ele natural de Guia Lopes d Laguna-Ms., Mi­ litar, filho de Gumercindo Florenci ano e Virginia Aranda, ela natural de Dela Vista-MS., lides do lar, filha c.lc Odilon Vogado e Cacilda Canhete. Se alguém souber de algum impedimento que se oponha na forma da Lei. Dela Vista-Ms., 12 ele Dezembro de 1994 Janildc Rosa doe Santos - Oficiala Edital de Proclamas O Sr. João Amádio Vieira, Oficial do Cartório de Paz e Registro Civil de Cara­ col-MS., FAZ SADER que pretendem se casar e apresentaram os Documentos exigidos pe­ lo Artigo 180 do Código Civil Brasileiro: Abner. dos Santos Godoy e Rosa Maria cãndia da Silva, ele brasileiro, soltei - ro, maior, criador, filho de Wilson Godoy e Nerina Rodrigues dos Santos Godoy, resi dentes e domiciliados nesta cidade de Caracol-MS., ela, brasileira, solteira , menor, estudante, filha de Cícero Clemen­ te da Silva e Maria Tarciria Cândia da Silva, residente e domiciliada nesta cida de de Caracol-MS. - Se alguém souber de algum impedimento que se oponha na forma da Lei. Caracol-MS., 07 de Dezembro de 1.994 João Amádio Vieira - Oficial MELHORAMENTO GENÉTICO COM EFICIÊNCIA E ECONOMIA i ! . : l .1 WJ.EF,ffl L - 5 A SETE ESTRELAS está à disposição do criador como instrumento eficiente na prestação de serviços em tecnologia de embriões, como: CENTRAL DE TECNOLOGIA Rod. BR 262 - Km 392 - Terenos - Mato Grosso do Sul. Brasil . . 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DE MAIO, S/N? FONE: 2.51 - 1696 - RES: RUA: DR, ARY COELHO OLIVEIRA, 880 PONF:: (067) 251 - 256) JARDIM - MS Ao d crt.r luro Prcfe or AMALIEL r!as re ata e no di ocfed.de iv! preito de rattdo àquele que de for ada, prestou em v!da relevantes erv! cultura e h hfstr1a de Bela Vota. 1 l .Advocacia R Jose APARECIDO DE OLIVEIRA OAB (MS) 4259 RUA 24 DE FEVEREIRO, 2.101 - c. Postal;J2 FONE: (067) 255 - 1456 FAX: (067) 255 - 1402 CEP: 79,290 - 000 BONITO - MS . Advogados 4 GIL MARCUS SAUT VIU1AR DE ÃVILA CAUSAS C!VEIS CRIMINAIS ESCRITÓRIO: FONÉ: (067) 255 - 1313 RESIDtNCIA: FONE: (067) 155 - 1228 RUA: CEL. PILAD REBUÁ, 663 BONITO - MS JOTACiE NOS BAIRROS Por ocasiõo do cinquentário de Bela Vista,quan do os municípios brasileiros criavam, por imposi= çÕo legal, seus símbolos, suas bandeiras padroni­ zada e seus BRAZÕES OFICIAIS, o militar e profes­ sor Gamaliel Stunpf, foi, voluntariamente o autor do projeto que elaborou e ofereceu de presente pa ra o Município o.seu Brazão de Armas, complementa do com uma perfeita e completa descrição de herâl dica. - Profundo conhecedor da matéria, Stunpf deixou naquele trabalho, a marca da sua competência, tra duzindo cm gráficos uma parte da nossa história: Homem dotado de uma exemplar retidÕo de princí pios e.que há quase 50 anos adotou Bela Vista comÕ sua terra, dedicando à ela uma parte da sua vida, o extinto se faz, verdadeiramente, merecedor des­ ta e de outras homenagens oficiais. A atitude do Prefeitq, oferece .aos jovens a - oportunidade de conhecer um pouco da nossa histó­ ria, fazendo com que todos se.• lembrem de que o 1rt--f!ra o aprese t aor prevoou Re 1Io onde parfe!par diver­ ti bem o Pdre i!!in da Ire]a - Advogado $ LAIRSON RODRIGUES BUENO OAB/115 J.050 CAUSAS C!VEIS E CRIMINAIS RUA: Dr. coRR.tA, 380- CEP: 79.280 - oo FONE: (067) 287 - 1129 PORTO MURTINHO - MS ADVOCACIA C!VEL, TRABALHISTA E CRUCTNAL Advogada ~ RAMONA GOMES JARA RUA: MARACAJU, 108 FONE: (067) 251 - 1354 VILA ANGÉLICA - CEP: 79.240 - 000 JARDIM - MS Advogadas VIUiA DA SILVA - VERA LOUREIRO DE ALMEIDA OAB/MS 2574-B OAB: 2573-B CAUSAS CIVEIS E CRIMINAIS RUA:.CUIABÃ, S/NQ CENTRO FONE: (067) 439 - 1290 BELA VISTA - MS Advocacia No queremos emttIr opfnfis pessoal sobre que of mafs convincente no a unto, mero porque, o as unto G btante abrangente. Gtarf,os apenas de considerar que ui do en trev!stados perdeu a oportunidade de ficar calado pois, ao criticar fanáticamente as pessoas qui n1 quele día coeoravam a data da "Virem de Caau­ C" na vizinha cidade purauata, demonstrou clara mente que a sua reli!à n lhe ensinou a res peitar a vontade oberan d, pessoas, que t o direito de cultuar seus s.os de acordo com o que recomenda a sua crença e a ua f. Como não poderta deixar de ser e até por uma questão de possuir uma cultura mais refinada, O Padru Willinn deu um banho de conhuc1:ncntoo t.:oló gicos. - Ali'.:m de ter sido educado! Vale a pena estimular o radialista Arando Loure!ro pela n!­ ciativa, que foz coo que Bela V.Li;ta, cr::born p , Drogari Santo Antonio Com duas para Melhor. Servir Atendiment , 1 1 /je Prime_ira .. Qualidade ......... • . • ' AV•. DUQUE DE CAXIAS, 505 FONE: 251 - 1091 ********* AV. 11 DE DE0EMDRO, 63 FONE: 251 - 1341 Jardim lfCDNSTR nrnt1t11tJJ1 :;o 'ROPFM/ TS1 fit ESTRELI tos, ferraens, madeira . forros, pi!-;orJ, n1.ul .... ju •• m11terlalu elétrico•,, hl­ ,_ dráullcos, Adubos, Sal Mineral, Sccentes de Pa,;t..-,gcns, Defe:,sivos Agrícolas, Vacinas n1: "A CASA DO PRODUTOR RURAL" An::--'Tll'J'.OS TODA , REGLJiO a, PAX (067) 21-1499 - FAX 251-2420 :;, Avenida Il de Dezembro •. Nº 766 J'ARD,IM ;:, 2 --, à 1 ;) CEP: 79.240-000 MATO GROSSO' DO SUL 1d .l ic S "J a ~ - PAB::: 251-218J. FONE~'lFA!l -· 251 , fl 1' ~ 2410 - FONE/RES•. 1 251 - 2879 ze Serviços Aereo Agricola Jardim Ltda AV'. ll DE DEZEMBRO, 768 i l:d PAGLIOSI MADEIRIS L TOA~ um OE CARACOL ATENDEMOS TODO O BRASIL Serraria•; Beneficia.me'Dto, Comércio de Toras,, Tacos, Forro·s Assoalho, Vigamento, tábuas, Comércio de Madeiras em Geral•. 1 DIVERSIFICADA LINHA DE PRODUTOS E UMA TRADIÇÃO DE LONGOS ANOS NA . INDUSTRIALIZAÇÃO E COKERCIALIZAÇÃO DE MADEIRAS BRUTAS E BENEFICIADAS RUA MARCIONILIO MARTl~S LEtrE S/N Fones: (067) 495 ... 1138 e 495-1139 e r ~COI MS ! . - HOMENAGEM AO PROFESSOR STUMPF-1909 À 1994 ·e Ar e l V ('( i t a e c Lrn ]! r 1 Gaalfel Stumpf é unicamente reco­ nhecIdo por todas s penou de Bel V+ta, como o Profenor que mas er­ viço prestou ao ensino da cidade. Mio hi quem lhe nepue na dedicnçao, o I - dealfsmo, tanto noa lonyon nno que panou na la de aula, quanto na oranfzação de feutao, paradanu, em que def flava ao lado dos alunos, a - pós horan de ennafo, de fnceusante busca de recurou para nu ornamentaçao do carro alegórico, da fantasia dou entudanteu, Sua rande pafxão e a ( lura de Ruf Barboa. Myr fnho, calvo, olho mfúdos mnan extremamente lúcido em eu retorno ao paur;ndo, v lvc hoje com a uegundn mu - Iher, numa cana ampla, na qual n eo­ tanten repleta de livro constituem o malor referencial das memória de­ se homem metódico com quem não foi ficIl marcar uma entrevista, devido a os compromissos que Incluem Idas per­ manente a uma fazendinha de nua pro­ pricdnde. Meu nome é Gamnlicl Stumpf, Nasci cm Juiz de Fora no dia 19 de junho de 1.909, vou fazer no próximo mês seten ta e nove anos que estão cravados em minha pele, em meus ossos. Sou filho adotivo de Antonio Stmt>f e de Catarina Reis Stumpf, naturais - de Juiz de Fora, como eu, já faleci - dos. Meu pai era mecânico encarregado da Oficina mecânica da Companhia Mi - neira de Eletricidade, em Juiz de Fo­ ra. Foi um dos construtores da Usina dos marmelos, que foi a primeira usi­ na hidroelétrica da América do Sul. MLnha mãe era uma alemã fazedora - de pães, Gostava de fazer um pão que eu, quando guri, saía entregando a seus fregueses certos. Me considero a lemâo, originário da Alemanha, porque, afinal de contas, vivi os quarenta a­ nos com essa família. Nessa idade é que fui conhecer minha verdadeira mie. O encontro foi acidental. Eu estava servindo o Exército cm Santo Dumont , quando o pai de um cabo, que tinha vindo de são João Del Rei, contou-me, casualmente, que por lá ,uma família de sobrenome Silveira, andava procu - rando o filho, que 'há quarenta anos , fora entregue a uma família de Juiz de Fora. Tive logo o pressentimento de que se tratava da minha pessoa. O primeiro encontro com mamãe foi excepcionalmente carinhoso. Assim que nos vimos, nos abraçamos. Eu ti - nha uma idéia de que era de são João· del Rei, vagamente pensava em meus verdadeiros pais, mas a emoção de en­ contrar minha mãe superou todas as ex pectativas. Minha infância foi a melhor possi vel. Como filho adotivo tive tudo o que um filho verdadeiro tem direito - ou até mais. Fiz jardim de infância numa escola alemã de Juiz de Fora, de pois fui para o Colégio· Mine:l,ro que já desapareceu e de lá ingressei no Instituto Grambery de Juiz de Fora , onde cursei todo o primário da primei ra à quinta série, com todas as despe sas pagas por meus pais adotivos. Õ Grambery é excelente escola de origem protestante que pertence à Igreja Me­ todista de Juiz de Fora e à Igreja Me todista do Brasil. Naquele tempo ali funcionavam todos os cursos superio·­ res da época, inclusive a Escola de Odontologia e o Seminário Metodista. Aprendi a ler, pelo método da sole tração, numa cartilha que trazia as sílabas separadas em preto e vermelho, era a famosa cartilha de Arthur Th - re. Não tenho recordações precisas de teu curso primário, anão ser da pai - xao que tive ainda guri, no Colégio Mineiro, por uma moça muito mais ve - lha que eu, que frequentava o curso superior e da qual guardo até hoje 0 retrato, Teminado o primãrio, trabalhei. em várias firmas de Juiz de Forn, até re solver sentar praça, como voluntário­ porque já tinha o tiro de guerra 11.' Foi uma decisão acertada que me permitiu fazer· o Curso Regional de Aperfeiçoamento de Sargentos cm Belo Horizonte, com direito à. sair como O­ ficial de reserva. Hoje sou major re­ formado, o que não vale nem de bucha para canhão. PrL-neiro servi cm Santos Dumont,no Rio de Janeiro, no 2g batalhão de car ros-de-combate, depoi fui transferi- precisava. Ira u tempo d!ffcfl, r­ do pura a unfdade de cavalaria de e- cado pelo conforfsmo. Os professores la Vta, ganhava pouco, as coo era Ideals Ao chegar aqui, Dr. Rubens de Cus- ta, não reclamavam, não faziam mov - tro PInto, responsável pela Campanha mentos para elhorar o padrão dos ven dos Educandárfos Gratuitos em Bela cimento. V os anos passar com os Viota, convidou-me paro lecionar no Professores, vivendo dentro das lfm!- Ginásfo, AbrI logo o Jogo com ele: tsçdes de seus pequenos salários, a - "Doutor, no tenho curso algum, pertando-se num orçamento estreito , não er os que fiz no Exército, mas que só cobriria as despesas essencfa­ estou pronto para ajudar no que for Is. Fuf apenas professor: um profes - preciso", Ele nen quis ouvir mais na- or dos velhos tempos, estudioso, au­ dn e oBnim comecei a lecionar na Esco todidata, preocupado em adquirir os ln pertinho do Correio, sob a direção conhecimentos que me faltavam. Não ti da Professora Ester Silva. Naquele- ve funções gratificadas, não ocupei: tempo ela já era uma mulher madura - cargos de direção, Estava sempre d1s­ mas enérgfca o suficiente para in - ponto a servir, tanto que durante lon fundir nos alunos oo princípios de nu go tempo cuidei da biblioteca do Gln~ toridadc que hoje não existem nnls. AÕ aio Bela Vista. - morrer com maia de 90 anos, ce8a e en Gerações de alunos passarac por trevada, deixou um exemplo de dedica: mim. Alguns que hoje ocupam cargos im cão ao ensino de Bela Vista cujae ge- portantes na municipalidade, qunn~Õ rações alfabetizou e ensinou a viver, me encontram, gostam de recordar as dentro da moral e dos bons princípios. brincadeiras que faziam nns minhas nu Bem, fui lecionar no Ginásio Bela. las coisas sem importância, como por Vista, hoje Escola de I? e 2g Graus - exemplo esconder meus objetos pessoa­ Castelo Branco. Como disse, esse Giná 1s. Eu não os levava muito à sério elo fora fundado por Dr. Rubens de às vezes nem percebia o que estavam Castro Pinto, como remanescente da tramando. Campanha Nacional de Educandários Gra A disciplina naquele tempo era mui tuitos. Fiz atê a letra do hino do gi to exigente, hora da aula era hora da núsio, aproveitando a música do hinÕ aula, recreio era recreio e se eles do Instituto Grambery de Juiz de Fo - queriam misturar as coisas a gente ra, Foi aí que senti despertar minha chamava atenção e tudo terminava bem. vocação de Professor, numa época em Durante as aulas não havia essa histó que Bela Vista não tinha luz, não ti- ria de papo do professor com o's alu: nha telefone, tudo era escasso, exce- nos, a aula era sagrada. No recreio to a vontade de trabalhar, de coope - tudo mudava: o professor brincava com rar que não faltava nos professores, os alunos, todo mundo caçoava, quebra Eu mesmo, além de professor, era vam-se as barreiras. - ajudante do Diretor, sem receber ne - A princípio as classes das meninas nhum salário pela segunda obrigação. eram separadas dos meninos, depois As aulas eram dadas com lampião, ao eles passaram a ser mistas, com uma muito depois é que foi instalado na fiscalização permanente do comporta - cidade um motor a Óleo diesel que me- mento dos alunos, embora isso não fos lhorou a vida da Escola. se praticamente necessário, p~rque- Começamos, dando aulas, sem nada de minha parte, nunca notei abuso receber. Os educandários eram gratuí- qualquer. tos e, quem lecionava, conhecia a co Desse tempo todo, ficou uma grande ta de sacrifícios que lhe era exig:lrlâ: amizade que me liga aos alunos para sabia que no fim do mês só contava - ~~mpre. Cada vez que um deles me com. a satisfação do dever cumprido. Só di " - - na rua, z, professor, o senhor depois que Dr. Rubens de Castro Pinto 1 b se em ra daquilo" eu sinto que a épo assumiu a Secretaria de Educação, no ca maravilhosa de minha vida fo! meu Governo de Dr. Fernando Corrêa da Cos d tempo e professor. Essa oportunidade ta é que todos os Professores foram d nomeados. eu evo ao Dr. Castro Pinto, que _ introduziu ao ensino., Na direçao, Dona Ester Silva tinha uma boa ajuda de Dona Clotilde de Cas Uma das coisas de que sempre gos - tro Pinto, esposa do Dr. Rubens. Le: tei foi cantar. Tinha prazer de ensi­ cionei desde o início diversas disci- nar aos meus alunos o Hino Nacional o li . da República, o da Independência. C~m P nas: Desenho Geometrico, Educa - cão Moral e Cívica, Organização Soei- pus também várias canções que passava Í aos alunos no intervalo das aulas. Can ale Pol tica e atê Geografia, quando P f tar era a grande distração da época. o ro essor faltava. Sou fanático por H livros, sempre gostei de me rodear de oje, muitos anos depois de ter i 1 • conseguido a aposentadoria, costumo enc..c..opedias, tratados de Geografia, ir ao Colégio Castelo Branco, só para Historia, Portugues, de modo que nun- f 1 repassar com os professores o Hino Na ca me atou material para preparar - cional, o hino do colégio e outros H minhas aulas. Hoje, com tantos traba- lh nos patrióticos, que estão caindo no os de pesquisas que os professores li i esquecimento. Depois, os professores so. .c tam, sem pensar que em Bela Vis me dão acesso às aulas onde também re ta nao temos bibliotecas, é a mim que cordo com os alunos os mesmos hinos. os alunos procuram. Bem, havia no Gi- Quanto à parte cultura, é preciso nasio Castelo Branco uma biblioteca - muito boa mas, com o tempo, os livros ~embrar a _grande distância que Bela foram sumindo, nesse ista esta situada dos grandes cen - processo de deca tros o que nos mantém afastados dos dencia cultural, que foi t d - oman o con- acontecimentos. Antigamente ainda vi- ta de muitas escolas brasileiras. Mi- nham aqui algumas companhias teatrais. nha biblioteca, modéstia a parte, tcJ hoje nem isso temos mais. prestado bons serviços aos alunos da- Bela Vista é uma cidade fronteiri­ qui. Embora fosse professor leigo , ça, o Paraguai está pertinho, basta lecionei diversas matérias em cursos cruzar o Rio Apa. De lã vieram as mi­ de segundo grau. Assim que o curso de sicas, a dança, os ritmos. Nos bailes Contador foi fundado, fui um dos pri- daqui llá sempre a presença da polca , meiros a ser chamado para colaborar. dos chamamé para animar. Alguns alt - Trabalhava no Exército mas o Comandan nos p 0 araguaios estudaram comigo, te como era amicíssimo.do Dr. Castro maioria já dominando perfeitamente Pinto, sempre me liberava para as au- português,·de modo que nunca tive las, era sua maneira de colaborar com'problemas de comunicação por barrei - (Do Livro "Memória da Cultura a implantação de novos cursos em Bela ras de língua. Apesar da política te ' Educacão e Mato Grosso do Sul" Vista. Saía do quartel, dava minhas - sido uma das'grandes influências do Maria da Glória sã Rosa) aulas, depois voltava e continuava ~ t:-----------------------------------------­ meu trabalho. Assim, passei mais de · trinta anos no ensino de Bela Vista. Minha memória está ruim para datas mas sei foi emmil novecentos e seten ta e poucos que caí fora do ensino porque já havia completado o tempo da aposentadoria. Lecionei mais no per!o, do da noite. Mais tarde quantia não ti , nha mais serviço no quartel, dediquei: todas as minhas horas disponíveis pa- . ra o ensino. O salário de professor era peque - ~no, como ainda é até boje. O que me sustentava mesmo eram os vencimentos : (Professor Stumpf) de militar que me permitiam dar conta. _ da família e comprar os livros de quO!_ i --------------------~-------------------- ve me ensino do Estado, mio onheo nír em Bela Vista que t!v e sido afasto do de seu carro por questóe dessa turra. Dona ister Silva evpre tra, Ihou em política, fazia apanha pue eus candtdatos, ma apesar dl so nu ca foi de !t!da. Saiu do magtstérfe quando e aposento.. Hoje é no:e d escola, co Justo mereciment . Se casado, mas estola me diverctando de rInha primeira mulher, com a qual te-. nho quatro filhos: uma fIlha de $7 anos, um filho de 55 anos, outra d 53 anos e outra de O, Com !nha tu­ al companheira, co quem vivo hi tr! ta e sete anos tenho duas f!Ih que moram e São Paulo, As duas, bem situadas na vida, Ji me deram netos - que tambén tem bons empregos. MInhg pria:ef.ra oulher chan.1-sc Rosalina Mo­ reira Stumpf, conheci-a numa estação­ zinha de Juiz de Fora. A cor.ipanhelrn atual chama-se Bernardina Escobar Fer nandes, depois de 36 anos Juntos, va­ mos finalmente legalizar nossa situa­ 'ção. Os filhos de meu prineJro casa - mento, vêm sempre aqui, dão-se até de mais com a criatura com quem vivo. - Nenhum de meus filhos é professor. Não transmiti a nenhum deles a heran­ a do ensino. A escola de tempos atrás era muito mais eflciente. Com rar!ssi mas exceções, os professores tinham Ü ma dedicação bem maior ao ensino qu; os de hoje. Preparavam com maior cari nho as aulas, transmitiam melhor a m; téria e não ficavam passando esses trabalhos de pesquisa, como fazem os de hoje, que exigem tarefas, que de - pendem de bibliotecas que não temos. Se não fosse essa quantidade de 11 vros que adquiri, através dos anos - não sei como os estudantes de Bela - Vista se arranjariam. Gostaria de do3 los à cidade, até já pensei nisso,mas tenho uma filha que trabalha na USP e é para ela que essa biblioteca vai re verter. Enquanto isso vou consultando de novo esses velhos livros, a Enci­ clopédia Barsa, a Miramar. Estou aju­ dando um aluno a fazer um trabalho so bre a Princesa Isabel, forneço todo; material, leio o trabalho, depois de pronto, e faço a revisão. Aposentei - me em 1983, depois de J3 anos de tra­ balho. Mas dar aula é ura cachaça, um vício que os anos não diminuem, tanto que estou sempre no Ester Silva, no Vera Guimarães Loureiro, dando minha contribuição. Recebo apôs trinta e tantos anos no magistério cerca de de zoito mil cruzados, o que não dá para as despesas essenciais. O que me sal­ va é o soldo de Major do Exército co~ o qual sustento minha família e ainda economizo, tanto que ainda envio d1 - nheiro à minha filha, que é viúva, e a irmã que vive em Tiradentes, Minas Gerais. Não me sinto esquecido, inútil, c~ mo a maioria dos aposentados. Faço discursos nas Escolas, no Quartel, no Rotary Club. Sepre e convidam para falar nessas solenida - des. Quase não saio daqui, a não ser, muito a contra gosto para visitar me­ us filhos·em Juiz de Fora. A Divisão do Estado aconteceu, sem que eu tivesse percebido as rudan as, que ele acarretou. Bela Vista não é meu torrão natal, mas é minha terra de origem ã qual me sinto tão ligado, que nas· viagens fi­ co ansioso para voltar logo, rever minha casa, meus amigos, as coisas - ª que fazem parte de minha vida. o - NA ME SINTO ESQUECIDO, INUTIL, COMO A MAIORIA DOS APOSENTADOS e da de