• 
TRIBUNA DA RO 
D MÁRIO REGIONAL 
BELA VISTA/MS ANO: 22 	12 DE JANEIRO DE 1.995 UINTA-FEIRA EDITOR: IVA!DO PEFEI A 	0,50 
ABRAÃO VISITA O SECRETIRIIOO 
DO GOVERNO DE WILSON 
Nesta quarta-fei- ·/ 
ra pela manhã o Pre­ 
feito Municipal A 
braão Zacarias via - 
jou para Campo Gran 
de com o.objetivo de 
fazer uma visita à 
todos os· Secretários 
de Estado do novo Go 
verno do Dr. Wilson 
Barbosa Martins que, 
segundo Abraão, "é 
um Governo do nosso 
partido, do nosso 
grupo político, por 
isso entendo que te­ 
nho a obrigação de 
fazer essa visita à 
todos os Secretários 
e reivindicar alguma 
coisa à eles para a 
nossa cidade, para 
que possamos ser a - 
gendados dentro de 
seus programas admi­ 
nistrativos e para 
que, na hora da divi 
são· do bolo, todos 
saibam que Bela Vis­ 
ta existe e que aqui 
tem um companheiro - 
que apoiou o Dr. wil 
hfeii ret- 
4 
e Secretaria • 
. - 
- 
, 
do e ira;a as 
1 
- 
nelas para #5 
CONTENÇÃO DE DES 
PESAS E FIM DO CLIEN 
TELISMO PARA INVESTI 
MENTOS EM OBRAS CON- 
CRETAS Página - OG 
PODESTÃ DICE 
QUE AVION ERA 
DEL NARCOTRÁFICO 
Matéria na "TRIBU­ 
NA PARAGUAIA" Páa/8 
Prefeito Municipal Abraão Zacarias 
son Martins desde o 
início da sua cami - 
nhada". 
Abraão disse en 
tender também que 
,. 
té discriminados pe­ 
lo Governo anterior 
por esse posiciona - 
nento, merecem uma a 
tertcão especial dÕ 
novo Governo. "Nessa 
viagem vou tentar 
também um contato 
com o Governador Wil 
son Martins e pedir 
à ele que direcione, 
através de seus .Se - 
cretários, alguns be 
nefícios para Bela 
Vista" informou A­ 
braão, salientando - 
que não deixará de 
visitar nenhum Secre 
tário do novo Gover­ 
no, até mesmo o Che­ 
fe da Casa Militar 
deverá ser visitado 
pelo Prefeito, que 
levará àquela pasta 
s ' também à Secreta - 
ria de Segurança Pú 
blica, a reivindica= 
cão da reforma do 
prédio do 29 Pelotão 
PM de nossa cidade, 
que se encontra em 
precárias condições. 
queles Prefeitos que 
apoiaram e se dedica 
ram totalmente à cam 
panha do atual Gover 
nador e que foram a- 
/ 
- 
" 
Todos os Secretários Municipais participaram 
( 
/ 
da reunião convocada pelo - 
Comunicado 
A Funda ão Nacion l d S üde, informa 
d população B lavistense que devido as 
chuvas constan es tom aumntado o número 
de mosqui o em nos cidade, em todo os 
locais e, a população tmm nos cobrado u­ 
ma solução, como por exemplo: borrifação 
das casas. 
Nós informamos que essa atividade não 
está mais sendo desenvolvida, só fazemos 
borrifacão com a bomba LECO qunto hã 
surto do Dengue mas aqui em nossa cidade 
apesar do grande nrer de mosquito não 
temos nem um caso. 
Orientamos que a medida certa no mO - 
mento é que a própria população elimine 
os criadouros de mosquito que ponsa acu­ 
rular água em seus quintais tais como: 
Pneu velho, lati, sapato velho, garrafa 
vazia, caixa d
1
água sem tampa,·vaoos flo 
rais, etc. Evitar de deixar água parada 
nos quintais, usar óleo queimado nas fos 
sas, enfim manter o quintal o mais limpo­ 
ei seco possível. 
Outrossim para maior esclarecimento - 
procurar o sub-Distrito na Rua Antonio 
João,494 os Agentes de Saúde da Fundação 
Nacional de Saúde. 
Wilson Rolon de Campos Inspetor FNS 
Dr. José de Ribamar Cruz e Silva - Sccre 
tário Municipal de Saúde 
va fiei;ãn no Rotary 
Ckh te ela lista 
O Rotary Club de Bela Vista elegerá na 
próxima sexta-feira o(a) Presidente e o(a) 
Secretaria para o biênio 95/96, com posse 
marcada para Julho. 
Esta nova eleição decorre da impossibi­ 
lidade do Presidente eleito, Marco Rondon 
de assumir, já que está trabalhando no sen ' 
tido de criar o Rotary em Bonito, para on- 
de pretende transferir suas atividades,não 
podendo manter as frequências nas reuniões 
em nossa cidade. 
Com a eleição do novo Presidente, have­ 
rá também a eleição para Secretário(a) e 
novo Conselho Diretor. 
o Presidente para o biênio 96/97 já foi 
eleito, é o médico Renato de Souza Rosa, o 
mandato do atual Presidente Ivaldo Pereira 
e do Conselho encerrar-se-á dia 30 de Ju - 
nho. 
Prefeito Abraao Zacarias 
Povo exige atuação da 
Sunab em Bela Vista 
o Brasil inteiro feita pelo próprio guisarem. S um gran­ 
está empenhado na es consumidor, através de serviço que pres­ 
tabilizacão de nossa das leis da oferta e tamà comunidade, ao 
economia, todos se da procura. A carne Estado, ao País. 
conscientizaram que baixou de preço em O povo exige, su­ 
o combate à inflação todo o Pais. E em NAB nas ruas, tabela 
é dever da socieda Bela Vista? de"preços nos jor 
de. Temos bons e Recebemos varios nais e punição para 
maus comerciantes telefonemas de leito os gananciosos. 
assim como bons e res, cobrando a pu = Essa briga_ .nõs 
maus jornalistas,., te- blicacão das tabelas compramos. 
mos gente que pensa de preços dos merca- 
grande, tem sensibi- dos da cidade e dos EM TEMPO: o custo , 
lidade social, e te- açougues. E também da cesta básica, em 
mos GANANCIOSOS, EX- um pergunta: ONDE ES São Paulo, é o menor 
PLORADORES, ESPECULA TA_A SUNAB? Fechou dos últimos 100 di­ 
DORES e AGIOTAS. Es- em Bela Vista? Então as, a inflação foi 
ses temos que comba- vamos reabrir o es - de l,25%, a menor 
ter, pois para eles, critério e mandar os desde 1.973. 
a estabiiidade é um seus funcionários pes ISSO DIZ TUDO. 
mal, quanto mais in- GrroPedro Rufino - BAILE DO HAVAI 
flacão, melhor. Te - DIA: 21/JANEIRO/95 HORAS: 23:00 
mos que combatê.los. .. HR Musical Shov ' 
Uma maneira de dis MESAS: 
eipitnar o ercaao 1Se488$- 18·09 Ni Sê1o+; N"- 70.0° I 
DOCUMENTOS EXTRAVIADOS 
(PP) 
Bernardino Hoffmeister, CPF nQ 008989291-72 
residente à Rua Alvares Cabral, nQ 1101, Bairro 
Antonio João, nesta cidade, COMUNICA que extra - 
viou os seguites documentos: Carteira de Identi­ 
dade, CIC, Carteira de Habilitaçao, Certificado 
de Registro e Licenciamento de um veículo ~amio­ 
neta Pck-Up, Cbevrolet ano 77, cor bege, placas 
HKM_7225eu CartãoQurodocodoras!1.Agen 
eia Bela Vista. Publicaçao que se faz para efei- 
to de obtençao das se n ~,_v_i_a_s_. 	__j 
Prestando uma homenagem à sua 
cidade natal, o jovem Razão Lourei 
ro inaugurou no Último dia 15/11 
em nossa cidade a Lanchonete "DC 
FISH BURGUER", ua casa e es- 
BURGUER 
tilo Mac Donald's, oferecen- 
do 40 tipos de lanches, 4 ti 
pos de maionese, sucos natu 
rais; refrigerantes, Yisky, 
vodka, cerveja, etc ... 
Neste mês, grande pro­ 
noção de fim de ano: 
junte 10 cupons ga­ 
nhe 1 "X-SALADA" ; 
15 cupons, ganhe 
un lanche d.:i sua 
escolha. 
RUA VISCONDE 1E TAONAY 
(e frente à Escola Ve 
r virães Loureiro) 
Es 
t 
a 
1- 
.a 
1,

BELA VISTA, ! ? 
/) 	• 
0RINIA,OS TRABALHISTAS, URBANAS. E RURAIS 
Abono aos Empreua.dos RS 15,00 
Exclusivamente no niês de janeiro 
de 1995, pagamento até . 6 de fevereiro 
De acordo com a Medi­ 
do rrov!nórlu n0 809, de 
30 de dezembro de 1.994, 
publicada no Dfárfo 0f1- 
ctal da Uno do dia 31/ 
12/91,, foi inHtltu!do um 
abono no valor de R$ 
15,00 (qulm.c rcnfo), ex 
clustvamente para o me@ 
de jnnciro <lu 1,995, du­ 
vido a todos os emprega­ 
doo, dcudc que o valor - 
do salário em Janeiro,so 
inundo no abono concedido 
não· ultrnpossc a R$ 85,00 
(oitenta e cinco reais). 
NÃO HÃ 1NCORPORACÃO 
E MUITO MENOS 
INCIDÊNCIAS 
Os R$ 15,00 (guinze 
reais) de abono nao será 
incorporado aos salários 
dos empregados e não es­ 
tará sujeito o nenhuma - 
incidência de. ordem tri 
butário, trabalhista ou 
previdenciária. 
AOS EMPREGADOS E NÃO 
AOS TRABALHADORES 
A Medida Provisória - 
ng 809, traz um grave er 
ro, ao estender o abono 
à todos os trabalhado - 
res, quando o objetivo - 
do Governo foi apenas al 
conçar os empregados e 
os titulares de benefí - 
cios de prestação conti 
nuada. 
Importante esclarecer 
que, TRABALHADOR é todo 
aquele que trabalha, po­ 
dendo ser o arrendatá­ 
rio, parceiro, empreitei 
ro, contador autõnomo,pe 
queno proprietário de 
terras que trabalha em 
regime de economia fami­ 
liar e outros. Ao passo 
, qúe :- EMPREGADO é a que 
leque mantém rela- 
J 
MEDIDA PROVISÓRIA NQ 809, DE 30 
DF. L.994, 
Dispõe obre a concessão de abono aos traba­ 
lhodorcn no mên de janeiro de 1.995, 
O PRESIDENTE DA REP0BLICA, no uso da atribu.!_ 
coo que lhe confere o art, 62 da Constituição, 
odota n seguinte Medida Provisório, com força - 
de Lei: 
Art, lQ - e devido aos trabalhadores, exclu- 
sfvamente no mês de janeiro de 1.995, abono no 1 
valor de R$ 15,00 (quinze reais), desde que o - 
valor do salário nesse mês, somado ao abono COE. 
cedido, não ultrapasse a R$ 85,00 (oitenta e 
cinco rcaia), 
§ 19 Se a soma referida neste artigo ultra - 
passar R$ 85,00, o abono será reduzido de forma 
a garantir a condição estabelecida, 
§ 22 O abono· de que trata este artigo será - 
pago até o quinto dia Útil do mês de fevereiro 
de 1.995, 
§ 32 O valor horário do abono será o quocien 
te da divisão do valor do abono mensal de que= 
trata cate artigo por duzentos e vinte, e o va 
lor diário, por trinta. 
$ 4g 0 abono referido neste artigo não será 
incorporado aos salários a qualquer título, nem 
estará sujeito a quaisquer incidências d~ cará­ 
ter tributária, trabalhista ou previdenciário. 
Art. 22 e devido aos titulares de benefícios 
de prestação continuado, mantidos pela Previdên 
cio Social nos termos da Lei n2 8,213, de 24 de 
julho de 1.991, exclusivamente no mês de janei­ 
ro de 1.995, abono no valor de R$ 15,00 (quinze 
reais). 
Parágrafo Onico. O abono de que trata este - 
artigo não se incorpora ao valor do benefício: 
a qualquer título, nem estará sujeito à incidên 
eia de tributo, contribuição, retenção ou cor 
signação em folha de qualquer natureza. 
Art. 32 - Esta Medido Provisória entra em vi 
gor no data de sua publicação. 
Brasília, JO de Dezembro de 1.994; 1739 da 
Independência e 1069 da República. 
ITAMAR FRANCO 
-Ciro Ferreira Gomes, Sérgio Cutolo Santos, 
Henrique Hargreaves e Romildo Canhim. 
çao empregatícia, aquele 
que reúne os quatro re­ 
quisitos no vínculo de 
emprego,quais sejam:pes­ 
soalidade,subordinação , 
habitualidade e snlório, 
SUPERMERCADO TIMBIRI 
Airton Floriano dos Santos 
O maior estoque d: gêneros a_limentícios, bebidas, frios, armarinhos 
e ferragens da cidade, pelo menor preço. 
Tribuna da Fronteira 
DIÃRIO REGIONAL 
FUNDADO EM: 
20/02/19:J.2 
EDITOR: Ivaldo Pereira 	E!IIBMPLAR: R$ 0,50 
GERENTE COMERCIAL: Marta Estela Velásquez Pereira ASSINATURAS: 
SECRETÁRIO DE REDAÇÃO: Ubaldino Rodrigues SEMESTRAL: R$ 50,00 
1---------------------~ANOAL: R$ 100,00 
REDAÇÃO, DEPARTAMENTO COMERCIAL E PARQUE GRÁFICO: 
Avenida Tribuna da Fronteira,564 - CAIXA POSTAL OS ORIG1NAIS ENV1A 
23 - FONE: (067) 439- 14l0 - FAX - 439 - 1544 DOS À REDAÇÃO NÃÕ 
BELA VISTA - MS 	SERÃO DEVOLVIDOS. 
OS ARTIGOS ASSINA 
DOS NÃO REFLETEM NE 
CESSARIAMENTE A OPI­ 
NIÃO DO JORNAL. 
SUCURSAIS 
JARDIH - André Ávalo 
BONITO - Firmino de Bar 
ros 	Gonçalves 	FILIADO A: 
L"9TO "TI" - Nega4o "wtz [	ADroRr e 
Propriedade da Rede Belavistense de Jornais - LTDA 
CGC--MF - 15.513.203/0001/90 	ABRAJORI 
CARACOL - Kner L. Leite 
ANTONIO JOÃO - Norino 
Av. Brasil, 1.140 - Fone: 49-145- Fax: 495Ti5-CARACOL-MS 
o , 
opies ue aguciu. 
prenda com quem sabe. Curso moderno, apostilado e com dis ' ·,. 
d 
· b • - quetes. Voce 
estuda em casa e recebe toda a orientação necessária para fa] 
f Para maiores informaçõe~ disque 751-6794.' ar e convencer. 
. ·-.-- ---·· ,- 
CRUZEIRO DO SUL_ 
., 
l 
€ 
n 
Transporte de Passageiros e Encomenda "O"g )a 
rapidéz e segurança! . - Ue 
En1rega de encomendas com hora marcada. : 
1 
' • 
d 
m 
e 
V 
d 
e 
nu 
nl 
O 
Jardim-MS 
ji' (OÍ37)251-1327 ~ 
Campo Grande-MS .... ~- 
if (067) 3_84-4008:-. Fax: 384-4931 
Serviço de Coleta 
(067)382-2472 
' 
-~if·· 
. ' 
...... ·­ 
«

lendências/Debates 
einhold Stephanes 'Ln!stro da Previdência e As 
sistência Social. 
O Deputado Reinhold Stephanes assumiu o Ministé 
rio da Previdência e Assistência Social, por convÕ 
cação do Presidente Fernando Henrique Cardoso,anui 
ciando no discurso de transmissão de cargo que re­ 
cebeu do ex-ministro Sérgio Cutelo que sua gestão 
se aputari por três linhas fundamentais e bisicas: 
-continuar investindo em administração e gern- 
Stephanes assume Previdência e anuncia que vai melhorar 
·qualidade dos serviços e promove a Reforma Estrutural 
noso cliente, que é o noso sepurado. Par at 
Eis na Integra o texto do dIucurso de transmfs- qu possamos ex!!r que a sociedade compreenda 
ão de cargo do novo Ministro: 	melhor as refor que precisamos faz r 
'Devo começar dfzendo aot servidores desta Caa Como ob} tlvos bslcos que buscaremos atingir 
que é um grande prazer retornar e tentar realizar nessa linha malor eficfncfa e arrecadação, dii­ 
um grande trabalho pela Previdencfa e Assistência nuír ainda mais o Índice de erros e fraude, dit 
Social, Gostaria ainda de fnfclar, prestando mi- nuir os nossos custos operacionais que ainda ao - 
nhas homenagens no Antônio Britto e ao Sérg!o Cuto elevados e, principalmente, prestar um serviço de 
lo. 	- qualidade. Temos, portanto, um grnde trabalho a 
Britto e Cutolo são duas pessoas que aprendi n Gcr feito e a ser contin;L'.!cto. 
admirar, a respeitar; duas pessoas, antes de tudo, A segunda será a tentatlva de reformulaçio geral 
muito éticar., muito elegantes e, antes de tudo,du- de toda nossa legislação, par. torná-la tafs cla­ 
ns pesnono dedicndno à causa pública. Efetivamen- ra, objetiva, precisa, enos suje!ta a erros e aos 
te, me impressionou muito a maneira correta, a ma- altoc custos operacionais na aua aplicação, menos - 
ncira ética com que o Miniatro Antônio Dritto me sujeita às centenas de nelses de ações judicia!s, 
aubotltuiu e renlizou o trabalho pela Previdência enfim tornar cosa legir;lac;.:.., i,.;iJ,; opcrac1.01rnl e 
Social, e as suas referencias sempre a nossa pes- elitnar todos os vícios conhecidos e a ela incor­ 
soa que fornm muito importantes. Então, oinha pri porados atravéa do tempo. 
meira homenagem é ao Ministro Antônio Britto, hoje A terceira será a reforma eotrutural da Prcviden
1 
Governador do Estado do Rio Grande do Sul. E a mi- eia e Assistênci:i Social. 
nha homenagem é no Ministro Sérgio Cutolo, pela As duas priociras linhas de ação nos trarão re-' 
sua maneira profissional, dedicada ao Serviço Pú: sulcados a curto e édfo prazos, a grande reforma 
blico. 	estrutural só nos trará resultados a médio e a lon 
Acredito que os trabalhos, os estudos e anali- go prazos. 	-i 
ses que voces realizaram e estão colocnndo à minha Os objetivos da rcfort:lll estrutural são:dar maior­ 
disposição e nté a equipe técnica que, em grande - segurança ao nosso sistema de Previdência e Assfs­ 
parte, deve continuar junto comigo, merecem minhas tência Social, isto é evitar que viva:aos cm conncan:'. 
homenagens e meus respeitos, caro Sérgio Cutolo. tes sobressaltos e criseo. Portanto, prctcndcooo uns 
Assumo, já pela terceira vez, a Previdência e sistema que seja seguro a médio e a longo prazos,se 
Assistência_ Social e cada vez mais animado em po- guro cot:IO sistema, cas principalmente seguro para: 
der realizar um bom trabalho. Pelas condições ge- quem? - para o nosso atual aposentado e para aquele" 
rais do nosso Pais, altamente positivas, pela es quo vai se aposentar no futuro. Ou seJa, o segurado 
perança e pelo otimismo geral que a nação-vive precisa ter a certeza, a segurança, a confiança, a 
nesse momento, tenho a certeza de que poderemos convicção de que aquilo que está previato será o -• 
realizar as grandes transformações que a nossa so- que vai receber. O sistelll.'.I será estruturado é com a 
ciedade deseja. Na Previdência e Assistência Soei- esta finalidade. Não para prejudicar ninguém, mas - 
al, essas transformações se mostram necessárias , sim para torna-lo melhor. O segundo objetivo é tor 
chegaram ao seu ponto de maturidade, ou ao ponto - nar o sist~ma socialmente mais justo. -o 
em que podemos adoti-las. 	São esses basicamente os dois objetivos a ntin- ' 
Desejo administrar com o auxílio de muita ge~ gir com a reforma estrutural. 	u 
te, principalmente com os servidores dn Casa, evi- Voltando à nossa solenidade, agradeço a presença~ 
dentemente ajudados também por outros servidores , de amigos, de eleitores, de cidadãos, de funcioná- - 
outros profissionais enfim outros especialistas em rios, da nossa mídia que tanto nos ajudou en nos­ 
Previdência e Assistência Social. Nossa orientação sas outras gestões e mesmo nos nossos intervaloo 
0 
compreende três linhos fundamentais e bisicas. que tanto nos projetou a sociedade e que facilitou a 
A primeira delas será continuar investindo mui- a possibilidade do nosso retor;no ã Previdência So-º 
to em administração, em gerência. Há muita coisa - cial. Aliás, dirin que a pri.I:leira unanimidade para !. 
ainda a se fazer nesta área, embora o trabalho que voltasse a assumir este cargo tive através da 
realizado. Esta segunda etapa será mais agressiva. mídia. Muito obrigado por este reconhecimento. Gos- - 
Não há dÚvidn que a Previdência e Assistência so~ caria, para finalizar, me despedir do ceu amigo D. 
cial pode ser organizada e dirigida como uma gran- Sérgio Cutelo e gostaria também de dar um abraço no 
de empresa de seguros, ou como uma empresa com pe meu nmigo, Antônio Britto, ausente. Agradeço apre- 
5 
lo menos, com todos os métodos e processos empresã sença de-todos os servidores desta Casa e peço-lhes 
r1ais de direção e de organização, com a incorporã que me ajude pois vamos mais uma vez unidos, conti­ 
çao de toda tecnologia moderna. Isto é importante- nuar nesse caminho de dignidade e de estruturação 
porque é fundamental. Temos que mostrar que somos de nossa querida Previdência e Assistência Social. a 
eficientes, capazes de realizar um trabalho para o 	·S 
eia; 
- reformular gernl a legislação 
- rêalizar a reformo estrutural. 
Stephanes assinalou que a reforma estrutural se 
ri realizada, como determinação do Governo do Pre­ 
sidente Fernando Henrique Cardoso, para assegurar 
e manter direitos para "o nosso atual aposentado e 
para aquele que vai se aposentar no futuro". 
Stephanes observou que a reforma estrutural fa­ 
ri com que o Brasil tenha um sistema previdênciá­ 
rio seguro e evitari que "vivamos em constantes so 
bressaltos e crises: O novo sistema, assinalou - 
não é para prejudicar ninguém mas, sim, para tor 
nar o sistema melhor e socialmente mais justo". 
P IMEIRA DAMA 
Um Novo B 
• 
.E 
TITO COSTA 
Cor:ipnrações são scmprê odiosas, mas é poss1.vcl, desde: logo, 
estabelecer u paralelo entre a atual prleira-dama, dona 
Ruth Cardoso e a anterior, sra.Collor. Não ha termo de copara 
ão entre uma e outra, Dona Ruth sóbria, preparada, discre­ 
to, nada preocupada con roupas ou rompantes. Nessa viagen que 
fez à Russia foi até motivo de discretas gozaçoes o casaco que 
vestiu para enfrentar o gelo da temperatura sovietica. Fosse - 
a outr.o. e teria levodo meia duzla de casncos e de sapatos e - 
de vestidos, nu exibicionismo de nau_gosto e inteiramente deg 
necessário. Dona Ruth, sem dúvida, Ira dar importancia e dign! 
da.de i sua sempre discreta funçao de esposo do Presidente. 
Aliás, t.od.'.ls as mulheres de homens eleitos para cargos exe­ 
cutivos, especialmente, deveriam cor:penetrar-se de que nao fo­ 
ran eleitas e quanto mais discretas puderen ser, melhor. Aque­ 
la. vclhn história de que .at;:os de um grande hoen esta sempre 
uma grande mulher vale também, e principalmente, destacar o - 
papel não direi sccund5rlo, m.1s reservado, que deve desempe­ 
nhar a r.i-ulhcr do Presidente, do governador ou do Prefeito. C 
505 
bá e nDo são poucos, em que as mndruncs querem !allcn 
tar-se tanto ou mais que os titulares dos mandatos. E, não ra­ 
ro, se nete a candidatas, por exemplo, a deputadas estaduis 
ou federais. Excetuando-se os casos,_ que exlst:crn, de verdadei­ 
ras vocações políticas, os demais não_passam de fogo de pg 
Iha, que se extingue na primeira ele!çao. 
çrheç0 o caso de u candidato a Prefeito cuja ruher era 
tão saliente, tão entrona, tão de estar a frente de tudo, In­ 
clusivc nos palanques, que acabou por levar o carido n_ derro­ 
ta. Dizlam: se elo faz assir.> ngora, I.J:>ng1ne_depo1s de eleU:o 
0 
coiuldo do c.1rldo ... E, coe tal preocupaçao, o eleitorado - 
acabou por dizer u solene "não" ao cadidato. Caso t!pico ea 
que ua futura e provável primeira-daa ajudou a entornar o 
c.nldo e decretar o desastre eleitoral. ·-. • 
Estas considerações vleram-me à mente depois de acopanhar 
46 
c;:u:ipanh.ns cleito·r.JJ.
6 do Presidente. e dos governadores, e de 
observar o "discreto charae" da nossa primeira dana prestden­ 
cal, Alê de culta, tera-se revelado mulher dedicada, nao e - 
avó Inteiraente consciente de sua missão de dona de casa, se 
descuidar de sua atividade intelgctual, que aao guarda nenhuma 
1ncopa{bilidade com as obrigações do lar. 
Antonio Dall'Anese 	mais pacificas de nossa História, sinal claro do 
O ano de 1995 foi iniciado debaixo de novas amadurecimento social, embora(ou exatamente porque) 
perspectivas, fe.lizes, com a posse do Presidente os segmentos organizados de nossa sociedade estejao .e 
Fernando Henrique Cardoso, porque, afinal, o que cada vez mais presentes e ativos. 
se prenuncia é um novo Brasil,aquele que todos so Este so~iÕlogo de f~ internacional que chega• o 
nhamos ver concretizado. Entusiastas de primeira: ao cargo maximo da Republica, autor do Plano Real, io 
hora das candidaturas Fernando Henrique, para Pre- terá, ao mesmo terpo, a difícil tarefa de manter. 
sidente da República, e Mário Covas, para governa- ª estabilidade econômica, criar condições de cres- 
dor do Estado, estamos certos de que 
05 rumos do cimento econoico para a Nação, solucionar o probl, lo 
País(e,de São Paulo) deverão ser alterados de ma- ma dos 2,5 milhoes de novos ingressantes no merci ir. 
neira substancial - para melhor. Fernando Henrique, do de trabalho, combater taxas de analfabetisco quÍ 
eleito no primeiro turno, conta com aprovação da giram em torno de tarifas mirabolantes, integrar O e 
maioria do povo brasileiro, o que facilita a tare- Brasil na comunidade internaciona.l (política e eco·, 
fa reformadora. • 	nomicamente) e desenhar, com isso tudo,. as trilhas - na 
A proposta social. democrata anunciada no discur que 
O País_ dever~ percorrer nos próximos dez .ou vi,S 10 
so de posse do Presidente sinaliza novos terpos, te anos. Nao sera uma tarefa simples e fácil. A de-­ 
com certeza, porque pretende, simultanearente, re. peito de estar a altura do desafio que o aguarda, 
definir o tamanho do Estado e priorizar a ação do Presidente ~recisari de integral apoio da sociedads 1, 
governo em ireas fundamentais(educacão, saúde, sa- Ao contrario do primeiro presidente brasileiro sa 
neamento), combater os grandes focos endêmicos de eleito pelo voto direto depois de mais de três déc, :E 
nosso atraso social e cultural e dar força à mu- das de jejum(eleito e afastado em menos de dois .: 
nicipa.lização de serviços e recursos. De outro la- anos, cabe lembrar), Fernando Henrique tem ua 1' 
do, o Presidente da Rep~blica chegou a antecipar, ga vida dedicada à ciência e ã docência,= passad~~: 
em entrevista, a intençao de propor ao Congresso_ ª pre~ervar, fator que o credencia mais a.inda como_;, 
mudanças n: legislação eleitoral e partidária, com cidadao digno de toda a confiança da sociedade Co 
a introduçao de condições mínimas para a substên- mo é fácil deduzir, há razões para ri=teso "a 
. eia_ dos partidos políticos e a adoção dÓ voto-dis • começo de ano, porque tudo indica que o Brasil co:: ~- 
trital misto. 	mece, finalmente, a percorrer o cairlnho que lhe de La 
O Brasil mudou muito nos Últimos anos, de manei ve estnr reservado no conjunto das nações, ou sej. ~­ 
ra profunda, e mudou pnra melhor: a sociedade ama distribuir de nodo equitativo a riqueza(para que ,ha 
dureceu depressa e está càda vez mais consciente seu povo possa viver decentemente) e descnvolver-s , 
. da necessidade de participar da redi.agramação do_ de forma organizada, para assum1r·a posição de de é­ 
.Pais-. As eleições de 1994 - gigantescas, com mais taque que sei:iJ.'re mereceu. 	•lo 
de 90 milhões de eleitores - talvez tenham sido as Antonio Dall Anese, empresário,é Prefeito de São 'a 
t##tt ##-tt td u =====e»e===es2ia!} ·_ 	isa 
• os ,s ses siso ••• • •• •• .." 
mar r sr ires parra rrnarra ima.nr.ri.erre i.e a r.erg.rir se.ir-r..e.e-sr.rerir .e. ar .g e..ri.r • ir. ir.gz.a---

I» AI. TRIHUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REIO!MAL. 
A 
Prefeitura 1"Iunicipal de Caraco 
,. 
BALANCEIE FINANCEIRO DO MES DE ACiOSTO DE 199_4 ~--------
1 -- 
•·--------- __ .,.__ - 
R E C E I TA 
D E 
,. 
P l f a --+• I r ·e ,,n,~•tJl i.!::i 
T 1 T U L o s Antorior do te 4 acumulada T I L f, o 3 
Anter!ot 	- - + 
- 
R.CEITAS CORRENTES: 
DESPESA ORA'EXTK«IA 
1 
llccnita TT!but,irJa 	79.252.74 55.851, 78 l'.lS.104,52 
oT-iezifativa 
- 	222.780,52 
52.179,25 
274.959,77 
Receita Patrfmontal 	945,58 2),50 969
,os/P"-Ad!ntgtra o e Planeja«nto 
221.662,14 
43.219,14 
264.881,28 
Transferencias Correntes 	476.696,)4 55.846,38 5
32.
542
,719%-PAgcaség Cultura 
117.684,99 
25.931,07 
143.618,06 
Outran Receitar; Corrcnteo 	8.066,95 93,00 8
.
159
,
9
5,l0-1ab!tacão e Urbanismo 
0.069.43, 
12,790,93 
62.860,76 
l)-Saude e Saneamento 
16-Tronooorte 
- 
., 
50UA,, •••••••••• ,f 1 ••• 1 '•. ,11 •••••••••••• 
564.961,61 Ú 1.814,66
1
1 676. 776,27 SOMA .. ,'•' 
1 
•••• , 
1 
••••••••• , 
1 
•••• ', , ',,·· 612,199,48 114.120,19 
746.319,87 
RECEITA DE CAPITAL 	IJESPESA EXTRA-ORÇAMENTÁRIA 
162.163,72 702.672,6] 
Operaçoes de Credito 	Despesa u pagar 1993(paamentos) 540.508,91 
5,021,85 
I
AlienaçÕ.o de bcna 	61,82 	61,82 Retos a pagar (1993) 	5.021,85 
0,0) 
Tranofcrincln de Cupitnl 	118, 379,66 118.379,86 Tlt. Finnnceiros 	O,OJ 
).905,80 
SOMA, ••••• ,., •• , •• •. ,1.1, •••• , •• ,11 •••••• 118.441,68 118.441,68 Solãrlo Fa[1la 	3.049,12 
856,68 
Teles 	7.322,89 
7.)22,89 
1 	Convênio LBA 	49),12 514,80 1.007,92 
CÔIUlrn Municipal 	60.490,91 500,00 60.990,91 
SOMA ........ ,.,., ....... , .. 1 , •••• 1 • •••• 616.886,81 164.035,20 780.922,03 
IUll'.lTA EXTltA-ORÇAMENTÃR'íA 	SALDO P/MtS SEGUINTE 
«1.ol Despesa a pagar (contrapartida) 612.199,48 134.120,39 746.319,87 Cnixa 	640,00 
INSS 	10.688,81 3.716,16 14.404,97 Bco conta movimento 	8.134,80 4.492,56 
Te lems 	4.961,74 721, '.)4 5.683,08 Bco conta vinculada 
. 
76.051,63 33.161, 19 37.695,35 
Convênio LBA 	989,64 651,16 1.640,80 Total Geral 	1. 31 3.913,54 1.564.937,25 
SOMA .............. ,11 •• ,, •• 11 ••••••••••• 628.839,67 139.209,05 678.048,72 
SALDO EXERCICO ANTERIOR 
Caixa 	1,48 1,48 
Bcos conta movimento 	500,60 500,60 
Bcos conta vinculada 	l. 168,50 1. 168,50 l.670,58 
TOTAL GERAL ...... , ................... l.313.913,54 1.564.837,25 
Juvino Godoy- Prefeito Municipal 	Hudson Alves Cardoso-CIC 421.019.051-91-Contador Carlos Roberto Hespporte- Tesoureiro 
Economia 
O QUE MUDA COM A NOVA 
REALIDADE TRIBUTÁRIA 
PESSOA F!SICA 
1 
* A tabela mensal de 
IR será expressa em real 
'não mais em Ufir. • 
* A tabela anual .do 
IR serâ a soma das tabe- 
las mensais. Esta regra 
permite que o reajuste - 
da tabela, que serâ .tri 
mestral, possa ser ante= 
cipado. A medida é paro 
-não prejudicar o contri­ 
buinte se houver aumento 
1 da inflação. 
* A declaracão do 
bens passa também a ser 
expressa em reais, a par 
tir de 1.996. - 
* A tributacão de ga- 
nho de capital cai de 
257 para 15% e o limite 
de isenção da alfenacão 
de bens de capital pos­ 
sa de 10 mil Ufirs para 
25 mtl Ufirs. 
* Sobe de 650 Ufirs - 
(R$ 439,85) para .. R$ 1. 
500 a dedução de despe.­ 
sas de instrução por de 
pendente durante o ano.- 
Essa regra valerá a 
partir das declaracões - 
do exercício de 1.996 
referentes ao ano-base 
de 1.995. 
* A declaracão de ren 
do do exercício de 1.995 
relativa ao ano-base 1.9 
94, ainda terá de ser ex 
pressa em Ufir. 
* Os contribuintes 
que apurarem imposto a - 
pagar no ano-base de 1.9 
94 poderão pagar as par­ 
celas mensais com o.va. 
1or de Ufir de 31 de ae 
zembro, que é de R$ 0,67 
67. A regra só vale para 
pagamento em dia, ·quem 
. quitar o debito em» atra- 
so calculará a parcela - 
com base na Ufir do mês. 
PESSOA JURÍDICA 
As .empresas que pagam 
IR com base no lucro re 
al passarão a fazer LG 
lanços anuais, as contê 
nuam pagando imposto men 
sol com base no lucro es 
timado. A empresa poderá 
fazer balanço mensal, se 
achar que está pagando - 
mais imposto que o devi­ 
do. Se for confirmada a 
suspeita, a empresa pode 
rã suspender o pagamento 
do IR ou pagar parcela - 
menor para compensar o 
que já pagou a mais. As 
empresas terão de guar - 
dar os balancetes mensa­ 
is poro mostrar aos fis 
cais da Receita. 
EDITAL DE PROCLAMAS 
JANILDE ROSA DOS SANTOS, Oficiala do Cartório de Registro Civil de 
Bela Vista-MS., faz saber a todos quantos o presente Edital de Proclamas , 
virem, que apresentaram os documentos t!Xigidos pelo Código Civil Brasi - 
leiro incisos 1-II-III e IV e pretendem se casar: 
mo, 
dcs 
RAMÃO RENEI GONÇALVES BARBOSA e ELIANE PROENÇA-GODOY, 
ambos brasileiros, ~olteiros naturais de Bela Vista-MS., ele, autõno 
filho de Valmir Ramao Gonçalves e Adair Gonçalves Barbosa, ela, 1- 
do lar, filho de Dalmar Godoy da Silva e Jurema Proença Godoy. 
com o IOF. As alíquotas 
do IOF foram reduzidas a 
zero. 
* A tributacão das a­ 
plicações no Fundão sobe 
de 5% para 10%, indepen- r------------.-------------------------­ 
dentemente do prazo. O 
imposto será cobrado no 
momento de resgate do di 
nheiro. Antes o imposto­ 
era retido diariamente. 
As cadernetas de 
poupança das pessoas f{­ 
sicas continuam isentas 
de IR. 
* O imposto estimado 
tem que corresponder o 
5% da receita bruta. Ho­ 
je, a empresa que decla­ 
ra sobre iucro presumido 
paga somente o equivalen 
te a 3 ,5% da receita. - 
* A partir de 1.995 - 
as empresas não poderão 
mais compensar o prejuí­ 
zo nos quatro anos se­ 
guintes, como acontece - 
atualmente. 
* Os prejuízos acumu­ 
lados até 31 de dezembro 
de 1.994 poderão ser com 
pensados nos próximos e= 
xercícios até serem esgo 
todos. Mas a cada ano 
valor compensado não po­ 
derá superar o equivalen 
te a 30% do lucro 1íqur­ 
do. 
MERCADO FINANCEIRO uma regra de transição 
- para quem já tinha . apli 
* A tributação das·caçoes financeiras. o vã 
apl1caçoes financeiras - lor das aplicações ser 
passa a ser feita sobre atualizado atê 31 de de­ 
o ganho nominal e. nao ng zembro e tributado pelas 
is sobre o ga:mo real_ - regras em vigor: 30% de 
(o excedente a variaçao IR para renda fixa e 
da Ufir) • 	25% para ren.da variável, 
* As alíquotas de IR, calculados sobre o ganho 
que eram de 30% para a- real. No dia 12 l!e jane.1 
plicaçÕes de renda fixa roo valor do investimen 
e de 25% para renda va- to, em Ufir, será trans= 
riã.vel, são unificadas- formado em reais e, a 
em 10%. 	partir do!, tributado de 
. * As aplicações pas- :icordo com a nova regra, 
sam ser tributadas ape ou seja, 10% de IR sobre 
nas por IR, e não mais o rendimento nominal to- 
'tal da aplicação. 
* As cadernetas das 
pessoas jurídicas, que 
pagavam 30% sobre o ren­ 
dimento real, passam a 
pagar 10% sobre o rendi­ 
mento nominal. Acaba a 
isenção para as empresas 
que tiverem caderneta de 
poupança e declararem IR 
pelo lucro presumido ou 
estimado. 
* Os rendimentos das 
aplicações financeiras - 
das empresas passam a 
ser tributados em conjun 
to com os resultados ope 
racionais. - 
* As vendas de acões 
e ouro (como ativo finan 
ceiro) são isentas ate 
o valor de'5 mil Ufirs - 
por mês (R$ 3.383,50). 
O governo definiu - 
Se alguém souber de algum impedimento que se oponha na forma da Lei. 
BELA VISTA-MS., 10 DE JANEIRO DE 1.995 
JANILDE ROSA DOS SANTOS OFICIALA 
{ 
. AUTO POSTO PANTANEIRO (Cdade) 
Abastecimento, lavagem, lubrificação troca de óleo e li 
- '· polimento 
E para melhor atendê-los temos também gelo e gás 
AUTO POSTO PANTANEIRO II (no Vabileque) 
Agora voce Jª pode pescar no Nabileque e região sem se 
. o- • preocupar 
em transponar combustível. • 
Para melhor atendê-los o Auto.Posto Pantaneiro também t . 
N b
.
1 
e atende 
no a , eque. 
Ambos com 24 horas de atendimento 
Fones: (067) 287-1238 • 287-1335 - Poro Murinho-MS 
MERCIAL 
1> 
1 
-~ 
e ±u:, 
#± ±#E 
em geral, eletrónico 
bebidas, motores de 
popa, caça e pesca 
··~-·-··-··---·........,...,_., • 1

ML. TRIMIMA DA O»TEIA , 
M. - DI IO /E,IOA1. 
Prefeitura Municipal de Bela Vista 
PORTARIA N9_O1, DE 9 D JANEIRO DE. 199 
l 
"Dpõe obre o valore da : 
dn
• 	~ didrlo~ doa aervi~ore~ do Poder lr~cutJvo e 
outras provd@ncfa,' 
O PRl:rFITO l!U'll(' • 
. . • ,, .IPAL DE HEI.A VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO DO 51"1., no uso 
dr fl1.:rn ,Ili duiço,w e tendo cm vistH o dlopu11to da Lei 757/'d5, dl 19 ée ju­ 
nho de I
985
, com a redação dada pela Lef 911/91, de 1) de Junho de 1991. 
BE39±Vw: 
Art.l~- Divulg,ir, nu fonna de Blll'XO denta Porturlo, on vuloreu clari diá 
rias a serem pagas a uervidoreu do Poder Executivo Municipal, quando e vf 
gem fora da respectiva @de, 
Art.2°- Eota Portnri • 	• / 
- 	n entrara eia vigor na dota de ua publfcaçao e ou afi 
xaçao no quadro de avisos da Prefeitura, revogadas as disposiçoes em contrá­ 
r lo. 
AllHAÃO ARMOA ZACARIAS-Prefeito Municipal 
ARF.!00 
(PORTARIA PI) 
LEI MUNICIPAL fJill/901 
TAUP.LA DE VAI.ORES DAS DIÃRIAS 
. 
IITTERIOR 
CLASSIFICAÇÃO NESTE ESTADO E OUTROS 
ESTADOS 
PREFEITO MUNICIPAL 47,71 	58,21 
SF.CRET ÃRIOS 	37,66 	47, 71 
OCUPANTES DE CARGOS 
OU r1JNÇÕES DE DIRE - 
27,41 	37, 66 
ÇÃO 
DEMAIS r1JNCIONÃ.RIOS 17,09 	27,41 
1 
PORTARIA N9 002/95 - GABINETE DO PREFEITO 
O PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA-MS, NO USO ryAs ATRIBUIÇÕES QUE A LEI 
LHE CONFERE; 
RESOLVE 
Exonerar à pedido, LrA REGINA BALBUENA GARCIA, do cargo efetivo de Técn! 
coem Contabilidade, Padrao IV, Classe A, referencia 01, Lotada na Secreta­ 
ria de Fazenda, do Quadro Permanente desta Prefeitura Municipal, a partir de 
05,01.95, De acordo com o disposto no Artigo 48 do Decreto Lei ng 948, de 19 
~e abril de 1.993, do Estatuto. 
C U M P R A - S E 
------ -- 
041190. 2.01- utenio do "s!e Pr- +l r 
},2.,J- Ir!o } []La....·.··.······.···.······+·.o···· 
O/ 421.2.0!9- M .uten d Esin K Ralar 
},à.l,l- Pe tal .fvfl,..,'',2,',,,··.·.···········.·········. 
3.1.I.3- 0brl çóus Patrona!o.. .' +. •••• ••••••••••••••••••••• 
J,2.'}.)- ::~l.irw lv=1f ln 	, .. , . 
),2.5,4- Apolo Financeiro a Eatud te......··..··.······..·· 
00I- SEC.MIJICIPAL DEVIA,AO, O#AS E SERVIÇOS .I .OS 
I0O7021.2.025- Manutenção da At!vIdades da Secretaria 
), 1 .2.0- '.1atc-rial éC' Co:,.,1: o ........••• , ....•...•.... , ... , .... ,.. ili.O 'd,:.l' 
1058575,1.013- Pavimentação, Drena,e Obras Coupleentae de Ias P&blt» 
4.1. 1.0- Oras e Inarhacoes... 	, ,.,,, ,., .. 0.000,0 
09.01- ENCARCOS GERAIS DO MNICIP1O 
0307021.2.028- Encaros co Pessoal 
J.1.1.J- Pessoal Civil. 	,, 
3.1.1.3- 0brigacões Pa trona is 	, ...• 
0308033.2.032- Encnrgoa c/ o Divida Municipal 
4.J.5,J- Amortização da Divido contrat.:idci , , •. 
1582495.2.029- Encargos com /poocntndoriaG e PenGÕco 
3.2.5.1- Inativos •••····• ..........••...•...•••••.•••.• 
70.000,()(l 
2.000,00 
10.000,0'1 
10.000,0CI 
3.2.5.2- Pens1on15tao 	, .. . . . . . 2.00(),00 
1584492.2.030- Contribuição ao Puser 
J.2.8.0- Contribuição p/ formação do PntricÕnlo do vldor Pâblfco Pas p.. , 
, ......•..•.•••••..•..•.. , ..•••......•.........••.. , .•..•. , . • • • . • • 1 O. 000 • 00 
Artigo 2Q- Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revo­ 
gadas as disposiçÕca em contriirio. 
Belo Vista-MS, 01 de dezembro de 1.994 
ABRAÃO ARJ'DA ZACARIAS- Prefeito M.unicipol 
PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO MURTINHO 
DECRETO NO l'.621 DE 06 DE JMF.lRO DP. 1.99S 
DlspÕc sobre estado de e:nergenc!n do HunlclpLo e dií outras provldéncl;ir,. 
O PREFTITO HUNICIPAL DE PORTO MURTI1'HO, ESTADO DE MAJ'O GROSSO 00 SUL, no uso <!e suas 
atrlbuiçÕes que lhe são conferidas no inciso VIII, do Art., da Lel Orgânica do Munfci- 
plo e, 	.. 
OONSIDERANOO a forte chuva que e.o! inceasanteracnt.e na reziao; 
OJNSIDERANOO a elevação acelerada do n!vel do Rio P.'.ll"nguru. e de todos os teus afluen­ 
tes e; 
COr-lSIDERANDO ainda, as condições prccárLls ca que se encontra o dique de proteção da e! 
dode: 
DECRETA: 
Art.12· Fica decretado "ESIAOO DE EMERCENCIA" e toda região rlbcirlnha do Rio Parn- 
ual, de seus afluentes e no perfmetro urb.,ono do Hunicipio. .  
Art.2Q- Este Decreto entrara. era vigor na data de sua publicaçao, revogada:;: as d.lspo.:11-­ 
çÕcs em contrário. 
PORTO HUR:n.NIIO- MS, 06 DE JANEIRO DE l.995 
Bela Vista-MS, 09 de janeiro de 1,995 
ABRAÃO ARMOA ZACARIAS 
Prefeito municipal 
PORTARIA N 003/95 - GABINETE DO PREFEITO 
O PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA-MS, NO USO DAS ATRIBUIÇÕES QUE A 
LHE CONFERE; 
R E S O L V E 
------- 
LEI 
Exonerar à pedido, MARIA LUIZA GRANCE FAUSTINO, do Cargo Efetivo de Agen 
te Administrativo, Padrão III, Classe A, Referência Ol, Lotada na Secretaria 
de Educação, do Quadro Permanente desta Prefeitura Municipal, a partir de 02. 
01.9
5
. De acordo com o disposto no Artigo48 do Decreto Lei nQ 948/93, de 19 
de abril de 1.993, do Estatuto. 
CNPRA-SE 
Bela Vista-MS,19 de janeiro de 1.995 
ABRAÃO ARMOA ZACARIAS - Prefeito Municipal 
DECRETO N9. 868/9(;1 - GABINETE DO PREFEITO EH 00.l DE DEZEMBRO DE 0.1994 
ABRAÃO ARMOA ZACARIAS, PREFEITO_MUNTCIPAL DE_BELA VISTA ESTADO DE MATO - 
GROSSO DO SUL, usando das atribuiçoes que lhe sao conferidas e de acordo com 
di d A 
tigo 68 paragrafo 89 da Lei ng 886/90 de 05 de abril de 
o sposto o r ' 0 4320/64 
1990 e Artigo 43 da Lei Federal n • 
DECRETA 
Artigo lQ- Nos termos da Lei Municipal ng 974 de 20 de setembro de 1994 , 
fi Crédito Adicional Suplementar conforme Artigo 43, 6 39 da Lei 
ca aberto um 	$ 271.200,00 (duzentos setenta e um mil e duzen- 
ng 4320/64, no valor de R 
tos reais) , ao Orçamento Programa do Município para 1.994, à saber: 
02. DO-EXECUTIVO 
02.01.:.CABINETE DO PREFEITO 
0204013-
2
.oo2- Manutençao_da Assessoria Jurídica 
3.1.9.1- Sentenças Judiciarias 	. 
OJ.01- SECRETARIA MUNICIPAL DE ADIUNISTRAÇÃO 
030702l.0.008- Manutençao das Atividades da Secretaria 
3.l.
3
.
2
_ Outros Serviços e Encargos •••••••••••••••••••••••••••••• 10.000,00 
05.01-SECRETARIA MUNICIPAL DE SAOlJE 
1J7502l.
2
.0l0- Manutencao das Atividades da Secretaria 
3. 1. L l-Pessoa·1 Civil,•' 
1
•
11
• • • • • • •• •• • • • • • • •• •
11
• • • •
1
1.. • • • • • •• • • • • • 
3. 1.3.1- Remunera cão de Serviços Pessoais. • • •• • .•••••••••••••••• •. 
3 .1. 3.2-0utros Serviços e Encargos.·.··· •:··••••·••·············· 
06-01-SECRETATRA MUNICIPAL DE PROMOÇÃO SOCIAL· 
1507021.2.012- Manutencno das Atividades da Secretaria 
3.1.1.1- Pessoal Civil•••··••·•·····•·•·~•••··········••·~•······ 
15
.àoo,oo 
07.01-SEC.MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E DESPORTO 
2.000 ·º-º 
10.000,00 
5.000,0(' 
10.000,00 
Educar é trabalho sério, para ser feiro por genre experiente, 
num processo longo de respeito, liberdade e disciplina. 
Esta é a proposta do Centro Educacional Maria Auxiliadora, 
uma escola com método Piaget e Maria Montessori 
e máximo de 25 alunos por sala de aula. 
CEMA 
CENTRO EDUCACIONAL 
MARIA AUXILIADORA 
o Da pré-escola à á° série 
o Área de recreação com play-ground 
_ . e quadra de areia para esportes. 
o Assistência pedagógica e:A.'1:ra aula • 
A PARTIR DE 01/12/94 . 
Rua Gal Soares da Rocha. 90 - Tel· 439-1254 
CEP: 79.260-000 - Bela Vista MS 
l 
! 
1 . 
a­ 
a 
a­ 
e

O· 
JONML TPJFUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO PEGIOMAL 
PREFERO: REÚNE O SECRETIRIIDD E 
TRIAICI AS METIAS PIRA 1995 
Contenção de Despesas e fim do Clientelismo para Investimentos em Obras Concretas 
Datante preocupado em im 
plantar uma nova dinâmica admi­ 
niatrativa logo no inicio desce 
terceiro ano de ocu mandato,com 
a realização de obras e cumpri­ 
mento dos compromissos de carpa 
nha, o Prefeito Municipal Araao 
Zacariao reuniu-ao nesta terça­ 
feira, dia 10, em seu Gabinete, 
com todo o Secretariado Munici­ 
pal, onde foram discutidos di - 
versos assuntos relacionados 
principalmente a forma de atua­ 
ção de cada Secretaria daqui pa 
ra frente, 
A reunião durou mais de qua­ 
tro horas e segundo o Prefeito, 
foi uma conversa simples, de a­ 
migos e de Executivo para compa 
nheiros, onde concluiu-se pela 
necessidade imediata de se con­ 
ter despesas supérfluas para 
poder administrar realmente co­ 
mos os tempos modernos exigem 
de um Administrador Público,sem 
clientelismos e sem os tradicio 
nais "quebra galhos" para uns e 
para outros, "porque são essas 
pequenas coisas que acabam des­ 
gastando o poder público, consu 
mindo seus recursos e, a conti­ 
nuar assim, quando chegar o fi­ 
nal da Administração Abraão Za­ 
carias vamos ver que não con 
clulmos nada e não fizemos qua­ 
se nada de concreto pelo nosso 
povo, o que não queremos que a­ 
conteça de maneira nenhuma" as­ 
sinalou o Prefeito. 
ENTREVISTA A IMPRENSA 
Em entrevista aos repórteres 
da Tribuna da Fronteira e da Rã 
dio Bela Vista, após a reunião 
com o seu secretariado, o Pre - 
feito Abraão Zacarias afirmou 
entender que a hora é de reali­ 
zação, mas para que as metas al 
mejadas sejam concretizadas e 
preciso que os seus assessores 
diretos que são os Secretári - 
ios, passem à seus subordinados 
a determinação de se conter to­ 
das as despesas que não sejam 
estritamente necessárias, "te - 
rnõs de pensar sim, em projetos 
concretos para Bela Vista e pa­ 
ra o amanhã dos nossos filhos, 
construindo Escolas, a Rodoviá­ 
ria Municipal, o Matadouro Muni 
cipal, o Centro Comercial do 
Produtor, a Feira Livre fazer 
asfalto, que é um compromisso - 
que tenho com o Bairro Vila No 
va e com o Costa e Silva, onde 
pretendo fechar o asfaltamento 
entre as Ruas Santo Afonso e a 
Barão do Ladário" salientou A­ 
braão Zacarias e completou: "Só 
vamos conseguir executar essas 
obras e alcançar essas metas , 
fazendo uma severa contenção de 
despesas, acabando com os clien­ 
telismos e passando a adminis - 
trar para o povo e para a cida­ 
de de uma maneira geral". 
AUTONOMIA PARA OS SECRETÁRIOS 
dom dos gastos da Prefeitura, A 
locando 50% da arrecadação para 
pagamento da Folha de Pessoal , 
20% para manutenção da máquina 
administrativa, fazendo sobrar 
pelo monco 30% para investimen­ 
tos em obras reais e concretas. 
"Do jeito que administrei 
nesses dois anos que se passa - 
ram, tínhamos apenas 10% para 
investimentos cm obras, como a 
construção das casas populares 
no Bairro Agua Doce, reforma do 
Paço Municipal, recuperação de 
maquinários, etc.. ficando 20% 
para o clientelismos e 70% pa­ 
ra as despesas da Folha de fun­ 
cionários. Precisamos inverter 
a ordem desses fatores" senten­ 
ciou Abraão Zacarias. 
Abraão reconhece no entanto, 
que o grande responsável pelo 
paternalismo hoje existente na 
Prefeitura Municipal, ê ele 
mesmo, assumo essa responsabi­ 
lidade, isso deve-se ao fato 
de eu ser amigo do povo, o 
Abraao e gente daqueles mais 
humildes, foram eles que meco­ 
locaram aqui, eles me procuram 
e eu nao sei falar não, porque 
essa e a minha forma de ser, ve 
nho da humildade e entendo que­ 
todos nós, gente de carne e os­ 
so, somos gente igual", 
O Prefeito informou ainda 
que na reunião com o secretaria 
do ficou decidido que cada se= 
cretário terá autonomia e voz 
de comando para determinar as 
prioridades e os cortes de despe 
sas em suas respectivas pastas­ 
com o objetivo de inverter a o± 
A VOLTA DO PROJETO BANDEIRANTE 
Na entrevista à imprensa, o 
Prefeito Municipal informou tar 
bém que a primeira grande preo­ 
cupação de sua Administração pa 
ra esse início de ano, é a ime­ 
diata recuperação da cidade, as 
sim que são Pedro permitir e pa 
rar um pouco as chuvas. 
Para isso, segundo o Prefei­ 
to, o Projeto Bandeirante vai 
voltar com força total para a - 
tender todos os Bairros, "vamos 
atacar Bairro por Bairro, execu 
tando todos os serviços necessa 
rios, como patrolamentos, casca 
lhamentos, aterro das valas e 
erosões provocadas pelas fortes 
e constantes chuvas, limpezas , 
atendimentos de saúde, etc ... ". 
DRENAGEM DAS AGUAS PLUVIAIS 
Como segunda prioridade des­ 
sa nova fase da Administração - 
Municipal está a execução de o­ 
bras concretas para Bela Vista, 
que representam o anseio maior 
da nossa população, como. por 
exemplo a drenagem das valas e 
pequenos córvegos que há muito 
tempo vêm causando transtornos 
à grande parte da comunidade 
ressalvando-se que essas ações 
não dependem exclusivamente da 
Prefeitura Municipal, porque 
não existem disponibilidades de 
recursos, "para isso terei de 
manter contatos constantes em 
Brasília no sentido de viabili­ 
zar recursos para essas drena - 
gens das águas pluviais, respon 
saveis por erosões e inundações 
que ameaçam Bela Vista, os mora 
dores ribeirinhos e os morado= 
res das áreas mais baixas, que 
são as mais atingidas" salien - 
tou Abraão. 
AS OBRAS ALMEJADAS· 
Outra prioridade destacada 
pelo Prefeito Municipal é a exe 
cução das obras de asfaltamen 
to, que constituem um compromis 
so de campanha, no Bairro vil 
Nova e a interligação das ruas 
Santo Afonso e Barão do Ladário, 
no Bairro Costa e Silva, além 
de outros compromissos que mere 
cerão todo o esforco para que 
sejam concretizados, como a 
construção do Mercado do Produ­ 
tor e a construção da Rodoviá - 
ria Municipal, para isso o Pre­ 
feito informou que vai manter 
contatos com o Empresário Osval 
do Possari, da Viação Cruzeiro 
do Sul, no sentido de construir 
em conjunto a Rodoviária, tendo 
em vista que Bela Vista· está 
crescendo, já existe a ligação 
asfáltica com o resto do Estado 
e do País e a nosa cidade pre­ 
cisa muito de uma boa Rodoviá ~ 
ria para acolher e abrigar· as 
pessoas que viajam e nos visi - 
tam. 
A Prefeitura deverá também 
durante a Administração atual, 
Na reunto que durou ma!s d quatro 
heras, diversos assuntos forar ! r- 
dados pelo Prefeito e seu Secretariado 
construir um prédio próprio pa­ 
ra o INSS, moderno, projetado 
para o ano 2.000, com custo ele 
vadíssimo, para pagamento de 
dívida da municipalidade com a 
Previdência Social, em terreno 
já autorizado para venda ao 
INSS pelo Poder Legislativo, ao 
lado do Fórum da Comarca. 
A COMPREENSAO DA POPULAQAO 
Abraão finalizou destacando 
que as suas metas Administrati­ 
vas visam realmente a execução 
de obras que atendam ao grande 
anseio popular, "por isso peco 
nesse momento ao povo belavis - 
tense muita compreensão e que a 
judem a sua Prefeitura executar 
as obras reclamadas pela comuni 
dade,. deixando para uma oportu­ 
nidade mais propicia os cliente 
lismos e os paternalismos que a 
té agora vínhamos patrocinando, 
porque temos de pensar acima de 
tudo num futuro melhor para nos 
sos filhos e em melhores dias= 
para Bela Vista, como um todo". 
(Fotos e Reportagens: Ubnldlno Rodrigues) 
Volei de Areia de MS 
com duas Duplas 
A Federação de Voleyboll de 
Mato Grosso do Sul - FVMS irá 
realizar nos dias 20, 21 e 22 
de janeiro o Copagaz CUP/GP - 
Brahma de Volei de Areia que 
irá definir a segunda dupla 
representante de Mato Grosso 
do Sul no Banco do Brasil Mas­ 
ter de Volei de Praia, que a - 
contecerá na praia de Copacaba 
na, no Rio de Janeiro, de 06 a 
12 de'fevereiro. 
A realização deste GP dá di 
reito à FVMS de indicar mais 
uma dupla, que juntamente com 
Benjamin/Romildo - campeões do 
Circuito Estadual de Voleibol 
de Areia Duplas/94. 
Realizado pela Fundesporte 
e oficializado por esta Federa 
cão - levarão o nome de nossó 
Estado para o maior evento da 
modalidade realizado no País. 
• Participam do Copagaz CUP/ 
GP Brahna de Volei de Areia as 
principais duplas do Estado 
que deverão efetivar suas ins­ 
crições na sede da FVMS até 
às 17:00 horas do dia 18 cor - 
rente, mediante preenchimento 
de suas fichas e pagamento da 
taxa de R$ 20,00 (vinte reais). 
As duplas credenciadas para 
a fase principal são: 
Benjamim/Romildo (Aparecida 
do Taboado) - não concorrem à 
vaga, só ao prêmio; 
Atchy/Dico (Dourados); 
Luizinho/Júnior - (Bela Vis 
ta); 
i greza/Pezão - (Campo Gran 
de). 	- 
Aos primeiros colocados, a - 
lém de troféus e medalhas, se­ 
rá concedida premiação no va 
lor de 600, 400 e 200 reais. 
O local da competição está 
para .ser definido entre os se­ 
guintes: 
- Praça Belmar Fidalgo; 
- Estacionamento do Shop - 
ping campo Grande ou 
- Estacionamento do Hiper - 
mercado Eldorado. 
Maiores informações 
FVMS, FONE: 382-7381. 
na 
EDITAL DE PROCLAMAS 
Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do Reis . 
cidade de Bela Vista-Ms., FAZ SABER ã a};'tro civil desta 
te Edital de Proclamas virem que a t s quantos o presen- 
4sidos elo Ariso i@o d c6ii5 CÊ??2;""?7os Documentes e 
II, III e IV, e pretendem se casar: ras. .eiro, Incisos I, 
ANTONIO APARECIDO MALHEIROS e MARIA BEA 
leiros, solteiros, residentes nesta c:d d TRIZ CORONEL, brasi- I 
lho de José Malheiros e de Ade1aiae á e; ele militar fi - 
1ides do 1ar, ilha de Demenciano e""?? Santos Malheiroé, 1a 
S 1 
_ 	ne e do Delg, ' ' 
e a..guém souber de algum impedimentc '- fana Souza. 
ma da Lei. 	.o, que se oponha na for, 
1 
Bela Vista-MS., 11 de Janeiro de 1.995 
Janilde Rosa dos Santos - Oficiala

PLANO REAL MUDA TUDO NI 
Ante do Plano o 
o consumidor pa44,," Preços subiam quase que diariamente; agora, 
• a pesquisar desconto e a valorizador ontavos 
Roberto Palma 
Problema acontecem todos os 
dias. Doa, decisões não aconte­ 
cem sempre. Os gurus da admini 
tração dizem que enquanto o oG 
cut!vo eficiente faz as A, 
'- a 5 Co a 
bem feitas, o executivo efi, 
faz as coisas que dcvom e '{_ 
tas. A difrença é que o primei 
ro resolve problemas e o segun­ 
do obtém reoultadoo, 
Tomar dccioõco é 
a principal [unção 
do um executivo. Elo 
se apoia no conheci 
mento que tem d 
mercado, dos clien­ 
tes e da capacidade 
de resposta da sua 
própria empresa, u­ 
sa a ua experiên - 
eia a_cumulada no passado para 
decidir como administrará 
incertezas do futuro. 
O risco é uma característica 
inerente a essas decisões. Espe 
cialmente daquelas que envolvem 
clientes e mercados. Ele dimi - 
r 
as 
Literatura 
N 
de da informação disponível e 
aumenta a razão inversa da expe 
riéncia de quem toma à dccioào~ 
A partir da criação do Plano 
Real o nível da experiência acu 
mulada pelos executivos brai - 
)eiros voltou a estaca :ero. 
No dia primeiro de agosto de 
1984 o mercado mudou, o corpor­ 
tamento de compra dos clientes 
mudou e até a pró - 
prin capacidade de 
resposta das empre­ 
sas mudou. Teve ini 
cio uma nova etapa 
na história comer - 
cial das empresas - 
brasileiras e as mu 
danças ocorridas fo 
ram profundas: 
* Antes do Plano Re 
al os clientes investiam em es­ 
toque para aproveitar os aumen­ 
tos de tabelas e reajustar seus 
preços. Depois do Plano eles 
reduziram drasticamente seus es 
toques e passaram a investir­ 
na rotação do produto. •• 
COM ESSA 
MUDANÇA DA 
ECONOMIA, 
APARECERAM 
NOVOS RISCOS 
,. 1 
S LANÇAM 
j 
O Jornalista Ivaldo Pereira 
lançou no mês de dezembro e nes 
te início de Janeiro mais dois 
livros, "Nossa Terra,,Nossa Gen 
ta• (Volume I) e "Tempos de Ira 
e Esperança". O primeiro é um 
romance que conta a história de 
alguns sindicalistas, fala de 
invasão de terras e da injusti­ 
ça social no campo. Um romance 
envolvente e que nos leva a pen 
sara respeito do problema da 
reforma agrária no Brasil e na 
punição dos corruptos. 
Nossa Terra, Nossa Gente pu­ 
blica perfis biográficos, neste 
Volume I os perfis de Abraão Ar 
moa Zacarias, Tib.i.riçá LoureirÕ 
de Almeida, Sydney Nunes Leite 
e Joelson Martinez Peixoto. Se­ 
rá uma série de 5 Volumes, com 
mais de 20 perfis. 
Estes dois livros podem ser 
adquiridos pelo Correio através 
de podido à Pedação deste 
Jorna'. 
PELO 
o 
Adquira os Livros "Pedras que Rolam", "Tempos de Ira e Es 
peranca" e "Nossa Terra. Nossa Gente", do Jornalista e EscrI 
tor Ivaldo Pereira. Cada exemplar R$ - 10,00 (dez reais). 
PREENCHA O CUPON E ENVIE CHEQUE NOMINAL PARA: 
TRIBUNA DA FRONTEIRA Avenida Tribuna da Fronteira,564 
CEP: 79260-000 BELA VISTA/MS 
Você receberá o'seu livro pelo Correio 
~OME: · · · • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •• , 
ENDEREÇO: ··••····•··········•···················••••·· •• 
CIDADE: . . . . . . . . . . . . . . . . . ESTADO: .••• , • • • • • CEP: ••••••••••••• 
concordavam em fazer negócios 
à vista ou com prazos de paga­ 
mentos que nio iam além dos 
trinta dias. Bancavam o custo 
dos estoques com as receitas 
financeiras e recuperavam a 
margem de lucro nas remarcações 
de preço. Depois do Plano eles 
passaram a exigir prazos cada 
vez maiores para poder, em pri 
meir lugar, transformar seus 
estoques em dinheiro e depois 
pagar as duplicatas dos forne­ 
cedores. 
* Antes do Plano os preços nas 
lojas eram alterados quase que 
diariamente. O consumidor nao 
tinha tempo para fazer compara 
ções nem para criar uma memó = 
ria de preços. Depois do Plano, 
com a estabilização da econo 
nia, todo consumidor passou a 
ser um pesquisador de descon - 
tos, um analista de taxas de 
juros e um valorizador de cen­ 
tavos. 
Essas mudanças de hábitos - 
representa muito mais do qu~ 
1ma simples evolução. Caracte­ 
riza uma revolução no comporta 
mente do mercado. tum desafio 
inédito com que se defrontzmn - 
todos os Executivos brasilei -­ 
ros. É como se tivessem volta­ 
do ao inicio de suas carreiras 
para começar tudo de novo. 
Será preciso algum tempo pa 
ra recarregar as baterias com 
novas experiências o informações 
que ajudem a reduzir os riscos • 
das novas decisões. Enquanto is- 
so não acontece o importante é • 
guiar-ac pelo instinto e por al­ 
qumas regras de bom-senso: 
+ Não tirar conclusões antes de 
fazer um bom diagnóstico; 
* ~ão decidir com base em infor­ 
mações desatualizadas; 
* Não generalizar em demasia; 
* Resistir à tentação de adaptar 
velhas soluções aos novos problg 
mas. 
t preciso coneçar a procurar 
novas alternativas porque os pro 
blemas também são novos. Ser im­ 
parcial ao analisar os prós e 
os contra de todas elas. Ter mui 
to cuidado para nio recair naque 
la solução predileta, mas vicia= 
da. 
Perter Drucker disse que os 
problemas existem dentro das em­ 
presas enquanto que as oportuni­ 
dades são encontradas fora de­ 
las. Isso era verdade Antes de 
12no Real e continuará sendo 
ver3d? apôs o Plano. É precisc 
ronper o mais rápido possível - 
com a icórcia decisória. Mandar 
para arquivo morto o banco de 
dados que serviu de apoio ãs de­ 
cisões até 31 de julho e encon - 
trar alternativas criativas par, 
resolver os novos problemas. 
(Roberto Palma) 
is frenas Existem @entra das 
Fresas Einqanuio gue as # rtiades 
são Sconirada: iera teias 
a­ 
a 
a­ 
t 
.. - 
Posto SHELL Jardim 
'Comprove a qualidade de nossos serviços. 
Fone: 251-1920 
Auto Posto LAGUNÃO 
gEm Guia Lopes, o melhor atendimento 
Av. Santa Terezinha, s/n" - Fone: 25359 
NÃOII 
(Antigo Posto Rub:io) 
Rodovia BR-27, Km 23 - Jardim/Porto Murinho 
1 
' 
l

T RI B·U N I P 
PoESTá DiE QUE ÃVIóN ERA DEL NARCOTRÁFIO 
E.I certificado de ima pertenece a La diriqí el sábado a 
Aeronavuqabilidad ciano Caniete, cônsul las IO hata la pis­ 
de la máquina venció e! Paraguay en Bel- ta 'Yvytu'. Ali dia 
el 15 de diciembre la Vista(Brasil), y loqué con Ivo 5ener, 
de 1.993. 	que el avión se en - a quien pedi autori- 
Ahora no estala contraba en Ponta Pg zación para que la 
habilitada paravolar rá, del vecino País, máquina, piloteada - 
donde se le estaba por Enrique Flitas, 
realizando un traba- quede por dos dias 
jo de mantenintento en ee lugar. 
general al motor. Me autor!zó para 
"La avioneta te - que boje el avión en 
nia tiempo hastahoy- presencia de un ingg 
10 de onero- para niero de apellido Gar 
abandonar el territo cía. Ante mi sorpre­ 
rio brasileno, porque sa avisaron poste - 
vencia su permiso de riormente a la Poli­ 
permanencia dentro - ela. Aycr dialogué 
de ese Pais. A raíz con la gente de la 
de esta situación , Senad, quienes me ma 
Cafiete ma contrató - nifestaron que ellos 
para traer la aeron~ no intervinieron cn 
ve hasta nuestra ca- el caso. Dijcron que 
pital". 	de parte de ellos no 
había ningün inconvg 
niente" menciono Vi­ 
vero. (COI1C1AS, 10/01/95) 
e Dio pistas que respaldan hipótesis­ 
• Viveras Cartes presentó papaias 
I Ministro del Interior, Carlos Podestá, manifestó que el 
( 
avión que utcrrizó cl oábado últim<;? en· San Be:1;ard~~o era 
un aparato utilizado en el narcotráfico. Tambien dijo que 
la aeronave estaria repintada y con matrícula adulterada. 
Uno de los sindicados como responsable del aterrizaje - 
do emergencia, Juan Domingo Vivoros ~artes,_presento los 
supuestos documentos. Sindica a Luciano Canete, consul paraguayo 
en Iella Vista (Brasil), como dueno de la máquina. 
El titular de la "Tenemos pintas Ivo Garcia. 
Cartera del Interior, que respaldan la hi- La máquina era re 
Carlos Podestá, se pótesis de que cl a- pintada y aparente - 
i
• l vión, que aterrizó mente está adultera- 
refiro ayer en reia 	da la matrícula", di 
ción a la avioneta - en San Bernardino , 	..... _ 
con características era um aparato utili jo luego de la con - 
sospcchosas que ha - zado en el narcotrá- versación que tuvo 
bía aterrizado de e- fico. Se encontráron ·con el presidente 
mergencia el sábado varias documentos: • Wasmosy. 
• último a las 14 en Figuram nombres - "PERTENCE AL 
l san Bernardino, espe de personas involu - 
cíficamente en el cradas en estos ca CNSUL CARETE" 
"Club de vuelo Depor sos ,como Juan Domin­ 
tivo Yvtu". go Viveros Cartes, 
Las Desventajas 
en el Mercosur 
i....i..di:i.±. 	- i 
E 
mpezó el ano y la expectativa so­ 
bre lo que traerá el Mercosur se 
presenta con reserva, crítica y, 
sobre todo, con temor de parte de 
algunos sectores. Este nuevo mer- 
cado se puso en vigencia oficialmente el 
1 de enero y va creciendo de manera cau­ 
telosa. 
Uno de los sectores en el que se ob - 
serva cierto temores el de profesiona - 
les médicos del Alto Paraná, que se mues 
tra preocupado por la implémentación deI 
Mercosur, porque afectarã a los mismso , 
teniendo en cuenta las desventajas que 
existen para Paraguay en el tema de los 
servícios sanitários. 
Mientras en la zo­ 
na Este del país exis 
ten sanatorios priva­ 
dos, de relativa im - 
portancia, manejados 
por grupos médicos que 
fueron haciéndose de 
capital con el tiem - 
po, estos hospitales 
no cuentan con los 
Profesionles 
médicos del Alto 
Paraná serían 
afectados por la 
i.mplementación 
del Mercosur, por 
falta de medios 
recursos necesarios - 
para incorporar la tecnologia avanzada 
ni siquiera la imprescindible. 
Como ejemplo, cabe mencionar que en 
el Hospital Regional de esta ciudad exis 
te um solo equipe de tomografia computa­ 
dorizada, recientemente adquirido, aun - 
que en este âmbito ya • se tienen otras ma 
quinarias modernas. 	- 
Por otra parte, se sabe que la empre­ 
sa Bradesco del Brasil, una multinacio - 
nal_poderosa con sede en el vecino País, 
esta preparando una inversión de 300 mil 
[ones de dólares solamente para servici­ 
os médicos en el lado paraquayo. 
. Este será similar a lo de Conempa,que 
siendo una empresa de construcción mane­ 
Ja el "programa de salud de Itaipú mar - 
gen derecha". Entonces, los médicos del 
Alto Paraná, que no tienen condiciones - 
para emprender complejos estructurales 
de ser:-icios médicos de gran magnitud , 
quedara relegados. Evidentemente, esta 
es la otra arista del nuevo sistema de 
integración! que desde todos los ângulos 
que se lo mire beneficiará directamente 
a quienes_posean medios para explotar , 
sea del Pais que fuese. . 
Por ejemplo, en materia de construc - 
ci~n, hace tiempo que las empresas brasi • 
lenas coparon el mercado con personal 
brasilefio y sin cumplir con ninguno de 
los requisitos para operar en el País 
y a pesar de las reiteradas criticas dé 
lá cãmara Paraguaya de la Construcción 
(Capaco) del Alto Paraná, nada se pudo 
evitar. Esto indica que el Mercosur ya 
1:7enía expresándose de manera ·tota.lmente 
irregular en esta zona, donde los extran 
jeros hacen lo que quieren desde que c"õ= 
paron Ciudad del Este, prácticamente des 
de sus inicies. (Dollv Galeano) 
Por otro lado , 
R G UI 
Cario, Poclr:ú 
Tuan Domingo "Papa - 
cho" Viveras Cartes 
llegó hasta nuestra 
redación, trayendo 
las supuestas docu - 
nentaciones de la ae 
IERRIS QUE 
OCIBLES 
L
a expropiación de latifundios es una 
cuestión eminentencnte política, y 
que una sola persona posea más de 
400.000 hectáres de tierras constitu­ 
ye una inconcebible inmoralidad. El 
veto total de la ley que expropria 267.836 
hectáreas del sefior Antebi simplemente de­ 
muestra que el Poder Ejecutivo protege Y 
defiende los intereses de los grandes pro­ 
pietarios. Vale más el discutible derecho 
de propiedad de un làtifundista, que el 
derecho de acceso a la propiedad de cien - 
tos de miles de famílias campesinas sin 
tierra que "vegetari en la pobreza". 
Es cierto que la ley expropiatoria san­ 
cionada por el Congreso tiene una alta con 
notación política, como no puede ser de o­ 
tra manera cuando se trata de corregir un 
enorme insticia social. Pero no es menos 
cierto que el veto presidencial tiene tam­ 
bién un marcado acento político de signo 
contrario. 
Nunca antes la objeción de una ley ex - 
propiatoria requirió de una argumentación 
tan extensa, que ocupa três páginas compl~ 
tas de los diarios, como el decr~to del ve 
to presidencial en el caso de las tierras 
de Ãntebi. Consiste el mismo en todo un 
tratado de materias constitucionales y le­ 
gales, en el vano es fucrzo de cubrir con un 
ropaje jurídico una decisión política del 
Poder Ejecutivo. - 
Por más fuerza oersuasiva que tenga el 
impecable discurso doctrinal y técnico-ju­ 
rídico que allí se emplea, todo lo que. se· 
dice para justificar la expropiación de 
"Como en el aero­ 
puerto internacional 
no había angar dispo 
las tierras en cuestión no son ni serán su 
ficientes para legitimar la conservación = 
del más extenso latifundio del Paraguay , 
mientras miles de campesinos desposeídos - 
deambulan como parias, sin tierras que cul 
tivar. 
Lo que pasa es que el Poder Ejecutivo - 
se doblega ante el poder de los latifundis 
tas. El Presidente no quiere tocar las ti= 
erras de Antebi y ha buscado todos los re­ 
quicios legales para objetar la expropia - 
ción. Porque si hubiera voluntad política 
de impulsar la reforma agraria y de elimi­ 
nar los latifundios, el Ejecutivo bien hu­ 
biese podido facilitar o incluso alentar 
dicha expropiación. 
En realidad, hubiese bastado con promul 
gar simplemente la ley sancionada por el 
Congreso. Atendiendo a la separación de po 
deres en que tanto insiste el Ejecutivo ~ 
en vez de navegar por las ambiguedades 
constitucionales, deberia dejar que la cor 
te Suprema de Justicia resuelva los supues 
tos defectos jurídicos de la ley objetada: 
Debe esperarse que haya en las câmaras 
de Senadores y de Diputados mayoría suficien 
te para rechazar el veto presidencial. NÕ 
obstante, con la postura asumida por el 
EJecutivo en este caso, no hay ninguna es­ 
peranza para los campesinos de que este Go 
bierno se preocupe de corregir l, de s a 
d; t:b <- 	a es1gu 
1sr1nucion de la tierra en el Paraguay , 
que constituye la causa principal del sub- 
desarrollo rural y de la pob l 
po. · 	reza en e. ca 
(Eduardo Miranda Alvarez) 
Na Crise, Publicidade pode definir a 
diferença entre Você e o Concorrente 
.,.. 
ABASTECEDORA 4GROSSOL 
DE COMBUSTÍVEL LTDA 
age 
251-1103 
$2P;;voto. ne. 
roca te lleo, Borracharia e