DIÁRIO REGIONAL 
BELA VIHTA/MS ANO: 22 	N9: 1595 26 DE JANEIRO DE 1.995 
QUINTA FEIRA EDITOR: IVAIDO PEREIRA R$ 0,50 
IBRIÃD E O PROBLEMII OI SIÚDE NO MUNICIPIO 
compromissos, encargos, 
despesas, enfLm , funcío 
nrá, como ficar'? Pergun­ 
tou o Prefeito. 
1 
; I 
1 
O Prefeito Municipal 
Abraão Zacarias disse 
ontem que "se hó crítl - 
casque possam fazer i 
minha pessoa, a da nsen 
oibilidade, indiferença 
social não se coaduna 
com a verdade, sempre pe 
quei por. um profundo en 
volvimento com os mais 
carentes, com os deserda 
dos pela· sorte e pela so 
cfedade". 
No tocante ao proble­ 
ma da saúde no município, 
o Prefeito disse que 
"não é apenas em Bela 
Vista, a crise existe em 
todo o Brasil, para se 
lucioná-la precisamos - 
de mais recursos e acina 
de tudo de boa vontade 
de todos os envolvidos , 
não podemos olhar apenas 
para uma direção,para um 
setor, mas ter uma visão 
global no problema e bus 
car soluções". 
Quanto a greve <los 
médicos, Abraão envioll - 
ofício ao Corpo Clínico 
do Hospital, transcr'c 
ao lado lebra que " em 
DlALOGO e ENTENDIMENTO - 
nao se pode chegar a lc 
gar algum, o povo, aque­ 
les que não podem pagar 
por uma consulta,por um 
Associação de Pequenos Produtores 
do Agua Doce Realiza Assembléia 
Propostas de Mudanças na Administração 
A Associação de Pequenos Produto - Secretário de Promoção Social João Ka 
res do Bairro Água Doce, urna das mais life, que atua diretamente junto as 
antigas da nossa cidade, realizou no associações de Bairros, Vereadores 
Último d:la 21 à tarde, sabado, uma As Marcos Elias Rios da Cruz e Israel 
sembléia Geral que foi convocada pelo Chamorro da Rocha, que é Líder Comu 
Presidente da Entidade, Ciro Pereira nitário do Bairro Água Doce, além de 
e que contou com as presenças do Pr~ inúmeros moradores e Diretores da 
feito Municipal Abraão Zacarias, do Associação. 
' 
Secretário de Promoçao 
Social João Kalife faz uso da alavra, ladeado e­ 
da Rocha e pe.lo Presidente da Associaçao do Bair 
ro 
remédio, está conscien - 
te dos deveres e obriga­ 
çoes nao so dos médicos, 
mas também do Poder PÚ 
blico". 
O Prefeito disse que 
o problema do atendimen­ 
to, do próprio funciona­ 
mento do Hospital, nao é 
de hoje, "tenho acompa - 
nhado há vários anos a 
lo Vereador Israel Chamorro 
ÃgÜÍÍ Doce, Ciro Pereira' 
Na pauta da Assembléia Geral esta- 
d, ntas da atual Di 
va a prestaçao le co - 
retoria e também a apresentaç~o 
1 
~e 
Chapas que desejam concorrer as e e - 
- 	ião da nova Direto 
çoes,para a campos ç < 	- 
Abrào Armoa Zac.arias Prefeito Municipal 
través deste Jornal, os 
debates, as reivindica­ 
ç0es feitas no Rotary,in 
regrado por vários médi­ 
cos, repito, nao ê de 
hoje, hã décadas a luta 
tem sido intensa, seria 
mais fácil e com solu 
çoes definitivas se so 
mãssemos esforços e vor,­ 
tades, o povo seria agra 
ria da Associação do· Bairro Água D:icc, 
que será realizada no próxioo dia 29, 
domingo, na Sede da Entidade. 
Leia matéria completa na Pág - 06 
Tribuna de Caracol 
P,igina 08 1 
decido". 
Abra,=ín lembrou, também 
e é sua maior preocupa - 
co, "coa a produti 
vidade das consultas: 
com a greve nao há 
fturamento para o HOS 
PITAL, de SUS, pouco 
ou muito, é 
ss verbas que 
pital cumpre 
com1 e<­ 
o Hos 
seu 
PREFEITURA MUNICIPAL. DE BELA VISTA 
OF,/GP./021/95 Bela Vista,23 de.Janeiro de 1,995 
Do Prefeito Municipal de ,ela Vista 
Ao Corpo CI[nico do Hs.tal São Vicente de - 
Paula. 
Assunto: Em atençao ao 
0F. 01/95. 
vosso 
Atenciosamente, 
ABRAÃO AROA ZACARIAS 
PREFEITO MUNICIPAL 
expedJ.en tP - 
PREZADA SENHORA, 
Recebemos o seu expediente, Of. 01/95,no qual 
solicita apolo e compreensão para a luta da elas 
se médica desta cidade, visando melhorias das 
condições de trabalho. 
Há ajustes a fazer e que, certamente, implicE_ 
rào sacrifícios das partes. 
Para alcançar esses objetivos existe um cami 
nho: o diálogo e entendimento. 
Essa é a nossa proposta, mesmo sabendo da cu­ 
pidez de alguns interesses políticos/pessoal ten 
tando impedir o entendimento. 
A sociedade exige que o funcionamento do sis­ 
tema de saúde esteja voltado para conseguir re 
sulcados compatíveis com suas aspirações e neces 
sidades, e este Executivo atribui alto nível de 
prioridade às questões sociais na busca do desen 
volvimento do nosso Município. 	- 
Para o cumprimento dessa missão, p~econizamos 
o diálogo. 
Nota a Imprensa 
O Comandante do 10g RC HEC informa nos Militares inativos Pensionistas 
e Ex-Combatentes da FEB que recebeu do Centro de Comunicação do Exército - 
(C CO SEX) o seguinte informativo: 
1. O pagarento dos servidores civis e Militares, da ativa e inativos e 
dos pensionistas, referentes ao mês de janeiro/95, está d:positado pelo 
CPEX (Centro de Pagamento do Exército) nesta data para credito em conta 
corrente individual em 24 JAN 95 (Terça - Feira) o depósito em tela como 
base o soldo de DEZ/94 - sem reajuste. 
2. Os valores referentes a remuneraçã~ de férias de Janeiro de 95 serao 
l
dep~sitados nas mesmas datas acima e terao como base o saldo de 94 - sem 
reajuste. 
J. Os valores da folha complementar referente ao reajuste de 22,07 7. 
já elaborada pelo CPEx, serão depositados cão logo sejam liberados os re - 
cursos correspondentes pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). As Orga­ 
nizações Militares serão informadas oportunamente, da data do pagamento 
desta parcela, não havendo condições no presente momento de precisar a res 
a. 
4. Os contra-cheques referentes ao oês de JAN - 95 já foram reretidos - 
aos destinatários e os referentes ao reajuste de 22,07 % se-rao oportuname.!! 
te remetidos. 
EDSON SOUZA RODRIGUES - TEN CEL CAV .• 
C<r-!A.ll>AKI'E DO lOQ REC MEC 
Pré-Inscrição parà o 
Telefone .Celular 
Interessado em saber quantas pesso 
as aproxLaiadamente em nossa cidade se 
interessam em participar do sistema - 
de Telefonia Celular, fazendo a aqui­ 
siçao de linhas, com o objetivo de 
encaminhar reivindicação nesse senti­ 
do à Telems, o Prefeito Municipal A 
braão Zacarias decidiu fazer uma pré= 
inscriçÕo dos interessados, nesta ter 
ça-feira, dia 24. - 
Segundo as informações do Chefe de 
Gabinete do Prefeito Municipal, Ayres 
Cafure, apesar de terem sido realiza­ 
das apenas no período da tarde de ter­ 
a-feira, aproximadamente l50 pessoas 
procuraram o escritório da Porte-ira - 
'eilões Rurais, na Rua Almirante Bar­ 
~oso, para fazerem a Pré-inscrição 
l sertsrss rss s ±r erisse 
IC 
para a aquisição do Telefone Celular 
que serão levadas e nãos pelo prefe­ 
to Municipal diretamente ao Preside.nte 
da Teles, Carlos Eduardo Ferreira de 
Almeida, ainda esta semana. 
' O elevado número de inscritos an!­ 
mou muito o Prefeito Municipal Abraão 
Zacarias_, pois ele acredita que o gran 
de interesse registrado deverá sensibi 
lizar ainda mais o Presidente da Te= 
les, fazendo com que ele atenda essa 
reivindicação, que representa ua gran 
de aspiração de significativa parcela 
d: nossa sociedade, basta dizer que a­ 
lem das quase 150 prê--escriçÕes fei - 
tas no dia 24, dezenas de pessoas . j ã 
Procuraram a Prefeitura Municipal, nos 
~ltimos dois dias, tentando a inclusão 
de seus nomes na lista. (UR)

O a 1. 95 
p,' 
RETRITO OE 
Educar é trabalho sério, para ser feito por gente experiente, 
num processo longo de respeito, liberdade e disciplina. 
Esta é a proposta do Centro Educacional Maria Auxiliadora, 
uma escola com método Piaget e Maria Montessori 
e máximo de 25 alunos por sala de aula. 
CENTRO EDUCACIONAL 
MARIA AUXILIADORA 
Da pré-e§cola à 4º série 
o ÁJrea.de recreação com play-ground 
e quadra de areia para esportes. 
e Assistência pedagógica extra aula 
A PARTIR DE 01/12/94 
Rua Gal Soares da Rocha 90 - Tel 439-1254 
CEP: 79.260-000 - Bela Visa - MS " 
UM ROCEIRO 
Sol escaldante, fumaça e fo­ 
go co:r.põcm o doloro. o cenário - 
de onde inda eima em viver o 
desolado homem do campo. 
No registro de nascmento 
d ste herói anônimo constam 
rinta e poucos anos m média , 
mas sua feição demonstra m is 
ele cinquenta. A família stá 
constituída e a prole é numero­ 
sa: quase sempre chega aos dez 
filhos. Algumas das filhas fa­ 
talmente se prostituirão. Pcssi 
mismo? Pré-julgamento? Não! E 
realidade do inexorável mal dos 
tempos I odernos que chega ao in 
erior, acompanhando o ciclo vI 
cioso da pobreza absoluta. A la 
voura, fonte de alimcntacão far 
ta e suporte financeiro, já não 
existe. A pecuária leiteira fra 
cassou e o boi-macho está sendo 
a única alternativa viável, com 
o mínimo de mão-de-obra, provo­ 
cando o desemprego em masoa. 
Lúgubre retrato de um rocei­ 
ro vê-se estampado no rosto de 
cada membro da família, tal e 
qual seus antepassados, como 
mostra a velha fato amarelada - 
na parede. Saudade de um bom 
tempo que se foi, sufocada por 
uma atualidade insuportável. 
Nada lhe resta, porque nada 
possuiu. Forçado pela necessida 
de, o caminhão que transporta= 
leite é a condução. Arma-se de 
coragem e migra para a cidade - 
grande sonhando com nova ilu 
são. Mas as empresas só aceitam 
jovens doutorados e com cinco - 
anos de experiências. Se ainda 
fosse moco e preparado, o empre 
go seria seu. Desolação, humi= 
lhacão é o prato do dia. Procu­ 
ra uma saída. Como solucão al 
guL. l!. o. r c u pinra, du­ 
<H• ... r: 1 i :i.., um b • do - 
no chão. 
K noite, a e trelas a lua 
for m sua fri cobertura. Nova 
mente o dia, e lá vai ele à pro 
cura, um ub-emprego, que boi 
serio! - zr 1.dor, ou viqia .•• - 
Qu lquer coisa sustenta a famí 
lia. 
Fin lr::cntc a doença. Meu De­ 
us - e agora? P n:,lio, aposcnto­ 
doria ... Qual nada! - não esta­ 
va com o carnê cn di • Enfren - 
tou filas interminveis, xtor 
cões e muita covardia. Volta a= 
manhã! Roubaram o dinheiro do 
órgão, e voce ainda não contri­ 
buiu! 
Não fossem os bicos como ze­ 
lador na casa do sonegador, ou 
de vigia na casa do advogado 
"doutor", amigo do político 
fraudador, até fome passaria,au 
mcntando ainda mais sua dor. 
Faltam-lhe forças, a saúde 
está minguada e a morte, anun - 
ciada. 8 inevitável a procura - 
do órgão salvador. Três dias e 
três noites na fila, enfim a 
consulta ... Do nada adiantou 
seu corpo foi jazer inerte sem 
pelo menos um soro no banco 
do corredor. Não havia leito, - 
não havia remédio, não havia va 
ga, não havia médico! Só se ou= 
via gritos de dor. "Faltava tu 
do, atê respeito com o agricul= 
tor". Recebeu na indigência a 
lápide com estes dizeres:"Senhor 
agora fui convocado para plantar 
em outro roçado, porque neste - 
eu terminei - muitas lutas en­ 
frentei e tantas vidas alimen - 
tei. Mas enJim, na sua glória 
eu vou ser rei". 
Tribuna da Fronteira 
UIÁRIO REGIONAL 
FUNDADO EM: 
20/02/1972 
ENEMPLAR: R$ 0,50 
GERENTE COHERGIAL: }k~ria Estela Velnsqucz Pereira ASSINATURAS: 
SECRETÁRIO DE REDAÇÃO: Ub;:ildino Rod::igues SEMESTRAL: R$ 50,00 
1---::------------------lANUAL: R$ 100, 00 
REDAÇÃO, DEPARTAMENTO COMERCIAL E PARQUE GRÁFICO: 
Avenida Tribuna da Fronteira,564 - CAIXA POSTAL - -t< OS ORIGINAIS ENVI/ 
23 - FOSE: (067) 439 _ 1410 - FAX - 
439 
_ 
1544 
DOS À REDAÇÃO NÃO 
BELA VISTA - :!S 	SER,O DEVOLVIDOS. 
OS ARTIGOS ASSINA 
SUCURSAIS 	DOS NÃO REFLETEM NE.	· 	- i-- •	• 	-3 
JARVI:i - André Ávalo CARACOL -sr.ta1 $2 - Aprenda com quem_ sabe. Curso moderno, apostilado e com disquetes. Você 
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Propriedade da Rede Ilelavistense de Jornais - LTDA ABRAJORI 
CGC-MF - 15.513.203/0001/90 
EDITOR: Ivaldo Pereira 
17 
Para can 
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·ore 
ca t 
Pr 
de 
cà ~,

JONAL. TRIHUNA DA FRONTEIRA DIÃllIO Rl(;lOMAL 
BELA VISTA, 26 DE JA 	o 
- 
Rotary e o 
Mercosul 
Rotary é uma Instituição de abrangência verda 
delramente Internacional, ensejando, na 'atual1da 
de, ao rotarianos e rotarianas, momentos de re­ 
flexão, dentro outrnu coiono, oobre o Merendo Co 
mum do Sul, tendo cm mente que ou paísen que coi 
põem o Cone Sul estão, em boa hora, tentando con 
ciliar seus Interesses recíprocos através de uma 
forte integração, objetivando dinamizar e fomen­ 
tar, cada vez mais, nu relaçÕco empreoarinio p~ 
ra o incremento cio desenvolvimento e da competi­ 
tividade interMcionnl, partindo o MERCOSUL, com 
o objetivo pol!tico· de consolidar e implementar 
o projeto de integração doo economias de cada 
pníu-mcmbro, inobstante ou sérios desafios que 
exigem 6Uperoc;;Õo de obstáculos naturais, decor - 
rentes da abetura de um novo mercado, buscando o 
intercâmbio bilateral de experiências e de infor 
moções nas áreas sócio-econômico, financeira, cÕ 
mercial e de estatística, promoção e implementa-: 
c;;Õo de programas técnicos de intercâmbio, cultu­ 
ral, profissional e de livre comércio na área ~ 
mergente do Mercado Comum do Sul, carreando van­ 
tagens aos respectivos países, ao empresariado, 
às profissões liberais e, em especial ao consumt 
dor, cm termos de redução de preço final, e no 
sistema de trocas. Assim, a partir de 12 de ja­ 
neiro de 1.995, destacar-se-á a importância no 
calendário do MERCOSUL, que marcará a entrada em 
vigência de uma zona de livre comércio parcial e 
de uma união aduaneira imperfeita entre os qua - 
tro países, Brasil, Argentina, Uruguai e Para - 
gua1. 
Enquanto que, a união aduaneira perfeita so 
será consolidada no ano 2.006, todavia, antes,em 
2.001, uma série de produtos também terá a sua - 
Tarifa Externa Comum (TEC), Por outro lado, será 
total, em 12 de janeiro de 1,999 a zona de livre 
comércio entre o Brasil e a Argentina. 
Em 1g de janeiro do ano 2.000, teremos a zona 
de livre comércio total entre os quatro países , 
com a inclusão do Uruguai e Paraguai. 
No ano 2.001 ocorrerá a eliminação das listas 
de produtos de exceções em Tarifa Externa Comum 
(TEC). Enquanto que, no ano 2.006 entrara em vi­ 
gor a Tarifa Externa Comum para 24 bens de info! 
mática e centrais telefônicas, consolidando, as­ 
sim, a união aduaneira perfeita entre os outros, 
países. 
Enfim, no 
gios atuais das 
do Fogo. 
~ importante registrar que o MERCOSUL acaba - 
de ser beneficiado com a instalaçao de um cabo 
de fibra ótica, de 23 mil circuitos, facilitando 
sobremaneira as transmissões telefonicas, televi 
sivas e de dados, cuja inovação tecnológica pro­ 
vêm da EMBRATEL, TELINTAR e ANTEL!. ligando Las 
Toninas, Punta del Este e Florianopolis, atingi~ 
do Fortaleza. 
Cabe aos 53 mil rotarianos brasileiros, a0s - 
15.500 rotarianos argentinos, juntamente com os 
companheiros uruguaios e paraguaios, dar,tambem, 
sustentação à nível de clube e distrito, visando 
consolidar o MERCOSUL. 
A Conferencia Distrital proporciona uma exc 	que op lico r 
te oportunfdade para todos os rotarianos e tuas fa 	tiva. 
mfl1as se encontrarem para um período de d!vertf . 	tá-1e 
to e companheirismo. f claro que h multa fnfo1 	cia de 
o rotaria a ser adquirida também. 	é perder u 
Nas Conferencias, um ponto alto ocorre quando o 	1 nt e 
Governador de Distrito apresenta o Representante 	novo. Lenbr 
Pessoal do Presidente,O Representante é a pessoa to ó ter u Conferência pe r- 
que escolhi para comparecer à Conferencia em eu tabê fizer rua parte. 
lugar. Ele é a pessoa que leva a mensagem e divulga As Conferencias variam batante nas diferente 
as mais recentes informações sobre Rotary. partes do mundo. Em .lgumas parte a ênfane & n 
Defxe-me enfatizar que o representante é uma esco sesuão plenária tando todos presentes.Em outras 
lha pessoal minha, e esse é um dever que levo muito o banquete parece ter ura importância ator. As 
a sério. Para escolher a melhor pessoa, eu pesquiso Conferencias variam, durndo de um a três d1as. Al 
cuidadosamente as características da Conferência guns dftritos sempre fazem sua cónfer@neta em lu­ 
planejada, e então tento Indicar um ex-governador - gares turísticos longe d sua própria irena. 
que se encaixa perfeitamente com o Distrito. Frequentemente, essa última ação requer permia- 
Recentemente, um Governador de DItrito escreveu são special do Presidente. 
uma carta paro Evanston, na qual dizia:"!'. claro que Muitos distritos preferem realizar o evento na 
sei que Bill Hintley não escolhe o representante - cidade mm que vive o Governador, e pedir ao clube 
pessoalmente.,. "Posso assegurá-los de que o faço. local para ser o organizador, O perigo aqui é que 
tê mesmo a carta de convite começa com as palavras a coordenação da conferencia pode ser conf1ada a 
"Eu pessoalmente o escolhi".. 	sócios que não tem grande conhecimento do que é 
Qual é então a tarefa de meu Representante, e co real·nte necessário. 
mo ele pode fazer o melhor uso das três grandes o- Os custos da ConferênHa também variam. Voce 
portunidadcs que tem de falar na Conferência? ta:nbém pode encontrar um ~•,trito que apresente 
Peco ao Representante que apresente um discurso profissionais na área de entretenimento, especial­ 
de importância, preparado especialmente para a oca- mente contratados com uma considerável d~spesa. Ou 
sião, baseado no tema "SEJA AMIGO". Em segundo ly tros usam os talentos dos rotarianos locais. U~ 
gar, ele deve fazer um breve discurso sobre as ma- característica prazerosa de muitas con(erêncinu é 
is recentes informações rotárias e, por Último, tem o alta qualid.'.lde dos oradores convidados. Em ou­ 
a oportunidade de apresentar algumas conclusões. A- tras palavras, deve haver alguma coisa para todos. 
lém de falar, espera-se que o Representante e sua Estou certo de que na Conferência Distrital é 
esposa compareçam a todos OE trabalhos e aos aconte de primeira qualidade, e completamente desfrutá 
cimentos sociais. 	vel. Se, entretanto, voce acredita que ele pode me 
Por acreditar que o papel do representante é tão lhorar de alguma forma, suas sugestões serão cons} 
importante, peco a todos aqueles a quem convidar P.!! deradas pelo Governador e sua equip
0
e, 
ra aceitar somente se acreditarem que podem verda - "SER AMIGO" é a maneira mais evidente de demonE_ 
deiramente preencher os requisitos que acabei de ex trar interesse na qualidade da conferência Part1c1 
plicar. 	pe e apóie o Governador. Leve sua família, e incen 
Essas palavras mostram que tenho um cuidado mui- tive seus companheiros o fazerem o mesmo. 
to especial com a minha parte na organização da co~ AÍ então voce poderá dizer: 
ferência. É, portanto, desapontador quando o Repre- "Si, eu participe!!", 
Patrulheirismo 
HISTÓRICO 
O Projeto Patrulheirismo foi implantado em 1.962 
na Comarca de são Carlos, Estado de São Paulo, por 
iniciativa do Dr. Marino da Costa Terra, então Juiz 
de Direito que acumulava as Varas Civil, penal e de 
Menores daquela Comarca, 
Dr. Marino procurou enfrentar o problema do me­ 
nor desassistido combatendo-o em suas fontes, avali 
ando ser mais importante fazer um trabalho preveni 
vo, evitando que o menor chegasse à condição de ré~ 
em um processo que o marcaria para o resto da vida. 
Entendeu, como solução dar ao adolescente uma orien 
tação educativa, contando também com o apoio da co­ 
munidade e, mais tarde, dos familiares dos menores. 
O Patrulheirismo foi sendo estruturado, elaboran 
do um programa educacional próprio, pautado numa fi 
losofia de educação direcionada ao campo da assis­ 
tência, promoção social e formação educativa de cri 
anças e adolescentes, mormente aqueles com dificur- 
• dades de acesso a recursos sócio-econômicos. 
FILOSOFIA 
A prática do Patrulheirismo objetiva dar as condi 
çÕes de segurança e apoio de que o adolescente nc 
cessita para dar vazão ao seu potencial criativo,pa 
ra o conhecimento de suas habilidades e seu conse - 
quente desenvolvimento. 
Visa dar ao jovem uma oportunidade maior para re 
Drogas:/ Copacabana ultrapassa as O0 favelas do flexão sobre seu cotidiano, debatendo-se com esse = 
Rio - Nas dez maiores capitais brasileiras, o nume as noções de "direito e dever", tornando-o um indi­ 
ro de estudantes secundários que usaram cocaína au víduo mais participativo e consciente, junto à cole 
mentou 717, no período de 1,989 a 1.993. Numa uni- tividade. 	- 
ca noite em Copacabana (um dos bairros mais ricos A estratég:b. de ação dessa filosofia tem por ba 
do Rio), em determinados locais vende-se mais dro- se o trinômio - Educação - Recreação - Trabalho. 
gado que em todas as 400 favelas cariocas somadas Através da Educação, são dados os primeiros pas­ 
onde se alojam quadrilhas de narcotraficantes. Uma sos do jovem dentro da obra, onde são avaliados to 
juventude drogada·é uma juventude infeliz e ruma - dos os fatores que colaboraa: na formacão do adoles 
para sua autodemolição. (ABIM) 	centc: conhecimentos adquiridos no lar, na escola no 
-b (PE) 1 grupo de amigos, etc., visando além de "informar" , 
Rato C
omo al:illlent.ol 1- Em Timb_au a , a guns - 
o fortalecer hábitos e atitudes sadias. 
=ecolhedores de lixo chegam ate a comer ratos. ra, 
1 di t mi 
A Recreação objetiva dá não somente a expansão e 
esses animais são repelentes e a em _sso rans ~ 
b i Co 1 
i ifi o divertimento, mas também o respeito à vivência 
.:ores de terrível peste bu on..ca. me-..os s.gn _ 
ca um atentado contra 
O 
asseio e ate o bom senso,e grupal e a disciplina, além de garantir um espaço 
minho para coisas piores. Nao se trata de "ser criança" de forma assistida. Através de ati 
pdrepara 
O 
b~a a de fome mas de cultura e civiliza- vidades cooperativas, gincanas, jogos, etc., o ado-: 
e um pro em ' 	lese ente aprende espontaneamente um sentimento. de - 
ção. (ABIM) xssk++kkk9 k #k #+ kwkk#kkftkttk#iwki colaboraçao, unidade e respeito mútuo. 
*******""***** 	• 
ANUNCIE E VALORIZE O JORNAL DK SUA_CIDADE 
ano 2013 será o fim dos privilé- 
Zonas Francas de Manaus e Terra 
NOTÍCIAS BREVES 
Você já participou 
e t «a m 
O aspecto Trabalho é un complemento das outras 
etapas educativas, continuando o adolescente sob o 
rientação do CAMP (Círculo de Amigos do Menor Pa 
trulheiro), realizando, enquanto patrulheiro edu­ 
cando, um treinamento educativoª estágio em empre 
sas colaboradoras convenindas ao programa sócio-e-: 
ducativo da entidade. 
Essa vivência proporciona ao jovem unir teoria 
e prática, "experimentando" o uníverso profissio - 
nal, de modo assistido e orientado, o que vem a 
favorecer a sua auto-seleção vocacional. Ao mesmo 
tempo, dá-se o esse cond içÕes par a, inclusive, cus 
1
_ 
tear seus estudos através de uma Bolsa de Estudos- ' 
eliminando assim uma das causas da evasão escolar. 
Não necessariamente o adolescente que ingressa no 
CAP é, encaminhado a este aspecto do trinômio de 
ação, Sua participação no estágio supervisionado é 
de opção sua e de seus familiares e, de acordo com 
suas condic;;Ões de estudo e possibilidades, e desde 
que a entidade tenha obtido condições de estágio - 
compatíveis, juntoa uma empresa colaboradora. Den­ 
tre essas condições, incluem-se os aspectos de se 
urança, saúde, supervisão CAP - epresa, e bene­ 
fícios como auxílio - transporte e refeição.Fira- 
se com as empresas um termo de colaboração ao pro­ 
grama sócio-educativo da entidade. 
Procura-se avaliar com o jovem a dinâmica que 
envolve a vivência profissional, para que esse te- 
nha condições de fazer uma escolha consciente, me 
diante o acompanhamento do CA.11? ou media:ite sua 
busca individual; todos os procedin:entos dentro da 
entidade visam dar-lhe condições para, em qualquer 
area que esse vier escolher enquanto _fucuro profis 
sional,o adolescçnte tenha meios de crescimento de 
foma sadia e satisfatória. O objetivo é prepará - 
lo para a vida, 	~ 
Promove-se o acompanhamento escolar dos patru - 
lheiros-educandos, na rede de ensino foral, sendo - 
pre-requisito para ingresso no programa patrulhei­ 
tismo, a frequência e dedicação aos es t·udos regula 
res. Auxilia-se na busca de vagas na rede de ensi-: 
no público, caso necessário. O Curso Básico reali­ 
zado na entidade é complementar ao ensino foral , 
sendo ensino "Suplementar", como Curso de Supriren 
to. A obra é essencialmente educativa e de preven­ 
çao. 
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JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 
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10A! DA 0N1II 1 »1RIO REGIONA! 
1.95 
GOVERNO INTERIOR DEIX 
R$.62 MILHÕES NO SETOR 
Uma d[vida de R$ 62 milhões, referente a 20 kI 
1metros de pavimentação asfálttca realizada e não 
paga pelo Governo anterior é mals uma herança pesa 
da que o Governo WVIlson Barbosa Martins terá de e­ 
quactonar para poder retomar o programa de Investi 
mento no setor rodoviário. Um levantamento realiza 
do pela Secretara de obras revela que, de un to - 
tnl de 1,648 kl@metros (337) e deixou 437 deste 
total para a atual Administração pagar. 
Das 38 frentes de trabalho lançada o governo 
anterior concluiu apenas três, deixando 35 obras de 
pavimentaçao Incompletas e mesmo não Iniciadas,com 
grandes prejuízos para os Municípios que ser inm 
bene[Jclodos e pnrn o bolso do contribuinte. Somen 
te para concluir estas obras contratadas, o Secre- 
tárfo de Obrns, Ricardo BachR, uvalin que será 
necessário investir mnis R$ 247 milhões, além de 
quitar a divida vencida de R$ Estado, o que reve - 
la, segundo Ricardo acha, que a Administração an­ 
terior lançou obras num volume muito superior n cn 
pecidade de pagamento do Estado. 
Em função do lançamento e início de dezenas de 
obras de pavimentação ao mesmo tempo, sem recursos 
para honrar os compromissos, o resultado só pode - 
ria ser a não conclusão de quase nenhuma destns ~ 
bras. 
Esse é o coso, por exemplo, da Rodovia que ligo 
Sidrolândia n Marncnju, que dos seus 86 quilôme 
tros de extensão teve quase 70 quilômetros executa 
CILQTE DE 
RODOVIIRIO 
DE ooaç 
CUMPRIU 
DE 
TIS 
O Projeto de doação de cosas implantado pelo 
Governo anterior não cumpriu o meta estabelecido , 
deixando de atender mais de 507 do Programa de Des 
favelnmento, dentro da previsão de donr 4.675 ca:: 
ses, sô na Capital. 
No interior, de um total de 13.250 unidades do 
Programa, foram concluídas efetivamente apenas 187, 
ou seja, 2.325 casas. 
Os dados, fornecidos pela Companhia de Desenvol 
vimento Habitacional Urbano (CDIIU), revelam que o 
investimento previsto para as casas da Capital foi 
de aproximadamente R$ 11 milhões e cerca de R$ 27 
m~lhÕes seriam gastos com o programa do interior , 
so com material de construção. 
Dentro do Convênio estabelecido para a constru­ 
çao das Unidades nos Municípios, entre a Secreta - 
ria de Habitação e Desenvolvimento Urbano (SDHU) e 
a CESP (Companhia Energética de São Paulo) - que 
aplicou recursos como indenização ao Governo do 
Mato Grosso do Sul pela inundação que ocorrer com 
a construçao dn Usina Hidrelétrica de Porto Prima­ 
vera - entraram para os cofres públicos (segundo - 
dados de Jl/12/94) R$ 5,4 milhões, dos quais apenas 
~ 
sva 
dos, restando apenas a pavimentação de l6 qu!lime­ 
tros. Parn concluir ~stn obra bastaria apenas no 
Governo ,rntt>rlor niio ter iniciado outras que tive­ 
ram trechos de apenas 10 a 15 quilômetros pavimen­ 
tados, sem utilidade concreta m função disso, 
Apesar de estar somente 807 concluída, a Rodo - 
via S!drolndla/Maracaju foi Inaugurada offcfalmen 
te (pelo Governo onterlor). O mesmo procedimento , 
de ianugurar obras inacabadnR, [oi adotado no caso 
das Rodovias Bela Vista/Jardim (827) e Jardim/Por­ 
to Murtinho (58Z conclu[da), O trecho que liga Bo­ 
nito n Gula Lopes, que teve apenas metade de seus 
64 quilômetros pavimentados, só niio foi oficialmen 
te ianuguroda porque a chuva tornou o trecho inacã 
budo tntransitôvcl, 1mpedIndo a passagem da coitt 
va governamen tal. 
DEFINIR PRIORIDADES 
Pavimentação asfálcica inacabado e uma dívida - 
de R$ 65 milhões não foram as Únicas heranças de.!_ 
xadas ao atual Governo. 
Enquanto lançava obras de asfalcaoento, a Adi­ 
nistroçao anterior praticamente nada fez para man­ 
ter Rodovias e pontes em condiçoes de uso, causan­ 
do transtornos e prejuízos para os motoristas. • 
Devido aos probleas con a falta de anutenção, 
agravados com cerca de 12 dias de chuvas no início 
do ano, o Dersul está hoje com 40 frentes de obras, 
recuperando os pontos considerados cais críticos, 
atraves de revestirento priãrio, "dando condições 
de trafego, principalmente nas regiões de· lavou - 
ras", disse o Diretor do órgão, Evandro E i f_a 
ustino Dias. 	ur co 
à 	Ele lebrou que o Departaento encontrou ua si 
a"" 
EDUCªçlo E 
tuaçao bastante crítica, "Estamos CD:ll 40 frentes: 
de obras e temos 15 pontes que preci f i 
tas", disse. 	sam ser re e - 
Destacou que a grande maioria d ( d 
de madeira) d vid - - as pontes to as 
LHOES DE REI S 
- - ' e 
O 
as pessimas condições obrigou 
o orgao a interditar rodovias. 
Sao os casos do trecho entre Três Lagoas/Alto - 
Sucuriu (tres pontes interditadas) S g Ri /A 
- 	, antn ta ra·, 
- 	pua una ponte, a outra já foi cons« - 
lina/Fátima do Sul (duas ertada), Crist! 
estivesse totalrente ir de (uma ponte), além , Pontes), Rio Negro/Rio Ver 
regular junto ao Minis de/Paeleira, que o- q ue liga capo Gra­ 
cério da Educação. • di -d 	per gos e pode ser inte_r 
ta a. Para recuperar os pont, { 
l 
os cr ticos o Der - 
su estima um investimento inicial d • 
e R$ 700 oil- 
Na área de educação , sos com empreiteiros 
a dívida encontrada pe- estudantes e a opinião 
lo Governo Wilson Mar - pública. O çnus mais pe­ 
tins inviabiliza o se - sndo sobrou para as famí 
tor num curto prazo. O lias, obrigadas a enfre 
Estado deve às empreitei tara maratona das filas 
raso montante de Rs 2 a disputa por vagas. 
milhões e 24 mil, A Os responsáveis dire­ 
maior porte foi gasta o tos pela educação, os 
com a construção dos oi· professores, por suo vez, 
centros da Universidade desafiaram a fome trabn- 
Estadual (UFMS): l mi lhando pelo maior arro - 
1ão 395 mil reais. O cho salarial (piso de 
restante são débitos re- 0,SZ do salário mínimo) 
ferentes a reforma, am - de sua história. Na pri­ 
pliação e construção em mcira gestão de Wilson , 
Escolas na rede Estadu - o piso atingiu 3,5 salá­ 
al. Segundo levantamento rios. 
do DOP, o Governo vai - De acordo com O DOP, 
ter que desembolsar mais das l7 obras lançadas na 
R$ l milhao para con - rede escolar, 13 estão 
cluir O que falta. inacabadas, sete delas 
Apesar da divulgação com menos dn metade. A 
exaustiva, o Governo an- Escola 11 de Outubro, em 
terior alem de nao cons- Carpo Grande, é uma en "­ 
truir mais salas de aula·' tre os que tiveram ape _ 
que os outros ainda dei- nns 20% do obra executa­ 
xou de honrar copromis- da. 
Durante a reunião realizada com o conjunto do 
secretariado, Wilson Martins afirmou que o Caverno 
vai avaliar a possibil~dode de retomar parte dcs - 
tas obras, visando concluir as Rodovias que falcoe 
poucos quilômetros pnra completar o pavimentação. 
De acordo com Wilson esta definição de priorida 
des será feita ouvindo as comunidades interessadas 
e levando em conta a posição estratégica desta Ro­ 
dovia pnra o escoamento da safra. Outro problema 
que será avaliado pelo Governo é o das oito obras 
de pavimentação contratadas e que não foram inicia 
R$ 1,.3 milhão foi repassado aos Municípios. O sal­ 
do, neste caso, seria de R$ 4,l milhões. 
I.NVASÃO 
A situação deixado pelo Administração anterior 
provocou a invasão de 985 fnmílins no Jardim das 
Hortências (Aero Rancho), uma área de 47 hectares 
entre as cinco do Programa .de Desfavelamento da 
Capital. 
A decisão do atual ~overro para dar início à so 
luçao do problema criado foi realizar, através da 
CDl!U, um levantamento entre os famílias invasoras, 
para identificar as que forem contempladas pelo Go 
verno anterior. 
As infonnaçÕes a respeito da invasão dão conta 
de que há dezenas de famílias não con,empladas nos 
254 lotes com bases já construídas no Jardim das 
Hortêncins e que, na mesma região, 7]3 famílias in 
vadiram terrenos não aprovados pela Prefeitura,se 
qualquer infra-estrutura. Para ambos os casos, a 
CDHU encaminhou a Secretaria um levantamento com - 
pleto, para que sejam tomadas as devidas provi - 
dências. 
Dos oito centros da _!!., 
niversidade iniciados,!!. 
penas dois foram entre 
gues prontos. Os restan­ 
tes estão com as obras 
entre 65 e 957 da conclu 
sno. 
Uma informação sobre 
a UEMS 
EDUCAÇÃO 
das pelo Governo anterior, c o é o cavo da Rodo - 
vLa Campo Grande/Santa Kfta do Pardo, que nao tem 
suquer o seu leito natural L:plantado. 
O Governador Wilson M rtins vai avaliar m 
a situação do conjunto de obras de pavimentaçao 
que está sendo realizado pela Cesp na regiao dos 
Munfcfpfos de Anaurflandfa, Batalporà, Bat iguassu 
e Brasllãndfa, à título de Indenizaçio ao Estado 
pela Inundação de terras ocasfonadas pelo lao da 
Usina de Porto Primavera. O reltôrlo da Secreta - 
rio de Obras rev la que, apesar do acordo feito 
entre os Estados de São Paulo Mato Grosso do 
Sul, apenas 45, de um total de I42 qufl@metros, fg 
ran de fato pavimentados pela Cesp. Considerando - 
que estas obras estão sendo realizadas aeo ônu 
para os cofres públicos locais, • de grande inte - 
ressedo Govemodor garantir o aceleramento de pa­ 
vimentação destoa Rodovias. 
QUADRO GERAL DA PAVIMENTAÇÃO DE RODO'IAS: 
KM CONTRATADOS: 1.648 
VALOR CO!'lTRATADO: R$ 392 MILHÕES 
KM EXECUTADO: 560 (J3%) 
VALOR PAGO: R$ 83 MILHÕES (21% DO TCYrAL) 
EXECUTADO E NÃO PAGO (D!VIDA): R$ 62 MILHÕES 
SALDO À EXECUTAR: R$ 247 MILHÕES 
PRINCIPAIS OBRAS INCOMPLETAS. 
TRECHO CONTRATADO EXECUTADO % DIVIDA 
Sidrol.ãn/ 
dia/Maracaju 861cm 68km 80% 5 milhões 
Parai.so / empadão 
do Sul Slko 29km 57Z 1, 6 mllh.io 
Bela Vista/ 
Jardim 90 km 74km 82% 1, 7 milhão 
Bonito/Guia 
Lopes da Laguna 641cm 43km 677 4,2 milrões 
Jardim/Porto 
Murtinho 173km 101km 597 2 21lhes 
Rodovias sem Manutenção, 
outra herança encontrada 
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de 
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Direito de Todos!! 
causou espanto en 
tre os Secretários, du = 
rance a reunião com o Go 
vernador, na ültia quar 
ta-feira. 
A Unespe (Universida- 
de Estadual Julio de Mes 
quita Filho), considera: 
da entre os de exceln - 
cia do pais, te apenas ' 
12 centros, enquanto a 
Universidade Estadual 
te 16. 
A primeira distorção 
encontrada na Universida 
de - e corrigida peló 
Governo - foi o fato da 
ex-reitora ter sido no - 
meada definitiva no car­ 
go, embora a instituição 
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JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 
DIÁRIO REGIONAL 
SIÔDE PRIORIZA POLÍTICI 
MODERNI· DE ITENDIMENTO 
r 
Sem investimentos na assistência à saú- menos saldadas. Além disso, a falta de in­ 
de nos Últimos quatro anos, o Estado en vestimentos no setor,de pessoal, inviabili 
frenta neste momento, sérias dificuldades za o funcionamento de unidade como o Hospi 
no octor da oaúde pública. A situação se -- tal Geral· de Campo Grande, Santa Cao de 
agrava ainda mais, na medida cm que O Go Dourados, Hospital do Câncer e ainda 10 - 
vorno herda da administração passada uma - hemocentros e ll unidades mistas de saúde, 
divida em obras que foram executadas no que foram parcialmente edificadas, restan­ 
montante de R$ 21 milhões 460 mil. Este - do ainda para a operacionalização a conclu 
quadro foi apresentado pelo secretário Nel sao e aparelhagem. 
son Barbosa Tavares ao governador Wilson :;: Em 19 municípios do Estado, incluindo - 
Martins, de quem recebeu a incumbência pa a Capital, a administração anterior deixou 
ra priorizar a elaboração de uma política- oem concluir um total de 20 obras no setor 
de saudc moderna e, sobretudo oimpática à de saúde. Além da divida de R$ 21 milhões 
população. 	460 mil, o atual governo teria que inves - 
Para tanto, o Governo investe agoza na tir, apenas no término dessas obras, mais 
democratizaçao dessa política, levando ao R$ 10 milhões 560 mil. o secretário Nelson 
conhecimento da sociedade os principais - Barbosa Tavares ressalta que em todas elas 
problemas enfrentadqs pelo setor, princi - serão necessários, também, investimentos - 
palmente no que diz respeito • às dívidas em equipamentos e pessoal para a operacio­ 
contraídas com obras na gestão passada, e nalização assistencial, como determina a 
que não chegaram a ser concluídas, muito - .política administrativa do Governo Wilson 
WILSON INICIA 
REVISÃO DA UEMS 
O Hospi a! Gera de campo Grande exem - 
pli ica o quadro apr ent do ao gover dor. 
A administração pe sada contra.ou obr 
pelo valor de R$ 43 milhões 629 mil (ape - 
nas a edificação do prédio),'tendo p4go 'R$ 
29 milhões 22 mil. Ao d ixar o cargo, a 
adninistravão passada ntregou a obr com 
959 concluíd e um débito de R$ 12 milhÕ ~ 
219 mil. Para concluir a dificação do 
llospi al Geral,• o atu l governo terá que 
aplicar mais R$ 2 milhões 181 mil.Moeu re- 
1 a tório, o secretário 'Tavai s lembra que serão ne 
cessãrios ainda invest. tos na ordem de R$ 16 mi­ 
lhes em equipamentos par coloar o Hospital em [un 
cionarrento. Esse total,soado zos R$ 12 milhões 219 
mil,equivale ao volume de rursos que foi in stí­ 
do no prédio pelo governo passado.Além disso, par 
equipar e ativar os 1.400 leiton projetados, neri:io 
necessários invest.i.rrentos da ordem de R$ 40milhões. 
d 
CiOVERNO PRIORIZA ENSINO BASICO 
Se nos anos anteriores a educação públi 
ca esteve relegada, desta vez reassume seu 
lugar de destaque na administração de Wil- 
A Universidade Estadual vai ser aprimo- son Martins, como acontece em ãmbito fede­ 
rada dentro dos próximos quatro anos. Aral. A política educacional, voltada para 
revisão em seu projeto pedagógico já come- o ensino fundamental, terá o mesmo trata - 
çou. A primeira medida tomada nesse senti- mente que recebeu na primeira gestão. 
do pelo governador foi nomear uma reitora Ao final da reunião com o secretário,na 
"pró-tempore", qualificada assim enquanto última quarta-feira (18.01), ele colocou a 
a instituição não for devidamente autori- educação como prioridade, ao lado da saúde 
zada pelo Governo Federal. 	e da recuperação das estradas. Para levar 
A reformulação vai seguir orientações - avante seu projeto, o governador quer con­ 
de uma consultoria técnica e terá a parti- tar com a ajuda da sociedade. A intenção é 
cipacão da sociedade. O secretário de Edu aprimorar a gestão democrática do ensino, 
cação, Aleixo Paraguassu Neto, anunciou - envolvendo de fato a comunidade. Com as or 
"que este ano não haverá novos vestibula - ganizações sindicais de trabalhadores em. 
res. Nem outros novos cursos serão criados, 
até que os já existentes sejam regulariza­ 
dos. "A UEMS será reestruturada, mas não à 
custa do ensino fundamental, que é voltado 
para as classes menos favorecidas", sen - 
tenciou Paraguassu. 
o Governador Wilson Martins manifestou 
sua vontade de ver a universidade consoli­ 
dada, voltada para o desenvolvimento econ2 
mico, científico e tecnológico do Estado. - Retomar os inves 
"Queremos um povo preparado, culto, que te timentos nas áreas­ 
nha em alta a ciência e a tecnologia",afir da educação saúde 
rnou. 	e recuperação de 
Desde a campanha, então candidato ao estradas. Esta ê a 
Governo, Wilson garantiu rever a implanta- intenção do Governa 
cão da UEMS - que acabou transfonnadl. em dor do Mato Grosso­ 
polêmica pelos adversários. Mesmo assim do Sul, Wilson Mar 
sustentou sua posição e como governadores tins, anunciada na 
tá ... honrando o compromisso. 	manhã de (20.01) ,du 
Defesa Civil emia cesta de #E±#.±± 
20 escalão. Ele en- 
1
• t desabr·1gados fatizou que º traba 
aliem1OS 3 	tt5ã 
Pela enchente
. "--, ra reverter a grave 
g crise que assola o 
Estado em face de - 
·dívidas deixadas pe 
la administração - 
passada. 
Para o governo - 
do Estado, o siste­ 
ma de saúde terá 
que sofrer algumas 
modificações em ca 
ráter emergencial 
Estudos visando o 
fim das filas e a 
possibilidade do u­ 
_ suário marcar con 
·sultas pelo télefo::­ 
ne, já estão em ,an 
Os desabrigados pela enchente em Porto 
Murtinho (480 Km da Capital) e Anastácio - 
(127 Km) estão recebendo as cestas básicas 
enviadas dia (20.01), pela Coordenadoria - 
Estadual de Defesa Civil. São respectiva­ 
mente 100 e 40 para as famílias cadastra - 
das nas duas cidades. 
o mantimento faz parte das ações emer­ 
genciais de ajuda que o Governo do Estado 
está prestando às populações desalojadas - 
pela última cheia dos Rios Paraguai e Aqui 
dauana através da Defesa Civil e de outras 
secretarias. As cestas são suficientes pa­ 
ra alimetnar as famílias durante um mês. 
Governo vai Recuperar Eficiência 
de Educação, Saúde e Estradas 
FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES CO~ERCIAIS E INDUSTRIAIS DE MS 
ALERTA AÔS EMPRESÁRIOS 
A Federação das Associações Comerciais e Industriais de MS e a Asso - 
ciac;ão Comercial de Campo Grande, vem à público alertar aos Empresários· 
para a cobrança indevida efetu~da, indistintamente, a todas as empresas 
de nosso Estado, pela Associacao Coercial e Industrial do Brasil, medi­ 
ante a emissão de Ficha Bancaria de cobrança. 
Essa entidade não tem cunho sindical e tão pouco representa as epre­ 
sas sulmatogrossenses, visto que nenhuma delas sao filiadas à referida - 
entidade. Colocamos para tanto, nossas assessorias jurídicas à disposi _ 
ção dos Srs. empresários para maiores esclarecimentos ao mesmo tempo em 
que informamos já termos procedido a interpelação de tal entidade. 
VACNER S. MARTINS (Pres. FACIMS) NELSON HACIF (Pres. A.C.C.G) 
Bela Vista-MS., 24de Janeiro de 1.995 - Passaos is ãos de V,S3 Docuento alertando a 
os senhores _empresários de cobranças Indevidas que circula e nossa cidade diante for-­ 
luios bnncarios de cobrança. BRUNO CAUAt;O BRM'DÃO (Prcs. Assoe. Coe. 'de BcJn Vista) 
damento pelos técni­ 
cos do sistema esta 
dual de saúde. "A po 
pulação necessita de 
um tratamento de ci­ 
vilidade", explicou 
o governador, defen­ 
dendo ainda uma polí 
tica de melhoria sa­ 
larial para os médi­ 
cos que prestam ser­ 
viços para a comuni­ 
dade. 
Ressaltando o pa 
pel do professor na 
formação da socieda­ 
de, tornando-a mais 
digna e desenvolvi - 
da, o governador fa 
lou dos avanços que 
já vêm ocorrendo nos 
primeiros dias de 
sua administração. A 
democracia,fundamen­ 
tada no diálogo, foi 
lembrada pelo chefe 
do Executivo Estadu­ 
l "Os bons tempos - 
estão de volta. Ja 
mais fugiremos às 
responsabilidades de 
discutir a situação 
dos professores a 
partir da sua própri 
a categoria". - 
.Wilson Martins 
disse ainda, que os 
indices de reajuste 
M rlinr,. 
Hos ital Geral 
educação, cs canais de discussão já então 
reestabelecidos. A Secretaria de Educação, 
por sua vez, depois de um minucioso diag - 
nósticc da situação, apontou medidas para 
resgatar a escola pública.As soluções es­ 
tão destrinchadas num documento intitulado 
"Diretrizes de Governo". A educação foi di 
vidida em quatro temas: acesso à educacão­ 
básica, sucesso escolar/aprendizagem, pro­ 
fissionais e gestão da educação. 
O estudo faz um detalhamento das neces­ 
sidades de obras. Entre elas a conclusão - 
das C0:1Strucões, reformas e ampliações ina­ 
cabadas, além da construção de oito estabelecirrentos 
na Capital e e:n Municípios do interior; salas de aula 
(72) ,ampliação (104Je adequação cam infra-estrutura. 
para o magistério es 
tão sendo analisados 
pelas secretarias de 
Administração, Educa 
cão e Fazenda, em - 
conjunto com repre - 
sentantes do profes­ 
orado. 
"Tenho confiança 
ro destino de Mato 
a recuperação dases 
tradas. O Departamn 
to Estadual de Estra 
das e Rodagens (Der­ 
sul) e o Departamen­ 
to de Obras Públicas 
(DOP) estão fazendo 
levantamento para ve 
rificar as áreas 
,mais atingidas. 
:a 
-. 
:e 
-- 1-. 
Grosso do Sul". Com 
esta frase o governa COMPLETANDO A-EQUIPE 
dor do Estado ressaI Com a posse de ma 
tou o desejo de tra is cinco importantes 
balhar pela supera nomes do 20 escalão 'l- 
cão das crises. Ele Wilson Martins prati 
apontou o setor a- camente completa a 
grícola como princi- equipe de auxilia 
pal alavanca para a res. Na solenidade 
retomada do desenvol foram empossados: - 
virrento e a diminui= Benedito Odacir de ! 
cão dos problemas s2 Rezende - Procurador 
ciais.Para Wilson Geral da Defensoria : 
Martins, o aooio ao Pública do Estado,osª ~ 
homem do campo, com aldo Vieira de An • 
financiamentos e to- drade - Diretor Ge - 'E 
do tipo de informa - ral da Academia Esta 
cão necessáia, cons- dual de Segurança PG 
titui-se numa 'obri- blica, Nelly Bacha 
gaçao primordial que assessora espec · 
1 
,e 
qualquer governanté". valdir shieue.sj,' 
Para facilitar o roma - Diretor-Ad'uh 
escoamento da safra to do Previsul 'h-- 
• 	_ - e o 
agricola, o governo índio terena, Ev6 
do Estado estara adQ dia Vargas na 
tando medidas emer -, Sub-Secretaria - · 
seneiais com a fi-+ cial p/ As?s ' 
naliclac:le de promover Indígenas. os  
1 
I- 
CLÍNICA CONSULTÓRIO MÉDICO 
ODOHTOLÓCilC·o FARMACÊUTICO 
. . 	,,- 
.RUA: DR.COSTA MARQUES , 809 - TEL: 287 - 1217 
PORTO MORTINHO - MS 
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DIÁRIO REGIOAL. 
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EM ASSEMBLÉIA GERAL DA ASSOCIAÇÃO DO BAtRRO ÁGUA DOCE 
FOI PROPOSTA MUDAH(AS NA ADMINJSTRAÇAO DA OLARIA 
clonárfos, multas vezes sem ter recur 
os para Isso e obrigando a Prefeitu­ 
ra a fnJetar recursos na entfdade,se 
nenhum retorno para a comuntdade, 
PREFEITO 
SECRE ÃRIO P OPÕE MUDAN AS 
NA ADMINISTRACÃO DA OLARIA 
A Associa,ao d Pequeno Produto - 
re do Bairro kgua Doc, , uma das mais 
ant la da nossa cidade, realizou no 
,íLL1mo dia 21 i, Lnrde, sóbndo, uma A!!_ 
embléfa geral que fof convocada pelo 
Prcaldnntc dn untldndr, Ciro Perclrn 
e que contou com as presenças do Pre­ 
feito Municipal Abraão Zacarias, do O Prefeito Municipal Abraão Zocnr 1 
Secretárfo de Promoção Social João Ka as, dirigindo-se aos moradores, explf 
ltfe, que atua diretamente Junto as cou que nesse Inc1o do terceiro ano­ 
Asoe fações de Bairros, Vereadores - do eu mandato decidiu adotar uma pos 
Marcos Elias Klos da Cruz e Israel tura de ator responsabilidade nas 
Chamor ro da Rocha, que é 1 (der Comunl coisas administrados pelo poder pÚbll 
tãrfo do lalrro Água Doce, além de I- co Municipal, frisou que vêm lutando 
númcro:; morodor n e Diretores dn Asso muito para que a Associaçiio de Morndo 
e1ação. Na pauta da Assembléia Geral res do na Irro Água Doce safa da situa 
cntnvn n preotoçÕo de contas da atual çio em que hoje se encontrn, pois j1 
Diretoria e também a apresentação de se passara sete anos de existência - 
chapas que d sejam concorrer à elel- da Olaria da Entidade, o!J maquinários 
ção para a composição da novo Direto estão ficando velhos, as instalações 
rio dn Associação do Bairro Água Do:: físicas já estão bastante deteriora - 
ce, que será realizada no próximo dia das e até agora nenhum resultado con- 
29, domingo, no sede do entidade. ereto foi obtido em favor da comunidn 
de do Bairro Água Doce. O PrefeitÕ 
ressoltou que na reunião com os pre - 
tendentes à Presidência do Associação 
de Pequenos Produtores do Bairro Água 
Doce, que contou também com as presen 
ças do Secretário de Promoção Social­ 
João Kalife e do Vereador e líder - 
Comunitário do Bairro, Israel Chamor­ 
ro da Rocha, foram colocados e discu­ 
tidos alguns pontos fundamentais para 
a implantação de uma nova dinâmica ad 
ministrativa na olaria, visando acim::i" 
de tudo a evolução e o fortalecimento 
da Associação de Moradores, tornando­ 
a de uma vez por todas independente - 
dos favores da Prefeitura e auto-sufi 
ciente na sua produção de tijolos. 
Partindo desses princípios o Pre - 
feito Abraão Zacarias assinalou que o 
objetivo principal dessas mudanças 
que estão sendo propostas, é fazer 
com que a Associação de pequenos pro­ 
dutores do Bairro Água Doce realmente 
venha a beneficiar os moradores do 
Bairro, cumprindo com os seus princí­ 
pios básicos, "porque até hoje, sem 
querer culpar esta cu aquela Direto - 
ria anterior, nada disso aconteceu" , 
afirmou o Prefeito. 
Abraão Zacarias, em suas palavras, 
também deixou claro que a Prefeitura 
Municipal, através da Secretaria Muni 
cipal de Promoção Social, vai dar ma: 
is um crédito à nova Diretoria a ser 
eleita e continuará ajudando e inves­ 
tindo na Olaria da Associação, mas 
deixou claro que é necessária a imple 
mentaçao das mudanças apresentadas pe 
lo Secretário João Kalife. "Vamos pa~ 
ticipar ativamente, mas é necessário 
que haja o respaldo devido, coso con­ 
trário a Prefeitura será obrigada a 
retirar sua participação na produção 
da Olaria, porque nós não podemos gas 
tar o dinheiro público em programas­ 
que nao tenham o retorno em prol da 
sociedade, ou de uma comunidade em ge 
ral" salientou o Prefeito e complemen 
tou: "isso aqui é de vocês, é do Bair 
ro Água Doce e a Prefeitura não pode 
dispor de suo estrutura, transportan­ 
do barro, lenha, arcando com custos - 
de combustíveis e outras despesas,sem 
que haja um resultado positivo, não 
para a Prefeitura, mas sim para a co­ 
munidade envolvida nesse programa". 
O Prefeito Municipal finalizou.su­ 
as palavras convocando todos os mora 
dores do Bairro Água Doce a participa 
rem da eleição para a nova Diretoria­ 
no próximo dia 29, ressaltando ter a 
certeza de que essa eleição vai mudar 
a história do Bairro Água Doce e 
pediu o fim das distinções entre ven­ 
cedores e vencidos, "a delllOcracia é 
isso, tem que existir o ganhador ou o 
perdedor, mas todos devem acira de tu 
do assumir o compro"'1sso de ajudar a 
administrar essa Associação, porque e 
la e de todos voces e fie for bem admi 
nistrada, tenho certeza, terá condiçÕ 
es de servir e ajudar toda a counida 
de do Bairro Água Doce". 
O Secretário de Promoção Social do 
Município, João Kalife, tendo cm vis­ 
to o situação deficitária da Olaria - 
administrada pela Associação de Peque 
nos Produtores do Bairro Água Doce 
existente há mais de sete anos e que 
até hoje não obteve resultados posi­ 
tivos na sua sua produção, e con­ 
siderando que tanto a comunidade do 
Bairro Água Doce como a própria Pre - 
feitura ~unicipal, que até hoje prati 
camente vinha bancando o produção di 
tijolos, não estão sendo beneficiadas 
com o retorno devido, apresentou uma 
proposta de mudança no sistema admi - 
nistrativo do Olaria, a ser implanta­ 
do pela nova Diretoria que será elei­ 
ta no próximo dia 29 e que, em resu - 
mo, consiste na implementaço das se­ 
guintes normas: 
* Os funcionários que trabalharão 
na produção de tijolos passarão a re 
ceber um percentual sobre a produção­ 
mensal, ficando uma parte para a Asso 
ciação cobrir as suas despesas e apli 
car cm favor dos Associados e da co:: 
munidade do Bairro Água Doce, cabendo 
ainda à Prefeitura Municipal uma con­ 
tra-partida pelos serviços de trans - 
porte de barro, lenha, etc ... presta- 
• dos à olaria do Bairro Água Doce. 
O Secretário Municipal de Promoção 
Social, João Kalife, que atua direta­ 
mente ligado às Associações de Bair - 
ros, explicou que o grande problema - 
boje enfrentado pela Associação 
de Pequenos Produtores do Bairro Água 
Doce é a falta de um padrão normal de 
produção na olaria administrada pela 
entidade, ou seja, num mês ela chega 
a produzir 80 e até 90 mil tijolos, o 
que da para cobrir todas as despesas 
com funcionários, energia, etc... e 
ainda sobra alguma coisa, já no outro 
mês a produção cai muito, gerando 
'grandes dificuldades e não cobrindo - 
nem mesmo a folha de pagamento dos 
trabalhadores, que tem de ser paga do 
mesmo jeito, assim como a energia con 
sumida pelos maquinários, cujos cus - 
tos giram hoje em torno de mais de R$ 
300,00 (trezentos reais) mensais. 
Dentro do nova formo de Administra 
ção da Associação de Pequenos ProdutÕ 
res do Bairro Água Doce, acertada e 
cocuo acordo entre os candidatos à 
Presidente da Entidade, o Prefeito Mu 
nicipal Abraão Zacarias, o SecretáriÕ 
João Kalife e ainda o Vereador Israel 
Chamorro da Rocha, representante da - 
quele Bairro na Câmara MunicipaJ., fi­ 
cou definida que a meta a ser alcança 
da será a produção de 100 mil tijolos 
mensais, com isso, cada trabalhador 
• já integrado ao novo sistema adminis: 
trativo, poderá ganhar cerca de dois 
salários mínimos mensais, a entidade 
poderá cumprir com a contra-partida - 
devida à Prefeitura e ainda sobrará 
un percentual para· ser aplicado em be 
nefício da própria Associação e da cÕ 
munidade do Bairro Água Doce como um 
BRAAO ZACARIAS 
todo. 
Através desse sistc=, de partici­ 
pação dos Funcionários na produção da 
olaria, os trabalhadores também se 
sentirão incentivados à produzirem ma 
is, porque quanto mais a olaria produ 
zir mais eles vão ganhar, ao contra • 
rio do que_acontece hoje, onde, produ 
zindo cu não, no fial do rês a Asso­ 
ciacao e obrigada a pagar os seu fun 
A PRESTAÇÃO DE CONTAS 
Conforme previa a convocação da As 
sembléia Geral, e Presidente da Asso­ 
ciacão do Bairro Água Doce, Ciro Pe - 
reira, com ajuda do Secretário de Pro 
moção Social João Kalife, fez a pres­ 
~açao de contas da entidade aos Asso­ 
ciados e moradores do Bairro, onde fi 
cou demons:rada a seguinte situação: 
a Associaçao te hoje uma. dívida de 
aproxiadamente 75 nll tijolos,incluí 
Prefeito Abraão Zacarias fala aos moradores do Bairro Água Doce, ladeado 
pelo Secretário_João Kalife, Vereadores Israel Chamorro e Marcos Elias e o 
Presidente da 	Pereira 
-- 
/ 
Apesar do cau tempo que fez no sábado, dezenas de moradores do Bairro Á - 
gua Doce participaram da Assembleia geral 
da aí a folha de P.agaoento dos funcio 
nários do mês de dezccbro que a inda 
não foi quitada. O pagamento dessa dÍ 
vida será o principal compror:ússo a 
ser cumprido pela nova Diretoria, a 
ser eleita no próxioo dia 29. 
Com relação aos tijolos recebidos 
pela Prefeitura Municipal, em pagamen 
to do transporte de barro, lenha ; 
outros serviços prestados à Associa - 
ção de pequenos produtores do Bairro 
Água Doce, o Prefeito Municipal A­ 
braao Zacarias inforou que eles são 
usados na construção de carneiras pa­ 
ra os cais carentes e pessoas de bai­ 
xa renda falecidas e nossa cidade. A 
lém desse atendimento arestado aos me 
nos favorecidos pela sorte, é inten - 
çao do Prefeito Municipal, segundo su 
as palavras, ioplantar w:, prograca ai 
melhoria das ooradias das fa!:Úlias po 
bres e cais carences, muitas delas 
morando hoje em verdadeiros casebres 
e barracos, na periferia da cidade. " 
nossa meta usar nesse programa os ti 
jolos fabricados pela olaria do a!r­ 
ro Água Doce e entregues à Prefeitu - 
ra, cm contra-partida pelos serviços 
prestados pela municipalidade àquela 
entidade" assinalou Abraão. - 
VEREADORES APOIAM AS 
PROPOSTAS APRESENTADAS 
Ioportante ressaltar que todas as 
l ,, 
f 
._,,. 
proposições apresentadas na Assembléia 
Geral, tiveram o total e irrestrito a 
poio dos Vereadores Marcos Elias Rios 
da Cruz e Israel Chamorro da Rocha 
que e morador e líder Comunitário do 
Bairro Água Doce. Ambos usaram da pa­ 
lavra para reforçar as propostas defi 
nidas conjuntamente entre os cand!da­ 
tos a Presidencia da Associação de Pe 
quenos produtores do Bairro e a Pre - 
feitura Municipal, que prevêem mudan­ 
€as radicais na fora de Adinistra - 
ca0 da olaria da entidade, dando A 
ela um_carater de empresa, com vistas 
a torna-la, realente, produtiva e 
auto-suficiente. 
AS CHAPAS APRESENTADAS 
Curprindo outro objetivo da Asse­ 
bleia geral da Associação de Pequenos 
produtores do Bairro Águ D f 
_ a oce, ora 
apreentadas tres chapa - 
concorr d - - s que estarao 
en o as eleiçoes para nova D!- 
retoria no próximo dia 29, que foram 
as seguintes: 
I - Chapa "DO POVO PARA O POVO" - en­ 
cabeçada por Mercedez Rsaldi 
2 - Chapa "TRABALHO' JUSTIÇA E UNIÃO" 
encabeçada por Elizeu Medina 
3- Chapa "DE FRE 
F 'NTE PARA O POVO" 
encabeçada por August, ,,- 
Pinto 	.o +aao Leite 
.. El te. Rtoel@is 
marca de Bela Vista-!S. FAZ SABER à tod il desta cidade e Co 
l, 'L, 	tos quantos o preset Ed 
ctanas vire que, apresentaram os Documentos exi!d" ·nre Iilade Pro 
r.o Civil Brasileiro, Incisos I u e IV • g os pelo Ar.180 a C5a? 
,e pretendei se 	- 
GILSON CARVALHO DA SILVA e PATitl'.'CtA DION1.SIA Dã;, casar: 
teiros, residentes nesta cidade; ele ilitar, , NO, brasileiros, sol - 
Morin Luisa Tobias de Carvalho· ela rec i i ho de Nilson da Silva e 
ra Delfino e Nair D!onisia Delta. :epcion:sta, fLlha de Roero Perei- 
Se alguém souber de algum impedimento 
• ' que se oponha na foma dn Lei. 
Bela Vistn-MS., 24 de Janeiro de 1.995 
Janilde Rosa dos Santos _ O(iciala 
(REPORTAGEM: BALDINO RODRIGUES) 
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JORNAL TPIUNA DA FRONTEIRA DIÁRIO REGIONAL 
BELA VI> A, 26 
TRIBUNI PIR 
---- ---------------- 
J6venes Rechazan a Oviedo 
La rcmociõn dcl 
Titular de la ANR,Eu 
qcnio Sanabria Cante 
ro, por cl claro a­ 
poyo manifestado a 
la candidatura del 
general Oviedo, fue 
reclamada por miem - 
broa de la juventud 
colorada. Afirman 
que este incita peli 
qrosamente a un en - 
frentamiento entre 
civiles y militares. 
Como una incitactón a 
un enfrentamiento entre 
civiles y militares rue­ 
ron tomadas por jóvenes 
colorados de diferentes 
• correntes in te mas de 
la ANR las afirmaciones 
del titular de la Junta 
de Gobierno, Eugenia Sa­ 
nabria Cantero, de que 
el actual comandante del 
Ejército, general Lino 
Oviedo, representa la 
carta de triunfo del co­ 
loradismo para el '98. 
En el pronunciamiento 
dado a conocer a la opi­ 
nión pública, la juventu 
de colorada reclamá 1ã 
remoción del presidente 
partidario "por atentar 
contra el anhe lado proy­ 
ecto de unidad y querer 
llevar a una nueva lu 
cha, tensa y agresiva,en 
tre los movimicntos que 
conforman nuestro parti 
do". 	- 
"Nosot1::os buscamos - 
un sistema político na - 
cional que se sustente 
en la civilidad y no en 
un esquema perimido, re­ 
trógrado y corrupto, cc­ 
to es todo sistema de go 
bierno dirigido por un 
militar con complejo me­ 
siánico y de gran perjui 
AFIRMAN QUE TITULAR COLORADO INCITA A LUCHA CÍVICO-MILITAR 
■RECLAMAN DESTITUCIÓN DEL PRESIDENTE DE LA JUNTA DE GOBTERNO 
Jóvenes de diversas corrientes de la ANR rechazaron el claro apoyo mani - 
festado por el Presidente colorado, Eugenia Sanabria Cantero, a la candidatu 
ra del general oviedo 
cio en todos los Órdenes 
de la sociedad", agrega. 
Los jóvenes republica 
nos sentencian que el 
titular del Partido Colo 
rado, antes de atentar - 
contra la institucional! 
dad de la centenaria nu­ 
cleación política mani - 
festando un claro apoyo 
a un candidato militar , 
debería preocuparse en 
aclarar las numerosas de 
nuncias de corrupción 
que pesan contra su admi 
nistración en Puertos. 
"Estas denuncias no 
hacen más que aumentar - 
el dcscreimiento popu - 
lar hacia !a dirigencia 
partidaria. Por ética 
personal, política y pro 
fesional. Sanabria Cante 
ro debe renunciar a los 
dos cargos: como presiden 
te del partido y como fun 
cionario público, y vol - 
ver a su base, si alguna 
vez la tuvo", sen tencia - 
el comunicado. 
"RETRÕGRADO PRESIDENTE" 
Félix Ortellado, en vi 
sita a nuestra RedacciGn 
con miembros de la juven­ 
tud colorada, afirmó que 
"el retrógrado presidente, 
que se caracteriza por su 
comportamiento servil, ob 
secuente, de origem esen= 
cialmente stronista, hoy 
nos quiere miserablemente 
enganar e imponer la can­ 
didatura de un general 
con perfiles dictatora - 
les, de mentalidad deli 
(Õltima Hora, 20/01/95) 
"Sanabria Cantero 
nos quiere imponer 
la candidatura de un 
general de complejo 
napoleónico". 
(Félix Ortellado) 
Es preciso coordinar una agenda el desarrollo 
inmune al estéril ruido de la política. 
Eso se conseguirá siepre y cuando el gobfer­ 
no tenga el interés y la capacidad de aglutinar 
talentos y esfuerzos para rovilizar al sector pu 
blico y a la sociedad civil en la realización de 
programas destinados al creciciento econócico y 
al progreso social. 
Esa agenda tiene gente tan valiosa ~ooo para 
iniciar los decorados t ieopos económico y social. 
La cuestiÓn es llegar a la certeza de que tan 
importante coco la democracia es colocar al país 
en camino hacia el desarrollo. 
E!ECUTIVO AUTORIZó ARAIICEL CERO A PODLCTO 
Tomates, cebol 
las, ajos, zanaho 
rias, bananas, P! 
nas y naranjas ya 
cuentan cor. el de 
decreto por el 
cual se retiram - 
temporalmente de 
la lista del régi 
en de adecuac1ón 
del Mercado Común 
del Sur (Merco 
sur). La decisión 
obedece a que se 
pretende satisfa­ 
cer la demanda 1n 
terna de los ru - 
bros, ante el dé­ 
ficit que suele existir en esta tempg 
RUBRO 
Tomate 
Cebolla 
Banana 
Pina 
EJECUTIVO AUTORIZÓ ARANCEL 
DE LA LISTA DE ADECUACIÓN 
Zanahoria 
SALE 
30'1. Enero 
30'1. Enero 
30 Enero 
ENTRA 
Ma o 
Setiembre 
Setiembre 
30% Enero Ma o 
30'1. Enero Ma o 
rante y de complejo napo 
leónico". 
"No volverecos a per­ 
mitir que el destino de 
nuestro País sea conduci 
do nuevamente hacia el 
yugo de la dictadura. Sa 
nabria Cantero se está 
aprovechando de la proxi 
midad de los coproisos 
electorales para lanzar 
este apoyo al militar. 
No acptaremos este ti 
pode candidaturas im = 
pucstos, eso es categóri 
co", expresó finalmente. 
,.--------- ----------- 
TIEM PO DE TRABAJAR 
POR EL PAÍS 
Juan André Cardozo 
Nosotros necesltamos t ner un crecimtento eco 
nóIco uperior al 4 por Lento. Ahora apgnas • 
nos aproximamos a este porcentaje, Y para avan - 
zar hacfa el desarrollo debomos lograr un crecI 
miento sostenido de 8 a I0 por ctento, invaria - 
ble por más de qufnce anos. 
Esta es la unica man ra para alirdel atraso. 
ITenemos conciencia de que debemos trabajar , 
trabajar arduamente y por e. País, para alcanzar 
sa meta? 
i Qulénes? 
Todos, por supucsto. Pero prlncipolmcntc lo~ 
responsables de la condución nacional y de los 
sectores productivos 
Sin embargo, el panorama no s favorable para 
qu entremos en el tiempo económico o en el tiem 
po social. O para compatibilizar el ttempo pol{­ 
tlco con esas imprcscindiblcs fases. 
De nuevo el cronograma político hará dif{e1l 
superar el umbral de las actividades circunscrip 
tos a este campo. Elecciones interas en los par 
tidos políticos y de la definiciõn de cnndidotu= 
raspara las elecciones munfcipales estarán ab - 
sorbfendo otra vez a los actorcs políticos, lici 
tando su tempo para dedicarse a las tareas que 
cor.tribuyan al desarrollo. 
Si nos dejamos arrastar por los interescs po-1 
líticos, lamentablementc más sectarios en nucs - 
tro País, no habrá la devida dedicación en el 
Congreso y en el gobierno para la ndopción de 
las medidas económicas y sociales que nos saquen 
del estancamiento en que nos encontr..imos. 
Y entonces tendremos otro ano desperdiciado. 
Pero con inteligencia y voluntad podc::x,s cam­ 
biar este panorama. 
Bastará que los responsables trabajen. Y que 
los políticos y otros factores de poder nos per­ 
turben. Que no hagamos caso a la actividades y 
titicas diversionistas. Desviacionistas y elust 
vas. 
30% Ma o Setiembre 
Naran a 	28% Enero Ma o 
Fuente: Dirección de Comercialización - MAG 
ta de los productos en nuestro media. 
La intención es utilizar las tres 
oportunidades y luego aprovechar la 
entrada de los rubros con aranceles - 
bajos. 
Esto se dará siguiendo el cronogra 
ma impuesto por las normas del bloque 
económico, utilizando el régien de 
adecuación. 
Es decir, que si un producto cuen­ 
ta con 30 por ciento de arancel, para 
el '95, esta cifra debe ir disinuyen 
do cada ano hasta alcanzar el nivel 
del O por ciento. 
As!, el tomate, con arance1 30 por 
ciento en el '95, para el l de enero 
del '96 debe contar con ur 27 por c!­ 
ento, posterior=nte proseguirá la 
reducción: 217 en el '97; 147 en el 
'98; 77 en el '99 y para el2.000,07. 
Esta isa disinución paulatina - 
tendrán todos los productos, salvo 
las naranjas, que inician el '95 con 
un arancel del 28 por ciento. 
(C1ia Hora - 23/01/95) 
I· 
• ACÁPITE: SIEiliE RUBROS SERÁN SEPARADOS TEMPORALMENTE DE LA 
LISTA DE ADECUACIÕN, A FINDE CUBRIR LA DEMANDA LOCAL 
rada. 
El Ejecutivo firmá cl Decreto n? 
7.304 por el cual se dispone la sepa­ 
ración de catálogo de los siete pro - 
duetos, cuyas importaciones tendrán 
un arancel cero a partir de enero, en 
el caso de seis renglones hortifrutI­ 
.0las. La pifa tendrã este regiren a 
partir de mrryo. 
La fecha de reingreso a la lista 
tabién difere segin el articulo.1os 
tomates (frescos o refrigerados), las 
zanahorias y nabos (frescos o refrige 
·ados), las bananas plátanos (f'rcscos 
y secos) y los agrios frescos y secos 
(naranjas) deberãn estar reinsertos - 
en el régimen de adecuación en el 
mes de mayo. Las cebollas, los ajos e 
pis retornarían al rol de adecuaci- 
.õn en setiembre. 
DISPOSICION DE OURO PRETO 
Este mecaniso es posible teniendo 
como respaldo normativo lo dispuesto - 
en la VII Reunión del Corisejo del Mer 
cado Comúm (CMC), en el brasilena loca 
lidad de Ouro Preto, en dicfebre pasa 
do. En aquella oportunidad, el CNC cmi 
t1ó su decisón MERCOSUR/CMC/DEC. @ 
24/94, por la cual se otorga a los cua 
tro estados partes del bloque la facui 
tad de retirar y volver a reintroducii 
productos de sus respectivas listas. 
Este procedimiento se puede repetir 
sólo tres veces en el período de ade - 
cuación fi1'al de los Ítem y en tres fe 
chas anuales, el 1 de enero, el l de 
mayo y el l de setiebre. 
Los argumentos para explicar esta 
situación se dan porque para esta tem­ 
porada se presenta un déficit de ofer- 
POSTO ORTEIRA 
' 
' 
l- 
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i@@iwi Ti i1 -_2""-c, '<<1 "- 
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1 R ENTIIÇIO 
A partir desta Edição esta página dedicada ao Município de 
Caracol será fix , denominada TRIBUNA DE CARACOL destacará s 
notícias caracolenses, assim como as publicações de Editais 
avisos, cobertura do legislativo e do Executivo. Uma nova Colu 
na Social abrangendo aspectos esportivos e culturais, uma vez 
por-mês publícaremoa entrevista com líderes caracolenses. 
Contamos com o apoio do povo de Caracol para manter essa 
TRIDUNA do Municí io. 
p 
·11ENÇIO CIRICOL 
O Gerente da Sucursal deste Jornal em Caracol, KENER LOPES 
LEITE, está desenvolvendo uma campanha de assinaturas. Você pg 
de receber o Jornal cm su cuna ou local de trabalho aprove1 - 
tando cate mên promocional. 
A Assinatura ANUAL custa R$ 90, 00 (VENTA REAIS) - você pg 
de pagá-1 m 2 ou 3 vezes. 
Aproveite, faça a assinatura do JORNAL DE SUA CIDADE, a TRI 
BUNA DA PRONTEIRA, 
Numa iniciativa - 
do Prefeito Juvino 
Godoy, publicamos na 
edição de ontem o Cô 
DIGO TRIBUTARIO do 
Município. 
Foram distribui - 
dos 100 exemplares - 
na cidade, todos po 
derão consultar o c6 
digo a respeito de 
cobrança de taxas,al 
varás, ISS, IPTU, cn 
fim, saber como e 
porquê vai pagares­ 
sa ou aquela taxa co 
brada pela Prefeitu- 
ra. 	Juvino Godoy - Prefeito Municipal 
ta transparência 	- 	- 
da Administração Juvino Godoy. 
À 
CD 1 
~ 
RIBUTIRID 
A estrada que liga Caracol a 
Bela Vista está intransitável , 
já não era satisfatória, com as 
chuvas ... se transformou numa - 
trilha. Buracos, verdadeiras 
crateras são uma ameaça à segu 
rança dos motoristas, é mais fa 
cil viajar a cavalo ou de carro 
ça, se bem que também é perigo= 
so, pois o animal pode quebrar 
uma perna. 
o 
E as pontes? 
Todas elas em precárias con­ 
dições. 
Aceitamos a justificativa , 
CHOVEU MUITO, tudo bem, mas que 
tal iniciar AGORA o trabalho de 
recuperação, afinal as 
pararam? 
E as pontes? 
chuvas 
E TEMPO DE CRISE O IEAHOI 
NEGÓCIO É ZER PUL.KCID DE 
Josélio vai Ingressar no PSDB 
O vereador José - 
lio dos Santos (?;'.-[)B), 
eleito Presidente da 
câmara Municipal vai 
ingressar no PSDB. 
Será mais um "tu­ 
cano" no partido do 
Presidente Fernando 
Henrique Cardoso. Jun 
to can ele diversas li­ 
deranças de Caracol 
se filiarão ao PSDB. 
Falando ontem a 
nossa reportagem, Jo 
sêlio disse que "ca= 
racol, a exemplo de 
nilhares de Municí - 
pios cm todo o Bra - 
sil, despertou para 
uma nova era, várias 
obras foram executa­ 
das na cidade, asfal 
to, casas populares, 
Hospital.e Escolas , 
despertou também no 
aspecto social, cul­ 
tural e económico, é 
preciso que haja no­ 
vas alternativas e 
possuo mu,i.tas afini­ 
clades com o partido 
ele Fernando Henrique 
Cardoso". 
A respeito de sua 
saída do PMDB, José­ 
lio foi taxativo,"po 
lítica se faz com cs 
paços na comunidade~ 
sou jovem, tenho o 
apoio da juventude - 
de Caracol, aliado - 
ao apoio de pessoas 
mais experientes,das 
chamadas velhas lide 
ranças, gente de tra 
dicção em Caracol, p 
deremos viabilizar 
projetos a curto e 
su RCADOTIMBI 
a 
-+ gear; 
. ' . . . 
O maior estoque de gêneros alimentícios, bebidas, frios, armarinhos 
e ferragens da cidade, pelo menor preço. 
v. Brasil, 1.140 - Fone: 95-145 - Fax: 495-115-CARACOL-MS 
Vereador Josélio dos Santos 
Presidente da Camara Municipal 
médio_prazo, enfim., 
tudo e uma questão - 
de espaço". 
Um dos projetos 
de Josélio é mobili­ 
zar os jovens caraco 
lenses para a ativi­ 
dade política, "ya - 
mos criar o PSDB jo­ 
vem, intensificar o 
contato desses jo 
vens com as lideran­ 
ças·do partido no Es 
tado, despertar vocã 
coes políticas e pre 
parar quadros para a 
prox1.ma eleição". Pa 
ra ele, "a renovação 
dos qvadros é muito 
importante, assim co 
mo o incentivo 2 
ssembléia 
A eleição para a Mesa Direto 
ra da Assembléia Legislativa po 
lariza as atençoes dos caraco 
criação de Associa - 
r,,õc s Sindica tos e 
cursos de formação e 
aperfeiçoamento, que 
remos trazer o SEBAAE 
para Caracol, para 
a realização de pa - 
lestras". 
Quanto a eleição 
da Mesa Diretora da 
Câmara Municipal dis 
se que "agora vamos 
arregaçar as mangas 
e trabalhar cara me­ 
lhorar a dualidade 
de vida do iosso ~ 
vo, não há rusgas e 
nem divergências, va 
mos sim, somar esfor 
cos e viabilizar pro 
jetos na comunida 
de". 
lenses' n•ais precisamente no to 
cante ao futuro Presidente e se 
cretário da Assembléia. 
Isto 
porque Hal 
denir Mo­ 
ka e RO - 
berto Or­ 
ro são 
dois Depu 
tados com 
base em 
Caracol , 
sao consi 
derados 
os DEPUTA 
DOS do M 
nicípio - 
u.n do 
PMDB. 
d 
1 
Ca 
ta 
Os do- 
is são candidatos • . 
Muitos es. a Presidente. 
lei;ão de 3.? torcendo pela 
oRRó, na voá_, outros pela de 
Caracol esta "e politicamente 
tada em ca"}to bem represe 
ka A · s rande Orro Mo- 
, rroyo e Valdir K - ' - 
veram expres . - eves obti- 
dade e o Bs~"a votacão na ci 
t 
• confia na pos 
as apresentadas .s pro _ 
panha. s durante a caro- 
Dep. Roberto erro