DIÁRIO REGIONAL BELA VIHTA/MS ANO: 22 N9: 1595 26 DE JANEIRO DE 1.995 QUINTA FEIRA EDITOR: IVAIDO PEREIRA R$ 0,50 IBRIÃD E O PROBLEMII OI SIÚDE NO MUNICIPIO compromissos, encargos, despesas, enfLm , funcío nrá, como ficar'? Pergun­ tou o Prefeito. 1 ; I 1 O Prefeito Municipal Abraão Zacarias disse ontem que "se hó crítl - casque possam fazer i minha pessoa, a da nsen oibilidade, indiferença social não se coaduna com a verdade, sempre pe quei por. um profundo en volvimento com os mais carentes, com os deserda dos pela· sorte e pela so cfedade". No tocante ao proble­ ma da saúde no município, o Prefeito disse que "não é apenas em Bela Vista, a crise existe em todo o Brasil, para se lucioná-la precisamos - de mais recursos e acina de tudo de boa vontade de todos os envolvidos , não podemos olhar apenas para uma direção,para um setor, mas ter uma visão global no problema e bus car soluções". Quanto a greve AKI'E DO lOQ REC MEC Pré-Inscrição parà o Telefone .Celular Interessado em saber quantas pesso as aproxLaiadamente em nossa cidade se interessam em participar do sistema - de Telefonia Celular, fazendo a aqui­ siçao de linhas, com o objetivo de encaminhar reivindicação nesse senti­ do à Telems, o Prefeito Municipal A braão Zacarias decidiu fazer uma pré= inscriçÕo dos interessados, nesta ter ça-feira, dia 24. - Segundo as informações do Chefe de Gabinete do Prefeito Municipal, Ayres Cafure, apesar de terem sido realiza­ das apenas no período da tarde de ter­ a-feira, aproximadamente l50 pessoas procuraram o escritório da Porte-ira - 'eilões Rurais, na Rua Almirante Bar­ ~oso, para fazerem a Pré-inscrição l sertsrss rss s ±r erisse IC para a aquisição do Telefone Celular que serão levadas e nãos pelo prefe­ to Municipal diretamente ao Preside.nte da Teles, Carlos Eduardo Ferreira de Almeida, ainda esta semana. ' O elevado número de inscritos an!­ mou muito o Prefeito Municipal Abraão Zacarias_, pois ele acredita que o gran de interesse registrado deverá sensibi lizar ainda mais o Presidente da Te= les, fazendo com que ele atenda essa reivindicação, que representa ua gran de aspiração de significativa parcela d: nossa sociedade, basta dizer que a­ lem das quase 150 prê--escriçÕes fei - tas no dia 24, dezenas de pessoas . j ã Procuraram a Prefeitura Municipal, nos ~ltimos dois dias, tentando a inclusão de seus nomes na lista. (UR) O a 1. 95 p,' RETRITO OE Educar é trabalho sério, para ser feito por gente experiente, num processo longo de respeito, liberdade e disciplina. Esta é a proposta do Centro Educacional Maria Auxiliadora, uma escola com método Piaget e Maria Montessori e máximo de 25 alunos por sala de aula. CENTRO EDUCACIONAL MARIA AUXILIADORA Da pré-e§cola à 4º série o ÁJrea.de recreação com play-ground e quadra de areia para esportes. e Assistência pedagógica extra aula A PARTIR DE 01/12/94 Rua Gal Soares da Rocha 90 - Tel 439-1254 CEP: 79.260-000 - Bela Visa - MS " UM ROCEIRO Sol escaldante, fumaça e fo­ go co:r.põcm o doloro. o cenário - de onde inda eima em viver o desolado homem do campo. No registro de nascmento d ste herói anônimo constam rinta e poucos anos m média , mas sua feição demonstra m is ele cinquenta. A família stá constituída e a prole é numero­ sa: quase sempre chega aos dez filhos. Algumas das filhas fa­ talmente se prostituirão. Pcssi mismo? Pré-julgamento? Não! E realidade do inexorável mal dos tempos I odernos que chega ao in erior, acompanhando o ciclo vI cioso da pobreza absoluta. A la voura, fonte de alimcntacão far ta e suporte financeiro, já não existe. A pecuária leiteira fra cassou e o boi-macho está sendo a única alternativa viável, com o mínimo de mão-de-obra, provo­ cando o desemprego em masoa. Lúgubre retrato de um rocei­ ro vê-se estampado no rosto de cada membro da família, tal e qual seus antepassados, como mostra a velha fato amarelada - na parede. Saudade de um bom tempo que se foi, sufocada por uma atualidade insuportável. Nada lhe resta, porque nada possuiu. Forçado pela necessida de, o caminhão que transporta= leite é a condução. Arma-se de coragem e migra para a cidade - grande sonhando com nova ilu são. Mas as empresas só aceitam jovens doutorados e com cinco - anos de experiências. Se ainda fosse moco e preparado, o empre go seria seu. Desolação, humi= lhacão é o prato do dia. Procu­ ra uma saída. Como solucão al guL. l!. o. r c u pinra, du­ rlor niio ter iniciado outras que tive­ ram trechos de apenas 10 a 15 quilômetros pavimen­ tados, sem utilidade concreta m função disso, Apesar de estar somente 807 concluída, a Rodo - via S!drolndla/Maracaju foi Inaugurada offcfalmen te (pelo Governo onterlor). O mesmo procedimento , de ianugurar obras inacabadnR, [oi adotado no caso das Rodovias Bela Vista/Jardim (827) e Jardim/Por­ to Murtinho (58Z conclu[da), O trecho que liga Bo­ nito n Gula Lopes, que teve apenas metade de seus 64 quilômetros pavimentados, só niio foi oficialmen te ianuguroda porque a chuva tornou o trecho inacã budo tntransitôvcl, 1mpedIndo a passagem da coitt va governamen tal. DEFINIR PRIORIDADES Pavimentação asfálcica inacabado e uma dívida - de R$ 65 milhões não foram as Únicas heranças de.!_ xadas ao atual Governo. Enquanto lançava obras de asfalcaoento, a Adi­ nistroçao anterior praticamente nada fez para man­ ter Rodovias e pontes em condiçoes de uso, causan­ do transtornos e prejuízos para os motoristas. • Devido aos probleas con a falta de anutenção, agravados com cerca de 12 dias de chuvas no início do ano, o Dersul está hoje com 40 frentes de obras, recuperando os pontos considerados cais críticos, atraves de revestirento priãrio, "dando condições de trafego, principalmente nas regiões de· lavou - ras", disse o Diretor do órgão, Evandro E i f_a ustino Dias. ur co à Ele lebrou que o Departaento encontrou ua si a"" EDUCªçlo E tuaçao bastante crítica, "Estamos CD:ll 40 frentes: de obras e temos 15 pontes que preci f i tas", disse. sam ser re e - Destacou que a grande maioria d ( d de madeira) d vid - - as pontes to as LHOES DE REI S - - ' e O as pessimas condições obrigou o orgao a interditar rodovias. Sao os casos do trecho entre Três Lagoas/Alto - Sucuriu (tres pontes interditadas) S g Ri /A - , antn ta ra·, - pua una ponte, a outra já foi cons« - lina/Fátima do Sul (duas ertada), Crist! estivesse totalrente ir de (uma ponte), além , Pontes), Rio Negro/Rio Ver regular junto ao Minis de/Paeleira, que o- q ue liga capo Gra­ cério da Educação. • di -d per gos e pode ser inte_r ta a. Para recuperar os pont, { l os cr ticos o Der - su estima um investimento inicial d • e R$ 700 oil- Na área de educação , sos com empreiteiros a dívida encontrada pe- estudantes e a opinião lo Governo Wilson Mar - pública. O çnus mais pe­ tins inviabiliza o se - sndo sobrou para as famí tor num curto prazo. O lias, obrigadas a enfre Estado deve às empreitei tara maratona das filas raso montante de Rs 2 a disputa por vagas. milhões e 24 mil, A Os responsáveis dire­ maior porte foi gasta o tos pela educação, os com a construção dos oi· professores, por suo vez, centros da Universidade desafiaram a fome trabn- Estadual (UFMS): l mi lhando pelo maior arro - 1ão 395 mil reais. O cho salarial (piso de restante são débitos re- 0,SZ do salário mínimo) ferentes a reforma, am - de sua história. Na pri­ pliação e construção em mcira gestão de Wilson , Escolas na rede Estadu - o piso atingiu 3,5 salá­ al. Segundo levantamento rios. do DOP, o Governo vai - De acordo com O DOP, ter que desembolsar mais das l7 obras lançadas na R$ l milhao para con - rede escolar, 13 estão cluir O que falta. inacabadas, sete delas Apesar da divulgação com menos dn metade. A exaustiva, o Governo an- Escola 11 de Outubro, em terior alem de nao cons- Carpo Grande, é uma en "­ truir mais salas de aula·' tre os que tiveram ape _ que os outros ainda dei- nns 20% do obra executa­ xou de honrar copromis- da. Durante a reunião realizada com o conjunto do secretariado, Wilson Martins afirmou que o Caverno vai avaliar a possibil~dode de retomar parte dcs - tas obras, visando concluir as Rodovias que falcoe poucos quilômetros pnra completar o pavimentação. De acordo com Wilson esta definição de priorida des será feita ouvindo as comunidades interessadas e levando em conta a posição estratégica desta Ro­ dovia pnra o escoamento da safra. Outro problema que será avaliado pelo Governo é o das oito obras de pavimentação contratadas e que não foram inicia R$ 1,.3 milhão foi repassado aos Municípios. O sal­ do, neste caso, seria de R$ 4,l milhões. I.NVASÃO A situação deixado pelo Administração anterior provocou a invasão de 985 fnmílins no Jardim das Hortências (Aero Rancho), uma área de 47 hectares entre as cinco do Programa .de Desfavelamento da Capital. A decisão do atual ~overro para dar início à so luçao do problema criado foi realizar, através da CDl!U, um levantamento entre os famílias invasoras, para identificar as que forem contempladas pelo Go verno anterior. As infonnaçÕes a respeito da invasão dão conta de que há dezenas de famílias não con,empladas nos 254 lotes com bases já construídas no Jardim das Hortêncins e que, na mesma região, 7]3 famílias in vadiram terrenos não aprovados pela Prefeitura,se qualquer infra-estrutura. Para ambos os casos, a CDHU encaminhou a Secretaria um levantamento com - pleto, para que sejam tomadas as devidas provi - dências. Dos oito centros da _!!., niversidade iniciados,!!. penas dois foram entre gues prontos. Os restan­ tes estão com as obras entre 65 e 957 da conclu sno. Uma informação sobre a UEMS EDUCAÇÃO das pelo Governo anterior, c o é o cavo da Rodo - vLa Campo Grande/Santa Kfta do Pardo, que nao tem suquer o seu leito natural L:plantado. O Governador Wilson M rtins vai avaliar m a situação do conjunto de obras de pavimentaçao que está sendo realizado pela Cesp na regiao dos Munfcfpfos de Anaurflandfa, Batalporà, Bat iguassu e Brasllãndfa, à título de Indenizaçio ao Estado pela Inundação de terras ocasfonadas pelo lao da Usina de Porto Primavera. O reltôrlo da Secreta - rio de Obras rev la que, apesar do acordo feito entre os Estados de São Paulo Mato Grosso do Sul, apenas 45, de um total de I42 qufl@metros, fg ran de fato pavimentados pela Cesp. Considerando - que estas obras estão sendo realizadas aeo ônu para os cofres públicos locais, • de grande inte - ressedo Govemodor garantir o aceleramento de pa­ vimentação destoa Rodovias. QUADRO GERAL DA PAVIMENTAÇÃO DE RODO'IAS: KM CONTRATADOS: 1.648 VALOR CO!'lTRATADO: R$ 392 MILHÕES KM EXECUTADO: 560 (J3%) VALOR PAGO: R$ 83 MILHÕES (21% DO TCYrAL) EXECUTADO E NÃO PAGO (D!VIDA): R$ 62 MILHÕES SALDO À EXECUTAR: R$ 247 MILHÕES PRINCIPAIS OBRAS INCOMPLETAS. TRECHO CONTRATADO EXECUTADO % DIVIDA Sidrol.ãn/ dia/Maracaju 861cm 68km 80% 5 milhões Parai.so / empadão do Sul Slko 29km 57Z 1, 6 mllh.io Bela Vista/ Jardim 90 km 74km 82% 1, 7 milhão Bonito/Guia Lopes da Laguna 641cm 43km 677 4,2 milrões Jardim/Porto Murtinho 173km 101km 597 2 21lhes Rodovias sem Manutenção, outra herança encontrada q r; a Zé de t ca q 1 e, : n T Direito de Todos!! causou espanto en tre os Secretários, du = rance a reunião com o Go vernador, na ültia quar ta-feira. A Unespe (Universida- de Estadual Julio de Mes quita Filho), considera: da entre os de exceln - cia do pais, te apenas ' 12 centros, enquanto a Universidade Estadual te 16. A primeira distorção encontrada na Universida de - e corrigida peló Governo - foi o fato da ex-reitora ter sido no - meada definitiva no car­ go, embora a instituição LIVROS; PELO CORREIO Adquira os Livros "Pedras que Rolam" "Te perança" e "Nossa Terra Nossa Gente 5, ?pos de Ira e ES or rvaldo Pereira. cada exemplar s ' } ?alista e Escri r (dez reais) PREENCHA O COPON E ENVIE CHEQUE NOMINAL PARA: • TRIBUNA DA FRONTEIRA Avenida Tribuna d a Fronteira,SGA CEP: 79.260-000 BELA VISTA/MS Você receberá o seu livro pelo Correio NDOM?-.»···»··················«,,,,,,,,, ENDEREÇO:...-··.··--····.·.·- C!:DADE: .•...•..•..••. - .. EST~~: ••••••••• ·.• ••••••••••••••••• • • • • • • • • • • • CEP: •••.••..••••• ............... JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA DIÁRIO REGIONAL SIÔDE PRIORIZA POLÍTICI MODERNI· DE ITENDIMENTO r Sem investimentos na assistência à saú- menos saldadas. Além disso, a falta de in­ de nos Últimos quatro anos, o Estado en vestimentos no setor,de pessoal, inviabili frenta neste momento, sérias dificuldades za o funcionamento de unidade como o Hospi no octor da oaúde pública. A situação se -- tal Geral· de Campo Grande, Santa Cao de agrava ainda mais, na medida cm que O Go Dourados, Hospital do Câncer e ainda 10 - vorno herda da administração passada uma - hemocentros e ll unidades mistas de saúde, divida em obras que foram executadas no que foram parcialmente edificadas, restan­ montante de R$ 21 milhões 460 mil. Este - do ainda para a operacionalização a conclu quadro foi apresentado pelo secretário Nel sao e aparelhagem. son Barbosa Tavares ao governador Wilson :;: Em 19 municípios do Estado, incluindo - Martins, de quem recebeu a incumbência pa a Capital, a administração anterior deixou ra priorizar a elaboração de uma política- oem concluir um total de 20 obras no setor de saudc moderna e, sobretudo oimpática à de saúde. Além da divida de R$ 21 milhões população. 460 mil, o atual governo teria que inves - Para tanto, o Governo investe agoza na tir, apenas no término dessas obras, mais democratizaçao dessa política, levando ao R$ 10 milhões 560 mil. o secretário Nelson conhecimento da sociedade os principais - Barbosa Tavares ressalta que em todas elas problemas enfrentadqs pelo setor, princi - serão necessários, também, investimentos - palmente no que diz respeito • às dívidas em equipamentos e pessoal para a operacio­ contraídas com obras na gestão passada, e nalização assistencial, como determina a que não chegaram a ser concluídas, muito - .política administrativa do Governo Wilson WILSON INICIA REVISÃO DA UEMS O Hospi a! Gera de campo Grande exem - pli ica o quadro apr ent do ao gover dor. A administração pe sada contra.ou obr pelo valor de R$ 43 milhões 629 mil (ape - nas a edificação do prédio),'tendo p4go 'R$ 29 milhões 22 mil. Ao d ixar o cargo, a adninistravão passada ntregou a obr com 959 concluíd e um débito de R$ 12 milhÕ ~ 219 mil. Para concluir a dificação do llospi al Geral,• o atu l governo terá que aplicar mais R$ 2 milhões 181 mil.Moeu re- 1 a tório, o secretário 'Tavai s lembra que serão ne cessãrios ainda invest. tos na ordem de R$ 16 mi­ lhes em equipamentos par coloar o Hospital em [un cionarrento. Esse total,soado zos R$ 12 milhões 219 mil,equivale ao volume de rursos que foi in stí­ do no prédio pelo governo passado.Além disso, par equipar e ativar os 1.400 leiton projetados, neri:io necessários invest.i.rrentos da ordem de R$ 40milhões. d CiOVERNO PRIORIZA ENSINO BASICO Se nos anos anteriores a educação públi ca esteve relegada, desta vez reassume seu lugar de destaque na administração de Wil- A Universidade Estadual vai ser aprimo- son Martins, como acontece em ãmbito fede­ rada dentro dos próximos quatro anos. Aral. A política educacional, voltada para revisão em seu projeto pedagógico já come- o ensino fundamental, terá o mesmo trata - çou. A primeira medida tomada nesse senti- mente que recebeu na primeira gestão. do pelo governador foi nomear uma reitora Ao final da reunião com o secretário,na "pró-tempore", qualificada assim enquanto última quarta-feira (18.01), ele colocou a a instituição não for devidamente autori- educação como prioridade, ao lado da saúde zada pelo Governo Federal. e da recuperação das estradas. Para levar A reformulação vai seguir orientações - avante seu projeto, o governador quer con­ de uma consultoria técnica e terá a parti- tar com a ajuda da sociedade. A intenção é cipacão da sociedade. O secretário de Edu aprimorar a gestão democrática do ensino, cação, Aleixo Paraguassu Neto, anunciou - envolvendo de fato a comunidade. Com as or "que este ano não haverá novos vestibula - ganizações sindicais de trabalhadores em. res. Nem outros novos cursos serão criados, até que os já existentes sejam regulariza­ dos. "A UEMS será reestruturada, mas não à custa do ensino fundamental, que é voltado para as classes menos favorecidas", sen - tenciou Paraguassu. o Governador Wilson Martins manifestou sua vontade de ver a universidade consoli­ dada, voltada para o desenvolvimento econ2 mico, científico e tecnológico do Estado. - Retomar os inves "Queremos um povo preparado, culto, que te timentos nas áreas­ nha em alta a ciência e a tecnologia",afir da educação saúde rnou. e recuperação de Desde a campanha, então candidato ao estradas. Esta ê a Governo, Wilson garantiu rever a implanta- intenção do Governa cão da UEMS - que acabou transfonnadl. em dor do Mato Grosso­ polêmica pelos adversários. Mesmo assim do Sul, Wilson Mar sustentou sua posição e como governadores tins, anunciada na tá ... honrando o compromisso. manhã de (20.01) ,du Defesa Civil emia cesta de #E±#.±± 20 escalão. Ele en- 1 • t desabr·1gados fatizou que º traba aliem1OS 3 tt5ã Pela enchente . "--, ra reverter a grave g crise que assola o Estado em face de - ·dívidas deixadas pe la administração - passada. Para o governo - do Estado, o siste­ ma de saúde terá que sofrer algumas modificações em ca ráter emergencial Estudos visando o fim das filas e a possibilidade do u­ _ suário marcar con ·sultas pelo télefo::­ ne, já estão em ,an Os desabrigados pela enchente em Porto Murtinho (480 Km da Capital) e Anastácio - (127 Km) estão recebendo as cestas básicas enviadas dia (20.01), pela Coordenadoria - Estadual de Defesa Civil. São respectiva­ mente 100 e 40 para as famílias cadastra - das nas duas cidades. o mantimento faz parte das ações emer­ genciais de ajuda que o Governo do Estado está prestando às populações desalojadas - pela última cheia dos Rios Paraguai e Aqui dauana através da Defesa Civil e de outras secretarias. As cestas são suficientes pa­ ra alimetnar as famílias durante um mês. Governo vai Recuperar Eficiência de Educação, Saúde e Estradas FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES CO~ERCIAIS E INDUSTRIAIS DE MS ALERTA AÔS EMPRESÁRIOS A Federação das Associações Comerciais e Industriais de MS e a Asso - ciac;ão Comercial de Campo Grande, vem à público alertar aos Empresários· para a cobrança indevida efetu~da, indistintamente, a todas as empresas de nosso Estado, pela Associacao Coercial e Industrial do Brasil, medi­ ante a emissão de Ficha Bancaria de cobrança. Essa entidade não tem cunho sindical e tão pouco representa as epre­ sas sulmatogrossenses, visto que nenhuma delas sao filiadas à referida - entidade. Colocamos para tanto, nossas assessorias jurídicas à disposi _ ção dos Srs. empresários para maiores esclarecimentos ao mesmo tempo em que informamos já termos procedido a interpelação de tal entidade. VACNER S. MARTINS (Pres. FACIMS) NELSON HACIF (Pres. A.C.C.G) Bela Vista-MS., 24de Janeiro de 1.995 - Passaos is ãos de V,S3 Docuento alertando a os senhores _empresários de cobranças Indevidas que circula e nossa cidade diante for-­ luios bnncarios de cobrança. BRUNO CAUAt;O BRM'DÃO (Prcs. Assoe. Coe. 'de BcJn Vista) damento pelos técni­ cos do sistema esta dual de saúde. "A po pulação necessita de um tratamento de ci­ vilidade", explicou o governador, defen­ dendo ainda uma polí tica de melhoria sa­ larial para os médi­ cos que prestam ser­ viços para a comuni­ dade. Ressaltando o pa pel do professor na formação da socieda­ de, tornando-a mais digna e desenvolvi - da, o governador fa lou dos avanços que já vêm ocorrendo nos primeiros dias de sua administração. A democracia,fundamen­ tada no diálogo, foi lembrada pelo chefe do Executivo Estadu­ l "Os bons tempos - estão de volta. Ja mais fugiremos às responsabilidades de discutir a situação dos professores a partir da sua própri a categoria". - .Wilson Martins disse ainda, que os indices de reajuste M rlinr,. Hos ital Geral educação, cs canais de discussão já então reestabelecidos. A Secretaria de Educação, por sua vez, depois de um minucioso diag - nósticc da situação, apontou medidas para resgatar a escola pública.As soluções es­ tão destrinchadas num documento intitulado "Diretrizes de Governo". A educação foi di vidida em quatro temas: acesso à educacão­ básica, sucesso escolar/aprendizagem, pro­ fissionais e gestão da educação. O estudo faz um detalhamento das neces­ sidades de obras. Entre elas a conclusão - das C0:1Strucões, reformas e ampliações ina­ cabadas, além da construção de oito estabelecirrentos na Capital e e:n Municípios do interior; salas de aula (72) ,ampliação (104Je adequação cam infra-estrutura. para o magistério es tão sendo analisados pelas secretarias de Administração, Educa cão e Fazenda, em - conjunto com repre - sentantes do profes­ orado. "Tenho confiança ro destino de Mato a recuperação dases tradas. O Departamn to Estadual de Estra das e Rodagens (Der­ sul) e o Departamen­ to de Obras Públicas (DOP) estão fazendo levantamento para ve rificar as áreas ,mais atingidas. :a -. :e -- 1-. Grosso do Sul". Com esta frase o governa COMPLETANDO A-EQUIPE dor do Estado ressaI Com a posse de ma tou o desejo de tra is cinco importantes balhar pela supera nomes do 20 escalão 'l- cão das crises. Ele Wilson Martins prati apontou o setor a- camente completa a grícola como princi- equipe de auxilia pal alavanca para a res. Na solenidade retomada do desenvol foram empossados: - virrento e a diminui= Benedito Odacir de ! cão dos problemas s2 Rezende - Procurador ciais.Para Wilson Geral da Defensoria : Martins, o aooio ao Pública do Estado,osª ~ homem do campo, com aldo Vieira de An • financiamentos e to- drade - Diretor Ge - 'E do tipo de informa - ral da Academia Esta cão necessáia, cons- dual de Segurança PG titui-se numa 'obri- blica, Nelly Bacha gaçao primordial que assessora espec · 1 ,e qualquer governanté". valdir shieue.sj,' Para facilitar o roma - Diretor-Ad'uh escoamento da safra to do Previsul 'h-- • _ - e o agricola, o governo índio terena, Ev6 do Estado estara adQ dia Vargas na tando medidas emer -, Sub-Secretaria - · seneiais com a fi-+ cial p/ As?s ' naliclac:le de promover Indígenas. os 1 I- CLÍNICA CONSULTÓRIO MÉDICO ODOHTOLÓCilC·o FARMACÊUTICO . . ,,- .RUA: DR.COSTA MARQUES , 809 - TEL: 287 - 1217 PORTO MORTINHO - MS ' 7 ) ' ) l DIÁRIO REGIOAL. u j, EM ASSEMBLÉIA GERAL DA ASSOCIAÇÃO DO BAtRRO ÁGUA DOCE FOI PROPOSTA MUDAH(AS NA ADMINJSTRAÇAO DA OLARIA clonárfos, multas vezes sem ter recur os para Isso e obrigando a Prefeitu­ ra a fnJetar recursos na entfdade,se nenhum retorno para a comuntdade, PREFEITO SECRE ÃRIO P OPÕE MUDAN AS NA ADMINISTRACÃO DA OLARIA A Associa,ao d Pequeno Produto - re do Bairro kgua Doc, , uma das mais ant la da nossa cidade, realizou no ,íLL1mo dia 21 i, Lnrde, sóbndo, uma A!!_ embléfa geral que fof convocada pelo Prcaldnntc dn untldndr, Ciro Perclrn e que contou com as presenças do Pre­ feito Municipal Abraão Zacarias, do O Prefeito Municipal Abraão Zocnr 1 Secretárfo de Promoção Social João Ka as, dirigindo-se aos moradores, explf ltfe, que atua diretamente Junto as cou que nesse Inc1o do terceiro ano­ Asoe fações de Bairros, Vereadores - do eu mandato decidiu adotar uma pos Marcos Elias Klos da Cruz e Israel tura de ator responsabilidade nas Chamor ro da Rocha, que é 1 (der Comunl coisas administrados pelo poder pÚbll tãrfo do lalrro Água Doce, além de I- co Municipal, frisou que vêm lutando númcro:; morodor n e Diretores dn Asso muito para que a Associaçiio de Morndo e1ação. Na pauta da Assembléia Geral res do na Irro Água Doce safa da situa cntnvn n preotoçÕo de contas da atual çio em que hoje se encontrn, pois j1 Diretoria e também a apresentação de se passara sete anos de existência - chapas que d sejam concorrer à elel- da Olaria da Entidade, o!J maquinários ção para a composição da novo Direto estão ficando velhos, as instalações rio dn Associação do Bairro Água Do:: físicas já estão bastante deteriora - ce, que será realizada no próximo dia das e até agora nenhum resultado con- 29, domingo, no sede do entidade. ereto foi obtido em favor da comunidn de do Bairro Água Doce. O PrefeitÕ ressoltou que na reunião com os pre - tendentes à Presidência do Associação de Pequenos Produtores do Bairro Água Doce, que contou também com as presen ças do Secretário de Promoção Social­ João Kalife e do Vereador e líder - Comunitário do Bairro, Israel Chamor­ ro da Rocha, foram colocados e discu­ tidos alguns pontos fundamentais para a implantação de uma nova dinâmica ad ministrativa na olaria, visando acim::i" de tudo a evolução e o fortalecimento da Associação de Moradores, tornando­ a de uma vez por todas independente - dos favores da Prefeitura e auto-sufi ciente na sua produção de tijolos. Partindo desses princípios o Pre - feito Abraão Zacarias assinalou que o objetivo principal dessas mudanças que estão sendo propostas, é fazer com que a Associação de pequenos pro­ dutores do Bairro Água Doce realmente venha a beneficiar os moradores do Bairro, cumprindo com os seus princí­ pios básicos, "porque até hoje, sem querer culpar esta cu aquela Direto - ria anterior, nada disso aconteceu" , afirmou o Prefeito. Abraão Zacarias, em suas palavras, também deixou claro que a Prefeitura Municipal, através da Secretaria Muni cipal de Promoção Social, vai dar ma: is um crédito à nova Diretoria a ser eleita e continuará ajudando e inves­ tindo na Olaria da Associação, mas deixou claro que é necessária a imple mentaçao das mudanças apresentadas pe lo Secretário João Kalife. "Vamos pa~ ticipar ativamente, mas é necessário que haja o respaldo devido, coso con­ trário a Prefeitura será obrigada a retirar sua participação na produção da Olaria, porque nós não podemos gas tar o dinheiro público em programas­ que nao tenham o retorno em prol da sociedade, ou de uma comunidade em ge ral" salientou o Prefeito e complemen tou: "isso aqui é de vocês, é do Bair ro Água Doce e a Prefeitura não pode dispor de suo estrutura, transportan­ do barro, lenha, arcando com custos - de combustíveis e outras despesas,sem que haja um resultado positivo, não para a Prefeitura, mas sim para a co­ munidade envolvida nesse programa". O Prefeito Municipal finalizou.su­ as palavras convocando todos os mora dores do Bairro Água Doce a participa rem da eleição para a nova Diretoria­ no próximo dia 29, ressaltando ter a certeza de que essa eleição vai mudar a história do Bairro Água Doce e pediu o fim das distinções entre ven­ cedores e vencidos, "a delllOcracia é isso, tem que existir o ganhador ou o perdedor, mas todos devem acira de tu do assumir o compro"'1sso de ajudar a administrar essa Associação, porque e la e de todos voces e fie for bem admi nistrada, tenho certeza, terá condiçÕ es de servir e ajudar toda a counida de do Bairro Água Doce". O Secretário de Promoção Social do Município, João Kalife, tendo cm vis­ to o situação deficitária da Olaria - administrada pela Associação de Peque nos Produtores do Bairro Água Doce existente há mais de sete anos e que até hoje não obteve resultados posi­ tivos na sua sua produção, e con­ siderando que tanto a comunidade do Bairro Água Doce como a própria Pre - feitura ~unicipal, que até hoje prati camente vinha bancando o produção di tijolos, não estão sendo beneficiadas com o retorno devido, apresentou uma proposta de mudança no sistema admi - nistrativo do Olaria, a ser implanta­ do pela nova Diretoria que será elei­ ta no próximo dia 29 e que, em resu - mo, consiste na implementaço das se­ guintes normas: * Os funcionários que trabalharão na produção de tijolos passarão a re ceber um percentual sobre a produção­ mensal, ficando uma parte para a Asso ciação cobrir as suas despesas e apli car cm favor dos Associados e da co:: munidade do Bairro Água Doce, cabendo ainda à Prefeitura Municipal uma con­ tra-partida pelos serviços de trans - porte de barro, lenha, etc ... presta- • dos à olaria do Bairro Água Doce. O Secretário Municipal de Promoção Social, João Kalife, que atua direta­ mente ligado às Associações de Bair - ros, explicou que o grande problema - boje enfrentado pela Associação de Pequenos Produtores do Bairro Água Doce é a falta de um padrão normal de produção na olaria administrada pela entidade, ou seja, num mês ela chega a produzir 80 e até 90 mil tijolos, o que da para cobrir todas as despesas com funcionários, energia, etc... e ainda sobra alguma coisa, já no outro mês a produção cai muito, gerando 'grandes dificuldades e não cobrindo - nem mesmo a folha de pagamento dos trabalhadores, que tem de ser paga do mesmo jeito, assim como a energia con sumida pelos maquinários, cujos cus - tos giram hoje em torno de mais de R$ 300,00 (trezentos reais) mensais. Dentro do nova formo de Administra ção da Associação de Pequenos ProdutÕ res do Bairro Água Doce, acertada e cocuo acordo entre os candidatos à Presidente da Entidade, o Prefeito Mu nicipal Abraão Zacarias, o SecretáriÕ João Kalife e ainda o Vereador Israel Chamorro da Rocha, representante da - quele Bairro na Câmara MunicipaJ., fi­ cou definida que a meta a ser alcança da será a produção de 100 mil tijolos mensais, com isso, cada trabalhador • já integrado ao novo sistema adminis: trativo, poderá ganhar cerca de dois salários mínimos mensais, a entidade poderá cumprir com a contra-partida - devida à Prefeitura e ainda sobrará un percentual para· ser aplicado em be nefício da própria Associação e da cÕ munidade do Bairro Água Doce como um BRAAO ZACARIAS todo. Através desse sistc=, de partici­ pação dos Funcionários na produção da olaria, os trabalhadores também se sentirão incentivados à produzirem ma is, porque quanto mais a olaria produ zir mais eles vão ganhar, ao contra • rio do que_acontece hoje, onde, produ zindo cu não, no fial do rês a Asso­ ciacao e obrigada a pagar os seu fun A PRESTAÇÃO DE CONTAS Conforme previa a convocação da As sembléia Geral, e Presidente da Asso­ ciacão do Bairro Água Doce, Ciro Pe - reira, com ajuda do Secretário de Pro moção Social João Kalife, fez a pres­ ~açao de contas da entidade aos Asso­ ciados e moradores do Bairro, onde fi cou demons:rada a seguinte situação: a Associaçao te hoje uma. dívida de aproxiadamente 75 nll tijolos,incluí Prefeito Abraão Zacarias fala aos moradores do Bairro Água Doce, ladeado pelo Secretário_João Kalife, Vereadores Israel Chamorro e Marcos Elias e o Presidente da Pereira -- / Apesar do cau tempo que fez no sábado, dezenas de moradores do Bairro Á - gua Doce participaram da Assembleia geral da aí a folha de P.agaoento dos funcio nários do mês de dezccbro que a inda não foi quitada. O pagamento dessa dÍ vida será o principal compror:ússo a ser cumprido pela nova Diretoria, a ser eleita no próxioo dia 29. Com relação aos tijolos recebidos pela Prefeitura Municipal, em pagamen to do transporte de barro, lenha ; outros serviços prestados à Associa - ção de pequenos produtores do Bairro Água Doce, o Prefeito Municipal A­ braao Zacarias inforou que eles são usados na construção de carneiras pa­ ra os cais carentes e pessoas de bai­ xa renda falecidas e nossa cidade. A lém desse atendimento arestado aos me nos favorecidos pela sorte, é inten - çao do Prefeito Municipal, segundo su as palavras, ioplantar w:, prograca ai melhoria das ooradias das fa!:Úlias po bres e cais carences, muitas delas morando hoje em verdadeiros casebres e barracos, na periferia da cidade. " nossa meta usar nesse programa os ti jolos fabricados pela olaria do a!r­ ro Água Doce e entregues à Prefeitu - ra, cm contra-partida pelos serviços prestados pela municipalidade àquela entidade" assinalou Abraão. - VEREADORES APOIAM AS PROPOSTAS APRESENTADAS Ioportante ressaltar que todas as l ,, f ._,,. proposições apresentadas na Assembléia Geral, tiveram o total e irrestrito a poio dos Vereadores Marcos Elias Rios da Cruz e Israel Chamorro da Rocha que e morador e líder Comunitário do Bairro Água Doce. Ambos usaram da pa­ lavra para reforçar as propostas defi nidas conjuntamente entre os cand!da­ tos a Presidencia da Associação de Pe quenos produtores do Bairro e a Pre - feitura Municipal, que prevêem mudan­ €as radicais na fora de Adinistra - ca0 da olaria da entidade, dando A ela um_carater de empresa, com vistas a torna-la, realente, produtiva e auto-suficiente. AS CHAPAS APRESENTADAS Curprindo outro objetivo da Asse­ bleia geral da Associação de Pequenos produtores do Bairro Águ D f _ a oce, ora apreentadas tres chapa - concorr d - - s que estarao en o as eleiçoes para nova D!- retoria no próximo dia 29, que foram as seguintes: I - Chapa "DO POVO PARA O POVO" - en­ cabeçada por Mercedez Rsaldi 2 - Chapa "TRABALHO' JUSTIÇA E UNIÃO" encabeçada por Elizeu Medina 3- Chapa "DE FRE F 'NTE PARA O POVO" encabeçada por August, ,,- Pinto .o +aao Leite .. El te. Rtoel@is marca de Bela Vista-!S. FAZ SABER à tod il desta cidade e Co l, 'L, tos quantos o preset Ed ctanas vire que, apresentaram os Documentos exi!d" ·nre Iilade Pro r.o Civil Brasileiro, Incisos I u e IV • g os pelo Ar.180 a C5a? ,e pretendei se - GILSON CARVALHO DA SILVA e PATitl'.'CtA DION1.SIA Dã;, casar: teiros, residentes nesta cidade; ele ilitar, , NO, brasileiros, sol - Morin Luisa Tobias de Carvalho· ela rec i i ho de Nilson da Silva e ra Delfino e Nair D!onisia Delta. :epcion:sta, fLlha de Roero Perei- Se alguém souber de algum impedimento • ' que se oponha na foma dn Lei. Bela Vistn-MS., 24 de Janeiro de 1.995 Janilde Rosa dos Santos _ O(iciala (REPORTAGEM: BALDINO RODRIGUES) t 1 ~ en una t • ta, c a "a, . (a te e ?-, ·n, JORNAL TPIUNA DA FRONTEIRA DIÁRIO REGIONAL BELA VI> A, 26 TRIBUNI PIR ---- ---------------- J6venes Rechazan a Oviedo La rcmociõn dcl Titular de la ANR,Eu qcnio Sanabria Cante ro, por cl claro a­ poyo manifestado a la candidatura del general Oviedo, fue reclamada por miem - broa de la juventud colorada. Afirman que este incita peli qrosamente a un en - frentamiento entre civiles y militares. Como una incitactón a un enfrentamiento entre civiles y militares rue­ ron tomadas por jóvenes colorados de diferentes • correntes in te mas de la ANR las afirmaciones del titular de la Junta de Gobierno, Eugenia Sa­ nabria Cantero, de que el actual comandante del Ejército, general Lino Oviedo, representa la carta de triunfo del co­ loradismo para el '98. En el pronunciamiento dado a conocer a la opi­ nión pública, la juventu de colorada reclamá 1ã remoción del presidente partidario "por atentar contra el anhe lado proy­ ecto de unidad y querer llevar a una nueva lu cha, tensa y agresiva,en tre los movimicntos que conforman nuestro parti do". - "Nosot1::os buscamos - un sistema político na - cional que se sustente en la civilidad y no en un esquema perimido, re­ trógrado y corrupto, cc­ to es todo sistema de go bierno dirigido por un militar con complejo me­ siánico y de gran perjui AFIRMAN QUE TITULAR COLORADO INCITA A LUCHA CÍVICO-MILITAR ■RECLAMAN DESTITUCIÓN DEL PRESIDENTE DE LA JUNTA DE GOBTERNO Jóvenes de diversas corrientes de la ANR rechazaron el claro apoyo mani - festado por el Presidente colorado, Eugenia Sanabria Cantero, a la candidatu ra del general oviedo cio en todos los Órdenes de la sociedad", agrega. Los jóvenes republica nos sentencian que el titular del Partido Colo rado, antes de atentar - contra la institucional! dad de la centenaria nu­ cleación política mani - festando un claro apoyo a un candidato militar , debería preocuparse en aclarar las numerosas de nuncias de corrupción que pesan contra su admi nistración en Puertos. "Estas denuncias no hacen más que aumentar - el dcscreimiento popu - lar hacia !a dirigencia partidaria. Por ética personal, política y pro fesional. Sanabria Cante ro debe renunciar a los dos cargos: como presiden te del partido y como fun cionario público, y vol - ver a su base, si alguna vez la tuvo", sen tencia - el comunicado. "RETRÕGRADO PRESIDENTE" Félix Ortellado, en vi sita a nuestra RedacciGn con miembros de la juven­ tud colorada, afirmó que "el retrógrado presidente, que se caracteriza por su comportamiento servil, ob secuente, de origem esen= cialmente stronista, hoy nos quiere miserablemente enganar e imponer la can­ didatura de un general con perfiles dictatora - les, de mentalidad deli (Õltima Hora, 20/01/95) "Sanabria Cantero nos quiere imponer la candidatura de un general de complejo napoleónico". (Félix Ortellado) Es preciso coordinar una agenda el desarrollo inmune al estéril ruido de la política. Eso se conseguirá siepre y cuando el gobfer­ no tenga el interés y la capacidad de aglutinar talentos y esfuerzos para rovilizar al sector pu blico y a la sociedad civil en la realización de programas destinados al creciciento econócico y al progreso social. Esa agenda tiene gente tan valiosa ~ooo para iniciar los decorados t ieopos económico y social. La cuestiÓn es llegar a la certeza de que tan importante coco la democracia es colocar al país en camino hacia el desarrollo. E!ECUTIVO AUTORIZó ARAIICEL CERO A PODLCTO Tomates, cebol las, ajos, zanaho rias, bananas, P! nas y naranjas ya cuentan cor. el de decreto por el cual se retiram - temporalmente de la lista del régi en de adecuac1ón del Mercado Común del Sur (Merco sur). La decisión obedece a que se pretende satisfa­ cer la demanda 1n terna de los ru - bros, ante el dé­ ficit que suele existir en esta tempg RUBRO Tomate Cebolla Banana Pina EJECUTIVO AUTORIZÓ ARANCEL DE LA LISTA DE ADECUACIÓN Zanahoria SALE 30'1. Enero 30'1. Enero 30 Enero ENTRA Ma o Setiembre Setiembre 30% Enero Ma o 30'1. Enero Ma o rante y de complejo napo leónico". "No volverecos a per­ mitir que el destino de nuestro País sea conduci do nuevamente hacia el yugo de la dictadura. Sa nabria Cantero se está aprovechando de la proxi midad de los coproisos electorales para lanzar este apoyo al militar. No acptaremos este ti pode candidaturas im = pucstos, eso es categóri co", expresó finalmente. ,.--------- ----------- TIEM PO DE TRABAJAR POR EL PAÍS Juan André Cardozo Nosotros necesltamos t ner un crecimtento eco nóIco uperior al 4 por Lento. Ahora apgnas • nos aproximamos a este porcentaje, Y para avan - zar hacfa el desarrollo debomos lograr un crecI miento sostenido de 8 a I0 por ctento, invaria - ble por más de qufnce anos. Esta es la unica man ra para alirdel atraso. ITenemos conciencia de que debemos trabajar , trabajar arduamente y por e. País, para alcanzar sa meta? i Qulénes? Todos, por supucsto. Pero prlncipolmcntc lo~ responsables de la condución nacional y de los sectores productivos Sin embargo, el panorama no s favorable para qu entremos en el tiempo económico o en el tiem po social. O para compatibilizar el ttempo pol{­ tlco con esas imprcscindiblcs fases. De nuevo el cronograma político hará dif{e1l superar el umbral de las actividades circunscrip tos a este campo. Elecciones interas en los par tidos políticos y de la definiciõn de cnndidotu= raspara las elecciones munfcipales estarán ab - sorbfendo otra vez a los actorcs políticos, lici tando su tempo para dedicarse a las tareas que cor.tribuyan al desarrollo. Si nos dejamos arrastar por los interescs po-1 líticos, lamentablementc más sectarios en nucs - tro País, no habrá la devida dedicación en el Congreso y en el gobierno para la ndopción de las medidas económicas y sociales que nos saquen del estancamiento en que nos encontr..imos. Y entonces tendremos otro ano desperdiciado. Pero con inteligencia y voluntad podc::x,s cam­ biar este panorama. Bastará que los responsables trabajen. Y que los políticos y otros factores de poder nos per­ turben. Que no hagamos caso a la actividades y titicas diversionistas. Desviacionistas y elust vas. 30% Ma o Setiembre Naran a 28% Enero Ma o Fuente: Dirección de Comercialización - MAG ta de los productos en nuestro media. La intención es utilizar las tres oportunidades y luego aprovechar la entrada de los rubros con aranceles - bajos. Esto se dará siguiendo el cronogra ma impuesto por las normas del bloque económico, utilizando el régien de adecuación. Es decir, que si un producto cuen­ ta con 30 por ciento de arancel, para el '95, esta cifra debe ir disinuyen do cada ano hasta alcanzar el nivel del O por ciento. As!, el tomate, con arance1 30 por ciento en el '95, para el l de enero del '96 debe contar con ur 27 por c!­ ento, posterior=nte proseguirá la reducción: 217 en el '97; 147 en el '98; 77 en el '99 y para el2.000,07. Esta isa disinución paulatina - tendrán todos los productos, salvo las naranjas, que inician el '95 con un arancel del 28 por ciento. (C1ia Hora - 23/01/95) I· • ACÁPITE: SIEiliE RUBROS SERÁN SEPARADOS TEMPORALMENTE DE LA LISTA DE ADECUACIÕN, A FINDE CUBRIR LA DEMANDA LOCAL rada. El Ejecutivo firmá cl Decreto n? 7.304 por el cual se dispone la sepa­ ración de catálogo de los siete pro - duetos, cuyas importaciones tendrán un arancel cero a partir de enero, en el caso de seis renglones hortifrutI­ .0las. La pifa tendrã este regiren a partir de mrryo. La fecha de reingreso a la lista tabién difere segin el articulo.1os tomates (frescos o refrigerados), las zanahorias y nabos (frescos o refrige ·ados), las bananas plátanos (f'rcscos y secos) y los agrios frescos y secos (naranjas) deberãn estar reinsertos - en el régimen de adecuación en el mes de mayo. Las cebollas, los ajos e pis retornarían al rol de adecuaci- .õn en setiembre. DISPOSICION DE OURO PRETO Este mecaniso es posible teniendo como respaldo normativo lo dispuesto - en la VII Reunión del Corisejo del Mer cado Comúm (CMC), en el brasilena loca lidad de Ouro Preto, en dicfebre pasa do. En aquella oportunidad, el CNC cmi t1ó su decisón MERCOSUR/CMC/DEC. @ 24/94, por la cual se otorga a los cua tro estados partes del bloque la facui tad de retirar y volver a reintroducii productos de sus respectivas listas. Este procedimiento se puede repetir sólo tres veces en el período de ade - cuación fi1'al de los Ítem y en tres fe chas anuales, el 1 de enero, el l de mayo y el l de setiebre. Los argumentos para explicar esta situación se dan porque para esta tem­ porada se presenta un déficit de ofer- POSTO ORTEIRA ' ' l- - )7. .e . Lubrificantes Filtros Troca de Óleo Atendimento cordial! (rareore ar6ré] Av. Brasil, s/nº Fone: 495-1146 CARACOL-MS - . 1 t > -----------~------- i@@iwi Ti i1 -_2""-c, '<<1 "- ., ,.., 1 R ENTIIÇIO A partir desta Edição esta página dedicada ao Município de Caracol será fix , denominada TRIBUNA DE CARACOL destacará s notícias caracolenses, assim como as publicações de Editais avisos, cobertura do legislativo e do Executivo. Uma nova Colu na Social abrangendo aspectos esportivos e culturais, uma vez por-mês publícaremoa entrevista com líderes caracolenses. Contamos com o apoio do povo de Caracol para manter essa TRIDUNA do Municí io. p ·11ENÇIO CIRICOL O Gerente da Sucursal deste Jornal em Caracol, KENER LOPES LEITE, está desenvolvendo uma campanha de assinaturas. Você pg de receber o Jornal cm su cuna ou local de trabalho aprove1 - tando cate mên promocional. A Assinatura ANUAL custa R$ 90, 00 (VENTA REAIS) - você pg de pagá-1 m 2 ou 3 vezes. Aproveite, faça a assinatura do JORNAL DE SUA CIDADE, a TRI BUNA DA PRONTEIRA, Numa iniciativa - do Prefeito Juvino Godoy, publicamos na edição de ontem o Cô DIGO TRIBUTARIO do Município. Foram distribui - dos 100 exemplares - na cidade, todos po derão consultar o c6 digo a respeito de cobrança de taxas,al varás, ISS, IPTU, cn fim, saber como e porquê vai pagares­ sa ou aquela taxa co brada pela Prefeitu- ra. Juvino Godoy - Prefeito Municipal ta transparência - - da Administração Juvino Godoy. À CD 1 ~ RIBUTIRID A estrada que liga Caracol a Bela Vista está intransitável , já não era satisfatória, com as chuvas ... se transformou numa - trilha. Buracos, verdadeiras crateras são uma ameaça à segu rança dos motoristas, é mais fa cil viajar a cavalo ou de carro ça, se bem que também é perigo= so, pois o animal pode quebrar uma perna. o E as pontes? Todas elas em precárias con­ dições. Aceitamos a justificativa , CHOVEU MUITO, tudo bem, mas que tal iniciar AGORA o trabalho de recuperação, afinal as pararam? E as pontes? chuvas E TEMPO DE CRISE O IEAHOI NEGÓCIO É ZER PUL.KCID DE Josélio vai Ingressar no PSDB O vereador José - lio dos Santos (?;'.-[)B), eleito Presidente da câmara Municipal vai ingressar no PSDB. Será mais um "tu­ cano" no partido do Presidente Fernando Henrique Cardoso. Jun to can ele diversas li­ deranças de Caracol se filiarão ao PSDB. Falando ontem a nossa reportagem, Jo sêlio disse que "ca= racol, a exemplo de nilhares de Municí - pios cm todo o Bra - sil, despertou para uma nova era, várias obras foram executa­ das na cidade, asfal to, casas populares, Hospital.e Escolas , despertou também no aspecto social, cul­ tural e económico, é preciso que haja no­ vas alternativas e possuo mu,i.tas afini­ clades com o partido ele Fernando Henrique Cardoso". A respeito de sua saída do PMDB, José­ lio foi taxativo,"po lítica se faz com cs paços na comunidade~ sou jovem, tenho o apoio da juventude - de Caracol, aliado - ao apoio de pessoas mais experientes,das chamadas velhas lide ranças, gente de tra dicção em Caracol, p deremos viabilizar projetos a curto e su RCADOTIMBI a -+ gear; . ' . . . O maior estoque de gêneros alimentícios, bebidas, frios, armarinhos e ferragens da cidade, pelo menor preço. v. Brasil, 1.140 - Fone: 95-145 - Fax: 495-115-CARACOL-MS Vereador Josélio dos Santos Presidente da Camara Municipal médio_prazo, enfim., tudo e uma questão - de espaço". Um dos projetos de Josélio é mobili­ zar os jovens caraco lenses para a ativi­ dade política, "ya - mos criar o PSDB jo­ vem, intensificar o contato desses jo vens com as lideran­ ças·do partido no Es tado, despertar vocã coes políticas e pre parar quadros para a prox1.ma eleição". Pa ra ele, "a renovação dos qvadros é muito importante, assim co mo o incentivo 2 ssembléia A eleição para a Mesa Direto ra da Assembléia Legislativa po lariza as atençoes dos caraco criação de Associa - r,,õc s Sindica tos e cursos de formação e aperfeiçoamento, que remos trazer o SEBAAE para Caracol, para a realização de pa - lestras". Quanto a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal dis se que "agora vamos arregaçar as mangas e trabalhar cara me­ lhorar a dualidade de vida do iosso ~ vo, não há rusgas e nem divergências, va mos sim, somar esfor cos e viabilizar pro jetos na comunida de". lenses' n•ais precisamente no to cante ao futuro Presidente e se cretário da Assembléia. Isto porque Hal denir Mo­ ka e RO - berto Or­ ro são dois Depu tados com base em Caracol , sao consi derados os DEPUTA DOS do M nicípio - u.n do PMDB. d 1 Ca ta Os do- is são candidatos • . Muitos es. a Presidente. lei;ão de 3.? torcendo pela oRRó, na voá_, outros pela de Caracol esta "e politicamente tada em ca"}to bem represe ka A · s rande Orro Mo- , rroyo e Valdir K - ' - veram expres . - eves obti- dade e o Bs~"a votacão na ci t • confia na pos as apresentadas .s pro _ panha. s durante a caro- Dep. Roberto erro