TRIBUNA DA 
DIÁRIO REGIONAL 
------------- • 	• 
» w" "? ": '? 	? m1o 1.%92 S 	os roo reera 
acidente 
Um morto e 
F atai 
dois feridos· 
R$ - 0,50 
acidente, o Gol ficou parcialmente destruído 
Uma das Rodovias 
mais violenta e peri­ 
gosa no Sudoeste do 
Estado a MS-384, tre 
cho Antonio João/Pon 
ta Porã, voltou nova 
mente a ceifar a vi­ 
da de mais uma jo 
vem, Lucimara Pinhei 
ro (Maika), de 17 
anos de idade e dei­ 
irnndo duas pessoas 
feridas, Laura Ja 
quect Echeverria (a­ 
proximadamente 17 a­ 
nos) e Renato Simplí 
cio de Freitas (aprÕ 
ximadamente 19 a­ 
nos). 
Maika filha de I­ 
va e Euzébia Pinhei 
ro, pessoa muita que 
rida e de família - 
tradicional de Anto- 
nio João. Página/06 
O o 
eiça0 na 
Pela primeira vez o Sudoeste 
poderá ter um representante da 
região como Presidente da As - 
sembléia Legislativa. 
ssem 
Dois Deputados com base no 
Sudoeste disputam a Presidên 
Cia, Roberto Orro (PSDB) e Wal­ 
demir Moka (PMDB), Orro tem o 
apoio da 
bancada - 
do PT e 
tem em 
Londres - 
Machado o 
seu maior 
articula­ 
dor, pro­ 
vavelmen­ 
te o futu 
ro 10 Se­ 
cretário, 
se Orro 
for o es 
colhido. 
outro 
Deputado 
com base 
Pep. Roberto Orro no Sudoes 
e e que obteve expressiva vota 
ão em Bela Vista (e na região) 
'-aldir Neves, está apoiando a 
candidatura de Roberto Orro. 
PUCCINELLI: CONTROLE DA DENCiUE 
DEPENDE, TAMBÉM DA CONSCIENTl 
1 
ZAÇÃO POPULAR 
EMPRESAS UTILIZAM 
%%2±l #ti= 
Na verdade o trabalho nc bastidores que 	ssd-- "-=-. 
Londres Machado vem desenvolvendo poderá Pe 	DELEGAÇAO PARAGUAIA 
Deputado aldemir Moka 	'à 
sar muito nesta eleição, "o grupo do. Chi - 	DEVERÁ PARTICIPAR 
nês", como são conhecidos os Deputados quê char o partido", mas isto pa - 
o acompanham apoiam Roberto Orro. rece que já ocorreu. DA EXPOGRANDE Pág/G 
A preocupação maior das r-:----------;--------------::-----------~..:.:;::..::.,. 
principais lideranças é "não ra 	Prestando uua hoenage à sua '' 
cidade natal, o jovem Rarão Lourei 
ro inaugurou no Ültio.o dia 15/11 
e nossa cidade a Lanchonete "DG 
FISH BURGUER", a casa e es­ 
tilo Mac Donald's, oferecen- 
Deputado Londres Machado 
A dengne é uma doença cujo controle de- 
pende basicamente da conscientizacão da 
comunidade. 
o comentário foi feito pelo médico e De 
putado Federal André Puccinelli, do PMDB l 
baseado na experiencia que teve quando foi 
secretário de Estado de Saúde na primeira 
administração do Governador Wilson Barbosa 
Martins. 	Página - 04 
INFORME TF 
por Ubaldino Rodriaues Páaina - 08 
Comarca de 2· Entrância 
e Mercosul 
A convite do Rotary Club, o Juiz d Di­ 
reito aposentado, ex-Presidente do Clu 
hoje integrando o Lyons e atu l Vice-Pr 
feito de Bela Vista, Dr. Sydney Nunes Lei­ 
te proferiu breve p lastra a respeito da 
implantação da Comarca de 20 Entrância cn 
nossa cidade. Falou também sobre o Merco - 
sul e suas implicaçô±s no comércio belavis 
tense, com muita frar.qeza disse que "o co­ 
mércio de Bella Vista 'Paraguai) será o 
mais beneficiado e se não houver união na 
busca de novas alternativas para o comér - 
cio de Bela Vista (Brasil) este sucumbirá" 
Quanto a implantação da Comarca de 2a 
Entrância, disse que é preciso "ampliar o 
prédio do Fórum, e esta ampliação cabe a 
Prefeitura com a colaboração da comunida - 
de". 
Muitas críticas foram feitas à Justiça, 
"o povo clama por mais dinamismo, agiliza­ 
ção, mais envolvimento com os problemas be 
lavistenses", até a apreensão de mobilctcs 
e a denúncia de contrabando dos que adqui­ 
riram essas mobiletes para os filhos foi 
criticada. 
Fizeram uso da palavra o Presidente do 
Rotary, Ivaldo, o Secretário Luiz Carlos , 
Carlos Alberto Ocá - 
riz, Garibaldi da Ro 
sa Neto, todos enfo­ 
cando os problemas - 
do comércio belavis­ 
tense e a implanta - 
cão da Comarca de 2a 
Entrância. 
Um convite será 
feito ao MM Juiz de 
Direito da Comarca, 
Dr. José Eduardo Ne­ 
der Meneghelli e à 
Sra. Promotora Públi 
ca, Ora. Vera Apare= 
cida Vogalho Frost 
Vieira, para falarem 
no Rotary a respeito 
da atual situação do 
Poder Judiciário em 
Bela Vista. 
Para esta reunião 
o Dr. Sydney também 
será convidado. 
BURGUER 
do 40 tipos de lanches, 4 ti 
pos de maionese, sucos natu 
rais, refrigerantes, visky, 
vodka, cerveja, etc- ... 
Neste cês, grande pro­ 
cocão de íiJ:i de ano: 
junte lO cupons ga­ 
nhe 1 "X-SALADA"; 
L5 cupons, ganhe 
Wll lanche da sua 
escolha. 
RUA VISCONDE DE TTAY 
(e frente à Escola e 
ra Guiares Loureiro) 
1.

O D PO CIA » 
TROPELIMENTO NO "ao CI-TE-VI 
1 • 1 IIBILHIDOR GRAVEMENTE FER DO 
o 'Tr balhador Ra­ 
mão Odil Marques Lei 
te, de J4 nnou, rnof 
dunte no Distrito 
Nossa Senhora de Fá 
Limu, o "Nunca-Te 
VL", oo vollur para 
cosa na Lard do úl­ 
timo di 25, por vol 
Ln dau 18:00 horas-; 
íol vitimo do um a­ 
tropelmnento provoco 
do pelo veiculo Ford 
Uclin , cor verde , 
PLcas HRA 5839, que 
ra conduzido pelo 
oou proprlctºrio, Ni 
codemou Duarte. - 
segundo as infor­ 
mnç6es levantadas pe 
lo Polícia Militar , 
que atendeu a ocor - 
rêncin, o autor do 
atropelamento e a ví 
tirna residem no Dis­ 
trito Nossa Senhora 
de Fátima, onde o 
proprietário do vei­ 
culo possui uma chá­ 
cara, a vitima, Ra­ 
mão Odil Marques Lei 
te, casado, pai de 
familia e que traba­ 
lhava fazendo a en - 
trega de leite na 
cidade, trafegava de 
bicicleta pela Rodo­ 
via que liga acida­ 
de ao Distrito, qu. n 
cid de registrou a 2 
corrência e Já r.c - 
minhou cópia para a 
Delegacia de Polícin 
Civil, onde o Delega 
do Renato Cesar Pe - 
reira deverá instau­ 
rar procedimento pa 
ra apurar as circun~ 
t5ncias do atropela­ 
mento, que será pos­ 
teriormente encami - 
nhado ao Juizado de 
Pequenas causas da 
nossa C ida d . 
Ramo 0dil Mar 
que Le i t foi se 
rido por popul r 1 
que n.sidcm no Dls 
trito'Nossa Senh 
de Fátima e enca! 
n h do ao Hospital . 
são Vicente de 
la, onde se enc: 
tra internado 
estado que inspi 
cuidados. 
$ 
.. 
Educar é trabalho· sério, para ser feito por gente experiente; 
num processo longo de respeito, liberdade e disciplina. 
Esta é a proposta do Centro Educficional Maria Auxiliadora, 
uma escola com método Piaget e Maria Montessori 
e máximo de 25 alunos por sala de aula. • 
E 
CENTRO EDUCACIONAL 
MARIA AUXILIADORA 
, 
• Da pré-escola à 4°série 
• Área de recreação com play-ground 
e quadra de areia para esportes. 
e Assistência pedagógica extra aula 
A PARTIR DE 01/12/94 
RUa Gal Soares da Rocha. 90 - Tel 439-1254 
CEP: 79.260-000 - Bela Vista - MS • 
rlo íoi colhido por 
trás pela Belina, há 
pouca distância da 
nua residência. 
em consequência - 
do atropelamento, Ra 
mão Odil sofreu feri 
mentes generalizados 
pelo corpo, sendo os 
mais graves na rc 
gião da cabeça, onde 
provavelmente ocor - 
reu fraturas. A Poll 
eia Militar de nossa 
~ 
POLICIA PREPARA ft 
OPERAÇÃO CIRNAVAL 
1 
1 
i- 
' 
' 
Tribuna da Fronteira 
DilRIO REGIONAL 
EDITOR: Ivaldo Pereira 
FUNDADO EM: 
20/02/1972 
GERENTE COMERCIAL: Marta 	[EXEMPLAR: R$ 0,50 
a Estela Velásquez Pereira 
SECRETÃRlO DE IUlJAÇÀO· Ub:ildi R d 	ASSINATURAS: 
.... 1.....,, " "" [	58ser:E_s9.,oo 
REOAÇ~O, DEPARTAMENTO com:RClAL E PARQOr: GRÃ.PICO· ANUAL: R$ 100,00 
Avenida Tribuna da Fronteira.564 -- CAIXA ' < OS ORJGINAIS EYVl.t 
23 - FONE: (067) 439 - 11ó ,,_ POSTAL - DOS_À REDAÇÃO NÃO 
BELA VISTA _ l'.S 	- rAX - 439 - 1544 	• SERAO DEVOLVIDOS. 
OS ARTIGOS ASSINA 
DOS NÃO REFLETEM NE­ 
CESSARIA!!ENTE A OPI­ 
NIÃO DO JORNAL 
SUCURSAIS 
JARDI't- André {valo 
ANTONIO J0k0 - 
Gonçalvs 
PORTO '.'.1.:'0.Tl:; • ·o - Arton io Rui:: 
Propriedade 	[ADJORI 
da trifiese Editora APA La. l 
.G.E. (MF)-03.701.266/0o01-g2- 1u_e 2 
BONITO - Firmino de Bar 
::os 
CAR.COL - Kêncr L. Leite 
Norino 
FILIADO A: . 
e 
O 1 1 
lBRAJORI 
Segundo informaç6es levanta­ 
das pela reportagem da Ronda Po 
licial, as Polícias Civil e Mi­ 
litar de nossa cidade estão ul 
timando os preparativos parã 
deflagrar a operação "Carnaval" 
no decorrer dos próximos dias. 
Blitzs, barreiras policiais 
revistas de veículos, 6nibus, ~ 
elementos suspeitos e uma fisca 
lização mais rigorosa contra Õ 
tráfico e uso de entorpecentes 
são algumas das ações previstas 
para serem desenvolvidas dentro 
dessa operação, para isso tanto 
a Polícia Civil como a Militar 
já estão recebendo um reforço - 
O Uso de Lança 
O Comandante'do 20 Pelotão 
PM, Tenente Alirio Vilassanti 
Romeiro, alerta aos possíveis u 
suarias e consumidores do Lanca 
Perfume, para o fato de que quetij 
for flagrado de posse do entor 
pecente será imediatamente au z 
tuado em flagrante e encaminha­ 
do ao Departamento competente, 
independentemente de quem quer 
que seja, pobre ou rico, branco 
ou preto. A titulo de informa - 
çao aos interessados, 0 Oficial 
lembra que a pena prevista para 
o trafico de entorpecentes, que 
no efetivo e implementação n' 
peracionalidade das Unidades 
como por exemplo a recuperaçã: 
da Viatura tipo Veraneio, da' 
lícia Militar, que estava en 
tada há um bo:n tempo, no Pát:: 
do 20 Pelotão. 
O alerta vale também para4 
menores que, apesar de todas' 
campanhas e das várias apree 
soes Jª realizadas, ainda tei 
mam em conduzir veículos • ile 
galmente pelas ruas da ci' 
de. 
Depois 
visamos. 
Perfumes 
A 
é considerado crime hediondo. 
la Legislação Penal Brasileir! 
varia de 03 a 15 anos de r i 
dE?pendendo das circunstãncial 
em que ele ocorrer. só para. 
lertar os interessados a cl 
eia Militar possui inforoac· 
de que alguns elementos esta:: 
am tentando a comercializaç~ 
do Lança-Perfume em nossa ci" 
de, as quais serão checadas 
se confiramdas a Policia poi 
facilmente chegar também a0°, 
suar ios-compradores. Te e·· 
malandragem que O barraco pode c;a:. 
Neste Carnaval seja mais você 
diga não as drogas ' 
ORATÓRIA 
Para candidatos 
o, eus ue isaguci . 
/Aprenda com quem sabe. Curso modero, apostilado e com disquetes. V 
studa em casa e recebe toda a orientação necessária para falar econ 
ara mmores informações disque 751-6794.

,· 
.ns; 
!I 
1 IMPORTâNCII DDS FORÇIS 
artigo publicado no Estado, o levada carga tde risco que tal con- vtemo produzido pel s fodud, 
alfrante 'arfo César Flores (So- trole traz para a paz mundial, to que acentue! e tes« de 
brevIv@nc1a ou Neutralidade MIl- Países africanos e astáticos po çio sobre Finanças Públicas preparada 
ar, 29/12) alertou para a necessfda- d hoje atingir a Itlta, a Ingla - pra a USP que fol publfcad 
le de se rcpenuar 
O 
política do gover terra e a França com foguetes Inter- título de O Dei involvt mnto Ec 
o para as Forças Armadas, em face da continentafs, não havendo escudo pro Sugurança Nacional - Teoria do Lmf 
fouca percepcno de neu pnp l por par- tetor uffctente para protegê-los, a te Crft!co (prefácio dr Roberto de O- 
te da sociedade e de muituo düvIdas - não ser por uma sofisticação cada llvctrn C po11, rd. !luFharr;iy). 
que remanescvm nobre os rcoin objetl- vez mnior de forcas intcltgcntes e O certo é que, hoje, a despi «s - 
vos dos militares no Brasil e no mun técnicos de Informaçáo capazes de militares em todos os países, ape r 
do ir.adorno, 	nbortnr inicintivoa extremadao. da controcão oq;n,·entárla irpo&tJJ 
A coragem e n importiincin do nler- Fala-se, em todo o mundo, cada - mesmo nas naçoes mais poderosas,e,tio 
tA eerecem reflexão, num mundo que e vez mais, cm "nichos de guerra", em sendo direcionadas por uma evolução - 	n ou 
Ilude com 11 possibilidade de uma paz robotizociio dos combates e no nper - tecnológica maior e efetivos t:1~!a e, 	gl de 
duradoura, após 
O 
queda do Muro de fclcoomento dos técnicos e dos cor - pacitadoa e profissionalizados, ape - 	', o bra- 
8trllm, 	pos das forças armadas, em que os sur de menores, com vencimentos dlg - 	d,s For,as 
e interessante notar que morreram "Rnmbos" cedem lugar aos intelectual nos das funções mais avançadas que - Aradas apenas fortalec a dmocra 
eo conflitoo regionais, de 1.945 à - mente mais copacitudos. , força dos xcrcem. 	cfa. Na visão de tenho, de professor 
!.991, quase tantos combatentes quan- "bicepa" está serulo vencida pelo uso Não há por que o Brasil não se di- civil que tem t!do oportunidade de 
to aqueles que pereceram durante n l!! das "pequenos células cinzentos", nu reclonar nesse sentido, Quando uma falar para militares, na Escola de Co 
Cuerrll Mundiul. Por outro lado, as lu linguagem do inesquec!vil llercule - Coréia do Norte fornece, hoje, Scuds mando e Estalo-Ma!or do Exército, Eg­ 
tas no Oriente Méd 1o, na antiga lugoã Poirot. 	inteligentes par a a I rii, multo super! cola Naval d+ Gurra e Escola Supu­ 
IIÍvln, na Rússiu, etc,, demonstram :: Em todos os países civilizados,ho ores à velharia utiliznda por Hussein rior de Cuer a, nio há por parte dos 
que os conflitos longe estão de desa- je, ns Forças Armadas estão se pro- domínio da tecnologia e da nformá- militares sen'o ama real vontade de 
parecer, mos tendem à diversificação, f issionalizando e se vinculando ao tica passa necessarfomente a ser Pa f ortalec imcnto d 1 di,~ocr.ic ln, assi11 
co:i o domínio, cada vez maior, de téc desenvolvimento econômico, interagin crioônio do país, isto é, do Cor é ia - como uma dedicação aberta ao País, 
nicas modernas por um número creacen- do, ao gerur desenvolvimento tecnolÕ do Norte, e não do Irã. O pouco onero Para tanto hã necessidade de que 
te de pn!ses do Terceiro mundo, com a gico e se beneficiando deste"desenvol so pro1eto brasileiro do submarino nu as autoridades compreendam a d1ensio 
ttt##t###k t t t tttttt##kt###tttwt##t##tktkfk##tktthttttttt###ttttt##tttk# de seu desempenho e aba aproveitar 
as potencinlid11dea que as forças cili 
POR PARTE DOS MILITARES NÃO HÃ. SENÃO UMA REAL VONTADE DE FORTALECER A DEMOCRACIA tares ofertam ao crescimento do Pafs, 
na busca de uma sociedade evoluída e 
ttttt#######t##wk#ttttttt t tttt#tttt t ##t t k##ttkt#### t t ttt t ttt ##t4 solidaria{Ives uandrda Si]Martin) 
± 
,1l 
- ' 
' 
± 
.F 
i 
B 
D DEUS SE CHEGA 
POR MUITOS CAMINHOS 
1 
A teologia só se renova se nasce de um 
transfundo místico. Comecei a minha• teolo 
gia no Brasil .nos anos 70. O que estou fa 
lando hoje, já falava então. Com teólogos 
companheiros, dava cursos na Conferência 
dos Religiosos do Brasil (CRB) sobre a ex· 
periência de Deus, aqui, no Peru, na Bo1I 
via, na América Latina toda. Considero - 
que meu texto mais original em teologia - 
não é Jesus Cristo libertador, nem Teolo­ 
gia da libertação. ~ um· livrinho publica­ 
do pela CRB em 1975, depois reeditado pe 
la Vozes, que tem o titulo de: Experirne_!! 
tar Deus, hoje. 
Por trás de cada grande corrente teoló 
9ica, por trás do Vaticano II, da teolo - 
9ia progressista, da teologia politica,da 
teologia da libertação, hã uma nova expe­ 
riência.de Deus. De reprente se descobre 
Deus com outro rosto. A teologia é uma di 
ligência, é um esforço de traduzir essa 
esperiência. E as pessoas lêem teologia 
Porque se sentem afinadas com a experiên­ 
cia que ela comunica. Se alguém escreve 
hoje um texto de teologia nos quadros teó 
ricos do mundo medieval, ningém lê nem 
entende, porque não· diz nada para nós qu~ 
Vivemos um outro mundo. • • 
A mística sempre está junto com a ren~ 
ação da teologia. Ocorre que, hoje, dada 
a crise da cultura, isto é, a crise das 
nossas estrelas-guias, dos nossos pontos_ 
de referência, ninguém sabe para onde vai 
a história, nem a Igreja sabe qual e o seu 
futuro. A confusão mental se notou na As­ 
selllbléia dos Bispos em São Domingos. O 
texto final dos bispos é um total despis­ 
te, de quem não sabe por onde vai a Igre­ 
Ja. Ninguém sabe por onde vai a humanida- 
de por onde vai a poli tica, a relacao nor 
e-sul, o destino· dos pobres ... E a Igre­ 
Ja, que está no mundo, também participa 
dessa confusão mental. Os bispos parecem 
cegos querendo orientar cegos. - 
Apesar disso, momentos assim sao sem - 
Pre de profunda religiosidade. Quando a 
CUltura entra er:1 crise há sempre uma vol 
do religioso. Porque o religioso refaz 
selos entre as fases da historia huma - 
lia, e no religioso que a pessoa costura 
os grandes sonhos, as grandes utopias que 
lhe Permitem viver e dão esperança de ir 
adiante. Porque a religião, a mistica es­ 
Peci.alizaram-se nessas inquietaçoes •E o 
discurso especializado da crise do ser hu 
po que pergunta: para onde vou? De onde 
~Ilho? Quem sou eu? Essas são as questoes 
bqi.cas da religião. Na crise mundial ho­ 
Je, é natural pertence à dinâmica do pro 
sso que as grandes mitologias, os gran­ 
es sonhos, as grandes vertentes religio­ 
•as se reanimem. Há uma disputa feroz no 
ercado religioso por quem tem a· melhor 
!roP<>sta. Existem propostas arcaicas das 
eligiões fetichistas: outras que procu - 
'am_aceitar o desafio de hoje, dentro da 
"isao da 
1 
• a moderna, esta nova vi 
cosmo ogi 
são que vem da física quântica, da nova - 
antropologia, das ciências astrofísicas. 
Ai é um lugar de experiência de Deus, da 
nova revelação do sagrado. A maioria de 
nós não participa desse discurso acadêmi­ 
co. Ele é muito científico. Nós estamos no 
cotidiano. t trabalhar, ganhar o pão para 
as crianças, um pouco de diversão. t uma 
experiência que trabalha os eixos existen­ 
ciais que, no fundo, são a saúde, a doen­ 
ça, a frustração, o amor, o trabalho, o 
dinheiro suficiente para poder viver, as 
angústias de, se garantir a vida amanhã, a 
esperança radical. Como encontrar Deus 
nesse cotidiano? Como encontrar sua graça, 
a esperança, aquilo que nos faz olhar mti.s 
para a frente? Mística é poder trabalhar 
todas essas dimensões. Importa reconhecer 
que· há muito mais caminhos místicos. A 
grande ilusão do cristianismo, na sua ver 
são romano-católica. ~sse é o nosso cami­ 
nho, mas não é o único. A Deus, chegamos 
por todos os caminhos: o da umbanda, do 
candomblé, do zen-budismo, dos protestan­ 
tes, dos católicos, da secularização hoje, 
• do discurso cientifico como o Einstein. De 
us está em cada encruzilhada. Topamos com 
ele em cada caminho. t arrogância preten­ 
der ter o monopólio da verdade e achar que 
só o nosso caminho atinge Deus e que os 
demais atingem ídolos. Não é verdade. 
Esquecemos que os primeiros capituios 
do Génesis não fale do povo judeu,nem do 
cristianismo, falêl.n da história dÔs povos. 
O Génesis fala da primeira aliança que De 
us fez com a humanidade, com a Criação -;. 
com todos os elementos, bichos,peixes,ár­ 
vores ... Segundo essa._aliança, tudo que 
vive merece viver. Todos estamos debaixo 
desse arco-íris de Deus. Todos os .povos 
são.de Deus. Só depois do Capítulo II, é 
que se diz: porque os povos se extravia 
ram, Deus escolheu um povinho miserável , 
que é o últi,mo dos povos, como diz Oséias, 
.para ser uma recordação de que todos são 
povos de Deus, para ser um sinal levanta­ 
do entre as nações, indicando: "Vocês são 
povos de Deus e todos são povos de Deus". 
Por isso, o Apocalipse assegura, no cap.21 
que Deus será Deus de todos e todos os po 
vos de Deus. A maioria das traduções afir 
ma: "E todo povo será de Deus". Mas o si 
gular não está no texto original grego, 
li é plural. Então, o chinês será povo de 
Deus, assim como o Coreano, o asteca e o 
inca, o guarani e o i.anomãmi, todos povos 
de Deus, sob o arco-íris da benevolência 
divina. Não só quem passou pela circunci- 
são judeu-cristã. 	• 
Essa compreensão é imcortante: a misti 
canos liberta das malhas religiosas que 
criam as diferenças, sen ver a unidade em 
Deus. 
(Leonardo Boff) 
(Do Livro: M!STICA E ESPIRITUALIDADE) 
Roda do ererê 
Muita gente, apesar da ampla divulga­ 
çao, ainda nao entendeu as regras e leis 
do Mercosul. QualquQr dúvida procure a 
Receita Federal ou o SEBRAE. Em tempo 
contrabando continua a ser contrabando. 
TEmos limites para compras no Paraguai , 
isto para produtos importados de outros 
países não integrantes do Mercosul, al - 
guns produtos do bloco ainda são taxados. 
LADROES À S0LIA 
Está mais do que na hora da Policia - 
(Civil e Militar) dar um basta nos lará­ 
pios_ que andam á solta por Bela Vista. Os 
ladroes agem mansos, roubando bicicletas 
aprelhos eletrodomésticos, roupas etc' 
de dia, de noite, entrando numa boa nas 
residências. Bela Vista (Brasil) e Bella 
Vista (Paraguai) são duas cidades peque­ 
nas, IMPOSS1VEL não descobrir o(os) au - 
tor(res) desses roubos. Ouvimos na roda 
do tererê, tem gente se armando para "pu 
n1r - COM BALA os gatunos. outros falam 
em contratar guardas(armados) para poli­ 
c1arem quarteiroes. O dono da "boca mal­ 
dita" falou:_vai acontecer mortes (de la 
droes e de vitimas) se a Policia não a­ 
gir JÃ. Aqui e Agora. 
a 
TRAFICO 
Vamos iniciar a campanha - Ligue para 
a Policia - Aponte um traficante, vamos 
acabar de vez por todas com o tráfico em 
nossa cidade. 
Acabar já é uma questão de visão do 
futuro, muitos meninos e meninas usam e 
abusam da "erva'", estão comprando de 
quem? 
GUARDA MUNICIPAL 
Somos plenamente favoráveis a criação 
da GUARDA MUNICIPAL, não só para auxili­ 
ar no transito, mas também para traba 
lhar na~ portas dos Colégios. 
Nem e preciso dizer o porquê. 
·SAFADOS 
Não temos outra palavra para chamar - 
os "senhores" do Senado que chantageiam 
0 
Governo, o povo está de olho, depois fe­ 
chamo Congresso e esses "responsáveis - 
senhores" são os primeiros a falarem e 
liberdade. 
VE 
Nem toàos merecem a pecha nas é una 
ERGOEA. 
CEP: 
e nter Ltda 
LIVROS: TGenicos, Esotéricos e 
Livr 
nommia, 
Inforttca,Engenharia, Adie, - 
• • ·«o.a straçao,Eco 
RUA:" Barão do R!o Branco .407 
FONE: (067) 724 - 4397 
79.002 - 174 
iter.irio 
Centro

as 
IPRESENTIÇIIO 
A partir desta Edição esta página dedicada ao Município de 
.iO1O JCCIÍ fixa, denomirrnda 'TRIUNA DE A. JOAO destacará as 
noticias antoniojumnenes assim como ais publicações de Editain 
ovinos, cobertura do lcginléltivo e do Executivo. Uma nova Colu 
na Social abrangendo anpcctou esportivos e culturais, una vez 
por mês publicaremos entrevista com líderes antoniojuanensei. 
Contamon com o apoio do povo de A. João, para manter essa 
TRIDUNA do Munici io. 
--- 
rJ 
ITENÇIO 
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DUNA DA FRONTEIRA, 
acidente Fatal 
Um morto 
Uma da Rodovias mais 
violentà e perigoso no 
Sudoeste do Estado a MT- 
384, techo Antmfo João­ 
Ponta Por, voltou nova 
mente a cclfnr a vtda de 
mais uma Jovem, Lucimara 
Pinheiro (Maika), de 17 
anos de idade e deixando 
duas pessoas feridas,Lau 
ra Jacquet Echeverra (a­ 
proximadamente 17 anos)e 
Renato Simpl!cio de Flri 
tas ( u pro,clm:!dnncnte l 9 a :: 
nos). 
Maika filha de lvar e 
Euzebin Pinheiro, pessoa 
muito querida e de famí­ 
lia tradicionnl da cida­ 
de de Antonio Joao. 
O acidente envolvendo 
uni Gol 1.8 Cinza metáli­ 
co, placa HCR - 6717 de 
Campo Grande, ocorreu no 
Último dia 24pp., por 
volta das 21:30 HS já 
nas proximidades do Muni 
c{pio de Antonio João :: 
(à mais ou menos 6 Km da 
cidade), deixou uma pes­ 
soa morta e 2 pessoas fe 
ridas, 
DIFICULDADE DE 
INFORMAÇÕES 
Segundo InfonnaçÕes 
extras-oficiais Maikn 
que vinha acompanhada - 
de Laura e de namorado 
Renato que era o condu - 
tordo veículo, vinham 
de Presidente Prudente - 
(SP) onde as duas meni 
nas haviam prestado ves­ 
tibular, Maika para Odon 
tologia e Laura para Me­ 
dicina e aprovadas. 
Vinham logo atrás de 
seu veículo, a Vereadora 
Salvani Simpl!cio de 
Freitas mãe de Renato e 
Euzébin Sanabria Pinhei­ 
ro, mie de taika em ou 
tro veículo e ultrnpas - 
saram o Gol e dirigiram- 
s~ à cidnde. Lá chegando, já vinham notando a au­ 
scnc~a do carro em que Renato vinha conduzindo, po 
is nao apareciam os íarois do carro e como demora:: 
ram nuito a Vereadora Salvani e Euzébia resolveram 
retornar, para encontro-los, pois talvez o veículo 
estivesse com algum problema. 
Ao chegar nas proximidades da Escola Rural,exis 
tente proxil:>a a MS-384, depararam com o carro cnpÕ 
tado dentro de ui:,a lagoa, onde imediatamente os d~ 
as prestaram socorros nos acidentados. - 
Maik~ e Laura foram éonduzidas pnrn Dourados. 
Maika noo resistiu os ferimentos na parte posteri­ 
or da cabeça veio a falecer. Jã Laura agora fora 
de pe:iso, foi transferida para Capo Grande onde 
devera fazer cirurgia faclal. 
Renato teve apenas fcrioentos leves. 
As dificuldades fora enormes poro obtemos in­ 
fornaç.Ões pois na Polícia Civil de Antonio João , 
não havia nada. 	i 
O acidente foi atendido pela Pol!cin Rodoviária 
Estadual e o mesmo nem telefone te, para elhores 
inforn,ações. 
Ar; inforn,açÕes que conseguic:os, foi através de 
roradores da cidade e assi pude elaborar esta - 
L,---'---- 
e dois feridos 
I 
o 
ftrapnnga na Escuta 
l!llo de Llmn Plnto 
d 
ui 
parcialmente destruído. 
ANTONIO JOÃO DE LIITO 
A tristeza.estava estampeda em todas as pessoas 
de Antonio Joao, maior parte do Comércio fechou su 
as portas, colocando cartaz com os dizeres "FECHA­ 
DO, EST,.'10S DE UJTO", a própria Prefeita Nil~e de 
Oliveira decretou luto oficial no !une{pio. 
-m melo a muita tristeza e emoção ger l 
da enor Maia foi seultade na tarae e,, oro 
1a 25pp. 
1 
Nesta coluna f::1J.1rei exclusiva:nente sobre o 
l II Encontro de Laço realizado p/ Clube do Laçol 
Plorêncto José Pereira. Do d!q lq à 22 de anei­ 
roeste Clube sediou sua 3 festa oficial, tudo] 
dentro das normas e estatutos da Federaçao de 
Clubes do Laço de XS. 
Em Antonio João, particularmente, não está hu 
vendo outro evento para reunir e envolver tanta­ 
gen te. Ao decorrer destes d ias, quem chegava de 
Ponta Porii, extnsiova-s~ frente o tão grande o­ 
vlmento. Ouvi comentários de pessoas que pensa· 
van se tratar de ulll.'.l Exposição. Foi uma festa • 
sem precedentes. As dependências da entidade 
transformou-se numa grande feira. O Comércio lo 
cal e o visitante i::ontou suas barracas. Havia d; 
tudo, 
Os salões, durante o dia, transfon:iou-se e: 
um grande restaurante onde o churrasco era o pr 
ferido, SÓ para se ter uma idéia, eu calculo qcé 
no domingo, foram servidos aproximadamente 1.500 
almoços, A noite este salão transformava-se nu:::i 
pista de baile. E que bailes. Animado pelo con • 
Junto "OS MENSAGEIROS DOS OESTE" e o povo baila - 
va ate as 4 _HS da madrugada. E só terminava Pº! 
que OS HS ja começava a movimentação da pionad• 
do laço comprido para mais um dia de emoções, 
is 10 HS da manhã um outro conjunto começava 
a tocar o o baile CARAPÉ pegava fogo alastrando­ 
se por toda a tarde. Nas pistas as emoções fica· 
vam por conta da pionada aficcionada do laço c= 
prido. Era um desfile de peões bem trajados "'°~ 
tando cavalos que somando ao apero estes valonsj 
dariam_para comprar um carro zero KM. A festa d 
Laço nao estabelece idade par a participar. Tini'!! 
mos por exemplo o caso dos mirins Renam AlairS.O 
Barbosa, filho do Sr. Nerei Barbosa e Sra. Neu ·1 
sa A. Barbosa que montando seu lindo pitiço ta!· 
no dava um show de coragem e habili-dade o a 
jo do animal. O Renam Fuchs, filho do Sr, El~S, 
Fuchs e Sra. Sandra Olivelra Fuchs que montava ·1 
ca':'.alo Jaino que nos dava a impressão de s<!J 
ate amestra·do. Citei estes dois garotinhos por· 
que eles era':' realmente os menores da festa. 1 
Na narraçao, temos ua garotada que vaos t 
raro chapeu para seu desempenho. são meninos • 
que muito em breve estarão disputando a caça dil 
peno Narrador. Houve momentos até emocionantes· 
na pista. Para mim foram dois . o primeiro fo! 
quando um boi tenta saltar O alambrado e du&S 
garotas amazonas - a Miriac e, Marilene Barbosa, 
filhas do Sr. Nerei Barbosa agarraram-se ao ,, 
sertor pelas guampas e pela l 	• coa e ajudaram 
tira-lo da pista. Está tudo registrado em víc~· 
O outro momento foi quando O peão LAMBARI des!' 
quilibrou-se do lombo do seu pangaré e não se % 
sustando frente ao incidente jogou sua an::ada 
1 
o chao foi o limite, poréc, a armada foi posiÓ' 
va. Tudo isto foi' apenas ur resuo. Para " 
contar tudo, seriam necessário d - 
lhas, certo? 	1uas ou tres- 
- Vamo~ agora aos números. Todos sabeo que p,rJ 
se fazer ua festa deste porte, envolve uira 
gente. Em ma teria de premiação, acredita-se < 
esta modalidade esportiva não profissional seJ
1 
uma das que mais dá troféus, em um intco eve' 
Nesta festa o Florêncio José Pereira disrrl~ 
iu 62. (sessenta e dois) troféus, tendo que de:
1
! 
seis ticaram aqui. • 
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ABASTECEDORA-AGROSSOL 
DE COMBUSTÍVEL L TOA 
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251-1103 
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A DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL 
DESPROMETENDO 
lt 
i.: 
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pede a campanha, o governador V] 
o Martins vum sendo enfátfco, com • 
relação à cara própria de eu Gover - 
o, Ao contrarfo de sua prms Ira ada1 
+1atração, onde obrava verba e no • 
faltavam verbas, o tempos ão outros, 
Multo mais prá carne de pescoço de 
final de século que para o fIlé m!g 
nen dos ltfmos dias do banquete da - 
ditadura militar, onde no faltava d1 
helro e sobrava IrresponsabIltdade • 
03 prestnc.ão de contnu, com apenas um 
legislativo castrado e uma imprensa - 
de boca torta, (pclo longo tempo de 
uso do cochimbo), prá fiscalizar, o 
governante estava, prá seu conforto , 
culto distante dos olhos curiosos da 
opinliio pública. 
O Super faturamente ainda era uma - 
coiso ubsolutomcnte corriqueira, oté 
nas 11dministrnçÔes mais honestas, e 
funcionava, mnis ou menos ossim: a em 
prclteirn covava o dinheiro cm Urosí 
lta, Washington, Tóquio ou onde os 
braços de suo influência alcançassem, 
e o Governo apenas repassavo o grama. 
O yolume de obras de cada empresa era 
proporcional à sua capacidode de alo­ 
car recursos, não importando os méto­ 
dos utilizados para tal. Como o finan 
ciaento das obros era dinheiro que 
vinha de fora, pode o Estado vincular­ 
toda a receita orçamentária a servi­ 
ços sociais e à sensível melhoria sa­ 
larial de seus servidores. O resulta­ 
do desta político foi o endividamen - 
to, assunto lorgamente polemizado du 
rantc a campanha eleitoral, e que co 
tinua cm pauta, de mãos trocodas, mas 
tom a mesmo finaldiade e serventia po 
lítica. 	- 
tas, a administração pública nao 
sofreu solução de continuidade e isto O Sr. Wilson. Martins, certamente , 
~ontou, na soma de um Governo profi - está fazendo todas estas contas (ante 
tuo, cujo prestígio valeu o retorno - vendo obras, vendo serviços, revendo- 
9ito anos depois. Se naquela quadra , salários) e ganhando tempo, pora defi 
foi possível fazer muita coisa sem nir um rumo definitivo para o seu Go: 
prometer nada, o gora, o Sr. Wilson - verno. Rumo que certamente' vai diver­ 
llartins poderá deixar de fazer outro gir de seu proselitismo de palanque , 
tanto, com uma diferença: desta vez mas não resolve.E ele sabe disso. 
ele prometeu que não foria. Desconta- SÉRGIO CRUZ É JORNALISTA,RADIALIS- 
das as arengas da campanha, o disse - TA E EX-DEPUTADO FEDERAL DE MS. 
! , . 
ANDRE PUCCINELLI. CONTRO[E DA 
DENGUE DEPENDE, TAMBÉM DA 
CONSCIENTIZA{ÃO POPULAR 
não-disse dos disturuo, re 
prometi s o Governad r a E 
prir; roet da n!versfad 
paralfzaçio das obras e extlnç 
programa d desfaveln ·nto. A de rea­ 
Juste parc imonioso don func ionã r 1011 , 
assumfda logo depois da eleiçao, está 
cm ondnmenLo e poderá acontecer até - 
mnrço, quando a folha estará regularf 
zada. 0 servidor qu estiver esperan­ 
do a volta do tempo das vacas gordas, 
vai ter que se contentar com um r a - 
Juste muito alm de suas esperanças 
e não muito além da realidade da arre 
codação eetaduol. 
A verdade é que para salvar o seu 
Governo dos orrnndilhns orçar.ientoi& e 
nôo frustor todas os cxpectativos à 
sua volto, o Sr. Wilson MartlnG terá 
que fozer cxatomente o que fez seu an 
teccssor: opções. Não voi ser fácJ.1,­ 
mae é foto. Pedro optou pelo que mole 
o identifica como homem público: to - 
cor obrns. Discute-se a prioridode 
descarto-se o conveniência, mede-se o 
elevado custo, detestom-se os ousados 
métodos, mas dois fins parecem haver 
justificado os meios: a transparêncio 
dos operações e o satisfoçÕo do povo, 
atestada em incontestáveis Índices de 
popularidade. 
Sem recursos externos, a realidade 
circunscreve as ações de Governo ao 
restrito Orçamento local. Não há saí­ 
da pela tangente, a menos que se dete 
nha uma fónnula milagrosa ou que se 
detone um tiro oci.rna da sabedoria con 
vencional. 	- 
Pedrossian foi apenas um adminis - 
trador comum, cuja matemática não bus. 
cou um resultado diferente paro aso: 
ma de dois mais dois. 
·A existência de lotes vazios (ter- 
A dengue é uma doença cujo contro- renos baldios) na Capital e nas prin­ 
le depende basicamente da conscienti- cipais cidodes do interior, segundo - 
zacào da comunidade. o comentá rio foi Puccinelli, influencia diretomente no 
'feito pelo médico e deputado federal surgimento de mill"Ões de larvas do Ae­ 
André Puccinelli, ao PDB, baseado na des aegypti. Pneus velhos, garrafas , 
experiência que teve quando foi secre material plástico, latas, vasos de 
târio de Estado dn Saúde na primeira plantas, são alguns dos objetios res-, 
administração de governador Wilson - ponsáveis pela proliferação do osqu! 
'Barbosa Martins. Salienta que a pre to. O parlamentar sugere a realizaçao 
sença do mosquito transmissor da doen do "Mutirão de Limpeza" nas chamadas 
ça ocorre por descuido da propria so- áreas de riscos, ou seja, onde a den­ 
iedade, sem isentar de r':sponsobil! gue já se foz presente. 
dade os organismos responsaveis pela· 
prevenção da endemia r.o Estado. _ 
Quanto a preocupação_da Fundacao 
Nacional de saúde que nao dispoe de 
Rater1al humano suficiente para coba 
ter o mosquito Aedes aegypti, Pucci - 
nelll diz que isso mostra a realidade 
er que se encontra a qualidade dos - 
Programas de saúde vigentes no país. 
Espera que 
O Novo Governo possa ente 
der a gravidade do situação 1ibera 
do recursos paro O controle imediato 
de doenços preveníveis, 
Outro fator que contribui direta - 
Rente para o agravamento do quadro » 
de acordo com observação do medico-d~ 
Putado é a falta de infra-estrutura 
necess5r1a principalmente nas cidades 
e desenvolvimento Em Campo Gronde • 
Por exemplo, a dengue é uma realida 
de, apesar dos esforços que e
st
a0 se 
de e<Nid:ldos pelos funcionarios da ~ 
s. E por isso que somente a aplicaçoo 
de "Molation" não está conseguindo - 
conter o avanço do mosquito, 
PARTICIPACÃO POPULAR 
O trabalho em parceria envolLldo 
diretamente as Associações de Morado­ 
res, Clubes de Serviço,:, Prefeitura', , 
Governo do Estado e a Fundação Nacio­ 
nal de saúde, na opinião do Deputado, 
"é muito importante para não peri­ 
tir que a dengue continue avançando",· , 
Folando na condicão de médico, ex 
plicou que os sintomas da doença 
sao a febre alta, dores muscula - 
res, ânsia de vômito, dor· de cabe 
ça e perda éonsiderável de apetite: 
Descarta a automedicação e orienta 
às pessoas para que procurem - 
o Posto de Saúde mais próximo - 
da sua residência. 
Lembra que a ingestão de remé­ 
dios sem o orientação médica, "po­ 
derá ogravar ainda mais o quadro 
clínico do paciente". 
Endereço paro correspondência: R,ual 
Pirotiningn, 908 - CEP: 79.020 - 24 
Jardim dos Estados - Campo Gronak 1 
•Assessoria de Imprcnsn: Robeno C.OSt~ 
COMANDO ILIT AR DO OESTE 
1 HÃO A TO f/.A ABE URA E 
SR4Á iíii+ íí@iíic 
of{elo neamtzh d 
c! 1f 
1 
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1 
li 	- 
de Diviso Expedito Her 
µelo Prefeit< l-!uniclp1l 
que nquel Co ndo nao autorf 
be reaponaabllidade do 
dia con tru!r um ceao 
Caracol) com o objetivo 
antiga reivindicação dJ Cem 
correspondência encaminhada 
ções que just!ffea a nlo a 
Trata o presente expediente sobre a solicftacio da censio de rea Mili­ 
tar sob a responsabilidade do 10g RC MEC, para tiplantacão de pi sae: , In 
ter ligando a BR-06O e a M-384. 
O Comondontc da 42 Bda C Mc remeteu a ste Coando o Ot G? 179/9
1
,, de 
02 de setembro de 1.994, no qual V Exa solicita ao Comandante do 10g RC 
Mec uma faixa d terreno de ira !litar sob a re pomab!lIdude quela Or 
g.inizoçiio Militar, interligando a BR-060 e a MS-34. 
Do ocimo exposto, infor:,,ou n V Exn que este Comi» náo autoriza a ces­ 
são da área para construção da referida passagem pelos grandes problemas - 
que trorá á instituição, tais como: 
- Divisão da área de instrução do Regimento em dois segmentos não contf 
nuos, prejudicando sobre::-.onelro ., instrução, sej.'.l o nível individunl. ejo 
no adestramento das pequcnns frdçÕcs: 
-- Criação de um enclave possiblitnndo o circulação de veículos e e9sso-­ 
as, de diversas origens e destinos, não havendo condições de exercer con 
trole sobre os mesmos; 
- Prejuízos à seguranço da área militar, hovendo necessidade de previ - 
são de meios de vigilância no local. Isso acarretaria aumento no efetivo - 
de serviço, construção de instalaçoes para a guardo, construção de Guari - 
tas e ligoção telefônica entre os postos: 
- Inviabilidade de utilJzação de um,1 base de instrução de Sub-unidade 
e prejÚÍzos não mensuráveis a principal bose de instrução da Unidode,situa 
da em local próximo ao corredor pretendido; 	- 
- Necessidode de monutençÃo dos meios a serem implantados parnconf.lgu - 
ror o corredor, tois como postes de concreto, telas de nrame e outros, ta­ 
refa que, mais cedo ou mais tarde recairia sobre a Unidade: 
-Possibilidade do aparecimento e proliferação do chomado "comérclo for­ 
miga" em áreos contiguas ao corredor (borracharia, mecânicos, boteq1...lns 
etc), o que ocorre procedentemente nas ruas da cidade. 
Como o Exército teria que coibir tais práticos, criar-se-iam áreaG de 
atrito e problemas sociais. 
Certo de poder contar com a compreensão da V Exa, me coloco a disposi - 
cão e oproveito a oportunidade paro renovar os protestos de consider~ção 
e apreço. 
GEN. DIV. EXPEDITO HERMES RECO MIRA!DOA - COMA!DATE MILITAR DO OESTE - 
roclamas 
JANILDE ROSA DOS SANTOS, Oficialn do Cartório de Registro Civil desto 
cidade de Bela Vista-MS, faz sobe,: a todos quanto o presente Edital de Pro 
clomas virem, que apresentaram os documentos exigidos pelo artigo 18~ do 
Código Civil brasileiro incisos, I, II, III e IV e pretendem se casar: 
JOÃO CARLOS PIRES e CIRLENE JANE SELA.JE MORAIS, ambos brasileiro,i , soll 
teiros, domiciliados a residentes neste município de Bela Vista-MS, ele , 
militor, naturol de Antonio João, filho de Luiz Pires e Manoela da ~ilva 
Pires, ela lides do lar, naturol de Bela Vista-HS, filha de Ceriaco Morais 
e Salvadora Selaje Morais. 
Se alguém souber de algum impedimento que se oponha na forma da Lei. 
Bela Vista-MS., 27 de janeiro de 1.995 
Jonilde Rosa dos Santos 
Oficialn 
SUPERMERCADO TIMBIRI 
d 
INICIE E 'VALORIZE 0 J0RIAE OE $1iÃ CIff2É

Of> 
A u.IRA - DI 
O Departamento de Sfstema Pen!tenctárto assinou coes, frio gerenc1n e operaclonal1rar a ráflu1 e 
dois conventos cedendo as Instalaçoes do parque - a marcenaria, Ficam também responsáveis pelo tru1- 
gr,if1co e dn 1 1rctn.irll, Joc11llzndn no Cstnbclec1 -- namento dos Internos e venda do ma erfal produz! - 
~,d1 to l'enn 1 de Se l(Urtl nç,1 1,Íx 1111.1 ite cmpr 11118 PJ nk - do. 
Sul -- Indistrfas Gráfica Ltda a llood Refloresta Além das instalações fIsfcas (a gráfica contn 
mento , /,, que Iro utfllzar detentos na execu - co lZ0 metro quadrados e o m.:ircenart.o coe ,so) ,o 
çiio clon ,,rvlç~ ;, A aoJ,,n!dndu íot ralizada no DSP colocou ã disposição dos ec:presas codo o maqul 
gnbinere dn S1crdurln dl' Ju<Jtiça e Trnbnlho, prc- nório, A título de remuneracão, os detentos rece 
sId1da pelo Secretárfo João Pereira da Silva, Pre- beriio J/4 do salário mínlrno vigente, enquanto 5 
ldente do Conselho de Administração do DSP. por cento do montante do prcduto de venda será re- 
Oa dolo convinlott (Term,H de ccas"o) foram ossi prcseacontc do DSP. O secretário Joio Pereira da 
nndoo cort nnuêncln do Conselho de Adminintrncõo dÕ Silva destacou a importância dos convênios,aíirman 
llSP e no emprenas, além da utlllzu<;Õo duo instnla- do que, entre outros vantagens, "seró ut:1a te_r.1pla- 
.. 
c:cu;,acl,!1 ! par, os ln ernos • . 
1 
A Epresa Wood Reflorestamento Ira ut!ltzar, 4 
Infeto, nu rcenarta, 50 detentos na confecção { 
entrados para ir zenaminto de ercador1as, Fef , 
presentada na solenidud de a ain.ttura do e .,; : 
nlo pelo procurac!vr Jose C. rlos s .. pato Morno, j 
a Plak-Sul Irá utilizar 1nici ll nte, dols c!etta. 
to11 nos serviços gráfico., ccnf r: e infom u Ant­ 
nl.o TzJdoro de Souza,sÓclo praprietário.Tot!;,. a 11 
t rl.1 prima serão adquirida pela sr a .' • 	; 
d1n r ral do DSP in!or-vu (lUl' o oryao , n ~ai <b ix-!­ 
ve l. irá desenvolvd progrnnas lt.ados para a çi dos t 
ternos dos lecicnll.06 .úJi exbu•ncc- ro Dr 11. 
,. 
,. 
Delega ão Paraguaia Deverá 
 P ti ipar da . Expagrande 
O Secrctirlo ndjunto de lndús mostrando inoperante, aumentando os 
trin, Comércio e Turismo, Victor f.ui:Ê. importações e exportacões de ambos os 
nio atendendo a um convite do vice- lados. O Governo do Estado pretende 
1
presidcntc do Banco Del Paraná, Cesãr ampliar esto integracão com a aplica 
!Rodriguez Davalos esteve em Assuncào cão de capicois, lembrando que o colo 
(Paraguai) nos dias 16 e 17 deste mês nia paraguaia em Mato Grosso do Sul~ 
onde manteve contato com autoridades muito representativa e produz loborio 
públicas e empresários locais que de sos loços de amizade. 	- 
monstroram interesne cm aumentar a~ Durante sua visita o secretário od 
do mais o intercâmbio entre Hato Groi junto ressaltou tnmbém os contatos = 
1
so do&il e seu país. Em audiência co; mantidos com empresários da Cerveja - 
o Presidente da República, Juan Car - ria Internacional, que produz a cerve 
loa Wasmosy ficou con(innada a vinda ja alemã Crone, que se mostraram int; 
de uma delegaciio para a Expogrande reasados em conhecer a nossa realida= 
prevista para o mês de abril, que po- de para futuramente distribuir seus - 
derâ resultar cm bons negócios na á produtos e viabilizar a instalação de 
rea comercial e econômica, - uma unidade da empresa no Estado.Eles 
_ Já visnndo o Hcrcosul hi dis~osi - devem integrar a delegação chefiada - 
çao da classe cmpr<'sarial cm reostru- pelo Presiden:e Wasmosy que vem ao 
turar o Cãmara de Comêrc io HS/Pora- Mato Grosso do Sul para a Expogran 
guai, que nos Últtmos meses vem se de. 
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Esportes 
LIGII ESPORTIVA REÚNE CLUBE 
ELIBORI PLIIIOS PIRII 1995 
E 
+ 
1: 
A primeira r união dos Clu - 
bes filiados e que compõem a 
Llga Esportiva Delavintensc 
foi realizada no último domin - 
go, dia 22, na residência do 
Sr. Glaucy Flores, Presidente - 
da Entidade. 
o ncontro, realizado a con­ 
vi'te do Presidente, tev um as­ 
pecto bastante informal e alta 
r.icntc proveitoso e demonstrou o 
grande interesse do!l dirigentes 
esportivos da cidade pela reali 
ação de um certame de grande = 
envergadura durante este ano. 
Sessenta Esporte Clube, re - 
presentado pelo seu Diretor es 
portivo José da Cruz Toledo ; 
Fluminense Futebol Clube com o 
Diretor José Antonio Nunes; Pal 
melras Futebol Clube com o des­ 
portista Celestino Jara; Espor­ 
te Clube Primavera com o Dire - 
tor Altair Dias; Sociedade Es - 
portiva 21 de Abril com seu Pre 
sidente Izidoro Vare iro; Grêmio 
Pedro Rufino com o seu Presiden 
te João Kalife; foram os Clubes 
que se fizeram representar na 
reunião. 
O Clube Atlético Náutico e a 
Associação Atlética Banco do 
Brasil mesmo tendo assinado a 
Convocação, não justificaram as 
suas ausências. 
O Racing Futebol Clube,justi 
ficou a sua ausência em razão 
de já haver assumido compromis­ 
so para o mesmo dia e hora. 
Também estiveram presentes à 
reunião vários outros desportis 
tas, atendendo ao convite feito 
pela Rádio Bela Vista nos dias 
anteriores ao evento, destacan­ 
do-se entre estes; Agostinho Ri 
os (Magrissa) e Wandir Fernan - 
des Machado que pleiteiam a fun 
dação de novas agremiações es - 
portivas e outros como Adolfo 
Escobar (Gordo), o radialista - 
Armando Loureiro da Rádio Bela 
Vista, os irmãos Heitor e Ma 
noel Miranda radicados em Brasí 
lia e visitando a sua cidade na 
tal, além de diretores da Liga 
os Srs. Raul Oscar Fernandes , 
Ricardo de Souza Rosa (Gão) e o 
Presidente do Tribunal Munici - 
pal de Justiça Desportiva o Dr. 
Geraldo de souza Rosa (Dinho) , 
que juntamente com o Presidente 
da Comissão Municipal de Espor­ 
tes, Rudney Soares da Motta,par 
ticiparam das discussões sobre 
as normas que deverão ser apli­ 
cadas nos certames oficiais do 
corrente ano. 
Em bate-papo informal, Presidenteda Liga_Esportiva Belavisten 
se e desportistas 
inscrição até 15 te fevereii 
U A REUNIÃO PROVEITOSA 
Todos os presentes participa sado. 
ram e deram opiniões valiosas - O Presidente da Liga fez 
depois de ouvirem com muita a questão de fazer da reunião um 
tenção os planos expostos pelo encontro informal para colher 
Presidente da Liga e as normas opiniões e sugest6es que pudes­ 
que pretende adotar visando a sem melhorar o padrão do nosso 
valorização prioritária ~as a - desporto e o resultado se reve- 
gremiaç6es filiadas. 	lou bastante proveitoso. 
A experiência proveitosa dos Nova reunião ficou marcada - 
certames anteriores foi levada para a terça-feira no Salão do 
en consideração, destacando - se Hotel Pousada da Fronteira, on­ 
O propósito de todos de corri - de as datas serão estabeleci­ 
gir a 	< : distorções e das para o inicio das compe- 
s poss1ve1s . - f < 
"ih# Carl±aval popular 
para os Clubes 
da Popular que vai realizar nas 
suas dependências no próximo 
mês de Fevereiro. 
O Empresário e Diretor 
EB o Engenheiro Ricardo de Sou 
a Rosa ofereceu aos Clubes a 
Oportunidade de levantar recur­ 
Sos para suas despesas, ofere - 
endo-lhes a prioridade para 
!:!ontar barracas para vendas de 
bebidas e salgados no carnaval 
Todos aceitaram a 
e já querem começar 
lizar os meios para 
zer presente ao grande 
oferta 
a agi­ 
se fa - 
Depois da reunião de domin - 
go, os Clubes voltaram a se reu 
nir na última terça-feira, des­ 
ta feita no Hotel Pousada da 
Fronteira, para definir datas e 
outras particularidades para a 
temporada. 
Todos os Clubes terão o pra­ 
zo improrrogável até 15 de Feve 
reiro para efetuar as suas ins­ 
criçes para o campeonato de fu 
tebol e o início do certame de= 
verá ocorrer por volta dos dias 
05 a 12 de março. 
Além das alterações normais 
e que já estão sendo aplicadas 
em outros campeonatos, será ado 
tado um novo critério de distrT 
buicão de rendas que privilegia 
rá os Clubes participantes, dan 
do-lhes mais condições de man = 
ter as suas despesas no certa - 
me. 
O Regulamento específico da 
competição será elaborado depo­ 
is de feitas todas as inscrições. 
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5 	1 
f·XI UHfVO PIH-OUJPADO COM OS 
+ SIRAGOS NA CIDADE 
E, no é prá menos, as chuva dos último: 
dois moe deixaram um rastro de estrago e 
destruição por odos os lados, desde o as- 
1 lto do centro da cidade até os Bairros e 
periferia da cidade estão com buracou o 
desmoronamentos provocados pela erosão, de 
Lodos on tnmanhon. Alguman ruas da cidade, 
como Bario do Melgaço, esquina com a San 
Lo Afonuo, a Avenid Teodoro Sativa, ao 
lado do Monumento, entr outras, estio to­ 
talmente interditadas d vido oo romp1monto 
d ,, tubulnçÕPo, que foram literalmente ar­ 
rnnladoa polao ãguoo. 
Com a melhora do tempo que v-m oendo - 
regioLroda noo últimoo dias a Secretaria 
Municip 1 do Obras v6m deoenvolvendo dive! 
noo trabalhon de recuperação dao vias da 
cidade, srviço que deverá ser intensifica 
do o partir deste final de o emana, desde quo 
as chuvas não voltem, pois a Prefeitura pa 
r coque conaeguiu a doação de cascalho em 
uma propriedade nas imediacõeo da cidade , 
do onde poderá retirar o material para o 
conserto das ruas o reatauraç~o da cidade, 
com maior facilidade, já que a cascalhei­ 
ra que era usada anteriormente até agora 
está com a estrada de acesso totalmente in 
terditada devido a grande umidade doso= 
lo. O Prefeito Abraão Zacarias já afirmou 
que a recuperação da cidade é hoje a sua 
maior preocul:'ação e neste sábado e domingo de 
verá contar com o apoio do Dersul e esera 
a colaboração de são Pedro para !,)Oder recu 
erar as ruas mais estragadas na cidade. - 
UM PEDIDO u LIMPEZA NA PRAIA DO APA 
Em nome de dezenas de pessoas que nos 
procuram semanalmente, solicitamos ao De - 
partamento competente da municipalidade 
que ao reiniciar os serviços de recupera - 
cão e limpeza da cidade, seja dada uma ~ 
tenção especial à nossa Praia do Apa, que 
necessita urgentemente de um atendimento - 
caprichado. Com as últimas enchentes regis 
tradas em nossa cidade, a Praia do Apa, tra 
dicional ponto de encontro e de lazer da 
juventude belavistense nos finais de sema­ 
na ficou totalmente suja e embarrada, eS - 
tando ainda com a vegetação muito densa, o 
que impede totalmente os banhistas de fre­ 
quentarem o local. Se tamhém quiserem jo - 
gar uma areia para a rapaziada se divertir 
no campinho de suiço e nas quadras de vo - 
leie até mesmo para as gatinhas se banha­ 
rem ao sol, tenho certeza que ninguém· vai 
achar ruim, muito pelo contrário, todos a­ 
gradecerão à municipalidade, sem falar no 
bonito visual que a iniciativa irá prcporcionar. 
MERCOSUL NAO MUDA AS 
REGRAS PARA OS IMPORTADOS 
Capítulo II1, 
taria no l6, do tério da Fazenda, q» 
dispô obre a circulação d V[culos Comu 
ni .ários do Mrcoul, ,. • uso prticul r , 
exclusivo de uristas, diz; "o veículos - 
co unitários que ingresu r no Paí dve­ 
rão sr conduzidos por seus proprietários, 
ou por pessoas por ele autoriz das, de d - 
cordo com a Legislação vlqunte no Estado - 
p rte (País) de sua residência e d tri­ 
cul de seu veículo". Uma boa anli e do 
assunto, poderá sclarecer muitas coisas a 
on interessados no Mercou 1, que bem ma­ 
iu co .. plcxo do que muita gente e • pensa~ 
do. 
IPTU - COITTRIJWJ!i.1..ES COMEÇM1 
PAGAR E M MAR,O 
A Prefeitura Municipal está preparando 
o lancarncnto do IPTU - Imposto .Predial e 
Territorial Urbano - deste ano, já estando 
na fase de confecção dos carnês. A informn 
cão é do secretário Municipal de Fazenda~ 
Edvaldó Pereira de Carvalho, que adiantou 
à noosa reportagem a data fixada para o 
pagamento a vista ou da 10 Parcela do Im - 
posto, que será o dia 03 de março próximo. 
o lançamento doa Carnês será precedido de 
uma ampla campanha de divulgação e informa 
cão à população, que até lá terá um bom 
tempo para ir guardando uns trocadinhos p~ 
ra quitar o Imposto, mesmo porque, confor­ 
me garantiu o Secretário, o pagamento à vis 
ta será bastante facilitado aos contribuintes:- 
RRINCADEIRA COM AS ªBOLAS D'AGUA" 
PODE ACABAR MAL! 
Ao contrário do que muita gente vinha - 
pensando, a entrada em vigor do Tratado do 
Mercado Comum do Sul - Mercosul - envolven 
do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai~ 
nao vai alterar em nada as regras para im­ 
portação e exportação de produtos estran - 
geiros, ou seja, produtos fabricados fora 
dos quatro paises que integram 
0 
Tratado, a única hovidade do Mercosul para 
esse tipo de comercialização foi a insti - 
tuicão da tarifa externa comum nos quatro 
Países, com isso os produtos importados te 
rão uma mesma tarifa no Brasil, no Para 
guai, na Argentina e Uruguai, podendo va­ 
riar de o à 20%, dependendo do produto. 
Em resumo, o que é importado, desde que 
fabricado fora dos países integrantes do 
Mercosul, como veículos, automóveis e mo - 
tos, maquinários, equipamentos eletrôni 
cos, bebidas, etc., continuam com o mesmo 
tratamento, são considerados produtos es - 
trange..i.ros, devendo portanto, obedecer -to 
das as normas já existentes para o setor.- 
Quem pensava que com o Mercosul poderia 
deitar e rolar com os importados, passear 
de Mitsubishi, Toyota, Nissan, ou até mesmo 
com as tão faladas Mobiletes, sem qualquer 
preocupacao com documentaçao, legalização 
ou outras normas, se enganou redondamente. 
Importado com valor superior às cotas esta 
belecidas, continua sendo contrabando sim 
senhor! 
COORDENADORA DE NEGÓCIOS DO SEBRAE EXPLICA 
Com a proximidade do Carnaval, já come 
çam a surgir pela cidade alguns grupinhos­ 
adeptos da brincadeira com as "bolas d'á - 
gua", eles enchem um saquinho de plãstico, 
, muito fino e ficam pelas esquinas e ruas da 
cidade atirando de maneira indiscriminada, 
nas pessoas que passam e que, normalmente, 
são pegas totalmente desprevenidas. Ainda 
esta semana fomos testemunhas de um ataque 
com "bolas d'água" feito por dois meninos 
de aproximadamente 11 anos, contra uma se­ 
nhora que passava pela rua de bicicleta e 
com uma criança na garupa. Não temos nada 
contra a brincadeira em si, mas o envolvi 
dos nesse tipo de coisa devem ter elomenos 
um poquinho mais de consideração e respei­ 
to com as pessoas, em algumas cidades a 
"bola d'água" já foi motivo de graves aci­ 
dentes, inclusive com morte. Fica o alerta. 
O CUMULO DA IRRESPONSABILIDADE 
Na entrevista que realizamos com a Dra. 
Maria Anita Medeiros Cursi - Coordenadora 
de Negócios do SEBRAE/MS - que fez uma im­ 
portante e esclarecedora palestra sobre o 
Mercosul, semana passada em nossa cidade , 
ela deixou bem claro essa parte sobre pro­ 
dutos imoortados e circulação de veículos 
nos Paísês do Mercosul. S~gundo ela, a cir­ 
culação dos veículos de propriedade das 
pessoas residentes nos Países que fazem 
parte do Mercosul está liberada,_ desde que 
os veículos estejam legalizados e com a d~ 
vida documentação de seus respectivos pai- 
Esta semana assistimos boquiabertos du­ 
as meninas engarupadas em uma mobilete,cir 
culando pelas ruas da cidade e, acreditem­ 
atirando "bolas d'água" nas pessoas. ' 
O fato em si até que não seria nada de 
anormal;- mas o que nos chamou a atenção fo 
ramos seguintes fatores: as duas meninas 
alem de serem menores da idade, com cerca 
de 11 ou 12 anos cada uma, conduziam irre­ 
gularmente um veiculo motorizado pelas ru­ 
as da cidade e ainda se arriscavam de ma - 
neira muito perigosa com essa brincadeira, 
Pois a todo momento freavam e arrancavam o 
v:1.culo, Ja que em algumas oportunidades tam 
bem foram aivejadas com as "bolas d'água" 
o que poderia de repente provocar até mes­ 
mo um acidente_com consequências muito tris 
tes. Cabe tambem aos pais a responsabilidã 
de de conversar e orientar os seus filhos­ 
para que fatos como'esses não venham age­ 
rar 1.ncomodos e transtornos à nossa socie­ 
dade. 
DIA 11 u GRITO DE CARNAVAL NO GRÊMIO 
• - 
COMENTIND0 
NOSSOS S 
Aos f !li 'es da Ma!ka <orla Pinhetro • 
lo seu tripico pi a mto ocorrido no dia 2$ p, 
S AOS ANIVERSARIANTES 
24/1- Joio Carlos Velásquez 
2/1- Rigoberto Velásquez 
2l/1 - As gir as Luísa e !.aura L • de Souu !to 1 
I'/1 - Ieda Rodr! ue 
16/1 - LÍdin Velásquez 
16/1 - Nego Zacaria1 
/1 JOVEM 
J-wrcia Brito, está de parabin,;, pel!t" sua 
r1a no Vestibular Ciência da Conpurncão cm 
lia . 
Marcta é f1lha do Casal Ives e N{ta. 
UNIRAM--SE 
Ea ootrú:lonio, no dia 27/1 na L,reja N! Sra. 
de Fátima eo Cai:,po Cr ndc, Rose Cristina, filha, 
de Osvaldo e Oseli Possori e Juliano, filho de . 
Irra e Olovo Vilela de Andrade. Felicidades Ili!!' 
D8S8JA'10S 
. No próximo_dia 11/0~, ·um sãbado, 
0 
Grê­ 
m1o Pedro Rufino estará realizando o pri - 
meiro grito de Carnaval, com a animação da 
Banda Prisma, de Presidente Prudente, que 
tambem vai animar o Reinado de Momo no Clu 
be, este ano. . 	- 
-. O Presidente João Kalife pede aos asso­ 
ciados em geral que procurem acertar suas 
situaçoes co~ a_Secretaria do Clube com al 
S.':111'ª antecedenc1.a, pois devido aos presara 
tivos para a realizacão do carnaval, à 
9correr dificuldades para o atendiméno á 
ultima hora ao público. 
Com relacão à contribuição de dez reais 
S9licitada pelo Grêmio Pedro Rufino aos 
soc1os em geral, está decidido que quem _ 
nao colaborar, infelizmente terá de pagar 
ingresso no Carnaval, mesmo estando em dia 
com as mensalidades. 
Já os que estão colaborando, terão li 
vre acesso nas portarias, bem como seu 
dependentes._sõ para ilustrar, colaborar: 
co~ R$ 10,00 nos meses de janeiro.e feve _ 
~eira, com certezà sairá muito mais barato 
ºi~ue ter de pagar entradas para as cinco 
"?"? "es e uma matine do carnaval 95. vai 
ra' ªJ~de o seu Clube a fazer o melhor pa- 
voce, as mudanças para melhor já come - 
d
çamfa aparecer com o no.vo visual do salão 
e estas q t f 
substi,e' l«e :eve o orro do teto totalmente 
t· u.1.do. E muita coisa ainda será feita 
1i~ ° Carnaval,garante o Presidente João Ka- 
e, um realizador acima de tudo. • 
vtt&­ 
ar!. 
Sucessos à Nova Diretoria do" Associação Co r­ 
ciol de nosso cidade, que tem no Presidência Bru­ 
no Caleano Brandão. Há muita coisa p/ a AssocLa · 
ção regulorizar, nos vários setores que lhe co~ 
te. Basta ter o apoio dos assoe lados P da co::.cal 
dade em geral, pois com isso todos sairão ve:ic, 
dores! 
A FESTA ÔO REI 
Momo se aproxim.a e o Grêmio Pedro Rugino prepa·/ 
rando tudo para receber centenas de foliões ca: 
muita alegria e principalmente segurança! Reser -
1 
vos ~e mesas na Secretaria do Clube, com a sepr 
E 	! 
tambem ja iniciaram trabalho visand: 
coibir os abusos principalcente no tocante a au 
tomotores, bebidas e drogas! Se cuidem! 
• E OS ROUBOS DE BICICLETAS? 
Por mais cuidado que se toma diáriamente ,:: 
nossa city é surrupiada 1 ou 2 bicicletas. Isso .1 
nos deixa im,otentes perante esses safados! 
Pouca gente registra queixa na Polícia, pois 
90% das vezes eles também não conseguem pegar es 
ses ladroes I Mas a Polícia conhece várias gang.s 
suspeitas, talvez se a cada queixa registrada des· 
se um "apertão nesses malandros (afinal todos " 
sao suspe~tos) teriam de volta muitas cagrelas (o 
, prejuízo e grande, pois o preço é gordo). Afin.al,
1 
alguma coisa precisa ser feita! 
Essa situação não pode perdurar! 
Voltaremos aos assunto! • 
1 
:.: da 
o Pre 
'io 
!sta 
tato 
l!o 
de aa 
NOVENTA MILHOES DE HECTARES 
O IBGE - Instituto Brasileiro de Gel 
grafia e Estatistica, fez um levantamento/ 
b
das ~erras pertencentes aos indígenas - 
rasileiros. 
- Achou apenas isto: os nossa; índios - 
tem ª Posse de...... 90.813.42l hectares, 
de terras. 	j 
_só os Ianomâmis têm mais d ;:,i 
lhoes de hect 	e nove_ - 
9.900 ind3. ares, para uma população d, 
1os, ou seja, perto de mil hec 
tares para cada cidadão í d.i. 
Terras de primeira, e±à' a ire 
zas, cheias de madeira de L • eles 
vendem eh • d e1, que j 
• + e1as (e minérios e pedras pre 
cosas. 
d Enquanto essa área e:1orrne jaz inexplE 
ra. a, os nossos" sem terra•, invadem pro­ 
priedade devidamente documentadas, exp} 
sam seus legítimos proprietários e se 
ePgsam na "marra" de terras produtivas•, 
·emos que, deixar de sofrer a in1ué? 
c1a alienígena, cujos interesses são ex 
cusos e. dar terra aos "sem terra", cc 
uma legislação que os proíba de vender 
F??g_Pelo menos, 2o anos, e pro±eã cz 
e a aos nossos índios, que todos sali! 
mos, nem sabem O que têm • • 
-Fonte "O Estado de S. Paulo" ' 
-Kleber L. Medeiros - Adv. ...) 
' 
NOTKIAS BREVES 
Livreto sobre AIDS - - l 
Nossos F1lhos - A Associação Aanhi 
d divulgou recentemente o muito b 
'uentado fascículo TV:ua "escola",s de q' 
_,}'!Asou a 1=resstosre ±trase= 'e ° 
exep..ares. Agora 	-. ee 
d . 
1 
• a entidade est.a prepar.S• 
o novo ivreto sobre a AIDS. (ABI) 
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