TRIBUNA DA DIÁRIO REGIONAL ------------- • • » w" "? ": '? ? m1o 1.%92 S os roo reera acidente Um morto e F atai dois feridos· R$ - 0,50 acidente, o Gol ficou parcialmente destruído Uma das Rodovias mais violenta e peri­ gosa no Sudoeste do Estado a MS-384, tre cho Antonio João/Pon ta Porã, voltou nova mente a ceifar a vi­ da de mais uma jo vem, Lucimara Pinhei ro (Maika), de 17 anos de idade e dei­ irnndo duas pessoas feridas, Laura Ja quect Echeverria (a­ proximadamente 17 a­ nos) e Renato Simplí cio de Freitas (aprÕ ximadamente 19 a­ nos). Maika filha de I­ va e Euzébia Pinhei ro, pessoa muita que rida e de família - tradicional de Anto- nio João. Página/06 O o eiça0 na Pela primeira vez o Sudoeste poderá ter um representante da região como Presidente da As - sembléia Legislativa. ssem Dois Deputados com base no Sudoeste disputam a Presidên Cia, Roberto Orro (PSDB) e Wal­ demir Moka (PMDB), Orro tem o apoio da bancada - do PT e tem em Londres - Machado o seu maior articula­ dor, pro­ vavelmen­ te o futu ro 10 Se­ cretário, se Orro for o es colhido. outro Deputado com base Pep. Roberto Orro no Sudoes e e que obteve expressiva vota ão em Bela Vista (e na região) '-aldir Neves, está apoiando a candidatura de Roberto Orro. PUCCINELLI: CONTROLE DA DENCiUE DEPENDE, TAMBÉM DA CONSCIENTl 1 ZAÇÃO POPULAR EMPRESAS UTILIZAM %%2±l #ti= Na verdade o trabalho nc bastidores que ssd-- "-=-. Londres Machado vem desenvolvendo poderá Pe DELEGAÇAO PARAGUAIA Deputado aldemir Moka 'à sar muito nesta eleição, "o grupo do. Chi - DEVERÁ PARTICIPAR nês", como são conhecidos os Deputados quê char o partido", mas isto pa - o acompanham apoiam Roberto Orro. rece que já ocorreu. DA EXPOGRANDE Pág/G A preocupação maior das r-:----------;--------------::-----------~..:.:;::..::.,. principais lideranças é "não ra Prestando uua hoenage à sua '' cidade natal, o jovem Rarão Lourei ro inaugurou no Ültio.o dia 15/11 e nossa cidade a Lanchonete "DG FISH BURGUER", a casa e es­ tilo Mac Donald's, oferecen- Deputado Londres Machado A dengne é uma doença cujo controle de- pende basicamente da conscientizacão da comunidade. o comentário foi feito pelo médico e De putado Federal André Puccinelli, do PMDB l baseado na experiencia que teve quando foi secretário de Estado de Saúde na primeira administração do Governador Wilson Barbosa Martins. Página - 04 INFORME TF por Ubaldino Rodriaues Páaina - 08 Comarca de 2· Entrância e Mercosul A convite do Rotary Club, o Juiz d Di­ reito aposentado, ex-Presidente do Clu hoje integrando o Lyons e atu l Vice-Pr feito de Bela Vista, Dr. Sydney Nunes Lei­ te proferiu breve p lastra a respeito da implantação da Comarca de 20 Entrância cn nossa cidade. Falou também sobre o Merco - sul e suas implicaçô±s no comércio belavis tense, com muita frar.qeza disse que "o co­ mércio de Bella Vista 'Paraguai) será o mais beneficiado e se não houver união na busca de novas alternativas para o comér - cio de Bela Vista (Brasil) este sucumbirá" Quanto a implantação da Comarca de 2a Entrância, disse que é preciso "ampliar o prédio do Fórum, e esta ampliação cabe a Prefeitura com a colaboração da comunida - de". Muitas críticas foram feitas à Justiça, "o povo clama por mais dinamismo, agiliza­ ção, mais envolvimento com os problemas be lavistenses", até a apreensão de mobilctcs e a denúncia de contrabando dos que adqui­ riram essas mobiletes para os filhos foi criticada. Fizeram uso da palavra o Presidente do Rotary, Ivaldo, o Secretário Luiz Carlos , Carlos Alberto Ocá - riz, Garibaldi da Ro sa Neto, todos enfo­ cando os problemas - do comércio belavis­ tense e a implanta - cão da Comarca de 2a Entrância. Um convite será feito ao MM Juiz de Direito da Comarca, Dr. José Eduardo Ne­ der Meneghelli e à Sra. Promotora Públi ca, Ora. Vera Apare= cida Vogalho Frost Vieira, para falarem no Rotary a respeito da atual situação do Poder Judiciário em Bela Vista. Para esta reunião o Dr. Sydney também será convidado. BURGUER do 40 tipos de lanches, 4 ti pos de maionese, sucos natu rais, refrigerantes, visky, vodka, cerveja, etc- ... Neste cês, grande pro­ cocão de íiJ:i de ano: junte lO cupons ga­ nhe 1 "X-SALADA"; L5 cupons, ganhe Wll lanche da sua escolha. RUA VISCONDE DE TTAY (e frente à Escola e ra Guiares Loureiro) 1. O D PO CIA » TROPELIMENTO NO "ao CI-TE-VI 1 • 1 IIBILHIDOR GRAVEMENTE FER DO o 'Tr balhador Ra­ mão Odil Marques Lei te, de J4 nnou, rnof dunte no Distrito Nossa Senhora de Fá Limu, o "Nunca-Te VL", oo vollur para cosa na Lard do úl­ timo di 25, por vol Ln dau 18:00 horas-; íol vitimo do um a­ tropelmnento provoco do pelo veiculo Ford Uclin , cor verde , PLcas HRA 5839, que ra conduzido pelo oou proprlctºrio, Ni codemou Duarte. - segundo as infor­ mnç6es levantadas pe lo Polícia Militar , que atendeu a ocor - rêncin, o autor do atropelamento e a ví tirna residem no Dis­ trito Nossa Senhora de Fátima, onde o proprietário do vei­ culo possui uma chá­ cara, a vitima, Ra­ mão Odil Marques Lei te, casado, pai de familia e que traba­ lhava fazendo a en - trega de leite na cidade, trafegava de bicicleta pela Rodo­ via que liga acida­ de ao Distrito, qu. n cid de registrou a 2 corrência e Já r.c - minhou cópia para a Delegacia de Polícin Civil, onde o Delega do Renato Cesar Pe - reira deverá instau­ rar procedimento pa ra apurar as circun~ t5ncias do atropela­ mento, que será pos­ teriormente encami - nhado ao Juizado de Pequenas causas da nossa C ida d . Ramo 0dil Mar que Le i t foi se rido por popul r 1 que n.sidcm no Dls trito'Nossa Senh de Fátima e enca! n h do ao Hospital . são Vicente de la, onde se enc: tra internado estado que inspi cuidados. $ .. Educar é trabalho· sério, para ser feito por gente experiente; num processo longo de respeito, liberdade e disciplina. Esta é a proposta do Centro Educficional Maria Auxiliadora, uma escola com método Piaget e Maria Montessori e máximo de 25 alunos por sala de aula. • E CENTRO EDUCACIONAL MARIA AUXILIADORA , • Da pré-escola à 4°série • Área de recreação com play-ground e quadra de areia para esportes. e Assistência pedagógica extra aula A PARTIR DE 01/12/94 RUa Gal Soares da Rocha. 90 - Tel 439-1254 CEP: 79.260-000 - Bela Vista - MS • rlo íoi colhido por trás pela Belina, há pouca distância da nua residência. em consequência - do atropelamento, Ra mão Odil sofreu feri mentes generalizados pelo corpo, sendo os mais graves na rc gião da cabeça, onde provavelmente ocor - reu fraturas. A Poll eia Militar de nossa ~ POLICIA PREPARA ft OPERAÇÃO CIRNAVAL 1 1 i- ' ' Tribuna da Fronteira DilRIO REGIONAL EDITOR: Ivaldo Pereira FUNDADO EM: 20/02/1972 GERENTE COMERCIAL: Marta [EXEMPLAR: R$ 0,50 a Estela Velásquez Pereira SECRETÃRlO DE IUlJAÇÀO· Ub:ildi R d ASSINATURAS: .... 1.....,, " "" [ 58ser:E_s9.,oo REOAÇ~O, DEPARTAMENTO com:RClAL E PARQOr: GRÃ.PICO· ANUAL: R$ 100,00 Avenida Tribuna da Fronteira.564 -- CAIXA ' < OS ORJGINAIS EYVl.t 23 - FONE: (067) 439 - 11ó ,,_ POSTAL - DOS_À REDAÇÃO NÃO BELA VISTA _ l'.S - rAX - 439 - 1544 • SERAO DEVOLVIDOS. OS ARTIGOS ASSINA DOS NÃO REFLETEM NE­ CESSARIA!!ENTE A OPI­ NIÃO DO JORNAL SUCURSAIS JARDI't- André {valo ANTONIO J0k0 - Gonçalvs PORTO '.'.1.:'0.Tl:; • ·o - Arton io Rui:: Propriedade [ADJORI da trifiese Editora APA La. l .G.E. (MF)-03.701.266/0o01-g2- 1u_e 2 BONITO - Firmino de Bar ::os CAR.COL - Kêncr L. Leite Norino FILIADO A: . e O 1 1 lBRAJORI Segundo informaç6es levanta­ das pela reportagem da Ronda Po licial, as Polícias Civil e Mi­ litar de nossa cidade estão ul timando os preparativos parã deflagrar a operação "Carnaval" no decorrer dos próximos dias. Blitzs, barreiras policiais revistas de veículos, 6nibus, ~ elementos suspeitos e uma fisca lização mais rigorosa contra Õ tráfico e uso de entorpecentes são algumas das ações previstas para serem desenvolvidas dentro dessa operação, para isso tanto a Polícia Civil como a Militar já estão recebendo um reforço - O Uso de Lança O Comandante'do 20 Pelotão PM, Tenente Alirio Vilassanti Romeiro, alerta aos possíveis u suarias e consumidores do Lanca Perfume, para o fato de que quetij for flagrado de posse do entor pecente será imediatamente au z tuado em flagrante e encaminha­ do ao Departamento competente, independentemente de quem quer que seja, pobre ou rico, branco ou preto. A titulo de informa - çao aos interessados, 0 Oficial lembra que a pena prevista para o trafico de entorpecentes, que no efetivo e implementação n' peracionalidade das Unidades como por exemplo a recuperaçã: da Viatura tipo Veraneio, da' lícia Militar, que estava en tada há um bo:n tempo, no Pát:: do 20 Pelotão. O alerta vale também para4 menores que, apesar de todas' campanhas e das várias apree soes Jª realizadas, ainda tei mam em conduzir veículos • ile galmente pelas ruas da ci' de. Depois visamos. Perfumes A é considerado crime hediondo. la Legislação Penal Brasileir! varia de 03 a 15 anos de r i dE?pendendo das circunstãncial em que ele ocorrer. só para. lertar os interessados a cl eia Militar possui inforoac· de que alguns elementos esta:: am tentando a comercializaç~ do Lança-Perfume em nossa ci" de, as quais serão checadas se confiramdas a Policia poi facilmente chegar também a0°, suar ios-compradores. Te e·· malandragem que O barraco pode c;a:. Neste Carnaval seja mais você diga não as drogas ' ORATÓRIA Para candidatos o, eus ue isaguci . /Aprenda com quem sabe. Curso modero, apostilado e com disquetes. V studa em casa e recebe toda a orientação necessária para falar econ ara mmores informações disque 751-6794. ,· .ns; !I 1 IMPORTâNCII DDS FORÇIS artigo publicado no Estado, o levada carga tde risco que tal con- vtemo produzido pel s fodud, alfrante 'arfo César Flores (So- trole traz para a paz mundial, to que acentue! e tes« de brevIv@nc1a ou Neutralidade MIl- Países africanos e astáticos po çio sobre Finanças Públicas preparada ar, 29/12) alertou para a necessfda- d hoje atingir a Itlta, a Ingla - pra a USP que fol publfcad le de se rcpenuar O política do gover terra e a França com foguetes Inter- título de O Dei involvt mnto Ec o para as Forças Armadas, em face da continentafs, não havendo escudo pro Sugurança Nacional - Teoria do Lmf fouca percepcno de neu pnp l por par- tetor uffctente para protegê-los, a te Crft!co (prefácio dr Roberto de O- te da sociedade e de muituo düvIdas - não ser por uma sofisticação cada llvctrn C po11, rd. !luFharr;iy). que remanescvm nobre os rcoin objetl- vez mnior de forcas intcltgcntes e O certo é que, hoje, a despi «s - vos dos militares no Brasil e no mun técnicos de Informaçáo capazes de militares em todos os países, ape r do ir.adorno, nbortnr inicintivoa extremadao. da controcão oq;n,·entárla irpo&tJJ A coragem e n importiincin do nler- Fala-se, em todo o mundo, cada - mesmo nas naçoes mais poderosas,e,tio tA eerecem reflexão, num mundo que e vez mais, cm "nichos de guerra", em sendo direcionadas por uma evolução - n ou Ilude com 11 possibilidade de uma paz robotizociio dos combates e no nper - tecnológica maior e efetivos t:1~!a e, gl de duradoura, após O queda do Muro de fclcoomento dos técnicos e dos cor - pacitadoa e profissionalizados, ape - ', o bra- 8trllm, pos das forças armadas, em que os sur de menores, com vencimentos dlg - d,s For,as e interessante notar que morreram "Rnmbos" cedem lugar aos intelectual nos das funções mais avançadas que - Aradas apenas fortalec a dmocra eo conflitoo regionais, de 1.945 à - mente mais copacitudos. , força dos xcrcem. cfa. Na visão de tenho, de professor !.991, quase tantos combatentes quan- "bicepa" está serulo vencida pelo uso Não há por que o Brasil não se di- civil que tem t!do oportunidade de to aqueles que pereceram durante n l!! das "pequenos células cinzentos", nu reclonar nesse sentido, Quando uma falar para militares, na Escola de Co Cuerrll Mundiul. Por outro lado, as lu linguagem do inesquec!vil llercule - Coréia do Norte fornece, hoje, Scuds mando e Estalo-Ma!or do Exército, Eg­ tas no Oriente Méd 1o, na antiga lugoã Poirot. inteligentes par a a I rii, multo super! cola Naval d+ Gurra e Escola Supu­ IIÍvln, na Rússiu, etc,, demonstram :: Em todos os países civilizados,ho ores à velharia utiliznda por Hussein rior de Cuer a, nio há por parte dos que os conflitos longe estão de desa- je, ns Forças Armadas estão se pro- domínio da tecnologia e da nformá- militares sen'o ama real vontade de parecer, mos tendem à diversificação, f issionalizando e se vinculando ao tica passa necessarfomente a ser Pa f ortalec imcnto d 1 di,~ocr.ic ln, assi11 co:i o domínio, cada vez maior, de téc desenvolvimento econômico, interagin crioônio do país, isto é, do Cor é ia - como uma dedicação aberta ao País, nicas modernas por um número creacen- do, ao gerur desenvolvimento tecnolÕ do Norte, e não do Irã. O pouco onero Para tanto hã necessidade de que te de pn!ses do Terceiro mundo, com a gico e se beneficiando deste"desenvol so pro1eto brasileiro do submarino nu as autoridades compreendam a d1ensio ttt##t###k t t t tttttt##kt###tttwt##t##tktkfk##tktthttttttt###ttttt##tttk# de seu desempenho e aba aproveitar as potencinlid11dea que as forças cili POR PARTE DOS MILITARES NÃO HÃ. SENÃO UMA REAL VONTADE DE FORTALECER A DEMOCRACIA tares ofertam ao crescimento do Pafs, na busca de uma sociedade evoluída e ttttt#######t##wk#ttttttt t tttt#tttt t ##t t k##ttkt#### t t ttt t ttt ##t4 solidaria{Ives uandrda Si]Martin) ± ,1l - ' ' ± .F i B D DEUS SE CHEGA POR MUITOS CAMINHOS 1 A teologia só se renova se nasce de um transfundo místico. Comecei a minha• teolo gia no Brasil .nos anos 70. O que estou fa lando hoje, já falava então. Com teólogos companheiros, dava cursos na Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) sobre a ex· periência de Deus, aqui, no Peru, na Bo1I via, na América Latina toda. Considero - que meu texto mais original em teologia - não é Jesus Cristo libertador, nem Teolo­ gia da libertação. ~ um· livrinho publica­ do pela CRB em 1975, depois reeditado pe la Vozes, que tem o titulo de: Experirne_!! tar Deus, hoje. Por trás de cada grande corrente teoló 9ica, por trás do Vaticano II, da teolo - 9ia progressista, da teologia politica,da teologia da libertação, hã uma nova expe­ riência.de Deus. De reprente se descobre Deus com outro rosto. A teologia é uma di ligência, é um esforço de traduzir essa esperiência. E as pessoas lêem teologia Porque se sentem afinadas com a experiên­ cia que ela comunica. Se alguém escreve hoje um texto de teologia nos quadros teó ricos do mundo medieval, ningém lê nem entende, porque não· diz nada para nós qu~ Vivemos um outro mundo. • • A mística sempre está junto com a ren~ ação da teologia. Ocorre que, hoje, dada a crise da cultura, isto é, a crise das nossas estrelas-guias, dos nossos pontos_ de referência, ninguém sabe para onde vai a história, nem a Igreja sabe qual e o seu futuro. A confusão mental se notou na As­ selllbléia dos Bispos em São Domingos. O texto final dos bispos é um total despis­ te, de quem não sabe por onde vai a Igre­ Ja. Ninguém sabe por onde vai a humanida- de por onde vai a poli tica, a relacao nor e-sul, o destino· dos pobres ... E a Igre­ Ja, que está no mundo, também participa dessa confusão mental. Os bispos parecem cegos querendo orientar cegos. - Apesar disso, momentos assim sao sem - Pre de profunda religiosidade. Quando a CUltura entra er:1 crise há sempre uma vol do religioso. Porque o religioso refaz selos entre as fases da historia huma - lia, e no religioso que a pessoa costura os grandes sonhos, as grandes utopias que lhe Permitem viver e dão esperança de ir adiante. Porque a religião, a mistica es­ Peci.alizaram-se nessas inquietaçoes •E o discurso especializado da crise do ser hu po que pergunta: para onde vou? De onde ~Ilho? Quem sou eu? Essas são as questoes bqi.cas da religião. Na crise mundial ho­ Je, é natural pertence à dinâmica do pro sso que as grandes mitologias, os gran­ es sonhos, as grandes vertentes religio­ •as se reanimem. Há uma disputa feroz no ercado religioso por quem tem a· melhor !roP<>sta. Existem propostas arcaicas das eligiões fetichistas: outras que procu - 'am_aceitar o desafio de hoje, dentro da "isao da 1 • a moderna, esta nova vi cosmo ogi são que vem da física quântica, da nova - antropologia, das ciências astrofísicas. Ai é um lugar de experiência de Deus, da nova revelação do sagrado. A maioria de nós não participa desse discurso acadêmi­ co. Ele é muito científico. Nós estamos no cotidiano. t trabalhar, ganhar o pão para as crianças, um pouco de diversão. t uma experiência que trabalha os eixos existen­ ciais que, no fundo, são a saúde, a doen­ ça, a frustração, o amor, o trabalho, o dinheiro suficiente para poder viver, as angústias de, se garantir a vida amanhã, a esperança radical. Como encontrar Deus nesse cotidiano? Como encontrar sua graça, a esperança, aquilo que nos faz olhar mti.s para a frente? Mística é poder trabalhar todas essas dimensões. Importa reconhecer que· há muito mais caminhos místicos. A grande ilusão do cristianismo, na sua ver são romano-católica. ~sse é o nosso cami­ nho, mas não é o único. A Deus, chegamos por todos os caminhos: o da umbanda, do candomblé, do zen-budismo, dos protestan­ tes, dos católicos, da secularização hoje, • do discurso cientifico como o Einstein. De us está em cada encruzilhada. Topamos com ele em cada caminho. t arrogância preten­ der ter o monopólio da verdade e achar que só o nosso caminho atinge Deus e que os demais atingem ídolos. Não é verdade. Esquecemos que os primeiros capituios do Génesis não fale do povo judeu,nem do cristianismo, falêl.n da história dÔs povos. O Génesis fala da primeira aliança que De us fez com a humanidade, com a Criação -;. com todos os elementos, bichos,peixes,ár­ vores ... Segundo essa._aliança, tudo que vive merece viver. Todos estamos debaixo desse arco-íris de Deus. Todos os .povos são.de Deus. Só depois do Capítulo II, é que se diz: porque os povos se extravia ram, Deus escolheu um povinho miserável , que é o últi,mo dos povos, como diz Oséias, .para ser uma recordação de que todos são povos de Deus, para ser um sinal levanta­ do entre as nações, indicando: "Vocês são povos de Deus e todos são povos de Deus". Por isso, o Apocalipse assegura, no cap.21 que Deus será Deus de todos e todos os po vos de Deus. A maioria das traduções afir ma: "E todo povo será de Deus". Mas o si gular não está no texto original grego, li é plural. Então, o chinês será povo de Deus, assim como o Coreano, o asteca e o inca, o guarani e o i.anomãmi, todos povos de Deus, sob o arco-íris da benevolência divina. Não só quem passou pela circunci- são judeu-cristã. • Essa compreensão é imcortante: a misti canos liberta das malhas religiosas que criam as diferenças, sen ver a unidade em Deus. (Leonardo Boff) (Do Livro: M!STICA E ESPIRITUALIDADE) Roda do ererê Muita gente, apesar da ampla divulga­ çao, ainda nao entendeu as regras e leis do Mercosul. QualquQr dúvida procure a Receita Federal ou o SEBRAE. Em tempo contrabando continua a ser contrabando. TEmos limites para compras no Paraguai , isto para produtos importados de outros países não integrantes do Mercosul, al - guns produtos do bloco ainda são taxados. LADROES À S0LIA Está mais do que na hora da Policia - (Civil e Militar) dar um basta nos lará­ pios_ que andam á solta por Bela Vista. Os ladroes agem mansos, roubando bicicletas aprelhos eletrodomésticos, roupas etc' de dia, de noite, entrando numa boa nas residências. Bela Vista (Brasil) e Bella Vista (Paraguai) são duas cidades peque­ nas, IMPOSS1VEL não descobrir o(os) au - tor(res) desses roubos. Ouvimos na roda do tererê, tem gente se armando para "pu n1r - COM BALA os gatunos. outros falam em contratar guardas(armados) para poli­ c1arem quarteiroes. O dono da "boca mal­ dita" falou:_vai acontecer mortes (de la droes e de vitimas) se a Policia não a­ gir JÃ. Aqui e Agora. a TRAFICO Vamos iniciar a campanha - Ligue para a Policia - Aponte um traficante, vamos acabar de vez por todas com o tráfico em nossa cidade. Acabar já é uma questão de visão do futuro, muitos meninos e meninas usam e abusam da "erva'", estão comprando de quem? GUARDA MUNICIPAL Somos plenamente favoráveis a criação da GUARDA MUNICIPAL, não só para auxili­ ar no transito, mas também para traba lhar na~ portas dos Colégios. Nem e preciso dizer o porquê. ·SAFADOS Não temos outra palavra para chamar - os "senhores" do Senado que chantageiam 0 Governo, o povo está de olho, depois fe­ chamo Congresso e esses "responsáveis - senhores" são os primeiros a falarem e liberdade. VE Nem toàos merecem a pecha nas é una ERGOEA. CEP: e nter Ltda LIVROS: TGenicos, Esotéricos e Livr nommia, Inforttca,Engenharia, Adie, - • • ·«o.a straçao,Eco RUA:" Barão do R!o Branco .407 FONE: (067) 724 - 4397 79.002 - 174 iter.irio Centro as IPRESENTIÇIIO A partir desta Edição esta página dedicada ao Município de .iO1O JCCIÍ fixa, denomirrnda 'TRIUNA DE A. JOAO destacará as noticias antoniojumnenes assim como ais publicações de Editain ovinos, cobertura do lcginléltivo e do Executivo. Uma nova Colu na Social abrangendo anpcctou esportivos e culturais, una vez por mês publicaremos entrevista com líderes antoniojuanensei. Contamon com o apoio do povo de A. João, para manter essa TRIDUNA do Munici io. --- rJ ITENÇIO ---- O Gerente da sucursa 1 doe t Jornal em A. J0O NORINO GON­ ALVES, está desenvolvendo uma campanha de assinaturas. Você pg de receber o Jornal cm sua casa ou local de trabalho aprovei - tando este mês promocional. A Assinatur ANUAL custa R$ 90,00 (NOVENTA REAIS) - você de pagá-la cm 2 ou 3 vezes. Aproveite, faça a assinatura do JORNAL DE SUi CIDADE, a TR!, DUNA DA FRONTEIRA, acidente Fatal Um morto Uma da Rodovias mais violentà e perigoso no Sudoeste do Estado a MT- 384, techo Antmfo João­ Ponta Por, voltou nova mente a cclfnr a vtda de mais uma Jovem, Lucimara Pinheiro (Maika), de 17 anos de idade e deixando duas pessoas feridas,Lau ra Jacquet Echeverra (a­ proximadamente 17 anos)e Renato Simpl!cio de Flri tas ( u pro,clm:!dnncnte l 9 a :: nos). Maika filha de lvar e Euzebin Pinheiro, pessoa muito querida e de famí­ lia tradicionnl da cida­ de de Antonio Joao. O acidente envolvendo uni Gol 1.8 Cinza metáli­ co, placa HCR - 6717 de Campo Grande, ocorreu no Último dia 24pp., por volta das 21:30 HS já nas proximidades do Muni c{pio de Antonio João :: (à mais ou menos 6 Km da cidade), deixou uma pes­ soa morta e 2 pessoas fe ridas, DIFICULDADE DE INFORMAÇÕES Segundo InfonnaçÕes extras-oficiais Maikn que vinha acompanhada - de Laura e de namorado Renato que era o condu - tordo veículo, vinham de Presidente Prudente - (SP) onde as duas meni nas haviam prestado ves­ tibular, Maika para Odon tologia e Laura para Me­ dicina e aprovadas. Vinham logo atrás de seu veículo, a Vereadora Salvani Simpl!cio de Freitas mãe de Renato e Euzébin Sanabria Pinhei­ ro, mie de taika em ou tro veículo e ultrnpas - saram o Gol e dirigiram- s~ à cidnde. Lá chegando, já vinham notando a au­ scnc~a do carro em que Renato vinha conduzindo, po is nao apareciam os íarois do carro e como demora:: ram nuito a Vereadora Salvani e Euzébia resolveram retornar, para encontro-los, pois talvez o veículo estivesse com algum problema. Ao chegar nas proximidades da Escola Rural,exis tente proxil:>a a MS-384, depararam com o carro cnpÕ tado dentro de ui:,a lagoa, onde imediatamente os d~ as prestaram socorros nos acidentados. - Maik~ e Laura foram éonduzidas pnrn Dourados. Maika noo resistiu os ferimentos na parte posteri­ or da cabeça veio a falecer. Jã Laura agora fora de pe:iso, foi transferida para Capo Grande onde devera fazer cirurgia faclal. Renato teve apenas fcrioentos leves. As dificuldades fora enormes poro obtemos in­ fornaç.Ões pois na Polícia Civil de Antonio João , não havia nada. i O acidente foi atendido pela Pol!cin Rodoviária Estadual e o mesmo nem telefone te, para elhores inforn,ações. Ar; inforn,açÕes que conseguic:os, foi através de roradores da cidade e assi pude elaborar esta - L,---'---- e dois feridos I o ftrapnnga na Escuta l!llo de Llmn Plnto d ui parcialmente destruído. ANTONIO JOÃO DE LIITO A tristeza.estava estampeda em todas as pessoas de Antonio Joao, maior parte do Comércio fechou su as portas, colocando cartaz com os dizeres "FECHA­ DO, EST,.'10S DE UJTO", a própria Prefeita Nil~e de Oliveira decretou luto oficial no !une{pio. -m melo a muita tristeza e emoção ger l da enor Maia foi seultade na tarae e,, oro 1a 25pp. 1 Nesta coluna f::1J.1rei exclusiva:nente sobre o l II Encontro de Laço realizado p/ Clube do Laçol Plorêncto José Pereira. Do d!q lq à 22 de anei­ roeste Clube sediou sua 3 festa oficial, tudo] dentro das normas e estatutos da Federaçao de Clubes do Laço de XS. Em Antonio João, particularmente, não está hu vendo outro evento para reunir e envolver tanta­ gen te. Ao decorrer destes d ias, quem chegava de Ponta Porii, extnsiova-s~ frente o tão grande o­ vlmento. Ouvi comentários de pessoas que pensa· van se tratar de ulll.'.l Exposição. Foi uma festa • sem precedentes. As dependências da entidade transformou-se numa grande feira. O Comércio lo cal e o visitante i::ontou suas barracas. Havia d; tudo, Os salões, durante o dia, transfon:iou-se e: um grande restaurante onde o churrasco era o pr ferido, SÓ para se ter uma idéia, eu calculo qcé no domingo, foram servidos aproximadamente 1.500 almoços, A noite este salão transformava-se nu:::i pista de baile. E que bailes. Animado pelo con • Junto "OS MENSAGEIROS DOS OESTE" e o povo baila - va ate as 4 _HS da madrugada. E só terminava Pº! que OS HS ja começava a movimentação da pionad• do laço comprido para mais um dia de emoções, is 10 HS da manhã um outro conjunto começava a tocar o o baile CARAPÉ pegava fogo alastrando­ se por toda a tarde. Nas pistas as emoções fica· vam por conta da pionada aficcionada do laço c= prido. Era um desfile de peões bem trajados "'°~ tando cavalos que somando ao apero estes valonsj dariam_para comprar um carro zero KM. A festa d Laço nao estabelece idade par a participar. Tini'!! mos por exemplo o caso dos mirins Renam AlairS.O Barbosa, filho do Sr. Nerei Barbosa e Sra. Neu ·1 sa A. Barbosa que montando seu lindo pitiço ta!· no dava um show de coragem e habili-dade o a jo do animal. O Renam Fuchs, filho do Sr, El~S, Fuchs e Sra. Sandra Olivelra Fuchs que montava ·1 ca':'.alo Jaino que nos dava a impressão de s A u.IRA - DI O Departamento de Sfstema Pen!tenctárto assinou coes, frio gerenc1n e operaclonal1rar a ráflu1 e dois conventos cedendo as Instalaçoes do parque - a marcenaria, Ficam também responsáveis pelo tru1- gr,if1co e dn 1 1rctn.irll, Joc11llzndn no Cstnbclec1 -- namento dos Internos e venda do ma erfal produz! - ~,d1 to l'enn 1 de Se l(Urtl nç,1 1,Íx 1111.1 ite cmpr 11118 PJ nk - do. Sul -- Indistrfas Gráfica Ltda a llood Refloresta Além das instalações fIsfcas (a gráfica contn mento , /,, que Iro utfllzar detentos na execu - co lZ0 metro quadrados e o m.:ircenart.o coe ,so) ,o çiio clon ,,rvlç~ ;, A aoJ,,n!dndu íot ralizada no DSP colocou ã disposição dos ec:presas codo o maqul gnbinere dn S1crdurln dl' Ju