DIÁRIO REGIONAL 
BELA VI STA/MS ANO: 22 N : 1. 602 
18 DP. F[VLHEII:() D[ 1,995 - SÁBADO 
LEGISLATIVO CARA 
DUDU; "O POVO ESTÁ ENVE 
$ 0,50 
LENSE 
ONHADO 
Para o ex-Vereador, ex­ 
!'residente da Câmara Munici­ 
pal, de Caracol, 1 lordonês Jose 
Alves, "Dudu", Presidente da 
Comissüo provisória do PSDB. 
"o nào comparecimento de cin­ 
co Vereadores na abertura dos 
trabalhos Legislativos de 1.995 
é uma vergonha. o povo 
carucolensc está de luto, pela 
atitude dos Vereadores, atitu­ 
des, como esta, que MATAM 
A DEMOCRACIA". 
Entende Dudu que "o 
Brasil do Prcsidcnte Fernando 
Henrique Curdoso,o Brasil da 
ética, do respeito à cidadanin. 
não aceita o tipo de política 
rasteira e negociatas como o 
que vem ocorrendo em Cara­ 
col. no tocante à Câmara Mu­ 
nicipal, o povo quer dignidade 
jú que os Vereadores faltosos 
respeitem os votos que recebe­ 
ram nas urnas" 
Í 
a 
LENE CA 
TRABALHO 
"O nosso partido afirma 
Dudu -o PSDB, prima pela éti­ 
ca e pelo respeito às Leis, ao 
povo e às nossas mais sagra 
das instituições. por este moti­ 
' o elegemos o Presidente o 
Presidente d:i República, o 
povo brasileiro soube separar 
o joio do trigo. escolhemos o 
melhor. E isto vale para Cara­ 
col nas próximas eleições, va­ 
mos eleger politicos compro­ 
metidos com a, erd.:ide. com a 
dignidade. mm o po, o. e não 
mais os aproveitadores e Judas 
que se utilizam da politica para 
obterem beneficios pessoais". 
Finalizando. Dudu diz 
q o Presidente da Câmara 
M Inicipal de Caracol e seus 
.ompanheiros podem com o 
povo. com a Justiça e com 
Deus, pois qu..:rcm o melhor 
para cidade. Um não aos 
golpistas de plantão". 
Em tempo: estiveram 
presentes os V ercadorcs. 
Josélio dos Santos. Evaldo de 
Moura Pereira, Milton Luiz 
Ocndcr e Darci Souza Neto. 
NOVO JORNAL 
IN!-OFME TF 
Mudança no quadro d 
ereadores em Bela Vista 
Suspeita da presença di 
Na Mesa Diretora dos ,], ' 	.e-z 
Ira0atos, a Prsite« andidos na região coioc 
Orlanda Freitas dos Santos, p a' • J rt 
raoccntro},oPrimeiroSecrc- __ OiBCSa em a e a; 
Arroyo sai em defesa de Pedro "2"%%%; Cheiro de cassação. Pá 
EsrAnos zoo. óucAis l 
BALEARAM PROFESSOR IO MBRO - 
O Professor João Márcio ra. dia 16, por volta das 20:30 
Ferreira Leite. 40 anos. resi- horas, na Rua Antonia Vargas • 
dente à Rua Clemente Marcos da Rosa, a cerca de duas qua­ 
Barbosa. s/n. no Bairro Vila dras abaixo da Rua Barão do 
Nova. que é Diretor das Esco- Ladário. nas proximidades da 
las Rurais do Município. foi Mecânica Sartori. 
vitima de um atentado a tiro Segundo as primeiras in­ 
ocorrido na última 4uint;1-fci- formações levantadas pela Po- 
L.l 
.,, 
i 
i 
I 
I 
t 
Contando a presença de 
oito dos nove Vereadores. do 
Prefeito Municipal Abraão 
Zacarias, de autoridades brasi­ 
leiras ~i-aguaias e inúmeros 
conviêlados, a Câmara Munici­ 
pal, presidida peta Vereadora 
Orlanda Freitas dos Santos 
(PMDB}, realizou sessão sole­ 
ne na última quan.:i-feira. dia 
15, para a abertura dos traba­ 
lhos Legislativos deste ano. 
Como é de praxe. o Prefeito 
1unicipal apresentou ao 
Legislativo a sua mensagem 
politico-administrativa e suas 
metas de trabalho para O ano 
de 95. Página - 04 
Tribuna da f'ronlcira está 
mudando. Como está mudan­ 
to o Jomal de Bonito, Correio 
Jardincnse e Tribuna 
Murtinhcnse. mudando para 
melhor. • 
Pedimos a compreensão 
dos leitores para algumas fa­ 
lhas. nossos funcionários estão 
se adaptando aos novos equi­ 
pamentos. Dentro de poucos 
dias vamos normalizar a circu­ 
lação. a parir de MARÇO a TF 
circulará de terça a domingo. 
um novo jornal. com um visu­ 
al moderno. m.:is a linha Edito­ 
rial é a mesma. um Jornal in­ 
dependente e feito com talen­ 
to. defendendo os interesses de 
Bela Vista e região. 
Também cm prossegui­ 
mento a nossa meta de fortale­ 
cer o municipalismo. de inves­ 
tir na cidade onde o povo nos 
recebeu de braços abertos. ofe­ 
recemos empregos e perspec­ 
tivas, adquirindo sedes própri­ 
as nos Municípios onde circu- • 
la um Jornal da REDE, temos 
sede própria em Bela Vista, 
Jardim, Caracol e agora em· 
Bonito. Drcvemcnte s<:rá a vez [ 
de Porto Murtinho e Antonio 
João. 
Caminhando com os 
próprios pés. dentro da real ida-,· 
de do novo Drasil. do REAL, 1 
avançamos, e muitas mudanças 
ocorrerão. O setor gráfico foi 
informatizado e adquirimos 
mais urna impressora off seu. ' 
não somos a maior gráfica-edi­ 
tora do interior. mas temos pre- 
ço. qualidade e a tradição de 1 
bons serviços e pioneirismo na i 
região. Nós confiamos no tra­ 
balho e na ética. (PP). 
' .• 
lícia. que esta investigando o notando que ti+h 
1 - 	' tetania algo errado 
atentado, tr<:s elementos estra- na histón· ~ 
nJ 	a. recusou-se mo- 
os, sendo um deles barbudo mento em q . .- • 
1 
" 
• [uetoi alvejado com 
que estavam em um veiculo • um tiro qu. • ' 
G 
• e O atmgru na altura 
ol, cor branca, abordaram o do ombro lad d • 
P 
,. . 	• 0<--squer o Apo, 
ro,essor dizendo que eram o disparo os a t • • • 
P 1
. • . 	, u ores sam1m cm 
o 1c1a1s e tentaram obrigá-lo disparada. tom d • 
· 1 , • . an o rumo r!!no- 
a entrar no veiculo. A vitima, rado. 
. João 11.lârcio Ferreira 
Leite foi socorrido e cncami­ 
nhado por populares até o Hos­ 
pital São Vicente d • I'a 1 
.. 	c ua, mas 
1a se encontra fora de perigo 
O Delegado de Polícia. D • 
RenatC 	r. 
. o esar Pereira. deve • 
itusta 1 ·era 
aurar inquérito Policial 
para apurar todos os fatos en 
volvendo esse atentado contr 
o Professor. com o bjetivo d 
chegar o mais rápido possível 
aos autores.

--~----------------------------_,;._--·- -·---- 
INFORMETF 
UBALDINO RODRIGUES 
MUDANÇA NO QUADRO 
DE VEREADORES EM BELA VISTA 
A c:1111.1ra Municipal. que iniciou os trabalhos 
Legislativos deste ano na última quarta-feira, dia 15. prova­ 
velmente terá uma alteração no seu quadro de Vereadores a 
partir da próxima sessão, quando o Vereador Fernando Jorge 
de Barros, do PMDB, deverá pedir licença por 120 dias para 
assumir a Secretaria Municipal de Obras. abrindo vaga para 
Nélio Diorio, que é o suplente imediato. 
Apesar dessa alteração, o quadro das bancadas com 
assento na Câmara Municipal onde a situação conta com cinco 
Vereadores e a oposição com quatro, não sofrerá alteração, 
pois Nélio, como Ferando Jorge, são politicos ligados uo 
Prefeito Abraão Zacarias e ambos já possuem uma vasta fo­ 
lha de serviços prestados à nossa comunidade. Ao amigo 
Nélio Diório desde já desejamos sucessos e muitas felicida­ 
des no cxacício <lu ,·.:n:ança, quem o conhece sabe da sua 
vontade e a sua capacidade de trabalho cm prol da comuni­ 
da de belavistemse. 
RIAL. quem paga o- nossos funcionários, papel. tintas, cn 
fim, quem mantém o nosso Jornal. são os LEITORES 
e ANUNCI/ 1 ES. 
Em tempo: o faturamento em Bela Vista representa 20% 
do faturamento de nossa empresa. Deu para entender? 
(Brasinha) 
SUSPEITA DA PRESE ÇA DE BA nIDOS 
NA REGIÃO COLOCA A POLICIA EM ALERTA 
As Polícias Civil. Militar e Grupos Especializados que 
aluam na região estão em alera permanente nos últimos dias 
devido a várias denúncias que chegaram à Dclcg:acia do.: Po­ 
licia local e uo 2o Pelotão PM, sobre u po,SÍ'cl presença de 
bandidos de alta periculosidade nas regiões de Bela Vista e 
Caracol, de acordo com algumas infonnaçõcs, extrn-ofici­ 
ais, que circulou pela cidade, nesta quinta-feira, alguns ele­ 
mentos, entre eles uma mulher, teriam perseguido um cami­ 
nhilo 608, marca Mercedez Benz, de cor vermelha. na Rodo­ 
via 060, próximo ao trevo da /paporé, além disso outras 
denúncias de tentativas de assaltos contra motoristas, inclu­ 
sive na estrada das Caieiras, chegaram até o comando das 
Policias Civil e Militar 
Como se não bastasse, os organismos Policiais de Dela 
Vista e Caracol estiveram mobilizados durante toda essa se­ 
mana na tentativa de localizar e prender uma dupla de margi­ 
nais que andou invadindo algumas fazendas na região, de 
onde furtaram mantimentos, ferramentas, lonas, provavel­ 
mente para acampamento, entre outras coisas. A Polícia tam­ 
bém não descarta a possibilidade desses elementos estarem 
provocando essas ocorrências cm áreas mais afastadas da 
cidade como parte de um plano para desviar a atenção da 
Polícia e tentarem furtar veículos dentro da cidade ou nas 
Rodovias próximas, que dão acesso para Antonio João e Jar­ 
dim. Fica o alerta aos motoristas e proprietários de veículos 
como caminhões e carros mais novos. Olho vivo! " 
ões que recebemos. uns urs 
Caracole s;a precurrun a rstua 
o anlamento da ses lo em que cmno dele 
nova Mesa Diretora da Ciumara Musiri 
A DIVULGAÇÃO DO TRABALHO 
DOS VEREADORES 
Não vamos nem comentar ns afirmações do Vereador 
Roney Morues Simões, que na sessão solene de abertura dos 
trabalhos da Cfünura Municipal deu a entender à todos os 
presentes que o Jornal só divulga o trabalho dos Vereadores 
da situação, o que não condiz com a realidade. /penas à títu­ 
lo de infonnoçào. qu.:rcmos deixar bem claro que todas as 
reivindicações, Indicações, Rcqucrim.:ntos e até mesmo os 
pedidos verbais dos Vereadores, indistintamente, silo divul­ 
gados pela Tribuna da Fronteira, que faz a cobertura da Câ~ 
mara Municipal, inclusive com a veiculação das fotos de to­ 
todos eles, seja de que partido político for. 
Fica a explicação. para dirimir quaisquer dúvidas, nos- 
sos arquivos estilo à disposição. • 
llRASINIIA A E C TA 
O Ubaldino deu licença para inserir esta notinha na 
coluna dele, afinal ele é quem cobre a Câmara Municipal. 
.Cobrir. ~m linguagem jornalística é escrever as reportagens 
.sobre cfderminado evento. No caso ele acompanha os traba­ 
lhos da Câmara Municipal, e o "chefe" nunca censurou ma­ 
térias na TF ou cm qualquer jornal da Rede. 
Bem, o jovem Roney Moraes Simões, menino que es­ 
timamos, perdeu a oportunidade de ficar calado no tocante à 
. imprensa. 
Falou besteiras. 
Em seu Pronunciamento na abertura dos trabalhos 
Legislativos deste ano, o Roney "pediu" ao Prefeito que li­ 
berasse a rádio Bela Vista e o jornal para publicar as notícias 
dele. Que barbaridade!!! 
O jornal scmpn: publicou suas rcivindiçaçõcs, requeri­ 
mentos,,Jndicaçõcs.. etc. Afinal temos a página do Legislativo, 
o que não publicamos, E NÃO PUBLICAREMO . são os 
pronunciamentos, laudas e laudas. nem sempre de interesse 
da .comunidade. mas sim, int.:resses pessoais. buscando pro- 
moção pessoal, para este tipo de matérias temos o A PEDI­ 
DO. Só que, a exemplo de todos os Jornais do Brasil, gran­ 
des ou pequenos, é PRECISO I' AGAR. 
• Quanto ao Prefeito, saiba nobre Vereador, nem Prefei- 
tos, nem Deputados, Senadores, seja lá quem for, podem "au 
torizar" ou mandar publicar esta ou aquela matéria. Rcsu 
mindo. I GUÉM MA 
1
DA EM OS A LI 11/ EDITO 
1 STITUTO DE EDUCAÇÃO EM OVA 
E MODERNAS I STA LAÇÕES 
O Instituto de Educação de Bela Vista. estabelecimen­ 
to escolar que no decorrer dos últimos anos vem se destacan­ 
do na área do Ensino em nossa cidade, atendendo alunos desde 
o Jardim I até a oitava série do lo grau, inaugurou n?. última 
sexta-feira pela manhã, cm uma bonita solenidade, as suas 
novas e modernas instalações, localizada à Rua 13 de Junho 
no centro da cidade. Às Professoras hirley Loureiro e Jane 
Melo, Diretoras do Instituto de Educação. os parabéns pelo 
dcsprecnd1mento e coragem na edificação desse verdadeiro 
marco na história educacional de Bela Vista 
CLIMA QUE TE NA Ci'MARA 
M ICIPAL DE CARACOL 
De acordo com algumas infnnnações que colhemos no 
decorrer da semana, o clima entre os Vereadores da vizinha 
cidade de Caracol não anda lá essas coisas. Um grupo parece 
que até agora não se confonnou com a vitória do Vereador 
Josélio dos antos, para a presidência daquela Casa de Leis e 
está tentando anular a sessão que o elegeu, no final de último 
período. Legislativo. Para se ter uma idéia do clima quente 
que esta fonnado entre os Edis Caracolenscs nadá menos 
que cinco Vereadores simplesmente deixaram' de compare­ 
cer a sessão solene que deveria abrir os trabalhos Legislativos 
deste ano, no início esta semana. Resultado, a sessão deixou 
de acontecer por falta de quórum e pelas últimas infonna- 
CHEIRO DE CASSA ÃO 
Quanto ganha um trabalhador, o salino minme' 
R R 70.00. 
E quanto ganha um Vereador em Caracol 
R- Mais de RS 600.00. é isto mesmo. fera as ajudas de 
custos. dr ete.. 
A verdade é que o povo de Caracol ja está comentando 
que é preciso CASSAR alguns Vereadores Curdas AH! 
(Vereadores). quando o povo se revolta te sto aconteceu) 
pode haver desdobramentos imprevisiveis RESPEITO AO 
POVO, pois enquanto os nobres Edis peleam". muita cosa 
em prol da comunidade deixa de ser teta 
-- 
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você já escreveu ou ainda está escrevendo, conte conosco. 
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TRIBUNA DA F O 'TIRA 
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Fundado ~m 20 de Fevereiro do 1.972 
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REDATOR: 	REPORTAGENS: 
Uba!d'no Rodrigues 	Joé Glaucy Flor; 
Joiio Cerlos Velosque.t 
lvaldo Pereira - 
SUCURSAIS: 
Antonio João - Elio de uma Pinto e Narina Gonçalves 
Jerdlm - André Aveio 
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H 'AI, T' IM'A DA 
-~------- 
WALDIR EXIGE PROPOSTA CONCRET) 
Dputdo aldir Neves 
Reunião Bilateral 
Paraguay/MS 
(Brasil) 
20 e 21 de fevereiro de 1.995- Ponta Porà/ Pe­ 
dro Juan Caballero. 
OBJETIVO 
Estabelecer um convênio visando atender mecanis 
mos de ação coordenada e integrada entre ambos os 
governosno que se relaciona ao intercâmbio das p~ 
líticas de produção e culturais. 
O presente convênio buscará adotar todas as me­ 
didas necessárias para otimizar o intercâmbio 
pesquisa, assistcncia e infonnaçÕes técnicas. 
de 
PAUTA 
I Pecuária 
.Controle unificado de fronteira. 
.Intercâmbio de animais em pé, produtos e sub- 
produtos pecuários. 
.Exposições internacionais. 
.Registro genealógico. 
.Recorrido de Fronteira. 
.Suinocultura e Avicultura. 
.Pesca. 
II Agricultura 
.Controle unificado de fronteira. 
.Controle do NematÕide do Cisco, Cancro da Has- 
te da Soja e do Bicudo do Algodoeiro. 
III Ambiental 
.Controle unificado de fronteira. 
.Toras e madeiras. 
IV Inte'rcâmbio têcnico'-'cientlfico 
.Linha de pesquisa desenvolvidas na região. 
V Comércio, Inl±trina 'e Turismo - Obras 
O líder do PP, deputado Waldir Neves, 
desafiou os outros Poderes a seguirem o 
exemplo da Asembléia Legislativa e prono­ 
verem as mudanças nas suas estrutures para 
"resgatar a credibilidade que o homem pá - 
blico perdeu quando transformou os Pode - 
res não num instrumento de transformação "­ 
social, mas num balcão de negócios". Ele 
disse que o seu partido tem o compromisso 
com a modernidade e cor,1 a transparência. 
Waldir disse acreditar nas intenções do 
governador Wilson Martins, mas cobrou dele 
uma proposta mais clara para o seu Governo 
e espera que as denúnicas contra o ex-g0 - 
vemador Pedro Pcdrossian (PTB) não sejam 
apenas "uma cortina para esconder a imobi­ 
lidade, a falta de prioridade de que o Go­ 
verno até agora ainda não apresentou. "t 
certo que são apenas 50 dias. Mas é preci­ 
so - assim como o Presidente Fernando Hen 
rique Cardoso, que já estabeleceu a educa= 
cão como sua prioridade - dizer claramente 
para a população o que o Governo vai fa­ 
zer", afirmou. 
O deputado cobrou, também, que o Gover­ 
no diga com transparência qual é a dívida 
real do Estado e apontar quais as obras 
que crio concluídas . preciso nais a 
da, e nós estaremos qui para ayu'á-lo, 
necessário or, que ele (wilon) puna ef 
tivamente não penas no di:curso, mas 
prática àqueles que cometerem crime contr 
o erário", assinalou waldir em seu dicu 
so. O líder pepita espera qu o governo 
não cia na vala coum com essas denánc 
as contra Pdro Pedrossian. 
"É preciso mudar, é preciso estabelec 
prioridade, é preciso começar a governar 
qvando se tem desafio é pre iso ter comp 
tência, criatividade e disposição, que 
obstáculos serão superado", recomendou 
Waldir Neves. o líder anunciou, ainda, q 
o PP vai exigir do governador Wilson Mar 
tins soluções dos problemas. O partido, 
crescentou ele, vai caminhar com indepen 
dência, cor altivez, com a consci6ncia 
que tem uma obra a ;ons t ruir e de quc Lei 
um papel a prestar unto ao governador,) 
to ao povo de Mato G>..:; . .,;o do Sul, "não c 
mo um partido alinhaa,, subjugado e de 
beça baixa. Muito pelo contrário,um part: 
do que tem a visão da modernidade, um cor 
promisso que não abrimos mão", concluiu 
deputado Waldir Neves, 
ARROYO SAI EM DEFESA 
DE PEDRO PEDROSS AN 
. Trânsito internacional - Corredor de 
ciõn . 
. Assuntos gerais. 
VI Cultura 
. Eventos culturais a serem 'realizados na frontei 
Concep- 
ra. 
ORGANI.elACÃO 
O Deputado Antônio Carlos Arroyo, falan 
do pela liderança do PTB, saiu em defesa - 
do ex-governador Pedro Pedrossian. Ele acu 
sou o atual Governo de fabricar números so 
bre a situação financeira do Estado para= 
tentar denegrir a imagem de Pedrossian "O 
PTB, indiretamente, vem sendo massacrado - 
nos últimos dias,com uma incidiosa campa - 
nha tentando desmoralizar o Governo passa­ 
do. A população não pode ser enganada com 
numeros fabricados nos laboratórios do imo 
bilismo e da ineficiência, como se assim= 
pudesse justificar a ausência de propos­ 
tas", declarou. 
Arroyo prometeu dar todas as· respostas 
às acusações de Wilson contra Pedrossian - 
para a população poder fazer o seu julga - 
mento. "Entende o PTB que o momento é de 
se realizar o prometido e não ficar oLhan­ 
do para trás, buscando desculpas para nada 
se fazer", acrescentou. Ele fez um apelo - 
aos parlamentares para que "alimentem - 
se do fruto da verdade e da coerência, éti 
ca, cívica e política, sem o que nos perde 
remos nos desvãos da insensatez, da discõr 
dia e da injúria". 	- 
O Deputado petebista ressaltou que "nun 
ca é demais lembrar que a sociedade esclã 
recida e sedenta de prosperidade e de jus= 
tica social, saberá cobrar, no momento o­ 
portuno, daqueles que, em nome de interes­ 
ses grupais ou de personalismos ultrapassa 
dos, preocupam-se em denegrir o que o povo 
aprovou, em condenar o que a sociedade sem 
pre respaldou". Arroyo acrescentou: "A es­ 
ses que justificam a inércia com os vitupé 
rios e as injúrias, manipuladas com ódio 
extraordinário, e p vo dará resposta con - 
tundente". 
Arroyo lembrou que Pedrossian encerrou 
seu mandato com altos índices de aprovação 
popular atestado por uma pesquisa do Data· 
Data: 20/02/95. Local de abertura: Tênis Clube - 
de Ponta Porã. 14:00 às 15:00 hs - Abertura com 
autoridades federais,brasileiros,paraguaios e sul­ 
ato-grossenses. 16:00 às 18:00 hs - Reunião das 
Câmaras (3 Câmaras c/ 15-20 pessoas). 
I - Agricultura, Pecuária, Mei<: Ambiente, I!!_ 
tegração Técnico-Ciendfico (exposiçao das linhas 
de pesquisa/trabalho). 
II - Comércio, Indústria e Turismo. 
III - Cultura, 
DLa 21/02/95 
08.00 às 11:30 hs - Trabalho das Câmaras (5 Câma.- 
ras). 
11:30 as 13:30 hs - Intervalo para almoço. 
13:30 às 15:30 hs - Trabalho das Câmaras (5 CG±aras) 
15:30 as 15:45 hs Intervalo. 
15:45 às 17:00 hs - Apresentação dos Trabalhos. 
17:00 hs - Assinaturas dos "Protocolos de Inten - 
cGes". • 	' 
± k	i t± k ktk#tkkttt 
NESTE CARNAVAL: Brinque, pule e diga não às drogas 
#t k ± % 4 %%# %##t## 
se prepara, "com decisão", 
para grandes mudanças, diz Orro 
A Assembléia Legislativa opera mudanças inter - 
nas que refletem no conjunto das transformações es 
truturais exigidas pela sociedade. A afiracão, do 
deputado Roberto Orro (PSDE), arcou seu pronuncia 
mento ao presidir a sessão solene de instalação di 
quinta legislatura do Poder Legislativo sul-ato - 
grossense, na manhã e quarta-feira, l5. A sessão , 
além de 22 deputados, estavam ausentes Paulo Este­ 
vao (em viagem) e Cícero de Souza - foi prestigia­ 
do pelo Governador Wilson Martins; Presidentes dos 
tribunais de Justiça, desembargador Marco Antonio 
Cândia, e de Contas, conselheiro Ronald Albaneze • 
autoridades civis, militares e representantes d; 
diversos segmentos sociais. 
Orro e Wilson Martins discursaram na primeira 
parte da sessao. Em seguida, falaram os líderes do 
PSDB, PFL, PTB, PP, PT e PYDB. "Este Parlamento 
síntese da vontade popular, se.rã digno de um temp~ 
novo, onde a sociedade não coabite com os vícios - 
do passado e nem se renda à escravidão do pensacen 
to", assinalou Roberto Orro.O Residente disse que para ser ue 
centro de debates de grandes questes,a Assembléia Legislativa 
AL 
/ ,, 
Deputado Antonio Carlos Arroyo 
Folha, como o campeão nacional em pres· 
tigio junto aos demais governadores brasi 
leiros. Em razão do trabalho de Pedros 
sian, Arroyo disse que Mato Grosso do Su. 
"já e uma realidade nacional, sendo um pó 
lo de desenvolvimento do Centro-Oeste" 
não tem dúvida que será, também, no cená • 
rio nacional,"se não houver irobilismoou fi 
cionismo". 	- 
O parlamentar garantiu o apoio do PTI 
às medidas mode:r;.nizadoras do Governo de .' 
Wilson. 	• 
Do contrário, fará oposição e cobrará 
projetos que atendam a comunidade . 
. 	1 
esta reestruturando seu ~unclonarrento, para tratar can justiça 
O 
::} 
trabalho dos servidores , extinguir os cargos oc:iosos e aumentar-' 
a produtividade da Casa.'Não vasnos aitir",sublinhou. Se" 
gndo Roberto Orro 'o resgate ético e roral das instiruiçÔes roo. 
pode ser Lua aventura, mas una exigência popular a ser crprida 
pelos políticas que interpretara corretamente alição das ur - 
nas . "A sociedade nos conduz e nos apóia nessa tarefa".arro - 
reafirmou o epbo da Mesa Diretora de extinguir aproximada±ente 
300 cargos carissionados ,medida que dependerá da aprovação do 
plenário.Ao falar aos jomalistas no intervalo da sessão o Pre 
sidente da Asseblé!a Legislativa ccentcu taba aesGo aaG 
d ei ssoes na Saesul	. ' O Governada W ilson 	M ar	tins é pessoa de 
sólida tradiçao democrática,de profundas cavicçes sociais, e 
tenho certeza que se houver algum injustiça ela sericorrigida". 
O gavem:idor W1la:m }~ realçou o papel da Asseblêia Legís 
lativa na recuperação oral e política do Estado , 
assegurando que a decisoes da Mesa Diretora ind1- 
ca Preparo e determinação na tarefa da reconstru­ 
çao. Governo_e Legislativo, independentes entre 
si, t:abalharao em harmonia, mesmo porque há esta 
direçao maior, comum aos poderes, que ê dar a Mato 
Grosso do Sul seu verdadeiro e gr:rndioso destino". 
'

JO'AI TRINA DA FRONTEIRA »1 RIO PEG1O'AL. 
EM SESSÃO SOLENE CÂMARA ABRE 
OS TRABALHOS LEGISLATIVOS DE 95 
Contando com a presença de oito dos nove Verea­ 
dores, do Prefelto Municipal Abraão Zacarias, auto 
r Idade brailelras e parapuías e Inúmeros convida 
dos, a Cimara Municipal, presidida pela Vereadora 
Orlanda Freitas dos Santos (PMDB), realizou sessão 
solene na iltIa quarta-feira, dia l5, para a aber 
tura doe trabalhon 1•81nlatlvos deste ono. como 
de praxe, o Prc(cilo Municipal nprcscntou ao Les 
latlvo n sua mensagem polltico - odmin1strotivo e 
motos de trabalho para o ano de 95, 
Entre as dezena de pessoas que lotaram o pleni 
Tlo da Ciimara Municipal, para prestigiar a abertu­ 
ra dos trabalhos de mais esAe per!odo legislativo 
dn C~Mru Municipal, registramos as presenças do 
CMT. do 1O? RC MEC - TEN. CEL.. Edson Souza Rodr1 - 
gues; Cônsul do Poroguni no Brasil - Luciano Canhe 
te Filho; Secrct,irlos Municipais Paulo Melo (Educa 
Mensagem/GP/n 01/95 
SENHORA PRESIDENTE, 
cão), Dr. josé de RIbaar Cruz e SI!va (Saúde), E­ 
vIláslo Nunes de MIranda (Administração), Dr. CIg 
ber Loure Iro Mederos (Assessor Jurídico da Prefel 
tura Municipal); Dr. Bruno Colono Urnnd~o - Presl­ 
dente da Associação Comercial de Mela Vista; Presl 
dentes de Asoocinções de Moradores; Professores e 
Diretores de Escolas, familiares e amigos dos ve­ 
readores, entre outros. 
Na mensngem npresentada pelo Prefeito Municipal 
Abraão Zacari:rn, ao poder Legislativo dn uossn cl­ 
dade, ele ressaltou a independência dos poderes E 
xecutivo e Legislativo, destacou as principais a­ 
çôes desenvolvidas nos dois primeiros anos de 
sua administração e apresentou as metas e rea­ 
lizações que pretende alconçor durante o cor­ 
rente ano, conforme trar.sc revemo s abafxo, na 
Integra. 
Como reverência no povo belovistense que me 
elegeu, em reconhecimento~ oltivn representaçio - 
popular exercida pelos senhores Vereadores • nesta 
casa de Leis, honra-me apresentar a vossas excelêE_ 
elas, cm respeito a norma constitucional, mensagem 
sobre as atividades político-administratvas e ins­ 
titucionais do Poder Executivo. 
Quando da abertura dos trabalhos Legislativos - 
de 1,994, acentuei n necessidade de atuarmos com 
independência, mas cm permanente harmonia. Devo 
dizer, n bem do verdade e em nome da justiça, que 
este Poder Legislativo, consciente de sua respons~ 
bilidade junto a coletividade belavistense, respon 
deu com presteza àquele apelo. 
Este Município é o dos homens e mulheres que , 
na modéstia de sua vida de todos os dias, repetem 
a mesma grandeza de nosso maiores. 
Estn Bela Vista não é o que delo dizem os por - 
ta-vozes do desalento, nem os 'que fundam o seu pá­ 
lido êxito no anúncio repetido de catástrofes dia!!_ 
te das dificuldades da administração. 
A nossa herança administrava foi com problemas 
de toda a natureza, mas mesmo assim a nossa admi - 
nistraçio manteve seus princípios básicos, funda - 
meneados nos seguintes pontos: 
- Respeito ao Direito do Contribuinte, tendo cg 
mo objetivo maior servir a população; 
- No setor soeial [oi a predominância na presta 
çÕes de serviços públicos, priorizando os mais ne­ 
ces's.itados; 
- Apoiamos os pequenos produtores, limitando a 
interferência do Município de forma supletiva, e 
vitando-se a sua ação direta na atividade econõmi= 
ca; 
-Modernizamos os Órgãos da administracio atra - 
vés da in(onnática; 
- O Projeto Educacional vem direcionando suas 
ações não só no sentido de garantir o acesso da 
população a uma escola pública, mas também estamos 
investindo em sua qualidade. O crescimento na pro­ 
cura de vagas nas escolas municipais é o exemplo , 
hoje temos um crescimento de 307. com relação o ano 
de 1.994; 
- No campo da promoção da saúde, as ações prio­ 
ritárias sio as de educação cm saúde, que visam o 
ferecer a população instrumentos de aute-cuidados. 
As ações de proteção são as de vacinações, a vigi­ 
lância epidemiológico e sanitário. 
- No programa de abastecimento de água, fizemos 
4.780 metros de ampliaçio; hidrômetramos 737 resi 
d@ncias; e construimos um reservatório com capaci­ 
dade de 100 mil litros; e 
- Na área habitacional a construção de cosas po 
pulares foi o nosso grande esforço. Pois o Muntef­ 
pio participou financeiramente com 707 dos recur - 
sos, na execução do conjunto habitacional "Água 
Doce", num total de 100 casas, gerando, mesmo que 
temporariamente empregos, e oferta de moradia para 
grupos sociais de baixa renda. 
Há muito por fazer e que, certamente implica 
rão sacrifícios. Mas, a única fonnn de tais sacri­ 
fícios serem políticamente SU?ortáveis é fazê-los 
claramente com uma finalidade que incorpore a imen 
sa maioria da população. 	- 
Para alcançar esses objetivos é preciso a verda 
de. E a verdade desta administração é que passamos 
o ano de 1.993, renegociando dívidas com o INSS , 
PASEP, INAMPS, FGTS e, visando tirar o Município - 
da inadimplência, deixado pela administração ante­ 
rior. 
No ano de 1.994, perdemos tempo e dinheiro renc 
goelando 41 duplicatas protestada e 17 cheques sem 
fundos herdada da irresponsável administração que 
nos antecedeu, conforme documentos anexos a esta 
mensagem; são valores que ultrapassam o montante - 
de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais). 
Em razão dessas,inadimplência, o Município dei­ 
xou de receber, através de convênios, recursos fi­ 
nanceiros do MEC, CBIA, }linistério da Saúde e bem 
estar social, o montante superior a R$ 2,000.000,00 
(dois milhões de reais); recursos que se repassa­ 
dos gerariam inúmeros benefícios à Bela Vista. 
sua mensagem ao Legislaivo. 
Tudo para resgatar o bom nome do nos'so t•unic! - 
pio e viabiliza-lo na busca de recursos no Governo 
Federal, Estadual e Instituições Financeiras. 
~ preciso que a sociedade compreenda as circung 
tãncias desta adinistração. 
Fez-se mais, e com mais seriedade, nesta admi - 
nistração, do que muitcs imaginam. 
Mas, essa disposição de recuperar a dignidade - 
do nosso Município deverá encontrar nas leis os 
instrumentos que?. tornem efetiva. 
Não me demitir' 'a rasponrab!lidade de, como Pre 
feito, introduzi uovo: caminhos. 
E~ parceria com o Banco do Brasil, iremos degla 
grar ações indispensáveis ao desenvoleimento auto.­ 
sustentado da comunidade, mediante a execução de 
programa de flnanciamento nos setores produtivos , 
preferêncialrr.ente os micros e pequenos erpreendi - 
mentas, de uso intensivo de matérias-primas e mão­ 
de-obra local. 
No programa de infra-estrutura pretendemos recu 
perar ruas, estradas vicinais, desenvolver a recu­ 
peração da pavimentaçio asfâtica e pavimentar ru 
as, e ainda, solucionar definitivamente o problemÃ 
do córrego da Avenida Teodoro sativa, aumentando - 
sua vasào de 9 para 30 metros cúbicos de água por 
segundo. 
Na área da saúde vamo~ reformar a rede física 
além de transformar o Posto de saúde dn Rua Anta 
nio João, em Clínica odontológica. 
Enfim, a nossa proposta de Govêrno para 1.995 
a partir do conhecimento das necessidades, traduz­ 
se em um conjunto de ações práticas e profundas 
propiciando soluções simples e objetivas reclamada 
pelo povo. 
Temo a consciência de que iniciamos, movido pe­ 
lo sentimento do dever, um lempo melhor para a nos 
sa gente, E as'sim será. (ABRAÀll_ ZACARIAS) 
PRONUNCIAMENTO 
Fal:,ndo cm nome da bancada de oposição o Verea 
dor Ronev Mor::es Simões afirmou que apesar de 
ser adversário do Prefeito, ele e sua bancada - 
sempre apoiaram as iniciativas da administração 
que vieram em benefício da coletividade,e assim 
pretende continuar. O Vereador também pregou 
uma maior aproximaçao do Prefeito com os Verea­ 
dores e se colocou a disposição paa ajudar e 
apoiar todas as ações que venHam de encontro 
aos 'nteresses de toda a população belavistense. 
Feranando de Freitas Elias, falando em nome 
da bancada governista, registrou suas palavras 
de confiança e de esperança no desenvolvimento 
e no engrandeci!nento de nossa cidade, destacan­ 
do que só através da união dos poderes e de 
todos os cidadãos·nós criaremos condições para 
melhorarmos a nossa cidade e as nossas próprias 
vidas. O Vereador também renovoua sua confia.nça 
e da bancada, na administração do Prefeito A­ 
brão Zacarlas, "pode ter certeza Sr. !-refeito , 
que os Vereadores que aqui estão representando 
a nossa população, saberão sempre prestnr-lhe o 
apoio em todas as suas obras, porque temos cer­ 
teza que elas SÓ irão engrandecer e melhorar a 
vida de todo o nosso povo", afirmou,Fernando de 
~~ cr i!.>u· 
o Plenirlo da C?rira unte!p.l ficou prutfea­ 
mente_lota'o_pelas_autor!dadese_cofdads_pre e:te• 
Freitas Elias que tarbémn salientou a necessida­ 
dc de uma atenção maior para os setores econót 
cose produtivos do nosso vunic!plo, "precisa - 
mos buscar novos Investimentos, porque só atra­ 
vés da produção teremos condições de gerar em 
prego e melhorar a vida e os salários dos nos - 
sos trabalhadores e país de família, precisamos 
buscar alternativas, porque realmente Hela voa-. 
ta nece: .lt " +fn1alou. 
Palavras da Presidente 
Orlanda Freitas dos Santos 
A Presidente da Ciara ''unicipal, 'Vereadora 
Orlando Freita dos Santos, e~ita por unanimida 
de ao final do ano Legislativo passado, falou 
enseu pronunciamento da satisfação que sentia 
naquele momento, juntnmcnte com seus corpanhei­ 
ros, por reabrir os trnhalhos Legislativos da 
C5mara Municipal, disse esperar que é•,sta feita 
Executivo e Legislativo trabalhe unidos na bus 
c de melhorias para a nossa cidade e seus uh] 
cies. 
.-½ 
J i 
...n ... 
~ 
·A 
A 
• 0 
 
) 
1 
-5 _ 
Ver. 'rla:! F.dos Santos. 
Orlanda Freitas dos Santos, lembrou 
havia aito por ocasiao do. sua posse na que Ja 
eia da Câmara Municipal, no dia 10 d presiden 
dcst " h 	- e Janeiro - 
e ano, ten o a certeza que faremos todo 
possível para trazer os nossos m ! i 
0 
une pes muitas 
esperanças de um futuro melhor" A V 
tamb • fi 	• ereadora 
cm a rmou ser sabedora dos • i 
mas que afligem nossa cidade ."";; ro - 
~ - 	, s ta o e O p 
1s, que nao permitem a eecucão d d a 
bras "ma " ' te granues o 
. • • s vamos reivindicar l:cnef, i - 
saúde da nossa população 1cios para a 
ra ~ assistência social ~o~araia educacao e pa­ 
que isso uiro importa, "is carentes, por- 
tou. 	para nos salicn 
A Presidente do Legislativo be 
proveitou a oportunidade ·r lavistense a­ 
Prefeito Municipal o s., "a reivindicar ao 
d 	u apoio para o • i 
e esportes cm nossa cidad, ' Prat.ca - 
cipalmente aos jovens d a ed possiblitando prin 
portunidade de sei t e to os os bairros a a= 
negrarem a pr" • 
va e enfatizou que o ró 'atica esporti- 
través de rodos ?"P'a C@ara Municia1 , 
i 
rea ores p . 
t var esse tipo de' i ' retende incen- 
e1ade. A vereaa,",};''Jade esportiva es os 
a na i2ou e 
agradecendo a presença d suas palavras 
e convidados que presei ~~ autor!.dades, antigos 
trabalhos Legi1+4, "j'irar a abertura dos 
. ' • ' • vos este ano d - 
icpal e em seu!d. 	ia Camara Mu- 
tte!par de ue ±"" ovidou à todos para 
G° 'so coquetel. par 
l 
) 
1

ORNAI. TRIBA!NA DA IRO!TE!PA 
1.1.' T A,; 
D, 1.0+ 	O 
MOVIMENTO DA CAMPANHA 
PRÓ CASA DO ATLETA 
O "FUSCA"DO SORTEIO É 
SUBSTITUÍDO PELO CORSA!! 
Uma bela e dinâmica equipe de Promotoras de Ven 
<ln, composta por moças belavistenses de excelente 
cunho Intelectual, está visitando as famílias bela 
vistenses e levando a elas a,oportunidade de afu - 
dar a conclusao das obras da Casa do Atleta e con­ 
cortr'e i: ao 1rnrteio de UM CORSA ZERO KlLÕMETRO, com 
sorteio marcado paa o dia 18 de março. 
A promoção elaborada com o objetivo de angari­ 
ar os recursos necessários parn o término dasobraa 
coloca à venda o restante dos cupons, que não r6- 
ram vendidos na primeira fase e substitui o Fus - 
q1 nha por um CORSA, um automóvel de maior valor 
que será entregue pela agência local de ALFACAR 
revendedora CllEVROLET para lj nossa região. 
O APOIO DA ALFACAR 
O coordenador da Campanha e Presidente da Liga 
Esportivo belavistense, depois de receber a negatl 
va de apoio da Discautól de Campo Grande, que exi­ 
gia o pagamento integral do valor do automóvel mes 
mo antes de serem arrecadados os recursos,impossi:: 
bilitou a pré aquisição do Fusquinha anunciado,mes 
mo tendo sido apresentados documentos de valor d; 
vários integrantes da Comissão Executiva e até mes 
mo do Prefeito Abraão Zacarias. 
Alheio o atitudes hipócritas, o Presidente da 
Liga rompeu a ne&ociação com aquela concessionária 
e buscou apoio junto à AI FACAR onde recebeu apoio 
integral e a promessa certa de que 'intregará o 
CORSA ao doador premiadc no sorteio do dia 18 de 
março. 
A ALTA CREDIBILIDADE DA CO!lCESSIONÀRIA. 
:1 
Para conseguir o seu intento em benefício da 
conclusão da Casa do Atleta, o Presidente da Liga 
Belavistense entrou em contato com o Sr. LUIZ AB - 
DALLA, Diretor da revendedora de Ponta Porã, que 
prontamente,ao contrário dos avarentos dirigentes 
da Discautól de Campo Grande, facilitou as condi - 
çÕes e deu à Comissão de Campanha condições e cre­ 
dilidade para reiniciar a venda dos cupons de 
doação, garantindo a entrega do Premio e dando 
charce para que os recursos sejam arrecadados jun- 
to à sociedade. 
Hoje, mesmo aqueles costumeiros incrédulos na 
competência e na grande capacidade de trabalho dos 
dirigentes da Liga Esportiva Belavistense, sobeja­ 
mente comprovadas com ohras e com ação, pode, ad - 
quirir o seu Cupon, pois a Empresa revendedora já 
agiliza a entrega do Veículo colocado como Prêmio. 
A INFLUENCIA DE LUIZ RAHAL 
Lógicamente, a direção da Campanha teve que con 
tar com a influência,o apo13 e o elevado interes­ 
se do agente local da ALFACAR, o Sr. Luiz Carlos 
Rahal, cuja ação foi decisiva para que a LEB pu - 
desse conseguir alcançar os seus objetivos, forne 
cendo as informações necessárias aos seus direto­ 
res e mostrando a credibilidade e a transparência 
da Campanha. 
A APLICAÇÃO DOS RECURSOS 
Desde o início da Campanha, que fez com que as 
obras chegassem ao estágio em que se encontram a 
Liga Esportiva tem sido altamente transparente na 
aplicação dos recursos e os saldos devedores pela 
compra de materiais estão restritos somente à MA­ 
DEIRAS PADRIN no valor de R$ 90,00; SERRASUL, RS 
100,00 e HUMBERTO MARTINS (Tijolos) R$ 60,00. 
Estes débitos somente não foram quitados por - 
que houve uma temporária paralização de busca de 
recursos e o Caixa, conforme demonstra o último - 
balancete publicado estava Zerado. 
PEDREIROS COM PAGAflfNTO EM DIA 
A campanha da Casa do Atleta, conta hoje com 
ampla credibilidade perante a· sociedade belavis - 
tense, mas nem isto, desestimula alguns crápulas, 
que fazendo o papel de nojentas "moscas varejei - 
ras querem e tentam a todo custo imacular o no 
me dos que efetivamente fazem alguma coisa. 
Um indivíduo, que felismente não goza de muita 
c.edib:1.1.ida:le na praça, mas que gosta de falar bes 
teiras infundadas quando na roda dos seus amigos, 
"informava" em público que a Liga estaria devendo 
R$ 1.500 aos Pedreiros e que estes iriam parali­ 
zar a obta. 
A declaração do construtor abaixo, responde ao 
nefasto e maldoso "fofoqueiro": 
DECLARAÇÃO À PRAÇA 
DECLARO SOB AS PENAS DA LEI, E COM O OBJETIVO DE RESGUARDAR A INTEGRIDADE MORAL DO PRESIDEN­ 
TE DA LIGA ESPORTIVA BELAVISTENSE, DE QUE AS CLÁUSULAS DO CONTRATO FIRMADO COY A ENTIDADE DA QUAL 
t PRESIDENTE ESTÃO SENDO CUMPRIDAS COM O RIGOR DEVIDO E CONFIRMO QUE OS PAGAMENTOS ATÉ 29.01.95, - 
ENCONTRAM-SE RIGOROSAMENTE EM DIA, 
TODAS AS ALUSÕES QUE CONTRARIA ESTAS INFORMAÇÕES SÃO FALSAS E INVFRLJICAS. 
BELA VISTA- MS., 29 DE JANEIRO DE 1.995 
GERALDO CÁCERES - CONSTRUTOR DA OBRA DA CASA 00 ATLETA. 
JOTAGÉ NOS BAIRROS ] 
78 CARACORTE 
à 
Advogadas DIA: 1 7/02/95 : Em Caracol 
HORAS: 20:00 - . . VILA DA SILVA - VERA LOUREIRO DE ALMEIDA 
., 
- 	- 
% 
OAB/MS 2574-B 0AB: 2573-B 
I N D I CA D o R 
CAUSAS C!VEIS E CRIMINAIS 
RUA:.CUIABÁ, S/N2 
PROFISSIONAL 
CENTRO 
FONE: (067) 439 - 1290 
BELA V!STA - MS 
. . - - 
Fisioterapia e Reabilitação ADVOCACIA 
GLAUCELI FERREIRA GODOY 
DR. MARCUS A. RUIZ - KARAM MBARETE 
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tos, Execuções. 
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Maio, S•/N - CENTRO 
FONE: (067) 251-1669 
"QUEM TEM O IDEAL NAS ESTRELAS 
Residência - R'.Dr.Ary Coelho 
de Oliveira', 680 
PISA NAS PEDRAS 
CENTRO-Fone(067)251-2563 - 
UARDIH - HS 	E NAO SENTE" 
: ,~•~, ~~ '. ·. c•,,T ::•,! {'~lJ, 1 
f autntia rir deira ! u rosto o 
q u e 	o 	T E L E M S far c o m 	o s usurios d o 	s v us servi 
cor! 
Numa conta de R$ B88,69, do telefone 439-1915 
verificou-e, depois de paga rioro amente em 
d!a, que na soma da tema estava incluido o va­ 
lor de 41,52 referente a PULSOS EXCEDENTES. 
Convenhamos que tenha havido um erro no fa - 
turamento, pois o valor do excedente é Int ira­ 
rente deproporcional ao valor do faturamento. 
O interessante de tudo é que o reclamante,pa 
ra ter o direito de reclamar,primeiramente te 
que PACAR A CONTA, Loo em seguida, deve tirar 
uma fotocópia da conta e entrega-la à funcioná­ 
ria do Centro Telefnlco local que deverá reme­ 
te-la para a Regional de Dourados onde "os espe 
cialistas" Irão estudar o consumo e deliberar - 
se a reclamação é justa ou no. 
Buscando os nossos direitos e com uma Xerox 
da conta nas maôs procuramos o escritório local 
onde uma funcionária literalmente mal informada 
e desinteressada recebeu o papel e infoni:ou que 
iria entregar para um outtu funcionária que 
possivelmente chegaria somer te na parte da tar - 
de, pois na parte da mnii. não tinha compareci­ 
do ao serviço! 
Pedimos um PROTOCOLO da reclamação e fomos - 
informados que lá não se usa esse tipo de expe-­ 
dien te, deixando-nos portanto inteiraroen te ã 
mercê da vontade da dita funciCT.1.Íria (altnnte e 
com a convicção de que se o papel for extravia­ 
do, terens que fazer "tudo de novo". 
Vamos aproveitar para fazer chegar ao novo 
Presidcn te da TELEMS, a forma com que o "expe - 
diente" da empresa vem sendo feito no interior. 
Nessa h:ira nós os usuários, ficamos pensan - 
do algumas besteiras: 
-Pra que Xerox da conta, se elas estão memo­ 
rizadas nos computudores? ... 
-Por que o usuário correr atrás quando está 
patente que o erro de faturamento foi da empre­ 
sa? ... 
-Não bastaria apenas um telefonema reclaman­ 
do para um daqueles números de Reclacaçôes e de 
serviço? ... 
No fundo, no fundo, achamos que eles são mui 
to abusados e que querem dificultar as coisas= 
para o pobre e achincalhado usuário, que se dei 
xar de pagar em dia por um motivo desse tipo, - 
tem a sua linha interrompida, sem dó e nem pie­ 
dade!. 
Ah! ... a funcionária lccal nao sabia nem o - 
que é "protocolo"! 
-! muita falta de respeito! 
-E de competência! ... 
A SUXAB SÉRIA FAZ FALTA! 
Com o cancelamento muito estranho do conve - 
nio da Sunab em nossa cidade, ficamos literal 
mente, no "mato sem éachorro". 
Estamos sentindo que os preços estão sendo - 
alterados e que já começa a haver abuso. 
Alguns exemplos: 
A cerveja Braha, de 19,00 a Caixa :leu um 
"pulinho" esta semana para 25 e-27 reais. -SPrÚ 
que existe justificativa? Ou e o abusivo "efei­ 
to pré carnavalesco"? 	1 
Um distribuidor na cidade nos informou quej 
teve que comprar dos supermercados em Campo - 
Grande para poder ter o produto na nossa praça. 
Não justifica a informação nem a desculpa , 
pois a recomendação mais sensata e que até o Go 
vemo vem implorando para~- população seria 
NÃO cmlPRAR! 
Outra: 
Um Supermercado importante da cidade está - 
vendendo PEITO DE FRANGO, pelo preço de peito 
de Frango, mas o produto vem acompanhado de 
um considerável pedaço de Carcaça como costelir.ha. 
Os cortadores do dito estabelecimento preci­ 
sam fazer um Curso de.corte àe frangos e deixar 
de serem "bobinhos inteligentes"! 
Devagarinho, devagarinho, o consumidor está 
sendo lesado, principalmente aqueles que por 
vergonha e medo, não querer reclamar e aceitam 
pacificamente "gato por lebre". 
Essas e ou eras nos levam a implorar ao Sr. 
Prefeito para que agilize imediatamente um NOVO 
CONVÊNIO com a SUNAB, mas que os agentes nomea­ 
dos sejam GENTE SÉRIA CORAJOSA e COMPETENTE! 
A anterior, foi uma experiência muito frus - 
tgnte. 
Esta semana tomamos a liberdade de ligar pa­ 
ra o telefone 382 - 1010 em Campo Grande coe a 
Central Regional da SUNAB e tivemos a informa - 
cão de que eles só providenciam alguma medida 
se for feito o convênio com a Prefeitura. Está• 
nas maos do Sr. Prefeito. 
O povo aguarda. 
(' 
POVO QUE 
SUNAB E 
ELA VISTA

PiEFE'i'TOs DO SUDOESTE 
COM A DIÍtETORIA DA TELEMS 
SE ENCONTRAM 
No dia lG pp, nu Gede da Js:c,ociaçiio Co­ 
mercial de Jardim, eutivcrum rcunidou oG 
Profoiloo do Sudouotc com il Direlorla da 
TEr,CMS. 
Entre ou prcuonteu cotavam o Prefeito 
do ,Jardim ,Joué Vicente Pire:;, de Porto 
Murtlnho Luiz Carlou de Abreu, de Bela Viu 
t« - Abraão A.Zucariaa, de Bonito - Joué - 
Arthur de Figueiredo, de Guln Lopo::;, André 
Caetano, o Preoidcntc dn Auoociação Comer­ 
cial de J«rdim Scrgio Moretto, Presidente 
da câmara de Porto Murtinho Illrn A. Rochu , 
de Jardim Fernando Freitas o Preoidente da 
Telemo Carlos Eduardo Ferreira de Almeida 
e toda a diretoria da Telcms. 
A maior reivindicação dos Prefeitos da 
Região do Sudoeste, foi com a ampliàção da 
rede telefônica r~s Municípios, além de 
inúmeros pedidos de instalações de telefo­ 
nes públicos. 
As principais preocupações dos Prefei­ 
tos da área do Sudoeste foram quanto a ins 
talação com a maior brevidade possível, dã 
telefonia celular para a região. 
O Prefeito Abraão Zacarias solicitou 
resposta do Presidente da Telems Carlos E­ 
duardo Ferreira de Almeida a respeito da - 
ligação telefonica com a vizinha cidade de 
Bella Vista - Paraguai, interligando assim 
os dois países, como vem ocorrendo em Pon 
ta Porã. 	- 
Carlos Eduardo, Presidente da Telems,in 
formou ao Prefeito Abraão que isso não é: 
possível de imediato porque os 02 países - 
deverão entrar cm entendimento para acor 
dos unilateriais para que se concretize es 
se fato. 	- 
"Cada pais deverá ser responsável por - 
sua parte - explicou o Presidente da Te 
lems, esse processo é moroso depende aindã 
de muitas conversas e acertos. Primeiramen 
te o Estado de MS, procurou fazer acerto: 
com o Governo paraguaio, isso não foi pos­ 
sível. Depois o Paraguai procurou sentar e 
conversar com MS mas o Governo não aceitou. 
Agora estamos aguardando novos.contatos pa 
ra que possamos acertar em definitivo essã 
questão". 
"Quanto ao problema da telefonia celu­ 
lar - prosseguiu - Carlos Eduardo - esta- 
'mos viabilizando estudos para a região,mas 
tudo correrá dentro dos limites do que po 
demos fazer ou gastar, sem extrapolar nos= 
sas metas e recursos ·planejados e a expan­ 
sao do telefone em Bela Vista somente ocor 
reri em janeiro de 1997", finalizou Carlos 
Eduardo. • 
As reivindicações dos Prefeitos foram 
entregues aos diretores da Telems, para 
que cada caso seja avaliado e procurar de 
uma forma ou outra sanar os problemas exis 
tentes. 
Foi dado um prazo de 15 a 20 dias para 
que a TELEMS se pronuncie a respeito das - 
questões elaboradas pelos Prefeitos. 
Com as soluções prontas a direção da 
TELEMS enviará para cada um dos Prefeitos 
respostas concretas, para que divulguem as 
reivindicaçoes a população de cada Municí 
pio. 	- 
Veja flagrantes da reunião em Jardim 
dos Prefeitos do Sudoeste com a Direção da 
TEL":S. 
----. 
) 
( 
7% 
3 
> ,_ 
-" 
' 
......,_J ------=----""--..::...-~- 
Presidet da Telens-Carlos Eduardo o Prefeit 
a 3rãn-_ s vertes.iro. 
Prefeito de Porto ''urtirhe Luiz Abreu e a Pres: 
dente da Câmara llka A.Bacha 
r 
) / .__. J 1 
Â _;- 
}
- I , 
. ' '... ...... .-/h........ ,.}- 
-.2+ 
Dirtori. da T,li-ms cur.:pordo 
I 
-- =- à + n1sa 
ABASTECEDORA-AGROSSOL 
DE COMBUSTÍVEL L TOA 
. - 
lsi - 
fl 251-1103 
-Combustível Filtratlo, Filtros 
Troca de Óleo, Borracharia e 
lanchonete 
Presidente da_As0cfagi0_Comerei.Ide_'_rdiz. 
Sérgio /lorctto, Prefeito de Porto l'.urt!nho I ulz C,,r 
los de Abreu, Prefeito de Guia lopcs. And-r,; C.".-tn- 
no e Francisco t' 
Presidente da Telens Carlos Edurd erreir+ - 
de Almeid" 
ASSOMASUL - ELEIÇÕES,'·95 
PROPOSTA DE A9ÃO 
JORGE ANDRt CAETANO 
Cor:p:tnhc l ros, 
, 2o clnha gest.Jo, co:Jo Prefeito "!unicin.1.l de e l r • d 
.--:.buna., vlvcnclo .,s dLHculd,1dcs que co:/ ~ 
0 u .:t .opes J 
j)Cqu<'nos r.:unlc{pios e entend! que ata á;,,tu41ano dos 
r =tnttsss « <sniis=o» o&ir$'g""ü.. 
os prefeitos do Estado de ~Lato Cros~o d s l 
as são, en sua srande ratorta, tá&_ > cujos prob lc- 
Per.so _ que o foro ccpe tente para o debate 
nativas e a ASSOASUL que 
1 1 
e busca de alte 
cipios do Estado. A cr,"rente consreg todos _os !mn! 
eo que cc=anhetros e«n«,"""?o1+5a0, oré, {z 
ante o silêncio coco resposta" anconasse a cntid.1C:c ou, 
desse espaço de l~t.a. ~ a seus reclaos, desistisse 
Resolvi Juntar os problc..,as que mfnn 
.,os dos eus companheiros, ·, to em reu c.uniclpio 
retire teti nos l"},{E.as honroso are 4s 
Entendi que precisaos dis - ri..n:trs cb na.se Est.ado. 
denada, para ser.os úteis "P do nosso te»o, de ora or 
adoinistralor público. po º• OhJCt{•o prLreIro de todó 
Assim, no submeter rJeu no~e à ... _ •• 
5o-e andtdato à Prestdneí' , ]?7,"go As rus rs,1a3 
vldar esforço constante na I SO,W.L1., propon!'lo-rr.e a en 
b.1lho, coo. visas ices E;:,, sr+ estes de ri 
Sul-M.~to~rossense. 	q lidnd~ de vida do povo - 
Dcntt"e os trabalhos a ser d 
st, clencaos os gue coa,,""ervo1v44es frente i 1ss03 
* busc.:ir .:i .:idesao dt: todos o! co, • .o .. :.:i 1s ~:-gentes: 
ando-a =a das a!s fortes a ,Ffeitos à Assoas:, ter 
so a todos os órsãos, e qua1a!'' o que focilltari o .:acc.~ 1 
prorover as .articula Ões q r esfera; 
tvan&o a 1ersãs &e ré,"ar!as, e_Pras{1! o»!e­ 
projetcs, a sercc elaborados rw:-lp ra :i e.,,.ecus;:a.::> de 6(sc!s) 
c:.1d.:1 ~luniciplo; 	r· a C<']Uf.pc.- dõl ASSO~LSL1.., p.ira 
* =pl!ar ~ sede da ASS~lASl1. l 
Prreiras D1as, o espaço ff'o v!sras_a oferecer, is 
nioc.s, f.::icillt..lndo ass!o 
O 
. : necessirlo às prrlas reu­ 
dc que os trab.llhos a sé& "Zso a PRovost o o Intuito 
este senttdo, estabelecei e<,"""IvIdos seja integrados • 
que -:i.a..nt.fcstou tot.:ll .apolo .. Pr COrl a senhora ~,f."lly 'l1rtl=-:- 
* Cn!l.illizar esforços CO':lª!ntu~~1.ras D.i-tJS dos Nunici;,to; 
do 1015, de:.tinod.i aos rr:uni 
1 1 
de sarantir que a parcel 
lentz a 25'.. 	e P os,s(•J.1. e!c•t h.·.J~('nt.(• equiv.:'.l- 
lutar pela elevação do FP 
os ~uniciplos do Est.ado; r '' de foma ::i bc·ne(iclar todos 
relvlndicnr reduç~ r f . .. 
ntetrtos Junto a í5a,"Ses + dtvtds seu1ada :=° 
* re.1tlvar ., ,1!:0SC'S!-:O'['in .. J • { Gl'5.,. PASE?); 
cntar os Pefel±os ea sea {'d}e+ ds Assoas1,t5ardo er! 
Contas e Cãar unlcal acionamentos com Tribuna! de 
Out.,..as 1 t - ' s • 
rt l ~ u as !:.C'rao c.mprecnd idas f 
E,,"!'tvo, doserando que '; E3g "·_u »1a1gwT=° 
• t:. po' c..1 . .:. de todos os Pre r i riSS0.1ASL1. e J vo::. .. n5o c!l.! 
do Sul. . 	Ieitos do Estado de 'tato c-osso 
At.c a vttorl:i 	• 
C"ul.1 to , .. d "' co:::.p
1
mhciros. 
es ia Laguna-!s 03 
Jor;-~ Antln:; CJct.:.1no '.... f>T <e fcvcn:lr-o dC' 1•91:l. 
efeito '!unlcJo 
1 
:,

O/ AI, 'TRIBA DK FFO'TEIRA - DIÁRIO RETO'AI, 
REFORMA CONSTITUCIONAL 
As emendas à Constituição enviadas pelo Governo ao Congress 
,; 
ALTERA O INCISO XI VO ART. 2'11: 
Como é: 
(Compete, à Uniõo) cxplornr, direta 
menta nu mediante conccoeàu ;w cmpre-­ 
sas sob controle estatal, os serviços 
telefônicos, telegráficos, de trans­ 
mfssão de dados e demals serviços pü­ 
bllcoo du tclccomunlcaçÕeH,asoegurada 
a prestac;;Õo de ,;crvic;;os dé 1nformoçôes 
por entidades de direito privado atra 
vés da rede públlca de tclecomunica-­ 
çÕcs explorado pela União; 
Como fica: 
(Compete à União) explorar, direta 
mente ou mediante concessão, os servi 
ços telefônicos, telegráficos, de - 
transmissão de dados e demais servi­ 
ços públicos de telecomunicações, as­ 
segurada a prestação de serviços de 
informações por entidades de direito 
privado através da rede pública de te 
lecomunicaçÕes explorada pela União;- 
ALTERA 0 S 19 DO ART. 177: 
Como é: 
O monopólio previsto neste artigo 
(sobre a pesquisa e a lavra das jazi.­ 
das de petróleo e gás natural) inclui 
os riscos e resultados decorrentes 
das atividades nele mencionadas, sen­ 
do vedado à União ceder ou conceder - 
qualquer tipo de participac;;Õo, em es 
pêcie ou em valor, na exploração de 
jazidas de petróleo ou gás natural 
ressalvado o disposto no art.20,§lQ; 
Como fica: 
A União poderâ contratar com empre 
sas privadas a realização das atividã 
des previstas nos incisos Ia IV des­ 
te artigo(pesquisa, lavra e transpor­ 
te marítimo de petróleo), observadas-. 
as condições que a Lei estabelecer. 
Af.TEltA O INCISO IX DO ART.170, 0 
ART. 17I E O S 1? DO ART.176: 
Como são; 
Inciso JX do urt.170 - tratn□ento 
favorecido para as empresas brasIle!­ 
ras de cnpital nacional de pequeno 
porte. 
Art.170- São considerados: 
I - empresa brasileira a constitui 
da sob s leis brasileiras e que te­ 
nha sua sede o ndmlrristrac;;Õo no País; 
II- empresa brasileira de capital 
nocional aquela cujo controle efetivo 
esteja cm caráter permanente sob à 
titularidade direta ou indireta de - 
pessoas ffsicas domiciliadas e resL 
dentes no País ou de entidades de di 
reito público interno, entendendo- sê 
por controle efetivo da empresa a ti 
tularidade da maioria de seu tapital­ 
votante e o exercício, de fato e de - 
direito, do poder decisório para ge­ 
rir suas atividades. 
' . 
§ 2 - Nn aquisição de bens e servi 
ços, o poder público dará tratamento­ 
preferencial, nos termos da lei, à em 
presa brasileira de capital nacional: 
Art.176- §IQ - A pesquisa e a la­ 
vra de recursos minerais e o aprovei­ 
tamento dos potenciais a que se refe­ 
re o caput deste artigo somente pode 
rãa ser efetuados mediante autoriza-­ 
ção ou concessão da União, no interes 
se nacional, por brasileiros ou empre 
sa brasileira de capital nacional, nã 
forma da lei, que estabelecerá as con 
<lições quando essas atividades se de: 
senvolverem em faixa de fronteira ou 
terras indígenas. 
Como ficam: 
Inciso IX do Art.170 - Tratamento 
favorecido para as epresas bras!le!­ 
ras de pequeno prrze, 
Art.171 - É considerada epresa 
brasileira a constituída sob a leis 
brasileiras e que tenha ede e d!­ 
nistração no País. 
Parágrafo Cnico - Nn nqui&lcio de 
bens e serviços, o Poder Públ leu d.,­ 
rã, em igualdade 'e condfcões, trata­ 
mento preferencial, nos termos da lel, 
aos produzidos e aos prestados no 
País. 
Art.176- A pesquiso eu lavra de - 
recursos minerais e o aproveitamento 
dos potenciais n que se refere • o ca­ 
put deste artigo somente poderão ser 
efetuados mediante autorização ou con 
cessão da União, no interesse nacio-­ 
nal, por brasileiros ou empresa brasi 
leira, na forma da lei, que estabelé 
ecrã as condições específicas quando­ 
estas atividades se desenvolverem em 
faixa de fronteira ou terras indíge­ 
nas. 
ALTERA 0 29 DO ART.25: 
Como é: 
Art.25- $ 2g - Cabe aos Estados ex 
plorar diretamente, ou mediante con­ 
cessao a empresa estatal, com exclusi 
vidade de distribuição, os serviços: 
locais de gás canalizado. 
Como fica: 
Art..25- $ 29 - Cabe aos Estados ex 
plorar diretamente, ou mediante con­ 
cessão, os serviços locais de gás ca­ 
nalizado. 
Os Estados poderão assegurar às em 
presas concessionárias dos serviços: 
de gás canalizado, criadas até a pro­ 
mulgação da presente emenda constitu­ 
cional, os direitos decorrentes do 
e onal 
s!stea anterior. 
MTELA O ART.17: 
Cc o 
A l ! disporá sobre: 
1- a ord nçio dos tr nporte ee­ 
reo, mar!t!mo e terrestre; 
II- a prdonãnc!a dos armadores 
nacionals e navios de bmdeira e r­ 
gfstros brasileiros e do país exporto 
dor ou importador; 	- 
III- o transporte de granéis; 
IV- utilização de embarcações de 
pesca e cutras; 
§ lQ - A ord nação do transporte -­ 
internacional cumprirá os acordos fIr 
mados pela nfão, atendido o prfnc[­ 
p1o de reciprocii1dc. 
$22- Serã 'rasilelros os armado­ 
res, os propr,ctários, os comandantes 
e dois terços, pelo menos, dos tripu­ 
lantes·de embarcações nacionais. 
§32 - A navegação de cabotagem e a 
Interior são privativas de embarcaçôe: 
nacionais, salvo caso de necessidade 
pública, segundo dispuser a lei. 
Como fica: 
A lei disporá sobre a ordenação 
dos transportes aéreo, marítimo e ter 
restre, devendo a ordenação do trans­ 
porte internacional observar os acor­ 
dos finnados pela União, atendido· o 
princ!pio de reciprocidade, 
Parágrafo Onico - A lel disciplina 
rá a navegação de cabotagem e de intê 
rior. 	- 
Enquanto não se editar a lei de 
que cuida o parágrafo Único do art. 
178, a navegação de cabotagem e a in­ 
terior pennanecerôo privativas de em­ 
barcaçôes nacionais; salvo caso de ne­ 
cessJdade pública. 
(Q) IL 
R 
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AJUDE A CONCLUSAO DAS OBRAS DA CASA DO 
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e receba o seu cupom 
R

ENSAGEM DO PREFEITO JUVINO GODOY 
À CÂMARA MUNICIPAL DE CARACOL 
Caracol-M, 15 de fevereiro - 
de 1995 
AO EXCELENTSSIMO SENHOR VE­ 
READOR JOSÉLIO DOS SANTOS - 
DD. PRESIDENTE DA CAMARA MUNICI­ 
PAL DE CAHACOf. 
CARACOL-MS 
ExcclentisBimo Senhor Presi­ 
dente, 
Temos a honra de nos diri­ 
qirmos à Vossa Excelência e aos 
demais Ilutres Membros deste - 
Parlamento , nesta Sessão - 
Solene de retomada das ativida 
des do Legislativo Municipal nÕ 
exercício de 1995, para cumprir 
o dever de dar conta de nossas 
ações à frente do Executivo Mu­ 
nicipal, conforme postula o 
art.78, XVI da Lei Orgânica do 
Município de Caracol. 
O exercício de 1994, como é 
1 do conhecimento de todos, foi - 
influenciado pela crise econômi 
ca que marcou o Pais por longÕ 
tempo e que, em que pese os Go­ 
vernantes Supremos nos terem 
oferecido uma luz ao fim do tú 
nel, com o advento do "Plano 
Real", ainda assim, seus refle 
xos se fazem sentir com expres 
siva intensividade. 
Com escassez de recursos e - 
as necessidades Sociais crescen 
tes nós, os 1.dmini stradores Pú: 
blicos, temos que redobrar ces­ 
forços para ajustar e compatibi 
lizar os planos e programas im 
prescindíveis, de forma a que 
se consiga um mínimo de progres 
soem bases sociais, econômicas 
e culturais dignas. 
O respeito aos anseios popu­ 
lares não nos permitiram curvar 
ante as, dificuldades. Mesmo com 
a rigidez imposta aos Governos 
Municipais, buscamos a parceria 
do Estado e do Governo Federal 
com o intuito de carrear recur­ 
sos para os principais progra­ 
mas e projetos municipais. 
A crença nos nobres ideais - 
de progresso social nos condu­ 
ziu a buscar recursos através -­ 
de Convênio com o MEC/FNDE para 
construção e reforma de escolas, 
aumentando assim a capacidade - 
instalada da Rede Municipal e , 
por consequência, a oferta de - 
salas de aula para atender a de 
manda crescente cm nossa Comuni 
dade. 	- 
Ainda com recursos de Convê­ 
nio, adquirimos um ônibus para 
transporte de estudantes de nos 
so Município, procurando aproxI 
má-los da escola, em especial; 
às mais bem aparelhadas,a fim - 
de lhes propiciar uma melhor 
qualidade de ensino. 
Nesse contexto, também se in 
clui o programa de merenda escÕ 
lar que foi substanciado com re 
cursos oriundo de Convênio, o: 
que permitiu uma suplementação 
alimentar de 960 alunos da Rede 
Municipal de Ensino. 
Não tem sido tarefa das mais 
faceis conduzir as ações de Saú 
de em nosso Município e este e 
um Setor que se constitui, de - 
fato, no maior desafio de nossa 
administração, ensejando por is 
so, muito empenho e redobrados­ 
esforços. 
Nosso Municipio é extremamen 
te carente neste Setor, que tem 
exigido frequentes deslocamen­ 
tos dos necessitados por estes 
serviços para outros centros , 
com consideráveis transtornos - 
para a Prefeitura. . 
Tivemos recentemente inaugu­ 
rado pelo Governo do Estado a - 
unidade hospitalar do Municipio, 
entretanto, fnlta-nos, a!nd3 , 
os equipamentos e, sobretudo, 
profissionais médicos nas di­ 
versas especialidades. 
Com o exercício das ações - 
de Saúde, em 1994 atendemos a 
mais de 600 crianças com ava­ 
cinação básica, nossos postos 
praticaram 1500 curativos, cer 
ca de 2500 injççõcs e 800 con­ 
sultas de enfermagem. Com a 
Ação Odontológica praticamos - 
cerca de 3500 atendimentos. 
Equacionar o problema de mo 
radia popular também tem sidÕ 
uma árdua tarefa. Ainda que tg 
nham sido poucos os recursos , 
empreendemos a construção de - 
45 unidades habitacionais atra 
vés do Projeto PIRICAY, que jã 
estão na posse de integrantes 
da população de baixa renda. 
Ainda neste particular, desta­ 
ca-se O programa de desfavela­ 
mento da execução em parceria 
com o Estado. Este programa 
tem por objetivo a construção, 
por mutirão, de 50 casas. En­ 
tretanto como o custo de cada 
casa está cm cerca de 3.000,00, 
os recursos repassados pelo Es 
tado para o referido programa­ 
foram insuficientes e, pores­ 
sa razão, tão somente 24 casas 
estão concluidas. 
O Governo Municipal, se en­ 
carregrá de cumprir o proqram 
com a conclusão das 26 casas 
restantes e pre endemos, até o 
final d nosso mandato, z r r o 
deficit habitacional om Caracol. 
Mo que concerne a infra-estrutu­ 
ra, o pouco que se fez foi den 
tro das metas prioritárias defi 
nidas pela Administração e que 
consistiu na execução de drena­ 
gem e pavimentação de aproxima­ 
damente 150 m de vias urbanas. 
A arredação de tributos, não 
apresentou um crescimento a al­ 
tura dos níveis inflacionários, 
o que gerou a escasse de recur 
sos, fato como é do conhecimen­ 
to do todos, impeditivo para 
qualquer pretensão de investi­ 
mentos. 
Realizamos pouco, ostrunos 
conscientes disso, estamos ain­ 
da muito além das nossas ncccs 
sidades, mas o fato é que reali 
zamos este pouco com racionali­ 
dade e transparência e no senti 
do das maiores necessidades de 
nossa gente. 
Nesta oportunidade reitera­ 
mos ã Vossa Excelência a Seus - 
Pares nossos protestos de eleva 
da estima e alta considcração.- 
JUVINO GODOY-Prefeito Municipal 
Viação Cruzeiro do Sul 
, 
BELA VISTA. A CAMPO GRANDE: 05:30 15:00 23:30 HORAS 
BELA VISTA A CAMPO GRANDE COM PALDEAÇAO EM JARDIM: 09:00 es 
te horário não corre aos DOMINGOS e FERIADOS 
BELA VISTA A JARDIM: 05:30 - 09:00 - 15:00 - 23:30 HORAS 
BELA VISTA A CORUMBA, passando por Jardim, Guia Lopes, Boni 
to, Bodoguena e Miranda: 09:00 - Não corre aos DOMINGOS e 
FERIADOS 
BELA VISTA A PONTA PORÃ, pe.ssando por Antonio João: 06: 00 
e 16:00 HORAS 
BELA VISTA A DOURADOS, com baldeação em Antonio João: 06:00 
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FONE:(067) 384-4008 u FAX:384u4931 
SERVI O DE COLETA FONE (067) 382-2472 • 
O 100 Regimento de Cavalaria Mecanizado - REGI~ENTO ANTO­ 
NIO JOÃO, estará completando no próximo dia 22 de fevereiro 
o seu 1569 aniversário de criação. 	' 
E herdeiro das tradições do Corpo de Cavalaria do Mato 
Grosso criado pelo Decreto no 30, de 22 de Fevereiro dd 1839 
com sede em Cuiabá, em resposta à necessidade e à convivência 
da presença de efetivos militares na área. 
Adotou diversas denominações até chegar ã atual cm 18 de - 
dezembro de 1985. Mudou de sede ao longo de sua existência 
tendo estacionado em Cáceres em 1847, Nioaque em 1858 Miran­ 
da em 1903 e chegando à Bela Vista em 10 dezembro d 1906. 
Diversos personagens da história militar do Brasil integra 
ramo nosso Regimento. O Tenente ANTONIO JOÃO RIBEIRO patro­ 
no do 100 RC Mec, tombou em defesa do solo pátrio. Hoje 
O 
Re­ 
gimento orgulha-se de ser o guardião dos restos mortais de 
PEDR~ JOSt RUFINO, seu Comandante ã época das lutas pela manu 
tençao da Soberania Nacional, em jazigo.localizado no monumeni 
to central do pátio de formatura 	- 
Atualmente o 109 RC Mec integra a 4a Brigada de Cavalaria 
Mecanizada, com sede em Dourados-MS, denominada BRIGADA GUAI­ 
CURUS, por simbolizar em nossos dias o espírito do povo indí­ 
gena que habitava as terras matogrossenses, lutador intré ido 
e incansavel pela liberdade de sua gente e pela inte 'd pd 
de suas terras. 	'gr1a e 
o REGIMENTO ANTONIO JOÃO ufana-se de seus laço d . 
d de : - 	s te amiza- 
e e e sua integração com a comunidade belavistens 
acolhe desde o inicio ao século de maneira corai:'_;}{ 
resca. O progresso e o bem estar da comunidade = i - - 
gue o 10e RC Me comunga, em seu dia-a-dia, • aspira@es 
la Vista. 	' o povo e Be- 
EDSON SOUZA RODRIGUES - TEN CEL CAV 
Comandante do 100 RC Mec _ 
/ CARNAVAL/95 
ã ' 	• 
PREÇOS_MESAS 05 NOITES 
( 
• 
GREMIO PEDRO RUFINO 
SÓCIOS: 
NÃO SÓCIOS: 
MESAS POR NOITE 
SÓCIOS: 
//' NAO SÓCIOs: 
INGRESSOS NÃO SÓCIOS: 
SOCIOS QUE NAO CONTRIBUIRAM COM A 
175.oo 
250.00 
50.00 
70.00 
15.00 
TAXA RS 5.00 
ANUNCIE É V4íõRÍE 6 
JORNAL DE SUA CIDADE 
---------- ----------· 
1 
J