TRIBUNA DA FRONTEI 
DIÁRIO REGIONAL 
TERÇA-FEIRA 
. LEGISLATIVO CARACOLENSE 
·:Pascoal Pucheta eleito Preside 
Joséliodos Santos re;:ssumepre 
ANO XXIII N 1.605 - BELA VISTA 	28 DE FEVEREIRO DE 1.995 RS 
... É CARNAVAL, havia me esque­ 
cido, tivemos "outra" eleição na Câma­ 
ra Municipal de Caracol. 
Eleição porreta. 
Como era de se esperar e este jornal 
noticiou, o Vereador Pascoal Pucheta foj 
eleito Presidente da Câmara, só que no 
mesmo dia, ainda de manhã,já sabíamos 
que a eleição era só festa, Josélio conti­ 
nuava Presidente. 
Leia matéria completa na Página - 07 
Pascoal ganho a nova eleição, 
Flagrantes do Carnaval no Grêmio 
) 
... v.., 
O Canal 95 do Gré­ 
mio pedro Rufino vem sendo 
marcado por um clima de tran- 
J 
f. 
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qüilidade mas de muita anima- noites até quase o ratar do oi. 
ção por parte dos foliões que Página - 08 
pularam as quatro primeiras 
156 anos do 10 RC MEC 
0.50 
te, mas 
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encia... 
- õ (omand.ank.Jlo J o, RCMe Tn. 
Cel. Rodrigues em se .pronunciamento 
Na quarta-feira. dia 22, o Comando do 
1O RC Me - Reg nento Antonio João - reali­ 
zou cm seu pátio de Formaturas- Praça Co­ 
mandante Pedro rufino - uma solenidade de 
Formatura cm comemoração aos 156 anos de 
criação d Regimento. 'a oportunidade tam­ 
bém foi lembrada a Tomada de Monte Caste­ 
lo, na Itália, durante a 2 Guerra mundial, fe1- 
to que teve a participação decisiva da FEB­ 
Força Expedicionária Brasileira. Página - 04 
t 
TELEMAS PRESTA IMIFORMACOES 
I 
SOBRE A TELEFOMA CELULAR 
PARA l8lELA VílSlf A 
Respondendo ao pleito reivindicatório 
desenvolvido pelo Prefeito Municipal Abraão 
:rmoa Zacarias junto a diretoria da TELEMS. 
em Campo Grande, o Presidente da Empresa. 
Carlos Eduardo Ferreira de Almeida. enviou 
semana passada ,,ficio infonnando sobre a 
previsão de instalação do sistema de telefonia 
celular para Bela Vista. 
a correspondência o Presidente da 
TELEM informou que com relação a insta­ 
lação do sistema móvel celular consta do pla­ 
nejamento técnico da Empresa a implantação 
de 200 terminais telefônicos para Bela Vista. 
com previsão de ativação para outubro de 96/ 
Apesar de já ter obtido uma posição ofi­ 
cial da TELEMS, o Prefeito Municipal infor­ 
mou que vai insistir junto a TELEMS no sen­ 
tido de que esse prazo, considerado por ele 
muito longo. seja 1eduzido, para isso o Pre­ 
feito pretende demonstrar com todos os da­ 
dos disponiveis, grande interesse das clas­ 
ses empresariais, de Bela Vista. como comer­ 
ciantes. pecuaristas. produtores rurais. profis­ 
sionais liberais e autônomos, enfim. centenas 
de pessoas que necessitam e possuem todas 
as condições para adquirir o telefone celular. 
Para se ter uma idéia mais exata sobre o 
interesse dos belavistense cm adquirirem o 
telefone celular. basta lembrar as mais de du- 
i 
Abraão Armoa Zacarias 
Prefeito Municipal 
. . 
zentas inscrições prévias que foram feitas em 
apenas uma tarde em nossa cidade. sem que 
houvesse qualquer divulgação a respeito an­ 
tecipadamente. 
Florestal lança campa1 1a " {ecicle a 
Lata" paralela à Operação Carnaval 
1 
' 
A Companhia Indepen­ 
dente de Polícia Militar Flores­ 
tal lançou a primeira etapa da 
Campanha "RECICLE A 
LATA", que será desenvolvi- 
/ No0 P 0 aRai@n ' 
·: ·µ 
' -- 1 
da até o dia primeiro de mar­ 
ço. paralelamente à Operação 
Carnaval. A informação foi re­ 
passada pelo Comandante. Te- 
nente Coronel Júlio César 
Komiyama e atingirá todo o 
território sul-matogrossense, 
através de um trnbalho 
educativo. buscando a 
conscientiz.ação da popul;,ção. 
especialmente urstas e pesca­ 
dores, sobre a necessidade da 
retirada das latas de alumínio 
e de outros objetos nocivos ao 
meio ambiente. Página - O'.>

• 
ENTREVISTA 
JOSÉ GLAUCY FLÔRES - PRESID DA LIGA ESPORTIVA BELA VISTENSE 
"A sociedade já entendeu a finalidade da Casa do Atleta 
Idealizador e fundador da aa do Atleta, um 
Centro destinado a receber hospedar deleaçóe» - 
visitantes que tem como objetivo fundamental dar 
o+ clubes da cIdade e i própria entidade dlrien­ 
te , plenas condições de promover eventos Intermtu 
nfcIpal com um mínimo de depenas, o desportfsta 
José Glaucy, Presldentu da E!a lportiva tela!tene Ji co 
provou obe Jamente a sua invejável capacidade admI 
n l!itrn tiva, rlP!IC'llVO 1 vendo uma aço que quebrou ve 
lhas e renicas estruturas do desporto local e mar 
ca a sua passaem pela entidade dirigente dos nos­ 
os desportos, pela 6! elefçio, coa praços bem orantzadas e 
neste aspécto a Construçio h Causa do Atleta [i temo seu luar 
caro u equlpento dinidco e OI ado e que acImm de tudo de 
monstra a u confiança absoluta nos destinos de Bela Vsta, 
Essa realidade incontestavel, levou a reporta - 
gem procurar conhecer mais de perto e levar ao 
l nossos leitores a estampa pessoal, os planos, os 
projetos e n vida desse homem que tem lutado inca_!! 
oivclmente paro conHegulr concluJr o seu projeto , 
que considera a verdadeira redenção do desporto be 
lavistense e o meio atrnvés do quol a» ngreml::1. 
çÕes, ns escol11s e as instituições mesmo não espor 
tivas, terão condições de promover eventos esport.!_ 
vos e culturais com outras cidades, promovendo o 
intercimbio saudivel da nossa Juventude. 
Acompanhando de perto o trabalho do nosso entre 
vista do , iniciamos perguntando: aqu llo que muita 
gente pergunta: 
TF: EXISTE INTERESSE POL[TlCO E~! TUDO O QUE vO­ 
CE FAZ, ESPECIALMENTE NO ESPORTE? 
GLAUCY: Fundamentalmente, nôo. Desde os meus 
10 anos, de idade, liderei e dirigi equipes espor­ 
tivas, promovendo jogos e estando sempre à (rente 
nas decisões, Literalmente, sempre (ui o ''dono da 
bola" e tinha lugar assegurado no meu time e essas 
atitudes me (ez angariar grandes amigos, muitos de 
les residindo hoje em centros mais adiantados, mas 
que nunca me esqueceram e procuram sempre corres - 
ponder-se comigo, mostrando que nunca me esquece - 
ram. 
Em 1.972, quando (ui eleito Vereador, (ui leva 
do ao Legislativo pelo voto dos esportistas e das 
pessoas que me viam como um idealista imbuido de 
bons propósitos. A marca do meu trabalho gratuito 
naquela Casa estã lá até hoje, bastando para tanto 
que se verifique algumas rudanças que aconteceram 
no estilo do Livro de Atas, os (onnulãrios impres­ 
sos diferentes dos que eram usados, a redação dos 
expedientes pautadas pelo exemplar e correto uso 
da,gramãtica e da ortografia e também na prática - 
de uma forma coerente de legislar onde sempre, os 
interesses coletivos foram colocados cm primeiro - 
lugar. Isto, ninguém pode negar, bastnndo veri(i 
caros arquivos de antes de 1.972, duranté o perío 
do e depois, quando os critérios passaram a predo­ 
minar. 
-E resumo, não (aço o que venho fazendo, por 
interesse de "aparecer politicamente", 1r.1s não pos­ 
so negar que sou polítio. Talvez diferente! ... 
Mas sou! 
1 
companheiros é um nome que nos dá muitn espcranr;a. 
Além destes, reconheço as boas qualidades do Roney, 
Marcos Barbosa e a surpresa que começa a aparecer 
na pessoa do Dr. Renato Rosa. Com estes nores esta 
remos bem servidos no Paço Municipal. 
Estou elaborando um trabalho denominado "Bela 
Vista 2.000", que depois de concluido darei de pre 
sente para essa tura, independente de sigla pare.!_ 
dária. Penso que será uma proposta muito intcres - 
san te 1 
TF: MUITO BEM. SE VOCE SE CONFESSA llM POL!TICO, 
QUEM VOCE DESTACA NA POLTTICA BELAVISTENSE ? 
GLAUCY: Tenho profundo respeito e adm.iraçào re­ 
lo Abraão Zacarias e pelo Edson Noraes, que sao· 
indiscutivelmente os dois maiores nomes da políti­ 
ca local e que, já prestaram bons serviços à sua 
cidade. Não comungo com o pensamento daqueles que 
por um ou outro motivo os criticam, pois ambos ad­ 
ministram dificuldades. 
Acredito na força cios novos e dentre estes des­ 
taco de forma muito especial o Fernando Jorge de 
Barros a que~ estou conhecendo com mais pro(undida 
de e revela multa competência. O Garibaldi, embora 
um pouco sisudo com aqueles que criticam os seus - 
TRIBU'N 
. 
Presidente da LEU flJucy Flores 
TF: E A CASA DO ATLETA? ... COMO ESTÁ O ANDAMEN­ 
TO DA CAMPANHA E AS OBRAS? 
GLAUCY: Nesse projeto tenho sido apenas o "para 
choque" da campanha e somente chegamos no estágio 
em que estamos, graças ã ajuda recebida de algumas 
pessoas que acreditaram e acreditam no meu propôs.!_ 
to. Faço questão de citá-los nominalmente começan­ 
do pelo Sr. Elias Barbosa, Irineu Cardinal, Preto 
Escobar, Marcos Barbo&a, Abraão Zacarias, Guto Li­ 
ma, Nelson Matoso, Dr. Castro Pinto, Moacir Pare - 
des, Nego Zacarias, Edson Moraes, lvaldo Pereira , 
Victor Vieira, Lili Rondão, Alvaro Pereira, Dr. Re 
nato Souza Rosn, Roney Moraes Simões e Beto Si 
mões, que ofereceram os recursos financeiros para­ 
que pud~ssemos levantar do chão o material doado - 
pelo Deputado Antonio Arroyo. 
A Gincana Escolar serviu para mostrar o espíri­ 
to altruista das diretoras das Escolas participan­ 
tes e amplamente divulgado pela imprensa, que ser 
viu para angariar uma boa e importante parcela de 
recursos que ajudou bastante. Não é preciso puchar 
muito pela intelig~ncia para se concluir que esta­ 
mos administrando uma soma incontável de di(iculda 
des. Não sou e nunca fui homem de recuar diante de 
dificuldades e vou supera-las e concluir a obra. 
TF: E OS CLUBES FILIADOS, ESTÃO AJUDANDO? 
GLAUCU: Eu seria ridiculamente hipócrita e idio 
ta se te respondesse que estão! O Único Clube= 
filiado que concedeu uma ajuda financeira foi a 
AABB, de quem eu consegui arrecadar R$ 200,00 (du­ 
zentos reais) quando esses realizaram aquele Bingo 
no Ginásio de Esportes. Em troca dessa ajuda eu 
lhes repassei 10 cupons para o Sorteio do "Fusca" 
que agora - felizmente! - virou um Corsa. Os dema­ 
is, nem sequer se ofereceram para vender cupons para 
os seus adéptos! Não reclamo, pois conheço as suas 
dificuldades, _mesmo sabendo que muitos deles não 
encamparam a idéia, e nem condições tinham para is 
so, por pura falta de vontade e motivação. 
TF: VOCE INFORMOU NA SEMANA PASSADA ATRAVÉS DA 
!~!PRENSA QUE OS PEDREIROS ESTAO EM DIA COM SEUS RE 
CEBIMENTOS E ATE RELACIONOU ALGUNS DÉBITOS DA CAM 
Pf.!'1lA. OS RECURSOS FINANCEIROS TEM SIDO SUFI­ 
CIENTES? ... 
LA'CY: Se levarmos em consideração que algu­ 
mas pessoas nao acreditavam nem siquer no infcfo - 
das obras, posso, com toda a traqullidade aiirmsr 
que o que entrou no Caia da l!a, ervlu para .he 
ar estar ·nte onde elita os! Eu afirmo que ou ca­ 
tedrátIco em ad!nístrar dificuldades! A d!terens' 
é que sou honesto, correto e tran .. p. r,•:1tt:. - t,o 
não vê, que no quer! 
Sou e sempre ful um vencedor e acho que e luto 
que faz co que alguns dotas, deacreditados o­ 
ralente na sociedade, tenha tanta repulsa com 
o que idealizo e realizo. Sofro .,~ "'-'t.cws <llflcul­ 
dades que eles, sou lutador por aqullo que quero e 
a inica diferença é que tenho dignidade, sou inca­ 
paz de praticar atos desonestos jogo lo cem 
tudo e com todos! 
Esse comportamento, essa forma d adfn!strar e 
de viver é o que foz com que as pessoas do afs al 
to cunho moral da idade me concedam a credfb!lida 
de que preciso, para levar avante as minhas idéias 
e os ceus projetos. 
TP: E O PODER POBLICO, ESTÁ .fJL'OANOO AS O!JRAS? 
GLAUCY: A Secretaria de Obras, através do Sr. 
Nélio Diório e seus assessores Edgar e /!:>aury aju­ 
daram bastante com aterro e transporte de material 
da mesma forca que o Dcrsul, através da atuação do 
Fernando Jorge que sempre se revela um bom compa - 
nheiro quando precisamos da sua intervenciio. 
O Prefeito Abraão, muito embora não tenha conse 
guido ainda proporcionar uma melhor ajuda finance! 
ra, sempre está ao nosso lado e nunca deixa de a­ 
tender aos nossos reclamos. Temos contado sempre - 
com o·seu apoio e a sua ajuda pessoal. l:'. uo grande 
parceiro, U111 aoigo precioso. 
TP: QUANDO TERMINAM AS OBRAS DA CASA DO ATLETA? 
GLAUCY: Estou jogando todas as cartas nessa caro 
panha de venda do restante dos cupons do CORSA. Se 
o resultado for aquilo que esperamos, concluiremos 
no próximo mês de março. Se falhar parto para a • .• - 
busca de outras ajudas fora daqui. Espero entre- 
tanto poder sensibilizar a sociedade belavisten 
se, que no fundo, vai ganhar com o empreendimento: 
TF: OS CRÍT1COS TE MAGO/M? ... VOCE JÁ PENSOU EH 
ABANDONAR. Tl/'l)O? 
GLAUCY: Crítica só magoa, quando ela revela al­ 
guma coisa efetivamente errada, ou seja, quando o 
crítico cem razão nas questões e nas den;:;,,cias que 
levanta. Quando ela veo de gente medíocre e que - 
não levanta uma palha para fazer alguma coisa em 
benefício dos outros é motivo de pena. No meu ca­ 
so, os poucos que ainda restam, estão sendo "massa 
crados" e estão de "cara quebrada" por sentir que 
estou realizando com sucesso aquilo que me propus 
a fazer e que eles não acreditavam. 
Nunca pensei e não faz parte da minha doutrina 
de vida recuar nos meus propósitos. Supero as difi 
culdades com trabalho e quando esse trabalho tem o 
reconhecimento das pessoas de bem, sou imbatível! 
Só recuo quando sinto que não estou no caminho cer 
to e nesse momento sei dar a mão à palmatória. Pau 
cas vezes na minha vida, isto aconteceu! 
TF: E O FUTURO? 
GLAUCY: Preparei o futuro ·quando dei aos meus - 
filhos a educação e a qualidade _de vida que eles 
tem hoje para viver com honra e dignidade. Gosto - 
de ser como sou e eles gostam de saber que de vol­ 
ta a minha terra, depois de deixar uma quantidade 
enonne de bons amigos por onde andei, estou fazen­ 
d~ o que gosto. No futuro, posso ser tudo ou posso 
nao ser nada! Tenho entretanto, um pr~entimento , 
de que tenho forças para fazer muito pelos outros . 
e pela comunidade em que escolhi para viver. 
sou um 
aspéc- 
DI±rio Regler:! 
Fu-éodo c-n 20 do F voroiro do 1.972 
te. " em» d@ s samgn som@ mamam@meter rogas 
REDATOR· 	REl'-ORTAGH~S: .1hcntas cartilhas e um programa de medi- combate às drogas P. Por outras ins- 
Ubaldio Reangues 	Jcsé Glaucy Flores dez fitas de vídeo - das preventivas e de corre o risco de tituicões, pois o - 
Jads Carl:s Velasquez OI informações so- controle do uso inde fracassar". Ele adian ârescunento do uso 
bre_o uso de drogas vido de entorpecen-- tou, ainda , que"jã- : drogas , princi- 
:crão doadas pelo tes, com a participa está na Assembléia _ P. ~en~e nesta re­ 
'3anco do Brasil ao cão_de técnicos dos Legislativa um proj ao, e una preocupa 
Conselho Estadual de orgaos envolvidos. to de lei, encaminhã cao de toda a socie­ 
r.ntorl'ecentes (Cone;:), . As atividades pr~ do pelo governador : dade • 
através de um conven vistas no convênio- Wilson Barbosa Mar­ 
n1io assinado pelo Sg que tem duração de - tins, para a criação 
cretãrio de Justiça um ano - serão coor- do Fundo Estadual de 
•:., ~rabalho! Joao Pe- denadas e fiscaliza- Prevenção Fiscal e - 
reira da Silva, o sg das pelo Coner,junta Repressão de Entor­ 
perintendente do Ban mente com o Banco dó pecentes, que vai am 
co, Raimundo Maciel Brasil. - parar as ações do co- 
de Oliveira e o Pre- O Secretario de nen. 
,;idente do Conen, José Justiça e Trabalho o su e • 
Ricardo Nunes áa cu- João Pereira da si1- ao a."Sdgnte 
1ha 	d: 	{o Jras..l 
ias a c s., "?' 'se, n assine Raimundo acie1, de 
..,""_3o marer1a. ura 1o nven1o,que tacou que a iniciaez 
n-rma 1vo, o acor- sem a co aboraçao - va do acord d .- 
iode cooperação tés da sociedade civil, ser tomada ~º~veria 
exem 
SUCURSAIS: 
Antonlo Joo - tio de me Pnto e Aorno Gsnçalves 
Jardim • nité valo 
Caracol • Krer Lopes Let 
minis tração o Prquo Grfico: Avenda Tntna d. Fran 
one (67439-410 - Fsx (067)432-1544- ela vista 
do Sul 
TABELA DE PRECOS 
A""al. ..•................................... F.S 100,00 
TMaatral. 	. .. , R.~ 80 00 
....• . 	RS 0,50 
.... . . . R .O0 
ADO- NAO :FLETE! NECESSARIAMENTE 
OG AIS ENVAD' EDACÃO é 
s 
RUADOA: 
Dentro do conceito de vida que cultivo 
camarada amplamente realizado. Em todos os 
tos._Viver no ostracismo é muito chato! 
Nao faz parte do meu geoero. 
REPORTAGEM: PALCHOAL MIT!DIERI 
As cartilhas e fi 
tas de vídeo serão : 
distribuidas entre - 
epresentantes dos - 
orgaos que integram 
o Conen - Secreta­ 
r1as _afins e entida 
des não governamen-­ 
tais_ para distri­ 
buiçao em todos os - 
l!unicípios do Mato - 
Grosso do Sul e di­ 
vulgação adequada. 
e 
1, 
1. 
1 
1 
/e 
i 
1 
1

i 
OPINIÃO/DEBATE 
,__ 	_ 
NO PAÍS DO CARNAVAL 
O cr..tadista, hcr6i de guerra 
e preoidcntc de Prançü, General 
Charles de Gaule, de certa fei­ 
ta disse que "o Brasil não é - 
un pais r..ério", ferindo , dessa 
forma, a dignidade de nós os 
braoileiros. Hoje, penoo, seria 
mente, que o estadista francês 
tinha toda razão cm sua asseri 
va - o Brasil não é um pais sé­ 
rio! e o pais do Carnaval! 
Um País onde o Tribunal con­ 
dena um senador da República, 
processa outros parlamentares, to 
dos por usar em proveito pr6-­ 
prio bens pertencentes ao patri 
mônio público, e esses mesmos: 
parlamentares, legislando em 
proveito pr6prio, num formidá­ 
vel poder corporativista, e de­ 
sautoriza o excelso Poder Judi­ 
ciãrio, anistiando os corruptos, 
não possue qualquer seriedade. 
Agora, para desviar a aten­ 
cão popular, se enche de pudici 
cia e pretende afastar o Sena= 
dor Hernandes Anorim, por supog 
to envolvimento com o narcotrá­ 
fico. Será que é o único parla­ 
mentar que possue contas a acer 
tar com a justiça? Segundo a ii 
prensa, até pouco tempo, exis 
tiam aproximadamente 40 parla­ 
mentares "pendurados" na Justi­ 
ça, e que os membros do parla­ 
mento não autorizavam o proces­ 
so. 
Enquanto isso, n6s os sofre 
dores habitantes do sudoeste dÕ 
Estado vivemos em completo aban 
dono. Aqueles que comparecem,­ 
no período eleitoral,com promes 
sas mil, baús de dinheiro, bene 
fícios governamentais, angariam 
os nossos votos, se elegem, vol 
taro aqui, nos agradecem com paÍ 
madinhas nas costas e já julgam 
ter pagos os votos recebidos. 
Os nossos caciques guaicurus 
pedem o nosso voto,porque o seu 
candidato vai defender os inte­ 
resses dos funcionários públi- 
VEREADOR JOSÉLIO DOS 
SANTOS IMPETROU 
MANDADO DE SEGURANÇA 
O Presidente 
da Câmar., :vtunicipal de Ca­ 
racol, Josélio dos antos 
impetrou mandado de seguran­ 
ça para dar efeito suspensivo 
ao outro mandado, de Tirson 
Ferreira Leite, contra a sua elei­ 
ção. 
Josélio assume a Presi­ 
dência e a partir da semana que 
vem poderá dar prosseguimen­ 
tos às suas metas de "serenar 
os ânimos e trabalhar pelo 
povo de Caracol, afinal fomos 
eleitos para isto", disse ele à 
reportagem deste Jornal. 
eguu.do pesquisa feita pelo j 
TRJBU A DA FRO TEIRA. • 
o povo caracolense não está 
gostando nada dessas movi­ 
mentações, quer que os Verea­ 
dores comecem a trabalhar e 
logo, para fazerem jus aos sa­ 
lários que recebem, por sinal 
um bom salário. 
Para um comerciante 
1 VISTO , ETC. .. 
] Joslio dos Santos, na 
1 4ualidade de Presidente da 
1 Cãmara de Vereadores do Mu- 
nicípio de Caracol, impetra 
mandado de segurança para dar 
efeito suspensivo ao Agravo de 
Instrumento interposto contra 
a decisão que deferiu liminar 
cm outro mandado de seguran­ 
ça impetrado pelo Vereador 
Tirson Ferreira Leite. contra a 
eleição do impetrante e sua 
posse. 
Na impetração sustenta 
que foi eleito Presidente daque­ 
la Câmara de Vereadores no 
dia 1 de Janeiro de 1.995 e 
empossado nesta mesma data 
com os demais companheiros 
de Diretoria, tudo de acordo 
tomo prescreve o Art. 33 da 
Lei Orgânica daquele Munici­ 
pio. sem cometer qualquer ile- 
Mercador .los&lo dos santos 
caracolense "vai haver dcsdo- a verdade os 
bramentos nos quadros políti- . caracolenscs niio estão gostan 
cos, o povo quer mudanças, do nada desse episódio, uma 
Caracol não é um feudo esse briga pelo poder, não na Câma­ 
pessoal est esquecendo que o ra, mas visando as eleições do 
Brasil mudou e nossa cidade próximo ano, tudo não passa de 
faz parte do Brasil". esquema. (PP). 
galidade. 
De fato. nisto consiste a 
fumaça do bom direito já que 
eleito e empossado no dia 1 de 
janeiro de 1.995, por ato sobe­ 
rano do plenário daquela Câ­ 
mara. 
O Pcriculum in mora se 
faz presente pelo fato do 
impetrante ter sido afastado do 
seu mandato para o qual foi 
eleito por prazo certo, que não 
pode ser reparado caso no fi­ 
nal venha obter em seu favor a 
segurança impetrada. 
Como o agravo ofertado 
contra a liminar concedida pelo 
juiz a quo não tem efeito 
suspensivo. não restou ao 
impetrante outro recurso, senão 
este, para suspender o ato ata- 
cado. 	Campo Grande-MS., 24 
Pelas raLiies expostas dc Fevereiro de 1.995. 
concedo a liminar para suspen- Des. Nelson Mendes F onÍoura 
der os efeitos da liminar con­ 
cedida no mandado de seu­ 
rança impetrado pelo Vereador 
Tirson Ferreira Leite até o jul­ 
gamento do mérito desta segu­ 
rança. 
otifique-se a autorida­ 
de coatora para que preste as 
informações que julgar neces­ 
sária no prazo legal. 
Cite-se o litisconsorte 
passivo necessário, Vereador 
Tirson Ferreira Leite. para in­ 
tegrar a lide. 
Comunique-se pelo meio 
mais rápido o conteúdo desta 
decisão e autoridade 
impetrada. 
Publique-se e cumpra-se. 
cos, dos professores, dos bancá 
rios, dos fazendeiros, dos co­ 
merciantes, dos pobrer.., dos ~po 
sentados, dos policiais, doe :ti 
litares, enfim, de todo o mun­ 
do. 
Mas cm realidade, com rarís­ 
simas excesses, vão defender - 
interesses diversos, inclusive 
139, 149 e 159 salários para - 
eles pr6prios. 
Com a instalação do Mercosul, 
nas atuais circunstâncias, o su 
doeste do Estado está fadado 
regredir .. o comércio está asfi­ 
xiado, os empregos estão dimi­ 
nuindo. Um Município como o noi; 
soque vive, quase que exclusi­ 
vamente, da pecuária,nas atuais 
circunstâncias somente tem pcrs 
pectivas negras. 	- 
A imprensa tem noticiado que, 
no mês de março, será votada a 
lei que cria a ZONA DE LIVRE COMÉR 
CIO em Ponta Porã,equiparando-ã 
a ZONA FRANCA DE MANAUS. No en­ 
tanto, não tive notícia que al­ 
guns de nossos representantes - 
tenha reivindicado tal para a 
nossa Bela Vista, ou a qualquer 
outro Municipio, não s6 do Su­ 
doeste, mas de toda a fronteira 
de nosso Estado. 
Ouso fazer um apêlo aos nos­ 
sos senadores - Levi Dias, LÚ­ 
dio Coelho, Ramez Tebet - , nos 
sos Deputados Federais - Nelson 
Trad, Mariza Serrano, Oscar Gol 
doni, André Pucineli, Flavio - 
Derzi, Marilu Guimarães, Dilso 
pi rafico, Sulo Quiro: - os 
nossos Deput dos Estaduais e .o 
nosso Governador para que te­ 
nham dó de nossa gente e façam 
algo por nós. 
Nós queremos pouco. Nós que­ 
remos melhores dias para a nos­ 
a gente. Nós quereios o desen 
volvimento da região. Nós querg 
mos completar o sonho daqueles 
que const:uira,a esta região.Nós 
queremos para os nossos filhos 
tempos mel'ores que os nossos 
Nós queremos viver com dignida­ 
de. Nós queremos participar do 
MERCOSUL. 
N6s queremos que alguém ULC 
a Tribuna do Congresso Nacional 
e peça por n6s a inclus5o de 
nosso Município, de nossa Bela 
Vista legendária na ZONA DE LI­ 
VRE COMÉRCIO a ser criada em 
Ponta Porã. 
Bela Vista não pode fenecer. 
O nosso povo não pode sucumbir. 
Bela Vista tem que saltar para . 
o futuro. Bela Vista tem que - 
ser Zona de Livre Comércio. 
Nós queremos que os represer 
tantes do Estado no Congresso - 
Nacional ofereçam uma emenda ac 
projeto em trâmite para a cria­ 
cão da Zona de Livre Comércio - 
em Ponta Porã, incluindo Bela - 
Vista no mesmo. 
N6s temos o direito de cspe! 
near e clamar. 
' 
Sydney Nunes Leite 
Vice-Prefeito de Bela Vista. 
A 'IAR. "TC 
VOLTA A LID 
ME; .CADO DE CE 
R.A 
EJA 
Não poderia haver pior informação locada reduziu sua participação de 
para a Brahma em plena semana de car- 16,67 para l4,57. Na semana passada , 
naval. E pelo visto não havera muito em entrevista ao Estado, Magim Rodri- 
o que canemorar no Sambódromo, já que gues, superintendente da Braha, pre- ' 
a cerveja Brahma Chopp, a número 1 do via a redução de participação das d 
setor, virou a número 2 no ranking as 1:3rcas da empresa. "1,ão tecos pro:,'./ 
dando lugar à Antartica, que retorna duçao suficiente para atender a deman- • 
à primeira posição, perdida em 1.990. da". Para comecorar a vitÓria,a D!-1 9
1
;. 
Se não bastasse isso, a Skol, também Agência responsável pela criação da~. 
produzida pela companhia, perdeu a - campanhas da Antarctica, recebeu con- t 
terceira· colocação para a kaiser. vidados no Palace. Nilzan Guanaes,Prc. 
Relatório Nielsen divulgou recen- sidente da Agência, que estava nt 
temente que a Antarcrica não só tirou Iahda, 'nterropeu suas férias par a 
a diferença de l,5 ponto percentual - vir à São Paulo, "Cautela e canja d, J 
que existia no bimestre out11!iro Inovem- galinha não. faz mal a ninguém", diss, ( 
bro como disparou na frente: 4,3 PºE. recentemente o publicitário baiano 
tos. Cada ponto no mercado de cerveja referindo-se à linha de comunicação .· 
representa um acrescimo de USS 60 mi- da concorrente Fischen Justus (FJ) , 
lhÕes em vendas. Segundo o relatório> que consu.:niu USS 100 milhões nos últ i: 
no bimestre dezembro/janeiro, aAntar- zos anos trabalhando em cima do te.a .2 
tica ampliou a participação, de 30, da n? l.Procurado pelo Estado, F.duardo 
4I para 33,37 enquanto a Braha Chopp Fischer,presidente da FJ não foi encontrado. 
reduziu seu espaço de 31,97 para 397. Na Kaiser, a euforia também era 
Na briga pelo terceiro lugar, • a grande. "Ganhamos da Sk.ol agora e v=s ,t 
kaiser,·que trocou de posição com a continuar aumentando nossa participa 
Skol, saltou dos 14,27 que tinha em ça0 no proximo birestre",afirzru to . 
outubro/novembro para 14,77. n-> Último nioCarlosRibciro,Vice-Presidentedennrl~ ~I 
bimestre. Já a Skol, agora quarta co- ing da Kaiser. (O ESTADO DE S.PALO 
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1.95 
o 
RCMEC 
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Na quarta-k1r,1 passada. dia 22. o Co­ 
mando do I0 RC Mec - Regimento Antonio 
João - realizou em eu pátio de Formaturas - 
Praça comandante Pedro Rufino - uma sole­ 
nidade de Formaturas em comemoração ao 
156 anos de criação do Regimento. Na opor­ 
tunidade também foi lembrada a Tomada de 
~onlc Castelo, na Itália. durante a 2 Guerra 
Mundial, feito que teve a participação decisi­ 
va da FEB- Força Expedicionária Brasileira. 
A solenidade cm corncmoraçilo aos 156 
imos do nosso histórico Regimento Antonio 
Jolo contou com as presenças do General de 
Biirada Sllvio Lucas da Gama Imbuzeiro - 
Cmt. da 4 Brigada C Mcc - "Brigada 
Guai-:urus"; Cel. 3ouzu Neto • Crnt. 17 RC 
Mcc limumbai); Cel. Viunn • Cmt. 11 RC 
Mcc (Ponta Porã); além do Tcn. Ccl. Edson 
Souza odrigues - Cmt. do 10 RC Mec; ex­ 
Pracinhas da Força Expedicionária Brasilei­ 
ra; Dr. ydney Nunes Leite - Vice-Prefeito, 
que representou o Prefeito Municipal Abraão 
Zacarias: Presidente dn Câmam Municipal - 
Vereador Orlanda Freitas dos Suntos; 
lntendent:: de Bella Vista Paraguai • Rubcn 
Garcete; Cô,,sul do Paraguai em Bela Vista - 
Luciano Ca.hete Filho, entre outras autorida­ 
dzs convidados. 
A aprcscntaçilo da trop_a ao Cmt. da 4 
Brigada de Cavalaria mecanizada, General 
ilvio Lucas da Gama Imbuzeiro, foi feita pelo 
Sub-Comandante do 10 RC Mec - Major 
O Cmt, da 4 Brigada os 3 Coman­ 
dantes das unidades mecanizadas de Fron­ 
teir, que participaram das comemorações 
dos 156 anos do 10 RC Mcc 
Tabalipa. Logo após, ao som da Danda do 1 O 
RC Mcc, a tropa cantou a Canção do Regi­ 
mento e na seqüência foram prestados as hon­ 
ras militnres increntes aos 156 anos de cria­ 
ção do Regimento Antonio João e à participa­ 
ção brasih:ira na tomada de Monte Castelo. 
durante a 2 grande Guerra Mundial. 
PALAVRAS DO TEN. 
CEL. RODRIGUES 
O Comandante do 1 O RC Mcc - Tenen­ 
te Edson ouza Rodrigues - usou da palavra 
na solenidade e fez um pequeno retrospecto 
da história do Regimento Antonio João, des­ 
de a sua criação até os dias de hoje, período 
'cm que teve várias denominações c sedes. O 
Cmt. do 10 RC Mcc também prestou as ho­ 
menagens nos Pracinhas que tombaram cm 
solo italiano e nos ex-integrantes da FEB, que 
ainda hoje estão cm nosso meio. Abaixo, na 
Integra, o pronunciamento do Tenente Coro­ 
nel Edson ouza Rodrigues, Comandante do 
10 RC Mec. 
"O 1 O. Regimento de Cavalaria Meca­ 
nizado • Regimento Antonio João - comem­ 
ra no dia de hoje o seu centésimo qüinquagé­ 
simo sexto aniversário de criação, constituin­ 
do-se em uma das unidades militares mais 
antigas e tradicionais do nosso Exército. o­ 
mos oriundos da Companhia de Cavalaria cri­ 
ada pelo Governo da província do Mato Gros­ 
so em 22 de Fevereiro de 1939, através do 
Decreto de úmero 30, sendo a nossu primei­ 
ra sede a Vila de Cuiabá, Capital da provín­ 
cia. Aos dragões da Cavalaria naquela época 
era atribuida a missão de guardar os pontos 
dominantes dos rios e de proteger as entradas 
e bandeiras em busca· de ouro. as investidas 
dos índios e dos espanhóis. 
Não houve solução de continuidade na 
vida do Regimento a partir da data de sua cri­ 
ação nem no tempo, nem no espaço. 
Foram várias as denominações e as se­ 
des do regimento até os dias de hoje na sua 
Cavalaria Independente, em 1 O de dezembro 
de 1906, na então Vila de Bela Vista. A nossa 
atual denominação data de 31 de dezembro 
de 1985, quando a evolução natural de nossa 
instituição levou a que adotássemos novos 
meios e a que mudássemos a natureza da tro­ 
pa. mas nem a figura do combater de boina 
preta. sim bolo das tropas biiodadas e mecani­ 
zadas, são agentes inibidores do espírito de 
soldado de cavalaria. 
Continuamos fiéis a mística que nos foi 
legada pelo General Osório e pelos verdadei­ 
ros soldados de cavalaria que aos antecede­ 
ram e que definiram com clara evidência as 
características mm-cantes dos integrantes da 
arma montada. Foi providencial a nossa vin­ 
da para essas belas paisagens. aqui houve uma 
indelével integração com a gente da terra e 
uma recíproca participação do progresso de 
ocasião as presenças do enera! Silvo Luas 
da Gama Embuze'ro. Comandante da 4. Bn­ 
ada Mecanizada, representante do Prefeito 
Municipal. Dr. Sydny Nunes Leite. o Coman­ 
dante do II.RCMec Coronel Viana: Coman­ 
dante do I7. RC Me: Ten. Cel. Souza Neto. 
do Intendente Muniipat de Bel!a Vista 
Paraguai. Cônsul do Par.agua em nossa eid.­ 
de. d em:ais autond.ales prevente+e ao nossos 
amigos que sempre abrilhantaram as festas do 
nosso Regimento, meu muito obgado". 
O Comandante do 10, RC e Ten. 
Ccl, Rodrii,:ucs cm seu pronunciamento 
cada segmento, a caserna e a comunidade. 
Muito devemos à Bela Vista, mas temos 
a consciência de que parcela considerável da 
razão de ser da nossa cidade é proveniente do 
10 RC Mcc e da esrrutura pessoal e material­ 
que nos cercam. 
Sabemos da nossa responsabilidade cm 
manter esse Regimento em condições de cum­ 
prir suas missões. se o passado de figuras his­ 
tóricas como Antonio João. nosso Patrono. o 
Comandante Pedro Rufino, cujo restos mor­ 
tais estão depositados no nosso Momumento 
central. coronel Dias da Silva, entre outros, 
nos impõem esta obrigação moral. Gostaría­ 
mos também de fazer uma alusão à data de 21 
de Fevereiro quar,do comemoramos· 50 anos 
da tomada de Monte castelo durante a 2 Gran­ 
de Guerra. feito Militar onde ficaram patente­ 
ados os valores profissionais fisicos e morais 
do Soldado brasileiro lutando cm terras estra­ 
nhas sob condições muito duras cm defesa da 
democracia e contra atos que feriram a nossa 
soberania. 
Rendemos nossas homenagens àqueles 
pracinhas que tombaram em solo italiano e aos 
Febianos que abrilhantam sempre as nossas 
solenidades, dando-lhes esta dimensão de he­ 
roismo' de seus atos. Fiéis aos juramentos su­ 
blimes do Soldado Brasikiro. agradecem nesta 
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FLORESTAL LANÇA CAMPANHA 
"RECICLE A LATA" paralela à Operação Carnaval 
A Companhia Independente de Polícia Mil i 
tar Flore:,tal lançou, a primeira etapa da 
campanha "Recicle a Lata", que será desen­ 
volvida até o dia primeiro de março, para­ 
lelamente à Operação Carnaval. A informa - 
ção foi repastada pelo comandante, Tenente 
Coronel Jülio César Korniyama e atingirá to 
do o território sul-mato-qrossense, atra­ 
vês de um trabalho educativo, buscando a 
conscientização da população, especialmen­ 
te turistas e pescadores, sobre a necessi­ 
dade da retirada das latas de alumínio e 
de outros objetos nocivos ao meio ambien - 
te. 
Komi yama destacou que, durante a Opera­ 
cão Carnaval, além do trabalho de preserva 
cão e fiscalização, os policiais floresta= 
is estarão realizando campanhas educati 
vas, através da distribuição de folhetos e 
sacos plásticos onde as latas deverão ser 
colocadas. Por lote de 80 latinhas o res - 
ponsável terá direito a brindes (camisetas 
e bonés), ofertados por empresas da inicia 
tiva privada, preocupadas com a preserva= 
cão do meio ambiente. 
A campanha será desenvolvida nos pelo - 
tões de Corumbá, Coxim e Aquidauana, além 
dos destacamentos de Miranda, Buraco das 
Piranhas, Porto de Manga, Bonito e o de 
Porto Murtinho. Todos serão base de troca. 
Para Komiyama, somente através de um traba 
lho educativo é que a populaçã~·terá umã 
maior conséiência sobre a necessidade de - 
se manter as áreas de Camping e locais de 
pesca limpos, preservando o meio ambiente. 
Destacou que a promoção, a segunda etapa, 
será desenvolvida no período de 2 de março 
à primeiro de novembro. 
FISCALIZAÇÃO 
Durante o mesmo período, a Polícia Flo­ 
restal desenvolverá a Operação Carnaval , 
através de um trabalho de vistoria e fisca·· 
lização. Toda a guarnição estará envolvida 
nas atividades e estão previstas patrulhas 
terrestres, fluviais, além da montagem .de 
barreiras em pontos considerados estratégi 
cos, de grande concentração de turistas e 
pescadores. 
Komiyama informou ainda que, além dos - 
trabalhos de vistoria e fiscalização, será 
montado um posto na chamada Estrada Parque 
para orientação aos turistas. 
A Sub-Secretaria de Turismo estará atu­ 
ando em conjunto com a Florestal. 
"!:: um período em que a concentração d" 
turistas e pescadores é enorme no Estado. 
Estaremos atentos pra evitar a peca 
predatôri e outros tipos de ações nocivas 
à natureza", finalizou. 
/ COMO EVITAR A RESSACA / 
Não beba cm jejum. Procure se alimentar bem, antes e duran­ 
te o baile. 
* * Prefira cerveja e vinho a bebidas destiladas 
* uioguc e vodca. 
como * 
* .. 
Não misture analgésicos com álcool 
tktttt kttttttttttttttttttttttttttttttttttt%ftttttktttttkktt t 
* Casos de intoxicação alcoólica requcre111 cuidados médicos* 
* 	* 
* imediatamente. Evite a automedicação. 
************************************************************** 
Fórmulas que prometem evitar a ressaca, como azeite, água - 
de. coco, refrigerantes e remédios para.o fígado e estômago não 
fazem milagres. 
O ideal é evitar o excesso de álcool. 
DERSUL recupera acessos às regiões turísticas 
O Departamento de Estradas de Rodagem de Mato - 
Grosso do Sul (Dersul), que em janeiro iniciou um 
programa emergencial de recuperação da malha viã - 
ria responsável pelo escoamento da produção, vem 
priorizando agora as· rodovias· que dão acesso aos 
pólos turísticos do Estado, tendo em vista a aber­ 
tura da temporada de pesca e o período carnavales­ 
co. O tráfego mais crítico está localizado nas ro 
dovias BR-267 e MS-382, em trechos asfaltados ou 
de apenas revestimento primário. Na BR-262,num tre 
cho de quatro quilômetros entre· Guaicurus e Buraco 
das Piranhas, o Dersul vai execuLar serviços de 
substituição da capa asfáltica. A obra está sendo 
licitada e terá início imediato. 	O trecho da rodovia BR 060 não pavimentado, e.!!_ 
Na região pantaneira, o Dersul realiza a restau tre Jardim e Bela Vista, num total de oito quilô - 
ração da estrada MS-184, entre a Curva do Leque e metros, também foi restaurado pelo Dersul. 
o entroncamento com a BR-262, e na MS-228, entre 
Lampião Aceso e Morro Grande, incluindo a manuten Outra providência tomada pelo departaoento foi 
ção de pontes de madeira. A manutenção desses tre= a recuperação da canalização da estrada que liga o 
chos poderá ser prejudicada, a partir de março,com perímetro urbano de Rio Verde ao Balneário Sete 
a cheia no Pantanal, que geralmente deixa as duas Q1edas, muito frequentado pelos turistas. 
rodovias submersas. 	Alguns trechos pavimentados no governo anterior, 
O tráfego também está normalizado na rodovia - como os 22 Km da rodovia entre Buraco das Piranhas 
MS-384, entre Guia Lopes da Laguna e Bonito, onde e o Porto Morrinho,e a duplicação na entrada de Mi 
as chuvas tornaram intransitivel o trecho não pavi randa,já coem a apresentar sinais de deteriorização. 
meneado. Na BR-267 (Jardim-Porto Murtinho), o Der­ 
sul Já recuperou nove quilômetros não asfaltados. 
O DNER mantém contrato de l:lElnutenção na área. 
O Governo do ~stado está investindo R$ 1 mi - 
1hão na recuperação da malha viária, com uma equi­ 
pe de 800 trabalhadores atuando em Campo Grande, 
Dourados, Três Lagoas, Miranda, Ponta Porã, Para - 
naíba, Naviraí, Corumbá, Bataguassu, Ivinhema, No­ 
va Andradina, Bataiporã, Angélica, Coxim, Amabai, 
Jardim, Bonito, Maracaju,Costa Rica, Bel.a Vista 
Rio Negro e Rio Verde. 
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D!·: TRllllJ'l AÇÃO, 
OS vt:XCIMl"!lTOS DA r.OTA ÔNICA F PARCl'.l.A'tE;-;ro, SE 
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PAHC!él.A CICA 	VENCIETO DIA 10.0),95 
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3! PARCELA 	VEICIYENTO DIA 10.05.95 
1,~ PARCELA 	Vl:NCil'ENTO DIA 10.06,95 
5! PARCELA 	VENCIYEN'fO DIA 10,07,CJS 
-OS CONTIUUlllNTES QUE OPTAHEM PELO PAGAMENTO DA 
PARCELA 0NICA, TERÃO DTRF.ITO AO l'ESCONTO DE 207 s0 
BHE o VALOR DO rnrosro SE PAGO ATÉ o DIA DO VENCl­ 
Ml'l-lTO - 10.03.95. 
-OS CONTllIBUINTES QUE OPTAREM PP.LO PAGAMENTO - 
PARCELADO, NÃO TERÃO O DIREITO DO DESCONTO DE 207,. 
-O PAGAMENTO EM ATRASO, IMPLICA EM MULTA DE 107. 
SOURE O VALOR CORRIGIDO MONETARIAtlENTE, ATI! JO DI­ 
AS DE SEU VENCIMENTO, E 207. SOBRE O VALOR DO DÉBI­ 
TO CORRIGIDO MONETARIAMENTE A PARTIR DO Jl2 DIA no 
VENCIMENTO, ALt.M DA COURANÇA DOS JUROS MORATÔRIOS 
À RAZÃO DE 17. AO MF.S, INCIDENTES SOBRE O VALOR DO 
Df:BITO CORRIGIDO MONETARIAf-lENTE, NO ATO DO EFETIVO 
PAGAMENTO, 
-O VALOR DE CADA U.P,F (UNIDADE PADRÃO FISCAL - 
DO MUNICÍPIO), t. DERS 6,76 (SEIS REAIS E SETENTA 
E SEIS CENTAVOS) , O QUAL SE MULTI PLICA PELO N1iMERO 
DE UPF IMPRESSO NO CARNE (VALOR A PAGAR), PARA SE 
ACHAR O VALOR EM REAIS A SER REC(ILHIDO NA REDE BAN 
CÁRIA. 
-os VALORES IMPRESSOS NOS CARNES DO l.P.T.U,SÃO 
EM UPF. 
*IMPORTANTE: OS CARNF.S NÃO SEF.ÃO ENTREGUES NAS 
RESIDÊNCIAS, ESTÃO À DISPOSIÇÃO DOS CONTRIBUINTES 
NO PAÇO MUNICIPAL. 
SECRETARIA MUNICIPAL DE FAZENDA 
SErOR DE TRIBUTAÇO j 
:_IVRO CENTER L TOA- 
T,IVfi{)S: T6c:nico!;, l .ot.ú:-ico:. 
rios, Informática, Engenharia, A!minis­ 
tração, Economia, Psicologia, Educação, 
DirC'ito, etc. 
HUl.lllRÃO DO RIO DMl/CO 1.407 
FONE: (067) 724 - 4397 
CEP: 79.002 - 174 
CErlTRO 
Carpo Grande - MS 
t « o 
0AN	CA 	D E. B EL A VIGIA - M S 
EDITAL DE PRAÇA 
O Doutor GERALDO DE, AD!EIA SAI1AO, !I. Jul d D!rel- 
to em substitufçio nesta Comarca de Bela VIsta, Estado de 
Mato Grosso do Sul no uso de suas atritufos,, 
FAZ SABER, a todos quantos o presente Edital vIrem ou dg 
le conhecimento tiverem, que fol designado o d1a 14 de ar 
ço M l,?95, às 14:00 hs, no iitrlo do Ed. do Fcru desta C:!! 
marca, s!to a rua Barão do Ladãrlo, 1595, para a realiza 
çi0 da praça única, designada nos autos de Carta Precatoría 
38/94 oriunda dn )~ Varn da Seçoo Judldarln de 115, extra• 
[da dós autos de Execução ng 90,1617-7 - que A CAIXA ECO_ 
HlCA FEDEIIAL eror.ove contra IIACIB IIAZIME, o lei !oelr,, nos !!. 
d.i levará a publico orcgiio de venda e llrTCmlt.lçno li ques:n S!,_ 
Is der e maior lanço oferecer, porquanto vai a praça o lr:-o­ 
vel ll seguir descrito: "Parte do Lote de terreno urbano, d! 
terclnado sob o n2 280, que pelo deGocrobrarento !icou dete!_ 
minado pelo ng 08, da prirelra circunscrição desta cidade , 
S,•tor 04, medindo 12,00m de frente por 36,00 da frente nos 
fundos em 	a m bo s o s lados, devidamente oatriculado n o R C I 	- 
dest.3 cldnde sob o n2 2.S45".0 referido 1".6vel possui cone 
benfeitoria una casa construída de alvenaria, de aproximada 
rente 50,00m' de área construída, cobert co eternit gran 
de, cercndo em partes (as laterais) de alvenaria e 4 frente 
co balaustre, 0 referido ioovel, juntarcente cana benfel~ 
rl11 Já descrita (oi avaliada e::, CRS 6,000.000,00 (seis r.,i• 
lhÕes de cruzeiros reais), A ovollaç~o é datada de 19.04.94 
e será corrigida monetori.1mcnte cinco d!J.s ante~ da re.nliz,! 
çÃo da prnça. Conotll dos autos_ que o executado e devedor - 
junto à Fa1enda. PúbUc.1 Municipal, referente aos ÍJ!IPOStos : 
dos exerclclos de 1.990, 1.991, 1992 e l.993. O 1:-,ovel sera 
vendido em praça Única, por valor não húerlor ao saldo de­ 
vedor, atualizado até a data da praça, seguindo o rito pr_! 
visto nn Lcl 5.741/71. Nao have~do expediente no dia dcslg· 
nado para a_praça, esta rcal!zar--se-á no mesmo horário e lo­ 
cnl do dl.n utll imediatancnte seguinte. Cttso o devedor nao 
seja c>ncontrndo para lntlmnçiio pe1-soal, fica desde Já lntl­ 
mado da data deslgnnda a praça. Dado e passado nesta CLda­ 
dc e Corarca de Bela Vista-MS, aos vinte e três dias do rés 
de fevereiro, do ano de r:ill novecentos e noventa e cinco.Eu 
(P.P.C.) Escrevente Judlclal, o digitei, Eu, Edgard lbnnhcs 
:scrivão - conferi e assino por ordem do M, Julz de Direi- 
'.±o. 
INDICADOR 
PROFISSIONAL] 
FISIOTERAPIA E REABILITAÇÃO 
GLAUC[U fJ:l{RLIIU GODO' 
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OAB/MS 2574-B ALMEIDA OAB: 2573- 
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O E: (067) 439- 1290 
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R. MARCU A. RUIZ- "KARA Y MilARETÊ' 
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JOPAL TFIUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL 
LEGISLATIVO CARACOLENSE 
Pascoal Pucheta eleito Presidente, mas 
Josélio dos Santos reassume presidência ... 
Escreve Pedro Pedreira 
Não deu. Não scrú 
ainda neste ano que 
pisarei o solo sagra 
do dó samba na Mar: 
quer. de Sapucai, ti­ 
ve que me contentar 
em ver pela tolinha 
mágica, MANCHETE, o 
desfile das escolas 
de samba. Sou um a­ 
paixonado, mais uma 
vez vamos deixar os 
gringos de bocas 
abertas, realmente 
um dos maiores espe­ 
táculos da terra.Meu 
amigo Jordan Amora , 1 
ex-presidente da - 
ABRAJORI, lá de Nite 
rói, da Viradouro , 
vai esperar .mais um 
pouco. 
t Carnaval.Alegria 
e muito samba no pé. 
Falando em Carna 
val, mais de 8 mil - 
turistas em Bonito, 
Carnaval de rua e 
clubes lotados em 
Porto Murtinho, e Be 
la Vista? t, minha: 
gente, está na hora 
de mudar, mas mudar 
radicalmente a nossa 
Bela Vista,na hora - 
de transformar 
quadros políticos,so 
ciais, econômicos e 
culturais. Precisa - 
surgir uma NOVA BELA 
'ascoal ganhou a no­ 
va eleiçao.,. 
VISTA. 
Mas e o assunto - 
do título? 
t CARNAVAL, havia 
me esquecido,tivemos 
"outra" eleição na - 
Câmara Municipal de 
Caracol. Eleição por 
reta. Como era de se 
esperar e este jor­ 
nal noticiou, o ve­ 
reador Pascoal Puche 
ta foi eleito Presi­ 
dente da Câmara, só 
que no mesmo dia,ain 
da de manhã,já sabíã 
mos que a eleição - 
era só festa,Josélio 
... Mas Joséllo conti­ 
nua Presidente 
continuava presiden­ 
te. 
Sob a presidência 
do vereador Evaldo - 
de Moura os vereado­ 
res se reuniram, lá 
estavam o Tirson, Do 
ralina, Miltom, Pas­ 
coal, Nunes, José 
Carlos e o Evaldo, 
aviso daqui, dali,va 
mos esperar o fax - 
anunciando a vitória 
de Josélio no Tribu­ 
nal, não chega, tele 
fonemas, avisos, pes 
soal impaciente, que 
rema eleição,cnfim; 
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r - ... 
'sempre há o " dia 
segui te", em Cara­ 
col o dia seguinte - 
foi a presença de Jg 
sélio na cid de comu 
nicando que continuá 
va Presidente da Ci 
mra. 
Nós Já sabíamos.E 
até estranhamos ara 
pidez da eleição, a 
pressa, a corrcria,c 
ficamos, nós e o po·· 
vo, um tanto confu­ 
os, depois do Carna 
val, varres conversar 
com estes vereadores. 
Saber o que há nos - 
bastidores. 
E os Prefeitos po 
dem colocar as bar: 
bas de molho, aqui 
n.0 MS mtis de etc - 
es .ão com pedidos de 
CASSAÇÃO. Há al9o de 
podre no reino da Di 
namarca, vamos qarim 
par, descobrir o con 
tar para os eleito- 
Enquanto isto, á 
cm Caracol, o CARNA­ 
VAL está uma beleza, 
mulheres bonitas,ani 
nação, alguns senho­ 
re; sizudos, conver­ 
amn pelos cantos do, 
salões, outros mar­ 
cam reuniões apóo os 
bailes, é uma confu­ 
são danada, se bem - 
que MISTUMR POLlTI­ 
CA e CARNAVAL é coi 
sa de brasileiro mes 
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todos votam. Vi ória 
de Pascoal Pucheta . 
I:lcito Presidentc,Se 
·retário o Tirson,2@ 
5ecretário o José 
Carlos e Vice-Presi­ 
dente a Doralina. 
Tudo é festa. En­ 
quanto isso acontece 
os rapazes e as ga­ 
rotas estão se prepg 
rando pura o Carna­ 
val. 
- Eles vão ganhar? 
- Voce acha? Mas a 
liminar ... 
- Que liminar, pô, 
estou falando da Man 
gueira, no Rio de J~ 
neiro, vai ganhar o 
Desfile. 
- Eu estou falando 
da eleição na Cáma- 
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nbn!xo, 11lguno flagrantes das três primeiras nol - 
tc,s do Cnrnnv,11 no Grêmio r,•dro Rufino, c'lnflram: 
l.-.--+----d 	à. 
Exercit,1'1dc os misul s, 
bosa t: ... on ... ue lc:a 
d .,. " arcos 
Sccrc•tÓrlr d< ~1Úd,· 'lr, 1 lb:t 
e ,l[J 1 
' - ~3 A ~x-"' , 
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' t e-- ,---- r.,' : '} !7 
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