TRIBUNA DA FRO 
DIÁRIO REGIONAL 
--- -·-. _ ... 
N. 1.614 BELA VISTA/MS 21 DE MARÇO DE 1.995 EDITOR: IVALDO PEREIRA RS-0,50 
Rotary homenageia palestrantes 
O Rotary Club de " 
Bela Vista entregou ao 
Deputado Waldcmir 
Moka e no V crcador 
Osório Miranda dos 
Santos, Diplomas de 
Participação no I Ciclo de 
Palestras e Debates. Moka 
e Osório falaram sexta­ 
feira próxima passada, na 
sede do Rotary, sobre o 
Porto de Exportação cm 
Porto Murtinho e Zona de ' 
Livre Comércio na 
fronteira. 
Na pauta das 
palestras consta os nomes 
dos Deputados Waldir 
Neves, Antonio Carlos 
Arroyo, Zeca do PT,. 
Osvaldo Possari, Elpídio 
Reis e Vereador Roney 
Moraes Simões. 
as fotos, a 
Presidente eleita do 
Rotary faz a entrega do 
Diplomaao Deputado 
Yaldemir Moka; 
garibaldi da Rosa Neto 
entrega o diploma de 
participação ao 
Vereador Osório 
Miranda dos Santos. 
PIC 
Ec 
$lU1IL 
INELLI CONSEGUE 
r 
RSO! ?ARA SAC 'DE 
Deputado André Puccinelli em audiência com o Ministro da Saúde, 
Adib Jatene (ao centro) 
Ao ser recebido em unidades construídas pela 
audiência pelo Ministro da Administração anterior. 
Saúde, Adib J atene, o Disse que o Estado 
Deputado Pucinelli necessita de RS 12 
-- -- -- - . .., 
transmitiu a preocupação : milhões para tornar a. 
do Governador Wilson • saúde acessível, funcional 
Barbosa Martins com • e ágil às pessoas que: 
relação a aquisição de buscam a assistência 
equipamentos importantes gratuita. 
pará o funcionamento das Foi 
rica«lura 
/ ,, 
Pecuana 
Páginn - OS 
, A presente cana, que 
escrevo e subscrevo como 
• Vice-Prefeito da cidade, 
tem caráter de 
advertência, protesto e 
. cobrança, cujo endereço 
específico é a 
representação política de 
nosso povo na Assembléia 
Legislativa e no 
Congresso Nacional. 
Temos observado 
pela Imprensa a grande 
preocupação de nossos 
legisladores coro os seus 
próprios salários, 
nomeação de assessores e 
outros assuntos que não 
considerado proveitoso 
uma vez que o Ministro 
assegurou a liberação do 
montante solicitado para 
atendimento imediato das 
necessidades do Governo· 
peerp.edebista. Medida 1 
que representa o início dei 
uma nova era na área da 
um encontro saúde pública. Página-0s 
[ NFORMATIVO DO ROTARY....] 
- 
REUNIAO D0 ROTARY 
E LA VISTA. 
Moka e Osório defendem 
o 'orto de Murtinho 
O Deputado fronteira. 
Waldemir Moka e o O Rotary de Bela 
Vereador O::.ório MirJnd,. Vi·.ta que congrega 
dos Santos participaram :,,:portantes lideranças do 
de uma reunião no Rotary Município, está realizando 
Club de Bela Vista, uma série de palestras e 
reuniões para debater 
assuntos de interesse, não 
1 
só do Município mas de 
toda a região da fronteira 
e Sudoeste. 
proferindo palestras sobre 
o Porto de Exportação em 
Porto Murtinho, suas 
perspectivas e a 
implantação da zona de 
livre comércio na Página - 06 
ETEEAIDA 
PRONUNCIAMENTO DO 
DEPUTADO ARROYO 
i 
1 
í / ' 
-----. Vice-Prefeito 
Sydney uns Leite 
vem em direção aos 
interesses de nossa 
população. 
Foram gastos 5 anos . 
para o preparo do terreno ' • 
onde seria assentado o , : 
MERCOSUL, no entanto , 
gastou-se esse período de 
tempo sem nada 
programar que viesse 
beneficiar os residentes na 
fronteira do País. Como 
1 
c o n s e q ü ê n e i a, . 
especialmente nós os 1 :­ 
belavistenses, "ficamos no ' 
mato sem cachorro", ou 
seja, fomos excluídos dos 
benefícios que nos deveria 
trazer a instalação do 
MERCOSUL. Página - 
08 
P:gina-03

1Inscrição para o concurso 
deAdmissão ao Curso de 
Formação de Sargentos 
em 1996 - CFS/96 
o Comandante do 10o Regimento doe Cavgi 
laria Mecanizado informa ao interes­ 
dos que estarão abortas no período de 06 
de Março à 20 de abril 1995, 1; 1ni,cri­ 
cõor, p.lril o Concuruo de /dmi!J!;.'io ao Cur­ 
o do Formação de Sargentos funcionar 
no ano de 1.996. 
CONDIQõgs EXIGIDAS 
l- Ser brasileiro nato - ser soltei­ 
ro, a0pnrndo judicialmente ou divorciado 
sem encargos de família, descendentes ou 
dependentes - ter naucido entre 01 de - 
janeiro de 1972 e Jl dez de 1977, ou se­ 
ja ter no mínimo 18 e no máximo 23 anos 
de idade no ano da inucrição - pousuir 
bons antecedcntec e predicados morais - 
que o recomendem ao ingresso no Quadro - 
de Sargentos de Carreira do Exército - 
ne praça, estar classificado, no mínimo 
no comportamento "BOM" - se militar de - 
outras Forcas Armadas ou Forças Auxilia­ 
res, posuuir autorização das respectivao 
autoridades competentes - se reservista 
ter sido excluído da última OM em que 
serviu, na pior da hipótese, no comport~ 
monto "BOM" - não estar "Sub Judice" ou 
condenado - ter concluído o ensino de 10 
grau ou conclui-lo até a data da matríc~ 
la - pagar a taxa de inscrição se não e~ 
tiver dela dispensada(estão isentos os 
filhos de ex-combatentes falecidos ou in 
capacitados em ação ou consequência de: 
participação na FEB ouem operações de guer­ 
ra na Marinha Mercante) - não ser aluno 
de CPOR ou NPOR Aspirarte a Oficial R/2, 
Oficial R/2 ou Oficial Temporário do 
Exército. 
2 - Os militares da ativa interessa­ 
dos deverão procurar o Serviço de Rela­ 
ções Públicas do 100 RC Mec para maiores 
esclarecimentós e os candidatos civis a 
Agência dos Correios de Bela Vista. 
EDSON SOUZA RODRIGUES-TEN CEL CAV 
Comandante do 100 RC Mec 
LIVRO ClENTlER lL fflA 
LIVROS: Técnicos, Esotéricos e Lite 
rários, Inforn~tica, Engenharia, Admi: 
nistraçâo, Economia, Psicologia, Educ~ 
ção, Direito, etc. 
RUA: BARÃO DO RIO BRANCO 1 .'407 CENTRO 
FONE: (067) 724 - 4397 
'•P: 79. 002 - 174 CAMPO GRADE - MS 
·Prefeltur 
'l . 
Municia! de Bela Vista/MS 
COMUNICADO 
A ecretarfa Municipal de Fazda, atrsvs de 
seu setor de tr!butação comunica à população em 
ral que fof alterada a d ta do vencento ds pare 
la inlca e 1! Parcela do I.P.T.L/95, do d1a 10.0), 
para o dla 30.03,95. 
Comunica também que os contribuintes que opta - 
rem pelo pagamento i vista, terão um desconto de 
mal, 507 no valor a papar Impresso no carne, tota­ 
!Izando no 1n4l 70 de desconto, seno ve]mos; 
1P05710 	1,%2 t:?f X 6,76 ~ 2, 
Df !.:C. 20 	1,5ú PT X 6,76 10, 
'n 
'JOT,I. 	6, 26 11Pt X 6,7 ,.: , 11 
1 
TAXA 	1,5 t:T- : 6,76 ~ 
111 ,·· 7 
/, PACA ATES 7,81 'v? X 6,76 
m 2,79' 
nFSc, 0 F'I RfAJS. - 
26,)
1 
TCYTAI. A PACAR E R5, 	26,)9 
IMPORTANTE: Estas condições sio válidas somente 
:j,ar11 pagamento dh parcel.i Única atê o d.la 30.03.'95.· 
Os contribu:í.ntc6 que optarem pelo pagamento per 
celado, terão direito no desconto de 40~, se efét; 
arem o pagamento dn lQ parcela até o d1a 30.03.95, 
também sobre as demais, se pagas rigorosamente em 
dia, 
VE!CIMENTO DAS PARCELAS: 
Dia JO.OJ.95 	1a PARCELA 
1 
Dia 10.04.95 	2a PARCELA 
Dia 10.05.95 
+ 
J!! PARCEL 
ip{a 10.06.95 	4!! PARCELA. 
Dia 10.07.95 	Si! PARéEL 
DOS PAGAMENTOS EM ATRASO: Atrasando o pagamenro 
J ,;ontribuinte perde o direito ao desconto de 40ií, 
,'ém de multa de 10 sobre o valor do imposto a'té 
30 dias de seu vencimento, e 20% sobre o valor do 
imposto a partir do 31~ di..'.l. do vencimenlo, vem com 
'a . cobrança de Juros à razão de lií ao mês, inc l • • 
déntes sobre o valor do ±posto mais a muli:a., ·-:;;; 
ato de efetivo pagamento. 
Todos os carnês estão em U.P.F. (Unidade Padrão 
,Fiscal), o valor de cada UPF, congelada desde Ja - 
.neiro/95, é de R$ 6,76 (seis reais e setenta e se 
1s centavos). 
Par1 o contribuinte encontrar o valor em reais 
a pagar, usa-se o seguinte método: 
Pega-se a quantidade de UPF'S a pagar X o valor 
,de 01 (uma) UPF, que é de R$ 6,76 (seis reais e se 
·tenta e seis centavos), e chegando aos valores, s 
_aplica a aliquota de desconto 50% ou 401. conforme 
·o caso isto para pagamento da parcela única e paga 
men to parcelado em dia. 	- 
. ALERTA: Os carnes são totalmente impressos 
,UPF'S e nao em reais. 
1 - 
Instruçoes para recebimento do imposto territo- 
r1al/1.995 acima 
- 4PRESENTAÇÃO: Idêntico ao Imposto Predial • -· • 
DO VENCIMENTO DA .PARCELA ONICA: O vencimento 
foi prorrogado do.dia 10.0J.95, para o dia 30.03. 
1 95. 
1. 
DO VENCIMENTO DA 1ª À 5ª PARCELA: 
se você está pensando cm publicar aquele livro, que 
você j:i escreveu ou ainda e ·tá escrevendo, conte conosco. 1 
Você t1Ítr.1 com o texto· e a edição fica por nossa conta:] 
composição, paginação, cana e impressão éo_lorida, tudo 
pelos mais modernos sist~mas ele editoração elctrônic_a e 
c~mputação gr:ífica. Ainda orientamos a distribuição e 
assessoramos a divulgarão. Realize si;u sonho. Publique 
eu livro. Ligue iá: 751-674. 1ale cm Tânia ou Lucit. , 
em 
1 
A li! parcela 
- tambem teve sua data de vencimento prorrogada do 
1 
dia 10.03.95, para o dia 30.03.95, quanto os dema • 
is vencimentos são os seguintes: 
. ) . , 
FJol, 	t 
6,76 
SECRFAIA cI 
,·r •· ,...., .. TA ' n 
BELA VISTA 
NOVOS TEMPOS 
t:'J-1.CFI;ITUlv MUN1CI P/L r LA vis 
- - -- - - 
j 
1 
1 
Farmácias de Plantão no 
mês de Março de 95 
25/26- Droqasul...............Sr.Punhal 
O0BS: As farmacias que não estiverem de ..I 
P
lant5o · dever-o p~rmaneccrem fechadas n 
I 	• 	- 
as solicitações eventuais só poderao se- 
rem atendidas ~e conütar nü receita a in 
formação de que a de plantão não dispõe 
da medicação citada. 
Atenciosament!? 
Dr.José de Ribamar Cruz e Silva 
Sec.Mun. de saúde de Pela_Vista· I 
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JARDIM-MS 
1 
1 • 
ADVOGADAS 
TRIBUNA DA FRONTEIRA 
Dl.lrlo Resfon.:,I 
Fundado em 20 ds Fsyreiro de 1.972 
Prop,iedad3: Grilfico e Ed,tora Apa - CGC.MFOJ.201.26610001 '90 
DIRETORES: 
h..:
1
rjo PcrcirJ • 	Maria Estela V. Pdreira 
REPORTAGENS: 
- fJbaldino RodriqJe?j]. 
Jaõo Csrlas Velasquez 
SUCURSAIS: 
Anton•a João • Elia de uma P,n10 e Nor na Gonçalvea 
Jardim - André Avalo 
Cnracol • Kc"1l1 Lõp s Leite 
·_?!!.~!..?CELA DIA _ _10.04.95 
3ê PARCELA DIA 10.05.95 
42 PARCELA DIA 10.06.95 
Sê PARCELA.DIA 10.07.95 
OBS: Se o vencimento de alguma ocorrer em fi~ 
na1 a. seana ou feriado, receber no 1g dia útil - 
subsequente sem nenhum acréscimo. 
, DAS CONDIÇÕES DO DESCONTO: O ':ontribu~nte que: 
I optar pelo pagamento da parcela unica ate o dia - 
,.30.03.95, terá ~ireito ao desconto de 207 sobre o 
·nlor do imposto a pa
03r já impresso no carnê.. , 
ESTA CO!'IDIÇÃO .Sô t'. VÁLIDA PARA PAGA.'IENTO DA PAR 
CELA "ONICA ATr-o·nIA 30.03.95. 
DO PAGAMENTO PARCELADO: O Contribuinte que op - 
tar pelo pagamento parcelado, não.terá direito· ao 
desconto de 20%, sobre nenhuma parcela. 
_, DOS PAGA."'IENTOS EM ATRASO: O pagamento em atra - . 
t so, implica em multa de lOZ sobre o valor do impos 
,I'. to, até 30 dias de seu vencimento, e 20% sobre o 
valor do imposto a partir do 31!?, dia do vencimentõ 
alémãa cobrança de juros de mora à razão de 1:ao 
VILMA DA SILVA VERA LOUREIRO DE 
1 
OAB/MS 2574-B ALMEIDA OAB: 2573- 
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BELA VISTA - MS 
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OPIIIIIAO DO JORNAL· ORIGINAIS ENVIADOS À REDAÇAO N 
SERÃO DEVOLVIDOS. 
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O'CRI - Asso-cJc de Jamais do lnl~r ar 
ABRAJO! saciaci E8sleira d: Jornais do Interior 
R. MARCUS A. RUIZ - "KARA Y MBARETÊ' 
CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS - 
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ONES: (067) 251-1012 e 21-2424 . 
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Informativo do Rotary 
Em reunião realizada na última sexta-feira. dia I7.com 
a presença dos companheiros Ivaldo, Roberval, Luis Carlos 
Rabal, Renato Pereira. Flávio, Enoly, Tiki, Dazzano. Ivan. 
Garibaldi, Cachito, Azaléa. Eduardo., Villasanti. Cláudio. 
Renato Rosa, Luis Marques. Evilásio, Soliman e Geraldo 
Boccia. Também com as ilustres presenças dos seguintes 
convidados: o Deputado Estadual Waldemir Moka, o 
Vereador de Porto Murtinho Oório Miranda dos Santos. O!. 
Empresários de Porto Murtinho Félix Alves e Ramão Alves. 
o Secretário Municipal de Educaç:1o Paulo Melo, Empresário 
de Bela Vista Hermes Antonio Ore (Toninho da JAVET). o 
repórter do Jornal Tribuna da Fronteira João Carlos Velásquez 
e os estudantes Ivaldo Júnior e Victor Hugo V. Pereira: 
Através da iniciativa do Diretor de Serviços lnlemos, 
Renato Pereira e com a anuência do Presidente Ivaldo foi 
iniciado um ciclo de palestras sobre temas relevantes que 
envolvem Bela Vista e toda região Sudoeste. Dando início à 
esses debates o Deputado Moka e o vereador Osório foram 
convidados para falarem sobre a implantação da zona de livre 
comércio cm Bela Vista e a construção do Porto de Porto 
Murtinho. 
PRESIDENTE IVALDO PEREIRA 
Dando início à reunião o Presidente disse que o Rotary 
de Bela Vista é um clube de idéias, sem cunho político que 
busca servir. Enfocou também que algo precisa ser feito pela 
comunidade, independente da procedência, pois há 
necessidade urgente de mudanças, já que Bela Vista está 
adom1ecida há muito tempo. • 
RENATO PEREIRA 
Como Coordenador do ciclo de Palestras o 
companheiro disse que os dois (02) assuntos que serão 
tratados na reunião, seriam temas palpitantes. . 
VEREADOR OSÓRIO 
Demonstrando ser profundo conhecedor de todas as 
fases até o momento transpostas para a efetivação do porto 
de Porto Murtinho, o Edil disse que tudo que iria transmitir 
aos presentes era fruto de experiências vividas por ele nos 
últimos 06 (seis) anos. 
Começou dando a importância histórica e a dimensão 
até mundial da utilização das Hidrovias e por conseqüência 
do Pono de Porto Murtinho. Disse que o Projeto do Porto de 
Murtinho era a materialização de sonhos das pessoas que 
forjaram a América Latina como um todo e que na Europa e 
nos EUA há o aproveitamento das Bacias Hidrográficas, após 
a concretização de Projetos que de alguma forma trouxeram 
prejuízo ao meio ambiente e que agora eles querem impor 
condições para que haja aproveitamento das nossas Bacias 
Hidrográficas, alegando entre outros motivos, pregar a 
necessidade de preservação do Pantanal, que no entender do 
palestrante não será afetado. . 
Argumentou que o Porto de Conceição no Paraguai 
possui um terminal com capacidade. para apenas seis (06) 
mil toneladas e que o de Porto Murtinho terá capacidade para 
vinte e cinco (25) mil toneladas além dos mais de duzentos 
(200) quilômetros que os caminhoneiros terão que transpor 
em território paraguai em estrada não pavimentada. 
Disse também que a Hidrovia é uma dádiva que nós 
temos que aproveitar e que o Rio é navegável durante todo o 
ano e que não hà necessidade de nenhuma dragagem. 
Citou que O transporte por litoral e 1/3 ~-ai_s barato que 
0 frete Rodoviário e a metade do frete Ferroviário. Lembrou 
que inúmeros interesses serão contestados, como dos 
fabricantes de pneus e caminhões: e por isso ha uma certa 
resistência à essa idéia por parte desses segmentos. 
Explicou também que o Porto compreende: vias de 
acesso, terminais graneleiros e sistemas de embarque e 
desembarque. 
DEPUTADO MOKA 
Antes de falar sobre a implantação da zona de l!vre 
comércio o Deputado mencionou que em tomo de 
3
5% a 
40
º' d p 'á ta' pronto e que ele é uma altematn a viável 
,o o orto J es 	. . . 
• . b'l'd- d • embasada em estudos senos, disse que o 
poIs a vati1late e 	··. . 
Governador Wilson Barbosa Martins franqueou a m1crnt1va 
. d 
1 
sã das obras do Porto e sua conseqüente 
pnvala a cone u o 	. 
exploração. Lembrou que com a privatização do porto havera 
barateamento dos custos, enfatizando que o porto de 
P 
. tá nas mãos de Sindicatos, que acaba 
aranagua es 
proporcionando a elevação de preços. 
Liki O +ri, Enoly Assis, EJávio Gribaldi e os 
Empresários convidados, d e Porto Murtinho, Ramão.e 
Flix Ales 
_........::-:.. - 
Rotarianos Eduardo Ocáriz, illasanti, Cláudio, 
Renato Rosa. Luiz Marques, Esvilásio Miranda,, 
Disse também que está marcado para o dia 20 de Abril 
um encontro em Porto Murtinho com a presença de inúmeras 
autoridades e empresários de diversos países para tratar do 
Porto. 
obre a zona de livre comércio argumentou que há no 
Congresso Nacional um projeto do Deputado Federal Flávio 
Derzi que reivindica a implantação de uma zona franca em 
Ponta Porã e que ele já fez contato com os Deputados Federais 
Puccineli, Mariza e peralico para que Bela Vista seja 
beneficiada com esse Projeto. 
CACHITO 
Pregou a mobilização da sociedade para a efetiva 
concretização do Porto de Porto Murtinho. independente de 
partidos políticos. Conclamou todos a se unirem em tomo 
desse objetivo e alertou que não adianta ficarmos só 
reclamando e que devemos ter esperança e lutar para sairmos 
do esquecimento. 	/ 
GARIBALDI 
Falou da necessidade da criação da estrutura por parte 
do Governo como o asfaltamento das Rodo viis da região. 
Disse que o Sudoeste é talvez a região mais atrasada 
do Estado, pois caminhamos a passo de tartaruga e que na 
região somente se verifica a pujança de Jardim e ágora de 
Bonito, que tem explorado seu potencial turístico 
RENATO RO 
Cobrou do Deputado Moka a conclusão do asfalto que 
liga Bela Vista a Jardim e que se crie mecanismo de punição 
de governantes_ ~ue endivid~ Estad9{ não que se fique 
somente nas criticas. - 
O Deputado respondeu que essa obra será terminada 
com brevidade, não querendo no entanto fixar uma data, 
lembrando que boa parte da obra ainda não foi paga. 
TO NINHO DA JA VET 
• Na condição de visitante, o Empresário Toninho citou 
os inúmeros problemas que, . comerciantes atravessam como 
a excessiva carga tributária. o entanto disse que na sua 
opinião, o maior problema é a falta de asfalto, que acaba 
elevando o preço no final do produto. 
ROBERVAL 
Abordou suscintamcnte os grandes problemas que o 
País atravessa entre eles a política agrícola. 
Solicitou ao Deputado Moka modificações na 
declaração anual do pecuarista 
VILLASANTI 
Disse que há necessidade de maior seriedade na 
condução do País, lembrando dos sete (07) bilhões de dólares 
que o Brasil perdeu em uma semana por incompetência da 
equipe econômica para manter a cotação do real no atual 
patamar. Disse também que o Governo Estadu!ll deve dar as 
condições para a efetivação do porto e que a classe política 
deveria serrar fileiras nesse sentido. 
LUIS CARLOS RAHAL 
O Secretário disse que nesta semana estiveram em nossa 
cidade dois (02) auditores da GM e um (OI) dos sócios da 
Alfacar para verificarem possibilidades de reativação da 
' concessionária Chevrolct em Bela Vista e que houve 
aprovação por parte dessas pessoas e que após assumir a 
gerência da APAVEL. uma das empresas do Grupo 
ALFACAR, conseguiu demonstrar amabilidade e uma 
Agência de Automóvel Chevrolet na nossa cidade. lembrando 
que em pesquisa realizada comprovou-se que 70% dos 
automóveis que aqui circulam são da marca Chevrolet. 
(A. Villasanti) 
COLUNA DO 
EDITO 
,, () f'()  / () . li I (! ; : '" li • oi ' / ·"" li /, ,·. 
ate sras do Deputado ia!demr Mae reder Oor o 
dos Santos na Rotar luh alaram sobre o Porto de 
Exportas@o em Parto Aurtinhw e sona de lre comer!o+ 
fronteira 
O$SEGUNDO TEMA não foi mito debatido, haja 
vista a situação de Ponta Porá que está hd vários ano 
rl!Íl'Ínrlicundo e 11/é u;.:oru 1111tl11. 1'e11l111111 dr11 <l11i
1
 
conferencistas quiseram meter a mão na cumbuca, p 
sabem que o povo está ando de romessas, Além do mai, 
essa história de zona frana, em Bela Vista, é mais do que 
sonho. 
.JÁ O PORTO em P'orto Martinho é ma realidade. 
grupos da imeiattva privada estão interessados. lodos 
esperam que o Governo do Estado (leia-se Dr Wilson) 
termine o asfalto de ardam a Porto Murtinho 
• GARIBALDI DA ROSA, Carlos "Cachito" Ocáriz, 
Renato de Souza Rosa e Ali rio Villasanti fizeram pergunta 
aos palestrantes, motivando ma palestra din@mica e 
altamente estimulante aos interesses da região. 
•O ROTARY pode ser questionado sobre vários tema» 
ou particularidades, mas nunca por omissão, na atual gestão 
a comunidade aprendeu a admirar o Clube que não é perfeito. 
mas integrado por pessoas que realmente estão preocupadas 
com o futuro de Bela Vista. 
PALAVRAS DE UM AMIGO, "o Rotary em Bela 
Vista tr1111sfor111011-se n11111 foro de debates, houve 
reciclagem de seus membros, respira-se 1111111 atmosfera de 
diálogo e de respeito às idéias. 
• PARECE-ME OUE a construção do porto em 
Martinho é o UNICO caminho para redimir a região Sudoeste 
do Estado. Fora disso . Murtinho, Bela V'ista e Caracol ficarão 
mesmo como "fundoes" Fim de linha. Prá não dizer fim da 
icada 
OUTRO AMIGO estranha a ausência de Vereadores 
no Fórum de Debates promovido pelo Rotary, "deveria 
haver a participação de alguns Vaeat!ores, tio Prefeito, tia 
Promotora, do Presidente tia Associação Comercial, 
Sindicato Rural e demais Clubes de Serviços. Bem 
lembrado. 
QUANDO O Deputado Antonio Carlos Arroyo se 
apresentar no Rotary. ele que se transformou no Deputado 
da oposição que mais critica o Governo (e defende o ex­ 
Governador Pedro Pedrossian) evidentemente terá mais 
subsídios para oferecer não só a respeito do porto mas 
também sobre o futuro de Bela Vista e região. 
* COM LIGAÇÕES NO PARAGUAI, o Vereador 
Roney 1i1oraes Simões está preparado para falar a respeito 
do MERCOSUL e suas implicflções em Bela Vista. Roney 
acredita que o assumo ainda não foi ventilado corretamente. 
Concordamos. 
• FALANDO EM RONEY. ele é um dos jovens que quer 
mudanças na política belavistense, junto com Renato de 
Souza Rosa, Fernando de Barros. Geraldo Murano, 
retendem mudar o centro de poder. a palavra é 
RENOVAÇiO. 
• PALAVRAS PESADAS: "Bela Vista precisa de um 
Prefeito que não seja oriundo da classe dos fazendeiros. Está 
na hora de mudar. Perdemos o bonde da história ao não 
elegermos o Dillon, ainda está em tempo de pararmos para 
ensar e começar tudo de novo". Eu entendi a mensagem. 
QUANDO O Zeca rio PT vir à Bela Vista falar no 
Rotary, teremos uma das mais produtivas reuniões 110 
Clube, isto porque o Zeca tem sensibilidade para os 
roblemas sociais. E Bela Vista, com raras excessães, acha 
que dar sacolõcs, remédio:,, etc, é resolver os problemas 
sociais. 
1 
I. Pereira 
,. 
MUITA GENTE comentando que Edson Morais, ' 
Fernando de Freitas Elias e Garibaldi da Rosa Neto seriam Í 
os candidatos a Prefeito Municipal. E onde fica a a/ajm·em? 1 '· 
O povo quer mudanças.

hrher Pro,i @en e, Sensors Jpu 
nhas contidreraçüet até o pretente mmen­ 
to, for sm de natureza técnica, relativamen 
e ano Projeto de Lei ora apresentado é ne- 
ir1o não e confundir a Pesca Comer­ 
cal com a Peca Desportiva, Enquanto a 
com f1nulidade comercial depreda, degrada 
e diz1ma, a Peca Desportiva traz reulta­ 
do benéficos ao stado, com fluxo de tu­ 
ri+mo e possibilitando o surgimento de um 
íl'"!rc.1r!o do 111,,õ de obra dos pilotc1roc, ca­ 
;adores de iscas, etc. 
Tem por objct1vo· o prcGcntc Projeto de 
Lei , n proib1cJo dcf1nitiva da Pesca Co­ 
mercial om Mato Grosso do Sul, respeitando 
Pesca Artesanal, como conta do própr1o 
projto: 
somente para se fazer um rctrocpccto 
dou malc!fic1on da Pesca Comercial, é bom - 
que se saiba, que a Policia Florestal efe­ 
tuou il!.l rJeguintcs apreensões: 
em 1991 80.564 quilos de pescado 
cm 1992 72.869 quilos do pescado 
cm 1993 55.735 quilos de pescado 
cm 1994 47.776 quilos de pescado 
Observa-se uma dirninuicão da quantidade, 
devendo-se a isto o melhor desempenho da - 
Polícia Florestal, que foi devidamente 
equipada e seus homens passaram por treina 
rncntos. Mas o ideal, seria não se ter ne­ 
nhuma apreensão e que a conscientizacão 
fosse urna realidade. 
Deve-se ressaltar que, malgrado as difi 
culdades, conseguiu-se efetuar fiscaliza-­ 
ções, mas não podemos nos iludir, a quanti 
dane de peixes capturados para fim comer-­ 
cial, é infinitamente maior do que as apre 
ensões. 	- 
O pescador desportivo não degrada, não 
usa redes, tem a atividade como forma de - 
lazer, enqÚanto a pesca profiss1.onal usa - 
de todos os meios ilícitos para sua fina­ 
lidade e o próprio pescador não é remunera 
do devidamente, pois recebe uma miséria pe 
los peixes enquanto os atravessadores e: 
frigoríficos ficam com a parte do leão. 
A pesca desportiva está regulamentaâa pe 
lo Decreto no 8.133 de 10 de janeiro de 95, 
estipulando as quantidades permitidas para 
1 
esse tipo de atividade, também chamada de 
pesca amadora. Parece que o assunto está - 
equacionado, inclusive está sendo objeto - 
de estudos por parte da Secretaria do Meio 
Ambiente e do Conselho Estadual de Contro­ 
le Ambiental-CECA. 
Em 1994, mais de 120.000 turistas vie- 
l rama Mato Grosso do Sul, praticar a pesca 
1 desportiva e como consequência está haven­ 
do um incremento ao turismo. Em Porto Mur­ 
tinho, como exemplo, não mais existem pes­ 
cadores profissionais, pois foram aprovei­ 
tados para trabalhar como piloteiros nd - 
area de turismo e consequentemente não hou 
ve nenhum prejuízo aos então pescadores 
1 
profissionais, bem ao contrário, pois como 
, 2.} 
' . , .. 
Pronunciamento do Deputado Arroyo 
ploteuros estão recebendo em medi. R - 
700,00 por mês que é muito maus do que re­ 
ccbiam como pescadores. 
A pro1buçio da poca comercial está d­ 
retamente relacionada com um maior desen­ 
vo lv1monto da área do turismo, pois o Pan­ 
tar.l hoje é o principal local para pesca 
cx1tente m nosso Pais, omente se rival! 
zando com a Bacia Amazônica, que tem coo 
inconveniente a distância e as dificulda- 
Precisamos proibir a pesca com fim co­ 
rnerc1.al, para que o Pantanal não se torne 
apenas uma lembrança. E nesta luta_estou - 
acompanhado pela Aspadama-Assoc1acao dos - 
pescadores amadores de Mato Grosso do Sul, 
pela SODEPAN-Socicdade de -Defesa do Panta­ 
nal e pela ACERT-Associação Corunbaense 
dos Empresários de Turismo, que pedem as - 
providências que apresento no Projeto de - 
Lc1. 
1
v0, por certo, poder4 e.tib lce: cond1- 
coes de regulamentação,_que ão venham a - 
interferir na preservação do Mao Abrente 
e dos recursos ambienta1s, 
Espero contar com aquiescência de m us 
nobres pares, para a provacio da presento 
normv, que será uma pererazação de ed1das 
preservac1on1stas importantes e que objetg 
vamo término d degradação ambiental 
atu. lmente existente em decorrência d. pes 
ca com finalidade comercial. 
, 
JUSTIFICATIVA 
o Presente Projeto de Lei objetiva esta 
bclccer regras perene; relativo a pro1-bi­ 
cão da pesr.a com fim comercial,nos limites 
de competência fiscalizadora do Estado de 
Mato Grosso do Sul. 
A proibicão da pesca com fim comercial, 
tem como suporte estabelecer condições - 
objetivas que asseguren a preservação do - 
Meio Ambiente e o património ambiental. 
A pesca com fim comercial em água inter 
nacional; é uma excepcionalidade em nosso 
país, pois no conceito Internacional prat! 
carnente todos os países proibiram, permi­ 
tindo tão somente a pesca comercial em 
oceanos e mares. 
No Projeto de Lei, ora apresentado, to­ 
mou-se o cuidado da manutenção da pesca ar 
tesanal, definindo-a e estabelecendo condi 
cões de possibilidades. Esta permissão tem 
por objetivo a continuidade de sobrevivên­ 
cia dqueles que até agora têm na pesca ru­ 
dimentar o seu sustento; limitando a comer 
cializacão em pequena escala, dentro do - 
território sul-matogrossense. Essa pesca - 
artesanal é aquela exercida pela populacão 
Ribeirinha, que tem no pescado o auto-su~ 
tento e'comercializam o excedente em restau 
:-cu, ~es e hotéis da região. O bom senso, r~ 
comenda a manutenção ainda dessa permissão, 
para que os pescadores que se enquadre ncs 
sa atividade, não sofram com uma repentinã· 
proibicão. 
O Comércio de iscas vivas, deverá ser - 
regulamentado, por ato proprio do Executi­ 
vo, no prazo de trinta dias após a publiç~­ 
cão da Lei. Não poderia ser esquecida estã 
atividade(captura de iscas vivas) que re­ 
presenta uma fonte de renda a uma popula- 
ção pré-determinada e, por estar diretamente 
ligada a atividade.Na área de turismo, o rxecu 
PROJETO DE LEI 
Pro1be a pesca comercial g !ato Grog 
so do Sul e, d outras provadénc1as. 
o Governador do Estndo dn M:ito Grosso 
do Sul, faco saber que • lc,::;embl '1-::l Le­ 
gislativa decreta e cu sancionou segui~ 
te Lei: 
Art.10 - Fica proibida a pesca com 
fim comercial em rios, lagos,reprcsa e 
açudes, nos limites du competência finca 
lizadora do Estado de Mato Grosso do Sul 
Art.20 - Fica permitida a pesca arte­ 
sanal, com fins de subsistência a manu­ 
tenção, devendo seu produto ser consumi­ 
do em território su-mato-grossense, res­ 
peitado o período de piracema. 
Parágrafo único - Para efeitos da prc 
sente Lei, considera-se artesanal com - 
fim de subsistência e manutcncão, aquela 
exercida por .pescador, individualmente - 
ou em regime de economia fam1-liar, não - 
compreendendo serviços de terceiros, vi­ 
sando o auto-consumo ou comércio de - 
subsistência. 
Art.39 - Fica permitida a comercial1- 
zação do pescado oriundo de psicultura, 
da pesca marítima e de origem de outras 
Unidades da Federação. 
Parágrafo primeiro - A Secretaria do 
Estado do Meio Ambiente e demais órgãos 
de fiscalização, respeitarão os estoques 
de pescado declarados pelos estabeleci­ 
mentos registrados. 
Parágrafo segundo - O trãns1-to de pes 
cado originário de outras Unidades da F 
deracão, ficará sujeito à fiscalização - 
dos órgãos estaduais competentes. 
Art.40 - O Poder Executivo, no prazo 
de 30(trinta) dias após a publicação do 
presente Lei, deverá estabelecer normas 
relativas à captura de iscas vivas, bem 
como sua comercialização. 
~Art.50- A presente Lei entra em vigor 
na data de sua publicação, revogadas as 
disposições em contrário. 
Campo Grande-MS/1995 
ITTLSON BARBOSA MARTINS - GOVERNADOR 
Representante da .Cé~éiã/l'f·º 1 do 
Mundo BUDWEISER (n lta e ara) 
# 
» t 
· ----=.-... 
Jogos de copos Aperitivos 
# 
l " -li 
Jogos de Isopor Wisky,Cervejas, Licores, Vinhos, Tequila, 
.J 
Eletrodomésticos 
50j0j a7ses a 
r&· • Ç 
-==--==--= 
Refrigerantes, Refrigerantes Diets 
Artigos de Perfumaria, 
Massas Italianas 
Bolos, Chocolates Brinquedos, 
1f para -contato 439 - 1568 - (Bela Vista-Brasil) 
1 RUA LO MAS VALENTINA, 402 - BELLA VI-STA/PARAGUAI

Ator4pt 
j 
Pasto e Reforma Agrária 
)llí1/ K.'IA'IA'!<l'IO 
A 
1
,1'1 8,629, <l<1 25 eh, fevereiro de 
[993, determina que toda propriedade 
rural que nao cumprir nua função no­ 
cfal e uno produzir dPntro do crit~­ 
rlo estabelecido para v micro-regi­ 
iio é passível de ato expropriatórlo, 
estabelecendo-se daí o que comumente 
chamam dl! reforma agr;Írin. 
Els af mal uma razio, se outra 
terra oferece e, no ntanto, nio exI 
te modalidade aluma de crédito nos - 
moldes oferectdos à produção agrícola. 
Pena que nossos banqueiros não vêem - 
com bons olhos tal financiamento. 
O artio I2 da Lei B.629 dfz que - 
não será passível de desapropriação , 
pura fino de reforma ;igrárlo, o imó­ 
vel que comprove estar sendo objeto 
não querem ter, para se fazer aumen- de implementação de projeto técnico. 
tnr n produtividade de sua terra. To- o proprietário cujo imóvel esteja 
da terra parada ou explorada InefI- abaixo do índice de produtividade cs­ 
cicntemcnte niio produz, não traz benc tabelecido pela Lei, ou o imóvel Já - 
ffcfo para ninguém, nem à sociedade : considerado improdutivo corre, portan 
Consequentemente, "ex v I legis", a es to, sério risco de tê-lo desapropr 1a: 
sa chama de improdutiva e, portanto: do para fins de reforma agrária. Em - 
pas~!vcl de passar o outras mãos - às ambos os casos, um projeto técnico 
do:i clwmados "sem-terra". Acredito feito por profissional habilitado e 
que esta não deveria ser a medida , entendido no assunto, além de ser vál 
pois, em se analisando a situação, es vula de escape de uma iminente desa­ 
taramos despindo um santo e cobrindÕ proprinção, é também a redenção de 
outro, 	urna área, devolvendo o seu dono a pro 
Ora, qunlquer pessoa que tenha a dutividade perdida e,• consequentemen: 
mínima noção de exploração agrícola te, o ganho há muito esquecido. 
sabe que essa atividade se apóia no- Para nós, agrônomos projetistas,es 
tripé capital-terra-trabalho. Assim , ta é a melhor parte da lei, aumentan­ 
assentarem, por força de lei, pessoas do-nos nosso campo de trabalho e para 
nas terras desapropria-- m m l le u===u os proprfetar1os ser 
das sem oferecer - 1hes A PECUARIA ve como defesa para 
o capital necessário 	não se perder a ter- 
para o exercício da att PODE SER ra, ou a oportunida- 
vidade agrícola, e ans- UTILIZADA PARA de de realmente tor- 
nas deixar o tripé ca- 	nar seu imóvel produ 
penga. Não basta só a TORNAR A tivo e ganhar dinhei 
boa vontade ao trabalho, PROPRIEDADE ro com a-pecuária. - 
quase sempre braçal; sem 	O Me rcosul vai 
conhecimento tecnolÓgi- PRODUTIVA exigir eficiência e 
co não se vislumbra mui ªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªªª modernidade da pecuá 
ta possibilidade de su: 	ria brasileira. Nos: 
cesso dos assentados neste mercado - nos parceiros argentinos e uruguaios 
globalizado de altíssima competitivi- conseguem produzir carne de melhor 
dade em produção qualitativa e quant! qualidade por um preço menor. Na Ar­ 
tativa. 	gentina, por exemplo, a produção rela 
Na exploração pecuária em particu- tiva é quase 507 acima da produção - 
lar, ramo no qual estamos nos dedican brasileira. Com quase um terço do re 
do totalmente, fazendo estudos e pes- banho brasileiro, os argentinos conse 
quisas, 0 caso é mais grave ainda.Den guem produzir quase a metade da nossa 
tre os proprietários de terra que nos produção. No Brasil o gado fica ern me 
procuram, a maioria deles tem suas dia 50 meses no pasto, enquanto que , 
ter.~s ou adquiridas há tempos, por - na Argentina, vai para o abate em 30 
preço bem barato, ou herdadas. Outros, meses. Somados a precocidade e o tipo 
inda, adquiridas por meio de posse - de manejo, temos como resultante uma 
longínqua. Esses proprietários, de mg carne mais tenra, macia e de melhor 
do geral, não têm ou dinheiro ou tec- qualidade. 
nica para tornar sua terra mais produ No Mato Grosso do Sul, o Governo - 
tiva dentro do padrão estabelecido pe incentiva a produção de novilho preco 
la Lei. Outra vez o tripé se nos apre ce, dando incentivo de formas diver-­ 
senta coxo, capenga. Vontade de traba sas como, por exemplo, isenções de 
lhar, ânimo ou desafio podem até ter, tributos, mas a qualidade do produto 
mas sem O capital para investir no - não vai depender do incentivo. e uma 
imõvel, é impossível gerir os nego- exigência do consumidor. e preciso, 
cios. 	pois aliar o manejo de gado, genética, 
Outra incongruência gritante é o sanidade animal à formação e manejo - 
governo financiar a produção agrícola. de pastagem. Este item, a nosso ver , 
e um financiamento de alto risco, de deveria ser prioritário. Não adianta 
maquinário, de sorte, principalmente. a genética, sem comida no bucho do 
Na pecuária há O risco, tombem, porem animal. O começo de tudo deveria ser 
bem menor. o setor é mais capitaliza- a agricultura de pastagem. 
do: tem-se a garantia que a propria - 
INSS revisa benefícios rurais para 
combater fraudes nas aposentadorias 
No final do ano passado, os auditg 
res do INSS/MS Identificaram fraudes 
cometidas nas concessões de benef{­ 
cios rurais, no período de 93/94, co 
cedidas através dos Correios. 
Na maioria dos casos, as fraudes - 
são feitas com declarações forjadas 
de proprietários rurais. Os falsos - 
trabalhadores rurais conseguem duas 
testemunhas de que trabalham em deter 
minada área rural e informam ao promg 
tor de justiça. 
Em Mato Grosso do Sul, os audito- 
res do INSS levantaram 13 municípios 
em que as fraudes foram observadas.Os 
.- C ã com 42 casos: 
municípios sao: 'amapu » 
Bandeirante, 03 casos; Nioaque, 
02
;Be 
la Vista, 29; Mundo Novo, 25; Amambai 
I4: Ponta Porá, 27; Miranda,OI; Navi­ 
ra1, II: Ivinhea, Ol; Aparecida do - 
Ta6ado,04; e o Município goiano de - 
ItaJá, que é atendido pelo Município 
de Cassilância, com 12 casos. 
En consequência co as diretrizes 
i 
'rio da Previden­ 
traçadas pelo Min.ste: 
eia e Assistência Social relativas a 
Revisão dos benefícios rur,ú.:;' ª Pre- 
vidência Sucial efetunrj cobranças - 
das contribuições sociais referentes 
à relação de emprego consignadas em 
declaracões que geraram pagamento de 
benefícios. 
Com a implantação do Projeto nO - 
mês de abril próximo,todos os empre­ 
gadores rurais serão recadastrados e 
notificados, no sentido do pagamento 
das contribuições, acrescidos de mul 
ta, juros e correção monetária a par 
tir de julho de 91. 	- 
Nessa operação serão revistos a­ 
proximadamente 14 mil e 800 proces­ 
sos no Estado sobre benefícios conce 
didos no período de julho de 91 a 
agosto de 94. 
A Previdência Social está alertan 
do aos empregadores rurais no senti: 
do de sõ fornecer declaração para - 
verdadeiros trabalhadores rurais. Ca 
so contrário, além de ter de pagar: 
as contribuições devidas, responderá 
a processo criminal por falsidade 
ideológica. Os beneficies rurais de 
quem tenha direito serão mantidos. 
Pecuaristas tentam 
forçar alta 
0 mercado de carnes entev be, ofertado na ter1 
na passada, com os pecuarIs as m is capita!!zados 
optando pela engorda do zado ns tentativa de for­ 
çar uma alta dos preços. lo quinta-f Ira passada - 
fontes paulistas indicavam pre.s ao de venda a Rs 
23,00 sem registro de negócios nesse nfve!s. "A - 
oferta está pais expressiva por parte do Mato Gros 
so do Sul e o Mato Grosso, rezfôs com talor dispó 
nfbf1idade de anfaLs", observa Mar!z!lda Cuerrel­ 
ra, da Perdigão. Destaca que os fr!orificos estão 
obastecidos com esc:.:ilnsfornadas até a próxima quar­ 
ta-feira. Em Santa Catarina a arroba fechou a sea 
na a R$ 21/22,00 com registro de boa o f r t a de pró 
duto do Paraná e RIo Grande do Sul. O mercado esta 
ria, inclusive, comercializando carne orgcntina , 
adquirida a preços bem conpctltivos, informou o 
Instituto de Planejamento e Economia Agdcoli:i-CF.P,. 
Os analistns também consideram altos os n!vcis pra 
ticados lembrando que, historicamente, a arroba C 
comercializada a R$ 18.00/R$ 20,00 nesse período 
"Além da proximidade <lo pico da safra o mercado en 
frenta grande pressão de oferta de frango, favore­ 
cido pelos baixos preços dos insuoos", com.enta fon 
te da CEPA. 
Soja: Protesto 
esfria mercado 
A semana passada caracterizou-se por lentidão - 
na comercialização da safra nova. Segundo traders 
uma série de fatores está atrapalhando as negocia­ 
ções. As cooperativas decidiram paralisar as opera 
çôes na última sama para protestar contra a pol!t~ 
agrícola oficial. Os produtores também estão evi­ 
tando negociar aos preços oferecidos pela indústr i.a, 
em torno de R$ 9,10 em São Paulo. A elevação dos 
preços em Chicago, na quarta-feira passada, re­ 
traiu os compradores, 
A colheita se desenvolveu de forma satisfatória 
na semana passada praticamente em todo o país. Os 
produtores estão comemorando os rendimentos médios 
obtidos, que deverão levar o Brasil a colher sua - 
maior safra de grãos. Levantamento de Safras e Mer 
cado indica uma supersafra de 25,S milhões de tone 
ladas. O Último número do Departamento de Agricul: 
tura dos Estados Unidos reavaliou a safra brasilei 
rapara 2S,1 milhões de toneladas. 
Cautela com Arroz 
A seman foi de cautela para o mercado de arroz 
com compradores à espera de uma queda mais acen­ 
tuada das cotações a partir da intensificação da - 
colheita. Em Alegrete/RS indústria local indica 
venda da totalidade de 107 da produção colhida,com 
o arroz casca negociado entre RS 8,00/RS 9,00 de­ 
pendendo do rendimento de grão inteiro. "Tem produ 
tor pedindo adiantamento pelo arroz que está por 
entrar", comenta fonte da Pileco, destacando que - 
somente o produtor mais capitalizado deve reter a 
produção à espera de uma melhor remuneração. A ex­ 
pectativa, no entanto, é que cerca de 507 da safra 
seja negociado aos níveis de R$ 8,00/R$ 8,50 ou se 
ja, abaixo do ínimo. Na Pileco, por exemplo, as: 
compras apesar de lentas totalizam cerca de 100 
mil sacas nos Últimos IS dias. O mercado foi de a­ 
bestecimento também para São Paulo com estimativa 
de que teria adquirido 37. da produção gaúcha. 
1 
DE LEILAO 
1 
1 
- 
O fA '+; 
o1 ·sior« -I 
arca "" se desenrola- l 
va nora!mente no Par l 
ue de Expostçes ao 
hAqu{d4usna, 	! 
t 0s touros robustos, 
divididos e m 	l o t e s 	h o - 
mogéneos, eram arresa­ 
tados rapidamente pe­ 
los fazendeiros da re- 
1
11 !~o. ! 
DPntr. CIP, º Joa- I 
q u i n Carvalho e r a o 	- 
'r a I s afoito. D e 	" Mr! 
gar" por u lote que+ 
queria, e sair vitorio' 
so, mandou que a pts-l 
teira desse um recado { 
aos presentes. l 
Controlando o riso, 
a moça cumpriu a mio- ' 
são, declarando com 
voz pousada e 5egura , , 
ao microfone: 
-- O Sr.Joaquim Car-! 
valho manda dizer que 
aqui no recinto pode - 
ter homem mais bonito 
do que ele, porém, com 
mais dinheiro não tem! 
Se o leilão já vi­ 
nha animado, após esse 
desafio, esfourou. Nun 
ca ~endi reprodutores: 
tão disputados, como 
nessa tarde em Aqui- 
dauana. 
O Luiz Otávio é um 
bom leiloeiro. 
Voz grossa, cadên­ 
c1a, conhecimento da - 
mercadoria que oferece 
à venda, fazem dele um 
profissional disputado 
pelas inúmeras firmas 
especializadas em lei­ 
lões rurais. • 
Naquela época, esta 
va iniciando a nova 
profissão. 
O remate era em An-­ 
dradina. No picadeiro, 
a égua alazã não conse 
guia despertar o inte­ 
resse dos presentes . 
Querendo esquentar 0 - 
leilão, o Luiz Otávio 
explodia elogios ao 
animal sob pregão: 
- Só 20 mil pores­ 
sa égua soberba? É uma 
absurdo! Se ela esti­ 
vesse em Mato Grosso - 
do Sul e eu não fosse 
pagar frete e ICM, co­ 
mo voces.aqui não vão 
pagar, a compraria, no 
minimo por 80 mil!Acor 
dem! 
E o leilão prosse­ 
guia em seu ritmo len- 
____________________________ ,to. 
1 De repente, alguém, afastando o marasmo, deu o lance sugerido pelo lei­ 
[loeiro: 80 mil. 
O Luiz Otavio, radiante,ansioso para saber quem fora o corajoso arrena­ 
tante, deu a palavra ao pisteiro, que fez o anúncio de praxe: 
- O comprador do lote anterior foi o Sr.Luiz Otávio. O Sindicato Rural 
vci pagar o frete e o ICM para que o nosso valoroso leiloeiro possa levar a 
éua, tão gabada por ele, para Mato Grosso do Sul ... 
Aquele leilão estava animado. Diferente. Variado. Era bicho de todas as 
espécies. Bovinos, equinos, pequenos animais. O João Humberto de Carvalho, 
dono da festa, em Uberaba, contente, rindo à toa. 
De repente, chegou a vez de um jumento ser submetido à apreciação dos - 
compradores. 
Bonito, bem tratado, as orelhas em riste atestando a altivez do reprodu 
tor. UE friso escuro, correndo lombo afora, principal caracteristica da rã 
ça pega, terminava na cauda sedosa, escovada com esmero. 
0 animal impressionava. 
Os lances de sucediam num crescente avassalador até a oferta culminante, 1 
feita por conhecido político goiano. 	1 
O leiloeiro, e;"ltusiasr.iado com o sucesso do recate, dando as três tradi- ,
1 
clonais marteladas, divulgou o arrematante influente: 
FUL
-ANTOeDmoEs a satisfação de anuncior que o comprador do último lote foi O Srl 
TAL, governador eleito do povo goiano! 
E, concluindo, sem se dor conta da gafe que cometia: 
- Mais um iumento ara o Estado de Goiás! (Do Livro 3 Casos)

EUNIÃO DO ROTARY EM BELA VISTA 
Moka e OsóriÓ defendem o Porto de Mortinho 
1  ' I'IA - IO OMKE! P!EN r E) 
O Deputado Valdemir Moka o o Vereador O 
ório 'frand. dos Santos participaram de u 
m reunião no Rotary CIub proferindo paloe,­ 
trat obre o por t..o de cxportr1çflo cm Por. to 
Murtunho, suas perspectivas e a implanta - 
cão da zona de livre comércio na fronte1 
ra. 
O Rotary de Bola Vista que congrega im 
port:intcr. 11.dcrnnçilG do Município, catá 
realizando uma ér1e de palestras e reu­ 
n1ões para debater assuntos de interesses, 
no ó do Município lll:lS de toda a região - 
da fronte1ra e sudoeste 
Antes do início das palestras, o prcsi­ 
clcn t:c do clube, jornalista e escritor Ival 
do Pereira falou dos objetivos do Rotary 
de suas metas e da filosofia rotária onde 
, o importante é o SERVIR, disse que "um clu 
be de 1déias congrega sócios das mais di­ 
vercas tcndênciils, isto não implica cm an- 
tagonismos, muito pelo contrário, das idé 
ias aparentemente contraditórias, chega, se 
a sintese num ponto comum, através dos de­ 
bates e do d1.álogo, o rotariano e a rota 
r1.ana são abertos às novas idéias, à buscã 
do aperfeiçoamento das comunidades onde 
servem". 
osório Miranda dos santos 
Com uma platéia atenta ei interessada, o 
Vereador Osório fez uma das mais brilhan - 
tes palestras já realizadas no clube de 
serviços. Fez um relato minucioso sobre a 
evolução do aproveitamento das hidrovias - 
na história do Brasil, Argentina, Paraguai 
e Uruguai, citando fatos, documentos,dimen 
sionando a real importância do aproveita 
mento das vias navegáveis de nosso país e 
dos integrantes do Mercosul. Por mais de 
10 minutos Osório demonstrou a viabilidade 
do porto de exportação em Mortinho que be­ 
nef_iciarâ toda tu região, com reflexos posi 
tivos para b economia regional, geração de 
~~pregos e a transformação radical do per 
f1l do Sudoeste e fronteira. 	- 
Disse que o porto em Mortinho não tem - 
nada a ver com o porto de Conceição, são 
objetivos distintos, para nós o que impor­ 
ta e a v1.ab1.l1.zaçao do nosso porto, isto 
hoje' é uma realidade. Foram construidos vá 
rios terminais e a iniciativa privada jã 
se corrq:,rareteu a terminar as obras. Resta - 
agora aguardar o término das obras de pavi 
j mentaçao asfaltica de Jardim à Porto MurtI 
j nho, a pavimentação da rodovia Antonio Jo­ 
.j ão - Bela Vista - Caracol. O futuro chegou 
disse Osor1.o, nosso porto é uma realidade. 
waldemir Moka 
, , 
• 1 O 10 V1.ce Pre;idcn te da Assembléia Le - 
'l gislat1.va, Deputado Moka, untes de se mani 
festar a respeito do porto, falou de sua 
participação da reunião em Pcnta Porã,quan 
do_ surgir~ comentários de que ele seria­ 
mais favoravel ao Porto de Conceição. Moka 
disse que participa de todas as reuniões , 
eventos, em_qualquer um dos Municípios do 
Estado, e não poderia ser o contrário, mas 
que houve deturpações de suas palavras.Não 
sou contra o porto de Conceição, hoje a 
produçao deve mesmo ser escoada por aquele 
porto, mas isto não quer dizer que não de­ 
fendo o porto de Murtinho, como seria con­ 
tra se a idéia de construir o porto nasceu 
na gestao do Heitor Miranda dos Santos 
foi uma idéia nossa, Moka falou do interes 
se de grupos em terminar as obras em MurtI 
nho, do que já foi construido· e da certe­ 
za de que o Governador Wilson Barbosa Mar.­ 
tins vai continuar as obras do asfalto de 
Jardim e Murtinho. 
Brilhantemente, o deputado discorreu so 
bre a implantação do porto, seus efeitos - 
para a fronteira e o novo Sudoeste que vai 
surgir. Disse que o seu maior compromisso 
ê como Sudoeste e que agora não se encon­ 
tra sozinho nesta luta, temos os deputados 
Aroyo, Valdir Neves, -Zeca-do PT, todos - 
compromissados com a nossa região. 
A respeito da zona de livre comércio Mo 
ka disse que já contatou o deputado feaé - 
~al André Puccinelli, todos nós temos 'que 
batalhar, não é fácil, mas vamos batalhar. 
Moka falou também à respeito de vários 
temas, _comércio na, fronteira, influência - 
do com
7
rcio de Bella Vista (Paraguai) .. em 
Bela Vista (Brasil), a concorrência desi - 
gual por causa dos impostos, foi profunda­ 
mente conciliador no tocante à temas poli­ 
ticos, como e de seu feitio, o deputado de 
monstrou capacidade, inteligência e muita­ 
verve. ~ostrou que ~stá propenso a dialo­ 
gar com todas as lideranças para se deba - 
ter e tornar realidade os sonhos do povo 
fronteiriço. 
( ,/ 
f; - 
1-- 
..< 
DEBATES 
Vár1o rotarianos par 1c1parar dos de 
bates, fazendo perguntas, questionando é 
sugerindo. Gar1bnld1 cln Ror;a tlet..o, Car - 
los A. Ocar1z, Alír1o Vilasanti Renato 
Pereira (Coordenador das palestras), o 
convidado Chiquinho da Javet,, Renato Sou 
za Rosa, Luiz Carlos Rahl, Roberval Bor 
Jges, além de questionarem vários atpec-­ 
tos das palestras, criticaram medidas,fi 
zeram sugestões enfim mais uma vez o@ 
rotarianos de Bela Vista dc.:nonstraram a 
finalidde do clube, SERVIR, mas, acima - 
de tudo, um clube de idéias, 
VISITAS ILUSTRES 
Além do Francisco (Chiquinho) da Ja - 
vet, prestigiaram o evento, o Secretário 
d~ Educação de Bela Vista, Paulo Melo,os 
empresários Felix e Ramão Alves, ambos - 
ferrenhos defensores do porto de exporta 
cão e da integração dos Municípios da 
fronteira. 
Felix Alves, um dos candidatos a can­ 
didato a Prefeito de Porto Mortinho, dis 
se que "todos os rotarianos de Bela Vis= 
ta estão de parabéns, a reunião foi mui­ 
to produtiva e demonstra que o sudoeste 
e a fronteira estão unidos em defesa de 
seus interesses", 
FLAGRANTES DO ENCONTRO 
r/ 
Roberva, Moka e Paulo Melo 
1 
s 
et 
r- .. 
: "' ; 
. 4 
-2. y 
A 
-· 
n r 
Roberval cm seu pronunciamento. 
Felix Alves c"Rfn;:ito Pereira 
J 
-- 
vai@ir a 
Flagrantes da Reunião 
Garibalde: da Ros::i Neto 
.. 
Mesa Diretora dos Trabalhos 
(SEJA AMIGO)

A - /j 
ERAS TU SENHOR?! 
Quaresma, tempo de Conversão 
O tempo da quaresma vem estimular vor dos "pequenino" LC. 13, 
ea necesfdade do mudança de vida 50 9s. 
dons cristãos, Jesus em eu Evangelho A morte de Jesus ê o último ato - 
ensina e dá c plo de eu amor pelo, de misericórdia, de serviço e per­ 
pequenos e uscltn gestos concutos dão. Jesus diste "não hã ma!or amor 
de misericórdia da pensoa, do que dar u vida pclo:J::lir,o Jo 15,15 . 
A Fraternidade como tal é a meta '' a solidariedade como o destino hu 
de todas as Igrejas CrInts. E por - mano,., n h:irnonLa plenitude de uma 
crer que> a fraternidade nos torna ma dedicação desinteressada à causa do 
1 fl humano ri, r;p jn qual for a conflsgo homem, à verdade, ao amor", "Crer - 
rcltcioKo, 
0 convite de convcrsiio,mu no filho crucificado oignifica ver 
dança interior é cr.terdido n todaÕ o Pai, significa que o amor está pre 
as pessoas de boa vontade, que quel- ente no mundo e que este :JMor é n:.,­ 
ram abrir seus corações aos Irmãos, is forte do que toda espécie de r.~,l 
Um primeiro pnsr,o é a "Co .. versiio cm que oh:xrcm,n huronidade e o mundo 
do Coração", sentir a dor do outro estão envolvidos, Com Jesus muda a 
como nc fonnc sua, Consequentemente lógica dou sistPmas existentes, há 
ir l!lllis além do que pequenos gestor,: inverr.iio de valores e prioridade. As 
mas realizar 1.im cHforço por uma orga proutitut:,s precederão no Reino dos 
nização mais ampla 11 fim de modifi = Céus on religiosos e donos do poder 
cnr ns condições que deixam tantos MT. 21, 31. Ao ladrão condenado e as 
inníios n ITlllrgem das benesses que a sassino ao seu lado, prometeu o Par 
vida proporciona. 	íso LC. 23, 39-43. 
MILHÕES DE EXCLU!DOS A Igreja primitiva defende a uni- 
versidade da salvação em cumprimento 
da profecia de Isaias que diz nao rg 
jeitar c0s que o procuram e "sua ca­ 
sa será casa de Oração para todos os 
povos" IS. 56, 1-8. 
Misericórdia segundo a Bíblia é 
uma aciio-concreta provocada diante - 
do sofrimento de alguém, ou seja, a­ 
tender e ajudar os necessitados,. os 
Os documentos de Puebla e reforca pequeninos", e supor.tar, também com 
do aos de Santo Domingo descrevem Õ misericórdia a perseguição e a exclu 
retrato dos excluídos: são rostos - são. O objetivo é alcançar a realiza 
desfigurados pela fome, desiludidos cão integral de todos e cada um: ã 
pelas promessas eleitoreiras, aterro começar pelos mais necessitados. 
rizados pela violência das ruas; ros 
tos angustiados dos menores abandona Todos os cristãos são chamados a 
dos, das mulheres desrespeitadas e solidarizar-se com os excluídos apo­ 
humilhadas: rostos das prostitutas , iando' suas lutas, suas organizações 
dos migrantes sem a acolhida digna - e suas lutas, fiuas organizações e su 
dos idosos sem condicÕes de sobrevi as as~ociaçÕes de base. Uma atitude­ 
vência, dos encarcerados, dos doen = fundamental do cristão é a de sempre 
tes sem assistência, e outros tantos· usar de seu lugar social para benefi 
que poderiam ser elencados dentre o ciar aqueles que mais precisam. Usar 
povo que tanto sofre. 	de sua influência se necessário para 
beneficiar a necessidade do Povo so­ 
frido. 
JO;l, 
São milhares as pessoa em situa­ 
cão de miséria ~bsoluta pelo Brasil 
e pelo mundo, consideradas descarlá­ 
veis pela sociedade. 
Por isBo, necessitam de nossa So­ 
lidariedade e Fraternidade. 
RETRATO DESTES EXCLU1DOS 
JESUS, A MISERICÓRDIA 
A missão de Jesus revela a ternu­ 
ra e a misericórdia de Deus, princi­ 
palmente aos mais deserdados. E siio 
os Evangelistas que mais falam sobre 
Jesus, que diante do sofrimento dos 
outros se comove, se compadece, MT - 
9,36 e Jo 11, 33-38. Ele próprio diz 
que as multidões lhe causam compai - 
xào MC. 6, 34; MT. 9, 36; 14, 14; 15; 
32. Os necessitados entendem isso: 
eles clamam "tem compaixão de mim" 
e são atendidos MT. 9, 27. 
A própria vida de Jesus anuncia e 
realiza um reviravouta total em fa- 
, 
Portanto é um tempo de mudança de 
mentalidade e de comportamento em to 
dos os níveis sociais; que Deus/Amor 
nos ajude a enfrentar o Novo com co­ 
ragem e responsabilidade. 
PAI NOSSO •.... ••'·• 
Pe. William Gonçalves (Pároco) 
PARÓQUIA 
SANTO AFONSO - MS 
Edital de· Proclamas 
Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do Registro Civil desta cidade - 
de Bela Vista-MS., faz saber a todos quantos o presente Edital de 
Proclamas virem que, apresentaram os documentos exigidos pelo rtig 
180 do Código Civil Brasileiro, incisos I-II e IV,e pretenâem se casar: 
1 
' 
! Brasileiros, solteiros, naturais desta cidade de Bela Vista-MS, residen 
ltes nesta cidade; ele, vigilante, filho de Cas~iano Ledesma e de Evarista 
IVilalba Ledesma; ela, telefonista, filha de Zeferino Herrera Mart!futez e de 
Maria Ovidia Dias, 
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e JOELY APARECIDA DIAS MARTINEZ 
Se alguém 
souber de algum impedimento que se oponha 
BELA VISTA-MS, 20 DE MARÇO DE 1.995 
. 	' 
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Puccinelli consegue recursos 
para saúde sulmato grossense 
o ,or recobydo - 
em audiência pelo Mi 
nstro da Saúde,Adb 
Jat.ene, o deputado -­ 
André Puccincll1 
(PMDB) transmitiu a 
preocupação do Gover 
na dor Wilson Barbosa 
Mar t.1ns com relação 
a aquisição de equ1- 
pamentos 1mportantes 
para o funcionamento 
das unidades cons­ 
truidas pela admin1s 
tração anterior. Di 
e que o Estado no­ 
cessita de R$ 12 mi­ 
lhões pnro tornar a 
caúde accsuivcl, fun 
oional e figil fiu pei 
soas que buucam a ao 
siséncia gratuita. 
Foi. um encontro - 
considerado proveito 
so uma vez que o Mi: 
nistro assegurou a - 
liberação do montan­ 
te solicitado para - 
atendimento imediato 
das necessidades do 
Governo peemedebista, 
Medida que represen­ 
ta o início de uma - 
nova era na área da 
saúde pública. 
REALIDADE 
SULMJTOGROBSENSE 
O parlamentar fez 
ver ao Ministro que 
a realidade sulmato­ 
grossense não difere 
de outras localida­ 
des do país. Disse - 
que aqui a situação 
da saúde também pre­ 
cisa de cuidados es­ 
peciais. Por isso so 
licitou do Ministro­ 
Jatene o máximo de - 
empenho na liberação 
dos recursos que o - 
Estado necessita pa­ 
ra fazer funcionar - 
as unidades construi 
·. - 
A 
d& na capital e no 
interior. Destacou - 
que o Governo do Ec­ 
tado definiu, entre 
suas metas prioritá­ 
rias, a modernização 
do atendimento 11 UêlÚ 
de. 	- 
No documento que 
repaosou ao miniotro, 
conota que nou últi­ 
mos oito anos foram 
1nvectidos rccurcos 
apenas na rede físi­ 
ca hospitalar, dotan 
do o Estado com hos­ 
pitais de maior por­ 
te, unidades mistas 
e hemocentros que,no 
entanto, não estão - 
funcionando por fal­ 
ta de equipamentos e 
pessoal habilitado. 
Para atender a5 - 
necessidades adminiss 
trativas do novo go: 
verno, disse que são 
imprescindíveis a li 
heração de R$ 12 mi: 
lhões. O ministro 
adiantou ao deputado 
que parte do montan­ 
te sdlicitado já foi 
inserido no orçamen­ 
to deste ano, com li 
beracão imediata. Ga 
rantiu que o Minist 
rio pretende atender 
o pedido colocando à 
disposição do Estado 
R$ 2 milhões para 
treinamento e capaci 
tacão de recursos hÜ 
manos. 
PRIORIDADE 
ABSOLUTA 
Além do montante 
pleiteado, Puccinel­ 
li ouviu do ministro 
que tudo será feito 
rara que a saúde pú­ 
blica possa ser de- 
envolvida com ef1- 
c1enc1a, qualidade e 
respeito ao cidadão. 
Pucc1nell1. fLcou ua­ 
tisfe1to na condição 
de nildico e político 
que se preocupa com 
a qualidade da saúde. 
Ainda durante a - 
audiência tomou co­ 
nhecimento da prcocu 
pacão do Ministério 
em colocar em práti­ 
ca um programa volta 
do a difusão da medi 
cina prevetiva. Recõ 
nhece que investimen 
tos na prevenção de 
doenças é muito im­ 
portante para se al- 
çançar o objetivo 
proposto, ou seja, 
oferecer o que exis­ 
te de melhor na qua­ 
lidade devida de uma 
pais em desenvolvi­ 
nento.Aproveitõu pa-· 
ra transmitir ao mi­ 
nistro a total confi 
anca do povo de Matõ 
Grosso do Sul,na efi 
ciência administrati 
va do Ministro Jate­ 
ne. 
Segundo Puccinel­ 
li, o crédito de con 
fiança está fundamen 
tado no passado de: 
um homem que em ne 
nhum momento rele­ 
gou a segundo plano 
o bem-estar da popu­ 
lação brasileira. Ao 
concluir o parlamen­ 
tar comentou:"o Pre­ 
sidente Fernando Hen 
rique Cardoso tem 
consciência que não 
existe Nação desen­ 
volvida sem que a 
saúde seja prioridade 
absoluta". 
Men4em lo Ministro do Exército aos Rechutas de 1.995. 
r 
Minhas prlcciras palavras são de boas-vindas h todos voces que ora desfrutam a Impar 
oportunidade de ombrear conosco nas fileiras da Força terrestre. 
Dese)o, tarbén, cumprimentá-los por essa verdadeira conquista, que constitui 1.mportnntc 
degrau na escalada de vida do cidadao. 
Ao prestar o Serviço Hilltar, voces estão dell)OnstrandQ signUlcat1vo gesto de desprendi 
menta, 'pois ofertarão alguns meses de suas e4,istênc1ns 'a nossn Pátria que aprenderão a cÕ 
nhecer em maior oportunidade e a amar com mais intensidade. ' 	- 
O E..'(ercito, ass1~ como a Marinha e a Aeroná.utic.a, é uma institui~ão nacional de caráter 
pcrm.:inente, forjada no longo da nossa história pelo cnlor dos íeitos gloriosos da gente - 
brnsilc1ro. ~rticulndo cm todo o território nacional, é destinado, com exclusividade, .Õ. de 
fesa dos interesses do Brasil, dentre estes a soberania, a paz e o progresso do nosso pcvÕ. 
Por algum tempo, voccs cstarao participando l:ltivruoente dessa nobre e grandiosa mi-ssao 
envergando o uniforme verde-ollva; que devem honrar com o máxino fervor. 	• ' 
Con certeza, para muitos, a prestação do Serviço Militar significará o despontar de u 
ideal. A grandeza da missao, Q surgimento de novas amizades,a sã camaradagem, a vidá sa­ 
lutar, a superação de desafios, as conquistas pessoais, as lições de cidadania. são alguns 
dos ~spectos sil,n1flcatlvos dn caserna. 	' ' 
Nao tenham duvidas _ nos quartéis voc:es estarão stfndo bem ~reparados não sõ para defen 
der a Patria, mns ~.:imbcc para en[rentar com intrepidez os obstaculos que se lhes apresen­ 
tare no futuro, )a que passarão a conhecer as suas próprias ·potencinllc!ades. ~ • • 
Trata-se de curta, porém muito importante, etapa na vida do cidadão. Aproveitem-na éom 
todo o empenho, pois assln, experimentarão a recompensa da satisfação pessoal e farão par 
merecer a distinçao de portar consigo o s[mbolo do Exército. Exerçam o direito de ph,atar 
o Serviço Militar e sua plenitude e sejam credores do orgulho de seus familiares e do re- 
conhecimento d.1 Nação Brnsileirn. 	• • 
Assi.c procedendo, estarão 'cultuando as. tradições do ExércttO e honrando os exemplos le--. 
gados por· nosso P.:1trono - o DUQUE OE CAXIAS - e por nossos heróis de todos. os tempos. 
Sejam l!lUlto• felizes entre nós! 	• :· 
General-de-Exército Zen!ldo de Lucena 
Ministro de Estado do Exército 
Gen.Bda Rôulo BLnI Pereira-Chefe do CCOMSEX 
Carta de Bela Vista 
A presente carte, 
vo e ubcrovo com.o 
feito da cidade, tem 
de advertência, protesto e co­ 
branca, cujo endereço específr 
co 0 ~ rcprccentaçfio política 
de nossso povo na Assembléia 
Legislativa e no Congresso Na­ 
c1onal. 
Temo observado pela Impren 
5a a grande preocupação de no 
sos legisladores com os seus - 
próprios salárioo, nomeação de 
assessores e outros assuntos 
que nao vêm em direção aos in­ 
teresses de nossa populaciio. 
Foram gastos 5 anos para o 
preparo do terreno onde seria 
assentado o MERCOSUL, no entan 
to, gastou-se esse período d@ 
tempo sem nada programar que - 
viesse beneficiar os residen­ 
tes na fronteira do País. Como 
consequência, especialmente 
nós os belavistenses, "ficamos 
no mato sem cachorro", ou seja, 
fomos excluídos dos benefícios 
que nos deveria trazer a ins­ 
talação do Mercosul. 
Nos dias atuais, o comércio 
belavistense e outras ativida­ 
des estão marchando para cer­ 
rar as portas, acompanhando - 
aquelas empresas que já as cer 
raram. 
Mas porque tudo isso?Porque 
os nossos representantes nos - 
poderes executivos e legislati 
vo fecharam os olhos, deixan-­ 
do-nos no completo esquecimen­ 
to, como se esta região não 
existisse ou fosse como era an 
tes da guerra do Paraguai, umã 
terra de ninguém. 
A população de Ponta Porã, 
segundo notícias da imprensa, 
está prestes a ser considerada 
uma ZONA DE LIVRE COMERCIO, on 
de os pontaporaenses lutarão; 
no comércio internacional, em 
igualdade de condições entre - 
os povos brasileiro e para­ 
guaio. 
E porque nós não estamos in 
cluidos nesse projeto de ZONA­ 
DE LIVRE COMERCIO? Pela inape­ 
tência, pela inoperanca, pelo 
descaso de nossos representan­ 
tes políticos, que nos procu­ 
ram atras de-nosso voto, ele­ 
gem-se, voltam a região, quan­ 
do voltam, dão palmadas em nos 
que ·scrg 
v1ce-pre 
carater- 
1 
5'l!'i c~:..-t.1z, ,.i=;:- ~.:!cc -.. ,, de- l 
pois... decorrem quatr anos e 
regressam à terra a b u sca 	d 	[ 
votos com uma mala cheia de 
promessas e outras coutas - 
r:ws ... 
Nó temos um Governador d 
Estado, 24 deputados estaduais, 
8 deputados federais o 3 sena-! 
dores da Repúblca. ' os nos­ 
sos problemas ond estão? Es­ 
condido nos fundos de uma mala 
de esqu cimento. 
Esta é uma mens .gem de ad­ 
vertênc1a. O nosso povo está - 
alerta e irá cobrar no futuro. 
Esta é uma mensagem de protes­ 
tos, que será levada para o fg 
turo e relembrada nas futuras 
campanhas políticas eleitorais. 
Esta é uma mensagem do cobran­ 
ça. O nosso povo cobra. Quere­ 
mos participar do Mercosul, e 
não senaos mero expectadores - 
da desgraça, do sofrimento, 
da miséria de um povo. 
Esta cobruncn vai mais além. 
Exigimos participar da Zona de 
Livre Comércio a ser instalada 
em Ponta Porã. Como? Com uma - 
emenda de nossos representan­ 
tes no Congresso Nacional. Com 
a luta de nossos representan­ 
tes na Assembléia Legislativa, 
com o apóio de nosso Governa­ 
dor do Estado. 
Apelamos, ao final, às As­ 
sociações de classe(Sindicato 
Rural, Sindicato dos Trabalha­ 
dores Rurais, Associação Comer 
cial, Sinted etc), as entida-­ 
des de serviços(Rotary, Lions, 
Maçonaria, etc), à Cãmara de - 
Vereadores, ao Prefeito Munici 
pal, aos Clubes Sociais, às en 
tidades religiosas, às Associã 
ções de Moradores, a Imprensa­ 
falada e escrita, ao povo em - 
geral para que entremos nessa 
luta na defesa de nossos inte­ 
resses. 
Não façamos como o carnei­ 
rão que vai para o matadouro - 
sem dar um berro, mas lutemos 
como o bode que, ameaçado pela 
morte, berra e esperneia na de 
fesa de seus direitos a vida: 
e a liberdade. 
SYDNEY NUNES LEITE 
Vice-Prefeito 
POSTO· PORTE.IRA LTDA 
Manoel Rodrigues dos San1oslMANECOJ 
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Guia Lopes da Laguna, Jardim, Bela Vista, Caracol e Porto· Murtinho