• TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXIII_Nº1659_13_07_1995

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DA
Dra. Azaléa Arlotta Ocáriz
do
BEL "ÉS O:E»Tn N is TDnün0 D05 - Ti»iiuo- ncf»Don@iET» -
FUNDADO EM 20 DE FEVEREIRO DE 1.972 REDE BELAVISTENSE DE JORNAIS
assume a Presidência
Rotary CID:b de Bela Vista
Papel importado
livre do impo
llras-flia - Po'r meio
do Decreto 1.550, publi­
cdo sexta-feira no Diã­
r1o Oficial, o Presidcn
te Fernando Henrique Cor
d0so mudou a tarifa d;
virias produtos negocia­
dcs no âmbito do Mercado
Comum do Cone Sul (MERCO
SUL), introduziu outras
mercadorias na lista da­
quelas negociadas com a
Trifa Externa Comum e
ccrrigiu o texto do De -
ereto 1.343, de 23 de
Dezembro de 1.994, que
siu com erros e imprect
soes. ~
Entre as modifica - (J
çÕes estâ a redução para
zero das alíquotas de im
portação dos preservati~
vcs originârios cos paí­
ses que integram o MERCO
SUL e de papéis destina=
dcs a impressão de li
vros, catâlogos, jornais
orna1isto """" "f" P v distintivo à nova Presidente_Pra. z e demais publtcacões e-
"éover i aio iode
@L9J'Ct®rr rr rr Japão
para o Proj nanal
o Governo do Estado ria cor o Banco Interame teve no Último dla 07, to Pantanal, juntamer.te
pode obter recursos de ricano de Desenyolvimen- em Bras'lia, com o Secre ccm o Secretário de
um organismo japonês es- to (BIO), implementar o tãrio de·Assuntos Inter- Meio Ambiente, Frederico
pecializado em a polar "Pro•eto Pantanal", Esse nacionaJ.s do Ministério de Freitas J1Ínior e o
projetos de um cunho ec~ foi ~ principal resulta- do Planejamento e Orça - Secretârio de PJ.anejamen
lógico_
0
Overseas Eco- do da reunião que o Se - mento (SEATN), Roberto tc, Frederico Vale­
nomic Cooperation Fund cretário de Obras Públi- Jagu~ribe, para apresen- te.
(OECF) - para, em parce- cas, Ricardo Racha, man tar os detalhes do Proj!
As mudanças feitas pe
lo Decreto 1.550 fora
negociaddb no ~:nbito do
Grupo de Mercado Comum
(GMC), que reúne os qua­
tro países que integram
o MERCOSUL: Argentina
Brasil, Paraguai e Uru -
gual. Depol6 que os as
suntos s~o discutidos e
o
negociados nos conlte,
tén!cos. as decisoes
são tomadas pelos Minis­
tros de Economfa e das
Relações Exterfores dos
Pa[ses do MERCOSUL.. Toma
das JS drci.·õ,,.,, os Pu(se-;:­
precisam internalizar as
novas regras em suas res
e:(vas legislações.
da
FICO
stado
J
------
...
( . -
C~-=-;;_==....,._=·~==-l~- - - ;}
e -
Baile de Aniversário da cidade
Página - 03
O Deputado Federal Assessor Parlamentar
Dilso Sperafico esteve Dirceu Lanzarini. Levan
visitando, no Último fim tzmento das necessida~
de semana, os Municípios des principais dos Muni-
do Sudoeste do Estado. c:fpios e constituição· par-
companhou o Deputad, tidâria. Pâgina-05
(Deputado Federal Dilso Sperafico - Foto)
Aviso aos .Leitores
e Assinantes
Devido a problemas com z Impressora do Siste­
ma de Computação, provocado ao que tudo índtca
pelas cor.~tantes oscilaçÕez de energia elétrica
cm nossa cidade, a Tribuna da Fronteira não pode
circular noralmente nesta terça-feira, obrigan
do-nos inclusive a editar o Jornal no antigo sfs
teoa. Por isso a mudançca r.o visual, principal~
mente nos títulos, compostos de fon:aa. manual e
com qualidade muito inferior aos que normalmente
vinhaa sendo utilizados. Esperamos que para a
próxima Edição tudo já esteja normalizado.
MT se une ao
MS para tentar
anular a venda da
urucum Mineração
-
eao
arena
@rrrr
...., o
e rodei
O peão de Rodeio Mário Furtado, um b~l~visten­
se de 29 anos, que participava do Rodeio Amador
realizado na Última quarta-feira, dia 05, acabou
encontrando a morte nas patas de um touro violen­
to, provocando a tristeza e a indignnçào do gran­
de público que prestigiava o evento. Página-11
"chiclete" apronta
na EXPOEEL, dispara
contra Policiais mas
acaba em
s
Na quinta-feira, dia 06, foi registrada a üni­
ca ocorrência mais relevante durante os nove dias
de EXPOBEL, quando o elemento Valdemir Ferreira
'Rossati, populannente conhecido por "Chíclete" ,
de 27 anos de idade, aprontou mais uma das
~ s~as. Página - 11
Acidente na BR-60
No próximo dia 19 o Grémio Pedro Rufino estará realizando o]
tradicional Bane de Aniversário da Cidade, com a ammaçao do renomado
e
.
1
., •
1
"Canto da Terra" O evento vem sendo aguardado
DlljUn o musica • . _ .
• t tiva e as reservas de mesa Já estao sendo feitas na
com muita exocc a , • . .
S d
·GPR Na·o deixe para a última hora para nao correr.o nsco
acretana o . .
"--· , b m lugar nesse baile que desde J.Í vem sendo apontado
,....,. sem um o M t =. l
d
•lhores dos últimos anos. a1ores m ormaçoes pe o
um os m
0
• d G • p d
alefone: 439 1339 ou diretam,nte na Secret~ .. ., o rem,o e ro
o.
~o Último dia 07, por volta das 08:JO horas ,
uma Camionete 0-20, conduzida por um fazendeiro -
da cidade de Ponta Porã, tendo como ocupantes as
jovens Elizãngela Lescano Pereira, de 17 anos e
Cleide Santos Silvestre, 18 anos, veio a capotar
na BR-060, pouco depois da Barreira Policial de
Água Amarela, provocando a morte da jovem de 17
anos, Elizângela Lescano Pereira, residente à Rua
!Campo Grande, na Vila Angélica em Jardim e também
conhecida por "Gigi". Página - 11 •
Motorista de caminhão
morre prensado
1
contra um barranco
Outro acidente com vítima fatal &oi registrado
neste domingo, dia 09, por volta das 12:30 horas,
na Rodov:!a 267, que liga Jardim à Porto Murtinho
l
na altura d~ D~strito de Alt~ Caracol. Página-11'
Conhecido contraba 'ista
l e preso mais uma
vez em Barreira da
/,
1
M
O elemento Natanael Chaves de Oliveira, resi -
dente na vizinha cidade de Jardim, está se trans­
formando num recordista de detenções por contra -
bando de cignrrçs oriundos do Paraguai. Esta é a
• t~rceira ou a quarta vez que é flagrado pela Po1{
eia Militar ce Bela Vista praticando esse tipo de
crime.
V Páclna - 11

VILMA DA SILVA VERA LOUREIRO DE ALMEIDA
OA9/MS 2!i7'1-B OAB • 2573 • B
CÃüSAS CÍVEIS É CRIMINAIS)
[0 CU1í, SIN • CENTRO ]
(067) 439 - 1290
BELA VISTA/MS
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Ponte Fixa em Metalo Pláticx, Ponte Fixa em Metalo
Cerâmica, Ponte Móvel, Clareamento Dentário,
Aplicaio de Flúor, Raio-X e Facetas Laminadas
DR. LAuCÍDIO VALOU DE l}ARROS
CRO HO • MS
RUA TEN. BERNARDES,447 • ir251-1436
RES. AV. CEL. CAMISÃO -11251-1039
JARDIM/MS
DR. HÉLIO RUIZ e DR. HÉLIO TADEU RUIZ
CAUSAS CÍVEIS E CRIMIAIS>
[RUA 1 E iAIo,«7@- cEif@]
R(067) 251-1012 • 251-2424
JARDIM/MS
.__ ::..;:.~~----------
prusrnrzrrmrmrrera rrrrrrrrrrrrrrrrrrreerrrrrrrrerrr~
SORTEIO EXTRA
P/CUPONS COMPRADOS
ÂTÉ 30/06/95
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DOS PRÉMIOS - 20/07/95
5 BICICLETAS
1 MÁ.O. DE COSTURA
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Ago. a xicou mais fácil 3 Cartelas
or apenas R$ 10,00
IV CORRIDA RUSTICft
ANIVERSARIO DA CIDADE
PROMOÇÃO: Com!ssão MunfIpa1 de Esportes - Clube
dor; Corredores de Rua de Bela V!sta
APOIO: 1O? RC Mee - Polícia Civil e M111t::i~
Participe da IV Corrida Rústica Aniversirfo da
cidade, no dJn 20 do corre~tc, Jnscrlçoc~ no Clna
slo de Esportes e na SccrerarliJ de Educoçao e, no
di.i da corrida, 20 de Julho, às 08:00 horas e J0
minutos, com largada às 09:00 horas. .
O percurso será Idêntico ao do ano anterior, IO
km, com prcmloçÕc!; cm mcdalhns, trofcus e prêmios
e:n dinheiro para os primeiros, segundos e tercei -
ros lugares, por c11tcgorias de idade~, sendo que
a cla66C feminina é categori,1 Único.
NECESSIDADE DE KXERClCIO YlSICO
Para que você tenha uma saúde perfeito, é neces
.. L J. J o adulto dos sarlo que se exerc te, se a ovem u u
vinte nté os oitenta anos. Exercícios regulares
cansam temporariamente o corpo, entretanto, eles
proporcionam mais energia e melhor qualidade de vi
da, as pessoas que se sentem cansadas, geralmente
se beneficiam mais com a prática de exercícios do
que com a inatividade.
A atividade física lhe proporciona melhor aspe
to e queima as gorduras e o excesso de alimentos ,
ajudando-o a perder peso.
Antigamente, as pessoas se exercitavam no traba
lho de suas rotinas diárias e permaneciam razoavel
mente fisicamente capazes; hoje, grande parte de
nossas comunidades permanece sentada a maior parte
do dia e portanto, devem fazer um esforço conscie~
te, para dispensar um tempo para exercícios regul!
res. Porém, se você tiver mais de 40 anos, ou este
ve gravemente enfermo, procure seu médico antes de
começar uma rotina de exercícios regulares.
Até que ponto você deverá exercitar-se? Vejamos
algumas regras Úteis:
1 - Exercite-se atê ficar agradavelmente cansado,
sem cliegar à exaustão;
2 - Mantenha um ritmo até uma leve falta de ar e
ainda ser capaz de conversar;
J - Pratique pelo menos meia hora por dia, quatro
a cinco vezes por semana. O melhor horário é de
manhã cedo, mas à tarde é mais relaxante.
4- A não ser que você esteja bem treinado, não er
ga pesos muito pesados. Seus músculos devem mover=
se livremente. Os melhores exercícios são os que
incluem movimentos repetitivos como:
tar, nadar, pedalar.
Logo você notará os benefícios do
andar, tro-
exercício re-
1 - Aumento de energia física e mental, no traba
lho e na escola;
2 - Melhor relaxamento e cura da insônia·
3 - Melhora da aparência física - uma ' figura
mais elegante e mais fina;
- Menor risco de contrair
que vão passando os anos.
CORTESIA: Secretarias de Saúde e de Educação
Prefeitura de Bela Vista e Banco do Brasil
" VIDA É MOVIMENTO. BOA SORTE"
doençcas à medida
OYIMENTO
IE!
TRIBUNA DA FRONTEIRÉ. -
B1-SEMANÁRIO
Fundado em 20 de Fevereiro de 1.972
Rede Blavistense de Jornais - C.G.C.-M.F 15.513.203/0001.59
DIRETORES:
Ivaldo Pereira'
Maria Estela V. Pcn:ira
Ubaldino ':lodngu<!S
REPORTAGENS:
- Jo1o Carlos lel.isqucz
SUCURSAIS:
JARDIM- Rua 14 de Maio,342 - (067) 251-1669- REDATOR:
,AndreLu1zÁvalo • •
BONITO - Rua Monte Castelo, SlN - REDATORES· F' • de
B.mos e i':lschoal Mitidiéri • • · ununo
CARACOL- Avenida Brasil, SN - REDATOR- Kc:nner Lo
Leite • pes
ANTONlO JOÃO a Praça Eugênio P<,112.0. S!N. REDATOR·
ÉIio de Lima Pinto. •
PORTO MURTINHO - Ri coroei Poae- R0
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13 DE JULHO DE 1.995
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Governo do Estado pode obter recursos
do Japão para o Projeto Pantanal
a
) {Governo do Estado pode ol,ter recursos de um
organ Ismo Japonês, especializado em apoiar projetos
de um cunho ecológico - O Overeas Economic Coopera
tion Fund (0ECD) - para, em parceria com o Banco Tj
te racional de Desenvolvimento (BD), implementar o
"l' 1 • ,, 1" ,. r • ' ro,eto antana , Esse o I o pr 1 nci pa 1 resultodo
de reunlno que o Secretárfo de Obras Públicas Ricar
do !lachn, lll/llltt•V(' no dia (07.06) cm Hrns[lJn, com
o Secretfo de Assuntos Internacionais do Ministé -
rJo do Planejamento e Orçamento (SEAIN), Roberto Ja
guarIbe, para apresentar os debates do Projeto Pan­
tannal, juntamente o Secretirio de Melo Ambiente,Frc
der lco dt• Frc ltas .JÚnlor e o Secrctár lo de Plane Ja­
mento, Frederico Valente.
De acordo com Rlcnrdo Bocha n receptividade do
SEAIN cm rclnç~o no Projeto Pnntnnnl foi muito posf
tiva. "Com n uprovaçÕo do projeto ao SE/IN nós ven­
cemos uma dns etapnH mais importnnt.es para que o Mi­
nistério do Plnncjamento nutorize a contratação de
empréstimo externo junto ao BID e, agora, também
junto ao OECF" - explicou Bacha. Segundo ele a ind '·
cação do OECF para captação dP recursos foi feita:
pela própria SEAIN, que vê grande possibilidade des
te organismo japonês participar do Projeto Panta -
nal, considerando a sua tmportâncin preservacionis­
ta.
O Secretário de Obras Públicas adiantou que o Go
vernador Wilson Martins deverá visitar ainda este
mês o Embaixador Extraordinário do Japão no Brasil,
Hidetoshf Ukams, para aprcsen tar Proj eco Pantanal e
pedir o apoio da embaixada na obtenção deste emprés
timo junto à OECF. Na avaliação de Ricardo Bacha o
OECF deve participar do Projeto Pantanal finar,ciar.­
do principalmente a parte de saneamento básico, que tem
erande importância ecológica para a região.
Na previsão de Ricardo Bacha, nos próximos 15 d!
as o governo do Estado deverá estar apresentando os
detalhes econômicos e financeiros do Projeto Panta­
nal, aos técnicos de Comissão de Financiamentos Ex­
ternos (COFLEX). "A partir da aprovação c'o Confiex
nós já poderemos começar a trazer as comissões do
BID para conhecer de perto a nossa realidade e o
Projeto em si"- afirmou Bacha. A expectativa do
Secretário é de que até o começo do ano que vem o
Governo assine o controto de financiamento -
com o BID.
o Governo Ilson Martins, recebeu orientação pes
soal do Presidente Fernando Henrique Cardoso, no
sentido de encaminhar sua equipe à Brasília para
defender junto iJO SEAIN - Secretaria de Assuntos Inter
nacionais do }linistério de Planejamento, o Projeto
PANTANAL.
Para isso os Secretários de Planejamento Frederi
co Valente, Obras,Ricardo Bacha e Meio Ambiente,Fre
derico Freitas, estiveram junto com seus tecnicos ,
reunidos com O Secretário daquele orgao federal Ro­
berto Jagunribe, e toda sua equipe, para examinar a
proposta do nato Grosso do Sul.
Todos os detalhes foram examinados e discutidos
desde a parte técn~ca, investimentos, capacidade de
ass
im como a possibilidade de cofinancia
pagamento, .
mento por outro Banco Internacional, alem do BID.
Frederico Valente, que esteve defendendo a par­
te econômica-financeira, disse ter havido boa recep
tividade por parte dos técnicos da SEAIN, que procu
rando examinar o pro'eto do ponto de vista das exi­
gências dos Bancos Internacionais orientando as a!
• s·,ri::is assim como procurando aJ.terna
teraçoes neces i ..
i d•sscm reduztr a necessidade de contra-
tivas «"%""{la, que como todos sabem foi deixado
partida o s a -
arrasado financ~iramente pelo ult1mo governo.
Por outro lado o Gov rn·dor ilson Martins re­
cebeu telefonema do Diretor de representaçao em
Brasília do BID (Banco Intramer icano de Desenvol
vImento), dizendo ter examinado preliminarmente o
projeto e tê-lo consideradc de alta qualidade, a­
brindo reais possibl.lid;1deE" de' financia-lo.
Paralelamente o próprio Ministério do Planeja­
mento, mostrou a proposta um Hanco do Japào,quc
também se interessou em participar com recursos -
financeiros, parte inclusle a fundo perdido, e
MT SE UNE AO MS
PARA TENTAR
ANULAR A VENDA DA
M MINERAÇ
O Mato Grosso e a Metamet (Companhia Matogros­
sense de Mineração) se uniram ao Mato Grosso do
Sul na tentativa de conseguir na Justiça a anula­
cão da venda da Urucum Hinfraçâo. A Empresa foi
adquirida pela Companhia Véle do Rio Doce (CVRD)
por R$ 14,6 milhões, em leilão realizado em agos­
to do ano passado na Bolsa de Valores do Rio de
Janeiro. A alienação das ações da Urucum que per­
tenciam nos dois Estados eEtá sub-jÚdice, por
causa de uma ação impetradé por um grupo de sul­
matogrossenses, liderados pelo ex-governador José
Fragelli.
A Vale do Rio Doce entrcu liminarmente no STF
(Suoremo Tribunal Federal) com pedido de extinção
da ação popular, mas teve e seu pedido indeferido
pel.o minJ stro-relator Néri da Silveira, conforme
despacho publicado no Diário da Justiça do último
dia 22. No referido processo, a CVRD argumentava
que a Justiça Estadual, que havia concedido limi­
nar à ação popular, não ter competência para jul
gar o caso. No entender da Vale, o processo teria
que tramitar no STF.
A decisão dos dois Esta'os e da Hetamat de atu
arem ao lado dos autores d açao popular foi des­
tacada pelo ~nistro Néri da Silveira. Ele citou
trecho do documento encamir.hado pelos autores da
ação popular, ao se manifestar sobre a reclamação
da CRVD, em.que eles enfatizam que 'francamente -
não há como ser conhecida z reclamaçao proposta -
com o intuito de impedir o prosseguimento de uma
ação popular que visa protrcger o patrimônio çúbli
co de Mato Grosso, Mnto Grcsso do Sul e da Meca:
mat, Estados que já estão 20 lado dos autores na
quela acio popular".
O requerimento do Mato Grosso e Hetamat para
atuarem ao lado do ·no dc ex-governador José
Fragelli foi apr· lo à Justiça em fevereiro -
deste ano. Dess , eles passam da condicio -
de réus a figuras atividas da ação popular. "Isso
ses: <4ivida reforça a nessa posição. Esta-
Auto Posto LAGUNÃO
Em Guia Lopes, o melhor atendimento
Ay. Santa Terezinha, s/n" - Fone: 25(359
parte com taxas de 'uros bem mafores que o usual
no merc do 'nternacfona l.
VI1son Martins av lia que o Projeto PANTANAL.,
vem recebendo toda essa atençao do Governo ede­
ral, porque o President. Fernando Henrique Cardo­
so que ali esteve logo após sua vitória na elef
çio do ano passado, disse ter todo interesse em
sua aprovação e Implementação, O Governador tl-­
son trabalha também com a possibilidade de parti­
cipa;ão do próprio Governo Federal e algumas fa
ses do projeto, aquelas mais preservacionfstas.
o
mos mais confiantes e esperançosos, embora a açao
seja difícil e complexa", afirmou o ex-governador
José Fragellt.
Ele frisou que o objetivo da ação popular e
"evitar que se consuma o domínio completo da Uru­
cum, pela Vale co Rio Doce". No leilão, a CVRD ad
quiriu 46,667. das ações que pertenciam a Metamat
e 6,67 da Construtora Alcindo Vilela (Corvap). Na
ação os autores alegam que a operação foi ~rregu­
lar, tendo em vsta que o governo Pedro Pedrossi­
ar. não tinha autorização da Assembléia Legislati­
va para vender as ações que o Estado detinha na
Urucum e a Vale do Rio Doce não tfnha o aval do
Conselho de Coordenação e Controle das Empresas -
Estatais.
De acordo com a ação popular, o Decreto Lepi~­
lativo 190/94, usado pelo governo antPrl •
base legal para vender as ações, autor1. ·,s­
nas o Mato Grosso do Sul a fechar o acordo com
Mato Groso, em que o S ficava com 407 das
na Metamat (46,667). Já a Resolução 18, de ,.­
julho de 94, do Conselho c'e Coordenação e c~
le das Empresas Estata:'s, autorizava a CVR, ad­
quirir apenas as açoes 'a Metamat e Convap. de
Mato Grosso c!o Sul não foram .'ncluídas na Resolu­
çao, assinada pelo Presidente em exerc!cio coe,.
selho, Paul Jungmann.
Na ação é alegado ainda, que a operação rP.pr~­
sentou a d1lapidação do Património Público,já q1e
a Urucum Mineração foi vendida por uma quanta ir
risória. De acordo com cálculos apresentados no
processo, as jaztdas de manganês e ferro da ~ru -
cum represenam um patrimônio de aproximadamente -
USS 79 bilhões.
Outra in(ormação é de que no ano passado, a U­
rucum obteve faturamento de US$ 19,5 milhões, su
perior ao valor em que a empresa foi vendida a
CRVD. Com a compra das ações dos dois Estados e
da Convap, a Vale passou a ser a Única dona da
Urucum Mineração.
Auto Posto lAGUiÃO 11
• Rubão
t

1 DE JULHO DE 1.995
J/1: AI. '11' J I. MA DA FRONTEIRA BI--EMMRIO
LEI NO 993, DE 10 D. J01.MO D1. 1.995
"D«poe ohre a dfretrfze orçamentárs
o ano de 1.996, e di outras provldncLa",
O l'Rl.l [l'ICl !!IJl!H l PAI. nr. Ili.LA ITSTA; F.SíAIJO OE
MATO GROO DO SUL., faço saber que a Câmara MunfcI
pal decreta e eu anclono a seguinte Le!:
DíSl'OSlCÕF.S PRP.1,JKlNARF.S
Art. I! - Eta Lef fixa as diretrizes orçamenti
rl,10 do MunleIp'o de Pela Vista para o exercfcfo -
de 1,096, compreendendo o disposto no $ 50 do
art. 68 'a Lel orgânica do Munlc[pio, atendendo:
I - Às diretrizes da Administração Pibltca -
tfunJ e lpa l;
11 -- Às orientações para os orçamentos anua-
Jn do Hunldpio, nelcr; lnclu!cloA ou correspondcn -
tcn crirl!Lou n<llcJonniA;
11[ - Ano llmltcn pnrn elnbornç~o do propoutn
orçnmcnt.'.Írla do Poder Legislativo; •
IV - s disposições sobre s alterações
LcglsJaçiio TrlbutlÍrta;
V Às disposições sobre as despesas
pessoal e encargos;
VI ~Y deupcsnH decorrentes
prccntórios.
CAPITULO 1 - DAS DlllETR17.ES l'ARA O ORÇAKEln'O
ll0 MUNlClPIO
Sl'.CÃO I
PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA
eleen observadas as d!sposfçôes cont!das no ar'.
do ar- ta Lef.
$ ,9-- Os projetos em fase de execus"
preferência sobre os novos.
- raados novos pro]e-
22
- Não poderão ser proa-
de débitos
na
com
de
- llAS JHRETRIZES DA ADMINISTRAÇÃO PO­
BLICA MUNICIPAL
Art. 2!! - A Lcl OrÇ(l!l1:mt.-Íria Anual dC!Verá atender • ao
disposto oo artigo 70 da Lcl Or'lliinica, bem caro, observar as
diretrizes constantes oo anexo desta Lei, na fixação das de!
pesas.
Art. 3!! - A receita e a despesa serão orçadas a preços
de julho de 1.995 e projetadas com base oo c:arqx,rtarento da
receita, considerando-se, nlnda a tendência do E)(erdclo.
$ 19 - É vedada a vinculaço da receita de im-
postos à órgãos, fundo ou despesas, termos do
inciso IV do art. 167 da Constituição Federal.
§ 7.!1 - A Lei Orçamentária ·para l·. 996 destinará -
para aplicação na manutençao e desenvolvimento e
qualidade do ensino, 257. (vinte e cinco por cento)
da receita resultante de impostos na fonnn previs­
ta no artigo 212 da Constituição Federal, reserva­
dos os percentuais destinados à educação pré-esco­
lar e ao ensino fundamental voltado aos portadores
de necessidades educativas especiais, estabeleci -
dos na Resolução n!) 01, de 06 de fevereiro de
1.991 do Conselho Deliberativo do Fundo Nacional
de Desenvolvimento da Educação.
Art. 4Q - A Lei Orçamentária conterá disposH~­
vo autorizando o Executivo a efetuar a correçao
dos valores contidos no Orçamento do MunicÍpio,pa­
ra 1.996, mediante aplicação do Índice de reajuste
correspondente a variação do IPCr ou outro ínrlice
que venha a ser adotado pelo Goveroo Federal, ap~
rado no final de cada·trimestre, objetivando pre
servar os programas de trabalho dos efeitos corro­
sivos da inflação que ocorrer nesses períodos.
PARÁGRAFO ONICO - A Lei Orçamentária conterá ,
tambem, autorização ao Executivo para:
rlobror.enlo
ron, uu no
tIo 70 da
da despesa em eus respect!vos
atendimento ao d!posto mo 5 3
L.e! Orgânica Municipal.
Art, 10 -- A proposta orçamentária
para 1.996, erã encaminhada Cara
tê 30 de setembro de l.995.
SP,çÃO IT
DAS IJJl(lffRlZl'.S DOS ORÇA>'.Y.lil'J'OS FISCAL , DA SEGU­
RIDADE SOCIAL. Y DF TVESTINENTOS.
elo MuniC:Íplo
Municipal o-
Art, 11 - O Orçnmcnto FJucal fixarii as
sas dos Poderes Lcglslntlvo e Executivo, e
rã as receitas efetiva;; e pctenc!.ais.
$ 1!- Os recursos ordinirics do Munic{pio F~
mente poderão ser programadcs para atender despe
sande capital, após atendidas ·despesas com pesso­
al e encargos sociais, serviço da dívida e outras
despesas de custeio administrativo e operacional ,
precatórios judiciais, bem como a contrapartida de
convênio e de programas financeiros e 'aprovados
por Lei cspec{f1ca. •
despe
ext!ma-
29 - Na fixação
verao ser observadas
Árexo desta Lei.
Art. 12 - O Orçamento da Sefuridade Sodial obe­
decerá ao definido nos crtios 79, 80 e 82, -da
Lei Orgânica Municipal e contará, dentre outros, -
com recursos provenientes:
I - Das Contribuições Sociais a que se refe
re o $ 40 do artigo 59, da Lei Orgânica Y-unicipal;
111
da proramaçao da despesa de­
os pricridades constontes do
·II - Das Receitas Próprias dos ôrgãos,Entida­
des e Funrlos que integram o orçamento. de que tra­
ta este artigo;
- Das transferên~ia~ de recursos do Municí
pio, sob forma de contribu!.çÕes;
tos:
I· - A custo te onutoçÕo
tImentos em andamento, desde
tados 107 (dez por cento) do
or.
SEÇÃO III
DAS DIRETRIZES ESPECIFICAS PARA
O PODER LEGISLATIVO
SEÇÃO IV
lt-rào
de projetos de 'nves­
que tenham sido execu
projc>o.
II Sem prêv'a comprovação de sua vabI!'Idade
técnica, econêm:lca e f1nar:cC'ica.
5 39 - Os investimentos serão detalhados por ca
teeorio de programação, atendendo ao disposto
art. 16, IV, desta Lei.
no
Art. 18 - Para efeito do disposto no artigo 17
da Lei Orgânica do Município de Bela Vista, fico
estipulndo o limite de 10% {dez por cento)da Re­
ceita Corrente do Município, para elaboraçao da
Proposta do Poder Legislativo Municipal.
PARÁGRAFO ONICO O duodêc!.mo estabelecido na
Lei Orgânica Munic~.pal, relativo à participação do
Poder Lagisltivo, será repassado atê o dia 20 de
cada mês, aplicando-se o limite ;,ercentual estabe­
lec!do neste artigo sobre e Receita Corrente do
Município, efetivamente arrecadada no mês anter1
I - Abertura de credites suplementares
determinado limite que será nela explicitado;
II - Realizar operações de crédito por anteci­
;pação da receita, confonne perfissão contida no
$ 82 do artigo 165, obedecido o limite estabeleci­
do no inciso III do artigo 167, todos da Constitui
çâo Federal. -
até
Art. 59 - Não poderão ser incluídas quaisquer
dotaçoes destinadas à aquisição de mobili2rio e
equi~amento, ressalvadas as relativas à reposição
de bens sinistrados com perda total, as autoriza­
das.nas Leis que instituíram os fundos e as rela­
cionadas com as prioridades estabelecidas no ane
xo desta Lei.
Art. 6? - Não poderão ser destinados recursos
para atender <lepsesas com pagamento, a qualquer tí
tule, a servidor da Admtristração direta ou indiré
ta ~or serviços de consultoria ou assistência téc=
nica'pelo ôrr,ão ou entidade a que pertence o servi
dor ou aquele em que estiver eventualmente lota=
Ao. •
IV - De convênios db transferências de recur­
sos do Estado e/ou da União.
Art. 13 - A proposta orç,mentária da Seguridade
Social., será e
1aborada pe).as Unidades Orçamentári­
as, respeitand~ as priorida~es definidas no Anexo
desta Lei, Às quais competirá, também, acompanhar
e avaliar a respectiva execução orçamentária e exe
cução física dos projetos.
Art. 14 - Na Lei Orçamentária Anual, que apre­
sentará conjuntamente a proramação dos Orçamentos
Fiscal e da Seguridade Sociel, a discriminação da
despesa far-se-á por categoria de programação (pro
jeto/atividade), indicando-e pelo menos, para ca­
da uma, no seu menor nível:
I
II
guinte
- O orçamento a que pertence;
- A natureza da despesa, obedecendo à
classificação:
1. DESPESAS CORRENTSS
l.l. Pessoal e Encargos Sociais - atendimento -
de despesa com pessoal civil, obrigação patronais,
inativos, pensionistas e salário-família.
l
1.2. Juros e Encargos da D!v!da, C'Obertura
despesas com juros e encargcs da dívida ir.terna
externa.
1.3. Outras Despesas Correntes - atendimento
das demais despesas correntes não especificadas
nos grupos relacionados nos Ítens anteriores.
2. DESPESAS DE CAPITAL
se
de
DAS DISPOSIÇÕES SOBRE AS ALTERAÇÕES
NA LEGISLAÇÃÕ TR1BUTÃRIA
Art. 19 - Ocorrendo alterações na Legislação
Tribuária em vigor, fica o Poder Executivo autori­
zado a proceder aos devidos ajustes na execução or
mentária.
SEÇÃO V
DAS DISPOSIÇÕES SOBRE AS DESPESAS COM
PESSOAL E ENCARGOS
Art. 20 - Para atendimento das Disposições con­
tidàs no II, Parágrafo Orico do art. 71 da Lei Or­
gânica Municipal, fica o Poder Executivo autoriza­
do no decorrer da Execução Orçamentária a efetuar
os ajustes r.ecessárioss
SEÇÃO VI
DAS DISPOSIÇÕES SOBRE AS DESPESAS DECORRENTES
DE DeBITOS DE PRECATORlOS JUDICI.ÃRIOS
Art. 21- Para atendimento ao prescrito no arti
go 100, § 19. da Constituição Federal, fica o Poder
Executivo autorizado a incluir no orçamento a
prev'são de dotação orçamentária ao pagamento dos
débitos oriundos de precatórios judiciários.
SEÇÃO VII
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 22 - As propostas de modificações no pro­
jetodeLei~.m!l'ltâria, a que se refere o artigo 69
da Lei Organica do Município, serão epresentadas,
- no que couber, com a forma, o nível de detalhamen­
to, os demonstrativos e as informações estabelec!.­
das para o orçamento, nesta Lei.
e
2.J.. Investimentos - despesas destinada a obras
e instalações, equipamentos e material permanente,
investimentos em regime de execução especial,d!.ver
sos investimentos e sentenças jurliciárias. -
2.2. Amortização da"Dívi.c'a - recursos destina -
dos à amortização da dívida.
2.3. ·outras Despesas de Capital - atendimento
das demais despesas de capital nãó espec~.ficadas -
nos grupos relacionadoP nos íçens anteriores.
Art. 15 - As despesas e ,s receitas doe Orçamen
tos Fiscais e da Seguridade Social, bem como d;
<:onjunto dos dois orçarentos ,· serii.o apresentadas de
fora sintérica e agregada, evidenciando o deficit
ou o superáv~t corrente e o total de cado um dos
orçamentos.
Art. 7!! - As despesas de custeio do próximo e­
, xerc!cio, em relação às estJmadas no presentes e­
xercício, não poderão ter aumento superior à varia
cão do !ndice de inflação, salvo no caso de compr; . l - Das receitas do Orçamento Fiscal e do Or­
vada insuficJência decorrente de expansão patrio. camento da Seguridade Social, bem como·do conjunto
n!al, incremento físico de serviços prestados a co dos dois componentes, que obedecerão ao previsto
mur.idade ou de novas atribuições recebidas no exe- no art. 2g, $ 19, de Lei n 4.320, de 17 de março
e'cio de 1.995 ou no decorrer de 1.996. de 1.964; • •
Mrt. 8? - É vedada a inclusão na Lei Orçamenta- II - Da natureza da despesa, para cada órgão
ria, bem como em suas alterações, a d!!stinacão de obedecendo à classificação estabelecida r.o art.14,
quaisquer recursos do Mun'cípio, para clubes e II, ,destª Lei e de forma se!l'elhante·ã prevista no
assoc'açoes e outras entidades congéneres, executa anexo l da Lei 4 • 320, de 17 de marco de i. 964; •
das creches, escolas para atendimento pré-escolar­
entidades· sem fins lucrativos ·de ,caráter assisten~
,c:!..'.11, filanrrópico ~ ,de desporto amador, observ,m­
do-se, airda, as_disposições coitdas no artigo
19 da Coes ti tuiç:io Federal• e no- § 3'? do art. 80 ,d:i
Lei Orgânica Municipal.
1
Art. 9Q - As despesas à conta ce Investf.mentoo
em Regime de Execução· Espcc.ial, FOderão ser reali­
=adas somente cm caráter excepcional,· quando nao
se dispuser de referenciais para efetivação do des
Art. 16 - A Lei Orçamentiria Anual incluirá,den
tre outros, os seguintP.s demonstrativos: -
• III - Dos recursos d~stirados à manutenção e ao
desenvolvimento do.ensino,' de forma a caracterizar
o cumprimento do disposto ro art. 2l2, da Const! -
tuiçao Federal;
._ IV . - Por projetos ou atlv!dades, os quais se
rão integrados por ttulo e descrição dos obeti •
vos contendo as respectivas metas ou a ação pÜbl~­
ca.esperada, bem como quantifcando e qualificando
os recursos. •
Art. 17 - Na pogramação de 'rvestimentos serão
Art. 23 - Para efeito de informação do Poder Le­
gislativo, devera ainda constar da
- proposta orça-
mentaria, ,el de categoria de programação e
por órgão origer 'os recursos.
Art. 24 Se o preto de Lei Orçamentaria não
for aprovado até 3l de dezembro de
1
.
995
, a sua
programaçao podera ser executada ate o lim' de
1/12 (um doze avos) do total de d a, 'te
cada ês, atual!zada na fora 1oracao em
- - evstanoarc4º
%$_f5"83Pro3ca° Pela cara uieta1, veaáá
1nc-o e qua quer projeto novo.
§ l!! - O acréscimo decorrente d .-
valores de que trate o artigo o, correcao dos
a).ocados n11 Quota de Regulariza -ão eS
t
a Lei,_ serao
QR8o, f±cardo_condicionada a s,'{, caentár1a
va comprovação de ingresso de - eraçao a efeti-
• receita
$ 29 - As alterações decorren • •
reabertura de creditos adi , tes de abertura
conais int -
Quadros•de Deta'hamento da D • egrarao os
D
- •• ' espesa e T b
istribuição por Quotas. q a as a elas de
» uan o for o caso.
$ 3?- As alterações nos Quad
to _da J?espesa - QDD •e Cotas 1'1: ros de. _Detalhamen­
se impuserem necessárias. _ imestrais, que
Prefeito. · 'serao autorizadas pelo
Art. 25 - Esta Lei eritr -
bl
, _ ara
sua Pul acaçao, revogadas as
trario ..
em vigor na data
disposições em
ABRAÃO ARMA ZACARIAS
PREFEITO MUNICIPAL
e
de
con-
ANEIO
METAS E PRIORIDADES - 1.996
PODER LGISLATIVO
Promover a melhoria d,
dade/Poder Leg'slative. 'O relacionamento coiuni-
d
1
- • atraves da b
e so uçoes para proble usca conjunta
mos coletivos• •
CONI'INUA NA PÃC!AA - 05
......

J0RI. TRIHUNA DA FRO!TEIA - I-SE!A!KPIO 3 E JULHO DE 1.995
t. ..
'
Prefeitura Municipal de Bela Vista
17
Pq
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da
na
do
de
'do »
I
or
±
r
a
dos
♦1
,)
- Legislar obre todas s matérfas de competên­
cia do Uunldplo;
- DcnenvoJvc-r func,;Õe11 d" autor1n financeira e
orçamentar'a, bem como de julgamento das contas
dos adnfnttradores e demais responsáveis por bens
e valores público.
PODER l'.XP.CUTIVO
ADKDfISTRAÇÃO
- Prover a ndminiRtrnç~o municipal de recursos
humanos e meios materiais e físicos necessários ao
seu funcionamento, evitando desperdícios e gastos
supérfluos, em observâncLa aos princípios de auste
rtdade e economicidade; -
-- Promover o procesno continuo de modcrniznçio
ndministrativu;
- Adotar medidas visando o aperfeiçoamento têc­
nico e !ntelectunl dos servidores;
- Divulgar atos oficiais e outros publicaç~es
de !nteresses públicos;
ADKINISTRACÃO FAZENDÃRIA
-- Manter os sistemas ·de fiscalização ·dos contri
buintcs dos tributos municipais modernizando os
nictemns de controle que dificulte o sonegação;
- Atualizar, dinamizar, tonto quanto possível as
norrnoo legais e regulamentares dos tr:!.bu tos de
competência do Município;
- !'.unte r processos de controle e consol!.dação -
das informações net~ssárins à elaboração dos bnlan
cetcs pcri6dicos e dos Balanços Gerais do Mun!cí =
pio;
- l'.anter sistema de controle do Dívida do Muni
dpio;
- Exercer outras atividades, bu;;cando simpli­
ficar as relações contribuinte-fisco e melhorar o
desempenho das funções administrntivo-tributári~s;
- Realizar o acompanhamento e controle da d!vi­
da pública.
PLANEJAHERTO
- Promover e coordenar a elaboração de planos ,
programas e projetos, como forma de racionalização
de use dos recursos escassos e otimização de resul
tados;
- Sist~matizar as informações estatísticas sa­
cio-econômicas, como instrumentos de apoio ao pro­
cesso de planejamento;
- Acompanhar as açoes governamentais, realimen-
tando o processo de planejamento e execução das
~arefas básicas do Município;
- Elaborar prograaaçôes especiais de interesse
do Município e que envolvem aspectos regionais,glg
bais ou setoriais, no intuito de consolidar e
agilizar o processo de desenvolvimento;
-Coordenar a elaboraçoo orçamentaria e a sua e­
xecução mediante o aprimoramento e a normatizaçao
técnica.
PROMOÇÃO SOCIAL
- Reorganizar o espaço f{sfco.de fora a aten­
der as necessidades básicas do processo educaco
nal; biblioteca, áreas de lzer, esportes, culto:
ra, alas para estudos, bem como assistência nl1-
mentar, médico-odontológica e pslco-pedagógica;
- Implementar a política ducacfonal de particL
poção Igual Itiria de alunos, professores e todn a
comunidade cAcolar;
- Garantir a oferto de serviços educacionais a
nível pré-escolar e 19 grau,
- Promover a valorização do magistério;
- Assegurar o processo de tquisfção de gêneros a-
limentícios destinados u merenda escolur;
- Desenvolver atividades te aperfeiçoamento do
pessoal que atua no desporte escolar e de massa;
- Melhorar e expandir o rede física do desporto,
de forma a dotá-la de equipcmento e material neces
sários à prática das atividrdes desportivas e oo
treinamento de talentos;
- Apoiar as ações municiptis e privadas promove~
do programas de competições esportivas;
- Implementar programas vcltados para as áreas -
de recreação e lazer.
SAODE
- Formular e coordenar"· o política de saúde no
Município, visando iwplementnr e consolidar o SUS­
Sistema Onico de Saúde;
- Conhecer o comportamento epidemiol6gico dos
agravos de saúde, bem como fxecutar medidas de
controle que visem a sua diEseminação;
- Controlar, eliminar ou erradicar doenças pre­
veníveis por vacinação;
- Prevenir os problemas ~e saúde bucal da popu
lação;
, Promover a f!scalizaçãc e orientação sanitá -
ria em cstnbelec1mentos comerci~is especialmente -
nos setores de alimentação, medicamentos e outras
áreas da saúde;
- Executar açes suplemer tares de saúde públi -
ca;
- Promover o formação de recursos humanos pa­
ra a saúde.
HABITAÇÃO
- Implementar programas 'e estimulo à auto-cons
trução para atender populaçzo de baixa renda;
- Melhorar as condições de hnbitabilidade,segu­
rança e assistêr.cia social, nos conjuntos habitacI
onais.
AGROPECUÁPJA
- Estimular, apoiar e ~.m·estir na organização
rura!, como instrumento vit! ao desenvolvimento -
rural do Município;
- Implementar serviços de pesquisa, assistência
técnica, extensão rural e recursos ge~éticos volta
dos para o atendimento dos interesses sociais
econômicos da comunidade rural;
- Executar os servicos d inspeção de produtos
de origem animal e seus su~rrodutos.
- Promover o atendimento bio-psico-social e
pedag6gico às crianças, à nível de pré-escola favo
recendo e valorizando o sua maneira de ser;
- Oferecer sistema de tratamento especializado
com enfoque bio-psico-social-espiritual, visando o
recuperação de crianças e adolescentes dependentes
de drogas e álcool;
-- Promover a qualificação profissional e/ou in-
serção de adolescentes no mercado de trabalho;
- Desenvolver prevenção integral às crianças,ado
lescentes e famílias, em situaçao de risco pessoal
e social, privados das condiçoes essenciais de so
brev ivência;
_ Encaminhar e orientar processo de desenvolvi -
mcnto social nas comunidades_rurais, com base na
união das faílias, ra produçao e r.o cooperativis -
mo;_ Prestar assistência social, às populações sem
os mínimos sociais, suprindo suas necessidades e-
mergênciais;
- Fomentar o associativismo proporcionando as
- S mínimos sociais alternativos de
populnçoes sem o
elevação de re
nd
a; de hortas comunitárias,vi
_ Fon:cntar atividades -
i 1
e do padrão alimentar
sanda melhoria nutric ona
da população; -
:! d des governamentais e nao governa
- Apoiar en", saúde, educação, assistência
mentas nas areas G ·- '
e outras através de convenio.
cQMüNICAÇÃO E CULTURA
1 a
tividades específicas na área
Deser.vo ver , 1 j t à
social que visem d:vu.gar /uno
de comunicaçao 3ades do Governo Municipal
imprensa as otivi temente a opinião pública em
A ali
~r permanen -
- _ vi .e tcados pela Administraçao cm
relaçao aos atos pra
- s
suas d!versas area nto e a coordenaçao de
tar
O plar.ejame . •
Execu • romoc;Ões de carater ;:ublico.
campanhas e P • -ib
eventos, , :Cti a cultural voltada a .L er-
- coordenar a P?",'_, ae srodcão e consumo -
dede de criacão a;',, aa expansão da cultura
de pensamento, a H'a , processo ou veículo
1
sob qualquer • .
regiona , _ d atrimÕnio historico.
e preservaçao
O
P
EDUCAÇÃO DESPORTO E LAZER
rturdades educac'onais de
Ampl -tar as opo • ·- e do populacão em faixo e-
- tir O ;:;.cess ) ., M
feria a ""rigaérta a i 14 acs} ra Bg"e ""u
taria escoar avP.s de construçao, re orma
E , -o a t r • •
nicipal de rs''aades escolares e outros pro-
e ampliação de u .. i
pr1.os da rede;
TURISMO, INDllSTRIA E COÉRCIO
- Incentivar os projetos visando a transforma -­
cão de matérias-primas produzidas no Município;
- Oferecer condições favcráveis ao incremento -
das relações comerciais do ~unicÍpio com o País
viz1.nho, dentro da filosofü cio ~RCOSUL;
- Dvulgar o potençia existente no Município pa­
ra exploraçao agroindustrial, mineral, turística e
comercial;
- Coordenar e exercer a política de fomento a
projetos pÚbl1.cos e privados de interesse ao desenvol
vimento do setor; -
- Permitir a execução de ações capazes de opera­
cionalizar uma política de cesenvolvimento ecor.Ômi
co para o Município. -
ME!O A{BIENTE
- Promover a educação ambiental da população, a
nível escolar e comunitário, quanto a conservação
dos recursos naturais;
SANEAHEN';l'O
- Administrar, operar e manter mediante contra -
tos ou convênios cç~ entidades públicas, federal -
ou estadual, serviços de água e esgoto, bem como
aprimorar os sistemas operacionais e de apoio;
-: Prat~.car medidos, no sentido de evitar polui­
cão de mananciais situados e.a área de sua jur',di­
ção, observada a competêncic de outras esfe,·as de
Governo;
- Promover e reestruturar a coleta e disposição
final do lixo.
TRANSPORTE
- Promover a construção ce infra-estru~ura de
transporte;
- Implantar e pavimentar ruas;
- Integrar o governo municipal com o estadual ,
visando a construção, conservação e restauração da
malha viária.
ENERGIA ELmICA
- Ampliar, conservar e restaurar a iluminação -
pública.
OBRAS POLBICAS
- Projetar, executar e fiscalizar, diretamente
ou através de terceiros, obras de construção,adap­
taca0 e reparos, reforma de prédios públicos para
orgaos e entidades da administração pública munici
pal; -
- E.brar,
pro to n are
e canalizacà en are.a ur!
Representar, e caritir exclus(vo, o Muntef -
pio, Hadleial e etrijudicial nt;
- Promover a dfe a do dir !to e Intere ses -
do Munle{pio.
CAINLIE
- Desenvolver as ações políticas do Governo Mu­
nicipul, visando à interação com todos os segmen­
tos da sociedade, analisando relvind!caçoes que a­
tendam as reais necessidades nos assuntos relacio­
nados à representação política, social e ecorôm! -
ca, bem como assessoramento e atendimento eo Pre­
fc!ro Municipal;
- Exercer outras funçoes que lhe forem conferi­
das.
Dilso Sperafico
visita Sudoeste
do Estado·
O Deputado Federal Dilso Serafico este
ve visitando, no último fim de semana, os
Municípios do Sudoeste do Estado. Acoma -
nhou o Deputado, o Assessor Parlamentar
Dirceu Lanzarini. Levantamento das necessi
dades rinciais dos Municípios e constru
ção partidária foi a pauta das reuniões.
NIOAQUE
Na tarde do dia 07, Serafico reuniu-se
com os filiados do Partido do Movimento De
mocrático Brasileiro (PMDB) de Nioaque. A
falta de infra-estrutura dos três acampa -
mentas existentes no Município tem sido
uma preocupação constante dos eemedebis -
tas. Para o PMDB de Nioaque, é preciso de­
finir critérios para implantação dos assen
tamentos, tal como limitar o número de as=
sentados com a região geográfica.
JARDIM
A noite, Serafico e Dirceu visitaram o
Município de Jardim e reuniram-se com o
Diretório Municipal do PMDB. Os jardinen
ses elaboraram carta de reivindicações que
será encaminhada pelo Deputado ao Governa­
dor sulmatogrossense.
GUIA LOPES DA LAGUNA
No sábado, dia 08, Sperafico esteve em
Guia Lopes da Laguna e participou de reu -
niões com liderançcas políticas. Todos sau
daram a resençca do Deputado e afirmaram­
a imortãncia da visita. "É um marco histó
rico a presença de um Deputado Federal a
qui em nossa cidade, ois há mais de 10 a=
nos Nioaque não era representada no Con
gresso Federal", falou o Vereador Assis.
A conclusão do Hospital Municipal foi a
principal reivindicação apresentada ao De
utado que comprometeu-se em agendar audi­
ência com o Secretário Estadual de Saúde
para tratar da questão.
BELA VISTA
No domingo, dia 09, Serafico esteve
resente à 24a Exosição Agroecuária e In
dustrial de Bela Vista (EXPOBEL) acompanha
do pelo Prefeito Abraão Armoa Zacarias. -
PRESTAÇÃO DE CONTAS
Nesse mês de julho, Dilso Serafico
quer percorrer todos os Municípios onde
mantém sua base eleitoral e prestar contas
do seu mandato.
Segundo ele, o período de recessão par­
lamentar e uma oportunidade para manter -
contato com a população do Estado, colher
sugestoes e encaminhar reivindicações.
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Se voce não puder ser um pinheiro no topo da #
colina, se.Ja um arbusto no vale; mas seja o melhor +
arbusto n m,1 rgcm do regato... Se]a um rumo se nao *
pucler ncr Lronco ... Se não puder eer árvore, seja *
um pouco de rclvn .. , E d@ alegria aos que passam
no caminho... Se não, puder ner olm!ucnr, ueja *
entao uma tília; mas n dUa moln vivn do lago! *
Nao_podemos ser todos capitães; temos de ser tripu *
laçuo. lia nlgum lugar para todou nÓ,; aqui. Há.grn~ *
des obras e outras pequenos a realizar ... Sempre -
hn uma tarefa que dnvcmon empreender. Se não ,puder *
ser uma! estrada real, seja uma vereda.
Se no puder ser o sol, se)a uma pequenn,estre- *
ln,,. Nno e pelo tnmonho que se ganha ou se per- *
de ••• Seja o melhor possível, aq~llo, que voce *
quer que seja. *
"PARAlltNS llELA VISTA".
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: Qestaque da Semana :
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nho, tem 18 anos, e do signo de gemeos e cur
sa o 39 Magistério na Escola José Bonifãcio
ê o noso Destaque da Semana.
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Todo o pa
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Um elo
. s·e· : ~~:~!,• •• ,.;
+ Antigamente a Prefeitura arrecadava somente do

Balneário e Gruta, de ayor. e diante participara


dos lucros de todo o passefos,


+ E a VERBA arracadada para aonde vai?
w Segundo o Secretário Vida!es, ela será aplica-

da na manutenção de estradas, construções de po


+ res, enfim, será aplicada no Turismo.
w Com certeza será bem aplicada, mas esperamos
dos senhores Vereadores que ela sei bem fiscaliza
* dn !
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* k t Existe um local para que gosta de ficar meio
*
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* afastado dos barulhos da c1 hck É a Pousada e
·companl,,•- Restaurante VERDE, do seu ALTO e CIDA, nn Rodo­
• Do Pecuarista Sr. Nercy santos. ar" d d F id d i Armando * via Honito/Bodoqucaa Km 000.
•• #&.4%4#%,",%, Gana. ' ..oo«o««+0«00.0«0«.0..«0..0.
:;ã.5h : ; Flagrantes ;
dor, apoiando Nercy para Prefeito. *
Na pr6xima eu conto mrif,... : : ~ri
: *
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MARINA RODRIGUES da cidade de Porto Murti *
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A Associação Comercial e Agroindustrial de
Porto Hurtinho entrcgarã mensalmente aos Poli
ciais do Posto Policial Km7,mantimentos basi­
cos e JOO litros de gasolina. Este Close da.
D'rotoria da_Ass.e_Policiais_no_dia_da_l"_en
"2g dos_mantimentos.
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Flagrante
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:'=t , Os organizadores
nho, o amipo TENA, acomparhado da sua noiva e *
1
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das amigas Rose e Chula, ra Pizzaria do Rider.
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PIZZARIA DO RIDER
Chegando em Porto Mortinho visite a Lanchonete
e Pizzaria Tradição, localizada à R. Dr. Corrêa
S/N2. do amigo Rider. Nota Dez .
DIAS COMEMORATIVOS
01/07 Dia dos Bancãrios, Dia do Hospital.
02/07 - Dia do Bomb'l?iro
04/07 Dia do Cooperativismo
08/07 Dia do Panificador
13/07 Dia do Engenheiro de Saneamento
16/07 - Dia do Comerciante.
CIC ROS
1 *
*
O AS!ALTO
experi
ti·.o o Turi .,.
do r te pese, e
(conforme Lel) das A­
de pontos turíst!
Em ppnito foi paralizada as obras das casas po­
pulnres para ser iniciado o asfalto, que o contri­
buinte tcr5 que pJgnr.
Sem comen t:irio !




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Um Close da Pres. do Clube Caiçaras de
Porto Hurtinho, Sr! Fâtima Asuilera Brum e
amigos, na Festa de Sao Joao Baptista.
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Cigarros à margem de Rodcvias são grandes causa Da pescaria da Festa Junina in foco nesta.
dores de focos de fogo, que se espalham rapidamen= çoluna.
te com Q auxílio do vento, zlém de provocarem gra A~roveitamos para parabenizar a dona Irene
ves acidentes dP. trânsito e incendios em propriedã Ribeiro, Sr. Clâudio, Gisele, Luluka e Chico
des alheias. - Neto pela organizaçao. Tambén a todos os alu
Após apagar o seu cigarro, jogue-o sempre em lu- * nos, pais de alunos e comunidade em geral.que
gar adequado. colaboraram para o êxito desta tradicional -
FestaJunina. +
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que (']e oferece: as xperlencfs face!s, a Imoral!dade,
lncla, o íurto. ... ...
kão, não, Voce vlve no mundo, ningun pode nega·lo,
tas voe é um cristo, portanto não é do mundo., o rupo das pesas que_e nutr A,
F Isso Iplia una rate diferença. Isso o classtf1a ""[,,,, esprte_±s sea farto. Fg
no com as olsas do mundo , mas com tudo squtlo que a vou " i., sati-ta - na_reino
sa voz ·tste no cor»sis de +s,hora e 48"%,%$Ç.""" {«, rrs, a «+tdié, + rg
que não é dt. ... stc mundo, onde se ,.-Jvc o Jr.or ver .1 r- ro, , ,
brel;
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t! ondl! vlgor.'l o autodonInlo. z. ·[entafs para encontrar um
Por' que é_que multo Jovens se torar dte[putos de re144%,{{'que, pela longa nsr
pouco dl' nllêncto e· para d4!9cohrir o sr«do de ert» vg.E., t,'4e 1:-prt'SGlonÕ
tictcnç.io do próprio "eu Inferfor", demonstram um amor mu tas ve. s »
todos aqueles que deles se aproxnam? Iho edo i!na fora e dtctro de nê:s,que
t. a reação nuturnl u coníus,10 do mundo, ao baru o que preao •
sufoca e sn1neto, tn«ato «e e.os4,,," ",%;; a, mil anos que Crbto Ih~ diz:"Rt
Mas, sera r.- srN> 11c.•ce:rnorlo lr .ate ,1 n a, se ;.1 3l
nunctc n. si r,-elit.o, • • renunclc a 61 [!'.csc:o ? con ru ..t corrt•ntcza, O cundo,
0 mundo o_arrasta como un rlo na enchente, e vcc~ e:~:~~~~~ cor.ilcu!dudo o:u!c. ptsn. E on·
pnra o cristao e cano uru nata cerrada, _na qual ele d resta tcrra:er.
« ãve _issr;'se @» zo@is ses viiti tio %"%22.8%,ç,"}? ! se r«sê
as te;a4as «is + aavra, J erg'· "2$',á,'!a. ss 'irasse s convia±ri'a
zo, n incompreensao, ao red cuJo, a co un a, po cr b ~ h r u.":'I crl .. tl.anl&r.o segundo a r:oda.
estar disposto até resmo a pnssnr por u::i vexa.e.e, a .:i uno .J ..
E mata ~inda, • •
1
d Tbém a sua r. peque·
Querendo ou não, qualquer cxlstencta hum.:tn~'l e arnargurad.1 pc a or. n • • • •
nas ou grandes dorcA Hpnrccc•m todos os dias. .. ,. .. ~ ri tão. o ..
Vocc quer cvitá-lns? Se rebela? Rt•age com 1mproecrlos? .,este cnso, vccc E li-1 e sl r "•·o
t ~ 1 im..'1s por que conhece o seu va o • 1,
cristão arr.n a cruz, nrM .n dor, ... ernbora cm me o as ap.r •'1 ,.. ... dl po~1c;âo par.1 ealvJr a hu-
fot por acaso que, entre os inuneros r.:clos que Deus tln HI a .,u.1 s
monidadc. F.le escolheu o dor. d
1
El reesuscitou
Mas lembre-se que, após ter cnrregndo a cruz e ter sido prega o ne a' e f 1, to Ía -
A ressurreição será tnobém o seu destino se voce, em vez de desprezar o so r c.en pe írl
sua coerência cristã e por todas os outras circunsta.nclas da vld~, souber aceitar esse s~ . _
mcnto com .1mor. Então vote poderá comprovar que a cruz ... conduz, j,"l asrgg;z±,
grla Jamais experimentada; a sua vida interior corceçara a crescer; o Reino de eu m
tomará consistente e o mundo de fora, aos poucos, desaparecera diante dos seus olhos, co,o
se fosse um cenário de papc1;1o • E vocc nao tera m.1is invej.l dt: ninguC'r.:i.
só assim voce poderá. considerar-se dlscípulo de Cristo: "
"SE ALCUt>i QUISER SEGUIR-ME, RENUNCIE A SI HESXO, TCXIE A Sl!A CRt,'2 CADA DIA E HE SICA •
E vocc se tornará luz e omor, .1livlando ns inúmer.1s ch.lg,.o.s que dilaceram a humanidade de
hoje, como Cristo a quem voce seguir.
Pe..:llliarn Gon alves
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RONDA POLICIAL
No decorrer da última emana a equipe titular - a Expobel. A excessão de ut incidente provocado
da Ronda Policial ncompnnhou o trnhalho desenvolvi por um jovem, conhecido da Polícia pela prática
do pelas Polfclas CIvfl, !'IlItar e pelo Grupo de de desordens em Caracol e d dois acidentus com
Operaçoes de Fronteira - OF - durante a rena'tza - vítimas fatais nenhuma ocorrência Policial de
ção da 2! Fxposlção Agropecuária e Industria! de maior monta rol registrada.
Bela Vista, período em que normalmente 11 ocorr;n - De acordo com o que a nossa equlpe pode consta
eia de roubos e furtos, tanto na cidade coco no tar um dos fatores que mais contribuiram para a
Parque de Exposições Rlo Apa é multo propício, as- calmaria reinante durante os nove dias que durou
sim como desentendimentos e brigai; que normalmente o maior e me Lhor evento agrepecunrio de todo o Su
nconteccm devido n grande quantidade de bcbidatt in doer;tc e Fronteira, foi a presença permanente da
geridas durante a Festa. Felizmente este ano, Polfela, com duns e até trêr equipes efetuando
Pí i@nini ii" E. ±e.c
BRENI Ol RODEIOS
tar instalados no ntron o
JardIm e Pontafrie tab nas
nha e Égua Amarela.
Duas Guarnições do GOF ta:bén marcara presença
em bela Vista durante a realiza,ao da FXPOBEL.
e com certeza contrtbalram em muito para fnbir a
acão da malandraen pr!ncipa! nte dos "ani-
gos do alheio" e arrasr dores de veiculo, que
este ano nao deram o ar 'e as graças, feliz
O Peno de rodeio Maria Furtado, um
belavistense de 29 anos, que partici­
pava do Rodeio amador realizado na
Última quarta-feira, dia OS, acabou
encontrando a morte nas patas de um
touro violento, provocando a tristeza
e a indignação do grande público que
prestigiava o evento. Maria Furtado
sofreu uma queda violenta durante uma
• Chiclete' apronta na Expobel, dispara
contra· Policiais mas acaba em 'tcani
montaria e ao cair (oi pisoteado na
região do tórax pelo animal de mais
de 700 quilos. O Peão, que sofreu a­
fundamento do tórax, foi encaminhado
imediatamente para o Hospital São Vi­
cente de Paula, mas não re
sistiu aos ferimentos e já chego~
sem vida àquela unidade Hospi­
talar.
Na quinta-feira, dia 06, foi regis
trada a única ocorrência mais relevan
te durante os nove dias de Expobel,
quando o elemento Valdemir Ferreira -
Rossati, popularmente conhecido por
"Chiclete", de 22 anos de idade,apron
tau mais uma das suas. Conhecido ba­
derneiro em Caracol, onde reside ,
"Chiclete" resolveu dar um passeio pe
la Expobel e conforme a própria Polí=
eia já esperava, ele não passou em
branco, armado de um revólver cali­
bre 22, Argentino, o elemento primei­
ramente deu um "cano" numa barraca
instalada no Parque de ExposiçÕes,nno
pagando uma dívida contraída. No Clu­
be do Laço, por volta das 01:40 hs,du
rante a realização de um Baile, "Chi­
clete" protagonizou novos desentendi­
mentos, ameaçeu pessoas e chegou a
efetuar disparos de arma de fogo.
Ao tomar conhecimento das desor
dens de "chilete" uma Guarnição dã
Polícia Militar que estava de servi­
ç0 no Parque de Exposições se deslo­
cou para o local, onde foi surpreen­
dida por disparos de arma de fogo
efetuados pelo elemento, que havia
se entrincheirado num buraco próxt
mo ao Clube do Laço. Após contornar
a situação, os policiais prenderam o
elemento e o encaminharam direto pa­
ra a Delegacia de Polícia, onde ele
foi autuado em Flagrante pelo Delega
do de Polícia Civil, Dr. Renato Ce­
sar Pereira, pelos crimes de disparo
de arma de fogo e porte- ilegal de
arma de fogo, sendo posteriormente -
recolhido às celas da Cadeia Públi­
ca Municipal.
Acidente mata Jovem
de 17 anos na BR-060
No Últimi dia 07, por volta das
08:30 hs, uma camionete D-20, conduzi­
da oor um Fazendeiro da cidade de Pon
ta Fora tendo como ocupantes as jo­
vens Elizângela Lescano Pereira, de
17 anos e Cleide Santos Silvestre, 18
anos, veio a capotar no BR-060, pouco
depois da Barreira Policial de Água
Amarela, provocando a morte da 'Jovem
de 17 anos, Elizângela Lescano Perei­
ra, residente à Rua Campo Grande, na
Vila Angêlica cm Jardim e tombem co­
nhecida por "Gigi.".
O condutor do veículo, a acampa
nhante Cleide Santos Silvestre e G
corpo da vítima fatal foram removi -
dos para o Hospital São Vicente de
Paula, em nossa cidade, onde consta
tau-se que Elizângela teve fraturas­
no pescoço e na coluna cervical. O
Fazendeiro sofreu uma forte pane,
na cabeça mas já se encontra for~ de
perigo. A segunda ocupante do veí­
culo sofreu apenas escoriações le
ves e já foi liberada pelos mê=
dicos do·Hospital.
Jf Outro acidente com v!tlrn.'.l fatal
Lei registrado neste domingo, dia 04,
per volta das 12:30 hs, na Rodovia
267, que liga Jardim 5 Porto tfurcinho
na altura do Distrito de Alto Cara
ecl. Segundo as primeiras infonnações
levantadas pela Polícia Militar de
Cracol, que se deslocou para o local
de acidente, tudo indica que o condu­
tor do caminhão merccdes Benz, 1519 ,
c,valo mecânico placas YB 7772 - Re-­
gente Feijó e Carreta Placas YB 7782,
tenha perdido o controle do veículo e
ac tentar sair do caminhão em movi-
Conhecido
ma1s uma vez
Rio Apa,
través de Postos
contrabandista
em barreira
s de ace'
Ps!{c±a tl li
Rodovias para
do E:treli -
O elemento Natarael Chaves de 0li­
vrira, residente na vizinha cidade de
Jardim, está se transformando num
rrcordista de detenções por contraban
de de cigarrosoriundos do Paraguai.Es
ta é a terceira ou a quarta vez que
ele é flagrado pela Polícia Militar -
de Bela Vista praticando esse tipo
de crime, no mês passado Natanel ha
via sido preso por uma Guarnição dã
PN com nada menos que 550 pacotes de
cigarro, ficou preso na Delegacia de
Polícia por alguns dias e depois foi
cclocado em liberdade, por força da Lei.
mente acabou sendo prensado contra
um barranco, tendo morte Instantânea.
O motorista, Manoel Antunes de Al-
mefda, de anos, natural e residen-
te eo Presld~-·e Bcrnardcs-SP, tinha
viajado até Porto Hurtinho levando
um barco e retornava para a sua
cidade quando sofreu o aciden
te, provavelmente provocado por unia
falha mecânica ou quebra da barra
de direção do veículo, vindo a ser
vitimado pelo próprio caminhão -
que conduzia.
Esta semana Natanael Chaves de O­
liveira conduzia ofusca de cor bran
ca, ano 86, placa HQZ 3497, de Jar­
dim-MS, quando fol flagrado na Rodo­
via Apaporé por uma barreira realiza
da rotineiramente pela Polícia Mili
tar, ccm cerca de 200 pacotes de
cigarros contrabandeados. O contra -
bandista, Juntamente com o cigaE
ro e o veículo foram presos e
recolhidos à Cadeia Pública de Be-
la Vista,
uma
te.
vez
.,
e preso
da PM
onde Natanael mais
foi autuado em um Flagra
te.
Edital
O Comando Militar do Oeste e a 9~ Região Militar, de conformidade
com a Lei do Serviço Militar, tendo como objetivo avaliar os mecanis -
mos de Mobilização da Reserva e reciclar os brasUeircs ainda vincula
dos ao Serviço Militar realizará o segundo Exercicio de Mobilizacão
sem qualquer prejuízo aos convocados.
O Exercício terá duração de 08 (oito) dias.
11 apresentação dos convocados será no 10g Regimento de Cavalaria Me
canizado, no dia OS de agosto do corrente ano, às 07 horas, munidos
dos seguintes documentos: Certificado de Reservista (original), Certi­
dão de Nascimento/Casamento e Nascimento em caso de possuir dependen -
REL,ÇÃO DOS RESERVISTAS CONVOCAflOS
Adir Demarco, Adilson Ajala, Adilson Echeverria Arce, Alven!r Lopes, Altear Joeri Sou­
zna Nogueira, Anderson Gonçalves Echeverria, An!!do Lopes PleutIn, Antonio Don[ngos Fãbfo
Chircnes, Aparecido Alves Nogueira, Aristide Garahi, Arnaldo Paes, Aurélio Cuticrres de 011
vIra, DavIt Eberhrd, Dercio Aderir Rodrigues, Ederly !orais S!1va, f1lo Augusto R!beiro
Rnos, EIiseu Areco, EIvlo FerrcIra Rodrigues, EIvlo Luiz d1 Rosa, Erasmo Medina, Eva1do Ro
mero, Everaldo Are, FrancIzco Medina, Geraldo Carlos Loubet, Geraldo Valério EspIndola,cre
goro Pereira, Jerry Atayde Alves, Jorge Portela Martins, José Aparecido da Stlva, Jo< c­
los Agucro, l.ourlvaldo Moreira Pinto, Luciano Aprifo Anunciação, Marco Adriano AI!ron de
Jesus, Marcio Marim,Marildo Martinez, Mar1o GI1son da Rosa, M.3uro Pereira d<> Siqueira Mil­
ton Guedes de Moraes, Nebreu Alvares, MIcolau Celso Arce, 'Ilson !Ilton, Paulo Cezar sa1o-
l ~o, Rrunno Pinto de Souza, Ricardo Conzles, Roberto Stana de Souza, Robson Jara Areco,Ro
crio Baez de Arruda, Ronaldo Paredes, Roney Franco Fernandes, RonI Marco Vieira da Cruz ?
1 Scbast!ão Garcia Centurião, Valdemar Medina, ka1de!r Den!z Orosco, Zcnildo Cardoso Jalc.s.
EDSON
de Convocação
BELA VISTA-MS, 10 DE JULHO IE 1.995
BRlNQ_UEDOS, PRESENTES
* CRISTAIS, PRATARIAS
MATERIAL ESCOLAR
* ELETRÔNICOS EM GERAi
íT1MOS PREçÇ
- TC CAV - CMT lOQ RC MEC
(

.1
!
--·----·. ....-(..__.._._ -----

PG!MA - 12
-,
COMENTANDO
l CARACOL EM SOCIEDADE·
APAE.
Asoc tacão de Pal e
Amigo:J ,!o•; 1-:xc,•pclonnln
(Iela VI.ta) comunica
que a Rifa da Mobflete -
que dever la correr no
da 9/01/95 no Parque de
Exposições não aconteceu,
poIs não foram vendidos
to<lo!l o,, 11,imcros. Porton
to a venda da RIfa contl
nua e aos que adquirirahi
ero avisados através de
comunicados na Rádio e
Jornnl o dfa e local do
oortelo. A APAR conta
com a colaboração de to­
doo nn aquisição da Rifa
de apenas R$ 5,00 o nme
ro. Aqui na Redação te­
mos para venda!
CHEFE DO POSTO
do Seguro Social,INSS
de Bela Vista, Aparecida
Fernandes Vital comuni­
cando o novo endereço do
Posto, Rua Gal,Osório ,
561 (Antiga Exatoria Es­
tadual.
ANIVERSARIOU
no dia 12 pp, Dra.Aza
lêa Ocariz. Aos que fo­
ram abraça-la, foi servi
do delicioso jantar em­
sua residência. Felicida
desl -
COM UM JANTAR
na Sede da Casa da
Amiznde no dia 11 PP ,
aconteceu a posse da no­
va Presid. do Rotaract ,
Srta. Joselia Godoy. A -
Sra. RÕmia Souza Rosa
foi quem entregou o car­
go. Sucessos!
PARABÉNS
ao casal Paulo Perfei
to e Fátima pela "chega:
da" de um robusto garo­
tão!
IGREJA MISSIONÁRIA
24.DIÃLOGO RELIGIOSO
NO CONTEXTO IND{GENA(ll)
Na perspectiva do tra
balho missionário junto­
aos povos indígenas, o -
diálogo religioso é um ,
pressuposto da c.issão.
Missão sem diálogo, leva
à submissão. Diálogo sem
missão é suspeita de omis
são diante do mandato d
Jesus: "anunciar a boa -
nova aos pobres", "liber
tar os oprimidos" Le 4,
18).
Ante a crise da mis­
são, que se expressa na
diminuição progressiva -
do número de cristãos no
mundo, é contraditória a
pretensão de uma Igreja
que se diz estar em "mis
são universal", quer con
verter o mundo inteiro e
incorporar todos os po­
vos não-cristãos no seu
trabalho. Diante dos po­
vos indígenas, o diálogo
religioso será possível
se as Igrejas cristãs se
coloc remem pé de igual­
dade com as religiões -
destes povos. Caso con­
erário, acabará conside­
rando tais religiões co­
oo inferiores ...
Dificilmente a Igreja
vai aceitar e assumir a
diversidade das culturas
e sua austeridade, se es­
tabelece de antemão o -
que_considcra cristão,
O missionário (a) que
trabalha .i,unto aos povos
indígenas, não precisa -
• fazer cobrança de con-
Flagrantes da yosse da Presidente do Rotary
ll de Bela vista Dra. Azaléa _Arlotta_ocáriz
versão: foi com amor gra
tuito que Deus nos amou:
Não se trata de "esten­
de con der a Igreja'' nem
verter a ninguém;
se de estender, a
da fé, o amor e a
afroamericanas, durante !'e.Fernando Amaya Fa­
muito tempo ignoradas ou rias (colombiano, atual­
marginalizadas" (DSD,137). mente no Brasil).
FRASE DA SEMANA
alguém lhe der um ponta pé, nio
Se algum dia ;t, na frente!!
desanime, é fnal que aInda es'a
IDADE NOVA
trata­
partir
espe­
rança, que alimentam a
fé dos povos (cf,AG,12).
O cristianismo, com -
sua missão de convocar a
unidade, tem condições -
de ensaiar o caminho da
solidariedade, com e en­
tre os povos indígenas.O
diálogo religioso supõe
eliminação das barreiras
etnocenttistas, num reco
nhecimento do caráter :
salvífico das religiões
indígenas, t importante
"aprcfundar um diálogo -
com as religiões não­
cristãs, presentes em -
nosso continente, princi
palmente as indígenas e
Esteve comemorando mais um an!versárfo neste
dia IQ de Julho, o simpático e atuante funcioná­
rio da Cânara Municipal, Sr.Mancco de SouL~,
Parabéns Maneco, e que essa data se rep:ta -
por muitas e muitas vezes!!
AMOR NOVO
A oração do
Macho Valente
Ramon caminhava pela trilha estreita da ca­
poeira quando deu de cara com a onça parada à
sua frente, de clhar fixo e afogueado de quem es
tá com fome e não tem dó, -
O homem levou a mão à cintura e armou-se com
o canivete de capar boi, grande para o ofício
principal, mas insuficiente naquela hora de vida
ou morte. Mas era só esse o recurso.
O jeito era rezar e enfrentar. Rezou assim:
- ô Deus se tu acha que nio chegou minha hora, me dá for
€a para lutar con essa ata e cravar-lhe o canivete no co­
raçao logo no prire!ro arranco; se tu acha que chegou a mt­
nha hora, faz co que a fera me dê logo uma patada e encer­
re de vez a parada,co renos sofrer; mas se. tu acha que não
tc;n na.da com isso e não quer se reter, então te abanques -
_nesse toco _a[ do lado porque tu va! assistir a una péleab
nacha TCHR!. 'ug
Quem está curtindo u~ anor novo na praça é a
1 Lo E Po
-e aoor nisso! Valeu ga_
gatinha Rose y pes.
tinha, vai em frente.
NOS DIAS 15 E 16
Deste mês, mais um sensacional Rodeio catará
acontecendo em nossa cidade. Para os apaixonados
por Rodeio, este é um prato cheio!
ALÕ ESPORTISTAS CARACOLENSES
Segundo comentários, que está correndo solto
pelas ruas de nossa cidade, é que os esportistas
caracolenses estão confundindo esporte com pol!­
tica,Voces não acham que está na hora de deixar
de lado a rivalidade política, e voltarem a par­
ticipar do futebol?
Esta na hora da juventude caracolcnse colocar
na cabeça, que, política, amizade e esporte ,
são três coisas bem diferentes uma da outra!
Para quem servir esta carapuça, faco bom uso!
SEGUNDO COMENTÃRIOS
Os alunos do 32 Ano da Escola Estadual de 1g
e 2Q Grau Dr.Rubens de Castro Pinto, estão orga­
nizando umaanimada festa junina na Feira Livre
Esperança. Se os boatos que ouvi fore~ verdade,
vamos esperar animadíssimos mais uma festa juni­
na!
QUEREMOS
Dar os parabéns à todos os laçadores caraco­
lenses, principalmente aos que conseguiram o lQ
lugar, em Bela Vista. Parabéns, esperamos que
continuem assim, já que melhor é impossível!
REDE GLOBO PORA DO AR
Mais uma vez a novela se repete, a Rede Globo
há mais de mês está fora do ar. E quando entra
no ar, a transmissão é péssima, sem falar na voz
que mais parece com caixa de abelhas.
E até hoje ninguém t.cmar sequer providências
para conserta-la. e bom lembrar que a Rede Globo
aqui em nossa cidade só fica boa em época de po­
lÍtica.
Alô, Executivo e L~gisl.ativo, voces não acham
que está na hora de unir forças e resolver de
vez o problema da transmissão da Rede Globo em
nossa pequena Caracol?
Ou vamos ter que esperar 96 para termos nova­
mente a transmissão da Globo em nossa cidade tal
vez, nê, té lá a política vai estar a todo va­
por.
ORAÇÃO Ã SANTA CLARA
Pela intercessão da Santa Clara,
0
Senhor to­
do poderoso, me abençoe e proteja. Volte para
mim os seus olhos misericordiosos, me dê a paz e
tranquilidade, derrame sobre mim as suas copio­
sa~ graças e, depois dessa vida, me aceite no
ceu em companhia de Santa Clara e de todos os
Santos. Em nome do Pai, do Filho e d E i i -
Santo. Amém.
0
sp r to
Fazer os pedidos á Santa ciara: l de negócio
e 2 impossíveis. Rezar durante 9 dias, 9 Ave Ma­
ria com uma vela . acesa. Deixar queimar no nono
dia. Mesmo sem ter fé seu pedido será atendido.
Mande publicar no 9g dia.
(B.O)
1
IGREJA EVANGÉLICA APOSTÓLICA DE CRISTO
Rua Cuiaba S/N - Caixa Postal.
26
/
- Bela Vista'S
CONVITE
Estamos convidando a popular- a
7 icao te Bela Vista
e reg ao para o lançamento do
10
LP i
ros do Rei, "VOAR ALEM" - dos Mensage-
14/0 7 /95 à í d ·' a realizar-se no dia -
Rufino. partir las 19:00 hs no Grêmio Pedro
Será a noite de consagra
senvolvido de bracos daa"o de um trabalho d!;
torna imperdível. com Bela Vista, o que
Estará ainda' abrilhantand
o conjunto da Comunidade Ev
O
!
stª grande festa
ta e as irmãs Eunice e El angelica de Bela Vis-
~
Crande, com entrada f,;-anc~~ da Cidade de Campo -
Atenciosamente
M.D.R. Produces
Joel Camargo _
I
Es
t
Ma
n
a
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