BELA VIST A/MS Máximo Ron ero _________ ....., ...... ....., Sauda Na foto. de camisa preta, o Sr.J..1J' ximo Ro111uo, ladeado pelo Presidente da Assembléia Legislativa , Deputado Roberto Orro (PSDB) e os filhos Hilton e AHrio Yillasanti Romero • Matéria na.P~ Polícia Militar apreende caminhão com 10.100 litros de combustível contrabandeado o ransporte gratuito idass lese vigorar em 9f > 'i 1 emenda de autoria do Domingos, já aprovada Deputado Jerson pela Assembléia Pág 5 No ultimo dia 31 de Outubro, tera-feira, a Guarnição de serviço da Policia Militar de Bela Vista flagrou o 'aminh.ão Mercedez Benz 1513, Placa IQG-! 20, ultrapassando a Alfândega do Posto local da keceita Federal, com 10.100 (dez mil e cem) litros de comb ·'vel (gasolina), oriundos da cidade de Bella Vista Paraguai. O caminhão tanque era conduzido por Manoel da Silva Machado, que não apresentou nenhum documc:nto fiscal referente ao transporte do combustível, caracterizando o crime de contrabando. O condutor do veiculo alegou que a gasolina seria transportada até o Posto Turbo, loc lzado na saída da cidade. de propriedade do Empresário Antonio Fid~lis. Todos os documentos de porte obrigatório, como o certificado de registro e licenci:uncnto do veículo, CNH do motorista e identidade também foram checados pelá PM mas não apresentaram irrcgu!Jridudes. Por ter sido claramente caracterizado o contrabando de combustívd. o motorista Manoel da Silva Machado e o veículo foram apn.:cndidos pela Polícia Militar, encaminhados à Delegacia de Policia Civil e. posteriormente. à Polícia Federal. onde o condutor do veículo foi autuado em flagran•e. O caso deverá ser apurado através de Inquérito Policial instaurado pela Delegacia de Polícia Federal de Ponta Porl. Esfaqueado pelo . - ermao Na quinta-feira, dia 02/11, coincidentemente dia dos finados, por muito pouco o elemento Mauro Luiz Benites, 21 anos. não tirou a vida do próprio irmilo. Marcos Antonio Bemtes. o caso deu-se numa residência localizada na Rua Eduardo Peixoto. s/n. no Bairro Costa e Silva, onde após alguns desentendimentos por motivos banais, Mauro Luiz Benites desferiu uma violenta facada na barriga de Maros Antonio Benites. " • A vítima se encontra hospitalizada em estado que inspira cuidados, no Hospital São Vicente de Paula, o autor 1 da tentativa de homicídio foi localizado e preso pela guarnição da Polícia Militar e se encontra recolhido á cadeia pública à 1 disposição da Justiça. DO i IIl Iffi ill 10 O Deputado Hosne . Garcia, ocorrido na sexta­ Esgaib (PFL), disse que feira da semana passada. considera um abuso sem Para o Parlamentar, precedentes o sequestro "cometeram um crime do Fiscal Tributário maior para justificar a Marco Aurélio Cavalheiro fulha menv ". O rapaz é de Sindicato Rural de Porto Murtinho/MS A V S Será realizada eleição, no dia 1 0 de Dezembro de 1995, na sede desta Entidade. à Rua Capitão Canalice, s/n, para composição da Diretoria. Conselho Fiscal e Delegados representantes, devendo as chapas serem apresentadas para registro à Secretaria. no período de 07:00 às 11 :00 hora.-; e 13:00 às 17:00 horas, no período de 15 dias a contar da publicuçào deste aviso. Edital de Convocação da Elciçilo encontra-se afixado na sede desta entidade. Porto Murtinbo/MS., 08 de Novembro de l.995 FRANCISCO SOUZA NETTO - Presidente família conhecida e uma série de outros respeitada na fronteira, procedimentos que disse o Deputado, poderiam ter sido lembrando que, "mesmo adotados para saldar o que ele tivesse uma dívida débito. se é que ele exist.e". 'à quitar no Paraguai, há Págma - 06 Prefeitura Municipal de Bela Vista Comissão Per a ente de Licitação Tomamos público que de acordo com as diposições da L.ei Nümero 8.666/93. o resultado da Tomada de Preço> Número 003í95. LICITANTE VENCEDOR -CGR Engenharia L:la. Em. 06.'I l 95 JOSÉ GERALDO DE ALMEIDA Presideate da Comisso Permaneate de Licitação r 1 Câmara é N tcia e Luform Matérias na Página - 10 VI:JlA J.OUIU:mo m: ALM!.'Jl)A 0/l3/MS 25711•0 OAO • 2573 • B ciusAs civias E cTãi$ [ RUA CU1Aí, SIN' - CENTRO] (067) 439 - 1290 BELA VISTA/MS JARDIM/MS DR. HÉLIO RUIZ Cç]USAS CÍVEIS E CRIMINAjp ( RUA 14 DE MAI0,470 • CENTRO) fi (067) 251-1012 251 • 2424 JARDIM/MS Cerâmica, Ponte Móvel, Clareamento Dentário, Aplicação de Flúor, Raio•X e Facetas laminadas DR. LAUCÍDlO VtLDEZ DE BARROS CRO 340-M> RUA TEN. BERNARDES,447. fi RES. AV. CEL. CAMISÃO - ri 25 J· 1039, ___ .TARDIM/MS t ( 1 E DR. HÉLIO TADEU RUIZ liunà:1do em 20 de Fevereiro de 1.972 Rei De!avistense de Jornais - CGC.MF 15.513.203f0001-59 nrnETORES: Maria E. tela V. Pereira REPORTAGENS: b 'dins Rodrigues, João Carlos Velásquez E -- CCH ,:l>ORADOR: ',) ..,-:ho..J, !itid.i0ri S 'CURSAIS: • ARDI- Rc I+ de }ui0,342- (067)251-1669 BO·TIO - Ru± Mfoate Castelo, SN CARACOL. - Amuda Brasil, 5 ANTONIO.JOÃO - Praça Eugénio Penz0, SN PORTO MUTII!O -Rua Coronel Poee.7067) 287- 139 TAB[L, DE PREÇOS: ;.SSI! A"'.' 1 RA MJUAL: RS • 40,00 AS ATU SEMESTRAL: 20,00 PESO O EXEMPLAI: R$ - 0,50 T..'.BIJ 't. DA rnorm!RA, CO!lAEiD JAllDlf!ErJSE, JORIIAL DE BONITO E IR:UNA URTINIHENSE- PACOTE DE ASSINATURA ANUAL-- $ 1U0.00 Prefeitura Municipal de Bela Vista A10; 1O POR. HXrC"TE0 1MERO _OI!_- CAINETE. DO_REPELO EXONERAR X PEDI) ZELI APARECIA GRANE, Lotada na Secretar!a 1.a@G, cultor e nEorto, do caro de Ser r fa I I , S k ho J o Aíl I-2 , a partir de O 1. J rJ. 9;, • (Fort.ng 275/95 de 02.10.95). 1O!EA de ZELI APARECIDA GRANCE., para exercer na Secreta­ ria de Educação, Cultura e Desporto, o Caro em Co missão de Chefe do Setor de Promoção e Difuso cal tur;iis, Sfouolo ))_A[-2, Código 2.1.02, a partir dê 01.10.95. (l'ort.nc:? 276/95 de 02.10.95). DAGOBERTO JlLINI CUSTA, Ocupante do Cargo de Agente Adglnfstratlvo, Claose A, Padrão III, Refe­ rência 01, Código PAA 3.5.03, do Quadro Permanente da Prcfe1turo Municipal de Bela Vista, parn exer­ cer na Secretaria de Educação, o Cargo em Comissão de Chefe de Divisão de Supc·rvisiio dn Merenda Esco­ lar, S[mbolo DAI-!, Código 2.1.01, a partir de 17. 10.95. (Port.nQ 283/95 de 17.10.95). DESIGNAR FERNANDO JORGE DE BARROS, Secretário Municipal de Obras, ODGAR LARANJEIRA GUTIERRES, Diretor do - Departamento de Obras e Urbanismo, PAULO ROBERTO - RAFFEL, Mecânico, para Comporem sob a Presidência do Primeiro, a Comissão de Avaliação dos Bens a se rem Leiloados pelo Município de Bela Vista-MS. (Port.nQ 282/95 de 17.10.95) LICENÇA GESTANTE JOELY MARTINEZ, Telefonista, Lotada na Secreta­ ria de Administração, a partir de 20.10.95 à 16.02. 96. (Port.nQ 286/95 de 20. 10.95). FÉRIAS REGULAMENTARES LIDINA CRISTALDO FRANCO, Auxiliar de Serviços - Gerais, Lotada na Secretaria de Educação, Referen­ te ao Período de 94/95 a partir de 02.10.95 à 31. 10.95. (Port.nQ 277/95 de 02.10.95) FELIPA CÁCERES, Auxiliar de Serviços Gerais lo­ tada na Secretaria de Educação, Referente ao Perío do de 94/95 a partir de 10.10.95 à 08.11.95. - (Port,nQ 278/95 de 10.10.95) DELFINO RODRIGUES, Diretor de Escola, Lotado na Secretaria de Educação, Referente ao Período de - 94/95 a partir de 10.10.95 à 08.11.95. (Port.nQ 279/95 de 10.10.95) FELIPE ABADIE, Motorista, Lotado na Secretaria de Satige _ Referente ao Período de 94/95 a partir de 16.10.95 à 14.11.95. (Port.nQ 280/95 de 16.10.95) FERNANDA APARECIDA GAVILAN, Professora, lotada na Secretaria de Educaçao, Referente ao Período de 94/95 a partir de 16.10.95 à 14.11.95. (Port.ng 281/95 de 16.10.95). PAULO MELO, Secretário Yunicipal, Símbolo DAS-3, lotado na Secretaria de Educação, Referente ao Pe­ ríodo de 94/95 a partir de 18.10.95 à 16.11.95. (Port. ng 28 4/95 de 18.10.95) INrs DE SOUZA, Auxiliar de Serviços Gerais , Lo tada na Secretaria de Educação, Referente ao PeríÕ do de 93/94 a partir de 19.10.95 à 17.11.95. (Port. ng 285/95 de 19.10.95) LUCINETE LEITE LINO, Assistente de Administra­ ção, Lotada na Secretaria de Educação, Referente - ao Período de 93/94 a partir de 23.10.95 à 21.11. 95. (Port.nQ 287/95 de 23.10.95). BERNARDA DOMINGUES GARCIA, Merendeira, Lotada - na Secretaria de Promoçao Social, Referente ao Pe­ ríodo de 94/95 a partir de 23.10.95 à 21.11.95. (Port.nQ 288/95 de 23.10.95). ROSANGELA SOLANGE FERREIRA, Secretária de Esco­ las, Símbolo DAI-3, Lotada na Secretaria de Educa­ ção, Cultura e Desporto, Referente ao Período de - 93/94, a partir de 25.10.95 à 23.11/95. (Port.nQ 289/95 de 25.10.95). CM!RA-SE GABINETE DO PREFEITO AOS, 31 DE OUTUBRO DE 1995. ABRAÃO ARMOA ZACARIAS - Prefeito Municipal -Edital de Proclama Dois (02). terr,enos medindo I O x 60 .à Rua Sebastião Crispim do Rêgo .. •. TRATAR AZUAGA,CALÇADOS ou elo ' FONE: 439-1586..7 >-%. FAZ. SA ! t ! . 1 l ,'r• ~ l , i ir • • r • ,. ,d , ! ,! o s pelo a4 t 1 o ! " J • lelro, inet» s I, II, III e IV 1 :, Hnrn r;TAii TI.!' e i1t. Antes de retornar, Patrícia dá uma esticada até Fortaleza, Recife, Salvador, São Paulo e, não poderia faltar, Hauri'. ,lti.l 97 011 911 "Pnt". • A 1/0RA I:: A VEZ DOS JOl'ENS - A maioria do povo belavistense, hoje, não duvida mais ._; pr !ci.w repe11.111r 11 modelo político - económico implantado em nossa cidade O ulllal mude/o FALIU. É lwm e w; dos_;m·e11.1 p11/ít/co.1. Jt!éias novas. Modernização. • PÉS NO CHÃO- Ficamos (ou ficaremos) oito anos com a Ad111í11istração rio Abmtio, mais quatro do Edson Moraes, DOZE A 1 0S, muito lt'mpo. Agora é preciso renovar, os dois merecem os 11ossos 1tgradeci111et110!>. /1/uito obrigado. Agora é a vez do Roney, Gão, Geraldo Murano, Luiz Carlos Tebichrane, Orlanda, Azaléa, os jovens Mascarenhas, Renato Rosa, e muitos outros, todos f/11 co11diçcies de tlisp11tnr a sucessão do Abraão. O Garib11/di disse que não será candidato mesmo, a Dona Suely sua esposa, também tlisse o mesmo. • O QUE É REPENSAR O MODELO? Yiio pvdemo.1 depender UNICAMENTE da pecuária. tem .de diversificar as atividades económicas em Bela 1 'ista Com,:,._ w. /11dzístria. gricultra e sobretudo o TURISMO "'" mesmo, o TURISMO, lembrando a culucle de Bonito e l'oro furtinho, hoje com amplas perspectivas de progresso • ROTAR l' - O 111e11 amigo Jmio Natalício 1/1' O/freira, tio JOR 'AL DA PRAÇA, 11s.m111iu a prt!sitlê11cÍll ,lo Rotar;· Clube r!e 1'011111 Porti. o • FALANDO EM ROTAR)'. O MajtJr f'i/!1m1111i. irmü do Tenente Willasanti foi empossado no Rotery Club de Campo Grande, a solenidade foi 110 Hotel Campo Grande (foto). O Presidente do Rotary Gelásio Lani coloca o distintivo na lapt'la do agora companheiro 1-/ilron Villasu/lli. l'arahéns. J Máximo Romero Nacido em 11/05/1928, na id.de de Poro Murtinho, Mimo Romero, 67 a 1os, csdo om Dona Georgina Vllasanti Romero, pi de inofdho (rs homens e duas mulheres)eavôde ll no,falu vítiin,1 de: iufano, no último dia 4/11/95, na id.de de Guia Lopes, onde residia há vários anos» Militar J,1 Rcs<:rvJ, tendo servido todo o tempo na 2Companhia de Fronteira, em Porto Murt.inho, Bonito e Guia Lopes da Laguna, tendo respondido algumas ve;,es pela Delegacia Regional de Jardim. Amante do esporte, foi praticante:, organizador de eventos esportivos, árbitro e técnico de futebol. Atualmente era o Secretário Municipal de Esportes, de Gui,1 Lopes da Laguna e também I Em todo o mundo, rápidas e profundas transformações colocaram o empresariado numa encruzilhada: ser compertitivo ou fechar as portas. o Brasil some-se a isso uma grande novidade: viver praticamente sem inflação. Para quem, nos últimos 30 anos, experimentou taxas inflacionárias mensais que variam de 5% a 80%, índices que agora não passam de 2% ao mês seriam, acreditávamos todos, moleza! ó que não está sendo. As Empresas, o mercado e as pessoas já tinham incorp0rado a cultura inflacionária ao seu modelo de vida e às suas relações comerciais. Quem vendi~ iá 0 Jia muito bem que perderia , no prazo e quem co1,1prava apostava no lucro. Um jeitinho daqui, uma negociação de lá muitas vezes compensavam problemas estruturais, criando uma verdadeira ficção na administração e na contabilidade empresarial. em inflação, a verdade apareceu. Os números até então camuflados pelas perdas inflacionárias transformara-se em lucro ou prejuízo real no bolso. Todos sabemos a razão pela qual os ba11c0:; não cobravam pelos seus serviços. Quem não se lembra dos dias a mais ou menos que uma cobrança ou um depósito poderiam dormir numa conta bancária? Os juros diários compensavam a não cobrança de um serviço ou de comissões. egociações difíceis eram embaladas pela singela mania nacional de trabalhar no over com o dinheiro alheio. Era a ética da inflação contra a ética de verdade. _ A crise que se abateu sobre alguns negócios que vivem de comissões pelos seus serviços, como bancos, agências de viagens, empresas de tiquete refeição, agências de publicidade e tantas outras, decorrer da sua falta de preparo para viver sem inflação. As receitas não cresceram, mas os salários deram saltos de 30%, 50% ou até dobraram, coa;~­ se o processo inflacionário ainda continuasse . Saudade V iver se mm TIIIB tudo um homem muito religoso, membro ativo ds pastorl da Saúde em Guia Lopes d Laguna, hi lllll,l '( fll,111 l atrás, juntamente com sua p0a. havia sido empossado como Ministro da Eutcarisua, na Paróquia de Guia lopes da Laguna Mimo Romero partiu para a vida H fll l. í 1 .. J,JXOU llll legado de honradez, trabalho e dignidade para us filhos, amigos e à todos que o conheceram em vida. Por tudo isso, será sempre lembrado com carinho aud.ade 'd -••• ,1,. Arrnmhfh:, Na foto. de camisa p_n_ia. o Sr. M:iximo Romero. ladl:lli!..Y pelo Presiv ente da Assembleia Legislativa, Deputado Roberto Orro (PSDB) e os filhos Milton e Alirio Yilla:,;anti Romero Mas ai vieram o mercado competitivo externo, 0 refinamento das exigências do consumidor, as desregulamentações governamentais, a redução _do ciclo de vida dos produtos e as crescentes parcenas e fusões estratégicas, expondo uma nova realidade: os custos de uma empresa, até então a base pa:a a fonnação do preço do seu negócio, deixaram de ser agente ativo do processo, para se r_esignar à mera condição de espectadores. Hoje, o preço e detenninado pelo mercado e o lucro é exigência do acionista. Vire-se com seus custo~! Antes soberanos absolutos na mesa de negociações, os custos são hoje decorrência, um item a ser gerenciado para se adequar à vontade do mercado, esta sim, agora soberana. Gerir o processo para ampliar o valor agregado da empresa requer conhecimento das necessidades do mercado, aliado ao uso da tecnologia que permite maior velocidade com custos reduzidos. As ações-chave devem buscar identificar estratégicas competitivas, passando um pente-fino no sistema clássico de gerenciamento. É preciso lembrar - e eu como consultor me atrevo a isso - que métodos e processos devem privilegiar o novo quadro brasileiro de intensa competição, de reaculturação inflacionária e de um enorme bombardeio de informações, para ganhar dinheiro e lucrar com uma dura administração dos custos, com colaboradores treinados para os novos tempos. Mas acima de tudo é preciso coragem, muita coragem para renegociar salários fi'xos e estabelecer compromisso sério permane,1te com seus empregados, a partir de programas de parceria e participação nos resultados. Esta sim, é uma maneira saudável de conviver numa economia de ,. . 1. ( 1 í , i ,; m /, ,, .. , rt· J.J) i11 vo · , chegar em Caracol, não visitar a LOJINHA MAJUJU,/ ] Roupas para Adultos e Crianças, Calçados, Brinquedos, Secos 1, Mol/Jndos, e grande quantidade tle miudezas em Geral UA 1/!A'fO G OSSO, 433 - CENTRO - CARACOL/MS JJt: Mnrlll,11il do A. rlom syí111lol11 : -~­ Confecções cm Geral Artigos para presentes, nijoutcrias cm Pc,rcclanas, Calçados e muitas outras variedades AV.:MATO GR0SS0,422 ~t·. 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APROVEITEM. ,.L--- :l Transporte gratuíto para idosos deve vigorar a partir de 1996 A partir do próximo ano as pessoas zo mix{mo de 9) dias, d acordo o 1 < tom mal, de 65 anon de Idade estarão que JrlV•· , monda de autoria do Deputa r Lenta do paamento de pa»saem em do .Jerson Domino, já aprovada pela roo transporte coletfvo intermunicipal, Asemblia Legislativa, Gros o do l'ro,l<'I.O tll'flfl" twntldo aprr•r,1•nl'11d() <'l1 / Lei l'.~rodunl !-<1Ím<·ro !)t,;,, fol 6an tos que ol · is a ade + 1993 pelo Deputado Waldomiro onçal -- clonada em 23 de novembro do ano pa4 ,5 V(•:1 (• sane Ionado pelo Poder Executivo, sado, pelo então Govcrn,1clor Pt•dro Pc: no vai ter que ser regulamentado no pra-- drosslan, cujo veto a matéria foi 4} 1 /SSOMASlJl, - Airnoc laçno doo Munldplos de Ma to Grosso do Sul ara Mminsista de 09rs niirln, na sede da ASSOMASIJL - Assoclaçiio do,; Munidpios de Mato Grosso d; Sul, no dia 25/10/9'), com n finalidade de dl!:;cutlr n situação cr!ticn elos MunlclpioH, em rnziio do falta de rec11r60G financeiros e com laAo invinbl­ lizundo ndmlnistrntivnmcnte a ação municipal, e, considerando que~ ncces­ sirio o esclarecimento da população a respeito desses fatos, resolvem apro vur e divulgar a presente CARTA MUNICIPALISTA com us medidas e propostas a seguir descritas: - Lutar pelu definicão de regras, a serem estubelecidas em Lei Comple - mentar, que determinem a linha divisória de competência de cada esfera de Governo, bem como suas fontes de recursos e suas responsabilidades; - Propor a adoção de normas legais que limitem no máximo d~ 1% (um por cento) do repasse mensal de F.P.M. para amortização das dívidas dos Muni­ cípios com o Previdência (INSS), FGTS, PASEP e outras dívidas ou financia­ mentos ligados no Governo Federal; - Definir de imediato uma política agrícola, visando salvar a produção da próxima safra e que amenize o êxodo do trabalhador rural e as invasões no meio rural; - Defender junto ao Governo Federal para que repasse no mês de dezembro próximo uma parcela extra do FPM - Fundo de Participação dos Municípios cujos recursos serão destinados no pagamento do 132 Salário dos funcioná rios municipais; - Os Municípios são contra a proposta do Governo Federal de estender o prazo de vigência do Fundo Social de Emergência, cujos recursos realocados. deveriam ser distribuídos nos Municípios; , - Lutar pela definição urgente dos repasses do SUS, aumentando asco tas, os percentuais e Índices de reajustes defasados desde o Plano Cruzado; - Sejam mantidos os atuais índices de repasse do F.P.M. para 1996, ati o novo censo a ser feito pelo IBGE; - Lutar para que na Reforma Tributária o ITR seja um imposto Municipal, em vista de ser um imposto sobre a propriedade; - Paralisar as atividades dus Prefeituras Municipais no dia 06/11/95 com a divulgação da presente CARTA e como forma de protesto, para que as propostas sejam ouvidas pela comunidade sul-mntogrossense e nas demais es­ feras de Governo. Campo Grande-MS., 25 de Outubro de 1.995' HUMllERTO TEIXEIRA - Presidente anos, para poder viajar Gnbus inte unice!pafe. AInda de acordo com o projeto, fI-. cou defInfda em um de seus artigos rl'sponi;abil1d,1Je de o C:cvcrno do st,, do regulamentar a Le! e fiscalizar a concessão do benefício. Entretanto, a penar de sancionada, a !.e l j,H·n ts [o·Í regulnr.cntncla. Por cnusn di~Ho, nn sc,1siio do Rua Lomas Valentia, S[A €uaui@e Bella Vista/Paraguay-, _ " - O ,!rput,1s relações com os omi gos caminharão de forma contraditÕrin, aproximan= do-o de alguns amigos e torrando outros pessoas bastante perigosas para vocc. Seja cauteloso e evite nt.icar as pessoos. ,.. F O T O ~-. 4&#$5licitonl .. - .,. - Foto 3x4 poro ooeumentoo.Anlver- Comercial Atacadista t • 1 CA ANDÁ sd'rios o Casamentos - buns - Poster o Filnfs "Roportagona em Goral aa ?coa, &bilo r RUA: NERI B. 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Fernando Jorge Em expediente endereçado ao Diretor Administrativo do SAAE local, Eng. Luiz Carlos Cunha Tebichrane, a vereadora Orlanda Freitas dos Santos solicitou que sejam esclarecidos os motivos que vêm provocando as constantes intcrrupçõc • no fornecimento de água para os bairros mais e ·r.1;,m!!l t:· l.Í l',.lJ Lt,> (jr,i,so dll Sul. ,lnlrll (1111.0 •>·,,d,,.,: t I p ta >Jo Paulo. define [ urah, lembrando que cerca de m!praticantes vão se reunir cm Campo Grande pura a lCopa do Laço, que vai ser realz a entre os dias 7 i: 10 ü.: d...-1,111>m .. .:g.1:1,t > o prsident, este cvento será u111.11!;0,•r. J,i p(>tcnci.d, 0:.1 forçJ do csp,1r1c no [st:1do. - o da LDB para rr . ãvergêncié}s par.i de~empe,r.ir a uprÓvaçilo do prnjétó, que está com o LcgislatÍo Fedrral de~de I 988. "Se vier para a Cântara sem consenso e alguna modificação for feita, o projeto vota no Senado e vai ter que passar por todas as comissões de novo. o que significa mais demora na aprovaçãc da lei", explica. Se a superas ão das divergências sobre o documen1:> ncontcccr, o projetq :,egue por um caminho mais simplificado, passJndo pela Cnara e sendo encaminhado para a sanção presidencial. A deputada acredita que a LDB pode ser aprovada ainda esteano, ca';O ocorram essas medidas e seja pedido 'regime de unéncia para o projeto. Um dos grandt:1 avanços da Lei de Diretrizes e Bases da Educação é colocaão da Educação Infantil corno parte da educação básica. ap..."1lr do texto do substitutivo que tramita no S..:nado ser mais restrto nessa área do que o aprovado na Cámara Federal, disse Marist." O tema que antes era apenas mencionado como compet.:nçia dos siste1:1as de ensino em zdar para que a criança rrcnor ·k 6 anos tivesse competenr: educação, agora é tratantn,o con curno "GAROTO E 0/IROTA ECOLOGIA", v1•rnoo 1.995 quP rstó uendo rcolizodo rrn todo MS, nível eAtn­ dual,, Apos o concurso have­ rá um grandioso baile c/ os porticipncõcs especi­ ais com os rnises, Miss MT, MIss Bela Visto,Miss SÕo Gabrirl, Miss Três Logons, Miss Dois Ir­ maôs,' Mis Bando!ran­ tes, Miss Aquidouonn e Miss Annstãcio. O evento scrã rC'olizodo dia 10/11/95 (sC'xta-fei­ rn) no Grêmio dos Subte­ nentes e Sargentos Pe dro Rufino, às 21:30 hs. Crrto de sua otenqÕo, agradecemos pelo honro. REALIZAÇÃO M.S.S. NESTE DIA 07, festejando com fo rnlliores mais um ano de vida, Floro Velásquez. Fçlicidodcsl ! 1 ! 1 ! !! 1 IGREJA MISSIONÀRIA * LOCAL: Clube IndoiÕ • * * ATRAÇÃO: Show-Baile com a cantora WANDER- * * L:eIA e o RANDA LAS VEGAS - SP . * 43. Espiritualidade missionárill: Missão,nnún cio de esperança. - Nestes tempos cm que na história dos povos,o­ meaçada pelo vírus do neoliberalismo econôrni - co, encontramos um cer to cansnco em lutar,pre­ cisornos fortalecer nos sa esperança de podermos construir juntos novos - céus~ nova terra. Deve mos converter-nos em mi~ sionários e rnisssionári:: as da vida e da esperan­ ça. Precisamos sempre ler os sinais dos ternpos,co­ nheccr e compreender o mundo cm que vivemos,scr , "sal'! que dê sabor o vi­ do e "luz" n iluminar n caminhada. A humanidade com todas as conquistas ainda não assumiu a mis­ são de eliminar as desi gualdades, o exclusão e 1 0 egoísmo, que corroem a felicidade de todos. Vi- A p e o A E p re A: q as B cu po * * t Comemora,o seus treze anos, o GAZETA * * POPULAR, convido voce e suo família pnrn * * mais este .evento, que já é tradicional. * * 8~ NOITE DOURADA, este é o ngradcclmcn- * * to deste jornal, poro quem está ajudando o * * desenvolvimento dn nosso cidade e do Esta- * * do. * * Ernpresãrios, políticos e profissionais * * liberais de maior destaque em 94/95, a se * nhoro engatinha mais legante receberão * * o TROFÉU DOURADOS. * * Paro os melhores prefeitos de Mato * Grosso do Sul serão entregues o 32 TROFÉU * MUNICIPALISTA, corno reconhecimento • pelo * trabalho desenvolvido cm sua comunidade. * Din: 11 de novembro de 1.995 * IN1CIO: 22:00 h * TRAJE: Passe~o Completo * * A maior rec01npensa será ver voce * participando de nossa festa. * * DORIVAL SEZAR QUINTANA * DIRETOR-PRESIDENTE * * * * * * * * * * * * * * * * A FESTA DE QUEM BRILilOU EM 94/95 * ************************************************* tureza, vive e cresce na cspernnçn, acolhendo to­ dos os povos na suo plu rolidodc cultural e reli giosn, vivendo na unida= de o sonho de que todos sejamos "um" como. o P.1i e o Filho são "um" no unidade do Espírito (cf Jo 17,20-25). O anúncio de Jesus e de seu Evangelho é sem­ pre anúncio de esperança realizada em Jesus Cris to, c a realizar-se cada que buscam urna vida ma­ is digno e mais liber­ to dos opressões, impos tos em nome de falsos­ divindades. Dos evange­ lizadores, o mundo espe ra o anúncio de um Deus que nma e acolhe o to­ ~os, especialmente os mais pobres, os pequcni nos e os excluídos, pn= rn que todos possam vi ver dignamente n vida que nos foi doada poro ser vivido cm plenitude. Pc. Joel Cruz González vez mais entre os povos Assim mesmo... :ver missionariarncntc nes * As pessoas são pouco razoáveis, ilógicos , tes conflitos significa- egocêntricos: AME-.AS ASSIM MESMO. 'tamb ·m anunciar com es * Ainda que faço o bem, será acusado de ser e- prança o desabrochar goista e calculista: FAÇA O BEM ASSIM MESMO. dos·sinais de vida plc- * Quando triunfar, vai fazer falsos amigos e na, tregue à humanido- verdadeiros inimigos. FAÇA TUDO QUE PUDER PARA 'à~ p~la norte e rcssurei TRIUNFAR ASSIM MESMO, cão de Cristo. - # As pessoas preferem os desafortunados, mas· Maria nos incentiva seguem os afortunados: BATALHE PELOS DESAFORTUNA­ nesta caminhado. No se- DOS ASSIM MESMO. guimcnto de Jesus nos a- * o que leva dias pnrn construir pode ser de~ 'juda a perceber quando truido em uma noite; CONSTRUA ASSIM MESMO. falta o "vinho" e nos * As pessoas têm necessidade de ajudo., mas ato convido a "fazer tudo o ca-no quando procura ajudá-las; AJUDE-AS ASSIM que. ,1:'.le nos disser",pa- MESMO, ra a festa continuar. * Dê no mundo O melhor de si, e levará um., bo- (Jo 2,1.,111, fetado cm cheio; ois AO MUNDO O QUE TIVER DE ME- A tgreja, povo de De- LHOR ASS:11 MESMO. us, nissionária por na e Fonte: Autor desconhecido Cinco Chagas da E.. tr fLm de século de !ln!o, anunciador prcur or do m!ln!o que está is porta, tem oferecido muftas boas alerta e esperança co ri)ação à mfuso da L,reja. - En 1.965, um dos grandes dou·nto do Cone!l!o Ecus nlco Vat!c II o decreto "Ad ente", traduz!a perfeitamente a naturza, o contei d6 os objt!vos da n!ssão. Dz anos depo!s, a xortaçio apetôl!ea - "EvangeIl! Nunttand!", de Paulo 'I, expl!cat!va a tolo!a e a prit!­ ca desa m!sso, !dentIf!cava no que ela te de essencial, com a vn gel!zacio. Em dezembro de 1.994, João Paulo II ntregava à Igreja ao ' - f, a enefcl!ca - .mundo um dos textos ma1s importantes do seu pont 1la a _ "Redenptor!s M1slo" - sobre a validade permanente do mandato m!sstons rfo (R.M.). No quadro da Anêrfca Latina e Cartbe, dois ventos deram um poderoso Impulso à misso da Igre]a: a IV Conferência Geral do Epts copado Latino-Americano (Santo Domingo, outubro de 1.992) e os cinco Congressos Mfssfonrfos Latino-Amor!canos (COMLA), o último dos qua!s realizou-se em Belo Horfzonte, cm julho deste ano, Estes fatores, dentre outros, colocaram a missão no cerne da rcl- sfolog1a contemporânea da aço da Igreja, hoje. - É impossível falar da Igreja sem evocar sua ssencial dimnsao is­ slonário.. Mnls: não só a missão de sustentação da fé dos que Ja creem , nem só o de resgatar a f dos que a perderam ou vivem cono se nao tives sem, mos n missão voltada pnro_os qu<> nun:n ouviram falar de Jesus Cr!s to e de suo Boa Nova dn Snlvoçao - a misso ad-gentes - ocupa hoje notá vcl espaço nn Igreja. Rõ>Rtom oindn so:nbros de un período rpcrntC', de inquietante crise do. missão voltada poro os pag5os - um verdadeiro in ferno devido o diferentes Motivos - mas estamos em um tempo em que tal missão vem ganhando importância. Importância não inferior que susc! - tou epopéias missionários históricos, sobretudo no seculo XVI, epoca dos grandes descobertos; no corneco do scéulo XIX C'_inÍcio do século XX; mos pontificados d!' Bento XV, Pio XI d Pio XII. Jooo Paulo II ~nln, ba­ seado em fo.tos concretos, de uma nova prir:iavera de evangelizcaoo que Deus está preparando (R.M.86). A primavero, porém, é orneacodn por algumas atitud!'s int!'riores,1nd1- vidunis ou coletivns,que podem ferir de morte (para não dizer que podem nssossinnr) o irn~uls~ mls­ sionãrio e o própria missão. As mais gro.ves dessas atitudes noo soo as que vêm do exterior - lC'is contrãrins à liberdade religioso, em certos países; proibição da entrada de missionãrios e do onúnci? do Evong~lho! terror exercido contra quem adere o cristo como se fosse uma traiçoo o próprio etnia ou nocõo. São os que crescem drntro de fiéis católicos, graças o uma equivocado. interpretoc5o de verdades ens!nado.s pelo Igre­ Ja. Uma primeira afimacão, que pode mntnr a missão na sua raiz, é de que é ·superfluo anunciar Jesus e o Evangelho, já que Deus salvo o. to- dos, independentemente do conhecimcn to e ocei tação do Sol vodor. A verda de é que Deus quer salvar nonnalrnentc quem crer e for batizado. Sr por cspír:rto missionário, o Igreja se esforça seguindo todas as suas possi­ bilidndes poro anunciar Jesus e o. Salvação e não consegue converter os homens, cln está sem pecado. Peco, porém, se por medo, comodismo ou quo.lquer complexo deixar de o.nunciar. Segundo atitude mortal paro a missão: a de quem pretende que ciar Jesus é atentar contra n liberdade de alguém. Assin seria se missão pretendesse impor a fé cm Cristo. Não é assim se a Igreja, como é do suo natureza, propõe com clareza e vigor o fé cm Jesus - mas noo a impõe. Acolho com plena liberdade o Senhor Jesus quem o acolhe que o.lguérn falou Dele e O revelou. Esvazia n missão, em terceiro lugar, quem insinuo que o anúncio da fé violento a cultura. de alguém, pessoa ou grupo humano. Que o Evange­ lho, uma vez inculturodo, transforme por dentro uma cultura, bem ver dode - ele já o fez com muitos culturas. Transforma, contudo, não para destruir mmas para aprimorar, tornando essa ou aquela cultura mais pr~ fundamente e mais plenamente humano (isto é, digno. do.s pessoas hurna - nas). Quarto fo.tor de morte da missão 1titude de. quern alega .que o esfor­ ço missionário, mesmo levado ao hr o, r>o produz resultados vis!ve- is e po.lpáveis. Seria verdade no; do. sulados humanos,não,porém no plano sobrenatural, na lógico a_ nvrte· ~urreic5o. Neste plano o aparente insucesso pode ser, e é, princípio de vitalidade missionário.O que plantou talvez não verá os frutos. Outro os colherá se quem plantou o fez na paciência e na perserveranço. A missão se esvai, enfim, co.da vez que ela se esquece de seu anúncio explícito de Jesus Cristo, suo Pessoa, seu Evangelho, suo. obra redento­ ra, paro reduzir-se o. mesma ação temporal no linho. do bem-estar social. Não é rnissõo dn Igreja senão n que revelo Jesus e o insere no. sociedade humnna. Ameaças no impulso missionário são também, no o.valiacão de João Pau­ lo II, "a fo.ltn de fervor que se manifesto no cansaço, na desilusão, no o.comodo.mento e no desinteresse e sobretudo na fo.lto. de alegria e de es­ perança" (R.M. 36), Freiam ~ impulso missionário as divisões, pnssadas e presentes, entre os cristaos. A diminuição dos vocações. o contrates­ temunho de fiéis e de comunidndes. O.indifêrenti5l!lo. Os muitos álibis que uns e outros vamos invento.ndo paro. dispenso.r-nos do missão. Será pouco todo o esforco que gastarmos para curar esso.s cinco até mais de_cinco - chagas na carne da missão. Esta não tem mais e·v~gpr senao sarar da so.ngria que a debi~ito. Senão deixamos de o~ alibis para entregar-nos inteiro.mente ô missão do. Igreja. Que é nis- soo nosso.. ·---- ·- - - · 1 Missão : anun­ n por- e força lad'o O Cardeal dom frei Lucas Moreira Neves é arcebispo de São Salvador primaz do Brasil e presidente da CN11B. 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