TRIBUNA DA FRO EI 
i BELA VIST A/MS ANO: XXIII N ° 1.6 99 2 S DE JANEIRO DE 1. 996 - EDITOR: IVALDO PEREIRA - R$ 1,00 
Dois assaltantes de ônibus em la Vista 
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foram capturados pe~a Polícia raguaia 
No último dia 18, por volta das 21 :00 horas, na foi assaltado percebesse 
O que estava ocorrendo e participação no assalto contra o ônibus e passageiros 
Rodovia que liga Bella Vista (PY) a localidade de entrasse em açuo, 0 rr,or~dcr disparou um tiro de do Rápido ''Yby-Yaú". 
ruce, cinco homens fortemente armados abordaram espingarda contra 
O grupo de cinco assaltantes, Com a prisão dos :mãc Aquino, a Polícia 
o ônibus da Empresa Rápido "Y1Jy-Yaú", que fazia a conseguindo ferir um deles na perna. No outro dia, Paraguaia levantou todas a. informações sobre o 
linha Bel ln Yista/Jssuneión, anunciaram um assalto e quando procurava recurso, 
0 marginal Ignácio Aquino, grupo de assaltantes, de ,osse de seus nomes, 
passaram a recolher todo o dinheiro e objetos de valor paraguaio, casado, 33 anos, residente na Colônia trabalha agora no sentido de capturá-los o mais rápido 
dos cerca de 15 passageiros, procedendo diversas "Cabeceira Aquidaban", na Rodovia Bella Vista/Cruce, possível. 
ameaças contra os condutores do veículo. e seu irmão, Alcides Aquino, 30 anos, solteiro, também Os três que se encontram foragidos, também 
Os marginais não esperavam no entunto que um residente na mesma localidade, foram detidos pela seriam residentes em Colônias e propriedades 
morador das proximidades da localidade onde o ônibus Polícia do Paraguai e acabaram confessando a localizadas ao logo da Rodovia Bella Vista/Cruce. 
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Ex-Deputado Aberto Rondon 
WALDIR 
NEVES 
CRITICA 
REFORMA 
DO GOVERNO 
A Comissão 
Executiva do PPB de 
Campo Grande esteve 
reunido no final de 
semana passada e decidiu 
analisar a possibilidade de 
lançar uma candidatura 
própria à Prefeito da 
Capital. 
A iniciativa está 
partindo sobretudo dos 
candidatos à Vereador, 
que consideram ser 
muito difícil para a 
eleição sem um cabeça 
de chapa. Página - 04 
Antonio Ermínio 
quer soluções para 
problemas sociais 
o 
Antonio 
Moraes 
Empresário 
Ermírio de 
defendendo 
o 
Valdir 
Deputado 
eves (P DB), 
criticou duramente a 
reforma administrativa 
anunciada pelo 
Governo do Estado 
' 
condenando a 
suspensão do 
Pagamento da 
Produtividade dos 
servidores. "O Governo 
foi infeliz", afirmou. 
Página - 04 
, 
Membros da Câmara dos 
Deputados irão discutir 
mudanças na Educação em 
Mato Grosso 
do Sul Página - 05 
.., 
l 
Nós, os bela- 
vistenses e outros povos 
da fronteira, somos 
abandonados e 
esquecidos pelos poderes 
da República. Nós 
vivemos naquilo que 
odemos chamar de terra 
de ninguém. Somente não 
amos terra de nnguém 
orque lembram dà gente 
ara pagar 111/postos. 
Página-,03 
Deputado a ldir Neves 
A TRISTE REALIDADE 
' 
DA NOSSA LIGA 
ESPORTIVA BEJA VISTENSE 
Pina - 03 
Sydnçy Nunes, Leite 
soluções urgentes para 
alguns problemas ciais do 
País, como o educacional, o 
da saúde e o da previdência. 
Para ele, o principal é atacar 
o problema educacional, 
que através dele, se resolverá 
uma série de outras questões 
sociais que afligem o 
brasileiro. 
"Esta é uma atitude 
política que se tem de 
adotar. 
Não é uma decisão 
econômica, mas sim, 
política, que deve ser levada 
em consideração pelo 
Governo. 
Quero isto e vou 
realizar isto! Esta tem que 
ser a postura das autoridades 
que comandam o País hoje", 
afirmou. Página - 06 
. 
Para Ermínio, o Rotary influi, decisivamente, 
nas questões educacionais 
li 
o 
Prefeitura Municipal de Bela Vista 
SECRETARIA MUNICIPAL DE FAZENDA 
DEPARTAMENTO DE TRIBUTAÇÃO 
I@,L,III,ELE7 
A Prefe1:ura Municipal COMUNICA à todos os 
contribuintes que foram enquadrados como isentos para 
0 
pagamento do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) 
do exercie10 de 1996. que a entrega dos carnês quitados 
será efetuado no dia 23/02/96 às 15·00 horas • 
• • , com a 
presença do Prefeito Municipal, Sr. Abraão Armo 
Zacarias. 	a 
Secretaria Municipal de Fazenda 
Dcp:1rtnrnento de Tributação

ffi : 
REABYLITY 
2.. •. m.. J.,I h,-...L 
IISIOHRAP!UIA, tRHITO ll0III 1 
Atr.ndimenlo Fisiolcrâpico nas seguintes áreas: Jr.iumatoortopcdia, , 
neurologia, reumatologia, problemas respiratórios, estética facial o torpor ai 
Rua Monte Caswlo,750 ii' 255-1382- BONITO 
VILMA DA SILVA VERA LOUREIRO DE ALMEIDA 
0ABIMS 2574-B 0AB • 2573 • 8 
(CAUSAS CÍVEIS ·E CRIMINAi§) 
 RUA CUIABÁ, S/N • CENTRO 1 
7 (067) 439 - 1290 
BELA VISTA/MS 
S CÍVEIS E CRIM 
RATOS-EXECUÇÕ◄
7) 251-1012 e 251-2424 
JARDIM/MS 
DR. HÉLIO RUIZ E DR. HÉLIO TADEU RUIZ 
CÃUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS> 
[RUA 14 DE MAI0,47O • CENTRO ) 
~ (067) 251-1012 • 251 • 2424 
JARDIM/MS 
Ponte fixa em Metalo Plática, Ponte Fixa em Metalo 
Cerâmica, Ponte Móvel., Clareamento Dentário. 
Aplicação do fhior, Raio-X e Facetas lam';iadas 
DR. LAUCÍDIO VALDEZ DE BARROS 
CRO 3+0-MS 
RUA TEN. BERNARDES,447 - 251-1436 
RES. AV. CEL. CAMISÃO· 'B-251·1039 
JARDIM/MS 
IBUI A DA FROI 'TEI 
EI-SEIA! «ÁRIO 
Fundado em 20 de Fevereiro de 1.972 
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CGC.MF 15.Sl3.203/000l-59 
BISEMANÁRIO 25DE JANEIRO D E1.99.. PÁGINA • ? 
NEGUINHO E O 
DIRETOR· EDITOR-CHEFE: Ivaldo Pereira 
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BONITO - Rua Monte Castelo, SN 
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SENHORDO 
N:io tinha nJdJ de negro, era moreno, de um moreno 
diferente, mais para o cobre, chamava a atenção sua cor. Olhos 
azuis, herdados da avó sueca, e a cor, do pai, neto de índios 
mouros (ou ajaveus), a aldeia desses índios (em processo de 
cxtinç:io) ficava perto da Ilha Margarida, no Paraguai. Jovem 
d.1 ciumada gcraçlo saúde, mesmo sem saber disso, não fumava, 
não bebia, apenas uma vez, induzido pelo amigo Roger, bebera 
duas cervejas, o pileque veio fácil. Com duas cervejas. 
Criado nas ruas de Salto Grande, cidadezinha fincada nas 
terras fronteiriças do Brasil com o Paraguai. Não estava nem 
no mapa do Brasil, nem do Estado, apesar dos protestos dos 6 
Vereadores do lugar. 
Um puro, ingênuo, coração bom, sem malícia, confundia 
a todos quando tinha que responder às perguntas sobre assuntos 
complexos, não por falta de conhecimentos, mas por uma 
incrível capacidade de interpretar conceitos com uma lógica e 
simplicidade de uma criança. Desnorteava. Sobretudo os amigos 
mais chegados. 
Acreditava em tudo que lhe diziam. Mas em tudo mesmo. 
Quando se tratava de garotas o sorriso de dentes perfeitos 
se manifestava, sempre com o comentário "elas me adoram. 
Afinal sou o mais bonito do lugar". Nada de vaidade. Apenas a 
repetição daquilo que uma menina havia lhe dito numa tarde 
de amor, segundo os amigos a primeira. "Você é o cara mais 
bonito de Salto Grande". A partir dai passara a acreditar nisso, 
era o mais bonito e pronto. Sem comentários. 
Como é o costume naquelas bandas, os jovens se reuniam, 
. sempre no período da tarde, para tomar tererê, mate gelado, o 
gaúcho chama de chimarrão, que é servido com água quente, o 
tererê tem que ser servido com água de preferência bem gelada: 
Chamam de mate o que é servido com água quente. Herança 
dos gaúchos pioneiros que andaram pela fronteira (ainda 
andam), a gauchada com muita técnica e determinação rasgaram 
matas, campos, plantando soja, arroz, trigo e mudando os 
costumes. E transformaram vilarejos em cidades. 
Foi numa dessas tardes, a conversa corria solta, falavam 
baixo apesar do som alto de um rádio que tocava uma polca, 
daquelas de levantar todos num baile, ninguém sentado. Um 
ritmo alegre e envolvente. 
Uns dez na roda, de vez em quando surgia uma discussão, 
se estranhavam, sempre por causa de mulher, quem passasse 
por ali poderia prever uma briga feia, prestes a acontecer, mas 
isso não acontecia, como eles diziam, en só "pressão". 
Dona Rita, filha de paraguaio com gaúcha, herdar.i do 
pai a religiosidade e da mãe a firmeza, a disciplina, morava ao 
lado da casa de Rodrigo, local onde se reuniam, passou pela 
turma dando um simpático boa tarde meninos, e não deixou 
por menos, católica fervorosa, ajudava o padre rias missas, 
lembrou da Igreja. Parou e com o olhar reprovador perguntou 
aos jovens. 
• Não tenho visto vocês na missa, não são católicos? Não 
foram batizados na Santa Igreja? 
O "soooomooosss..." saiu como o som de uma orquestra 
desafinada, alguns risos amarelos, outros debochados. 
A velha olhou feio. Todos ficaram em silêncio. 
• Então tem que frequentar as missas, pelo menos uma 
vez por semana, vou mandar o padre João vir aqui falar com 
vocês. Ele dará um jeito. 
Falou e saiu. Pisando forte. Resmungando. 
A ameaça da velha, de informar o Padre sobre aquelas 
ovelhas desgarradas, assustou a gurizada. Principalmente 
Neguinho. 
• Pronto. Essa velha vai mandar o padre falar com a gente, 
só falta ele amaldiçoar todos nós, quero ver como é que vamos 
nos livrar do inferno. 
Todos caíram na risada. 
• Escuta Neguinho, você não vai mesmo à missa é 
pecador, disse Rodrigo. 
• Que nada cara, vou sempre, e todas as noites rezo 
para o meu Deus, respondeu. 
· -E quem é Deus? • perguntou Roger, um dos que mais 
• pegavam no pé de Neguinho. • 
• Deus, oras, você é mesmo burro, vou falar prá você, eu 
tenho Deus lá em casa, meu padrinho Elesbio, ele é muito rico 
foi ele quem deu, a imagem de um santo, é e meu Deus... 
• Que santo cara, estou falando de Deus - Roger voltou a 
provocar. 
• Cala a boca, você não entende, o meu Deus fica o lado 
da minha cama, tem manto, é Deus e pronto. Foi até benzido 
pelo Padre. 
Não entendiam a fé de Neguinho, na rua simplicidade e 
pureza ele "tinha Deus em casa"e pronto. A imagem do santo 
representava Deus, deixou os jovens mais confusos ao afirmar. 
- Todos nós temos um Deus, ele sempre está com a 
gente, o meu deixei em casa, fica lá, todas as noites eu rez.o 
para ele. 	• 
-I 
. Você fez. a primeira comunhio? perguniou Gério. 
- Fiz, eu e o Rodrigo, todos os dias frequentávamos a casa 
de D. Nete, nio é mesmo Rodrigo? 
- Aquilo era aula de catecismo, não tinha nada a ver com 
primeira comunhão, era preparação, respondeu. ., 
Neguinho não gostou da resposta do amigo, o mais fiel, 
o que sempre o defendia das investidas. Mas Rodrigo emendou 
. Depois fizemos sim, eu e o Neguinho. 
Com a resposta de Rodrigo ele abriu um sorriso, imenso, 
feliz, olhou para o amigo como se olhasse para o seu Deus. 
E, às vezes, assim ele entendia o amigo, não só peb 
bondade, mas também pela inteligência, Rodrigo era muito 
estudioso, estava na Faculdade, estudava na capital do Estado. 
Neguinho, com 17 anos, cursava ainda a 8ª Série. TiverJ que 
parar de estudar dois anos, o pai o levara para uma fazenda no 
Chaco paraguaio. 
- E vou a Igreja sim. Vocês é que são todos pecadores, vão 
se lembrar de Deus na hora da doença, da morte, disse 
Neguinho. 
Falou na morte e ele mesmo se assustou, bateu três vezes 
na madeira, repetindo "cruz credo". Bastou isto e a turma, mais 
uma vez, deu gargalhadas. 
O assunto religião foi deixado de lado, ficou o dito pelo 
não dito, mas que o Neguinho mexeu com todos eles, mexeu, 
quando, para encerrar a discussão, deixou bem claro: 
• O meu Deus está lá em casa, eu rezo para ele e ele me 
protege, vocês como não tem Deus em casa, ficam me enchendo 
o saco, isso é pura inveja . 
Alguns sorrisos, sem jeito, Roger e Rodrigo começaram 
a falar de praia, de mar. De viagens. 
• Eu conheço Curitiba. Fui passear lá na casa do meu 
padrinho ... 
- P, foi nada Neguinho, você não conhece nem Campo 
Grande (capital do MS), quanto mais Curitiba. Comentou 
Reizinho, o cri cri da turma. 
• Fui sim, lá no Paraná o povo é diferente, tem cada loura 
linda. 
Por mais de duas horas ficaram ali, conversando, depois 
foram para o campinho improvisado no quintal do Cabo 
Anselmo, onde terminariam a tarde disputando acirradas 
partidas de futebol. Afinal estavam de férias, muitos 
estudavam na capital, alguns trabalhavam. Cada minuto era 
importante, fosse para "jogar conversa fora", falar de 
paqueras e amassos e disputarem torneios de futebol, voleibol 
e até natação. 
Em algumas noites o churrasco corria solto. 
Rodrigo e Biriba, seu irmão, estavam se preparando para 
viajar, como faziam todos os anos, iam para a Praia. Foi Biriba 
Ele que sugeriu. 
• Escuta Rodrigo, vamos convidar o Neguinho, vai ser 
uma festa, ele com a gente na praia, vamos? 
• Antes vamos falar com o pai, se ele deixar, tudo bem. 
O pai deixou. O convite foi feito. 
Neguinho ficou amarelo, depois branco, tremeu oas 
bases. 
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iah 
e&a· 
%e 
• Meu pai deixou, quando a gente vai? 
• Semana que vem. 	que as 
Naquela semana ele azucrinou todo mundo a cidade ~lei de:, 
toda ficou sabendo que Neguinho ia para a p'raia. Pr:Í A. 
comprar bermudas e sungas, na Boutique da Lil d 
acompanhado de Rodrigo, foi uma novela. ec 
Neguinho era a felicidade em pessoa. si 
Meio sem jeito, olhando para os lados, ele comentou "co]], 
com Rodrigo. 	O, . 
- Escuta, ontem eu conversei com o Tacão, conhece 
O 't' Itler, 
Tacão? 	""ida 
- Lógico, irmão do Rud, e da? O que você conversou ''Sten 
com ele? 
• Não vai comentar com a turma mas Tao diss ),, Va 
que antes de entrar na água, li no mar, eu tenho que pedi [%lh 
licença para o Senhor do Mar? 	,i, ~a.!, • 
Admirado, surpreso, já com cara de riso, Rodrigo "-l1da " 
perguntou. 	~ 
- Quem éeste Senhor do Mar? Lso é zoaio._.[ } 
- Não é não ara, Tatuo sabe das coisas, a mie dele mi"o1 
com os espiritos, ele disse que se o Senhor do Mar não apro,'111'• a. eh 
o cara que entra meio na marra, pode até morrer, as ond.,.s (::liid ei 
levam. 	(CONTINUA) W; "m 
W• "'" •1, '"'do'"""''"""''"''":"'''"'""""""' / "'a. 
- Eu? Na praia? Com vocês? 
• E, pô, topa ou não? 
Neguinho saiu correndo, gritando vou falar coro 
0 
mteu pai, se ele deixar lógico que eu vou, já pensou e5f 
moreno da cor do pecado na praia? 
Não demorou meia hora. Voltou faceiro. Sorriso de 
orelha a orelha.

' pela 
nuíto 
ido. 
Nós, os bela-vistenses e outros povos da 
fronteira, somos abandonados e esquecidos pelos 
poderes da República. Nós vivemos naquilo que 
podemos chamar de terra de ninguém. Somente 
não somos terra de ninguém porque lembram da 
gente para pagar impostos. 
Diversas entidades bela-vistenses, como a 
Associação Comercial, o Rotary Club, o Lions 
Clube e a Loja Maçônica Estrela do Apa, 
recorreram a diversos setores da República e nada 
conseguiram. As respostas mais alentadoras 
foram: o deputado fulano ou o senador sicrano já 
apresentou Projeto de Lei para Bela Vista, 
Corumbá, Ponta Porã, etc., passarem a Zona de 
Livre Comércio. A resposta desalentadora: o 
Governo da República não quer, é contra. 
Ora, senhores parlamentares, os senhores 
foram eleitos para dizerem amém ou defender o 
direito, as reivindicações de seus eleitores, o povo? 
No entanto, quem acompanha as notícias 
pelos Jornais, Rádios e Televisões tem 
conhecimento que grande parte dos parlamentares 
lutam, com unhas e dentes, por postos no 
Governo da República, onde colocam os seus fiéis 
servidores ou membros de sua própria família. 
Agora, ainda temos lido em jornais que, 
parlamentares que obtiveram votos, e muitos 
votos, neste Município, esqueceram de nós, mas 
lembraram de Jardim, Guia Lopes da Laguna, 
Bonito, Coxim, etc. E porque isso? Será que eles 
acham que o voto dos bela-vistense já esteja "no 
papo"? Ainda ousam publicar tais notícias nos 
Jornais locais. 
Nós temos que reagir. Ós temos que cobrar. 
Nós temos que despertar. Nós temos que lutar. 
Nós temos que exigir. Ós temos que clamar. Iós 
temos, no futuro próximo (ou seja as próximas 
eleições) renegar essa espécie de gente: repudiar, 
1bem- .. 	1d b 
através do voto, esses engana ores; co rar as 
eu nw' promessas não cumpridas. 
Aqueles que negam o direito de sermos Zona 
de Livre Comércio, alegam que isso seria criar 
um privilégio, como se a República não fosse um 
ninho de tal. Ainda, há poucos dias, o governo da 
. de República, injetou dinheiro, fruto dos impostos 
,crs
5
º que pagamos a custo de muito suor, nos bancos 
que assumissem seus similares quebrados. Porque 
a lei do colarinho branco? Apenas para inglês ver? 
A Zona de Livre Comércio realmente deixará 
de recolher impostos de ICMS e IPI. Mas hoje, 
na situação que nos encontramos, estamos 
recolhendo muitos ICMS e IPI? O que vemos é 
o 
: cortle 
O comércio quebrado, e com ele outros ramos de 
coflheel 
O 
atividade; o desemprego que assola o lar dos bela­ 
istenses. 
Não se pagaria o ICMS e o IPI, mas se 
recolheria o Imposto de Renda, Previdência 
Social, etc, e, sobretudo, séria quitada a grande 
dívida social para com o povo bela-vistense. 
d A partir desta data e enquanto tivermos 
espaço na imprensa, iremos cobrar, e alertamos, 
está chegando a hora de voltarmos aos palanques. 
Cuidem-se aqueles que devem ao povo de Bela 
Visa. 
.no 
vio 
disse 
ezes 
mais 
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entou 
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Cabo 
radas 
muitos 
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1ibol 
1ORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 
vai ser 
BELA 
VISTA E 
A ZONA 
DE LIVRE 
COMÉRCIO 
l 
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Sydney Nunes Leite - V; :e-Prefeito 
BISEMANÁRIO 25DEI NEIRO D) 1.996 
As dívidas rurais na securitização 
Priles Araújo Graindo de Oliveira Poiso,osjuris'e amnbem têm levantado e ta pre7uh' 
refutando a o titu,nulidade do hmite imponto pela Lei 
Por força da Lei Número 9.138/95, apr0ada após acordo 
entre o Governo e a Frente Parlamentar da Agricultura, os 
agricultores tém o prazo até 31 de janeiro de 1998 para requerer 
junto aos banco credores a prorrogação das dividas rurais, pelo 
sistema de securitização definido pela Lei acima mencionada 
Para a securitização. foi mantido o limite dos RS 200 mil 
por produtor com prazo de sete ano: para pagamento, podendo 
ser ampliado até dez anos, com um ano de car.:ncia, a juros de 
3% ao ano. incidentes sobre a dívida restante. O: agricultores 
deverão entregar a carta de prorrogação por escrito até o dia 31 
de janeiro de 1996, sob pena de perda de prazo. 
Colocadas estas informações, cabe ressaltar pontos 
importantes e poli:mi1:os que tem emergido em rclaçiio it 
securitização, que começam a ser objeto de discussões na Justiça. 
O primeiro impasse que vem surgindo com a iminém:ia 
do prazo para securitizar, é a não aceitação pelos banco· de 
pedidos de agricultores que têm dívidas contraídas cm nome e 
uso da agricultura. embora o título não seja de natureza rural. Os 
bancos não têm aceitado o pedido, alegando que são dívidas que 
não se enquadram no sistema, por não serem dívidas rurais, 
chegando ao ponto de os bancos estarem protestando tais thulos. 
Para esses casos, a beneficio de um agricultor, foi ajuizada 
uma Medida Cautelar de Sustação de Protesto e uma Ação 
Ordinária. na Justiça Federal, pedindo que a Justiça declare se a 
dívida protestada em cartório é de n::ttureza agrícola por 
DESTINAÇÃO, visto que o essencial é demonstrar que o 
empréstimo foi destinado à agricultura, o que legitima a dívida 
como de natureza rural. definida pelo Decreto-Lei N 167/67. 
Uma outra questão, que tem sido objeto de litígio é o fato 
da Lei 9.138/95 ter restringido e mantido o limite de até R$ 
200 mil, que suscita argumento de preceito inconstitucional, por 
violar o principio da isonomia, consagrado no Artigo 5º, da 
Constituição da República. 
referenciada 
Entendemos que da caso merece análise isolada 
concreta, salientando que oque pretendem secuntizar não podem 
deixar de ter a cautela de d. vutires ponto e ereiais da divida 
securitizada, que são a que de exclusão da IR. dos juros 
diários e menus capitalzudos, das multas contratumts, com vistas 
a não firmar um acordo com um valor altamente majorado e 
fora. portanto. da realidade económs.a e agricola e, o que é mais 
importante. fora dos limites reais d divida 
los casos em que prontamente decidiu-se por nlo 
enquadrar no sistema da securitizaçào, houve agricultores que 
preferiram discutir amat:ria judicialmente, no sentido de não só 
buscar uma declaração da justiça sobre w natureza de sua divida 
(nos casos de nota promissória. zchequ: especiais, confissões 
de dividas e créditos rotativos), qu do têm elementos para 
aprovar que o dinheiro proveniente dos empréstimos fora 
investido na agricultura, como também discutir a questão do valor 
das dividas. com base em julgados recentes que têm excluído a 
TR. os juros diários e mensas capitalizados, bem corno a 
conversão do valor em equivalia-produto, conforme decisão 
obtida por produtores gaúchos, a wvel de Tribunal Superior. 
O import1nte é a classe produora rural não deixar valer ele 
seus direitos, posto que todos proà.,ziram. pagaram imposto. 
geraram empregos e portanto, têm a8mesmas garantias legais. 
no sentido de não aceitarem cálculos.vilaterais que vêm sendo 
apresentados pelos bancos cn:don:s. • 
Nas ações destinadas à revisão das diidas os fundamentos 
jurídicos têm sede na Constituição Feder.11.'10 Decreto-Lei Nº 
167/67, na jurisprudência do STF e STJ e no tódigo de Defesa 
do Consumidor. 
• O autor é graduado e especializado em Direit » Noessual Civil 
pela USP e Advogado do sindicato Rural Patronal e Mahg 
A TRISTE REALIDADE D 
LIGA ESPORTIV BEL V 
A exemplo de muitas 
outras entidades que existem 
por ai, a Liga Esportiva 
Belavistense, fundada cm 14 
de Abril de 1993 pelo então 
Tenente Sérgio Pedro Coelho 
Lima (hoje General) e um 
grupo de abnegados 
desportistas,, já passou por 
diversas fases. teve altos e 
baixos, mas nunca chegou ao 
estado vergonhoso em que se 
encontra hoje. 
Todos sabem que ao 
longo de seus mais de 30 anos 
de existência a LEB teve o 
grande mérito de tornar o 
futebol belavistense conhecido 
e respeitado cm todo o Estado 
de Mato Grosso do ui, na 
década passada por exemplo, 
aqui vinham jogar nas equipes 
locais vários atletas de alto 
nível, residentes cm diversos 
Municípios do Estado, 
tínhamos mais de I O 
agremiações esportivas filiadas 
à Liga, todas possuidoras de 
excelentes quadros e que 
disputavam o Campeonato 
lunicipal, o "Belavistão", de 
igual para igual. A rivalidade 
era grande, com isso as torcidas 
organizadas do essenta, 
Operário, áutieo, Grêmio 
União, AABB, etc ... cresciam 
cada vez mais e lotavam o 
Estádio Municipal Otávio 
Fontoura nos domingos de. 
jogos. Esta fase foi tão boa que 
quase uma dezena de jovens 
valores do futebol 
belavistense, que se 
destacavam no campeonato 
local, foram levados para jogar 
cm outras equipes do Estado, 
como Operário, Comercial e 
Taveirópolis, da Capital. 
Pois bem, como tudo o 
que é bom dura pouco, o auge 
do futebol belavistense passou 
rapidamente, a Liga Esportiva 
Belavistense começou a 
definhar, chegando ao ponto de 
não possuir mais nem um 
Clube filiado e legalizado junto 
à Federação de Futebol de 
Mato Grosso do Sul e com isso 
não conseguindo promover 
nem mesmo um simples 
torneio de futebol. muito 
menos o Campeonato 
Municipal, já que a maioria das 
equipes acabaram se 
desfazendo completamente. 
Até que em 1992 o polêmico 
desportista José Glaucy Flôres. 
que já havia presidido a Liga 
Esportiva Belavistense há 
vários anos atrás, voltou ao 
comando da entidade 
prometendo a ressurreição do 
SSA 
NSE 
Desporto belavistense. 
Ninguém pode negar se .JS 
méritos, Glatcy tentou de tudo 
para levar avante seus 
propósitos, regularizou a 
situação dos C:ubcs, promoveu 
dois Campeonatos Municipais. 
torneios intermunicipais de 
futebol, voleibol. füt-sal e iniciou 
as obras de construção da Casa 
do Atleta, contando com o apoio 
de diversos segmentos da 
sociedade belavistense. Glaucy 
teve acertos e erros, foi 
contestado por alguns, elogiado 
por outros, também promoveu o 
sorteio de dois veículos, cuja 
renda seria revertida para as 
obras de construção da Casa do 
Atleta, nos dois casos houve 
muita polêmica e controvérsias, 
até que Glaucy decidiu renunciar 
a Presidência da LEB, em 11 de 
Julho do ano passado. 
O sorteio do Corsa zero quilômetro 
Com a renúncia de José encontra a outrora respeitada e 
Glaucy Flôrcs, o sorteio de um admirada Liga Esportiva 
corsa zero quilômetro que Belavistense, após a renúncia 
estava sendo promovido pela de José Glaucy Flôrcs nenhum 
Liga Esportiva Belavistense, outro Diretor da LEB se -:!;spõs 
através da Empresa BINETEL a assumir a Presidência da 
1 TERMEDIAÇÕES E Entidade, um chegou a ser 
APMINISTRAÇÃO L TOA, empossado no cargo, mas no 
ficou pelo meio do caminho, outro dia também acabou 
muita gente havia comprado os renunciando, sab-se lá por 
cupons do "Sorteio lúmerico quais motivos. A Câmara 
Espetacular do Sudoeste", para Municipal chegou a ensaiar a 
concorrer ao veiculo e diversos formação de uma Comissão 
outros prêmios. mas acabaram para levantar e regularizar a 
mesmo ficando a ver navios, o situação da LEB, sugerindo 
sorteio não foi realizado, inclusive a participação de um 
ninguém recebeu o dinheiro de representante da Federação de 
volta e os Diretores da Futebol do Estado para 
BINETEL, Antonio Carlos acompanhar os trabalhos, mas 
Campello de Luca e Lenine de parece que faltou apoio para a 
Castro Neves "deram no pé", realização dos levantamentos. 
não deixando nem satisfação Essa situação se arrasta 
para os compradores dos desde meados do ano passado, 
cupons, levando uma boa grana hoje a Liga Esportiva 
da nossa cidade. Belavistense praticamente não 
Para completar esse existe, até agora ninguém se 
estado vergonhoso em que se dispôs a reestruturar a entidade, 
o que é de fundamental 
importância, tanto para o 
desporto belavistense como 
para uma definição do sorteio 
do corsa zero quilômetro que 
até agora vêm deixando muita 
gente nc prejuízo, pois 
segundo informações que 
recebemos. a empresa 
BINETEL. responsável pela 
venda dos cupons numerados. 
alega que sem uma Diretoria 
formada e legalizada não pode 
realizar o sorteio do veiculo e 
dos demais prêmios, o que 
seria feito tão logo a LEB 
. constituisse ama nova Diretoria 
O que não di para entender é 
toda essa dificuldade para a 
formação de una nova Diretoria 
da Liga Esportiva Belavistense, 
será que o "pepino" é tão grande 
que ninguém se dispõe a 
descascá-lo? Oa está faltando 
um pouquinho de coragem 
despreendimento : din:.mismo 
aos nossos desportistas? 
Já está mais do que na 
hora das nossas autoridades 
municipais e representantes 
políticos tomarem uma 
providência definitiva a 
respeito do assunto. antes que 
o futebol e todo o desporto 
belavistense acabe de vez e 
para que essa suspeita de 
"estelionato" que recae sobre o 
sorteio dos prêmios e do corsa 
zero quilômetro não se 
concretize, afinal de contas. 
segundo informações extra­ 
oficiais, mais de mil números 
foram vendidos em nossa 
cidade. (UR) 
Em tempo: Segundo o 
Gerente Comercial do nosso 
Jornal. a Empresa BINETEL 
também ficou com um débito 
de aproximadamente RS 
900,00 com a Tribuna da 
Fronteira, referentes a 
contratação de Serviços de 
Divulgação do Sorteio de 
Prêmios da LEB. 
l

BISEMANÁRIO 
PPB pensa em lançar WALDIR NEVES 
candidatura própria CRITICA REFORMA 
O deputado aldir Ne- , (# . 	v<'!l (PSDll), criticou 
l 	duramente a reforma adn 
' 
'
, / ! 	nir,tratlvn nnunclada pe- 
lo Governo do Estado,co 
denando a suspensão do - 
pamento da produtivída 
de dos servidores. "O Go 
verno foi infeliz", t fir- 
 	mou ele, informando que, 
1 
! 
' / 
Ex-deputado Alberto Rondon e Senador Lcvy Dias 
A Comissão Executiva 
do PPB de Campo Grande - 
esteve reunida no final 
de semana passada e dec! 
dfu analisar a possibili 
dade de lançar uma candi 
datura própria a prefei: 
to da Capital. A inicia­ 
tiva está partindo sobre 
tudo dos candidatos a vc 
rcador, que consideram: 
ser muito difícil partir 
para a eleição sem um ca 
beça de chapa. 
Na reunião, os diri­ 
gentes, lideranças da cg 
munidade e cerca de 35 - 
pré-candidatos a verea­ 
dor cogitaram, entre as 
alternativas do partido, 
os nomes do ex-deputado 
Alberto Rondon e do sena 
dor Levy Dias. O nome dó 
deputado federal Flávio 
Derzl também foi lembra- 
do. 	cessidade de lançamento 
o PPB continua na bus de uma candidatura pró­ 
ca de filiações e dos 35 pria". 
pré-candidatos deverá No plano estadual, o 
formar uma chapa de 25- PPB está estruturado em 
nomes. Segundo o prest cerca de 40 municípios • 
dente do partido, Alber- As convenções municipais 
to Rondon, entre os trun já começaram a ser real! 
fos do PPB além das lidê. zadas e até o final de - 
ranças, está também o : março o partido deverá - 
tempo no horário eleito- estar com diretórios ou 
ral gratuito. 'Temos a comissões provisórias - 
terceira maior bancada - formados em todos os 77 
no Congresso, e isso vai municípios, em condições 
influir na divisão do de participar das elei- 
tempo", afirmou ele. çÕes municipais. 
o partido tem conven- O PPB, que perdeu par 
cão marcada para 30 de - te de seus quadros para 
março, quando deverá el~ o PSDB, garante manter - 
gero primeiro diretório lideranças que possibil! 
municipal na Capital. De tarão ao partido pareie! 
pois disso serão retoma- par diretamente das cam­ 
das a discussão cm torno panhas nas principais ci 
da campanha eleitoral , dades do Estado. 
"sempre insistindo na ng 
juntamente com outros - 
parlamentares, deverá en 
crar cm contato com o Se 
cretário de Governo, Pl! 
nio Rocha, para colocar 
a preocupação quanto aos 
prejuízos para o funcio­ 
nalismo. 
Waldir Neves mostrou­ 
se preocupado principal­ 
mente com o corte da prg 
dutividade no Detran. 
"Trata-se de uma autar­ 
quia, que tem arrecada­ 
ção própria e que desti­ 
na de 137 a 15I dela Pl 
ra os gastos 
soal", afirma o 
do. 
com pes 
deputa- 
O Detran para Neves , 
tem sido um exemplo, e , 
sem a produtividade, COE 
re o risco de enfrentar 
problemas até de corrup­ 
cão. "Um servidor que 8a 
nhava cerca de R$ 400,00 
com a suspensão, vai vol 
tar pera R$ 93,00. Isso 
é muito ruim", afirmou o 
deputado. 
tiveram seus vencimentos 
cortados de uma hora pa­ 
ra outra". Ele assegura 
alnda que outros parla­ 
mentares que já consul- 
O NOVO ENDEREÇO DOS PAPÉIS E PRODUTOS GRÁFICOS: 
RUA 13 DE MAIO 1472 
O objctuvo da mudança de cn- 
dereço da REGIO! AL foi a am­ 
' 
1 
pli.>çio dos estoques e 3 ,giliz:,ç.lo 
do atendimento Inve:sllmos na 
variedade de papéis pana imprssos 
e xerografia, produtos e insumos 
para indústria gráfica, com entrega 
imcdim procurando b3r.uc:u os 
custos e diminuir os prazos para o 
consumidor final Venha nos visitar 
e constatar que a REGIONAL nlo 
é só fachoda. 
. 
Deputado Waldir Neves 
tou pensam da mesma for 
ma, e que, como ele, de: 
vem procurar o Governo - 
para buscar uma revisão 
nos critérios adotados - 
pela reforma administra- 
tiva. 
O deputado-também vai Considerando essa 
defender a revisão da " questão um "ponto nevrál 
suspensão da produtivid! gico", Neves garante es­ 
de nos outros Órgãos , car disposto a levar ao 
"para garantir tranquilt ccverno o seu "total 
dade aos servidores que 
descontentamento" com as 
decisoes, esperando que 
elas sejam revistas. "O 
Governo deve repensares 
sa sua política de pes­ 
soal", disse ele,referin 
do-se aos cortes previs: 
tos num dos decretos da 
refonna administrativa , 
baixado pelo governador 
Wilson Martins. 
I 
l{ 
r. ra a m z 
RI.UI VIYl'I&. 
PAPEIS E PRODUTOS GRÁFICOS 
RUA tlOEMAJO. 1mrt=:L(OS7)31MXll54 
CP7O04421 CAMPO GRANOE S 
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JS. " 0 
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pes· 
feri 
evis· 
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ernado! 
E 
·º 
OE 
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA - 
, 
NIMIA 
CONFECCIONES 
~ 
RUA LOMAS VALENTINAS - 367 
038-221- BELLA. VISTA/PARAGUAI 
foco para homens, 
malhares e crianças 
BISEMANARIO 	25DE1A.ERRO2+ 1.99 
MEMBROS DA CAMARA DOS 
DEPUTADOS IRÃO DISCUTIR 
MUDANÇAS NA EDUCAÇÃO DE MS 
PAGI 
HAALDREN 
LEE COOPER 
Representante: 
Deputada 11.Jrisa Serrano 
COLCCD - 'WNRANVGLER 
FORUM - ZOOMP 
MARTEL - VAN -EUSEN 
J.VES SAII 'T LAURENT 
As mudanças na Educa,io propostas pelo governo 
federal vo ser acompanhadas de perto pela deputa­ 
da federal Maria errano (PMDD), nomeada para a 
sumlr a vice-prsIdêncla da Com[são Especial qu 
nnnli1;n o Proposto de. Emcnd;, à Conntituiçiio (PEC) 
ng 233-A. 0 projeto propõe, entre outras r.:edldns,a 
cr!nção de um Fundo de Desenvolvimento do Cn11_1no - 
Fundomental e de Vniorização do Haglstirio, alio 
de obrigar Estados, Distrito Federal e Munldpioi, 
a npllcnrem o mínimo de 60Z dos recursos da Educn­ 
ção no ensino fundamental nos primeiros dez nnos a 
•contar do promulgação do emenda. 
Para obter maiores subsídios para análise da 
PF.C, os membros da comissão especial decidiram di~ 
cutir o assunto com os setores Interessados no:. 
Estados. Marisa já incluiu Campo Grande no rotelro 
de visitas dos membros. "~ de extrema imporciíncia 
que Mato Grosso do Sul participe desse projeto", - 
diz a parlamentar. 
A deputada, que também é vice-presidente da Co­ 
missão de Ed~caçno, Cultura e Desporto da Câmara - 
dos Deputados, disse que os recursos viio assegurar 
a universalização do atendimento e a remuneração - 
do Magistério. "A criação de um Fundo de Desenvol­ 
vimento do Ensino Fundamental e de Valorização do 
Magistério vai servir como garantia do processo de 
distribuição de responsabilidade e recursos entre 
os Estados e seus Municípios". O critirio estipula­ 
do pela PEC leva em conta o número de alunos nas 
respectivas redes públicas de ersino. 
A proposta do governo quer garantir que seja 
investido o mínimo de um salário mínimo por aluno 
da rede pública de cada Estado ou Município, e 
para isso prevê que, no caso do Estadp não atingir 
esse teto mínimo, os recursos dos Fundos serão com 
plementodos pela União. Parr os professores a bo..~ 
notícia é que uma proporção mínima de 607 dos re­ 
cursos serão destinados ao pagamento de quem efetI 
vamente exerce o Magistério. 
Da proposta governamental, a deputada só nao 
considera pertinente a desvirtuação do foco do pr~ 
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seria o ensino fundamcntnl. "Isso nos entristece - 
muito. Essas modificações são prejudiciais ãs Uni 
versidades, por imporem uma nova ordem de outono= 
mia que inclusive pode variar de instituição para 
instituição", dlz Marisa que já se declarou contra 
a modificação do artigo 207 que fala de questão. 
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L ~ (061) 255 - 
.._J

• 	e EIRO DE 1995 PAGl. -.c6 
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA - BI-SEMANÁRIO 20 D E JANEls 
Antonio Ermírio quer soluçoes 
 
 
1 
para problemas 
Milton F. da Rocha Filho 
O Empresáro Antonio Ermírio de Moraes 
defendendo soluções urgentes para alguns problemas 
sociais do País, como o educacional, o da saúde e o da 
previdência. Para ele, o principal é atacar o problema 
educacional, que através dele, se resolverá uma série 
de outras questões sociais que afligem o brasileiro. 
"Esta é uma atitude política que se tem de adotar, Não 
é uma decisão econômica, mas sim, política, que deve 
ser levada cm consideração pelo Governo. Quero isto 
e vou realizar isto! Esta tem que ser a postura das 
autoridades que comandam o Pais hoje", afirmou o 
experiente empresário, superintendente do Grupo 
Votorantim, que é, também, presidente do Hospital da 
Beneficência Portuguesa, o maior hospital privado a 
atender à previdência. 
Segundo Ermirio, "se não se fizesse isso, haveria 
sério problema pois ninguém iria trabalhar com a 
previdência, que paga mal, como cheguei a explicar 
várias vezes nos últimos anos. Na Beneficência 
Portuguesa, pelos menos 60% dos atendimentos são 
de cadastrados na Previdência Social do país. E uma 
atitude de auxílio ao Brasil, um comportamento de 
compreensão para com as dificuldades. Creio, porém, 
que está na hora de o Governo se aproveitar de 
exemplos como este, para forjar uma mudança no 
quadro social do País. Sem isso, fica difícil sobreviver 
no Brasil sem revoltas futuras. Há uma distância muito 
grande entre as várias classes e isto traz a insatisfação, 
o que é normal. Por isso, entendo que, para se ter uma 
justiça social mais ampla, será preciso que se tenha um 
sistema educacional inteiramente remodelado", 
salientou. 
A 1 
Para Ermínio, o Rotary influi, decisivamente, nas 
qestões educacionais 
apresente uma inflação baixa,juros baixos, uma política 
cambial estável e real e com um plano educacional que 
altere, por completo, o panorama atual. " ão há razões 
para que o Brasil não alcance esse estágio. Há um 
sentimento de toda a sociedade para que isto aconteça", 
afirmou Ermirio. 
a área econômica, Ermírio quer transparência 
nas licitações de privatização que o Governo deverá 
fazer a partir deste ano. "Temos interesse em participar 
de licitações na área de energia, mas queremos 
transparência total, para que não se fique falando em 
proteção de grupos empresariais", afirmou o presidente 
do Grupo Votorantim. 
Para ele, o setor gerador de energia no Brasil, foi, 
também, abandonado nos últimos anos, ficando sem 
investimentos necessários. "Acho que a iniciativa 
privada pode entrar, fortemente, nesta área, para que 
possa aplicar seus recursos e, com isso, evitar que o 
país tenha algum problema com a falta de energia. 
O Governo precisa ser rápido nesse ponto, pois, 
uma hidrelétrica demora, pelo menos, cinco anos para 
ser executada", alertou. 
Ermirio entende que o Plano Real é importante 
para o pais, mas deve ser observado, também, que ele 
não deverá provocar distorções e danos à sociedade. 
"Considero que a política de juros está muito elevada, 
causando problemas para novos investimentos e a 
geração de novos empregos", disse ele. 
O superintendente da Votorantim considera que 
"o Govemo deve buscar o final da ciranda financeira, 
para que o Brasil volte a investir fortemente, gerando 
empregos e atraindo novos investimentos do exterior. 
Os juros baixos são essenciais para a volta, em massa, 
dos investimentos no país, sem dúvida·alguma". 
Para ele, o Brasil tem condições de ter um novo 
boom econômico a partir do momento em que as taxas 
de juros cairem. "Sei que o Governo não qzr 1sto, 
agora, sem reformas tributária e fiscal. Entendo, 
entretanto, que a queda de juros acabará por acontecer. 
1 
Não tem sentido uma inflação em queda, com taxas de 
juros elevadas. Ou melhor dizendo, elevadíssimas", 
salientou. 
Eriirio observou, ainda, que o país terá plenas 
condições de evolução desde que sua economia 
T 
• • 
S0CIaIs 
planejamento familiar. Como se pode ver, há, ainda, 
muita gente com consciência no pais, O Rotary tem 
influência decisiva sobre questões educacionais. Uma 
influência sempre positiva", disse Ermirio. 
E; MPLO 
"Sem dúvida alguma, diz o empresário, se o Brasil 
resolvesse o seu problema educacional, que é grave, 
muito grave mesmo, daria um bom passo para 
solucionar outras questões sociais, como o saneamento 
básico, planejamento familiar e, até, segurança 
pública". 
O maior problema do país, está na Educação, 
segundo ele, que revela ser necessário um "tour de 
force" para tentar chegar a uma solução. A partir do 
momento em que o problema da educação estivesse 
resolvido, haveria sucesso, também, em outras áreas. 
hoje problemáticas. 
Ermirio afirma que o planejamento familiar é, 
também, mais do que necessário ao país pois, sem ele, 
fica dificil pensar em ter uma sociedade ordenada. 
"Hoje, há muita irresponsabilidade. Há gente que tem 
filho como coelho " - não mostra responsabilidade 
alguma pela criança que nasceu. Um verdadeiro crime 
pois essa criança acaba abandonada na rua, sem 
assistência alguma. Muita gente é contra o 
planejamento familiar mas, também, não faz nada para 
tentar minorar a grave situação. Basta andar pelas ruas 
das várias cidades brasileiras para encontrar crianças 
sendo exploradas em cruzamentos, vendendo 
quinquilharias nos sinais de trânsito ou pedindo 
esmolas. Por trás delas, estão, sempre, adultos 
inescrupulosos. Até mesmo a igreja não toma nenhuma 
atitude a respeito, infelizmente". 
Essa. questão de planejamento familiar é 
considerada por Ermínio como um assunto fundamental 
para o País, e, como tal, deve ser discutido abertamente. 
"Não é fácil criar empregos para tanta gente no Brasil, 
diante de um quadro em que a natalidade é, ainda, 
bastante elevada, apesar de ter caído um pouco. Houve 
um esforço, não se pode ignorar, para minimizar o 
problema. Muitas pessoas tomaram consciência do que 
está ocorrendo e partiram para o seu próprio 
O rotariano, no Brasil, é urn exemplo a ser seguido 
pela sociedade, na busca da solução para seus principais 
p;oblemas, alertou Ermírio. Segundo ele, a postura do 
rctariano é de ética, de respeito ao próximo, buscando 
um futuro melhor para todos. "Adotei, sempre, este tipo 
de comportamento, que aprendi, desde cedo, no Rotary 
Club, junto com meu pai, o senador José Ermirio de 
Moraes", disse Ermírio. 
Ele entende que a influência de seu pai, que era 
do Rotary, ao levá-lo para aquela sociedade, foi 
importante para a sua vida pessoal e profissional. 
"Aprendi muito no Rotary Club. Vi o esfoço que ali se 
fazia e se faz até hoje, para melhorar a vida dos' 
brasileiros. Lembro-me que o Colégio Rio Branco- com 
5.200 alunos matriculados ( 1.950 no primário, 1.950 
no ginasial e 1.300 no colegial) entre eles o saudoso 
tri-campeão mundial de Fórmula 1 , Ayrton Senna - 
estava sendo fechado por falta de recursos. Meu pai 
defendeu, então, a sua compra, o que acabou 
acontecendo e o colégio não fechou, graças a uma ação 
rápida do Rotary. Ali se busca, até hoje, a aplicação de 
métodos pedagógicos modernos", disse Ermírio à Brasil 
Rotário. 
A rapidez com que seu pai agiu no episódio do 
Colégio Rio Branco, ele teve oportunidade de assistir, 
também, em outas oportunidades, contou Ermirio, 
hoje, com 64 anos de idade e vivendo intensa 
preocupação com as situações dos setores de Saúde e 
Educação, no Brasil. 
S IEARAIE TO ÁSICO 
a opinião de Ermírio, o Brasil precisa 
repensar, seriamente, a questão do saneamento básico ' 
das grandes cidades, sem o que, continuarão a proliferar 
doenças só existentes no chamado terceiro mundo. 
"Entendo que o Presidente Fernando Henrique 
Cardoso tem em conta; no seu governo, esta questão 
do saneamento básico. Ela é mais do que necessária 
pois, além de tudo, poderá reduzir gastos na área de 
Saúde. Com um saneamento básico eficaz, não será 
preciso gastar tanto com o setor. É o óbvio", afirma 
Ermínio. 
"Nós do Rotary, estamos sempre, alertando as 
autoridades para todos esses problemas. ossos alertaS 
são em forma de contribuições para as autoridades. ão 
somos os donos da verdade. O que pensamos e o que 
fazemos é o resultado de uma constante observação e 
diálogo na sociedade em que vivemos", concluiu 
0 
empresário Antonio Ermirio de Moraes. 
• Antonio Ermirio de Moraes é do R.C. de São 
Paulo 
.. O autor é jornalista profissional. 
(Revista Brasil Rotário -01 de Janeiro de 1996) 
0 Plano Real é 
importante para o País 
mas é preciso que 
ele não provoque 
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distorções e danos à 
sociedade 
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DO1~NGOS e FERIADOS) 
Edital de Proclamas 
1ANIL.DE, ROSA DOS SANTOS, OffcIala do Re;tstro C!v!l det efdude de 
Bela VIta-M!S., FAZ SABER a todos quanto o prevente E!!tu! de Procla - 
mas, v!ren que aprestaram os documentos exigidos pelo artigo 18O do 
CGdIo C!vIl iras!!Iro,Incisos I, II e IV e preerde s» casar: 
RAMÃO EVARISTO FERNANDES e SONIA MARIA PEIXOTO NUNES, bra Lle{ro 
solteiros, res{dentes e domicIlfado nest !unfc[pio, e e, lavrdor, ! 
turnl de Bela Vista-!S, fIlho de haf!o Frnandes e dona ArcInda Oea+­ 
pos; ela lides do lar, natural de iela V!ta-MS,fIlha de Guilherme '! 
nes e dona Orondfna PcJxoto, 
Se alguém souber de algun Impedimento que se oponha na [on:,, da Lei. 
Bela Vista-MS., 23 de janeiro de 1.996 
JANILDE ROSA DOS SANTOS Ofü. uln 
Edital de Proclamas 
JANILDE ROSA DOS SANTOS, Of!cinla do Registro Civil desta cidade de 
Bela V1sta-MS., PAZ SABER a todos quanto o presente Edltnl de Procla - 
mas, virem que apresentaram os documentos exigidos pelo artigo 160 do 
Código Civil Brasileiro, Incisos I, II, III e IV e pretendem se casar: 
JUSCELINO OLIVEIRA RODRIGUES e ELIZETE OROSCO, brasileiros, soltei 
ros, residentes e domiciliados nesta cidade; ele, natural de Cara= 
col-MS, Empresário, filho de Baltazar Rodrigues e dona Y.aria lvaneis - 
de Oliveira Rodrigues; ela lides do lar, natural de Bela Vis- 
ta-MS, filho de Ilton Orosco e Rute Franco (encontra-se em lugar 
incerto e não sabido). 
Se alguém souber de algum impedimento que se oponha na forma da Lei. 
Bela Vista-MS., 16 de janeiro de 1.996 
JANILDE ROSA DOS SANTOS Oficiala 
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Paraguai. Desejamos su­ 
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/ SILVA dn Agencio DUY.NDE ART'S, da cidade de Bonito. 	/ 
/ Foto: Antônio Biolo {C:l6n do Turista)• 	/ 
~/llll//llll/ll//lll/lll/ll//llll/ll//ll/l/llll//ll/~I/III//III//II/III///II 
hoje s& nos resta belas ' Esperamos que os nos­ 
lcmbranços. 	606 representantes ocor- 
0 nosso comércio está dem, porque Bela Vi
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a - 
está morrendo. 
enfraquecido, os que ai~ 
da se mantém de pé, a 
maioria está indo para o 
Paraguai, citamos: Azua­ 
ga Calcados, Adriana Cal 
çados, Cosa São Josê, N! 
mia Confecções, Camilo - 
Modas, Lucy Fotos, Bello 
Centcr, JR Ccnter e ou­ 
tros que estão cm fase 
experimental, com um pé 
ló e outro cá . 
A nossa cidade esque­ 
cida pelos deputados que 
só aparecem aqui cm épo­ 
ca de eleição. 
O nosso Prefeito que 
apoiou~ Dr. Wilson, até· 
a presente dato, nÕo con 
seguiu grandes coisos - 
com o governador. 
O amor é o ·amizndc que 
se incendiou. Surgr co­ 
mo scrl'no compreensoo,co~ 
fiança, solidariedade e 
perdão. 
O amor permanece fiel 
no bem e no mal. 
NÕo exige a perfeição, 
e é tolerante com as fra­ 
quezas humanas, 
O amor se contento com 
o presente; 
Espero no futuro e nao 
lamenta o passado. 
O amor aceita o dia-a­ 
di.a com os suas 
irritações~ problemas, o­ 
brigaçoes, pequenos desa­ 
pontamentos, grandes vit§ 
rias e objetivos singe- 
los. • 
SAPATARIA MUNDIAL 
Se o amor está no 
vida, ele te ajudarn 
conquistar o que te 
to. 
Se não está, por 
que possuas, nunca 
suficiente. 
ANÔNIMO 
PENSAMENTO 
tua 
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mais 
sera 
O Artesão LEONARDO, 
Proprietário do Sapata­ 
ria Mundi.:;!, no Barão - 
do Lodnrio, está confec 
clonando vnrios tipos­ 
de brindes cm couro, ta 
is como: Agenda, Copos, 
Revestimento de garra - 
fas térmicas, porta-is­ 
queiros, garrafas de 
Whisky, molduras paro 
espelhos, enfim, só o­ 
lhando para ter uma mg 
lhor idéia. 
Lembramos que são be 
los desenhos e que to­ 
do trabalho é personal1 
zodo. 
As artes levam a mi 
nho assinatura. 
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Espelhos, decoração 
de interior de quadros, 
fotografia, jateamento 
do vidros, e muito mo 
is, está sendo feito,a­ 
qui cm Bela Visto, com 
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a professora, louca da 
,ida: - Este garrancho 
cqui tomando ciência da 
ua péssima nota na pro 
vo de física não é a as 
~inatura de seu pai. O 
que voce tem a dizer a 
r«sete? [Rua Barão do 
- Que do próximo vez j 
vou caprichar no letra • 
1
,
1 ""'d, . 
1698 c'o meu pai. ·l Ld ano, . . 
[Bela Vista 
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Belavistense comprova 
pela clientela" 
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ta parou no tempo. Foram 
tantos sonhos, tantos cs 
peranças (no passado) e 
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