•• TRIBUNA DA FRONTEIRA 
BELA VIST A/MS ANO: XXIII Nº 1.700 27 DE JANEIRO DE 1.996 .. EDITOR: IVALDO PEREIRA R$ 1,00 
BREEI7IIJT 
Os candidatos a candidatos a Prefeito 
Em todas as pesquisas 
realizadas cm nossa cidade, 
' G.1rib,1ldi d11 Rosa Neto pponta 
em primeiro lugar, é o 
preferido da população para 
suceder o atual Prefeito Abmilo 
Annoa Zacarias. 
'. 
J 
G..'lrih.aldi ti a Rosa N cto 
Segundo informações, 
Garibaldi _agiu de maneira 
correta ao desligar-se do PTB 
e filiar-se ao PFL. ão há 
impedimentos à sua 
candidatura, aguardando-se 
apenas a decisão do Juiz de 
Direito da Comarca, com 
certeza Garibaldi será mcsmo 
o candidato do PFL à chefia do 
Executivo Municipal. 
Comentou-se que ele e 
vanos companheiros não 
teriam seguido os trâmites 
Foi inaugurado ontem. 
cm Caracol, o llospital Rita 
intonia Maciel Godoy. 
O Hospital construido 
pelo ex-Governador Pedro 
Pcdrossian e equipado pelo 
atual Governador Wilson 
Martins conta com 13 leitos 
e seus respccti vos berçários. 
03 apartamentos. 
atendimento clínico. 
cirúrgico e pediátrico. 
. 
) 
-- 
legais, comunicando à dircçilo 
do PTB o seu desligamento, 
com isto teriam dupla filiação. 
Segundo informaç11es isto nào 
ocorre, pois o l'TB não estava 
com o seu Diretório fomwdo. 
Os atuais dirigentes do Partido 
dizem o contrário, por isto o 
impasse, que scni decidido pelo 
MM Juiz de Direito da Comarca. 
A verdade é que 
Garibaldi é, realmente, o 
primeiro_ nas pesquisas. 
Jovem, significando 
mudanças, Ricnrdo de Souza 
Rosa. "GÃO" é o candidato do 
PTB, contando com o apoio do 
ex-Governador Pedrossian. 
llicani!ldcSouza Rosa "GÃO" 
Para os petebistas 
existe a possibilidadt: de 
coligação, desde que 
Ricardo Rosa (Gão) esteja 
na cabeça de chapa. Ou seja. 
ele nilo abre mão de sua 
candidatura. 
Temos cm Dela Vist:1. 
também, um impasse no 
PMDB, são quatro 
candidatos a candidato, 
FERNANDO ELIAS. 
FER ANDO JORGE, 
NÉLIO DIÓRIO e 
MARCOS DARDOSA. 
I 
( 
( 
. ' 
1 1 
-4 
...:. 
Fernando de Freitas Eli; 
O PMDI), segundo o 
Deputado Waldcmir Moka. 
lançará candidatos cm todos 
os Municípios. 
. 	- 
Mimos Elias Rios <.l;ú:tz 
No PSDD · tambén 
11:mos quatro candidatos n 
candidato, GERALDO 
PINIIEIRO MURANO, 
RONEY MORAES 
Baile do Haway na reabertura 
do Ctule Esportivo Belavistense 
SIMÕES, NEOO 
/ ACARIAS e ILDEFO SO 
l'l IIEIRO. o partido. hoje 
um dos mais fortes na 
região, segue as 
di:tcrminações dos doi, 
li,.krcs no Estado. 
ROIIER /'O ORRO e 
L.'DIO COELHO. 
Poderá haver uma 
coliga~;io do l'SDI3 com o 
J>FL. mas não está 
dcsearta1a ,1 coligação com 
o PMDII, nessa "salada", 
com todo, os ter.peros. 
nada está dccidido, silo 
apenas conjunturas e 
especulaçes. Candidatos 
mesmo. em Dela Vista, hoje, são 
G:uihaldi e GJo. 
Vamos ter surpresas 
durar.te o processo de indicações 
de andidatos pelos demai 
partidos. quem viver ver:'t 
--,--::-- 
Roney Móraes Simões 
inaugurado Hospital em Caracol 
(.João Carlos Vcl:lsqucz) . 
l­ 
:)a 
n 
rr 
d­ 
;al 
O Clube Fportivo 
Belavistense promov· hoic à 
noite, a partir das 23:0l' lwr.,,. 
o tradicional Baile d0 llav. .iy. 
com animação da Ban ·., 
Musical Andorinh.1, 
promoção marca a rea',atu11 1 
oficial do Clube à sociedade 
bclavist,cnse, após vátio, anos 
de inatividade deste qe a toi 
a!l' 
±v o% 
Ln 
ir° 
es%, 
s 
',eo 
=0F' 
l1 
o mais importante palco de 
randes eventos promovidos 
em nossa cidade. 
Sob a presiuénea do 
Bioquimico oliman 
Tehichrane e contando com 
uma Diretoria parvpativa e 
interessada, o Cube Esportivo 
belavistense passou por uma 
fase de revalização .. e 
l'l!struturaçà0 du!llnte todo o 
ano passado, hore, totalmente 
de cara nova, com todas as suas 
instalações cn, í'.:rfei tas 
COndições, o Cluh: rc~bn: suas 
Portas com a realiza;lo do 
llaiie do Haway e d:i o primeiro 
Passo para voltar a upar o 
lugar de destaque que merece 
no seio da nossa juwntudc e 
de toda a nossa comunidade. 
Pela scril':hdc e 
compcti:acia da s·J:1 Diretoria.. 
temos certeza que o baile de 
reabertura do C'bbe Esponivo 
elavistense s:ri coroado de 
Pk'no êxito. n,e,,mo porque o 
·dado belasvistens: que se 
PTl:1a nãu poJc deixar de 
--- --------- LU3 ÉS??H? E;Li$Ti •• 
" 
[ili o F 
ooasa 
.. --- ~ ... 
• 
O noso Clube Bela istcnse reabre suas portas hoje a noite 
prcstigrur tuJt> esse trabalho.: deixarem o Clube cair no bastante acessíveis, o 
dedicaçã1, das :,cssoas que se esquecimento e no abandono bclavistensc espera por você. 
p r o 11 t i f ; e a r a m definitivo. 	maiores informações pelo 
voluntariannte, a não Com mesas a preços Telefone 439 - 13jo_ 
r 
° 
í 
. ; 
Deputado Estadual Waldcmir Moka 
Esteve presente o Centro Cirúrgico, necessários 
ccrctário de aúdc do Estndo para cirurgia em geral e ainda 
Dr clson Tavares; Deputado todo os equipamentos para a 
.. Dilso Sperafico e D..:putado sala de parto e para o 
.. __ ;:.:~_:.=:::::_=:=J:;;;;;_.;_ Moka. além das autoridadcs atendimento na enfermaria. 
=- 	locais. 	O Prefeito de Caracol 
egundo o Dcpt.tado pagará 17 funcionários, entre 
Moka.. "o Hospital contará ,·cm eles 04 enfermeiros e' uma 
--~--,---,---,----,-- o atendimento de 03 médicos atendente por 90 dias, para o 
e esses equipamentos qu:: funcionamento necessário do 
foram adquiridos são para o Hospital. 
Sdney unes Leite 
A população bela-vistense, forme já foi amplamente divulgado na 
imprensa, foisu(preendiqa por Ull'.õ eriJrúxula Tara de Reaviso de Venciínentr 
de Conta cc!Jrada peCJ 'ENERS/Jl e aesar das erplicaçães úa empresa, 
creip que o assunto merece outms comentánàs. Página· 08 
vemoten 
acalmara 
fome do 
Servidor 
com um 
Grito de 
Carnaval 
4ln3 
Í' ~ . A primeira Diretoria li-:ou as.~im constiruídx 
Presidente - Maria Antonieta Solaris 
: •, Vice-Presidente - Therezinha Ajala Godoy 
. 1 ° Tesou'rei1 o - leda F~rçandes Rodrigues 
2° Tesoureiro - Odethe Óristian 
1 ° Secretário - João Carlo Souza 
2° Secretário - Diana Pain  
--- 
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Sperafico quer solução 
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OABIMS 2574-B 0AB- 2573 - B 
(CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS) 
1 RUA CUIABÁ, S/N • CENTRO j 
(067) 439 - 1290 
BELA VISTA/MS 
CÍVEIS E CR 
ATOS-EXECUÇÕ• 
251-1012 e 251-2424 
JARDIM/MS 
DR. HÉLIO RUIZ E DR. HÉLIO TADEU RUIZ 
_CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS 
[ RUA 14 DE MAI0,470 - CENTRO ) 
~ (067) 251-1012 - 251 - 2424 
JARDIM/MS 
27pE JANEIRO DE 1994 • PÁGINA • 22 
B[5EMANAR[O 	vll>a ?II. II7- 
Préf eitura Municipal 
de Bela Vista 
Oecreto Número 905, de 
25 de Janeiro de 1.996 
"DLrpõc sobre desapropriação de área r dá ou- 
tran provldncfas". 
O PREFEITO MUNICIPAL DE DELA VISTA, ESTADO DE 
MATO GROSSO DO SUL, no uso de suas atribuições lo- 
ais, 
D E CRETA: 
Art, I? - Fica desapropriado o lote de terreno 
uburbano determinado sob o n? 180 (cento e oiten­ 
ta), situado na l? circunscrição desta cidade, com 
área d 62.500 m' (sessenta e dois mil e quinhen - 
tos metros quadrados), com matrícula de nQ 5607 no 
Cartório de Regiõtro de Imóveis da Comarca de Bela 
Vint.'.l, cm nome de Fernandes Alves Gomes Filho; e 
37.500 m
2 (trinta e sete mil e quinhentos metros 
quadrados) do lote de terreno suburbano determina­ 
do sob o ng 181 (cento e oitenta e um), situado no 
lê circunscrição desta cidade, com matrícula de nQ 
055 no Cartório de Registro de Imóveis do Comarca 
de Bela Visto, cm nome de Rogério Ocampos Gomrs. 
Art. 2Q - A desapropriação de que trata o arti­ 
go anterior, originn-se da declaroçÕo de utilida - 
de público, através do Decreto ng 903, de 02 • de 
janeiro de 1.996, com fulcro no Decreto-Lei Fede - 
ra ng 3.365 de 21 de junho de 1.941. 
Art. 3Q - O imóvel desapropriado destina-se à 
construção da lagoa de tratamento do rcde1csgôto - 
do cidade de Belo Visto, 
Art. 4g- A indenização de que trota o inciso 
XXIV, do ort. 5Q, da Constituição Federal, tem por 
base a ovolioção efetuada por Comissão designado - 
pelo Executivo Municipal, através do Portaria ng 
001/96, de 09 de janeiro de 1.996. 
Parágrafo Cnico - A avaliação de que trata no 
"caput" deste artigo, perfaz o montante de • R$ 
50,000,00 (cinquenta mil reais). 
Art. 5Q - Este Decreto entrará em vigor na data 
de sua publicocão, revogados as disposições em con 
trário. • 
Ponto Fixa em Motalo Pláticn. Ponte Fixa·em Met-alo 
Cerâmica, Ponte Móvel, Claroamento Dentário. 
Aplicação do Flúor. Raio-X e Facetas Lam1adas 
DR. LAUCÍDIO VALDEZ DE BARROS 
CRO 3➔0-MS 
Abraão Armoa Zacarias 
Prefcitq 
Decreto Número 904, de 
24 de Janeiro de 1.996 
"Considera estável no serviço público os scrv!.­ 
dorcs que menciona, e dó outros providências. 
O PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA, ESTADO DE 
MATO GROSSO DO SUL, no uso de suas atribuições lc 
RUA TEN. BERNARDES,447 - 251-1436 
RES. AV. CEL. CAMISÃO - 'â'251-1039 
JARDIM/MS k' 
T BUI A DA FROY 'TEIRA 
SI-SERIANÁRIO 
Fundado em 20 <le Fevereiro de 1.972 
Propriedade da Rede Belavistense de Jornais 
CGC.MF 15.513.203/0001-59 
D E CR E T A: 
Art. lQ - Considerar estável no serviço públi­ 
co os servidores nos respectivos cargos relaciona­ 
dos no Anexo I deste Decreto, Aprovados no Concur­ 
~o Público, homologado em 05 de Agosto de 1.993 
de conformidade com o Art. 24 do Le1 ng 948, de 
19 de abril de 1.993. 
Art. 2Q - Este Decreto entrará cm vigor na dato 
dr sua publicação, revogadas os disposições cm con 
tr:Írio. 
Abraão Armoa Zacarias 
Prefeito Municipal 
ANEXO I AO DECRETO N? 904 
KOTORI:,"TA: 
DIRETOR· EDlTOR-CHEFF.: lvaldo Pereira 
SUCURSAIS: . 
JARDIM - Rua I4 de Maio.342-a (067)251-1669 
BONITO - Rua Monte Castelo. SN 
CA.ACOL - Avenida Drasil, SVN 
ANTONIO JOÃO - Praça Eugénio Penzo, SN 
PORTO MRTINHO- Rua Coronel Ponee,2(067) 287 - 1239 
T ABF.LA DE PRE,;OS: 
ASSINATURA ANUAL: R$ • 60,00 
ASSINATURA SEMESTRAL: R$ 30,00 
PREÇO DO EXEMPLAR: R$ • 1,0D 
as ARTIGOS ASSINADOS NÃO REFLETEM 
'NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO JORNAL. ORIGINAIS 
ENVIADOS À REDAÇÃO NÃO SERÃO DEVOLVIDOS. 
AVENIDA TRIBUNA DA FRONTEIRA,564 
(067) 439-1410 - FAX (067) 439-1544 
BELA VISTA - MS 
01 - Felipe Abadie 
·AGENTE FISCAL DE TRIBUTOS: 
01 - 0r'!lanuo Aforu;o 
AGENTE ADMINISTRATIVO: 
01 - Dagoberto Blini Costa 
02 - Oscor Leite Ribeiro 
I//I///I///II//////////////I/II//I//I/////I//II// 
FIUADO À: 
ADJORI- Asso"is;lo de Jornais do Interor 
ABRA.IOR! - Asaciça Brasileira de Jomais do Interir 
CNJ! - Cadastro Nzonai de Jomais do Interior - Periodicidade 
verti.d.a em Brasília - Registro no Csr6ri9! I 
Edital de Proclama 
Carta de Mato 
Grosso do Sul 
JANILDE ROSA DOS SANTOS, Ofic1ala do Regis 
tro Civil desta cidade de Bela Vista-mS., FAZ 
SABER o todos quanto o presente Edital de Pro­ 
clamas, virem que apresentaram os documentos e 
igidos pelo artigo 180 do Código Civil Brasi­ 
leiro, Incisos I, II, III e IV e pretendem se 
casar: 
CELSO BARBOSA e SILVARA ARCE, brasileiros , 
solteiros, domiciliados e residentes nesta ci­ 
dade, ele-Pedreiro, natural de Bela Vista-MS , 
filho de Onoroto Barbosa e don.i Balbina de Sou 
za Barbosa; ela-lides do lar, na.tural de Bela­ 
Vista-MS, filha de dona Vlma Arce. 
Se alguém souber de algum impedimento 
se oponha na formo do Lei. 
Bela Vista-mS., 24 de janeiro de 1.996 
JANILDE ROSA DOS SANTOS - 0FICIALA 
que 
A, federações e Associações abaixo relacion las, reuniram-se 
em Assembléia Gera! Extraordinária realizada no dia I6 de janeiro de] 
1996. na sede da Associaçlo Comercial e Industrial de Dourados, situada 
à Av. Marcelino Pire<s N 2102, em Dourados/MS.. onde, em primeira 
convocaço, às 20.00 horas, foi instalada a Assembléia sob presidência 
do Sr. Walter Pitarelli. Presidente da ACID, sendo chamadas para 
comporem a mesa as seguintes pessoas e entidades: 
1- Hagner Simane Marias - Presidente dn FAC/MAS 
2 Amaldo Echeverria Molina - Presidente da Federaria das ls 
3.Nelson Naehit. Presidente da Associara temercial de Campa Grande 
4Edilson Ferreira de Araújo. Presidente éa CDL ée Cnmpo Grande 
5Roberto Zuim • Presidente da DL de Douradas 
6- Sebastião Weiber Cavalari Presidente do Sindicato do Comércio 
Atacadista e Varejista de Ouurados 
7- Laudelino Balbuena Medeiros - Assessor Jurídico do AC/O 
8. Ju/lo Campus• Assessor Jurídico do Associn;llo Comercial de Campo 
Grande 
O. Wagner leAo do Carmo• Assessor Jurfdico da CDL de Campo Grande 
Iniciados os trabalhos, foram colocadas em exposição e paula as 
questões rclarivas ao endividamento e às altas taxas de juros praticadas 
pelos Bancos com relação aos comerciantes 
Debatida a questão pela As embléia, tiveram soerguidas as 
situações de que as taxas nominais de juros praticadas pelas insrituições 
financeiras brasileiras. segundo matéria veiculada pela revista Veja. são 
as mais altas do mundo. Sendo também constatado por matérias 
jornalísticas publicada no Jornal Folha de São Paulo, do último domingo, 
que as instituições financeiras tomam empréstimos do estrangeiro com 
endosso do Governo, a taxas de 6% a 12,6% ao ano. reemprestando ao 
sofrido empresário brasileiro. em percentuais de 9 a 15%. capitalizados. 
sem que o órgão fiscalizador exerça seu poder institucional, de forma a 
coibir os excessos praticados pelos bancos. que têm penalizado 
sobremaneira. acarretando o empobrecimento do setor comercial e 
provocando, em contrapartida. o enriquecimento do setor financeiro, a 
níveis inéditos para qualquer nação. 
Fato mais grave e apurado nesla assembléia. é de que as taxas 
para o tomador oscilaram ao sabor do interesse econômico e da 
contraprestação justa do capital é 5%, enquanto para outros situa-se no 
patamar de 14 ou até 15%. Dianre desse quadro, adicionados à mudança 
brusca do cenário econômico nacional desde a implantação do Plano 
Real, leva-nos à revisão das bases contratuais dos mútuos tomados e 
renegociados. porque os comerciantes, ao contratarem seus empréstimos. 
o fizeram em situação econômica adversa da atual pois na ocasião havia 
expectativa de solvimento da obrigação sem sacrificios de seu patrimônio, 
diversamente o que hoje ocorre. 
Governo Federal. ao intervir na polílica de juros e sem exercer a 
fiscalização que se obriga a fazê-lo, provoca um desequilíbrio acentuado 
no pacto originário. gerando a falência penalizada dos tomadores. criando 
uma interveniência nefasta ao pacto contratual. 
Isto não pode subsistir. posto que. enquanto o setor financeiro 
contrai no mercado internacional juros reais de 6 a 12% ao ano, repassa­ 
o a juro nacional de 15% no mês, que perfaz uma remuneração JO capital 
superior a 1.500% mensais. Isto é ahsurdo, é usura, é uma vergonha 
A par disso, ao mesmo tempo em que o Ministro da Fazenda. Pedro 
Malan. apregoa taxa real média de 30% em 95 e a previsão da queda de 
juros de 50% em 96, as instituições bancárias deste Estado ousam nos 
impingir a es.:ratosférica taxa variável d: 6 a 12% mensais através de 
critérios subjetivos e arbitrários, fugindc. em muito, daquela anunciada 
taxa Onde esta o poder fiscalizador , onde está a mudança professada 
pelo Ministro' Nada mudou. Tudo permanece como estava. 
Conclui-se. portanto. que após mais de um ano de plano real. vários 
segmentos foram contemplados com ajustamentos. anistia. revisões 
contratuais. e. m,üs recentemente, atê mesmo a chamada sucuritização. 
Desatento. o Governo deixou ao desamparo e fora desses ajustes. o 
empresário que prL-c1sou de recursos para manter o seu negócio, ou. 
quando menos, permitiu que ele navegasse scn· i)roteçào entre crilérios 
leoninos do sistema financeiro nacional. Omisso. apenas pensando em 
manter que ele naveg se sem proteção entre criti:rio, leoninos do sistema 
fin_anceiro nacional. Omi,so. apenas pensando em mater juros aitos para 
evnnr o consumo, o Bancn Central. cérebro do sistera. tem externado­ 
se como agente mone1árit• t nilo como instrumento de Po!lli.:a Econômica 
tllo necessário a um Pais que tenta sair de sua ainda não esquecida mazela 
Conscientes que este quadro não pode continuar. o, Empresários. 
representados por suas respectivas entidades, afirmam con principios 
bas,cos o seguinte: 	. , . 
1 • A flagrante ilegaldade e inconstitucionalidade nd cobrança 
dos juros e encargos atualmente praticados. 
2-Essa prática resulta no enriquecimento do segmento jin ,ceiro 
e especulativo, em detrimento das tomadores, que com as suas ativ1 • des 
mantêm o sistema produtivo da nação. 
Derradeiramente, se conclama a todo setor produtivo da nJÇ 
brasileira, a ombrearem-se :onosco nessa luta comum, porquanto nào 
J sera com a especulação da moeda que a inflação permanecerá inerte. 
mas sam com o suor escorri,lu da classe produtiva. 
Por fim e ao cabo, nota-se que ao persistir tal iniquidade. a 
consequenc1a pnmcira é a falência do comércio e indústria, gerando 
desemprego, redução de arrecadação de impostos, ausência de capital 
circulante, extinguindo por consequência os agentes, financeiros. e 
sepultando defin'.11vamentc a prelcnsào de qualquer plano econômico­ 
Dai porque almc1amos repactuJrmos as bases econômicas do ajuste. d 
forma a remunerar o capita! ·le acordo com os padrões condizentes, O 
seja a niveis de juros de no máximo 50% da inflação verificada no mês 
no prazo de 60 meses e com 1? de carência, advertindo sempre de que 
inadimplemento não é a nossa intenção. 
W11lter Pit:m:lli - Presidente da ACID 
Wagner Simone Martins. Presidente da FACIMS • 
Arnaldo Echeverria Molina - Presidente da Federaçlo das CDLs 
Nelson Nachif - Presidente d1 Asociaçlo Comercial de Campo Grandf 
Edison Ferreira de Araújo - Presidente da CDL de Campo Grande 
Roberto Zuim • Presidente da CDL de Dourndos 
Sebastilo Weiber Cavalari - Presidente do Sindicato do Comercio 
Atacadista e Varejista de Dourados

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[ORAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 
r-· ASSOCIACÃO BENEFICENTE DOS 
' SUBTENENTES E SARGENTOS PMI/BM-MS 
GOVERNO TENTA 
ACALMAR A FOME DO 
SERVIDOR COM UM. 
GRITO DE CARNAVAL 
-· BISEMANÁRIO. 27DE JANEIRO DE 199 PÁGINA • C3 
LIDERANCAS MOBILIZADAS PARA 
I 
A FORMACÃO DA JPSDB NOS 
a 
MUNIICÍPIOS DO SUDOESTE 
Enquanto o Governo do Estado descerrava 
nesta segunda feira, a abertura <lo carnaval da 
"AMIZADE" no Palácio Popular <la Cultura, 
centenas de famíl ias de servidores pú b I icos 
confundiam o barulho dos tamborins com o ronco 
da barriga, pois, • aqueles que receberam seus 
parcos salários nem sequer conseguiram colocar 
em dia a prestação da casa própria e outros 
encargos, quanto mais fazer a compra do mês para 
alimentar sua familia, e aqueles mais 
"AFORTUNADOS" com salários acima de R$ 
500,00 não conseguiram recebê-los e ao terem os 
mesmos creditados em sua conta-corrente 
deixarão para o próprio Governo 10% (dez por 
cento) de multas de água, luz, telefone (quando 
não é cortado o fornecimento), casa própria, além 
de outros encargos, sem levar em· conta as 
correções por impontualidade de pagamento de 
prestações no comércio em geral, como aqueles 
que já receberam seus vencimentos não têm boas 
perspectivas, restando-lhes recorrer aos "Agiotas 
Oficiais" única categoria beneficiada com a atual 
política de Governo. 
"O POVO PRECISA DE PÃO E CICO", 
talvez o Governo tenha se inspirado nessa frase 
milenar se esquecendo porém do mais importante: 
O PÃO", pois com a barriga vazia ninguém 
consegue chegar ao circo ( CARNAVAL). 
A assessoria do governo teve de procurar 
parceria para promover o "Carvanal da Amizade", 
no entanto, não a tiveram para conter a evasão 
fiscal e conter os gasto~ públicos que corroem o 
já falido sistema, onde o servidor, além de mal 
remunerado, com salários em atraso, sem 
condições sequer de matricular seus filhos, pois a 
escola pública enfrenta uma grande defasagem e 
o seu salário o proíbe de procurar vagas na Rede 
Pública, fazendo com isso que futuros cidadãos 
deste Estado, por falta de oportunidade, vão às 
ruas único lugar que o salário dos pais lhes 
permitem a ter uma "Escola e Lazer". 
Inúmeros são os policiais militares cansados 
de esperar por melhores condições de salários e 
jornada digna de trabalho, amontoam o 
Departamento Pessoal com pedidos de 
aposentadorias proporcionais por tempo de 
serviço prestado, defasando ainda mais o baixo 
efetivo e agravando o setor previdenciário pois, o 
Estado terá de propiciar-lhe por toda a vida salário 
e saúde, incluindo seus familiares, além ae ter a 
necessidade de contratar outro cidadão para suprir 
aquela vaga. 
Para se ter idéia do tamanho do problema, 
basta olharmos o prazo para se formar um Oficial 
de PM/BM, que varia entre três a quatro anos e 
esse mesmo oficial ao concluir todos os cursos e 
estágios que o habilita ao posto de Major, leva­ 
se no mínimo dezesseis anos de efetivo serviço e 
muito gasto para os cofres públicos, mas, sem 
nenhuma esperança na carreira futura, se aposenta 
Proporcionalmente, deixando uma lacuna que leva 
igual período para ser preenchida, e a sociedade a 
carecer de seus serviços, enqanto o governo não 
adota medidas concretas em benefício do servidor 
e em especial ao PM/BM, o contribuinte continua 
Pagando um alto custo por um serviço de péssima 
qualidade, e o servidor público continuá à margem 
do Governo da Cidadania. 
Campo Grande(MS) , 23/jan/1996 
JOSÉ LIMA MARTINS 
Presidente da ABSS-PM-MS 
O Major l lilton Villaanti Romero, Assessor do 
Presidente da Assembléia Legislativa do Estado, 
Deputado Roberto Orro, esteve na regiiio Sudoeste, 
mais precisamente nos Municípios de Nioaque, Guia 
Lopes da Laguna, Jardim, Bda Vista, Caracol e Porto 
Murtinho, com a finalidade de fundar nesses 
Municípios a Comissão Provisória Municipal da 
JPSDB. J iniciativa vêm tendo grande aceitação, pois 
a região possui uma juventude bastante atuante. 
O integrante da Comissão Organizadora 
1° Encontro 
Política 
- 
açao 
uven T ana 
APRESENTAÇÃO 
LOCAL: Assembléia Legislativa de Mato Grosso 
do Sul 
CIDADE: Campo Grande/MS 
DATA: 10 e 11 de fevereiro de 1996 
PROGRAMAÇÃO 
10/02 - 09:00 horas - Abertura Oficial do Encontro com a 
participação do enador Lüdio Coelho; do Presidente da 
Assembléia Legislativa, Deputado Roberto Orro; 
autoridades local e federal. 
- Palestra: "Conjuntt,ra" 
- Ministro iérgio Mota 
14:00 às 18.00 horas - Palestra "As Bases do 
Pensamento Social Democrata" 
- Assessor do Ministro Bresser Pereira 
- Palestra: Participação Política "Cidadania" 
- Deputado Federal Domingos Leonellio (BA) 
- Palestra: Participação Politica "Movimento Social" 
- Deputado Federal Arthur Virgílio (AM) 
- Palestra: Participação Politica "Militância e 
Organização Partidária" 
- Sandro - Presidente acional JP DB 
11/02 - 08:30 horas - Palestra "Política e Ciência Polícia" 
- Professor Bernardo Kippni 
09:30 horas - Palestra: "Perspectivas da Juventude 
Tucana de Mato Grosso do ui" 
- Jorge Haddad, suplente do 
enador Lüdio Coelho 
- Juvenilo Cândido da Silva 
Presidente Estadual 1PSDB 
- Wilton Acosta, comissão organizadora JPSDB 
- Landmank Ferreira Rios - Comissão Organizadora. 
- Ministro érgio Mota 
- enador Lüdio Coelho 
- Ministro da Educação 
Paulo Renato 
- Executiva acional do P DB 
Regional da JPSDB, Laudmar Rios, outro membro 
da comitiva, salientou n importiincia da Juventude 
em participar do Encontro Regional do Centro-Oeste, 
que será realizado em Campo Grande, nos dias I O e 
II de fevereiro, na Assembléia Legislativa, com a 
finalidade de eleger a nov. Coordenação da JPSDB 
no Estado. 
Participarao do Encontro autoridades e 
lideranças políticas do PSDB local e federal, 
conforme a programação que publicamos abaixo. 
de r 
A juventude em nosso País Irá muito tempo vem 
exercendo 11111 papel importante em relação à 
assuntos de relevante interesse para a sociedade 
brasileira. 
Foram muitas as mudanças estruturais e 
políticas ocorrida no embalo da mobilização da 
juventude, quer seja através de movimentos 
estudantis ou políticos partidários. 
São inúmeras as lideranças da juventude que 
hoje detém mandatos eletivos, com 
representatividade em Câmaras Municipais, 
Prefeituras, Assembléias e Câmara dos Deputados, 
fortalecendo com isto, o seu partido político de 
origem ou atual. 
Em Mato Grosso do Sul, tivemos outrora, 
militantes partidários que levantaram várias 
bandeiras de lutas, oriundas da juventude, que 
promoveram avanços significativos no campo social 
e político. Através da militância ag/.ferrida da 
juventude surgiram novos quadros e 
consequentemente o fortalecimento de suas 
agremiações partidárias. Era a juventude nas 
escolas e nas ruas; radicando a consciência crítica 
e da necessidade de participação efetiva para o 
aumento das conquistas. 
E é, através da JPSDB que acreditamos poder 
promover a formação de quadros, buscando o 
fortalecimento e aplicando em nossa sociedade, os 
conceitos básicos da Social Democracia. Para tanto, 
necessário se faz, o empenho efetivo de todos os 
nossos líderes, para a realização com sucesso, do 
nosso 1" ENCONTRO DE FORMAÇÃO POLÍTICA • 
DA JUVENTUDE TUCANA em nosso Estado, 
capacitando-nos para a formação de um batalhão ' 
de militantes da Social Democracia. 
JUVENTUDE TUCANA DE MS 
o NOVO ENDEREÇO DOS PAPÉIS E PRODUTOS GRÀFICOS: 
RUA 13 DE MAIO, 1472. 
O objetivo da mudança de en­ 
dercço da REGIONAL foi a amn­ 
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Ma 
_J

BE-SEMANARIO 27DE JANEIRO DE 1996- PÁGINA • 24 
PANTANEIROS -TEMEM ISOLAMENTO E 
DEPUTADOS FAZEM ADVERTÊNCIA À UNIÃO 
O <lepuLndo Robrrto Or 
ro, prcr, ldentl' da Assem­ 
b](.Jn L<'r,lnlntiva, ,!ir.rrn 
temer o Isolamento das - 
çhuvM: e da prcr I pi tnçÕo 
doq c11rson d'gun da regi 
iio. Orro informou que : 
_11ntnmcnte con1 outro,:; - 
pnrlamcntnres pretende - 
r~forçnr junto à bnncudn 
(odcrnl or. pedidos de Mn 
tll CrotWO do Sul i1 Un inÕ 
pnra n libcroçio de re­ 
curson CBGCncinis à rccu 
pcrnçio e monutcnçio. d; 
nr-262, principnlmente - 
no trecho.entre Mirando 
e Corumbá, onde o leito 
da rodovia i mais vulnc­ 
rável à pressão das - 
.,suas. 
Sem rodovia e [erro­ 
vi11 - o serviço de trans 
porte de passageiros dã 
RFFSA ns tá ar alisado - 
' 1'· ... ' , ' , - 
Corumuú e 1.~tlririo ficd- <;iio fluvial e apreooar n qui•itn". llorocs t>uGtcnta 
riam 1;cm l l1;oçno com o rccntruluraçÕo da llFFSA. que n intcgrnçÕo cconômi 
re,;tnnle do E!Jllldo, cxcc O leilão rln Rede er.t.-i - ca da re31âo co:n ,3 Arnêri 
to por via uêren. O d p~ mnrcndo parn cInco de fe ca do Sul niio pnsoari d; 
tudo Roberto Orro tem : verc-iro, 	- quimera "enquanto não ti 
convernado com divenrnn "O flm <la navcRnçiio e vermos ferrovia e hidro: 
moradorcH da regfão. Um a desativação da ferro- vln". 
deleo, o funcJon~rio npo vin o golpes extrema- A BR-262 esti sendo 
Gcntndo dn Receita Fede: mente perversos contra a atendida prccarlamente - 
ral C! que por 20 anos - cidadania dos pantnnei- pelo governo do Estado , 
trabalhou na construção rnG", queixa-se Carlos - que recuperou alguns tre 
dn estrada de ferro do - de Moraes, 75, na carta chos entre Miranda eco: 
Brasil - Bol{vin, Carlos que envia no Ministro - rumb5. Na altura do Pos­ 
Rlhclro de Hornen, esti Odncir Klein, dos Trans- to Guaicurus e do Posto 
rnobilizando lideranças - portes. "Quando constru{ da Polícia Florestal, co 
do comunidade corumbnen- mos a Brasil-Bolívia, pi nhecido como Buraco dn; 
se, notudomente óntigos cada por picada, febre- Piranhas, ji trechos qua 
trabalhadores da Noroes- por febre, com muitos - se intransitáveis. As : 
te do Brasil (NOB) e do companheiros aderindo ao chuvas constantes impe­ 
Serviço de Nnvegaçiio da mt,vimento, tínhamos um dem a realização dos sr 
Bacia do Prata (SNBP),ji ideal de progresso, de - viços de tapa-buracos. A 
extinto, para encaminhar futuro, nunca imaginaria pressão das águas provo­ 
no Mlnistério dos Trans- mos que a incompetência- ca o desmoronamento das 
portes a reivindicação - e a politicagem pudessem margens da rodovia. Além 
ara reativar jogar por terra essa con de Roberto Orro, os dep~, 
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JORNAL TRIBUNA {A FRONTEIRA BISEMANARIO. 27DE JANEIRO DE 196. PÁGINA • ° 
Sperafico quer sOillção para o problema 
te travessia do Rio Apa em São Car os 
Federal Dilso Spcrofico 
]pérafico integra a 
1
Frente Parlamentar 
:da Micro, Pequena 
e Médio Empresa· 
Sensibilizado com o atual situação dos peque - 
nos Empresários, o Deputado Federal Dilso Sperafi 
co (PMDB-MS), criou, Juntamente com outros parla­ 
mentores, a Frente Parlamentar da Micro, Pequeno 
e Média Empresa, com o intuito de amenizar a cri- 
• se que castiga esse segmento da economia. 
Paro tanto, o parlamentar já manteve contato - 
com Luiz Paulo Vellozo Lucas, Secretário de Acom­ 
Pilllhilmento Econômico, do Ministério da Fnzenda,on 
de ficou acertado que no próximo dia 31, Spernfi-:: 
co fará um relato sobre a situação dos empresári­ 
os e apresentará ns reivindicações dos mesmos. 
O deputado sul.mntogrossense solicitou roais da­ 
dos para os Federações das Associações Comercia - 
is, para mostrar junto no Ministério dn Fnzendn,o 
real situação desses empresários. 
As micros, pequenas e -médias emprrsns são res­ 
ponsáveis por novtntn por cento dos empregos exis 
tentes no País, entretanto, muitos não estão con­ 
seguindo sobreviver, o que, vem agravando o pro - 
blea do desemprego no País, conforme mostram os 
dados de todos os institutos de pesquísn que ntu­ 
Jm nessa arca. 
governamrntal, o pagamento do previd~ncin será 
determinado pelo tempo de serviço. Estão excluí - 
dos do benefício, aquelas pessoas que estão nposen 
todas por limite de idade, os chamados inativos d 
União. 
"Não ;:. dl"svnloriz;:indo o hom"!Tl Jo cnmpo que o Bro 
sil poder,i pr-ns..1r cm invrstir nn ngriculturo", com 
plrmrntou o drput~do. 
O deputado defendo também uma aposentador1a os­ 
pcial para professores d 1? 22 graus o aposcn­ 
tadori: por linio do 1dado para o trabalhador ru 
r.1 I . 
Bancada Tucana aprova empréstimo para 
l>refeitura de Porto Murtinho pagar eNi©1©re~ ~ 
• 
Cinco dos nov vradors dr Porto urtinho,­ 
hora ;,dv,,risâr :,,s d,, Pr, f ,, 1 to Luiz C.u l,,s Abrru, ,1.'.:_ 
Cdiram assegurar a autorizaçio para a Prfitur: 
contratar R$ 500 mil, junto "1 rrd..- b,111cârL1, por 
<ntcipaçio do rcccita. O dinheiro sori utilizado 
n~ p.1g;unrnto do>< funcion:irios municipais, cm ;:itr.1- 
s~ drsdr outubro. Os cinco ( Ilka Agucro, Fernando 
dugusto d Matos, João Pachco, Sandro Mnldon,1d,, , 
A!on Sanches) o mais o pfclisa Carlos Albrto 
#In, poderiam inviabilizar a operaçio se votassn 
tontr.: o pc-dido do Prrfito, ii qu xisto um ra 
l'r,•ocup:,do com os problPnil!; qu,, vên ocorrr>ndo - 
com rclni,;iio a trnvP.ssia do Rio Ap:i, ligando o Bra 
1l ao Paraguai, na refio conhc1da como São Co_:: 
lon, no Município dr> C,1rncol, o Deputado Fednol - 
Dilso Spcrnfico (PMDB) cnco111inhou ofício ao Mlnis­ 
tro do Exército, General Zen!ldo Gonzaga Zoroastro 
de Lucenu, solicitando providPncfa:; e colnbornção 
para a solução d;i questão. 
No correBpondêncin envi;ida ao Miniotro do Exér­ 
cito, o Deputado Dilso Sperafico explica que drvi­ 
do ao grande fluxo de pessoas que ntr,1vessam o 
Rio Apa, noquelc trecho, o Governo Paraguai.o colo­ 
cou uma balsa pnrn atender a demando, inclusive de 
automóveis. "Acontece que os militares . brasil~ 
ros", continua o Deputado, "só permitem o descmba_:: 
que se os usuários possuírem propriedades no re- 
DI LSO SPERAFICO íl fE~TE A 
PEDIDO DE ELET ~f CAÇÃO 
RU A PARA ANASTÁCIO 
Através de expediente encaminhado ao Ministro - 
Agricultura, do abastecimento e da Reformo Agrário 
o Deputado Federal Dilso Sperofico Reiterou o pedi 
do poro que sejam dest:lna dos recursos para eletri-:: 
ficoção rural no Município de Anastácio-MS. 
O pedido de autoria do DC'putndo foi feito no 
ano passado, através do ofício Ne 129/95, dat;:i 
do 11 dr- mnio, "razão pel.1 qual solicito prio-:: 
- . 
Dep àdo 
favor dos inativos da 
"N::io é possível o tr:ibalhndor rurnl,qa!! na maio 
ria dos vezC's,, niio tem Carte ira de Trabalho ossin'ã 
do, aceitar este Sistema de Previdência; estão qu; 
rendo acabar com n aposrntndoria, principalmente-:: 
paro o trabalhador rural". 
Este foi o argumento usado prlo d,-putado f,.d,. - 
ral DLlso Sper1fico (PMDB-MS), para dofcndr a por 
mnnêncio d.1 ;:iposentndoria por limitr- dr- id;:id,-. - 
Dur.inte votaçiio no plrnário do Congr,.sso K.icio­ 
nal, no Ültimo dia 17, Sorafico votou contra A 
monda da rofom. da Pvdncia.Dcrd coo projro 
l 
ve conliz» corr.:° z:d1n11sr1cio Cinr. 
Os mis do 300 srv!dorss absorvem, mensalren 
p::r ti' dr- RS 130 mil com .: folh::. A nrr<'C'.,daç:i,, r.,r n 
s::l está "m torno dr RS 230 mil. A b.:inc.id;:i do PSDB 
chegou a cogitar uma CPI o a abertura do presso 
dr cnss.1ção dr Abrru. No cn tanto, nn Ült im tc-r­ 
ço-f,-ir.:i, sensibilizada com a situação dos s"rvido 
ros - muitos com srios problmas do sobrovivnc{ 
r- .1cu:-,ulando dívidas no com,:rcio local a bnncod.,,.1 
pós consultar inclusive a dirccão regional do pa 
tiuo, drcid1u aprovar :J oprração do empr~stinn,com 
gLão e, mesmo as!n, com a autorização do Comanda 
te MIIItar da Refio, conforms relato do Pn·fr·lto 
1-lunic ip;il dr• C.1r .-icol". 
Segundo as explançõs do Drputado SperafIco,ao 
MInIstro de Estado do Exército, "eras cxincLa 
tGm traz!do mu!tos transtornos aos moradores daqu 
la regfio, spec1a1mente para os brasileiros qu 
residem no Paragual e quo vm o Brass!l para fazer 
compras, uma vez que n lado Praguafo o corrcio 
é quase Inexistente". D1ante 'ssr quadro, o Depu- 
tndo solicitou ao Ministro nIldo Zoroastro de 
Lucena os sus bons préstimos no srntfdo de olu - 
cion.:ir o mals riipido po«n!vr!l f"ssr problcm.,, no 
Intuito de facilitar a travessfa dos usuirfos da 
balsa paro o nosso País, conforme pleito da comun! 
dado do toda aqurla regfio. 
ridade, umn vrz que o relator da subcomissão 2, da 
Agricultura, Fozcndo,IndÜstrin "Comércio, d~u p.:i­ 
rcccr favorável ao financiamento poro clc>trific11 - 
cão rural no valor total de R$ 112.500.000,000 
(cento e doze milhões r quinhentos mil reais),bl'nr- 
ficiondo o Estado de Mato Grosso do Sul rm RS 
7.500.000,00 (srte milhões e> quinhc>ntos mIl ro- 
nis)",for= as considl!roçÕCs do Dcputndo DLlso Spraffco. 
êa] 
,lp,,i,, inzgr..l lo ver..dor dn PFL Carlo,a H"in, 'lU" 
voza com os tucanos. 
A Prr-sidrntr- da Câmara, Vreadora Ilka Aguro, ' 
disse qur> as diferenças polític;:is não podrriom _ 
prejudic:ir os funcion.iirios. O Vrrrndor Fernando Au 
gusto _ do Matos assinalou que nntcs d aprovar a 
pc>raçno a bancada preferiu tomar uma dccisão colo­ 
tiva para marcar o compromisso específico dr vot;ir 
o nprstimo exclusivanone para solucfon.:r o paga 
menta do funcionalismo. 	- 
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• Lilia Rodriuzs de Albuquerque Mello 
Há três anos lesenvolvemos um trabalho luminoso, porém 
silencioso, por meio de bibliotecas da escola em que atuamos. O 
objetivo é transformar o mundo dos livros numa cartola mágica. 
De lá, a palavra are sai transformada ep outros tipos de 
linguagem, eomno o detenho, a pintura, a arte dhamtica, a música, 
a escultura, construindo símbolos de sentidos inesgotáveis. 
Como Prfessores e Agentes transformadores da sociedade, 
não podemos d±:ar de perceber o peso e a função da leitura em 
relação ao nsso trabalho. Precisamos ter muito claro, para cada 
um de nós o poder que ela tem de nos transportar pra novos 
espaços. phr meio de sensações que desenvolvem o nosso 
intelecto e ,om,1m claras as nossas emoções. 
Mas,afinal, o que é ler? 
Prf isamos entender que o sujeito ºé leitor antes de entrar 	e usam as pessoas. 
na escola e cortinuará sendo quando não estiver mais lá.já que, 1------------------------' É sabido, também, que acima dos interesses 
como o0ervudor·do mundo, recolhe os significados, como se com novas dimensões, levando-o a reinaugurar o que já sabia individuais devem prevalecer os coletivos e que, acima 
cstivcss.j cm face de um espelho, projeta no mundo o seu olhar antes, já que a leitura é um ato de abertura para o mundo. da vontade do homem, está a do Pai, simbolizada pelo 
que vv aJ rinde a própria vista alcança. • , 	Acreditamos que, por meio da leitura prazerosa dos livros Cristo de Deus no amar ao próximo como a si mesmo. O 
N seu livro A Importância do Ato de'Ler, Paulo Freire de leitura infantil, temos propiciado aos alunos uma educação 
: aborda~ conceito de leitura dentro dessa ótica, quando diz que que forme a consciência estética, ética e crítica, aprimorando. imperio da Lei de Gerson, que 
O 
próprio autor renega, 
"( ... ) • leitura do;mundo precede a leitura da palavra, da( que a lhe a percepção humana; para que, nas suas relações com o faz com que os homens coloquem os interesses das 
posteri~y:itura,desta não passa prescindir da continuidade da mundo, busque sintonizar-se de forma harmônica e equilibrada.. coletividades subordinados à vontade de uns poucos. O 
leitur/ daquele. Linguagem e realidade se aprende Num mundo cada vez mais competitivo, capitalista e amar ao próximo se transforma no usar o próximo e 
dinanyc.tr.1clle/A.compreensão do texto a ser alcançado por individualista, cabe à escola atuar acreditando que "(... ) é acima do Cristo se coloca o cristão, numa verdadeira 
sua lcml~ CJÍ~ca Implica a percepção das relações entre o texto essencial humanizar a mente da criança e do jovem pela inversão de valores. 
e o wntc1 :O:'. 	. sensibilidade e alargá-la pela imaginação, já que deveria entender Quando a sociedade se mobiliza em torno de uma 
S.:, :ntendcmos que ler é· um ato de participação da que a criança aprende melhor quando é com o coração" (Vânia 
idéia, sempre os resultados são os mais profundos e 
subjetivi::·~e que se envolve numa relação de intercâmbio com Maria Resende). 
o que s: a rcsenta permanentemente aos olhos, precisamos A origem deste trabalho, que vem sendo desenvolvido relevantes. Veja-se, por exemplo, a campanha das 
reíletit. r,roD ndruncnte sobre a importância e a necessidade de há três anos por uma equipe de quatro professores, deveu-se diretas, os caras pintadas pelo impeachement, a 
parti)bar experiências de leitura com os nossos, levando-os a à unanimidade do grupo: que os alunos tivessem acesso aos campanha do Betinho e, agora, mais recentemente, essa 
vivd• ;iar "o isto e o aquilo" por meio de diferentes linguagens, livros de literatura infantil pelo simples prazer de ler, ávidos mobilização geral para acabar com a violência no futebol 
e ntic somente ou isto ou aquilo, parodiando Cecília Meireles. cm desaferrolhar as portas do imaginário e das sensações; cujos resultados já começam a aparecer . 
" Com projetos literários, estamos transformando a leitura, que as atividades artísticas e as produçes de texto, tanto orais Acredita Herbert, que o Rotary é a organização 
desde as séries iniciais, numa atividade cotidiana, plena de quanto escritas, fossem pautadas pelo prazer, o qual pressupõe b d 
mais em posiciona a no mundo, para fazer algo a 
significação e prazer em que cada leitor tem acesso aos uma boa dose de gratuidade; que o nosso entusiasmo 
significado mais profundo e ao que é significativo para ele no considerasse a literatura cm si mesma, vivenciando-a como respeito dessa crise de valores. O companheiro 
seu desenvolvimento. Além disso, temos nos preocupado, como uma das Belas Artes, fazendo-a ser apreciada pela virtude de presidente tem razão, nós rotarianos podemos mobilizar 
agentes motivadores e dinamizadores da prática da leitura, cm sua própria vitalidade; que os alunos percebessem que "gostar a sociedade brasileira nessa luta. Disse ele que "A 
fazê-la acontecerem condições adequadas à fruição, ao mergulho de ler" é algo que se aprende na escola, enquanto ler, Família é a unidade básica de nossas comunidades", 
profundo e ávido que envolve a subjetividade cm termos de simplesmente, numa concepcão ampla, é algo que se aprende vamos, então, unir a sociedade em torno da família. 
participar, interrelacionar-se, transformando o leitor cm coautor. fora dela, desde tenra idade. 	Existem três forças que, unidas, podem realizar essa • 
É significativo para o nosso trabalho que a cada mergulho nas 
façanha: as escolas, as igrejas e a imprensa. Podemos 
camadas simbólicas dos livros, o aluno emerja vendo o universo 
fazer uma grande campanha envolvendo Interact, 
interior e'cxtcrior com mais claridade. Que a sua volta se faça 
Rotaract e Rotary Clubs, sob o título, "A Família é a 
base para um mundo em paz". O objetivo inicial será 
atingir esses três poderes e através deles mobilizar a 
classe política e a opinião pública. 
Sugerimos aos Clubes convidar educadores, 
religiosos, jorr.alistas e políti_cos para falar em Rotary 
sobre esse tema, e ao mesmo tempo rotarianos que se 
enquadrem ressas categorias, irem às escolas, 
associações, comunidades, jornais, rádios televisão, 
câmaras municipais, assembléias estaduais e até na 
Camara e Senado Federais. 
A criatividade dos rotarianos pode ser posta em 
pratica para atngir os objetivos colimados 
Brasil Rotário pode . • 
.. se engajar nessa campanha, 
tornado-se o veiculo através do qual ·lb dr de = 
. . 	ai os clubes livulgarao 
as suas atividades; pode criar 	: 
· l d 	r um cartaz que sera 
vecuua o, mensalmente até o f l de" 	2...- 
d 
, . • ma este ano rotar1o, 
po e, lambem, lançar um cone d af 
· d - urso e monografas, 
premanto os três melhores trabalJ 
Tenho c te ª os sobre o tema. 
a verte.a que se levantarmos essa bandeira 
com o mesmo empenho da camr he r, 	4[ 
deste ano rotário teren,,"""ha Pio Pus, ao fina 
precioso no caminho da conseguido um avanço 
restaura, d for 
primordial de uma sociedade. ao tesse va 
Conclamo a tod ' que e a família. 
os os rotarianc br ~j... se 
unirem em torno dess 1os rasileiros a S 
se apelo do P, ide ·bt 
Erown, pois, sem dúvida 4, ., residente Herber 
, • i a, a amí/ia a· d . a· 
de um mundo melhor que todo HUUi«a e a esperanç , 
os nos desei 
Assim os rotariano I amos. 
o esta = 'd n 
integridade, servindo com mm Uao agindo co 
• , • ore trabalhando pela pa- . 
' 
Francisco Castro de Souza 
Herbert Brown, Presidente do Rotary International, 
em sua mensagem de setembro publicada na Revista 
Brasil Rotário, pede aos rotarianos para trabalhar em 
prol da restauração da importância dos valores humanos 
universais nos lares, escolas e comunidades do mundo. 
Sabemos que as relações entre as pessoas devem 
ser de companheirismo, amizade, amor. Entre as pessoas 
e as coisas devem ser de utilidade, de uso. Nessa crise de 
valores o que observamos, é que pessoas amam as coisas 
Vi 
Lilia Rodrigues de Albuquerque Mello é Professora 
de Língua e Literatura Portuguesa. 
(Lector, ovembro de 95) 
Ao comemorar seus 100 anos, Arthur Reed ainda 
andava de bicicleta. Trabalhou em seu emprego até os 
116 anos e morreu aos 124. Ele foi um dos 32.194 
americanos que, segundo o _censo âe 1980, viveu mais 
de 100 anos. Será que esses centenários têm uma 
programação genética especial, ou descobriram alguma 
receita secreta para a longevidade? 
O Dr. Walter M. Bortz II, geriatra, especialista 
em longevidade e membro do corpo docente da 
Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, 
diz que não. Segundo ele, essa não é a exceção, e sim o 
padrão: o corpo humano é programado para durar um 
milhão de horas, o equivalente a cem anos; bastando 
para isso que as pessoas levem uma vida sadia, ativa e 
natural. 
Em VIVA MAIS DE CEM ANOS o Dr. Bortz 
apresenta pesquisas científicas que confirmam essa 
extraordinária meta para a vida humana, derrubando 
preconceitos sobre a velhice e a capacidade que o 
espírito e o corpo huma110 têm para levar adiante uma 
existência independente e cheia de energia. 
Walter M. Bortz II é uma das mais respeitadas 
autoridades mundiais em envelhecimento. Ex­ 
Presidente da Sociedade Americana de Geriatria, traz 
uma bagagem de 35 anos de atendimento clínico e é 
autor de mais 95 textos científicos sobre-o assunto. 
Portas Abertas.o CINTILAÇÕES 
Para o Despertar 
O Professor Hermógenes é um dos pioneiros na área esotérica, 
principalmente nos campos do Yoga e da Auto-Ajuda. Seus fvras mais conhecidos 
são: AUTO PERFEIÇÃO COM HATHA YOGA e YOGA PARA NERVOSOS, que já 
ultrapassaram a marca da trigésima edição cada um. O total de sua obra, com 
Pe
Ddoi.dloornsalisp·taeelEo.sscritvdr Jvald(oOPJ.1rre>ira439 • mais de quinze titules, já vendeu mais de um milhão de exemplares. 
CINTILAÇÕES, seu mais recente trabalho, é uma antologia de bolso com 
frases de impacto, pela beleza e pela capacidade de suscitar reflexões oportunas 
para uma nova e mais feliz forma de viver. São pensamentos, conselhos, reflexões, 
1410 e 439 - 1563 ou ijver,ida colocadoscadawnnumapágina,comwntratamentográficotodoespeciat 
Tribuna. da Fronteira, ~64 	Quem melhor sintetizou a essência da obra de Hermógenes foi 0 
BELA VI STA 
. MS escritor C. Torres Pastorino, autor de MINUTOS DE SABEDORIA, ao declarar: 
"Não sabemos de onde o Hermógenes recebe tanta inspiração, mas 
"A boa leitura enriquece o conhecimento a alma" certamente provém da Luz. Imortal que a todos nós circunda e permeia. 
1 , Seus livros o consagram como o POETA DA ESPIRITUALIDADE". 
1--------------;.--'<•------' 
**OAut ' '· 
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Planalto, CE (D. 4490). OIary CIub de Fortaleza 
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JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 
Operando com Equipamento novo 
Revela ·Filmes Coloridos em duas horas 
Vende filmes, fitas VHS, pilhas, postais e camisetas 
Confecciqna lembrancinhas de aniversário com a foto da criança 
VIAÇÃO CRUZEIRO DO SUL 
Informa. Horários de ônibus.a 
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A Secretaria de Fzend d Piar Municipsl de ã Ri/MS 
INFORMA o lanç:unento <lo IPTU 96. 
ATENÇÃO Srs. Conrribuintes! Desde segun<l.1-foír.1, dia 15 de janeiro, o 
carnês do Imposto Predial e Territorial Urbano j!t estfo à <füposição no setor de 
tributação no horário das 12 às 17 horas, de segunda à sexta-feira. 
O Vencimento do lPTU/96 ficou determinado n.a, .wguimes d,iras: 
• Bli.~-A VISTA~ CAMPO GRANDE: 05:30 - ,15:00 • ~3:30 HORAS 
BHA VISTA A CAMI'O GRA 'DE COM llALDEAÇAO El'l JARDIM: 09:00 HORAS 
(este horário não corre nos l>OIV[lN.GOS e FERIADOS) 
BELA }flSTA À .JARDIM: 05:30 - 09:00 -- 15:00 - 23:00 UOR,S 
BLLA :1/ISTA À CORUMBÁ, pnssmulo por .Tnnlim, Guia Lopes, Bonito, Dodoqucna e 
Miranda: 09:00 HORAS - (Nilo corre nos DOMINGOS e FERIADOS) 
BELA VISTA À PO 'TA PORÃ, p:1ss:u1do por Antonio Joilo: 06:00 e 16:00 HORAS 
BELA VISTA ' DOURADOS, com baldeação cm Antonio .João: 06:00 (niio corre aos 
DOl~NGOS e FERIADOS) 
@:tru@~ 
xso éêc3sós @sã'uso 
@@usta - g@si» g 
J7° OGIG 
1@cê3#5, 44a; 
,: 20/02/96: Cota única, pagamento à vista com ?3 de d 
20/02/96: 1 Parcela (para pagamento parcelado) 
,;-::-2':J/03/96: 2.1 P.1r eh 
:;-,:-,:•20/0-1/96: 3·' P::1rcda 
,:-,:-:;-,;. 20/05/96: 4·' .Pucci.i 
,:-::-,:-,:-,:•20/06/9&: 5.1 Pnr ·eh 
O contribuinte que optar pelo pagamento à vista (cota única), terá. d ir	citJ 	· 
-- _,_ d d 1... A • 	• ' • 	A 
ill.Ll,lcscontoc 20%0 Y<lilll...Uo.J.1llPOID1J.1.114-1 vem 1m~s.<Lruuamr. 
Os contribuintes que optarem pelo pagamento parcelado, não terão direit 
ao desconto de 20%, mesmo que o pagamento das parcelas sejam quitada. 
rigorosamente cm dia. 
O contribuinte que efetuar o pagamento após a data pré-estabelecida, ou seja 
a de vencimento, terá que arcar com os seguintes encargos: 
- Até 30 dias do vencimento, multa de 10% e juros de 1% ao mês. 
• Após o 31 ° dia do vencimento, mult:i de 20% e juros de 1 % . 
O imposto que vocc paga e beneficio que a sua cidade ganha. 
EDVALDO PEREIRA DE CARVALHO - Secretário de Fazenda 
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JO!SAL TRIBUNA DA FRONTEIRA 
PÁGINA • cs 
t 
t 
Taxa de 
Reaviso de 
Vencimento 
de Conta de 
Sy dney Nunes L eite 
A situação 
Agricultura em 95 
o ano de 1995 foi marcado por qutro grandes po 
líticas ou fatos que afetaram diretamente o desem­ 
penho econômico da agropecuária, a constituiçao do 
plano real, a retirada gradativa do governo dos 
instrumentos tradicionais da política agrícola, n 
contenção do crescimento econômico e da demanda In 
terna pela prática de uma política monetarta res - 
Finalmente, a necessidade de contenção dos gas- tritiva e o recorde da produçao nacional de graos 
tos públicos reduziu a oferta de recursos para a de 81,l milhões de toneladas na safra 94/95, sendo 
políttca de preços mínimos, que niio foram conigi- 0 Paraná o primeiro produtor com 15,7 milhoes de 
dos durante o período de julho/94 a novembro/95. A toneladas na safra de verão e l,3 milhão na de Ln- 
1 renegociação com os ruralistas trancou os íinanci~ verno. 
mentos de comercialização no pico da venda - O p Ia n 0 
fra, entre fevereiro e junho/95. Como resultado , 
os produtores de milho,- arroz e feijão de queda dos 
caram no mercado todo (milho) ou parte (arroz e 
feijão) de duas colheitas por preços inferiores - 
a~ mínimo garantido pelo Governo mesmo sem a corr!_ da renda 
A população bcla-vistense, conforme já foi 
amplamente divulgado na imprensa, foi surpreendida 
por uma exdriíxula Taxa de Reaviso de. Vencimento de 
Conht cobr,1da pel.i ENERSUL - Empresa Energética de 
Mato Grosso do Sul S.a,, e apesar das explicações da 
empresa, creio que o assunto merece outros comentários. 
O País parece que passou a ser governado por 
Portarias, e, o incríve.' é que todas elas são fixadas contra 
(t população, especíalmente a parte mais humilde. 
A classe popular que consumia menos energia e, 
portanto, ajudava o País, quando por consumir pouco 
sobrava a preciosa força para os setores produtivos, tinha 
uma pequena bonificaçiio, com a redução do preço por 
kiloats. Essa bonificação fazia com que a população de 
baixa renda procurasse consumir pouco, para gozar do 
benefício. Com essa poupança popular, quem ganhava 
era o País que, sobrando energia elétrica, dirigia esta às 
fontes de produção. 'o que ocorreu? Uma simples portaria 
extinguiu o benefício e aumentou os cursos da energia 
para a população mais humilde, mas o salário mínimo 
continua o mesmo. 
Agora, outra portaria criou uma exdríxula taxa 
de reaviso, que é cobrada após o 11º dia do vencimento 
da conta sem pagamento. Ora, rn pergunto: a ENERSUL 
enviou qualquer reaviso ao co'f/sttmidor em atraso? E 
reaspondo: Não enviou.' Então, pergunto: como cobrar 
uma taxa de reaviso se este não existiu? Mesmo porque a 
empresa já cobra uma multa de 10% por atraso no 
pagamento das contas, mesmo que ele seja de apenas um 
dia. 
Como se vê essa taxa é um abuso. 
Vou mais longe, com dois pequenos problemas 
também relacionados com a ENERSUL: o primeiro 
ocorre11 nos 1íltimos meses. A conta do consumidor vencia 
num dia certo (no meu caso era o dia 10 de cada mês), e, 
na atualidade, isso não ocorre, o vencimento ficou ao 
livre arbítrio dos burocratas da ENERSUL, não levando 
em conta que a população, que não vive nos gabinetes 
com ar condicionado, tem o se11 orçamento atrto,faz as 
suas economias para dia tal ter um trocadinho para pagar 
o consumo de energia elétrica. Agora, com o vencimento 
das contas passando do começo do mês para antes do final 
do mês, muitos consumidores mais humildes não 
conseguem pagar· a energia em da sendo obrigados a 
pagarem a abusiva multa de 10% e.a cxdríxula Taxa 
de Reaviso de Vencimento de Conta quando recebem 
seus minguados vencimentos. 
O segundo caso: A nossa energia elétrica é tão 
deficiente, que os aparelhos eletrodoméstcos e outros, 
constantemente são danificados. Não é d boje que a 
população reclama, mas os podéres piíblicos fazen1 ouvido 
de mercador (não ouvem nada, ficam surdos). No 
entanto, nos últimos dias, os bela-vistenses foram 
surpreendidos pela ação da ENERSUL, que, ao rés de 
melhorar a qualidade de energia elétrica> está substiwirulo 
excelentes postes de aroeira das redes da cidade por ouros 
de concreto. Segundo consta foi feita uma concorrêrvcaa 
para tal, e a empresa que está fazendo as substituições 
recebem os postes de aroeira pela modesta quantia de RS 
6,20 (seis reais e vinte centavos). Eu pergunto: será que 
esses postes de aroeira, que não se encontram deteriorados, 
valem apenas R$ 6,20? É bastante, estranho, embora 
tenha havido concon:ência pttblica.. Um desses postes pode, 
no mínimo, ser transformado em 2 palanques para 
mangueira e muitas lascas, para postes ou enchimento de 
manguero. 
Aroeira, nestes tempos em que é proibido abatê-las, 
vale ouro e não apenas R$ 6,20 o enorme poste da rede 
de energia elétrica, embora usado. 
SYDNEY NUNES LEITE 
Vice-Prefeito e Juiz de Direito aposentado 
Menos recursos· 
para o Crédito 
Oficial 
ça0. 
Neste aspecto, merece destaque o amplo esforço 
do Ministério da Agricultura e do Governo em f1nan 
ciar 10 a 11 milhões de toneladas de produtos vin­ 
culados a PGPM, basicamente do mecanismo da equiv! 
lncia produto e da compra direta dos mini e peque 
nos produtores. Caso não ocorresse desta situação, 
os preços de mercado seriam ainda mais baixos. 
Na contrapartida dos custos, os preços dos ins~ 
mos (fertilizantes, agrotóxicos e máquinas) aumen­ 
taram entre 237 a 657 em 1995. 
Agricultura segurou 
inflação às· custas da 
inadimplência recorde 
Os resultados globais foram os esperados. A in­ 
flacão caiu de 457 ao mês para 35,37 no primeiro a 
no de vigência do real e para 15 a 237 em 1995. Os 
baixos salários aumentaram seu poder aquisitivo e 
a cesta básica ficou 37 mais cara em 1995. Agrope­ 
·cuária puxou os índices de inflação para baixo,mas 
às custas de uma reducão da renda agrícola estima- 
da entre 20% e 25%. Todos os produtos agrícolas f! 
caram, ate setembro de 1995, com preços reais abai 
xo daqueles vigentes no início do plano real (ju = 
nho/94), ficando inclusive nos níveis mais baixos 
dos Últimos 10 anos, e nos casos do feijão, soja , 
arroz, milho, algodão, boi e café ocorreu queda 
dos preços nominais. 
A queda de renda gerou uma inadimplência sem 
prededentes no setor e a grande maioria dos agri - 
cultores, para não perderem a honra, um dos seus - 
valores mais preciosos, estão se desfazendo de pa 
trimÔnio, essencial à continuidade da atividade. 
Também, diminuiu a capacidade de autofinanciamento 
para a safra de verão, 95/95, resultando em redu - 
cão da área e da tecnologia empregada. 
A partir de setembro/95, como é natural, os pre 
os agrícolas iniciaram movimento de alta sazona1, 
devido a entressafra. Tal fato não pode ser inter­ 
pretado erroneamente como no final da fase de des­ 
capitalização dos produtores e início da capitali­ 
zaça0, porque estas já tinham vendido a produção. 
CRÉDITO 
MÍNIMO 
SAFRA 
E PREÇO 
PARA 
95/96 
Real 
( 
l 
A 
As condições da operação do crédito rural de 
custeio e comercialização, contratado a partir da 
publicação oficial do acordo entre os governos e 
os ruralistas e até julho de 1996, são as seguintes: 
1 - Juro efetivo de 167 ao ano nas operações con - 
tratadas com recurso controlados de crédito, quan­ 
do destinadas: 
a) Aos produtos de renda agrícola anual de até R$ 
30.000,00 ou aos mini a pequenos produtores, que 
terão ainda o amparo de equivalência-produtos com 
preço mínimo. 
b) Ao custeio do arroz, feijão, mandioca, milho e 
trigo, no valor de até R$ 150.000,00 por produtor, 
e algodao ate R$ 300.000,00. O financiamento de 
.custeio poderá obedecer a modalidade de crédito ro 
tativo, desde que baseado no orçamento simplifica­ 
do. 
2- Encargos financeiros livremente ajustados en - 
tre os bancos e os produtores nas demais operações 
de custeio e de comercialização. 
Comparando com as condições que vigoravam na 
safra passada, conclui que os microprodutores te - 
rao um aumento de custo real do crédito porque pa­ 
avam apenas de 67 de juros anual, sem TR. Os pe - 
quenos produtores que pagavam apenas 67 de juros 
anual e 507 da TR e os demais que tinham encarrega 
dos de 1l,57 de juro anual 1007 da TR, terão equi­ 
valente e menor custo dos financiamentos respecti­ 
vaente, se considerarmos que a inflação anual a 
tinja o patamar dos 207. 
e a 
preços e 
agrícola 
O programa de estabilização econômica, implant~ 
da no Ig semestre de 1994 e a troca de moeda afeta 
da em 12 de julho daquele ano, com a finalidade de 
combater a inflação, exigiu das autoridades econô­ 
micas a adoção de um rígido controle da oferta da 
moeda, do crédito e dos gastos públicos, visando a 
manutenção da demanda em níveis compatíveis com o 
aumento do PIB (5,77 em 1994 e 4,57 em 1995) e com 
a possibildiade de importação. 
A taxa de juro encareceu o custo financeiro do 
crédito de custeio, reduziu os investimentos agrl­ 
colas e a formação de estoques pelas indústrias,as 
quais passaram a comprar apenas suas necessidades 
imediatas. Isso implicou na inadimplência do setor, 
no retardamento da comercialização da safra 94/95 
e na transferência do carregamento da mesma para 
os produtores, que ainda se defrontaram com falta 
de armazéns graneleiros, em parte ocupados com o 
remanescente da safra de 93/95 e anteriores coe 
AGF ou EGF. Também os produtores arcaram com aume 
to dos fretes, decorrente da necessidade de deslo- 
camento da produção para armazéns mais distantes. 
Balanço aponta perda de 
340 mil vagas em 12 meses 
Brasília - As demissões de trabalhadores com - 
Carteira assinada entre dezembro de 1994 e novem 
bro de 1995 superaram as cortrataçoes em 340 mil 
vagas, segundo números divulgados pelo Ministério 
do Trabalho. Somente em novembro, as demissões su­ 
peraram as contratações em 77 mil postos de traba-, 
lho formal, o que significa retração de 0,327 no 
cadastro geral de empregados e desempregados, que 
reúne informações enviadas mensalmente pelas empr! 
sas. 
"Parte dessa queda se deve a fatores sazonais' 
afirmou o Secretário-Adjunto de Política de Empre 
gos e Salários, Willian Carvalho, referindo-se a 
uma redução de empregos que ocorreria em todos os 
meses de novembro. 
"O principal fator são dispensas da indústria - 
de alimentos", disse. Segundo ele, esse setor re 
duz os níveis de produção durante a entressafra a- 
grícola. • 
Em novembro, a industria fechou 53 mil postos 
de trabalho dos quais 23 mil são do setor de ali - 
mentos. A construção civil fechou 8675 vagas, e ª 
agricultura, outras 6.195. Só o comércio contratou 
mais do que demitiu, criando 5.901 postos de trab! 
lho. 
I. 
N 
CR 
E 
g 
BOI GORDO 
Menor variabilidade 
de preços em 95 
No ano passado vários fatores contribuíram parl 
uma menor variabilidade nos preços do boi gordo• 
entre eles pode-se destacar o clima ameno durante 
o nverno o a d • 
d d 
• umento o numero de animais confina 
os turante a entr .f - 	- 
esara, a reduçao da exportaça° 
e o crescimento da ,- - 	- 
1 
- 	.uoportacao de carne bovina, a 
e da tradicional concorrência das carne ade fraa 
go e su:na que t. Yb 
amem tiveram sua oferta ampliada· 
OS MOTIVOS 
Nes
t
e sentido, a maior estabilidade de preços 
??,}?2e d ao ae 95 rei resultaao 4a ator á1s? 
n idade de carnes em geral no mercado interno ' 
fruto do cri ir 	-.­ 
e do . esc ento da produção e das imporéacoe> 
decrecimo no volwne embarcado ao exterior que 
teve de ser absorvida internamente. 
No caso da carne bovina, estimativas do mercad 
apontam para una produção e 1995 de aproximada 
te 
4
,
8 
milhoes de toneladas com crescimento de s 
1s ou menos 47 em relação ao ano anterior, o q 
nao e pouco para um tipo de exploração predoins" 
te extensiva e de ciclo longo como a bovinocuJtufl 
de corte.