•• TRIBUNA DA FRONTEIRA BELA VIST A/MS ANO: XXIII Nº 1.700 27 DE JANEIRO DE 1.996 .. EDITOR: IVALDO PEREIRA R$ 1,00 BREEI7IIJT Os candidatos a candidatos a Prefeito Em todas as pesquisas realizadas cm nossa cidade, ' G.1rib,1ldi d11 Rosa Neto pponta em primeiro lugar, é o preferido da população para suceder o atual Prefeito Abmilo Annoa Zacarias. '. J G..'lrih.aldi ti a Rosa N cto Segundo informações, Garibaldi _agiu de maneira correta ao desligar-se do PTB e filiar-se ao PFL. ão há impedimentos à sua candidatura, aguardando-se apenas a decisão do Juiz de Direito da Comarca, com certeza Garibaldi será mcsmo o candidato do PFL à chefia do Executivo Municipal. Comentou-se que ele e vanos companheiros não teriam seguido os trâmites Foi inaugurado ontem. cm Caracol, o llospital Rita intonia Maciel Godoy. O Hospital construido pelo ex-Governador Pedro Pcdrossian e equipado pelo atual Governador Wilson Martins conta com 13 leitos e seus respccti vos berçários. 03 apartamentos. atendimento clínico. cirúrgico e pediátrico. . ) -- legais, comunicando à dircçilo do PTB o seu desligamento, com isto teriam dupla filiação. Segundo informaç11es isto nào ocorre, pois o l'TB não estava com o seu Diretório fomwdo. Os atuais dirigentes do Partido dizem o contrário, por isto o impasse, que scni decidido pelo MM Juiz de Direito da Comarca. A verdade é que Garibaldi é, realmente, o primeiro_ nas pesquisas. Jovem, significando mudanças, Ricnrdo de Souza Rosa. "GÃO" é o candidato do PTB, contando com o apoio do ex-Governador Pedrossian. llicani!ldcSouza Rosa "GÃO" Para os petebistas existe a possibilidadt: de coligação, desde que Ricardo Rosa (Gão) esteja na cabeça de chapa. Ou seja. ele nilo abre mão de sua candidatura. Temos cm Dela Vist:1. também, um impasse no PMDB, são quatro candidatos a candidato, FERNANDO ELIAS. FER ANDO JORGE, NÉLIO DIÓRIO e MARCOS DARDOSA. I ( ( . ' 1 1 -4 ...:. Fernando de Freitas Eli; O PMDI), segundo o Deputado Waldcmir Moka. lançará candidatos cm todos os Municípios. . - Mimos Elias Rios <.l;ú:tz No PSDD · tambén 11:mos quatro candidatos n candidato, GERALDO PINIIEIRO MURANO, RONEY MORAES Baile do Haway na reabertura do Ctule Esportivo Belavistense SIMÕES, NEOO / ACARIAS e ILDEFO SO l'l IIEIRO. o partido. hoje um dos mais fortes na região, segue as di:tcrminações dos doi, li,.krcs no Estado. ROIIER /'O ORRO e L.'DIO COELHO. Poderá haver uma coliga~;io do l'SDI3 com o J>FL. mas não está dcsearta1a ,1 coligação com o PMDII, nessa "salada", com todo, os ter.peros. nada está dccidido, silo apenas conjunturas e especulaçes. Candidatos mesmo. em Dela Vista, hoje, são G:uihaldi e GJo. Vamos ter surpresas durar.te o processo de indicações de andidatos pelos demai partidos. quem viver ver:'t --,--::-- Roney Móraes Simões inaugurado Hospital em Caracol (.João Carlos Vcl:lsqucz) . l­ :)a n rr d­ ;al O Clube Fportivo Belavistense promov· hoic à noite, a partir das 23:0l' lwr.,,. o tradicional Baile d0 llav. .iy. com animação da Ban ·., Musical Andorinh.1, promoção marca a rea',atu11 1 oficial do Clube à sociedade bclavist,cnse, após vátio, anos de inatividade deste qe a toi a!l' ±v o% Ln ir° es%, s ',eo =0F' l1 o mais importante palco de randes eventos promovidos em nossa cidade. Sob a presiuénea do Bioquimico oliman Tehichrane e contando com uma Diretoria parvpativa e interessada, o Cube Esportivo belavistense passou por uma fase de revalização .. e l'l!struturaçà0 du!llnte todo o ano passado, hore, totalmente de cara nova, com todas as suas instalações cn, í'.:rfei tas COndições, o Cluh: rc~bn: suas Portas com a realiza;lo do llaiie do Haway e d:i o primeiro Passo para voltar a upar o lugar de destaque que merece no seio da nossa juwntudc e de toda a nossa comunidade. Pela scril':hdc e compcti:acia da s·J:1 Diretoria.. temos certeza que o baile de reabertura do C'bbe Esponivo elavistense s:ri coroado de Pk'no êxito. n,e,,mo porque o ·dado belasvistens: que se PTl:1a nãu poJc deixar de --- --------- LU3 ÉS??H? E;Li$Ti •• " [ili o F ooasa .. --- ~ ... • O noso Clube Bela istcnse reabre suas portas hoje a noite prcstigrur tuJt> esse trabalho.: deixarem o Clube cair no bastante acessíveis, o dedicaçã1, das :,cssoas que se esquecimento e no abandono bclavistensc espera por você. p r o 11 t i f ; e a r a m definitivo. maiores informações pelo voluntariannte, a não Com mesas a preços Telefone 439 - 13jo_ r ° í . ; Deputado Estadual Waldcmir Moka Esteve presente o Centro Cirúrgico, necessários ccrctário de aúdc do Estndo para cirurgia em geral e ainda Dr clson Tavares; Deputado todo os equipamentos para a .. Dilso Sperafico e D..:putado sala de parto e para o .. __ ;:.:~_:.=:::::_=:=J:;;;;;_.;_ Moka. além das autoridadcs atendimento na enfermaria. =- locais. O Prefeito de Caracol egundo o Dcpt.tado pagará 17 funcionários, entre Moka.. "o Hospital contará ,·cm eles 04 enfermeiros e' uma --~--,---,---,----,-- o atendimento de 03 médicos atendente por 90 dias, para o e esses equipamentos qu:: funcionamento necessário do foram adquiridos são para o Hospital. Sdney unes Leite A população bela-vistense, forme já foi amplamente divulgado na imprensa, foisu(preendiqa por Ull'.õ eriJrúxula Tara de Reaviso de Venciínentr de Conta cc!Jrada peCJ 'ENERS/Jl e aesar das erplicaçães úa empresa, creip que o assunto merece outms comentánàs. Página· 08 vemoten acalmara fome do Servidor com um Grito de Carnaval 4ln3 Í' ~ . A primeira Diretoria li-:ou as.~im constiruídx Presidente - Maria Antonieta Solaris : •, Vice-Presidente - Therezinha Ajala Godoy . 1 ° Tesou'rei1 o - leda F~rçandes Rodrigues 2° Tesoureiro - Odethe Óristian 1 ° Secretário - João Carlo Souza 2° Secretário - Diana Pain --- i 1 ·I 1 ! L. -- Sperafico quer solução para, o problema de travessia do Rio 1 Apa em São Carlos 2.. 2..mn... 7..,4 ),o.L 1151011 RAPI UI A · CAlf 110 13001 1 Atendimento Fisiotor6pico nas seguintes áreas: trauma to ortopedia,, ia#.E.E±G #E±sr± si VILMA DA SILVA VERA LOUREIRO OI: ALMEIDA OABIMS 2574-B 0AB- 2573 - B (CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS) 1 RUA CUIABÁ, S/N • CENTRO j (067) 439 - 1290 BELA VISTA/MS CÍVEIS E CR ATOS-EXECUÇÕ• 251-1012 e 251-2424 JARDIM/MS DR. HÉLIO RUIZ E DR. HÉLIO TADEU RUIZ _CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS [ RUA 14 DE MAI0,470 - CENTRO ) ~ (067) 251-1012 - 251 - 2424 JARDIM/MS 27pE JANEIRO DE 1994 • PÁGINA • 22 B[5EMANAR[O vll>a ?II. II7- Préf eitura Municipal de Bela Vista Oecreto Número 905, de 25 de Janeiro de 1.996 "DLrpõc sobre desapropriação de área r dá ou- tran provldncfas". O PREFEITO MUNICIPAL DE DELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso de suas atribuições lo- ais, D E CRETA: Art, I? - Fica desapropriado o lote de terreno uburbano determinado sob o n? 180 (cento e oiten­ ta), situado na l? circunscrição desta cidade, com área d 62.500 m' (sessenta e dois mil e quinhen - tos metros quadrados), com matrícula de nQ 5607 no Cartório de Regiõtro de Imóveis da Comarca de Bela Vint.'.l, cm nome de Fernandes Alves Gomes Filho; e 37.500 m 2 (trinta e sete mil e quinhentos metros quadrados) do lote de terreno suburbano determina­ do sob o ng 181 (cento e oitenta e um), situado no lê circunscrição desta cidade, com matrícula de nQ 055 no Cartório de Registro de Imóveis do Comarca de Bela Visto, cm nome de Rogério Ocampos Gomrs. Art. 2Q - A desapropriação de que trata o arti­ go anterior, originn-se da declaroçÕo de utilida - de público, através do Decreto ng 903, de 02 • de janeiro de 1.996, com fulcro no Decreto-Lei Fede - ra ng 3.365 de 21 de junho de 1.941. Art. 3Q - O imóvel desapropriado destina-se à construção da lagoa de tratamento do rcde1csgôto - do cidade de Belo Visto, Art. 4g- A indenização de que trota o inciso XXIV, do ort. 5Q, da Constituição Federal, tem por base a ovolioção efetuada por Comissão designado - pelo Executivo Municipal, através do Portaria ng 001/96, de 09 de janeiro de 1.996. Parágrafo Cnico - A avaliação de que trata no "caput" deste artigo, perfaz o montante de • R$ 50,000,00 (cinquenta mil reais). Art. 5Q - Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicocão, revogados as disposições em con trário. • Ponto Fixa em Motalo Pláticn. Ponte Fixa·em Met-alo Cerâmica, Ponte Móvel, Claroamento Dentário. Aplicação do Flúor. Raio-X e Facetas Lam1adas DR. LAUCÍDIO VALDEZ DE BARROS CRO 3➔0-MS Abraão Armoa Zacarias Prefcitq Decreto Número 904, de 24 de Janeiro de 1.996 "Considera estável no serviço público os scrv!.­ dorcs que menciona, e dó outros providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso de suas atribuições lc RUA TEN. BERNARDES,447 - 251-1436 RES. AV. CEL. CAMISÃO - 'â'251-1039 JARDIM/MS k' T BUI A DA FROY 'TEIRA SI-SERIANÁRIO Fundado em 20 uGtcnta riam 1;cm l l1;oçno com o rccntruluraçÕo da llFFSA. que n intcgrnçÕo cconômi re,;tnnle do E!Jllldo, cxcc O leilão rln Rede er.t.-i - ca da re31âo co:n ,3 Arnêri to por via uêren. O d p~ mnrcndo parn cInco de fe ca do Sul niio pnsoari d; tudo Roberto Orro tem : verc-iro, - quimera "enquanto não ti convernado com divenrnn "O flm refeitura de Porto Murtinho pagar eNi©1©re~ ~ • Cinco dos nov vradors dr Porto urtinho,­ hora ;,dv,,risâr :,,s d,, Pr, f ,, 1 to Luiz C.u l,,s Abrru, ,1.'.:_ Cdiram assegurar a autorizaçio para a Prfitur: contratar R$ 500 mil, junto "1 rrd..- b,111cârL1, por < funcion:irios municipais, cm ;:itr.1- s~ drsdr outubro. Os cinco ( Ilka Agucro, Fernando dugusto d Matos, João Pachco, Sandro Mnldon,1d,, , A!on Sanches) o mais o pfclisa Carlos Albrto #In, poderiam inviabilizar a operaçio se votassn tontr.: o pc-dido do Prrfito, ii qu xisto um ra l'r,•ocup:,do com os problPnil!; qu,, vên ocorrr>ndo - com rclni,;iio a trnvP.ssia do Rio Ap:i, ligando o Bra 1l ao Paraguai, na refio conhc1da como São Co_:: lon, no Município dr> C,1rncol, o Deputado Fednol - Dilso Spcrnfico (PMDB) cnco111inhou ofício ao Mlnis­ tro do Exército, General Zen!ldo Gonzaga Zoroastro de Lucenu, solicitando providPncfa:; e colnbornção para a solução d;i questão. No correBpondêncin envi;ida ao Miniotro do Exér­ cito, o Deputado Dilso Sperafico explica que drvi­ do ao grande fluxo de pessoas que ntr,1vessam o Rio Apa, noquelc trecho, o Governo Paraguai.o colo­ cou uma balsa pnrn atender a demando, inclusive de automóveis. "Acontece que os militares . brasil~ ros", continua o Deputado, "só permitem o descmba_:: que se os usuários possuírem propriedades no re- DI LSO SPERAFICO íl fE~TE A PEDIDO DE ELET ~f CAÇÃO RU A PARA ANASTÁCIO Através de expediente encaminhado ao Ministro - Agricultura, do abastecimento e da Reformo Agrário o Deputado Federal Dilso Sperofico Reiterou o pedi do poro que sejam dest:lna dos recursos para eletri-:: ficoção rural no Município de Anastácio-MS. O pedido de autoria do DC'putndo foi feito no ano passado, através do ofício Ne 129/95, dat;:i do 11 dr- mnio, "razão pel.1 qual solicito prio-:: - . Dep àdo favor dos inativos da "N::io é possível o tr:ibalhndor rurnl,qa!! na maio ria dos vezC's,, niio tem Carte ira de Trabalho ossin'ã do, aceitar este Sistema de Previdência; estão qu; rendo acabar com n aposrntndoria, principalmente-:: paro o trabalhador rural". Este foi o argumento usado prlo d,-putado f,.d,. - ral DLlso Sper1fico (PMDB-MS), para dofcndr a por mnnêncio d.1 ;:iposentndoria por limitr- dr- id;:id,-. - Dur.inte votaçiio no plrnário do Congr,.sso K.icio­ nal, no Ültimo dia 17, Sorafico votou contra A monda da rofom. da Pvdncia.Dcrd coo projro l ve conliz» corr.:° z:d1n11sr1cio Cinr. Os mis do 300 srv!dorss absorvem, mensalren p::r ti' dr- RS 130 mil com .: folh::. A nrr<'C'.,daç:i,, r.,r n s::l está "m torno dr RS 230 mil. A b.:inc.id;:i do PSDB chegou a cogitar uma CPI o a abertura do presso dr cnss.1ção dr Abrru. No cn tanto, nn Ült im tc-r­ ço-f,-ir.:i, sensibilizada com a situação dos s"rvido ros - muitos com srios problmas do sobrovivnc{ r- .1cu:-,ulando dívidas no com,:rcio local a bnncod.,,.1 pós consultar inclusive a dirccão regional do pa tiuo, drcid1u aprovar :J oprração do empr~stinn,com gLão e, mesmo as!n, com a autorização do Comanda te MIIItar da Refio, conforms relato do Pn·fr·lto 1-lunic ip;il dr• C.1r .-icol". Segundo as explançõs do Drputado SperafIco,ao MInIstro de Estado do Exército, "eras cxincLa tGm traz!do mu!tos transtornos aos moradores daqu la regfio, spec1a1mente para os brasileiros qu residem no Paragual e quo vm o Brass!l para fazer compras, uma vez que n lado Praguafo o corrcio é quase Inexistente". D1ante 'ssr quadro, o Depu- tndo solicitou ao Ministro nIldo Zoroastro de Lucena os sus bons préstimos no srntfdo de olu - cion.:ir o mals riipido po«n!vr!l f"ssr problcm.,, no Intuito de facilitar a travessfa dos usuirfos da balsa paro o nosso País, conforme pleito da comun! dado do toda aqurla regfio. ridade, umn vrz que o relator da subcomissão 2, da Agricultura, Fozcndo,IndÜstrin "Comércio, d~u p.:i­ rcccr favorável ao financiamento poro clc>trific11 - cão rural no valor total de R$ 112.500.000,000 (cento e doze milhões r quinhentos mil reais),bl'nr- ficiondo o Estado de Mato Grosso do Sul rm RS 7.500.000,00 (srte milhões e> quinhc>ntos mIl ro- nis)",for= as considl!roçÕCs do Dcputndo DLlso Spraffco. êa] ,lp,,i,, inzgr..l lo ver..dor dn PFL Carlo,a H"in, 'lU" voza com os tucanos. A Prr-sidrntr- da Câmara, Vreadora Ilka Aguro, ' disse qur> as diferenças polític;:is não podrriom _ prejudic:ir os funcion.iirios. O Vrrrndor Fernando Au gusto _ do Matos assinalou que nntcs d aprovar a pc>raçno a bancada preferiu tomar uma dccisão colo­ tiva para marcar o compromisso específico dr vot;ir o nprstimo exclusivanone para solucfon.:r o paga menta do funcionalismo. - ANTA UMA PAIXÃO NACIONAL . . VIANA - Distribuidor Antarctica Praca Nossa Senhora da Concei'cão,225. - li . . . CIDADES ATEr DIDAS: Aqui.dauana, Anastácio, Miranda, Bodoquena, Bonito, Nioaque, Dois Irinãos do Buriti, Guia Lopes da Laguna, ,ardim, Bela Vista, Caracol e Porto Murtinho (061f 241:3838 - AQUIDAUJ Af A M e«@g$%°° /] , 4 # • @-.' I • l • Lilia Rodriuzs de Albuquerque Mello Há três anos lesenvolvemos um trabalho luminoso, porém silencioso, por meio de bibliotecas da escola em que atuamos. O objetivo é transformar o mundo dos livros numa cartola mágica. De lá, a palavra are sai transformada ep outros tipos de linguagem, eomno o detenho, a pintura, a arte dhamtica, a música, a escultura, construindo símbolos de sentidos inesgotáveis. Como Prfessores e Agentes transformadores da sociedade, não podemos d±:ar de perceber o peso e a função da leitura em relação ao nsso trabalho. Precisamos ter muito claro, para cada um de nós o poder que ela tem de nos transportar pra novos espaços. phr meio de sensações que desenvolvem o nosso intelecto e ,om,1m claras as nossas emoções. Mas,afinal, o que é ler? Prf isamos entender que o sujeito ºé leitor antes de entrar e usam as pessoas. na escola e cortinuará sendo quando não estiver mais lá.já que, 1------------------------' É sabido, também, que acima dos interesses como o0ervudor·do mundo, recolhe os significados, como se com novas dimensões, levando-o a reinaugurar o que já sabia individuais devem prevalecer os coletivos e que, acima cstivcss.j cm face de um espelho, projeta no mundo o seu olhar antes, já que a leitura é um ato de abertura para o mundo. da vontade do homem, está a do Pai, simbolizada pelo que vv aJ rinde a própria vista alcança. • , Acreditamos que, por meio da leitura prazerosa dos livros Cristo de Deus no amar ao próximo como a si mesmo. O N seu livro A Importância do Ato de'Ler, Paulo Freire de leitura infantil, temos propiciado aos alunos uma educação : aborda~ conceito de leitura dentro dessa ótica, quando diz que que forme a consciência estética, ética e crítica, aprimorando. imperio da Lei de Gerson, que O próprio autor renega, "( ... ) • leitura do;mundo precede a leitura da palavra, da( que a lhe a percepção humana; para que, nas suas relações com o faz com que os homens coloquem os interesses das posteri~y:itura,desta não passa prescindir da continuidade da mundo, busque sintonizar-se de forma harmônica e equilibrada.. coletividades subordinados à vontade de uns poucos. O leitur/ daquele. Linguagem e realidade se aprende Num mundo cada vez mais competitivo, capitalista e amar ao próximo se transforma no usar o próximo e dinanyc.tr.1clle/A.compreensão do texto a ser alcançado por individualista, cabe à escola atuar acreditando que "(... ) é acima do Cristo se coloca o cristão, numa verdadeira sua lcml~ CJÍ~ca Implica a percepção das relações entre o texto essencial humanizar a mente da criança e do jovem pela inversão de valores. e o wntc1 :O:'. . sensibilidade e alargá-la pela imaginação, já que deveria entender Quando a sociedade se mobiliza em torno de uma S.:, :ntendcmos que ler é· um ato de participação da que a criança aprende melhor quando é com o coração" (Vânia idéia, sempre os resultados são os mais profundos e subjetivi::·~e que se envolve numa relação de intercâmbio com Maria Resende). o que s: a rcsenta permanentemente aos olhos, precisamos A origem deste trabalho, que vem sendo desenvolvido relevantes. Veja-se, por exemplo, a campanha das reíletit. r,roD ndruncnte sobre a importância e a necessidade de há três anos por uma equipe de quatro professores, deveu-se diretas, os caras pintadas pelo impeachement, a parti)bar experiências de leitura com os nossos, levando-os a à unanimidade do grupo: que os alunos tivessem acesso aos campanha do Betinho e, agora, mais recentemente, essa vivd• ;iar "o isto e o aquilo" por meio de diferentes linguagens, livros de literatura infantil pelo simples prazer de ler, ávidos mobilização geral para acabar com a violência no futebol e ntic somente ou isto ou aquilo, parodiando Cecília Meireles. cm desaferrolhar as portas do imaginário e das sensações; cujos resultados já começam a aparecer . " Com projetos literários, estamos transformando a leitura, que as atividades artísticas e as produçes de texto, tanto orais Acredita Herbert, que o Rotary é a organização desde as séries iniciais, numa atividade cotidiana, plena de quanto escritas, fossem pautadas pelo prazer, o qual pressupõe b d mais em posiciona a no mundo, para fazer algo a significação e prazer em que cada leitor tem acesso aos uma boa dose de gratuidade; que o nosso entusiasmo significado mais profundo e ao que é significativo para ele no considerasse a literatura cm si mesma, vivenciando-a como respeito dessa crise de valores. O companheiro seu desenvolvimento. Além disso, temos nos preocupado, como uma das Belas Artes, fazendo-a ser apreciada pela virtude de presidente tem razão, nós rotarianos podemos mobilizar agentes motivadores e dinamizadores da prática da leitura, cm sua própria vitalidade; que os alunos percebessem que "gostar a sociedade brasileira nessa luta. Disse ele que "A fazê-la acontecerem condições adequadas à fruição, ao mergulho de ler" é algo que se aprende na escola, enquanto ler, Família é a unidade básica de nossas comunidades", profundo e ávido que envolve a subjetividade cm termos de simplesmente, numa concepcão ampla, é algo que se aprende vamos, então, unir a sociedade em torno da família. participar, interrelacionar-se, transformando o leitor cm coautor. fora dela, desde tenra idade. Existem três forças que, unidas, podem realizar essa • É significativo para o nosso trabalho que a cada mergulho nas façanha: as escolas, as igrejas e a imprensa. Podemos camadas simbólicas dos livros, o aluno emerja vendo o universo fazer uma grande campanha envolvendo Interact, interior e'cxtcrior com mais claridade. Que a sua volta se faça Rotaract e Rotary Clubs, sob o título, "A Família é a base para um mundo em paz". O objetivo inicial será atingir esses três poderes e através deles mobilizar a classe política e a opinião pública. Sugerimos aos Clubes convidar educadores, religiosos, jorr.alistas e políti_cos para falar em Rotary sobre esse tema, e ao mesmo tempo rotarianos que se enquadrem ressas categorias, irem às escolas, associações, comunidades, jornais, rádios televisão, câmaras municipais, assembléias estaduais e até na Camara e Senado Federais. A criatividade dos rotarianos pode ser posta em pratica para atngir os objetivos colimados Brasil Rotário pode . • .. se engajar nessa campanha, tornado-se o veiculo através do qual ·lb dr de = . . ai os clubes livulgarao as suas atividades; pode criar : · l d r um cartaz que sera vecuua o, mensalmente até o f l de" 2...- d , . • ma este ano rotar1o, po e, lambem, lançar um cone d af · d - urso e monografas, premanto os três melhores trabalJ Tenho c te ª os sobre o tema. a verte.a que se levantarmos essa bandeira com o mesmo empenho da camr he r, 4[ deste ano rotário teren,,"""ha Pio Pus, ao fina precioso no caminho da conseguido um avanço restaura, d for primordial de uma sociedade. ao tesse va Conclamo a tod ' que e a família. os os rotarianc br ~j... se unirem em torno dess 1os rasileiros a S se apelo do P, ide ·bt Erown, pois, sem dúvida 4, ., residente Herber , • i a, a amí/ia a· d . a· de um mundo melhor que todo HUUi«a e a esperanç , os nos desei Assim os rotariano I amos. o esta = 'd n integridade, servindo com mm Uao agindo co • , • ore trabalhando pela pa- . ' Francisco Castro de Souza Herbert Brown, Presidente do Rotary International, em sua mensagem de setembro publicada na Revista Brasil Rotário, pede aos rotarianos para trabalhar em prol da restauração da importância dos valores humanos universais nos lares, escolas e comunidades do mundo. Sabemos que as relações entre as pessoas devem ser de companheirismo, amizade, amor. Entre as pessoas e as coisas devem ser de utilidade, de uso. Nessa crise de valores o que observamos, é que pessoas amam as coisas Vi Lilia Rodrigues de Albuquerque Mello é Professora de Língua e Literatura Portuguesa. (Lector, ovembro de 95) Ao comemorar seus 100 anos, Arthur Reed ainda andava de bicicleta. Trabalhou em seu emprego até os 116 anos e morreu aos 124. Ele foi um dos 32.194 americanos que, segundo o _censo âe 1980, viveu mais de 100 anos. Será que esses centenários têm uma programação genética especial, ou descobriram alguma receita secreta para a longevidade? O Dr. Walter M. Bortz II, geriatra, especialista em longevidade e membro do corpo docente da Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, diz que não. Segundo ele, essa não é a exceção, e sim o padrão: o corpo humano é programado para durar um milhão de horas, o equivalente a cem anos; bastando para isso que as pessoas levem uma vida sadia, ativa e natural. Em VIVA MAIS DE CEM ANOS o Dr. Bortz apresenta pesquisas científicas que confirmam essa extraordinária meta para a vida humana, derrubando preconceitos sobre a velhice e a capacidade que o espírito e o corpo huma110 têm para levar adiante uma existência independente e cheia de energia. Walter M. Bortz II é uma das mais respeitadas autoridades mundiais em envelhecimento. Ex­ Presidente da Sociedade Americana de Geriatria, traz uma bagagem de 35 anos de atendimento clínico e é autor de mais 95 textos científicos sobre-o assunto. Portas Abertas.o CINTILAÇÕES Para o Despertar O Professor Hermógenes é um dos pioneiros na área esotérica, principalmente nos campos do Yoga e da Auto-Ajuda. Seus fvras mais conhecidos são: AUTO PERFEIÇÃO COM HATHA YOGA e YOGA PARA NERVOSOS, que já ultrapassaram a marca da trigésima edição cada um. O total de sua obra, com Pe Ddoi.dloornsalisp·taeelEo.sscritvdr Jvald(oOPJ.1rre>ira439 • mais de quinze titules, já vendeu mais de um milhão de exemplares. CINTILAÇÕES, seu mais recente trabalho, é uma antologia de bolso com frases de impacto, pela beleza e pela capacidade de suscitar reflexões oportunas para uma nova e mais feliz forma de viver. São pensamentos, conselhos, reflexões, 1410 e 439 - 1563 ou ijver,ida colocadoscadawnnumapágina,comwntratamentográficotodoespeciat Tribuna. da Fronteira, ~64 Quem melhor sintetizou a essência da obra de Hermógenes foi 0 BELA VI STA . MS escritor C. Torres Pastorino, autor de MINUTOS DE SABEDORIA, ao declarar: "Não sabemos de onde o Hermógenes recebe tanta inspiração, mas "A boa leitura enriquece o conhecimento a alma" certamente provém da Luz. Imortal que a todos nós circunda e permeia. 1 , Seus livros o consagram como o POETA DA ESPIRITUALIDADE". 1--------------;.--'<•------' **OAut ' '· or e socio d3 Ra Planalto, CE (D. 4490). OIary CIub de Fortaleza - ----- es do . O ,.J ,a e fS a essa 'oi ir essa )JOS 1ct. éa eró ar a dores, ,tarJ' que " '()/aS, ~são até na JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA Operando com Equipamento novo Revela ·Filmes Coloridos em duas horas Vende filmes, fitas VHS, pilhas, postais e camisetas Confecciqna lembrancinhas de aniversário com a foto da criança VIAÇÃO CRUZEIRO DO SUL Informa. Horários de ônibus.a • j A Secretaria de Fzend d Piar Municipsl de ã Ri/MS INFORMA o lanç:unento OIV[lN.GOS e FERIADOS) BELA }flSTA À .JARDIM: 05:30 - 09:00 -- 15:00 - 23:00 UOR,S BLLA :1/ISTA À CORUMBÁ, pnssmulo por .Tnnlim, Guia Lopes, Bonito, Dodoqucna e Miranda: 09:00 HORAS - (Nilo corre nos DOMINGOS e FERIADOS) BELA VISTA À PO 'TA PORÃ, p:1ss:u1do por Antonio Joilo: 06:00 e 16:00 HORAS BELA VISTA ' DOURADOS, com baldeação cm Antonio .João: 06:00 (niio corre aos DOl~NGOS e FERIADOS) @:tru@~ xso éêc3sós @sã'uso @@usta - g@si» g J7° OGIG 1@cê3#5, 44a; ,: 20/02/96: Cota única, pagamento à vista com ?3 de d 20/02/96: 1 Parcela (para pagamento parcelado) ,;-::-2':J/03/96: 2.1 P.1r eh :;-,:-,:•20/0-1/96: 3·' P::1rcda ,:-,:-:;-,;. 20/05/96: 4·' .Pucci.i ,:-::-,:-,:-,:•20/06/9&: 5.1 Pnr ·eh O contribuinte que optar pelo pagamento à vista (cota única), terá. d ir citJ · -- _,_ d d 1... A • • ' • A ill.Ll,lcscontoc 20%0 Y está substiwirulo excelentes postes de aroeira das redes da cidade por ouros de concreto. Segundo consta foi feita uma concorrêrvcaa para tal, e a empresa que está fazendo as substituições recebem os postes de aroeira pela modesta quantia de RS 6,20 (seis reais e vinte centavos). Eu pergunto: será que esses postes de aroeira, que não se encontram deteriorados, valem apenas R$ 6,20? É bastante, estranho, embora tenha havido concon:ência pttblica.. Um desses postes pode, no mínimo, ser transformado em 2 palanques para mangueira e muitas lascas, para postes ou enchimento de manguero. Aroeira, nestes tempos em que é proibido abatê-las, vale ouro e não apenas R$ 6,20 o enorme poste da rede de energia elétrica, embora usado. SYDNEY NUNES LEITE Vice-Prefeito e Juiz de Direito aposentado Menos recursos· para o Crédito Oficial ça0. Neste aspecto, merece destaque o amplo esforço do Ministério da Agricultura e do Governo em f1nan ciar 10 a 11 milhões de toneladas de produtos vin­ culados a PGPM, basicamente do mecanismo da equiv! lncia produto e da compra direta dos mini e peque nos produtores. Caso não ocorresse desta situação, os preços de mercado seriam ainda mais baixos. Na contrapartida dos custos, os preços dos ins~ mos (fertilizantes, agrotóxicos e máquinas) aumen­ taram entre 237 a 657 em 1995. Agricultura segurou inflação às· custas da inadimplência recorde Os resultados globais foram os esperados. A in­ flacão caiu de 457 ao mês para 35,37 no primeiro a no de vigência do real e para 15 a 237 em 1995. Os baixos salários aumentaram seu poder aquisitivo e a cesta básica ficou 37 mais cara em 1995. Agrope­ ·cuária puxou os índices de inflação para baixo,mas às custas de uma reducão da renda agrícola estima- da entre 20% e 25%. Todos os produtos agrícolas f! caram, ate setembro de 1995, com preços reais abai xo daqueles vigentes no início do plano real (ju = nho/94), ficando inclusive nos níveis mais baixos dos Últimos 10 anos, e nos casos do feijão, soja , arroz, milho, algodão, boi e café ocorreu queda dos preços nominais. A queda de renda gerou uma inadimplência sem prededentes no setor e a grande maioria dos agri - cultores, para não perderem a honra, um dos seus - valores mais preciosos, estão se desfazendo de pa trimÔnio, essencial à continuidade da atividade. Também, diminuiu a capacidade de autofinanciamento para a safra de verão, 95/95, resultando em redu - cão da área e da tecnologia empregada. A partir de setembro/95, como é natural, os pre os agrícolas iniciaram movimento de alta sazona1, devido a entressafra. Tal fato não pode ser inter­ pretado erroneamente como no final da fase de des­ capitalização dos produtores e início da capitali­ zaça0, porque estas já tinham vendido a produção. CRÉDITO MÍNIMO SAFRA E PREÇO PARA 95/96 Real ( l A As condições da operação do crédito rural de custeio e comercialização, contratado a partir da publicação oficial do acordo entre os governos e os ruralistas e até julho de 1996, são as seguintes: 1 - Juro efetivo de 167 ao ano nas operações con - tratadas com recurso controlados de crédito, quan­ do destinadas: a) Aos produtos de renda agrícola anual de até R$ 30.000,00 ou aos mini a pequenos produtores, que terão ainda o amparo de equivalência-produtos com preço mínimo. b) Ao custeio do arroz, feijão, mandioca, milho e trigo, no valor de até R$ 150.000,00 por produtor, e algodao ate R$ 300.000,00. O financiamento de .custeio poderá obedecer a modalidade de crédito ro tativo, desde que baseado no orçamento simplifica­ do. 2- Encargos financeiros livremente ajustados en - tre os bancos e os produtores nas demais operações de custeio e de comercialização. Comparando com as condições que vigoravam na safra passada, conclui que os microprodutores te - rao um aumento de custo real do crédito porque pa­ avam apenas de 67 de juros anual, sem TR. Os pe - quenos produtores que pagavam apenas 67 de juros anual e 507 da TR e os demais que tinham encarrega dos de 1l,57 de juro anual 1007 da TR, terão equi­ valente e menor custo dos financiamentos respecti­ vaente, se considerarmos que a inflação anual a tinja o patamar dos 207. e a preços e agrícola O programa de estabilização econômica, implant~ da no Ig semestre de 1994 e a troca de moeda afeta da em 12 de julho daquele ano, com a finalidade de combater a inflação, exigiu das autoridades econô­ micas a adoção de um rígido controle da oferta da moeda, do crédito e dos gastos públicos, visando a manutenção da demanda em níveis compatíveis com o aumento do PIB (5,77 em 1994 e 4,57 em 1995) e com a possibildiade de importação. A taxa de juro encareceu o custo financeiro do crédito de custeio, reduziu os investimentos agrl­ colas e a formação de estoques pelas indústrias,as quais passaram a comprar apenas suas necessidades imediatas. Isso implicou na inadimplência do setor, no retardamento da comercialização da safra 94/95 e na transferência do carregamento da mesma para os produtores, que ainda se defrontaram com falta de armazéns graneleiros, em parte ocupados com o remanescente da safra de 93/95 e anteriores coe AGF ou EGF. Também os produtores arcaram com aume to dos fretes, decorrente da necessidade de deslo- camento da produção para armazéns mais distantes. Balanço aponta perda de 340 mil vagas em 12 meses Brasília - As demissões de trabalhadores com - Carteira assinada entre dezembro de 1994 e novem bro de 1995 superaram as cortrataçoes em 340 mil vagas, segundo números divulgados pelo Ministério do Trabalho. Somente em novembro, as demissões su­ peraram as contratações em 77 mil postos de traba-, lho formal, o que significa retração de 0,327 no cadastro geral de empregados e desempregados, que reúne informações enviadas mensalmente pelas empr! sas. "Parte dessa queda se deve a fatores sazonais' afirmou o Secretário-Adjunto de Política de Empre gos e Salários, Willian Carvalho, referindo-se a uma redução de empregos que ocorreria em todos os meses de novembro. "O principal fator são dispensas da indústria - de alimentos", disse. Segundo ele, esse setor re duz os níveis de produção durante a entressafra a- grícola. • Em novembro, a industria fechou 53 mil postos de trabalho dos quais 23 mil são do setor de ali - mentos. A construção civil fechou 8675 vagas, e ª agricultura, outras 6.195. Só o comércio contratou mais do que demitiu, criando 5.901 postos de trab! lho. I. N CR E g BOI GORDO Menor variabilidade de preços em 95 No ano passado vários fatores contribuíram parl uma menor variabilidade nos preços do boi gordo• entre eles pode-se destacar o clima ameno durante o nverno o a d • d d • umento o numero de animais confina os turante a entr .f - - esara, a reduçao da exportaça° e o crescimento da ,- - - 1 - .uoportacao de carne bovina, a e da tradicional concorrência das carne ade fraa go e su:na que t. Yb amem tiveram sua oferta ampliada· OS MOTIVOS Nes t e sentido, a maior estabilidade de preços ??,}?2e d ao ae 95 rei resultaao 4a ator á1s? n idade de carnes em geral no mercado interno ' fruto do cri ir -.­ e do . esc ento da produção e das imporéacoe> decrecimo no volwne embarcado ao exterior que teve de ser absorvida internamente. No caso da carne bovina, estimativas do mercad apontam para una produção e 1995 de aproximada te 4 , 8 milhoes de toneladas com crescimento de s 1s ou menos 47 em relação ao ano anterior, o q nao e pouco para um tipo de exploração predoins" te extensiva e de ciclo longo como a bovinocuJtufl de corte.