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TRIBUNA DA FRONTEIRA 
BELA VISTA/MIS 
ANO: XXIII Nº 1.701 01 DE FEVEREIRO DE 1.996 - EDITOR: IVALDO PEREIRA - R$ 1,00 
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Prefeita demite o médico que GOF apreende 
atendia o povo de Antonio João Cocaína 
No final de semana, calçava 590g (quinhentos 
Policiais do Grupo de e noventa gramas) de 
Operações de Fronteira - ccaín: . 
GOF efetuaram a Ainda na região de 
apreensão de mais de 9kg M ada/MS., no mesmo 
(nove quilos) de cocaína, dia, por volta das 03:00 
sendo que seis pessoas horas. os Policiais do 
foram presas, uma delas GOF, cm ônibus da linha 
menor de idade. Corumba-São Paulo, 
Por volta d?,s 02:30 efetuaram a prisão de 
horas do último dia 28, GILBERTO SUAREZ 
Policiais do GOF em ROCA, que trazia preso 
operações na região de nas pernas 2.280kg (dois 
Miranda/MS., abordaram quilos duzentos e oitenta 
um ônibus da linha gramas) de cocaína. Outra 
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Segundo denúncias à Redação do JORNAL DE 
ANTONIO JOÃO, a Prefeita Nilce Alves de Oliveira 
demitiu o Dr. Valter de Castro, médico que estava 
revolucionando o setor de saúde no Município. Atendendo 
mais de 12 horas por dia, num ritmo que surpreendia à 
todos, o médico realizava as mais diversas cirurgias, com 
sua experiência de dezenas de anos. Seu norile ganhou 
manchete cm todos os Jornais da região, pelo excelente 
trabalho realizado. 
Valter de Castro, ex-Deputado Federal, ex-Secretário :le Saúde 
do Estado, filiou-se ao PSDB, é Presidente do Diretório Municipal, 
comenta-se que as razões de sua demissão foram de caráter político. 
Procuramos a Prefeita para se manifestar a respeito do assunto, 
não a encontramos cm seu Gabinete na Prefeitura Municipal, também 
o Dr. Valter de Castro não foi encontrado, segundo os seus familiares 
ele está cm Campo Grande mantendo contatos com as autoridades. 
O que mais surpreendeu o povo de nossa cidade, foi a 
proibição da Prefeita do médico não poder mais atender no 
Hospital. Ele está proibido de entrar no Hospital, orientação nesse 
: sentido foi enviada, através de Oficio à Diretora do Hospital. 
Hilda Gomes Leite. 
O caso da demissão do Dr. Valter de Castro não está 
bem explicado, nossa reportagem vai apurar, ouvindo o; 
médico e a Prefeita, pois, na cidade, todos são unânimes 
em afirmar que o único setor da Administração qu: estava 
funcionando a contento era o setor de Saúde, dirigido pelo 
médico, se por questões políticas, essa demissão não se 
justifica. O povo quer explicações. 
Arroyo pergunta: 
Reforma ou Reme:ndo? 
O Deputado Estadual realidade e fala "levou um 
Antonio Carlos Arroyo, ano para descobrirem que 
Líder do PTB na existia a 
Assembléia Legislativa incompatibilidade entre as 
questiona a forma como despesas e a receita 
foi implantada a reforma pública"e, dentre as 
administrativa do causas desse 
Governador Wilson descompasso, Arroyo crê 
Martins. 	que foi uma aposta errada 
Em primeiro lugar, do Governador, pois tendo 
Arroyo entende que o uma receita praticamente 
Governo demorou muito idêntica à dos anos 
'para descobrir a anteriores, inchou o 
necessidade de se fazer funcionalismo, fazendo 
uma adequação da uma verdadeira orgia de 
máquina do Estado à nova nomeações. Página - 06 
Deputado Antonio Carlos Arroyo (foto) 
Corumbá-Campo Grande, 
e efetuaram a prisão de 
EOANE SOAREZ, 
boliviano, residente na 
Bolívia, o qual 
transportava 730 g 
(setecentos e trinta 
gramas) de ocaina 
escondidos nos tênis. o 
mesmo ônibus foram 
presos, ainda, JOSÉ 
JOSELITO, também 
boliviano, o qual trazia 
escondido nos tênis 475g 
(quatrocentos e setenta e 
cinco gramas) de cocaína. 
o mesmo coletivo 
também fora preso JOÃO 
CARLO LI MP IAS 
VIRGUEIZ, boliviano, o 
qual trazia esconúido nos 
tênis que 
HOSPITAL DE CARAC L, 
JÁ EM FUNCIONA ME 
Com a presença das Unidade Mista de Saúde e Estado, Nelson Barbosa antigo e ardente desejo deste Esperaça, precisamos sim 
A t 
'd d Municipais seus repectivos aparelhos. Tavares. 	povo caracolense, que assiste ameia mais de apoie de todos 
uor1 .a es " 	p p " • J • h • b • 
Estadual e Federal,às 09:30 Estiveram presentes ara o 'retento luvmno oje abrir suas portas com um os szrhores, a Prefeitura de 
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lioi nesta solenidade e fizeram Godoy, o esforço e a união de programa de bem atender a Caracol está fazendo a sua 
oras o uit1mo 1 ' 	7 E.: . 
r,:. »l ·idade d abertura uso da palavra o Sr. Prefeito todos, foram fundamentais, nossa população e, sentindo 
,e11aaso em e e 	• 
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d H ·#tal RITA Municipal uvno ro oy, o ovcrno o stalo, vitorioso com a abertura 
oicia, o osp1.a . • S 1 D d F d 1 . . 
ANTONIA MACIEL Mana Antonieta a ares eputa os e era e, deste Hospital, que leva 0 
GODOY 	(drma Esperança), Deputados Estadual, Secretaria de Saúde, nome de minha saudosa mãe 
Rec b d muita gente Estaduais Vald1r Neves e além da Prefeitura e ·câmara e isso causa-me· muita 
e en o: Waldemir Moka, Deputado Municipal e comunidade, emoção". 
que foi assi
st
ir ª abertura e F derai Dilson Sperafico, para que esse sonho se!, "Não é só abrir as 
aproveitando para conhecer e . , • de Saúde do concretizasse, este que era um 
1 
• 
as dependências desta Secretr1o 	portas, disse a Irmã 
a ser presa, no mesmo 
ônibus, fora a boliviana 
ANA MARIA 
MONASTÉRIO BORJAS 
que trazia preso junto ao 
abdomen 2.950kg (dois 
quilos novecentos e 
cinquenta gramas) de 
cocaína. 
A menor A.M.A.M., 
I 6 anos, filha de Ana Maria, 
trazia consigo, na barriga, 
2.360kg (dois quilos 
trezentos e sessenta gramas) 
de cocaína. Todos os presos 
foram encaminhados ao 
DENAR, em Campo 
Grande, e autuados em 
flagrante, sendo que 
informaram que a droga 
tinha como destino o Estado 
de São Paulo. 
parte, pagndo todas as 
despesas durante três meses e 
nós mais do que nunca 
cortamos com a colaboração 
da comunidade caracolense 
para ajudar nas despesas e 
manutenção do Hospita, que 
é bastante alta". 
TO 
Atendimento Médico 
O mêdico ~ kndcnd.., 
todos os dias, pela m:iohà 
gratuito. OBS: O médico "ai 
atender 20 pessous par dia, ou 
melhor pela manhã. Já a tarde 
o atendimento é particular. 
.qui so.:r:io feita, a, 
cirurgias como: eezariana. hérnia 
quixto, enfim toda pequer 
cimrgiJ e umbém está cm pie 
f1rociona1T1.;nto a Enfermaria ca 
Pediatria. 
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IOJNAI TRIBUNA DA FRONTEIRA 
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(CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS 
1 RUA CUIABÁ, S/N • CENTRO j 
§3 (067) 439 - 1290 
BELA V!STA/MS 
AS CÍVEIS E CRIMI 
TRATOS-EXECUÇ 
7) 251-1012 e 251-2424 
,
1 
A!HtMO JHHOA ZACARIAS; PREFEITO llUNICIPAL DE 
j 111:LA VISTA, ESTADO PE MATO GROSSO DO SUL, usando 
das atribulçôes que lhe são conforfdas e de acordo 
, cc,1·1 o dinponto do ortlr,o 68, p.:ir.'ir,rnfo 8!? da Lei - 
o!? 886/90 dr 05 de ohrll dP 1.990 e Artigo 43 da 
Lri Prdrrnl n!? 4320/64. 
DECRETA: 
1 Art. 12 - Nos temos da LeI Municipal ng 979/94 
'dr 15 de dezembro de 1.994, fica aberto um crédito 
. adicional suplementar conforme Artigo 43, Par.'igra- 
fo 32 da LeL ng 4320/64, no valor de R$ 100.000,00 
(Cem Mil Reais), ao Orçamento Progr::una do Municí - 
pio poro 1.995, à saber: 
02.00 - EXECUTIVO 
05,01 - SECRETARIA MUNICIPAL DE SACDE 
13750212,011 - Manutenção do Secretario de Saúde 
3131 - Remuneração de Serviços Pessoais •••••..•..• 
...•.• R$ 20.00Q,OO 
, 06. 01 - SECRETARIA MUNICIPAL DE PROl-rlÇÃO SOCIAL 
15811852.014 - Manutenção de Creches 
3120 - Material de Consumo 	.. 
...... R$ 10.000,00 
15814852.017 - Progra1.ia de Assistência ao Idoso 
3120 - Materinl de Consumo, 	. 
...... R$ 10.000,00 
07.01 - SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CULTURA E 
DESPORTO. 
08421882.018 - Manutenção das Escolas Municipnis 
3132 - Out rQs Serviços e Encargos 	.. 
.... , .R$ 10.000,00 
Q tu o dto Cto, 
isa as das «ao t" JARDIM/MS 
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[IR'esnoat 
DR. HÉLIO RUIZ E DR. HÉLIO TADEU RUJZ 
CAUSAS CÍVEIS E CRIMIÃIS> 
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Cerâmica, Ponte Móvel. Cloreamcnto Dentário, 
Aplicação de Flúor, Raio-X e Facetas ~am',rndas 
t 
BISEMANÁRIO IDE FEVEREIRO DE 1996 • PÁGINA c2 
Prefeitura Municipal de Bela Vista 
Decreto N º 901 /95 • ·Gabinete 
do Prefeito, em 07 /12/95 
08.01 - SECRETARIA MUNICIPAL DE VIAÇÃO, OBRAS E 
, SERVIÇOS POBLICOS. 	. 
10070212.023 - Manutenção das Atividades da Secre­ 
taria. 
3131 - Remunernção de Serviços Pessoais, ..... , .... 
...... R$ 50.000,00 
Art. 2g - Para cobertura do presente Crédito Su 
plcmentar foi cancelada a importância de 100.CXXl, OÕ 
(Cem tlil Reais), das seguintes Dotações Orçomcnt.'i­ 
rias. 
02.01 - EXECUTIVO 
05.01 - SECRETARA MUNICIPAL DE SAODE 
13750212.011 - M.:inutençno da Secretaria de Saúde 
4l20 - Equipamento e Material Permanente .. 
...... R$ 40.000,00 
13754281.002 - Aquisição de Fam.'icia Básicas e 
Equip. para a Saúde. 
3120 - Ma ter 1':11 de Consuno 	. 
. .. . . . . R$ 50.000 ,00 
4120 - Equipamento e Matcrinl Permanente . 
. R$ 10.000,00 
Art. 32 - Este Decreto cntr.:ir.'i cm vigor na da 
ta de sua publicacno, revogadns as disposições cm 
contr.'irio. 
BELA VISfA-MS, 07 DE DEZEMBRO DE 1.995 
ABRAÃO ARMOA ZACARLS 
PREFEITO MUNICIPAL 
Decreto Nº 902/95 - Gabinete 
do Prefeito, em 07 / 12/95 
CRO 3-10-MS 	AllR,.O ARHOA ZiCARlAS, PREFEITO TCIPAL DE 
RUA TEN. BERNARDES,447 • u 251·1~36 BELA VISTA, ESfADO DE MATO GROSSO DO SUL, usnndo 
• - '8' 251 1039 das ncribuiçÕes que lhe s:io conferidas e de acordo 
RES. AV. CEL. CAMISAO - - ' com o disposoto do artigo 68, parágrafo 8Q dn Lei 
JARD IM/MS ~ _nQ 886/90 de OS de nbr◄.l de 1.990 e Artigo 43 da 
"é'z:'='-	n1·i Federal ng 4320/64. 
# W DA FRO! "TEIRA 	csua- 
# l E-A L 	Art. 1e - Nos Termos da Lei Municipal n2 979/94 
Bff•SEMANARIO 	de 15 de Dezembro de 1. 994, fica aberto um crédito 
Fundado em 20 de Fevereiro de 1.972 . , adicional suplementar ".unforme Artigo 43, Parógra- 
p 
.. , ti. da Rede Belavistense de Jornais fo 32 da Lo1 ng 4320/64, no valor de 
ropncua e • 	R$ 91.000,00 (Noventa e Hum Mil Reais), ao Orçamcn 
CGC.~IF 15.513.203/000I-S
9 
to programn do Município para 1.995, à saber: 
DIRETOR - EDITOR-CHEFE: Ivaldo Pereira o2.00 - EXECUTIVO 
IS 	06.01 - SECRETARIA DE PRm!OÇÃO SOCIAL 
SUCURSA : 	1507021,.2.013 - Manutcnç:io da Secretaria de Promo- 
JARDIM - Rua 14 de Maio,342-8 (067)251-1669 cão soea1. 
UONITO - Rua Monte Castelo. SIN 	3. 2. s. 9 - Outras tr.insferêncins à Pcssons . 
CARACOL-A cnicluBrnsil,S~ 	..... R$ 1.000,00 
ANTONIO Jo •o Pr:aça Eu"""'º Pe,izo. S/N 
'- ' (067)287-1239 07 .01 - SEC. MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E DE 
?ORTO MURTINHO- Rua Coronel Poncc. - PORTO. 
TABELA DE PREOS: 	0842188.2.018 - Manutcncão das Escolas Municipais 
ASSINATURA ANUAL: R$ - 60,00 	3.1.1.1 - Pessoa~. Civil 	. 
AL 
R$ 30 00 	...... R$ 70.000,00 
ASSINATURA SEMESTR : ' 	4.1.2.0 - Equipamento e l·btcrial Permnnen.te •...•••. 
PRECO DO EXEMPLAR: R$ - l,OO 	R$ 10.000,00 
• ASSlr''ADOS NÃO REFLETEM 	t 
OS ARTIGOS ~ ORNAL ORIGINAIS 09.01 - ENCARGOS GERAIS DO MUNIC PIO 
NECESSARIAMENTE A OPIR!IÃO DO J! ·· 1582495.2.026 - Encargos c/Aposentadorias e Pen 
i'VIADOS À RE.DACÃO NÃO SERAO DEVOLVIDOS. soes. 
vens» ri6e0n »w {g%227%%. ±±2'5 · 
(067) 439-1410 - FA 	Artigo 22 - Para cobertura do presente Crédito 
B3ELA VISTA - S 	Suplementar foi cancelada a importiincin de 
FILIADO À: . 	91.000,00 (Novent.:i e Hum Mil Reais), dai; seguintes 
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ADJORI - Associa7o de 1ornar ,~o Interior )otaçoes )rcamcnr:artas. 
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.1.2.0 - Equipamentos e Material Prancnt...... 
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08462242.021 - Mautcnço ds AtIv1dado Dport!- 
vas do MunfcIp1o. 
4.1.1.0 - Obros p In•:tnlaçÕr1;, .... •· ...... • • • • •, • • 
....... R$ 25.000,00 
4.1,2.0 - Equipamentos e Matrtal Permanrnte...... 
...... R$ 25.000,00 
09.01 - ENCARGOS GERAIS DO ~'.UNIC!PJO 
0307021.2,025 - Encnrgos c/ Pessoal 
J.1.1.4 - Pessnl Civil 01.:Íri.'.ls •· • •, • •· .. 
...... R$ 10,000,00 
Artigo 32 - Este Decreto ntr:rã n vigor n.:i 
data de sua publicçaio, revogadas as disposiçocs - 
c-m contrário. 
BELA VISfA-MS, 11 DE DEZEMBRO DE 1.995 
ABRAÃO ARMOA ZACARIAS 
PREFEITO MtrnICl PAL 
1 
Tomada de Preços Nº 001/96 
TIPO DE LICITAÇÃO: KY.NOR PREÇO 
OBJETIVO: AQUISIÇÃO DE VE!CULOS AUTOMOTORES, 
COM A CAPACIDADE M!NIMA DE 10 (DEZ) E MÁXIMA DE 
40 (QUARENTA) PASSAGEIROS, A SER.EH UTILIZADOS - 
NO TRANSPORTE DE ALUNOS. CONVENIO 165/95. 
A PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA-MS, tor 
na público que se encontra aberta a licitação= 
supra referido, nos termos d.:i Lei n!? 8.666/93. 
Os interessados, inscritos no Cadnstro Geral 
de Fornecedores da Prefeitura Municipal d~ Brln 
Vista, e àqueles que atenderem as condições xi 
gidas para cadastramento até o trrcciro dia an= 
terior a data do recebimento das propostas podo 
rôo obter cópia completa do Edit.:il, contendo tÕ 
das as bases para a Licitação, bom como as tr. 
fonnaçÕes complemcntnres, na SrcrP.tari., Munici­ 
pal de Administrçaâo, sito à rua Santo Afonso - 
ng 660, a uma ta.xa de R$ 25,0C (Vinte r Cinco 
Reais). 
A Documentação r Proposta, deverão ser entrr 
gues até o dia 09.02.96, s 14:00 horas na 
saln de rcun~Ões da Prcfcitur.i MunicipaÍ dr 
Bela Vista, ar= Santo Afonso ng 660, ocasião 
cm que se dnrõ o julgamento pelo Comissão Prnnn 
nente de Licitação. 	. - 
Bela Vista-MS, 24 de j.ineiro de 1.996. 
"A Au LI. Ta" 
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RUA LOMAS VALÊNTINAS _;67 
~038-221 • BELLA VISTA/PARAGUAI 
6feecco para hone,, 
,,ittt/,,erc,1 e cria,ica,1 
COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO 
EXTRATO DE EDITAL 
HAALDREN • 
LEECOOPER 
Representante: 
' J 
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..) 
COLCCI - • WRANCLER 
FORUM - . 200MP 
[MARTEL - VAN-HEUSEN; 
{ AVES SAINT LAURENT '

' . 
O Norte é Poético 
Autor premiado pela Academia Brasileira de Letras, o Poeta 
Max Martins cobra do Governo mais incentivos à leitura nacional 
Max Martins é um estoquista de palavras. Em seus 
cadernos, ele também coleciona fragmentos de Impulsos. 
Colagens de silêncios. Verbos desenhados. 
Assim, coletando tudo o que provoque, Max prepara o seu 
novo livro: Moleskim. Para comemorar 70 anos de vida, o poeta 
planeja lançar a obra no início do ano que vem. Autor de 
01110/ogla Niio Para Consolar, lançada pela editora Ceiup, Max 
Martins é o grande nome da poesia paraense. Não Para Con­ 
solar ganhou o prêmio Olavo Bilac, oferecido pela Academia 
Brasileira de Letras. O livro é leitura obrigatória para quem 
tem a fome do belo, Mas não espere que os versos de Max matem 
essa fome em você. Pelo contrário, eles a atiçam. 
Como nem só de beleza vive um poeta, Max cobra do 
Estado um maior Incentivo à produção literária nacional, por 
meio de conc11rso.r e premlaçõe.l' que realmente estimulem os 
autores. E condena "um certo fácil regionalismo", que, segundo 
ele, ainda predomina nos escritores do Norte e Nordeste. 
Saborosos como sorvete de taperebá, bombom de tapioca, ou 
Jambo maduro, os poemas de Max Martins têm raízes, mas não 
dependem só da terra para lc scer. Os seus textos são para 
paladares apurados. Porém, estão ao alcance de todos. Num 
Jogo ambíguo de inexplicável sedução. 
• • 
LECTOR - Como você analisa a divulgação da 
literatura nortista no eixo Rio-Silo Pnulo? 
MAX MARTINS - Tem melhorado, mas de forma 
homeopática. Um bom exemplo é a editora Cejup, que anda 
fazendo bons contatos com São Paulo e Rio de Janeiro. Os autores 
editados pela Cejup têm conseguido uma boa repercussão no 
Sul. 	• 
L- Você destacaria algum nome? 
MM - Benedicto Monteiro é um ótimo romancista, que 
vem tendo reconhecimento. João de Jesus Paes Loureiro é um 
grande poeta. Há muita gente boa. É preciso que haja colaboração 
do Estado, estimulando a produção literária, por meio de 
concursos e facilitando a distribuição dos nossos livws. A 
distribuição é um fator cada vez mais fundamental paro o sucesso 
de um livro. 
L-Os escritores nortistas e nordestinos ainda são vistos 
apenas de um ponto de vista exótico? Até que ponto isso os 
prejudica'! 
- MM- Ainda predomina um certo fácil regionalismo. 
L - Que facilidade é essa? 
MM- Por meio do regionalismo, muitos autores acham 
que já há meio caminho andado para haver uma aceitação à sua 
obra. Há autores competentes e criteriosos em relação ao seu 
trabalho. Mas há aqueles que consideram o regionalismo como 
uma porta para a conquista do mercado e do público. Esse é um 
grande engano. É necessário que o escritor aprimore muito o seu 
texto antes de editá-lo. O verdadeiro poeta demora mais a liberar os 
e 
seus poemas, pela incerteza de que aquele é o melhor ponto final. 
L-E às vezes é o poema que libera o poeta? 
MM- Ah, com certeza. Isso também acontece. 
L- No livro, você traduz e cita o poeta Edmundo Jabés, 
que diz: "A palavra adora a obscuridade". Qual é o grande 
prazer dessa obscuridade? 
MM- É a atração pelo silêncio. A busca de transcender a 
linguagem comum. 
L.- Em outra frase de Jabés, ele escre que "o livro nos 
lê". Como seria essa leitura. 
MM- O poema é uma forma de autoconhecimento. A 
estranheza da linguagem poética nos convida a um mergulho 
cm nós mesmos. O poeta faz pc,guntas ao poema. E vice-versa. 
L-Em um de seus poemas, você diz que sempre que se 
fecha a porta há o desejo de voltar. a poesia, o maior prazer 
da viagem é o retorno? 
MM - Quem sabe?! As portas existem para serem 
ultrapassadas. O poema é o meu instrumento existencial. Em um trabalho 
inédito. digo que "todas as portas estão abertas, ou não há portas". 
L-E quais silo as suas chaves preferidas para abrir essas 
portas? 
MM- A criação abrange diversas linguagens. A minha 
realmente é a poesia. lunca obteremos a plenitude por meio da 
vida comum. Dai vem a nossa necessidade de transcender o 
cotidiano. Principalmente por parte dos sábios, dos loucos e dos 
poetas. Amo os poemas pensantes, que nos levam a esse encontro. 
(frnnscrito: LECTOR) 
Direitos da Crianca 
a 
hta coa splea«ao para d·for e amor, «l9e p«ro• 
rtatino não possui nenhuma cor. 
o 	jf ,f 4 	L, A Criança e o Adolescente gozam de todos os 
eu aroma é delicioso, responsável pelo ciáme, não Vem 
t direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem 
kat-o de ada, a«sente qualquer per[«m. prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, 
hqst nao se d±cr, é apetitoso • saboroso, quanto mais assegurando-lhes, por lei ou por outros meios, todas as 
I 
· 	oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o 
a ante devora, fca sempre mais q0toso. 	: 	{{ 
, 	desenvolvimento 1sico, mental, moral, espiritual, e 
haaal + p+fato, « «ma quinta dimensão, v«mos t«de social, em condices de liberdade e de dignidade. 
,I.., a-a alegrar o corarão. 	É dever da família, da comunidade, sociedade em 
o que é belo, " 	• 
/, 
1 I p / 1 geral e do poder público assegurar, com absoluta 
O 
I o,n jc -ala. Lom nafura MVt?rbttração, 	• 
som do amor, nu 	prioridade, a efetivação dos direitos referente à vida, à 
as cerdas vocais ·mite, os impulsos d+ «ma pais@o. saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à 
O 
'lo rc·o,.a ,avr!a um ara11J,. daJeio, ""' profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à 
tal que propor + '» 	T t 	{ 
• 	1 , liberdade e à convivência, amiliar e comunitária. 
! . J,, u/lJ·J,,J fº' um lo,'90 beijo, 	d I d' . 
casai apaixona« 	ACriança eo Adolescente tem lireito a proteção à 
.. 
~.'.::::::===========(F=i=r=m=i=no=d=e=B=a=rr=o=s=)=::::::~:.-, vida e à saúde, mediante ;a efetivação de políti~.is sociais 
públicas que permitem o nascimento e o 
P Abertas 
desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições 
Ortas 
. • • • dignas de existência. 
É assegurado à gestante, através do sistema único 
de Saúde, o atendimento pré e perinatal. A gestante será 
Pa
ra o' Despe~""r encaminhada ~os diferentes níveis de atendimento, 
1 
1 	l Ll secundo critérios médicos específicos, obedecendo-se aos 
I
.d p • • princípios de regionalização e hierarquização do sistema. 
D J 
• 1· ta e Escritor Iva o ere1ra 
o orna IS • 	A parturiente será atendida preferencialmente pelo 
Ped
-•d-OS pelos tr (067) 4~9 - mesmo médico que acompanhou na fase 'pré-natal. 
3 
A en da Incumbe-se ao poder público, propiciar apoio alimentar 
1410 e 439. • 156. OU V l' à gestante e à nutriz que dele necessitam. 
Tribuna da Fronteira, 564 o poder público, as instiruiçpes !! os empregadores 
VIS
TA MS propiciarão condições adequadas ao aleitámento matemo, 
BELA • · inclusive aos filhos de mães submetidas à medidas 
:, 4eee o conhecimento e a alma" primitivas de liberdade. ·-_ 
L_"e""r 
e do Adolescente 
URGENTE 
Necessitamos 
Sem falta 
• De um exército e unido que acredite no 
valor das pequenas coisas; 
• De gente que faça história e não se deixe 
arrastar pelos fatos; 
• De mais corações desannados, num mundo 
cheio de guerra; 
• De almas magnânimas, numa sccledade 
interesseira; 
• De espírito forte, num século de 
mediocridade; 
. • De mais obreiros e de menas pessoas que 
critiquem; 
• De mais cidadãos que digam: vou tentar 
fazer algo e de menos cidadãos que afirmam: é 
impossível; 
• • De um número maior de audaciosos, que 
se lançam ao fundo do problema para resolvê­ 
lo, e de um número menor de fatalistas· 
acomodados na omissão; 
• De mais amigos que arregacem as mangas 
conosco, e de menos frustrados arrotando· 
toneladas de desânimo; 
• De mais personalidade que perseveram e 
de menos colegas que iniciam e nunca acabam; ' 
• De rostos mais sorridentes e de frontes 
menos anuviadas; 
• De companheiro pisando firme o chão da 
realidade, e de menos sonhadores pendurados· 
nas nuvens da ilusão. 
(Colaboração: Diones Marta Gonçalves) 
.IT fj/ 
anuário 
A vida não é um santuário de adoração, mas 
deve ser adorada. 
Nos caminhos da vida encontramos a razão 
de nossa própria existência. 
Avançando cada passo com o impulso do: 
primeiro que demos, movimentando uma, 
interminável coordenação. 
Através de alamedas floridas e labirintos 
lamacentos, realizamos somente aquilo que' 
almejamos, se:ido impossível cair em nossas 
mãos um valioso troféu, ausente de nossa 
imaginação e compreensão. 
Fervilhando em toda a nossa estrutura, existe 
uma energia que chega a ser tangível, 
resplandecendo como um sol espelhado, 
refletindo para a multidão aquilo que realmente' 
está dentro de nós. 
Isso é tão verdadeiro como as águas dos nos 
que vão rolando em direção ao mar, atravessando 
serenamente montanhas e vales. 
De onde viemos e para onde avançamos tão • 
orgulhosamente? 
Revivemo os frutos de uma resst.,T·:ição ou 
somos filhos de um ótimo muito poderoso? 
Creio que o GU~ sou jamais ficarei sabendo... 
(Firmino de Barros) 
1 
e;..,? 
1

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA BISEMANÁRIO IDE FEVEREIRO DE 1996. PÁGINA 
PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA 
BALANCETE FINANCEIRO DO MÊS DE DEZEMBRO DE 1.995 
T I T u I. o s 	R E C E I T A 
D E s p E s A 
T I T u L O S 	A Cl:Mlf'..ADO 
ANTF.IUOR DO MP.S ACUMULADO 
AN'IERIOR DO J"IJ'.S 
OIIÇAHll:IITÃltU 
OIIÇNlli]UÃIUA 
175.845,77 Receito• l'Tlbut:árlor, 
340,525,43 17.700,65 158,226,13 01 • Legiolatlvo 
175.%845,77 
Receita Patrimonial 
9.914,14 746,58 10.660,72 02 • Judlclorla 	4,956,72 
4.956,72 
Transferências Correntes 
2,978.500,92 261,442,12 3.241,951,04 03 • Ad1:1lnlnraçiío • Planejacento 	1.066,114,92 87.375,00 l.15).489,'12 
Outra Receitas Correntes 
65. 728,25 15. )60,36 Ol.088 ,6l 08 - Educação e Cu 1 tura 	922.04,12 149,669,69 1.072. Sll ,Bl 
so:t>. ....•••••••••••••••••••...•••.....•.. l.394.676, 79 297. 249, 71 3.691.926,50 10 • llnbltaçiío e prban!s::io 	827.360,76 
4).8&5 ,39 87l.H6,15 
DJ1lA-oRÇAMF.JITÃlllÃ 
l3 • Saúde e Saneaccnt,i 	J19.eo2, 14 12911,10 332.71.4,04 
Salário Fana[lia 
15 - Ã!isint.ência. e Prevtdêncla 	336.547,70. 5.176,75 390.724,45 
pcnhos a pagar 
1.955.610,92 215,732,0 2,191.343,32 16 • Transportes 	15.164,00 
15.184,00 
Con• 1 gnoções 
55.034,81 1.186,07 56.220,88 S0!1>. .......................................... J.492.810,96 523.8643,90 4.016.654,86 
DebItos de Tesourar la 
36,40 15,00 51,0 EXTRA -ORÇAMENTÁRIA 
Pretçio de Contas (Câmara Municipal) 
149.098,39 149.098,)9 SallÍrlo Fom[lln 	6.693,56 559,4 7.251,00 
EmpréstIros por antecipação da Receita 
Jú0,000,00 
360.000 ·ºº 
Restos a pagar - Pago 	369.321,98 
369.321,99 
Convênio • rundnçiio Nuclonol du Saúde (PNS) 
650,000,00 650.000 ,oo Contas a pngnr • Pogo 	1.476,221,58 134.115,79 
1.610,))7,)7 
5DtlA,,,.,., •• , ........ ,,,, ••••• ,., ••• ,.,. 
2.370.682,1 1.036.0ll,86 3,406.713,99 Cons lgnoçoes 	8.642,10 
8.6442,10 
SAIJJO DO llXl!RCfClO Atm!RlOK 	Débitos de Tesourar la 	51,40 
51,40 
Colxu 	Prestoçiio de Contas (Cãmara Hun!clpal) 
Bancos Conta-Movimento 	)4 ,448 ,07 854,94 )4.448,07 tmpréstinoa por antecipação da Receita 249.807,45 44.365,01 294.172,46 
nancos Conta-Arre.cadnçÕo 	27, 78 1.054,92 21,78 Convento • fmdaçiio Nacional de Saúde (FNS) 
lluncoe Contn·V!nculndo 	9,92.4,46 58.874,54 ? • 924,46 SOMA .•• , •. ,., ................................. 2.110.738,07 179. 040, 2.4 2.289. 778,ll 
Bancos Conta-Especiais 	896 ,08 2.223,49 896,08 OU'IllAS OPERAçÕIIS 
149.098,39 SO~tA.,, •• ,.,,,,,, .. ,, •. ,.•,., ••••• , •• ,.,,., 45.296,39 6),007,89 45.296,39 Repasse Duodec lnos (Cãara Muntcfpa1) 	144 .098 ,39 5.ooo,oo 
SOt-tA,, .•. ,,,.,,,.,,.,, ,, , ,, , , , , , ,, , • ,. , , , , , , ,, 1.44 .098, 39 5.000,00 149.098,)9 
SALOO PARA O Hlls SF.mll(JJ! 
Cafxa 
27.845,57 
Bancos Conta·Hov!mento 	854,94 27.845,57 
Bnncos Conta ·Arrecadação 	1.054,92 115,05 115,05 
Bnncos Conta-Vinculada 	58.874,54 658.094,65 658.094,65 
Bancos Conta·Eopc,c!a!a 	2.223,49 2.350,05 2.350,05 
SOMA ••• ,., ••• ,,••••••••••"•••••••••••••• ..... 
6),007 ,89 688,405,32 688.405,32 
TOTAL CERAL 	5.810.655 31 1.)96.289 46 7,143,936 88 TOTAL CERAL 	.810.655,yl 1.)96.289 46 7 .143.9)6 88 
ABRAÃO AR.'!OA ZACARIAS • PREFEITO HUNIClPAL EOVALOO PERElRA DE CARVALIIO·SEC,DE FA2ENDA NINFA DE MEDEIROS FLEIT>S-CRC.1780·0 : MS • rtC.CONTABlLIDADE 
FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE DE BELA VISTA 
BALANCETE FINANCEIRO DO MÊS DE· DEZEMBRO DE 1.995 
1' I T U L O S 
R E C E I T A 
TITULOS 
D E S P E S A 
ANTERIOR NO MES ACUMULADO 	ANTERIOR NO MES ACUMULADO 
Bancos Conta-Vinculada 	ORÇAMENTARIA 
SOMA .............................. S/MOVIMENTO 	13 - Saúde e Saneamento 	S/MOVIMENTO 
SOHA ........................... 
SALDO PARA O "Kns SEGUINTE 
Bancos Conta-Vinculada 
SO!'A ..........•.•..••.......•.. 
TOTAL GERAL 	TOTAL GERAL 
Abraão Armoa Zacarias-Prefeito Municipal Edvaldo Pereira de Carvalho-Sec.de Fazenda Ninfa de Medeiros Fleitas-CRC.1780-0 - Téc.Contabilidade 
" 
FUNDO DE AÇÃO SOCIAL·DE BELA VISTA 
BALANCETE FINANCEIRO DO MÊS 'DE DEZEMBRO DE 1.995 
( 
: 1 
R E C E I T A 
T I T U L o s 
D E S P E S A 
T I T U L O S 
ANTERIOR NO Mf'.S ACUMULADO 	ANTERIOR NO MES ACUMULADO 
SALDO DO EXERCICIO ANTERIOR 
ORÇAMEl'ITÀRIA 
Bancos Conta-Vinculada 
15 - Assistência e Previdência 
SOMA .••...••..•. 
S/MOVIMENTO • 	SOMA ............• 	S/MOVIMENTO 
SALDO PARA O HêS SEGUINTE 
- 
Bancos Conta-Vinculada 
SOMA ........... 
TOTAL GERAL 
TOTAL GERAL 
Abraao Armoa Zacarias-Prefeito Municipal Edvaldo Pereira de Carvalho-Sec.de Fazenda Ninfa de Medeiros Fleitas-CRC.1780-0-MS.Téc.Contab. 
FUNDO DE· ASSISTÊNCIA SOCIAL DE BELA VISTA 
BALANCETE FINANCEIRO DO MÊS DE DEZEMBRO DE 1.995 
d 
. 
R E C E I TA 
TI T U I. O S 
D E S P E S A 
TITULOS 	ANTERIOR NO Mf'.S ACUMULADO 	ANTERIOR NO MES 
ACUMULADO 
Bancos Conta-Vinculada 
ORÇAMEN'TÁRIA 
SOMA.· ••...... 
S/MOVIMENTO 	l5- Assistência e Previdência 
SOMA ........ 	S/MOV!MENTO 
SALDO PARA O !IBS SEGUINTE 
Bancos Conta-Vinculada 
SOMA ....•.. 
TOTAL GERAL 
TOTAL GERAL 
Abraao Armoa Zacarias 
Pref.Municipal 
Edvaldo Pereira de arvalho-Sec.de Fazenda 
Ninfa de Medeiros Fleitas-CRC.1780-0-MS-Tec.de Contabilidade 
-1 
Anuncie e Valorize o Jornal de sua Cidade 
01 
"• 
ç 
ANTA CTICÁ 
,,.;, •. . .· . / • 
UMA PAIXAO NACI_ONAL 
VIAMA - Distribuidor Antarctica 
Pra;a Nossa Senhora da Conceição,225 .-8 (067) 241-3838. QUIDAUNA/RIS 
CIDADES ATENDIDAS: Aquidauana, Anastácio, Miranda, Bodoquena, Bonito, Nioaque, 
Uois Irmãos do Buriti, Guia Lopes da Laguna, Jardim, Bela Vista, Caracol e Porto Murtinho 
 
) 
1 
) . 
2

+ JORNAL TRIUNA DA FRONTEIRA • BISEMANÁRIO IDE FEVEREIRO DE 1996- PAGINA • 05 
ORÇAMENT0/96: 
ANDRÉ PUCCINELLI ASSEGURA 
MAIS DE 3 MILHÕES AO ESTADO 
Da 20 (vinte) emendas que o deputado federal - 
André Puccinclli (PMDB) npresentou nao SubcomiRsÕes 
da Comint;no Mi:Jta de Plnno, Orçamentos l'Úblicoo e 1-'iscali 
zação do Congresso Nacional, 14 (quatorze) foram - 
porcinlmentc incorporadas no Orçamento da Untão pa 
ra 1996. 	- 
Somente na Subcomiasio de Educaçio e do Despor­ 
to, Cultura, Ciência e Teconologia, segundo o rela 
tor Roberto Balestra, o representante sul-matogros 
sense conseguiu assegurar a incorporação de 6 : 
(seio) das oito que propôs solicitando assistência 
financeira para construçio de escolas de ensino - 
fundamental para os municípios de Ivinhema, Anastá 
c1o, Caarapó, Chapadão do Sul, Glória de Dourados­ 
e Camapuã (uma escola agrícola e meio smbiente).são 
emendas que reservam para o Estado a importância - 
DOPAP 
'aaEDAI@TENDI 
* COMIDA POR KILO 
*ALA CARTE 
*LANCHES 
• PIZZAS 
DRINK'S 
Rua Cel. Pilad Rebuá,1883 
(067) 255-1699 -BONITO/MS- 
R.estaurante Alvorada 
Rodzio, Comercial, Marmita, 
Marmitex, Bebidas, Refrigerantes 
Aos domingos frango assado 
"A melhor comida la cidade" 
de R$ 1.100.000,00 (um mt1hão e cem mil reais). A roo de grande val!a para o desenvolvimento do Esta 
educação faz parte da lista de prioridade el.nbora- do. 
da pelo deputado Puccinelli. 
Na Subcomissão de Saúde, Trabalho, Previdência 
e Assistência Social, o vice-líder do PMDB na Câma 
ra dos Deputados conseguiu incluir (parcialmente: 
no Orçamento) três das seis emendas que apresentou. 
são verbas que serão dcs~inadas para construcõo de 
um hospital em Taquarussú, e de uma unidade mista 
de saúde em Nova Alvorada do Sul. O relator, sena­ 
dor Romero Jucá, comentou que as emendas foram 
aprovadas em razão do seu alcance social e relevâ~ 
eia para o desenvolvimento dos dois municípios. O o desempenho do deputado Puccinelli cm Bras!lia, 
montante aprovado soma a importância de 300 mil - conforme lcvantam~nto realizado pela assessoria do 
reais. 	parlamentar, tem sido sempre em defesa dos intere~ 
O mais importante, conforme explicação do depu- ses de Mato Grosso do Sul. Menciona, por exemplo,a 
tado André Puccinelli, é que o relator da Subcomis inclusio dos municípios de Vicentina,. Jateí, Boni­ 
são foi favorável à liberação total de R$ 1.000.000,00 to e Anastácio, no "Programa do Leite" sob a res­ 
(um milhão de reais) para construção do hospital - ponsabilidade do Instituto Nacional de Alimentacâo 
de Taquarussú. Parcialmente a Subcomissão já havia e Nutrição-INAN. O produto tem por objetivo aten­ 
assegurado apenas 157 (quinze por cento) do valor - der a população carente. A distribuição é gratuita, 
pleiteado. 	Junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da - 
Já na Subcomissão de Planejamento, Urbanismo e Educação, conseguiu recursos para construção e 
Integração Regional, as quatro emendas que apresen equipamentos das escolas agrícolas de MaracajÚ,Iv! 
tou foram aprovadas integralmente pelo relator, de nhcma e Nova Alvorada do Sul, além de escolas de 
putado Aécio Neves. Puccinelli fez incluir no Orça ensino fundamental e pré-escolar em Nova Andradi­ 
mento/96, verbas para saneamento básico nos municl na, Angélica, Sete Quedas, Bonito e Corumbá. O se­ 
pios de Fátima do Sul (R$ 100 mil), Bonito (R$ lOÕ tor educacional mereceu ainda verbas para retomada 
mil), Aparecida do Taboado (R$ 80 mil) e Campo - das obras de construção dos CAICs de Corumbá,Miran 
Grande (R$ 80 mil). O autor argumentou que "sanea- da, Fátima do Sul, Aquidauana, Campo Grande e Dou: 
mento significa melhoria do padrão de saúde da po- rados. Garantiu que irá intensificar sua atuação - 
pulação". 	em 96. 
Ao todo, o deputado André Puccinelli está asse- Ainda em Brasília, o representante do PMDB jun- 
gurando para os setores da educação, saúde e sanea to a Fundação Nacional de Saúde participou da assi 
mento, cerca de R$ 3.000.000,00 (três milhões de natura de dois convênios para implantação de sanea 
reais). Os recursos assegurados parcialmente até o mcnto básico em Bela Vista e Amambai. O trabalho: 
momento, se aprovados pelo Congresso Nacional, se- de bastidores desenvolvido pelo parlamentar está - 
. surtindo efeito, ou seja, recursos estão chegando 
[MOTEL ALVORADA; 	s r . sr 
nhadas pelas principais lideranças de Mato Grosso 
do Sul. 
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" Saneamento significa 
do padrão de melhoria 
saúde da 1 
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·----- 
%°

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA - BE-SEMANÁRIO 21DEEEVEREIRO DE 1.996 PAGINA • 6 
PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VISTA 
Protocolo de Cooperação Mútua 
Protocolo do Cooperação Mútua que entre 6f cole 
brnrn a Prefeitura Municipal de Bela Vista-MS, e 
FUNDAÇÃO LOWTONS DE EDUCAÇÃO E CULTURA, vir.ando n 
cedência de SERVIDORES MUNICIPAIS, bem corno o ocde 
dn J:SCO!.A MUNICIPAL Plle-t!SCOLAR E DE PRIMEIRO GRAU 
NOSSA SENHORA DO PERPl!TUO SOCORRO, 
A Prefeitura Municipal do Bela VLata-MS, pessoa 
Jurídica dr direito publico interno, com sede à - 
Rua San to Afonso, 660, inser it o no CGC uob o n? 
03.217,916/0001-96, dorovonte denominndn CEDENTE, 
nrst~ nto reprenr.ntndo pelo Sr, Prefeito Municipal 
Abt:nno Annon Zncnrin!I, bror.ilciro, coando, pecun - 
rif.itn, portndor do RG N!! 017.336-SSP/MS, inr;crito 
110 CPF n!l 027,1,31.831.87, residente e domiciliado 
nesta cidade à rua 13 de junho, 816 ·- Centro, e o 
PUNDAÇÃO LOWTONS DE EDUCAÇÃO E CULTURA - FUNLEC,de 
Utilidnde Público Estadual inatituido cm 13,10,82 
prln Lni n!! 350, CCC 15,497.290/0001-06, doravante 
denominadn CeHsionória, neste ato representado pe­ 
lo Presidente ANTONIO FARIAS SANTOS, brasileiro, ca 
Ando, cmpresnrio, portador do RG n!l 158.800-SSP/MS 
inr.crito no CPF sob o n!l 109.320,031-68, residente 
:1 Rua Antônio Oliveira Limo 170, ltonhongó Park, - 
Campo Gronde-MS com a intcrvcniência do Sccretorin 
Municipal de Educação e Cultura, representado pelo 
seu titular PAULO DE MELO, resolvem celebrar o pro 
sente Convênio sob os cláusulas e condições .r,r!;Ui!l 
tes: 
'I 
CLÃUSULA PRIMEIRA - DA FINALIDADE 
A finalidade deste Protocolo de Cooperação Mú­ 
tua é a conjugação de esforços entre os partes sii 
natãr1as para a mútua colaboração no ca;o de suas 
atividades e, em especial, o autorização poro que 
a FUNLEC - Fundação Lowtons de Educação e Cultura 
posso administrar, dentro de suas próprias normas 
e de seu regimento interno, a ESCOLA MUNICIPAL 
PR~-ESCOLAR E DE PRIMEIRO GRAU NOSSA SENHORA DO 
PERPtTUO SOCORRO: 
CLÃUSULA SEGUNDA - DO OBJETO 
A autorização, objeto deste Protocolo de Coope­ 
ração Mútua se estende quanto à cedência de pesso­ 
al docente e ndrninistrntivo, lotados na E.M.P.P.G. 
NOSSA SENHORA DO PERP~TUO SOCORRO, situndn à Rua 
Dcp. Mârio Van Don Bosch. S/N, BELA VISTA-MS, bem 
como o cedcncia da sede da Escola. 
CLÃUSULA TERCEIRA - DA AUTORJ.ZACÃO 
O presente Protocolo de CoopernçÕo Mútua foi 
autorizado pelo Prefeito Municipal de Bela Vista. 
CLÃUSULA QUARTA- DAS OBRIGAÇÕES 
As obrigações dns partes signatárias cm decor - 
rência do presente ajuste protocolar, nlem de apo- 
1arem-se mutuamente na busca constante do objetivo 
delineado, sno ns seguintes: 
DO MUNICÍPIO 
4.1- Ceder à FUNLEC o pessoal docente e admi 
nistrntivo efetivo lotado na Unidade Escolar; bem 
como a cedencia da sede da Escola. 
4.2 - Gernntir n convocação de professores para 
suprir vagas existentes onde não hÓ protessor efe­ 
tivo habilitado, bem como para atendimento de eve 
tuais substituições; 	_ 
4.3- Caso a Prefeitura Municipal não disponha, 
na oportunidade, dos referidos professores, obri - 
ga-se a mesma repassar para contrato de outros Pro 
fcssores, valores equivalentes n remuneraçao de 
professores de mesmo nível e classe, bern corno das 
obrigações· patronais correspondentes. 
4.4 - Assegurar 
O fornecimento da Merenda Esco 
lar, através dos órgãos competentes e programas es 
pecíficos; 	. 
4.5- Prestar assistência tecnica administrati- 
va ao pessoal docente e administrativo; 
DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO 
4.6 - Manter estreito contato com a administra 
cão da :ruNLEC com visto ô cessao de pessoal doccn 
te e administrativo necessário ao funcionamento_da 
Unidade Escolar de que trata o presente protoco o 
de Cooperação Mútua. 	• - d 
4.7- Acompanhar e fiscalizar a execuçao 1o Pre 
sente Protocolo Cooperação Mutua; dos ser- 
4.8 - Proceder às anotações funcioa'° 
vidores cedidos e o controle da frequenc..a dos mes 
mos. 
DA FUNLEC . 
CLÁUSULA SEXTA - DAS ALTERAÇÕES 
Poderá o presente ajuste protocolar ter suas 
cláusulas e condições alteradas, a qualquer momen­ 
to, por mútuo consentimento dos seus signatários,o 
que'se formalizará atravs de Temo Aditivo, no 
mínimo 06 (selo) meses antes do final do ano lett 
vo em curso, a fim de que no haja prejuízo para a 
consecução do objetivo traçado, 
CLÃUSULA StrllfA - DA. RESCISÃO 
A rescisão de qualquer dispostção deste Protoco 
lo GÓ podcró ser aceita mediante aviso prévio de 
no mínimo 60 (scsr,cnto) dias antes do final ~o ono 
letivo, pnrn que não se prejudique o seu andamento 
regular, 
CLÃUSULA OITAVA - DA PUSLICAÇÃO DO EXTRATO 
Deverá ser publicado no Diário Oficinl do Es­ 
tado, o extrato do presente PROTOCOLO DE COOPERA - 
ÇÃO MOTUA, conte>ndo necessariamente os partes sig­ 
natário, o objeto, o vigência e a data da ossinat~ 
ra, ficando tal publicação a cargo da Prefeitura. 
CLÃUSULA NONA - DO FORO 
As portes elegem o foro da Comarca do Capital - 
do Estado de Moto Grosso do Sul, com renúncia ex­ 
presso a qualquer outro por mais previlcgiodo que 
seja para d!rin!r questões orfundas do presente " 
PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO MCTUA, d/vendo os casos o­ 
missos rem resolv!dos de comum acordo as partes. 
CLÁUSULA DÉCDA - DAS TESTEIJNMAS 
Para os fins do artigo 135 do Código Civil Nr­ 
sIleiro, fira como testemunhas do prsnte PR0TO 
COLO DE COOPERAÇÃO MÓTUA: 
ARY l'.DUARllO PECO LO DOS SANTOS, Portador da c - 
duln de 1denttdade RG ng 785. 785-SSP/!15 e do 
CPF/MF N? 923.211.948-04, 6 EDILSON RUSSUL VIEIRA, 
portador dn cédula de id nt!dade RG n2 997.083-5S/5 
e do CPF/MF n!! 050.758.901-72. 
JOSf'. AYRES CAFURE, Portador da cédtllJ dt• idt'nti 
dado RG n? 019.636-P/MS • do CPF/MF n? 140.639. 
801-20. 
E, por estarcn plenamente de acordo, assinam o 
presente instrumento, cm 02 (duas) vias de igu:11 
teor e validade, nas prer.cncaG dos testemunhas no­ 
minadas. 
IELA VISTA-MS, 28 DE JANEIRO DE l.996 
ABRAÃO ARMOA ZACARIAS - PREFEITO MUNICIPAL 
PAULO DE MELO - SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO 
ARY ADUARDO PEGOLO DOS SATOS. 
Jose AYRES CAFURE 
ANTONIO FARIAS SANTOS - PRESIDENTE DÁ FUNLEC 
EDILSON RUSSUL VIEIRA, 
ARROYO PERGUNTA: 
REFORMA OU REMENDO? 
0 Deputado Estadual Antonio Carlos Arroyo, Líder do PTB na 
Assembléia legislativa questiona a forma como foi implantada a reforma 
administrativa do Governador Wilson Barbosa Martins: • 
Em primeiro lugar Arroyo entende que o Governo demorou muito para 
descobrir a necessidade de se fazer uma adequação da máquina do Estado à 
nova realidade e fala "levou um ano para descobrirem que existia uma 
incompatibilidade entre as despesas e a receita pública"e, dentre as causas 
desse descompasso, Arroyo crê que foi uma aposta errada do Governador, 
pois tendo uma receita praticamente idêntica à dos anos anteriores, inchou 
o funcionalismo, fazendo uma verdadeira orgia de nomeações. 
Outro aspecto levantado pelo líder do PTB, é que o governo vem 
anunciando como um grande feito a reforma, mas na realidade foi uma imposição 
do Governo Federal, como condicionante para a liberação de recursos a Mato 
Grosso do Sul. foi uma espécie de FMI intervindo no Estado, afirma o Deputado 
oposicionista. Arroyo entende que essa interferência do Governo Federal no 
Estado, foi um atestado de incompetência da atual Administração. 
A reforma adminístrativa foi feita sem transparência, às escondidas 
e por pessoas absolutamente descompromissadas com a realidade sul­ 
matogrossense, como um certo assessor que nem mesmo é servidor do 
Estado. Ninguém foi ouvido, foi uma reforma autoritária. 
No aspecto de resultados, Arroyo acredita que não vão ser 
satisfatórios, pois não houve a seriedade devida e denuncia que no mesmo 
dia em que foi anunciada a reforma, no Diário Oficial foi publicado um acerto 
politico, transferindo um cargo da Casa Civil para a Secretaria de Cultura, 
4UCiE IA TÊ) 
Clínica 
'En inhar ô Secretaria Municipal de Edu- 
4.9- 1ca! 	ia
1 
Docente e Administratí 
cnçao, o lotatno do pess da undiade escolar;­ 
vo cedidos, para atei_:di.mento ia Municipal de Edu 
4 10 - Encaminhar à Secretar :. - 
_. . dia 23 de cada mês, a frequencia dos 
coçao, ate o 	didos· 
professores e ndministrat= ce direito de indi - 
4.11- Reservar a CEDE cu1as/ano,de alu 
car, como contrapartida, de , os pagamentos da 
nos carentes com isençao tota 
contribuição mensal, . 
CLAUSULA QUINTA - DO PRAZO E DA VIGÊNCIA 
d Cooperação Mútuo entra- 
O presente protocolo e di sua celebra - 
- vi, na data da assinatura ' 
rã em vigor _1a razo de 06 (seis) anos 
cão e terá vigência pelo P ser prorrogado por 
podendo, a critcrio das partes, 
igual período. 
São Carlos 
, 
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somente para salvar a pele de uma assessora de nível mais alto, que ao que 
i tudo indica, não exercia nenhuma atividade relevante na Governadoria. 
Arroyo ressalta outro ponto da reforma, que foi a extinção dos 
cargos de Secretário Adjunto, pois cada Secretaria tinha um e os salários 
eram do nlvel DAS-1 Especial. Após a reforma, houve um aumento de êargos 
DAS-1 Especial e em vez de um por Secretaria, todas ficaram com mais, 
trocou-se somente a denominação. passando a ser Superintendentes e 
Diretores-Gerais. Como exemplo Arroyo mostra: na Secretaria de Segurança 
Pública tinha um DAS-1 Especial, após a reforma passou a ter três; na 
Secretaria de Justiça, da mesma forma, de um cargo, passou po. quatro; na 
de Saúde, de um para três. Assim em vez da diminuição de cargos, houve 
um aumento dos "polpudos salários•, para repetir a expressão usada pelo 
Governador Wilson Martins, fala Arroyo. 
Arroyo comentou também a recomendação feita pelo Wilson Martins, 
para que os demais poderes reduzissem cargos e salários: • A Assembléia 
legislativa, sem pressão de quem quer que seja, no início de 95, fez sua parte, 
sem estardalhaço, na época certa e de forma correta. A Mesa Diretora teve o 
senso de oportunidade e a competência para adequar os quadros à necessidade 
,do legislativo". Arroyo gostaria que Mato Grosso do Sul encontrasse seu 
rumo, para que salsse do imobilismo e do marasmo em que se encontra, por, 
no seu entender, absoluta falta de competência administrativa do atual 
Governo. E é por isso que Arroyo afirma ter sido essa reforma um remendo, 
e o pior, um remendo muito mal feito". 
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. DOi:,l'iGO e FERJADOS) 	• 
A Secretaria de Fazenda da Prefeitura Municipal de 
INFORMA o hnçamcnto do WTU 96. 
A TENÇÃO Srs. Contribuintes! De~dc scgunda-feir:i, di:1 15 de janeiro, o 
carnês do Imposto Predial e 'Territorial Urbano já estão à disposi ·.'ío no setor d 
tributaçfo no horário d::is 12 à, 17 horas, de segunda à ~cxta-fcir.1. 
O Vencimento do IPTU/96 ficou determimdo nas seguinte, J,1t.b: 
20/02/96: Cota única, pagamento à visa com 2G de descontos, 
,:. 20/02/96: J •
1 
Parcc:la (para pagamento parcelado) 
20/03/96. 2 Parcela 
::-,:-,:·20/04/96: 3ª Parcela 
338 20/05/96: 4 Parcela 
+"30/06/96: 5 Parcela 
O coatribu ia te que optar pelo pagam cato à vista (cota única), terá direitv 
au..descoato de 20% do nlor do imp.o.ilil....qll.f_~'Í...Y.em..im.pn:JsQJ.lO_c,mlê. 
Os contribuintes que optarem pelo pagamento parcelado, não terão direit 
ao desconto de 20%, mesmo que o pagamento das parcelas sejam quitada 
rigorosamente em dia. 
O contribuinte que efetuar o pagamento após a data pré-estabelecida, ou seja 
a de vencimento, terá que arcar com os seguintes encargos: 	1 
- Até 30 dias do vencimento, multa de 10% e juros de 1% ao mês. 
- Após o 31 ° dia do vencimento, multa de 20% e juros de 1 %. 
O imposto que voce paga e beneticio que a sua cidade ganha. 
EDVALDO PEREIRA DE CARVALHO - Secretário de Fazenda 
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JORNAL lRJBUNL DA l·RONJJ.::W.A... 
orne t 
o Baile 
do Haway 
No Clube Dclovistcnnu, 
sábado pp,, contou com a 
presença de vir[os ca­ 
saís e aluns Jovens! 
Vale 
lembrar 
Que essa é a primeira 
promoção que u dinâmica 
Diretoria do Belavisten­ 
e está promovendo, Amn­ 
biente agradavel, muita 
alegra, descontração e 
uegurnnçol 
Também 
esse baile 
Serviu para que aso­ 
ciédode presente apre­ 
ciasse a reforma totol 
feita no Clube,que oliás 
foi muito elogiada! 
No dia 26pp 
O radialista Armando 
Loureiro pranoveu no Grê­ 
mio Pedro Rufino o con­ 
curso Garoto e Garota Vc 
rão/96. 0 Clube, como - 
sempre, lotado, pois 
após o concurso houve 
animada discoteca! 
abertura: 
Do Concurso, contou - 
com lindas coreografias 
apresentadas por carmo 
sas jovens. 
9 
s 
o 
1» 
e 
.. 
Entre os 
PALAVRA DA IGREJA 
Gramática de uma língua nova 
Luísa e Laura 0.de Souza 
Rosa. Fellcldades!! 
Inúmeros candidatos 
sairam vencedores: Garo­ 
to Verão/96: WIllian Men 
donça dos Santos e Goro: 
ta Verào/96: Márcia Gar­ 
cia. Como prêmio Willian 
foi agraciado com um cur 
so de computação na CCBV 
e curso teclado na Mina­ 
mi. Mareia ganhou bolsa 
de estudo por l ano no 
CEFRON. Parabéns aos ve~ 
cedores e também aos pro 
motores desse concurso. 
Passaram no 
Vcntibulnr: Cuotavo - 
Enea Z1olkovfsk ( Enge 
nhar Ia CIvIl) e Robson - 
SnlcH Ormay (Vctcrlruirin), 
Robson também prestou 
concurso para Oficial do 
Corpo de Bombeiros e foi 
classificado, Parabins ! 
Succssos'a esses jovens! 
Aniversários 
24/01 - João Carlos Ve­ 
lasquez e no dia 25, Ri­ 
goberto Velasquez que cg 
memoraram a data com um 
churrasquinho entre Os - 
familiares. Felicidades! 
27/01 - Maíra Codoy 
Delvalles. Parabéns!! 
21/01 - com uma festi­ 
nha para amigos e fami­ 
liares no Rotary Club , 
foi comemorado mais um - 
ano de vida das gêmeas : 
o Baile do 
Hawny, uerú realizado 
no d1a 3 de fevereiro no 
Grêmio Pedro Rufino. Se­ 
rú sucesso na certa. Re­ 
servas de mesa na Secre­ 
taria do Clube ou pelo 
fone: 439-1339. 
Grêmio 
espera 
Voce, neste Carnaval. 
Serão 5 dias de muita 
alegria e aniz;ão! Re­ 
serve já sua mesa. 
NÃO PERCAM 
Carnaval da Amizade 
glg glz02...··-- - 
AIDS 
O Dla Mundial de Luta Contra a AIDS, celebrado 
desde 1988, em 12 de dezembro, objetiva alertar as 
pessoas para que reflitam sobre a necessidade de 
se prevenirem contra a doença, cuidando da sua saú 
de, Além disso, visa conscientizar a população so­ 
bre os direitos e deveres legais de todo cidadão , 
evitando a discriminação de pessoas portadoras do 
vIrus ou de pacientes de AIDS. 
Atualmente, 192 países já notificaram ã Organi­ 
zação Mundial de Saúde 1,025.073 casos de AIDS. 
Mato Grosso do Sul figura como o 52 Estado bra­ 
sileiro em incidência de casos de AIDS, 
Para notificar esta situação, é necessário que 
cada um se conscientize que o AIDS é um problema - 
de todos nós, onde cada pessoa deve transformar as 
informações em ações, 
A melhor prevenção é feita das seguintes formas: 
- seXO mais seguro, sempre com camisinha (é a - 
melhor arma). 
- no caso de uso de drogas injetávéis, nao com­ 
partilhar a seringa com ninguém. 
Não importa onde você 
esteja, nem quem você é: 
A qualquer hora do dia, conforme o.. + 
ca o. use camisinha ou serinaa descartável 
MATRIMÔNIO 
Te.IIbert Maciel da Silva 
O MATRIMONIO 
é comunidade de fé; 
de oraçao, 
de amor, 
de ação evangelizadora, 
escola de catequese. 
t VOCAÇÃO, 
apostolado especial, 
fundamento da sociedade, 
edificação da Igreja doméstica, 
mútuo completar-se, 
t SIMBOLO 
do Verbo com a humanidade, 
do criador com a nossa espécie, 
do Cristo com a Igreja. , 
de Deus com o justo, pela graça, 
» 
O CONJUGUE ... 
um crente na palavra, 
amigo do diálogo, 
derrubador de barreira, 
respeitador do intocável, 
confiante cm Deus, 
e do Cristo total ... , co-autor. 
OS PAIS 
são profetas do Senhor, 
proclamadores da palavra, 
testemunhas para os filhos. 
OS FILHOS 
dons excelentes, 
terra fértil, 
procuradores do caminho. 
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um encontro de geraçÕesll! 
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Seu~ Exercícios Boas Obras e Frutos 
Horário de Consulta 24 Horas no Dia 
Dr. Jesus Cristo 
Notícias Breves 
Dramática súplica a João - 
Paulo II 
Diante da inaceitável atuação - 
do Arcebispo de Havana, os "Cuba 
nos Deserrados ", entidade que re 
presenta mais de um milhão de exi­ 
lados residentes nos Estados Uni­ 
dos, publicou no "Diário de las 
Américas"; de Miami, documento sob 
a epígra:e. "Santidade, protegei­ 
nos da atuação do Cardeal Ortega". 
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mIr um pensamento profundo - reconhecem todos 
quantos por dever de offcfo, recorrem aos textos 
de Joio Paulo II - ê uma das caracteristicas do 
estilo deste Papa, tio pró!mo do seu tempo. 
O discurso que pronunciou a 5 de outubro,dia 
te da Assembléia da ONU, na comemoração do 502 
aniversárin da instituição, oferece r..ais exer.r 
plos dessa característica. O mais expressivo se 
encontra nu ponto chave do discurso, lá onde. o 
Papa, "testemunha da dignidade do home" perante 
o areópago mais alto e mais representativo dos 
povos e nações do universo. O mundo contempora 
neo, nesta virada dramática do século e do Ile­ 
nio, está empenhado nua debate essencial que ver 
sanada menos do que sobre seu próprio futuro ; 
suicídio ou sobrevivencla? Para o necessário dtá 
logo - aqui está a imagem graciosa e eloquente : 
usada pelo incomparável líder religioso, líder 
incontestQ e autorizado também dos destinos da - 
Comunidade huoana em uma hora crucial - é preci 
so uma gramática. E preciso, em outros termos , 
uma síntese .das regras de semântica e de sintaxe, 
de concordância e de composição, sem ao quais 
torna-se impossível juntar as palavras para for­ 
mar frases inteligíveis. Se queremos que a ONU 
fole uma nova língua capaz de suplantar o trági­ 
co desenvolvimento da moderna Babel, é preciso - 
revelar-lhe uma gramática. Ora, "a lei moral ins 
crita no coração do homem é aquela espécie de 
gramática". 
A questão não é, pois, de simples bom entendt 
mente ou boa vizinhança, de cunho político e di­ 
plomático, por mais importante que este seja na 
hora das negociações que devem substituir asso­ 
luções armadas. Qualquer outro tipo de liderança 
autorizaria quem a exerce a contentar-se comes­ 
te nível de relações internacionais. Não assim n 
liderança que o mundo acostumuou-se a encontrar 
em João Paulo II e a receber dele, quer da Bua - 
missão espiritual de "testemunho da dignidade hu 
mana", de "artesão de paz" e de "promotor de jus 
tiça e da verdade", quer do seu carisma pessoal. 
Essa forma de liderança, que tão Útil tem s1do - 
aos povos e à comunidade internacional, como um 
todo é de tal natureza que seu detentor pode com 
grande liberdade e autoridade moral interpelar - 
aqueles mesmos povos e seus governantes no plano 
mais profundo, que é, justamente, o da "consciin 
eia moral e religiosa", o da "lei natural" e 
seus imperativos. 
Tive o prazer de levantar, em precedentes ar­ 
tigos, alguns dos temas que, com grande seguran­ 
ça e autoridade, João Paulo II propôs à medita­ 
cão dos mais altos responsáveis do planeta:o doe 
direitos universais e irrenunciãveis dos indiví­ 
duos, famílias, coletividade e, sobretudo das na 
çÕes; o da liberdade, direito de todos e dever 
de cada um e do "risco da liberdade" e do preço, 
quase sempre elevado, a pagar por ela; o das le­ 
gítimas diferenças entre as pessoas e as nações, 
diferenças que não devem ser somente toleradas - 
mas estimadas e respeitadas como verdadeira ri­ 
queza, o do uso responsável das liberdades, do 
fundamento ético e moral sem o qual a liberdade 
se torna deletério na convivência social da "es­ 
trutura moral" capaz de garantir uma autêntica 
"cultura de liberdade", o da verdade como pólo - 
que dá pleno sentido à liberdade. 
Quero, nesta reflexão, manifestar minha Ínti­ 
ma convicção acerca de um ponto do discurso da 
ONU no qual João Paulo II vislumbra a nova lín­ 
gua que a cinquentenária Organização deve falar, 
se ela quiser guardar todo o seu vigor e até ad­ 
quirir um valor novo; um ponto, portanto no qual 
a ONU precisa aprender a riova gramática para mos 
trar-se capaz de assegurar à humanidade do Ter: 
ceiro Milênio a já falada cultura de liberdade. 
Este ponto, afirmado com grande energia e for 
ça persuasiva, consiste na capacidàde que a ONÜ 
tiver e demaistrar de integrar no seu próprio di­ 
namismo o princípio do amor Único, capaz de eli­ 
minar o medo. "Um dos maiores paradoxos do nosso 
tempo - proclamou o Papa à frente dos represen­ 
tantes dos povos no imenso e prestigioso anfitea 
tro novaiorquino - é o fato de o homem que ini: 
ciou o período por nós denominado da "modernida­ 
de", com uma confiante asserção da própria "matu 
ridade", aproximar-se agora do término do séculÕ 
XX "temeroso de si próprio, assustado com aquilo 
que ele mesmo é' capaz de perpetrar, aterrorizado 
pelo futuro". E haverá um futuro? - pergunta a 
humanidade a si própria, aos céus e aos abismos 
à destruição do equilíbrio ecológico, às ameaça; 
de guerras nucleares. , • 
Aqui a homilia que ecoou na Praça de São Pe-l 
dro no Vaticano, na voz sonora do novo Papa na 
força da idade e da saúde - "Não tenham medo 
abram, ou melhor, escancarem as portas!' . reg­ 
soou, no começo de outubro pelos andares do Pala 
cio de vidro: "Devemos aprender a não ter med, 
( ••• ) Nao ter medo do homem, não ter medo ao'­ 
turo". 
Assim, o "Papa que veio de longe", coo se 
todefinfu Karol Vojtyla ao ser eleito a au 
ore a· 176, e é se <sito a, oe, .,," 
terpelar todos os grandes deste mundo a respeito 
de uma alternativa incontornavel: uma ONU 
d d d idi 	presa 
o me o, ec • ndo por medo, agindo por medo • 
pode ser substituida por Ulll.l ONU que cr ia so 
·ses as e suar a e±visai ",3? 
A augusta Senhora da Primeira Avenida ainda 
tem tempo para aprender esta gramática. 
.)