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TRIBUNA DA FRONTEIRA 
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BELA VISTA/MS ANO: XXIII N 1.704 15 DE FEVEREIRO DE 1.996 - EDITOR: IVALDO PEREIRA - R$ 1,00 
--- 	• 	- 
VEREADOR EVALDO 
ESCLARECE OS FATOS 
O Vereador 
Evaldo de Moura 
Pereira, há mais de 
10 anos residente na 
'cidade de Caracol, 
Vereador pela 
segunda legislatura, o 
mais votado no último 
pleito eleitoral, esteve 
em nossa redação, 
onde procurou 
esclarecer, a verdade 
dos fatos, ocorrido no 
dia 03 de fevereiro do 
corrente ano e falar 
também a respeito da 
matéria inserida no 
Jornal Tribuna 
Popular do dia 09 pp., 
com o titulo 
" V e r e a d o r 
Embriagado 
Depreda Patrimônio 
Público". 
Segundo o 
Vereador Evaldo, 
"Vim através de 
vocês, da imprensa, 
esclarecer a vi'.:rdade 
a respeito da matéria 
publicada naquele 
semanário, já que os 
fatos ali descritos não 
condizem com a 
verdade". 
Página - 03 
Félix poderá ser 
candidato à Prefeito 
de Porto Murtinho 
Empresário Félix Alves 
•Porto Mürtinho- O Empresário Félix 
8ves. do PL, o@era ser candidato 4 Prefeito 
de Porto Murtinho, atendendo a pedidos de 
amigos e simpatizantes."5 ":"ê± 
Nas pesquisas de opinião realizadas na 
cidade. o nome de Félix desponta, sempre, 
entre 6s primeiros sem que o mesmo tenha 
lançado a sua candidatura ou mesmo intenção 
de candidatar-se.• o 
s 	s Página-o7 
 
J 
Deputado Estadual Hosne Esgaib- Página-07 
Reunião na AL cria Fundacão 
.D 
da Mulher Su!-Matogrossen 
Com a participação 
expressiva de profissionais 
liberais, empresária, 
educadoras, artistas e 
representantes de entidades, a 
Deputada Esdual Celina Jallad 
(PMDB) fez abertura, no 
Plenário Julie Maia. da 
Assembléia Legislativa, de 
reunião para a criação da 
Fundação da Mulher Sul­ 
Matogrossense. 
Celina Jallad, na 
oportunidade, fez breve 
retrospectiva do esforço 
desenvolvido por diversas 
mulheres, para que a mulher 
sul-mato grossense 
conquistasse espaço e 
respeito na sociedade. 
Lembrou que somente 
através da organização, a 
mulher terá participação 
ativa e buscará o 
desenvolvimento pessoal e 
do Estado. Como forma de 
reconhecimento pelo apoio 
recebido para que ocupasse 
assento na Assembléia 
Legislativa, sendo a única 
mulher. entre os 24 
Deputados. a Deputada 
doou o valor de RS 3.000,00 
para constituir a Fundação 
e mais RS 2.C,.,•·,00 para 
aquisição de patrimônio 
inicial. 
Em seguida as 
participantes iniciaram a 
discussão sobre o Estatuto 
da Fundaçjio. elaborada pela 
Advogada Márcia Mazini. 
Entre os objetivos. contidos 
no documento, está o 
desenvolvimento de 
e 
projetos de capacitação da 
mulher para o exercício dos 
direitos, pol!ticos e sociais 
a fomentação de programas 
de geração de renda, 
visando o enfrentamento da 
feminilização da pobreza, a 
sensibilização social para 
importância da contribuição 
feminina. além de veicular 
informação, intercambiar 
cxperi.1':ncias, através de 
concessão de estudos e 
auxílios a estudos e 
pesquisadores. 
Receita fiscaliza 
Carros irregulares 
A Receita Federal prometeu realizar nos próximos dias 
uma blitz surpresa para tirar de circulação os carros nacionais, 
fabricados por exportação e vendidos no Paraguai. que estiverem 
circulando em terr tório brasileiro. A noticia d, fiscalização 
preocupou os empresários que investiram em revendas de veículos 
nacionais em Pedro Juan Caba!ler, onde o preço chega a ser 50% 
inferior aos praticados nas conces ionári is de Ponta Porà. 
Os proprietários desses c·rro, que moram no Brasil, 
também estão receosos. O veicuuo nacional, isento de IP 
(Imposto sobre Produtos Industrializados) e JCMS (Imposto , 
sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), atravessa a fronteira 
custando a metade do similar vendido no mercado interno. O 
baixo preço atraiu muitos compradores do lado brasileiro. 
Um exemplo é o preço do Gol CLI 1.6, fixado no Brasil 
em RS 14.400,00. Em Pedro Juan Caballero, o mesmo carro pode: 
1 
no entanto, ser comprado por USS 9.400.00. O mesmo aconteci: 
com o Santana GLSI, que em Ponta Por.1 custa cerca de R$ J0 ; 
mil, e do outro lado, R$ 19.800,00. 
Pelos cálculo da Receita Federal, aproxima ' anente i06 
veículos nacionais tipo exportação foram adquiridos por 
1 
brasileiros que residem em Ponta Porã, Para legalizar o carro, os ! 
compradores tiveram que providenciar o documento de 
emigrante, que atesta que a residência é fixada no Paraguai. 
Porém, os proprietários dos automóveis continuam vivendo no , 
Brasil, o que é contra a Lei. 
O inspetor da Receita Federal em Ponta Porl. Fernando 
Kcchler, lembra que um acordo finnado há mais de 30 anos entre ( 
Brasil e Paraguai estabelecia que não haveria problemas cm 
circular com um veículo do País vizinho dentro do perímetro : 
urbano da cidade fronteiriça. 
No entanto, o acordo foi desfeito pelo tratado do Mercosul. 1 
que trouxe novas diretrizes. "Qualquer cidadão do Mercosul tem : 
livre acesso nos quatro países, mas desde que o veículo em que 
circular seja de seu País de origem", explica o insrtor. t 
1 
Ele acrescenta que os consumidores brasileiros até podem 
1 
~ 
comprar um carro no Paraguai e legalizá-lo no Brasil. só que 1' 
precisam contudo, recolher os impostos devidos. Nesse caso. o 1 ! 
veículo custaria 120% a mais, o que acabaria com as vantagens. ! {] 
A Receita Federal. num primeiro momento. var apreender' l 
os carros estrangeiros que pernoitam em Ponta Perl. ficando I L 
caracterizado que seu proprietário não emigrou. O comprador!~,~ 
terá o prazo de 20 dias para recorrer. e não provando o contrário, l 
perderá o automóvel. Mas. o inspetor avisa que em breve nem i 
me mo circular cm Ponta Porá esses carros poderão mais. } 
O primeiro reflexo dessa ofensiva foi uma grande queda nas: 
vendas junto às concessionárias de Pedro Juan Caballero. Houve. 
também uma tentativa desenfreada por parte dos proprietários des= '. : 
veículos para tentar vender o carro para os paraguaios. 
J 
eptada Estdul celina .±ali+d

1 
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ANDAMENTO DO PROCESSO PELO 191 
O MIntstérto da Prcvldnc!a c Assistência Soci­ 
nl anunciou que os segurados podcr~o obter inforoo 
ções sobro o andamento de seu processo através das 
Centrais de Infornoçõcs do Previdência Sociol-CIPS 
191 de su Estado ou por ligação gratuito d~ qual­ 
quer pnrtc do Po!s poro o número 061-800-0191. Os 
ncgurodos teriio acesso rápido Üs informocõcs Gobre 
ncu processo graças o ilnplontacõo do Sistema de Ve 
rLffcação Técnica das Informações sobro Concessão­ 
V2RTICE nos 893 postos infomatizados do INSS cm 
todo o Po!s. O sistema cobre cerco de 977. dos 
postos informatizados. O novo sistema VÉRTICE subs 
tituiró o antigo numeração manual de benefício por 
um processamento automático, permitindo o melhor - 
controle dos benefícios requeridos. 
O sistema permitirá o melhor acompanhamento e 
análise do quantitativo dos requerimentos de bene­ 
fícios, assim como possibilitar o controle do núme 
rode benefícios requeridos dos Agências da ECT.P 
ra o segurado não haverá nenhuma mudança no proce­ 
diroento de entrado do requerimento. O sistema pos­ 
sibilitará ainda o identificação dos bcnc.fícios 
PACAMENTO 
DEPENDE DO 
DA FRO! "TESIR 
• BI-SEMANÁRIO 
Fundado em 20 de Fevereiro de 1.972 
Propriedade da Rede Bcl:n-istcnsc de .Jornais 
CGC.MF 15.513.203/0001-59 
O pagamento do todas as açãos judiciais contra 
o Previdência, nos casos cm que não cabem mais re 
cursos, será feito assim que for votado o orçomcn= 
to do União. A garantia foi dado pelo Ministro 
Reinhold Stcphones, que lamentou o atraso no cro 
nogromo de pagamento, anunciado poro cxrreçor cm 12 
neiro. Pelo Artigo 100 do Constituição, o INSS te­ 
ria prazo até o dia 31 de dezembro deste ano. 
Stcphones espero que o pagamento do chamado pre 
cotôrio seja feito, no máximo cm dois meses, de a= 
cordo com o ordem dr entrado. A Procuradoria Ge 
rol, o Diretoria Financeiro e o Auditoria Geral- 
Prefeitura Municipal de 
PORTARIA Nf!KERO 037/96 - GABINETE DO PREFEITO 
O PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA, ESTADO 
MATO GROSSO DO SUL, no uso de suas atribuições 
gois; e 
- Considerando o necessidade, de análises 
oprovoçoo de Projetos de acordo com o Código 
Obras; 
RESOLVE: 
Art. 1g - Designar o ENG2 FERNANDO JORGE DE BAR 
ROS, Secretário Municipal de Vioçoo, Obras e Ser­ 
viços Urbanos, o decidir nos processos encaminho - 
dos junto o esta Prefeitura, opôs os análises , nc 
ccssirias. 
Are. 22 - Esta Portaria entrará cm vigor no do­ 
ta de suo publicoçã, e/ou afixação no quadro de 
avisos do Prefeitura, poro conhecimento pÜblico,r~ 
vogando-se às disposições cm contrário. 
CUMPRA - S E 
.,· 
'''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''''' 
Belo Visto-MS, 08 de fevereiro de 1.996 
ABRAÃO ARMOA ZACARIAS 
PREFEITO MUNICIPAL 
DE 
lc 
e 
de 
r'!prrsodos. 
O VÉRTICE pos1!litará abcr a posição xata 
do ondoncnto do processo dr· conccas3o dos brnC'f! - 
cios derdc a entrada dos rcquriment s nos postos , 
sondo também, un elemento Importante na surança 
o no controlo às fraudes. A nova ltmitica de 
Pré-Habilitação d benefícto csti sendo ut!lizado 
desde dois de outubro de 1.~95 por todos os Po·­ 
tos de Benef{c1os Informatizados e vinculados atrg 
vés do aplicativo PRISMA. O sLstema PRISMA é o pr 
jeto responsável pola habilitação, concessão e ma­ 
nutenção informatizada do bnef{cios nos Postos dr 
Benefícios do INSS. 
Os 893 postos impla.-i todos coo o sistcno Vl!RTI­ 
CE equivalem a 86,957 do total de postos de bencfí 
cios existentes no País. De todos os ES::Odos braRi: 
leiros apenas 13 ainda não tiveram todos 0 IS - 
postos atendidos pelo novo sistema. O Estado com 
o maior número de postos inplontodos é são Paulo - 
com 159 postos de um total de 204, ou 77,947 pos­ 
tos. A seguir estão os Estados d" Min.,rs Cr-rois r 
Rio Grande do Sul, com 106 90 postos inpl.:ntodos. 
- 
DE AÇOES 
ORÇAMENTO 
do INSS cszo prpar;dos para qu!::r R$ 90,8 m!- 
1hãos referentes à rcvsão do bnof{cios. Só n 
São Paulo, o valor dos oçÕc-r. chego a RS 81,9 n!­ 
lhÕes. 
Em 1.995, o INSS pagou RS 302 milbÕcs em srntrn 
cas Judiciais, ligadas à árca d bncf{e1o. Para - 
pagar açoes este ano, o orçamento da Providência - 
reserva R$ 846,2 nlhos, divididos cm reclamaçõ­ 
<'S trabalhistas - R$ 256,5 milhões; r<'visão de br 
ncfícios - R$ 582,2 milhos; o causas divr­ 
SOS - R$ 7,5 milhões. 
a 
COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO 
EXTRATO DE EDITAL 
TOMADA DE PREÇOS NO 002/96 
TIPO DE LICITAÇAO: MENOR PREÇO 
UIR.F.TOR • EDITOR-CHEFE: lvaldo Pereira 
, SUCURSAIS: 
JARDIM - Rua I4 de Maio,342 - 3 (067)251-1669 
llONlTO • Rua Monlc Castelo. SJN • 
CARACOL - Avenida Brasil, SIN 
A.TONIO JOÃO- Praça Eugênio Penzo. S/N. 
PORTO MURTlNHO • Rua Coronel Ponce, R(067) 287- 1239 
TABELA DE PREl,.'OS: 
ASS·INATURA ANUAL: R$ • 6_0,00 
ASSINATURA SEMESTRAL: R$ 30,00 
PREÇO DO EXEMPLAR: R$ - 1,00 
as ARTIGOS ASSINADOS NÃO REFtETEM 
NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO JORNAL. ORIGINAIS 
ENVIADOS À REDAÇÃO NÃO SERÃO DEVOLVIDOS. 
AVENIDA TRIBUNA DA FRONTEIRA,564 
ir (067) 439-1410 • FAX (067) 439-1544 
BELA VISTA - MS 
FILIADO À: 
ADJORI - Associação de Jornais do Interior 
ABRA.JORI - Associação Brasileira de Jornais do Interior 
CNJl - Cadastro Nacional de Jorais do Interior - Periodicidade 
verificada em Brasília - Registro no Cnnório • 1.066 __ ...;... _ 
ACIBV - Associoçno Comercial e Industrial. 
de Belo Vista 
Ofício N2 010/96 
Belo Visto-, 09 de fevereiro de 1.996 
1 
COMUNICADO 
"A Associação Comerci.ll e Industrial de Be­ 
la Vista, comunico à todos os comerciantes e 
interessados de Bela Visto e Caracol, que devi 
do as constantes oc tlacôcs de nerg1a clétriea 
cm nosso região, e tendo um grande aumento de 
rcclomac;õc·s e perda de equipamentos, sentiu-se 
no dever de convocar umo. rcunino com o Diretor 
do Distrito de Ponta Por da ENERSUL, Sr. Pe­ 
dro Batista Pinto, que irá se realizar no dia 
14.02.96; às 14:00 horas, no Portal Restauran­ 
te e Pizzaria, Av. Teodoro Sativa, 1.330". 
Atenciosamente; 
Antônio Aparecido Lopes - Presidente 
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE BELA Vl:S!A 
OBJETO: Aquisição dP CombustÍvPis poro o Muni 
cípio, sendo: LOte 01 - 400.000 Litros dr Õl<'O - 
Diesel; Lote 02 - 300.000 Litros de Gasolina; Lg 
te 03 - 40.000 Li~ros de Alcool; Lote 04, 400 - 
~oldcs 20 Litros olro Lubrificante n2 40; Lot~ 
5 - 200 Ba!des de Graxa 20 Kg, observadas as 
espceificoçoes contidos no Edital. 
. A PREFEITURA MUNICIPAL DE BELA VIS!A-MS, tor:iJ 
publico que se encontro aberto a licitação su­ 
pro referido, nos termos de Legislação Pertinen­ 
te. 
Os interessados, inscritos no Cadastro Geral 
de Fornecedores do Prefeitura Municipal de Bel~ 
Vista-MS e aqueles que aterdercm a todas as coa 
dic;ocs exigidos pare cadastramento até o ccrcci­ 
ro dia anterior a data de recebimento das prop0 
tas, poderao obter cópia completo do Edital, e~ 
,cn~o ::odos_as bases poro o licitçoiio, bC!ll como 
as ::..nformaç~es complementares, no Secretario de 
~drninistroçoo, s~to á Ruo Santo Afonso n2 660,c:, 
ela Visto-MS, a uma taxo de R$ 25 00 (Vinte e 
Ctnco Reais). 	' 
A docunentação e proposta, deverão ser entre 
gues ate O ~ia 27/02/96, às 14:00 horas, ro s~ 
lo de reunioes do Prefeitura Municipal no cnd.S 
rcc;o supr.i,_ocasi.:io cm que se dará o ju1gccnro 
pela Comissao Pcnnonente de Li i - 
B 
1 
Vi 	e toçao. 
e ª Ho-MS • 08 rle fevereiro de 1.996. 
Farmácias de Plantão 
Fevereiro de 1.996 
03/04 - Drogaria Drogaline s eartos, 
10/11 - Farmiicio Pax • • • • • • • • r • • 0 ' 
17/18 D ••••••••••••••• sr.Prod 
- rogaria Drogavi.sta Sr Saul 
20 - Farmacia Moderna ... :::::::: Dr:suliJD3P 
24/25 - Drogaria são Mateus Sra.Adalg:l5
3 
Ã 
OBS. AS FARMÁCIAS QUE FIO ESTIVEREM DE PLA 
T O DEVERÃO PEfil"'l{· 	- - 
COES EV; !AECER FECHADAS E AS SOLICITA 
ENTUAIS s0 PODERAO SER ATENDIDAS SE - 
COSTAR NA RECEITA A INFOPMACXO DE QUE A DE ° 
PLANTÃO NÃO DISPÕE DA MEDICAÇÃO CITADA. 
DR.JOS€ DE RIBAMAR CRUZ E SILVA 
Sec.nun.de Saúde d? llela Vista 
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• VISITA - Recebemos a visita do Depurado Estadual 
Anrnnio Carlos Arroyo, um dos mais ar11anres na Assembléia 
Ltgislariva. Arroyo manteve diversos contatos polfricos - 
aa-se reunião com Ricardo de Souza Rosa (Gão) e 
alegrantes do PTB; reveuo grande amigo Fernando Jorge 
l Barros. 
• ISTO É VALIOSO- Nos dias de hoje, uma amizade 
yncera não tem preço, e não é negociável, quem tem amigos, 
1i11ceros, tem 11111 tesouro. Isto vale para a po/ftica, nesses 
tempos em que o famoso "balão" é tão comum. 
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• GOF EM PORTO MURTINHO - Pois é, os 
'olorosos homens do GOF (Grupo de Operações da 
Fronteira) - criticado por alguns cabeças de bagre que 
desconhecem a realidade de nossa região - mas elogiado 
por rodos aqueles que querem uma fronteira limpa de 
marginais, segura, para que possamos trabalhar em paz - 
está realizando blits periódicas na cidade de Porto 
.(urtinho. Só deve temer a ação do GOF os marginais, 
desordeiros, os cidadãos honrados só tenr a agradecer. 
,f11rtinh0- está precisando mesmo da visita do pessoal do 
GOF, algumas gangues já incomodam a população, é 
preciso RIGOR. Povo que trabalha, honesto, deseja boas 
vindas ao GRUPO 
·NÃO SE MANCA-E aquele político não se manca, 
não perde oportunidade para criticar o jornal, a linha 
editorial, sempre é bom lembrar que político tem 
MANDATO, 4 anos. Depois é o ostracismo (na maioria 
das vezes). E lembrar também que nós (e o povo) cansamos 
dos incompetentes, fantasistas e enganadores. lembrar 
rambém que não temos OBRIGAÇÃO de promover este ou 
aquele - elogiamos quando merecido - pura promoção TEM 
QUE PAGAR MESMO, pois noticia é noticia, promoção é 
promoção, nossa mercadoria é o ESPAÇO. Ou alguém está 
dando vaca, bezerro, comida, roupas, papei, chapas, de 
graça? E tem mais, nesse negócio de "promoção", o acerto 
de contas é com a D. Maria Estela, (Departamento 
Comercial), pois o chefe (apesar das injustiças) tem um 
coração imenso (nunca quer cobrar), a barra no jornal, 
quem não dá colher de chá para ninguém, é a D. Estela 
Fica o registro. Aindà mais neste ano de eleições. Primeiro 
fale com o chefe, no locante a estratégia, na hora do vamos 
er quanto custa, é com o Departamento Comercial, leia­ 
se D. Esteio. Tapinha nas costas e comentários tipo "quando 
uestiver lá... vou me eleger e você será isso e aquilo..."­ 
NO COLA. afinal 23 anos de jornal são VINTE TRÊS 
4tos. 
• ADMINISTRAÇÃO DO ABRAÃO - Sem a 
tenção de ser o advogado do Prefeito, no tocante às 
críticas que alguns adversários fazem, é tJreciso 
esclarecer que: 
l- Abraão assumiu a Prefeitura recebendo como 
herança dezenas de convênios cujas prestações de contas 
lliio foram fei/as. Passou dois anos PAGANDO, ou melhor, 
DEVOLVENDO VERBAS, PAGANDO JUROS e 
normalizando a situação. Depois partiu para resgatar 
cheques devolvidos (da Prefeitura) que constavam no CCF 
• "limpar" o nome da Prefeitura no carlório. Teve que 
garimpar por onde andavam alguns cheques, pagamentos 
de fornecedores e prestadores de serviços. 
2-Nestes tempos de "caos financeiro", com as 
Prefeituras (na maioria) quebradas, a de Bela Vista 
tá com a folha em dia e os fornecedores rerebendo. 
Se há dívidas? Há. Por volta de RS 200 mil reais. 
Dívidas sob controle. • ' 
3- Realizou obras sim, na Praia do Apa, reformas de 
escolas, Ginásio, Estádio de Futebol e iniciou a 
Pavimentação asfáltico da Vila Nova (COM RECURSOS 
PRÓPRIOS). 
A verdade é que Abraão passará a seu sucessor uma 
refeira ENXUTA, ORGANIZADA, por isto é que o povo 
Precisará ESCOLHER BEM Honestidade e Competência. 
VEREADOR EV ALDO 
ESCLARECE OS FATOS 
João Carlos Velásquez 
O Vereador Evaldo de Moura Pereira, há mais de 10 
anos residente na cidade de Caracol, Vereador pela segunda 
legislatura, o mais votado no último pleito eleitoral. esteve 
em nossa redação, onde procurou esclarecer, a verdade dos 
fatos, ocorrido no dia 3 de Fevereiro do corrente ano e falar 
também a respeito da matéria inserida no Jornal Tribuna 
Popular no dia 09 pp., com o título "Vereador Embriagado 
-Depreda Patrimônio Público". 
Segundo o Vereador Evaldo, "Vim através de vocês, 
da imprensa, esclarecer a verdade a respeito da matéria 
publicada naquele semanário, já que os fatos ali descritos 
não condizem com a verdade". 
"crcador Evoldo de Moura Pereira 
OS FATOS 
egundo Evaldo "de fato eu estava em uma festa. no 
Clube Santa Rosa, onde como qualquer cidadão comum 
gosta de uma festa ego ta também de tomar umas cervejas 
e la encontrava-me divertindo e ao air me acidentei. ond: 
levei um corte profundo e precisava de uma pequena 
cirurgia. 
Dirigi-me ao Posto de aüde, onde estava fechado. 
Dirigi-me ao Hospital, onde bati a porta que encontrava-se 
fechada, chame: ,JOr alguém e ninguém me atendeu. talvez 
aí eu tenha batido um pouco forte, e com a fragilidade do 
vidro, trincou, já que encontrava-me nervoso. devido a um 
corte profundo e sangrava muito, onde posteriormente foi 
comprovado o corte de um vaso sanguíneo. 
Fui, então á Farmácia, onde o proprietário disse não 
poder atender-me. e que o mesmo não era capacitadc para 
aquele tipo de serviço. Foi então procurado o Enfermeiro 
Eraldo dos Santos, onde informou que poderíamos retomar 
ao Hospital, pois haveria alguém de plantão. rde de foto 
encontrei com o guarda sr. Liberato Pereira e a enfermeira 
Helena Lopes e a mesma me informou que o médico não se 
encontrava e que ela nada poderia fazr. Simples 
coincidência não ter encontrado o médico, pois o mesmo 
vem fazendo um celente trabalho em prol ada comunidade 
caracolense, perguntei então da ambulância. i11formaram que 
a mesma encontrava-se cm Campo Grande. 
Fui e fretei um táxi, já que deveria seguir à Be' Vista 
pois não encontrei recursos~a cidad.: ,:- o meu veiculo não 
tinha as mínimas condições de viajar para Eela Vista. 
É de admirar, que estão procurando difamar-m.e, 
através da imprensa, querendo fazer um carnaval em cima 
da minha pessoa. Como o povo de C-:1ncol. sabe muito bem 
da minha luta, que sempre travei e •
1enho travando para 
buscar beneficias aos mais carent$. sabe da minha estima 
por todos e que eles sempre vm me correspondendo nas 
urnas, prova disso é o resultade da última eleição, onde fui 
o Vereador mais votado" 
Agora, q..ato a afirmação, da.imprensa, que eu 
poderia destruir se quisessse. é de lastimar de usarem um 
linguajar tão perverso contra a minha pessoa, já que eu fui 
o único Vereador a brigar pela construção do Hospital de 
nossa cidade. 
No ano de 1991, no começo de' maio, veio aqui cm 
Caracol para pescar o Sr. Prosdócimo Guerra, pai do então 
Ministro da Saúde Alceny Guerra e do Deputado Federal 
Valdir Guerra, o qual mantivemos contacto com ele e na 
oportunidade nos perguntou o que cru necessário, na área 
de Saúde, para Caracol. Na oportunidade encontrava-se o 
Presidente da Câmara Municipal João Carlos Godoy, Ramão 
Osvaldo, Natalicio Centurião, Adalgiza Ignicio, cu e outros, 
onde explanamos à ele da necessidade de Caracol ter um 
Hospital. já que a cidade mais próxima ficava a 60 km 
aproximadamente. 
Sr. Prosdóciro Guerra foi o grande incentivado de 
que nós enviássemos oficio ao então Ministro Alceny Guerra 
e que para o Brasil inteiro ha ia ur projeto de construção 
de hospitais, sendo todos eles ,le un só padrão. 
Enviei oficio ao Mini tro ,lceny no dia 17 de maio 
de 199 J (veja cópia do Oficio) e logo obtivemos a resposta 
e cm julho do mesmo ano deu início a construção do 
1 fospital, porém houve contratempo aconteceu a queda do 
Ministro Alceny e posteriormente a cassação do Presidente 
Fernando Collor, mas o Hospital enfim foi concluído e hoje 
Jemos a prova disso, o nosso Hospital é uma realidade e é 
um dos maiores da região do Sudoeste, isso graças ao nosso 
esforço e luta. 
Lutei. tanto para que concretizasse o nosso sonho e 
não seria eu a quer::r destruir esse sonho, que nãc é somente 
meu, mas de toda a nossa população. Já que cu lutei tanto 
para conseguir o Hospital e não seria agora que estamos 
usufruindo que eu deixaria de colaborar, não deixaria de 
pagar, se assim fosse necessário, pelos serviços, que a mim 
fossem prestados, ao invés de deslocar-me até Bela Vista e 
gastar R$ 120,00 (cento e vinte reais), mais a corrida do 
táxi e despesas na farmácia, bem que essa verba poderia 
ficar em nossa cidade, em nosso Hospital. 
Em Bela Vista fui prontamente atendido pelo Dr. 
Geraldo Murano onde levei 6 pontos. Sou uma pessoa 
simples respeito todos os meus semelhantes, mas cm 
momento algum cu usei a imprensa para atacar as pessoas 
ou até mesmo para ofendê-las moralmente. Agora o que 
estão fazendo para me ofender moralmente, nãc saber da 
luta, do sacrificio que a gente faz para conseguir as coisas. 
Gostaria que os meus adversários lembrassem também 
dos beneficias que à esta cidade eu já trouxe, tais como o 
Banco Bamerindus, do Hospital. da Implantação da Estrada 
do Barreiro Preto, do término da Delegacia de Polícia, de 
ter conseguido por várias vezes o patrolamento das estradas 
vicinais pelo DERSUL. Sou uma pessoa com um firme ideal 
de servir a comunidade caracolense, mas disso eles não 
lembram, é como os covardes que só atacam pelas costas, 
tentando denegrir a imagem de pessoas que só buscam o ,..,........~ 
conforto e o bem estar desta comunidade. 
Criticar os outros é fácil, muito fácil. principalmente 
quando se investem de envergaduras excusas, o mais dificil 
é fazer um elogio àquelas pessoas que buscam beneficios e 
benfeitorias aos seus semelhantes. 
ão estou aqui para criticar ou falar mal de quem quer 
que seja, mas sim para esclarecer determinados fatos que 
procuraram para denegrir minha imagem, moralmente", 
finalizou o Vereador Evaldo de Moura. 
Abaixo oficio endereçado ao então Ministro Alceny 
Guerra, de Saúde. 
PS: Em Tempo O Vereador Evaldo de Moura Pereira 
procurou logo a seguir a Presidente do Hospital Irmã 
Esperança para acertar o que era necessário, mais 
precisamente na segunda -feira (05/02) e a mesma se 
encontrava viajando para Campo Grande. O mesmo chegou 
e; ver o preço do yidro que custa RS 12,00 (doe rea:) o 
metro quadrado. 
ot:cio Nº 017/91/CM/EMP 
Emo. Ministro 
Caracol/MS., 17/05/1991 
Tendo em vista as condições geográficas do Município, no qual exerço 
um mandato eletivo, percebo a real e urgente necessidade da construç· d 
h 
· 1 	ao e 
um icspital para atender aos casos de maior urgência e relativa simplicida 
t 
. . . 	1 a e 
ais :no pequenas cirurgias, visto que para se fazer um parto é nec • • 
• • • d 60 	essano 
viaja nais te km em estrada de chão até a cidade vizinha de Bel; ist 
Tlfi
._f 	a,sa 
a so 1c1taçao az-se necessário pois contamos apenas com u p • 
d I d
. . 	m osto 
e a en ,menta gerenciado pela Fundação SESP e o médico de • d 
. . 	• srgna o para 
tal fi não permanece durante os feriados e finais de seman, e com fi 
la
- 	. 	orcaa 
pope içao carente que é de aproximadamente 3.000 pessoas? 
Conto com o seu pronto atendimento e compreensão da ·ti -= 
. 	ex ensao do 
prob'ema social causada por uma situação desse nível A guare! 
·-· d Mi+:.A:. 	2um retomo 
e um posição lesse linistério frent, a essa situação pa . ' 
;·=. do .. 	, ira comunicar a 
pau'ação lo meu Municipio que aguarda ansiosa por uma 1 - 
problema que tanto ns afig2e não pdemos saluei4. ""R@o deste 
G 
.. . 	•· o sozin os 
rato desde já por dispensar vossa atenção. 
EVALDO DE IOURA PEREIRA V 
• 'ereador 
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üiIib sEiiiiLMitiféãsjü#@iuíi$ TiünÃ FiüüréIRÁ. CõRÍÉIJÃRDIÉISE. ÍãIBüÍiÃ üTiNüEÃS2É_@RAL DE BONITO 
Romance: Uma biografia inventada A História 
das 
[m 1976, 0 antropólogo Dary R ro lançava seu primeiro romance: Malra. 
a história do Índio Isaías, tirado de sua ribo por missionários e levado para Roma 
para tornar-so sacerdote. Nascido paratet um guerreiro, ele rompe com a Igreja e 
volta para a tribo em busca do sua idu'lidado, mas ddsfobre-so um estranho numa 
cultura ameaçada pelo avanço da soitdade branca. . 
Vinte anos depois, Maira gata uma edição comemorativa, ·,om projeto 
gr,fico da dosigncr Regina Ferraz o is,lustrações originais do artista plástico Poty 
Larnrotto. Essa nova edição, de 426plginas, inclui uma fortuna critica, com textos 
do Antonio andido, Alfredo Bosi, Mucir Werneck de Castro J. Maia Neto, Antonio 
Houaiss, Carmen Junqueira, luzia d« Mana, Maria Luiza Ramos, Haydée Ribeiro 
Coelho e Ellen Spielmann, e uma irnduc ão escrita especialmente por Darcy, na 
qual ele relata como Maira foi elato ado. inicialmente numa )ensão no Uruguai, 
onde viveu seu primeiro exílio, e demo s, sucessivamente, numa )risão no Brasil. em 
69, na Fortaleza do Santa Cruz e 'italmente em lima, no Peru, dJrante um novo 
oxllio. 
Darcy Ribeiro analisa sua obra e discute a identidad ~ indíg~na 
na comemoração dos vinte anos de lançamento le "Naira" 
torça, outros que mandavam âguas e flores. Atê alguns tribos de ln~s limam 
cerimônias para me dar força para vive'.. Eu não digo que isso me salvtv, mas todo ln 
esse amor ajudou. A manter meu esirito levantado, a eforçar minha 'é em viver, 
meu desejo de viver. Esse mundo vasto é muito comple o, Deus se t,1nfunde com a/ 
própria natureza. O que eu gostaria mesmo era de ser Jus, quer, sabe um santo 
pelo menos um milrtrr, mas, nao sendo possível, fico e ·misso. 
- Em Maira os .zonagens são os indios m iruns, nas seus hábitos; 
rituais o crenças são uma coletânea da cultura in ligerw não? 
. Eu dei uma de Homero. A Ili ada é uma cone 1te1CJ';ãO da mitologia pré­ 
helênica. O helenismo surge com Ulisses. Eu faço algo stmelhante. Na seyunda 
pane de Malra cu dou uma cosmogonia que não /J de •dnhuma tribo indígena em 
especial, é de todos os povos tupis. ~ essa cosmogonia essa visão do mundo, que 
eu confronto com a visão judaico cristã. Duas crianças otrem no primeiro capitulo, 
essas duas crianças são Maíra e Micura, os dois deus s mairuns, que nascem de 
novo, desta vez mortos. 
. Ma Iro termina com os brancos ocupando a Amazônia e pondo os 
Antropólogo, professor, crialor das universidades de Brasl,1a e do Norte lndios em perigo. Hoje, em 1995, qual seria a situ ção dessa tribo7 
Fluminense, polltico {é senador da República pelo PDT) e autor de :eis estudos do • Na verdade os lndios voltaram a aumentar de 1úmero. Eles chegaram ao 
antropologia da civilização, quat romances /trs deles publicados yea Record) e nlvel mais baixo, de 100 mil individuas, mas hoje a popu ição já chega perto de 300 
oito trabalhos sobre educação, etr outros textos, Darcy Ribeiro, de i2 anos, fala mil e está aumentando. Isso porque eles ganharam resisti'? eia contra as enfermidades 
nesta entrevista de seus romanzes, de morte e religião a analisa a siwação dos a porque a proteção oficial, apesar de ainda muito precá a, lhes garante a possa da 
tndios biasilciros. ; 	terra e uma certa tranquilidade. D inimigo é o vizinho imediato, que acha que a 
- Em 1976 o senhor j tinha publicado sete estudos sobre etnologia. fronteira pode se expandi ara cima do indiss e que p 1sa que criança indígena 
história e entropologla e trl.1 livros sobro educação. Por que partir pr.ra a um bichinho que ele pus pegar para criar. É a mentalid da bruta brasileira. Com o 
ficção? 	passar dos séculs, os lndios se tornaram cada vez ma ,s índios como figura, mas 
. Mais que dos estudos e gosto muito dos romances, porque acho qll'! •lu agora estão começando a recuperar também isso, como s índios norte-americanos, 
mo revelam mais intimamente 110 qualquer outra coisa. D romance é uma biograha que estão voltando a deixar crescer os cabelos, a pinta o rosto. Porque assumem 
inventada. Meu primeiro mmpus em direção ao romance foi aos 20 anos, quandt um certo orgulho de si mesmos. É preciso ainda lem rar que nenhum índio foi 
escrevi A lapa grande, que hl zmente não foi publicado porque é horroroso. E a catequizado. Hã tribos como a Baroro, que há 150 1os os salesianos tentam 
história da um cego que repetnamente ganha a visão durante um encontro com a tatequizar e não conseguem. 
mãe, que só conhecia pelo tau. Ele chega a vê-la a a acha muito feia. t,1as o verdadeiro • Mas os índios não estão cada vez mais incorporados à cultura 
pai dos meus romances foi meu primeiro câncer, porque naquele momento eu me branca? 
aproximei da morte. Em 94 oos casos o câncer do pulmão é mortal,e quando voce • No meu livro Os lndios e a civilização eu mosro que a assimilação pela 
convve com a possubida0e 0a morte adquire uma vsao mais 1senta 0a va. Perde cultura branca nunca aconteceu. U grupo tndtgena pode desaparecer e as mulheres 
pudores, reúne mais paixão e coragem de dizer o que pensa. Vote tira a milscara. emprenhadas podem gerar mamelucos, mas ainda assim os lndios tiveram essa 
Foi assim que eu escrevi Mafra, cujo tema é a morte de deus. O deus que fez os coisa heróica da resistir por 500 anos a essa guerra de armas de fogo, guerra de 
indios está ameaçado de morte, porque se os lndios desaparecerem ele também enfermidade, de escravização, de catequese e principalmente à proteção oficial. 
desaparece. Esse meu deus é confuso e se pergunta: • Sou um deus mortal?" Eu Agora os índios confiam mais em si e as tribos são comandadas por Hderes indlgenas, 
estabeleço um diálogo entre a concepção judaico-cristã do mundo a a concepção por caciques. Hã uma tribo no Pará que explora um :astanhal mui'.o grande, que se. 
indlgena. Entre a concepção do mundo como pecado, virtude e negação de si mesmo, garante o sustento do seu povo. A Companhia Vale do Aio Doce precisJva atravessar Com esse intuito, costumavam-se queimar cordas de linho 
e a concepção do mundo de um deu bom, que deu boca para comer, ouvido para suas terras com uma ferrovia para transporte de minério e os índios cobraram da com nós, a intervalos regulares ou velas marcadas com argolas 
ouvir, olhos para ver as belezas e deu também a pica para aproveitar os efeitos empresa US$ 1 milhão, dinheiro que hoje lhes rende uma boa grana no banCJ. O de ferro, ou ainda óleo colocado em candeias onde se podia medir 
amorosos. O deus bom que colocou os homens na terra para serem fel.es. Eu ento indio quando toma conta de si mesmo é muito melhor tque o funcionário do gove no, 
mostrar o gozo, a glória de ser lndio, e ao mesmo tempo a dor de ser indio, amaçado que se comporta como se fosse um fazendeiro e trat os indios :omo gado. 
0 
consumo do combustível empregado. Foi por essa época que se 
pela civilização que avança e o sufoca. 	• o que defino um índio, então? 	descobriu, no Egito, a ampulheta que era um instrumento 
• Morte e religião também são a base do segundo romance. • Os índios vão existir daqui a mil anos, mas d3 forma como o judeu existi•. constituído por dois vasos cônicos de vidro que se comunicavam 
0 mula é um romance testemunhal, como Maira, mas composto das Os judeus não têm nenhuma consistência que não a psicológica, a moral. E sã) • 
nos vertices por uni pequeno orifício e que era usuo para Se 
recordações da brutalidade da minha gente paterna: donos de terra, senho es de judeus em cada lugar. Assim como os ciganos. Eu me nivoltei qu,ndo voltei do exílio 
escravos, contrabandistas de ouro e diamantes, uma gente bruta, dura, ganhadora e enfrentei o (presidente da República Ernesto Geisel), que tinha resolvido fazei um medir O tempo mediante a passagem de certa quantidade de areia 
de dinheiro. É o anti-romance social. Em vez de mostrar os pobres como r~voltosos, decreto-lei determinando a emancipação dos indios. E um filho da puta. A idéi I era: finíssima, do vaso superior para o inferior e vice-versa. 
eu entro no corpo do patrão, mostrando a mentalidade de um senhor de teras com sou fílho de pai e mãe alemães, até os doze anos só falei alemão e sou ão bm Substituindo-se a areia pela água, inventou-se depois a 
a capacidade de tirar das pessoas tudo o que elas têm. É a longa confissão de um brasileiro que sou presidente. E esses filhos da puta lesses indos não querem ser 
velho que espera a morte escrevendo a um padre que não conhece. 0nulo é uma brasileiros? Têm que ser, ou seja, o imbecil não percebia que essa gente estil aqui tlépsidra ou relógio de água que veio a ser O verdadeiro precursor 
teologia selvagem, com um personagem que diz: "Oeus é consciente. ~abia que eu hã dez mil anos e tem uma profunda noção de si mesma, uma identidade que carrega ls relógios modernos. Essa descoberta deu-se na China, onde num 
iria matar alguém. E eu não sou capaz de matar ninguém, matei porqueí,eus mandou. mesmo quando tem que usar roupa, quando tem que ir a igreja rezar. Eles r ontinuam antiquíssimo relógio, a água gotejava de um vaso para outro, quando 
Assim, nós, assassinos divinos, merecemos um pasto bom no paral1J'". com uma auto-identificação étnica, própria. 	• 
um flutuador de cortiça se elevava com a água, ,·ndr·cando o tempo 
• No romance seguinte o senhor volta aos lndios. 	• Certas mudanças de comportamento, como usar rupas, nêo afetam 
. Utopia Selvagem é visto mais como uma brincadeira. É, história de um a identidade? 	decorido. Mas foi na Grécia que surgiu uma clépsidra mais aperfeiçoada 
sargento do Exército que um dia cai na terceira margem, no mundo das amazonas. • Sempre afeta wr pouco, mas eu conheci, por exemplo, indios negros. Um ain'a, na qual o nível da água ao elevar-se, fazia girar uma pequana 
É agarrado por elas e no inicio acha muito bom. porque a cada dia trazem uma negro foi l e fez filhos indios negros. E não há diferença entre es:a: crianças e as Ih • d' h E 
i 	i 	V 	agul a q1e ind:ava as 1oras. :ssa agulha veio a ser a precursora dos 
amazona bonita para trepar. Depois começa a se perguntar onde estão os homens e outras, os lndios não os veem como diferentes. Hã a história de um funcionário do 
deixa de achar graça ao descobrir que eles são devorados.. lsst lido em meio a uma Serviço de Proteção ao lndio que ernprenhou uma índia, criando uma situação terrível. atuais pioneiros de nossos modernos relógios. 
guerra permanente das forças armadas brasileiras com as d, Guiana, na qual as Ela estava casada com um lndio qc: disse que não cumpra t mês de resgardo Durante a Idade Média os aperfeicoamentos continuaram 
cidades são conquistadas e depois devolvidas, apenas para matr o jogo de quera. ritual depois do parto porque o fílho não era seu. E, não o fazendo, ~,riança morrêri~. ate_· que no ano de 1364 o alemão Henrik Von Vick, ur ordenT do 
Ou seja, para os militares não nos encherem o saco com ditaduras, eu os coloquei li jil que o pai branco também não seguiria o ritual. Mas na última h11a, com medo da d F 	r- 
b
. A li ld 1· • Gr b A h fíl 	rei ª. _ra_ nça Cc.rlos V, fez o prime·1ro reto·g,·o movido 
para nncar. cena ma o vro, que eu escrevi para o au 1r oc a I mar, traz mane da criança, o lndio cumpriu o resguardo e salvou a crianl,], uma JTV!nina 
meus lndios levantando sua ilha para ver o que se passa. Els acabam atacados lourinha, linda, que é muito diferente, uma estranha n aquele mmoente, mas que exclusivamente pela ação de um peso. Este dispositivo fazia descer 
com canhões e respondem atirando punhados de bosta Utopia Se vagem foi publicado tala a llngua da tribo e é aceita como membro. Assim,, a ide'id 1d daquele índio é um hloco de 200 quil'ls, suspenso por uma corda enrolada em um 
em alemão, e os alemães não são mole. Eles fizeram 60 notas de pé ,de pilgina, de caril ter mental. psicológica, não é algo que se exiba ' tambr giratório, impulsionando uma série de roda dentadas 
descobriram que o livro é eruditíssimo, um esforço de recuperção da identidade • Os-lndios estão numa situação melhor q1ue !tá 20 unas! 
atino-americana. Existem até teses sobre isso. Aqui as pessoa1 1 encaram como . Em Maira eu descrevo a fronteira da civiíLZaiçio, us btancus ocupando as ta pazes de movimentar O ponteiro das horas. 
uma brincadeira do Darcy. Brincadeira maior é Migo. o último romancé, que co~ta a terras, os padres que levam para Roma um menino qJe, au voltar, não ·tem mais np,----:.------;---::=---..:.::_:.._ ., 
hist'ia de G. A infância de G é basicamente a minha infância, r à ci:lade, onde uma identidade. Em cada tribo voce encontra essa tensio, mas hoje a população o~'"'~ Ab rtas 
nasci, enquanto a juventude e a vida adulta são o que a minha via teria sido de se urbana inteira apóia francamente que os indios tenham erra e a liberdade de serem , , , 1 1.(1-3 e , e e e 
eu não deixasse_ Minas Gerais aos vinte e p,ucos anos. Eu como um 11telectudl lndios. Hã ainda um outro dado imnortante: as catai!esticas da nova civilização 
provinciano. 	ocidental que está nascendo. Uma é a capacidade dl I Hrar mac10etnias. Há 20 p· · 
• Malra é um livro religioso. 0 unhar já foi. E agora, qual sua relação anos era impossível ver a comunidade Econõmica Euto~~ia como 'uma'nação, unindo •• ! ·.·a· ra· I . o Desperta 
com a religião? 	Inglaterra, França, Alemanha e Itália. O Nafta dá a tida para uma nação EUA. 1 
1 
• Eu era ateu, agora sou á-toa. Hí a história célebre ds quando eu organizei Canadá• México, enquanto São Paulo vai ser a capital de uma nação latino-americana 
um concurso de punheta durante três dias em Montes Claros. Eu achava que isso daqui a 20 anos. 
era a conquista do senso critico, da razão. Era minha ruptura, a conquista do meu Outra característica é que os Estados perderan a capacidade de oprimir as • ' ~N~ BANCA DO JÚNIOR) • 
ateísmo. S6 muito depois percebi que apenas eu rejeitava a' familia Silveira, d, minorias. Na Espanha, os bascos nunca tiveram tanta herdade, tantas regalas, e Do Jornalista e Escritor Ivaldo Pereira 
minha mãe, que tinha muito padre, freira, muita religião, uma gente muito pia.Então nunca foram tão í~naticamente bascos. No caso da lugolvia, o pais se esfacela Pedidos pelos R (O67) 439- 
fiz aquilo e provoquei um escândals 1a cidade. Num dia de 1940 eu disse a Héío enquanto se reforçam as nacionalidades. 0 mesmo aartepçe cm os indios no 	9' ti 
Pellegnno: Voe! é religioso e eu entendo, mas deveriam inventar uma religão Canadá, nos Estados Unidos, no Brasil, que encontram um espaço de afirmação que 1419 e 39- 1ses ou Avenida 
nacional":Héfio disse: "Deixe de rer besta, Darcy, o Comte já fez isso, é o positivismo nunca tiveram. No Brasil, que encontram um espaço de afuma;ão qvenunca teran. lT jg 
etemiei ns Ris".Assim. evun ao Rio ela vieira vez. is par ver cova«asna No Brast a ameara sis os sarmweiras. que sis us obre» coitados, e sn, ll!Uh2a (la Fromeira, 56l] 
mas par! conhecer o ~os11tvw.10. Hoie eu acho que é uma pll!lensão Juvenil ,faze,  ofe'.etl!r à Amazõn!a o mercúrio. Assim.ª· alternativa de deixar a Amazónia com os • . ·B~A VISTA . MS 
afirmações peremptórias nessa área. Quando estava com esse ültimno câncer, uma' Índios é a melhor. A melhor defesa é o apoio da opinião pública nacional e 
quantidade enorme de gent teu por mim. Gente de mãos dadas para me dar internacional. 	"[boa leitura ·:. 	, 
, 	" .. , .. e Tlf/Uece o conhecimento e a alma 
ALEXANDRE MARTINS 
.. 
Arassuay Gomes de Castro 
No começo eia humanidacl~ a idéia de tempo era muito 
relativà. Os nossos ancestrais surpreendiam-se com a marcha 
aparente do sol e se apavoravam cnm a escuridão que se seguia 
após o seu desapar2cimento no horizcnte. Custar amn a entender 
que as fases da Lua lhes davam urra tênue noção do tempo 
decorrido entre a claridade e as treva A primeira observação 
que lhes chamou a atenção foi a de que as sombras projetadas 
pelos objetos mudavam de comprimente no decorrer do dia, 
surgindo daí a criação de um rudimentar relógio de sol, cujos 
antigos modelos eram feitos de lascas de pedras colocadas em pé 
e em torno de um poste de madeira, marcando as posições de sua 
sombra, à medida que sol avançava no zodíaco, determinando 
assim as manhãs e as tardes. Era o primeiro passo ado em direção 
à medida do tempo. 
Mas, foi por valia do ano 330 antes de Cristo que um povo 
oriental• os caldeus· aperfeiçoou aquele velho dispostvo, dando­ 
lhe a forma de uma bacia, onde a sombra projetau: ~Jlo sol em 
certo momento desaparecia, marcando então a metade do dia· 
12 horas. Mas, para se medir o tempo durante a noite ou nos dias 
sem sol. houve a necessidade de se criar outros tipos de relógios. 
como os de fogo, nos quais se podia calcular o tempo em função 
da demora em que determindada substância levava para consumir- 
a 
li 
sce 
de. 
5! 
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Aniversário 
-Cor-mor ou mals um aniverárfo no 
d tn O l /02, a Sr! ' 1 tn lIna Bendr. Pa­ 
r,ibén:, ! 11 ! 1111 ! 
Já no dia 
lia,. 
em 
ho 
tas 
dir 
9se 
rnento 
·arn 
se 
reia 
03 pp,, a jovrm M:dalon Puchcta , 
+stve festejando mais um aninho.Fel1 
d1d MADA, e muitos anos de vidn 11 
Ncr.Aes últimoll meses, Caracol vive 
dr nulta escuridão nos ruos. As 1ãmpa 
das das ruas estão quase todas que1ma 
das c ninguém torna nenhuma providên - 
c!n. Iluminoçiio ern frente os nossos 
rcsidênc ios não ternos, mos no fino 1 - 
do mês o conto vem. 1 !Ou scr.i que nós 
não pagamos a taxa do Iluminação pi­ 
blic,, qur ;. urn ob1rnrdC"1 de corn'7???? 
pois ? 
(sol 
u 
ido 
'.fllPº 
'eiçoada 
0ai 
4 dOS 
RACOL 
SOCIEDADE 
Salão NOVO Visual 
Informo que est.i fazendo depila­ 
cio. Agora voce não preciso ma is sair 
forn do cidade. Visite o Salão Novo - 
Visual do ANA KÁTIA, e, confim o que 
h.i de melhor 11 1 1 ! 1 1 11 ' 
ara" 
d 
vi d O 
e' 
u 
adi 
,, 
AlôENERSUL 
Esperto de 
Verdade 
Ab.astecimento, Lavagem, Lubriíic~ç-o, T10ca de Õlco e Poliment 
E para melhor ateadê-los temos também gelo e gás 
~o nosso amigo DANIEL PALOMARES , 
que após o abertura do Hospital, ime­ 
dfatomente procurou comprar um terre­ 
no nas proximidades do mesmo , poro 
construir o suo formócio e, sobe que 
conseguiu. A mais novo Farmácia Doni­ 
formo, será bem no frente do Hosp_! 
tal. Boa Sorte Goro tão 1 ! ! ! 
Clube 
Santa Rosa 
1 ,. 
""1/ 
Está chegando novo visual, cst.i 
sendo murado e se prepora poro o gro_!:. 
de carnaval 96. Agora quem quiser as­ 
sistir o carnaval e os bailes de f! 
n;il de scroono, é só pagar e cntror,de 
fora não encherga mo is rod.:l. Avisado. ! ! 
DESFILE 
Realizou-se no Clube Cowboy, neste 
final de semana, Garoto e Garoto Vg 
r3o 96. Onde v.irios pessoas estiveram 
Hcstigiando mais esse evento. 
Aos organizadores e participantes, 
~pesar de n:io ter sido um sucesso cs­ 
Prado, os nossos logios.!!!!!!!!! 
Destaque 
da Semana 
Conserto de ponte 
A Prefeitura Municipal de Corncol, 
determinou à Secretario de Obras a f2 
zer conserto do ponte, locolizodo nas 
proximidadC'n da Fazenda Olho D' água - 
região que ligo oo Akgre-y. A mesma 
tinha qurbrodo e já está consertado.! 
Desejarnos 
bom ·retorno 
Ao Sr. Manoel Rodrigues dofi San­ 
tos (MANECO), Posto Porteiro, que a­ 
pós alguns dios no Copitol, trotando 
de suo soúde, está de volto. 
E que Deus lhe dê muito soúdc,paro 
que posso se recuperar o mais rápido 
possível. 
Rede Globo 
ESPORTE 
1ª TACA 
• 
BAMBU 
LANCHES/96 
Neste domingo dia 04 pp .• aconte - 
ceu mais um animado jogo. Desta vez 
foi no Bocuri. Isto mesmo lá no C.irnp_! 
nho do Bocuri, se realizou o Primeiro 
Jogo do 1~ Toço B.irnbu Lanches 96. O 
jogo foi o dia todo, e mais de 08 e­ 
quipes aqui do cidade estiveram par­ 
ticipando desse torneio. 
E desta vez quem saiu campeão, foi 
o time do Lanchonete Bambu-Lanches. 
O organizador dessa alegria todo,é 
o proprietário 'do Lanchonete Bambu - 
Lanches e dinâmico jovem S€RGIO SER~ 
NA.!!!! 
Agora você já pode pescar no Nabilcque e região sern se preocupar cm trnnsportar 
combustível. Para melhor atendê-los o Auto Posto Pantanciro também te atendo no 
fJabileque . AMBOS COM 24 HORAS JlE ATENDIMENTO 
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.· ,1 
2. 1 7L1.3 
'--7 - '...:..- ...,_..._ }..., :..-- 
- Artiaos importados 
em geral, e/etrônlcos 
bebidas, motores de 
popa, éaça e pesca. 
CUME RCIAL 
LL_.Se 
Vivo a transmissão do Rede Globo , 
que novamente entrou no ar, pelo me­ 
nos por enquanto j.Í podemos assistir 
os notici.irios do nosso Estado. Ha! - 
15 ta rc csucccndo, a Rede Bandeira '. <" =--e "	""- --d 
tes tomou doril, desapareceu ... Cul - 
pci e achei que é ondoço, arrumaram - 
urna e sumiu o outro. UFA .... !!!! 
Vai poro o gatinha VAL€RIA LOPES , 
~lo que foi uma dos Garotos partici - 
nos do Desfile Garota o Garoto Vg 
r 96. Parabéns VALÉRIA, apesar de 
oce não conquistar o título, voce ar 
asou nas passarelas caracolensc.!!!! 
Nossos v9tos 
De muito sucesso, no simpático ~u­ 
'co André Nris, que em breve esta­ 
tn gravando seu primeiro disco cm As­ 
une1on/Paraguai. 
A!) Néris e ao seu lindo casal de 
fllhos que compõem O conjunto, os nos 
tos votos de muitos o muitos sucessos 
e ciuc seu disco bota recorde de vendas. 
CARNAVAL 
DE RUA/96 
A Lanchonete Ski lanches, convido 
o população cm geral poro o Primeiro 
Carnaval de Rua que estara acontecendo 
no Avenida Brasil nos dias 16 à 20.Sc 
rno cinco noites de muito onim:ição e 
voce não pode deixar de prestigiar.!! 
Com início às 21:00 horas. 
HUMOR 
MATEMJ'TICA 
O professor de rnotcmático explico: 
- Prestem atenção, crianças. Não - 
se pode subtrair coisos que não sejam 
do mesmo gênero. Por exemplo: só se-· 
. tiram duas rnoçãs de três maçãs; três 
laranjas de cinco laranjas. 
Dudu, o garoto mais esperto doso­ 
lo, levanta o braço e mondo ver: 
- Então, o senhor pode me explicar 
como é que minha mão conseguiu tirar 
dois litros de leite de uma vaca. 
,tu%. 
"O ESTILO DE VEST_IR BEM" "TUDO PARA O ENXOVAL DE SEU BEBÊ" 
' Liszthe Duarte 
Rua Conde de Porto Alegre, 350 
BELA VIST A/MS 
Brinquedos para crianças de O à 14 anos 
Rua Duque de Caxias, 279 
BELA VISTA/MS 
SAÍDA 
- O Delegado! O ladr3o acabo de fu 
gir do cidade! 
- tús como? Eu mondei vigiar todas 
as saídas. Sim senhor, mas clc fu 
iu pela entrada... 
BFLA VISTA À CAMPO GRANDE: 05:30 - , 15:00 - 23:30 HORAS 	- 
BLA VISTA À CAMPO GRANDE COM BALDEAÇÃO EM JARDIM: 09:00 HORA.S 
(este honirio niio corre aos DOMINGOS e :FERIADOS) 
BELA ISTA À JARDIM: 05:30 - 09:00 - 15:00 - 23:00 HORAS 
BELA VISTA À CORUMBÁ. passando por Jardim, Guia Lopes. Bonito, Bodoquena e 
Miranda: 09:00 HORAS- (Não corre os DOMINGOS e FERIADOS) 
BELA VISTA A PONTA PORA. passando por Antonio Jo:'io: OG:00 e 16:00 HOR.S 
BELA VISTA ' DOURADOS, com baldeação cm Antonio Joio: 06:00 (não corre 
DOl'.:"...NGOS e FERIADOS) 	aos 
,. 
1

JOIA8AI. TUNA DA FRONTEIRA- BISEMANÁRIO 
O HOMEM DO 
15 DE EE VEREIKO DE 1926 PA GINA - 6 
Morreu o 
Patriarca 
Família Possari 
da 
Eu o vi poucas vezes, nas poucas 
vezes que o vi, na sede da Viação Cruzeiro 
do Sul, deu me a imprer,são de observar 
os campos floridos na primavera, que nos 
propokionam p,az, sonhos e indicam a 
mão de Deus. Aprendi com o poeta que só 
a mão de Deus pode pintar os quadros 
mágicos da natureza. 
Assim' me pareceu o "seo" Ar:stides 
Possari, pai de Oswaldo Possari, um dos 
reus maiores incentivado res na 
caminhada de escritor. 
Firme como a rocha, duro mas 
sensível, um homem de lutas, pioneiro, 
gravou na consciência dos filhos a certeza 
de que a vida só vale a pena ser vivida 
quandp se faz algo pela vida em yida 
(lembrando palavras de Adolfo Bloch. 
.-Cpnversei pouco com ele, ficou a doce 
lembrança de um exemplo, de um homem 
que dedicou a sua vida ao trabalho E não 
r'ne perdôo por isto,, por não haver 
conversado mais com a "seo" Aristides. 
Tenho a impressão de que ele poderia 
me contar muitas histórias... muitas 
histórias. 
Fica a minha saudade, minha 
homenagem à família, o "seo" Aristides, 
pioneiro na implantaçao de linhas de 
ónibus, resolveu partir numa grande 
viagem, ele é o passageiro, o motorista é 
Deus, o destino é a mansão da luz. 
(IP) 
CACHIMBO 
1 ·■
RUÃ LOMAS VALENTINAS - 367 
038-221 - BELLA. VISTA/PARAGUAI 1 
t 
t 
ralhares e crianças 
(WHÃALDREN 
' _ LEE COOPER) 
Representante: 
O Seu escritório, antes da "revolução" implantada pelas 
filhas, se resumia numa escrivaninha, uma cadeira. uma estante 
de livros, dois sofás e uma velha geladeira portfitil. Simples como 
ele. 
Depois, as filhas, inconformadas com a sala, os móveis, 
numa de suas viagens pelo exterior, implantaram a "revolução". 
No inicio ele não gostou, "prá que isto?", mas se submeteu 
aos caprichos das reninas. 
Escritório novo, móveis modernos, sala de espera, mas o 
homem continua o mesmo, simples. educado, atencioso com 
todos que o procuram. 
Estamos falando do empresário e produtor rural Osvaldo 
Possari, filho do "seo" Aristides e D. Palmira 
Nasceu em Araçatuba/SP, paulista dos bons, 
erpreendedor, empresário de múltiplas atividades. Casado com 
a D, Oscli. pai de Osvaldo César, Rose Cristina, Regina Andréa, 
Rer.arn Paula e Rodrigo. 
l:;rítico feroz dos que especulam em detrimento da 
produç.m,, coração imenso, apesar da aparente frieza, dedicado à 
familia i: 'los amigos. É um daqueles que amizade vale até a 
morte, mômo depois da passagem; fica a saudade e as 
lembranças. 
Uma figuacão esse Osvaldo Possari 
Não é fácii conhecê-lo, tem o costume de não se abrir 
r,1as deixa a todo instante reflexos de sua personalidade. 
Com os fill.os é um pai rigoroso, não admite falhas, adepto, 
corno ningi,ém. da empresa familiar, talvez herança do "seo" 
Aristides, mms. na verdade, não quer que os filhos sofram, 
prepa"rou o c:uninho e indicou-lhes a direção. 
Empresário preocupado com o social, antes mesmo do 
social ser moda entre os empresários, sua empresa (uma delas) 
a Viação Cruzeiro do ui, é como se fosse uma grande família. 
Atua na região udoeste e Fronteira do Estado, onde a 
maioria das rodovias não são asfaltadas, administra com rigor e 
controle, pois cada viagem é urna aventura. Ônibus novos, depois 
de alguns meses. se transformam em u:ata. os usuários sempre 
exigentes. 
Hoje estendeu suas atividades até o Paraguai, tem linhas 
de ônibus para Assunção, Conceição e uma linha turística 
de Jardim à São Paulo. 
A vida de Osvaldo é como um filme, algumas cenas 
marcam para sempre o espectador. Nós assistimos uma delas. 
Foi num dia frio, np mês de julho. chegamos na Cruzeiro 
do Sul, fomos recebidos pelo Odenir, Gerente de mil atividades 
(Odenir cria até cabritos de raça numa belíssima chácara nas 
imediações de Campo Grande), homem de confiança e amigo 
de todas as horas do Osvaldo. Fomos falar de uma publicidade 
na edição especial, de julho. aniversário de Bela Vista. Como 
sempre Odenir falou das dificuldades. da contenção de despesas, 
das ordens do chefe para conter os gastos. enfim, foi o Odenir de 
sempre. Ficamos ali conversando até que Osvaldo nos chamou. 
Entramos no escritório, sentado no sofá um senhor de idade, 
semblante sereno, rosto mareado pelo trabalho, logo pressentimos 
ser um homem de lutas. 
- Papai. este é o lvaldo, é jomali,ta lá na fronteira, meu 
amgo. 
- Muito prazer. Apertei as mãos e senti naquele aperto de 
mão a firmeza de caráter do seo" Aristides, pai de Osvaldo. 
Estava doente, recuperando-se em companhia do filho foi 
tocante a maneira como Osvaldo tratava o pai. ' 
aquela ocasião ficamos conhecendo o "outro lado" do 
empresário, o menino que cresceu, se fez homem, mas nunca 
deixou de ser menino perante o pai. 
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Bastava ele se mexer. parn O valdo perguntar, a todo 
instante. 
- Tudo bem. papai. precisa de algo? - Muito respeito e 
carinho. 
O homem do cachimbo se revelava ao jornalista. abria-se 
uma janela e eu olhava admirado. 
Hoje, Possari se dedica mais a SETE ESTRELA 
EMBRIÕES, menina dos olhos de suas empresas, com a mesma 
eficiência e visão do futuro. Mas a SETE ESTRELAS é outra 
história, talvez para outra crônicas, aí teremos que falar da Rose 
Possari filha do Osvaldo, dedicada exclusivamente a Sete 
Estrelas. Todos os Municípios da região Sudoeste e fronteira já 
receberam a visita de Osvaldo, sua colaboração. o seu interesse 
em criar novas alternativas para o desenvolvimento das cidades 
do "Corredor Sofrido". 
Dia 14 de Maio deste ano, quando con..:morou-s,: o 
aniversário de Jardim, Osvaldo enviou uma mensagem ao povo 
jardinense através do CORREIO JARDINENSE, vamos 
transcrevê-la, lendo-a conhecerão um pouco mais o homem, o 
seu lado místico. a sua maneira de pensar e de compreender fatos, 
pessoas e cidades. 
JARDINENSE: VALE A PENA 
A vida é um dom divino. 
ão estamos aqui por acaso, não somos folhas secas 
levadas pelo vento da incerteza. 
Para tvdo há um tempo e um propósito. 
Vale a pena viver. 
Quando se fala tanto cm crises, em violências, em 
guerras e re toluçõ~s, é preciso ter serenidade, paz e acreditar 
que o homem, criado à imagem de Deu , pode (e vai) se 
aperfeiçoar. 
Faz parte do Plano Maior. 
Vale a pena acreditar, pois acreditando, terás FÉ e 
viverás cm paz consigo mesmo. 
Vivemos cm comunidade, ninguém vive sozinho, e 
temos de crescer cm comunidade, quando isto acontece, 
criamos prosperidade para todos. 
Vale a peno desarmar espíritos, om:ir vontade e 
estender as mãos para todos. 
Era uma vez um lugarejo, um distrito, pequeno, 
entroncamento de uma região, que se tornou cidade, exemplo, 
polo, terra de oportunidade e do despertar. 
Falamos de Jardim. 
Vale a pena ser cio desta grande corrente, vale a pena 
morar, vver e trabalhar em Jardim. 
Jardinenses: Jardim não é melhor nem pior do que 
outras cidade, Jardim é apenas diferente. 
Aqui temos paulistas, mineiros gaúchos parauuaios, 
d . 	, . ' e 
noruestinos, italianos, portugueses, negros, brancos, 
amarelos, todos JARDINENSES. 
• Povo feliz com a vida, povo trabalhador hospitaleiro, 
com muita fé f 	' 
. e. no 'uturo, vale a pena, como vale a pena, estar 
hoje com vocês, deseja.ado-lhes um FELIZ ANIVERSÁRIO!: 
. MAS PORQUE O 
"HOMEM DO CACHIMBO?" 
Desculpe m • 	- 
• eu amigo, mas vou revelar um segredo, ta 
bem guardado talvez 	, - h ou 
, nem os seus próprios fil os 
colaboradores mais intimo o conheça. 
Eu só 
O descobri após muitas e muitas observações, 
pressenti naquela vez em que você me dava um remédio natura 
nem me lembro o nome, para "desentre as" (assilll 
que ·+ fala). 	:var as pem 
voce la). Na verdade, falta de exercícios mesmo. Ulll 
médico, amigo, disse que preciso andar, andar muito, nem se fo 
de bicicleta, vou fazer isto. 
Mas e o segredo? 
Osvaldo, ~uaodo recebe alguém em seu escntório, mesmo 
nas horas de maior pique, possui uma particularidade que indica 
si: a conversa será long b 	.,ar 
ª ou rve. Se está disposto a conve,,... 
ou se quer despachar logo o visitante. 
A-chave está r o cachimbo. 
4.""sempre n= gaveta. junto com o fumo. de preferi" 
bafo~e:; es_ticar na cadeira. tirar o cachimbo. acendê-1°·e~ 
1 
q~la. n:anera., pode ficar tranquilo, o paPo scf.l 
ongo, se o cachimbo pemm; 	+e 
não está :, unecer na gaveta, seja breve, o bo!ll . • 
para muita conversa 
Eaprendi. 
Tran: it d1 	aa) 
scnto (o. ro. "Nas Matas do Perdido) 
T7 
est 
77uit 
t~ 
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e 
te 
,o 
tar 
1 se 
É e 
' 
., 
, que 
Porto Murtinho - 
o Empresário Félix 
Alves, do PL, poderá 
ser candidato à, Prefeito 
de Porto Murtinho, 
atendendo a pedidos de 
amigos e 
simpatizantes. Nas 
pesquisas de opinião 
realizadas na cidade, o 
nome de Félix 
desponta, sempre,. 
entre os primeiros sem 
que o mesmo tenha 
lançado a sua 
candidatura ou mesmo 
intenção de candidatar­ 
se. 
A candidatura de 
Félix está surgindo 
naturalmente, "de baixo 
para cima", das bases 
às lideranças. O 
Empresário disse que 
está pensando 
seriamente no assunto, 
pois a pressão está 
muito grande, apesar 
de não concordar com 
o atual quadro, 
econômico e político, 
ele acredita na 
retomada do 
,leif'O• 
1ar 
~!! 
JORNAL. TRIUNA DA FRONTEIRA • BISEMANÁRIO _ __15 D E FEVEREIRO DE 1.96 PAGIA _ 
Félix Alves poderá * construção Estrela· 
ser candidato à Prefeito 
O Presidente o Tribuna! Regional 
do Trabalho de Mato Grosso do Sul, Juiz 
Abdalla Jallad, comunicou no último dia 
0/02, ao Deputado Estadual Hosne 
fsgaib que "acolhi com muita satisfação 
a proposta de denominar Fernando 
Saldanha o edifício-sede do TRT de 
Ponta Porã". O novo prédio da Justiça 
do Trabalho d Fronteira deverá ser 
augurado no começo do mês de março. 
Hosne Esgaib disse que a fronteira 
Ioda agradece ao Presidente do TRT pelo 
/nmigo d ppo[tio, porque ex- 
J0 
• 
o 
3€° 
ral 
si 
~ 
e 
crescimento, na 
perspectiva que 
Murtinho oferece aos 
investidores. 
Nada está 
definido, mas a 
verdade é que o 
murtinhense, a 
exemplo das demais 
cidades do Sudoeste 
e Fronteira quer 
mudanças. Félix 
Alves representa o 
segmento que quer 
mudanças profundas 
no Municipio, cabar 
com os vícios 
administrativos do 
passado e inciar um 
novo ciclo. 
T 
ho; 1ena eia e 
Fernandl 
e 
No tocante a 
coligações, L'niões, 
Félix Alves disse que 
"não sou candidato, ' 
mas não fugirei a 
desafios e 
chamamentos do 
povo de minha 
cidade, posso até 
aceitar, vamos dar 
tempo ao tempo e no 
momento oportuno 
darei a palavra final". 
Com ist fia 
patente que Félix 
Alves poderá ser 
can_didato à Prefeito 
de Porto Murtinho. 
Hose e 
er ta lo 
ah lanha 
Deputado e Promotor Fernando 
Saldanha, falecido em acidente 
automobilístico em pleno mandato, 
muito contribuiu para o desenvolvimento 
regional e para a geração de empregos 
em Ponta Porã e Municípios vizinhos. 
"O Dr. Abdlla Jallad é um homem 
de sensibilidade e ao decidir dar o nome 
de Saldanha ao prédio do TST, está 
fazendo justiça a muitos jovens que, 
como Fernando, cresceram e lutaram 
pela sua região, pelo povo mais 
humilde", assinalou Hosne Esgaib. 
r 
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AUA ANTONIO DIAS ADORNO, 93-TV MORENA /067) 741-5002 
CEP7905-030-CAMPO GRANDE -MATO GROSSO DO SUL -RASL 
A Secretaria de Fazenda da Prefeitura Municipal de Bela Vista/MS 
INFORMA o lançamento do IPTU 96. 
ATE ÇÃO Srs. Contribuintes! Desde segunda-feira, dia 15 de janeiro, 
0 
ca_rnes do Imposto Predial e Territorial Urbano já estão à disposição no setor d 
tributação no horário das 12 às 17 horas, de segunda à sexta-feira. 
O Vencimento do IPTU/96 ficou determinado nas seguintes datas: 
20/02/96: Cota única, pagamento à vista com 20% de descontos; 
20/02/96: 1 Parcela (para pagamento parcelado) 
20/03/96. 2 Parcela 
2O/04/96. 3 Parcela 
·=" 20/05/96: 4° Parcela 
++20/06/96: 5 Parcela 
O contribuinte que optar pelo paga :: :: 
ao desconto de 20% do valor do imposto que já vem impresso no carnê, 
Os contribuintes que optarem pelo pagamento parcelado, não terão direit 
ao desconto de 20%, mesmo que o pagamento das parcelas sejam quitada 
rigorosamente em dia. 
d O contribuinte que efetuar o pagamento após a data pré-estabelecida, ou seja 
a e vencimento, tera que arcar com os seguintes encargos: 
• Até 30 dias do vencimento, multa de 10% e juros de 1% ao mês. 
- Após o 31° dia do vencimento, multa de 20% e juros de l %. 
O imposto que você paga e beneficio que a sua cidade ganha. 
EDV ALDO PEREIRA DE CARVALHO· Secretário de Fazenda 
ABRAAO ARMOA ZACARIAS - Prefeito Municipal 
~' 
5 .. 
• 1 
1 
'. 1 
' 1 
r 
' 1 
Oração a Santa Clara 
Por intercessão da Santa Clara. Senhor Todo Poderoso me ab p • 
:. »lh :. ± 	+e. 	" reavençoe. 'roteja, volte para 
mim seus o os misericordiosos. Me de a paz e a tranquilidad d • • 
• d . 	- UI I a e, terrame sobre mim . 
copiosas graças, tepois desta vida me aceite no céu em companl • d. S CI suas 
Santos. 	ma te anta ara e todos os 
Fazer os pedidos a Santa Clara. um de negócio e dois •
1
m .· · R ' 
d• . 09 A M • 	• possn eis L"Zar dur~~1 . O 
1as, ves ania com uma vela acesa. Deixar quein nu tud N , +ante 
M 
. . • • I i luto no iono dia 
esmo sem fe seus pedidos scrJo atendidos. 
Publicar no Nono dia. Santa Clara confio cm Vós. 
A.P.

Realizou no d1a 9 pp.» 
no Crimlo Pedro Rufino , 
a Noite dos Raspas e Res 
to. Muftos jovens compd 
receram, 
Queremos 
Dar as Boan VIndas ao 
Pc.Willlan, Piroco de 
nossa cIdade que retor­ 
nou após alguns dias de 
dcncnnso, nliis, mereci­ 
dos! 
Todos na 
Expectativa, para o - 
início da nova Escola na 
city. Fazemos votos que 
seja aquilo que espera­ 
mos: Sucesso. 
Aniversariou 
No dia 11 pp., a Sra. 
HeIth M? Godoy Delva­ 
lles. Felicidades!! 
Nossos parabéns 
À jovem Bruna Pinhei­ 
ro Melo, que passou no - 
Vestibular para Engenha­ 
ria Civil na UFMS. 
carnaval/96 
No Grêmio sem 
reunião no dia 14.02,?6. 
Quarta feira, is 14:00 - 
horas, com a presença do 
Diretor de Distrito de - 
Ponta Porâ dn ENERSUL 
Sr.Pedro Battuca Pinto 
onde será discutldg as 
constantes oc!lações de 
energia elétrica em nos­ 
sa rego. Sua presença 
é fundamental. 
LOCAL: Portal Restauran. 
te e Pizzaria 
END: Av,Teodorq Sativa, 
lJJO. 
Associação Comercial - 
de Bela Vista. 
MULHER 
dúvida 
será sucesso. Esperamos 
que a Banda toque músi­ 
cas modernas e animadas 
para incentivar pessoas 
que vão ao Carnaval jus­ 
tamente porque em nossos 
últimos carnavais o re­ 
pertório das Bandas dei­ 
xam muito a desejar! 
Falando em 
Carnaval, principal 
mente no Grêmio, onde ã 
concentração de pessoas 
é muito grande, uma solu 
cão para os pequenos e 
vários tumultos que sem­ 
pre acontecem e aos que 
cheiram lança, abertamen 
te e otras cositas mis; 
seria trazer seguranças 
de fora, pois os nossos 
fã são conhecidos, ami­ 
gos de todos e dessa for 
ma há uma certa maleabili 
dade na hora de "brecar" 
PREVENIR 
ÉO 
MELHOR 
REMÉDIO 
certos abusos. 
Abusos esses, que ge­ 
ralmente são praticados 
por adultos que com essa 
atitude dão exemplo aos 
jovens e abrem preceden­ 
tes aos mesmos. Portanto, 
a Lei é para todos e de 
ve ser cumprida com ri: 
gor para o bem de todos! 
CONVITE 
Comunicamos ao (s) 
sr(s), que haverá uma 
cedinho ou no final da 
tarde, e não fique tris­ 
te se não conseguir aqug 
lc tom dourado tão boni­ 
to, As vantagens da pele 
clara sio inúmeras. En­ 
tre elas a de realçar 
com qualquer maquilagem 
e ocr mais sedosa e sua­ 
ve. Além do mais, se há 
poucos anos só se conse­ 
guiam bons filtros sola­ 
res importados, hoje há 
uma Infinidade deles pr 
duzidos aqui, e de boas 
Total marcas, como o 
Block FPS (fator de pro­ 
teção) 18 da Dermage, ou 
a Loção Fotoprotetora de 
Papa FPS 15,18 E 22 da - 
Dermatus, ou ainda a li­ 
nha Nivea Sun com FPS 6, 
8,15. 
A linha foto proteto­ 
ra não fica apenas na pe 
le. Parc os cabelos,prin 
cipalmente os tingidos ê 
descoloridos que costu­ 
mam queimar com a expos! 
cão ao sol, a linha Pro­ 
teline Solar tem produ­ 
tos específicos como os 
protetores em forma de - 
gel, o óleo vaterproof­ 
ou o spray fixador, alem 
da linha de tratamento - 
de xampus e condicionado 
res. Além disso, a Derma 
ge também lançou uma 1i­ 
nha especial de produtos 
para o corpo, cabelos 
que incluem batons com 
filtro solar. 
Amigo ou inimigo, o - 
sol pode ser as duas co! 
sas se não for devidamen 
te respeitado. Veja aqui. 
o que a moderna cosmeto­ 
log1a pode fazer por vo­ 
ce e por sua pele. 
Verão, sol, férias e 
aquele bronzeado perfei­ 
to, quem não quer? 0 pro 
blema é que poucas mulhe 
res pensam no quanto is- 
so pode custar. Quem ai 
da não acredita que o 
sol envelhece devia fa­ 
zer o teste sugerido pe­ 
la Dra. Eliane Brenner , 
da Dermatus. Compare a 
textura e a qualidade da 
pele de uma parte do cor 
po (pode ser o braço ou 
o colo, por exemplo) de 
uma pessoa com anos de - 
exposição ao sol, com ou­ 
tra parte não exposta(co 
mo os seios). A diferen­ 
a chega ser assustadora. 
Pele bonita apesar da 
idade? Muito protetor so 
lar nela. Principalmente 
as peles claras. E como 
nós vivemos num país de 
clima tropical e subtro­ 
pical, com o nosso verão 
não se brinca. 
• Há quem pense que tu­ 
do isso é exagero, afi­ 
nal, sol sempre foi sinô 
nimo de saüde. E contI­ 
nua sendo. Necessário e 
saudivel sobretudo para 
crianças em crescimento 
e mulheres após a meno­ 
pausa, para fortalecer - 
os ossos e evitar a os­ 
teoporose. Mas num horá­ 
rio razoivel. Praia, bem 
mais confortável para - 
co:npensar o desconforto 
de determinadas posi­ 
çÕer,. Vale tudo: tênis, 
sandálias baixas ou al­ 
tas, botas. 
* Compor os curtos com 
bolsas grandes. 
w Ter um tubo preto ou 
branco, cores básicas , 
no guarda-roupa. 
t * * * * * * * * * ** 
Saias e Vestidos curtos 
O QUE NÃO PODE 
+ Se as pernas não es­ 
tão bem torneadas, é me­ 
lhor optar por um vesti­ 
do um pouco acima do joe 
lho, que também está na 
moda. 
* Sentar com 
abertas. 
Sentar em cadeiras 
muito baixas; no chão 
as pernas 
nem pensar. 
* Dirigir carro e dar 
Benefícios 
assistenciais 
chegam à 1 mil e 
50 deficientes e 
carona. 
+ Subir e descer esca­ 
das de frente. 
Beber água em bebe dou 
ros. 
* Levantar os braços pa 
ra alcançar objetos em - 
prateleiras altas. 
Esticar-se para aten­ 
der o telefone na outra 
ponta da mesa. 
O QUE PODE 
* Usar calcinhas cor da 
pele ou da cor da roupa. 
Cruzar as pernas na - 
hora de sentar e ficar 
assim o tempo todo. 
* Se o vestido for do - 
tipo grudado ao corpo,pu 
xar para baixo de cincÕ 
em cinco minutos. 
Escolher o calcado 
PALAVRA DA IGREJA 
SINAIS 
+ Lucas Card.MoreIra Neves, 0.P. 
Assim como a vida das pessoas, também a_das - 
fan[1ias,dos grupos e coletividade das !açoes e 
da própria Igreja se desenvolve em do!s nfve!s. 
to da Interforfdade (e portanto, da invis!b!lida 
de), no qual se dá o crescimento na qualidade,na 
identidade própria, na ca!nhada rumo ao destino 
final da pessoa ou do grupo humano. Outro nível 
é o dos eventos, dos atos cotidianos ou regula­ 
res, nos quais a interioridade se encorna e se - 
torna visível. Costumam ser eventos em sf muito 
simples: seu valor verdadeiro ~sta cm oinolizar, 
significar, assinalar a importância do nível pro 
fundo. Neste sentido, os fatos que vao acontecer 
do são sinais da vida que flui no segredo. 
Pcrnita-ne o l.eitor aludir a alguns recentes 
sinais da vida da Arquidiocese. 
A ASSEMBLÉIA PASTORAL 
o Colégio da Salete abrigou, a As!:embleia Ar­ 
quidiocesana de Pastoral. 
Sobre a natureza e o objetivo desta, escrevi 
a crônica de domingo (Em Assembléia). Se volto 
ao assunto, é só para agradecer a Deus o dom que 
nos fez de uma Assembléia realizada com a máxi­ 
ma seriedade e com admirável espírito de comu­ 
nhão eclesial, de colaboração e de paz com gran­ 
de profundidade no tratamento dos temas, liberd~ 
de de expressão, busca constante da verdade na - 
comunidade. 	_ 
Foram 408 participantes na Assembleia (entre 
os quais 269 eram leigos, cerca de 100 sacerdo­ 
tes J9 religiosas e três bispos), o número mais 
alto desde a primeira Assembléia. Malgrado isso, 
tudo decorreu em paz e na mais perfeita ordem, o 
que foi fato do bom êxito e garantia de excelen­ 
tes frutos. 
O tema principal da Assembléia, tratado e PA 
lestras, painel, trabalhos em grupos e sessoes 
plenárias, foi o Programa Quinquenal Lança{ as 
redes!": outros temas menores e subtemas foram - 
abordados em função deste tema maior. Da Assem­ 
bléia, o Programa sai reforçado como opção de tg 
da a Arquidiocese e devidamente equipado_para - 
cumprir suas metas de VER-JULGAR-AGIR, metodos 
preferido pela própria Assembléia. O ano de 1996 
será ocupado por sério trabalho de VER a realid~ 
de, quer humana e social, quer religioso-past~ 
ral, da nossa Arquidiocese. 
Por todo o bem que a Assembléia proporcionou 
aos participantes e à Arquidiocese como um todo, 
louvado seja Deus! 	- 
Hoje tenho a alegria de anunciar a nomeaçao 
de quem vai suceder-lhe como Assistente Ecles1as 
tico, meu delegado ex-ofício, para a Renovaçao - 
Carismática Católica. Escolhi para esta respons~ 
bilidade dom José Antônio Aparecido Tosi Mlrques, 
meu bispo-auxiliar e vigário geral, vigário epi~ 
copal para a Pastoral e responsável junto à Ca­ 
cec (Coordenação Arquidiocesana dos Movimentos 
Eclesiais). 
Estou aumentando o peso das tarefas episco­ 
pais de dom José Antônio, mas sem falar na sua - 
juventude e vigor, os encargos, que ele já reco­ 
bre, o indicam naturalmente para a nova função. 
Estou certo de que ele ajudará a RCC arquidi~ 
cesana a manter fidelidade ã sua identidade mais 
profunda e à missão que lhe confia a Igreja,quer 
na sua dimensão católica, quer no âmbito arqui­ 
diocesano. Aos numerosos e fervorosos membros de 
todos os grupos e setores da mesma RCC, peço que 
acolham dom José Antônio com a mesma confiança e 
espírito de obediência, com que veneravam do Tg 
mas. 
DE VIDA 
idosos em janeiro 
A Secretaria de Assis 
tência Social informou: 
que foram concedidos . 1 
mil e 50 Benefícios de - 
Prestação Continuada no 
mês de janeiro, primeiro 
mês de existência deste 
benefício. Do número de 
concessões, J51 foram pa 
ra pessoas portadoras de 
deficiência e os outros 
699 para idosos com 70 - 
anos ou mais. A Secreta­ 
ria informou que este nu 
mero deve crescer muito 
nos próximos dias, visto 
que 8 mil 429 processos 
estão em fase de habili­ 
tação, ou seja, o Insti­ 
tuto está checando ave­ 
racidade das informações 
fornecidas pelos reque­ 
rentes. 
Neste período 222 mil 
972 pessoas procuraram - 
os Postos de Benefício - 
do INSS para obter infoE 
mações sobre o novo bene 
fício assistencial. O Be 
nefício Ptestacâo Conti: 
nuada é a garantia de um 
salário mínimo mensal ao 
1doso e à pessoa portado 
ra de deficiência severa 
que comprovem não ter 
meios de prover sua manu 
tenção e nem tê-la provi 
da por sua família. - 
A Secretária de Assis 
tência Social, Lúcia vã: 
nia Abrão Costa, alerta 
aos interessados para os 
critérios na concessao - 
do Benefício. "Além de - 
comprovar a deficiência 
ou a idade, a renda fami 
l1ar dividida pelo nmeró 
de pessoas da família de 
ve ser inferior a um - 
quarto do salário mínimo, cretaria de Assistência 
hoje equivalendo a 25 Social do MPAS e nas 
reais", informou. agências dos Correios. 
Os formulários para o Os familiares e res- 
requerimento do benefi ponsaveis por idosos e - 
cio estão sendo distri- portadores de deficiên­ 
buldos pelos Postos de - cia podem retirar os for 
Benefícios do INSS, nas mulãr1os nas localidades 
Associações de Pais e indicadas, levar para ca 
Amigos dos Excepcionais- sa, ler e preencher com 
APAES, nas Sociedades - atenção, juntar os docu­ 
Pestalozzi, nas represen mentos necessários,devol 
tacqes estaduais da Se- ver e aguardar em sua ré 
sidênc1a. O aviso de c
0
% 
cessão será enviado pe 
los Correios e o benef!: 
cio pago pela rede ba-? 
ria. 
Informações também P: 
derão ser obtidas nas '! 
pitais pelo telefone 19! 
ou gratuitamente pelo ": 
mero 061-800-0191, para 
quem mora no interior· 
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