TRIBUNA DA 
BELA VIST A/MS ANO: XXIV N º 1. 705 
ENERSUL EM BELA V 
, 
E uma vergonha!!! Um desrespeito ao e 
O povo de Bela Vista 
está revoltado. E com razio. Os 
'serviços prestados" pela 
ENERSUL. em nossa cidade 
exigem uma tomada de posição 
rigorosa, não dos políticos ou 
administradores, mas da 
POLICIA E D/ JUSTIÇA. 
Não há mais o que 
falar, nem a quem reclamar, 
a situação está se tornando 
caótica. Cortes, oscilações, são 
constantes. Ontem (quinta­ 
feira), por volta das 20 horas 
até parecia brincadeira de 
c.:rianças, o "acende e apaga", 
"desliga e liga", transformou a 
vida dos belavistenses num 
exercício de maratona, correr 
para desligar antes de ver 
televisões, geladeiras, freezcrs, 
etc, etc, se tranformarem em 
sucatas, queimados. 
Não, já não admitimos 
mais explicações. n:lo ~e 
justificam, as contas de energia 
elétrica chegam todos os 
meses. a empresa cobra 
indevidamente taxas absurdas, 
os serviços oferecidos SÃO. 
PÉSSIMOS. 
Pobres dos funcionários 
da ENERSUL em nossa 
- 
CAMARA MUNICIPA.L 
REA, II O .TRABALHO 
•  
1 
1 
1 
, 
( 
Comandante do 10 RC Mec. Ten, Cel. Paulo. Vice Preteito Sydney Nunes Leite, Presidente da 
Câmara Orlanda Freitas dos Santos 1 º Secretário Marcos Barbosa. Ten. illasanti. Cmt. da Polícia 
'Militar e o Representante do Padre Willian. Pedro Paulo • Matéria na Página· 04 
cidade, trabalhadores 
obrigados a ouvirem queixas e 
mais queixas, algumas até 
agressivas, enquanto os chefes 
permanecem nos gabinetes 
desconhecendo a realidade da 
Empresa no interior. 
Recuperação 
das odovia 
Nossos parabéns aos 
encarregados pela residnia 
do DERSUL, em Bela Vista. 
e Jardim, semana pasada 
tecemos críticas ao estado de 
abandono em que se 
l·ncontravam ,IS Rodovias do 
Sudoeste. As máquinas estão 
a mil por hora, de Caracol a 
Murtinho, de Guia Lopes a 
Bonito. 
Fica o registro e a 
gratidão de todos aqueles que 
trafegam pelo' "Corredor 
Sofrido". 
AVISO AOS CONSUMIDORES DA EMERSL 
"O GOVERNO DA CIDADANIA QUE RUO Pista-0
7 
RESPEITA AS LEIS E OS CONSUMIDORES" 
fflCÜ® ® 
No dia 2O de Fevereiro, nosso jomal comemorá 2-4 
anos de circulação. Um dia especial, tera·feira de 
Carnaval, é só festa. O povo comemorá com samba no 
pé, muito axé e zbraio. Assim fazemos o nosso Jomal, 
para nós uma grande festa, de civismo, de amor à verdade, 
de lutas, o lema permanece vivo 'estamos fortalecendo o 
mmncpalismo, mantendo , ovo em informado" 
A verdade de um Jornal, o oal verdade, é espelho 
de uma tr11rlição, 1RIBUNA JA FRONTEIRA é a 
vitória da g.1rr.1, da detemiinação. 
Ontem recebemos telefonema do ex-vereador 
Norino Gonçalves, de Antonio joão, ele sintetizou numa 
rase o espírito da TRIBUNA: 
"Parabéns a todos vocês, a nossa luta, é a luta de 
vocês. 
Vocês estão 'escrevendo a história do Sudoeste e da 
Fronteira" 
Aniversário do 10° RC Mec 
, 
O 10° Regimento de 
Cavalaria Mecanizado 
Regimento Antonio João. estará 
completando no próximo dia 22 
de Fevereiro. seu 157° 
Aniversário de criação. 
É herdeiro das tradições 
do Corpo de Cavalaria de Mato 
Grosso, criado pelo Decreto nº 
30, de 22 de Fevereiro de 1839, 
com sede cm Cuiabá. em 
resposta a ncccsidade e a 
conveniência da presença de 
efetivos militares na área. 
Adotou diversas 
denominações até chegar à atual 
em 18 de Dezembro de 1985. 1 
1 
Mudou de sede ao longo de sua 
existência. tendo estacionado 
em Cáceres em 1847, Nioaque 
em 1858, Miranda em 1903 e 
chegando à Bela Vista em l O de 
Dezembro de 1906. 
Diversos personagens da 
história militar do Brasil 
integraram o nosso Regimento. 
O Tenente Antonio Joào 
Ribeiro, patrono do I Oº RC 
Mec, tombou cm defesa do solo 
pátrio. Hoje o Regimento 
orgulha-se de scro guardião dos 
restos mortais de PEDRO JOSÉ 
RUFINO, seu Corrandante à 
época das lutas pela manutenção 
da oberania acional, em 
jazigo localizado no 
momumento central do pátio de 
formaturas. 
Atualmente o I O' RC 
Mec integra a 4 Brigada de 
Cavalaria Mecanizada. com 
sede em Dourados/M , 
denominada BRIGADA 
Ten. CL. Paulo do Silva May..aJhllts 
- mt. do 10' RCMe 
1 
1 
! 
,·­ 
n 
[- 
l"Sargento PPM Claudemar José overnigo, novo Comandante da 
Policiá Florestal de Bela vista" 
Há muito fazia-se 
necessário em Bela Vista 
um Destacamento da 
Polícia Militar Florestal,já 
que Bela Vista possui um 
grand·e número de rios 
piscosos e há um enorme 
fluxo de pescadores e 
pescados. . Conforme 
Portaria Nümero O01/PM- 
3 do dia OI de Fevereiro de 
1996 o Comandante Geral 
da Polícia Militar do MS, 
'resolveu ativar o 
DestacamentQ da Polícia 
Militar Florestnl de Bela 
Vista. sendo esta 
::• subordinada diretamente ao 
Comando da Policia 
Florestal em Campo 
Grande. Página - 02 
GUAICURUS, por simbolizar 
em nossos dias o espírito do 
povo indígena que habitava as 
terras matogrossenses, lutador 
intrépido e incansável pela 
liberdade de sua gente e pela 
integridade de suas terras. 
O Regimento Antonio 
João ufana-se de seus laços de 
amizade e de sua integração 
com a comunidade helavistense. 
que o acolhe desde o início do 
século de maneira cordial e 
cavalheiresca. O progresso e o 
bem-estar da comunidade são 
aspirações que o I Oº RC Mec 
comunga. em seu dia-a-dia, com 
o povo de Bela Vista. 
PAULO DA SILVA 
MAGALHÃES - TC CAV 
COMANDANTE DO 10- RC M.EC 
1 1 
orro convoca 
sociedade para 
que o Estado 
consiga superar 
a crise 
O Presidente da Assembléia Legislativa. 
Deputado Estadual Roberto Orro, durante a 
solenidade de abertura do ano Legisfalh'o. alertou 
para a necessidade de a sociedade organizada estr 
em permanene articulação com .ode 
constituídos, visan ' buscar soluções para a at. 
crise enfrentada pelo Estado. Página - 03 
1 
I 
, l 
'

b.. 2..i.. 'h., h,...t 
flSIO'llRAPEUlA. cnuno 13081-1 
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VILMA DA SILVA VERA LOUREIRO DE ALMEIDA 
OABIMS 2574 0AB 2573 • B 
(CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS) 
j RUA CUIABÁ, S/N - CENTRO r 
(067) 439- 1290 
BELA VISTA/MS 
S CÍVEIS E CRIMI 
RATOS-EXECUÇÕE 
) 251-1012 e 251-2424 
» dato t»a. 
'· ' . ,, 
$ e não sente 
% 
1 
DR. HÉLIO RUIZ E DR. HÉLIO TADEU RUIZ 
_CAUSAS CÍVEIS E CRIMIÃIS> 
['RUA 14 DE MAI0,470 - CENTRO] 
~ (067) 251-1012 - 251 - 2424 
.JARDIM/MS 
, • «o 17DEEEEREIRO DE 1.99 
- BE-SEMANARÍo 
Ativado o Destacamento de 
Polícia Florestal de Bela Vista 
Ponte Fixa em Metal o Plática, Ponte Fixa· em Metal o 
Cerâmica, Ponte Móvel, Clareamento Dentário, 
Aplicação de Flúor, Raio-X e Facetas lam'.iadas 
DR. LAUCÍD!O VALDEZ DE BAR.ROS 
CRO 340-MS 
RUATEN. BERNARDES,447 • 251-1436 
, RES. AV. CEL. CAMISÃO - 3251-1039 
' yDIys } 
TRIBU A DA FRONTEIRA 
• B!-SEINÁRIO 
Fundado cm 20 de Fevereiro de 1.972 
Propriedade da Rede llcluvistcnsc de Jornais 
CGC.ilF tS.513.203/0001-59 
DIRETOR· F.DITOR-CHEFE: lvaldo Pereira 
SUCURSAIS: 
- 
JARDIM - Rua I4 de Mai0,342 - E (067) 251-1669 
BONITO - Rua Monte Castelo, S{N 
CA"ACOL - Avenida Brasil, SN 
A1':I.TONIO J0.-.0 -'Praça Eugênio Pcnzo. S/N. 
 
PORTO MURTINHO - Rua Coronel Ponee, r(067) 287 - 1239 
TABELA. DE PREl,:0S: 
ASSINAT.URA ANUAL: R$ - 60,00 
ASSINATURA SEMESTRAL: R$ 30,00 
PREÇO DO EXEMPLAR: R$ • 1,00 
os ARTIGOS ASSINADOS NÃO REFLETEM 
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ENVIADOS À REDAÇÃO NÃO SERÃO DEVOLVIDOS. 
AVENIDA TRIBUNA DA FRONTEIRA,564 
? (067) 439-1410 - FAX (067) 439-1544 
BELA VISTA - MS 
. 
FILIADO À: 
ADJORI - Associação de Jornais do Interior 
ABRA.IORI - Associa;lo Brasileira de Jomais do Interior 
CNJI • Cadastro Nacional de Jomais do Interior - Periodicidade 
verificada em Bras!lia - Registro no Cartório - 1.066 
Jo1Jo Carlos Velasquez 
Há multo fazia-se ne­ 
ccc;nÚrlo cm Bela VIstn - 
um Destacamento da Polí­ 
cia Militor Florestnl,Já 
que Bela Vista posoui um 
grnnde número de rios - 
piscosos e há um enorme 
fluxo de pescadores e - 
pescados. 	. 
Conforme Portaria nu­ 
mero OOl/PM-3 do dia 01 
de Fevereiro de 1.996 o 
Comando Geral da Polícia 
Militar do MS, resolveu 
ntivar o Destacamento da 
Polícia Militar Flores­ 
tal de Beln Vista, sendo 
esta subordinada direta­ 
mente ao Comando pa Pol! 
eia Florestal em Campo - 
Grande. 
Foi designado no dia 
06 de Fevereiro o 1g Sar 
gento QPPM Clademar Jose 
Sovernigo para o Destaca 
mento em Bela Vista, sua 
procedencia é do Setor - 
de Operações da Polícia 
Florestal de Campo Gran­ 
de. 
Sovernigo ainda foi - 
Comandante do Destacamen 
to da Polícia Florestal 
de Porto Mortinho, Jar­ 
dim, Taquarussu e Miran­ 
da, está na Polícia Mll! 
tar Florestal desde a 
sua criação no nno de - 
1986. 
O Destacamento da P 
lícia Florestal tem como 
objetivo n fiscalização 
ambiental, visando a con 
servação do meio ambien-­ 
te. A Unidade ainda en­ 
contra-se equipada com - 
uma viatura, 02 motores 
de popa e 02 barcos .. 
O Destacamento da Fl~ 
restal inicialmente atua 
rã com 08 Policiais Mill 
tares Florestais, atuan­ 
do diuturnamente na pre­ 
servação do Meio Ambien­ 
te, pura uma melhor qu~ 
lidade de vida, ainda - 
Guas atribuições, além 
oo 
• ., .......... 
=E---e 
k ; 
r ---·--- ..,_ . 
z@te I 
- i 
-t~ 
I > 
de Bela Vista, atenderi 
Caracol, Antonio João, - 
Aral Moreira e Ponta Po- 
ra. 
A Polícia Florestal , 
oficial ativação sera - Jrdim. 
posteriormente marcada. Segundo as palavras - 
Qualquer informação - finais do Sargento Sove: 
ou denúncia sobre a ques nigo "A preservação do - 
tão ambiental podera ser Meio Ambiente, exige 
3 
- 
encontra se atuando nes- feita pelo telefone - eterna vigilância de tg 
sa região desde o dia 10 439-1159 ou dirigir-se - dos nós. 
da BR-060 km 02 saída para pp., e a solenidade 
Prefeitura Municipal de Bela Vist 
PORTARIA NQ 049/96 - GABINETE DO PREFEITO 
O Prefeito Municipal de Bela Vista-MS, ao uso 
das atribuições que a Lei lhe confere; 
RESOLVE: 
------- 
~,__, ~ _ _J ~ . - . - --- ·-· - . - - ~ 
Comida por ki/o - A la carte - lanches - Pizzas• Drink's 
Rua Cel.' Pilad Rebuá,1883 
255-2699 - BONITO/MS 
Vende-se uma casa de alvenaria, com 12 
peças, com 1 50 mts2 de área construída. 
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Rua Sebastião Crispim do Rego, nº 22 7. 
Aos interessados contacto no pf 1orio local. 
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Retificar a Portaria ng 185/95 de 14 de Julho 
de 1.995, Aline A, do Servidor ZENO IBANHES, 07 
de se lê: 3.888 (três mil, oitocentos oitenta e 
oito) dias, leia-se: 4.253 (quatro mil, duzentos 
cinquenta e três) dias. 
CM?A-SE 
Bela Vista-MS., 12 de Fevereiro de 1.996 
ABRAÃO.ARMOA ZACARIAS - Prefeito Municipal 
. CASA: 
VENDE OU ALUGA 
1---------------------------------- 
FARMÁCIAS DE PLANTÃO 
MÊS DE FEVEREIRO DE 1996 
I 	S 
prado 
17 18 - Drogaria Drogavista......... r. 
0 
20 - Farmácia Moderna Dr.Su1iD"1 
24/25 - Drogaria São Mateus -....Sra.Adalgis" 
L 
OS-: AS FARMÁCIAS QUE NÃO ESTIVERE DE ?" 
TÃO DEVERÃO PERJ-IANECER FECHADAS E AS SOLICIT 
ÇÕES EVElHUAIS SÕ PODERÃO SER ATENDIDAS SE : 
CONSTAR NA RECEITA A INFORMAÇÃO DE QUE A DE 
PLANTÃO NÃO DISPOE DA MEDICAÇÃO CITADA. 
DR.JOSf: DE RlBAMAR CRUZ E SILVA 
Sec.Mun.de Saúde de Bela Vist:J 
";:::===================- 
ANUNCIE E VALORIZE 
O SEU JORNAL TF

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA BISEMANARIO I7DE FEVEREIRO DE 1.99%6 
Orro convoca sociedade ara 
o Estado consiga superar a cri 
Presidente da /L Deputado Roberto Orro 
Arroyo solicita 
implantação de 
celular em Bela Vista 
u 
e 
INDICOU 
i Mesa, que seja enviado expediente deste Poder, 
ao Ilustríssimo Dirctor-Prcsiden te da TELEMS, solici 
tando verificar a possibilidade da inclusão do Mu­ 
nic!pio de Bela Vista, no sistema de telefonia mo­ 
vei celular, com a maior urgência. 
EM SUA JUSTIFICATIVA: 
O deputado disse que recebeu um abaixo-assinado 
de moradores do Município de Bela Vista, com mais 
de 400 (quatrocentas) assinaturas, solicitando cm 
P<?nho no sentido de sensibilizar a TELEMS, para im 
Plantar o serviço de telefonia móvel ceular naque- 
la cidade. • 
Por ser Bela Vista um pol·o turístico emergente , 
u,, comércio cm franco desenvolvimento e uma das re­ 
giões de nlto potencial na produção agropecuária,há 
por parte da população um anseio muito grande de 
contar com esse moderno tipo de comunicação, finnli 
zou Arroyo. 	- 
Wilson diz que apoio 
da AL na reforma 
foi fundamental 
O Prr1dento da As«mblfa Lcgf1t!va, deputa- Quanto à dificuldades conjuntura!s nftentada 
do Roberto Orro, durante a solenidade de abertura por todos os podres, Roberto Orro d! se que a4 /a 
do ano LcgIlativo, alertou para a necessdado de pração deles depende do Irmnto de arrecada;ás 
a sociedade organizada estar e permanente art!cu- do anato ffn cetro, visando acabar com o di­ 
laço com os poder constituídos, visando buscar fIcit pbltco. "Só assim os salário serão reco 
soluções para a atual cr!se enfrentada pelo Esta postos, a área roctal atendida o desenvolvimento 
do. A parceria entre as instituições públicas o vabll!zado", lembrou, reportando-sr ao coprom!s­ 
populaçio, segundo ele, é a úntca forma xfstente so pelo atual retirfo stadul de Finanças, K!­ 
para que seja garantida a governabIlfdade, com a cardo acha. 
consequente superação das adversidades. 	Entretanto, Roberto Orro alrtou para a nwess! 
Fazendo breve retrospectiva das atividades da dade de rsolver os probln enfrentados pelos 
Assembléia Legislativa no ano de 1.995, Roberto 0r Municípios, que mundo cle, "estão atualmente pr[ 
ro destacou as reformas implementadas que, com vados de instrumentos essenciais à vua sobrevIvn­ 
transparência, ética e discernimento, "garantiram cia, numa dranitfca situação". 
a otimização do funcionamento do Legislativo e des 'Nosso Estado precisa incorporar ao sistemas prg 
tinacão eficiente e adequada ao dinheiro público", dutivo 10 nLIhos de hectares agricultáveis, mas 
"Com n prcocupaciio de não cometer injustiças, - falta manutenção àss rodovias. Vivemos a xpectat!­ 
mos vnlorizar os recursos humanos e aperfeiçoar a va fascinante do Mercosul e da conquIsta de ou­ 
estruturo dos serviços, na que lo oportunidade extintros mercados, mas falta-nos como trafegar por fer 
guimos mois de JOO corgos cm comissão, reduzimos - revias e hfdrov1as", disse o parlamentar, _ para 
ponderovelmcnte o liralte de contrntocõcs por Gabf qum o Mato Grosso do Sul deve buscar condiçoes p.' 
nete e iniciamos o censo funcional", destacou G ra "habilitar sua vocação industria1", 
parlamentar. 	Ao finalizar, o presidente da AL lembrou que g 
As rrcdJ.d:is resultaram em imedata e sensível eco- ses objetivos so serao alcançados atraves da atua­ 
nomio orçamentária. "Por conta desse esforço é cão da sociedade organizada, "cm penn;incnt,. artic.!!_ 
que estamos avançando, o pesar dos dificuldades con lação com os poderes constituídos, parcr1a que a­ 
junturais", disse o presidente da AL. No entanto , rontira o progresso C' o brm c>star • Pin:ili- 
dcstocou, "ainda há muito o ser feito". zou Roberto Orro. 
L 
o 
B 
1 
8 
A abertura dos trabalho da quinto legislatura 
da Assembléia Legislafiva de Mato Grosso do SuJ. 
foi cercada por uma sessão solene realizada dia 
15, com a participação do governador Wilson Ba~ 
boso Martins e vários outras autoridades civis,mi­ 
litores e representantes do Poder Judiciário. Ins­ 
talado pela primeira vez em janeiro de 1.979, com 
a Assembléia Constituinte, composta de 18 deputa - 
dos, otuolmcnte o Poder Legislativo é formado por 
24 parlamentares, que representam todas as regiões 
do Estado. 
O presidente da Asscmblé~a, deputado Roberto Or 
ro, do PSDB, abriu a sessão solene reafinnando a 
fidelidade ao estado de direito democrático. "Deve 
mos seguir a reta, elevor o compromisso de guardar 
o interesse público e perseguir as transformações 
que proporcionem melhoria da qualidade de vida p~ 
ra todos os cidadãos", disse o parlamentar. Com 
uma composição de bancados bem diferente da que 
foi empossada em fevereiro de 1.995, neste ano de 
96 a AL vai apostar na governobilidadc e na retoma 
da de processo de desenvolvimento de Mato Grosso - 
do Sul. 
"Gostaria de estar aqui só p:ira apresentar boas 
novos, mas ·a responsabilidade e o comprard.sso com o 
nosso Estado e com o nosso povo me obrigam a tra - 
tar de dificuldades e desafios", disse o governa - 
dor Wilson Earboso Martins cm seu discurso que du 
rou cerca de 15 minutos. Ele apresentou uma síne­ 
se dos ações desenvolvidos pelo Governo Estadual no 
ano passado, e pediu união de forcas para supera 
VA 
çocs dos problemas sociais e ~conõmicos. 
AS BANCADAS E COMISSÕES 
Il 
b _Na mens:igern que entregou oo Presidente do Assem- 
leio Legislativa, deputado Roberto Orro, do PSDB, 
0 
governador Wilson Barbosa Martins, do PMDB, faz 
hn_relato de que considera como sendo as principais A Encrsul (Empresa Energética de Mato Grosso do 
"~
0cs do seu governo. Lembra que começou o governar Sul) terá que devolver o que _cobrou a mais dos con- 
0 
tstado, em 1.995, com pesados déficits no Tesou - sumidores de eletricidade distribuída pela estatal, 
~º• tendo que pogar folhas atrasadas, dívidas venci cm moeda corrente e em doóro, segundo observou o de 
as e compromissos antes postergados. 	putado estadual AntÕnio Carlos Arroyo, ressaltando: 
"Nos momentos difíceis sobrcviwm os povos que se "caso contrário o empresa estará infringindo o ar­ 
~ncm, p:ireccm aqueles que se apegrun ã cizânia e tigo 42 do Código de Defeso do Consumidor, onde es­ 
a discórdia. Estamos cm período de economia, de con tá bem claro que o consumidor cobrado em quantia in 
tenção de despesas. Se soubermos unir nossas forcas dcvida sem direito à repetição do ind@bito, por v 
;;;-,,os Vl?nccr esse desafio", disse Wilson Barbos:i - lor igual ao dobro do que. pagou em excesso, acresd 
ttins. 	do de correção monetária e juros legais, salvo htp 
d O governador aproveitou para agradecer o apoio tese de engano justificável". 	- 
fa Assembléi:i Legislativil, ressaltando que a posição Ele ingressou com UTlél ação pÜblica no Procon,rci 
avorãvel da Cosa cm relação ao programa de reforma vindicando exatamente o que é defc.,fido pelas leis- 
ad~inistrativa tem sido de fundamental importância e apela para os dem:iis usuários da Enersul, para - 
Para que Mato Grosso do Sul posso se enquadrar na que sigam o.·mesmo caminho. "Qualquer pequeno ou 
realidade de economia brasileira. Tem sido dias de grondc empresário que infringir o Código de Defesa 
':'ito trab:ilho, de negociações e de busca de saí- do Consumidor, estar sujeito às penalidades lega 
• n~• sem se descuidar das ações essenciais de Gove!_ is. Isso tem sido praxe. Ainda ssim, a Enersul por 
r,° • afirmou Wilson, acrescentando que nos demais intermédio de seu presidente, afirm:i que n:io vai de 
st
ados ocorrem as mesmsns apertura~ e idênticas - volver o dinheiro que indevidaente tirou dos coas; 
Sr!ses. 	midores, mesmo após gastar milhares de reais para 
OEPU ADO 
ENERSUL 
11 
A maior bancada atualmente na Assembléia Lgis­ 
lativa é a do PSDB, composta por 9 deputados:Akira 
Otsubo, tdcr Brambillo, Jerson Domingos, Londres - 
Machado, Maurílio Picarclli, Roberto Orro, Valdomi 
ro Gonçalves, Valdenir Machado e Waldir Neves. A 
segunda moior bancado é a do PMDB, com parlamenta­ 
res: Celi= Jallad, lbsm Esgaib, Murilo Zonith,Moi 
sés Nery, LcliteCiitc.ro, Jercé Eusébio de Souza e 
Waldemir Moka. Na sequência vem a do PT, com J:A­ 
nilson Prego, Eurídio Bcn-Hur e José Orcírio.0 PTB 
tem 2 represent.:rntes, Antônio Carlos Arroyo e Pau 
lo Estevão; o PFL 2, Cícero de Souza e José Teixei 
ra; e o PDT tem apenas 1 representante, o deputado 
Franklin Masrua. 
As comissões permanentes da AL são :is seguintes: 
Comissão de Constituição, Justiça e Redação; Comis 
são de Finanças e Orçamento; Comissão da Agr!cul = 
tura, Pecuária e Desenvolvinento Agr;Írio1 Comissão 
de Educação, Cultur:i, Desporto, Ciências e Tecnolo 
gio; Comissão de Saúde e Meio Ambiente; Comissão= 
de Trabalho, Cidadania e Direitos Humonos, Comis­ 
são de Serviço Público e Adninistração; Comissão - 
de Acompanhamento e Execução Orçamentária; Comis - 
são de Controle de Eficácia Legislativa; e Com!g 
são de Turismo; Indústri.'.i e Comércio. 
10 
anunciar O.'.lS emissoras de rádio e televisão e nos 
jornais, que iria promover a devolução", afir - 
mou o deputado. 
Arroyo assinalou que não somente o Procon, !!OS 
outros setores respeitados e com credibilidade co 
mo a Defensoria do Consumidor e a Promotoria d~ 
Consumidor, além do Ministério Público co~o um c2_ 
do., fiquem atentos para un fato: o dever que os 
organismos públicos têm de· proteger o pequeno con 
sumidor. Aquele que teve sua conta de luz aument; 
da de R$ 4,00 para RS 10,00 e que por sua própr:G" 
condição hu.~ilde tem medo ou não tem tempo, de 
procurar os órgãos oficiais em busca do amparo 
que a Lei oferece. 
O deputado infonnou também que vai protocolar 
um requerimento na Assembléia Legislativa, vis.l:!l­ 
do a instauração de um! CPI (Comissão Parlamentar 
de Inquérito), para acompanhar de perto todos s 
movimentos da Encrsul voltndos pnra o ressare 
to dos consumidor:. "Com a CPI fomada, h7e. 
Possibilidade de seguir toda a operação de rcsti 
tuiçno, fazendo can que processo scjn desenvolvi­ 
do com exatidão", concluiu Arroyo; 
' 
' 1+ 
1

JORNAL TRIBUNA VAJ=RQNT.ElM_ __ Bl:5EMANÍµlli) 
17 DE FEVEREIRO DE 1.9%6· PAGIA 
Câmara Municipal reabriu os trabalhos 
(João Carlon Ve Liuquez:) 
Com a presença do Vlce-Prefelto Sydney Mune Lef Fez primeiramente o uso da palavra o vereador - 
te (representando o Prefeito que encontra-se va • Nélfo Dtórfo Líder da Bancada do PMD, onde disse 
Jando), do Comandante do 10? RC Mec Ten. Cel. Pau "Desejamo à todos os nobres colegas um excelente 
lo da SI1va Malhes e sra; Ten, VIllasantt - Co- trabalho em pról de toda a comunidade belavi&tc1- 
mandante da Polfcfa MIlItar de Bela Vista; dos Se se". 
cr<!lnrior; da Saúde, Ribamar da SIlva e Cruz; da "Que os debates - prosseguiu Nê Uo - aqui aurgi 
Educação,Paulo Mello; da Administração, EvIlãslo dos, sejam todos eles no campo das idéia:; e não nÕ 
Nunes de Miranda; do Chefe de Gabinete, Ayre Cafu campo pessoal, porque este ano é um ano polÍtico,o~ 
re; do Assessor Jurídico, Kleber Loureiro de Medei de todos nos com certeza estaremos envolvidos em - 
ros e do Tenente Mattos. 	um processo político". 
Contou ainda com as presençcas da Vereadora Pre "Peço que o vice-prefeito Sidney Nu.ncs Leite, 
s1dente, orlanda Freitas dos Santos; d9s Vereadores representando o Prefeito Abraão Zacarias, transmi­ 
Marcos Barbosa, Joao Kalife, Nello DIoro, Roney ta a mensagem de nossa bancada, que ele continue - 
Moraen Simões e Lufz ALexandre Palmlêri; do Dire - mantendo em dia a folha do funcionalismo, pois em 
tor da Rãdfo Bela Vista, Alberto Benttes; dos re - toda regiio que andamos o nosso Prefeito é um dos 
pórtcrcs Armando Loureiro e Júlio Cézar. poucos a estar com a folha de pagamentos dos fun- 
O Vereador Marcos Barbosa, Primeiro Secretário cionários e dos fornecedores em dia e assim mesmo 
convidou o Vice-Prefeito, Sydney Nunes Leite a fa- com poucos recursos ele vem fazendo obras importan 
zero uso da palavra. 	• tes para a nossa populacão, tais como o asfalto - 
O Vice-Prefeito Sydney Nunes Leite fez o leitu- nas ruas e o esgoto para nossa cidade". 
ra da mensagem do Prefeito Abraão Armoa Zacarias - 
11 
t assim que queremos que o Prefeito continue, 
onde diz: 	apesar dos poucos recursos e da séri~ crise finan- 
"Senhora Presidente, 	ceira que atravessa nosso país, ele continue fazen 
t com renovada satisfação que me dirijo à Vossa do melhoramentos para o nosso Município e continue 
Excelência e aps ilustres membros desta Casa, para' também com os relevantes serviços que vem fazendo 
apresentar esta mensagem, em cumprimento às dispo- na área da Ação Social, esta é a mensagem que.nos­ 
sicÕes consubstanciadas no Artigo 51 da Lei Orgâni· sa bancada tem ao Prefetto Abraão Zacarias", fina- 
ca do Município. 	- lizou Nélio Diório. 
Campo privilegiado, com certeza, do exercício - Já o Líder do PSDB, Vereador Roney Moraes Si- 
da democracia e da participação popular, esta Casa moes, após cumprimentar as autoridades presentes - 
sempre oportunizou o debate de propostas no senti- disse "Mais uma vez iniciamos um ano letivo, mais 
do de enfrentar os problemas da nossa beia Vista. uma vez damos o ponta pé inicial de nossos traba- 
Nesse sentido, cabe-me dizer que a nossa meta lhos, é de lamentar.a ausência do Prefeito Abraão 
de trabalho para o corrente exercício, para nao Zacarias, que por força maior não pode estar aqui 
sermos redundante, é aquela prevista na Lei Munici presente ,para ouvir nossas reivindicações, mas que 
pal NQ 993, que dispõe sobre as diretrizes orça - o Vice-Prefeito Sidney Nunes Leite, seu represen- 
mentárias para o ano de 1996. 	tante, leve a ele a mensagem da Bancada do PSDB". 
Para tanto, recomendei à minha equipe de traba- "Sabemos que o momento é de crise, por todos os 
lho, todo o esforco para que aquelas metas sejam lugares do Brasil, mas não podemos só falar em cri 
cumpridas. 	se, temos que falar também em ter criatividade pa­ 
Quando da abertura dos trabalhos de 1995, rea - ra podermos sair da crise. SÓ a criatividade pode­ 
firmei a necessidade de atuarmos com independência, rã nos tirar da crise". 
mas em permanente harmonia. 	• t 
Respondemos, Executivo e Legislativo, compres- 
teza ao apelo. Daí resultou os trabalhos que esta- •j 
remos detalhando em relatório minucioso, a ser en 	-,---'--:,,--,,...-.,..--,...>----J..:,...,..---_J- 
caminhado à esta casa anexado ao balanço geral do 
exercício de 1995. 
Quero expressar os meus sinceros agradecimentos 
à todos os membros deste parlamento que, convoca - 
dos acolheram com interesse e discernimento as pr~ 
postas, com as emendas que as enriqueceram e que 
propiciaram o necessário respaldo aos atos que nor 
tcram minhas ações à frente dos destinos do Muntcí 
pio. 	- 
Repito o que disse em mensagem a este Legislati 
vo: os problemas da nossa cidade são maiores 	e 
mais importantes do que qualquer embaraço de natu­ 
reza política ou ideológica que possa nos distan - 
ciar. 
T 
Obrigado à todos". 
Após o uso da palavra pelo Vice-Prefeito Sidney 
Nunes Leite, foi a vez dos líderes de Bancada onde 
deixaram clara a posição dos partidos nos debates 
deste ano. 
Vereadores João Kalife e Nélio Diório 
Vereadores Luiz Alexandre Palmiéri e Roney_to­ 
raes 
"Falo aqui da saúde, falo porque todoi, aqui tem 
conhecimento_das dificuldades financeirasque passa 
o Hospital Sao Vicente de Paula, bem como os médi­ 
cos residentes e principalmente a nossa população" 
Falo tambem na Educaçao, pois as escolas estão 
com falta de merenda escolar, como todos nós do Le 
gislativo, ju~tamente na Última.sessão de 1995, vi 
mos este plenario ser tomado por crianças reclaman 
do da falta de merenda escolar". . - 
"Queremos que o Prefeito Abraão neste ano, olhe 
com carinho para estes dois graves problemas emer­ 
gentes_em nossa cidade pois, o povo com saúde e 
educacao enfrentam qualquer crise existente". 
'Quero também nesta op rtunidade, já que aqui es 
tao o Secretario de Adnunistraçao Evilásio Nunes: 
de Miranda e o Chefe de Gabinete Aires Cafure, pa­ 
ra que façam um calculo mais justo do IPTU, já que 
a inflaçao de 95 e a mais baixa da história deste 
país e o calculo do IPTU de nossa cidade foi lá 
nas alturas, que os senhores façam um cálculo me­ 
lhor e compatíveis com o poder aquisitivo de nossa 
população". 
"E para finalizar leve o recado ao senhor Pre- 
feito Abraão da bancadi de nosso partido, o PSD 
que em 1996, será novamente uma oposição onsefen­ 
te, se rancores como fizemos no ano de].995, se 
pre lutando em pról da comunfdade belavistense", 
Por último fez uso da palavra a Vereadora Pre­ 
s1dente Orlanda Freltas dos Santos 
Ex? Sr. representante do Prefeito Municipal , 
Vice-Prefeito Sidney Nunes Leite 
Exa? Comandante do IO? RC Mec en especial sua - 
esposa 
e der.iais autoridades 
"É com Justo orgulho que Iniciamos mais uma le- 
gislatura nesta Casa de Leis". 
"Vin:os aqui enviados pelo povo e aqui estJr.:or, - 
nesta nossa Últir.1a Legislatura, para desenvolver 
mos um trabalho coerente, sempre cm pról dn ccmunl 
dade". 
"Desejo qÜe • este ano que ora inic!.ar.ios seja de- 
senvolvido um excelente trabalho de relacionamento 
entre o Executivo, e demais poderes e acic,,1 de tu­ 
do com a coounidade, para que possamos estar seo­ 
pre em harmonia, a fim de que nossos trabalhos ve 
nham sempre de encontro com os anseios do povo be­ 
lavistense". 
Após as palavras a Presidente Orlando convidou 
os presentes para um pequeno coquetel e deu por en 
cerrada a Sessão Solene de abertura do ano de 1996. 
Secretários do Prefeito Abrnão A.Zacar!a6 entre 
outros e a Sra .Angela (esposa do Comandante do 109 
RC Kec) 
Oração à Santo Expedito 
IMPORIANTE -_Este Santo Mártir é espccialr:.cnte inve>Qdo 
nos casos e negocios que demandam pronta solução e que u::.:1 
decora poderia cocproccte!· r: o Santo da décút.a-prir..elra 
hora, aquele cuja invocação nunca é tardfa as que ta:bé 
incita a fazer depressa o bem, a não deixar para o dia se 
8"",E$,, a cu=rir se degra aqut1o que se ihe recete. 
,, 'CÃO: Que a Intercessão do glorioso Mãrtlr Santo Ex€ 
f~o d nos recomende, o reu Deus, junto a Vossa bondade, a 
1 
e qu~ com ~Wl proteção obtenhamos que os nossos pró­ 
P'98r!tos sao impotentes para caçar. Assi se]a. 
a],","uP14caos senhor, que tgs!rets co vos a sra 
contres "2?"os pensaentos e ações, para que eles e 
Santo r;x d seu princípio e sejar:1 por intercessao de - 
dão ""!"E, levados, con goras,ftde1t4ade e pronr' 
' po proprio e favoravel, a boa e feliz f~. Por 
";",g"e use. «s +ena. 
quele que'i""?pedir9!_Honrado pelo reconheetento ± 
gentes nós , invocara a ultir.i..J hora e par.3. negócios ur­ 
rtcGraío±a q"";"UPItcanos que nos obtenha da bondade ee 
(ou em tal dt) us, por intercessao Maria Imaculada, hoje 
aos da vona&C' ~}?j" gue o toda suttssão, se1te!ta 
Pai. 
4 Pai Nosso, Ave M.:tirtt e Gloria ao 
Agradece as graças alcançadas por sua intercessão, coa 
a necessaria urgencia. 
(R.R) 
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O SEU JORNAL ·TF 
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Dois Irmaos do Buriti. Guia Lopes da Laguna, Jardim, Bela Vista, caracol e Porto MurtinbO 
til 
de

AO ROMANCE 
aos_ e __ 0S HOMENS E AS MULHERES 
D A e R O N I CA 
Françoise Giroud é uma das super.1d,1 princip,1ltTI'ntC .Hr.'('., 
· 	maiores francesas, autora de de livros como este, em que um 
grandes livros, dentre os quais homem e uma mulher com 
as biografias de Alma Mahler e pensamentos bem anicul.ldo,<, 
Jenny Marx (esta última com não tem mais medo de pôr, nu 
publicação prevista para· o as suas dif,·rcnc:,s. 
primeiro semestre de 1996, pela O resultado é 
Editora Record). Bernard-Henri surpreendente: no fundo do 
Lévy, por sua vez, é um dos abismo, quando existem uma 
maiores intelectuais da França, verdadeira aceitação e um 
tendo pertencido com André respeito autêntico, as pontes 
Gluckzman e outros à corrente começam a ser estendidas. A 
dos novos filósofos. "fala feminina" e a "fala 
O editor francês Olivier masculina" podem fi.mente 
Orban resolveu juntar esses dois libertar-se de suas neuroses e de 
pensadores num diálogo sobre a suas inibições, permitindo 
condição de homens e mulheres construir uma fala do ser 
na atualidade, conseguindo um humano propriamente dito. 
fato inédito: ambos chegaram a O tema discutido neste livro 
uma linguagem comum, é o da relação homem-mulher, 
descobrindo abismos com todas as suas consequências 
insuspeitados entre os dois -o que os homens e as mulheres 
gêneros. 	pensam do amor, desamor, 
Esses abismos foram até inveja, casamento, infidelidade, 
hoje ocultados pelo senso desejo, sedução, etc. 
comum, porque homens e E a importância de OS 
mulheres nunca se HOMENS E AS MULHERES 
comunicaram realmente num está justamente em mostrar que 
nível intelectual mais profundo. essas concepções são quase 
Só agora, em fins do século sempre divergentes e muitas 
XX, essa incomunicabilidade vezes opostas, contribuindo, 
foi de~n;d~ começa a ser assim, pará i~r inregrá-las. l 
É muito comum, entre os que se iniciam na Arte de Escrever (principiantes) 
não saberem exatamente como classificar seus escritos. 
Uns trazem suas produções literárias dizendo: 
- Quero que o senhor faça uma apreciação nestes contos que escrevi faz muito 
tempo. 
Lidas tais produções, muitas vezes até bem razoáveis, vai se ver não se 
enquadram como contos. Como crônica, sim. É que a crônica, o conto, a novela 
(literária) e o romance têm suas características próprias, não se confundindo um 
gênero com o outro. É claro que de quando em quando deparamo-nos com escritos 
que quase se confundem. Por exemplo: uma crônica com um conto ou mini-conto, 
uma novela com um romance. Onde estão as diferenças, onde termina e começa o 
outro gênero? Eis a questão. 
1 	• 
Crônica é a narração por vezes minuciosas, seguindo a ordem cronoogica, é o 
comentário jornalístico de um fato atual, sem que se possa distinguir, no escrito, 
episódios distintos. A crônica é sempre de tamanho limitado. Raramente passa de 
uma página e meia, datilografada, espaço 2, em média. 
O conto (estou falando do conto clássico), é a narração, a história, a obra de 
ficção, sintética que apresenta uma linguagem própria dividida em três partes 
distintas: o pincipio o meio e o .fim, cada uma dessas partes se articulando com as 
outras, de tal forma que a história - quase sempre fictícia - fica parecendo ao leitor 
que os fatos narrados aconteceram mesmo. Esse conceito já era ensinado por 
Aristóteles uns 350 anos antes de Cristo e perdura até hoje como o melhor. 
Modernamente o conto tem sofrido investidas de autores que não respeitam o 
conceito antigo e o resultado tem sido infeliz. O leitor não sente quando o conto 
moderno terminou. o conto clássico o final surge sempre trazendo o elemento 
surpresa. que pode ser cômica, pitoresca, fantástica ou simplesmente uma mensagem 
que faz o leitor terminar a leitura e ficar pensando ... pensando ... 
Um escritor brasileiro, o conhecido Mário de Andrade, certamente em tom de 
gracejo, aohou de definir o conto como "tudo o que o autor diz que é conto". Gracejo 
ou não, ô fato é que a definição de Mário de ,A ,1drade pegou e é citada até por bons 
autores. um outro escritor disse: "Conto é tudo aquilo que, pela leitura, reconhecemos 
e aceitamos como conto, ainda que o próprio autor nos afirme o contrário". 
O conto apresenta uns poucos episódios, por isso é uma história curta. A novela 
jà apresenta um número maior de episódios e o romance, por fim, apresenta um 
número ainda maior de episódios. Em termos de tamanho, o conto é uma história 
curta, a novela, uma história média (quando publicada, enquadra-se num livro de 
I00 páginas): o romance, quando publicado pode ir a um número bem maior de 
páginas. 
este ponto é válida a lembrança de que as televisões apresentam corno nome 
de novela, histórias longas, com 15, 20 episódios em franco movimento que não se 
enquadram na novela literária, eis que esta tem poucos episódios. As histórias da 
televisão bem que poderiam chamar-se telenovelas. o início da televisão até que 
certos autores tentaram classifciar suas histórias como telenovelas. O povo, 
entretanto, sempre desejando simplificar as cq:sas, passou a chamar as histórias de 
novelas. A palavra pegou, restando-nos a obrigação de dizer que as novelas das 
televisões não são a mesma coisa que novela literária. 
Resumindo: crónica e uma narração rápida onde o fato narrado precisa estar 
alicerçado em palavras de boa linhagem. Crônica escrita em linguagem fraca ou 
ruim, ninguém aceita. 
Conto é um breve relato de episódios quase sempre fictícios, geralmente 
transmitidos ao leitor como fatos verdadeiros. "Não é um gênero arbitrário - disse 
0 
grande critico brasileiro Araripe Júnior - nem é, como muita gente pretende, um 
extrato, um esboço, urr. ;ornance resumido, mas algo que nasce das disposições 
Particulares do espírito que o produz e tem uma forma imposta pela natureza da 
Própria concepção". E Faulkner - escritor norte-americano - sintetizou: "No conto, 
que eu coloco logo depois da poesia, quase todas as palavras devem -estar em seus 
lugares exatos. São histórias que exigem uma exatidão quase absoluta". · 
A novela e o romance têm os episódios .ratados e analisados, em inicias. 
Têm seus episódios apresentados no tempo e no espaço, reagindo uns sobre os 
outros, cosntituindo trama mais ou menos complicada", - como disse R. Magalhães 
lünior. • 
Conselho: os principiantes na ar; ao escrever, ó ie aconselhar-se, mg 
reino, este caminho, que é o mais natural de todos: tomem-se bons cronistas, passem 
Para o conto, depois para a novela e, por fim, para o romance. No final terão chegado 
ªºPonto a que, se refere Machado de Assis: "Esta é a glória que fica, eleva, honru 
consola". 	(Correio do Estado) 
Este trabalho reúne 
depoimentos de pessoas que 
foram tocadas pela presença 
angélica em situações 
dramáticas. A própria autora, 
alguns anos atrás, ao ser 
hospitalizada para submeter-se a 
uma cirurgia, sofreu forte reação 
alérgica a uma antibiótico. Depois 
de rezar a Deus, foi visitada por 
um anjo que a envolveu em sua 
luz. Uma hora mais'tarde, seu 
restabelecimenco começou. 
Eileen deduziu que seu 
visitante tinha sido Rafael o 
• 1 	' 
arcanjo da cura, e que sua 
aparição tinha também o objetivo 
de estimulá-la a divulgar a 
presença dos anjos em nossa/ 
vida. 
Ela começou então a coletar, 
histórias de vivências angélicas e: 
agora nos apresenta testemunhos' 
ao mesmo tempo fascinantes e: 
comoventes. 	. 
CURAS ANGÉLICAS fornece 
também um guia prático para· 
fazer contatos angélicos através 
da mentalização e da prece, para ,] 
atingir o crescimento espiritual e } 
auxiliar na cura coletiva do nosso " 
planeta. 
Quem 
sempre lê, 
continua· 
jovem, 
N 
nao 
• 
importa 
a idade" 
Portas Abertas ... 
• 1 • ·, 
i· .. - 
Para o Desperta 
NA BANCA DO JÚNIOR 
o#:sr" 5.- 
1410 e 439 - 1565 0u Avenida 
Tribuna da Fronteira, 564 { 
• BEL VISTA - MS 
, ' 1 
"A boa leitura enriquece o cnhecimento e ala"

m 	BL.SEMANÁRIO. 17DEEEEREIRO DE 192- PAGINA c 
JORNAL TRIBUNA DA FRONTE1= ±	t l l 
N eg ui n h o e o Senhor do Mar-li 
Saíram de manhã. Dois carros. Num viajavam os - Rodrigo, olha aquela ali, que gata! É um avião!O - Estamos sim, Neguinho. Você vai lá nas pedras, 
d 
• • r •e aproximando da água todos os dias vai ver que leva alguma menina. 
pais de Rodrigo,as duas filhas e a empregada; no outro amigo sorria, foram 5t 	' 	" " ", ., a.. , 	e 
Biriba (motorista), Rodrigo, Neguinho e todas as - Neguinho - disse Biriba - a água do mar é salgada, -Nada disso Biriba, vou lá conversar com o Senh 
bagagens. sob o protesto de Biriba. 	não vai beber. 	do Mar. 
- Pxa, desse jeito o meu carro vai pesado demais, -Eu sei que é salgada, aprendi na escola, pensa que Ele falava sério. De um jeito diferente. 
não vai dar nem para correr. A resposta do pai veio seca. sou burro. 	-E o que conversa com ck? perguntou Rodrigo. 
- E não é para correr mesmo, não estamos com Foi chegando. Rodrigo e Biriba saíram em - Falamos da vida. dos peixes. das matas. das 
t d 
'"" • 	disparada, mergulharam. Cadê o Neguinho? Lá estava queimadas que o homem faz nas fazendas. da 
pressa, estamos te ler1as. 
Durante a viagem, Neguinho sequer cochilou, era ele não entrava estacou como se tivesse uma barreira, sujeiras nos nos, dos Jovens que usam drogas, das 
todo prosa, olhos grandes, observando a paisagem, impedindo-o de entrar na água. 	cachaçadas, dos carros que poluem as cidades, das 
comentando sobre os carros que ultrapassavam a mais Rodrigo voltou. - Vamos cara, entra. torres de petróleo no mar, das caçadas das baleias 
de 130 km por hora, ria de Biriba, fazia piadas. Só quietou - Ainda não, espera um pouco, estou rezando, das focas, da miséria nas grandes cidades. Falamos 
na descida da serra, segurava no que podia, as curvas da pedindo licença para o Senhor do Mar, afinal ele é o dono. da VIDA. 
Anchieta assustam os passageiros de primeira viajem. Foi - Que é isso? Esse negócio de Senhor do Mar é Os dois irmão surpresos, admirados, não 
a vez de Biriba e de Rodrigo caírem cm cima dele, falando história do Talão, foi só para mexer com você. acreditavam no que estavam ouvindo, o jeito de Neguinho 
de desastres na serra, nas centenas de carros que - Nada disso. É verdade. Eu sei. 	falar, seus olhos brilhavam, muito estranho. 
despencaram, nos dias de neblina, quando filas imensas Ficou ali .., dez minutos, depois entrou. Mais Os pais iniciaram o processo de arrumar as malas. 
(mais de 20 km) se fonnavam, e as batidas! Neguinho contente que lambari cm sanga. 	ajeitar aqui e ali, abastecer os carros , deixar tudo 
permanecia mudo. 	Foi uma farra. 	preparado, sairiam de madrugada. 
- OIha lá, Neguinho, olha, lá em baixo, está vendo? Neguinho era a alegria, a descoberta das ondas, o Eram quase 6 horas da tarde. Neguinho já não estava 
É Santos. • 	vai e vem, criou coragem, procurava as ondas mais fortes, com os irmãos. 
Ele arriscou um olhar, rápido, e viu a cidade, uma aprendeu depressa, afinal era bom nadador. 	- Rodrigo, vamos segui-lo? 
paisagem maravilhosa, o mar, longe, os prédios, as praias. Nem pensavam no almoço, beliscavam um petisco - Bobagem. Deixa prá lá. 
E olhou para cima, a estrada parecia uma serpente aqui, outro lá, só voltaram para o apartamento às 05:00 - Não, vamos sim, vamos ver quem ele está levando 
deslizando pelo morro. Os carros mais pareciam formigas. horas. 	• lá nas pedras? 
Ficou, novamente, em silêncio. De vez em quando Foram dias e noites maravilhosos. Fizeram muitas Rodrigo respondeu, baixinho, voz inaudível. 
arriscava olhar para os lados, os carros passavam em alta amizades, Neguinho trocava de namorada, ou melhor - Não está levando ninguém. Alguma coisa estranha 
velocidade, motoristas acostumados a descer a serra. "ficava", cada dia com uma menina. As paulistanas está se passando. 
Biriba não, ia devagar, cauteloso, olhando sempre pelo branqueias procuravam aquele menino simples, mas de - Por isto mesmo, vamos ver o que é. 
retrovisor, o pai vinha atrás, sentinela, orgulhoso do uma cor que chamava a atenção - "o moreno cor do Andando pela orla chegaram até as pedras, tiveram 
filhote. 	pecado" estava fazendo sucesso. 	que nadar uns 50 metros, ondas altas, o mar estava revolto. 
- Esse guri dirige bem, comentava com a esposa. as rodas, na lanchonete preferida, ele era a atração, Depois caminharam por uma trilha, a mata do Xixová 
Viajaram menos de uma hora, saíram de São Paulo com suas tiradas, e fazia questão de dizer que era era orgulho dos moradores, ouviram vozes, foram se 
às 09:00 horas, às 10:00 horas estavam na porta do prédio descendente de índios. Um sucesso! 	aproximando, sem fazer barulho. 
onde tinham apartamento. 	Bastaram quatro dias para ele conhecer tudo, os Viram Neguinho. Estava sentado, olhava para o mar. 
A rotina era a mesma de sempre, descarregar, limpar melhores pontos, os locais mais frequentados, aprendera Conversava com alguém. 
o apartamento, arrumar as coisas, cada um fazia a sua a rotina da praia. Os macetes. 	- Bem, amanhã vou embora, vou voltar para a minha 
parte. 	Só um fato, estranho, deixava Biriba e Rodrigo terra, fiquei cont:=:nte cm conhecer o Senhor. ode ficar 
Rodrigo chamou Neguinho para ajudar. N2guinho preocupados, mzis do que preocupados, apavorados. tranquilo, vou fazer do jeito que ensinou. 
sumiu. Onde está o ieguinho? Preocupados saíram à sua Todos os dias, por volta das 6 horas da tarde, quando o Biriba deu um escorregão. Uma pedra caiu, fazendo 
procura. Nada. 	Sol iniciava o seu recolhimento para surgir a Lua barulho. Neguinho se voltou, rápido. Viu os amigos. 
- Vai ver que foi conhecer o mar, falou Rodrigo. majestosa, Neguinho sumia. Mas sumia mesmo. Saíam à Olhou para eles e para 
O 
mar. Assustado. 
- Sozinho? Não acredito. Respondeu Biriba. sua procura, perguntavam aos amigos, às meninas, mas Biriba gritou: 
- Vão procurá-lo na praia, esse guri vai dar trabalho, nada, ele desaparecia. Quando voltava, recebia as broncas, - Com quem você está conversando? 
disse Rogério, o pai. 	respondendo simplesmente - estava por aí, andando. ' - Você me seguiram. Vocês não podem conhecer o 
Não foi preciso procurar muito, Neguinho estava Era muito estranho. Sempre na mesma hora. s nh d M 
e or o ar... 
na mureta que circundava a praia, perto de uma barraca, - Vai ver que. arrumou alguma mulher casada, sei Biriba não viu. Mas Rodrigo sim, viu um movimento 
quieto, olhava longe, muito longe, lá onde as ondas lá, alguma menina, que pode se encontrar com ele só nas ondas, um vulto, uma sombra, não sabia explicar. 
iniciavam a sua viagem em direção a praia, olhava nessa hora. Os irmãos comentavam. 	• 1 	d 
mas viu a go, que rápido desapareceu nas profun ezas. 
admirado, então aquilo era o mar! Meu Deus; parece não ão acredito Rodrigo. Aí tem coisa. Se fosse Peixe? 
' ter fim. Quanta água! 	negócio de mulher ele contaria. 
- Pó cara! Você sumiu, ficamos preocupados, O fato se rerotiu. Todos os dias. Ficaram na praia 
Rodrigo falou, asperamente. 	15dias. Todos os dias, às 6 horas, em ponto, Neguinho 
- Não sumi não, tanto que você me encontrou. sumia. Podia estar jogando voleibol, conversando com 
- Tudo bem, vamos ajudar a mãe, depois que as meninas, com os menos, numa lanchonete, de repente 
trocarmos de roupa pegaremos umas ondas. dava um jeito e desaparecia. 
Neguinho sorriu para o amigo, riso maroto, Tentaram segui-lo, não deu certo, ele conseguia 
pensando - esse Rodrigo tem cada uma! Quero só ver despistá-los. 
como é que ele vai pegar uma onda no mar. 	Rodrigo e Biriba r.,mentaram 
O 
fato com os pais 
Biriba~ com cara de poucos amigos, repreendeu: eles os tranquilizaram:. 	' 
- Aqui não é. a nossa cidade cara, é perigoso, você - Talvez tenha arrumado uma aventura e não quer 
não conhece nada, pode até se perder, não pode sair contar. 
sozinho. 	N. 
. a véspera do retomo para casa, estavam os três 
Neguinho só olhou. Não falou nada. Depois saiu sentados, jogando conversa fora, na praia, ao longe, o 
resmungando. . 	morro Xixová, o verde contrastava com o azul das águas, 
- Até parece, tiro de letra, vou mostrar pai a ele. • e _m~1s longe, " mar quebrava nas pedras. Um lugar de 
Tudo arrumado. Em ordem. Cada coisa no seu lugar, dificil acesso. De repente, Neguinho olhou para os amigos 
a mãe de Rodrigo, Nena, sistemática, só deixou eles • e para as pedras. Falou, com voz serena. . 
sairem depois de ver as roupas no guarda roupas, o - Olha, estão vendo as pedras? Lá longe. Pois é, lá é 
apartamento limpo, aí sim: • 	que, todos os dias, às 6 horas, me encontro com o Senhor 
- Podem ir, disse ela, mas cuidado, nada de querer do Mar. Todos os dias. Hoje é 
O último dia, não vou mais 
ir no fundo, e cuidem desse guri, olhando para Neguinho. vê-lo, só quando voltar aqui, ou onde tenha praia, do mar. 
Falava como se falasse a meninos, afinal já eram . Os amigos olharam surpresos. Para ele e para as 
homens.. • 	pedras. 
- _Toda mãe é assim, apesar de homens, os filhos 
sempre seriam meninos. 	- Como? Senhor do Mar? Então você vai todos os 
Saíram. Neguinho olhava as dezenas (ou eram: dias_ naquelas pedras para falar com o tal Senhor do Mar? 
Lá é perigoso, cara. 	• 
centenas?) de meninas,· fio dental bikinis velhas . . . 
matronas, jovens jogando volei, outros correndo, } ""am muito. Estava explicado o mistério. Sabe lá 
andando, para, ele uma loucura. Não tirava os olhos das. oque ser..:ava pela cabeça dele. Mas tudo bem. 
meninas. 	»o que, realmente, era pengoso. 
- Vocês não estão acreditando, não é mesmo? 
- • - -- - --- 
Não, não era peixe. O que Rodrigo viu foi o vulto 
de uma forma humana, mas. estranho. viu a cauda. parecia 
um homem-peixe. Metade ser humano. metade peixe. Isto 
mesmo. 
Uma sereia? Então o Senhor do mar de Neguinho 
era uma sereia? uma Senhora do Mar? Loucura! 
Voltaram. Biriba ria muito. Rodrigo e Neguinho 
calados. 
A viagem de volta foi rápida. Nas paradas Biriba 
falava para os pais, todos riam de Neguinho. 
Ele também sorria. Mas sorria de um jeito diferente. 
e quando sorria olhava para Rodrigo. Cumplices. 
Dali para a frente, a vida dos dois não seria mais 
mesma. E Rodrigo passara a gostar mais e mais do amig° 
e respeitá-lo. 
• Depois de vários meses, numa tarde quente, a beira 
do Apa, na roda do tererê, Rodrigo olhou para Neguinh
0
• 
perguntou, baixinho, duvidoso: 	. 
Ne • h - - • • ou foi 
- gumnc, 1a na praia, eu vi mesmo 
imaginação, coisa da cabeça? 
- Sabe amigo, na vida a gente vê o que quer ver: 
sente o que quer sentir, nós criamos os nossos anjos e 
0
> 
nossos demônios, só é preciso vigiar, e ter Deus cor:i 
0 
gente, o meu continua lá em casa, mas carrego com!S° 
agora o meu protetor, um talismã que o Senhor do M 
me deu. 
Falou e mostrou para Rodrigo uma medalha. corn ~ 
imagem de Iemanjá. 	+a 
Rodrigo ficou pensando... pensando... O AP 
continuava a sua viagem, suave, tranquilo, em dire" 
ao Rio Paraguai ... para o Mar.

f'A(,1.  .. 
AVISO AOS CONSUMIDORES DA ENERSUL 
"'O Governo da Cidadania não respeita as Leis e os ,Consumidores" 
"Art, 2 do Código de Defesa do um Govrno pod ex!gIr d c!dado o d dr para l0 reafs, que por suo gruvror!co«contes... (0 ATUAL MO 
conun1dor" Parágrafo hnfco - O Cony cumprimento das LeIs, sr le próprto próprts condição humilde "tm medo" - VIME'TO). 
tdor cobrado m quantfa fndov1d: tn afronta os dispo!tvos leais contra ou não tm tempo, por forca dr npre- II- cu!_nm?±F3!"_d?P!_!d' 
drefto à repetfçio do Indóbfto, por os Interesss da população! Como a go ou outros afazres, d procurar os vtdulou_coletivo. (MAIS DE. I MI- 
valor Igual ao dobro do que paou cm ENERS'L pode x1Ir que o consun!dor órgãos oficial« mm busca d o 	a m p a r o 	- fois pnR@iis @oi@Dos I L E G A LM E N T E ) 
excesso, acrescido de correção moneti paur m dia sua conta do luz se la, qu a L! lhes oferece, Ou com medo III - Dissimular-e4n1turra!­ 
rl.:l n Juros 1caís, salvo hlpóte de nnt<'clpnrJ,111<'nt,,, jÕ tonou 
O dinh<'lro dr F-U'l luz cortada. Esse são a nafo- lfett. do procrdim. nato. (TENTATIVA - 
cnguno justiflciivcl. 	drm:;<' mrr.mo conr,unidor? Cono o Covr-r- rw, e estão desprotg!dos, Inclusivo DA ENERSVL DE DAR LEGALIDADE A Sl
1
. 
Após rH• aproprfar 11,,gnlmr,nt<' do no pode exigir que o pequeno comer!- contra a maciça propa.anda governam COBRANÇA INDEVIDA). 
i d id 
:intc p,1guc i;ruo illlposto5 ,,m din, sr, t;::l paga con sru,; p-rôprlos t"CUCF:•r, IV - Qu :,,d 1 C'I'":< ti Jt,1,: 
dinhc ro os conum' ores, promovendo 
Jumcntor; e cobrnnç;iG lndC'vldor; nas cli• próprio infringe a Le1? Que auto- Convén citar mais alguns pontos do a) Por v!d; P&blfc0,_ou_ per 
rtdade moral tcn um governo fora da CCdlgo do Defesa do Consumidor: peoyujGaT. foge!r 
contas de energia residencial, a ENER 	-- 	-. 
SlfL, por forca de dmíncia frita juntÕ Lei, parn rxigir do1; 1;eui, concidndãos Art. 41 - No caso de fornecimento al sj.a mm1ff d .. ~,.•n:r •,1nnir .!_:I.::_ 
no DNAF.E, é obrigada a devolver !llnfo que a respeitem? O que está cm jogo. dr produtos ou serviços (El'!:RC!A) ,;u- vÚin1. (DIHETl,,< DA F.NJ:11 'Ul.). 
de 
15 
milhÕes de reais, Não fosse a não é m.:iifl simplr>Sm<'ntr uma decisão - jdtos ao regir.11" de CONTROLE ou dr b) En dr•trlr,,·nw <li- oprr.iriu ••• - 
dr.núncln,o cmpresn C'Ht.iria ;ité hoje ;idministrativo do DNAEE, mas o fato tnbclnmC'nto d,.. pr<'ços, o•; fornrcrdo - n,11or d<• !!O ,mo,· •• , (J l1AJOJU/ uos 
da ENERSUL ter contrariado os Direi - rcs (ENERSUL) drvrrâo r,·sp1•itnr os CO:-iSt: tIDORES ltLS!DJ;NCIAIS SÃO PI:SSO- 
lavando os consumidorC's, 
• tor; dos Con,;umidorcs prC'vif;tos n.i Lei 1 imltPS oficfois sob pena dC', n.io o AS HL'Mll.lJES). 
Qualquer pequrno ou grande empresa 
rio pode infringiroCÓdigo d<! Defesa dos 8.078. O QUE ESTÁ EH JOGO É O PRÓPRIO fazendo, responderem pela restituição v- Serem praticados cm optaçr 
ConsumidorC'r., ci.tnrõ sujeito às pena- ESTADO DE DIREITO. 	d;i qu:>ntia rC'cebid.1 rm excesso, monr- qur envolvam alimentos, medicamentos 
lldndc,i; prcvistns na LeI. Isso tem Os ..:onsumidorC's rcsidencinis d;i tar lamente- atualizada.,. 	ou qualquer produtos ou serviços os 
- 
ENERSUL dcvem procurar os seus D!rol- Art. 56 - As Infrações das noras sncLafs. (ENERGI ELÉTRICA é um ver 
sido praxe. A Dcfesn do Consumidor 
· Í tos junto aos Órgãos de defesa dos dC' drfcsa do consu.-:iidor fic;Jm sujri viço r-s!Jrnci.11). 	- 
pnssou a sc-r quC'Atao dr. cxcrc cio de 	- 
Cidadania. 	consumidores E EXIGIREM O CUMPRIMENTO tns, conforme o caso, às seguinte-li - ART. 77 - A pena pecun!árLa pro- 
DO ART. 42. 	s.:inçÕcs administrativas, sem prejuízo vista nesta seção scri fixoda rn 
das dr, n;itureza civil, prn;il r- da,; de dias-nult.i, corr0r.pondr-nt<• ao m!ninn 
finidas cm normas rspcc!ficas: " e ao nixLmo de dLas do duraç:io d.J p<' 
!tem VII - Revogação de concessão na privativa da liberdade comin.:1d,1 :: 
!tem XI - Intervenção administrativ.1 ao crimr. 
Art. 59 - Pariigrafo JQ - A pena do Já acfonoi formalmente a Procura- 
CnssnçÕo da concessão será aplicada à dor1a da Justiça do Estado c o PRO­ 
concessionária de serviço público, CON, srndo importantf' qur outroG sr 
QUANDO VIOLAR OBRIGAÇÃO LEGAL ou con tores organizados d" noss,1 soci,.d.1d~ 
tratual. 	cobrrm do Covrrno do Est;:ido uma dr 
Mesmo a::;sim, e oatcntando o slogan 
de "Governo da Cidadania", .i ENERSOL 
por intermédio de sru Presidentc-,nfir 
ma que não vai devolver o dinheiro :: 
que indevidamente tirou dos consumido 
rcs, mesmo após g;istar milhnres ~e re 
ais para anunciar nns emissoras d~ 
rádio e televisão, e nos jornnis, de 
que iria promover a dovolucio. 
o uestion.l r como 
t importante que não só o PROCON , 
mns outros setores respeitados e com 
credibilidade como a Defensoria do - 
Consumidor e n Promotori.1 do Consumi­ 
dor, e o Ministirio Público como um 
todo, fiquem atentos para um fato: 
dever que os org;inismos públicos têm 
de proteger o pequeno consumidor.Aque 
lr qur tf'V<' sua cont.i dC' luz aunenta:: 
LTON 
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Art. 75 - Quem, de qualquer fonn.1, 
concorrer para os crimes refi>ridos 
neste Código incide ros prnas a <'Sses 
cc>~irodas ro medida de sua culpabili 
dr.de, bem como o diretor, administr.1:: 
dor ou gerente da pessoa jurídica que 
promover, permitir ou por qu.1lquer mo 
de> nprovar o fornecimento ofert.1 ..• e 
prestação de serviços nas condições - 
por ele proibidns. (AUMENTO ILEGAT, E 
COBRANÇA INDEVIDA). 
Art. 78 - são circunstâncias agra - 
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- ,. >d 
~~, 
v-.ntcs dos crimes tipificados 
:ódigo: 
I - O crime cometido rlll cpocn 
1 	, 
' --=-e- 	eh d 	l 
de 
eis.lo imC'diata p.1ra o assunto, ou o 
GOVERNO SE CONSIDERE i MARGEM DA 
LEI, s(•m nrnhum.i condiçiio d<.> exigir 
de qu.1lqucr cidndiio o cunprimcnto do 
sou dever. 
"Qur o exerc!cio d,1 cid.1d,1nia niio 
srja ap<.>nns uru retórica publicit5 - 
ria do Governo, mas a garantia dos 
princípios básicos,.. el<'mentarcs de 
cndn cidadão". 
ANTONIO CARLOS ARROYO - DEPUTADO ES 
TADUAL. (Autor da drnúncla contra .i 
cobrança e o numrnto ilcg;il dns con­ 
tas de energia clétrica feitas pcla 
Eli"ERSUL). 
'·. Consumidor da Enersul: antes de pagar sua éonta procure o PROC0N,. 
_ 'e-se informe $.Obre os seus direítos..Exiju devolucão do-seu dinhei-rÍi- 
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l 
1 ••

JUR:lJ, IRIBU A DA FROTH IRLi - BISEMANÁRIO 17 DE..f,E_VfREIRO_l2.LL92.5. PÁGINA 28 
Hosne assume lideranca do PMDB 
I 
0 d putado estadu! 
tlon. Ira!h a.ssunfu, na 
,: h, r tu r ., cto• traba!hw ... 
1 1,996 da As:mblf.a - 
J., 1latlv.a, a IIder..nç 
d bmncada do PMD, :ftr 
indo que a rpre++;ta4o 
ol{tlc socIedad 
,1,v,-11 tr,Jb,111!,,r )une.ir: , dlr;no ,, rr-r,p<'it;ido,culto 
pol, "gsgIn vncermos r competente, ma!s justo 
n crise rap(d.amonto", Pa e mafs humano", 
r 1 lonv, "a tarefas 0 parlanrntar lrrsbrou 
qur L• 1•10;, pr>]n frr>n:,, - que o ano de 1.995 ",;ub­ 
!npuin excluí, pols e meteu os Poderes doe Mato 
trata de preparar um Exs Grosso do Sul a duro,, 
t:do todos alnu }amos p rov,1!1, "X 1gindo gra ndt> 
za, unLão o cspIr!to pü­ 
blJco para dr-rrocnr ao 
advt>T nidnder,". Sr•gundo o 
1[dr da bancada pecmedg 
bioco, a pr6prio governo 
dor Wilson lfartins ofir= 
mou cm rccf'n t" soll'Tl ido­ 
dr qur a fas~ mais difí­ 
cil foi vcncJdn, encomi­ 
nh:mdo-sr o Governo para 
um prr!odo profícuo de 
realizaçÕrs r soluções", 
O deputado ressaltou 
a importâncin da partic_! 
paço do Poder Leztslat! 
vo n.1 r; coluçõ,.,; dos pro­ 
b1mas do Estado, crrto 
d qu as bancadas, {nd 
prndr-nt" d" partido poli 
tio, "oferecerão noel 
srssào lcgiclativo toda 
nua forço, snbcdorio,. - 
conhr.cincnto para apres- 
monto estadual. No ano 
passado, cxrcru a l!d­ 
rança da bncada do PFL, 
portlc1pando d.J C:nio&::o 
de Constitufção e Justi­ 
ço, urn.:i dt:ir, u:iir. l .. ;,or - 
Cana int rrupc5o 
Dirf't6rlo !/acional 
do 
do 
ser nosso c-ncontro con o pnrtido no con.1ndo rrgi~ 
futuro, que há de ser - nal, Hone acitou o con 
digno~ generoso como o vit<' do Govrrnndor Wil~ 
fé, do cidadão nos seus son Barbar.a M.:1rclns p~ 
rc-prescntnntcs". rase filiar ao Pl1DB,sr>n 
LIDERANÇA do L~cdiatanrnte conduzi 
Eleito em 1,994 para do à lideranças da banci 
o primeiro mandato na da, incegradn pelos dep~ 
As6embléia Legislativa , tados estaduais Waldt•mJr 
upresentnndo Ponta Porii Moka, Jr.rcé Euzébio, Mo_! 
e o fronteiro do Estado, sés Nery, Nelito Cêmara, 
Hosne Esgnib tem uma atu Murilo Zauith " Cclin.1 - 
ação dcstacada no Parla- Martins Jallad. 
Na sua primir.. m.n!­ 
foz±çio na abertura dos 
tr 1b.1ilw,; l<'i,!• l 1tivo 
o parlamentar condenou ± 
intolerância de un grupo 
de professores que Inter 
ropu o pronunciamnt 
do evridor Llen Mr 
t!n. "A crise x!te, - 
n!num rega, o próprio 
gov,•rn.Jdt'r p(•dr unitio p.: 
r.1 i;olucion.i-l.1 rui,, r.í: 
pldo r o,i prof,,,- orr~ , , 
quer prften esta man!­ 
fetação com gestos e 
brados Incompatfve!s - 
com o espírito demo 
cr:Ítico do Poder L,,: 
gislativo que os aco­ 
lhru", criticou Wllson 
Darbo5n Martins. 
'-----' 
RUA LOMAS VALENTINAS - 367 
-~038-221 - BELLA VISTA/PARAGUAI 
âpostam no equilíbrio 
d s Poderes e na Democracia 
Líderes 
Jã a abertura dos tra 
bolhas legislativos no 
Último dia 1S-02, o lí­ 
der do PMDB, deputado 
Hosne Esgaib, disse que 
como deputado no exercí~ 
cio do seu primeiro man 
dato, acredita que o par 
lamento estadual é ui 
dos poderes mais democrã 
ticos porque " transpa­ 
rente e suas decisões a­ 
contecem a luz das dis 
cussões". Sobre os difi= 
culdades porque passa o 
Estado, o parlamentar a- 
credita que com os ojus 
W
liS) A ailr_LER tes que estão sendo fe 
• ~ U'11U tos e consequentemente o 
enxugamento dn mãquinn - 
ZOOMP administr,'ltiva, o gover­ 
-· nO vai deslonoar, 
p3/7/ (@ II MI..J][eI JgEn Pars svt-tas+ as 
VIII ISL A IU" IG LI r, Antônio Cor los Ar- 
AVES SAINT .AURT ±!: ; .%$% 
. 	,. ·; 
fes para homens, 
ndhercs e crianças 
HAALDREN 
LEECOOPER 
Representante: 
'e$i@ 	sr° 
ilimIIDlID ~~,.;;..~~,~~~ ..... 
o equilíbrio dos pode - 
res e suo participação - 
srrã através da discus 
sêo de propostas e solu­ 
çÕes. Segundo o parlamen 
tora sicuacão do EstadÕ 
neste momento ê ca6tico 
e a Assembléia tem dis 
cutido os problemas e a= 
presrnt;ido as soluções , 
li • 
porem, o governo nem 
sempre tem atendido es­ 
sas proposicÕes", para 
finalizar, o deputado - 
Arroyo disse que é muito 
importante a manutencão 
d0 diâlogo e estendê-lo 
à sociedade. 
O líder do PSDB, dep~ 
todo Akira Otsubo, acre 
dica que a Assembléia Le 
gislativa, nessa Legislã 
tura, teve uma participã 
cão efetivamente muitÕ 
importante porque foi di 
ferente das outras, "te;:;­ 
do em visco que as mud:m 
ças econômicas se canso= 
lidaram no País". O depu 
todo, líder de um parti= 
do aliado ao governo,diz 
que não está somente pa­ 
ra elogiar, mas sim, cri 
ticar os erros cometidos 
poro que sejam atendidas 
as metas de desenvolvi - 
menta nas áreas prioritã 
rias, como a educação: 
saúde e saneamento bâei 
co. 
"O novo líder do PT ,A­ 
nilson Prego, que subis­ 
titui Ben-Hur Ferreira - 
no rodízio partidârio", 
salientou que a socieda 
de não pode continuar pn 
g.'.llldo pelos erros dos di 
rigen tes. Segundo o pe : 
tis ta, a AL-MS tec "de­ 
monstrado sobejamente - 
sua vocaçiio para o diâl~ 
go e sua corngem para en 
frentar os probleoos,d~ 
do guarida às vozes da 
sociedade, roas o governa 
no precisa agir râpido e 
corrigr o rumo". 
-----"";:-:':f=.~·--- 	'. ' 
•• ~--- . 
~_:_:1 
• ·p Jlt.'.A VISTA À CAMPO GRANDE: 05:30 - ,15:00 - 23:30HORAS 	- 
BLA VISTA À CA:'1'1PO GR...1'-DE COM BALDEAÇÃO EM JARDIM: 09:00 HORAS ':' 
(este hor:irio não corre aos DOMINGOS e FERIADOS) 
BELA VlST A, .JARDTII: 05:30 - 09:00 - 15:00 - 2J:00 HORAS 
BELA VISTA À CORUMDÁ. pas.'lllndo porJanlim, Guia Lopes., Boni10,Bodoqucnae 
Mi randa: 09:00 IIORAS- (Não corre aos DOMINGOS e FIJRIADOS) ·. 
BELA VISTA A PONTA PURA, passando por Antonio João: 06:00 e 16:00 HORAS 
BEL VlST A •- DOURADOS, com b:ildeaçiio cm Antonio Joiio: 06:00 (niio corre ao, 
DOi':,NGOS l' FERIADOS) 	. . _ 
Ctificina do SADÜ 
Denise Bernadete Torres Rigo - ME 
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