TRIBUNA DA BELA VIST A/MS ANO: XXIV N º 1. 705 ENERSUL EM BELA V , E uma vergonha!!! Um desrespeito ao e O povo de Bela Vista está revoltado. E com razio. Os 'serviços prestados" pela ENERSUL. em nossa cidade exigem uma tomada de posição rigorosa, não dos políticos ou administradores, mas da POLICIA E D/ JUSTIÇA. Não há mais o que falar, nem a quem reclamar, a situação está se tornando caótica. Cortes, oscilações, são constantes. Ontem (quinta­ feira), por volta das 20 horas até parecia brincadeira de c.:rianças, o "acende e apaga", "desliga e liga", transformou a vida dos belavistenses num exercício de maratona, correr para desligar antes de ver televisões, geladeiras, freezcrs, etc, etc, se tranformarem em sucatas, queimados. Não, já não admitimos mais explicações. n:lo ~e justificam, as contas de energia elétrica chegam todos os meses. a empresa cobra indevidamente taxas absurdas, os serviços oferecidos SÃO. PÉSSIMOS. Pobres dos funcionários da ENERSUL em nossa - CAMARA MUNICIPA.L REA, II O .TRABALHO • 1 1 1 , ( Comandante do 10 RC Mec. Ten, Cel. Paulo. Vice Preteito Sydney Nunes Leite, Presidente da Câmara Orlanda Freitas dos Santos 1 º Secretário Marcos Barbosa. Ten. illasanti. Cmt. da Polícia 'Militar e o Representante do Padre Willian. Pedro Paulo • Matéria na Página· 04 cidade, trabalhadores obrigados a ouvirem queixas e mais queixas, algumas até agressivas, enquanto os chefes permanecem nos gabinetes desconhecendo a realidade da Empresa no interior. Recuperação das odovia Nossos parabéns aos encarregados pela residnia do DERSUL, em Bela Vista. e Jardim, semana pasada tecemos críticas ao estado de abandono em que se l·ncontravam ,IS Rodovias do Sudoeste. As máquinas estão a mil por hora, de Caracol a Murtinho, de Guia Lopes a Bonito. Fica o registro e a gratidão de todos aqueles que trafegam pelo' "Corredor Sofrido". AVISO AOS CONSUMIDORES DA EMERSL "O GOVERNO DA CIDADANIA QUE RUO Pista-0 7 RESPEITA AS LEIS E OS CONSUMIDORES" fflCÜ® ® No dia 2O de Fevereiro, nosso jomal comemorá 2-4 anos de circulação. Um dia especial, tera·feira de Carnaval, é só festa. O povo comemorá com samba no pé, muito axé e zbraio. Assim fazemos o nosso Jomal, para nós uma grande festa, de civismo, de amor à verdade, de lutas, o lema permanece vivo 'estamos fortalecendo o mmncpalismo, mantendo , ovo em informado" A verdade de um Jornal, o oal verdade, é espelho de uma tr11rlição, 1RIBUNA JA FRONTEIRA é a vitória da g.1rr.1, da detemiinação. Ontem recebemos telefonema do ex-vereador Norino Gonçalves, de Antonio joão, ele sintetizou numa rase o espírito da TRIBUNA: "Parabéns a todos vocês, a nossa luta, é a luta de vocês. Vocês estão 'escrevendo a história do Sudoeste e da Fronteira" Aniversário do 10° RC Mec , O 10° Regimento de Cavalaria Mecanizado Regimento Antonio João. estará completando no próximo dia 22 de Fevereiro. seu 157° Aniversário de criação. É herdeiro das tradições do Corpo de Cavalaria de Mato Grosso, criado pelo Decreto nº 30, de 22 de Fevereiro de 1839, com sede cm Cuiabá. em resposta a ncccsidade e a conveniência da presença de efetivos militares na área. Adotou diversas denominações até chegar à atual em 18 de Dezembro de 1985. 1 1 Mudou de sede ao longo de sua existência. tendo estacionado em Cáceres em 1847, Nioaque em 1858, Miranda em 1903 e chegando à Bela Vista em l O de Dezembro de 1906. Diversos personagens da história militar do Brasil integraram o nosso Regimento. O Tenente Antonio Joào Ribeiro, patrono do I Oº RC Mec, tombou cm defesa do solo pátrio. Hoje o Regimento orgulha-se de scro guardião dos restos mortais de PEDRO JOSÉ RUFINO, seu Corrandante à época das lutas pela manutenção da oberania acional, em jazigo localizado no momumento central do pátio de formaturas. Atualmente o I O' RC Mec integra a 4 Brigada de Cavalaria Mecanizada. com sede em Dourados/M , denominada BRIGADA Ten. CL. Paulo do Silva May..aJhllts - mt. do 10' RCMe 1 1 ! ,·­ n [- l"Sargento PPM Claudemar José overnigo, novo Comandante da Policiá Florestal de Bela vista" Há muito fazia-se necessário em Bela Vista um Destacamento da Polícia Militar Florestal,já que Bela Vista possui um grand·e número de rios piscosos e há um enorme fluxo de pescadores e pescados. . Conforme Portaria Nümero O01/PM- 3 do dia OI de Fevereiro de 1996 o Comandante Geral da Polícia Militar do MS, 'resolveu ativar o DestacamentQ da Polícia Militar Florestnl de Bela Vista. sendo esta ::• subordinada diretamente ao Comando da Policia Florestal em Campo Grande. Página - 02 GUAICURUS, por simbolizar em nossos dias o espírito do povo indígena que habitava as terras matogrossenses, lutador intrépido e incansável pela liberdade de sua gente e pela integridade de suas terras. O Regimento Antonio João ufana-se de seus laços de amizade e de sua integração com a comunidade helavistense. que o acolhe desde o início do século de maneira cordial e cavalheiresca. O progresso e o bem-estar da comunidade são aspirações que o I Oº RC Mec comunga. em seu dia-a-dia, com o povo de Bela Vista. PAULO DA SILVA MAGALHÃES - TC CAV COMANDANTE DO 10- RC M.EC 1 1 orro convoca sociedade para que o Estado consiga superar a crise O Presidente da Assembléia Legislativa. Deputado Estadual Roberto Orro, durante a solenidade de abertura do ano Legisfalh'o. alertou para a necessidade de a sociedade organizada estr em permanene articulação com .ode constituídos, visan ' buscar soluções para a at. crise enfrentada pelo Estado. Página - 03 1 I , l ' b.. 2..i.. 'h., h,...t flSIO'llRAPEUlA. cnuno 13081-1 Atendimento fisioterápico nas seguintes áreas: trauma to ortopedia, 1- neurologia, reumatologia, problemas respiratórios, estética facial e corpornl Rua Monte Castelo,750 'ir 255- 1382- BONITO] VILMA DA SILVA VERA LOUREIRO DE ALMEIDA OABIMS 2574 0AB 2573 • B (CAUSAS CÍVEIS E CRIMINAIS) j RUA CUIABÁ, S/N - CENTRO r (067) 439- 1290 BELA VISTA/MS S CÍVEIS E CRIMI RATOS-EXECUÇÕE ) 251-1012 e 251-2424 » dato t»a. '· ' . ,, $ e não sente % 1 DR. HÉLIO RUIZ E DR. HÉLIO TADEU RUIZ _CAUSAS CÍVEIS E CRIMIÃIS> ['RUA 14 DE MAI0,470 - CENTRO] ~ (067) 251-1012 - 251 - 2424 .JARDIM/MS , • «o 17DEEEEREIRO DE 1.99 - BE-SEMANARÍo Ativado o Destacamento de Polícia Florestal de Bela Vista Ponte Fixa em Metal o Plática, Ponte Fixa· em Metal o Cerâmica, Ponte Móvel, Clareamento Dentário, Aplicação de Flúor, Raio-X e Facetas lam'.iadas DR. LAUCÍD!O VALDEZ DE BAR.ROS CRO 340-MS RUATEN. BERNARDES,447 • 251-1436 , RES. AV. CEL. CAMISÃO - 3251-1039 ' yDIys } TRIBU A DA FRONTEIRA • B!-SEINÁRIO Fundado cm 20 de Fevereiro de 1.972 Propriedade da Rede llcluvistcnsc de Jornais CGC.ilF tS.513.203/0001-59 DIRETOR· F.DITOR-CHEFE: lvaldo Pereira SUCURSAIS: - JARDIM - Rua I4 de Mai0,342 - E (067) 251-1669 BONITO - Rua Monte Castelo, S{N CA"ACOL - Avenida Brasil, SN A1':I.TONIO J0.-.0 -'Praça Eugênio Pcnzo. S/N. PORTO MURTINHO - Rua Coronel Ponee, r(067) 287 - 1239 TABELA. DE PREl,:0S: ASSINAT.URA ANUAL: R$ - 60,00 ASSINATURA SEMESTRAL: R$ 30,00 PREÇO DO EXEMPLAR: R$ • 1,00 os ARTIGOS ASSINADOS NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO JORNAL. ORIGINAIS ENVIADOS À REDAÇÃO NÃO SERÃO DEVOLVIDOS. AVENIDA TRIBUNA DA FRONTEIRA,564 ? (067) 439-1410 - FAX (067) 439-1544 BELA VISTA - MS . FILIADO À: ADJORI - Associação de Jornais do Interior ABRA.IORI - Associa;lo Brasileira de Jomais do Interior CNJI • Cadastro Nacional de Jomais do Interior - Periodicidade verificada em Bras!lia - Registro no Cartório - 1.066 Jo1Jo Carlos Velasquez Há multo fazia-se ne­ ccc;nÚrlo cm Bela VIstn - um Destacamento da Polí­ cia Militor Florestnl,Já que Bela Vista posoui um grnnde número de rios - piscosos e há um enorme fluxo de pescadores e - pescados. . Conforme Portaria nu­ mero OOl/PM-3 do dia 01 de Fevereiro de 1.996 o Comando Geral da Polícia Militar do MS, resolveu ntivar o Destacamento da Polícia Militar Flores­ tal de Beln Vista, sendo esta subordinada direta­ mente ao Comando pa Pol! eia Florestal em Campo - Grande. Foi designado no dia 06 de Fevereiro o 1g Sar gento QPPM Clademar Jose Sovernigo para o Destaca mento em Bela Vista, sua procedencia é do Setor - de Operações da Polícia Florestal de Campo Gran­ de. Sovernigo ainda foi - Comandante do Destacamen to da Polícia Florestal de Porto Mortinho, Jar­ dim, Taquarussu e Miran­ da, está na Polícia Mll! tar Florestal desde a sua criação no nno de - 1986. O Destacamento da P lícia Florestal tem como objetivo n fiscalização ambiental, visando a con servação do meio ambien-­ te. A Unidade ainda en­ contra-se equipada com - uma viatura, 02 motores de popa e 02 barcos .. O Destacamento da Fl~ restal inicialmente atua rã com 08 Policiais Mill tares Florestais, atuan­ do diuturnamente na pre­ servação do Meio Ambien­ te, pura uma melhor qu~ lidade de vida, ainda - Guas atribuições, além oo • ., .......... =E---e k ; r ---·--- ..,_ . z@te I - i -t~ I > de Bela Vista, atenderi Caracol, Antonio João, - Aral Moreira e Ponta Po- ra. A Polícia Florestal , oficial ativação sera - Jrdim. posteriormente marcada. Segundo as palavras - Qualquer informação - finais do Sargento Sove: ou denúncia sobre a ques nigo "A preservação do - tão ambiental podera ser Meio Ambiente, exige 3 - encontra se atuando nes- feita pelo telefone - eterna vigilância de tg sa região desde o dia 10 439-1159 ou dirigir-se - dos nós. da BR-060 km 02 saída para pp., e a solenidade Prefeitura Municipal de Bela Vist PORTARIA NQ 049/96 - GABINETE DO PREFEITO O Prefeito Municipal de Bela Vista-MS, ao uso das atribuições que a Lei lhe confere; RESOLVE: ------- ~,__, ~ _ _J ~ . - . - --- ·-· - . - - ~ Comida por ki/o - A la carte - lanches - Pizzas• Drink's Rua Cel.' Pilad Rebuá,1883 255-2699 - BONITO/MS Vende-se uma casa de alvenaria, com 12 peças, com 1 50 mts2 de área construída. Recém refonnada (pinturas, etc .. ), situada a Rua Sebastião Crispim do Rego, nº 22 7. Aos interessados contacto no pf 1orio local. • Também com possibilidade para luguel. Retificar a Portaria ng 185/95 de 14 de Julho de 1.995, Aline A, do Servidor ZENO IBANHES, 07 de se lê: 3.888 (três mil, oitocentos oitenta e oito) dias, leia-se: 4.253 (quatro mil, duzentos cinquenta e três) dias. CM?A-SE Bela Vista-MS., 12 de Fevereiro de 1.996 ABRAÃO.ARMOA ZACARIAS - Prefeito Municipal . CASA: VENDE OU ALUGA 1---------------------------------- FARMÁCIAS DE PLANTÃO MÊS DE FEVEREIRO DE 1996 I S prado 17 18 - Drogaria Drogavista......... r. 0 20 - Farmácia Moderna Dr.Su1iD"1 24/25 - Drogaria São Mateus -....Sra.Adalgis" L OS-: AS FARMÁCIAS QUE NÃO ESTIVERE DE ?" TÃO DEVERÃO PERJ-IANECER FECHADAS E AS SOLICIT ÇÕES EVElHUAIS SÕ PODERÃO SER ATENDIDAS SE : CONSTAR NA RECEITA A INFORMAÇÃO DE QUE A DE PLANTÃO NÃO DISPOE DA MEDICAÇÃO CITADA. DR.JOSf: DE RlBAMAR CRUZ E SILVA Sec.Mun.de Saúde de Bela Vist:J ";:::===================- ANUNCIE E VALORIZE O SEU JORNAL TF JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA BISEMANARIO I7DE FEVEREIRO DE 1.99%6 Orro convoca sociedade ara o Estado consiga superar a cri Presidente da /L Deputado Roberto Orro Arroyo solicita implantação de celular em Bela Vista u e INDICOU i Mesa, que seja enviado expediente deste Poder, ao Ilustríssimo Dirctor-Prcsiden te da TELEMS, solici tando verificar a possibilidade da inclusão do Mu­ nic!pio de Bela Vista, no sistema de telefonia mo­ vei celular, com a maior urgência. EM SUA JUSTIFICATIVA: O deputado disse que recebeu um abaixo-assinado de moradores do Município de Bela Vista, com mais de 400 (quatrocentas) assinaturas, solicitando cm Pstar • Pin:ili- dcstocou, "ainda há muito o ser feito". zou Roberto Orro. L o B 1 8 A abertura dos trabalho da quinto legislatura da Assembléia Legislafiva de Mato Grosso do SuJ. foi cercada por uma sessão solene realizada dia 15, com a participação do governador Wilson Ba~ boso Martins e vários outras autoridades civis,mi­ litores e representantes do Poder Judiciário. Ins­ talado pela primeira vez em janeiro de 1.979, com a Assembléia Constituinte, composta de 18 deputa - dos, otuolmcnte o Poder Legislativo é formado por 24 parlamentares, que representam todas as regiões do Estado. O presidente da Asscmblé~a, deputado Roberto Or ro, do PSDB, abriu a sessão solene reafinnando a fidelidade ao estado de direito democrático. "Deve mos seguir a reta, elevor o compromisso de guardar o interesse público e perseguir as transformações que proporcionem melhoria da qualidade de vida p~ ra todos os cidadãos", disse o parlamentar. Com uma composição de bancados bem diferente da que foi empossada em fevereiro de 1.995, neste ano de 96 a AL vai apostar na governobilidadc e na retoma da de processo de desenvolvimento de Mato Grosso - do Sul. "Gostaria de estar aqui só p:ira apresentar boas novos, mas ·a responsabilidade e o comprard.sso com o nosso Estado e com o nosso povo me obrigam a tra - tar de dificuldades e desafios", disse o governa - dor Wilson Earboso Martins cm seu discurso que du rou cerca de 15 minutos. Ele apresentou uma síne­ se dos ações desenvolvidos pelo Governo Estadual no ano passado, e pediu união de forcas para supera VA çocs dos problemas sociais e ~conõmicos. AS BANCADAS E COMISSÕES Il b _Na mens:igern que entregou oo Presidente do Assem- leio Legislativa, deputado Roberto Orro, do PSDB, 0 governador Wilson Barbosa Martins, do PMDB, faz hn_relato de que considera como sendo as principais A Encrsul (Empresa Energética de Mato Grosso do "~ 0cs do seu governo. Lembra que começou o governar Sul) terá que devolver o que _cobrou a mais dos con- 0 tstado, em 1.995, com pesados déficits no Tesou - sumidores de eletricidade distribuída pela estatal, ~º• tendo que pogar folhas atrasadas, dívidas venci cm moeda corrente e em doóro, segundo observou o de as e compromissos antes postergados. putado estadual AntÕnio Carlos Arroyo, ressaltando: "Nos momentos difíceis sobrcviwm os povos que se "caso contrário o empresa estará infringindo o ar­ ~ncm, p:ireccm aqueles que se apegrun ã cizânia e tigo 42 do Código de Defeso do Consumidor, onde es­ a discórdia. Estamos cm período de economia, de con tá bem claro que o consumidor cobrado em quantia in tenção de despesas. Se soubermos unir nossas forcas dcvida sem direito à repetição do ind@bito, por v ;;;-,,os Vl?nccr esse desafio", disse Wilson Barbos:i - lor igual ao dobro do que. pagou em excesso, acresd ttins. do de correção monetária e juros legais, salvo htp d O governador aproveitou para agradecer o apoio tese de engano justificável". - fa Assembléi:i Legislativil, ressaltando que a posição Ele ingressou com UTlél ação pÜblica no Procon,rci avorãvel da Cosa cm relação ao programa de reforma vindicando exatamente o que é defc.,fido pelas leis- ad~inistrativa tem sido de fundamental importância e apela para os dem:iis usuários da Enersul, para - Para que Mato Grosso do Sul posso se enquadrar na que sigam o.·mesmo caminho. "Qualquer pequeno ou realidade de economia brasileira. Tem sido dias de grondc empresário que infringir o Código de Defesa ':'ito trab:ilho, de negociações e de busca de saí- do Consumidor, estar sujeito às penalidades lega • n~• sem se descuidar das ações essenciais de Gove!_ is. Isso tem sido praxe. Ainda ssim, a Enersul por r,° • afirmou Wilson, acrescentando que nos demais intermédio de seu presidente, afirm:i que n:io vai de st ados ocorrem as mesmsns apertura~ e idênticas - volver o dinheiro que indevidaente tirou dos coas; Sr!ses. midores, mesmo após gastar milhares de reais para OEPU ADO ENERSUL 11 A maior bancada atualmente na Assembléia Lgis­ lativa é a do PSDB, composta por 9 deputados:Akira Otsubo, tdcr Brambillo, Jerson Domingos, Londres - Machado, Maurílio Picarclli, Roberto Orro, Valdomi ro Gonçalves, Valdenir Machado e Waldir Neves. A segunda moior bancado é a do PMDB, com parlamenta­ res: Celi= Jallad, lbsm Esgaib, Murilo Zonith,Moi sés Nery, LcliteCiitc.ro, Jercé Eusébio de Souza e Waldemir Moka. Na sequência vem a do PT, com J:A­ nilson Prego, Eurídio Bcn-Hur e José Orcírio.0 PTB tem 2 represent.:rntes, Antônio Carlos Arroyo e Pau lo Estevão; o PFL 2, Cícero de Souza e José Teixei ra; e o PDT tem apenas 1 representante, o deputado Franklin Masrua. As comissões permanentes da AL são :is seguintes: Comissão de Constituição, Justiça e Redação; Comis são de Finanças e Orçamento; Comissão da Agr!cul = tura, Pecuária e Desenvolvinento Agr;Írio1 Comissão de Educação, Cultur:i, Desporto, Ciências e Tecnolo gio; Comissão de Saúde e Meio Ambiente; Comissão= de Trabalho, Cidadania e Direitos Humonos, Comis­ são de Serviço Público e Adninistração; Comissão - de Acompanhamento e Execução Orçamentária; Comis - são de Controle de Eficácia Legislativa; e Com!g são de Turismo; Indústri.'.i e Comércio. 10 anunciar O.'.lS emissoras de rádio e televisão e nos jornais, que iria promover a devolução", afir - mou o deputado. Arroyo assinalou que não somente o Procon, !!OS outros setores respeitados e com credibilidade co mo a Defensoria do Consumidor e a Promotoria d~ Consumidor, além do Ministério Público co~o um c2_ do., fiquem atentos para un fato: o dever que os organismos públicos têm de· proteger o pequeno con sumidor. Aquele que teve sua conta de luz aument; da de R$ 4,00 para RS 10,00 e que por sua própr:G" condição hu.~ilde tem medo ou não tem tempo, de procurar os órgãos oficiais em busca do amparo que a Lei oferece. O deputado infonnou também que vai protocolar um requerimento na Assembléia Legislativa, vis.l:!l­ do a instauração de um! CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), para acompanhar de perto todos s movimentos da Encrsul voltndos pnra o ressare to dos consumidor:. "Com a CPI fomada, h7e. Possibilidade de seguir toda a operação de rcsti tuiçno, fazendo can que processo scjn desenvolvi­ do com exatidão", concluiu Arroyo; ' ' 1+ 1 JORNAL TRIBUNA VAJ=RQNT.ElM_ __ Bl:5EMAN͵lli) 17 DE FEVEREIRO DE 1.9%6· PAGIA Câmara Municipal reabriu os trabalhos (João Carlon Ve Liuquez:) Com a presença do Vlce-Prefelto Sydney Mune Lef Fez primeiramente o uso da palavra o vereador - te (representando o Prefeito que encontra-se va • Nélfo Dtórfo Líder da Bancada do PMD, onde disse Jando), do Comandante do 10? RC Mec Ten. Cel. Pau "Desejamo à todos os nobres colegas um excelente lo da SI1va Malhes e sra; Ten, VIllasantt - Co- trabalho em pról de toda a comunidade belavi&tc1- mandante da Polfcfa MIlItar de Bela Vista; dos Se se". cr----J..:,...,..---_J- caminhado à esta casa anexado ao balanço geral do exercício de 1995. Quero expressar os meus sinceros agradecimentos à todos os membros deste parlamento que, convoca - dos acolheram com interesse e discernimento as pr~ postas, com as emendas que as enriqueceram e que propiciaram o necessário respaldo aos atos que nor tcram minhas ações à frente dos destinos do Muntcí pio. - Repito o que disse em mensagem a este Legislati vo: os problemas da nossa cidade são maiores e mais importantes do que qualquer embaraço de natu­ reza política ou ideológica que possa nos distan - ciar. T Obrigado à todos". Após o uso da palavra pelo Vice-Prefeito Sidney Nunes Leite, foi a vez dos líderes de Bancada onde deixaram clara a posição dos partidos nos debates deste ano. Vereadores João Kalife e Nélio Diório Vereadores Luiz Alexandre Palmiéri e Roney_to­ raes "Falo aqui da saúde, falo porque todoi, aqui tem conhecimento_das dificuldades financeirasque passa o Hospital Sao Vicente de Paula, bem como os médi­ cos residentes e principalmente a nossa população" Falo tambem na Educaçao, pois as escolas estão com falta de merenda escolar, como todos nós do Le gislativo, ju~tamente na Última.sessão de 1995, vi mos este plenario ser tomado por crianças reclaman do da falta de merenda escolar". . - "Queremos que o Prefeito Abraão neste ano, olhe com carinho para estes dois graves problemas emer­ gentes_em nossa cidade pois, o povo com saúde e educacao enfrentam qualquer crise existente". 'Quero também nesta op rtunidade, já que aqui es tao o Secretario de Adnunistraçao Evilásio Nunes: de Miranda e o Chefe de Gabinete Aires Cafure, pa­ ra que façam um calculo mais justo do IPTU, já que a inflaçao de 95 e a mais baixa da história deste país e o calculo do IPTU de nossa cidade foi lá nas alturas, que os senhores façam um cálculo me­ lhor e compatíveis com o poder aquisitivo de nossa população". "E para finalizar leve o recado ao senhor Pre- feito Abraão da bancadi de nosso partido, o PSD que em 1996, será novamente uma oposição onsefen­ te, se rancores como fizemos no ano de].995, se pre lutando em pról da comunfdade belavistense", Por último fez uso da palavra a Vereadora Pre­ s1dente Orlanda Freltas dos Santos Ex? Sr. representante do Prefeito Municipal , Vice-Prefeito Sidney Nunes Leite Exa? Comandante do IO? RC Mec en especial sua - esposa e der.iais autoridades "É com Justo orgulho que Iniciamos mais uma le- gislatura nesta Casa de Leis". "Vin:os aqui enviados pelo povo e aqui estJr.:or, - nesta nossa Últir.1a Legislatura, para desenvolver mos um trabalho coerente, sempre cm pról dn ccmunl dade". "Desejo qÜe • este ano que ora inic!.ar.ios seja de- senvolvido um excelente trabalho de relacionamento entre o Executivo, e demais poderes e acic,,1 de tu­ do com a coounidade, para que possamos estar seo­ pre em harmonia, a fim de que nossos trabalhos ve nham sempre de encontro com os anseios do povo be­ lavistense". Após as palavras a Presidente Orlando convidou os presentes para um pequeno coquetel e deu por en cerrada a Sessão Solene de abertura do ano de 1996. Secretários do Prefeito Abrnão A.Zacar!a6 entre outros e a Sra .Angela (esposa do Comandante do 109 RC Kec) Oração à Santo Expedito IMPORIANTE -_Este Santo Mártir é espccialr:.cnte inve>Qdo nos casos e negocios que demandam pronta solução e que u::.:1 decora poderia cocproccte!· r: o Santo da décút.a-prir..elra hora, aquele cuja invocação nunca é tardfa as que ta:bé incita a fazer depressa o bem, a não deixar para o dia se 8"",E$,, a cu=rir se degra aqut1o que se ihe recete. ,, 'CÃO: Que a Intercessão do glorioso Mãrtlr Santo Ex€ f~o d nos recomende, o reu Deus, junto a Vossa bondade, a 1 e qu~ com ~Wl proteção obtenhamos que os nossos pró­ P'98r!tos sao impotentes para caçar. Assi se]a. a],","uP14caos senhor, que tgs!rets co vos a sra contres "2?"os pensaentos e ações, para que eles e Santo r;x d seu princípio e sejar:1 por intercessao de - dão ""!"E, levados, con goras,ftde1t4ade e pronr' ' po proprio e favoravel, a boa e feliz f~. Por ";",g"e use. «s +ena. quele que'i""?pedir9!_Honrado pelo reconheetento ± gentes nós , invocara a ultir.i..J hora e par.3. negócios ur­ rtcGraío±a q"";"UPItcanos que nos obtenha da bondade ee (ou em tal dt) us, por intercessao Maria Imaculada, hoje aos da vona&C' ~}?j" gue o toda suttssão, se1te!ta Pai. 4 Pai Nosso, Ave M.:tirtt e Gloria ao Agradece as graças alcançadas por sua intercessão, coa a necessaria urgencia. (R.R) ANUNCIE E VALORIZE O SEU JORNAL ·TF .J ANTARCTICA ,-•- UMA PAIXÃO NACIONAL VIANA - Distribuidor Antarctica Praça llossa Senhora da Conceição,225 - V {067) 241-3838 AQUiDAUANA/MS • CIDADES ATENDIDAS: Aquidauana, Anastácio, Miranda, Bodoquena, Bonito, Nioaque, Dois Irmaos do Buriti. Guia Lopes da Laguna, Jardim, Bela Vista, caracol e Porto MurtinbO til de AO ROMANCE aos_ e __ 0S HOMENS E AS MULHERES D A e R O N I CA Françoise Giroud é uma das super.1d,1 princip,1ltTI'ntC .Hr.'('., · maiores francesas, autora de de livros como este, em que um grandes livros, dentre os quais homem e uma mulher com as biografias de Alma Mahler e pensamentos bem anicul.ldo,<, Jenny Marx (esta última com não tem mais medo de pôr, nu publicação prevista para· o as suas dif,·rcnc:,s. primeiro semestre de 1996, pela O resultado é Editora Record). Bernard-Henri surpreendente: no fundo do Lévy, por sua vez, é um dos abismo, quando existem uma maiores intelectuais da França, verdadeira aceitação e um tendo pertencido com André respeito autêntico, as pontes Gluckzman e outros à corrente começam a ser estendidas. A dos novos filósofos. "fala feminina" e a "fala O editor francês Olivier masculina" podem fi.mente Orban resolveu juntar esses dois libertar-se de suas neuroses e de pensadores num diálogo sobre a suas inibições, permitindo condição de homens e mulheres construir uma fala do ser na atualidade, conseguindo um humano propriamente dito. fato inédito: ambos chegaram a O tema discutido neste livro uma linguagem comum, é o da relação homem-mulher, descobrindo abismos com todas as suas consequências insuspeitados entre os dois -o que os homens e as mulheres gêneros. pensam do amor, desamor, Esses abismos foram até inveja, casamento, infidelidade, hoje ocultados pelo senso desejo, sedução, etc. comum, porque homens e E a importância de OS mulheres nunca se HOMENS E AS MULHERES comunicaram realmente num está justamente em mostrar que nível intelectual mais profundo. essas concepções são quase Só agora, em fins do século sempre divergentes e muitas XX, essa incomunicabilidade vezes opostas, contribuindo, foi de~n;d~ começa a ser assim, pará i~r inregrá-las. l É muito comum, entre os que se iniciam na Arte de Escrever (principiantes) não saberem exatamente como classificar seus escritos. Uns trazem suas produções literárias dizendo: - Quero que o senhor faça uma apreciação nestes contos que escrevi faz muito tempo. Lidas tais produções, muitas vezes até bem razoáveis, vai se ver não se enquadram como contos. Como crônica, sim. É que a crônica, o conto, a novela (literária) e o romance têm suas características próprias, não se confundindo um gênero com o outro. É claro que de quando em quando deparamo-nos com escritos que quase se confundem. Por exemplo: uma crônica com um conto ou mini-conto, uma novela com um romance. Onde estão as diferenças, onde termina e começa o outro gênero? Eis a questão. 1 • Crônica é a narração por vezes minuciosas, seguindo a ordem cronoogica, é o comentário jornalístico de um fato atual, sem que se possa distinguir, no escrito, episódios distintos. A crônica é sempre de tamanho limitado. Raramente passa de uma página e meia, datilografada, espaço 2, em média. O conto (estou falando do conto clássico), é a narração, a história, a obra de ficção, sintética que apresenta uma linguagem própria dividida em três partes distintas: o pincipio o meio e o .fim, cada uma dessas partes se articulando com as outras, de tal forma que a história - quase sempre fictícia - fica parecendo ao leitor que os fatos narrados aconteceram mesmo. Esse conceito já era ensinado por Aristóteles uns 350 anos antes de Cristo e perdura até hoje como o melhor. Modernamente o conto tem sofrido investidas de autores que não respeitam o conceito antigo e o resultado tem sido infeliz. O leitor não sente quando o conto moderno terminou. o conto clássico o final surge sempre trazendo o elemento surpresa. que pode ser cômica, pitoresca, fantástica ou simplesmente uma mensagem que faz o leitor terminar a leitura e ficar pensando ... pensando ... Um escritor brasileiro, o conhecido Mário de Andrade, certamente em tom de gracejo, aohou de definir o conto como "tudo o que o autor diz que é conto". Gracejo ou não, ô fato é que a definição de Mário de ,A ,1drade pegou e é citada até por bons autores. um outro escritor disse: "Conto é tudo aquilo que, pela leitura, reconhecemos e aceitamos como conto, ainda que o próprio autor nos afirme o contrário". O conto apresenta uns poucos episódios, por isso é uma história curta. A novela jà apresenta um número maior de episódios e o romance, por fim, apresenta um número ainda maior de episódios. Em termos de tamanho, o conto é uma história curta, a novela, uma história média (quando publicada, enquadra-se num livro de I00 páginas): o romance, quando publicado pode ir a um número bem maior de páginas. este ponto é válida a lembrança de que as televisões apresentam corno nome de novela, histórias longas, com 15, 20 episódios em franco movimento que não se enquadram na novela literária, eis que esta tem poucos episódios. As histórias da televisão bem que poderiam chamar-se telenovelas. o início da televisão até que certos autores tentaram classifciar suas histórias como telenovelas. O povo, entretanto, sempre desejando simplificar as cq:sas, passou a chamar as histórias de novelas. A palavra pegou, restando-nos a obrigação de dizer que as novelas das televisões não são a mesma coisa que novela literária. Resumindo: crónica e uma narração rápida onde o fato narrado precisa estar alicerçado em palavras de boa linhagem. Crônica escrita em linguagem fraca ou ruim, ninguém aceita. Conto é um breve relato de episódios quase sempre fictícios, geralmente transmitidos ao leitor como fatos verdadeiros. "Não é um gênero arbitrário - disse 0 grande critico brasileiro Araripe Júnior - nem é, como muita gente pretende, um extrato, um esboço, urr. ;ornance resumido, mas algo que nasce das disposições Particulares do espírito que o produz e tem uma forma imposta pela natureza da Própria concepção". E Faulkner - escritor norte-americano - sintetizou: "No conto, que eu coloco logo depois da poesia, quase todas as palavras devem -estar em seus lugares exatos. São histórias que exigem uma exatidão quase absoluta". · A novela e o romance têm os episódios .ratados e analisados, em inicias. Têm seus episódios apresentados no tempo e no espaço, reagindo uns sobre os outros, cosntituindo trama mais ou menos complicada", - como disse R. Magalhães lünior. • Conselho: os principiantes na ar; ao escrever, ó ie aconselhar-se, mg reino, este caminho, que é o mais natural de todos: tomem-se bons cronistas, passem Para o conto, depois para a novela e, por fim, para o romance. No final terão chegado ªºPonto a que, se refere Machado de Assis: "Esta é a glória que fica, eleva, honru consola". (Correio do Estado) Este trabalho reúne depoimentos de pessoas que foram tocadas pela presença angélica em situações dramáticas. A própria autora, alguns anos atrás, ao ser hospitalizada para submeter-se a uma cirurgia, sofreu forte reação alérgica a uma antibiótico. Depois de rezar a Deus, foi visitada por um anjo que a envolveu em sua luz. Uma hora mais'tarde, seu restabelecimenco começou. Eileen deduziu que seu visitante tinha sido Rafael o • 1 ' arcanjo da cura, e que sua aparição tinha também o objetivo de estimulá-la a divulgar a presença dos anjos em nossa/ vida. Ela começou então a coletar, histórias de vivências angélicas e: agora nos apresenta testemunhos' ao mesmo tempo fascinantes e: comoventes. . CURAS ANGÉLICAS fornece também um guia prático para· fazer contatos angélicos através da mentalização e da prece, para ,] atingir o crescimento espiritual e } auxiliar na cura coletiva do nosso " planeta. Quem sempre lê, continua· jovem, N nao • importa a idade" Portas Abertas ... • 1 • ·, i· .. - Para o Desperta NA BANCA DO JÚNIOR o#:sr" 5.- 1410 e 439 - 1565 0u Avenida Tribuna da Fronteira, 564 { • BEL VISTA - MS , ' 1 "A boa leitura enriquece o cnhecimento e ala" m BL.SEMANÁRIO. 17DEEEEREIRO DE 192- PAGINA c JORNAL TRIBUNA DA FRONTE1= ± t l l N eg ui n h o e o Senhor do Mar-li Saíram de manhã. Dois carros. Num viajavam os - Rodrigo, olha aquela ali, que gata! É um avião!O - Estamos sim, Neguinho. Você vai lá nas pedras, d • • r •e aproximando da água todos os dias vai ver que leva alguma menina. pais de Rodrigo,as duas filhas e a empregada; no outro amigo sorria, foram 5t ' " " ", ., a.. , e Biriba (motorista), Rodrigo, Neguinho e todas as - Neguinho - disse Biriba - a água do mar é salgada, -Nada disso Biriba, vou lá conversar com o Senh bagagens. sob o protesto de Biriba. não vai beber. do Mar. - Pxa, desse jeito o meu carro vai pesado demais, -Eu sei que é salgada, aprendi na escola, pensa que Ele falava sério. De um jeito diferente. não vai dar nem para correr. A resposta do pai veio seca. sou burro. -E o que conversa com ck? perguntou Rodrigo. - E não é para correr mesmo, não estamos com Foi chegando. Rodrigo e Biriba saíram em - Falamos da vida. dos peixes. das matas. das t d '"" • disparada, mergulharam. Cadê o Neguinho? Lá estava queimadas que o homem faz nas fazendas. da pressa, estamos te ler1as. Durante a viagem, Neguinho sequer cochilou, era ele não entrava estacou como se tivesse uma barreira, sujeiras nos nos, dos Jovens que usam drogas, das todo prosa, olhos grandes, observando a paisagem, impedindo-o de entrar na água. cachaçadas, dos carros que poluem as cidades, das comentando sobre os carros que ultrapassavam a mais Rodrigo voltou. - Vamos cara, entra. torres de petróleo no mar, das caçadas das baleias de 130 km por hora, ria de Biriba, fazia piadas. Só quietou - Ainda não, espera um pouco, estou rezando, das focas, da miséria nas grandes cidades. Falamos na descida da serra, segurava no que podia, as curvas da pedindo licença para o Senhor do Mar, afinal ele é o dono. da VIDA. Anchieta assustam os passageiros de primeira viajem. Foi - Que é isso? Esse negócio de Senhor do Mar é Os dois irmão surpresos, admirados, não a vez de Biriba e de Rodrigo caírem cm cima dele, falando história do Talão, foi só para mexer com você. acreditavam no que estavam ouvindo, o jeito de Neguinho de desastres na serra, nas centenas de carros que - Nada disso. É verdade. Eu sei. falar, seus olhos brilhavam, muito estranho. despencaram, nos dias de neblina, quando filas imensas Ficou ali .., dez minutos, depois entrou. Mais Os pais iniciaram o processo de arrumar as malas. (mais de 20 km) se fonnavam, e as batidas! Neguinho contente que lambari cm sanga. ajeitar aqui e ali, abastecer os carros , deixar tudo permanecia mudo. Foi uma farra. preparado, sairiam de madrugada. - OIha lá, Neguinho, olha, lá em baixo, está vendo? Neguinho era a alegria, a descoberta das ondas, o Eram quase 6 horas da tarde. Neguinho já não estava É Santos. • vai e vem, criou coragem, procurava as ondas mais fortes, com os irmãos. Ele arriscou um olhar, rápido, e viu a cidade, uma aprendeu depressa, afinal era bom nadador. - Rodrigo, vamos segui-lo? paisagem maravilhosa, o mar, longe, os prédios, as praias. Nem pensavam no almoço, beliscavam um petisco - Bobagem. Deixa prá lá. E olhou para cima, a estrada parecia uma serpente aqui, outro lá, só voltaram para o apartamento às 05:00 - Não, vamos sim, vamos ver quem ele está levando deslizando pelo morro. Os carros mais pareciam formigas. horas. • lá nas pedras? Ficou, novamente, em silêncio. De vez em quando Foram dias e noites maravilhosos. Fizeram muitas Rodrigo respondeu, baixinho, voz inaudível. arriscava olhar para os lados, os carros passavam em alta amizades, Neguinho trocava de namorada, ou melhor - Não está levando ninguém. Alguma coisa estranha velocidade, motoristas acostumados a descer a serra. "ficava", cada dia com uma menina. As paulistanas está se passando. Biriba não, ia devagar, cauteloso, olhando sempre pelo branqueias procuravam aquele menino simples, mas de - Por isto mesmo, vamos ver o que é. retrovisor, o pai vinha atrás, sentinela, orgulhoso do uma cor que chamava a atenção - "o moreno cor do Andando pela orla chegaram até as pedras, tiveram filhote. pecado" estava fazendo sucesso. que nadar uns 50 metros, ondas altas, o mar estava revolto. - Esse guri dirige bem, comentava com a esposa. as rodas, na lanchonete preferida, ele era a atração, Depois caminharam por uma trilha, a mata do Xixová Viajaram menos de uma hora, saíram de São Paulo com suas tiradas, e fazia questão de dizer que era era orgulho dos moradores, ouviram vozes, foram se às 09:00 horas, às 10:00 horas estavam na porta do prédio descendente de índios. Um sucesso! aproximando, sem fazer barulho. onde tinham apartamento. Bastaram quatro dias para ele conhecer tudo, os Viram Neguinho. Estava sentado, olhava para o mar. A rotina era a mesma de sempre, descarregar, limpar melhores pontos, os locais mais frequentados, aprendera Conversava com alguém. o apartamento, arrumar as coisas, cada um fazia a sua a rotina da praia. Os macetes. - Bem, amanhã vou embora, vou voltar para a minha parte. Só um fato, estranho, deixava Biriba e Rodrigo terra, fiquei cont:=:nte cm conhecer o Senhor. ode ficar Rodrigo chamou Neguinho para ajudar. N2guinho preocupados, mzis do que preocupados, apavorados. tranquilo, vou fazer do jeito que ensinou. sumiu. Onde está o ieguinho? Preocupados saíram à sua Todos os dias, por volta das 6 horas da tarde, quando o Biriba deu um escorregão. Uma pedra caiu, fazendo procura. Nada. Sol iniciava o seu recolhimento para surgir a Lua barulho. Neguinho se voltou, rápido. Viu os amigos. - Vai ver que foi conhecer o mar, falou Rodrigo. majestosa, Neguinho sumia. Mas sumia mesmo. Saíam à Olhou para eles e para O mar. Assustado. - Sozinho? Não acredito. Respondeu Biriba. sua procura, perguntavam aos amigos, às meninas, mas Biriba gritou: - Vão procurá-lo na praia, esse guri vai dar trabalho, nada, ele desaparecia. Quando voltava, recebia as broncas, - Com quem você está conversando? disse Rogério, o pai. respondendo simplesmente - estava por aí, andando. ' - Você me seguiram. Vocês não podem conhecer o Não foi preciso procurar muito, Neguinho estava Era muito estranho. Sempre na mesma hora. s nh d M e or o ar... na mureta que circundava a praia, perto de uma barraca, - Vai ver que. arrumou alguma mulher casada, sei Biriba não viu. Mas Rodrigo sim, viu um movimento quieto, olhava longe, muito longe, lá onde as ondas lá, alguma menina, que pode se encontrar com ele só nas ondas, um vulto, uma sombra, não sabia explicar. iniciavam a sua viagem em direção a praia, olhava nessa hora. Os irmãos comentavam. • 1 d mas viu a go, que rápido desapareceu nas profun ezas. admirado, então aquilo era o mar! Meu Deus; parece não ão acredito Rodrigo. Aí tem coisa. Se fosse Peixe? ' ter fim. Quanta água! negócio de mulher ele contaria. - Pó cara! Você sumiu, ficamos preocupados, O fato se rerotiu. Todos os dias. Ficaram na praia Rodrigo falou, asperamente. 15dias. Todos os dias, às 6 horas, em ponto, Neguinho - Não sumi não, tanto que você me encontrou. sumia. Podia estar jogando voleibol, conversando com - Tudo bem, vamos ajudar a mãe, depois que as meninas, com os menos, numa lanchonete, de repente trocarmos de roupa pegaremos umas ondas. dava um jeito e desaparecia. Neguinho sorriu para o amigo, riso maroto, Tentaram segui-lo, não deu certo, ele conseguia pensando - esse Rodrigo tem cada uma! Quero só ver despistá-los. como é que ele vai pegar uma onda no mar. Rodrigo e Biriba r.,mentaram O fato com os pais Biriba~ com cara de poucos amigos, repreendeu: eles os tranquilizaram:. ' - Aqui não é. a nossa cidade cara, é perigoso, você - Talvez tenha arrumado uma aventura e não quer não conhece nada, pode até se perder, não pode sair contar. sozinho. N. . a véspera do retomo para casa, estavam os três Neguinho só olhou. Não falou nada. Depois saiu sentados, jogando conversa fora, na praia, ao longe, o resmungando. . morro Xixová, o verde contrastava com o azul das águas, - Até parece, tiro de letra, vou mostrar pai a ele. • e _m~1s longe, " mar quebrava nas pedras. Um lugar de Tudo arrumado. Em ordem. Cada coisa no seu lugar, dificil acesso. De repente, Neguinho olhou para os amigos a mãe de Rodrigo, Nena, sistemática, só deixou eles • e para as pedras. Falou, com voz serena. . sairem depois de ver as roupas no guarda roupas, o - Olha, estão vendo as pedras? Lá longe. Pois é, lá é apartamento limpo, aí sim: • que, todos os dias, às 6 horas, me encontro com o Senhor - Podem ir, disse ela, mas cuidado, nada de querer do Mar. Todos os dias. Hoje é O último dia, não vou mais ir no fundo, e cuidem desse guri, olhando para Neguinho. vê-lo, só quando voltar aqui, ou onde tenha praia, do mar. Falava como se falasse a meninos, afinal já eram . Os amigos olharam surpresos. Para ele e para as homens.. • pedras. - _Toda mãe é assim, apesar de homens, os filhos sempre seriam meninos. - Como? Senhor do Mar? Então você vai todos os Saíram. Neguinho olhava as dezenas (ou eram: dias_ naquelas pedras para falar com o tal Senhor do Mar? Lá é perigoso, cara. • centenas?) de meninas,· fio dental bikinis velhas . . . matronas, jovens jogando volei, outros correndo, } ""am muito. Estava explicado o mistério. Sabe lá andando, para, ele uma loucura. Não tirava os olhos das. oque ser..:ava pela cabeça dele. Mas tudo bem. meninas. »o que, realmente, era pengoso. - Vocês não estão acreditando, não é mesmo? - • - -- - --- Não, não era peixe. O que Rodrigo viu foi o vulto de uma forma humana, mas. estranho. viu a cauda. parecia um homem-peixe. Metade ser humano. metade peixe. Isto mesmo. Uma sereia? Então o Senhor do mar de Neguinho era uma sereia? uma Senhora do Mar? Loucura! Voltaram. Biriba ria muito. Rodrigo e Neguinho calados. A viagem de volta foi rápida. Nas paradas Biriba falava para os pais, todos riam de Neguinho. Ele também sorria. Mas sorria de um jeito diferente. e quando sorria olhava para Rodrigo. Cumplices. Dali para a frente, a vida dos dois não seria mais mesma. E Rodrigo passara a gostar mais e mais do amig° e respeitá-lo. • Depois de vários meses, numa tarde quente, a beira do Apa, na roda do tererê, Rodrigo olhou para Neguinh 0 • perguntou, baixinho, duvidoso: . Ne • h - - • • ou foi - gumnc, 1a na praia, eu vi mesmo imaginação, coisa da cabeça? - Sabe amigo, na vida a gente vê o que quer ver: sente o que quer sentir, nós criamos os nossos anjos e 0 > nossos demônios, só é preciso vigiar, e ter Deus cor:i 0 gente, o meu continua lá em casa, mas carrego com!S° agora o meu protetor, um talismã que o Senhor do M me deu. Falou e mostrou para Rodrigo uma medalha. corn ~ imagem de Iemanjá. +a Rodrigo ficou pensando... pensando... O AP continuava a sua viagem, suave, tranquilo, em dire" ao Rio Paraguai ... para o Mar. f'A(,1. .. AVISO AOS CONSUMIDORES DA ENERSUL "'O Governo da Cidadania não respeita as Leis e os ,Consumidores" "Art, 2 do Código de Defesa do um Govrno pod ex!gIr d c!dado o d dr para l0 reafs, que por suo gruvror!co«contes... (0 ATUAL MO conun1dor" Parágrafo hnfco - O Cony cumprimento das LeIs, sr le próprto próprts condição humilde "tm medo" - VIME'TO). tdor cobrado m quantfa fndov1d: tn afronta os dispo!tvos leais contra ou não tm tempo, por forca dr npre- II- cu!_nm?±F3!"_d?P!_!d' drefto à repetfçio do Indóbfto, por os Interesss da população! Como a go ou outros afazres, d procurar os vtdulou_coletivo. (MAIS DE. I MI- valor Igual ao dobro do que paou cm ENERS'L pode x1Ir que o consun!dor órgãos oficial« mm busca d o a m p a r o - fois pnR@iis @oi@Dos I L E G A LM E N T E ) excesso, acrescido de correção moneti paur m dia sua conta do luz se la, qu a L! lhes oferece, Ou com medo III - Dissimular-e4n1turra!­ rl.:l n Juros 1caís, salvo hlpóte de nnt<'clpnrJ,111<'nt,,, jÕ tonou O dinh<'lro dr F-U'l luz cortada. Esse são a nafo- lfett. do procrdim. nato. (TENTATIVA - cnguno justiflciivcl. drm:;<' mrr.mo conr,unidor? Cono o Covr-r- rw, e estão desprotg!dos, Inclusivo DA ENERSVL DE DAR LEGALIDADE A Sl 1 . Após rH• aproprfar 11,,gnlmr,nt<' do no pode exigir que o pequeno comer!- contra a maciça propa.anda governam COBRANÇA INDEVIDA). i d id :intc p,1guc i;ruo illlposto5 ,,m din, sr, t;::l paga con sru,; p-rôprlos t"CUCF:•r, IV - Qu :,,d 1 C'I'":< ti Jt,1,: dinhc ro os conum' ores, promovendo Jumcntor; e cobrnnç;iG lndC'vldor; nas cli• próprio infringe a Le1? Que auto- Convén citar mais alguns pontos do a) Por v!d; P&blfc0,_ou_ per rtdade moral tcn um governo fora da CCdlgo do Defesa do Consumidor: peoyujGaT. foge!r contas de energia residencial, a ENER -- -. SlfL, por forca de dmíncia frita juntÕ Lei, parn rxigir do1; 1;eui, concidndãos Art. 41 - No caso de fornecimento al sj.a mm1ff d .. ~,.•n:r •,1nnir .!_:I.::_ no DNAF.E, é obrigada a devolver !llnfo que a respeitem? O que está cm jogo. dr produtos ou serviços (El'!:RC!A) ,;u- vÚin1. (DIHETl,,< DA F.NJ:11 'Ul.). de 15 milhÕes de reais, Não fosse a não é m.:iifl simplr>Sm<'ntr uma decisão - jdtos ao regir.11" de CONTROLE ou dr b) En dr•trlr,,·nw ntia rC'cebid.1 rm excesso, monr- qur envolvam alimentos, medicamentos lldndc,i; prcvistns na LeI. Isso tem Os ..:onsumidorC's rcsidencinis d;i tar lamente- atualizada.,. ou qualquer produtos ou serviços os - ENERSUL dcvem procurar os seus D!rol- Art. 56 - As Infrações das noras sncLafs. (ENERGI ELÉTRICA é um ver sido praxe. A Dcfesn do Consumidor · Í tos junto aos Órgãos de defesa dos dC' drfcsa do consu.-:iidor fic;Jm sujri viço r-s!Jrnci.11). - pnssou a sc-r quC'Atao dr. cxcrc cio de - Cidadania. consumidores E EXIGIREM O CUMPRIMENTO tns, conforme o caso, às seguinte-li - ART. 77 - A pena pecun!árLa pro- DO ART. 42. s.:inçÕcs administrativas, sem prejuízo vista nesta seção scri fixoda rn das dr, n;itureza civil, prn;il r- da,; de dias-nult.i, corr0r.pondr-nt<• ao m!ninn finidas cm normas rspcc!ficas: " e ao nixLmo de dLas do duraç:io d.J p<' !tem VII - Revogação de concessão na privativa da liberdade comin.:1d,1 :: !tem XI - Intervenção administrativ.1 ao crimr. Art. 59 - Pariigrafo JQ - A pena do Já acfonoi formalmente a Procura- CnssnçÕo da concessão será aplicada à dor1a da Justiça do Estado c o PRO­ concessionária de serviço público, CON, srndo importantf' qur outroG sr QUANDO VIOLAR OBRIGAÇÃO LEGAL ou con tores organizados d" noss,1 soci,.d.1d~ tratual. cobrrm do Covrrno do Est;:ido uma dr Mesmo a::;sim, e oatcntando o slogan de "Governo da Cidadania", .i ENERSOL por intermédio de sru Presidentc-,nfir ma que não vai devolver o dinheiro :: que indevidamente tirou dos consumido rcs, mesmo após g;istar milhnres ~e re ais para anunciar nns emissoras d~ rádio e televisão, e nos jornnis, de que iria promover a dovolucio. o uestion.l r como t importante que não só o PROCON , mns outros setores respeitados e com credibilidade como a Defensoria do - Consumidor e n Promotori.1 do Consumi­ dor, e o Ministirio Público como um todo, fiquem atentos para um fato: dever que os org;inismos públicos têm de proteger o pequeno consumidor.Aque lr qur tf'V<' sua cont.i dC' luz aunenta:: LTON UREIRO RUA ANT0:>-10 1114S ADORNO, 9, • TV MOR.F.:sli : CEP 79051-030- ? (067) 7-ll-50ll2 • C. GRA:'1DE- ,!ATO GROSSO DO SVL- BRASIL -. 4117195, 10 J,.c PM 1 O - RUA .ANTONIO DIAS AOORNO, 93 • TV MORENA· V(067) 741-5002 CE!J995!00-CAPO GRANE -MATO GROSSO o sut-as Art. 75 - Quem, de qualquer fonn.1, concorrer para os crimes refi>ridos neste Código incide ros prnas a <'Sses cc>~irodas ro medida de sua culpabili dr.de, bem como o diretor, administr.1:: dor ou gerente da pessoa jurídica que promover, permitir ou por qu.1lquer mo de> nprovar o fornecimento ofert.1 ..• e prestação de serviços nas condições - por ele proibidns. (AUMENTO ILEGAT, E COBRANÇA INDEVIDA). Art. 78 - são circunstâncias agra - neste l Agora você já pode pescar no Nabileque e região sem se preocupar em transportar combustível. Para melhor atendê-los o Auto Posto Pantaneiro também te atendo no Nabileque . AMBOS COM 24 HORAS DE ·ATENDIMENTO E@(067) 287-1238/287-1335 PORTO MURTINHGM cRERcIAL 7 === 7 • ..., ·r ' /. 1 ~2-· · ~ ~ ---;;-..;, / 1 "' r -, ~, ·, ! ' .-u<-kLlL-l • ~ . ,4rtigos Importados 1 em geral, eletrônicos; bebida'S, motores de popa, caça e pese.a., ,+-, -ar,- g ]][] _ - ,. >d ~~, v-.ntcs dos crimes tipificados :ódigo: I - O crime cometido rlll cpocn 1 , ' --=-e- eh d l de eis.lo imC'diata p.1ra o assunto, ou o GOVERNO SE CONSIDERE i MARGEM DA LEI, s(•m nrnhum.i condiçiio d<.> exigir de qu.1lqucr cidndiio o cunprimcnto do sou dever. "Qur o exerc!cio d,1 cid.1d,1nia niio srja ap<.>nns uru retórica publicit5 - ria do Governo, mas a garantia dos princípios básicos,.. el<'mentarcs de cndn cidadão". ANTONIO CARLOS ARROYO - DEPUTADO ES TADUAL. (Autor da drnúncla contra .i cobrança e o numrnto ilcg;il dns con­ tas de energia clétrica feitas pcla Eli"ERSUL). '·. Consumidor da Enersul: antes de pagar sua éonta procure o PROC0N,. _ 'e-se informe $.Obre os seus direítos..Exiju devolucão do-seu dinhei-rÍi- ~-.... r."' - - . - -·- - - - ! - --- --- ...... 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Ira!h a.ssunfu, na ,: h, r tu r ., cto• traba!hw ... 1 1,996 da As:mblf.a - J., 1latlv.a, a IIder..nç d bmncada do PMD, :ftr indo que a rpre++;ta4o ol{tlc socIedad ,1,v,-11 tr,Jb,111!,,r )une.ir: , dlr;no ,, rr-r,p<'it;ido,culto pol, "gsgIn vncermos r competente, ma!s justo n crise rap(d.amonto", Pa e mafs humano", r 1 lonv, "a tarefas 0 parlanrntar lrrsbrou qur L• 1•10;, pr>]n frr>n:,, - que o ano de 1.995 ",;ub­ !npuin excluí, pols e meteu os Poderes doe Mato trata de preparar um Exs Grosso do Sul a duro,, t:do todos alnu }amos p rov,1!1, "X 1gindo gra ndt> za, unLão o cspIr!to pü­ blJco para dr-rrocnr ao advt>T nidnder,". Sr•gundo o 1[dr da bancada pecmedg bioco, a pr6prio governo dor Wilson lfartins ofir= mou cm rccf'n t" soll'Tl ido­ dr qur a fas~ mais difí­ cil foi vcncJdn, encomi­ nh:mdo-sr o Governo para um prr!odo profícuo de realizaçÕrs r soluções", O deputado ressaltou a importâncin da partic_! paço do Poder Leztslat! vo n.1 r; coluçõ,.,; dos pro­ b1mas do Estado, crrto d qu as bancadas, {nd prndr-nt" d" partido poli tio, "oferecerão noel srssào lcgiclativo toda nua forço, snbcdorio,. - conhr.cincnto para apres- monto estadual. No ano passado, cxrcru a l!d­ rança da bncada do PFL, portlc1pando d.J C:nio&::o de Constitufção e Justi­ ço, urn.:i dt:ir, u:iir. l .. ;,or - Cana int rrupc5o Dirf't6rlo !/acional do do ser nosso c-ncontro con o pnrtido no con.1ndo rrgi~ futuro, que há de ser - nal, Hone acitou o con digno~ generoso como o vit<' do Govrrnndor Wil~ fé, do cidadão nos seus son Barbar.a M.:1rclns p~ rc-prescntnntcs". rase filiar ao Pl1DB,sr>n LIDERANÇA do L~cdiatanrnte conduzi Eleito em 1,994 para do à lideranças da banci o primeiro mandato na da, incegradn pelos dep~ As6embléia Legislativa , tados estaduais Waldt•mJr upresentnndo Ponta Porii Moka, Jr.rcé Euzébio, Mo_! e o fronteiro do Estado, sés Nery, Nelito Cêmara, Hosne Esgnib tem uma atu Murilo Zauith " Cclin.1 - ação dcstacada no Parla- Martins Jallad. Na sua primir.. m.n!­ foz±çio na abertura dos tr 1b.1ilw,; l<'i,!• l 1tivo o parlamentar condenou ± intolerância de un grupo de professores que Inter ropu o pronunciamnt do evridor Llen Mr t!n. "A crise x!te, - n!num rega, o próprio gov,•rn.Jdt'r p(•dr unitio p.: r.1 i;olucion.i-l.1 rui,, r.í: pldo r o,i prof,,,- orr~ , , quer prften esta man!­ fetação com gestos e brados Incompatfve!s - com o espírito demo cr:Ítico do Poder L,,: gislativo que os aco­ lhru", criticou Wllson Darbo5n Martins. '-----' RUA LOMAS VALENTINAS - 367 -~038-221 - BELLA VISTA/PARAGUAI âpostam no equilíbrio d s Poderes e na Democracia Líderes Jã a abertura dos tra bolhas legislativos no Último dia 1S-02, o lí­ der do PMDB, deputado Hosne Esgaib, disse que como deputado no exercí~ cio do seu primeiro man dato, acredita que o par lamento estadual é ui dos poderes mais democrã ticos porque " transpa­ rente e suas decisões a­ contecem a luz das dis cussões". Sobre os difi= culdades porque passa o Estado, o parlamentar a- credita que com os ojus W liS) A ailr_LER tes que estão sendo fe • ~ U'11U tos e consequentemente o enxugamento dn mãquinn - ZOOMP administr,'ltiva, o gover­ -· nO vai deslonoar, p3/7/ (@ II MI..J][eI JgEn Pars svt-tas+ as VIII ISL A IU" IG LI r, Antônio Cor los Ar- AVES SAINT .AURT ±!: ; .%$% . ,. ·; fes para homens, ndhercs e crianças HAALDREN LEECOOPER Representante: 'e$i@ sr° ilimIIDlID ~~,.;;..~~,~~~ ..... o equilíbrio dos pode - res e suo participação - srrã através da discus sêo de propostas e solu­ çÕes. Segundo o parlamen tora sicuacão do EstadÕ neste momento ê ca6tico e a Assembléia tem dis cutido os problemas e a= presrnt;ido as soluções , li • porem, o governo nem sempre tem atendido es­ sas proposicÕes", para finalizar, o deputado - Arroyo disse que é muito importante a manutencão d0 diâlogo e estendê-lo à sociedade. O líder do PSDB, dep~ todo Akira Otsubo, acre dica que a Assembléia Le gislativa, nessa Legislã tura, teve uma participã cão efetivamente muitÕ importante porque foi di ferente das outras, "te;:;­ do em visco que as mud:m ças econômicas se canso= lidaram no País". O depu todo, líder de um parti= do aliado ao governo,diz que não está somente pa­ ra elogiar, mas sim, cri ticar os erros cometidos poro que sejam atendidas as metas de desenvolvi - menta nas áreas prioritã rias, como a educação: saúde e saneamento bâei co. "O novo líder do PT ,A­ nilson Prego, que subis­ titui Ben-Hur Ferreira - no rodízio partidârio", salientou que a socieda de não pode continuar pn g.'.llldo pelos erros dos di rigen tes. Segundo o pe : tis ta, a AL-MS tec "de­ monstrado sobejamente - sua vocaçiio para o diâl~ go e sua corngem para en frentar os probleoos,d~ do guarida às vozes da sociedade, roas o governa no precisa agir râpido e corrigr o rumo". -----"";:-:':f=.~·--- '. ' •• ~--- . ~_:_:1 • ·p Jlt.'.A VISTA À CAMPO GRANDE: 05:30 - ,15:00 - 23:30HORAS - BLA VISTA À CA:'1'1PO GR...1'-DE COM BALDEAÇÃO EM JARDIM: 09:00 HORAS ':' (este hor:irio não corre aos DOMINGOS e FERIADOS) BELA VlST A, .JARDTII: 05:30 - 09:00 - 15:00 - 2J:00 HORAS BELA VISTA À CORUMDÁ. pas.'lllndo porJanlim, Guia Lopes., Boni10,Bodoqucnae Mi randa: 09:00 IIORAS- (Não corre aos DOMINGOS e FIJRIADOS) ·. BELA VISTA A PONTA PURA, passando por Antonio João: 06:00 e 16:00 HORAS BEL VlST A •- DOURADOS, com b:ildeaçiio cm Antonio Joiio: 06:00 (niio corre ao, DOi':,NGOS l' FERIADOS) . . _ Ctificina do SADÜ Denise Bernadete Torres Rigo - ME Meéânica e Funelaria em Geral JARDIM/MS CAMPO GRANDE/MS '2JÇ67) ~51-132.7 .. '2(067) 384-4008 - FAX: 384-4931 TRANSPORTADO.RA: 383 - 5010 / 383 - 5201 / 383 - 5247 • SERVIÇO DE COLETA EM CAMPO GRANDE • E(067) 399%h72 Transporte de passageiros e encomendas com rapidez 2g Entrega de encomendas çom hora marcada. . 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