TRIBUNA DA FRONTEIRA- Ê . . - - . . .. . - - - - BELA VISTA/MIS ANO: XXIV N 1.715 O3 DE ABRIL DE 1.996 - EDITOR: IVALDO PEREIRA - R$ 1,00 __________ _.:.::....:..._::.::....._:_:_:...:.::....._::..=...=.::~:.:::.:.::....::..=--.:.:.:-=-=--=::..:..:...:..::.:..:...::...:::.:..:.:::.=...:::.....::_.:.:.:.:.. .......... ---=---=----·-. Pascual assume a Prefeitura de Caracol. Como Prefeito empossado Pascunal Pucbeta faz seu pronunciamento A I • Domo Mnurício Yios Puchcto ista RBY Energia para a Escola princesa Isabel Reforma e Ampliação da Escola Vera Guimarães o _ « , Xande pede informações sobre o fechamento do PS local da TELEMS Nélio pede informações e protesta contra cobrança ó IPVA com multas e juros Matérias na Página - 04 Assembléia analisa esta semana quatro vetos do Governador . A Mesa Diretora da Assembléia Legislativa coloca em votação esta semana, quatro vetos do Governador Wilson Barbosa Martins, a projetos de lei de autoria dos Deputados Paulo Estevão, Ben-Hur Ferreira, Jerson Domingos e Waldir Neves. Página - 04 [7FORME TR] Prorrogado prazo para pagamento do IPVA Utilidade Pública Estadual para o Centro Espirita Assistencial "Caminho da Luz" Combustíveis estão 21% mais caro caracol tem novo Prefeig T JE mantém liminar anulando a eleição de Josélio dos Santos à Presidência da Câmara de Caracol Por decisão unânime, nesta terça-feira, dia 02, o Tribunal de Justiça do Estado - TJE - manteve a sentença liminar do Juiz de Direito da Comarca de Bela Vista, que acatou mandado de segurança impetrado pelo Vereador Thirson Ferreira Leite, contestando a eleição do V crcador Josélio dos antos à Presidência da Câmara Municipal de Caracol, realizada na última sessão ordinária de 94. Com essa decisão do TJE. o Vereadõr Josélio dos Santos está definitivamente afastado da Presidência da Câmara Municipal de Caracol e mantida a eleição do V crcador Pascual Pucheta, que já respondia pelo Legislativo Caracolensc e recentemente assumiu a Prefeitura Municipal, em virtude da renúncia do Prefeito Juvino Godoy e do seu Vice, Wilson Veríssimo Bamerindus), Aral (S ind. Rural, Juvino (ex­ Prefeito), Odir (RBY). Pascal Pucheta Prefeito), José Carlos Barcelos (Vereador) e João Amádio Yieira Ser, da Justisa) Com as presenças dos Vereadores Doralina Ferreira Leite, Evaldo de Moura Pereira, Josélio dos Santos, Thirson Ferreira Leite, Milton Bender, + ' Estanislau Nunes, José Carlos Barcelos e Darcy Souza Netto, e do Presidente do Banco Bamerindus, Veríssimo de Jesus A reco, do Comandante do Destacamento do 10° RC • l'.l Mec em Caracol Sargento d Marin, do ex-Prefeito Juvino "­ Godoy e Sra, do Presidente, do Sindicato Rural Aral, Rodrigues, Joio Amídio - . s I • a.' era, erventuar1o a, Justiça, do ex-Prefeito Wilson Ferreira Leite, e'"' d , d.' gran e numero a, população, tomou posse, no ± dia 1° de abril, o Presidente da Câmara de Caracol e Pascual Pucheta a chefia do e Executivo Municipal, já que ; o Prefeito e o Vice, renunciaram a seus­ respectivos cargos. Páginas - 05 e 06 Prefeitura Municipal i de Bela Vista Portaria N" 124/96 Gabinete do Prefeito O Prefeito Municipal de Bela V'asta, Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais; e RESOLVE: SUBSTITUIR a representante do Magistério na Comissão Municipal de Alimentação, CÉLIA MARIA SILVA FRANÇA, conforme Portaria N" 113/96, de 21/03/96, pela Professora LEOPOLDINA LINO MORAES, por indicação do Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educa.ão. CUMPRA-SE Bela Vista/MS.. 01 de Abril de 1.996 ABRAÃO ARMOA ZACARIAS Prefeito Municipal O Deputado Waldemir Moka (foto) , líder do Governo na Assembléia Legislativa, tem exercido um papel fundamental para governabilidade do Estado. Uma demonstração da sua importância foi dada na Ferreira Leite, o Loló. Importante ressaltar que os motivos que levaram à Justiça a anular a eleição do Vereador Josélio dos Santos, contidos no Mandado de Segurança impetrado pelo Vereador Thirson Ferreira semana passada, quando os Deputados votaram os primeiros quatro vetos do Governador Wilson Barbosa Martins a projetos aprovados no ano passado, mas que foram considerados inconstitucionais. Página - 03 Leite, foram as alegações de que não haviam sido observads disposições contidas na Lei Orgânica Municipal. Com a sentença do TJE, essa polêmica toda chega ao seu final. Portaria Nº 003/96 Câmara Municipal ORLANDA FREITAS DOS SANTOS, Presidente da Càmara Municipal de Bela Vista. E.stado de Mato Grossa do Sul, no uso : de su.u Atribuições legais, de conformidade 1 com a lei Orgânica Municipal, Regimento • Interno e E.statuto dos Funcionários; ' RESOLVE: CONCEDER 30 das de férias l regulamentares à funcionária ROSANA ; MARA MAGALHÃES DOS SANTOS, perico , de 95/96, à contar de 08 de abril de 1.996. , CUMPRA-SE . Sala das Sessões, O1 de Abril de 1.996 ' 0rlanda Freitas dos Santos-Presidenta ' Marcos Elias Rios da Cruz-1' Secretário i Lideranç de M a aj a Wilson a Governar MS Cinco armas de fogo apreendidas pela PMI no último final de semana . . '' ' d. drmosd .g -- . , ' Precos . PromocionaL: 25!i-18 8 ! VILMA DA SILVA VERA LbUREIRO DE ALMEIDA 0AB/MS 2574-B OAB • 2573 • B ! 1 (CAUSAS CÍVEIS E CRIMIAIS [RUA CUIABÁ, SIN- CENTRO] j • ~ (067) 439 - 1290 BELA VISTA/MS la,-! 1 ·1 :1 ' INA • C2 2. 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'B(067) 287 · 1239 TABELA DE PREÇOS: ASSINATU_RA ANUAL: R$ - 60,00 ASSINATURA SEMESTRAL: R$ 30,00 PREÇO DO EXEMPLAR: R$ - 1,00 OS ARTIGOS ASSINADOS NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO JORNAL. ORIGINAIS ENVIADOS À REDAÇÃO NÃO SERÃO DEVOLVIDOS. AVENIDA TRIBUNA DA FRONTEIRA,564 (067) 439-1410 - FAX (067) 439-1544 BELA VISTA - MS FILIADO À: ADJORl - Associaç3o de Jornais do Interior ABRAJORl • Associação Brasileira de Jornais do Interior CN~I - Cadastro Nacional de Jornais do Interior - Periodicidade verificada em Brasília - Registro no Cartório - 1.066 AI - UMA PAIXAO NACIONAL VIANA - Distribuidor ntarctica raça Nossa senhora da conceicã,225 - E8 (067) 241-3838. QUIDAURNA/IS CID ADES A TENDIDAS: Aquidauana, Anastácio: Miranda'. Bodoquena, Bonito, Nioaque, Dois Irmãos do Buriti, Guia Lopes da Laguna, Jardim, Bela Vista, Caracol e Porto Murtinho li _... - Anuncie nos Jornais da Rede Belavi ·tense d~~ Jornais - T, "M, G], Aj e jB - @t439-1410 JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA - BISEMANAR IO 0 3 DE ABRIL DE 1.996· P AGINA • 23 Trânsito Responsável , e possível O preço das Obras Públicas JOSÉ CARLOS MELLO• D e tempos em tempos os brasileiros ficam indignados, perplexos, solidários com ocorrências absolutamente previsíveis, mas que são vistas pelas autoridades como algo jamais imaginável de ocorrer. Exemplos graves são as secas no Nordeste, as enchentes cm São Paulo, os deslizamentos de barracos no Rio de Janeiro ... Assim também ocorre com o preço das obras públicas nacionais. De tempos em tempos, pronunciamentos, reportagens, providências urgentes sãomotivadas pelo alto preço de nossas estradas, barragens. esgotos, arruamentos e por ai vai. Mas é possível alinhar várias causas, facilmente removíveis, que provocam a elevação do preço das obras contratadas pelos Governos. A primeira é o jogo de faz-de-conta que ocorre nas licitações de obras públicas, realizadas sem a previsão de recursos para pagar o que será contratado. O Governo finge que vai pagar e o empresário finge que vai receber. Esse jogo de cumplicidade, além de encarecer as obras, com frequência lega jogadores à falência. O pagamento em dia e sem interferências políticas basta para que os preços de muitas obras caiam. O preço mais elevado é seguro contra o mau pagador, a ser eliminado pela certeza do cumprimento das obrigações contratuais. A segunda causa é a descontinuidade administrativa. Cada governo dita suas prioridades desvinculando-as das do período anterior. Centenas ou milhares de obras estão permanentemente paralisadas. ag·uardando o retorno de quem as iniciou. Trata-se de uma visão canhestra, medíocre, mas comum na vida pública brasileira. Só será eliminada como o amadurecimento da classe dirigente nacional. A terceira está ligada ao baixo custo dos projetos de Um crescente número de acidentes de trânsito tem ceifado milhares de vidas no nosso Pais e segundo pesquisa divulgada pelo Ministério dos Transportes 90% dos acidentes acontecem porque o motorista erra, porque ele é irresponsável. No Brasil o número de mortos é maior que o da Europa inteira - e lá o número de carros é oito vezes superior. As principais causas são conhecidas por todos: consumo de bebidas alcoólicas, excesso de velocidade e desobediência à sinalização. Segundo estudos feitos pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo, um acidente com vitima fatal custa em torno de US$ 80 mil. Nesses cálculos estão envolvidos custos com danos nos veiculos, na sinalização viária, no mobiliário da rua, despesas com atendimento policial, congestionamento causado pelo acidente, limpeza de pista e a perda de produção, ou seja, consequência do óbito da vitima que, na maioria das vezes, está entre a população economicamente ativa. No acidente sem vítima representa um custo médio de US$ 800. Se houver feridos, o valor chega a US$ 3,2 mil. Já o atropelamento dá um prejuízo de US$ 4,8 mil. Não se trata no entanto apenas de números e dólares, mas sim de vidas humanas. Em 1950, havia 53 milhões de carros em todo o mundo. Hoje, esse número já alcança meio bilhão, 22,6 milhões no Brasil, a oitava maior frota dó ranking mundial. A volta da estabilidade aguçou de novo o apetite das montadoras que estão chegando ao Brasil com grande entusiasmo. Sabe-se que a Mercedes, gerando mais de 30 mil empregos diretos e indiretos. levados pelos seguintes motivos: o Brasil sabe fazer carros desde a década de 60, tem uma rede de fornecedores muito extensa e operários e engenheiros que entendem do assunto. Além disso, é mercado inexplorado. Existe um veículo para cada onze habitantes. Outro fator que deve ser analisado é a nossa forma de desenvolvimento, centrado hoje, no transporte individual· e viabilizar projetos de transporte público, rápido, limpo, confortável e barato. Além da visão estratégica das mudanças futuras, nossos governantes teriam de ter mu1ta coragem para enfrentar a poderosa indústria automobilística e de acessórios, os sindicatos dos trabalhadores e, de certo modo, todos os brasileiros que querem facilidade para circular com seu automóvel. ;a No entanto as soluções existem e s o perfeitamente ixequiveis. Começa pela inclusão da disciplina trânsito no currículo escolar e das campanhas públicas de esclarecimento. Necessário também se faz ter um minimo de aulas obrigatórias por lei para que a pessoa tire a Carteira de Ha~ 1tªf º e uma avaliação rigorosa antes de fornecê-1a. :m h J - 0 são necessanos Países como a Alemana e apav, las e fazer os exames noventa dias para tomar as au . d ..:. Aqui, depois le ter a teóricos médicos e praticos. ' &'. Ih t ' • 1 r nenhum to 1e 0 habilitação nunca mais é preciso e ·ta que não provoca sobre leis de trânsito. O motor1s do mas t, sta bem treina acidentes é um mo ori . sa aplicação basicamente ele é moldado pela no",rmação ã no mmtmo a m1, ' das leis. A educaçuo, ou conheçam a a que as pessoas serve apenas par . . melhor as restrições gravidade do problema e a"";atente funciona impostas pelas leis. Ou seja: o 8 ·ducativo é o instrumento e • é repressão, até com ·vilizadas ao volante, Com a criação de normas c1 espécie de coerção • fácil. Aparece uma tudo fica mas ac1 • I o vem com o tempo, social favor4vela segura°,"~ escuto no Pais só afinal de contas a mass1ficaç de industrialização veio em decorrência do processo alcançado na década d° ?'; ero - 1 Ten PM Al_irio Vallasan 1 ' engenharia. O tocador de obras dá pouca importinca as[ projeto, sobretudo se é de longo prazo. Resultado, o estudos e procjtos s:1o encarado como um cntr.,, • . realização de obras, principalmente para quem administt por um período inferior a quatro anos. Nos países onde as obras públicas são mais baratas de melhor qualidade e duram mais do que as nossas, valor do projeto é equivalente a 5%ou 6% do valor tota do empreendimento. No Brasil é comum obras serem realizadas com projetos que custam menos de D% do valor total do que será construído. Com projetos mal feitos n' há como reduzir custos ou ter obras de boa qualidade. Um quarta causa seri relacionada à defasagen tecnológica. É fruto da pouca atenção dadn rH desenvolvimento tecnológico. ' aicas e materiais usado:r cm muitos países na construção de rodovias, por exemplo" ainda n;1o são empregado: 1 aqui, simplesmente pela falt de atenção a desenvolviment tecnológico ou pel desatualização de normas e) procedimentos construtivos 10 Em vez de buscar so)uçãc, dentro destes quatro itens, o governantes procuraran baratear as obras através d, Lei de Licitações" t promulgada em 1993. Sãcdc vencedoras das concorrências pública! apenas as propostas que apresentem o menor preço. A' solução é simplista e o baratc~~ acabará saindo caro. C h redanei«ao para baratear as obras p«lleas +ao sinta. 4naco lfat aq«.f, q« exige sprito élo • matartdade dos gouernamenlai:, ' critério não garante obras de boa qualidade. Ao contrário As providências para baratear as obras são simples Algumas exigem apenas o cumprimento da legislação como contratar trabalhos somente com recursos garantidos Outras necessitam despesas mínimas, como a relativa i qualidade dos projetos ou à atualização tecnológica. A providência mais difícil de adotar é aquela que exige espírito público e maturidade dos administradore governamentais, mas quem sabe algum dia chegaremos lá • José Carlos Mello- Engenheiro Civil·e Consultor em transporte: (Transcrito da Revista CNT) Liderança de Moka aj d 6 Wilson a goverm O Deputado Waldemir Moka, líder do Governo na Assembléia Legislativa, tem exercido um papel fundamental para govemabilidade do Estado. Uma demonstração da sua importância foi dada na semana passada, quando os Deputados votaram os primeiros quatro vetos do Governador Wilson Martins a projetos aprovados no ano passado, mas que foram considerados inconstitucionais. O líder convenceu a maioria dos colegas a manter a decisão do Governador, já que do contrário, afirma ele, a administração estadual poderia ser prejudicada e até abrir "brecha" para um recurso na justiça por pessoas ou entidades que se considerassem atingidas pela Lei que fosse aprovada pela Assembléia Legislativa. Graças a atuação de Waldemir Moka, o Governador Wilson Martins 'não tem tido problemas com a Assembléia Legislativa, pelo contrário, os Deputados, mesmo os da oposição, tem encontrado no parlamentar, todas as respostas que fazem a respeito da Administração Estadual. "Moka tem cumprido, com muita competência, 0 papel de liderar o Governo no Legislativo", afirma um dos seus colegas. O Governador Wilson Martins também tem ... _ r a Deputado Estadual Watdemir Moka IS , demonstrado satisfação com a atuação d Waldemir Moka. Tanto que ao convidá-lo, par. assumir a função, lembrou que ninguém nriic Parlamento, melhor do que o Deputado conhecda­ a forma como ele (Wilson Martins) conduz Administração. Moka afinna que a transparência com que t _ Governador conduz seu Governo é que ten merecido dos Deputados e da população, respeito e a confiança de que Mato Grosso d, Sul caminha para a retomada d desenvolvimento. - RNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA coAcx i ti V1TA - 1S Edital de lntimaç)o com prazo de 20 dias PÁGINA : ... JH. BLSEMANÁRIO O3DE ABRIL DE 199 - _ - câmara é Notícia e informaçao troncamento com a Rolo Agradecimento ao "Zequinha" Ao; c Ido Pinheiro Murano também apre - 0 r dor era s • " - d, Câmara Municipal uma Mocao de A sentou à Mesa 1a " " e, r w dereçada ao Sr. Jose 50ares, o 'e- radec!nento ;o da Pensão do zequinha, e qu!nlia , propr e i . G d anrndcccndo-o pelos scrv CD& pr et~- Campo Grande, + d dos aos belavistenses que se hospedam em sua pen - - orla das vezes a procura de tratamento sao, na ma O + > de saúde na capital. Xande pede informações sobre O fecha-mento do PS local da TELEMS _g .r p O 'f)outor Gemido de Almeida Snntfogo, Juiz de Direito em Substituição Legal da Comarca de Bela V Juta, En tado de Ma to Grosso do Sul, na forma da ei, etc ... FAZ HADRR nos quo o prcoentc edital virem ou ele conhecimento tiverem, expedido nos autos de xecução Por Quantia Certa que o BANCO DO BRA -­ Sll, S/A,, rnovc contra JURANDIR FESTI FILHO e OS VALDO MIRANDA t·rELO (procetrno N? IJ7 /95), cm trâ:: mlte por este Juízo e Cartório Judicial, ficam 1ntimado6 O!! Srn, JURANDIR FF.STI PILHO e sua cs- oa YONE TERESINHA MELLO FESTI, brasileiros, ca adon, pecuariutoo, residentes e domiciliados - entu cidade, para no prazo de cinco (05) dias e mnnifostarem oobre a penhora realizada' em ens do Executado OSVALDO MIRANDA MELO, constan­ te de 1.899,9992 has (hum mil, oitocentos e no venta e nove hectares, noventa e nove ares e no­ venta e dois centiares) de terras pastais e la - vrad1as, parte da Fazenda "Palmeira" situada no Município de Caracol-MS., dentro dos seguintes - limites e confrontações: Norte, terras desmembra das da Fazenda Palmeira, de Ivo Carbonera e ter­ rua da Fazenda "Ponteio" de Luiz C. Pereira Li­ ma e Outros; Sul, terras de Remando Dário Tor res e Outros, Fazenda "Jateizinho" de Ranão P@ reira Leite, terras de Bonifácio Rodrigues, ter­ ras de Dorilda Martins Leite, Fazenda "Santa Ma ria" de Osvaldo Miranda Melo e Fazenda Campo Limpo de Henrique Romão Tomassini; Leste, terras de Antonio da Silva, Fazenda Olho D'Ãgua de Anto Freitas dos Santos enca­ nio Maria N. Rondão e terras de Hernando Dári"õ" minhou expediente ao Pre Torres· Oeste terras da Fazenda Campo Limpo de feito Municipal, com c~ • • • i s .. i Henrique R. Tomassini e terras da Fazenda Alvora~ P 1 ao ecret~r O Munic! da, de José Odayr Zangirolani, devidamente regts Pa. de Educaçao e ao Es­ trada no Cartório do Registro de Imóveis destã critorio local da ENERSUI.. cidade sob ng 8.430, ficha 01 do Livro 02. E, solicita nd o dos mesmos a para que ninguém possa alegar ignorância, foi extensão da rede de ener expedido o presente Edital com prazo de 20 (vin- gia elétrica para a Esc te) dias, que será publicado na forma da Lei e a la Municipal Princes fixado na sede deste Juízo no lugar de costume.- Isabel e a reforma do Dado e passado nesta cidade e Comarca de Bela prédio da referida unida. Vista-MS., aos 18 de março de 1.996. Eu, (Pedro de, considerando a gran­ Barcelos do Vale), escrivão Substituto, 0 datilo de necessidade dos Pro - grafei. - fessores e alunos da Es Edgard Ibanhes - Esc. Judicial (a) p/ ordem cola com relação à falta do MM Juiz desses serviços. Expansão da Rede de Energia na Rua Alaíde Corrêa da Silva Na sessão ordinir'ia da Câmara Municipal realiza da nesta terça-feira, dia 02, a Vereadora Presiden te Orlanda Freitas dos Santos apresentou indicação endereçada ao Prefeito Municipal, co:n cópia i'i ENEB: SUL local, onde solicitou que seja detenninada a expansão da rede elétrica na Rua Alaíde Corrêa da Silva, trecho que liga o llairro Costa e Silva e Ba!r ro ltabora!. No expediente a Vereadora Orlanda justificou a necessidade da expansão da rede elétrica consIde - rando principalmente a grande escuridão naquele tre cho da Rua Alaide Correa da Silva, que provoca fn­ segurança e medo à dezenas de estudantes do per fo­ do noturno que necessitam trafegar por aquela 1m portante via de ligação entre os dois Bairros. Energia para a Escola Princesa Isabel Em outra indicação de sua autoria, apresentada na Câmara Municipal nes­ ta terça-feira, a Verea­ dora Presidente Orlanda COMARCA DE BELA VSITA - MS i' al die eira Pra O Doutor Geraldo.de Almeida Santiago, Juiz de Direito em substituição legal na Comarca de Jlela Vista, Estado de Mato Grosso do Sul, na forma da Lei, etc ... FAZ SABER a todos quantos o presente edital virem ou dele conhecimento tiverem e interessar possa, expedido nos autos de Carta Precatõria nQ 06/95, extraída dos autos ng 934020260-0 de Exe­ cução por quantia certa que Gercy Oliveira Ramos e sua mulher Erotildes Silva Ramos movem contra Nildo Xavier e sua mulher Melita Yahn Xavier, em tramite por este Juízo e Cartório Judicial que r.o dia 19/04/96, às 14:00 horas serã levado a público pregão de venda e arrematação em praça publica a quem mais der acima da avaliação men - cionada abaixo, o bem penhorado ao executado no referido processo, a seguir descrito: 50,8015 (cinquenta hectares, oitenta ares e quinze cen­ tiares) de terras pastais e lavradias, situada dentro de uma area maior, de matrícula nQ 8.259, ficha 01,_do CRI desta Comarca, cuja ãrea tem a denominaçao de Fazenda Santo Antonio, situada no Município de Caracol-MS. A referida área possui como benfeitoria uma casa de madeira e pequena parte ·formada e cercada, avaliada em 'R$ 25.908,77 (vinte e cinco mil, novecentos e oito reais e se tenta e sete centavos) em 13/02/95 e serã corri~ gido monetariamente cinco dias antes da terceira praça. Consta dos autos que o imóvel objeto do presente Praceamento foi penhorado na Carta .Pre­ cat~ria N_ 147/95, oriunda da-Comarca de Ponta Pora-MS., extraída dos autos de Execução nQ 92.4020066-5 que o Banto do Brasil S/A'., move contra Nldo Xavier e Iber da Silva Xavier. O Imovel sera alienado a quem mais der e maior Jan co_ oferecer. Caso resulte.infrutífera a intima~ cao p!ssoal dos executados, pelo presente ficam intimados da data designada para o praceaento. E para que ninguém possa alegar ignorância foi expedido o presente Edital que serã publicado e afixado no lugar de costume, com antecedência mínima de 05 (cinco) dias, pelo menos uma vez em jornal de ampla circulação na forma da Lei. Dado e pas­ sado nesta cidade e Comarca de Bela Vista - MS ao primeiro dia do mês de abril do ano ae ii novecentos e noventa e seis. Eu, Escrivão Substi tuto Pedro Barcelos do Vale, o datilografei. (a) Edgard Ibanhes, por ordem do MM. Juiz. Vereadora Orlanda Freitas dos Santos (foto) Reforma e Ampliação da Escola Vera Guimarães Em expediente endereçado ao Secretãrio de Esta­ do de Educação, com cópia ao Secretãrio de Estado de Obras Públicas, a Presidente da Câmara Munici - pal, Vereadora Orlanda Freitas dos Santos reivindi cou a reforma e ampliação da Escola Estadual de 7 e II Graus Vera Guimarães Loureiro, ressaltando que o referido estabelecimento escolar necessita com urgencia desses serviços, para que possa ofere cer uma melhor acomodação aos alunos, professores e funcionarias. Através de Requerimen to, o Vereador Luiz Ale- . xaodre Loureiro Palmiéri pediu o encaminhamento - de expediente ao Prestden te da TELEMS, olney Ar­ ruda, com cópia ao Pre - feito Abraão Zacarias, so licitando que informem a Câmara Municipal sobre a veracidade de algumas no tfcias que correm pela cidade, sobre o fechamen to do PS local da TELES. Na justificativa de seu Requerimento, Luiz A lexandre salientou ã grande necessidade do Posto de Serviço Telefônico em nossa cidade, "que atende a população e também as pessoas que visitam Bela Vista" afirmou o Verea dor, e ressaltou: "Solicitou de V. Excias. informã esforços a desati Ver. luiz Alexandre coes concretas, para que possamos envidar junto às autoridades no sentido de evitar vaçao desse importante Posto de Serviço". Moção de Congratulações ao novo Prefeito de Caracol O Vereador e IQ Secretário da Câmara, Marcos E­ lias Rio~ da Cruz, foi autor de uma Moção de Con - gratulaçoes endereçada ao novo Prefeito de Caracol, Pascual Pucheta, parabenizando-o pela sua posse à frente do Execu~ivo Municipal da vizinha cidade, que ocorreu no ultimo dia !Q de abril. "Formulamos votos de uma feliz gestão, com muita dedicação e a mor ao povo caracolense" disse Marcos Elias em sua Moçao. Nélio IPVA Reparos de Luminárias na Rua Coronel Ponce A Presidente da Câmara Municipal, Orlanda Frei­ tas dos Santos, também •oi autora de indicação en dereçada ao Prefeito Municipal, com cópia ao Escr torio local da ENERSUL, onde solicitou a realiza= cao de serviços de manutenção de reparos nas lumi­ narias da Rua Coronel Porce, no Bairro Primaver IV, considerando que as lâmpadas existentes naq ~ 1 i - - ue ava publica estao quse todas queimadas e neces sitando de reparos. Escoamento de Águas· O escoamento das ã guas que se acumulam na Rua Alaíde Corrêa da Si1 va, esqÚina com a Rua rechal Deodoro, foi pedi do pelo Vereador GeraldÕ Pinheiro Murano, através de indicação apresentada à mesa. da Câmara Munici­ pal, endereçada ao Pre­ feito Municipal. Segundo o Vêreador em • seu expediente, "a refe­ rida rua encontra-se em péssimas·condiçÕes de L trafego, principalmente - em dias de chuva quando a quantidade de água que Ver. Geraldo P. Hurano se acumula no local se torna intensa eºcom isso i.mpede a passagem até mesmo de pedestres". 1 .. • 1 -~ Patrolamento de Estrada Em indicação dirigida ao Chefe da Residência local do DER SUL, o Vereador Geraldo Pinheiro Murano reivindi = ANUNCIE E VALORIZE O JORNAL DE SUA CIDADE SOu o Patrolamento da estrada vieinal que liga às ======================-===-' Fazendas Itapua a Santa Leopoldina, desde O seu en pede ·informacões I e protesta contra cobranca do I com multas e juros O Vereador Nélio Dió­ Tio apresentou à Mesa da C@ara Municipal, na ses sao ordinaria desta ter. ca-feira, dia 02, um· Re querimento endereçado ao Diretor Geral do DETRAN­ Rudel_Trindade Júnior - com copia à CIRETRAN lo cal e aos Deputd - d is a os Esta ua._ representantes aG reg1ao, solicitando in - formações com rel, - b acao a corança do IPVA co a - crescimo de multas e j - rosno dia 10 d b u costa«roa • "; • mo di ou ti- 31 d ª Para pagamento foi Vereador Nllo Di6rlo e marco, portanto no d amplamente divulgad Ioingo, além do que foi que O pagamento do~ Pelo noticiário da TV Morena gunda..fi mposto pod i -e:ra, dia 1g/0 4 1er.a ser feito na se 2"9°· de acorao [,,2 a_coraca de sul±as G efesoria PG1±ca a ,Psoes foree±das pela No seu expedi, p:tal. "·' .ente o Ve d, - "OU que segundo L,, eador Nélío D6rto air- eira no " uldçoes que 1 b • encerramento d .evantou, na sexta ce eram instruções o expediente, os bancos re IPVA com mul para proceder - i u tas de 15"' • em a cobrança do t r de segu d, ' e mais j na-feira di. 'uros de 1% a par - Indignado e b • a lQ. • ?:: 2 .:±±· ri.-- tante por apenas um a±, " de multas e ju tes, " verdadeiro a," " atraso coo exori • 'mtrando contra O • - coes e ; que norma]ment, "s contribuin feriadosm:~stos que vencem emef:s contas, presta - meiro di ~o recebidos sem n h nais de semana e a util s enum ac .. correu com }, "uinte, o que y, 'Tescio no prli 0 R, 'elação ao IPV. Infelizmente não o- eque.rilnento d . • niridade pelos a, "O Vereador foi ttvo e1avas,,As integrantes aprovado por una do Poder Legis½ JORNAL TRIBUNA D A FRONTEIRA • BISEMANARIO 3DE ABRIL D E 1.226- PAGINA • @5 Pascual assume a Prefeitura de Caracol Com as presenças dos vereadores DoralIna Ferrel ra Lelte, Evaldo de Moura Pereira, Jollo dos Sa tos, Th! roon P. T.ri te, Milton Ilcndcr, Eotonislau N~ nes, José Carlos Barcelos o Dnrcy Souza Nctto, - do Presidente do Banco amor1ndus Ver[sfmo do J us Areco, do Comandante do Destacamento do 102 € Mec em Caracol Sgt. Mar1n, do ex-Prefeito Juvino - Godoy e Sra, do Pro1dente do Sindicato Rural Arnl Rodrigues, João Amãdlo VLelra, do ex-VLce Prefeito NIlson Ferreira Leite e com a presença de grande - numero da populacao, tomou posse, no dia l? de - abril o Presidente da Câmara Munfc1pal de Caracol P,rncuol Puchetn o chefio do Executivo Municipo,l,jÓ que o Prefefto e o Vice renunciaram o seus respcc­ tlvon cargos. As drpcndêncioA do CÕmorn foi pequeno pois a m<'srna (oi tomado por muitos populares que vieram - prrotigior a posse de Pascual Pucheta frente ao Eltrcutivo Municipal. Como Presidente da Cômaro Municipal de Caracol, Pancual passou, opôs a abertura dos trabalhos, o presidência à Vice Presidente daquela Coso de Leis o Vereadora Dorolino Ferreira Leite (Nena) confor­ me o Lei Orgânico do Município cm seu artigo 73. Ao assumir o presidencia a Vereadora Doralino - disse: "Ao assumir, neste momênfo; o presidência - desta Caso de Leis poro dar procedimento aos traba lhos de hoje, de acordo com o Lei OrgÕnica do Muni cipio em seu artigo 73, onde encontra vago os car­ gos de Prefeito e Vice Prefeito do Município e a presidência da Câmara. Convido neste momento o vereador Presidente Pa~ cuol Puchcta a assumir o cargo de Prefeito e pres­ tar o juramento dos seguintes compromissos em que a Lei determino. Sr.Poscuol Pucheta, neste momento diante do pi­ blico presente, concordo com os termos de posse o seguinte promete cumprir o Constituição Federal, a Constituição de Mato Grosso do Sul e a Lei Organi­ ca do Município, bem como observar as Leis e os rg gulomcntos e respeitar com lealdade o mandato a - que é confiado e trabalhar pelo progresso do Muni­ cípio e do bem estar do seu povo? " - "Assim prometo", respondeu Pascual. "Diante do que acabamos de ouvir diante de to­ dos declaro empossado no cargo de Prefeito do Muni ti destÕ cípio de Caracol, Pnscual Pucheta, a par r doto", finalizou a Vereadora Ncna. Após a posse de Poscuol fez uso da palavra o Presidente do CÕmoro Doralina. "Companheiros desta Cosa, autoridades que com­ poem a Mesa, senhores e senhoras. Dado-me o cargo de Presidente desta Cosa de Leis, conforme a Lei OrgÕnica do Município, quero dizer em breves palavras, colocar-me a inteiro disposição do Prefeito e dos senhores aqui nesta - Casa de Leis, para com dignidade, trabalharmos unl dos e atendermos todos as reivindicaçoes de nosso povo. Agradeço a presença de todos que ne~te dia - vieram nos prestigiar, meu muito obrigado • Já o Prefeito empossado Pnscunl Puchcto disse: "Senhores e senhoras, nutoridades aqui presen­ tes, companheiros desta Caso Legislativa. abilido­ Hojc estou assumindo uma grande rcspons . de deixada pelo ex-Prefeito Juvino Godoy, jn que f1. ça essa confi cm miro depositou uma grande con on - anca é recíproca!'. PAGAREI DUAS FOLHAS EM 15 DIAS seulr fof cumprfn:ventado pelos presentes e corvo­ cada a assumir a função de vereadora a Nice Gutler res dos Santos. Já Presidente da câmara empossada, Dorolina Fcr - reiro Leite (Neno) conduz os trabalhos O Prefeito Pascual Pucheta lavra disse especialmente aos pois nli presentes. stn 'Faço compromisso diante de' todos, que ne q uarto-feiro os servidores municipais pod~m ir no - d, s estarao nas Banco que seus salarios, e um me • Deus contas de cada um de voces e digo mais, se d 0 quiser até o dia ll próximo estarei efetuando P2 gamento de mais um mes. a trabalhar - Estarei a frente do Executivo, paro d co - colense, e agrae cm pról dn nosso populnçao caro 1m deposito- mais uma vez aqui, pelo confiança em mbcnefícios a do. Darci o máximo de mim paro trazer estn populaçÕo. e viram nos Obrigado à todos aqui presentes qu ~ prestigiar", finalizou Pascual· .ta vias Pucheta Já a 1g Dama do Município Murt' ,A "trabalha Assumiu a câmara Municipal de Caracol a Verea- disse em entrevista concedida à impreeão ca- dora Doralina Ferreira Leite rei com amor e dedicação em prol da yopu b lho da e{pi« Acompanhei o traa rente de nosso Mun c p:o. rendi muito, mas- - Joaninha, esposa do Juvino, e 0P', ·t da ajuda d ndcr prcc sare tenho muito ain.a O apre . • imento à esses - dela e de todos para dor prossegu • traba hos de assistências sociais. ,_ depositado e + confiança em mm - Agradeço tam em a c' ,61 de nossa populaça0 procurarei trabalhar em P ·retribuir O confian­ do melhor formo possível para migo que fa- d dem contar co ça em mim deposita a, po rei tudo da melhor formo- Poscual e cm miro Muito obrigado à todos que no confiaram", finalizou 11 lf! ~~o· 05 Verendores José . Fizeram uso da. palavra a.n ° P reiro José Car: 11o dos Sanos, Eva1ao ac Mo",_ re;reira Lei- 1os Barcelos,Milton Bender, Th? ;e]aram voto e e Essa4sia sues, sas %°;"? • p fito Pascua. 'uc! • - +1 de sucessos ao 're e d ,arabéns à voce'' Assumiu tam cm o Após os discursos foi canto O f P oniversário o I Guticrrcs dos Santos ao Prefeito Pascuol Puchetn que ez - ao fazer o uso da p funcionários munici- Abaixo Flagrantes da posse de Pasçual Pucheta Juvino, Odoir(RBV), Poficual e José Cnrlos Barcc los convidando os autoridades o comporem a Mesa . Vereadora Presidente Dornlina, foz Pnscuol :prestar juramento ao cargo de Prefeito 1 ~ grande o nÚmcro de pessoas presentes, prcsti­ g londo Poscuo 1 Vereador Josélio dos Santos, também fez o uso do palavra Os ex-Prefeitos Tadeu Ocompos e Os=r Ferreiro Leite e Sra, prestigiaram a posse de Poscual Pucbe to Discursa tnobCm o cx-Prrf<'ito Juvino Codoy _ Josélio dos 5.'.lntos, Thirson Ferreira Leite (fez ouso da palavra) juntamente com Milton Bcnder tambcm discursou que o r1 m ia r )5 1 " t « a E' Suplt>ntc Nice (CONTINUA NA PÁGINA - 06) JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA : BE-S EMANÁRIO 3 DE ABRIL D E 1.9%6- - r..Á G l :-,; A •• c6 Pa.scual assume a Prefeitura de carac I! Dama Hau rfrtn Vlnn Pu­ chntll Tambéiu prestigiando o ex vrrrador llct:mito Benig node Souza, Ex-Prefeito de Caracol Braga a ex 1a Dama Joana da Silva Godoy r Therczinha Godoy - • Pnscual recebendo os cumprimentos por assumir a ~~efcitura da Presidente da câmara vereadora Dora na F.Lcitc'.'·'· i~------ -=}sh==' e ..., A l!! Dama Mau­ rícia e o Prefei­ to Pascua1 Puchc ta I ---·1 .3 '± 1 .J Junto __ a eles n l!:! D:ima MaurlcLJ, Prcfrito - Pascual, Joao Adio e o llndL:Jltsta Odnir de 011- vc-lra p:ira cantar Parabens •.. de Verfr;s[mo de amigos (Fotos e R eport:agem. João Carlos Vclasquez) Nova m ■ 1J TI ..:....:...:. de Valdtr Godoy de Hario .; ••• de Joaquim ... ---~--~-~-,---,--­ . . ~ - ., T ~ l 6 • ••• de suas filhas e muitos outtos o J Assembléia analisa nesta semana quatro vetos do Governador 1 r A Mesa Diretora da Assembléia Legislati va coloca em votação nesta semana, quatrõ vetos do Governador Wilson Barbosa Martins (PMDD) ,os Projetos de Lei de autoria dos Deputados Paulo Estevão (PTB), Ben-Hur Fer reira BPT), Jerson Domingos (PSDB) e wa1 - dir Neves (PSDB). Também em discussão única, será votado o Projeto de lei de autoria do Deputado Franklin Masruha (PDT), que declara de uti lidade pública estadual a Associação Evan= gélica Beneficente, sediada em Coxim, que já tem parecer favorável da Comissão de Constituição, Justiça e Redação. Também será colocado para primeira dis­ cussão e votação, Projeto de Lei de auto - ria da bancada do PT, que institui a obriga toriedade de inclusão de, no minimo, um rQ presentante dos servidores ou empregados nos órgãos diretivos das Autarquias, Empre sas Públicas, Sociedade de Economia Mista e das Fundações instituídas ou mantidos pe lo Estado e cria o Conselho de Representa= ção e Participação (COREP). OS VETOS Em discussão única e votação secreta os Deputados votam o veto do Governador ao Projeto de Lei no 096/95, do Deputado Pau­ lo Estevão, que dispõe sobre a inclusão no currículo escolar e institui atividades ex tracurriculares nas Escolas Públicas Esta= duais. Com parecer favorável da Comissão - de Constituição, Justiça e Redação à man~ tenção do veto, os Deutados votam o Pro} to de Lei n0 190/95 ás Dputados Jerson Domingos o Waldir Neves que modifica a r dação do Parágrafo Cni do Artigo 129 ó Loi Estadual NO 1.511, de 05 de Julho ontante de em - tins, informaces sobre,' Estado junto ao préstimos contraidos pe.O . liberados - iDEs, Bem coo os vag,Ç; aos ae li dentro de seus respecti cação. . é importan·te ter es- Segundo ValdomirO' ,3der contribuir com sas informaçoes_para P centro das aspirac sugestões que vao ao en es de algumas comunidades. ALTERACÃO DE DATA . - usébio (PMDB) env1ou o Deputado Jerce '' zaente da ENERSUL Ofício ao Diretor-Presa"",yao de alterar solicitando estudos "2,pias a ener­ a data de vencimento .la empresa nao 9ia. A data estipulada Pi, ae salário por coincide com o recebimen - stificou o Par­ parte dos trabalhi;idoreS, JU lamentar. VIATURA PARA PM - . inhado ao Secretar1o Em Oficio encama de A Deputada Celina Jallad (PMDB) enviou expediente ao Diretor-Presidente da ENER - SUL, solicitando a extensão da rede de e,1- nergia elétrica além de iluminação em vá - rias ruas, na cidade de Chapadão do Sul. A reivindicação veio por intermédio das Asso ciações de moradores·e dos estudantes da= quele Município. REIVINDICAÇÕES no DIRETÔRIO Em expediente encaminhado ao Governador Wilson Barbosa Martins; o Deputado Valde - nir Machado (PSDB) solicitou prioridade do Governo às reivindicações do Diretório Cen tral dos Estudantes, criado recentemente - na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. Segundo Valdenir, sao muitos os pro - blemas enfrentados pelos estudantes• sendo nj;!cessãrio, portanto, que suas vozes sejam ouvidas e discutidas pelo Poder Executivo. EXTENSÃO DE ÃGUA E LUZ Em Ofício encaminhado ao Diretor-Presi­ dente da SANESUL e ENERSUL, o Deputado Mau ricio Picarelli (PSDB) solicitou a exten - são das redes de água e energia elétrica - na rua Perus, no Bairro Jardim Colúmbia , em Campo Grande-MS. A falta desses benefi­ cios criou um verdadeiro caos aos morado - res, jus ti ficou o Deputado. RECAPEAMENTO ASFÃLTICO A Deputada Celina Jallad (PMDB), em ex­ pediente encaminhado ao Diretor-Geral do DERSUL, Ramiro Saraiva, solicitou o reca - peamento asfáltico da Rodovia MS-145, li- gando o Município de Deodápolis ao Distri to de Ipezal, numa extensão de 26 km. Se gundo a Deputada, essa estrada é importan te no escoamento da safra que está send, colhida na região. EXTENSÃO DE REDE O líder do Governo na Assembléia, Depu tado Waldemir Moka (PMDB) enviou Ofício a· Diretor-Presidente da SANESUL, solicitand a extensão da rede de água até as ruas Ma ria Izabel Couto Pontes, Diamantino e Dr Jairo Vasconcelos, no Bairro Nossa Senhor. das Graças, em Campo Grande-MS. SITIO ARQOEOLÕGICO O Deputado Valdomiro Gonçalves (PSDB) encaminhou pedido de informações ao Secre tãrio de Estado de Meio Ambiente e Desel cc volvimento Sustentável, Celso de Souza Ma: tins, sobre o sítio Arqueológico descaber: to no Município de Costa Rica-MS. A preocupação do parlamentar é no sent. do de que o Governo do Estado divulgue descoberta, analisando inclusive, a possi bilidade de exploração turística signifí • cando com isso, mais divisas para o Estado. ia :>d O Líder do PTB, Deputado Antonio Carlos Arroyo (foto), em expediente encaminhado - ao Secretario Estadual de Segurança Públi- s ca, solicitou providências no sentido de dotar o Conjunto Universitário II, em Cam­ po Grande, de policiamento ostensivo e pre ventivo, atraves da instalação de um Post­ Policial Permanente. A inseguranca reina,,_ te naquele Bairro devido a ocorrênci d delitos de extrema gravidade, jus;ii " pedido, disse Arroyo. o ABASTECIMENTO DE ÃGOÀ O Deputado Waldir Neves, Vice-Lide: A PSDB, enviou oficio ao Governada ·r 'o Barbosa Martins, com có ia aª <;>r, Wilson s±dente 4a sNEsr, soíf,Pretor-re­ cão do sistema de abasteci 'o ª amplia - Município de Paranhos. imento de â'gua no JORNAL IfilfilJNA_DlLElill.N.IEIRA BI-SEMANÁRIO ?olítica e Fraternidade 3 DE ABRIL DE 1926: PÁGINA • P8 paz social está ameaçada quando o relacionamento entre os indivíduos e os grupos 1manos é profundamente injusto. E não negar as enormes distâncias sociais cm nosso País. E nguém é capaz de enxergar no outro o irmão se está dele separado pelo fosso da desigualdade cial A injustiça social é um obstáculo à paz e à fraternidade. Sem ela não há também um ,11in1ico regime democrático. Dai por que a Campanha da Fraternidade tomou por lema este rn: JUSTIÇA E PAZ SE ABRAÇARÃO. Mns não haveremos de chegar a uma sociedade verdadeiramente justa, fraterna e pacífi;a m a ação política. O que equivale a dizer, sem a participação de todos os cidadãos nos destinos nosso país c nu promoção do bem comum. O Tema da Campanha é, por isso, oportuno: .r,1tcrnidadc e Polftica. A política, mesmo entendida como atividade partidária e busca legítima do poder, é uma ao digna, nobre e necessária num regime que pretenda respeitar a dignidade humana e os reitos fundamentais do cidadão. Seria o suicídio da democracia a omissão polflica, sob pretexto e que a política está frequentemente marcada pela desonestidade, por interesses mesquinhos e ela incompetência. O fato de existirem políticos incapazes ou curruptos é um motivo a mais .1r.1 n~ cidndãos de bem se envolverem com a pollticn. Não é com a omissão que se corrigem males de nossa sociedade, mas com a participação. / poll1ica poderá ser um óbice à fraternidade quando é lugar do ódio, de paixões cegas, e divisões, do egoísmo individual e de grupos. No entanto, é um instrumento extraordinário e ndispensável de construção de uma sociedade jus la, fraterna e solidária, quando assumida por idacliios amanlcs de seu povo e de seu pais. Dai a necessidade de promover a educação polllica, em lodos os niveis, desde a escola rimária, e cm todos os quadros da vida humana. Do contrário, não leremos cidadãos capazes le exercer funções públicas com eompelência, seriedade e dignidade. E, sobretudo, não leremos idadãos que se sintam corresponsáveis pelo bem comum de seu povo e os interesses maiores 1c seu pnls. A Campanha da Fraternidade objetiva criar a consciência cívica da dignidade da política para isso, oferece as luzes do Evangelho e os princípios da doutrina social da Igreja. Mas não teremos bons polflicos se nilo tivermos bons cristãos. Pessoas que espelham sua 11da pela mensagem do Evangelho e cuja presença na sociedade seja o fermento evangélico. Vecessitamos de pollticos de oração e contemplação, que associem a ciência e a arte políticas ;om a sabedoria de Deus. A Europa destruida materialmente e esfacelada espiritualmente com a Segunda Guerra Mundial foi reconstituida por três grandes estadistas, grandes políticos e homens de Deus. ujos processos de beatificação foram iniciados: Robert Schumann, primeiro-ministro da França, le 1947 a 1948, e ministro do Exterior, de 1948 a 1952; Konrad Adenauer, chanceler da República Federal Alemã, de 1949 a 196l; Alcide De Gasperi, chefe do governo italiano. de 1945 a 1953. Homens dessa envergadura espiritual não absolutizam a atividade politica, mas a enobrecem com os valores superiores da fé religiosa. Não identificam um projeto polftico. por mais perfeito que seja, com Reino de Deus, mas procuram construir a cidade terrena segundo as exigências do Evangelho, para que este mundo seja a imagem, embora long{nqua, do mundo que há de vir. A Campanha da Fraternidade alcançará seus objetivos este ano se despertar a consciência de todos para a dignidade e a urgência da participação na vida polftica de nosso pais. Sobretudo, se comprometer homens de bem, virtuosos e capazes na promoção do bem comum e no exercício de encargos públicos. (Dom José Freire Falcão Cardeal - arccbispo de Brasília) Às vezes me pergunto por que todos 'os meios de comunicação • jornal, revista, cinema, telefone, rádio, TV, fax, disco, CD, outdoor, computador • são de exclusiva autoria do ser humano, exceto um: o jornal, depois transformado em livro. Jorge luís Borges chama a atenção para o inusitado lato de o Espirita Santo ser o reconhecido autor de uma coleção de livros• a Blblia. Indagado se acreditava que o Esplrito San lo havia estrilo a Blblia, Bernard Shaw respondeu: "Todo livro que vale a pena ser relido foi escrito pelo Espirito". Por que o Deus dos judeus, dos cristãos e dos muçulmanos decidiu Se manifestar quando não havia outra forma melhor de gravar Suas palavras senão o texto? Suponhamos que o tivesse feito quando a única forma de transmissão era a palavra oral e, de registro, a memória. Teria sido um tremendo risco. lapsos de memória sonegariam ensinamentos sagrados e é bem provável que aqueles que falavam pelos cotovelos não resistissem à tentação de dar um colorido pessoal à voz divina, como ainda hoje o fazem certos jornalistas que sempre se julgam mais inteligentes que seus entrevistados. Quem sabe a Torre de Babel não ruiu por causa disso? Altissima fonoteca, ali cada pessoa equivalia a um livro. Na hora de conferir os relatos ... quem conta um conto aumenta um ponto! A' barafunda linguística, portanto, teria começado pelas infindáveis, discussões em torno da hermenêutica dos oráculos. Talvez a famosa maçã do Paraisa· que não consta no Genesis • teria ali sua origem. NOVOS TEMPOS > CURIOSIDADES BÍBLICAS OS GIGANTES DA BÍBLIA (OS ELOHIM) I Sábio, Javé esperou que a humanidade inventas: a escrita para que Suas palavras ficassem registradas. Como perguntar não ofende nem a Deus, vale especular: por que Ele não esperou a era das comunicações eletrõnicas? Em vez de manifestar-se a Moisés no monte labor, numa dessas manhãs outonais . como Garcia Marquez tanto repete • ouviríamos no rádio a própria voz de Deusl Não, não daria certa. Muitas fitariam atemorizadas cama· as ouvintes americanos do programa de rson Welles, nos anos 30, anunciando a invasão da terra por marcianos. Outros, mais céticos, diliam tratar-se de um desses locutores convencidos de que sua entonação de voz remove montanhas. E, fosse no Brasil, Edir Macedo iria querer exclusividade. Deus poderia ter esperado o advento do cinema. Então, além das palavras, terlamos sua própria imagem. Ora, pensando bem não daria certo. Hollywood insistiria em produzi-lo e exigiria que aparecesse com uma Coca Cole nas mãos. No mlnimo, nas fontes do Egito correriam água Perrier, como inundam, no filme 007 contra Goldeneye, as ruas de São Petersburgo. E os fiéis logo ficariam tão enfadados quanto todos que viram o Rei dos Reis ou Os Dez Mandamentos. Aliás, filmes que os padres deveriam recomendar como penitência a certos pecadores. Suponhamos que a Revelação ocorresse em plena ara televisiva. Seria como a apresentação da entrega do 0scar. Bilhões de telespectadores, .m cadeia mundial, atentos ao vldeo. Duro seria, nos intervalos, suportar as piadas sem graça dos comediantes americanos. E com certeza a briga entre anunciantes e pela exclusividade de transmissão do evento provocaria a ira divina. LIVRO ECLÉTICO Por que Deus resolveu editar a Bíblia? Deus preferiu mesmo o jornal. Sim, não estou brincando. Quem conhece a história da construção literária da Blblia sabe que cada um daqueles livros tem inúmeros aurores. São a reunião de pericopes, de entrevistas, de documentos e de estórias alinhavadas por lsaias, Lucas ou João. Por isso, como um jornal, há de tudo na Blblia: cr6nicas e noticias, anúncios fúnebres e receitas, previsões astrológicas • e intrigas pollticas, poemas de amar e ensaios. Ela fala de modas e.requintes erquitet6nicos; de guerras e de bodas; de calamidades e da bonanças; de assassinatos e de nascimentos. Os autores são, na verdade, os editores. E Deus, o editor de redação. O mais preocupante, contudo é constatar quão poucos profissionais da mldia se dão ao trabalho de, ao menos uma vez na vida, lar a Bfblia, o maior best­ seller de todos os tempos. Perdem eles e perde o público. Pais a que se pode esperar de um repórter que pergunta ao entrevistado, como me aconteceu: ·com quem Canã se casou em suas famosas bodas? Daqui a pouco vão pensar que Davi e Golias foram dois famosos lutadores de boxe nos ringues de Manhattan. (Transcrito da IMPRENSA f Fevereiro 199&i Encontramos no "Livro de Enoch", no capítulo VII, citações sobre a chegada de alguns "anjos" à terra. Diz o texto: . . "Eram em número de duzentos anjos que desceram em Aradis, lugar situado nas vizinhanças do monte Armon. Esta montanha recebeu o nome de Armon, porque foi lá que Juraram e se ligaram por mútuas execrações (Cap.VII, 7-8)". No livro do Gênesis esses "anjos", chamados de "FILHOS DE DEUS", tinham a estatura multo elevada, como nos mostra o texto abaixo: "Ora, naquele tempo havia gigantes sobre a terra. Porque depois que os filhos de Deus tiveram comércio com as filhas dos homens, e elas geraram filhos estes foram homens possantes e desde há muito afamados (Génesis 6,1-4). ' Entretanto, a própria Biblia nos confirma que esses gigantes não eram todos iguais: alguns tinham a constituição fisica diferente um dos outros, portanto, os "FILHOS DE DEUS' de uma determinada localidade não eram iguais a de outros locais. Encontramos em Números 13, 3 3-34, a descrição de certos monstros dos filhos de Enac da raça de gigantes, que eram semelhantes a um GAFANHOTO. ' h Saul, filho de ~i~, ~ra um gigante diferente (dos ombros para cima) dos demais omens com quem vivia (I Samuel 9,2). 0 ·· d E;' f d d • ' • rei o gto era um gigante que dormia nas 7."..2$2,,2 ",gpgriso» sons tista» te mem e grane estatura que tinha seis dedos em cada mão e cm cada pé, descendente da raça de Rafa (1 Crônicas 20,6). W.Raymond Drake, em seu livro "Deuse: A que na Califórnia e no Arizona fo d 'se stronautas Através da História"conta iirona, e com séis 4eaos a4,,,", ""p""""csswstetos de eicantes cm 3,60m de raça muito antiga de homem, com nn,,{]' 'rindo visitantes de outro planeta ou uma . , oes e anos. OG, rei de Basan, e seus süditos, eram da estin . Os leitos em que dormiam os filhos de A, ,_""P de gigantes (Deuteronômio 3,11). mon, tiniam nove > d d, , de largura; medindo O côvado 5 5 6 cm 1 • d . cova os e extensão e quatro "A • • d d '' 'logo, cada leito media 5x 2,22m imp1e a e cresceu, a fornicação se multinli ."" " transgrediram todas as vias (Cap.VIII, 2-Li Picou, as criaturas corromperam e :..: ' • '-lavro de Enoch)" Tem início, portanto, um desentendi. ' - Imento entre o: • desunião entre o comandante e seus c d d . s gigantes e começa a gerar a b • oman a os que t • rgas entre si. Talvez venha deste acnt·.. '· termina por concretizar-se em • onecimento o fat d estória de Satanás, o anjo que se rebel (o le ser usada pelas Igrejas a • • r e ou contra De r, • diabo. .• :us, toi expulso do paraíso e virou Por outro lado, estaria aqui a forma ão . . • que se separaram e foram morar, c4a. " de vários grupos de FILHOS DE DEUS l'd d ' ª grupo em um d • ' iderados por um chefe que, agora, pert . Ieterminado lugar do planeta BONS :. · d iencam ao grup d S ' e contmuaram a morar com D · o lo ienhor eram considerados d ·d· • • • eus. 0 que nao ac . ecluram ao contrário. Por essa raz f: .. 'onteceu aos demais anjos que S • é • ao, 01 necessano d' iqu:m, todas as tribos de Israel para opt ,certo lia, que Josué reunisse, em "É ó • • arem a qual do: DEUSE! v s permitida a opção: escolh.: h . s S servir: d • • e1 o;e o que vos a d eveis servir: se aos DEUSES, a que . Irada e a quem principalmente d Es d • em serviram vo - eusl los amoreus, em cuja terra habitais. )ssos pais na Mesopotânia, ou aos Senhor (Josué 24,14)". ' que eu e minha casa havemos de servir ao Infelizmente, o Senhor de Israel q 'inh Ih " " • ue ti a por lem. "D o o·, _n .. o aceitou essa si luação e resolv d 1 ª ente por dente olho por FE ~"~P • RNANDO ALVES CORRÊA p . erra aos seus ex-comandados. Deuses da Bíblia". - esquisador bíblico e autor do livro "Os Abastectmento, Lavagem, Lubrificação, Troca de Óleo e Poliment E para melhor atendê-los temos também gelo e gás Agora você já pode pescar no Nabileque e região sem se preocupar em transportar 1 combustivel. Para melhor atendê-los a Auto Posto Pal)taneiro também te atendo no , tJabileque - , AMBOS COM 24 HORAS .Q»-ATENDIMENTO MOMENTOS INESQUECÍVEi .. . MÁGICO- CONTAGIANTE 2.... 2. %a." 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