_, BELA VISTA/MS ANO: XXIV N° 1.732 8E DE JUNHO DE 1.996 - EDITOR: IVALDO PEREIRA· R$ 1,00 
4 
Polícia Florestal e Rotary entregaram premiação 
do Concurso alusivo a Semana do Meio A11 abiente 
P_]$Qíâ±âã e a jQãíâã!]ã â$ R$]±Q» integraram a Mesa na solenidade de IQã~í	±??$ ±$ ±ú_!$ µã!áãâ$Qã do concurso 
PM ç±À '±QQ±]?$' ã~ S±Q±á$ú 
ã ±IQãã!âã áí!á$ armas âã ç$é$ 
h$ ?ú]í~$ âí± 8A ? !$í]ã3 $ Tã]±á±~ã!]$ 
jg âã S±Q±á$ú3 á$~ ±I$í$ âã j$úíáí±í gíúí]±Qã 
â$ :? jãú$]$ jg âã Rãú± qí]± ã â$ Péã!]ã âíI±Q$ ± ã~$3 á$~$ ã ±í!â± µíµã\ã~ !$ 
b±~íú]$!5 â± j$ú?áí± Síµíú3 Qã±úíÀ$_ _~ ]ã~I$ â$ µãúê$ $ã]ã3 ã~ ã IQã$á_I±Qã~ O_ã 
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S±à$ jg VãQQãíQ±3 ±úá±!?±!â$ Qã_ú]±â$ Qãáãàã~$5 $_]Q± $IãQ±??ã á$~$ ã\± ãQ?$ 
±ú]±~ã!]ã I$í]íµ$3 á$~ ± ±IQãã!?$ âã áí!á$ Qã±úíÀ±â± â±O_í I±Q± çQã!]ã á$~ ~±í$Q 
Qãµ?úµãQã ã âã µ?Qí± ç$á± ã I_!ê±í5 P í!]ã!íâ±âã á~ S±Q±á$ú3 ã~IQã á$~ $ ±I$í$ 
j$I_ú±??$ á±Q±á$úã!ã3 O_ã I$Q !±]_QãÀ± ? âã ãºIãQíã!]ã j$úíáí±í â$ :? jãú$]?$ jg3 
I±áíçíá± ã $QâãíQ±3 ±Iú±_âí_ ± ±??$ I$úíáí±ú3 á$!íâãQ±!â$ O_ã $ ãçã]íµ$ â$ Tã]±á±~ã!]$ 
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ã~ ú$á±ú I?àúíá$3 ±ú?~ âã íúãé±ú ? _~ ±]$ í!µí±àíúíÀ±â$ _~ ]Q±à±úê$ ~±í í]ã~?]íá$ !$ 
í!á$!ãO_ã!]ã ã íQQãI$!?µãú5 IQí!áíI±ú~ã!]ã á$~à±]ã ±$ I$Q]ã íúãé±ú âã ±Q~± !± áíâ±âã5 
Vitória do Meio Ambiente 
á~ ã ]Q±]±!â$ âã ãúã~ã!]$ O_ã µ?$ ? çã]± 
$_ à±Qã ±Q~±â$ ã ~_í]± µãÀã ãçã]_±~ 
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'''±ú±G?±3 ±\ãé_Q±!â$ er:enie'mente a IQããQµ±?± â$ g]ã$ Ambiente 
6I±]Qí$ Ààíã]±ú âã g±]± aQ$\$ â± nú j?éí!± 4 7: 
Na sexta-feira 
passada, dia 14, o 
Destacamento PM 
Florestal de Bela Vista 
e o Rotary Club, 
idealizadores do 
Concurso sobre a 
Preservação do Meio 
Ambiente envolvendo 
as Escolas das Redes 
Municipal, Estadual e 
Particular de Bela 
Vista, fizeram a 
entrega da premiação 
aos alunos melhores 
classificados, em 
bonita solenidade na 
sede do Rotary, que 
contou com a presença 
Caracol - Água 
para o Cemitério 
O qãQã±â$Q 
U]±!íú±_ h_!ã $úíáí]$_ 
±$ jQãçãí]$ g_!íáíI±ú 
ã!]Q±Q ã~ á$!]±]$ á$~ $ 
S$~±!â±!]ã â$ 87? mS 
gãá3 ã~ Rãú± qí]±3 I±Q± 
µãQ ± I$\íàíúíâ±âã âã 
á±!±úíÀ±Q ?é_± â$ 
Tã]±á±~ã!]$ ú$á±ú ±]? $ 
áã~í]?Qí$3 µí]$ O_ã ê? 
âíçíá_úâ±âã I±Q± ± 
Iã\$± O_ã ]Q±à±úê±~ !± 
á$!]Q_??$ âã á±Q!ãíQ±3 
âãµíâ$ ± ç±ú]± â.?é_±5 
de autoridades 
municipais, diretores 
de escolas, professores 
e dos alunos 
premiados, 
acompanhados de 
familiares. 
Páginas -05 e 06 
Sydney deixa o PDT 
h$ ?ú]í~$ ?à±â$3 âí± 
8A3 $ jQãíâã!]ã â$ 
TíQã]?Qí$ g_!íáíI±ú â$ 
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úí~$ nQ5 S$Q_~íú± f$_QãíQ$ âã Pú~ãíâ±3 
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O_ã Q$é$ ãó± á±!áãú±â± ~í!ê± çíúí±??$5 
V±?$ ± IQãã!]ã ±]ã!âã!â$ á$!ãúê$ â± ç±~íúí±3 µ$ú]±!â$ ? 
~í!ê± ±]íµíâ±âã I±Q]íá_ú±Qã ã !$Q~±í3 $!âã ã]±Qãí ±$ í!]ãíQ$ âíI$Q 
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n±í$ Iãú± I$Q]± â± çQã!]ã5 Iãú± O_±ú ã!]Qãí3 á$~ ± á±àã?± ãQé_íâ±3 
á$!áí?!áí± ]Q±!O_íú±3 áãQ]$ O_ã3 âã!]Q$ â± ±]íµíâ±âã I$ú?]íá± !_!á± 
âãíºãí âã á_~IQíQ $ ~ã_ á$~IQ$~í\$3 á$~ úã±úâ±âã3 í!áãQíâ±âã 
ã ãI?Qí]$ I?àúíá$5 
A I±Q]íQ âã]± â±]± ~í!ê±' ±]íµíâ±âã ãQ?$ Qã]Qí]±3 ±ú?~ de 
~ã_ í!]ãQã\ã I±Q]íá_ú±Qã3 ? ±??ã âã!]Q$ â± ã!]íâ±âã áíµí O_ã 
ã µ$ú]ã~ I±Q± $ í!]ãQã\ã â± á$~_!íâ±âã3 á$~$ fí$!3 g±?$!±Qí±3 
úãá$~3ã]á5 
S$~ $ ~ã_ ±éQ±âãáí~ã!]$ ±$ á$~I±!êãíQ$ O_ã ú_]±Q±~ 
±$ ~ã_ ú±â$3 _àáQãµ$4~ã á$Qâí±ú~ã!]ã5 
SYDNEY NUNES LEITE 
Ex - Superintendente 
do INCRA presta 
esclarecimentos 
sobre sua exoneracão 
a 
Leis !± 
j?éí!± 4 7:3 
$  
escdarcimentos 
IQã]±â$ 
Iãú$ ãº4 
Superintendente 
S±Qú$ 
PúàãQ]$ 
VãQQãíQ± âã 
gíQ±!â± 
/ç$]$0 
Nélio pede à ENERSUL a unificação do vencimento 
das contas de energia para o dia 12 de cada mês 
h± ã\?$ $Qâí!?Qí± 
âã]± ãº]±4çãíQ±3 âí± 8D3 $ 
qãQã±â$Q h?úí$ oGBQí$ 
/ç$]$03 ±IQãã!]$_ _~± 
í~I$Q]±!]ã í!âíá±??$ 
ã!âãQã?±â± ±$ jQãíâã!]ã â± 
UhUmnpf3 q±ú]ãQ jãQãíQ±3 
$!âã Iãâí_ O_ã ãó± 
ã]_â±â± ± I$\íàíúíâ±âã âã 
_!íçíá±??$ â$ µã!áí~ã!]$ 
â± á$!]± âã ã!ãQéí± 
ãú?]Qíá± ã~5 !$\$ 
g_!íá?Ií$3 I?\±!â$ I±Q± $ 
âí± 89 âã á±â± ~? $ IQ±À$ 
çí!±ú I±Q± I±é±~ã!]$ â± 
~ã~±5 j?éí!± 4 79 
Prefeitura Municipal de Bela Vista - Portaria N' 190/96 - Gabinete do Prefeito 
0 Prefeito Municipal de Bela Vista/MS, no uso das atribuições que a Lei lhe confere: RESOLVE 
CONCEDER ± Servidor, AILTON LINO, Agente Administrativo, Lotado na Secretaria de Fazenda, Aposentadoria por 
Imvalidez Permanente, a partir de 03/06/96 de acordo com o Disposto no Artigo 64, j±Q?éQ±ç$ L, da Lei Municipal N E;D3 de 
19 de Abril de 1993, da Estatuto. CUMPRA-SE 
BELA VISTAIMS, 03 da Junho de 1.996 • ABRAÃO ARMOA ZACARIAS • Prefeito Municipal

• 	19DF cpbi TU 1996 . P?achP Y Q2 
dimhPf5 TRIBUNA TP FRONTEIRA : RU4nUgPh?mci 	? íQ 	4 	' 
CÂMARA É NOTÍCIA E INFORMAÇÃO 
h?úí$ Tí?Qí$ Iãâã ? 
UhUmnpf ± _!íçíá±??$ 
â$ µã!áí~ã!]$ â± 
á$!]± âã ã!ãQéí± I±Q± 
$ âí± 89 âã á±â± 
1 
A 
~ã 
Na sessão Ordiná 
í± âã3 ]± ]ãQ?±4çãú 
Q±3 dia 18, o verei 
dor Nêlio Diório - 
;,prC'tJentou uma im- 
?$Q ]3]!úá indicação 
endereçada ao Presi 
dente da ENERSUL , 
Valter Pereira, on- 
de pediu que seja - 
otudada a possibi­ 
lidade de unifica-· 
;ão do vencimento - 
das contas âã ener 
qia elétrica cm nos [ 
so município,passan . 
do para o dia 12 de 
, cada n,ês o prazo fi vereador Nélio Diório 
nal para pagamento- 
das mesmas 
Na justificativa de sua proposição, o - 
j Vereador Nélio Diório lembrou que os venci 
mentes das contas de energia em Bela Vista 
tsão diferenciadas por setor e em todos 
'eles residem funcionários públicos assa la­ 
' riados de todas as espécies, que normalrnen 
8 
te têm de efetuar o pagamento de suas con­ 
tas de energia com multas e taxas, porque 
'só recebem seus vencimentos após o dia 05 
Ide cada mês, não havendo coincidência en- 
tre a data do recebimento de seus salários 
í e do vencimento das contas de energia, cau 
, sando transtornos à ambas as partes. 
í Na sua indicação, Nêlio também ressal­ 
tou que a unificação dos vencimentos das - 
' contas de energia elétrica para o dia 12 
de cada mês, ou outro dia a ser definido - 
, pela ENERSUL, desde que haja coincidência 
, com o recebimento dos salários dos funcio­ 
, nários públicos, irá benéficiar à todos e 
evitar os problemas que hoje vêm ocorrendo 
e que prejudicam tanto os consumidores que 
1 
não tem culpa pelo atraso no pagamento das 
contas, quanto a própria ENERSUL, que dei­ 
xa de receber seus créditos em dia. 
Patrolamento e 
Cascalhamento de rua 
: A presidente da Câmara Municipal, Verea 
8 dora Orlanda Freitas dos Santos, em indicã 
, 
1
ção ao Prefeito Municipal, com cópia ao Se 
1 lcretário Municipal de Obras, reivindicou ã 
'execução de serviços de patrolamento e cas 
calhamento nas ruas Amélia Pairo Rosa, no: 
1 
Parque das Primaveras e na Rua Barão do 
cesta básica 
para carentes 
TRIRUIRA DA FROI 'TEIRA 
BE-SERRÁRIO 
V_!â±â$ ã~ 97 âã VãµãQãíQ$ âã 85EC9 
jQ$IQíãâ±âã â± mãâã 8:áú_µí]á!? âã d$Q!±í 
SaS5cxcV 8A5A8:597d6777c4AE 
TcmUoim 4 UTcoim4SbUVUF cµ±úâ$ jãQãíQ± 
npSpmnPcnF Y 
dPmTcg 4 m_± 8; âã g±í75:;9 4 /7BC0 9A848BBE 
Rihcoi 4 m_± g$!]ã S±]ãú$3 nh 
SPmPSif 4 Pµã!íâ± RQ±íú3 nh 
Phoihci JOÃO - jQ±?± U_é?!í$ jãÀ$3 nh 
jimoi gpmochbi 4 m_± S$Q$!ãú j$áã3 /7BC09DC4 89:E 
oPRUfP TcF jmU?inF 
ASSINATURA ANUAL: R$ - 60,00 
ASSINATURA SEMESTRAL: R$ 30,00 
PREÇO Ti EXEMPLAR: R$ - 1,00 
Melgaço, "onde também se faz necessário 
aplainar os aterros colocados na mesma" 
frir;ou a Vernaàora. 
Roney 
pedido 
da rede 
Moraes reitera 
de rebaixamento 
de 
Bairro 
energia no 
Cerradinho 
O Vereador Roney - 
Moraes Simões foi au­ 
tor de indicação endc 
recada ao Prefeito M 
nicipal Abraão Zacari 
as, com cópia ao Pre­ 
sidente da ENERSUL, 
Valter Pereira, reite 
rando indicação feitã 
anteriormente pela 
Presidente da Câmara 
Municipal, Orlanda 
Freitas dos Santos,no 
sentido de que seja - vereador Roney 
determinado o rebaixa Moraes Simoes 
mente da rede de ener 
gia elétrica no bairro Cerradinho, 
rando a grande ansieda<le daqueles 
res, que há muito esperam por esse 
tante melhoramento. 
conside 
morado­ 
impor- 
Marcos Barbosa solicita 
o cascalhamento 
das Ruas do 
Conjunto Previsul 
O Vereador Marcos Barbosa, em indicação 
verbal na Tribuna da Câmara Municipal, rei. 
vindicou ao Prefeito Municipal e ao Secre= 
tário Municipal de Obras, que determinem o 
cascalhamente das ruas do Conjunto PREVI­ 
SUL, "a exemplo do que foi feito no bairro 
Espírito Santo, onde ficou muito bonito o 
cascalhamente", observou o Vereador. 
Conserto das Ruas 
da Baixada Corinthiana 
O Vereador Roney Moraes Simões foi au­ 
tor de indicação dirigida ao Secretário Mu 
nicipal de Obras e ao niretor AdministratI 
vo do SAAE local, no sentido de que provi: 
denciem o conserto das ruas da Baixada Co­ 
rinthiana, onde, segun<lo o Vereador, o 
SAAE executou services nas ruas e não reti 
rou os entulhos do leito das mesmas, "sen­ 
do necessário um patrolamento e até um cas 
calhamento urgente na Baixada Corinthiana" 
disse Roney. 
Em mais uma indicação de sua autoria, o 
Vereador Roney Moraes Simões reivindicou - 
ao Prefeito Municipal que providencie o 
atendimento às pessoas carentes e desemprge 
gadas de nosso Municipio, com o fornecimen 
to de cestas básicas de alimentos, conside 
rando a falta de emprego e de alternativas 
de_sobrevivência para nuitas familias que 
hoje se encontram em situação muito •difi­ 
cil. O Vereador, salientou que a Prefeitu­ 
ra dispoe de recursos necessários para - 
atender os mais carentes de nosso municí- 
Extensão de 
Escola até 
Dr. 
a 
Joaquim 
5 
energia 
Estadual 
Murtinho 
Através de indicação ·ndereçada o Dirg 
tor de Distribuição da ENERSUL, Filinto Gg 
mes de Abreu, o vereador Nélio Diório rei­ 
vindicou a extensão da rede de energia elé 
trica, com colocação de luminárias, no trg 
cho da rua Afonso Pena, desde a Avenida - 
Teodoro Sativa até a Escola Estadual Dr, 
Joaquim Murtinho, onde não existe rede de 
eneraia e a escuridão é muito grande. 
Considerando que a referida via pública 
é bastante utilizada por alunos que estu­ 
dam na Escola Dr.Joaquim Murtinho no perig 
do noturno, o Vereador Nélio Diório concla 
mou ao Diretor de Distribuição da ENERSUL 
no sentido de aproveitar a firma empreite! 
ra que está executando diversos serviços - 
de melhorias no sistema de energia em Bela 
Vista, para que faça essa pequena extensão, 
que em muito vai beneficiar tanto os mora­ 
dores como os alunos que cruzam pelo refe­ 
rido trecho da rua Afonso Pena. 
j±QãáãQ h? 7796EB 
COMISSÃO DE FINANÇAS U ORÇAMENTO 
Os Vereadores que abaixo subscrevem, 
integrantes da Comissão Permanente de Fi 
nanças e Orçamento desta Casa Legislati­ 
va, analisando os Balancetes Mensais da 
Prefeitura Municipal dos meses de março/ 
abril/96, e 
Após estudos aos referidos Balancetes 
em apreciação, a Comissão opina FAVORA­ 
VELMENTE aos mesmos. 
E: o PARECER. 
Sala das Sessões, 17 de Junho de 1996 
NELIO DIORIO 
LUIZ ALEXANDRE L. PALMIERI 
GERALDO PINHEIRO MURANO 
j$Q]±Qí± 
Câmara 
N° 005/96 
Municipal 
OS ARTIGOS· ASSINADOS NÃO REFLETEM 
NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO JORNAL. ORIGINAIS 
1 ENVIADOS A REDAÇAO NAO SEBAO DEVOLVIDOS. 
8 AVENIDA TRIBUNA DA FRONTEIRA,564 
? (067) 439-1410 - FAX (067) 439-1544 
BELA VISTA - MS 	• 
Y VcfcPTi ?F 
PTdimc 4 P\$áí±??$ âã dãQ±í â$ c!]ãQí$Q 
PccmPdimc 4 P?7áí±?d$ RQ±íúãíQ$ â$ d$Q!±í â$ c!]ãQí$Q 
Shdc 4 Cadastro h±áí$!±ú âã d±~±í â$ c!]ãQí$Q jãQí$âíáíâ±âã 
µãFí]íá±â± ~F RQ±"úí± 4 mãéí]Q$ !$ Cardnio - 857BB 
ORLANDA·FREITAS DOS SANTOS, Presiden­ 
te da Câmara Municipal de Bela Vista, E~ 
tado de Mato Grosso do Sul, no Uso de - 
suas atribuições legais e de conformida­ 
de com a Lei no -920/91 Art.27 § Onico e 
Estatuto dos Funcionários do Poder Legis 
lativo; 	- 
RESOLVE: 
Promover as funcionárias Rosana Mara 
Magalhães dos Santos e Clélia Aparecida 
Godoy Aguilhera, no cargo em Comissão - 
DAS-2, a partir desta data. 
CUMPRA-SE 
Sala das Sessões, 05 de junho de 1996 
ORLANDA FREITAS DOS SANTOS 
Presidente 
MARCOS ELIAS R. DA CRUZ 
10 Secretário 
? : Q _éã4éQ 
­j$]$ LAGUNÃO 
De: ZAMBONI E UGOLINI LTDA 
P]ã!âí~ã!]$ Sú±\ã P4 9; bimPn 
mãáãIáí$!í]± 4 a±$úí!± 4 Tíããú 
lã]±_Q±!]ã m$â?Àí$? ? m) ;37yF0 
erezn 
( uia Lopes Nioaque) 
Em tempo 
de 
o 
5 
crse 
melhor 
• negocos e 
fazer 
ublicidade 
Anuncie nos Jornais da 
Rede: TF, CJ, JB, AJ e TM

JORNAL TRIBUNA DA VmihoUcmP 4 RcnUgPh?mci 
Ex-Superintendente do INCRA presta 
8E TU dphbi DE 199 . 
esclarecimentos sobre sua exoneração 
de Co- 
Prezado Jornalista e amigo, 
Lendo o Jornal TRIDUNA DA FRONTEIRA do 
âí± 87 de Junho próximo passado, na maté - 
Qí± sob o titulo "SUPERINTENDENTE 77 INCRA/ 
»n E DEMITIDO", entendo ser necessário e 
oportuno prestar-lhe alguns esclarecimen - 
]$F 
10) A notícia da minha exoneração do 
cargo de Superintendente Regional do INCRA 
cm Mato Gros!Jo do, Sul, foi veiculada erro­ 
neamente pela imprensa nacional, de supor 
que estaria ligada a irregularidades na a­ 
valiação de terras para desapropriação; 
20) Aproveitando-se deste fato, a im 
prensa do nosso Estado pretendeu retransmi 
]íQ a notícia, acrescentando mais detalhes, 
0 que acabou por cometer um erro maior ain 
da, como se vê na matéria publicada no vos 
$ conceituado jornal. 
:0 Superavaliação de terras no INCRA 
neste Estado, absolutamente NÃO OCORREU 
nem antes, nem durante a minha gestão; 
40) As áreas, cujos processos adminis - 
trativos levei recentemente a Brasília, pro 
pondo desapropriação, contém apenas as vis 
todas preliminares e só poderão ser AVA - 
LIADAS depois que forem declaradas de INTE 
mUnnU SOCIAL através de Decreto do Presi - 
dente da República. Assim sendo, pode-se 
concluir que aquilo que não foi ainda Se - 
quer AVALIADO, não pode ter sido SUPERAVA­ 
LIADO; 
50) De fato a Assessoria de Comunicação 
Social do Ministro e do INCRA emitiu NOTA 
OFICIAL, no dia 30/05/96, desmentindo a e­ 
xistência de qualquer denúncia ou presun - 
ção de irregularidades vinculadas ? exong 
rações dos Superintendentes do INCRA de M 
to Grosco do Sul e do Pari. Ectou nesta o­ 
portunidade encnmin.hanclo em anexo a V. Sa. 
uma cópia ela referida NOTA OPICIAl. 
69) A circulação das notícias mentiro - 
sas pela imprensa nacional pode ter sido 
provocada por algum funcionário irresponsá 
velou mal intencionado, como pode ter si­ 
do também invenção ou má-interpretação por 
parte de algum jornalista, ávido por noti­ 
cias sensacionalistas. A respeito disto sg 
licitei oficialmente ao Sr. Ministro Extra 
ordinário Raul Jungmann a adoção de medi - 
das concretas para apurar responsabilida 
des; 
70) A minha exoneração do Cargo de Supe 
rintendente ocorreu por motivos meramente 
políticos que não me cabe aqui comentar. O 
que faz dirigir-me neste momento a µ5 Sa. 
é a imensa consideração que tenho pelos 
meus amigos e conterrâneos belavistenses. 
A esta cidade que me viu crescer e onde 
formei o meu caráter, no meio da minha hon 
rada família, não poderia jamais deixar de 
esclarecer a verdade destes fatos. 
Como funcionário de carreira do INCRA, 
continuarei prestando meus serviços na fun 
ção de Procurador, aqui mesmo na Superin - 
tendência em Campo Grande, onde estarei sem 
pre a vossa disposição e dos demais amigos 
da nossa querida Bela Vista. 
Atenciosamente, 
carlos Alberto Ferreira de Miranda - Proc. 
Ministro de Estado Extraordinário de Poli- 
tica Fundiária - Instituto Nacional 
Ionização e Refonna Agrária - INCRA 
Brasília-OF ,, :7 de Maio de 1.996 
Tendo em vista notícias inverídicas pu­ 
blicadas pela imprensa hoje, dia 30/05/96, 
sobre o afastamento dos Superintendentes 
do INCRA nos Estados dc j?3 Water Cardo­ 
so, e do Mato Grosso do Jul, Carlos Alber­ 
to Ferreira de Miranda, a bera da verdade 
a Assessoria do comunicação Social do IN­ 
CRA esclarece: 
o Ministro Extraordinário de Política 
Fundiária, Raul Jungmann, não julgou os Su 
per intendentes em questão nem_tampouco os 
acusou de desvios de verbas publicas e Su­ 
peravalorização na avaliação de terras pú 
blicas para a reforma agrária, conforme 
foi citado por vários jornais da imprensa 
nacional. 
Na verdade, o Ministro Raul Jungmann 
que se encontra fora de Brasília desde_ g 
dia 28/05/96, não fez nenhuma declaraçao a 
imprensa sobre as substituições, que acon­ 
teceram para agilizar o processo de refor­ 
ma agrária nos referidos Estados. 
A Assessoria de Comunicação Social do 
INCRA esclarece ainda que, ão existe ne­ 
nhum Inquérito envolvendo os Superintenden 
tes acima citados. 
Assim sendo, vimos respeitosamente sol! 
citar a divulgação deste documento. 
Atenciosamente, 
Flávia Pires 'l'orreão 
1ssessora de Comunicação Social 
, 
VITORIA DO MEIO AMBIENTE 
Foi aprovado pela Assembléia Legislati­ 
va, por unanimidade, em primeira e segunda 
votação, o Projeto de Lei Substitutivo de 
autoria do Deputado Estadual Antonio Car - 
los Arroyo (PTB), que regulamenta a pesca 
empresarial no Estado e sua fiscalização , 
assegurando essencialmente a Preservação - 
do Meio Ambiente e do patrimônio ambiental 
de Mato Grosso do Sul. Com a aprovação em 
úíú e 9í5" votação na Assembléia Legislativa, 
0 
Projeto de Lei segue agora para o Gover­ 
nador Wilson Barbosa Martins, para que se 
Ja sancionado.· Na íntegra, abaixo, o Proje 
to de Lei do Deputado Antonio Carlos PQ? 
royo que,· entre outras providências, proi­ 
be a pesca empresarial no Estado: 
Art.10 - Fica proibida a pesca com fim 
empresarial nos cursos d'água, lagos, re - 
Presas, açudes e assemelhados, sujeitos à 
flscalização do Estado de Mato Grosso do 
Su1. 
Parágrafo nico - Para efeitos desta 
ei, pesca empresarial é a exercida com a 
nica finalidade de comércio, por pessoa 
Jurídica ou pessoa física e que não seja 
Para efeitos de subsistência e manutenção. 
Art.2 - Fica permitida a pesca de cará 
ter artesanal, respeitando o período de pi 
racema. 	• 
Parágrafo 10 - PescA artesanal, para 
efeitos desta Lei, é aquela exercida por 
Pescador profissional, para fins de subsis 
tência e manutenção e cujo produto destina 
se ao autoconsumo ou comércio, não compre­ 
endendo serviços de terceiros. 
Parágrafo 20 - $ comércio de que trata 
0 
Parágrafo anterior, deverá ser praticado 
cam estabelecimentos comerciais, ou direta 
Rente, através das cooperativas de pesca e 
colônia•s no Estado de úí± to Grosso do Sul. 
Parágrafo 30 - Os estabelecimentos co - 
Rerciais, cooperativas e colônias de pes - 
nú3 estão obrigadas a apresentarem declara 
ao de estoques, nos períodos de desova ou 
sempre que exigidos pelos órgãos estaduais 
de fiscalização. 
Art.3o - o trânsito e a comercialização 
de pescado oriundo de outras Unidades da 
Federação, ficará sujeito à fiscalização - 
dos órgãos estaduais competentes. 
_ Parágrafo ünico - Inclui-se nas disposi 
Soes deste artigo, o pescado orindo da pes 
a matítima e da piscicultura. 
rt.4o - Fica criado o Conselho Esta 
fua1 da Pesca, com caráter consultivo e de 
iberativo, composto por representantes 
dos seguintes órgãos e entidades: _ 
I - Três representantes da Federação dos 
Pescadores, ficando assegurada necessaria- 
mente a representatividade de todas as ba 
cias hidrográficas do Estado; 
II - Um representante da Secretaria do 
Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; 
III - Um representante da Empresa Brasi 
leira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA; 
IV - Um representante do Instituto Bra­ 
sileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Na 
turais Renováveis; 
V - Um representante da Secretaria do 
Estado de Segurança Pública, necessariame~ 
te pertencente à Polícia Florestal; 
VI - Um representante dos pescadores es 
portistas. . 
Parágrafo Onico - O mandato dos membros 
do Conselho Estadual da Pesca será de dois 
anos, renovável por igual período. 
Art.50 - A competência, atribuições e 
normas de funcionamentos do Conselho Esta 
dual da Pesca, serão definidos pelo Regi­ 
mento Interno, aprovado pelo Poder Executi 
vo. 
Parágrafo Onico - As despesas decorren­ 
tes do funcionamento do Conselho Estadual 
da Pesca, correrão à conta de dotação orça 
mentaria da Secretaria de Estado de Meio 
Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. 
Art.69 - O Poder Executivo, no prazo de 
60(sessenta) dias da publicação desta Lei, 
regulamentará as disposições necessária ã 
sua aplicabilidade, bem como as relativas' 
ã captura e comercialização de iscas vivas. 7 
Art.70 - Esta lei entra em vigor na da­ 
ta de sua publicação, revogadas as disposi 
ções em contrário. 
Plenário das Deliberações,30 de abril/96 
DEPUTADO ARROYO - Líder do PTB 
JUSTIFICATIVA: 
O presente substitutivo representa uma " 
síntese das diversas proposições que com- 9 
plementaram o projeto de Lei original e, 
tem como respaldo, uma ampla consulta aos 
segmentos interessados, além de inestimá­ 
vel colaboração da Bancada do Partido dos 
Trabalhadores. 
Desta forma, entendo que o substitutivo 
engloba de forma abrangente, as necessida- 
des de nosso Estado. 	8 
PESCA PROFISSIONAL· 
i RQ±íú I$\_í _~ ±ú]$ I$]ã!áí±ú âã Qãá_Q4F$ P 8885.5úí$Q á$!O_í]± ã]? !± IQ$íàí??$ â± Iãá±3 á$ 
!±]_Q±í3 ã!â$ á$~ áãQ]ãÀ± _~± âã _± ~±]ã Q" ~ãQáí±ú !$ Qí$ âã â$~?!í$ â$ U]±â$3 QãIãí]±!â$ 
O_ãÀ±5 E âã á$!êãáí~ã!]$ O_ã $ _$ Q±áí$!±ú âã = ã ± Iãá± ±Q]ã±!±ú $_ ãó±3 ±O_ãú± IQ±]íá±â± I$Q 
]ã Qãá_Q$ IãQ~í]íQ? $ âãã!µ$úµí~ã!]$ _]ã!]±4 Iãá±â$Qã ]Q±âíáí$!±í O_ã ]ã~ !ã]± ±]íµíâ±âã ?4 
â$ IQ$ú$!é±!â$ ± µíâ± ?]íú âã !$\± âíµãQíâ±âã !íá± ç$!]ã ãá$!?~íá± ã O_ã ±]? ã!]?$ ãQ±~ _à~ã]í 
àí$ú?éíá±5 	â$ ± _~± ã~í ãáQ±µíâ?$ í~I$]± Iãú± Iãíº±Qí±3 
P Iãá± IQ$çí\í$!±ú $_ á$~ãQáí±ú ã~ ?é± âã í! çQíé$Q?çíá$ O_ã ± IQã?$ íQQí?Qí$ ±âO_íQí±~ $ 
]ãQí$Qã IQ±]íá±â± ±í!â± ã~ ú±Qé± ãá±ú± ã5_í !$\$ Iãá±â$ Qãµã!âã!â$4$ !$ éQ±!âã áã!]Q$ som ~±í 
j±?3 QãIQãã!]± _Q!± â± ±~ã±?± ~±í IQã$á_I±!]ã âã A77, âã ú_áQ$5 
ã!â$ $ RQ±íú _~ â$ ?ú]í~$ ± IãQ~í]íQ ]±ú ±éQã h?$ ê$_µã I$Q]±!]$3 _~± âãáí?$ Q±âíá±ú ã âã_? 
?$5 t ?àµí$ O_ã I$\_?~$ éQ±!âã à±áí± ± ãºã~ 4 ~±!± á$!]Q± _~± IQ$çí\?$3 ±Iã!± à_á$_4ã ãúí~í? 
Iú$ â± à±áí± â$ mí$ j±Q±é_±í O_ã ±IQãã!]±~ ±ú]$ !±Q $ ±]Q±µã\±â$Qã ã $I$Q]_!í]± O_ã á$ú$á±µ±~ 
I$]ã!áí±ú ± ãQ ãºIú$Q±â$ âã ç$Q~± áQí]ãQí$±3 ~± $ Iãá±â$Qã IQ$çí\í$!±í µíµã!â$ ã~ I?\í~± 4 
Fí ±~ã±?± ± ãºã~Iú$ âã ±\$Qã±~ã!]$3 á$!]±~í!±??$ á$!âí?$ã $áí±í5 
I$Q ~ãQá?Qí$ $~!â$ ± IQã\?$ âã ãºIú$Q±??$ 5 I$Q S$~ ± ã]Q_]_Q±??$ ã â$]±??$ âã á±~±Q?$ â± S$8a 
I±Q]ã âã VQíé$Q?çíá$ ã Iãíº±Qí± í~I_úí$!±â$ 4 !í± I$âã~ á$ú$á±Q ã_ IQ$â_]$ !± IQ±?± ± ~ãúê$Q 
I$Q ±Iã!± í!]ãQã\ã ãá$!?~íá$ O_ã $~ã!]ã !± âã. 5 IQã?$5 P I$\?µãú Qãµ$é±??$ â$ TãáQã]$ íé!íçíá± _ 
á±â± âã D7 Qã]íQ±Q±~ âã !$\± R±áí± ]$!ãú±â± ã ]B ~± ±~ã±?± ±$ gãí$ P~àíã!]ã ã ±$ IQ?IQí$ ê$~ã~5 
!ãú±â± âã Iãíºã3 âãíº±4!$ IQã$á_I±â$5 h$ ?úç ?~±í ãé_Q$ úí~í]±Q $ _$ â$ O_ã $ Qíá$ â± 
~$ ; ±!$ g±]$ aQ$\$ â$ n_ú ±â$]$_ _~± ?Qíã âã ãº]í!??$ ± ±]íµíâ±âã ]_Q?]íá±3 ~ãúê$Q ã]Q_]_Q±â±3 
~ãâíâ± úãé±í O_ã ã]?$ IãQ~í]í!â$ _~ Qíé$Q$$4 áãQ]±~ã!]ã ]ãQ± á$!âí??ã âã ±à$QµãQ éQ±!âã I±Q]ã 
á$!]Q$úã â± Iãá± ±~±â$Q± ã IQ$çí\í$!±ú5 âã]± ~$4âã4$àQ± O_ã ±àã3 Iãú$ ã_ á$!êãáí~ã!]$ 
P Iãá± ±~±â$Q±3 O_ã ]Q±À ~íúê±Qã âã âíµí± í~I?Qí]$3 $!âã ã]? $ Iãíºã5 5 
±!_±ú~ã!]ã I±Q± $ !$\$ U]±â$ $àQíé$_4ã ± µí]$4 o?á!íá±~ã!]ã ±àã~$ O_ã _~ â±!$ ±$ gãí$ P~àíã! 
Qí±Q ã ú±áQ±Q ]$â$ Iãá±â$ ±àã!â$4ã O_ã !$ ±!$ ]ã ]$Q!±4ã íQQãµãQ?µãú ã ± á_]$ ãúãµ±â?\í~$ 
âã 8EE;3 8975777 /áã!]$ ã µí!]ã ~íú0 Iãá±â$Qã tu ± QãI±Q±??ã5 Tãµã~$ ç$Q]±úãáãQ âãáí?ã O_ã ±? 
Qí]± úãµ±Q±~ ±IQ$ºí~±â±~ã!]ã 85C77 ]$!ãú±â± de ãé_Qã~ ± ç_]_Q± éãQ±??ã _~ U]±â$ Qíá$ ã~ _± 
Iãá±â$3 ã]±!â$ _± á$]± ã]ã ±!$ úí~í]±â± ± !$µ± IQ$â_??$ ãá$!?~íá± ~± I±Q±úãú±~ã!]ã _~ gã8$ P_à84 
O_±!]íâ±âã âã O_íú$3 QãIãí]±!â$ ãIãáí±ú~ã!]ã $ ã!]ã ±âí$ ã á$~ á$!âí??ã âã ç$!]ãáãQ ao ê$~ã!í 
IãQ?$â$ âã QãIQ$â_??$5 	_± !ãáã\íâ±âã à?íá± âã µíâ±4

dimhPf omcRphP TP FRONTEIRA - 
5RúF55nUgPhPçíúl­­ 9 DE JUNHO TU 8 EEBF PAGINA 4 
HOSPITAL SÃO VICENTE DE PAULA ±'5555'3 
ã" Y 
Nota de Esclarecimento à População 
O úãI"]±ú de Uú± qc]± fof fundado em 1.943 , 
Iãú± $ãúãââã â± ?I$á±3 á_ó$ !$~ã á$!ãQµ± ±]? 
ê$»ã 'U"cc cSUhScP binjcoPfPm Tc RUfP qcnoP'3 ã ? 
±â~cç]Q±â$ por ócios que compõem ± DJretorln vo 
luntarfamente e nem receber qualquer pagamento. por 
]±!]$ Iã$! O_ã ]Q±à±úê±~ âã raça, 
No Infeto, o Hospital era mantido com recursos 
provenientes das mensalidades dos sócios e servi - 
çnn hoLp1tnlnr~n, tnln como: curativos, nnln de 
pequenas e grandes cirurplas e diiírlas, pois nnque 
la época u atorla dos pacientes tinham condições 
de arcar com pn despesas com as doenças, 
Com o passar dos tempos avolumou-se muito o mo­ 
v lmrnto no llonpltnl que atende Ucla Vista-Drnail , 
Tãí ln qúR]?!4ú.±Q±é__ú3 nlém dr toda a região como 
Cnrncul, Antonio João e pnrte de Jardim. 
Com a lmplmtaçüu do SUS (Sistema Ontco 
â e) - LI mni orilt â$ populnçiío passou ! ter 
~ã!]$ por ã]ã convênio; o que por algum 
hem 
1 
i 2.. 2.. mn... 7.., i ..d 
1 FISIOTERAPEUTA - CREFITO 13O81-f 
I 'Atendimento Fisioterápico nas seguintes áreas:Troumato- 
, 1 Ortopedia, Neurologia, Reumatologia, Problemas Respiratórios, 
.x5 x54 U]?]íá± V!áú±ú ã S$QI$Q±ú 
Rua Monte Castalo,750 -~255-1382 - BONITO 
VILMA DA SILVA VERA LOUREIRO DE ALMEIDA 
OAB/MS 2574-B OAB - 2573. B 
(CAUSAS CÍVEIS E
1
CRJMINAI§) 
:  RUA CUIABÁ, S/N • CENTRO 1 
(067) 439 - 1290 
BELA VISTA/MS 
AS CÍVEIS E C 
ONTRATOS-EXECU 
(067) 251-101 51 
vera Alba Peíxoto Martínez 
• 1 
solucionou o problema da população e consequente 
mete da Benef!cnfa Hospitalar, 
Coro o Plano Real, os va'ores pagos pelo SS,ft 
carnam muito defasados, ou seja, aumentaram as des­ 
pesas e dlInufram as receitas, Hoje o SJS Pª"ª 
por um consulta médica R$ ,40 e por uma dfár!a 
R$ 3,75, valores estes multo aquém das despesas e­ 
fetuadas, representando mal de 807 de prcju{zos - 
em rclaç,io aos procedlmenton nntcrlores no plano 
Real,fatas estes que acumularam d{vidas na ordem - 
de R$ 144.000,00 (cento e quarent,1 ã quatro !úú 
r•ais), de ncordo com o dlscrlmlnndo abaixo: 
- ENERSUL - RS 5,400,00; 
4 n3P5P5U 4 m) 10.200,00; 
- OXIGtNIO - RS 6.000,00; 
- FARMÁCIA - R$ 9,000,00; 
de Saú- - l.N.S.S, - m) 6,000,00; 
atend! - F,G.T.S. - R$ 90,000,00; 
tempo - OUTRAS - RS 17.400,00; 
/iPR6gn :5D;90 
Causas Civels • Trabalhistas e Agrárias 
Contratos · Inventários • Direito de Família 
B,ua Cândido Garcia de Souza,775. íQ 435-1322 
Res. 7 435-1279 • ANTONIO JOÃO/MS 
ó5dí. YY 	e 
e no Jornal Dfár!o da Serro e M/ 
]Q_À ]?Qç± $àQã ± I$ vµã" IãQ±úí $!4 
Ic]±ú Rã!ãçíáã!]ã de ]$â$ $ I±?3 e â 
â]± 7ú de ó_úê$3 ã±]± nte I 	?!]$ 4 
I"o nn3 O_ ±ú âã pouco e 
de ~±" de 60 dias. 
j±Q± a $ú_??$ defInIt!va dessa "]_±G$ firan 
áãíQ±3 ± TíQã]$Q"± e]? âãã!µ$úµã!â$ ã]_â$ !$ 
Gcnt ido de Implantar planos de n±âã ou convênl-­ 
os de atendimento Médico-Hospitalar com fazendef­ 
ros, firmas, á$QQã"$ em éãQ±ú3 para ±]ã!âí~ã!]$ 
de Empregador e "pregados. 
Pelas razões acima expostas informamos a ocle 
dnde local, nutoridades, clubes âã serviços e o 
de= Is segmentos da sociedade que se nio houver - 
utn.-t mobilização âã toda ± população para socorrer 
nosso Hospital, ãúã corre $ risco de fechar suas 
portos que por certo não ? o nosso desejo e que 
trará grande prejuízo ? todos. 
Pois, trata-se âã saúde,e 'nPTU c.5 qúTP'5 
Acreditamos que nossa Casa de saúde com 
tos serviços prestados teri mais uma vez a compre 
ensão de toda ± população. 
tun- 
- CR0 1566 
CÇÃUSAS CÍVEIS E CRIMINA_iD 
[ RUA 14 DE MAI0,470 • CENTRO ) 
~ (067) 251-1012 - 251 - 2424 
JARDIM/MS 
j$!]ã Víº± ã~ gã]±ú$ jú?]íá±3 j$!]ã Fixa ã~ gã]±ú$ 
SãQ?~íá±3 j$!]ã g?µãú3 Sú±Qã±~ã!]$ Tã!]?Qí$3 
PIúíá±??$ âã Vú?$Q3 m±í$54s ã V±áã]± f±~í!±â± 
DR. IJUCÍDIO VALDl?Z DE 8ARROS 
CRO 3-IO-MS 
Dr. José Ricardo N. Rodrigues 
C:A Saúde começa pela boca, cuide bem de seu sortis@") 
Sú?!íá$ aãQ±ú3 jQ?]ãã3 ms3 oQ±]±~ã!]$ âã S±!±ú ã 
aã!éíµ±3 SíQ_Qéí± ã~ éãQ±ú3 Vú?$Q3 j$!]ã Fixa ã 
gã]±ú$ SãQ?~íá±3 Sú±Qã±~ã!]$ Tã!]±ú 
b$Q?Qí$F 9' ? B? VãíQ±? 7DF77 ? 89F77 ã 8;F77 ? 8EF77 b 
n?à±â$ 457DF77 ? 8;F77 b 
_± ã]5557 ±Qé±3 
;EE 4 888A SPmPSif6gn 
UáQí]?Qí$ d_Q?âíá$ 
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UIãáí±ú~ã!]ã mãáú±~±??ã oQ±à±úêí]± 
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ANTONIO JOÃO M 
ADVOCACIA 
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CAUSAS á?µUcn U SmcNcn 
m_± 8; âã g±í$3 ;C7 4 SUhomi 
11(067) 9A848C:B 4 dPmTcg6gn 
n±!]± S±± I$âã~ I±Q±Q 
±]ã!âí~ã!]$ ± I±Q]íQ âã 8 ?67C 
A Confederação das Misericórdias do Brasil,que 
reúne 2.600 Santas Casas, entrou na Justiça fede­ 
ral com notificação e interpel:ição contra o Minis 
tério da Saúde. As entidades querem o pagamento - 
de atrasndos e pedem a revisão da tabela de paga­ 
mentos do Sistema Onico de Saúde (SUS), sob o ar 
gumento de que estão sendo obrigadas a fechar as 
portas em virtude da baixa remuneração. Além dis 
so, se eximem de responsabilidade-pela eventual: 
suspensão de atendimento aos doentes a partir de 
19 de julho, limite concedido ao governo. 
A Santa Casa de Campo Grande ainda não defi - 
niu se adere ? possível suspensão de atendimento 
aos pacientes do SUS a partir do início do próxi­ 
mo mês. Mas a perspectiva é que os trabalhos con 
tinuem normalmente. 	- 
Se o atendimento fosse suspenso, a Saúde Públi 
ca no Estado entraria em total colapso, pois a : 
Santa Casa é o principal Hospital do Mato Grosso 
'do Sul. Em julho está prevista a ativação do Hos­ 
pital Regional de Ca:npo Grande (Rosa Pedrossian). 
Conforme a previsão, devem ser colocados em fun - 
cionamento em torno de 150 leitos. Mas com isso 
não estaria suprida a necessidade do Estado. 
Cerca de 300 Santas Casas fecharam ou estão 
solicitando descredenciamento do SUS, segundo o 
Presidente da Confederação, deputado José Linha - 
res. - Um levantamento revelou que 52Z es 
tao em debito com o sistema bancário e 487 acumu- 
1am dívidas junto a fornecedores. 
Po: meio da_ação impetrada na Justiça, a Confe 
deraçao tentara obter R$ 1,2 bilhão e um aumento­ 
de 25% !± tabela de pagamento do SUS concedido pe 
lo Ministerio no ano passado, mas que desde nove 
bro deixou de ser repassado. A revisão imediata - 
das tabelas, cujos valores são de 1.994, é a prin 
cipal reiv:ndicaçao. O SUS paga R4 2,40 por ua 
consulta medica, e m) ],75 pela diária hospita - 
lar. 
'S$ ã 4 Y m ssa remuneraçao, os Hospitais terão que 
parar de atender", sustentou José Linhares. Isola 
damente, as entidades prometem fazer a cobrança: 
judicial do que consideram um débito da União - 
junto aos Ho~pitais. Preocupados com as consequên 
cias das denuncias de desleixo no atendimento ± 
idosos em clínicas geriáticas credenciadas 
SUS, a Confederação incluiu entre as reivindica~~ 
es uma fiscalizaçao mais rigorosa por parte dÕ 
Ml.nisterio. 
"A fiscalizaçãd fed;ral passa 10 minutos em um 
' hospital e considera o trabalho feito, e isso não 
garante a qualid~de do serviço", denunciou José 
Linhares, ele proprio mantenedor de uma Santa Ca­ 
sa, em Sobral, no Ceará. 'f? mesmo, a última fis- 
• cal:zaçao do Ministério aconteceu há três anos, 
e so voltou a acontecer depois da tragédia de 
S±Q_±Q_' 55 
Rua Marechal Rondon, 426-1° Andar! 
(Em cima do Armarinho Caçula) 1 
[2g -FAX (067)251-1093-JARDA 
.(TRANSCRITO DO JORNAL DIÁRIO DA SERRA) _ 
Y S$!ãQ]$ âã PI±Qãúê$ Uúã]Q?!íá$ ã~ éãQ±ú 
Y P\í]?!áí± o?á!íá± ã~ P!]ã!± j±Q±à?úíá± 
• GST de Som em Carros 
m_? g±Qãáê±ú Vú$Qí±!$ jãíº$]$3 1022 
Bairro Antonio João - (067) 439-1215 
4 RUfP qcnoP6 gn

dimhPf omcRphP TP FRONTEIRA- BISEMANÁRIO 
Polícia Florestal e Rotary entregaram premiação 
. 
do concurso alusivo a Semana do Meio Ambiente 
A 
hbi TU 
Na sexta-feIra patada, d1a c3 o Destacamento 
p~ florcntnl de Bela Vintn e o Rotnry Cluh, 1deal1 
À±â$Qã â$ S$!á_Q$ obre a jQããQµ±?í$ do Melo A 
biente envolvendo as Uá$ú± das Redes MunfcIpal , 
U]±â_±ú ã j±Q]íá_ú±Q de Iela Vista, ffzeram ± ã!? 
trega da premiação aos alunos melhores classIffca­ 
dos, em bonita solenidade na sede do Hotury, que 
contou com a presença de autoridades municipais 
diretores de escolas, professores e alunos premfa­ 
dos, ocompnnhndos de fnmlllareR, 
3G3G3? 
Rotarianos, Professores, Diretores de Escolas , 
Alunos premiados e familiares prestigiaram a entre 
ga da premiaçao 
O-Concurso de Redação sobre a Preservação do 
Meio Ambiente, encerrado no Último dia 05 de junho, 
teve seu regulamento elaborado pelo Comando do Des 
tacamento PM Florestal de Bela Vista e foi aprova­ 
do por Diretores e Professores de Língua Portugue­ 
sa das Escolas participantes, em reunião realizada 
na Cãmara Municipal dia 13 de maio, posteriormente 
o concurso teve ampla divulgação pela imprensa fa­ 
lada e escrita local, sendo repassada uma cópia do 
regulamento ? todas as Escolas, para maiores escla 
recimentas aos alunos sobre os quisitos e procedi­ 
mentos exigidos na realização dos trabalhos, além 
de diversas palestras que foram realizadas em vá - 
rias escolas pela Polícia Florestal, sobre a neces 
sidade de Preservação do Meio Ambiente, que servi­ 
ram de subsídios e forneceram informações básicas 
para a realização dos trabalhos. 
$ 
Dividido em três partes, de acordo com o nível 
de escolaridade dos alunos participantes, o Concur 
so sobre a Preservação cl'o Meio Ambiente envolveu - 
toda a comunidade escolar de Bela Vista, abrangen­ 
do os seguintes temas: De 12 a 4g Séries do 1e 
Grau: Cartaz - "TERRA QUE TE QUERO VER"; De 5ª a 
82 Séries do 1g Grau: Redação - "O HOMEM E O MEIO 
AMBIENTE"; 2g Grau: Redação - "A PRESERVAÇÃO DAN!! 
TUREZA DEPENDE DE TODOS NOS". 
De acordo com 
O regulamento, foram classifica - 
dos pelas Escolas os lO melhores trabalos de seus 
alunos, os quais foram encaminhados ? Polícia Mil.!_ 
tar Florestal para serem submetidos a julgamento - 
por outra Comissão julgadora, que fez a seleção f.!_ 
nal. Essa Comissão· reuniu-se nos dias 31 de maio e 
03 e 04 de Junho nas dependências da Câmara Munic.!_ 
pal, sendo composta pelas seguintes pessoas: Enoly 
Loureiro de Assis (Professora); Alirio Vil~asanti 
Romero /S~]5 32 Pelotão PM); Marcolino Jose Rodhi­ 
gero (I Tenente EB - Representante do 109 RC 
Mec); José Ayres Cafure (Chefe de Gabinete da Pre­ 
feitura Municipal); Luiz Carlos Rahal (Presidente 
da Avenida de Serviços à Comunidade do Rotary 
Club); Dr. Sydney Nunes Leite (Escritor e Vice-Pre 
feito Municipal); 1g Sargento Clademar Jose Sover­ 
nigo (Comandante do Destacamento P Florestal de 
Bela Vista). 
Um Flagrante da Comissão julgadora_faze
nd
o 
± 
1 ª à 4ª Séries ... (Cartaz ... 
"Terra Que Te Quero Ver") 
8" 8_±QF EvelIn â$ Santos a±Qáí±3 â± Uá$ú± Esta 
dual âã 89 ã 9é Graus Dr. Joaquim Murt!nho, nota 
9,0, ]ã!â$ como Professor Valdecy n$_À± P»Qã Fere!r, 
análise dos trabalhos 
No julgamento dos trabalhos de redação, foram 
i 
- ios· Emprego da Le - 
analisados os seguintes cr ter • _ 
tra Maiúscula, Pontuação, Ortografia, Clare1ª- na 
rcssi6 4as tu@is» • verses das 'MM'GG ' 
intenso trabalho, que consistiu ,w. ana 1 Es 
d al de todos os trabalhos classificados Pe as - 
ul 
5 
a Comissão julgadora chegou ao rPsultado f.!_ 
c0.a: » 	?3 ]F os acima: 
nal do Concurso, conforme mos ram • 
A aluna Evelin dos Santos Garcia recebeu a pre­ 
miaçao das maos do Diretor da Radio Bela Vista, Al 
berto Benites Nunes 
2g 1ugar: Felipe Lopes Escobar, da Escola Particu­ 
lar de 1g Grau Instituto de Educação de Bela Vi~ 
ta, nota 8,5 
3g lugar: Mariane Balta Andrade, da Escola Estadu­ 
al de cl e 22 Graus Ester Silva, nota 8,25. 
5ª à 8ª Séries - (Redação - "O - 
Homem e o Meio Ambiente") 
cl lugar: Elizandra Paiva, da Escola Estadual de 
cl e 22 Graus Ester Silva, nota 9,16, tendo como 
Professora Célia Maria Silva França. 
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420» :3 
C? "T ' 
g 
8 
A aluna Elizandra Paiva, recebe a preiacão en­ 
tregue pelo Capitao Mareio Villasanti (Assessor - 
nu itar do DETRAN-CG) 
22lugar: Kellen Henrique de Freitas, da Escola 
Nossa Senhora do Perpetuo Socorro (FUNLEC'), nota D3EB 
dl lugar: Cristiane Rodrigues Valdez, da Escola Esta. 
dual de l: e 9l Graus Dr, JoaquimMurtinho, !$]± 8,22- • 
PREMIAÇÃO 
Os alunos vencedores do concur o obre a jQããt 
vaçao do Melo P~àíã!]ã receberam a seguinte premia­ 
á±$3 !± $úã!"â±âã Qã±úíÀ±â± !± ãâã â$ m$]±Q» Sú_à 
âã Rãú± qã]±F De 8 ± ;: n?Qíã Y c" lugar: 8 à$ú± 
ofcIal âã q$úã"à$ú3 oQ$ç?_ ã SãQ]úçí ±â$ âã j±Q]ú? 
á"I±??$ e 1g lugar; 2g lugar - Trofa ã à$ú± de Tu 
]ãà$úG :M lugar - I à$ú le Vo'eIbol $çíáí±ú5 
4 Tã A9 ± ! n?QíãF cM 8±é±Q 4 m 100,O e CerII­ 
á±â$G 22 ú_±QF m) 70,00 Ce·t!ficado; :" 8_±Q F 
?) 50,00 e Certificado. 
4 9E Grau: I! luar: mn I0O,0O e Certificado; 99 1u 
ar: R$ 70,00 ã SãQ]íçíá±â$G 30 lugar: R$ 50,00 
SãQ]íçFúáGdâ$5 
2º Grau - (Redação: "A Preservação do 
Meio Ambiente Depende de Todos Nós'1 
1lugar: 0zualdo Maldonado Arce, da Escola Estadu­ 
al de 1? e 29 Graus Castelo Branco, nota 9,12, ten­ 
do como Professo1 Mar!za de Fátima Canterle; 
grou a premiaçao ao aluno Ozualdo Maldonado 
: 
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o 
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5 
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8: 
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17 
6 
14 
59 
2 
C 
7 
7 
2g lugar: Agnaldo Ramão, da Escola Estadual de 12 e 
2 Graus Dr. Joaquim Murtinho, nota 8,59 
32 lugar: Flávio da Silva Leite, da Escola Estadual 
de 12 e 22 Graus Ester Silva, nota 7,62 
.n$µãQ!íé$F 'i c~I$Q]±!]ãF 
ç$í ± I±Q]íáíI±??$' 
participaçao 
Na sole.nidade de entrega da premi.ação aos aluno , 
melhores classificados no Concurso, o Comandante d? 
Destacamento PM Florestal de Bela Vista, 12 Sargen l 
to Clademar José Sove migo, afirmou que o obj etiv? 
maior· foi envolver toda a comunidade estudantil d 
Bela Vista no sentido de conquistar novos aliados -· 
na luta pela Preservação do Meio Ambiente. Segundo 
palavras do Policial Florestal, os. alunos de toda 
as Escolas da nossa cidade estão de parabéns, junt 
. mente com seus Professores, "porque o importante !? 
.? saber qual foi o melhor aluno e o melhor trahaL~c 
más sim a participação de todos, fazendo com que e 
objecivos do Concurso.fossem amplamente alcançadof 
O Comandante finalizou suas palavras agradecenc 
os companheiros de trabalho do DestaééllJlento PM Flc 
rescal de Bela Vise.a, ao 39 Pelotão PM, à C@ar. 
Municipal e funcionários, ? Rádio Bela Vist 
e aos Jornais Tribuna da Fronteira e Tribuna Popu 
lar e ao_Rotary Club, pelo apoio que prestara 
realizaçao do Concurso sobre a Preservãc.ão do Me: 
Acbiente. (Continua na Pagina - 06) 
!

JORNAL. TRIBUNA DA VmihoUcmP4F BISEMANARIO 
Polícia Florestal e Rotary entregaram 
premiação do concurso alusivo 
a 
Presidente do Rotary 
elogiou a iniciativa 
Semana do Meio 
da 
A Presidente do Rotary Club de Bela Vista, Dra, 
Azaléa Arlotta Ocirfz, destacou Importância da 
renlfznçao de um concurso como esse, envolvendo - 
toda a comunidade escolar na discuso e análise 
âã um tema O_ã dlz respeito diretamente a qualida­ 
âã de vida da nossa população e ao futuro das gera 
á$ã vindouras. Azaléa elogiou a Iniciativa do Co­ 
mandante do Destacamento PM Florestal de Bela VIs 
]±3 observando que um trabalho como esse, juntÕ 
nos nonuoo jovens, com certeza nlcnnçnri resulta - 
â$ altamente positivos, "porque mais Importante - 
que reprimir a depredação do Melo Ambiente é a edu 
cação e n conscientizaçiio para a necessidade de 
l'ri?S<'rvaçiio", afinnou a Presidente. 
A Presidente do Rotary lembrou também em suas 
palavras que o Clube, a exemplo do que vêm fazendo 
hÓ vários anos, estará sempre aberto para o desen­ 
volvimento de campanhas e iniciativas comunitárias 
voltadas para tudo aquilo que diz respeito a melho 
res dius e à uma melhor qualidade. de vida para to­ 
da nossa população. Também fez uso da plvra o 
Dr. Sydncy Nunes Leite, que falou em nome da comis 
suo responsável pelo julgamento final do concurso: 
ele destacou o alto nível dos trabalhos apresenta- 
8ETU8phbi DE 8EC 
Informativo 
câmara 
caracol Ambiente 
A Presidente do Rotary Club, Dra. Azaléa 
centro) destacou a importância da realizaçao 
(ao 
do 
Concurso 
dos e parabenizou à todos os alunos par 
ticipantes, pelo empenho, dedicação e interesse d-; 
monstrado na elaboração dos cartazes e das redacG­ 
es. Também cumprimentou os Professores e Diretores 
de Escolas, pelo total e irrestrito apoio que em - 
prestaram à realização do concurso. . 
Transcrevemos abaixo, na Íntegra, as redacões 
classificada em_lgluar, de5@8@srfes e a ní­ 
vel do 2g Grau, respectivamente: 
de 
Encampamento de 
Rede de Energia 
A Vereadora Nice Gutierres dos Santos - 
requereu em expediente endereçado ao Pres! 
dente da ENERSUL, Valter Pereira, com co - 
pia ao Sr. Filinto Gomes de Abreu, Diretor 
de Distribuição, que seja viabilizado o e~ 
campamento pela ENERSUL da rede denominada 
G. Rozende, ressaltando que a referida re­ 
de só poderá receber manutPnção da ENERSUL 
depois de ser encampada pela Empresa. 
Melhoramento da Rede de Energia 
O Homem e o 
Meio Ambiente 
Aluna: Elizandra Paiva - Série 82 - Turno: Matu­ 
tino - EEPEPSC Ester Silva 
A questão do homem e o meio ambiente sempre 
[oi tratada de forma bastante secundária, princt 
palmente no Brasil. 
O homem nunca cometeu tantas barbaridades no 
que diz respeito ao seu meio ambiente; colocando 
em extinção espécies de plantas e seres. 
falar sobre ecologia num País onde convivem 
a fome, marginalidade e o desemprego, ao lado de 
baixos salários e analfabetismo pode significar 
para muitos um sentimento romântico de volta à 
Natureza ou de intransigente defesa do verde. 
Afinal, vivemos num País em desenvolvimento 
onde esses quisitos ainda necessitam ser erradica 
dos. Longe de se distanciar da realidade social 
e econômica, a ecologia se volta para todos os te 
mas que desenvolvem o homem e seu ambiente. Mes­ 
mo com homens altamente qualificados e treinados 
em defesa do meio ambiente, como a Polícia Flo - 
restal, os predadores do nosso País conseguem - 
destruir grande parte das nossas reservas e ma 
tas. O ser humano é um dos componentes do ecos - 
sistema terrestre, e não um ser supremo. 
Partindo do pressuposto de que a coisa do ho 
mem nao e apenas o seu abrigo imediato, mas o lÜ 
gar onde ele finca sua morada e sobrevive em to -: 
8 
tal dependência do meio· ambiente. A consciência 
ecológica não nasce no vazio. Ela emerge frente 
a uma realidade insustentável da ameaça à qualida 
de de vida num mundo e num País onde a tecnolo - 
gia Industrial e a explosão populacional tem ca 
Qc!êâ$ ao lado de grave deterioração do meio am • 
1, ien te. 
A ecologia é uma questão de sobrevivência das 
gera,;Ões_ futuras e extrapola a sioples defesa do 
verde e dos animais. 
A ordem é desenvolvimento a qualquer custo, 
quer dizer, tudo o que a natureza levou milhões 
de anos pura criar e formar será substituída por 
algo feito pelo homem, caso não tomemos uma ati­ 
tude enérgica e de plena consciência de seres hu 
m::inos e portanto racionais. 	- 
ditai de Convocaçã 
O Fes!dente da Associação dos Jornais do Interior de 
Mato G osso do Sul, no uso das atribuições que Ihie são coo 
ferida. pelo Estatuto da Entidade, CONVOCA, os associados 
para reunfão que deverá ser realizada no Salão de Conven - 
ções do Hotel Iguacu, na Rua D, Aguino,761, na Idade de 
Capo Grande, no dia 9 de Julho, as 10:00 horas, em primei 
ra chamada, e às 11:00 horas, e segunda e últLa chamada, 
para a seguinte deliberação: 
ORDEM 00 DIA: 
l - Apresentação de relatório da Diretoria 
2 - Prestação de Contas 
3- DIscussão e deliberação de relatêrlo e prestação de 
contos 
 4 Uúãí??í$ âã TíQã]$Qí± I±Q$ $ IQ?ºí5J àí?!í$ 
A Inscrição de Interessados para ocuparen cargos de di­ 
reão na entidade, poder ser feita até às 09:30 horas do 
âf± 7E âã d_úê$ âã 8EEB3 !$ ú$á±ú IQãµí]$ I±Q± ± Qã_!í?$ 
obJeto deste Edital. 
om?n fPSiPn4.n53 5 âã d_!ê$ âã 1.996 
ROSÁRIO CONGRO NETO - PRESIDENTE 
Preservação do Mei 
Ambiente Depende 
de Todos Nós 
Aluno: Ozualdo Maldonado Arce - Série ;9 Ano do 
99 Grau - Magistério - EEPEPSG Castelo Branco 
Vivemos num mundo de gerações, de passados, de 
conflitos, de pessoas subindo na vida ? custo de 
qualquer preço, mesmo se tratando de sua própria 
destruição. Motivos para continuar com esse qua­ 
dro dramático ê o que mais existem, os homens se 
deixaram levar pela ambiçã0 de tal modo que o 
seu organismo foi adaptado somente para des­ 
truir. Isto comprova apena, que a inteligência 
do homem é tão medíocre a ponto de preparar 
seu próprio funeral. 
As perguntas são tantas e tão poucas são as 
respostas. Como serão as pessoas do futuro? Quem 
vai sobreviver neste mundo dominado pela têcni 
ca e pela devastação imensa da natureza? 
Sobreviverá sim, quem for capaz de viver liga 
do à natureza, quem for capaz de viver próximo-: 
da terra, da água, do vento puro, do sol, dos a 
nimais e do verde dos quais somos feitos. 
O homem, felizmente está tomando consciência 
da necessidade da natureza, grupos ecológicos 
são fundados para que se responsabilizem pela pre 
serva,;ão da natureza. Palestras são feitas em Es 
colas, fazendo com que os jovens tenham consciên 
eia da necessidade da natureza. Da necessidade 
de proteger a terra dos venenos, de proteger as 
águas da poluição, de proteger o verde da des 
truição ganaciosa. Sem a natureza somos fracos. 
Mas até que ponto isto é suficiente? O grande 
grupo ecológico deveria, na realidade ser todos 
os habitantes da nossa Judiada terra. 
·Temos que ter consciêncja que a natureza nao 
está ali simplesmente para ser dominada, mas aci 
ma de tudo, está. ali para er sentida, vivida e 
amada. Forcas estas que o homem deve se aliar e 
não combater. 
Que essa conscientização, seja para todos nós, 
um incentivo a colaborarmoc com a nossa mâe-natu 
reza, para que não cheguemes, antes do tempo, no 
fim da linha, na morte do universo. Ele pode se 
acabar por nossa negligência. 
o 
ditai de Convocaçã 
A Sicnnci UsUSpocqP gphcScjPf â$ j±Q]íâ$ oQ±à±úêí]± 4 
RQ±íúãíQ$4joR3 âã]ã g_!íá?I]$ âã Rãú± qí]±4"n53 SihqiSP 
pelo presente Edital. todos os membros do Diretor1o MunicI 
pal do Partido neste Município, para a COVE • 
?ci gphcScjPf O_ã ãQ? Qã±úíÀ±â± !$ â± :7 âã d_!ê$ 
de 1996, co incio às 09:00 horas e encerraento is 17:00 
horas, no terraço do Hotel Pousada. da-Fronteira, slt.o ã. 
Avenida Teodoro Sativa, n? 1.485, para deliberar sobre a 
seguinte: 
imTUg Ti TcPF 	? 
$0 Uá$úê± â$ á±!âíâ±]$ à jQãçãí]$3 qíáã4jQãçãí]$ ã qã 4 
Qã$â$Qã ? G3úãú??ã âã 7: âã i_]_àQ$ âã 8EEBG Y 
à0 jQ$I$]± âã S$úíé±??ãG 
á0 Tã!$c!±??$ â± S$úíé±??ãG 
â0 i_]Q$ ±\_!]$ Qãú±áí$!±â$ á$ ± ãúãí??ã âã 7: âã 
$_]_àQ$ âã 85EEB5 
RUfP VISTA-MS., 8C âã d_!ê$ âã 85EEB 
DR. JORGE DE SOUZA minP 
PRESIDENTE DA Sigcnn?i EXECUTIVA MUNICIPAL 
$ vereador Josélio dos Santos cncami 
nhou Ofício ao Sr. Valter Pereira, Presi - 
dente da ENERSUL, com cópia ao Sr. Pedro 
Batista, Gerente Distrital, no sentido de 
viabilizar o melhoramento na rede de ener­ 
gia elétrica em nossa cidade. 
O Vereador considerou que as frequentes 
quedas de energia em nossa cidade tem tra­ 
zido muitos prejuízos aos consumidores, a 
lém do que, recentemente ocorreram queimas 
de vários aparelhos eletrodomésticos, tais 
como geladeira, televisão, ferro elétrico, 
etc .. , causando prejuízos grandes à pesso­ 
as de baixa renda familiar, "tendo em vis­ 
ta tudo isto nobres colegas, queremos pro­ 
vidências o mais breve possível, com rela­ 
ção ao melhoramento da rede de energia elé 
tricaem nosso Município", enfatizou José= 
úí$5 
Mudança do depósito de lixo 
O Vereador Darci Souza Neto solicitou - 
ao Prefeito Municipal providências a res - 
peito do lixo que está sendo depositadó nas 
proximidades do sangão, lembrando que "o 
poder legislativo ó? solicitou por várias 
vezes a compeensao de V. Exc. no sentido - 
de mudar o lugar de despejo do lixo, • que 
está praticamente na área urbana e, por 
ser prox1mo a cidade e nao ser eliminado - 
totalmente, futuramente poderá ocasionar 
{ioencas na população", afirmou. 
Reforma de Ponte 
Em outra Reivindicação o Vereador Darci 
solicitou ao Engenheiro Ramiro Saraiva, Oi 
retor Geral do DERSUL em Campo Grande, com 
copia ao Prefeito Municipal Pascoal Puche­ 
ta que ~eJa ordenada a reforma da ponte so 
bre o córrego Porteira, pois a mesma es+G 
em pessimo estado de tráfego e é de grande 
utilidade, por ser uma ponte que dá acesso 
a Varias localidades, inclusive à Bela Vis 
ta , ressaltou o Vereador. 
PATROLAMENTO 
O Vereador Milton Luiz Bender 
1 
.. 
ao Prefeito Pascoal Pucheta ord so 1citou 
to e t t . 	enar ao se- 
r ompe en e o patrolamento d - . 
serraria Pagliosa, onde diari,,'Patio da 
caminhões carregados de mad . en e chegam 
frentam dificuláaes de a,D?"° sue e 
descarreqamento. 
5 
para o 
Edital de Proclamas 
Alexsandra Rosa da Silva f Y 
tituta do Cartório de opes, Oficiala Subs 
Registro Civil d 
de de Bela Vista-MS., FAZ SABER a esta cida- 
o presente Edital de Proclam i todos quantos 
as vrem q 
taram os documentos exigidos l ue apresen 
Código Civi1 Brasileiro, 4,,P'o artigo 180 ao 
pretendem se casar: '· nc:sos c4cc e IV, e 
CARLOS ROBERTO CARGEL JUNIOR 
DA BUENO, brasileiros solt i e UfPchU APARECI 
? e ros re 8â5 4 
ta cidade; ele, natural de Para ' s entes nes 
militar, filho de Carlos R b guaçu PauJ.ista-SP 
i 
Ma 	oerto Gar 1 • 
c ra de Oliveira Gargel: q, ge e de Lu- 
dênia-SP., filha de José ' a, natural de Gar- 
., __ i 	ueno e de c i 
na Martins Bueno.; lides do lar. ren: Madale 
Se"alguêm souber de algum 
oponha na fora da Lei. impedimento que se 
Bela Vista-Ms., 07 de J h 
unho de 1.
996 
Alexsrtndra Rosa S.Lopes 
Oficiala Substituta

dimhPf omcRphP DA VmihoUcmP BISEMANÁRIO 
S±± qã]ãQí!?Qí± CRIAÇÃO ú 
• !lal Mineral e Rações· As:ltncla À Fzzndaz 
• Labornt6rlo âã P!ã~ú c!çãááí$± UO_"!± ã RQ_áãú$ã 
Y o_â$ I±Q± c!ã~"!±??$ PQú]cáú±ú ã hí]Q$éã!ú$ úíO_"â$ 
• A1H,IHlêncla à pcquenoG animais 
cfc f úF5 DE CABRA 
QlJrJJO l>F. C/ílRA TIPO FRESCAL 
q$á? pode ±âO_íQí4]$ na Fu: T_O_ã di Cai 
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Carmem A. Santiago lima 	Sérgio A. loureiro lima 
Médica ValerlnArla • CRMV • 6 • li. 0911 	g?âíá$ qá8áQú!PQú$ Y CRMV • 6 ll. 0047 
@ com. 439-1533 Res. 439--110.P 
RUA DUQUE DE CAXIAS,~298" BELA VISTA. 
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.4? TUfGP x.únoP ? SPgji amPhTU Sig RPfTUP??i Ug dPmTcgF 7EF77 bimPn 
Í /ã]ã ê$Q35?Qí$ !?$ á$QQã !$ Tigchain ã VUmcPTin0 
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TUf qcnoP À SimpíxúúR?3 I±\_Qííú$ I$Q 3d!Qíúí~3 a_í f$Iã3 R$!í]$3 T$íú$O_á!± e 
gíQ!!â!F 7EF77 ccimPn 4 /híú$ á$QQã !$ $Iúx.cchain e VUmcPTin0 5 5 
.RUf?4qcnoP ? jihoP ú.im?5 I±\±!â$ I$Q P!]$!í$ d$!$F 7BFI$ ã 8BF77 bimPn 3 Y 
TUfc qcnoP45Y5 TipmPTin3 á$~ à±úíúá±­?íí$ em P!]$!í$ d$?$F 7BF77 /!?$ á$çQã aos • • ; 
Tigchain ã VUmcPTin0 
5 444 '  55 5 5 4 F -· 
gigUhoin chUnlpUScqUcn 
g?acSi Siho5xacPhoU 
CASA NOTURNA 
PONTO DE ENCONTRO DE EXECUTIVOS 
American Bar - Música - Estacionamento - Segurança 
Total - Privacidade - Piscina - Lindas e Finas Recepcionistas 
m_± d$±O_í~ g_Q]í!ê$3 ãO_í!± á$~ 8: âã g±í$ 
jimoi gimochbi 4 gPoi4aminni Ti nSf 
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IORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA • RcnUgPh?mci 19D E JUNHO DE 1726: j?achP 4 8 
edescobrindo o Brasil 
i RQ±íú ã _± âã~$áQ±áí± ã]?$ µíµã!â$ âí± á±â± 
vez mai àQíúê±!]ã5 
hã]ã âí±3 O_ã ±úé_! !ãé±]íµí]± Q$]_ú±~ âã 
áQíã3 ã]±~$ em µãQâ±âã Qãç$Q~±!â$ !$\± Qãú±??ã 
âã á$! íµ?!áí± uns á$~ $ $_]Q$3 â$ I$µ$ á$~ $ 
é$µãQ!$3 â± ±_]$Qíâ±âã á$~ ± á$~_!íâ±âã3 ã~ _~ 
±~àíã!]ã âã úíàãQâ±âã âã ãºIQã\?$ ã âã ã]±àíúíâ±âã 
ãá$!?~íá±5 
hã]ã ã!á$!]Q$ âã ]$â$ !? á$~ a Qã±úíâ±âã3 a 
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Povo e governo são um 
só corpo de um ser com 
alma chamada Nação 
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A principal base 
tributária é a moral 
a$µãQ!±!]ã ã é$µãQ!±â$ ]?~ O_ã áêãé±Q ± _~ 
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j±Q± O_ã ã]± I±QáãQí± â? áãQ]$ ? !ãáã\?Qí$ O_ã 
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âã í!ç$Q~±??ã ã!]Qã ±_]$Qíâ±âã ã á$~_!íâ±âã3 
_±!â$ ã ±à_±!â$ â± ãºI$í??$ â± µãQâ±âã ]±ú á$~$ 
ãú± ?5 
3 
E preciso estar próximo 
das populações, explicar 
e entender a linguagem 
delas. Na democracia, 
quem fala ouve, 
quem escreve lê. 
~_!â$ $!âã !ã~ ãºí]ã $ ãé_!â$5 i!âã ç±ú±~$ ã~ 
!±??ã í!â?éã!± F$~$ ã $ í!âí$ !?$ ç$\ã~ 
áíâ±â?$F â± Naço RQ±íúãíQ±3 _!± ã í!âíµííµãú3 ~ã~$ 
!± í~IQã!±5 
l_ãQã~$ ±àãQ $ O_ã $ é$µãQ!$ µ±í ç±ÀãQ3 ± O_ã 
á_]$ ã3 $àQã]_â$ $ O_ã ? O_ã ãúã !?$ µ±í ç±ÀãQ5 n? 
±\í~ I$âãQã~$ éãQ±Q $_]Q± ç$Q~± âã IQ$µíâã!áí±Q 
Qãá_Q$ ã ~$àíúíÀ±Q ± á$~_!íâ±âã I±Q± ãºãá_]±Q $ 
ãQµí?$ ±!]ã O_ã ãúã !?$ ãó±~ çãí]$ í~Iúã~ã!]ã 
I$QO_ã !?$ ã âí\ã O_ã !í!é_?~ íQí± ç±Àã4ú$5 
U]± I$]_Q± âã ±íQ â$ é±àí!ã]ã ã âíµíâíQ ± 
âíçíá_úâ±âã á$~ $ áíâ±â?$ I$âã ~_ú]íIúíá±Q ± 
á±I±áíâ±âã âã ±]_±??$ â$ é$µãQ!$ ã $~±Q ãç$Q?$ 
I±Q± âí~í!_íQ ± á±Qé±5 âã ]ã!]±Q Qã$úµãQ $Àí!ê$ $_ á$~ 
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µ$À âã í!ç$Q~±??ã3 Qãéí]Q±â$Q â± bí]?Qí±3 çíº±â$Q 
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_~ ãQ âíçãQã!]ã âã O_±úO_ãQ $_]Q±3 ã~IQã ±~±â± ã 
úã~àQ±â± I$Q O_ã~ ]ãµã $ IQíµíú?éí$ âã ]ãQ !±áíâ$ !ãú±5 
P á$~_!íâ±âã í!ç$Q~±â± ]$Q!±4ã çíá±ú âã í 
~ã~± ã ãºãQáã _~ á$!]Q$úã O_ã ã]í~_ú± $ _$ 
ãçíáíã!]ã3 ]Q±!I±Qã!]ã ã $àóã]íµ$ â$ Qãá_Q$ I?àúíá$ 
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I$Q _~ IQ$áã\$ âã âíµ_úé±??$ ±àãQ]$ $!âã á±â± _~ 
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á$!]í!_±â± âíµ_úé±??$ âã IQã?$ IQ±]íá±â$5 
U]± ±]_±??$ ã]? Qãâãá$àQí!â$ $ RQ±íú 
âí]Qíà_í!â$ Qã!â±3 ç$Q~±!â$ _~ j±? $!âã ? 
í~I$Q]±!]ã IQ$â_]íµíâ±âã3 O_±úíâ±âã ã ãçíáí?!áí±5 
n±àã~$ O_ã ± ~í?Qí± ±!_!áí±â± !$ RQ±íú ? çQ_]$ 
âã _~± ~±!í±3 âã ~$âí~$ âã !?~ãQ$3 âíµ_úé±â$ 
I$Q _! ~íãQ?µãí O_ã !$ á$ú$á±~ !_~ ]ãQáãíQ$ 
Afinal, somos um País 
feliz cheio de esperança 
e motivos de satisfação 
ou das dezenas de 
milhões de famintos, 
desempregados e 
abandonados? 
P QãI$]± a ã]± O_ã]?$ !$ Qã~ã]ã ? á$!]±]±??$ 
O_ã ± í!ç$Q~±??ã âíI$!?µãí ?$ I$_á$ á$!çí?µãí 
ã3 ±\í~3 IãQ~í]ã4ã ± O_±úO_ãQ âãIQãI±Q±â$ âíµ_úé±Q 
_± âíµ±é±??ã á$~$ µãQâ±âã3 í!âíé!±!â$ ? ]$â$ 
$àQã]_â$ Iãú± ~±é!í]_âã â$ IQ$àúã~± O_ã3 !ã]± 
á$!âí??ã3 ã ~$]Q±~ í!$ú?µãí5 
P âíçíá_úâ±âã !± $à]ã!??$ âã í!ç$Q~±??ã 
á$!çí?µãí Qãíâã !± I$]_Q± âã O_ãQãQ ±Iã!± O_ã $ 
í!]ãQí$Q ãó± á±íº± âã Qã\$!?!áí±3 _~± éQ±!âã $Qãúê± ± 
O_ã~ á±àã ±Iã!± $ âãµãQ âã $_µíQ $ O_ã ã O_ãQ O_ã 
ãúã $_?±3 µãó± $_ úãí±5 
O dia que as autoridades, os 
governantes e lideranças 
utilizarem adequadamente os 
meios de comunicação das 
cidades do interior, eles 
estarão mobilizando uma 
força solidária capaz de 
transformar qualquer 
realidade. 
PáQãâí]±Q !$ ó$Q!±ú â$ í!]ãQí$Q3 IQã]íéí±Q ± _± 
ãâí??$3 _]íúíÀ±Q $ ã_ ãQµí?$3 á$~_!íá±Q4ã ±]Q±µ? âãúã 
á$~ ± á$~_!íâ±âã3 é±Q±!]ã ± ]$â$ !? _~± ç$Q~± 
á$!çí?µãú3 ]Q±!I±Qã!]ã ã Iú_Q±ú âã ±àãQ~$ O_ã~ 
$~$3 $ O_ã O_ãQã~$ ã $ O_ã ã]±~$ ç±Àã!â$ I±Q± 
â
5 	1 
~ãQãáãQ $ úí± ~ãúê$Qã O_ã ]±!]$ $!ê±~$5 
i_ µ±~$ á$!]í!_±Q ±áê±!â$ O_ã !$ RQ±íú ãºí]ã 
ã]ã ~_úêãQã I±Q± á±â± ê$~ã~ /± I$I_ú±??$ àQ±íúãíQ± 
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í~IQã!± ~ãí$ âã á$~_!íá±??$ I±Q± ç±ú±Q á$~ $ I$µ$ 
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$_µí_ e âí\ã !± _Q!± $ O_ã O_ãQí± ã3 ê$óã3 !?$ ±àQã 
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3dimhPf omcRphP TP VmihoUcmPF RcnUgPh?mci 
Comentando 
19DE JUNHO TU 8EEB 	• 09 
A PARTIR DAS 
11:30 do dia 15 - 
II33 o Napolitano Res 
tarante e Pizzaria 
abriu sua portas I± 
± atender os pala­ 
dares mais ex1gentesl 
OS PROPRIETÃJUOS 
do Napolitano 
Clessio e Juanita , 
aguardam sua viaita 
para conhecer aquele 
ambiente aconchegan­ 
te e agradavel. Apro 
veitamos a oportuni­ 
dade para desejarmos 
? esses empresários 
muitos sucessos l 
i CASAL 
Y 8 
Dr,Jair Dispo e 
Suely, preparou com 
muito carinho a Fes­ 
ta do 877 aniversá­ 
rio da· filha Claudia, 
no dia 8; pp, às 19 
hs no CORAJ, 
BOM SCOTCHE, 
cerveja e refrige 
rantes, servidos por 
eficientes garçons 
acompanharam o gosto 
so jantar e suculen­ 
to churrasco servidos! 
ALEGRAVA i 
ambiente animado 
som, e na decoração 
muitos balões! 
CLAUDINHA 
e seus pais feli­ 
zes, recebiam os mui 
tos convidados civis 
e militares. 
APÔS O JANTAR 
' 1 
foi cantado os 
"Parabéns à Voce" e 
servido saboroso bo­ 
lo. 
então âã parabéns 
os anfitriões pela - 
arte de bem receber 
e a anivcroariantc - 
mil felicidades! 
O LIONS CLUBE 
realizou no dia - 
14 pp no Clube Bela­ 
vistcnse, o Baile 
dos Namorados com 
Milton Pavezzi e sua 
Orquestra. 
APESAR DE POUCOS 
casais que compa­ 
receram o som ficou 
ao agrado de todos 
que dançaram até qua 
se o sol raiar! 
APESAR DO 
PREJU!ZO 
O baile estava 
ótimo, é, a tal his­ 
tória: Reclarnam ... re 
clamam ... que os clÜ 
bes não trazem bons 
conjuntos para bai­ 
les ... mas ... quando 
trazem justamente os 
queixosos não presti 
giam ... dessa manei: 
ra é dose para conse 
guir agradar... - 
O CEMA 
realizou no dia - 
15 pp., uma super 
festa junina. A deco 
ração e a dança da: 
quadrilha foram nota 
10. Os pequeninos 
trajados a carater - 
foram atração a par 
te. Barracas com va­ 
riados comes e bebes 
fizeram a alegria da 
petizada. 
Parabéns aos or 
ganizadoresl 
Informativo Castelo Branco 
Informamos que a festa jurina foi su­ 
cesso total, recebemos colaboração da - 
maioria de pais, alunos, professores,fun 
conãrios todos colaboraram além do tra­ 
balho; a diretoria da APM. Não mediu di­ 
ficuldades para oferecer a festa boa e 
bonita, portanto, atingiu objetivo pro­ 
posto; agradecemos aos: pais, alunos,pro 
fessores, funcion?rios e em específico: 
as pessoas amigas Senhoras: Inah e Edna 
Cardinal, Gercy, Sandra; Senhores: Ayres 
Cafure, Abraão Zacarias e Garibaldi, às 
empresas comerciais Padaria Central,K Ka 
rolina e Mercado são Geraldo. - 
Informamos ainda que o aluno Ozualdo 
Maldonado Arce que frequenta o 40 ano de 
Magistério neste Estabelecimento de Ensi 
no, foi classificado em 1? lugar, no cor 
curso de Redação, oferecido pelo Destacã 
mento de Polícia Florestal, através de 
seu Comandante Sargento Sovernigo, a 
quem agradecemos a oportunidade. 
Ressaltamos a apresentação dos alunos 
Portadores de Deficiência Auditivas que, 
fizeram uma bela demonstração, foi emo­ 
C1onante, considerando suas característi­ 
cas e o trabalho desenvolvido pela Pro 
fessora Cláudia e a Coordenadora Luizi­ 
nha. 
' 
A todos nosso muito obrigado. 
Atenciosamente 
Notícias 
Breves 
Profa.Francisca Peixoto de Lima 
Diretora 
PARA REFLETIR 
b Obreiros na edificação do Mundo Melhor não tra­ 
nlhan, sozinhos. 
'<1nguê111 realiza algo a benefício de todos, sem 
"2.Svrno de ±8_?5 
----==-===---==========-======== 
França: l,6 mi- 
1hão de mães soltei­ 
ra 
O número de mãca 
solteiras francesas 
passou de 39 mil cm 
1973 para 1,6 milhão 
em 1996. Muitas de­ 
las são ricas e famo 
sas, como a filha dÕ 
Presidente da Repú­ 
plica... 
Como epidemia,tal 
fenómeno se propaga 
pelo mundo. Nos últi 
mos dez anos, o núme 
rode mães solteiras 
no Ocidente cresceu 
300%. 
Mais eis o pior : 
até bem recentemente, 
ser mãe solteira 
era, a justo título, 
uma vergonha; hoje - 
muitas delas orgu­ 
lham-se de sua lamen 
tável situação. Sin: 
toma de que o senso 
moral está desapare­ 
cendo. 
Espanha tenta es­ 
timular casamentos 
A outrora catoli­ 
císsima Espanha tor 
nou-se i país euro­ 
peu com a mais baixa 
taxa de natalidade. 
Querendo estimu­ 
lar o casamento en­ 
tre seus habitantes, 
o Governo ajudará os 
recém-casados, que - 
têm renda inferior a 
1.300 dólares, com 
um ano de aluguel 
gratuito, em aparta 
mentos financiados: 
pelo Estado. E no 
ano seguinte ao do 
casamento, os aluguéis 
também terão descon­ 
tos. 
Ora, a causa da 
diminuição da popula 
ção é moral, e uma - 
mera medida econõmi­ 
ca pouco ou nada adi 
antará para resolver 
o problema. 
Rainha da Família 
Considerando a im 
portãncia da familiã 
cristã, que hoje so­ 
fre ataques insidio­ 
sos, João Paulo II - 
determinou que fosse 
introduzida na Ladai 
nha Lauretana a invÕ 
cação "Regina Fami­ 
liae" (Rainha da Fa­ 
mlia). 
Esse novo título 
de Nossa Senhora de­ 
ve ser colocado de­ 
pois da invocação 
"Rainha do Sacratís­ 
simo Rosário" e an 
te s de "Rainha da 
Paz". 
(ABIM) 
PENSAMENTO 
U~ muitas ocasi­ 
ões, cultivas a inte 
ligência e percebes, 
para logo, as inteli 
gências que se buri 
1am para a exaltação 
do egoísmo próprio. 
Não raro, aprimo­ 
ras o sentimento e 
surpreendes os que - 
te recebem os melho­ 
res investimentos de 
amor, congelando-te 
o trato na indiferen 
ça. Compreende os - 
que não te compreendem{ 
Carta à Redação 
n? Paulo, 8M âã Junho de 8EEB 
11? Sr. 
vnaldo Prefru 
"rbuna â± Fronte!ra" 
Bela !Veta-M5 
Prezado Senhor, um cordfal abraço 
Pela presente, temor o prazer de lhe encaminhar o documento anexo, pro­ 
venfente de Brasl!a e datado de 8A de 1o pp., reprodução 'cI c ver!!" 
do dfscurso pronunciado naquela data, sugerida por !? ao deputado f±ãú Vare 
úú± a propósito do Interessante artigo do Dr.Abílio Leite Barros, estampado 
em seu jornal no dia 24 de fevereiro do corrcntP uno. 
Ao faz-lo, congratulamo-nos com o autor, bem como com V.Sa., que lhe 
abriu espaço, encorajando-os a se manterem nessa linha. pois cada vez 
mais -- apesar às vezes das aparências em contrir.o -- a demagoga agro-re 
formista vai trocando os pés pelas mios, até o momento mm que tropece de vez... 
Aproveitando o ensejo, faço-lhe chegar, e por se Intermédio ao Dr.A[l!o, 
recente trabalho nosso sobre os assentamentos de Reforma grárfa, que estou 
certo lhes Interessará. 
Con os melhores cumprimentos, despedimo-nos. 
Atenciosamente 
Pnulo Henrique Chaves 
Pronunciamento do Sr. Lael Varella 
Senhor Presidente, Senhoras e Se- sfleiro alguns hectares de 
nhore Deputados. 	terra e um japones. O jnponês para 
Sinto-me - enquanto produtor rural- trabalhar, evidentemente. 
no dever de apelar para meus colegas A piada contêm uma maldosa concef­ 
conhecedores dos problemas do campo a tuaçâo quando a capacidade de traba 
que se manifestàm aqui na tribuna, co lho do homem do campo que a alta pro­ 
mo venho faze,ndo há tempos, a fim de dutividade da nossa agricultura des­ 
esclarecer não somente nós legislado- mente. 
res, mas igualmente o Poder Executivo E a eficiência do japonês? Temos a 
e o Judiciário, e por fim a opinião - esse respeito uma história ilustrati­ 
pública, sobre esta tecla viciada e va. 
gasta chamada Reforma Agrária. 
Hoje, ao fazer mais _~ pronuncia- 
mento elucidativo neste sentido,trans Há pouco mais'de 30 anos, um corre 
crevo _matéria do Jornal Tribuna da tor de imóveis de origem Japonesa ad- 
Fronteira, de Bela Vista/MS, da lavra quiriu ao norte de Campo Grande, 140 
de um pecuarista, advogado e membro - km, uma área de uns 10 mil hectares e 
da diretoria do Sindicato Rural de - vendeu-a no próprio Japão em lotes de 
seu município, o Sr.Abílio Leite Bar 20, 40 e 80 hectares. Os compradores 
ros. 	imigraram para o nosso Estado forman- 
Sob o espirituoso título "Proposta do no local uma experiência muito io­ 
de Refora Agrária: para cada sem ter teressante de colonização. Essa é a 
ra, 20 hectares.e um japonês" nosso - origem do atual município de Rfo Ne- 
colega assim desabafa: 	gro, antes chamado Colônia Japonesa. 
"O industrial que consegue ganhar As terras eram de primeiríssima 
dinhei.ro e por sua eficiência amplia qualidade, terra preta, de cultura.Es 
seus negócios é chamado - com justiça- ses imigrantes, com tenacidade dara: 
de um empresário vitorioso, herói dos ça, plantaram café, depois .algodão , 
tempos modernos. 	banana, milho, enfim, o nosso arroz 4 
O fazendeiro que também, por sua - feijão. Traziam auxilio do governo ja 
eficiencia, amplia seus negócios é - ponês e formaram uma comunidade 111uitÕ ! 
chamado pejorativamente de latifundiá unida no auxilio mútuo e compartilha- 7 
rio. 	- meato das dificuldades. 	7 
O trabalhador urbano e um operário. t fantástico constatar-se hoje 7 
Já o empresário rural não tem emprega que essa comunidade, simplesmente, de 
do, ele usa os sem-terra. sapareceu. Não existe mais nenhum ja: 
Essa perversa colocação faz com - ponês proprietário na área produtiva. 
que a propriedade no campo seja vista Como pÕde fracassar uma coloniza- 
como usurpação aos Sem-terra. cão japonesa em área de elevada ferti 
Por que a população passou a ter - lidade? 
essa imagem contrafeita do fazendeiro? A resposta nos parece óbvia: tra ~ 
Entendemos que há para isso uma expli ta-se da real dificuldade de sobrevi: 
9 
cação hostórica e aliada a ela, umã vência da pequena propriedade rural_ 
histórica desinformação. 	no Brasil. 
Sabemos que as ideologias que fize A conclusão ta111bém é óbvia. A Re- 
ram nossas cabeças nasceram no séculÕ forma Agrária dentro dessa demagógica 
passado, quando a atividade rural era proposta do governo, nem con um japo­ 
o setor de maior importância na econo nes para trabalhar!" 
mia capitalista e por certo a área- Sr.Presidente, sirvam essas pala­ 
em que as injustiças sociais oareciam vras de mais um alerta dado nesta S± 
mais flagrantes. Natural O_ã a:! nasces- sa em prol de nosso bom povo, onde 
se o sonho distributivista de dar ter reina a benquerença quando não se ins 
raspara todos. E para justificar o tila o veneno da luta de classes, ã 
sonho agregaram a idêia de que a pe- demagogia leviana de uma pretensa 
quena própriedade seria mais produti- igualdade que levaria não só nos~o _ 
va. O mito e a mentira incrivelmente País ao caos mas todo o orbe. 
chegaram até nossos dias. 	Aos nobres colegas sugiro que ou-) 
Quem vive no campo sabe que a pe- çam suas bases e tragam depoimentos - 
quena propriedade é economicamente in como o do pecuarista do Mato Grosso - 
viável. Hoje, apenas na Europa subsis do Sul. Só assim poderemos arrancar 
te o regime das pequenas propriedades, esta etiqueta que alguns malevolamen­ 
mas com altí ,simo ·custo de subsídios te procuram nos calcar como _~ diktat • 
dados pelos governos. 	de_que somos l~tifundiários, ou seja, 
Dentro da globaÍização da economia, parasitas da Patr1a. 	8 
sem esses subsídios a econolllia· euro Delenda Refora Agrária! Deve-se 
éta estaria-falida. 	pôr fim a esta Refora Agrária ã ini- M 
Uma antiga anedota dizia que no ciar uma verdadeira política agrícola '·l 
Brasil a Reforma Agrária só seria bem· no Brasil. 
sucedida, dando se a cada bra 
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"Cura-se a ferida que uma espada 
faz; mas não o que a língua faz" 
Crônica 
I.inguadeTrapo 
Te:ta Hlat 
A avó cstmaa dzerque a na.
dona Elú, ia acatat de!tanta reda e 
murchar, marchar até morrer, datanto ta'at
mal da v.da alheia. Austera diga e discreta, 
a a não adntia qe g tas mle pessoa 
algumana a tente.Quando a's
deido, o fana, a lago durando."Cuidado 
que a linqua vai cai!" Eu, menina e medrosa 
escutava aqlo que considerava "rfeca
com ITIUIIO rewn. E quando fala,a a';u,M 
cosa de alguém,unabobagem qual;er, uma 
bnqunha à tua, cora pra igreja e peda perdão 
pelo pecado corrElrdo. Cruz Creào!I_ 
Não qua o temor tenha ma irpeddo 
de. amda hoje, dar minhas escorregadelas. 
mcut desa1.,os humanos • ainda aue rd o1as. 
"llngua só é boa covda e ao mCllho". "Água 
lava ludo, só não lava a lingua das pessoas 
faladeiras•, era o que se ouvia na casa. Mas 
eu, jovem e indiferente, tontrnuava 
dempando, alheia aos conselhos e à 
sabedoria dos mais velhos.Podssoeporvárias 
Vl!l!!S, cal feio. Passá milo caráa. rnilo YEXiJT'C. 
por conta da ninha tinga detrapo".É dé he 
reia: "Meu Deus me ajude! Segure a ninha 
llngua·. E sa retouo hoJe a estas 
reminiscências, é pra dizer que anda in;uriada 
com a língua alheia. Pareai que fofoca. hoJS
em dia. vi,ou modismo. Todo mundo fala mal 
de tudo e de todo 1T1J11do o tempo todo. E se 
não falam mal correntam lassun C1llTlO Quem 
não quer nadai a vida alheia como Quem 
tomenla a nolitia do jornal a fofoca da 
reviSla. Intimidade hoje quase não eiisle. 
Privacidade é quase um palavrão. A moda é 
saber do outro, falar sobre o outro, dscutur o 
ouuo, ~!gar, sentenciar. Tudo pra não talar 
de s pra não se olhar. Claro. 
J.I nem vou dizer aqui da ene,gia rum 
que emana 1marnen1ária, o smples falo de 
invadir o terntõrio alheio Sl!ITl au1orizaçào. Nâtl
é ruim. épés.simo. Os orientais. s.lbios por 
sinal costumam dizer que precisamos tonar 
cuidado até com o elogio que se faz. Prá eles, 
no fundo de um elogio pode estar latente a 
prima-irmã da maleditênoa: a inveja. Toda 
atenção é pouca. todo cuidado é mínimo. Ma.s
pra quem não acredila nisto. pra quem 
descooheo!o poder que tem a palavra. a gente 
muda o papo pra lembrar que o ser humano 
está vivendo de uma forma tão mserável, em 
lodos os sentidos. queparece estar precisando 
Cllioc.ar no 00110 a.s sua.s frustrações. Caro 
se no out10 e!asticas.s,rnmais fáceis ti! ida'. 
Como se a projeção deslocasse interna e 
exll!mim!1le a.s cifirudaâ!s. Está no outra, nào
em ITTll. UJl}l. eu sou ban. O outrn é qeé rum 
Clarn que a lõg,c.anão é Uosm,Sna 
asn. Claro que existem enes momos. enes 
aryumentos e eplcações. Mas o espaço nãc 
se destina a OMhum tratado geralda fofou 
e seus s,gnifitados psicológicos. Mas é 
in;,onan1e. é vital que se saiba e se tome 
consciência do que estamos fazendo aos 
outros e a nós mesmos. Um comenlário 
inocente ali, uma pimentinha acolá, uma 
palavra mais ácida são suficienles para 
destruir alguém ou algo queelepOSStJi.É sério. 
Ou será que ninguém nunca ouviu aquela 
história da fulana quechega em casa. olha a 
planta. eloyia. e no diaseguinte elaestá toda 
eslurricada? E muitas vem não se faz por 
mal Muita.s vezesachamos que énormal falar 
sobra o outro, que é atá saudável Oua faz 
pane da vida. A fefcca jta irsttuionalada 
no Pald legalTodo cidadão tem as.segurado 
o seu di~lo da talar da vida alheia. Todo 
cidadão faz de tudo pra não tuidar da sua 
própria vida.Mais f.là ai:lar do outro.E mais 
divenido. E olha. antes quea rica tanémn 
vire uma tremenda fofoca, é bom lamhrar que
ela é ahatr.enll!conta!iosa. E letal Não é à
Ioda que os antigos diliam: "A palavra é prata; 
o silêr.cio é curo". 0uato a dona Bi!ú, da 
últrna vez quea vi estava seQUinha. seQUinha. 
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