João 
Fortalecendo o Municipalismo, 
Integrando os Municípios 
, 
DIARIO REGIONAL 
Que o Povo sej 
Bem Informado 
ANO: XXIV N 1.771 QUARTA-FEIRA, O9 DE OUTUBRO DE 1.996 - FUNDADOR: IVALDO PEREIRA - R$ 1,00_ 
Kalif e conquistou o 3° mandato 
consecutivo de Vereador 
Um fato que talvez tenha 
passado despercebido de 
muitos fatos é a reeleição do 
Vereador João Kalifc (foto) , 
para o terceiro mandato 
consecutivo na Câmara 
Municipal, tomando-o um dos 
poucos políticos da história de 
Bela Vista a conquistar esse 
importante feito. 
Sargento da Reserva do 
Exército. atual Presidente do 
Grêmio Pedro Rufino pelo 
segundo mandato consecutivo, 
cargo que ele já havia exercido 
antes também por dois 
mandatos, João Kalifc vêm 
conquistando ao longo do 
J• 
·i· r ••... , ... 
- . 
;I 
• 
tempo a confiança e o respeito 
da comunidade belavistense 
graças ao trabalho pautado 
acima de tudo na seriedade, na 
responsabilidade e atenção às 
necessidades de diversos 
segmentos da sociedade 
bclavistcnse, incluindo-se ai 
os pequenos produtores, 
sitiantes e chacareiros dos 
Bairros e Distritos do 
Município. 
Kalife foi eleito 
V creador pela primeira vez nas 
eleições de 1988, juntamente 
com Marcos Barbosa, Roney 
Moraes Simões, Paulo Melo, 
Jorge Rosa, Dr. Sydncy Nunes 
Leite, Peninha. Dr. Cachito. 
Cássio Acioly. posteriormente. 
em 1992 Kalife conquistou a 
l ª reeleição, permanecendo no 
Legislativo Belavistense ao 
lado de apenas dois 
companheiros da Legislatura 
Re»mtagem de votos 
orto Biurtiimlho 
Às 18:40 horas do dia 05. a 
Coligação "É A VEZ DO POVO" 
protocolou o pedido de recontagcm 
dos votos das eleições cm Porto 
Murtinho. 
A diferença de apenas dois 
votos e os indícios testemunhais de 
irregularidades motivaram a 
solicitação à Justiça Eleitoral para 
ue seja refeita a apuração das urnas' 
e sejam recontados os votos. 
A candidata à Prefeita da 
Coligação "É A VEZ DO POVO", [-f 
yrian Conceição Silvestre dos Santos } 
e seu vice, Luiz Augusto Miranda 
Codorniz. foram acompanhados por • , 
centenas de pessoas, na entrega do 
Pedido de recontagem dos ~atos no ~•. ~ < J.':: 
Fórum da cidade, numa manifestação ( x, 
Pacifica de apoio ao legítimo recurso %%jj2, 
tpaldado pela Lei. Página -03 E'• ·jp- 
Nn foto no lodo. Dona Myrian 	à #$ 
Santos com simpatizantes 
Dep. Oro s1gere 
definição por e itórios 
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programa 
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CAMARA É NOTICIA E INFORMAÇÃO 
i 	ide.	g 
Escolas precisam 
lutar pela 
qualidade 
da Educacão .. 
Retirada de Animais e Conserto de Cerca 
da Estação de Tratamento de Esgoto 
''Orelhão" em frente ao Colégio São Geraldo 
Congratulações ao Prefeito e Vice 
eleitos no último dia 03 de outubro 
anterior, Marcos Barbosa e 
Roney Moraes Simões. Os 
demais não conseguiram ou 
não disputaram a reeleição. 
o pleito do último dia 
03 de outubro, Kalife voltou a 
ser reeleito, agora vai ocupar 
uma cadeira na Câmara 
Municipal até a virada do 
milênio. O único Vereador que 
poderia alcançar o feito de 
Kalife, era Roney Moraes 
Simões, que também foi eleito 
pela primeira vez em 1988, 
mas por uma pequena margem 
de votos Roney não conseguiu 
mais um mandato de Vereador. 
Outro V creador eleito em 1988 
e reeleito cm 1992 era Marcos 
Barbosa, mas ele não disputou 
a eleição deste ano. Parabéns 
ao Vereador João Kalife por 
mais uma reeleição, 
conquistada com todos os 
méritos, diga-se de passagem. 
Cultural 
O Deputado Roberto Oro -PSDB (foto). Presidente da 
Assembléia Legislativa, afirmou no último dia 08, que espera 
uma discussão em torno de critérios programáticos para definir 
a postura do PSDB no segundo turno das elciçõe~ 
campograndenses. 
Orro rechaça entendimentos norteados por barganhas de 
cargos e prega compromissos de legenda com a candidatura mais 
afinada com as prioridades do Municipio. "Campo Grande é uma 
cidade para ser pensada de forma maiúscula. Não se trata 
simplesmente de optai por André ou Zeca. mas de interpretar 
com sabedoria e responsabilidade o que deseja a população". 
frisou. Página - 08 
Personalidades homenageadas em, 
Sessão Solene e Nostra de Artes 
Várias personalidades foram 
homenageadas na manhã de ontem. (08110), 
em sessão solene e na abertura da XII Mostra 
Guaicuru de Artes Plásticas. 
Os eventos ocorreram no Plenário e no 
Saguão da Assembléia Legislativa. Página/5 
"A qualidade na educação representa um 
desafio do qual não podemos fugir. 
Ou devamos seu padrão em nosso País 
ou continuaremos nos últimos lugares na lista 
da Unesco no quadro internacional", advertiu 
a Deputada Federal Maàsa Sa:rano -PMDB 
(foto). Matéria na Pigin- 4 
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9 DE OUTUBRO DE 1996 PÁGINA • ? 
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Tribuna da Fronteira 
Diário Regional 
Fundado cm 20 de Fevereiro de 1972 
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123(067) 251-2145 -Guia Lopes da Laguna] 
'-=_, 	. "' - ?'°':.:-.· 	- _... .,,. 
• 03 - DROGARIA DROGASSUL 	Sr. Penha 
11- DROGARIA DROGA VISTA 	Sr. Saul 
05/06 - DROGARIA DROGALINE 	Sr. Carlos 
12/13 - FARMÁCIA PAX 	Sr. Prado 
19/20 - DROGARIA DROGA VISTA 	Sr. Saul 
26/27 - DROGARIA SÃO MA TEUS 	Sra. Adalgi 
OBS: AS Farmácias que não estiverem de Plantão deverão permanecer 
fechadas e as solicitações eventuais só poderão ser atendidas se constar 
Receita a informação de que a de Plantão não dispõe da medicação citadll• 
Dr. JOSÉ DE RIBAMAR CRUZ E SILVA • Sec. Mun. de Saúde de Bela Vi
st
?

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA -. DIÁRIO REGIONAL ) DE OUTUBRO DE 1996 • PAGINA . 3 
Recontagem de vo 
em Porto 
• 
urtin 
Ás 18h40 minutos do dia 05, a coligação 
~ A VEZ DO POVO protocolou o pedido de re­ 
contagem dos votoo daµ eleições cm Porto - 
Murtinho. A diferença de apenas dois votos 
e os indícios testemunhais de irregularida 
des motivaram a solicitação à Justiça Elei 
toral para que seja refeita a apuração das 
urnas e sejam recontados os votos. A candi 
data a Prefeita da coligação e A VEZ DO PÕ 
VO, Myrian Conceição Silvestre dos Santos 
e seu vice, Luiz Augusto Miranda Codorniz, 
foram acompanhados por centenas de pessoas, 
na entrega do pedido de recontagem dos vo­ 
tos no Fórum da cidade, numa manifestação 
pacífica de apoio ao legitimo recurso res­ 
paldado pela Lei. 
Já os integrantes da coligação, até en­ 
tão, vencedores por essa infima margem de 
dois votos (0,04) ficaram de vigília na 
frente do Fórum e causaram tumulto assim - 
que avistaram a candidata da coligação t A 
VEZ DO POVO. Muito exaltados, com gritos e 
agressões verbais, tentaram provocar os 
apoiadores da coligação É A VEZ DO POVO 
que, por sua vez, mantiveram-se respeitosa 
mente à frente do Fórum apoiando a inicia­ 
tiva que poderá reverter o resultado das - 
eleições. O presidente do PSDB em Porto 
Murtinho, o fazendeiro Nelson Cintra, eh~ 
gou a insultar representantes da coligação 
e A VEZ DO POVO, inclusive, tentando inter 
ferir em um processo legal e passar por ci 
ma da autoridade do Juiz Eleitoral. Aos 
gritos, demonstrando urna histeria incomprg 
ensivel, Nelson Cintra exigia cópia dope­ 
dido de recontagem dos votos sem que o 
Juiz Eleitoral desse vistas ao documento. 
No entanto, o Juiz Eleitoral proibiu a en­ 
trega de cópia do pedido de recontagem de 
vo·tos até que o documento chegasse as suas 
mãos, em Jardim. Além disso, o presidente 
do PSDB no município, Nelson Cintra, afir­ 
mou, em alto e bom som, que "vendo uma fa­ 
zenda, mas não tem recontagem de Votos em 
Porto Murtinho" - essa afirmação foi ouvi­ 
da pelas pessoas que estavam à frente do - 
Fórum, durante a entrega do pedido de re 
contagem dos votos. 
A solicitação de recontagem dos votos - 
apurados na eleição de Porto Murtinho foi 
subscrita pelos advogados Júlio Cesar Pe­ 
reira da Silva e José Gibin Neto, de acor­ 
do com o artigo 24 da resolução 19.540. O 
~dvogado Júlio césar Pereira da Silva, que 
e assessor parlamentar do deputado estadu­ 
al Zeca do PT, saiu de Campo Grande para , 
em Porto Murtinho, auxiliar na elaboração 
do pedido. 
Em Porto Murtinho, foram ouvidas deze­ 
nas de pessoas que testemunharam a ocorrên 
eia de indícios de irregularidades durante 
os processos de votação e de apuração. Cons 
ta, inclusive, da solicitação de reconta­ 
gem de votos a declaração de duas pessoas 
a respeito de tais irregularidades. De - 
acordo com o advogado Júlio Cesar, foram 
fartos os equívocos dos escrutinadores na 
interpretação da vontade • do eleitor, o que 
ocasionou a anulação de vários votos váli­ 
dos e o comprometimento do resultado da - 
eleição. Destoando, portanto, da vontade 
do eleitor. 
Por exemplo, os fiscais ficaram muito 
distantes da mesa onde foram apurados OS - 
Votos, o que impediu a perfeita fiscaliza- 
ção do processo de apuraçao. E importan 
lembrar que além de ser um direito, a fis­ 
calização por parte dos partidos políticos 
é um auxílio aos escrutinadores, porque dg 
vidas que possam ser levantadas são leva­ 
das ao conhecimento do Juiz para serem es­ 
clarecidas. No entanto, durante a apuração 
em Porto Murtinho os escrutinadores fica­ 
ram em posições que impossibilitaram os 
fiscais de obsorvar diretamente a abertura 
das urnas, a contagem das cédulas e o pre­ 
enchimento dos boletin:,. Também contrarian 
do a lei, os escrutinadores não leram em 
voz alta o que estava registrado cm cada 
cédula eleitoral. Um número grande de vo­ 
tos atribuídos à candidata da coligação t 
A VEZ no POVO; Dona Myrian, foram anulados 
por desconsideração à intenção de voto,ape 
sar de a lei ser bem clara: "não é nulo o 
voto assinalado pelo eleitor com o "apeli­ 
do" do candidato, fora do quadrilátero pró 
prio, desde que possível a identificação - 
de sua exata intenção". 
A recontagem dos votos, solicitada pela 
coligação t A VEZ DO POVO possui em si urna 
representação jurídica que figura como le­ 
gitima exatamente por constar da Lei Elei­ 
toral; ou seja a possibilidade de pedir rg 
contagem de votos está prevista em Lei pa­ 
ra que esteja garantido ao eleitor que a 
vontade da maioria da população seja acat~ 
da. Por isso, buscando a verdade a respei­ 
to dessa vontade, da vontade do povo em 
Porto Murtinho, é que a coligação E A VEZ 
DO POVO usa do seu direito de solicitar a 
recontagem dos votos nessas eleições que - 
foram marcadas por acusações violentas dos 
adversários contra a candidata da coliga­ 
ção E A VEZ DO POVO. 
Durante a campanha eleitoral, a coliga­ 
ção E A VEZ DO POVO manteve sua estratégia 
de apresentar suas propostas à população , 
fazendo uma campanha limpa· contra campanhas 
de manipulação vil da população. Uma série 
de materiais impressos, sem assinatura al­ 
guma, divulgaram mentiras e calúnias are§ 
peito da candidata à prefeita, propagaram 
injúrias e ofensas que em nada contribuí­ 
ram para esclarecer o eleitor, mas sim ape 
nas para iludir a população e tentar ga­ 
nhar mais uma eleição na base da apelação. 
Todos os materiais impressos, apócritos,fo 
ram distribuídos na calada da noite e mui: 
tas pessoas viram quem os distribuia. Em - 
palanques e em atividades de corpo-a-corpo 
inúmeras ofensas foram dirigidas à candida 
ta da coligação E A VEZ DO POVO e, também, 
ditas muitas mentiras sobre o partido que 
encabeça a chapa, o Partido dos Trabalhad9 
res. 
Esses procedimentos demonstram o atraso 
na forma de fazer política no Estado, já 
que em Campo Grande os mesmos artifícios - 
foram usados contra o candidato da coliga­ 
cão Muda Campo Grande, Zeca do PT. Ao in­ 
vés de se apresentar programa de governo , 
são divulgadas mentiras; não se fala sobre 
qualificação de propostas de candidatos e 
sim é utilizado tempo para pensar quais in 
verdades serão faladas. Não há preocupação 
em discurtir com a população as melhos - 
'propostas, as proposições que podem benefi 
ciar o povo, apenas veicula-se ataques,por 
vezes, pessoais, que iludem o eleitor e en 
ganam a população. 
Administração: 
MARIA HELENA BENITEZ 
A 	a 
..... 
f fato em todo o Brasil, e a imprensa 
nacional registra isso, qus o Partido dos 
Trabalhador.s é modelo do administração pi 
blica, modelo reconhecido e é pelo governo 
federal, indicado polc nriprio governo fo­ 
deral para representar o pais mundo afora. 
E, terminada a eleição municipal em muitas 
cidades brasileiras o resultado é inegável: 
O PT conquistou mais de cem novas prefoitu 
ras, dobrando o- número de il&ninistrnçõcs - 
do cidades no Brasil, numa comprovação ca­ 
bal de que faz bem para o povo trabalhador 
e de que possui apoio popular e aprovação 
da forma honesta e transparente com que gg 
verna. 
A coligação É A VEZ DO POVO, usando de 
seu direito sacramentado pela lei, coloca 
nas mãos da Justiça a responsabilidade de 
rever o processo de apuração dos votos CM 
Porto Murtinho. 
Manifestacões violentas 
I 
em Porto Murtinho 
O pedido de recontagem dos votos, soli­ 
citado pela coligação E A VEZ DO POVO, foi 
entregue ontem pela serventuária do Fórum 
de Porto Murtinho ao Juiz Eleitoral Luiz - 
Carlos de Souza Ataíde, em Jardim, na pre­ 
sença da candidata à Prefeita da coligação , 
~ A VEZ DO POVO, Myrian Conceição Silvestre ' 
dos Santos, acompanhada de seu marido, o 
Procurador de Justiça Heitor Miranda dos - 
Santos, e do Presidente do Diretório Regia 
nal do Partido dos Trabalhadores em Mato: 
Grosso do Sul, Luiz Carlos Bonelli. A re­ 
percussão do pedido de recontagem de votos 
provocou reações ainda mais violentas do 
que as ações jã passadas nas eleições. 
Os partidos integrantes das demais coli 
gações que participaram das eleições em : 
Porto Murtinho estão tendo acesso à cópia 
do pedido de recontagem dos votos ofereci­ 
do pela coligação t A VEZ DO POVO, e têm a 
prerrogativa de manifestar-se a respeito . 
Segundo Bonelli, a recontagem dos votos em 
Porto Murtinho "abre uma expectativa, sem 
dúvida, para o PT, para a coligação E A 
VEZ DO POVO, mas também para os adversários 
considerados vencedores na primeira apura­ 
cão. Há possibilidade do quadro ser rever- jJ 
tido, os indícios de irregularidades são 
idênticos aos de outras solicitações de re 
contagem que já aconteceram ou estão acon 
tecendo. Sendo que existe o caso de direi­ 
to da recontagem ter sido efetivado sem 
que houvesse indicio de irregularidade,ape 
nas com a justiça acatando um direito pre 
visto em lei. A vitória por um voto, por: 
exemplo, motivou a recontagem nas cidades 
de Dilermano de Aguiar(RS)' e Jataizinho(PR) 
Ao pedido de recontagem de votos foram 
anexados os panfletos, apócrifos, distri­ 
buídos durante a campanha eleitoral - ori 
ginais com conteúdo difamatório, explicitã 
mente intencionados a exercer uma influên. 
eia negativa sobre a opinião do eleitor a 
respeito da candidata da coligação E A EZ 
DO POVO passível de denegrir sua imagem - 
através das afirmações de caráter mentiro­ 
so e ofensivo. _(AI) 
atado o d»presrio, 
incentivando as atividades dtioas 
r 
t 
r 
Sempre, por uma Porto Murtinho mehor 
:1

Escolas precisam lutar pela 
qualidade da Educação 
AQUI DAUANA-MS - "A qualidade 
na educação representa um de'­ 
fio do qual não podemos fugir • 
Ou elevamos seu padrão em nosso 
País ou continuaremos nos últi­ 
mos lugares na lista da Unesco 
no quadro internacional", adver 
tiu a deputada federal Marisa= 
Serrano (PMDB), ao falar sobre 
o tema para os professores da 
cidade de Aquidauana. A parla - 
mentar lembrou que apesar da 
preocupação com a questão não 
ser recente, constando de pla­ 
nos de trabalho dos sistemas de 
ensino programas ou projetos de 
qualificação dos professores,de 
produção e aquisição de materi­ 
ais, melhorias de condições fí­ 
sicas das escolas, os esforços 
não produziram os resultados es 
perados. 	- 
Informações do Sistema Nacio 
nal de Avaliação do Ensino Bási 
co (Sl'EB) do ano passado confir 
maramn esse realidade. Os resulta= Dvp. Marisa Srrano 
dos colhidos em novembro de 1.9 
05, com 124.870 alunos de 1? e 
29 Graus, de escolas públicas e 
particulares de 27 Estados, re­ 
velaram que a compreensão de 
leitura da 3a série (29 Grau) - 
foi de apenas 50,6% e na 2a Sé 
rie (20 Grau) de 43,4%. 0 per­ 
centual de acerto em matemática 
dos mesmos alunos foi de 38,3% 
e 22,2%, respectivamente. 
Marisa acredita que atingir 
as metas da qualidade na educa­ 
cão passem pelo envolvimento de 
todos que formam a Escola. "Qua 
lidade na educação é assunto ma 
is amplo que bom ensino em sala 
de aula. A escola toda se envol 
ve na proposta da educaçãÓ, for 
nan do uma equipe comprometida= 
com o objetivo. Ou todos se en­ 
volvem e se comprometem, ou não 
será possível",. avalia. O papel 
do professor nesse processo tam 
bém foi reforçado pela deputa= 
da. "O compromisso do professor 
Rei da cana financia 
' 
cu 
Luciana Rodrigues Paiva 
Enquanto que o preço do petróleo explo­ 
de pelo mundo, devido a nova crise no Gol 
fo Pérsico, em algum lugar no Brasil ... 
- Ih, ih, ih. Eu não disse pro senhor 
Senador da República que aquele meu prano 
era infaliver ...• 
- Claro, claro meu caro amigo Canasviei 
ro. O senhor realmente, garantiu à todos ... - 
Pois não foi? E esses meninos perden­ 
do tempo, com essas explicações cientifi - 
cas, porque é renovaver, não poluente, ge 
nuinamente brasileiro. Ficam aí com essas­ 
conversa prá boi dormi, e o trem nem faiz 
o serviço e nem desocpa a moita. Sempre 
falei que tem que sê do jeito antigo, 
tua1..· 
- t que meu caro amigo Canasvieira a 
diplomacia faz parte do mundo moderno e... 
- Pode fazer parte, mais não reserve.To 
da minha experiêntia de vida serviu pra ire' 
mostrar que todo home perde a cabeça quan 
do duvidam a sua macheza. Então foi só es 
palhá a noticia de que o Bill crinton dis­ 
se que o Sadã Russen não tem_aquilo roxo , 
pra que ele começasse a sorta umas bombas 
lá no Golfo. E ele disse que não vorta a­ 
trais enquanto que o Crinton não for lá 
ver a coisa de perto ... 
- E com isso o preço do petróleo foi - 
pro espaço. 	. 
- E não foi? E todo mundo vortõ a cor­ 
re atrais do nosso árcol. Vai tê Ferrari - 
movida a_árcol, BMW, Ronda, Limosine. Até 
a NASA tá querendo lançá foguete movido a 
arcol. Ja falei pra eles i atrais do pro­ 
fessor Corsini, lá em São Caarlo. 
Quem sabe ele faiz o projeto lá prã e­ 
les. 
Sim caro amigo, até mesmo aqui em Bra 
sili as coisas mudaram, essa nova crise 
do P ~roleo serviu para acordar os meus 
colegas que dormiram em berço esplêndido. 
- Pois e, num falei ... 
- Bem meu caro amigo Canasvieira mas 
vamos. para o meti vo do meu telefonema. Es­ 
tou ligando para informar que o caro ami­ 
go, por todo trabalho prestado ao setor su 
croalcooleiro e principalmente por ser G 
dono deste plano de revigoracão do Proálco 
ol, o senhor será o convidado especial do 
Prêmio JornalCana 96, que acontece lá em 
Sertãozinho. 	' 
- th, hum. E quantos sacos de açúcar vai 
me custar isso? 
- h meu caro amigo, é o mínimo que po­ 
de fazer, é apenas uma cortesia ... 
- Uhn, não sei não. Esse menino Josias 
não dá ponto sem nó. 
- Pode confiar rreu caro amigo Canasvieira. 
- Tão tá. E por falar em confiá. O Senador fa 
ça-rre o favor de falar para esses meninos lá de Ri­ 
beirão, Piracicaba, Recife, e aqueles lá das ban 
da do Paraná, que eu tô aguardando aquele ajutó 
rio que eles ficaram de me dã, para eu poro pra 
no em pratica. Por que isto não saiu barato não 
viu, me custo aí ins bons saco de açúcar não sa 
bê? 	' 
- Eo, rreu caro amigo, eco ... 
- Eco? Mais qui é que tá fazendo eco? 
- Mil perdões caro amigo. Eu me confundi, 
quem fala eco e rreu caro amigo Bruno Mezenga... 
Bruno Mezenga? 
- Sim, o senhor já 11eve ter ouvido fa 
lar dele, é conhecido por "Rei do Gado" 
- He, he, não é aquele da vaca loca? 
-. Vaca Loca? Desculpe, não estou bem a 
par disto ... 
- Que dizê que o Senador não tá sabendo 
daquele piada sobr os chifre do "Rei do 
Gado"? 
- Não senhor. 
- Ihi, hi, hi, hi, dexa que otra hora - 
eu conto pessoarmente. Mas vortando ao as 
sunto iniciar é bom o senhor não me confun 
dir cam esse Bruno Mezenga, porque eu s6- 
Bendilho Canasvieira ... 
- É claro meu caro amigo, o senhor é o 
"Rei do Cana". 
- tamém já falei que é pra pará com is­ 
S, porque Rei é Deus, e Deus tá no céu. E 
no1s somo tudo cana dos campos do Senhor. 
.- Claro, claro meu caro amigo, mas para 
finalizar nossa conversa, os nossos amigos 
querem saber se o senhor não tem outro pla 
no para fazer com que o preço do açúcar su 
ba no mercado internacional ou para que 
cogeraçao de energia torne um negócio lu - 
crativo? 
- Mais é craro que tenho. Eu não durmo 
no ponto. Vivo sempre em horário de verão. 
O pessoar pode reservá uns bocado de saca 
de açucar pra financiá minhas novas tática 
de guerra. Eles já viram que comigo o negê 
cio_não é nhé, nhé, nhé, não. Quando eu co 
locá estas minhas idéia em pratica v6 ga­ 
nha o PrelllJ.o JornalCana de Líder do Mil - 
nio. 
Me aguarde ... 
( JORNAL DA CANA 
Escritora Bauruense 
Infantil 
, 
e 
não é apenas 'dar conta do neu 
recado', em preparar bem sua au 
la, em procurar transmitir o me 
lhor possível para os alunos. 
Faz parte de seu compromisso de 
professor-cidadão lutar pela 
qualidade geral da educação pa 
ra que ela tenha os requisitos­ 
que a fazem alcançar suas fina­ 
lidades e objetivos". 
Sinteticamente, Marisa defi­ 
niu o bom professor como aquele 
que "vê além de sua disciplina; 
que se articula e trabalha em 
conjunto com seus colegas pro­ 
fessores e com os demais profis 
sionais da educação; que refle­ 
te sempre sobre as finalidades 
e os objetivos da educação e do 
ensino em cujo nível ministra - 
sua disciplina e, nessa refle - 
xão, procura respostas sobre a 
adequação de seu trabalho àque­ 
las metas; que procura aper - 
feiçoar-se em sua dimensão huma 
na e profissional". 
sucesso 
MARINA MONTEIRO CARDOSO ESCREVE LIVROS 
DIDÃTICOS E PARADIDÃTICOS E TEM COLEÇÕES A 
DOTADAS EM ESCOLAS DE 10 GRAU. - 
Trinca anos de experiência como professora na 
pré-escola e pelo menos duas coleções de livros f!! 
fantis adotadas em escolas de primeiro grau. Foi - 
com esse currículo que a escritora bauruense Mari­ 
na Monteiro Cardoso chegou ã "14i! Bienal Interna­ 
cional do Livro", que aconteceu em São Paulo no 
mês passado. 
Lá, foi cercada por crianças que queriam ga 
nhar autógrafos e ouvir a escritora contar a histó 
ria de sua mais recente produção editada pela FTD, 
"A Bruxa que Roubou o Sol", que a levou ao evento, 
A obra se encaixa entre as produções paradidát1 
cas que Marina já fez e aborda temas de educac.io - 
moral e o dia-a-dia através de contos de fada. "Te 
nho obras infantis didáticas, que podem ser adota­ 
das pelas escolas, e paradidãticas, que não neces­ 
sar1amente precisam ser adotadas", diz ela. 
Na história, a vida feliz de uma floresta é f!! 
terrompida pela maldade de uma bruxa infeliz, que 
esconde o Sol com suas bruxarias para acabar com a 
alegria de todos. "Ao roubar o Sol, a floresta fi­ 
ca gelada e aí entra o Lado ecológico da história, 
que mostra como o mundo seria sem ele" conta. 
Além disso, ao contar a história para as crian 
ças, a autora pede para que elas dêa cada uma seu 
final. "f'. uma forma didática de trabalhar. Cada um 
1 
dá seu final e falo sobre como seria se esse fato 
realmente acontecesse". 
Nava Safra - Marina é incansável. Além da prod~ 
cão que já tem editada, atualmente está com u 1i­ 
vro, "O Bicho Papão", aprovado pelo editora Lê, de 
Belo Horizonte, para ser publicado. E, e outras 
três grandes editoras (Melhoramentos, C1a. das D 
tras, Maltese e Ed1ouro), tem obras em fase de 
análise. 
Ensino - A carreira de escritora teve início - 
quando se aposentou.e foi convidada pelo Ibepe 
(Instituto Brasileiro de Edições Pedagógicas), e- 
1.988, para escrever um livro didático. Marina nao 
apenas aceitou o convite, mas chegou com a cole­ 
cão "O Pequeno Aprendiz" pronta. A obra foi aceit
3 
sem rest·riçÕes. 
"É ua coleção psico motora para.pré-priir1o • 
Ela e dividida em etapas. Uma, para crianças de 
quatro anos, a segunda para cinco anos e a últiJl:a 
para seis anos. E trazem exercícios motores que 
envolve7 as disciplinas básicas", diz ela. - 
E1.90, velo a segunda coleção, "Caira±ta Is±rurtva" • 
?",g'o,atemos 4tv44t4os e= _ssuros_diversos para crias-+° 
,, 'à «! Srles pr!irias. "São exercIcfos de_cal!grafia c 
rases sobre temas coo ecologia, poesia e gratica para a 
cr~ça cop!.1r". . 	. 
e ano seguinte, a escritora foi para_a editora Paulus, 07 
e descvolveu ais seu trabalho paradtdittco. ess fase n+ 
cera 'o Mundo do Faz de Conta", "Rabito e Rirão". "O Segre-" 
do Saci" e "Se Eu Fosse a Fada", u a cada ;ls.' 
ora, con povos lvIros prontos para ser publicados, Mar1i 
trabalha co várias editoras, entre elas ETDe Paulus. A1e d 
5PT, faz _palestras nag ésco1as, onde ensina protesseres " 
ut .zar os livros paradIdaticos, 
(OTÃRTO nr !AL'i!!'l

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA • DIÁRIO REGIONAL 9DEOUIBKQ DE 1.9% 
Prefeitura Municipal de Bela Vista o! "o"""" 
Ates da Poder Executivo N" 009/96 .Gabinete do Prefeito Municipal. Port. No 276/96, de 02/09/96). 'todos quanto o presente Edital de Proclap 
Jt:COHP_9RJÇ1'.0 nr: SJLf.TIIO 	n ::;, vircn qu".' ::tp-1.n..;nn ·1r:1"l o D,i-'ll 'il ··1 
RESOLVE: 	tos exigidos pelo Artigo 180 do codiao - 
REVOGAR_ 	Conceder ao Servidor, DELFI!O RODRIFS, Civil Brasileiro, Incisos, I, II e IV o 
R
evogar a Portilrin NQ 253/9G, a'(• 02 cJn Prof"5',0r :.;ív0l 11, Clnr.!H! C, Lotndo nu S" 	l 
- - 	pre' ondem se casar: 
Agosto de 1996, onde concede 1o Servidor, cretaria de Educação, Incorporação de Sal. OSVALDO ARGUFLHO CARDOSO o NAIR cor":] 
pÉLFINO_RODRIGUES, Prof0sor Nível I, Clas rio do Cargo em Comissão de Diretor de Es- CA DE OUZA, brasileiros, solteiros, re- 
GC, Lotado na Secretaria do Educação, Ih cola, no Serviço Público Municipal. (Port. identes e domiciliados nesta cid.de, 
corporação de Salário do Cargo em Comissão No 277/96, d0 02/0
9
/9
6
). 	le natural de Caracol-M., comerciante , 
LICENÇA_PREMIO POR filho d Policarpo Cardoso e Dona Eva 
"RÉS MESES 	Natividade Arquelho Cardoso; ela, nat - 
ral de Bela Vinta-MS., Serven uária ao! 
Justicç, filha de Nadir do Souza Dona 
Edito Coenqa de Souz. 
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taria de Viacão e o:: 
bras, Referente ao 
Período de 95/96 a 
partir de 02/09/96 à 
01/10/96. (Port. NO 
279/96 de 02/09/96). 
StRVULO PEREIRA - 
BAMBIL, Auxiliar de 
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tado na Secretaria - 
de Administração, Re 
ferente ao Período:: 
de 94/95 a partir de 
10/09/96 à 09/10/96. 
(Port. NO 280/96 de 
10/09/96). 
IZABELINO PERALTA, 
Vigia, Lotado na Se­ 
cretaria de Adminis­ 
tração, Referente ao 
Período de 94/95 a 
partir de 16/09/96 à 
15/10/96. (Port. NO 
281/96 de 16/09/96). 
ODGAR LARANJEIRA 
GUTIERRES, Motor is ta, 
Lotado na Secretaria 
cte Viação e Obras 
Referente ao Período 
ele 95/96 a partir de 
23/09/96 à 22/10/96. 
(Port. NO 282/96, de 
23/09/96). 
POMPILIO FERNAN - 
DES, Continuo, Lota­ 
do na Secretaria de 
Administração, Refe­ 
rente ao Período de 
93/94 a partir de 
23/09/96 à 22/10/96. 
(Port. NO 283/96 de 
23/09/96). 
SANDRO JOSt PIS - 
SURNO DE TOLEDO, A 
gente Administrati ~ 
vo, Lotado na Secre­ 
taria de Educação , 
Referente ao Período 
de 95/96 a partir de 
23/09/96). 
CUMPRA-SE 
Gabinete do Prefeito 
aos, 30 de Setembro 
de 1996. 
Abraão ArmOa Zacarias 
Prefeito Municipal 
Produtos 
Agrícolas 
e Veterinários 
Bela Vista ~ - Tunp:JS. 
Personalidades 
Homenageadas em 
Sessão Solene e 
Mostra de Artes 
várias personalidades foram homenagca - 
das na manhã de ontem (08/10), em sessão 
solene e na abertura da XII Mostra Guaicu­ 
ru de Artes Plásticas. Os eventos ocorre - 
ram no Plenário e no Saguão da Assembléia 
Legislativa. 
No Saguão da Assembléia Legislativa foi 
aberta oficialmente a XII Mostra Guaicuru 
de Artes Plásticas, em sua primeira edição. 
A Mostra ficará aberta ao público até o 
dia 18 de outubro, conforme informou Jonir 
Figueiredo, curador do Movimento Cultural 
Guaicuru. 
Na abertura, diversas personalidades 
que ao longo dos anos vêm incentivando ma­ 
ni ':estações artísticas e culturais foram 
honenageadas com Diplomas de Honra ao Méri 
to. 	- 
Os homenageados são Otávio Gonçalves Go 
mes (in memorian), representado pela espo­ 
sa, Neuza Gonçalves Gomes. Ele foi poeta e 
escritor. 
Também receberam o Diploma os Deputados 
Paulo Estevão, Cícero de Souza, Waldir Ne­ 
ves e Roberto Orro, Presidente da Assem - 
bléia Legislativa. 
Na solenidade de abertura da Mostra tam 
bém foram homenageados João Ramão Pinto, 
o Jorapimo, artista plástico; Margarida Ga 
leano Roman, jornalista e escritora; Fran­ 
cisco Lacerda, músico e publicitãrio; Ma 
ria de Lourdes Maciel, Professora e Restau ,J 
radora Enodina Hugo Rodrigues, jornalista 
escritora e Presidente da Fundação Barbosa 
1 
,. 
Rodrigues; Maria da Glória Sá Rosa, escri- j 
tora e pesquisadora; e Darci Ribeiro, an - 
tropólogo e Senador da República. 
ORDEM DO 
MÉRITO LEGISLA TIVC 
Ainda na manhã do dia 08, em sessão so­ 
lene realizada no Plenário da AL, foi home 
nageado com o Diploma da Ordem de Mérito= 
Legislativo, Ruben Alberto de Castro Pin­ 
to. 
A homenagem foi concedida através de 
·Projeto de autoria do Deputado Maurício Pi 
carelli. 
Participaram da sessão o Senador Levy 
Dias, Secretário de Segurança Pública, Joa 
quim Filipe, e o Presidente do TJ, Desem - 
bargador Marco cândia. 
Lugar Pitoresco e Agradável 
Atendimento Qualificado 
VISITE-NOS 
Av. Duque de Caxias-

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA DIÁRIO RE GIONAL 
râmara é Notícia e lnform.ação 
lefirada de animais e conserto da 
a Estacão de Tratamento de Esgoto 
I 
Através de indicação apresentada à Mesa 
da Camara Municipal, na sessão ordinária desta 
terça feira, dia 0, o Vereador Marcos Barbosa, 
do PFL, pediu o encaminhamento de expediente 
ao Diretor Administrativo do SAAE, solicitando 
providê11cin:; urgentes no sentido de ser 
rovidenciada a retirada de animais e o conserto 
da cerca do terreno onde está localizada a estação 
de tratamento de esgoto, no bairro da Cancha. 
O Vereador alerta em sua indicação que 
tal providências fazem-se bastante necessárias. 
considerando que a permanência de animais na 
área da estação de tratamento podem vir a causar 
sérios danos às instalações da mesma. 
'.JU 
m frente ao 
ão Geraldo 
O Vereador Israel Chamorro da Rocha, Colégio Municipal São Geraldo, no Bairro Água 
cm indicação endereçada no Presidente da Doce, salientando a grande necessidade desse 
TELEMS, reivindicou a instalação de um importante meio de comunicação para os 
telefone público tipo "orelhão", cm frente ao moradores daquela região da cidade. 
Congratulações ao Prefeito e Vice 
eleitos no último dia 03 de Outubro 
O Vereador Marcos Barbosa, foi autor de 
uma moção de congratulações endereçada ao 
Prefeito eleito de Bela Vista, José Garibaldi da 
Rosa Neto e no Vice-Prefeito eleito, Dr.Geraldo 
Pinheiro Murano, parabenizando-os pela 
expressiva votação que receberam nas umas. no 
último dia 03 de outubro, cujo significado maior é 
Também de autoria do 
Vereador Marcos Barbosa r 
(foto), foi apresentada à ; 
Mesa da Câmara Municipal 
Moção de Congratulações 
endereçada aos Vereadores eleitos 
no pleito do ultimo dia 03 de 
Outubro. sendo eles: Dr.Renato de 
Souza Rosa, Luiz Alexandre 
Loureiro Palmiéri, Emando Gasco, 
José Ayres Cafure, Ildefonso 
Pinheiro, Isabela de Moraes 
Pinheiro Murano, Pedro Martins 
Filho, Getulio Lino Filho, élio ' 
Diório, Israel Charnorro da Rocha 
e Jouo Kalife. 
Em seu expediente, '. 
Marcos Barbosa salienta que 
"estas pessoas foram escolhidas 
pelo povo para representara 
população belavistense na Câmara Municipal, 
tenho certeza , a decisão do povo foi sábia e 
a verdadeira consagração pública 
"Que Deus lhes dê inteligência e sabedoria 
para enfrentarem a grande responsabilidade de 
administrar Bela Vista até o ano 2.000, 
construindo aqui uma cidade verdadeiramente 
moderna, humana e feliz", diz a Integra da 
Moção do vereador Marcos Barbosa. 
será retribuída com muito trabalho e dedicação 
dos novos edis". 
a sessão ordinária da Câmara Municipal Alexandre Loureiro Palmiéni, João Kalife, élio 
desta semana, a Presidente Orlanda Freitas dos Diório e Israel Chamorro da Rocha. Orlar 'a, 
Santos e os Vereadores Roncy Moraes imões Marcos e Roney também congratularam-se com 
e Marcos Barbosa, usaram a Tribuna para o colega Geraldo Pinheiro Murano, eleito Vice­ 
parabcnizarem os colegas que foram reeleitos e Prefeito e que a partir do ano que vêm também 
vão continuar como representantes do povo no continuará na vida pública, agora como membro 
Legislativo Belavistense, que são eles: Luiz do poder Executivo Municipal. 
NÍMIA Confecciones 
., ..... 
confecães para homens, mulheres e crianças 
WHAALDREN 
LEECOOPER 
Representante: 
PARECER Nº 006/96 
Autor: Comissão de Finanças e Orçamento 
Os Vereadores que abaixo subscrevem, integrantes da Comissão Permanente 
de Finanças e Orçamento desta Casa Legislativa, analisando os Balancetes Mensais 
da Pr!feitura Municipal dos meses de maio ejunho/96, e 
Após estudos dos referidos Balancetes em apreciação, a Comissão opina 
FAVORAVELMENTE aos mesmos. 
É O PARECER. 
Sala das Sessões, 12 de Setembro de 1.996. 
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JORNAL 'TRIBUNA DA FRONTEIRA - DIÁRIO REGIONAL 2 DE OUTUBRO DE 199 - PÁGINA 
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l'~evisão); Luxo B (Banheiro, Ar-Co::ionado, Televisão e Frigobar); 
Suíte (Conjugado para 5 pessoas com ar/TV/Frigobar e Banheiro) 
... 
.ó,; 
ig 
(J_ 
1. 
iba

PANORAMA 
±3ONTEIIA : DIARIO REGIONA o DE OUTUBRO DE 194 • 	PAGINA • c8 
JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA DIARIO REGIONAL 
o cosmos e seus 
Habitantes 
JARDINENSE 
IAUGURJNDO 
Nesta sexta-·feira será inauqu 
rada a Floricultura Jardim, no 
Residencial MOA, próximo a Rodo 
viária local. Vale apena confo­ 
fira super promoção de inaugu­ 
ração: Floroo, mudas, plantas 
ornamentais, vasos, coroas' e 
ainda, a melhor decoração para 
sua festa ... 
NOS BASTIDORES 
Está circulando um Ti-Ti-Ti 
nos meios políticos, dando con­ 
ta de que a futura 10 DIMA, Dei 
se Monteiro, não vai assumir a 
direção do Pronav, porque não - 
sabemo 
Pode? 11 
ABUSO I 
t isto mesmo, nas eleições - 
deste ano aconteceu de tudo.Mui 
tos "Cabos, Sargentos Eleitora­ 
is" do PMDB, circulavam nas ves 
peras das eleições com um Poli­ 
cial PM, abordando os adversári 
os. Não era preciso este abuso: 
ABUSO II 
Um candidato a vereador quan­ 
do circulava na periferia da ci 
dade foi perseguido, depois a­ 
bordado e revistado por outro - 
candidato e um PM, no bico do 
38 que agora terá que se expli­ 
car na Justiça. 
VALE TUDO 
Outro cabo eleitoral tentou 
impedir a distribuição de pico­ 
lés e acabou se dando mal com - 
os populares, quase foi apedre­ 
jado. Naquele clima quente um 
picolé sempre é bem vindo. 
GUIA LOPES 
O Prefeito Eleito em Guia Lo 
pes da Laguna Elizeu dos San- 
tos desde já está trabalhando 
no seu plano de Governo, anali­ 
sando as prioridades. Parabéns 
Guia Lopes. 
COMEMORANDO 
Os papais Valdenir e Mar lene 
estão muito felizes com sua ma­ 
is nova filhinha. A linda Tayna 
ra. Parabéns Ili li li li 1 - 
ANIVERSARIOU 
Parabéns à pequena Mayara 
que no última semana completou 
2 aninhos. 
TAMBÉM 
Trocando idade neste dia 09, 
o amigo Dionísio Brites. Felici 
dades ... 
PREFEITO 2.000 
Recebendo uma espresiva vota 
ção nesta Última eleição, Apoli 
nário Adames de Souza já lançou· 
a sua candidatura para Prefeito 
no ano 2.000, se tornando uma 
grande liderança na Região, in­ 
clusive sendo parabenizado pelo 
ex-governador Pedro Pedrossian, 
que se tratando de Política é 
muito respeitado. 
DESTAQUE 
Vale destacar a iniciativa - 
do Produtor Rural Alceu Zanata, 
que pretende investir também em 
nosso Município no Setor Indus­ 
trial. 
Nosso Município precisa de 
GENTE QUE FAZ, será bem vindo. 
Orro sugere definição por 
■, ■
critério 
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programáticos 
O deputado Roberto Orro 
(PSDB), Presidente da Assemblé­ 
ia Legislativa, afirmou nesta - 
terça-feira, dia 08, que espera 
uma discussão em torno de crité 
rios programáticos para definir 
~ a postura do PSDB no seguno,) 
turno das·eleições compogranden 
ses. Orro rechaça entendimentos 
norteados por barganhas de car­ 
gos e prega compromissos dele­ 
genda com a candidatura mais a 
finada com as prioridades do Mu 
nicípio. "Campo Grande é uma cI 
dade para ser pensada de forma­ 
maiúscula. Não se trata simples 
mente de optar por Andre ou Ze­ 
ca, mas de interpretar com sabe 
doria e responsabilidade o que­ 
deseja a população", frisou. 
Orro reconhece que dentro do 
PSDB há simpatias pelos.dois 
candidatos que chegaram ao se 
gundo turno e admite até a hip DEPUTADO ROBERTO ORR.O 
tese futura de o partido não to da campanha, cone as duas car-r'i­ 
mar uma decisão conjunta e for- daturas finalistas e elogiou o 
mal. "Mas não podemos deixar de nível da postura dos postulan - 
disc·1tir o processo, já que o tes. O deputado festejou o de 
PSDE está sendo cortejado por sempenho do PSDB ao eleger cin­ 
dois candidatos e um deles será co vereadores. "Nosso partido - 
Prefvito da Capital. Nosso par- está em evidente estágio de 
tido tem responsabilidade das crescimento e com as cadeiras - 
quais não pode fugir, notadamen conquistadas nas prefeituras e 
te neste momento que o sistema Câmaras poderemos popularizar 
democrático é coroado". De acor ainda mais as nossas propos - 
do com o Presidente da AL, a - tas". Orro destacou também o es 
questão está sendo analisada pírito público dos aliados que 
com maturidade e bom-senso pelo dão sustentação ao governo esta 
Diretório, presidido pelo Sena- dual, lembrando que esse compor 
dor Lúdio Coelho, e demais lide tamento foi importante para 
ranças. 	Governo enfrentar a crise e ter 
Sobre o resultado em Campo- tranquilidade para concretizar 
Grande, Orro assinalou que o a- as negociações em Brasi - 
leitor se identificou, ao longo lia. 
+ Lucas Card. Moreira Neves,_O.PR. 
Í 
- S 1 lb Jl l d "-·,rlch quC' n~o dc:ix,i:n d1ivicl.1~ s,1- 
A estão Steven ip e erg e (o an tne 	e 
bre o interesse despertado pelo tema. Seus fIlmes, "Encontros imediatos d 
39 Grau", "E.T." e "Independance Day" atraem, em todo o mundo, centenas de 
milhares de espectadores fascinados pela fdéfa de que existem outros plane 
tas não só dotados de fomas inferiores de vida, mas habitadas por seres , 
possivelmente maia desenvolvidos do que os terráqueos. 
A acreditar nos estudiosos e críticos de cim·m.,, eatca filmes refletem 
os contratantes sentimentos dos terrestres: ou a aceitação do mútuo conhe- 
cimento e diálogo com um extraterrestre Ingénuo, amável, curioso do que 
é nosso e objeto da nossa curiosidade, ou o medo e a repulsa em fase da 
invasão de uma horda vinda do espaço, aneaçando o 4 de Julho. 
Os filmes, os artigos de capa em revistas de grande tiragem, as obras - 
de pesquisa sobre fragmentos de meteoritos e sobre vírus ou de ffcçao cien 
t!fica levam muitos leitores à pergunta: quê pensa a igreja Católica, co:ro 
mestra na fé, sobre a existêncio, não só da vida, mas de habitantes em ou 
tros planetas da nossa galáxia ou de outras no universo? 
A resposta deve ter em conta uma premissa que convém recordar. ~ que, - 
sendo a questão da vda e dos possíveis habitantes em outros planetas um 
capítulo da ciência mais ampla, que é a das origens do Universo (cosoogo 
n1a) e sua duração (cosmologia), naquela como nessas o dado do fé ou da re 
ligião não pode ser discrepante nem antagônico com relação ao dado ctetf­ 
fico. Um pode diferir do ~utro por causa do diferente prisma ou diferenre 
ponto de vista, pode até um confortar ou reforçar o outro, mas não opcr-se. 
Em outros termos, e a título de exemplo, o dado da fé sobre as origens,tal 
como se contém no livro bíblico do Gêneses, se é lido corretamente, não - 
pretende ensinar sobre quando (em que época geológica) ou·como (em quanto 
tempo) fora criados os céus e a terra. Ensina sobre Deus como Criador de 
todas as coisas. Por isso, os seis dias da criação, expressão simbólica e 
imaginária da linguagem de um povo e de uma cultura, não se chocam com as 
afirmações da ciência a respeito dos milhões de anos da formação do Univer 
so - a menos que se queira fazer da Bíblia uma leitura literal e fundamen­ 
talista. 
Dito isto, da leitura dos autores que tratam da questão atendo-se a pa­ 
râmetros rigorosamente científicos, transparece uma grande cautela e parei 
mõnia em afirmar a eventualidade de outros planetas habitados. Há entre os 
físicos e astrõnomos maior tendência a admitir a existência de vida e mes- 
mo de seres inteligentes em outros planetas - observa um estudioso-, en - 
quanto entre os biólogos há maior reticência. Esta provém do exame das co 
diçÕes indispensáveis para que a vida surja e consiga durar em determinado , 
ambiente: possibilidade de metabolismo e, portanto, existência de matéria 
orgânica cujo principal fator é o carbono; existência de água em estado - 
não sólido ou gasoso, mas líquido; existência de atmosfera de oxigênio.O:lm 
isso, excluem-se as estrelas, centenas de bilhões de estrelas, incapazes - 
de acolher seres vivos; só os planetas, neste sentido, são habitáveis, Co­ 
nhecendo, porém, somente um punhado desses, estão os cientistas incapacita 
dos de dizer quais são habitáveis. Podem menos ainda de identificar os re­ 
almente habitados, se é que existem. Por essa razão, a ciência se u:ostra - 
sóbria e precavida ao afirmar ou negar a existência de outros astros habi­ 
tados. 
Não menos sóbria deve mostrar-BP. a teologia e a doutrina religiosa en - 
quanto tem por fundamento primeiro e decisivo a Revelação e a fonte da Re­ 
velação que é a Palavra de Deus na Bíblia e na Tradição. 
Em nenhum dos 6J livros que compõem o cânon das Escrituras encontra-se 
um Único versículo que afirme, explícita ou implicitamente, a existênc-~ , - 
em outros astros de seres iguais, semelhantes ou equiparáveis ao homan. A l 
Revelaçao divina, portanto, tal como ela nos foi transmitida e nós a ccnhe 
cernas e acolhemos, se circunscreve à humanidade; refere-se, também aos se: 
res angélicos, deixando claro, porém, que esses puros espíritos não são l 
mitados nem condicionados por conjunturas de natureza cósmica ou sideral. 
Qualquer pronunciamento de caráter bíblico-teológico tem de fazer-se,por­ 
tanto, no condicional: "Se existem habitantes em outros planetas, então...' 
Tal pronunciamento se reduz na prática a duas afirmações: uma na ordem 
da criação; a outra, na ordem da redenção. 
No plano da criação a fé afirma que onde a ciência alcançar, quer no 
plano do infinitamente grande - das galáxias-, que no domínio do infinita 
mente pequeno, tudo é criação de Deus por meio do seu Verbo, "no qual foi 
criado, tudo o que foi criado", Nenhum ser está fora da onipotência criado­ 
ra do Pai e do Filho no Espírito-Santo. 
No plano da redenção, há uma questão suplementar: os habitantes dos 02 
tros planetas, se existem, cometeram, à semelhança do homem, algum pecado? 
Precisaram ou precisam da redenção? A resposta da Revelação é uma só e 1n 
dubitavel; o Verbo e Filho de Deus entrou na história não só do planeta 
Terra e da sua humanidade, mas na história de todo o Universo criado. Onde 
quer que haja necessidade, aí está presente a sua encarnação redentora. E 
onde quer que tenha ag1do, o pecado, seu precioso Sangue derramado na cruz 
e capaz de resgatar e purificar. 
O Deus que tudo cria, tudo redime e regenera, tudo diviniza por seu Fl 
lho muito amado - eis a resposta a todas as indagações. 
DOM LUCAS MOREIRA ?<C:VES Ê CARDEAL ARCEBISPO 
DA BAHIA. PRIMAZ DO BRASIJ .. <: PRESIDENTE DA 
CNBB. 
ssociação Ie Moradores daBaixa 'orinthiana 
CONVOCAÇÃO 
O Presidente da Associação de Moradores da Baixada Co­ 
rinthiana, na pessoa do Senhor Julião Godoy, comunica à 
todos os moradores do Bairro e interessados, para que a­ 
presentem sua chapa_para concorrerem à eleição desta A 
sociacao, que será realizada no dia 20 do corrente 
mes á partir das. 8:00 horas da manhã, com encerra­ 
mento as 17:00 horas. Os interessados deverão apresen "­ 
tar sua chapa até o dia 13 do corrente, na residência do 
Presidente da Associação. 
Certo de vossa atenção subscrevo-me Atenciosamente, 
JULIÃO GODOY 
PRESIDENTE 
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