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DIÁRIO REGIONAL - ANO: XXIV • N° 1.795 - SÁBADO, 23 DE NOVEMBRO DE 1996 • FUNDADOR: IVALDO PEREIRA - R$ 1,00 
Ladrão leva 
Emenda de Sperafico 
beneficia· Bela Vista 
A grande maioria das emendas 
apresentadas pelo Deputado Federal Dilso 
Speralico (PMDB-MS), nn Comissão , 
Mista de Planejamento, Orçamentos 
Públicos e Finanças prevêem ,investimentos 
nos setores da saúde, educaçãÔ, transporte 
e infra-estrutura. ' 
Na opinião do Parlamentar, o 
Governo Federal deve priorizaram sua ação 
no sentido de melhorar o atendimento 
nessas áreas e favorecer o desenvolvimento 
social. "Não é possível pensar em outros 
investimentos, enquanto que o cidadão 
brasileiro não tem direitos básicos, como a 
saúde e a educação, assegurados", 
argumentou Sperafico. 
BELA VISTA 
Visando promover a política de 
Saneamento Básico cm Bela Vista, Dilso 
Sperafico apresentou proposta para a 
ampliação da infra-estrutura hídrica na 
cidade, ou seja, a ampliação da rede de 
esgotamento sanitário e o escoamento de 
águas pluviais. 
Segundo o Deputado, a apresentação 
da emenda atende as reivindicações das 
comunidades. " grande maioria das 
cidades brasileiras não dispõem de 
saneamento básico compatível com o 
Deputado Dilso Sperafico 
número de habitantes, esta proposta visa dotar a localidade 
com maior infra-estrutura", disse ele. 
Os recursos estão sendo obtidos através da emenda 
ao Orçamento Geral da União de 1977. Além dessa 
emenda que beneficia o cidadão de Bela Vista, outras 
favorecem os Municípios de Antonio João, Cassilândia.' 
ete Quedas, Eldorado, Nova Andradina, ovo Horizonte 
do Sul, Chapadão do ul, Amambai, Dourados, Ponta 
Porá, Laguna Caarapa e Naviraí. 
, 
Jardim - O elemento 
Ronildo Antunes Pereira, 22 
anos, vulgo Piroco, velho 
conhecido da Polícia, preso 
várias vezes por prática de furto, 
levou um tiro na perna, na região 
do joelho, no último dia 
15.11.96, por volta das 17:30 
horas, quando andava na rua Rio 
Grande do Sul. 
Piroco deparou com 03 
homens encapuzados todos 
armados, possivelmente com 
pistolas 9 mm, cal 38 e de 
imediato foram disparando fogo 
contra Piroco, que saltou de sua 
bicicleta e saiu rolando e quando 
foi atingido no joelho se passou 
por morto; foi quando os 
pistoleiros fugiram. Piroco em 
depoimento a Polícia alegou que 
vinha recebendo ameaças, desde 
quando pela última vez que foi 
preso, denunciou em um 
programa de Rádio e a Policia 
nesta cidade, o envolvimento 
dos traficantes Adevaldo e 
Magno de tal, como sendo os 
principais distribuidores de 
maconha na cidade. Píroco 
acredita que o atentado pode ter 
partido dos traficantes. A Policia 
Civil está investigando o caso. 
ExplosãodeAvião Estudante do MS 
considerado o 
melhor do mundo 
egundo noticia publicada no Correio do Estado. um avião 
monomotor. prefixo PT-KPU, caiu e explodiu no Pantanal a seis 
quilômetros da pista do Aeroporto Internacional de Corumbá, 
depois de levantar vôo da localidade conhecida como Mandioré, 
no Pantanal, com destino a Campo Grande. A aeronave estava 
com quatro pessoas a bordo. que conseguiram sair cinco minutos 
antes da explosão. O piloto Paulo Roberto Bruziena e o Prefeito 
eleito do Município de Antonio João, Dácio Queiroz, tiveram 
apenas ferimentos generalizados. 
O mecânico Mário de Oliveira Braga não teve a mesma 
sorte e teve fraturas graves no rosto e cabeça. Ele foi submetido 
a uma cirurgia bucomaxilar, no Prontomed da Santa Casa de 
Campo Grande, onde está internado, depois de aguardar durante 
quase 20 horas nessas condições, desde a hora do acidente até o 
momento de ser atendido pelos médicos. Primeiramente ele 
Passou por uma clinica ortopédica localizada na Avenida Mato 
Grosso, mas devido ao estado cm que se encontrava foi 
ransportado para o Prontomed em ambulância do Hospital. 
Também ferido grave, Antonio Carlos Derzi, sobrinho do 
ex-Senador Rachid Saldanha Derzi, foi operado para tratamento 
de fratura na clavícula, ficou internado na clínica da Aveni
d
a 
Mato Grosso. Ele evitou visitas, acatando recome
nd
ações 
médicas 
• Existem poucas informações sobre o desastre. O piloto 
desapareceu logo após ser liberado pelos médicos e não apare--U 
em mesmo no Aeroporto, onde poderia ser detido e encaminhado 
até O Departamento de A viação Civil, para explicar às autori
da
des 
0 
motivo de não fazer o plano de vôo, o que é considerado falta 
!ave e portanto haverá punição, conforme garantiu um dos 
funei A:. 	·identificado. (corso do Eado» 
onaros do DAC, que preferiu não ser i« 1a0O .' 	e 
.., 
O estudante do curso de 
Letras do Centro Universitário 
da Universidade Federal de 
Mato Grosso do Sul - UFMS, 
.de Corumbá, José Gomes 
Pereira, é considerado o 
melhor do mundo deste ano. A 
consagração decorreu do 
Concurso "Indomitablo 
Thayfoons" promovido pela 
Liga orte Americana de 
Estudantes. 
Sua dedicação nos 
estudos levou o Ministério da 
Educação a indicá-lo para 
participar o concurso - que 
traduzindo para o Português 
significa "Tufões 
Indomáveis"- juntamente com 
alunos do mundo inteiro. 
Pereira obteve a insuperável 
marca de 1.018 notas dez. 
Pelo reconhecimento do 
mérito conferido ao estudante 
corumbaense, a Assembléia 
tlro_na perna e 
acusa traficante 
Legislativa aprovou na sessão 
da última quinta-feira, uma 
Moção de Congratulações de 
autoria do Deputado Estadual 
Paulo Estevão (PTB). 
Ao justificar a 
propositura, o Deputado 
destaca a "inteligência 
privilegiada do aluno, 
sobretudo o empenho nos 
estudos, mesmo diante das 
dificuldades enfrentadas 
decorrentes de movimentos 
grevistas do entro 
Universitário de Corumbá e de 
outras situações desfavoráveis 
ao bom andamento do ensino 
público". 
Atualmente, Jsé Gomes 
Pereira se dedica na orientação 
de uma turma do 2° Grau da 
Escola Dom Bosco. Sua 
pretensão, após concluir os 
estudos, é continuar se 
dedicando na área educacional. 
CONVITE AOS DIRIGENTES DE CLUBES 
, 	• 	±. mntrase em completo 
Considerando que a liga Esportiva Belavistense eno 
abandona: 
' 	Ó . d Desporto na cidade 
Considerando que trata-se do rgao Mater 
0 
de Bela Vista· 	• • ó · 
e 
. • 	- d I no acordo qao o rgao 
0ns1derando que alguns Desportistas estao e P e 
hecesei' 	' ... ;OLVEM0S:. • 
"la com urgência de sua reestruturação: RES(' 8, 28/11/96 
• 	:. 1ara que no Ma '' 
a,,,_ "idar os senhores dirigentes de equipe "",, + Rua Barão do 
,,""Pm de uma reunião ara tratar de sua reatar"", 44aos os assuntos 
ino, antiga Sorveteria do Brum, onde, resolveremo Certos de seu 
Pendem 	. 4 20.00 horas. 
e,,, " sua normalidade, precisamente à .,consideração ao pedido 
decimento, apresentamos nossos votos de e
st
ima { 
ora 'mmulada. Respeitosamente, CELESTINO JAE 
CÂMARA MUNICIPAL DE BELA VISTA- Resolução N" 014196 
"Cria Comissão de Inquérito. e dá outras providêncillS". 
A Presidente da Câmara Municipal de Bela Vista, MS., no uso de 
suas atribuições legais, Decreta e Promulga a seguinte rcsoluça°o: 
Ar.I- Fica criada Comisso Parlamentar de Inquérito, para apurar 
irregularidades contidas no Requerimento N 024/96 de autoria do Vereador 
Marcos Elias Rios da Cruz 
Parágrafo único - Compõe a presente Comissão os Vereadores: Nelio 
Diário(PMDB), Marco Rondon (PPB), Luiz Alexandre L. Palmién (PFL) 
Ar2- A Comissão terá 15 (quinze) dias à contar desta data. para 
apresentar Parecer à Mesa da Câmara 
Ar.4°, Esta Resoluçlo entra em vigor na data de sua publicação, 
revogadas as disposições em contrário. Sala das Sessdes, 19/Nov/1996 
0rlanda Freitas dos Santos- Presidenta Marcos Elias Rias da Cruz- 1 See 
DOF atuante, 
respeitado e admirado no 
Sudoeste e fronteira 
Missão de Adib 
agora é na Câmara 
O Departamento de Operações de Fronteira- DOF - ex-Grupo 
de Operações de Fronteira -GOF - subordinado à Secretaria de 
Segurança Pública, atualmente sob o comando do Ten. Cel. (PM) 
Nilton Tadeu Ferreira, vem desenvolvendo com brilh ismo, 
responsabilidade e competência suas atividades não só na ião da 
Grande Dourados mas cm todo o Sudoeste e Fronteira.. 
Temos visto cartazes, folhetos, até "out dons" com e 
à volta do Cel. 
Adib Massad à 
chefia do DOF, 
afastado quando foi 
acusado da 
eliminação de 
marginais por uma • ___./ 
reportagem do 
SBT REPÓRTER. 
O caso foi apurado 
em inquérito pela 
Corregedoria de 
Polícia que nada 
constatou e 	r 
posteriormente o Adib; Vereador mais yotado ena. r3dos 
Ministério Público pediu arquivamento do pro.:esso. Lemos. 
também, nos últimos dias, algumas matérias nos jomais destacando 
essa campanha "Volta Adib". 
MISSÃO ACORA É NA CÂMARA. .. 
Estamos muito à vontade para falar do assunto por, .: qvndo 
o SBT REPÓRTER. na reportagem, acusou Adib e o GOF de 
eliminarem marginais. ESTE JORNAL foi o L[NICO a publicar 
maténas defendendo o Cel. Adib e o GOF. 
O atual Chefe do DOF, Cel. Nilton, está desenvolvendo um 
trabalho à altura das necessidades da população fronteiriça. !i.:ll 
comando é atuante e respeitado, cumpre suas missões dentro das 
prerrogativas que a Lei lhe faculta, seg,1e rigorosamenlL 
determinações do Sr. Secretário de Segure,, ''5ca • 
conseqüentemente, do Governador do Estado. Co..peté. = 
Responsabilidade, não só perante o povo da Região, mas, sobretL, 
perante à opinião pública nacional. 
OCel. Vilton é militar de carreira, ex-Oficial do J O" RCMec. 
ingressou na Polícia Militar com méritos, possui os mais diversos 
cursos, já provou seu talento, determinação, equilíbrio e fiel 
cumpridor de seus deveres. Afinal, foi o próprio Adib, nosso amigo. 
que o escolheu. Era seu Sub-Chefe. Por muitos anos. 
. Adib Massad possui urna larga folha de serviços prestados, a 
população é grata. tanto que o elegeu o Vereador mais votado em 
Dourados, na verdade ele poderá ser muito mais útil. agora, na 
1 
Câmara Municipal, poderá ajudar o seu DOF no campo das idéias, 
da politica, capacidade, honestidade e inteligência para isto ele 
possui. A MISSAO de Adib é na Câmara e, talvez, no futuro. na 
Assembléia Legislativa. 
. A campanha para a sua volta à Chefia do DOF é digna de 
çlogios, mas de caráter emocional, coisas do sentimento. do carinho 
que o povo dedica a esse valoroso policial, mas, convenhamos. ele 
será muito mais útil na política, e devemos sim realizar campanhas, 
para equipar melhor o DOF, equipar ntos, viaturas., modernização 
e equipe de trabalho, ampliando sua Área de atuacão. 
- E lembrar, também, que o DOF não é o "salvador da pátria" 
dosetordesegurançapública,apeoas, .,,descusbraços,precisamos 
de uma Policia Militar forte, bem eyi.ada e salários em dia, uma 
Policia Federal mais participante n :rea tm1'n n elhorea' l 
e, finalizando, mobilizar todas zs comunidades, olitic e, 
economicamente e culturalmentz:, a=imn conz:guire nos dir 
índice de marginalidade. 
Segurança Pública é respons.'lbilidade :I~ todc a nós. (IP 
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Diário Regional 
Fundado cm 20 de Fevereiro de 1972 
Fundador: lvaldo Pereira 
Diretor Editor: lvaldo Pereira 
Diretora-Administrativa: Maria Estela Velásquez Pereira 
• Redator: Ubaldino Rodrigues 
Reportagens: João Carlos Velásquez, Kencr Lopes Leite (Caracol), André Ávalos 
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E RIAMAR CRUZ E SILVA- Se. Mun. de Saüde de Dela vi 
B, 
  
e

DIARIO REGIONAL 23 DE NOVEMBRO DE 1.996 
' 
Requião quer acabar com 
cont_rabando de cigarro 
Preocupado com a sonegação representada pela venda no 
mercado interno do produto destinado à exportação, Senador 
.,, 
apresenta projeto com novas exigências para os fabricantes 
O Senador Roberto Requfão (PMDB-PR) voltou a mo essas passem despercebidas pela Receita e pela 
denunciar, em plenário, que cigarros brasileiros Polícia Federal". 
originariamente deet'nados à exportação estão sen- Requfão considera vergonhosa essa situação, viE 
do reintroduzidoG clandestinamente no Brasil, cau to que, se consumissem todo o cigarro oficalmente 
sando prejuízos totais superiores ao volume de re= importado do Brasil, os 4,5 milhões de habitantes 
cursos previstos com a arrecadaç~o, no próximo a- do Paraguai seriam todos fu~antes, incluindo-se os 
;-o, da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimen recém-nascidos. 
tacão Financeira). 	- Em aparte, o Senador Romeu Tuma (PSL-SP) criti- 
- Como essas exportações não estão sujeitas a cou o "desleixo" das autoridades com o contraban - 
nenhum tributo, subtraem-se dos cofres públicos o do, e sur,eriu que o Senado convoque empresários da 
!PI (Imposto sobre Produtos Industrializados), que indústria de cigarros para discutir o assunto na 
incidiria sobre o cigarro à alíquota de 3307, e o Casa. Requfão respondeu que, "ao invés de convida­ 
ICNY'S (Imposto sobre Circulação de Mercadorias), cu dos do Legislativo, esses empresários deviam ser 
ja alíquota, no caso, seria de 257, cumulativo co- convocados à uma Delegacia de Polícia". 
mo o IPI. 	ADVERTÊNCIA_ 
Conforme Requião, as exportações de cigarros Para evitar o problema, Requiao apresentou pro 
brasileiros para o Paraguai e demais países do Co eto de Lei prevedo que cigarros e bebidas fabric; 
ne Sul consistem em operações nas quais a mercado- dos no Brasil para exportação não poderão ser ven­ 
ria retorna clandestinamente e muitas vezes nem didos nem expostos à venda no País, devendo a emba 
sai fisicamente do Brasil. Ele sustenta que essas lagem de cada maço e lata de cerveja exibir, obri= 
vrndas vêm crescendo rapidamente nos últimos anos, gatoriamente, tarja vermelha com advertências de 
e~usando inaceitável prrjuÍzo à fazenda nacional. que a venda do produto é ilícita no mercado ín­ 
Em sua opinião, "é inacreditável que operações co- terno. 
Tuma defende ação do 
arte na fronteira Calha 
Trabalho das Forças Armadas no norte do País, apesar da 
falta de recursos, é exaltada pelo Senador, ao antecipar 
pontos do· relatório da 
Com recursos orçamentários reduzidos à metade - 
do que lhe era destinado, o Projeto Calha Norte e 
a única presença efetiva do Est~do brasileiro em 
l 
~ as de fronteira do Pais, disse o Senador 
armp..as are 	• 
Romeu Tuna (PSL--SP), ao antecipar, em plenaro,co 
clusão do relatório final sobre visita de par lamen 
tares à área daquele empreendimento. 
Intesrante da comissão especial do ~ongresso 
destinada a reavaliar o Projeto Calha Norte, visan 
do ao seu revigoramento, Romeu Tuma exaltou o tra­ 
balho ali desenvolvido pelas Forças Armadas, atra­ 
vés dos çelotôes de fronte1ra, "com evidente escas 
~~= de meios". 	- 
U= constatação animadora feita pela comissao , 
segundo Tuma, foi a de verificar que o Projeto Si- 
- - 1idade. Dois radares instalados pcrmi- 
van ja e rea - 	1 
t.em o acompanhamento de aeronaves civis e a oca- 
7 d, 6es clandestinos, atividades que o 
l1zaç20 e av! 
Senador espera sejam feitas complementarmente as 
desenvolvidas pelo Calha Norte. 
Campos pede 
estímulos aos 
remédios à 
base de plantas 
"O RrasIl pesquisa, mas na realidade não fabri­ 
ca comercialmente os medicamentos a partir do m 
prego dos princípios ativos descobertos pelos pes­ 
quis,1dores brasileiros", afinnou o Sen.1dor Julio 
Campos (PPL-~IT), ao cobrar maior atenção das auto­ 
ridades para a biodiversidade brasileira. Ele de 
fendeu a urgente adoção no Brasil de medidas que 
permitam o desenvolvimento de tecnologias e a pro­ 
dução de medicamentos fitoterápicos (prÓduzidos à 
base de_plantas). 
O Senador explicou que, em todo o mundo, vem 
crescendo a utilização de medicamentos fitoterápi­ 
cos, de eficácia cientificamente cocprovada, e c! 
tou como exemplo o fato de a própria Or~ani2ação - 
Mundial de Saúde ter incluído as plantas no :ogra 
ma "Saúde para Todos no ano 2.000". Conforr 11 
.Campos, é também grande no Brasil o núm~ro estu 
diosos interessados no crescimento dessa in. trtã" 
farmacêutica a partir das plantas nativas. 
-A biodiversidade brasileira é uma éas m; • ri- 
cas do mundo. Um sem número de pesquisas a., •taro 
ser o Brasil um dos quatro países mais ricos em 
biodiversidade, sendo o primeiro no número t~ ·al - 
de espécies de organismos, graças à varie da,(~ exi s 
tente nos nossos mais de 3 milhões de quflr±ros 
quadrados de florestas. 
Júlio Campos considera importante i::iforn.~. ao 
grande público que o País está na linha de f nte 
das pesquisas em que se determinam os compor, tes 
químicos das plantas medicinais. 
Debate e não inva!, ão 
fará avançar Refor a 
Agrária, diz Ramez 
"A invasão no é o melhor caminho para soluc1o­ 
nar o problema da reforma agr,Íria, que po<lr> e deve 
ser resolvida por meio do debate política com a so 
ciedade". A declc>ração é do Senador P~-unez Teb,1t 
(PMDB/!S), relator dos trs pro'etos sobre Refora 
Agrária em tramitação no Senado Federal.Tebet di~ 
se que os projetos "são caminhos para diminuir ~ 
Com·1ssa .. o Espec·1al que esteve na área diS
t
ância que temos para uma efetiva Reforma Aeri 
ria, mas nunca podem ser entendidos como a so]u- 
• A vigilância das fronteiras é feita sobre gran- _ao do grande problema que aflige milhões de bra 
des áreas isoladas, de baixa densidade demográfica silciros". 
e diflcil acesso, salientou Tuma, acrescentando Tebet explicou que ainda não entregou o seus - 
que as principais reivindicações apresentadas à co pareceres porque estava esperando a realização r• 
missão pelos oficiais que a recepcionaram relacio- debate, para "tirar deste encor.tro, como estu~ ti­ 
nam-se a recursos para compra de material de cons- rando, contribuição que serão Úteis no aprimoram~~ 
t rução• asfaltamento e recuperação de rodovias e to dessas proposições". Antccipa'ldo aspectos do 
estradas. Além disso, também reivindicam material seu parecer, Tebet acredita que o Hinistério Públi 
- co, "como fiscal da Lei e defensor da socieade,ri 
permanente e de recuperação das instalaçoes dos 
postos de fronteira e das casas de oficiais, sar _ colaborar na solução dos conflitos agrários para - 
• 	que a questão se resolva, colocando ordem no ca1- 
gentos e cabos. 
Apesar de a prestação de serviços sociais nao po". 
ser função precípua das tropas de fronteira, sao Nos debates que reuniu no plenário do Senado 
medícos, dentistas e farmacêuticos militares as os Minis~ros Arlindo Porto da Aericultura, R.o.uJ. 
Únicas presenças do poder público na região, acen- Jungmann, da Refora Ariria, dirigentes dos em--. 
tuou o senador. Outrós Órgãos, como Ibama, Furai e terra e de entidades de empresários e tra~alhado - 1 
Polícia Federal, "vez ou outra" atuar na re res rurais. Tebet viu que "todos estão irma=dos - 
gião. 	na mesma luta em defesa de uma justiç~ social a'e 
tiva no campo e de uma Reforma Agrária justa, hu 
no e cristã para este Pais", dcstzcou. 
VALMIR ACUSA GOVERNO DE 
ATROPELAR O CONGRESSO 
COM MP DA MICROEMPRESAS 
) 
C lo (PTB-DF) afirmou que., renciadÓ, simplificado e favorecido visam fortde- 
Õ Senador Valmir ampe de editar medidas provi cer um universo de 4 milhões de estabelecimentos. 
vendo-se da prerroea"""iuiu regime tributá Responsáveis por 487 do total da producão nac' 
sorias, o r.over.io .edera presas "como quem esta na!, 427 dos salários Pagos, 687 da oferta de mão­ 
rio para micro e yequenas em aplausoS por toda boa de-obra e cerca de 307 do Produto Interno Bruto , 
ivdc por colher os louros eiderou a atitude do go- essas empresas vinham sendo sufocadas pela "ment- 
id 
- ,, 's" Ele cons 	" 
eia neste • a1. • la " projetos de iniciat! lidade fiscali'Sta do Estado brasileiro , disse o 
- i por "atrope r 	- S d 
vemo aet ca, dor José sarney, ja apro- ena or. 
v do Presidente do Sena !
0 
na cãnura dos Deputa, Os dois projetos buscavam mudar um trat2r:1cnto - 
'7acios r.., Casa e em tramitaça 	- injusto, que equiparava prandes e pequenos, ill:pon­ 
tados. 	rojeto que -institui o do as mesmas exigências a uma empresa fam!- 
Para Va1ir campelo, °'' pequenas empresas e liar de fundo "" :;uintal e is empresas de 
tregine tributa rio das ''[amento jurídico dif rande porte. 
o que lhes garante um 
Gilvam aponta efeito 
nos pequenos negócios 
'o. micro • pequenos empesir!os têm um rara s 
louvável iniciativa que est:ularã o crescimento de 
cu nerõcios, através da reucão da cara tr!bu 
·ária e da simplicaço dos roce1ire:tos d reo­ 
"Emento f!scal", afimou o Sndor Glra 7ore 
(PMDP-AP), ao elogiar a me'±a provisória que di 
pôs sobre o reg'me rriburir'o desa erpras Z 
::s°'tui o SIsto 7ater! de P2zme1tos e Con­ 
tributes (S!:'e.). 
Salientando sua ccrdiãc de P>'!ente d ai 
;,:,o mista que analisa a P. C;13 Rores ! 
que essa medida retoma poposte :' tratarenro t 
cil diferenciado para as pequer:s e é'is empr 
rs previsto em projeto de Lei e intcl' do 
·dor José arny. 
Para o Senador, "A medi& pro sria qu omen­ 
ta criação de milhares d 1:o postos de empre­ 
ro" inclui-se no grupo de ir!citivas que ele 'ul­ 
+ merecedoras de aplausos, 
., 
s 
a 
8

JOlZNAJJRlBUNA.DA.fRONTEIRA Diij.RIO_RffiLQ."Lll..L___ 23 DE NOVEMBRO DE 1.9% hGlNl...· _Q-! 
vat@i@sê si@mi@13/...em " .• 
IS 110 D1TRITO T. 'UNIC'PIO CUIA LOPES DA l./lGlHlA; C0'1ARCI IJC .liR!JT'", ?roclor..,,. vlr,,,, qut apresentaram os documertos exlgIds pelo artigo l0 
!'.STADO n,,: 11ATO CíW!,'.iO IJO Sl PA FURNA DA 1.T:I FAZ SAll!R: 	do Código CIvI! BrasIlefro, Incfsos I-II JV, e prc-tt•n<I,,, F,' cM•.ir: 
IIOllÁCIO e DF,CJLVE'H1A PAEZ; Brasileiros, solteiros, dafeIlladas e re­ 
s!dmtc· n sr.1 cJdJde, !,·, vlr,11.rnt(•, c:.Hur,>l de C .. r,1 oJ->!S., fillio de· 
Francisco FerreIra e de dona SIona AruIlera, ji falecfdo, ela, lides - 
do l.u, 1ntur,il de C,,r..ic:ol-MS., fllln e! Qu!tGrfo Paez e Izabel Pereira 
Babt1, Já f.ilccJdos. 
Se nl,;uém souhcr de nlguri i •;,cdimuito qul' s.: oponh:1 n,1 fon,.1 d.1 Lei. 
que prc-tendcm !;e c::lf;,1r 110 clfn J/t de dezembro de 1.996, às 19:00 h,,­ 
ras, na Ire]a Matrlz de São José, nesta cidade de Gula Lopes da 1.,­ 
i::un.,(MS)., Al,IIATCS HOSA RODRIGUES, brasileiro, solteiro, maior, capaz , 
Indutrfrlo, natural de Ponta Por (MS)., onde nasceu ao 26 de agosto 
de 1.97, n·r.lclcntc ,, domlclli11do} Kua José BIo Neto, S/N, Gu1a 1,o­ 
pes do l.ar•una (rS)., rtlho de S<'bastiiio RoclrJgues, nnturol de Ãgu,1 lloiJ 
(r-'G)., c de ltnc:,, Podrgues, natural de ltibeJrão do Pinhal (PR)., , ,,bos 
brasileiros, casados, residentes e domiciliados nesta cidade; e, l.Al!RA 
WAl.l<lllIA Olc r TVA FERNANDES; br.:iGllclra, soltcir,1, estudante, natural de 
JardJm (MS)., onde ru,sceu noo 22 ele julho de 1,979, rPsldcotc e donici- 
11ada Rua Maracati, n9 2.336, Guia Lopes da Lagun.:i (MS),, filha de 
Ramio Salvador Arguclho Fer'n:rndcs, natural desta cidnde e de Izaur,J de 
l.!1113 Fcrnnndci;, natural ele Bonito (MS)., ambos braailciros, co1sndo,:; , 
rcsicl('Tlter; e domiciliodos nesta cJdade. 
Se alr,uém souber de algum impedimento que os inibam de se· casarem, g 
ponha-o na forma dll Lei. Dou Fé. Eu •... , escrivã substituta, que fiz cs 
til certidÕo, a subscrevo e 11osino. O Rl::FERIDO ~ VERDADF. E IJOU Ft.. - 
Guia Lopes da 1auna (MS)., 13 de novcn:bro de 1. 996. 
EilVAI !-E.TE t'ENDFS DA SILVA 
ESCRIVÃ SU~STITUTA 
o P' o 'ª 
OfiiJ@J@O@ §. 
BELA VI Sl'A-MS., 22 DE NOV[Mill O IJE L 996 
JAIILDF. ROSA DOS SAf'TOS 
OFICIAL, 
'-----===================---~::::::::::::::::::::::::.- __ --_::--- -- -_ -_-_ -_ -_-_ -_ -_ -_-_ -_ -_ -_- _...J 
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A Vista 400,00 ou 
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,:_.......-- - -l 
,e»o 
 -~ 
J 
.Eia! d Posem. I 
Cono,rca de Belo Vlsta->15., fnz saber o todos qu.intos o prcccnte Edita~ 1 
de Procl= virem, que npresentaro1m os documentos exigidos pelo artigo 
180 do CÕd!~o Civil Brasileiro, incisos I-II-III e IV e pretendem sr 
casar: 
SILVIO FLORES ARCE e SIRLENE PAES; Brasileiros; solteiros, domlcili 
adas e residentes nesta cidade, ele, militar, natural de Bela Vista -­ 
MS., filho de Emidio Arce e de dona Alzira Flores Arce, ela, lides do 
lar, natural de Bela VIeta-!S., filha de Alcides Paes e de doaa Suzan.:i 
Ferreira Paes. 
Se alguém souber de algwn impedimento que se oponha na forma da 
Lei. 
Bela Vista-MS., 21 de novembro de 1.996. 
JANUDE ROSA DOS SA."TOS. 
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f-J¼l(h!f.tj- ,.,, '' 1 ,;., ,.i_, •• -/,:r· '. 
"" ! ,ii.e'/ :_ r 
JARDIM: Av. Duque de Caxias, 201 - 251:-2562 / 251-2177 
JARDIM: R. Ver. Romeu Medeiros sln - 251-2479 
_ BONITO: R. Monte Castelo, 812- 255-1379 
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P"AOlONG. R. ~"'1.A rr R. S,UlU,HA 	~ 
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IAS ADORNO. 93 -TV MORENA . "a (067) 
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5002 
• CEP 79051- 030 • CAMPO GRANDE - MS - BRASIL 
tendo o presarto, 
inceniwan.Jo a4 àtiuül.a,k p«><Íut:wa4 
: Sempre, por uma·Porto Murtinho melhor 
L--·- 
-Administração: 
MARIA HELENA BENITEZ

JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA - 
0AÇO DO3 APL.T10 
DlARIO REGIONAL 
Aflita-e a virem aos pés da - 
cruz, aflfto-me vejo, ·valei-me mãe de 
Jesus, 
Confio em Deus com toda as minhas for 
,as, por Isso, peço que Ilumine o meus 
caminhos, concedendo-me a graça que tanto 
clcocjo. 
Fazer o pedido mande publicar no 39 - 
'La e cberve o que acontece no 42 dia. L.C.S.L. 
23 DE NOVEMBRO DE 1.996· PAGINA • c5 
1 
l 
Revelações de Filme a cores, 
reprodução de fotos, fotos 
para casamento, aniversário 
e reuniões. Para Documentos 
e materiais fotográficos 
Premio de fitas K-7, 
Ln;anote nacteral, 
ttmactcral fts rglts, {e= .- 
que de Caxias, 
(ao lado da Prefeitura) 
E@(067) 251-2412-JARDIAIAS_ 
J 
"Ada. d. B '1ato" 
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Rua Tomas Valentinas,367 
-it038-221 - Bella Vista/PY 
Cofecroes yara homens, mulheres e cría4as 
WHAALDREN 
LEE COOPER 
Representante: 
V - O TERROR VIAJA DE ÔNIBUS 
NOS LIMITES DO MAL 
O diabo tornou a levar Jesus, agora para um monte 
muito alto. Mostrou-lhe todos os reinos do mundo e suas 
riquezas. E lhe disse: "Eu te darei tudo isso, se te ajoelhares 
diante de mim, para me adorar". Jesus disse-lhe: "Vá 
embora Satanás, porque a escritura diz: (Você adorará ao 
Senhor seu Deus e somente a Ele servirás). Então o diabo 
o deixou. E os anjos de Deus se aproximaram e serviram a 
Jesus (Mateus Cap. 4, v8). 
Quando os Policiais d-regaram na Clínica Infantil, 
na Baixada Fluminense, os médicos procuraram esconder 
o museu de horror, mas não conseguiram. Na verdade, a 
Clínica se dedicava a venda de órgãos humanos, de crianças, 
para o exterior, menores abandonados eram levados para 
a Clínica, alguns ficaram cegos, outros sem rins e falava-se 
que dezenas morreram. 
Não se trata disso, do bem e do mal, como o 
conhecemos, há algo de muito profundo nessa relação, 
além do. limite do mal, se há limites, existe até uma 
consciência, se é essa a palavra, que não conhece nem o 
bem nem o mal. Entendeu? 
- Então, o pecado... . 
- O que é o pecado para uma pessoa que está além do 
bem e do mal, que não interpreta as nossas leis e códigos 
morais sob o prisma da religião? 
WRANGLER- FÓRUM - Z00MP 
MARTEL - VAN-HEUSEN 
~- ... 
IVES SAINT LAURENIT y 
Eu me alimento com a sua dor, d seu sofrimento 
para mim é energia, sua força desperta é a minha força. 
Sou um vampiro de vontades. 
ão era tão simples assim, no início não entendera 
as explicações de "Pai Nicolau",com aquela voz fina, como 
a de uma criança aprendendo as primeiras letras, trocando 
palavras, sílabas, parecia mais um chiado do que uma voz. 
• Não, "Pai", não entendi, como obter essa energia? 
Ele voltou a explicar ... 
-É fácil filho, preste atenção, nós temos uma energia, 
um poder dentro de nós, uma força vital. U os mais, outros 
menos desenvolvidos. 
• É ... o espírito. 
• Não, não estou falando de alma, é de uma força 
mesmo, como se em todos nós ardesse uma fogueira, 
pequenina, com o tempo poderíamos alimentá-la, ela 
aumentaria de tamanho, teríamos uma fogueira imensa, 
dentro de nós, entendeu? 
Sim, ele estava entendendo, de uma maneira simples 
"Pai Nicolau" falava da energia interior, fosse lá o nome 
que tivesse. Ele estava entendendo sim, mas onde o índio 
queria chegar? 
- Prá conseguir tudo na vida você é capaz. de tudo? 
Ele não titubeou. - Sim, tudo. 
- Prá você obter poder e riqueza a qualquer custo 
precisa sacrificar alguma coisa, e mais, sua fogueira deve 
se transformar num grande incêndio. Você deve estar acima 
do bem e do mal, para ser forte precisa da força, da fogueira, 
que está dentro de todos nós, uns passam pela vida, a 
fogueira nunca cresce, esses não sentirão falta dela se você 
a tomar ... 
Gladson entendia, Nicolau falava na verda,.: de 
vampirismo mental, de captar energias de outras pessoas, 
havia lido algo a respeito: Sim, era viável. 
- E como captar essa força, aumentar a minha 
fogueira? 
- s6 há dois caminhos, na escolha desses caminhos 
está a escolha de sua vida, podemos recolher energia 
quando a pessoa morre, nasce ou, então, atacando com 
todas as armas o quartel da usina de criação. 
Gladson estava confuso. E perplexo! 
- Vou falar claro filho, através do sofrimento e da 
dor a pessoa libera energias, vou ensiná-lo a captar essa 
energia. Você fará tudo o que eu mandar? 
Hesitante, não respondeu. O amor também libera 
energia... positivas. 
• Fârá filho? Está preparado para tudo? É aceitar agora 
ou desistir. 	• 
Mesmo sem compreender o que o índio queria, se 
bem que algo dentro de si o impedia a diz.er não, Gladson 
concordou. 
- Sim, vamos em frente. 
- Então, você fará uma viagem, dessas que se faz. a 
negócios, só que a partir de agora será diferente, em cada 
viagem, na sua volta, sentirá sua fogueira arder, sentirá o 
aumento de sua força interior, mas tudo deve .ser mantido 
no mais completo silêncio, é o segredo de sua vida, sob 
hipótese alguma alguém pode saber, poderá causar a sua 
more, por toda a eternidade. 	. 
Aquele "por toda a eternidade" fora dito friamente, 
Glad.son sentiu o sangue gelar ns veias avozdo índio mudara, 
repentinamente, corno se não .ora el: quem falasse... 
"Pai Nicolau" tirou de r baú, de madeira negra, 
um pequeno frasco, olhou-o demoradamente e comentou 
com o moço . 
- Eis o segredo da vida e da morte, antes de suas viajens 
você passará por aqui e eu lhe darei uma dose. desse 
preparado, sem que ninguém perceba, cm suas viagens, 
você dará à pessoa que estiver a seu lado na poltrona, 
homem ou mulher. 
- E se for uma criança? 
. Não importa, a quem estiver a seu lado no ônibus. 
- Mas o que acontecerá à pessoa? • 
- Filho, esse preparado auxiliará na tarefa de> captar 
energia, toda a energia da pessoa, após 24 horas, ~sará 
•v • 'd f • 1 para voce. oce sugara to a a sua orca v1ta . 
- E o que acontecerá com a pessoa que er o 
preparado? Repetiu, 
O diálogo era infantil, perguntas e respostas n que 
houvesse necessidade de fazê-las e nem de saber r, stas. 
Glad.son SENTIA. No Íntimo de seu ser. 
- Não importa o que vai acontecer, mesmo r orque 
você não tomará conhecimento, não saber.ide n.,,I;, pois 
estará longe, nem mesmo se lembrará de você. 
- E quais os resultados práticos que terei? 
O índio sorriu. - Terá o poder e a riqueza. 
Saiu da choupana com o frasco no bol • Era 
pequeno, só o sentia quando o pegava, e quando egava 
sentia o toque da morte. 
Assim tudo começara. 
Recordava de sua primeira viagem sob a , , :eção e 
orientação de "Pai Nicolau", com o frasco n0 . ,•k:> do 
casaco, fazia muito frio. Uma noite gelada. Havia pegc. o 
ônibus leito para Araçatuba, o Rápido, ao seu lado sentara 
se o representante comercial de um Labor.i éÓrio. 
Ao entrar no ônibus, havia reservadc. pol:ror; 
número 13, procurara observar os passageiros, jantes 
comuns, homens, mulheres e crianças. Viu a moça loira, 
muito bonita, sentada na poltrona n° 10, ela sorriu de 
maneira amistosa. Jovem ainda, talvez estudante. 
Acomodou-se e esperou para ver quem seria o seu 
companheiro de viagem, o homem sentou-se e puxou 
conversa. 
Assuntos comuns, conversa jogada fera, as perguntr­ 
de sempre, onde morava, o que fazia, bate papo de via.; . 
Ele, sempre, muito educado. 
Antes de chegar em Presidente Prudente, SP, já de 
madrugada, o representante comercial mudara de lugar, 
desceram alguns passageiros e ele fora para outra poltrona, 
nos fundos do ônibus. Gladson ficara sozinho. 
Enfiou a mão no bolso e sentiu o frasco. E a missão? 
Como iria fazer? 
Fora mais fácil do que pensava. 
Ao descer na Rodoviária, em Prudente, para o lanche, 
café e esticar as pernas, pois não conseguia dormir, viu a moça 
loira voltar do toilete, a convidou para um refrigerante. Nem 
sabia o seu nome. De onde era. Nem o que fazia. 
, Aceitou. Não viu Gladson pegar o frasco e despejar 
l J a porção no copo, ela bebeu lentamente, rindo e falando 
que a viagem era cansativa, e que não conseguia dormir. 
Seria a última vez que viajaria de noite. 
Seria mesmo. Quando a moça terminou de beber, 
Gladson iniciou uma de suas "fubas", saiu de órbita, apenas 
alguns segundos, mas suficiemes 1,ara a preocupação da loira: 
- Senhor, senhor, está pas~ cc.:lo mal? 
- Não, apenas tonturas. uito café e a viagem, 
estou bem. 
Foram para o ônibus, e}sentoe-seo sela' s 
não conseguiam dormir, el 1ão sabia plic .r. 
se sentindo bem, como s: recebesse ma carg 
Desperto. Vibrante. 
Conversaram darante o restrxe 
Contaram e ouviram histórias. 
Ao se despedir da mc ao era mesmo o seu 
nome? Raquel? Bel? Nem se lembrava, Gladson a viu 
embarcar no táxi, desejando-lhe boa sorte. (Continua) 
1 
s 
a 
8

- 06 
O ENCON 
Durante 18 anos, Justine Lévy, filha do filósofo francês 
• Bernard-Henri Lévy, experimentou sentimentos contraditórios 
cm relação à mão. Admiração, orgulho e amor coexistiram com 
mágoa, ressentimento e desprezo pela mulher bonita e carismática 
que havia trocado a familia por uma vida de hippie. Constrangida 
pela fama e prestigio do pai, Justine cresceu administrando em 
silêncio esta ambiguidade até encontrar uma forma de extravasá­ 
la; escrevendo. Assim foi concebido o romance. O ENCONTRO, 
que a Editora Record lançou mês passado. Neste livro de 
conotaçilo autobiográfica, a autora analisa o relacionamento de 
uma jovem francesa conservadora dos anos 90 com a mãe, ex­ 
militante dos movimentos libertários de 1968, para quem a 
geração flower power continua viva. 
Desabafo cm formato de ficção, que Justine évy escreveu 
na biblioteca da faculdade durante os horários que deveria dedicar 
à composição de uma monografia para o curso de Filosofia, O 
ENCONTRO fala de uma relação marcada, sobretudo, pela busca 
da comprccnsilo e da intimidade que mãe e filha sempre 
desejaram, mas que sempre pareceram distantes, como um 
encontro marcado que nunca aconteceu. Para desfiar as próprias 
dores, lembranças e opiniões, a autora conta o drama de Louise, 
seu alter ego, jovem francesa criada com o pai desde os sete 
anos de idade. A partir de um convite deixado numa mensagem 
da secretória eletrônica, a personagem vai a um café para 
encontrar-se com Alice, a mãe, uma mulher encantadora, 
remanescente do movimento estudantil da década de 60 e da 
filosofia hippie do inicio dos anos 70. 
Enquanto espera. Louise começa a recordar detalhes do 
relacionamento confuso com alguém que nem de longe lembrava 
a figura materna tradicional. A infància complicada. as refeições 
sem hora marcada, a vida de boêmia e desordem da mãe, que 
2 c 
Depois do sucesso de aúde na Terceira Idade, a agenda 
do p'"Ofcssor l lcrmógenes ficou praticamente lotada de palestras. 
en ·tas e participações em eventos realizados em várias 
c. raleiras. Apesar de tanta atividade, o autor ainda 
u tempo para organizar e publicar outra obra, desta vez 
no tema central a espiritualidade. DÊ UMA CHANCE 
/ üEU . que a ova Era/Record está lançando. é seu mais novo 
livro de pensamentos. que segue a linha de outros já escritos 
pelo veterano professo, de yoga. 
É o próprio professor Hermógenes que explica o conteúdo 
de DÉ UMA CHANCE A DEUS: "Selecionei alguns recadinhos 
nada emolientes, nada que pareça ingênuo consolo aos que 
sofrem. Ao contrário, aí vão desafios. ão recados amorosamente 
chocantes, didaticamen!,e impactantes, delicadamente 
alfinetantes, docemente incendiários. Que possam inspirar. 
esclarecer, despertar e encorajar". 
O melhor testemunho do eleito deste tipo de trabalho está 
na abertura do livro, em que o ator e poeta Jackson Antunes dá 
Hermégenes 
um depoimento contundente a respeito da mudança que ocorreu 
em sua vida depois de conhecer o trabalho do professor 
Hermógenes. O artista, que até' certo momento da vida e da 
carreira sofria com incontroláveis síndromes de pânico e 
problemas com alcoolismo, encontrou casualmente, num banco 
de ônibus, um exemplar de Mergulho na paz. A leitura foi 
suficiente para operar nele uma transformação profunda e radical. 
Hoje praticamente "ainda não fervoroso" de yoga e amigo pessoal 
do autor, Jackson declara: "Ainda tenho razões de sobra para 
andar estressado, mas o yoga do professor Hermógenes une-me 
com o Divino ( ... ) e me fz ter forças para enfrentar ganhos e 
perdas com um sorriso ros lábios. Hoje sou um novo homem". 
Herógenes constata, satisfeito. que seus escritos" andam 
por aí a catalisar vidas. a sugerir valores novos, a inspirar 
conversões espirituais". A vaidade não encontra espaço para se 
manifestar: o autor de DÊ '.MA CHANCE A DEUS tem plena 
consciência de que o mér..o não é dele. e sim "do Bom Pastór no 
resgate de suas ovelhas". 
A Rengenha 
Reengenharia é o termo da moda no mundo dos 
negócios. Quase todas as grandes empresas já passaram ou 
estã- ,assando por um processo de _reengenharia. Inúmeros 
titul foram lançados no mercado nos últimos tempos, 
ensir rido os mais variados métodos de aplicação deste 
com. to inovador e revolucionário. Em A 
REEM 3ENHARIA DO ESPÍRITO, Regina Moraes fala do 
mesn assunto, mas sob um ponto de vista diferente: a 
autora analisa os princípios da reformulação empresarial à 
luz da Nova Era. 
Somando sua experiência de analista de sistemas e 
administradora a um profundo conhecimento esotérico, 
principalmente da cabala hebraica, Regina Moraes - autora 
de A cabala cristã e O tarot dos salmos. ambos editados' 
Justine Lévy 
colecionava amantes, fumava maconha no café da manhil e 
manteve durante algum temp:> uma relação homossexual - 
fantasmas do passado que ela nlo tenta afugentar, até porque o 
instinto filial a induz a tentar compreendê-los. Em última análise, 
O ENCONTRO de Louise é com ela mesma. 
Justine Lévy escreveu este primeiro livro aos 18 anos, e 
levou pouco mais de três mesc; para conclui-lo secretamente, 
pois não queria que o pai soubesse. Até a decisão de levá-lo a 
uma editora foi penosa. "É dificil escrever quando se é filha de 
Bernard-Henri Lévy", comentoL a autora numa entrevista a uma 
revista francesa. "Tive medo que as pessoas aproveitassem para 
acertar as contas com meu pai, pois há muita gente que não gosta 
dele". Os temores foram dissipa:los logo depois do lançamento 
de O ENCONTRO: a crítica fr.!Ilcesa - e, pouco depois, a do 
restante da Europa-elogiou o livro, chegando a comparar Justine 
a Françoise Sagan. 
Em reportagem de outra publicação francesa, a autora 
revelou que escrever O ENCONTRO foi como "liberar-se das 
dores do passado". Ela explicou também o motivo pela qual optou 
pela ficção: "O que, escrevo não é uma confissão. É um romance 
que tem sua parte de imaginação, mas cuja base é verdade". 
Justine conta que a mãe ficou emocionada ao ler os manuscritos 
e a incentivou a publicá-los. 
Aos 21 anos, a autora demonstra ter pouca coisa em comum 
com a mãe, que hoje vive cm Paris com um ator dez anos mais 
jovem. Por outro lado, tem uma admiração quase edipiana pelo 
pai. Justine fala dos ideais da geração de 1968 de forma 
comportadora, condena o amor livre e afirma que não gostaria 
de ter muitos amantes, como as jovens daquela época. É contra 
as drogas e reconhece que também não se identifica com as 
pessoas de sua idade. 
o 
Regina Moraes 
pela Record - realizou um trabalho inédito e de amplo 
alcance. Ela se utiliza dos diversos estágios ou caminhos 
da Árvore da Vida cabalística para propor uma nova 
abordagem da questão gerencial e administrativa, 
fundamentada na espiritualidade. 
Em A REENGENHARIA DO ESPÍRITO, Regina 
Moracs lança um alerta aos empresários e 
administradores. chamando a atenção para um dado 
fundamental que eventualmente escapa à compreensão 
dos homens de negócios neste espírito de modernização 
etransformação: não se pode negligenciar o fator humano 
isto é, esquecer que são pessoas que fazem as grandes 
empresas crescerem e serem bem-sucedidas em seus 
empreendimentos." 
W O Livro 
Mia Y. Domas' 
Você já pensou o que representa estar sentado 
diante de uma estante cheia de livros? 
Voce já fez uma idéia das muitas idéias que 
encerram esses livros? 
Voce já avaliou quanto esforço mental, quanto 
sofrimento a que foram submetidos os cérebros que 
escreveram esses livros, para que pudessem levar 
momentos de distração ou proporcionar a voce 
novos e maiores conhecimentos? 
Estou certo, meu caro leitor, de que a maioria 
3 
de nós não pensa nisso. Apenas vê, na prateleira, 
como se fora um criado, mudo, permanente, ao 
nosso dispor, um livro. 
Dependendo, naturalmente, dos 
conhecimentos, do mérito, da capacidade do autor 
e do assunto tratado, voce costuma, logo ao 
proceder a leitura, fazer o seu comentário, que pode 
ser desabonatório ou cheio de elogios. 
Alguns livros levam até voce, algo que 
perdura: outros ( e quantos existem por este vasto 
mundo do bom Deus!) são pobres, de uma pobreza 
franciscana, em seu conteúdo. 
Mas, é bom assinalar, todos esses livros, 
escritos por autores diversos, tratando assuntos os 
mais variados, custaram demasiado esforço mental, 
muitas horas de insônia, talvez muitos momentos 
de intensa preocupação, visando, os autores, levar, 
sempre até voce, uma mensagem. Por isso mesmo, 
é bom que se valorize e se dê mérito, muito mérito, 
ao livro. 
O livro merece o nosso culto, seja ele pobre 
ou rico em sua roupagem e, acima de tudo, nas 
idéias que ele, mudo, passivo, guarda em suas 
páginas. 
O livro é um mensageiro; mas, especialmente, 
é um verdadeiro amigo! 
A propósito, lembro que a "Empresa Editora 
O Pensamento", de São Paulo, ao celebrar o seu 
"Jubileu de Ouro", em 1957, resolveu editar um 
livrinho intitulado "Os livros nossos amigos", 
autoria de Eduardo Frieira, publicado em 1941, 
pela Livraria Paulo Bluhm, de Belo Horizonte, a 
fim de que o evento, tão grato e ao mesmo tempo 
tão significativo, não transcorresse sem algo que o 
marcasse de forma duradoura. No prefácio,. assim· 
registraram os editores da referida empresa editora, 
o seu pensamento: "Em lugar das ruidosas e 
habituais festividades, pensamos que a maneira 
mais nobre de nos congratularmos por este meio 
centenário de trabalho, seria a de uma edição 
especial que, embora fugindo ao espírito que tem 
caracterizado nossa linha editorial, representasse 
uma homenagem da nossa Empresa não apenas a 
todos quantos nela têm cooperado, mas 
principalmente àquele que tem sido a razão de ser 
de todos os nossos esforços e dedicação - o livro. 
O livro que é o começo e O fim de todo 
O 
saber 
humano, pois quanto mais intimamente se vive com 
ele, mais se vive a totalidade da vida". · 
O autor é sócio do Rotary Chb de Uruguaiana. R> 
(D.4780), há 5: anos, e nos escreveu a titulo de colaboração 
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ANEXO:Açougue 
e Lanchonete 
r 
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ã067 28713f-ô} +==ar=== I 
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a 
8

J.QANALi1UBUNA DA FRONTEIRA DIARIO REGIONAL 23DE NOVEMBRO DE 1.
996 
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3
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Volkswagem 6.9O, Jeep Niva, 92/92, 
carga seca, 85/85, Branco, Vermelho, Gasolina, R$ 
Diesel, R$ 12.500,00 4.000,00 
Fordão MWM, 77/78, UnO S, 93/93, Prata, 
Azul, Diesel, R$ 7.500,00 Gasolina, R$ 6.700,00 
c a m i n h ã o Pampa L,89/89,Az:ul, 
Truksturbo, direção Álcool, R$ 4.500,00 
hidráulica, 79/79, Passat, 81/81, Branco, 
Laranjada, Diesel, R$ Álcool, R$ 1.500,00 
18.000,00 
caminhão 1113 
Truk, 77/77, 
Vermelho, Diesel, R$ 
17.000,00 
Trator 1090, 76/76, 
Amarelo, Diesel, R$ 
3.300,00 
Esteira contsum D 
50 1 °, 78/78, Amarelo, 
Diesel, R$ 28.00,00 
Esteira D 14, 78/78, 
Amarelo, Diesel, consórcio, 96/96, Vinho, 
25.000,00 Gasolina, R$ 2.800 
Esteira D 4 caterpila, 
86/86, Amarelo, Diesel, 
R$ 26.000,00 
Voyage CL Som Roda, 
83/83, Ouro Metálico, 
Álcool, R$ 4.000,00 
verona CLX, 91/91, 
Marron Metálico, 
Gasolina, R$ 9.000,00 
Fusca Rodão Som, 
83/83, Branco, Gasolina, 
Versales 2 portas pelinaL, Roda som 1°, 
com ar e direção, 91/92, 83/83 Grafite, Álcool, 
Outo Metálico, Álcool, R$ 3.600,00 
R$ 10.500,00 Paratl CL 1.8, Som, 
Uno 2 portas 88/89, Azul Metálico, 
MIiie, 94/95, Vinho, Álcool, R$ 6.000,00 
. Gasolina, R$ 8.600,00 Paratl CL, 86/86, 
Pampa. 1.8 L, Vidro Cinza, Álcool, R$ 
basculante, • 96/96, 4.000,00 
Branca Faxa, Gasolina, Uno S·, Som, 85/85, 
R$ 12.500,00 Branco, Álcool, RS 
Voyage 1.8 roda som, 4.000,00 
95/95, Vinho, Álcool, Chevrolet DL - 1.6, 
R$ 9.500,00 93/93, Prata, Álcool, R$ 
Polnter CLI, • 4 6.500,00 
portas, Direção, Monza 4 portas e/ 
Vidro, 94/94, Azul menos ar, 89/90, Azul 
Metáljco, Gasolina, R$. Metálico, Álcool, R$ 
12.000,00 7.500,00 
COI CTI. completo, 92/ Escorte GLI.6,9l/ 
92, Grafite, Álcool, R$ 92, Prata Metálico, 
11.000,00 Gasolina, R$ 7.300,00 
COI Mil, Modelo Brasília 1.600, 78/ 
Velho, 96/96, Branco, 78, Verde Metálico, 
Gasolina, R$ 9.500,00 Gasolina, R$ 1.800,00 
COI CL I.6, 1°4 Pneu Elba SL, 89/89, 
novo, 85/85, Prata,• Vermelha, Álcool, RS 
Álcool, R$ 4.600,00 4.500,00 
Gol Plus, 95/95, Azul Tempra 8 W 
Metálico, Gasolina, RS completo, 95/95, Prata, 
• 11.000,00 Gasolina, R$ 22.000,00 
Gol cLI -1.6, Som, 95/ COI CL, 88/88, Vi.nho, 
95 Prata, Gasolina, R$ Álcool, R$ 5.000,00 
• 13.500,oo Tem pra 8 w 
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Beje, Álcool, R$ Monza 2.0, Re, 82/ 
3.500,00 82, Branco, Gasolina, 
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Álcool,R$ 4.500,00 Álcool, RS 6.000,00 
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RS 5.300,00 Branco, Gasolina, R$ 
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96, Vinho, Gasolina, RS F 1.000 e/ Dupla 
6.000 + prestação completa, 87 /87, Azul 
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95/96, Verde Metálico, 17.000,00 
Gasolina, R$ 8.000 F 1.000 som, 90/90, 
+prestação Prata, Diesel, RS 
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consórcio, 94/94, F 1.000 e/Fibra 
Grafite, Gasolina, R$ Rodão 1 °, 94/95, Verde 
6.000 +prestação Metálico, Diesel, R$ 
Golf completíssimo, 23.000,00 
95/95, Vinho, Gasolina, F 1.000 remodelada, 
R$ 11.000 + prestação som Rodão, 84/84, _t.zul 
Palio 4 portas, 1.5 Faxa, Diesel, RS 
som, 95/95, Azul, 14.000,00 
Gasolina, R$ 7 .500 F 1.000 Rodão Som, 
+prestação 86/86, Prata, Diesel, RS 
D 20, Luxo, 11.000,00 
completÍssima, 95/96, Toyota Relux 4 
Grafite, Diesel, R portas, completa, 94/ 
31.000,00 95, Branca, Diesel, RS 
D 20 som/e. Fiber 30.000,00 
Rodão 1°/ 89/89, Beje Mitsubishi 4 
Faxa, Diesel, R$ portas, completa, 93/ 
14.500,00 93, Azul Metálico, 
D 20, Turbo Rodão, Diesel, R$ 25.000,00 
93/94, Azul, Diesel, RS S 10, 95/96, Branca, 
21.000,00 Gasolina, R$ 15.000,00 
Peujeot c/ar, 94/95, • C 20, Rodão som C.D., 
Branca, Diesel, R$ 93/94, Azul, gasolina, 
12.000,00 RS 13.500,00 
Peujeot som, 94/94, F 4.000 MWM, 81/ 
Vinho, Diesel, R$ 81, Beje, Diesel, R$ 
10.000,00 11.000,00 
D· 20, Cabine Dupla Besta 2.7 completa, 
AHC, 89/89, Vermelha, 
Diesel, R$ 14.000,00 
F 1.000 Turbinada 
remodelada, 82/90, 
Verde Metálico, Diesel, 
RS 8.500,00 
F 1.000 Adaptaâa 
MWM, 77177, Preta 
MOTOS 
CB 4.000 1%, 91/91, 
Azul Metálico, Gasolina, 
R$ 4.300,00 
Tenere, 91/91,Branca, 
Gasolina, R$ 5.500,00 
CC Titan 125 ,. 
consórcio, 94/94, 
Vermelha, Gasolina, RS 
2.300 + prestação 
CBX Estrada 
+prestação 
CC Titan Consórcio, 
96/96, Azul Metálico, 
Gasolina, R$ 2.500,00 
+prestação 
CC 125, 83/83, 
Vermelha, Gasolina, RS 
14.000,00 
RD 135 Zero, 96/, 
Escolher, Gasolina, RS 
2.600 + prestação 
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Tu 
ACRISTI 
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