Ten. Cel. Serafini assu e o co do 10° RC Mec - Regimen o A Com a presença de autptidades cais militares, o Ten. Cel Paulo Serafim assumiu o comontlo do 10° ílC Moe. "R girncnto Antonio Jo, o•, ,n substituiçao ao Cel Paulo Vianna, que comandou o Regimento por dois anos. Segundo um General, que aqui serviu como Tenente, um dos objetivos de todo militar da cavalaria é comandar um regimento e o sonho maior comandar o histórico Regimento Antonio João, cuja história o leva as mais sedimentadas tradições de nossa Cavalaria". Comandar a guarnição de Bela Vista é reviover feitos e glónas do passado, por este motivo todos os comandantes. os que chegam e os que partem, trazem sonhos e levam saudades. A solenidade de posse do novo Comandante foi presidida pelo General de Divisão Roberto chte Bernardi, CornandanteMilitar do Oeste, destacando-se a presença do General R 1 Sérgio Coelho Lima, que serviu em Bela Vista corno Aspirante e corno Cel. Comandante do 1 Oº RCMec. O Cel. Paulo fez uso da palavra para agradecer o apoio e a colaboração de todos. 10• RC Moe tem novo comandante o 1° dama - TEN. CEL Serafini, esposa e familiares civis e militares. agradeceu aos seus superiores e comandados, afirmando que os momentos de alegna que aqui passei foram incontáveis, fazendo-me esquecer as agruras pelos quais todos os comandantes são sujeitados... Ao povo de Bela Vista que tão maravilhosamente me acolheu a mim e a DOI.U l COIU'l--.0S RCMC-" RLIA'O A'CM0 20 N P3lsqve CM DeCBdaC Mec trasmusso te Cmto Gen Ns MCw4 da Me @en (Rt ) Lia Varjto C e ! P a u lo R o b ert o e Te Cet e: 14.JCh.JOa Scr.t!lnl Dez wrarento da tto tu Cmrt Na Ga'ena dos "t-rt" etida do Cet Pule Retente e »esa a Ot ds kg É esposas minha familia e que sempre me distinguiu pela função exercida, nao sei como dizer obrigado, garanto-lhes que jamais esquecerei" Presenças ilustres Registramos as presenças do General de Brigada Yvan Luiz Madruga Larjão. General de Brigada Edson Machado; Cel. Jairn Arrais de Souza. Cel. Sebastião José Moreno Gama. Prefeito de Antonio João, Dác10 Queroz Silva, Prefeito de Caracol, Francisco Emanuel Mala, Prefeito de Bela Vista. Geraldo Murano; Intendente de Bella Vista (Paraguai) Francisco Bazzano. Vereador Luiz Alexandre Palmiéri (Presidente de Câmara Municipal). Vereador Antonio n,.,1z (Presidente da Câmara Mun1c1pal de Caracol) demais convidados e familiares Tribuna agradece Tribuna da Fronteira agradeceu ao T E N E N T E .K R U G E R S O N MATTOS, Relações Públicas do Regimento Antorno João e t.Itular da Coluna "BOTAS E COTURNOS" publicada Prefeito Dácio entre .crianças antoniojuanenses li 10 semanalmente neste Iornal. pelo envio das rotos da transmissão de Comando lmposs1bll1tados por problemas de saúde os nossos diretores não puderam comparecer a so!en1dade, mas enviam fraternas saudações ao novo comandante TEN CEL SERAFINI e sua lamil1a e votos de sucesso extensivos ao Cel Pasto e sua familia Em Antonio João Prograt as aten­ dem Crianças e Adolesce ti LAURA RAMIRES POSEMBERGUE toma pbli:o que re ebeu da Fundão Estadual de Meio'Ambiente - Pantanal SEMA-M!s. Autorização Ambiental para Empresa Pesqueira n 002 2000, para atividade de Comércio e Transporte de Iscas Vis no estte imento BE TO Gelo e cas Vivas, municipio de Guia Lopes da Laguna M.. validde de01 ane, a :ontar de 31 102000. tes A Coordena- dora Geral de Ação So­ cal de Anto­ mio João conseguiu ampliar o nú­ mero de va­ gas do Pro­ grama Agen­ te Jovem de Saúde e agora vai po­ der atender crianças desde os 7 anos até que comp'e­ te maionda­ de A infor­ mação ro1 dada esta semana pela P; me,­ ra Dama do nunicip1o. e nata Gottard, Queiroz, que trouxe a Ótima no­ tia de Brasi!,a-DF. Página-OS 1 L 1 ., .. li'' ' ' ... .,. J' ª::.:.:.:..:'>;....--;:;;;;:::::-:..--;;~-;_--_·-;;.-.~".""'-~-;:--=~i:-"!':"!::'-~~,-:-:::::.:::::::::_-_:_-:;;;;;-=--- ·- Governo divulga arre- cadação de ICMS e Pnr é io Loureiro Pinhe·ro Júnior de pesas de dezembro caça, e tra· . s de e "Nassa Sen Con1lda as ta40s 0s 2s ar2 efetuar matri- • cuia de ~eus filhos. Agradecemos a o«fiança de todos e reafirma- . mo~ nossa ô1spo!1ção de cont111uarrros 1nvest1ndo na• Excelência do Padrao de [ns1no fUtllEC, 21ora com material Didático Posill o. AY ' l.AS A R'f Local: E.M.N.S. Perpétuo So-eorro • FUNLEC End Ru.J Deputado -~,'Jno Van D n Bo"ch 630 n 439-2321 • Bela V1s:a 1 MS Horáno 2• a 6" fc:ra das ih à~ 11 h e das 13h áo. 1 ih "Ofereça ;i sou filho uma preparação adequada para que ele possa ver 10 horizonte um futuro positivo" [rn E:ntrc,;111-:.tu coletiva esta semana as ~ccr .tdriJ', de Receito e Contrc',o. Gestêo de Pessoal e Controle do Gastos, divulgam o bnlanço financeiro do último m s de 2000 Em dezembro arrecadação bruto de ICMS ultrapassou R$ 97 milhões, mas desconta­ das ns vinculaçocs e transfcrêncin'> const1- tucronais, só restou pnra o Governo R5 20 milhocs, parc1 atender despesas de pesso­ al, custo10 e invcst1mcnto. Os secretários Paulo Duarte e Gilberto Tadeu Vicente vão dctolhn1 a situação financeira do Estado que passa por um rigoroso processo de ajuste p ra _,o ;_idcquar a Lei de Responsabilidade Fiscal e eliminar um déficit estimado em RS 18 m1lhócs mensais. ir da M/ar.4nd s '/get a sua sc•io r.J cs :!e cos rua'zad0s co ca de sua curadora em ccnrmdate co Ante o exposto decreto ra'"!do-c abso/tamente incapaz de exercer os as 1a v9 Cov I ra lo•:Ta ic a•l•;;0 ;• •"C 50 e, Co;! ,;o C ,,1 e de acordo co'"" o artg0 454 d0 Cod ;o C " 1 nc~<: o-,r.e curadora a Se~~c•J 'la· a LCa'e " ::, ' '0 D'er o a consItJ1çào ce r po!eca 'e:;a· caso,,, s•c n e~s c!e pro­ p,.edade do irterd!ardo Lavre-se o respectvc termo Em obed énc,a ao ds0st0 no artg 1 184 do Coe go de Pro­ cesso CIVIi e no a•: go 12 1 do Cc1 go C:, 1 •~screva se apresente no Registro Cle pub!que.se na imprensa lo­ ca! era ""'PE".sa of: a: 3 vezes com intervalo de 10 d·as entre cada pub'cação Apcs arquvem-se s autos Sem sucun-bênc a PR.e Bela .J sta 23 d~ cu!Jbro de 2000 1a) Ale,andre An:J·es da S· .J • J-J z de D re'o E p,,rJ QJe n,nguem a'egue 1gnorãnc a foi e,pc:l,do o presen:e Edital que será ar xado na se:!e deste JJ zoe publicado na forma da te, Dado e passado nesta c.dade e Comarca de Bela Vista Estado de Mato Grosso do Sul aos cinco dias do més de dezembro do ano de dois mil Eu( ) (Nllson Fel1x da Rcsa Juno) O$n°03digite ALEXANDRE ANTUNES DA SILVA• JUIZ DE DIREITO zé erres2i3, com7er0ante, prfss:0al 1.beral Quer vender cu ccrrpa:. prestar serviços Alugar ou vender? Seia ob.eti~o e torre uma alllude 1ntehgcnte Anunoe nos 1oma.s d) Rede Belovlstense de Jornais M111s de 8 mil feitores por semana. D -~, A COISA CERTA. Lideres de circulação; TRI NA DA FRO:-lTEl'<.:r dc: algum imJX,-dimcn10 que se oponha na forma da Lei. llcla 'istaflS .. 17 de .lantirn de 2001 .bni!dr Rn,a do, S:11110, • Oíicial:t Rede Belavistense de Jornais Ltda CGC-MF 15 513 203/0001-59 Avenida Tnbuna da Fronleira,564 • Bela Visla/MS ~(0xx67) 439-1410. Ff..X (Oxx67) 439-154 t "ccs d-~ cn anças fram munszadas contra a pclom:e'te em Dias Naciona s de Imunização nos ütimos cin­ co anos . +nlJsve 147 mhes de cnianças inda2s em u: ur coda Onere:ode pases0:de a duença e endemmuca cau de 125 em 1935 para apenas 32 r tna! do ano pas2d0. A cruca importância do Rotary na mota;a0 de c dates comuns resul!u na claboração de 10 m :hóes de vo·un:aros com esse cs!orço a cada ano Ernbcra se,a mos5ie! quan!ficar 0 valor dos serviços prestados e'os vc'un tancs a Pe'o Pus derostro que estes desempenham pae fundamental em mc.atuas de saudc publ.ca e o fm de uma doença que flagelou a humanidade duran­ te séculos Os rotarianos p0- dem orgulhar-se dessa realiza­ çao hsttca a segunda vez que ura doença e errad.cada glbalm1ente (a prumnera to1 a •,ariclaI l.'esmo quando as ccn­ lr bu,çocs rotarias n5o são d,•.c'ga:J:is pe'a m:d a devemos nos a'eg:ar par saber que fizemos a nossa ate Nossa satisfação não é fruto do reconhecimento os meros de comum1cação nas sm do conhecimento de ,ue cr asças de todas as par e; do mundo estão saudavers : felizes graças aos esforços :iuc envidamos Juntos, 'lamas Criar Canse ênc,a e Ser Atuan­ tes O Rotary não descansará ate que essa importante 1nicia­ ta humantana seja concluida se1a conclu1da com sucesso Frank J Devlyn Presidente do RI Pliniu ~- Guimar:h·, l.:tl,!l'A Todos os dias, ao abnr o Jornal para tomar conhecimento da not,c,as mundiais e da comunidade. você esta usutru1ndo de um direito que não está disponível a 25% da pop~lação do mundo São pessoas analfabetas, que não podem ler nem es­ crever, Milhares de outras são analfabe­ tas func,ona,s. ou se1am, capazes de ler e escrever mas não em um nível que per­ mta que enfrentem, com sucesso, as d­ versas demandas da vida diana As estatísticas no Brasil, :nfel1z­ mente, não são confráveís e, por estara­ zão, não temos dados estatísticos E cer­ to, porem, que 98% dos analfabetos vr­ vem no mundo em desenvolv11nento Para se ter uma 1dé1a, nos Estados Uni­ dos 27 milhões de pessoas n5o podem ler e escrever o suf1c1ente para exercer bem suas funções na soc1ed:ide e 45 n1lhões são apenas marginalmente com­ Jelentes, A situação e semelhante em outros países industrializados Um estudo recente demonstrou que na França, 15% dos adultos são totalmen­ te analfabetos, enquanto cerca de 60% lêem o seu 1d1oma nativo com dificuldade O que dizer então do Brasil, onde a edu­ cação nunca foi pnondade do governo O alto preço do analfabetismo e do analfa­ betrsmo funcional é pago por todos, A :n­ dústna perde bilhões de dólares por ano por causa dos trabalhadores que não sa­ bem ler sufioentemen1e bem para desem­ penhar suas funções, d1minu:ndo a quali- a s dade e a produção aumentando o índice de acidentes no local de trabalho Numa época de tanto avanço tecnolog,co ainda vemos crianças de seis a onze anos de idade que não tem acesso a escola Ou­ tras deixam, prematuramente, a escola devido a pobreza e a pouca esperança em relação ao futuro Desde há muito tempo, o analfabe­ tismo :em sido uma preocupação do Rotary Internatonal Diz Aldeus Huxley, sociólo­ go que "a pessoa que sabe ler tem o po­ der de ennquecer a sua vida, de exp ~d,r seus honzontes_ de fazer a sua vida ma,s compll'!la, s1gnrfica1,va e ,nteressante", Quantos adullos em nossa comum­ dade não terminaram a escola primá na? Existem cnanças em nossa comunidade que não têm acesso á escola? E, sobre a evasão escolar o que fazer? Ja pensou nisto? Enquanto ao Estado cabera o pa­ pel gestor das finanças públicas, inter­ vindo menos e com mais qualrdade, de­ finindo e realrzando pnondades para a saúde, educação e segurança, caberá a inshluições da qualrdade do Rotary tnternat,onal, a homens e mulheres pre­ ocupados dedicarem o seu talento, a sua ,ntelrgênc,a a sua vontade, e ação, realrzar suas idéias e seus Idea,s, para que o mundo se1a cada vez melhor e que tenha'tnos, neste novo sêcufo, melhor qualidade de vida O autor é socio do Rotary Club de Cruzeiro, SP/O 4600) e governador 1997-98 do o,stnto © Ô moleque. sai dai! Da próxima vez que eu te pegar ro~ bando- manga eu vou contar pro teu pai 1 - Então aproveita o embalo que ele está ali no galho de cima, © Aula de religião na escola A professora chama o Juquinha e pede: - Menmo, enumere tudo que se deve fazer para chegar ao ceu E o menino nem pensa duas vezes· Basta morrer, fessõra1 qu o Novo cscr·o ur.g grogoe a e1 d • r· s par var a:las faces do a" o• Uma destas palavras era ros. da qual se ongrou ero tco esgn'caose•' ··n baseado na atração seu Outra palavra storge. quee o sentimento de ateto por membros da famia A pala­ vra fla se referia ao amor fra­ ternal reciproco e ccnd e o­ nal. do tipo 'se me trata bem, eu e trato bem" F na - mente. a palavra agape se usa a para descrever o amor mcond conal, baseado no relacionamento com os cutros. 1ndependentemer,'.e dos seus mentos É o amor da escolha deliberada e não da emoção. Ágape é o amor que vai da consci­ ência ao livre arbítrio e que tem na caridade e serviço suas melhores definições, Janeiro é o inicio de um novo ano, de um novo ;écu1o e de uma nova era dentro de Rotary Foi sobre­ maneira sábio eleger este mês como o da conscientzação, pois esta é soberana aos sentimentos e capaz de catalisar a emoção e a razão no servir ao prox1mo Elegemos Rolary como a "Barca de Noé" para a paz universal mas, nos dias de hoje, não podemos ficar esperando as tormen­ tas passarem para soltar a pomba com o ramo de Oli­ veira_ As demandas estão em todo o mundo e alé de­ baixo de nossos olhos_ Não necessitamos viajar para fa­ zermos algo ao alcance de nossas mãos: basta levantarmo-nos em nosso clube e oferecermo-nos para pelo menos um servi­ ço por ano 1 Acredrtamos, fir­ memente, que servir é basi­ camente uma eleição indi­ vidual, Quando a!guém dá o primeiro passo certo, o es­ pírito de sof.dariedade condu­ zirá os outros a marcharem juntos, Dia chegará em que contaremos nossos mem­ bros não somente denlre aqueles que pagam as per capitas mas, também, so­ maremos os interactianos, rolaractianos, membros do úcleo Rotary e das Ca­ sas da Amizade e, muito mais importante todos os membros de nossas fami­ lias, Aí na! de contas nos­ sos familiares conhecem todos os nossos amigos rc:ananos, aprendem a eti­ ca rotána e se iniciam no agape ao prox1rro Rotary? E" e' e0 r ode rcon­ f J J'J 10 1 :çao d• um modo de vida No pnmero etago 'estamos" em Rtay e noni­ ve!' de consccentzação 'so flos· R•t, f Vale a pena ser rotariano? Assim sc·,do partam10s para a ação ind­ ,,_dual e a;:n,s0n!amos um novo soco Entretanto. se temos tempo disponivel coragem e prestigio o'8r&ça-r ,,,_,,,, aa governa­ dor de dst!o para fundar­ fl os um Rotary Cube Mo­ vas Gerações Se não e.(15· r jovens para com0r um novo clube em nossa cida-, de mude:ro-nos antes que morrar:ics soz nhos 1 Se não for possi,el um novo Rc!ar1 Clube de qualquer idade ou gêrero que tal um lnteract ou Rotaract? Ah' Um momento' 1 /a!e também trabalharmos em parcer,a com a Casa da Am,zade ou qualquer outra organização não rolar,a, pois quando traba­ lhamos. crescemos drante dos outros e de nós mes­ mos Crescer é a meta 1 Criticar nem pensar 1 Jus!J­ frcar fracasso e letra morta e o que aspiramos é a apo­ lcgia do sucesso' Para servir existem muitas maneiras e uma delas é nos programar­ mos para o grande evento latino-americano que será a Conferência sobre Popu­ lação e Desenvolvimento, de 15 a 18 de março, em Brasília, com a presença do criador do lema Criar Consciência e ser Atu­ ante, Frank Devlyn, Temos recebido in­ formações positi as so­ bre o crescimento de to­ dos os distritos e há que aqui se louvar o extraor­ d,nário trabalho dos go­ vernadores 2000-2001. Somos, felizmente, parte de um grupo chave que acredita no que faz, dignifica o ser humano, va­ loriza Ro ary com fé e en­ t siasmo, aia com coerên­ cia, confiança e continui­ dade para criar consciên­ cia e ser atuan:e_ Janeiro é o inicio de uma nova era de consci­ é ncia para amar, pois amar é servir,,_ e ser feliz! ta n l- n­ ,O· lo- 2r- 3ve az, odelo "Chinês" Pedro Pedreira (Redação) , Semana passada, mais precisamente no sábado, estava sentado na frente do prédio onde funciona este jornal, local que nos finais de sema­ na, antes do almoço, se transforma no "senadinho",o Dr Sidney é presença constante, também o Bispo (verea­ dor e delegado), o Betão, proprietário da rádio Bela Vista, alguns funci­ onários (Rudel, Gilson, Job), de vez em quando aparecem o Nélio (vere­ ador) e o Kalife (ex-vere­ ador, presidente do Grê­ mio) - falando nele, 0 Gor­ do, amigão, avisa o Raul e os funcionários do clu- Bela Vista e o Turismo Bela Vista o Um amigo leitor fel cobrou ont m or telefone, a publicação do artigo a /ista, o Modelo Chinês", anunciado ma­ na passada no "Vamos Luta" Bronqueado. ele falou - li e gostei do Va­ mos à luta, depois procuro tal de "4o­ delo Chinês" e não encontre Valsar? Antes de mais nada obngado pelas palavras gentis Tenho cinco letores. você a digitadora, compadre Osório (la de Murtinho, irmão do Governador), o Dr Sidney e o guri que entrega o Jornal - sei Assim como che- não, ele diz que lê. acho que é "puxa" garam se foram. Você, e vocês, devem estar perce- Não vou me alon- bendo que a "linha" da TF deu uma guina­ da de mais de mil graus (existe isso7)0 jornal esta mais interpretativo, menos no­ ticioso, quando noticioso comentamos a noticia. O Oscar, mestre la da capta!, dis­ se que bisemanano ou semanaro meti­ do a diário morre Sacou? Negocio de se­ manário ou bi semanario é mesmo a interpretação e o comentário Outra do Oscar, também do Sérgio Cruz, mais ou menos assim, "jornal não pode e não deve ser tribuna de Prefeituras ou jornal oficial de quem esta no poder, o caminho mais áspero, mais difícil, é o da independência, para isto, é preciso caminhar junto com os leitores, com o povo, demora, mas de­ pois que se conquista esse troféu. nunca mais, mas nunca mais mesmo. o Jornal ficará amarrado". Mais ou menos assim Nós, aqui na Tr,buna, sofremos na carne essa busca de independén­ cia, "quase" todos os prefeitos peitaram nossos repórteres, redatores. isto porque a Prefeitura mantinha con­ tratos de publicações dos Atos Ofici­ ais, para "muitos" desses prefeitos, com o contraio, eles pensavam "com­ prar" também a opinião do Jornal Há muitas testemunhas (funcionarios) que conhecem bem essa história. é uma luta. É a história. O que você acha? Põ, e o tal de "Modelo Chinês"? Vamos lá ... Você leu algo sobre a China? São bilhões de chineses, um pais cheio de con­ tras,tes, ninguém passa fome, uma eco- be para não mais "esque­ cerem" da mesa da TRI­ BUNA, viu? Nem é preci­ so dizer que há mais de 20 anos temos mesa ca- tiva, nem é preciso dizer o por quê, não é mesmo? Falando nisso, ami­ go leitor, você não vai acreditar, descobri por acaso, pessoas ligadas ao Poder (amigos nos­ sos) sofrem PATRULHAMENTO. é isto mesmo, minha gen­ te, PATRULHAMENTO, 111JI· iên- e - s .motorista, muito sorridente. - Bom dia. não podem sequer pas­ sar em frente ao jornal, quanto mais visitá-lo. Conversar com os reda­ tores, repórteres ou dire­ tores, nem pensar! Onde nós chegamos! E mais, palavra de ordem, é tudo para os "ou­ tros", nada, mas nadica de nada para a Gráfica da Tribuna ou para o jor­ nal. É proibido até lem­ brar do jornal na Prefeitu­ ra ou imediações. Cruz credo! Saravà meu pai! Bem, nós já vimos esse filme antes, muitas vezes, mas muitas vezes mesmo, é repetitivo, mas não importa, importa sim, está aumentando consi­ deravelmente o número de assinantes e, graças a duas empresas de Campo Grande (anunci­ antes), aumentamos a cir­ culação e estamos distri­ buindo gratuitamente jor­ nais nos bairros, para as Pessoas mais carentes. E sabem de uma coisa? Esse pessoal está co­ brando. cobrando duro 1 · (Já?) um posicionamente mais agressivo do jornal quanto as questões do município. Devagar mi­ nha gente Nao adianta, defe- ' sas ou anúncios em "ou­ tros"jornais, em Bela Vis­ la, há mais de 28 anos, SE NÃO SAl NA TRIBUNA, NÃO VALE Não sou eu quem fala, são os leitores. ó Pedreira, e o TU­ RISMO? É mesmo, bem ... estava sentado em fren­ te ao jornal, quando parou um carro, motorista e a familia, mulher o trés fi­ lhos. Observei a chapa, de Tupa(SP) Transcreverei odiá- logo que mantivemos - Bom dia. Falou o - Por favor, poderia me informar onde é a pra­ ça.0 centro da cidade? Não vou mentir. Fi­ quei faceiro da vida. Olha só, um turista. Do interior de São Paulo! Alonguei a conversa. - Vocês vieram de onde? Não querem descer? - Não, obrigado, estamos só de passa­ gem, vimos de Bonito, lá ouvimos falar de Bela Vis- ta e resolvemos dar uma esticada. Voltaremos da­ qui a pouco, para Jardim. Estava eu e o Rude! (funcionário) - não só ex­ plicamos onde era a Pra­ ça, o Centro, mas indica­ mos a Prefeitura, o Quar­ tel, o Apa, a Igreja de Pe­ dra, o Nhandipá, falamos nas compras no Paraguai, das belezas naturais, de nossas fes­ tas, mais da EXPOBEL, do povo alegre e hospi­ taleiro, conversamos por mais de 30 minutos. Falei que era de Bauru, paulista também fa que aqui hav.a gerr.e de Tupà, aqui funonava o Jor­ nal, edtamos outros jomnas inclusive para Bonito, mas alegre que lambari err sanga, ouvi a exclamação - Sua cidade é im­ portante. Faz parte da his­ tória do Brasil. gar, só dizer, ou melhor, perguntar: - Por quê não cons­ truir, na entrada da cida­ de, um Centro de Informa­ ções Turísticas, bem ali, na chegada, com dois ou até mesmo três funcioná- rios, ou funcionárias, pre­ parados, simpáticos, com material de divulgação, com fitas sobre a cidade, seus pontos turlsticos, folders, propaganda de hotéis, datas festivas, en­ fim, abrir as portas com simpatia e competência? Nós precisamos do TURISTA. Precisamos do TURISMO. Vamos começar, com profissionalismo? Jardim, Bonito e Porto Murtinho possuem os seus centros de infor­ mações, de orientações, por que não podemos "copiar"? É uma sugestão. Não é uma critica. E TEMPO: Leia nesta página, matéria a respeito do assunto (TU­ RISMO), noticia da depu­ tada Marisa Serrano. TURISMO/SUDOESTE É hora e vez de Bela Vista aproveitar o trem moderno que está passando às nossas portas. É o• trem do turismo. A Deputada Marisa Serrano, presi­ dente regional do PSDB está empenhada em trans­ formar o Sudoeste numa das regiões mais atraentes do setor turístico do Pais. Ela anunciou investimentos na capacitação de profissionais do turismo e na sinalização em todas as estradas do Estado indicando os municípios de Bonito, Bodoquena. BELA VISTA (olha nós ai gente), Jardim, Porto Murtinho e Ponta Porá. Os municípios de BELA VISTA (olha nós ai gente) e Miranda vão ganhár também um centro cultural e artístico. Os dois projetos aprovados pela Secretaria de Património Histórico e Artis­ tice, do Ministério da Cultura, terão um investi- mento de RS 100 mil reais cada um. " Para a Deputada Marisa, "os municípios devem se preparar, para receber as placas de sinalização, os projetos na área de turismo e, evidentemente. os tunstas que, sem dúvida, virão as centenas" . Antes de mais nada esperar que a atual Admi- nistração, "ajeite a casa" e depois, transformar visu­ al da cidade, acabar com os matagais, os buracos nas ruas e manter a cidade limpa. Os proprietários de terre­ nos baldios, poderiam colaborar limpando os mesmos assim corno dos imóveis, mantendo suas calçadas lim­ pas ou onde não houver calçadas, que as façam. Lembrar, também, que a deputada Marisa Serra­ no é uma "porta aberta" em Brasília, está à disposição dos belavistenses. E, mais importante, ainda, ela pos­ sui a chave para abrir outras portas. Que o ranço, ora­ dicalismo e a burrice não fechem essas portas. (IP) uma razão de vivet No sou PHD em F conomva. muto menos em Socolog mas sou até auda­ cioso para $ugen medidas sempre lem­ brando fatos pas: idos com repercussões no presente Canse de ouvir que Dela Vista quebrou Quebrou onde e qu m quebrou? Para rn,m n,ngutrn quebrou. houve s m um empobrecimento de determina­ da parcela da comunidade, mas tem mui­ ta gente nca anda nica de patrmno. nao de dinheiro Dinheiro mesmo quem tem são os agotas temos vanos deles sm Bela Vista Esses "quebram" muitos Sem falar nos agiotas oficiars. os bancos Que­ braram mais um pouco Quem despertou, não quebra mais, aprendeu na luta Bela Vista não quebrou. estamos passando por um processo de mudanças, de adaptação todos nos estamos apren­ dendo Todos nós O Modelo Chinês. resumindo, sena como "fechar Bela Vista",viver e trabalhar com o que produzimos aqui, se não pro­ duzumos vamos produz Pelo menos por um tempo não vamos "manda(' e nem per­ mitr que levem dinheiro de nossa cidade' estou sendo baslante simples, mas dá para entender. quantos marreteiros, pica­ retas. comerciantes. vendedores. etc etc chegam em Bela Vrsta faturam e adeus Nada investem na cidade não pagam im­ postos não geram empregos. não pos­ suem imoves não investem nada Nadca de nada Só levam Todas as compras deverão ser fei­ tas no munic,pI0. em casos extremos. con­ sultar um de nossos loJ1stas. empresán­ os. tudo segundo a ética pisar o chão da realidade não querer assaltar os outros Se fortalecermos o nosso comércio, a nossa pequena indústra. todos os segmen­ tos, poderemos CRESCER e gerar mais empregos e nquezas, mas todos deverão, seguir o mesmo caminho É por ai Voltarei ao assunto na proxama semana (PP! Bela Vista/Campo Grande via Sidrolãndia 5:30-14:30-23:30 Bela Vista/Jardim 5:30-9:00-14:30 -23:30 Beta Vista/Dourados: 6:00 (Domingo e Feriado não) Bela Vista/Ponta Porã 6:00 - 16:00 Bela Vista/Bonito - Corumbá e Miranda 9:00 (Domingo e feriado não) Bela Vista/Anastácio e Aquidauana 5:30 e 14:30 • •• .,. Cruzeiro do Sul o Casa- menta de Ana Cláudia. filha d Paulo R F anna e Elisabeth e Luis Renato filho de Renato R Dangu o ily Mana foi real­ zado no dia 13 pp, às 20 15 hs n a lgreJ,) N S Perpé­ tuo Socorro em Campo Grande O Buffet Sandra foi o aconchegante local onde a linda noiva, noivo e seus pais I e­ cebcra m amigos e fam1l1ares para os cumprimentos. Ao Luís ílennto e Ana Cláudia desejamos Felicidades' Parabéns à Ora. Elizabete A Torres que no dia 13 PP Gomemorou mais um ano de vida' Espécie de Ora. ç.rn Particul.ir: "Agradeço essa injust,çn, oss.i alronta que mo dospertou, e cuja sensaçao viva lan­ çou-me para longo de sua causa ridicula, dan­ do-mo também tílma­ nha força tamanho gosto por meu pensa­ mento quo, por fim, meus trabalhos tiveram o beneficio de minha cólera; a busca de mi­ nhas leis !irou provei­ to do incidcnlo". ___ _, Homena­ gem: Pelo aniversá­ de de no Lídia e Mcis uma Jo pa - Ócl que loga na o >ão José dos Campos - SP Pa­ rabéns e Succssos 1 O Advogado OsNa!dnho Melo fes-­ tejou mars um ano de vida no dia 16 pp Um Jantar em sua residên­ ca onde amigos e fa­ rn1hares foram abraçar o arnversanante m rcou a data Fehadades' 1 Velasquez O Milaare de ser mãe, é o Agera. é um misto de Riso e ) dor. de Sol e Chuva, de Flor e Espinho, nesse paradoxo des­ cq_bnmos que o milagre é Su- ( blime Pois ser mãe é ser sim­ plesmente Amor' Maé parabéns pelos se4ts 71 anos que fana se estivesse entre nós, neste dia 16/01/ 2001 1 A,• Cal Stutl<, 26 . 1:,-,l,:n/MS r7'0c oo re. zsn1e:s Tem gente qu o sabe er 'Poder" ou r e­ hor. no tem competnca serve apena para 'exe­ cutar" o que os outros man­ dam E, quando 'execu­ tam' também não o sabem fazer com "c 1 a~se· para ao menos pas~ar a 1rnpres­ são de que é iniciativa sua' W o v o s deslumbrad,nhos são mot,vos de gargalhadas, pois enquanto pensam quo estão ·nadando de braçadas"apenas estão sendo "usados"pelos Sabidm/Jos . que se es­ condem nas sombras do anonimato e quando são "descobertos', negam na maior cara-de-pau' Que feio 1 Cnança, mau carater e gato e que dão o tapa e escondem a mão 1 Fiquei sabendo que !em gente usando Nossa Senhora corno amuleto, no bolso. na bolsa, na gola, etc ... Só que tem uma coisa: ela serve para --.. proteger quem a usa e .,; não para aumentar seu poder de maldade contra os outros! Cuidado, Nos­ u sa Senhora sabe tudinho • 1 --·( é7]4s-113 mme e+ ae.trg9 , ljzil aista -se s, sas pensam e engen­ dram' Tá bom, filhinho! Só se 'proteje' em cargo público, quem não tem competência para exercê-lo. Portanto os Muitas orações de seus filhos, ...netos e bisneto' deixar acontecer urna bri- , ) [ a osetar ara não acontecer o pior? - _> Sociedade vangérca e Proteção aos Desamparados de Bela Vista Porque cada rvo­ rc se conhece pelo seu próprio fruto. Lucas 6-44 Mas o fruto do espírito é: amor, alegria, paz, paci­ ência, m iscricór­ dia, bondade, fé, sabedoria, bom senso. Gálatas 5-22 V e"t e Rua Tenente Bernardes,602 - Centro !. Fone.- (On6i/ 251-ISOt Teteta 251-1685 Cel.::-9986-S353 - Jardim- Ms Ep 79 240-000 .. , ....._. - . - OU,/'b 1036 Daniela ler andes pe7oro Cinet o4u/+1 7760 Czuss eis. mias. Traz!tistas e Contratas - -- ·- ·«-taa.r». mo67)251-1g5 p ss.o da' tem su s e pre pessoa s- sam rece 1 'e- gna paz pacenca mi­ ser·córd,a, bondJde fé sabedoria e bom senso Os resultados s.io ccn­ cre'.os e v,sIveIs V,s,te a nossa sede no ba,rro da Agua Doce e você verá claramente o quan• to Deus tem feito nli. através de muitas pes­ soas que como ar;ores frondosas e sad,as dao bons frutos D Aracy Mendes Gonçalves. umas dessas pessoas que ha anos iama,s es­ quece o ABRIGO no f,. nal do século e 1nlc10 de Todos nós que vi­ vemos em Bela Vista, experimentamos as ma­ ra v1 l hosa s manifesta­ çóes da natureza e ain­ da podemos usufruir da sombra, do frescor e dos frutos das muitas árvores nativas ou culti­ vadas que enriquecem o nosso meio ambiente Na Bibl1a Sagrada, um novo m1lén10 mais que é a palavra de uma vez nos surpreen­ Deus, muitas são as Ilustrações nas quais os seres humanos são com- , 'parados as árvores que dáo bons e maus frutos é até aqueles que con­ trariando a natureza não frutificam Jesus deixa bem claro. que se seguir­ mos a vontade de Deus e o plano de Deus para nossas vidas, seremos conhecidos na socieda­ de em que vivemos pelos o que cabecinhas rnaldo- bons frutos que certa- mente produwemos NO ABRIGO DOS DESAMPARADOS, obra da SOCIEDADE EVANGÉLICA DE PRO­ TEÇÃO AOS DESAM­ PARADOS DE BELA capacitados devem se VISTA. que desde 1952 unir e exigir seus direitos. vem atendendo a popu­ Perguntar não ofende. laçáo carente de nossa É certo dar safanão .,comunidade, Deus tem em menor? confirmado cada vez Qual é O certo: você mais essa realidade. Tudo o que foi realizado é consequencia dos fru­ tos do espírito de Deus que se manifestam na' a D tida ,.m I a que qut repr - !,r r'l t .. r •o ou­ tros do adore e voiunt- nos que somaram conosco no ano de 20 O. a nessa rn-:r. '::,sw gra­ tidao e a certeza que as rr.con pensas d , "las s 1 •r ,JO curnpr ,d.JS COíl· forme i! B,b:,a nos ga­ rante Que Deus os abençoe cada vez mais. oramos agradecidos ELDA MORACS SIIAÔES • Presidente - pela Diretoria da Sociedade Evangelica de Proteção ,,os Desampa- rados de Bela Vista l ' , ' 1 _J'"l ... i t ,,,o-- D. Áracy Mendes Gonçalves, entregando â Presi• dente da Sociedade Evangélica de Protecáo aos Desamparados de Bela Vista, E/da Simões, a:. chuo 'imóvel ue doou ;i aquela instituiciio Edital (Aviso de Licitação) Nr 001/SALC/10 3 RC Mer/(Comissão Especial de licitações) ACamss!: Especa' te ctzries teszat2 z: Crztz &z 1C'Regi:nt te C2a'zr2 Me:zi, ±enElE:ler Ce te ler te 2C1, tertze:e ztruta. z crerá z lctaç2 r "Cate", t;: "M2: C'eta" te zre'2 tas ire ; 1Ss C209 (hr- q u e Hi s tA ni c DC i 2 Mtz: d zs D:rates) e M 9 -01 73 {estame- ta ME!ta: te S: Czzs). testiutz 2 ztzte te pecara. Es,!cif:tt;tJ ésS llltes IMAVEL REI 1 P::ze'2 t» .e! S 09 20: - R»CD) ARE. 73,20 t2 (setenta e três tc'ares ± tas m meti quutradas) 1 !ÓVEL ARtA 2 (P.rce!J ta imel IS09 J72-es:cena M ar te S3Caras). • ctzt3 E2slte Lzta; e: 22 t:z: z rés2::t Eztzl. r.s :ti e (a 15 {e'. - :er; : 20 - s interessztas putet rata: ::é t215±fee: ut: 2001.: I7.00±zas. e untalteeJu ru. 1CRC Me:. (C:2 D3/). n •• ..,,1 ,-, S?IJ YistJ/YS .. 13 ~! ll·C:ro te 2CG1