Justiça detrmi dos duodécimos d it Câmara . " u 1cipa í- J DAclo Queiroz Silva A hora e a vez de um deputado nosso, do Sudoeste Ozório Mirando dos Santos Ainda é cedo, muito cedo para se falar do assunto, ou melhor, • para a escolha, certa, mas nêo é cedo para dar Inicio a um trabalho de base visando conscientizar o povo, os eleitores, da necessidade de elegermos um , DEPUTADO ESTADUAL l--aquldo nossa reglao. Com residência numa das cidades do Sudocstc, trabalhando, vivendo o nosso dia-a-dia. TRIBUNA DA FRONTEIRA sempre saiu na frente quando se trata de defender os Interesses do nosso povo, nosso jornal e os demais editados pela REDE BELAVISTENSE j4 participou de campanhas memoráveis, sofremos o diabo nas mãos dos crlticos, retaliações financeiras e até ameaças a repórteres. faz parte de nossa história. Topamos qualquer parada. Estamos na luta pela implantação definitiva do PORTO em Murtinho, da pavimentação asfáltica de CARTA À REDAÇÃO Bola Vista, 06 de fevereiro de 2001 A Rede Belavistenso de Jornais Do Corpo Clinico do Hospital São Vicente de Paula A d1reçao clinica do Hospital sao Vicente de Paula, em nome do seu corpo clinico, através desta correspondência, gostaria informar à população de Bela Vista, que desde julho de 2000, seus médicos estào sem receber pagamento pelos plantões de Pronto Socorro; apesar disso vem cumprindo rigorosamente a escala e nào houve até o momento falha no atendimento à população A Beneficência Hospitalar de Bela Vista, mantenedora do Hospital, se justifica com o atraso informando que os pagamentos eram feitos com o subsidio que a pr·feitura municipal repassava ao Hospital e que também està atrasado desde julho de 2000. A classe médica entende as dificuldades financeiras da Admlnistraçào do Hospital, porém entende também que o pagamento pelo trabalho efetuado é direito incontestavel do profissional e deve ser honrado pelos responsàve1s Tal situação, além de irregular é av1ltante e insustentável A persistir o impasse o corpo clinico teme que o atendimento de Pronto Socorro à população poderà vir a ser prejudicado, já que dificilmente consegui• remos profissionais dispostos a trabalhar sem remuneração No passado recente, em situação semelhante de nsco ao atendimento à populaçào o Ministério Público atendeu aos reclamos do Hospital e ftrmou compromisso com a Prefeitura Municipal para que esta repassasse verba mensal ao Hospital com fins d o complementar a receta mensal, até que a Beneficência sanasse seu déficit financeiro Como isso ainda. não ocorreu. entendemos que a Prefeitura deve honrar com o compromisso assumido Pelo exposto, o corpo clinico pede o apoio e a compreensão de todos. Ater.ciosamente, Dr. Gustavo Rafael Medina Boccia Diretor Clinico Porto Murtinho-Caraco!-Bela Vista-Antonio Joao, pela construção dos Terminais Rodoviários de Bela Vista e Murtinho, assim foi a nossa luta pela implantação do Terminal Rodoviário em Nioaque, Jardim e Bonito. Também o asfalto para Bela Vista, Bonito e Murtinho É a nossa sina, nosso karma, lutar para transformar sonhos em realdade. Agora damos inicio a uma grande luta, sabemos, das mais dificeis, vai ferir O vereador Glaudiney Leite, o Neca do (PT), disse ontem que a vitoria de Chico Maia em Caracol foi o sinal de que o povo quer mudanças profundas na comunidade, sobretudo no campo politico, na maneira de se fazer politica, isto inclui a adoção de idéias pregadas e defendidas pelo PT". Diz o vereador. "nos temos de implantar em Caracol o jeito pelista de administrar. valonzando o ser humano e lutando pela busca de oportunidades para os que sempre permane­ ceram à margem da sociedade, os mais excluídos, os mais carentes. suscetibilidades, despertar DACIO QUEIROZ SILVA. ciumeiras, falarão de acertos, Prefeito de Antonio JoAo, acordos, mas a verdade é MÁRCIO MONTEIRO, urna só, precisamos de um Prefeito de Jardim. DEPUTADO ESTADUAL. OZÓRIO MIRANDA DOS nosso, da regiao, e n:Jo que SANTOS, vereador em represente a região e resida Murtinho e um dos mais em outros Municlpios fora do destacados llderes éo PT Sudoeste. no Sudoeste, Já pensaram Temos trés _nomes, que o Sudoeste, unido todos com potencial para se pode eleger até dois ( eleger, todos já mostraram Deputados Estaduais? A condições, trabalham e hora é esta, voltaremos trabalham duro por nossa muitas e muitas vczes ao regiao, são homens assunto acostumados a luta, exemplos de trabalho: "O PT e aliados progressistas, esta preparado para assumlí o compromisso das mudanças - prosseguiu o vereador- que a comunidade está a exigir, mas para isto não podemos aceitar nem a vaidade, prepotência, muito menos abandonar nosso estilo de administrar que é e sempre será o de ouvir e valorizar os nossos companheiros, a companheirada do PT trabalhou e trabalha para o crescimento do partido e para cumprir o nosso plano de Governo, precisam e merecem respeito. respecty mert sem prejuizo dos repasses reletivos ao exercicao atual, sob pen de descumprrr nto de d Ao judical De acordo com a Conttuçdo Federa! er seu rtgo 168, os repasses dos duodécimos ao Poder Legslatvo devem ser fetos ate o dia 20 de cada més, porem na gostao pass da a Prefeitura deixou de fazer os repasses referentes aos meses de Novembro e Dezembro Como não houve nenhuma posição oficial por parte da atual administração publica municipal com relação aos duodécimos em atraso a mesa diretora da Câmara Municipal recorreu a Justiça para exigir seus de!tos e na ültma sexta­ tera da 06 o Juiz de Direito da Comarca concedeu a l,m,rar estabelecendo as datas para que sejam efetuados os repasses Pag.06 G E R A L CIDADE Governo da Inclusão Social Neca prega novos rumos para Caracol Pag 06 Pag.03 Policial Militar ferido com gravidade em troca de tiros com marginal Na sexta-feira passada, dia 02. por volta das 09:30 horas, o Policial Militar Ueldon Cesio de 011 eira, 35 anos. lotado no 3° Pelotão PM, foi fendo com gravidade em troca de tiros com um marginal aue estava praticando assaltos e estupros nas proximidades do Parque de Exposições Rio Apa, bairro da Cancha. De acordo com as informações. nos últimos dias pelo menos três casais de namorados foram atacados pelo bandido. consta que ele fazia a abordagem dos mesmos de posse de uma arma de fogo e solicitava uma determinada quantia em dinheiro. Como norma!mente o casal não linha a quantia solicitada, na maioria dos casos RS 100.00 (cem reais} o homem era obrigado a deixar a _mulher com o bandido e voltar à cidade buscar o dinheiro. enquanto isso as vitimas eram estupradas. sempre sob ameaça de arma de fogo. Pag.08 1 / /ltMl !O M/ílQUE5 o MARGARETE DNVALOS GIM! + a lo.. ro • IJ ./1 ] Mal o f, llo ' rrr• J q , tu r.il.d I k 1 Ve! alguém souber de algum mm. µerl1111(11hJ qu • oponha na forma da Lei Bela Vista/Ms, 05 do Fevereiro de 2001 Janilde Rosa dos Santos - Oficia la 1 ,1 I / p.Ar DOUGLAS CARDOSO VIEIRA e ANA CRISTINA LOUR[IRO PINHEIRO, L ll ti• /t iro natura! de Bela /ta! ente na cdade de Bela V ta MS f · ta e dr• don 1 Ctcu• ::i /' 11 J Ca1rJ l,1a• 1 ,r,J so,! ra Ides do h, 'u r , 1 d,: Ke::.10 LourtNO P nheno (falado)e d M .a 1 ouIc11O P1nhrnm Se a!guém souber cJ algum im­ pedimento que se oponha na forma d,1 Lei Bola Vísta/MS., 07 de Fevereiro de 2001 JANILDE ROSA DOS SANTOS - Oficiala ACOMPANHANTE onzete. moreno claro. 1, 78 m. 21 anos curinhoso. sIgIlo absoluto 9986-5412 - 24 horas no ar (Só mulheres) 'ccé cm~:esá,,o, co-r:erciante, p1oí1ss,onal liberal Quer vender ou comprar, prestar scr,:iços Alugar ou vender? Seja objetvo e tome uma alllude inteligente Anuncie nos iorna,s da Rede Belavistense de Jornais r.ta,or número de leitores, maior agilidade, cred b:lidade e com retomo garantido. Mais de 8 mi/ leitores por semana. Lideres de circulação: TRIUNA DA FRONTEIRA (Bela Vista-Antonio João- Caracol) CORREIO JARDINENSE (Jardim-Noaque) JORNAL DE BONITO (B0to) iR18JNA '.'URTINHENSE ( Portof.urtinhc) O LAGUNENSE ( Guta Lopes da Laguna) REDE BEUIUISTENSE DE JORNAIS A-1. Trbuna da Frntera, 554 Te. (0"67439-1410154 Be'a sta -1!S i ~ n_ : :a. a'. g Como o nome da "Vv Snha' Auge " pnmeros prte Jorge Tlh eoutr Vou dze a verdade aqui. se 1ue , taros num demnocr a 0 que e c;ue Ro r Cohr f z per 8 V ' 1? Col or d ,' o está no fm do Sra I nunca d confuça para Mato Gro:;so do Sul, o que fez to trar o dntoro de muta g te, de ou mu,tos cm mil s :uaçao, !o, u•r 1 1 mpa A ~u3 pos5c 101 bonit nha, mas, a sua saida foi tenha, foi uma vergonha Puxa saco tem bastante Outra coisa que stranho e que um cidadão nào pode fazer nada em sua propriedade se foi cri­ ado o lbama a Florestal para pro t os abusos? T,1 certo foi uma medida certa foi uma lei boa, mas, como que o homem de dinheiro pode desmatar. tendo di­ nheiro. tá certo que en:ra uma rendinha para o Esta­ do mas.vão acaba11do com as ncas matas Nao sou contra uma lei. mas falta etpltcaçocs mais claras Ou'.ra coisa surg•u a Lei de nao queimar ma,s os campos para m,m que conheci campos, nào acho nada conforme. os campos vão secando tudo, as pragas nos campos aumen!ou se houver uma seca como no ano pas­ sado ou atrasado. outro prejuizo, queima o gado, an,ma.s silvestres nos pantanais depois e uma tal de multa para oma dos cnadores, que mu,tas vezes nao tem cu 1 pa e por ai vai meus caros leitores Vou aqui dar um pa'p1te de um pé de macaco, se os campos queimarem um ano e falhar outro, talvez sena bom e lembro ma,s urna co,sa foi cnada uma lei Já pela Prefeitura sobre vacas nas ruas, mas. ago­ ra Já há outro perigo que é preciso sanar, são os cães doentios em toda a cidade Se urna pessoa pegar uma rabuja de cachorro? Nem medico não da mais volta NOVENA A MILAGROSA VIRGEM DO ROSÁRIO DE POMPÉIA M.lagrosa Virgem da Pampé:a acoihe,-me a vossa pro­ teção e amparo Entrego-me complelamen:e a vossa vontade e em prova do meu afeto. ofereço a vos estas luzes (acender) uma vela nas nove qu.nta-fe1ras em 9 horas E consolai-me em minhas afluções Suplico a vos pela honra que tveste em hospedar o Salvador do munéo Jesus Cns:o intercede, pela felieodade de meus fam,:,ares para que sempre rvque a Deus em suas afçes Sup'coa Vos que se,a,s m,sencord.osa a'as­ tando as dfcu'dades que nos rodeiam e que me concedes as graças que vos peço se for para maior Glória de Deus e sa!­ vação do mundo Amém Recebe a graça no sexto dia de Novena. Mande publicar nos Jornais. É para casos impos­ svers, sao nove quintas-feiras. (A-CA) Rede Belavistense de Jornais Ltda CGC-MF 15 513 203/0001-59 Avenida Tribuna da Fronteira,564 . Bela 1/istalMS 'ã(0xxô7) 439-1410 - FAX (0xx67) 439_ 1544 DIRETORES IVALDO PEREIRA MARIA ESTELA VELASOUEZ PEREIRA VICTOR HUGO VELAS UEZ PEREIRA TRIBUNA DA FRONTEIRA Fundado em 20 de Fevereiro de 1972 Fundador: lvaldo Pereira Diretor-Editor-Chefe: Ivaldo Pereira . Redaçao. Administração e Comercial A enida Tnbuna da Fronteira,5ô4 _ Bel 'li ai 1.~ ,0,67)43g. /a s! !S ... XXO/ 4 "-1~ 10- FAX (0o:67)439- 544 ASSINATU~ ANUAL: RS 100 00 Registro no Canono de Titu1 05 e Do • B I V • cumen:os d" • e a 1sta/MS., sob O nº 1066 _ Livro s As cpndes emtdas nas matras assinadas no representam recessa r.a- ] mente a cpnã do mal, sendo de responsabidade 3e ses a- 1 1 • .,h.;,;;.,;a. Neca prega novo, O vereador Gaudiley Leite, o Nec (PT), disse on­ tem que "a vitória de Chico Maia em Cara­ col foi o sinal de que o povo quer mudan­ ças profundas n co­ mumidade, sobretu­ do no campo politi­ co, na maneira de se fazer politica, isto in­ clu1 a adoção de idéi­ as pregadas e de­ fendidas pelo PT" Dz o vereador, "nós temos de implantar em Caracol o jeito pelista de adminis­ trar, valorizando o ser humano e lutando pela busca de opor­ tunidades para que os que sempre per­ maneceram mar­ gemn da sociedade os excluídos, os mais carentes" "O PT e aliados. progressistas, está preparado para assu­ mir o compromisso das mudanças - pros­ seguiu o vereador - que a comunidade está a exigir, mas para isto não podemos aceitar nem a vaida­ de, prepotência, mui­ to menos abandonar nosso estilo de admi­ nistrar que é e sem­ pre será o de ouvir e valorizar os nossos companheiros, a companheirada do Senado e Tornou-se nítido o panorama da dispu­ ta pelas presidências da Câmara e do Se­ nado. O Presidente Fernando Henrique Cardoso, de um lado, apóia as candidaturas do Senador Jader Barbalho, para presi­ dente do Senado, e do Deputado Aécio Neves, para presiden- te da Câmara, en­ quanto o Senador An­ tonio Carlos Maga­ lhães combate o pri­ meiro e apóia, na Cà­ mara, a candidatura do deputado Inocêncio Oliveira. Veterano com mais de seis manda­ tos, Inocêncio Oliveira conhece profunda­ mente a composição da Câmara, mas, ao se proclamas candidato de oposição, terá que enfrentar o verdadeiro muro de concreto ar­ mado do Governo, que tem grande poder de influência na Casa. A sucessão presidencial domina a sucessão nas pre­ sidências da Câma­ ra e do Senado. O presidente prestigia a candidatu­ ra de Jader Barbalho, que fez um acordo com o ministro da Saúde, José Serra, hoje considerado o candidato "in pectore" do presidente FHC. No Congresso, jâ se fala abertamente na chapa José Serra­ Jarbas Vasconcelos, o Governador de Pernambuco. O Senador ACM apóia a candidatura de Tasso Jereissati, âmra do e par cumprir o nosso pla no de Governo pre cisam e merecer respeito" Quanto aos pn meiros 30 dias dc Governo de Chicc Maia, Neca disse que o prefeito acer­ tou em priorizar a área de saúde, con­ tratando médicos, dentista, fisiotera­ peuta e agilizando o setor. mas, faz uma ressalva, "o prefeito precisa tratar com muito carinho, com muita consideração, os que o procuram que também conta com a simpatia do Goverandor de São Paulo, Mário Covas. hoje inimigo ostensivo do PMDB. Porém, não se sabe se Covas terá sobrevida para influir na sucessão presi­ dencial no PSDB. PFL ameaçado Figuras impor­ tantes do PFL acham que o presidente co­ locou em prática uma estratégia aparente­ mente destinada a fa­ zer o PFL espirrar da coalizão partidária que o sustenta. Já se teme na cúpula do PFL que o partido, derrotado na disputa pelas pre­ sidências das duas Casas do Congresso, perderá de tal modo a importância que já teve, que acabara so­ frendo uma diáspora, com muitos de seus membros procurando amparo, de forma oportunista, no PSDB e no PMDB, para fu­ gir do desprestigio. O vice-presidente Marco Maciel e o Senador Jorge Bornhausen es­ tão preocupados com o futuro do PFL. Sem Mário Co­ vas para pressioná-lo, Fernando Henrique Cardoso ficará com a faca e o queijo na mão para encaminhar aso­ lução que julgar con­ veniente para a sua própria sucessão. "Ausente Covas, FHC vai tirar o candi­ dato do bolso do co­ lete"- reconhece um político importante do PSDB. O Ministro Pedro Malan é dado como o candidato ide- ai do presidente, mas, em face das dificulda­ des para viabilizar a candidatura de um técnico, ele se conten­ taria com o senador José Serra, que é um político que sempre esteve ao seu lado em lutas contra Mário Co­ vas e seu grupo. ACM é o alvo Políticos impor­ tantes do PFL acredi­ tam que FHC perdeu a paciência com o Se­ nador Antonio Carlos Magalhães. O Presidente es­ taria disposto a colo­ car em prática um pla­ no para acuar o sena­ dor ACM até mesmo em sua base política, na Bahia. Neste sen­ tido, já estaria utilizan­ do o deputado Geddel Vieira Lima, líder do PMDB na Câmara e inimigo pessoal do Presidente do Sena­ do, como uma espécie de ponta-de-lánca. O Presidente não perdoa as arma­ dilhas que ACM prepa­ rou contra ele. O grau de reaão de FHC dependerá do comportamento que ACM adotará em face da vitória de Jader Barba lho. Se for agressivo, acusando o presiden­ te de conivência com a corrupção. arespos­ ta será a demissão de seus dois ministros no Governo. Já se fala que existe uma ameaça potencial de diáspora no PFL da Bahia - vá­ rios deputados estari­ am dispostos a aban­ donar o partido Um s os s carte e'um bém valorizar a companh arada do PT a' na O povo vo­ tou no Chico aia pelo que ele repre­ senta cm tem os de mudanças nsatisfaçao Sc.nt,mos no e­ reador certa insatrs­ fação no tocante ao andamento das rela­ ç6es do Executivo com o Legislativo Neca estudioso das Leis, carrega sem­ pre nas maos, a Lei de Responsabilida­ de Fiscal, a Consttut­ ção e a Lei Orgânica pauta sua atuação ta amigo importante de ACM no plano nacio­ nal acha que, com dois anos de mandato pela frente, FHC não teria tempo suficiente para esmagar o poderoso senador em sua base política na Bahia. Qual o jogo de ACM? Quando o depu­ tado Paes de Andrade resolveu partir para o confronto com atual cúpula do PMDB e o Governo, seu aliado, o senador Antonio Carlos Magalhães di­ zia que o problema de Paes é que tinha ido longe demais no con­ flito com FHC, de sor­ te que jâ não tinha como recuar. Há im­ portantes políticos n o PFL achando que o Senador baiano está, hoje, em situação se­ melhante à de Paes, naquele tempo de luta contra o Planalto. No entanto, hã quem ache que, pro­ fissional do ramo, ACM não vai incendi­ ar as caravelas, comfo Cortez, deixando uma margem de manobra para garantir a sobre­ vivência. Suas últimas de­ clarações indicam que vem trilhando esse caminho - são afirmações mais cau­ telosas em relação ao Governo. Uma vez consu­ mada a vitória de Jader na disputa pela presi­ dência do Senado, o senador lamenta que a maioria dos seus com­ panheiros não tenha compreendido o senti­ do de sua pregação. (Tarcisio Holanda) Vereador Gaudiley Leite, o Neca (PT) baseado na Lei Dz TRIBUNA DA que é preciso fazer FRONTEIRA, o um levantamento do JORNAL DE CARA- Legislativo, ver o quanto deve a Cama­ ra, para quem deve, o porquê deve e pre­ ga uma transparência da situação financer­ ra Disse também que vai se utilizar da COL, para falar nos leitores, ao povo de Caracol "o jornal de vocês tem tradição e credibilidade, e, além do mais, está afinado com o nos­ so Governo" Compromisso para 2001 O tema Imprensa de Turismo e Destinos Na­ cionais sera o eixo dos debates do Congresso anual da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet), marcado para o periodo de 8 a11de maio deste ano, em Manaus. A intenção é evidenciar o papel da mídia no progresso de desenvolvimento do Brasil turístico e identificar caminhos que possam intensificar essa partici­ pação. O mote é divulgar para fazer crescer a indústria turística brasileira. Nessa linha, a Abrajet argumenta que os mei­ os de comunicação precisam. conscientzar so­ bre a importância da valorização e preservação dos patrimônios cultural, histórico, religioso, ambiental; orientar sobre a necessidade de in­ serção da comunidade nas tarefas de hospitali­ dade e sobre os aspectos em termos de postos de trabalho e de recolhimento de tributos, escla­ recer os variados nichos da economia envolvidos sobre o alcance da atividade, a geração de renda e a contribuição de uma conduta ética; induzir o brasileiro a escolher os atrativos nacionais. Em outras palavras, é preciso pautar re­ portagens com qualidade que induzam o brasi­ leiro a visitar a valorizar os destinos e os patri­ mônios nacionais e. com semelhantes intensi­ dade, produzir matérias que provoquem o empresariado e os governantes a deixar de lado o romantismo ou a superficialidade para enxer­ gar o turismo em um horizonte de crescimento ecônomico e de criação de empregos. Nesse processo de aprimoramento da divul­ gação em tomo do Brasil turistco também é preci­ so interação. De um lado, a midia fortalecendo os espaços especializados existentes, criando outros e abrindo novas frentes de informação - nas editarias de economia, geral, cidades, etc Noutra ponta, o poder público e a iniciativa privada, atra­ vés de assessorias profissionais, abastecendo os editores com informações, textos e imagens, pro­ movendo programas de familiarizacao turistica sensibilizando os meios de comunicação. Na indústria do turismo, a divulgação é um ingrediente fundamental. Por isso. a Abrajet pon­ dera que o jornalista especializado. um dos elos da cadeia produtiva, deve compreender que tem um sério compromisso com o desenvoiv;men:o do segmento e que precisa adotar como matéria-pri­ ma os cenários e produtos nacionais Júlio Cézar Rodrigues -Presidente da Abrajet Voltando às au- [as-Aqui m Antonio Joao as crianças, adolescentes e adultas est o levantando cedo para tm a aula uma coisa vou dzet o aluno que esperto ele vai até o fim /gora vem o inverno tem negumnho que vai bater que4 xo na tua na sala de aula Mas estudem para um dia você ser alguém na vda, para nao fcat sofrendo de­ pois, porque sem estudo você nao é nada Colorido Espe- cial-Antonio Jo.10 voltou a ter vida e alegria que só as crianças e jovens podem dar Que todos lenham um feliz recomeço de aulas. estudem bastante, fiquem bem atentos para fazer JUS aos esforços dos pais, que depositam tan­ tas esperanças nos f1llos e gastam tanto com materIc1Is escolares. uniformes e an tas outras. Dois Patinhos o Bons Motoris- tas.o Departamento Nac onal de Transito (Dentran) va Identificar os motoristas que nà provocarem acidentes ou que não tenham cometido infraçà nos üitimos três anos com um tarja dourada medida foi aprovada em dezembro pelo Comt.·F xecutvo do Conselho Nnc10110I de frâns1to (Conatran) Enlace. Nesta última se- CIDAO. - 04 jovem maurylians Grance Quevedo mais conhecido por (bila), fez 22 anos. recebeu parentes e amigos em sua re­ sidência em comemoração aos dois patinhos que este mês completou Bila é um jo­ vem humilde e filho do rias­ lar da igreja Batista José Ed­ son Cai vaI10 Nos da lribu­ na da Fronteira desejamos muita paz e saúde em primei­ ro lugar, porque o resto agente corre atrás 2° Claudinho Buchecha.o nossa amigo Marcelo popular (Pé) está usando um óculos de len­ te escura espelhado e anda pela cidade inteira mexen­ do com as gatinhas, e já ga­ nhou o apelido de Claudinho Bochecha E. ojo­ vem é gen1e f,na pra chuchu não existe hora ruim pra ele. mana passada, casou-se na igreja /Assembléia de Deus (mi- 111sléno Belém) os Jovens Célia Ribas Portugal e Marcos Portu­ gal cerimónia de casamento foi d111gida pelo pastor e presi­ denle do campo de Ponta Porã, Miriano Francisco das Neves e o pastor local, Ataide Tobias da Silva igreja estava lotada pe­ los parentes e convidados. o casamento deu inicio às 20 30h. E após o cerimonial os noivos recepcionaram os con­ vidados com suculento churras­ co na Cabeceira do Apa, 15 qui­ lômetros de Antônio João. Vice-Prefeita -A vice prefeita de Antônio João, lone 01t veira dos Santos, está recorren do os setores de saúde. Pessoas que estiveram internadas no Hos­ pital Murncipal, Já me disseram que às G:00h em ponto da ma­ nhà ela já está visitando os que ficam nos leitos do hospital. Para­ bens prefeita, assim que se faz. Desafiar a Im- prensa - Mais uma vez que fique o exemplo para quem interessar possa Seja ela po­ derosa, grande ou pequena, nca ou pobre, ninguém deve desafiar a imprensa que um dia. mais cedo ou mais tarde, o trôco vem de maneira impla­ cavel Eurico Miranda- o ho­ mem mais poderoso e influ­ ente do futebol brasileiro e até do continente sul-americano· pagou para encarar uma bri­ ga com a Rede Globo e está se dando muito mal. Artigo D crime :nergulha no mundo Cada vez que pa sa o nundo vai se tom, indo no lu­ par de terror em um mundo sem terra de ninguém" num segu- rança a nossa sociedade n1o pode mais contemplar mais não sabemos se vamos ama­ nhecer vivo ou morto. lemos nedo de irmos a escola, no mercado. trabalhar. a igreja. etc ... Enfim o crime está cada vez mais rápido. monstruoso, perfécio, maligno e imensidade Se nós olhamos para o es­ pelho da vida que é 81bl1a con­ firma tudo isso que haveria, e está se cumprindo briga, des­ contentamento, desavença, ódio, irmão contra irmão, filho contra mãe, mãe contra filho, pai contra fllho, filho contra pai, e notamos que a humanidade não há mais amor com para seu próximo. Tudo isso acaba se tornando em crime, quantos mi­ lhões de pessoas nesse mun­ do que já morreram e que âs vezes essas pessoas dariam para salvar outras pessoas. As nossas aulqridades lentaram barrar o crime que mergulha no mundo, as organi­ rnções de maior poder no mun- 1o contra o crime não estão :onseguindo combater o "crime ue mergulha no mundo", na inha opinião tinha aue convo- 3r os exércitos brasileiros tan­ ' como dos outros países, para agir e entra em ação. Por que o lema do exército brasileiro é A segurança em nossas mãos. Principalmente nas frontei­ ras com o Brasil e nas grandes cidades. Rio e São Paulo onde a conexão é maior de tráfico de drogas, ai que o exército deve­ ria penetrar. O que adianta a PM do Rio ou São Paulo man­ dar uma viatura da Policia nos bairros com um ou dois polici­ ais vigiar. combater o crime, prender um criminoso, sendo que os marginais estão mais preparados do que a nossa po­ licia que muitas vezes acaba não voltando vivo. Geraldo Ferreira (Gegê) é repórter e colunista, escreve regularmente neste Jornal e é responsável pela Sucursal em Antônio João-MS ANTONIO JOAO 7 Com a gente, sua empresa vai longe Cruzeiro do Sul - a Sata metia, 104 - Campo Grance.Ms rone: (0"6 7)721-5010 -Fax: (0"67) 72 4-9190 vicruz@zaz.com.br ariedadas Esporte ganha R$ 500 milhões O esporte brasileiro receberá, a partr d s­ te ano, cerca de R$ 500 milhões anuais de insençôes fiscais que dever4o ajudar a massificar a prática esportiva e transformar o Pais numa potencia olimpica Como parte desse projeto, a educação fi­ sica será reintroduzida no curriculo +scolar e serão construidas quadras e piscinas nas 30 mil escolas de primeiro e segundo graus, d s 70 rn1I existentes no Pais, que ainda nõo têm infra-estrutura esportiva Também serão reforçados ou construídos complexos esportivos em todos os municípios acima de 40 mil habitantes. "As Olimpíadas de Atenas, em 2004, se­ rão o teste dessa política de massificação do esporte no Brasil'', diz o ministro do Esporte e Turismo, Carlos Melles, responsável pelo ambi­ cioso plano que promete causar, no mundo es­ portvo, uma mudança Ião grande quanto are­ volução no ensino promovida pelo ministro da Educação, Paulo Renato Souza. A nova prioridade ao esporte no Governo Fernando Henrique Cardoso inclui ainda esfor­ ços para que o Brasil venha a sediar os Jogos Olímpicos de 2012 e a Copa do Mundo de fute­ bol de 2010. Reflexão - Não é engraçado como RS 10,00 pa­ rece tanto quando o levamos á Igreja e tão pouco quando vamos ao Shopping? - Não é engraçado como uma hora é tão longa quando servimos a Deus. mas tão­ curta quando assistimos a um jogo de fute­ bol? - Não é engraçado como duas horas na Igreja parecem mais longas do que quan­ do assistimos um filme? • Não é engraçado como não achamos as palavras quando oramos, mas elas es­ tão sempre na ponta da língua para conver­ sarmos com um amigo? - Não é engraçado acharmos cansati­ vo ler um capítulo da Bíblia, mas é fácil ler 100 páginas do último romance de suces­ so? - Não é engraçado como sempre que­ remos as cadeiras da frente no teatro ou num show, mas sempre sentamos no fundo da Igreja? -Não é engraçado como precisamos de 2 ou 3 semanas de antecedência para agendar um compromisso na Igreja, mas para outros programas estamos sempre dis­ poniveis? - Não é engraçado como temos dificul­ dade de aprender a evangelizar, e como é fácil aprender e contar a última fofoca? - Não e engraçado como acreditamos nos JOrn~ts,_ mas questionamos a Bíblia? - Não e engraçado como todo mundo TU9e 5alvo desde que ao ena que acre , ar, uzer ou fazer nad -Nãoé 1a engraçado como mandamos mi- lhares de piadas pelo e-mail h . 1 que se espa- 1 am como um mncêncio, mas q d ·ce- , uan ore bemos mensagens sobre O S h _ 0 - . en or na reev.amos para ninguém? - NAO E ENGRAÇADO? Você está pensando? -Não é engraçado com d você for dar um foí.vard n º1 que quan o . . . es a mensagem voce vai exdu1r um monte de t • h; .= gen e que voce ac a que nao acredita em nad ? -Não é engraçado? ª • -Não -E triste ... forme TF '........eg!g............ Ubaldino Rodrigues O Asfaltamento das rodovias da região - va e volta o assunto vem a tona em nossa c+­ dade e regao, falamos do asfaltamento das rodovias Antonio João/Bela Vista! Caracol/entroncamento da BR 267 (Jar­ dr/Porto Murtmno) As vezes é algum po litico querendo aparecer e posando de "par da cnança" ou então uma visita do Gov rn.idor ou de gente lgado a ele, ai todo mundo fala coloca palavras na boca das autoridades e saem falando sobre esse asfaltamento, cada um querendo mostrar que sabe mais do que o outro Também sabemos 1 , interesse do Governa­ dor Zeca do PT cm v1ab1ilzar o asfaltamento dessas rodovias esta­ duais e, mais ainda, se depender da sua vontade as obras terào inicio ain­ da no primeiro semestre deste ano Explicamos - como é do conhecimento geral, o Governador é candidatissimo à reeleição e a execu­ ção do asfaltamento das rodovias da nossa regIào é quase que uma ques­ tão de honra para Zeca. pnmeIro por­ que ele é do Sudoeste, cuias cidades teriam o progresso impulsionado sig­ nificativamente com a pavimentação dessas rodovias. segundo, asfaltar de Antonio Joao à Porto Murtinho (terra do Governador) representa o atendimento de uma das mais antigas reivindica­ çoes das populaçoes de todos os mu­ micipios da nossa regao, o que valeria à Orcirio o apoio significativo de gran­ de parte da classe política e dos eleito­ res deste que ja foi conhecido corno o corredor sofrido do Estado Por esses motivos - E por outros, acreditamos que Zeca do PT 1rà viabilizar esse asfaltamento tão es­ perado e, vamos mais longe, de acor­ do com ir.iormações de fontes da capi­ tal do Estado, conforme entendimentos entabulados com o Fundo de Desen­ volvime nto da Bacia do Prata (FUNPLATA) as obras devem ser exe­ cutadas em duas frentes s1multãneas. para dar maior agilidade ao seu desen­ volvimento, dessa forma, la pelos mea­ dos de 2002, coincidentemente poucos meses antes das eleições. elas estari­ am sendo concluídas. Boataria sobre ocor- nossos policiuus já etão acotur idos com +sse tpo de conta e n1o V) d 1- xam atngt, dos,s; forma qurmndo algun desses que f a z 9m até chacotas a m os ­ peito da ocorrência precisar essa mes ma policaa stara pront para ser-lo, da melhor maneira possivel, o que alas, é de praxe na PM Cabeça (Ju da caros colegas1I Em tempo o policial fendo se encontra ·m franca recuperação e nes­ te final de semana provavelmente ja terá alia do Hosp•tal Felizmente Para finalizar - Só uma pergunta A quem interessa as informa­ ções sobre o veiculo que estava sendo utilizado nessa operação policial, inclu­ sve a cor e o modelo do automóvel? Em nosso entender isso só interessa aos bandidos mas, infelizmente, tem gente que dà (:SSe tipo de informação na imprensa, só faltou agradecer ao propr1etàno e dar a chapa Falta de ex­ periência com certeza não é. pelo con­ tràrio. por isso mesmo o colega deveria atentar para o fato de que qualquer um que tenha um carro com as característi­ cas divulgadas pode, de repente. ficar marcado por um marginal, ainda mais com tanta boataria que corre na cidade. com cada um deduzindo quem é o pro­ prietário do citado veiculo, até o meu já entrou nessa lista. E muita "inocência" para o meu gosto E o salário dos ser­ vidores ·públicos muni­ cipais? -A reportagem do Informe TF apurou nos últimos dias que até ago­ ra os servidores públicos municipais não tem uma posição concreta com re­ lação ao pagamento dos salàrios em atraso (do ano passado) por parte da Prefeitura Municipal Como é do conhecimento da maioria da população, parte dos servidores da Prefeitura ficaram com até três meses de salàrio em atraso, além do décimo terceiro O fato desses func1onàrios não sabe­ rem quando nem como vão receber, vêm lhes causando sérios transtor­ nos e dificuldades diversas. em casa. Junto a credores e até mesmo na Escola onde seus filhos estudam. afinal de contas não possuem di­ nheiro para cobrir as despesas ine­ rentes ao dia-a-dia. Será que já não é hora - da atual administração apresentar um cronograma pelo menos, informando como será feito o pagamento dos funci- onários públicos municipais? afinal de contas trata-se de direito adquirido e deve merecer total e irrestrita prioridade por parte do poder público, independente­ mente de quem deixou de pagar. Não devemos esquecer que a divida é da Pre­ feitura e salário é coisa sagrada para o trabalhador, pelo menos deveria. A caminho da Justi- rência policial - Impressionan­ te. esse é o termo para definir a falta de responsabilidade com que muitas pes­ soas se reportam a ocorrência policial do último dia 02, em que o policial militar Ueldon Cesio de Oliveira foi gravemente ferido em troca de tiros com um margi­ nal em uma rua escura nas proximida­ des do Parque de Exposições Rio Apa A é agora - ouvimos pouca gente se preocupando com o estado de saúde do policial, que esta­ vaa serviço, em companhia de outros dois colegas e, o mais importante, pro­ curando preservar a segurança da co­ munidade, afinal de contas qualquer um poderia ser atacado pelo maníaco, o qual já havia cometido assaltos a mão armada e estupros. Naqueles dias o bandido estava atacando na região do Parque de Exposições. amanhã ou de­ pois poderia atacar em qualquer outra parte da cidade. portanto, a ação era de interesse de toda a comunidade. • Infelizmente - palavras de apoio e de reconhecimento a cora­ gem desses policiais belavstenses que estavam tentando cumprir mais uma missão, própria da carreira que esco­ Iheram, são poucas, as criticas, estas sim, são muitas. e o pior, sempre ba­ seadas m suposIçoes Ainda bem que ça - Conforme informações que rece­ bemos, em off. já tem advogado prepa­ rando ação para ingressar na Justiça co­ brando o pagamento dos salàrios em atraso de alguns servidores públicos municipais, parece-nos que uns e,:n gru­ po e outros em ações individuais. Isso nos faz lembrar que nesses casos a jurisprudência é clara e não ha­ verá outro caminho senão a estipulação de um prazo para a Prefeitura efetuar o pagamento ou a concessão de tutela antecipada, conforme a petição. O que os funcionários não querem é que seus salários sejam transformados em precatórios, porque ai podem levar anos e anàs para receber, o que tam­ bém, em nosso entendimento. é inadimissivel em se tratando de salano de servidores. Voltaremos ao assunto As ociaç..10 dos Pe­ quenos Produtores do bairro Água Doce tem nova Diretoria rr o 'a 04 aW que os Produt Agua Doce r '10 tuit ua nova dretona t +$CG ram apre d, A «ao contou com a apre va partcpaçio de 412 moradores e por mi ab' 188 votos sagrou e ven »dora denominada "JUPCOM"- Jovem Uni­ dos por uma Comunidade M hhor- pre­ sidida por Wanderly Tee ira da Cruz A chapa encabeçada por Rufino Rbei ro foi a segunda colocada com 121 votos, em terceiro lugar fcou a chapa de Elzeu Medina com 100 votos Em conversa com Adat Sena morador do bairro Agua Doce que apoiou a chapa "JUPCOM" ele infor­ mou que a Vereadora Orlanda F retas dos Santos fez a doação da luminaçao completa para o campo de futebol da Associação dos Pequenos Produtores Rurais do bairro Agua Doce o que tam­ bém representa a prmeta conquista da nova diretoria eleta no último domingo Vale lembrar que a Vereadora Orlanda apoiou a chapa encabeçada por Wanderly Teixeira da Cruz que foi a vencedora, inclusive colocando um car­ ro a d1spos1çâo para o transporte dos ele11ores no dia da votação A nova diretora da entidade re­ presentativa dos pequenos produtores do bairro Agua Doce ficou assim cons­ tutuida Presidente:. Wanderty Teixeira da Cruz, Vice-Presidente Hortêncio Risald1, 1º Secretàr10 Margarida Rodrigues. 2° Secretário. Slvio Erom Dias Bueno, 1° Tesoureiro Mauro Martins Balta, 2° Tesoureiro. Claudmne de Souza Looes. Conselho Fiscal João Edmundo Bazzano, Rosaldo An­ tonio Romero e Francisco Loureiro, Suplentes Claudio Pereira dos San­ tos Valdemar Ribeiro Machado e Bernardo Vilalba Conselho Deliberativo Isaias da Rosa, Pedro Paulo Gamarra e Dorival Marques de Araujo, Conselho Consultivo Ozéias Vieira de Albuquerque. Everson Martines e Silverio Selaje, Diretor de Esportes· Orald1no Centurião Ferreira: Diretor de Patnmõ1110 Oscar Mohr. Parabenizamos pela vitória e deseja­ mos sucessos à nova diretoria da As­ sociação dos Pequenos Produtores Rurais do bairro Água Doce. Carna-Dance no Grê­ miO-Nestesábado. dia 10, a partirdas 23:00hs. acontece no Grêmio Pedro Rufino o primeiro grito carnavalesco - "Cama-Dance" A animação estará por conta do conjunto Andorinha Banda Show, que este ano vai tocar o Carnaval no clu­ be, os ingressos estarão custando RS 5,00 para homens e RS 3,00 para mulheres. O Carnaval 2001 no Grêmio Pedro Rufino estará acontecendo de 23 a 27 pró­ ximos, as mesas já estão a venda ao pre­ ço de RS 100,00 para as cinco noites e RS 25.00 por noite. os ingressos estarão custando RS 5.00 por pessoa, sendo que os sócios em dia não pagam o ingresso. Importante ressaltar que para este Cama­ val o "Andorinha Banda Show'' será incrementado com novos componentes. escolhidos especialmente para darem um toque especial as cinco noites de folia no clube. Reserve a sua mesa cm antece­ dência para não ficar sem um bom lugar. Orgulhoso- Entrei na sala do"che­ fe" (mais antigo) lvaldo e ele todo sorri­ sos. isto depois da visita do Dr Sydney Nunes Leite, um grande amigo aqui da casa Como bom repórter quis saber o porque de tanta a 1egria e aque!e bnlho estranho nos oihos do homem. Acontece- aue o Dr. Sydney en­ vicu alguns exemplaps do livro "CON­ TOS. CAUSOS E CRONICAS", de au­ toria do "chefe", para Pernambuco, pequena, mas e nos eno centro Drogas -E de se tranhar o uso de drogas, e das pesadas m Bel Vista, por pessoas que por obriguçao dever tenam que ser as prmeras a abo­ lr o uso das mesmas Tem um assunto quente pipocando por ai, vau dar até hs­ tona para o próximo lwvro do lvaldo Isto é se antes esse fato nào virar caso de Policia Quem avisa amigo é!' Sem conversas e sem meio termos- Todos osjomnas da REDE tiveram suas t,ragens dobradas isto mesmo, é jornal para tudo que e lado 101 fáol para fazer isto através de anunca­ antes, nas próximas edições o !e.tor verá o rio de propaganda rumando para o mar da aceitação de nossos jornais E VIVA quem sabe fazer e faz o que gosta O TROCO Mais uma vez que fique o exemplo a quem interessar possa Seia ela poderosa. grande ou pe­ quena. nca ou pobre. ninguém deve desafiar a imprensa, porque um dia, mais cedo ou mais tarde, o trôco vêm de maneira implacável Está aí o exemplo, Eurico Miranda - o homem mais poderoso e influente do futebol brasileiío e até do continente sul-americano - encarou uma briga com a Rede Globo e está se dando muito mal • O Presidente do Vasco da Gama ironizou a CPI do Senado sobre a corrupção no futebol, debochou da CPI da Câmara dos Deputados so­ bre aNike, sempre fez gatos e sapa­ tos da CBF e levou a sua truculência ao Clube dos 13 e a todos os presi­ dentes de federações do País, ver­ dadeiros capachos de Eurico Miranda, o todo poderoso chefão da máfia do Futebol brasileiro. • Ele conseguiu tudo o que quis, fez e desfez de tudo, esnobou o quanto pode as autoridades esportivas do Pais e nunca lhe aconteceu nada. Até o dia em que o Presidente do Vasco da Gama resolveu desafiar a Rede Globo na partida final da Copa João Havelange colocando a mar­ ca do SBT no uniforme do seu time. • A emissora do Sr. Roberto Mari­ nho engoliu seco, calada e não deu um pio contra a afronta que rece­ bera do todo poderoso Eurico. Em silêncio, ela colocou em ação toda a sua equipe de jornalismo investigativo e, em apenas 15 dias, vasculhou a vida de Eurico Miranda no mundo inteiro. Com tudo em mãos, a Rede Globo simplesmen­ te detonou oEuricão. Com provas. O detalhe importante nisso tudo é que o Govemo brasileiro, com toda a força do Ministério da Justiça, Polca Fede­ rale de outros setores oficia:s de iir­ vestigaç.ão, levou quase um ano para descobrir os rolos do JutZ N:coau ct.ra­ vés do mundo A Rede Globo levantou avida do presidente do Vasco em ape­ nas 15dias. Isso é poder e força (Transcrito do Jornal da Praça) 10 4d F urro 201 iüS'tiÇ'âi8férínina à Prefeitura o repasse dos duo'éir de e Dezembro da Câmara Municipal tendendo a Man­ dado de Segurança impetrado pela Camara Mumcipal o .Juiz de Direi to da Comarca d Bela Vrsla. Dr Alcxnndre Antunes da S1lvn. conce­ deu hminar determinando a Prefeitura Municipal que faça o repasso dos duodécimos do Poder Legislativo, referentes aos meses de Novem­ bro e Dezembro, nas datas de 10/02/2001 e 10/03/2001, respect­ vamente, sem pre1ulzo dos repasses relativos ao exercido atual, sob pena de descumprimento de decisão judicial. De acordo com a Conslttuição Federal, em seu Artigo 168, os repas­ ses dos duodécimos ao Poder Legislativo devem ser feitos até o dia 20 de cada mes porem, na 9e5- tao passada a Prefeitura dexou de fazer os repas­ ses referentes aos meses de Novembro e Dezem­ bro Como nao houve ne­ nhuma posição oficial por parte da atual administra­ ção púbLca murnc,pal com relaçao aos duodécimos em atraso, a Mesa Dire­ tora da Câmara Murnc,pal recorreu à Justiça para xrg,r seus d1re1tos e na última terça feira, dia 06, o Juiz de Direito da Comarca concedeu a liminar estabelecendo as datas para que sejam efetuados os repasses De acordo com in­ formações do Assessor Jurídico da Càmara Mu­ nicipal, Dr Jorge de Sou­ za Rosa. os valores devi- Dois ano D dos pela Prefeitura te' rente aos repa,ses de Novembro e Dezembro somam RS 73 173 78 sendo RS 47 500,00 do mês de Novembro e o restante RS 25 673 78. do rncs de dezembro Ele ressalta que esses valo­ res são 111fcnores ao to­ tal do duodécimo normal de direito da Camara Mu­ nicipal nos últimos dois meses do ano passado que é de RS 115 000 00 O Advogado dera claro que a Câmara esta co­ brando apenas os recur­ sos necessários para o pagamento dos Vereado­ res. funcionários e das despesas normais rclat,­ vas ao funcionamento do Poder Legislativo de No­ vembro e Dezembro. que estão pendentes ng Juvéncio César da Fonseca(') O Estado de Mato Grosso do Sul vive um novo momento politico-administrativo com o PT governando. Um período em que se viveu e v,ve grandes expectativas quanto ao jeito do partido governar, após uma vitória em que a ética foi a alavanca do sucesso eleitoral Dois anos se passaram. Houve um avanço s,g­ nilicativo no setor de arrecadação de Estado, que passou de uma receita do ICMS de cinqüenta milhões de reais, aproximadamente, para cem milhões de reais mensais. Essa conquista se deu sem muito es­ forço técnico. penas uma mudança de comporta­ mento na Secretaria de Fazenda. Era o que o Esta­ do inteiro esperava, uma arrecadaçào condizente com um força económica na área de gràos. carne e do comércio em geral. Esse avanço nào foi tão signi­ ficativo assim no que diz respeito aos seus efeitos práticos. O Estado continua com sua folha de paga­ mento de pessoal em atraso. com um déficit fiscal intolerável e sem condições de investimentos com recursos próprios. A despeito do esforço de arrecadaçào para o sonhado equilibrio fiscal do Estado, o governo fez contratações novas. o que elevou a folha de paga­ mento de trinta e oito milhões de reais mensais para mais de cinqüenta milhões. Se por um lado houve um incremento da arre­ cadaçào, por outro houve imperdoável descuido com a expansão das contratações novas. Como o final das eleições municipais. o gover­ no despertou para o erro e numa tentativa de minorar o agravamento da situação financeira, implantou, dentro de uma decantada refonna administrativa um Plano de Demissão Incentivada. • O primeiro PDI se frustou. Implantou o segundo, encontra-se em andamento. O resultado todos nós sabemos qual será. Os bons funcionários se desli­ gam do Estado, pois competentes como são, encon­ tram novas colocações. Os de baixo rendimento não se atrevem a deixar o Estado. Reduçào no valor da folha praticamente insignificante. A reforma administrativa em andamento. com repercussão nacional, nada mais é que uma maneira de corrigir erro das contratações eleitorais de favorecimento da rnll,tàncía do PT. antes das eleições. além da evidente prática do nepotismo que tanto se combateu o partido era oposição O governo. no entanto. em detenn,nadas áreas foi criativo. O Fundersul e o FIS são exemplos disso. Poilt,camente o governo do Estado ainda não soube se aproveitar da força da unidade da bancada no Congresso Nacional Nós. senadores e deputa- Em sua ducisao, o MM Juiz de Direto d l Comarca afuma A apa rena do dtento esta identicada pela analise da Lei Orçamentária., sen­ do que o perigo da demo­ ra está caractenzado pela volaçao da mdependenaa do Poder Legislatvo, imn­ pedindo sua operacionalidade tanto cm suas at,v,dades t1pI­ cas, bem como nas atiprcas" Diz também o magistrado "Sendo oPo­ der Judiciário o guardião do preceito 1nsculp1do no Artigo 2 da Constituição Federal. o qual assegura a rndependênc,a e a har­ mona entre os Poderes ,narredável se toma a con­ cessão de medida liminar visando assegurar o d1reI­ to da ,mpetrante" s? dos federais temos trabalhado para o Estado. O governador. entretanto. não entendeu ainda que somos uma força paralela de 1mportãnc1a Ou se entendeu. despreza. é porque o governo federal, de Fernando Henrique Cardoso. adotou nosso estado para investimentos substanciais. sem nenhuma contrapartida financeira de Mato Grosso do Sul O apoio federal caiu do céu e de graça Projeto Pantanal, Luz no Campo, gasoduto Bolívia/Brasil, implantação de termoelétricas cm Corumbá, Campo Grande e Três Lagoas. Tudo isso coinc,denlemente com o mandato do atual go­ vernador. que se apropria dessas obras como se suas fossem Nos jornais do Estado, duas páginas em cada diáno e por dezenas de dias, enumeraram essas obras. sem registrar que a fonte dos recursos é o governo federal O mesmo aontece com a eletnficação rural, que alcançará em breve todos os assentamentos de reforma agrária E uma obra de governo federal, denominada "Luz no Campo". Assim. numa rápida avaliação sobre os dois últimos anos de governo faço as se­ guintes observações. 1)- Se não houve esforço técnico e alcança­ mos um aumento substancial da arrecadação. nos­ sa receita pode ainda crescer muito mais; 2)0 governo não mostra unidade de ação. nem política nem administrativamente: 3º) Houve CJm aumento na arrecadação. Qual­ quer estado medianamente competente teria admi­ nistrado seu déficit e não teria comprÔmissos em atraso com seus servidores. 4°) • A Lei de Responsabilidade Fiscal, tão dis­ cutida e por tanto tempo, pegou o Estado despreparado para aplicá-la; 5)- Ha acertos a serem registrados. O Fundersul, com a restrição da inconstnucionaildade e o FIS, que são bons programas. 6)-É prejudicial para o Estado a guerra declara­ da e gratuita do governador contra a bancada federal; 7)A salvação de Mato Grosso do Sul. para seu desenvolvimento econõmico. está nas ações do governo federal e da iniciativa privada. O Estado ainda não se preparou para dar resposta rápida e eficiente aos empresários que aqui querem inves•,r_ Mato Grosso do Sul precisa ser pac,f,cado par ser governado. A boa vontade do governo federal, demonstrada com as obras que ai es­ [ao e que virão. tem que ser exaltada. Essa é a boa politica, a que lida com a verdade dos fa. tos Essa é a ética que nos falta hoje. O autor e Senador da Republica (PFL-MS) Governo da Inclusão. ocial do O numero d nrva t: 1ode 44para 82 dm tvaçuo re tabu- leceu a governabdad« pesar de er herdado uma máquina púbica teada um Estado com o n1,. or indice de endividamento no conjunto dos Estados bra­ sileiros em relação ao s u potencial de receita Com uma g stao fundad; nos principios da transparenca da mora!dade reconquistamos a credibilidade per­ dda e devolvemos a auto estima à nossa população O resgate da divida social, o desenvolvimento com justiça social, o compromisso com a inclusão social através do combate a forno e amsera dea­ ram de ser peças retóricas eleitorais usadas pela eh­ te para se perpetuar no poder Transformaram-se em prioridades da agenda do Governo Popular Os resultados deste trabalho são reconhecdos em todo o Pa,s 1nclus1ve pelo próprio presidente da Repübhca Apesar das divergências ideológicas e part1dár1as que nos separam temos mantido urna relação respeitosa e inst,tucronal Em recentes de­ claraçóes prestadas á imprensa nacional, o presiden­ te tem dado seu testemunho a atuação do nosso go­ verno e destacado o papel dec,s,vo que desempe­ nhamos na vablzação de projetos que vao gera em­ prego alavancar o desen ,olvrrnento sul-mato­ grossense So um Governo com cred1b1hdade preo­ cupado em restabelecer o equilibro das contas pu­ blicas conquistaria o espaço de ,nterlocutor junto ao Governo Federal. 1nst1tu1çóes federais, orgarnzaçóes multilaterais de crédto. para viabilizar empreendimen­ tos q.Je vão mudar o panorama econõm,co de Mato Grosso do Sul Não medimos esforços Batemos em todas portas que pudessem abrir perspectivas de mn­ vestimentos para nosso estado, sem abrir mão de nossas convicções ideologicas Fomos ao Presidente da República e consegui­ mos v1ab1hzar importantes investimentos no Estado e os frutos deste trabalho se mu~~phcam Mato Grosso do Sul o prrme,ro Estado do Brasil a receber o programa Luz do Campo, de eletnficaçao rural Graças a uma negociação em que nosso Governo teve part1c1pação dec,s,va. conseguimos um preço d1ferenc1ado para o gas natural importado da Bolivia para vablzar o pólo minerosiderúrgico de Corumbá. O Estado vai conquis­ tar auto-sufioénoa energéhca com as termoelétricas de Corumbá. Três Lagoas e Campo Grande Em breve parte da frota estadual poderá utJhzaro gás natural com'. bustivel hmpo ecologicamente e mais barato • Temos assegurado USS 200 mlihões do Pro­ grama Pantanal para investimentos em infra-estru­ turne desenvo_lvimento econõmico dos municípios da bacia pantaneira Grandes grupos econõmicos naci­ onais vão investir na exportação da atividade turísti­ ca. E a garantia de desenvolvimento auto-sustentá­ vel para o nosso santuárro ecológico, 0 Pantanal As dificuldades financeiras estão sendo supe­ radas com coragem e criat1v1dade Estam os promo- vendo uma profunda reestruturação da • d :.... t maquina a!- ministra 1va. Acabou o tempo do estad d 1 •• . o per u ano. que gastava mais que arrecadava e a ~ '""' ·, 'id" '. sonegaçao conse_n'., a que drenava recursos públ.ccs trazen- do pre1u1zos ao Estado. Dobramos a arrecadação mensal de ICMS, sem promover terrorismo fiscal e sem aumentar os impostos. Com O Fundersul e 0 Fundo de Investimento Social criamos . . . . , mecanismos para viabilizar recursos que têm permitid 1 1 o ao gover- no recuperar a malha viária estadual e . . resgatar o com- promisso com a inclusão social através de projetos para o comba e a fome e à miséria E . J G - m parcena com o ovemo Federal. vamos assentar 7 500 25 ·1 h • pessoas em m, ectares da Fazenda ltama 1 • . . P ra~oom~,~ pio de anta Porá, levando paz ao • . . . campo com um projeto de reforma agrária inédito no Pais . Em dois anos, conseguimos avançar bastante porem os desafios que temos pela frente a.ndsa E ....._ , , a oenor- mes. :ntetanto, com coragem, determina.a ere sr-raras am tas + sses.4..7;n grossense. vamos construir as bases do nosso sonho de um estado sooal e polrticamente mais i·ust d ~ b • • d o. em que cs re:os ascos ta cidadania não s - . . . vejam privilégios de uma minora, mas estejam incorporados 3 vida de .. todos nos que vivemos e amamos este Estad ·oautorégovorrodordoM t G Ode Pantanal. ato irossodo S!Estado do Pantana! e Jornal Tribuna da Frontra - Bila V+u±,+t 15 ~--~~~ WWF divulga relatório sob e Navegação no Alto Rio Paraguai 201 L- Uma expediçuo montante de técnica que percorreu Descalvado, entre 12 das 1.200 qulme- Caceres e Barra Nor­ tros do rio Paraguai, te do Bracunho, cla­ constatou destrui- ramente o mais critco ção de mais de 100 para fins de navega­ quilómetros de matas ção Historicamente, ciliares pelo embate Descalvado era limite das chatas contra as de navegação em margens e o águas baixas quando assoreamento do Rio. as dragagens não Realizada pela Fun- aconteciam nas por­ dação Centro Brasilei- ções superiores ro de Referência e Os profissionais Apoio Cultural- contratados para rea­ CEBRAC e pelo Insti- lizar a pesquisa, vin­ tuto Centro de Vida- culados a diferentes ECV à pedido do centros de pesquisa, WWF, a expedição re- constataram durante a gistrou a analisou os viagem que mesmo impactos visíveis da em pontos onde há navegação de carga um aumento significa­ no trecho que liga tivo da largura do Rio, Cáceres, em Mato évisiveloembatedas Grosso, a Porto embarcações nas Murtinho, no Mato margens. Essas áreas Grosso do Sul. são frequentes nas cur- Entre os dias 3 e vas, indicando que as 14 de novembro de margens foram utiliza- 1999, uma equipe de das pelos comboios oito pesquisadores como instrumento de percorreu, à bordo do auxilio de manobras. barco Baia das Pom- Como os danos não bas 1, o trecho onde o são esparsos, mas rio paraguai corta do marcas de impacto em Pantanal Mato- todas as curvas mais grossense. Trata-se restritas, indica que a de uma área de gran- navegação neste tre­ de fragilidade cho está sendo feitas ambiental e a mais sobre as margens. polêmicas quanto ao A navegação no tipo e intensidade da rio Paraguai, na forma navegação de carga como está sendo exe­ devido à sua sinuosi- cutada atualmente, dade, à existência de deixa claro a necessi­ bancos de areia, ao dade urgente de me­ estreitamento do Rio e didas de controle e do à vulnerabilidade de estabelecimento de suas margens. O resultado des­ se trabalho está no relatório "Retrato da Navegação no Alto Rio Paraguai", que está sendo divulgado com o objetivo de sub­ sidiar tecnicamente o debate entre as auto­ ridades responsáveis e os diferentes seto­ res da sociedade civil. Entre os princi­ pais problemas detec­ tados pela equipe es­ tão, também, a des­ truição de sítios ar­ queológicos e um in­ tenso processo erosivo das margens no trecho abaixo de Corumbá (entre o rio Negro e a cidade de Porto Murtinho). Constatou-se ainda que no trecho do Bracinho as margens estão afetadas em praticamente todas as curvas. O trecho à parâmetros de tama­ nho e uso das embar­ cações. O WWF, que é favorável ao uso ra­ cional do rio Paraguai, trabalha para que o seja adotado um "Pla­ no Integrado de Utili­ zação do Rio", que haja uma definição clara de competênci­ as e incentivo à sustentabilidade das atividades econômi­ cas na região. As observações e análises da equipe constam do relatório de 63 páginas que foi entregue aos secretá­ rios de Meio Ambien­ te do Mato Grosso, Frederico Muller, e do Mato Grosso do Sul, Egon Krakhecke, e que será também en­ caminhado aos Mi­ nistérios do Meio Am­ biente, dos Transpor­ tes e das Relações Exteriores. Equipe Técnica Júnior +nenheiro IPHAN e do biólogo M a uricio químico, hidrólogo. Alcides F ia. d Galinkin, CEBRAC UFRJ "Docterut ECOA, no apoio coordenador da expe- d'Etat em Sciences logistco e na rumião dição; Physiques" em Campo Grande A Sérgio Guima- Université VI, expediçao tev o rães, ICV, coordena- França, apoio do ruia piloto dor da expedição Kurt Joao Anldo J Faria e da tni- Célio Apolinário, A I b r e cht pulação do arco Bai repórter forográfico, geomorfologo., UFMT, das Pombas I que ayu- DSc, geologia de en- daram com sua xpe- D é b o r a genharia, riêéncia de trabalho e Marcelo de vida no no Paraguai Almeida Santos Ne- No apoio técnico, ves, engenheiro na- logistico e administra­ val UFRJ in Naval tivo atuaram pelo Architecture, Universi- CEBRAC Roseli Cha­ dade de Londres, ves da Silva, pelo ICV Paulo Pereira, Walter José Pereira técnico de Furnas dos Santos e André Centrais Elétricas S A, Luis Alves pela O Relatório con- ECOA Rose Mary Ara­ tou com a contribuição üjo e pela Associação da antropóloga Maria Bionacional de Defe­ Clara Miggliaci, do sa do Pantanal Fábio Fernandes Calheiros, bióloga, EMBRAPA/ CPAP, Mestre em Limnologia, doutoran­ do na USP, coordena­ dora da equipe na vi­ agem, Fernando Ximenes de Tavares Salomão geomorfólogo, UFMT DSc, geomorfologia; Geraldo Wuilsor Navegação comercial no rio Paraguai é destrutiva Novo estudo re­ vela que a navega­ ção de barcaças está destruindo as mar­ gens do rio Paraguai e causando grandes impactos ambientais na região pantaneira. Durante doze dias de 3 a 14de novem­ bro de 1999, uma equipe de oito pes­ quisadores percor­ reu o rio Paraguai para registrar e ana­ lisar os impactos da navegação de carga. O trecho escolhido compreende desde o municipio de Cáceres, no Mato Grosso, até Porto Murtinho, em Mato Grosso do Sul. Nos cerca de mil e duzen­ tos quilômetros per­ corridos foi constata­ da a destruição de mais de cem quilô­ metros de matas ciliares. Elas foram destruídas pela ação de comboios, que são aglomerados de barcaças, principal­ mente nas curvas do rio. Segundo a ob­ servação dos pes quisadores, as cur vas do rio Paraguai estão sendo usadas como "elementos au­ xiliares de manobras dos comboios". Ape- sar da navegação no rio Paraguai ser da­ dos os tempos pré­ coloniais, atualmente vem ocorrendo de forma incompatível com as condições suportadas pelo rio Para o engenheiro naval, membro da Sociedade Brasileira de Engenharia Naval e um dos autores da pesquisa, Marcelo de Almeida Santos Ne­ ves, O que está acon­ tecendo no rio Paraguai é "inaceitá­ vel" Segundo Ne­ ves, que conhece a navegação nos rios de outros· países como Reno, Danúbio e Mississipi, não há no mundo "alguém que navegue de pro­ ósito nas margens. Vavegar agredindo as margens eu só fui encontrar aqui", diz A principal causa da destruição das mar­ gens do rio Paraguai está na forma impró­ pria de navegar. Ou­ tro agravante, segun­ do o estudo, está no tamanho dos comboi­ os de barcaças que não respeitam O Su­ porte do rio Paraguai. "Se houver um ade­ q u a d o dimensionamento e bom desempenho da embarcação," os da­ nos às matas ciliares e às margens do rio poderiam ser evita­ dos, aconselham· os pesquisadores. Os dados de todo o le- A Policia Civil de Antônio João investiga o homicidio ocor­ rido no final da manhã de sába­ do (03), quando o trabalhador braçal Flodoaldo Pereira Ortiz foi executado a tiros durante uma acirrada discussão com o deso­ cupado identificado como sen­ do Sebastião Rodrigues dos Santos, que teria desferido o tiro, Mr nda Simone amed Diwv se t a - n artn: Z «ter s Jo ewton Carmo de F urnas Centra E!tn­ cas SA, que gentil­ m ne c+deram um ecobatim tro computadorizado o apoio do operador es­ pecialzado no equipa­ mento Para maiores infor­ mações e solicitar fotos falar com: Jor­ ge Fecuri tel: (61) 364-7485 Email: Jorge@wwf.org.br Este press release pode ser encontra­ do no endereço h t p / www.wwf.org.br Paraguai estão pubh­ cados em um relató­ rio de68 páginas Os resultados apre­ sentados são iné­ ditos e foram reali­ zados pela Funda­ ção Centro Brasi­ leiro de Referência e Apoio Cultural (Cebrac) e Instituto Centro de Vida (ICV) a pedido da ONG WWF Os es­ pecialistas contra­ tados para os estu­ dos são de diver­ sos centros de pesquisa do Brasil. Na convocação para entrevista coletiva em Campo Grande, MS, ontem de tarde, o WWF concluiu. "A vantamento dos im- navegação está sen­ pactos causados do feita sobre a mar­ pela navegação de gem do rio barcaças no rio Paraguai" Desocupado mata braçal à bala em Antonio João provavelmente calibre 38, à queima-roupa. O delegado Rhalp Green de Oliveira não estava na cidade no dia do crime, mas informações dão conta de que a Policia já tem pistas do possível paradeiro do acusado, que deverá ser preso nas próximas horas. (Geraldo Ferreira) 'a v, ' ·, • 1 idade ro ·Na noite da última sex- parou pelo menos quatro +­ ta feira dia 02 por volta das ros à queima-roupa contra 0930 horas, o Policial Mili- os policiais, os quais reagi­ tar Ueldon Césio de Olivei- ram prontamente, efetuando ra, 35 anos, lotado no 3° Pe- vários disparos em sua dire­ lot.10 PM, foi fendo com gra- ç ·o. Na troca de tiros o Poli­ vidade em troca de tiros com cial Militar Ueldon Cesio de ur,1 rn,119mnl que estava pra- Oliveira, foi ferido por tres l1cando nssaltos e estupros disparos, no braço direito, nas proximidades do Parque rosto e tórax, sofrendo inclu­ dc Exposições Rio pa, sive perfuração no pulmao b;rn ro dn Cancha. No mesmo instante cm De acordo com as infor- que atirou nos policiais o mações·, nos últimos dias marginal empreendeu fuga pelo menos três casais de pela vegetação existente ao namorados foram atacados lado da estrada, provavel­ pelo bandido, consta que ele mente sem ser atingido, os fazia a abordagem dos mes- companheiros do policial mos de posse de uma arma ferido prestaram socorro de fogo e solicitava uma de- imediato encaminhando-o terminada quantia em dinhei- ao Hospital São Vicente de ro. Como normalmente oca- Paula. onde Ueldon foi ope­ sal não tinha a quantia soli- rado, na mesma noite En­ citada. na maioria dos ca- quanto isso a outra equipe sos RS 100,00 (cem reais) de policiais, que chegou o homem era obrigado a poucos minutos depois ao deixar a mulher com o ban- local da troca de tiros, deu dido e voltar à cidade bus- inicio as buscas na tentati­ car o dinheiro, enquanto va de localizar o bandido, isso as vitimas eram estu- mas não obteve êxito. Vári­ pradas, sempre sob amea- as equipes de policiais, in­ ça de arma de fogo. clusive da vizinha cidade de Na sexta-feira a noite Jardim, foram mobilizadas duas equipes de policiais mi- para tentar prender o mani­ litares, em veículos aco, mas infelizmente as descaracterizados, foram ao operações. desenvolvidas local dos crimes para tentar durante toda a noite de sex­ prender o marginal, as equI- la feira e no sábado o dia pes se colocaram a cerca de inteiro, não tiveram resulta­ mil metros uma da outra em do positivo. dois pontos onde o maniaco Vale lembrar que a área havia atacado nos últimos onde o bandido estava ata­ dias. Poucos minutos depois cando é muito próxima do de chegarem a um dos lo- Rio Apa, divisa com Bella cais e antes mesmo de des- Vista Paraguai, por esse ma­ cerem do veiculo para se tivo são grandes as possibi­ posicionarem, uma das tidades dele ter fugido para equipes foi surpreendida o Paraguai, a Policia, tanto pelo marginal que, repenti- Civil como Militar, está traba- ;"' - i t ", -- Bela Vista/Campo Grande via Sidrolãndia 5:30 - 14:30 - 23:30 Bela Vista/Jardim 5:30-9:00-14:30-23:30 Bela Vista/Dourados: 6:00 (Domingo e Feriado não) Bela Vista/Ponta Porã 6:00 - 16:00 Bela Vista/Bonito - Corumbá e Miranda 9:00 (Domingo e feriado não) (;!ela Vista/Anastácio e Aquidauana o:30 e 14:30 Dra. Vilma da Silva OA.B/MS 2.574-B e Marco A. Loureiro Palmiéri ADVOGADO Fll: ( 1J 4.,_""fJ- Jf R. (0$n 11 Rua I5 de Ncvb , 505 - entro - Bela Viste/AS roca ar vestgaçóus e pede à qual­ quer pesso que porventura tenh.J nlgurna informação que comunique as autorida­ des pelos telefones 190, 439-1481 ou 439-1279, sendo garantida a preser­ vaçào da identidade das mesmas Pelas descriçoes, tanto das vítimas como dos policiais que trocaram tiros com o marginal ele é bra­ s1le1ro, robusto, canhoto, de estatura mediana. côr morena, barba por fazer, bi­ gode e mal-cheiroso Nas buscas que desen­ volveu logo após essa ocorrência, a Policia Militar encontrou uma certa quan- ffi S%,,,,, == ,3e ei Escudero Pe 1 a tidade de "maconha" m meio a veget ç o ond possivelmente o m niaco cav escondido a sp ra das suas vitimas, o que in­ dica que ele também é usu­ á rI o de entorpecente Poucos mi­ nutos antes do fechamen­ to desta edição recebemos a informação que a Policia identificou um suspeito e estava desenvolvendo dili­ géncias na tentativa de localizá-lo para averiguações. podendo o caso ser elucidado a qualquer momen­ to. É o que a pacata e tranquila população de Bela Vista espera (UR) os artinez Deixoto IHD/'15 IO.i6 Daniela ernandes Dcixoto Coinete 0/·167760 Causas Civeis. Criminais, Trabalhistas e Contratos ua 1 de ·1alo.431rone: (067)251-1451 Jardim/1s- email:danielapeioto«zipmail com.br iADVO ADO Rua Barão do Ladari0, 1620 Bela Vista - Mato Grosso do Su! BB Pauta Banco do Bra-;11 lança site Governo-e 0 Banco do Br ai lançou no da 2601 te 'Governo-e' em seu portal Estar4o d ponubluz ados produtos, servço e mor 1,0es de In:tres•,0 do n freado do se ,r r, it iCO Apó'> o lançamento o 8-mco óo li· 1 e•, tara t ,al,zando su pnimneta 0mpf0 por intemn • d o da lf,temtt pelo s,.IcmJ "t/cilaç,õcs· Cem a utlz ação do sstema, as compras do Banco te 'r,lo maior agilidade, comod,dude, segurança t:ansparência, alem de reduç,io de custos. pro­ poroonada pelo aumento da d ,pula •n:re os for­ necedores. O 'Lic1taçõcs· estará d1spomvel no portal Governo e e sc,a oforcc,do ao se!or pub I .co. que tambem poderá se beneficiar das vantagens pro­ porcionadas pelas compras on ±une Além do ·uc,tações" o portal Irara a no­ vdade do "Depósitos Judiciais" serço ex clus,vo do Banco do Brasil via internet disponibilizando ao poder judiciario informa­ ções sobre aplicações. saldos e movImen1a­ ções de depósitos 1ud1c1a,s. desde os cred,tos de rendimentos, ale resgates efetuados em fun ção de determinação judicial, permitindo que o próprio juiz consulle cm tempo real as movi­ mentações dos depostos judiciais efetuados Os produtos tradicionais oferecidos ao mercado setor público, ta,s como Arrecadação de Tnbutos, FCO, P,oex, BB Cobrança da divida a1iva, BB Conta ún,ca, d,stnbu,ção da arrecada­ ção federal - DAF - denlie outros também esla­ ·rào d1spomve1s no portal Governo-e O Portal Governo-e tera lambem um qua­ dro destaques. trazendo artigos com assuntos relevantes (Lei de Responsabilidade Fiscal. co­ mércio extenor, cidadania, entre outros) links para acesso a produtos e serviços para o setor públi­ co, além do serviço cidadão O ·serviço Cidadão" e um convênio com a rede governo para 1nlegraçào do portal Gover­ no-e com os 700 itens de serv,ços e informações do Governo Brasileiro, com acesso rápido e fa­ c,!, bastando colocar o assunto desejado O S,te pode ser acessado pelos endere­ ços www bb com br ou 1V1w1 governo.e com br Banco do Brasil lã estâ Recebendo Rais Ano Base 2000. A Relação Anual de lnlormações Soc,a,s - RAIS tem por objetivo v1ab11tzar o pagamento do abono salanal aos trabalhadores com a renda média mensal de até do,s salànos min,mos e gerar informações estatísticas ao Governo fede­ ral sobre o mercado formal de trabalho Quem deve declarar A Declaração é obngalona para Iodas as empresas e a não entrega no prazo estabelecido ou a declaração incorreta implica em muita para a mesma Prazo de Entrega O Banco do Brasil estará recebendo a RAIS até 02103/2001. Neste exercicio será permitido a apre­ sentação das declarações somente em meio magnético. Programa gerador da RAIS - GORAIS O GORAIS e o manual de onentação po­ dem ser obtidos através da 1nlemel. no sI1e do BAN­ CO DO BRASIL (www.bancobras1lcom.br) As em­ presas poderão também conseguir cópia do pro­ grama em qualquer agência do Banco do Brasil, bastando apresentar dois disquetes de 1.44 mb. Esclarecimentos de dúvidas: Ministérios do Trabalho e Emprego 0800.610101 ou Fax Oxx61 .226-0277 - http/www mte qov br Agénc,a Banco do Brasil ou BB Respon- de: 0800. 78 56 78 Assessoria de Imprensa 88- 29.01.2001. Balança Comercial no MS O Estado do Maio Grosso do Sul possui grande potencial de crescimento da produçào agricola, e assim como o Brasil, vem se organ­ zando para melhorar seu desempenho no comér­ cio mundial. No entanto, não basta es1am1os or­ ganzados. Devemos também ser compebtivos e a compe1111vidade passa pela competência de uma poltbca agrícola consolidada em Juros mals adequados aos setores e capac,1ação para o de­ sen olvimento de novos ins1rumen1os de comerciahzaçao. A rea:ização de programas especif cos e E~ic,en:es ê ce hmdamental uy,portância para ele­ va~o da nossa pamcipação no m€rt2do ex1er­ no, desde o financ,amento da produção passan­ do pela comercialização e ate o relaccnamento cem o comprador no extenor. Temos mu,10 a contnbu:r c;uando se trata do a0.c a negcs intemaccnais e informações sabre cs setores da agropecuana nacional la fora t f d mcamen! PI0ex Ond udo começa com a identfc.ação de importadores ou exportado de bens e serços brasil rs Em s puda o BB conduz o processo de enquadramento, autonza­ ção e operacionalzação do fnancamento da e por1ação O Proex proporciona facbdades para exportar, por conceder prazos maiores de paga mento aos importadores, enquanto o exportador recebe praticamente à vsta Esta moda'ade teve resultado recorde em 2000, os desembolsos par3 a; epr1ações efetvadas atngram a marca de US 358 9 milhões. r 0 1do 102", supeno1 ílO cxercic,o de 1999 no A qu~n!.dadc de ope rações cresceu 68%, chegando a 877 cm de­ zembro No tola!. receberam lt'Cursos do prog•a ma 251 expMadores, que venderam seus produ los para 54 pa,scs dife1enIcs O setor do Ag,obusmcss representou 62% entre os dcrna,s que se destacaram, sendo o Estado de São Pau­ lo o que exportou cm ma or vc!unie Outro fac,htador para exportadores e ,m. portadores brasileiros e o "Classificados de Ne­ goc,os lnternac,ona,s·. na internet Traia-se de serviço elelrónico. disponível em Português e In­ glês que permIIe aos nossos exportadores e im­ portadores anunciarem seus produtos e serviços no portal do BB. atraves da Sala Virtual de Nego­ cios lntemac,onais. proporc,onando-lhes v1s1b1h­ dade no mercado mundial O B disponbiza também o Adiantamen­ to sobre Contratos de Câmbio (ACC). fac,htando e agilizando o processo de exponação Este instrumento !em por f,nalidade conceder ao ex­ portador uma an1ec,paçâo do valor da mercadona vendida cem antenondade de até 180 dias da data do seu embarque para o extenor O processo se efet,,a mediante a celebração de cor.traio de câm­ bio de exportação para cltentes de!enlores de teto de operação internacionais com margem sufici­ ente para abrigar as responsabilidades No MS foram liberados RS 3 697 000 00 des1,nados na sua ma,ona a produtos da agropecuana como sementes de pastagem madeira. algodão cm pluma e couro Ja a CPR Exportação tem como propos110 dotar o setor rural brasileiro de mecanismos de auxilio a ma,or compebt,vidade interna e externa A BB CPR Exportação permite ao produtor rural estruturar adequadamente sua part,c,pação no agronegóc,o internac,onal Com o uso da celula na operação de venda, e possivel el,m,nar incer­ tezas de comerc,alização; trabalhar na formação da marca propna no seletrvo mercado intemnac­ onal. transacionar com pequena InIermed1ação na cadeia produliva e reduzir os custos das ex­ portações de commod,ties agropecuánas E um produto sem similar comércio 1nlernac,onal na medida que o nsco operacional da exportação e assumido na integra pelo co-em,tenle (Sancc do B~s,I). por meio do aval concedido na cédula, no pa,s de ongem. Neste caso ocorre o comprome, limen10 de entrega futura do produto descr.to na cédula. em armazém alfandegário, livre e de­ sembaraçado para embarque ao importador. Nesta modalidade se enquadram soja, milho, algodão e carne bovina O B8 vem organizando semi~ários no exlenor. como o "Business Opportunities in Braz,I. realizado no mês de Setembro de 2000 nos EUA, onde se objetivou propIcIar aos participantes um conjunto de informa­ ções relevantes sobre o Sras,! e ao mesmo tempo avaliar e fixar posicionamento com relação ao mercado brasileiro. Aqui no MS estaremos realizando em Chaparlào do Sul, ro da 17 de fe ereiro proximo um debate e palestra com tecn,cos da área m:er­ nacional do Banco, sobre os trâmites e pnnc,pa>S demandas _da exportação levantadas por cl en­ tes mteressados na transação. Com cert?za. even­ tos desta natureza contribuem para abertura de no os mercados nesse mundo g!oba!izado me, lhoram nosso desempenho dante da balança co­ mercal além de gerar mas emprego e renda para a pcu'ação Sul Mato-grossensse Não podemos dear de obserar também a qua!.dade que devemos dar aos nesses produ­ tos, para que possamos ganhar maior contabldade emo os mercados No caso do .IS espec.f.cameme. quando falamos de came bo .. na. prec sarnes re ta!,zar a sua mmagem, sen­ do necessaria uma tone campanta de carun­ cação e marketng intemaconal, a que em pcu­ ccs d as estaremos I vres do õrus da fe"·e a~asa A produção. que a pnncip10 possui rer.c: ·:? e· Começa o Circuito B8 de Vôlei de Prain cm 2001 O B urra oc • ' ta e!a+s do Crato Bano do B de Praa para 0 ano 2001 A progr ,ão 1u ta parte da estratega de manetng esporto d0 Banca em patena cor a Contederação Bras/lera de Vôlei começa nos das 3 a 11 de março, em Cuttba (PR Para a etapa que compõe o calendano, estão previstos além do lorr.e o class'c , 1 cr O e Ç! repa. os eventos da Praça Vc', , Era~ 1 as esco' r.has de aô'e1 e o torneio estudar!! Fonte José Augusto Gonçalves {51)310414 Circuito Cultural do 88 Agita o Verão de Recife Começa hoje 29 a etapa de Recfe do C,rcu 10 Cultural Banco do Brasl, com a realiza ção do Sem.nano de Produção e Marketng. Cu! turai Ma sequnca, os retenses derã0 asss­ tr a tfostra de C,rema l cor:énc.a 53 Imo'ieIs, avá:;idos ;,eio total de RS Referencial (TR). ocorr da no u t ,.:i d,a 22 9.3 m.'.hões. na BA. l!.G se e RS os le 'ões acon- de Janeiro. tomou a ca:fe-me:a ce ;;oJpa•ça tecem hce, 29, em elo Hznte, lurenau e mais atraen:e para In<1estr~ores Sa: ·aéor, onde serão negociados, respectva- Coma diminução do redutor da TR, de men:e, 23. 1 e 20 imoves ia cata' taana, o 0.48 para 0,44, a caderneta de poJca-~ I~ destaque e ala ãncra 3, do Snng ara manter o atua' patamar de rendimento, enquanto com a:ea de 2 132 m2 e lance minmo de Rs4 utras aplicaçes tendem a ter menor renab • mhhes Na3 terça. sera realçada em P,, dade, devd a queda na tara Selc to Alegre aconcorénza par venda de nove im- toe a poupança ja apresenta rendme- veis no RS Veamas sobre c assunto no pora superara cerca de20% dos fndcs de renda d0 , wwwbbcombr, venda de imcvsfera "ado mercado Ojavenfca aument na ca- Foc:e CIJJ:l o Tho:re de Scu2a (ôl) JlO.,:,õõ taçao em poupança, desde o utnomés de no- Novo Recorde no Agronegocios-e iembro, ref.axo ;