Tribuna o 
OOYCílrlO 
Governo 
Lança Programa 
Habitacional 2001 O Gero ad J • 
-	' no band4 dgs 9d!)i 
veio a Bela /ta n ta t 
tora da 1 para dar posse à 
Com+ssAo Municipal 1o 
Pregam do Segurança 
Alentar e Mutuotinal que 
tem po obyetwvo a d tr t:, J .,.ao 
de cestas bastas de alrnem!0s 
:l famas comprovadamente 
car ntos Ztca tambem 
asrnou ccnvên1os com 
Prefeitura Murucupa! nas àreas 
de !1ab 1aç~o e Saude qu'!l lérn 
por ob1ctivo a c.onstru,ao de 70 
unidades hab1tJc1ona,s 
destnadas à tarifas de bava 
renda a rav~s do Programa 
"Chc Roga-Mi" a ced~nc,a oe 
um aparelho ac 
uluassonogrn!,a forncc,mcnto 
de motcrio15 pcrmanf'nlcs 
destrnados ao uso e,ctus,vo no 
desenvolvimento de ações de 
combate às doenças 
se,<Ualmente 1ronsm1ss1ve,s 
DST O AIDS e dP rn;11e11a,s 
permanen1es destinados a ' 
1mplantaç3o ou 
implementação do Progata 
de sauae da ram1ha (PSf) no 
Mancpro 
Acompanharam o 
Governador na vsta a nossa 
cidade a t D3ma o 
Coordenador a do Conselho 
Estadual de Gestáo de 
Poliucas Soc1a1s • COGEPS • 
Gilda Mana dos Santos o 
Deputado Estadual Anlon,o 
Braga, a represen1an1e da 
Secreta11a de Estado de lnfra­ 
Estrulura e Hab1taç~o. Mana 
do Carmo Avezan, Machado e 
o Superintendente de 
Art,culaçáo da Secretana de 
Estado de Governo Hetor 
Miranda dos Santos Também 
registramos as presenças 
O Goro +opulat 
lança no Pnloc,o PopuL:ir do 
Cultura, o Programo 
1tao1tac1onol 200 t O 
governador retornou ao 
rorum Socol Mundlol 
reahrmando que cst.'.I CJdJ 
vez mars convicto de sua 
Governador dá posse à Comissão do Programa de Segurança Alimentar e 
Nutricional e assina convênios nas áreas da Habitação e Saúde 
op1n1M m pnonzar em seus 
programa~ o soc,al e que o 
CHE HOGA MI (Minha 
Cas,nhO) faz partt! d , um 
conjunto do ações do 
inclusão social do Governo 
Popular cm parceria com 
prete,turas e a Cai,a, para 
atender à necessidade 
hab,tac,onal das familias que 
n~o possuem morJd1a e que 
hab,1am barracos ou mesmo 
lonas ou beira de r,os de 
forma precária e em 
condições de risco ou 
tnSalubridado O Programa 
Hab,tac,onal que o Governo 
lança !em recursos do Fundo 
do Investimentos Soc,a,s 
(FIS). OGU, Fundo de 
Garantia por Tempo de 
Serviço (FGTS), Instituto 
Nacional de Colon,zaçtio e 
Reforma Agrána (Incra) e do 
Orçamento Mun1c1pal, 
contando com a parcena das 
prefeituras, Governo Federal 
e Ca,xa Econômica Federal 
PAG.-07 
MISÉRIA 
Combate a miséria 
e exclusão social 
.....__ 
dentre ou!totot.dates covs 
mil.lares e e leastcas. do 
te'eito Mumcipa Gera1do 
Mturano dos representantes d3 
Sociedade de Apo,o ao 
Mov,rnento Nacional de Luta 
pera Moradia Cte,ton Soares e 
Ed1mar Fernandes Cintra 
. Vereadores autoridades civis 
m,htares e ccles,asttcas e de 
s,gn1f1cat1va parcela da 
comun,dade belav,slcnse. que 
prest191ou em massa essa 
v1s11a de 1rabalho do 
Governador, realizada nas 
dependências do Grém,o 
Pedro Ruf,no 
Programa de Segurança 
Ahmentar e Nutric•onal 
D Governo Popular de 
MS, em parce11a com a 
3o.edate C Orga ta. 1 
que tegram o PI4g d ... 
Combate a Pobreza e a 
Exlusao Soua! gata'ts4o o 
acesso das tami as a 
a'mentos de boa q4a/date e 
taxo custo implantou o 
Programa do Seg 'arça 
AI n,entor Nutr c cr·a, 
contribuindo com o combate à 
desnut11çáo e reouç3o da 
morta'•dode ma!ern.J infarit.l 
estimulando o 
desenvolvimento da 
agricultura lamilrar. amoitando 
a produç~o de a'1rr.er.1os e 
gerando renda A coordenação 
do Programa esta a cargo da 
Sra Gilda Mana Gomes dos 
Santos Coordenadora Geral 
do COGEPS • em par cena com 
as et'ara de t tado de 
sssténc.a Soa Cdata a 
e trapamno e Socedade Cl 
Orgatvada 
Apos a 'orrr: ,ç:)C d 1 
Mesa u Gove't ador lo e 
Qruno M ada aos Sautos 
deu posse a Cordenador da 
Comrss4o Mural do 
Programa de Segurança 
Alimentar e Nutricional 
Professor f/acr•,,•r,1 dos 
Santos A-,drace lag.? em 
seguida o Coord•:-rad:.r oeu 
posse aos éen-:a s rrh:m::;·cs da 
Comissão representantes de 
diversos seg';lentos da 
soc.edade e: ~.J a ... e s~o e'.es 
Pedro Bar.ccil Souza 
{Movir.enio Pocu·,sr, Ja:r 
Bispo Evangesta Clubes de 
n• a 
, ra,J 
's!r/tu.das 8 cestos de 
Kgs atum as 
te arentes 
a 	c nadas a 
Comissão Municipal ora 
r.C:f' .JGbje' ~3"00 
a orsto,A0 de 70 uridades 
naus em teta Vista 
.:11ra .. <•S do f>rograma 
H"c • o• ,• denom nado Che, 
Roga M ao Govert+u do 
Estado cor iecarsos do FIS - 
F undo de Investimentos Soas 
- for assinado pelo Govetadot 
J0se Orciro e'o Preto 
G,:,ral<Jo M,,rano pela 
repreertante da Secretaria de 
Es'ato de Ir'a Estrutura e 
Hat'aão o tampem pelos 
representantes da Sociedade 
de Apoio ao Movimento 
Naconai de Luta pela Morada 
aue partcpa atvnmcnle do 
Programa A Prefeitura 
Mu!"'1C pai dever a encampar a 
construç~o de outras 1 O 
un,dades totalizando 80 
i..,i'"!id3:::!~ haD·tac,ona,s também 
dest nadas à famll,as 
COr."~ro ,adamente 
URI 
carentes 
A ordem ó ninguém passar 
foma 
Um os maiores 
desafios do Govemo Popular 
é o combate à m,scna e 
exclusao soc,at. De nada 
adranta o crescimento 
econ0m,co se grande pane 
da populaçao nao trver 
'acesso às riquezas 
produzidas no Estado 
Seguindo o lema do 
·gnto dos excluldos·. A 
ORDEM Ê NINGUÉM 
PASSAR FOME, o Govemo 
Popular assumiu a sua pane 
no combate à miséria 
desenvolvendo programas 
soc,a,s que já atendem 
milhares de familias no 
Estado. PAG. • 08 
CAMA R A 
B E_L .A V I S T A 
Em sessão so~ene Câmara á início 
aos trabalhos legislativos de 2001 
Nesta qu,nta­ 
fe,ra. d,a 15 a Cãmara 
Mun,c,pal real,zou a 
sessão solene de 
abertura dos trabalhos 
legslatvos do corrente 
ano. como trad,cional-­ 
mente ocorre a cada 
,nic10 de leg,slatura o 
Prefe,to Munrc,pal 
part,c,pou da sessão e 
fez a ~,lura da sua 
mens,;gem ao Poder 
Legs/a!tvo 
Além dos 11 
Vereadores e do 
Prefeito Geraldo 
P,nhe,ro Murano várias 
autoridades e 
conv,dados 
' prestig,aram a abertura 
ofic,al dos trabalhos da 
Câmara Mun,c.pal. que 
também marca o ,nioo 
do pr1me,ro período 
leg,s!at,vo dos atuais 
Vereadores 
Pronunciamento 
do Vereador Nélio Diório 
na sessão solene de 
abertura dos trabalhos 
legislativos de 2001. 
PAG.-05 
Xande defende a independência dos Poderes e 
a aproximação da Câmara_com a comunidade 
Quero dizer que 
esta Casa estará sempre 
pronta para acolher as 
in,ciat,vas do Poder 
Executivo. tenho ceneza 
que os 11 Vereadores tem 
um grande compromisso 
com a população de Bela 
Vista. como Presidente 
sempre ,rei defender a 
independência dos 
Poderes, por ,sso não 
podemos adm,t1r 
1nterferénoas ou pressões 
• de qualquer natureza 
PAG.-05 
O Presidente da Dim~~ Municipal, V~rcadorLulz Alexandre, cm 
seu v,br.lnta pronunc,:imcnto.. 
AVISO À POPULA ÃO 
O Corpo Clinico do Hospital São Vicente de 
Paula, em virtude do fracasso das negociações entre a 
Prefeitura Municipal de Sela Visa e a« 
Bcncficéncia Hospitalar de Bela Vista, para que sejam 
remunerados os plantões médicos de Pronto Socorro 
infonma à população em geral, que o atendimento será 
paralisad_o a partir do dia 16/02/2001, por tempo 
indeterminado ou até que os plantões voltem a ser 
pagos. 
Haverá no entanto, médicos de sobreaviso, ao 
alcance do telefone, para o atendimento às 
emergências. risco de vida e partos. 
Os médicos esperam contar co o apoio e a 
compreensão da população para o transtomo da 
situação, e esperam sobretudo a sensibilidade ctfas 
autoridades competentes para que voltem as 
ncgocraçocs e uma solução viável seja encontrada o 
mais rápido passivei. 
Atenciosamente, 
CORPO CLINICO DO HSVP

,t IH.ld 11' t, 
1 
H'dr»tera hvmp+onçales 
rtatuo«hI talo«de fuatao 
A Sua nhot+a a senhora 
(,l,Jn.l()J(LI 11\( 'Ili 
bvtorada II t astlolhr.ano 
Ih 1., 'i,1., l', 
EDITOíllJL 
Ctlilorlal rio Jorn,il tlc Antônio Jono 
Jri_buna com_pleta__29 anos 
Jornal Tribuna da Fronteira 
é o Pioneiro do Sudoeste 
Os anos se passam e durante esses intervalos o 
Tbuna da Fronteira muitas vezes passou por provações 
d1ficc1s mU1tas das veles fo, "'Jllst,çado agrcd·clo fo, alvo 
de perseguições nnssacrado por aque•es qlle queriam 
ver o Tr1b11na s1:11do derrolaJo lentando passarem por 
cima achando que a ,mprens:i do Grupo du Trit:una n~o 
era capacitada para fazer um jornalismo sério e 
compctcntL' 
Prns a, esta a TF ho;e possur uma equ;pe de 
Iornalismo ern todas c,dadcs do Sudoeste como António 
Jo~o. Ana,tac,o Dela v,st:i Oon,10 Jardim Gu,a Lopes da 
laguna Caracol Porto Murt,nho M randa e Campo 
Grande E agora passará a circular em Ponta Por~ com o 
responsavel do jornal de Antônio João, pelo reporte! 
Geraldo Ferreira IGegc) oue est3 fazendo a cobertura de 
reportagens daquele mun•c,p,o 
A T11buna sempre d,vulgou not1cIas importantes 
pnra os seus leitores. Politcas Scc.a! Polca! Denuncias. 
Cr111cas construt,vas Crôo,cas Ern Antón,o Joao 0jornal e 
o P1onc1ro sempre esteve na frente das oesqu1sas dos 
outros Jornais que circulam aqu no municipio, e o TF foi o 
unico a c;rcular desde o ano 1972 
lta ma,s de 29 anos que a Rede Belnv,stense de 
Jornais. utruvés da Tribuna da rronte1ra vem atuando cm 
ntomo João Sentimos o nascer de u'll novo tempo pnr a a 
fronteira Aqui em Antonio J0ão a nwvel de administração 
murnc1pa! acompc:tnhamos os trJ!Jalhos de Genes·o Flores 
saudoso Ad~o Herodes Xav,er saudoso JoJo Fre,re de 
Ohve11a N,!ce Alves de Owweta e agora por dos mandatos 
Dàc,o Oucuoz Silvn 
Na verdade apenas agorn sentimos que lodos os 
sonhos poderão ser concretizados nlraves de um trabalho 
serio e dnmco do prefeto Dacio Queroz S:la Este 
Jornal que esta em suas maos nào e produto do acaso ou 
das orcunst,inc,ns n~o é um Jornal de campanha ou de 
propaganda polit,ca. e f:uto de uma rde,a que amadureceu. 
estamos editando vatos jornais de cada mumcipo citado 
acima semanalmente onra servir. de fato a população de 
Antônio Jo:io 
Quando f:i'an,os Populaçtio log•camente esta 
deva simbolo abrange diversas tendências e correntes 
Vamos continuar ed1tanco um 1crnal independente um 
Jornal repetunos para a População Isto ,mpl,ca num 
cornpromiSSo com a Verdade doa ela a quem doer Fica 
desde Já a nossa ouentaçáo ma or de que náo aam,t,rnos a 
po'.émrca a pasqu,nagcm ou ataque pessoal Vamos 
manter mesmo nveldos demas1rnas da Rede 
E você, leitor amga comemore o anversaro do 
Jornal neste dia 20. com seu apoio. cm forma de 
ass·naturas e part,c,paçào. para que possamos em curto 
prazo ed,tar um ;orna' cad.:i •e: me:~or. a al:ura do 
prest,g,o e da tradição de nossa ccadede António JcJo 
Geraldo Fcnc1r,1 rcportcr e colunista regularmente 
neste jornal rcprescrltante d;,. sucursal de Antõnio 
Jo:io-MS. 
seguintes 
1- Não ha hberdade 
,nd,✓.du;il n•am grupal 
2 • Cancc;l,1m-se O'> 
direitos de opinào 
lalad.:i ou escr,t.1 
3 N ío ex,<;t,: l1bt,;rd,Jd" 
rekgosa 
4 N,nguém pode e 
locomover l,vr ernr>nh: 
5 . Nào ex,ste ,111c,;it,,,a 
pr, ,ada 
6 Não ex,ste a 
re,nv,ndrcação d<: 
classes 
7 - Em pnumero lugar 
esta o Estado e em 
segundo a pessoa 
humana 
8 - Não ex,ste a l1vrt? 
escolha de Governantes 
A t 
A VOZ DO POVO 'PorRubc 
Rede Belavistense de Jornais Ltda 
CGC-',F 15 513 203,0001-59 
Avenrda Tribuna da Fron1eira 56.l - Bela V1sta'I. S 
0067) 439.-14 1 O • FAX (O,x6i) 439- t 54-i 
DIRETORES 
I1/ALDO PEREIRA 
1.'ARlt; ESTELA '.'ELAS UEZ ºEREIRI, 
'. ICTOR hUGO  ELASOUEZ PEREIRA 
TRIBU A DA FRO TEIRA 
Fundado cm 20 de Fevereiro de 1972 
Fundador: h a Ido Pcn·ir--:1 
Dirctor-F.uitor-Cla'í,·: h :titio l'erdra 
Redação Acon n:slraçào e Comerc,al 
A en•~a Tr bur3 da Fronte ra,5ô4 . Be!a rsta i.'S 
'S(0,,6il -l39-:410 • FAX (Oxx6') ~39-iS,!-l 
ASS~ "I!' J L: S S@,O 
RA E 'i1' OS OS 
DA rl !E:. vS 100,00 
Reg slro ro Car.or"o de Titulos e Dccumen!os de 
Bel, ,,:ar. S sob o n• 105ô - L"-'º B 
/.seç ... b..--se"" ~~ ... ~-"~ .. . .: ",.,,.. r. r .. ).; 
mente aopm4o dn senas erespcrsaidade de ses autres 
Filiado: AOJORI e ABRAJORI 
comur 
li 111 co 
eqran 
E tado 
a todos e a' ! u 
e ,m d e c.r.u,1 ,ç.âo <.:o 
homem pelo í 1 1Jo c,J 
melhor d ,, r lo pv o 
f>,vt,do 
$,rn 
1 
r:.1 
prat,c.J o pcd, r rcdo 
por um partd ur co o 
pattdo comunista Este 
dom,na oPas 1' 1 J:", dP 
um1 nova clase aC ass•.: 
dos burocratas d0 p::i'l,do 
c;ue manda e Ot..n andJ 
no povo. na prod:;çiio n;i 
1 ,queza Nac1011dl 
Essa s:ruação cr·a 
uma ser,e de ' 'ea.os 
1'JJ5 
O verme.h 
ccr11 op0dr de nOS as 
forç 15 e Od!cros JS 
dor ,n ,,•1fTI os 
verme'o Que ta 
Deus Gue ronca se, 1 
e ,aco 
1
·~ l: ~c•J,'t•.! em 
nossoPa s 
Rubica 
'/ccê empresar:o, comerc,an:e pro:,ss·oral beral CJer ender OJ comprar, presta· 
serviços Alugar cu vender? Se,a cbetvo e '7e una attude inte'gente Anunce cs 
1oma.s da Rede Belav1stense de Jornais ''a or n_urnero de letores. maor agilidade, 
credibilidade e com re:omoga:ar.: do. Mars de 8 mrl le,tores por semana. 
Lideces de circulação: 
TRIU1 ;,, DA FRO, TEIRA(6e
1
a  ,s:a-;.:itor..o J~ào-Caracc,J 
CORREIO JARDI ENSE (Ja:d ;:i- t~1caq~el 
JORNAL DE BONITO (Bon :ol 
TRIBUNA MURTINHENSE ( Por:o f.' Jninho) 
O LAGU 
I
E SE ( Guia Lopes da Laguna). 
ANÚNCIO EM S JORNAIS ' 
PELO PREÇ9 DE UM . _ j

Bela Vista na era Hitler 
Quem d,r,o• [ m 
pl<:no súc.ulo 21 nluun, 
Tup,n,qJIM da r-ront(•,r:, 
exercitando os metodos 
de 1I,ller 
Gestapo 
Tem deslumbra­ 
dnhos (as) agndo como 
" soldados (as) da 
Gu$1c,µu" (G st po cro o 
Pollc,a de H,tler 
que t,nha como pr,nc,pol 
1,v,dado 111on,torar a 
v,da das pessoas) 
eroil}iç{)os 
Aqu, na fronte,ril 
"os soldados (as) da 
Gestapo Tup,n,qu,m" 
chamam a "vlt,ma da 
vez" e ordenam "Você 
está pro,b,do (a) de 
andar, de falar com 
fulana, com s,crano, de 
frequenlar tal lugar "A 
vit,ma na maior.a das 
vezes nem reage, po,s 
fica, pasma, 
embasbacada com tal 
at,tudel 
AruillJJJ__Mg_ll n (O; 
Será que você 
"soldado (a)" está acima 
do bem e do mal? 
Rememore suas 
at,vidades do passado e 
do presente e veia se ela 
lhe dá esse dire,to• 
Deslumbradinhos (as)· 
alguém va, bolar a boca 
no trombonel 
Coisa de pobre de 
espirito 
Manda- chuva 
pobre, de um lugar 
humilde suspeita que lo, 
roubada pelos seus 
subordinados. Até sua 
cabecinha é pobre de 
massa encefálica, 
quenda, ,nventa outra• 
lJ 1 O 
EUA inici 
do território brasileiro 
Em troca de um 
a'uque! de US$ 30 mnthes 
por ano, 0s arretcanos 
,rnµuse, .,,n cl,iusulas 
draconianas no acordo 
como o ,rnpc 'i,me:nto do 
qualquer controle sobre a 
area pelo Brasil Par se 
entrar no Centro de 
Lançamento por exemplo 
s r • pr •c,so ;iulor,z ção 
do governo ampr,c,1110 Os 
brasile,ros ,~mb m f,corn 
pro,b,dos du f,sc.il,zar 
qualquer rn.ilcr,al que 
chega base 
O acordo está na 
Com,ssão do Relações 
Exler,ores da C,Jmara dos 
Deputados O deputado 
V,rgiho Gu,mar5es (PT­ 
MG) quer a convocaçào do 
m,n,stro Sardenberg para 
prestar esclarec,mentos 
d I Arnazón,J no u: mo c.J 
15 na As oc çào 
Brasil ta de Imprensa 
(/OIJ A Associação de 
Engenheros da Petrobrás 
(EPE) presente ao 
encontro preocupada com 
perd d soberana 
nac,onal esta 
conc.larrwndo a todos os 
bras,Ie,ros a procurarem 
0s deputados e senadores 
de !lCU5 Estados para 
ropud,ar este acordo O 
assunto merece também 
dscus5 o em cortes 
locas ja que a ,n,c,at,va do 
Presdent Fernando 
Henrique Cardoso 
sign,f,ca a entrega do 
Uras,I aos cstrange,ros 
Na palestro d AUI 
th•nr,que M,randa contou 
que são ant,gas as 
. ,..,, 
am 1nvasao 
f;C"fY ',r 
4 'd. de 
em trast 
estao lo 
mister+os da 
estudo ria r poro 
prata pelo governo 
brasd ,ro dur,1nte a 
dtadura multar quando a 
denuncia veo a pabhco e o 
Congresso Nac,onJI 
,mped,u a construçuo 
Mas tarde anda durante 
a dtadura mhtar veio a 
públ,co .1 vcnc.Jn terr.is nos 
I rnazón,n n estrange,ros 
'Cc n;:i d,todura 
m,I '•" nós consegu,mos 
barr.ir a cob,ça 
,nternac,onal, não va ser 
agora que não 
conseguiremos estar que 
o pais ceda o seu terr,tono 
sem que nós possamos 
carga t d o 	' 
e.to p 
ugul da 
rw'+gada 
cordo não r ,tl 
usado pelo 
tr 5il<·,IO 
desenvol n 
p'0gramna aeto 
q u c: v , nha s 
mpu'sonido na decada 
de 90 Segundo 
expectativas de 
esp<>c,a: stas a•e o ,1110 de 
2007 o sorv,ço dl' 
lançamento <sem 
Considerar os s,te/tes 
m,l,tar ... s) dr>ve 
movimentar cerca de US$ 
45 b,lhões 
Eles impedem a 
continuaçào das 
pesquisas aeroesr; 4c.as 
que v,nham sendo tetas 
t em 
sua força r 1ar o Plano 
Coldrba esta para se 
iniciar e o pro futuro 
secretario de Estado Colin 
Powe!l, ja disse que 0s 
Est.:ido~ Un,dos podern 
,nterv,r n.:i Am.:izôn• , se for 
rn:cess.:ir,o .,.,,escentou 
Henr,que rJnd.:i 
Transcrita do Jornal 
CORREIO DO ESTADO, 
Coluna Diálogo do dra 
1510212001. 
Não são poucas 
as reclamações vindas lá 
de Bela Vista, dando 
conta de que a situação 
está terrivel. 
Dizem que mu,ta 
gente não aguenta mais 
pagar, digamos assim, 
"proteção" para 
figurinha que está se 
tornando pra lá de 
canmbada. 
O caso logo, 
logo. deve estourar. 
mostrando quem é o d,to 
CUJO.Afe
1 
TRIBUNA - 29 ANOS 
Estamos entre os iorna,s mais antigos do 
Estado. um dos mais lrad1c1ona1s, motivo de orgulho 
quanto part,c,pamos de reuniões da ADJORI ou 
quando revemos companheiros da imprensa 
interiorana Ou até mesmo nos Congressos da 
ABRAJORI 
TRIBUNA DA FRONTEIRA é um nome forte 
Cansamos de ouw a pergunta ·como é que 
vocês conseguiram manter um Jornal por quase 30 
anos numa cidade pequena como Bela Vista? 
Nossa resposta sempre foi a mesma 
trabalhando e acreditando 
HoJe o Jornal está entregue à direção do 
Victor Hugo Velasquez Pereira, encarregado de 
efetuar as mudanças que a modernidade está a 
ex,gir, sabemos, sabemos que é preciso reahzar 
mudanças profundas, no v,sual, na impressão. na 
estratégia de vendas, é preciso sim. preparar o Jornal 
para os próximos 30 anos, mas estamos, a exemplo 
do Governador Zeca, efetuando mudanças 
profundas, vamos chegar là TRIBUNA só não é 
maior porque o fundador de Jornais· - lvaldo Pereira 
- não foge ao seu ideal municipalista de editar um 
Jornal para cada Município do Sudoeste e fronteira. 
Dois corpos não podem ocupar o mesmo 
espaço, reza a Flsica, mas isto não cabe no 
Jornalismo feito com ideal e determinação. neste 
caso, o dos jornalistas e dos Jornais impregnados de 
ideal, dois corpos ocupam o mesmo espaço. assim 
como no ser humano, o corpo fis,co (mãqu,nas e 
equipamentos) e a ALMA, partícula ,mortal. isto 
explica a nossa caminhada, fazemos JORNAL com 
ALMA, vibração e talento 
Desafios? Obstáculos? Crises? 
Concorrentes? Ameaças? 
Os tivemos no passado, os temos no 
presente e provavelmente os teremos no futuro, po,s 
se assim não fosse. como chegariamos ao ano 29 de 
circulação? 
NÓS GOSTAMOS DA LUTA. 
Agradecimento? Ao povo, aos leitores e 
anunciantes. 
Prefeitos, vereadores. Deputados, 
senadores, governadores, os mandatos tem inicio e 
fim, a TRIBUNA DA FRONTEIRA continua. sempre, 
como um farol iluminando caminhos, exemplo e guia, 
enquanto o Anjo da Verdade, o Pai da Criação, 
esltver conosco, vamos avançar, continuar, acreditar 
e TRABALHAR. Obngado aos que nos 
acompanharam e nos acompanham nestes 29 anos 
de circulação em Bela Vista, na fronteira e do 
Sudoeste. 
TODOS NÓS 
CURSINHO 
y 
,,J 
novo milênio 
Rua Barão do Melgaço. 111 
W"67) 439.2020 - 9975-8222 
Bela Vista - Maio Grosso do Sul 
VIAJE COM SEGURANÇA E TRANQÜILID 
Cruzeiro do Sul

<, 1 li A D 	K «too J A O 
Inicia o ano letivo Vereador João Bala atende os moradores 
em Antônio João do distrito do Cabeceira do Apa 
1 
1 
Gnr. '1!0 f, rr r., 
Sucursal de Antomuo 
hp0s longas e 
r sf ri , ,'d, ,,a:; 
, 110 fundorrl(>rl,II 
m9do e superior, cor çara 
dar mas uma vez colorido 
dfetente à pa agem da 
cudade, omn seus untotm+s e 
mochilas evidentemente 
equndo as tendencias da 
moda, completamente 
adaptadas ao verão 
Na fscola Estadual 
ra Moreira uma das mas 
conceituadas e conte adas 
da rego, os cerca de 650 
,,lunos malricul.idos 1i 
C O m O Ç a 111 rl I O m C.1 r 
co11hcc1montos de seus 
novos professores, curticulo, 
material ddàtco, etc 
E sse ano o 
chamado suplct,vo é 
'atração' da ral Moreira que 
est abr,gando nada menos 
que 100 alunos que 
do111d.:imonto mat11culados no 
projeto Educação de Jovens 
e adultos pretendem conclwr 
o Ensino Med1o 
gratu,tamentc 
A Escola Estadual 
Pantaleào Coelha Xavier. 
outro conhecido centro de 
JARDIM 
N 
admintta 
conf1 f1r.rJo , 
professores 
eu5 emnen!3rios ut 
Jà nas escolas 
RE ME., Rede Muracra! 
Educação, os estudantes 
q::inharam urn 'rr.fr1J'>C0° 
adicional pa que por decisão 
da Secretara Mumcupa! o 
ano letivo começou segunda­ 
fera da 12 de r, 11 r,-,ro A 
nz.'o apont,Jda D lfoJ , ,sr• 
retardamento, e apontada 
pela sccret.'J11a munic I ti de 
cducaç.'o [vJ Lu,z,1 
E chevera Penzo e da 
"Nossos professore5 
estavam sendo capacitados' 
No que 5e r fere .'.l 
procura por matcrra: C'Sco'ar 
ainda e grande a 
movimentação nas principais 
casas da c,dade onde com o 
tradicional 'jeitinho brasileiro 
pa,s e alunos procuram fugir 
dos preços atos e adqu,nr 
matenas gastando o minimo 
posslvel 
Taxa de iluminação 
revolta moradores 
André LuizÁvalo 
D1Sucursal de Jardim 
Uma grande parte 
dos moradores de Jardim 
estão questionando o valor 
da tanta de manutenção e 
conservação cobrada pelo 
prefeito Márcio Campos 
Monteiro Na opin1no deles. o 
valor é considerado 
exorbitante e injusto 
Enquanto uma 
grande parte da pe11fe11a da 
cidade está desprovida de 
iluminação pública. mesmo 
assim terão de pagar uma 
ta11fa. "Há mu,to tempo 
minha rua esta escura e 
estou pagando a iluminação 
do centro da cidade. das 
praças e até a energia 
consumida pelo ar 
condicionado do gabinete do 
prefe,to, não é iusto·. 
reclamou um morador que 
não qu,s se 1dent1frcar 
Procurada pela 
Reportagem do Correio 
Jardinense. a assessora de 
comunicação da prefeitura. 
Jeanine Pathano, disse que 
"todo serviço dever ser 
cobrado. hoJe e a iluminação. 
o IPTU. o ISS e no fuluro 
como nas cidades grandes. 
. 
possa 
prculcrm1s en'ren
1
.ado5 
d,u,amenlc pcloll 
moradorts 
O vere::idor 
enumera algumas 
dificuldades que precisam 
ser superadas 
SERVIÇO PUBLICO 
porque não? o esgoto. a 
limpeza. tudo deve ser pago 
para ser revertido em serviço 
de qualidade" diz a 
assessora 
A maioria dos 
moradores entrevistados 
afirmaram que concordam 
em pagar a tarifa de 
iluminação, desde que seja 
um valor Justo não como o 
cobrado pela prefeitura 
O vereador José 
Aparecido (Neno). do PT. 
disse que não e contra a 
cobrança da Ia11fa. mas é 
contra a forma que esta 
sendo fe,ta. sem nenhuma 
consulta popular "E um 
assunto que deve ser 
debat,do com todo o 
seguimento social. antes de 
ser colocado em práI1ca·. diz 
Neno. O ex- Vereador Wilson 
Leite, disse que o Prefeito 
Márcio Campos Monte110 
está sendo 1111uslo com a 
população que o colocou 
pela segunda vez no poder 
"A cobrança é 
rnconst1tuc1onal e vou 
representar na 1ustIça contra 
a prefeitura. não concordo 
com a cobrança·. enfat,zou 
Lente 
ob 
exp'a 
Outro problema 
enfrentado daro9rente 
pelos moradores rJo 
d.tnto de Cabeceira do 
pa é o aba tecmento de 
agua Là não eunte o 
ez 
Dentre Iodas as 
carreias a do serviço 
publico e a mais nobre 
Seu objetivo nao é como 
na ,n,c,alIva pr1vada 
ligada a obtençao de 
lucros ou vantagens para 
grupos ou pessoas Esta 
d1rec1onado para a 
comunidade, para servir 
ao publico Nao 
trabalhamos para 
aumentar o ganho. a 
riqueza do patrão. mas 
somos remunerados 
para servir os outros. 
atender as demandas e 
necessidades da 
coletividade 
Esta situaçao faz 
do serviço publico uma 
carreira especial, ligada 
aos valores do novo 
seculo. do novo m1lén10 a 
solidariedade, a 
partIcIpaçao, o servir. 
Enquanto o 
mercado funciona sob a 
óhca de que todas as 
pessoas sao 
egocêntricas, fazendo da 
ambição e do 
individualismo a 
sustentação do sistema 
económico, o serviço 
público deve e pode 
funcionar com os valores 
que todos 
ind1v1dualmenle 
buscamos, em 
proporcionar um 
desenvolvimento 
compalivel com a 
qualidade ambiental a 
inclusao social e uma 
do Serviço Público 
v,damelhor 
Podemos utilizar 
meios que o velho 
mercado aplica para 
0IImIzar e melhorar o 
lucro Se concordamos e 
ale defendemos a 
eficiência gerencal para 
empresas privadas. nos 
curvamos à ela quando 
trabalhamos nessas 
1nst1lu1ções Por que nã 
o defendê-la e garanti-la 
no serviço publico, cuja 
finalidade é mais nobre? 
Visando o lucro, 
as organizaçoes privadas 
lém na economia dos 
seus custos um fator. 
para estabelecer a 
diferença competitiva 
Conseguem organizar 
suas atividades. de forma 
a obter o maxmo 
resultado com o maior 
custo Para o serviço 
público. essa lição do 
mercado. significa que o 
Estado deve gastar o 
imposto que arrecada 
com austeridade. Quanto 
custa para os 
contribuintes que o 
recolhem? Acho que 
podemos queslronar· O 
que o serviço público 
pode ensinar ao 
mercado? Primeiro, que 
o interesse público está 
acima do interesse 
particular e o altruísmo é 
o negócio do século De 
falo. o modelo de 
desenvolvimento. 
baseado apenas no 
que nr-g 
rF ser ,.,tor,o 
A±sm. a gua va d reto 
para as torne r o qu 
aumenta o consumo 
Cons:an•ernen!t:1 e p· c o 
'gar a bomba qut muntas 
vezes acaba pitando 
porque não é adequa0 
egoismo e na compet,çào 
esta proxmo do seu 
esgotamento 
Curiosamente. tomou 
conta do mundo 
O modo aluai de 
produção e consumo 
demanda agora os 
recursos naturais do 
planeta. segundo informa 
a WWF. uma 
Organização Não 
Governamental 
ambientalista, 
mundialmente 
respeitada. 
A Cúpula Mundial 
de Alimentação dos 
paises ricos. realizada 
em 1996, fixou na meta 
de reduzir pela metade o 
número de famintos no 
mundo. sendo que até 
2 015 havera 400 
milhões de pessoas 
miseráveis 
Tornou-se 
emergencial, portanto, a 
disseminação de uma 
nova ética social. pela 
qual a satisfação do 
individuo depende não 
apenas de quanto ele 
consome. mas de quanto 
economiza. e de quanto é 
solidario. Sobretudo. que 
as pessoas e 
organizações passem a 
trabalhar pensando na 
dívida social e no 
compromisso com as 
futuras gerações 
Muitas empresas 
já estão descobrindo o 
novo mercado da ética e 
f 
mora or s r.UilS 
rocess.d.ades Penso que 
el não ta criar nehum 
oby/taulo para qu $o 
ocorra afrmou o reador 
da cooperação. porque 
cada vez mais, pessoas 
quc,em saber como são 
fabricados os produtos e o 
que consomem Dispõem-­ 
se a pagar mais por 
produtos cuia ongem não 
prejudique o me1o 
ambiente. ou não explore 
mão--de--obra semi­ 
escrava 
Por isso, entre 
todos os trabalhadores. o 
serviço público é o que 
mais pode contnbu1r com 
a construção de uma nova 
ética das relações socIaIs. 
pois o seu trabalho é 
altruita por definição. 
servir ao público. Não há 
profissão ma1s 
sintonizada com as 
exigências do Século XXI. 
que a do servidor público 
Ela poderá tornar-se 
conhecida. batizando o 
nosso tempo como Século 
da Etica 
A única exigência 
para que o serviço público 
exerça a liderança dessa 
revolução dessa 
revolução é que seja 
produzida por índ1viduos. 
trazendo para a 
administração pública a 
eficiência gerencial e o 
fortalecimento do 
compromisso com o 
coletivo. 
Gleísí Helena Hoffman 
Secretária 
Extraordinária de 
Reestruturação e Ajuste 
Dra. Vilma da Silva 
OAB/MS 2.574-B 
E 
9,, ,,e 
Dei Escudero Pe 
feio_g 	sggegg 
, Rua Tenente Bérnaides,602 • Centro 
Fônê: ctflfi!iif)_:,251-1501· Teletax: 251-1685 
' Cel.: 998&:5353 - Jardim- MS CEP: 79 .240-000 
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Joe/son Martinez Peixoto 
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Daniela Fernandes Peixoto Coinete 
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Marco A. Loureiro Palmiéri 
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.l:ADV0GAD0 
Kleber loureiro Medeiros 
0lll/MS 2697. CPF 006.12
4
.
031
_
72 
Rua Barão do ladário, 1620 
Bela Vista - Mato Grosso do Sul

u r I A 'I , ', r A 
Em sessão solene Câ 
aos trabalhos legislativos de 2001 
• 
ara 
, , 
a 1n1c10 
1 J,,,,t J '1tJ,Ol I r 1 
à. 1 15 a CAmara Mur p J' 
realou a se 40 solene de 
nt;orturn do, tr1JIJ,1l110• 
lc,q,-.I:i1,vos do com•, !-, "''º 
corno trud1c1onnlm,.nte 
ocorre 11 c:HJa ,nit o <lo• 
1 g,•,I,itura o P1r·f1 Ito 
Mun1<.1pol pnrtI1.Iµ01J ,J, 
S&U~O e frl i1 te,tur,l d,l SU,J 
rnens,1ge,r1 no Porlf.'r 
Lrij•Sl<JhVO 
Alem oos 11 
V rcJdoros o do p,.,i, ,to 
Ger,1ldo Pinheiro Murano 
v;r,as autorrdadrs e 
convidados prest,gIJram a 
abenura oficial dos trubalhos 
da Cômnril Municipal, ,iue 
também marca o InlcI0 do 
p11meiro perloclo legislativo 
dos ntuals Verondores 
Reg,strnrnos as presenças 
das seguintes pessoas Cap 
Cav Reno Ocampos Alv •s • 
Representando o 
comandante do 10° RC M[C 
Tenente PM J,cfcvaldo de 
Souza Lima - Comandanle do 
3° Pclotao de Pollc,a Md,tu1 
Sargento PM Maurlc10 
Guedes da Silva 
Representando o 
Comandante do 
Oes1acamento PM Ambiental 
(, 
V,. 
Aln 
Pr, 
u, 1 
Ma 
dJ ,. 
o Or , 
V,~·~ Pa•a'.Ju,1 "r ·, •. , .'1,:,s 
[m sua rr•.n J•; m 
ao Poder l .qIslat110 o 
Préfe,to Gerildo P,nheiro 
Murano ressaltou O 
momento e d,t,c,I todos 
J"' ' 
10 > 
1 r 
u,•pa ,;,or, ,. Wald:r 
Curdo o e PT J 
Prefe,lo Gera/do M11r.1no l.11 .1 le,turiJ d,J sua mens,,gem ao Lcglsl3l1110 
A ahertur,1 dos trabalhos da Camara foi prestgada por autonda J I vc om,,d1HJ0-t. 
Xande defende a independência 
dos Poderes e a aproximação da 
e â mar a e o m a e o m u n i d a d e 	Mesa o,mora da c,mara /Aun<c,pa/ o o Prefeito Geraldo Mura no 
O Presidente d;1 CJmar., Mumc,pal, Vereador luiz Alexandre, cm seu vibrante pronunciamento. 
Por últ,mo o 
Presidente da Câmara 
Municipal. Vereador Luiz 
Alexandre Loure,ro 
'Palmién (PFL) agradeceu 
as presenças de todas as 
autoridades e conv,dados. 
lembrou que a sessão 
solene marcava o inicia 
oficial dos trabalhas da 
atual legislatura mas desde 
o inlc,o do ano a Câmara 
manteve-se atenta e 
pronta para analisar os 
Projetos oriundos do 
Poder Execut,vo, os quais 
foram votados em regimes 
de urgénc,a urgentiss,ma 
nas sessões 
extraordinárias realizadas 
anteriormente. 
"Quero d,zer que 
esta Casa estará sempre 
pronta para acolher as 
iniciativas do Pooer 
Executivo, tenho certeza 
que os 11 Vereadores tem 
um grande compromisso 
com a populaçao de Sela 
V1st:i. como Presidente 
sempre ire, defender a 
independência dos 
Poderes, por isso não 
podemos admitir 
1nterferéncias ou pressões 
de qualquer natureza. do 
Executivo no Leg1sla1tvo. é 
assim que ire, nonear as 
m,nhas ações nesses dois 
anos como Presidente 
desta Casa de Leis", 
afirmou o Vereador Luiz 
Alexandre Loureiro 
Palmer 
Xande ressaltou 
que a Càmara estará 
sempre mu,to atenta as 
reivind,cações e aos 
reclamos da população. 
"não iremos aceitar de 
forma alguma 
perseguições contra os 
funcionarias públicos", 
observou Com relação a 
esse assunto o Presidente 
do Poder Leg,slativo 
Municipal, aprove,tando a 
presença oo Prefeito 
Geraldo P1rihe1ro Murano, 
foi taxativo· "Temos 
recebido muitas 
reclamações de 
professores formados, que 
passaram quatro anos em 
um banca de Faculdade e 
agora estão perdendo 
salas de aula para 
professores leigas Nào 
conseguimos entender os 
motivos e o Poder 
Legisla!tvo. em sua grande 
mar0na, jamais vai acetar 
e jamais vai concoroar com 
esse tipo de co,sa, que sem 
dúvida é extremamente 
prejudicial ao n,vel de 
ensino e certamente sera 
um desastre para a 
Educação do Mun,cip1a' 
assinalou Xande 
O Vereador 
lambem informou que o 
Leg1slat1va ,ra real,zar 
sessões nos bairros da 
cidade. como forma de 
aproximar mas os 
Vereadores do povo e fa.cer 
com que eles s,rit;:im 
melhor o:, anseios e as 
necessidades de cada 
comunidade Outra medida 
anunciada por Luz 
Alexandre foi a ,nstalação 
de uma linha telefônica na 
Câmara destinada ao 
recebimento de denúncras 
e reclamações da 
comu111dade. facilitando 
dessa forma o acesso das 
mun,c,pes aos seus 
representantes polit1cos 
"Entendo que com 
in1c,at,vas como essa 
poderemos corresponder 
melhor a confiança que nos 
!01 depositada µelu:. 
munIc1pes belavistenses· 
sel,entou Xande. Aos seus 
colegas Vereadores Xande 
disse que eles terão nele 
um H'residente racial 
amigo, ccmpanheiro e de 
condut:i exemplar, mas 
lambem enérgico quando 
for preciso 
Pronunciamento do Vereador Nélio Diório na sessão 
solene de abertura dos trabalhos legislativos de 2001 • 
Beta Vs'a presentes ti! ',J F•·.J· r.11 O D•·;: .. t 
sessão g ene e cuvnte da e s do PSD 
Rato be sta t e r 5 
umJ v!·: r..:.,•, os ,.m fJ:J ? 
i•r•r,crt.i• :• ,. , :•·.so,J.1.;,10 e: J 
4.:••nt(:t,•,1. .. , t:•,1s ; .. ,,,J r• o 
PuCer Lr·; slJ! vo cu .J !,i•
11a t. J 
bL·rJa,:r' (J;;(_• /fl/CJ.J f11JrS IJ'II 
ppr,odo de r,.,n,ilflo 
V•'lf.',1Ú;)'(.
1S ('fr:'t::Js '! ff!f''t.·, :;s 
nossa m1.ss,-io f.' m111ra 
,mpor' ante cad1 vera.tor e 
V('ft',1C:,.Hd r1.:;,1t•SL'fl! J Jr.Ja 
.t :/ 1 r:o cr,pri,sr:u rJJ rr:; r·•: 
'.!cmocrJt,cu somos 
representantes do povo dos 
mnavs varadas segmentas ntj.; 
somos r.;ma ,,ti,1 l'sr:,mos 
s,r:!.:;n:.:adJs Jr.tL•'JJCos cem o 
cr.a•nJnh..'r;:o Co p:::,v:J .1 nosSJ 
r·i I s s j o '.l n o s s a· 
tesa0nsabae Arados do 
Pn',.: ·o Dr G"","J'J:>f/.,ran.; do 
PD T o v,c,_i Prcfe,to 
Eng!:nhc,ro Lu,z C.:ulos 
Tt.!b1Ch1Yranc ó do nosso 
artdo somos parte atva e 
ccmp
10'11t..'!,c.!J con: os pro,uos 
e p1anos pregados na 
ca·•10 1"'1J oci '::a t;Ji! nos dc::.1 
a vtcna nas umtas 
O PMDB ,11• t,1nt.1< 
latas tantas traddes ver 
mostrando a ua'ta Aqur t•ttt 
Bt..:!a V,srJ temos o . ce 1011cm 
E11yº C:c 1...u,•,µcrt!,,c..,., 
comprovada quando teve 
op0run:Jade de mostrar hoe 
t4 a dsvsrç4o da 
a2uva!rodo comotata' oval 
<.10 D,r-.:t~r.o V,,n1c:pal do 
µ,.1•t•do to.J wun,c;:, o A nwel de 
tad0 o w vom 
mostrnnao sua torça re.1,e:anao 
novas deres pol ·-::os co.'11 
d na,..,,s;no e• con ;.>t:.'t.n: . .1 p;:u:, 
aC-n,n,str.Jr üS CO S~iS pvb',Ci3S 
C'Olll S('t11..•::.JcM f• h:tnt!::J,d3de 
rnmn ptOJ:JtJM ntt e.tciç,ln 
atenat tee/grudo-se Data 
CO/!!ll!UJrnm díJ!TI n,~ra."lc10 OS 
seus .~;.1::•~ p.os com o ilvot do 
ovo das Suas sr:C!d 
cidades à exemplo de 'adm 
Antôri,,:> JCJdo T'.• s Laço.1.s. 
Coam u uatras mntena de 
Estado terras onda em nossos 
q.;Jd•os o Prelv,:o de Capo 
Gru•tde Dr And:e r'u-cc:~-.!!.i. de 
,r;t:;c; .. : .CI 10e•~,,.,~, PO 1:.:;::;:1 
cm lodo o e;:;'Jâo ele ,>.1.J:o 
Grcs.soaoSJ/ 
:',t.'(:',.,,..ct ~.-ft_.,.., o 
P !. :1e--:'L' a St!" .;:., =t.:~'"' 
Senador Jades arta/no 
c2roda com apw ia das mais 
J"'l.JrIJS C'Of""c :,:s otzas ca 
nação onde temos o mas 
expressa Senador que 
<--_..,,. .... r:4c ..O. ô .. ,.,a:-,3 a~ Est.ldc. 
r"J -~.:. ,i;;!)ct OJ lt;.),. Jd ,.,.7:,J 
papam7as da a ça que 
d ,lff ,r 1',- J 
1 rr :. 1 ,....c:r 1J:.ucJ0Cn'.J'edo 
rJ r.'ura dado a ,. , l ',1.-r.! • 'ti 
t• tr, ,1 ç.,··•<.. ;, .. .; 1 t 
1
• '• J _: ~ 
pê e cnde te m, 
H·;,rc'"'.:' ·uteode; !tott a 
a'demr Ma q+ 0 25$.0 
terra a'em de ar que 
integram a antoda 
peemedet.s'3 O M5 é um 
partd0 de deus e s fortes 
pregamos sempre matanças 
pos acredtam0s Gue 50 e 
pcss·,!:I um.J C, mo:.r e., r,'(.-'1J 
e· ".'l p.•_:.'1.1 IC•-•f:.fcJG•• (' ::,,r.•:..,•1,J 
.;:,,n us scnncs é:J ;;r; ,: e m as 
nr css ..:aaes CJ r p!J.'1;:io 
sobrt. ~JêO CS r.-'.J 5 r ..,,,_,r:/r•s VS 
~•Clu·Cc.s 
A C.Jmar I dt.: 
vereadcrs não e a as uma 
r, buna cr:ce se C::..::.._,•._,.~1 .d•_ cJS 
e rr.;J s e u!"l'tJ ~ .. • .. 1 .;-• '..-':,..J~ 
Que undas pCX:cr-.;::; ..;.'r:ue .. SJ' 
os va'us do :wct smo d,I 
inse:1s.b.
1
.éJd'J ( a:J ,. d 't. '!'r.p 
;.. hCIJ e CS!J Bc,<J V s'.1 p!._,,sa 
de todos nos n:::,s s ,i • cs a 
e r:J:;Je a cdade sv~ ..... s 1:vs :-cs 
!' que C:amos a !1..1,,,., e: ., ,_,z ,J 
11;.;.SSa OdJd!.', ~t.~ CiJCJ :..1dJ;JJo 
po!:!,co o:, r..1o en!end(:r Qu!> o 
Ili .. w 'e-nia e prenunt:,o ae t.Jm,1 
nc;vd cr..J :,c.:,•.i rlQUt c:111 Bt.•:,J /1s!J 
SJo PiJu!o fJul hlos-::ou ou 
Londres seja cnd ta vara 
1.. a 111 , 11 li cJ , ê µ rec I s o 
er1te:a r1c-n-:.J cem rcsoe·:o C' 
to'erJ.'1..,,a 
A;:.. ,r.d, cor _. ":'l ---c-ho 
C:!'''l1ÇO i..l C';.! l.:J=.jt:ÇJ CC..ldc 
m:e:,o,u.-,1.1 do Es:JéO d~ SJo 
P3'2 que "cada cosa ó ma 
coisa CiJCa cc,sa ·em o seu 
ruyJr" C lic:::,liJ sm ;,.Jl,C1C:JG-J 
C.JOôcJa eSJdaf'.oso'ad?que D 
cada ur:, e olt:rec,da a 
oportu.'1rdade ce par:,:::ruu 
lc~!:JtJndo q:.~ a v•JiJ e urn Dor: 
de Deu:, i: u homem to, 
7atado" para e paz a'a 
crescer cvo ur e ndo para a 
yutra $eya ela qual tua Cou, J.'.) 
munhas rudes e os meus 
detetas vou ccntnuat a ma 
atunhgda Canntrs antu 
Q;J rrcu l!JCO fo::i:>5 OQ/JC. cs Q~C 
a'me;am uma e'a vista menor 
uma cidade atrata Um lugar 
!J.om p.Jr.J se ar o p:Jr.J se 
trata./ar 
N~ !>ul'htJ ltid:.S do 
c;uo '-'"' sor'to !V'l C'!"S!',O d:! ,,,e, 
Se.'3 V..s!u ser uma grande 
IJ~ .. .l_ y,CC nil e SCU~ ":,, /'I.J 
Cf-•s= .,-,ç;,s_ rr:.Js no r, na/que é 
l."' ,JC.d:..,r-,:-e é u i!:JtJ,.,u r'",l: n,v 
as ccb e varas t Ç.J'" 8 
ca luta temas muto g .. c-1 .. :er 
o te urge nlo wans to 
d.S e.s:T';.l.S d.J (,~) r•3S ,.J....,o.s 
~'"':Y."CCC" f!J !<:":'êJ OS hc;.~er:.s 
E,, e.~ . { r r, .. r,1,Jo MJtano. 
11."1 !.-" í,, • 
1 
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rela49 ao a:sentados da 
Tup yretd s4o 
aµro,1!'1,1 1 J'l:t''•''-' es famil as 
que g1!am seu dnhero no 
muncpro de Jardm conde tem 
n,1..•lhor ,Jr .. • (,,Sr> t-.'mbora o 
assentam, 'c ste;a local ado 
no mu, p.o dv BetJ Vtsta e. na 
n.·,.,u r:r.!'.!•'lt.f•·r, l.)U mf!/hor. n~ 
nosso entender devem gastar 
r. 1 nc:s;, e dJOtJ os recursos 
'r; 1,1r::::~ r,:.r, rJJe rc:ccocm E só 
y Erca se empenhar 
1ur.!u'Tiv1!n c..=vn o g:uemo do 
Estado que e :i Jdo do l'CS!:.O 
~ar d::J r, .. •J :;:.I! s.t J a r.c1o 
so•,!. ,~.:i ~. ''.Jr.!.1 que t:J.'l!o 
a '7:(,:.o'f'I 
Ler:traqu que no da 
a2 d•.- p.• ero prumo passado 
no Grémio Pedro Rufo, o Vice­ 
Go11'Jrrl J'.lor -.: s e em eu 
'.!sscurso :J~'-' t J .1.a mulfO 
d,r:he1ro p:ua os ~equenos 
gncutores para aqueles que 
',},_ SCJ,l!:.S• •:; ,""l,1e5f,r em 
M:Q:.tt->r ~ 1r1.•70C:cs mas para 
mnha surpresa fu informado 
pv0 propr0 rente do /janco 
du 8t.J • G.Jt: r.d':J hlJ d 1,he,ro 
o.ira f,nan,;,amentos do 
PUNA Essas w&as eelo 
,.;.,'!.• cr.~.,.,:-.,;i CcJ..,samdt:SCJéd,to 
nJ poo.,:Jy:,o CJJt:! '.e.a sem 
entende e em sabe: qual é d 
-...crc.1dc e onde estd ao d ntic,ro 
quf! prx:_ ~cr a:;; cado no nosso 
11•:... uc p o O mwirc.,;;.o preosa 
mato quo isso roa/monte 
l.ll.A.)ll!t:C.~ dºr,'JC~CO"l!ã.'). OllC! 
CS:10 :ir:."'t.•f.J,....J•J U:.pt."l..{'1.1!."IIIJ"­ 
J.";'</f ;'.-r ~· :o:? 
u u·s:r._-c, ce tw,SS?. 
Scnnc;,.., C!e Fa1111,1:1 v~ 
itere tara do 4ta e 
c:a . .n.."OI º"'·''ª C.:tU, ~ :.J.~ 
ta Sapuea oi-lsut 
Cait:ro= ~ runtO:J outr:a 
µI.JCtJJJ. e.·" ,rng, 11-d aa ao 
mun ,:l~,c;, lug-::.r!!.! QJe n.=r-o-n 
.. .,, r.;r .. oro c-o.n.;,cera ae 
egz.et..s touatorrs grr! 
consequentemente mg 
crr;,r-e::gr-:. m .J- fj,;llfSJI! p312 o 
toa? trancipg idc r 0 fJ:, 
zonut prguts qus tt 
41 --r c..t0m "' A::-:ac :o em ~! 
o', -j. _..,,_-:f:d J ll(J !,l., J p<JVU 
rMtz vetas nas ng 
(...J-•d'.: f."J"-:...;,.,:f JJr:~.3 e•.!! 
t.:JII L, ,-,v::t-.1, ~ ... t.lt . .JTIVu 
:.J!lC .JS :1~ no:.sc.s 
reina ae e e nrssr 
,.,. __ '-.!,e· 
Que Deus acerte em cega 
um de nu o po te 
supera.3erre".

,. I J- 
11 ,., r I l A O 
Zec .. a empossa Semy, Anizio e Nereu 
1 •IJ,1 
<1'1 /g. 
e_,;,,. 	. 
f mpreendmnentos AArwzio 
i I llJO l· O <1llt !OI• 
pre«dente da Sanesul 
Neteu F ont 
[ tavamn pre ·ntes 
o secretato de Estado de 
lnf1c1-LsI111tu1,, u 
Habitação Vander Luz 
dos •,,Inlot l oub,,t o 
secretatvo de Mero 
Anib,t·nl!'. Culturd (l 
Turismo, Egon Krakhecke 
S A N C A M E N T O 
Empresa saneada: mais água 
tratada e esgoto para a população 
I ornprosn de 
saneamento do Estado, a 
Sanos11/, ó um bom 
oxomplo do como uma 
reforma administrativa bem 
conduzida pode apresentar 
resultados em pouco 
tampo 
O Governo Popular 
assumiu r1 S.:rnesul numa 
sI1uaçao d1ficll Com a 
rcestruturaçao renhzada no 
ano passado, a empresa 
entrou na rota da 
modernização e eficiência 
Segundo o Direlor­ 
Pres1dcnte /lnlllo Tiago a 
emp,esa já e~ttl retomando 
G OVE R NO 
. 
gna 
ndré 
,ut, 
1
•l..J <,v 
t ·te senta 
rn 1,; p ,. , , 
,6es do Govemn 
tranqulo e tenho a 
que o Ftad0 wwe 
urn novo momento para 
poó• r '. . encontrar com 
sun propr,a h,sto 
na". afamou o Governadot 
O governador Zeca 
rclerindo·'>I' ;:io Semy 
disse que ele é o homem 
de sun conf,anç;:i. de 
outor,dadu ,ntE;rnJ no P r e 
que conhece o o Popular 
sua capac•d<1de de 
InvestImento 
Oenlro do Plano 
Orçamentár,o p<1r,, 2001 J~ 
estao assegurados RS 
10 718 000 00 de recursos 
propnos para investimentos 
cm diversas rey,oes do 
Estado Com os 
Inves11mentos prevIs1os a 
Sanesul lem o comrromIsso 
de aumenlar o número de 
fam,llas atendidas com tarifa 
soc1.1I que deve passar de 4 
mil para 5 mil familias. subir o 
ind,ce de .1tcnd1mento com 
agua tralada de 91.85~ para 
95% e de esgoto de 6.5% 
MORADIA 
Inscrições para o Tijolo 
por Tijolo já começaram 
O Governo Popular. 
por me,o d3 Secrctana de 
lnlra-Eslrutura e Hab,taç~o. 
abre amanh:'.l as inscnçôes 
para aquelas pessoas que 
ainda nao têm casa própria 
mas possuem um terreno 
quitado e tem renda familiar 
entre do,s e seis sal/mos 
mínimos E o projeto Tijolo 
por Tyo'o,mncluido no pro,eto 
Che Roga M, A Caixa 
Econômica Federal va, abnr 
uma hnha de crédito para 
financiar imaterial até o valor 
de RS 3 800.00 O Governo 
Popular paga o custo da mao­ 
de-obra em torno de RS 
750.00. alem de fazer o 
projeto e providenciar o 
arquiteto e engenhe110 para 
acompanhar a constru~o A 
arreg,mentaçao dos 
lraball1adores será feita pelo 
smndcato da categona. que Já 
firmou convôn10 com a 
secretaria 
O financiamento sera 
pago em cinco anos. com 
prestaç!lo in1c1al de RS 82,00 
por cmco anos. ou em oito 
anos com prestaç!lo 1nIc1al de 
RS57.00 Ala,adejurosede 
6% ao ano com reajuste pela 
TR (Taxa Referenc,al) As 
O governador José 
Orcino elogou o prefeito de 
Cornpo Gr.rnde. lndró 
Puccml'h /PMDB) J quem 
chamou de amugo 
Vau conversar com 
André como maior caninho ele 
e um prefeito competente sou 
amigo dele, fui 01to anos 
deputado com ele. partilhamos 
dn mesmo tribuna, das 
mesmas ideias, ele e preteto 
eu sou governador, e preciso 
super ar as d vergênc1as. tudo 
em benefcio da população 
esse e o pon:o centrar·. d,sse o 
pelista 
Orcirio e André s o 
cons1dcrados os principais 
advcrs.irios políticos do 
Estado. A proposta de paz lo, 
Iust,hc.ada pelo secrcumo de 
Governo. o Ben Hur Ferreira 
pela defesa de uma relação 
,nst-1uc1onal mJdura 
O governador esta 
conversando com o Andre 
não quer fazer poltca com 
magoas quer superor a 
questão eletora! e ter um 
relacionamento comn o preteto 
que perrte equacionar tanto 
n ques:à;:, d3 rOCov,ána quanto 
das creches e outros 
assuntcs 
Ele n.ào quer Que .:i 
questão <le i.:drcnt:irr.erto 
ele1torol ddtcullt.: o 
ref:Jc..cran"er:J cJC'TI fl,Strmwo 
com a Pretetura de Campo 
Grande dsseBemHur 
4. P{4 M 
, 1A 
/ 
1ag 
l r, J C. • 
e et J r 
,:J , Ar;,.n<. 1 d• 
I tJIUí.J j1 <.OO' 
r ,l N reu Fontes 
1 ± que ele e ur 
profissional com 
caracteristicas 
necessatas para dar 
cont,nu dade no pro,Pto 
1n,c,,1do pelo Scmy Ferraz 
e rec"b,do menção técn,ca 
P' •lo An z,o T,ago 
pata 9 
Outrd medida foi 
estabelecer a tarifa 
diferenciada de esgoto Antes 
tara urna taxa urua que 
corre pond,a a 70% do valor 
da ãqua Hoje leva-se em 
unta o numero de ligações e 
o custo de operaç~ 
o do sIslema reduzindo o 
cuslo para o consumidor em 
ale 35',', em algumas 
cidades 
Os resultados 
alcançados mostram que a 
administração da Sanesul 
esta no carrnnho certo 
,nsc11çôes poderão ser fe,tas 
na sede da Agénc,a Estadual 
de Gestão de 
Empreendimentos (Agesul). 
na Avenida Afonso Pena, 
3 547 No InIer1or do Estado. 
o programa sera 
desenvolvido em parceria 
com as prefe11uras. que 
entrarão com os terrenos 
Segundo a arquiteta 
Mafla Tereza Palermo 
assessora de Habitação da 
Secretara o projeto e 
padrtlo As casas terão 31.58 
metros quadrados sala 
cozinha e banheiro Serão 
entregues com reboco 
interno externo para a 
pintura e lelha ceram,ca Para 
part,c1par do programa o 
c,dadtlo precisa ler lerreno 
(escritura ou contrato de 
compra e venda). ler renda 
fam1har entre dois e se,s 
salanos. ser ma,or de 21 
anos ntlo ser propr1etano de 
outro 1movel res1d1r em 
Campo Grande ha pelo 
menos dois anos, não ter 
restnções cadastrais (SPC. 
Serasa) 
Os interessados 
deverão comparecer no local 
de mnscnço (Agesul), com 
HUMOR 
rh
1 
, ,..::c3:'" 
V b !,A::,"~ 
PROJETO o MS-PREVem linha 
PANTANAL direta com você 
, 
O program,J é 
dddo eri tr uafpu» 
missionaros las adad s 
que compreende barros e 
v.las nos à sentarentos ? 
r,os •! <:rn 1,JZ•md~~ onde o 
d.z0 otteri!e e russivel 
<llí avt de tranpott te:teu 
Os voluntario aler 
da enwsryem eligt0a 
promov1.:m otendinwn10 
mediu e tet!tio 
Conforte Wilson 
D arreto Monte+to 
coordenJ<lor do projeto as 
atii0.de, Sa ealtzada> 
por voluntats Cluswv. de 
outrcs p.'.l1_cs Amcr:cJnvs 
Em dez d1,:~ ccr._,J de 
quatro ml pessoas sao 
atcncJ1Cd::, pt.?lu:i vulu11télri(J::i 
A organIzaçóo rcceoc 
de-ações de mãos bata 
americanos principalmente 
do Canada 
u e'IUjCICJ Jª COllld 
com dois barcos O pnme,ro 
adquirido comporta 7 
pessoas e cm breve será 
inaugurado uma nova 
embarcação com 
capacidade para 26 
pessoas 
documentos pessoais (CIC 
RG) cert,dao negativa do 
SPC. que pode ser rellfada 
gratuitamente na Rua 15 de 
Novembro. 390, documento 
do lerreno e comprovante de 
res,dénc,a 
O Governo trabalha 
com a expectativa de 
cons1ru11 1 000 casas ate o 
final do ano O Programa 
Hab,tac,onal do Estado prevê 
a destinaç!lo de RS 800 m,I do 
Fundo de 
Investimentos Sociais (FIS) 
para projetos voltados para a 
construç!lo de moradias 
Além desse pro,eto 
em que a Caixa financia o 
matenal de construç!lo. está 
prev,sla a construção de 600 
unidades no Barro Nova 
L,ma. em regime de mut,rao 
O Governo adquiriu a area e a 
vai comprar uma cesta de 
ma!enal de construç!lo de RS 
3.3mil 
As familias entrar!lo 
com a contrapartida da m!lo­ 
de-obra Com recursos do 
Funresp (Fundo de 
Reequipamento da 
Segurança Púbhca) devem 
ser construrdas 300 casas 
para pohoa,s ov,s e m,lttares 
CI 
e! 'ee 
pense» o/ 
p 11 rnen•o . ,. 
2. Por que o MSPREV (Fundo d Previdência de Mato 
Oro,,udu 3ul) 101 <.rldóu? 
A Cor·.:•. ão Federal alta redr ia Pabhc 
obngaram o Est do ..i cnJr um fundo de Pr , Clénc:o pa<a os 
seus ser»dores com a finalidade de preset +ar o equilibro 
faeo e a'usvsl (spuenteadoru te peeses futuras) A 
outril ex g ncIJ e•,t.1b• I!"C8 que o I ur·tlo de Prev,dénc,J 
funcione separadamente da Assistência Médica evitando 
ass,m que as contribuições para a previdência sejam 
desviadas para desa$ or saude 
J. Por que, a lei da Prov,déncia Publica exigo o equilibro 
financairo e, atuarial? 
Tornou-se lugar comum o dttero das ontnouções 
r,rPv1dPnc1nr.as ser uli'•zado para ou:ras fnalida les, como 
aconteceu ro caso da con$lrução de cas..is financiadas pelo 
Prev,sul Também costumava ocorrer o desvio das 
contnbu1çóe~ prev1denc.,dnd5 pclra a c.obertura das despesas 
de a<<ustnria ma O talhos planos de saude acabam 
aumentando o déficit do sistema previdenciário, 
desencadeando suces,,vas fraudus e <1csperd1c10 das 
despesas com pe,soal pagas pelo Tesouro 
Essa Stuacão Iustfca a razão para o Fundo de 
Prev1dénc,a ser const1tu1do com objetivo de funcronar 
separadamente da ass1sténc,a méd,ca Pors. não basta ex,s!Jr 
o Fundo com uma gestão exclusva da previdência social, se 
não houver património suf.c cnte. para garantir o pagamento 
das aposentadonas e pensões atuais (equ1hbno financeiro) e 
das aposentadonas e pensóes futuras (equ,hbno atuarial) 
4. Quais as vantagens da criação do MS-PREV, para o 
servidor? 
O Fundo oferece maior segurança sobre o dreto de 
receber aposentadona e pensões como garantia no futuro 
a1ravés da conquista do equrlibno atuarral Tarnbem, permrte 
ma,s transparência pela oportunidade de partrc1pação dos 
servidores na adm:nistração do Fundo, garantindo o 
pagamenlo de quem Ja esla aposentado. ou em fase de se 
aposentar. através do equ1hbrio f,nance,ro 
5. Por que aumentou a contribuição, e qual será a 
alíquota? 
A contnbução foi fixada com base em cálculo atuarial. 
que leva em conta a expec1atrva de vida. tempo de 
pagamento dos beneficros. remuneraç!lo do capital. evolução 
da massa salarial e eX1ensão dos proventos. garantindo 
assim. d1nhe110 para pagar aposentadonas e pensões 
A alíquota de contnbu1ção do servidor para sua 
prev,dênc,a soube de quatro para 9%. nos primeiros dois 
anos. e para 10%. a part11 do terce110 ano A alíquota do 
Estado começa com 14% e evolui à ratiio de 1% ao ano. até 
chegar em 20%. Ou seja. o Estado pagará o máximo 
permrt1do pela Le, Nacronat da Prev1dénc,a Pública. que 
determina a contnbu,ção estadual pelo dobro do que é 
cobrado aos servidores Além disso. o Estado contnbu11á 
por 20 anos com 20% a ma,s sobre a atual folha de 
aposentados e pensionistas. como forma de ajudar o Fundo 
6. Quem serão os beneficiários do MS-PREV7 
Os segurados e seus dependentes, além dos 
pensionistas do extrnto Prev,sul 
7. De quem será cobrada a contribuição previdenciária? 
Apenas dos servidores em at1vrdade nos Poderes 
Executivo. Legislativo, Jud1c1áno e Ministério Público. 
8. Quem vai controlar o MS-PREV? 
O MS PREV será gerido por um Conselho de 
Servidores da Admrn,straçào e um Conselho Fiscal. formados 
por servidores públtcos. representantes dos Poderes, e de 
diversas ca egonas. através de sindicatos e associações. 
9. Qual vai ser o critério para a escolha das pessoas nos 
Conselhos? 
Por rndicação do Execunvo. dos demais Poderes e 
das enndades representativas dos servidores O conjunto dos 
servidores indicados formara um co!ég,o ele1toral. que 
escolhera por votação secreta. os membros dos Conselhos 
Admrnistratrvo e Fiscal. A O,retona-Execul!Va será composta 
por três membros do Conselho de Administração, e tera 
mandato coinciden1e_ 
1 O. Como eu me cadastro no MS.PREV? 
Todos os func1onanos efetivos jâ estt!o cadas1rados_ 
11. E sobre o atendimento à saúde? 
O atendimento à saúde está separado do MS-PREV. 
Os serviços de assistência médica estão a cargo dos própnos 
servidores. através de um sistema de aulogestão Ficou 
eslabeleada uma contr.bu,çao de todos os servidores de 3% 
da remuneração salana! O Estado também contnburrá com 
3%.Ate dia 27 de fevere110 o Prevrsul conunuará a pres:ar os 
serviços de assrs!ênc,a médica. sendo descontado do 
servidor neste perlodo. 2% da remuneraçao. O Governo Já 
publ.ccu Decreta estabelecendo regras para um novo Plano 
de Saude A part,rde m:irço. ele passa a vigorar. 
(Folha ln:erativa)

Mt I 
r, O V f rt ►l <) 
Manoel Vitório: PT 
Fortaloccu~::;c na 
r,lciçào d.:i Cãm.:ir:i. 
O depurado federal 
Manoel M/toro (PT/M) 
ava a que ape' ar da denta 
11, /•lfl,,•fl M<:rc,irJ.11dr, 
sucessão na Càmara 
f (• d 1
1 r a 1 '> o I vu pata 
aprofundar ainda mais a 
unidade interna do artdo 
em torno de seus 
e o tn p , o nt 1 $ $ 0 s 
programáticos "Estamos 
dentro de um prow•,-.u ern 
que a para a marota dos 
psrtdos o pano fundo é a 
sucessão presidencial de 
2002 /1 d1lercnçu ó quo o PT 
lançou cnndtdaturn do 
Morc.1ócJ11to. um pI1mcrno 
lug;ir. pora porsogu1r 
objetivos institucionais 
claros de fortalecimento do 
Legislativo e de qualtcação 
do mandado parlamentar em 
rcloção :'J democracia o às 
lutas populares". frtsou 
Para Manoel, o PT 
não lançou candidato com n 
pr ocupação de ter papol 
pr1vilogiado na sucossiio 
presidencial"Não ficamos 
de olho no trampolim, nlé 
porque o debato interno do 
parltdo sobre as elc1çõos 
evolui dentro de um 
processo mais ab1angente. 
que envolve pr101itar1amente 
o nível e a capacidade 
pelista de ,nserção e de luta, 
amadureceu mutto e sempre 
teve a coerénc1a de não ser 
cúmplice de jogo de cartas 
marcadas". 
Banco do Povo libera 
mais de R$1 milhão 
e5 
t abita [ 
'nanc 
e' 
No ano pa 
Bano do Povo Jt, 
1 279 00 para o credo' 
popular atendendo 
<J I teta me ,, t e 940 
ITIICrCll mr;r(:e,nrJ,,,Jore~ e 
benetcando mas de 'J700 
pess0as com 1r r,u• nç3? r, 
CIIJÇOO dt! <>mprc:905 e 
geraçAo de rena 
Em março de 2000 
toram Aberados 63 credtos 
J em uez •rr,bro do mesmo 
ano. esse numero aurrentou 
para 212 A projeção técnica 
e que o Banco do Povo 
democratize o acesso ao 
credito a uma média de 320 
m1croemproendedores por 
mês em2001 
Desde que foi cnado 
em dezembro de 99. o Bunco 
do Povo deu acesso ao 
crédito hab1tac1onal p;ua 
1072 m1croempreendedores 
e beneficiou indiretamente 
cerca de 4300 pessoas AI/! a 
ultima semana de Janeiro. o 
valor liberado pelo Banco do 
Povo chogou a RS 
1 4 72 286 00. ou seJa. s6 no 
1nic10 de 2001 mais RS 
192 306.00 foram 1nvesl1dos 
em pequenos negócios (a 
maioria familia). atendendo a 
mais 132 
de 
J l> 
p ar a 	586 
rwcroeempreendi 
ano passado 
No rr:esr .. ~ p ,,'J1o 
1,m Sõo Pau o o Banco do 
Povo paulista Lbercu apenas 
R3 15 rr I pa'a 17 c;::.,.,.içôes 
de cred !o a c:orr-r,ar ,ç0o 
entre os numero& 
p r I n c I p a I r1 e n t e 
cons derando-5P JS d lerenç 
as entre as duas capitas 
demonstra o 
compromet1mrnlo de Mato 
Grnsso do Sul coCT, poh!:c.JJ 
publicas que possibhtem a 
geraç!lo de emprego e renda 
corno o Banco do Povo 
Resumo dos créditos 
concedidos em 2000 
tidades financiadas 
Atividades f1nnnci.:idctt; , 
Comê, cio 50 54 Serviços 
26,84%. Prdução 22 53%, 
Mistas 0.10% 
Ut1hzaçao do Crédito 
Giro 65.37%. Fo 22 27% 
Misto 12.36% 
Clientes por género Homens 
52.15%. Mulheres 47 85'/ 
!3_Q_!LLT _o 
Brava Gente Brasileira 
O filme Brava 
Gente Brasileira, a saga 
Kadiwéu gravada nesta 
cidade e em Corumbá, da 
cineasta Lúcia Mural. 
entrou em cartaz: em São 
Paulo. sendo que. ainda 
não tem prev,são de 
estréia no Estado. 
As gravações da 
obra teve inicio no ano 
passado e a produção fo, 
orçada em RS 2,5 milhões. 
onde reuniu atores 
brasileiros. portugueses e 
conta a saga da 
colonização dos i ndios 
Kaduwéus na reqião do 
Pantanal. em 1778 
No elenco destaca­ 
se a presença dos atores 
Sérgio Mambert,. 
Leonardo Vitlar. Buz:a 
Ferraz:. Diogo Infante e 
Luciana Rigueira Esta 
última faz um dos papé,s 
centrais da trama. A 
personagem é uma brava 
representante dos indios 
cavale,ros. tr,bo 
caractenz:ada pelo amplo 
domino sobre cavalos e 
por algumas tradições 
marcantes. como a pintura 
de traçõs assimetricos. 
especialmente no rosto 
Seus descendentes, os 
Kad1uwéus. não somam 
mais de que 1.3 mil 
representantes e vivem 
em uma reserva localizada 
entre as cidades de 
Bodoquena e Bonito 
A interpretação de 
Luciana foi tão boa que ela 
recebeu o prémio de 
melhor atriz: no Festival de 
Cinema de Brasila, em 
dez:embro do ano 
passado Segundo 
informações o filme será 
exibido em Campo Grande 
depois do Carnaval 
Governo lança Programa 
Habitacional 2001 
O Governo Popular 
lança no Pa'oc·o Pcpu:ar da 
Cultura o Programa 
Hab1tac,on::il 2001 O 
governador rPtornou ao 
Fórum Social Mundial 
reafirmando que es!à cada 
vez mais corv;cto de su3 
op:não em pr,onzar em seus 
programas o social e que o 
CHE ROGA MI IM1nhil 
conJunto de ações de 
inclusão social do Governo 
Popular em parceria com 
prefeituras e a Caixa para 
atender à necessidade 
hab1lac1onal das fa'Tlil:as aue 
nao possuem moradia e que 
habitam ba,racos ou rT'esrr:o 
lonas ou be,ra de nos de 
forma precarIa e em 
condições de risco ou 
1nsalubr1dade O Programa 
!~ab:lac1onal que o Governo 
lança tem recursos do Furdo 
•·.k· lri,est.mertos Soc1tl s 
1FI$/ OGU Fundo de 
Garanta por Tempo de 
S1"v ço (FGTSJ lnst,tulu 
Nacional de Coonzação e 
Reorma Ag•:ma (lncraI E do 
Orçamento Municipal 
contando com a parceria 1as 
'efetuas Governo Federai 
eCara Econômica Federa! 
Este aro o Go,ern'.l 
6 3 5 5 u n d .a d e s 
hab1!a:::c.,na1s :cta!rza ... do 
1nvestImen10 de RS 
11 273 560 00 ateMenco os 
municipcsde Dos Irmãos do 
Burty Manda A;udauana 
Anastac10 Bodoquena 
Pon:a Po,a Arto,,.c Joac 
Aral Moreira Lacuna 
Caarapâ eCampo Grande 
Oc;ntrc ao Plano 
Hab11ac,onal serao 
desenvolvidos cs seguintes 
pretos 
Conyntos Urbanos - 
Construção de Casas - Tolo 
por Ti o'o - f' Inanc.,Jf"'f !o de 
M.i'er .:il de Corstruç:to - Lotes 
Urban1Lados - Ofer!J de 
Casas de Assentamentos 
Raras- Casa do Indo - 
Habitação para População 
lnd,gena - Cidade Legal - 
Regularizaçllo das 
Hab·taçôes e Areas oue se 
,rregu!armec!e Hab,tar1BID - 
Uroanizaçao e Construçao - 
Casa de A'ugue: - Cons:ruçao 
de Casas1apartamento de 
PAR. somente na Capital A 
renda das famil,as atend:das 
pelos programas vana de três 
ases sa'anos minmos 
Com o lançamento do 
Programa Habtacona! 2001 
o Governador Zeca cumpre 
com a sua proposta de 
1:-,ciusao soc,al que é uma das 
marcas do Governo Popular 
ECO IA 
'METOR 
Mcc. Torno 
Peços e 
Acessórios 
MECÂNICA - 
TORNO - 
,fa 9aottac de odiento 
Av. Brasil,120 TELEFA.,,X: (0xx67) 495-1163 
PLAINA E SOLDAS EN GERAL 
Materiais de Construcão em Geral 
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Centro - CEP: 79.270-000 -Caracol/MS 
r 
Em 28 de fevereiro venc.e a 2 parcela do IPYA. Pagando em dia, você evito muh□e ainda 
estimula o progresso do nosso Es1odo. Você sobe: metade do orrecodaçõo vci poro a cidade 
onde o corro foi emplocodo e a outra metade incrementa as programas de desenvolvimenla ' 
do Governo Popular. Fique otenlo ao vencimento da 2° parcela do l?VA: 28 de fevereiro_ 
Nõo perca tempo. Pegue o seu IPVA, dentro do prazo, em qualquer agência boncoria credenciada. 
% 
z:, pufàr 
MATO GROSSO DO SUL

li 
, .. 
p 'O 
u ade 
de Prat1' 
Boas Vindas 
/o no~ o v,gar,o 
P , (, trio riu•• rHomou 
ap0s metecidas férias' 
JO A 
Con midores denunciam 
O Grii,nlo Podro 
Rufino 
Dando mncentvo e 
valotz ando Prata da casa 
Para a Festa do Rc, Momo. 
contratou o Grupo Musical 
/nuor111h,1 !Jando Show 
que completou o Bando 
com rna,s elementos e que 
no da 10 pp o Grupo todo 
Ja deu umo demonstrnção 
de corno anirn;,rà as 5 
no,te, e 2 mat,nes de F ol,a 
pesar da chuvo o Clube 
f,cou lotadissimo de 
animados foliões e· 
Andor,nha Banda Show to, 
Realizou em Jardim 
O mun,cip,o de 
Jard,m real,zou o 1 ° 
Encontro de 
Desenvolv,mento dia 08 
deste mês O encontro 
visou ,ncent,var a 
implantação de novas 
indüstrias e fomentar o 
setor turist1co na região O 
assunto principal foi o 
Programa de Valorização 
de Empreendedor 
(Pfomove/MS) O 
encontro aconteceu na 
Universidade de Mato 
Grosso do Sul 
BJ Natação 
O colega de 
imprensa André Luiz Ava lo 
responsâvel pelo Jornal de 
Jardim "Grupo Tribuna" 
promoveu neste ultimo dia 
09 na BJ Natação. um 
mega desfile que foi eleita 
Garota Imprensa Eu 
estive lâ para conferir e 
prestigiar o trabalho do 
meu amigo 
Só Avião 
Participe do Carnaval 
em Bela V,ta 
(, 
parente 	0 
/p.1 g r 	fl 
rm,to e; re 
Quem ta 	é 
você' Sua armação e 
alegra contagiarão os 
outros' Clube epaç0s0 
con I mu til t.l'<JlH d'lÇJ aqu, 
n;i rcg,;lo eh 1!11 -se 
Grêm,o P(;dro HuLno
1 
Desejamos 
Sucessos ao 
Pe,eco, novo propr,ctàno 
do l lotel dos V,a1antes 
Pe,eco está fazendo uma 
reforma geral no Hotel 
Terá ba11he,ros em todos 
os quartos com ar 
cond,c,onado e demais 
comodidades Até Julho o 
Hotel dos V,aJantcs estará 
tin,ndo de novo para 
receber com hugene e 
conforto seus hospedes 
Ao novo empresár,o de 
Holelar,a nossos 
,ncent,vos
1 
O Jurado levou um 
sufoco para analisarem as 
gatinhas. so tinha av,ões 
de pr,merra. Parabéns 
André pelas belas gatas 
que você e os outros 
colegas de nnprensa 
scubram escolher 
men,nas 1,ndas para 
part,cipor do Garota 
Imprensa 
Fizeram-se Presentes 
Na no,te do desfile 
vár,as pessoas 
,mportarnes da sociedade 
esteve presente em 
J:irct,ni Gostana de de,xar 
0 
meu agracteomento ao 
pessoal da Pousada 
Ipanema. que nos 
receberam com muito 
carinho e atendimento 
not3oez 
Miss Simp:,tia 
A m,ss s,mpat,a 
ficou para a gata M,ckaelly 
de Mattos que representou 
o Jornal de António João 
Ela entrou na passarela 
esbanJando o seu charme 
e conquistando a mesa de 
Jurados 
Sindicato 
O nümero de 
associados do Sindicato 
dos Servidores Pübhcos Já 
está em 96 Segundo a 
pres,dente Irene Joaquim 
dos Santos, a tendência é 
de aumentar ma,s este 
ano E os assoc,ados 
estão contentes com seu 
trabalho que vem 
desempenhando 
PastorEdson 
O novo Secretário 
de Saüde Municipal é 
nosso amigo Pastor José 
Edson de Carvalho 
Segundo o novo secretá no 
de Saüde "A saüde será 
fiscalizada dia a dia. não 
vamos admitir os 
funcionários tratarem mal 
a população. quero seguir 
o que o prefeito Dàc,o 
Queiroz S,lva determinou" 
enfatz0u 
nersul ao Procon 
Cãmara Municipal de 
Antônio João 
O presidente da 
Cãmara Municipal de 
António João, Dico Nunes. 
disse que vem fazendo o 
máximo de esforços para 
cortar despesas no 
Leg1slat1vo Segundo ele. 
devido a Lei de 
Responsabrl1dade F,scal 
(LRF) teve que trocar um 
funcioná no que recebia RS 
800,00 por outros quatro 
contratados pelo salâno 
minmo Dco Nunes disse 
que o repasse do 
duodéc,m.o caiu e é 
preciso haver um controle 
rígido da situação O 
vereador fala que os 
repasses feitos pelo· 
prefeito Dacio Queiroz 
est:io ngorosamente em 
d,a. 
ua gente , 
nem um pouco 0s usu 1os 
da Enersul, que r u.:t.a mm 
um fatura bonita porem 
com V.Jlor r••ort,,t,ml' 
Um,1 grande parte 
dos 6 341 clientes da 
Cne,sul oo mu111c1p,o dP 
J,11d1m JJ procurou o posto 
de atendimento da empresa 
para teclamar do valor alto 
MISERIA 
A ordem e minguem passar 
fome 
Um as maiores 
desn!10s do Governo Popular e 
o combate ti m1ser1a e exclusão 
social De nada adianta o 
crescuncnto econôm1co se 
grande parte da população não 
l1ver acesso as riquezas 
produzidas no Estado 
Seguindo o lema do 
grito dos excluidos" A 
0RDEM E NINGUEM 
PISSIR FOME. o Governo 
Popular assumiu a sua p.::irte no 
combate .l m,ser1a 
dt:senvolvúndo programils 
soc,a1s que Ja atendem 
milhares de ta mi 
has no Eslado 
Um dos grandes 
programas e o "Segurànça 
A!,mentar". que consiste na 
distuburção de cestas de 
alimentos âs familias 
comprovadamente carentes e 
que tenham renda familiar de 
até mero salar1o mi 
r,;mo por pessoa 
O programa teve inicto 
em dezembro, com a 
distribuição de 12 mil cestas 
cm todo Estado /Is cestas 
contem produtos como arroz 
fc,1~0. óleo. fuba e le,tc Todos 
produtos de qualidade 
Outra preocupaçtio do 
governo e evitar o uso 
po:rt1queiro das cestas por isso 
o governador determinou que 
as comissões mumc,pa1s com 
part1c1pação e controle da 
sociedade 
··combate à fome sim, mas 
sem polWcagcm", disse o 
governador Zeca do PT. 
s se r à O 
rcarr,nada ao Pron e 
a Anel empresa que 
fica!aa as atvdad da 
f"rr-1 ,ui 
O gerente de 
serviço da Enersul Volrnar 
Delaveche, tentou na ultima 
semana um acordo e ao 
mesmo tempo justfcar o 
aumento das contas er 
A E 
qe a ava 
todos os m 
rec! atam 
<1presen ,1:J,1,; J:.Jf to ao 
ab xo assinado p omovdo 
pela Rádio Laguna que 
apresentarem aumento de 
30, , tamtlém scr:lo 
afendas sem ônus ilO 
usuário Conforme o 
gerente de serviços dil 
empresa, os consumidores 
Oe acordo com 
1:ttores 
' 
de ano o 
aumemt r 
mera e qu 
a Enersul r CP.he tantas 
rec! ,rr.1;;;.õc s 
■ r • 
a m1ser1a 
o social 
Com a gente, 
sua empresa 
vai longe 
.. 
.. :' Cruzeiro do Sul 
Rua Santa Amélia, 104 - Campo Grande/Ms 
Fone: (0""67) 721-5010 • Fax: t0"'67) 724-9190 
viacruz@zaz com.br