Tribuna o OOYCílrlO Governo Lança Programa Habitacional 2001 O Gero ad J • - ' no band4 dgs 9d!)i veio a Bela /ta n ta t tora da 1 para dar posse à Com+ssAo Municipal 1o Pregam do Segurança Alentar e Mutuotinal que tem po obyetwvo a d tr t:, J .,.ao de cestas bastas de alrnem!0s :l famas comprovadamente car ntos Ztca tambem asrnou ccnvên1os com Prefeitura Murucupa! nas àreas de !1ab 1aç~o e Saude qu'!l lérn por ob1ctivo a c.onstru,ao de 70 unidades hab1tJc1ona,s destnadas à tarifas de bava renda a rav~s do Programa "Chc Roga-Mi" a ced~nc,a oe um aparelho ac uluassonogrn!,a forncc,mcnto de motcrio15 pcrmanf'nlcs destrnados ao uso e,ctus,vo no desenvolvimento de ações de combate às doenças se,rograma H"c • o• ,• denom nado Che, Roga M ao Govert+u do Estado cor iecarsos do FIS - F undo de Investimentos Soas - for assinado pelo Govetadot J0se Orciro e'o Preto G,:,ral direitos de opinào lalad.:i ou escr,t.1 3 N ío ex,<;t,: l1bt,;rd,Jd" rekgosa 4 N,nguém pode e locomover l,vr ernr>nh: 5 . Nào ex,ste ,111c,;it,,,a pr, ,ada 6 Não ex,ste a re,nv,ndrcação d<: classes 7 - Em pnumero lugar esta o Estado e em segundo a pessoa humana 8 - Não ex,ste a l1vrt? escolha de Governantes A t A VOZ DO POVO 'PorRubc Rede Belavistense de Jornais Ltda CGC-',F 15 513 203,0001-59 Avenrda Tribuna da Fron1eira 56.l - Bela V1sta'I. S 0067) 439.-14 1 O • FAX (O,x6i) 439- t 54-i DIRETORES I1/ALDO PEREIRA 1.'ARlt; ESTELA '.'ELAS UEZ ºEREIRI, '. ICTOR hUGO ELASOUEZ PEREIRA TRIBU A DA FRO TEIRA Fundado cm 20 de Fevereiro de 1972 Fundador: h a Ido Pcn·ir--:1 Dirctor-F.uitor-Cla'í,·: h :titio l'erdra Redação Acon n:slraçào e Comerc,al A en•~a Tr bur3 da Fronte ra,5ô4 . Be!a rsta i.'S 'S(0,,6il -l39-:410 • FAX (Oxx6') ~39-iS,!-l ASS~ "I!' J L: S S@,O RA E 'i1' OS OS DA rl !E:. vS 100,00 Reg slro ro Car.or"o de Titulos e Dccumen!os de Bel, ,,:ar. S sob o n• 105ô - L"-'º B /.seç ... b..--se"" ~~ ... ~-"~ .. . .: ",.,,.. r. r .. ).; mente aopm4o dn senas erespcrsaidade de ses autres Filiado: AOJORI e ABRAJORI comur li 111 co eqran E tado a todos e a' ! u e ,m d e c.r.u,1 ,ç.âo <.:o homem pelo í 1 1Jo c,J melhor d ,, r lo pv o f>,vt,do $,rn 1 r:.1 prat,c.J o pcd, r rcdo por um partd ur co o pattdo comunista Este dom,na oPas 1' 1 J:", dP um1 nova clase aC ass•.: dos burocratas d0 p::i'l,do c;ue manda e Ot..n andJ no povo. na prod:;çiio n;i 1 ,queza Nac1011dl Essa s:ruação cr·a uma ser,e de ' 'ea.os 1'JJ5 O verme.h ccr11 op0dr de nOS as forç 15 e Od!cros JS dor ,n ,,•1fTI os verme'o Que ta Deus Gue ronca se, 1 e ,aco 1 ·~ l: ~c•J,'t•.! em nossoPa s Rubica '/ccê empresar:o, comerc,an:e pro:,ss·oral beral CJer ender OJ comprar, presta· serviços Alugar cu vender? Se,a cbetvo e '7e una attude inte'gente Anunce cs 1oma.s da Rede Belav1stense de Jornais ''a or n_urnero de letores. maor agilidade, credibilidade e com re:omoga:ar.: do. Mars de 8 mrl le,tores por semana. Lideces de circulação: TRIU1 ;,, DA FRO, TEIRA(6e 1 a ,s:a-;.:itor..o J~ào-Caracc,J CORREIO JARDI ENSE (Ja:d ;:i- t~1caq~el JORNAL DE BONITO (Bon :ol TRIBUNA MURTINHENSE ( Por:o f.' Jninho) O LAGU I E SE ( Guia Lopes da Laguna). ANÚNCIO EM S JORNAIS ' PELO PREÇ9 DE UM . _ j Bela Vista na era Hitler Quem d,r,o• [ m pl<:no súc.ulo 21 nluun, Tup,n,qJIM da r-ront(•,r:, exercitando os metodos de 1I,ller Gestapo Tem deslumbra­ dnhos (as) agndo como " soldados (as) da Gu$1c,µu" (G st po cro o Pollc,a de H,tler que t,nha como pr,nc,pol 1,v,dado 111on,torar a v,da das pessoas) eroil}iç{)os Aqu, na fronte,ril "os soldados (as) da Gestapo Tup,n,qu,m" chamam a "vlt,ma da vez" e ordenam "Você está pro,b,do (a) de andar, de falar com fulana, com s,crano, de frequenlar tal lugar "A vit,ma na maior.a das vezes nem reage, po,s fica, pasma, embasbacada com tal at,tudel AruillJJJ__Mg_ll n (O; Será que você "soldado (a)" está acima do bem e do mal? Rememore suas at,vidades do passado e do presente e veia se ela lhe dá esse dire,to• Deslumbradinhos (as)· alguém va, bolar a boca no trombonel Coisa de pobre de espirito Manda- chuva pobre, de um lugar humilde suspeita que lo, roubada pelos seus subordinados. Até sua cabecinha é pobre de massa encefálica, quenda, ,nventa outra• lJ 1 O EUA inici do território brasileiro Em troca de um a'uque! de US$ 30 mnthes por ano, 0s arretcanos ,rnµuse, .,,n cl,iusulas draconianas no acordo como o ,rnpc 'i,me:nto do qualquer controle sobre a area pelo Brasil Par se entrar no Centro de Lançamento por exemplo s r • pr •c,so ;iulor,z ção do governo ampr,c,1110 Os brasile,ros ,~mb m f,corn pro,b,dos du f,sc.il,zar qualquer rn.ilcr,al que chega base O acordo está na Com,ssão do Relações Exler,ores da C,Jmara dos Deputados O deputado V,rgiho Gu,mar5es (PT­ MG) quer a convocaçào do m,n,stro Sardenberg para prestar esclarec,mentos d I Arnazón,J no u: mo c.J 15 na As oc çào Brasil ta de Imprensa (/OIJ A Associação de Engenheros da Petrobrás (EPE) presente ao encontro preocupada com perd d soberana nac,onal esta conc.larrwndo a todos os bras,Ie,ros a procurarem 0s deputados e senadores de !lCU5 Estados para ropud,ar este acordo O assunto merece também dscus5 o em cortes locas ja que a ,n,c,at,va do Presdent Fernando Henrique Cardoso sign,f,ca a entrega do Uras,I aos cstrange,ros Na palestro d AUI th•nr,que M,randa contou que são ant,gas as . ,..,, am 1nvasao f;C"fY ',r 4 'd. de em trast estao lo mister+os da estudo ria r poro prata pelo governo brasd ,ro dur,1nte a dtadura multar quando a denuncia veo a pabhco e o Congresso Nac,onJI ,mped,u a construçuo Mas tarde anda durante a dtadura mhtar veio a públ,co .1 vcnc.Jn terr.is nos I rnazón,n n estrange,ros 'Cc n;:i d,todura m,I '•" nós consegu,mos barr.ir a cob,ça ,nternac,onal, não va ser agora que não conseguiremos estar que o pais ceda o seu terr,tono sem que nós possamos carga t d o ' e.to p ugul da rw'+gada cordo não r ,tl usado pelo tr 5il<·,IO desenvol n p'0gramna aeto q u c: v , nha s mpu'sonido na decada de 90 Segundo expectativas de esp<>c,a: stas a•e o ,1110 de 2007 o sorv,ço dl' lançamento ve movimentar cerca de US$ 45 b,lhões Eles impedem a continuaçào das pesquisas aeroesr; 4c.as que v,nham sendo tetas t em sua força r 1ar o Plano Coldrba esta para se iniciar e o pro futuro secretario de Estado Colin Powe!l, ja disse que 0s Est.:ido~ Un,dos podern ,nterv,r n.:i Am.:izôn• , se for rn:cess.:ir,o .,.,,escentou Henr,que rJnd.:i Transcrita do Jornal CORREIO DO ESTADO, Coluna Diálogo do dra 1510212001. Não são poucas as reclamações vindas lá de Bela Vista, dando conta de que a situação está terrivel. Dizem que mu,ta gente não aguenta mais pagar, digamos assim, "proteção" para figurinha que está se tornando pra lá de canmbada. O caso logo, logo. deve estourar. mostrando quem é o d,to CUJO.Afe 1 TRIBUNA - 29 ANOS Estamos entre os iorna,s mais antigos do Estado. um dos mais lrad1c1ona1s, motivo de orgulho quanto part,c,pamos de reuniões da ADJORI ou quando revemos companheiros da imprensa interiorana Ou até mesmo nos Congressos da ABRAJORI TRIBUNA DA FRONTEIRA é um nome forte Cansamos de ouw a pergunta ·como é que vocês conseguiram manter um Jornal por quase 30 anos numa cidade pequena como Bela Vista? Nossa resposta sempre foi a mesma trabalhando e acreditando HoJe o Jornal está entregue à direção do Victor Hugo Velasquez Pereira, encarregado de efetuar as mudanças que a modernidade está a ex,gir, sabemos, sabemos que é preciso reahzar mudanças profundas, no v,sual, na impressão. na estratégia de vendas, é preciso sim. preparar o Jornal para os próximos 30 anos, mas estamos, a exemplo do Governador Zeca, efetuando mudanças profundas, vamos chegar là TRIBUNA só não é maior porque o fundador de Jornais· - lvaldo Pereira - não foge ao seu ideal municipalista de editar um Jornal para cada Município do Sudoeste e fronteira. Dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço, reza a Flsica, mas isto não cabe no Jornalismo feito com ideal e determinação. neste caso, o dos jornalistas e dos Jornais impregnados de ideal, dois corpos ocupam o mesmo espaço. assim como no ser humano, o corpo fis,co (mãqu,nas e equipamentos) e a ALMA, partícula ,mortal. isto explica a nossa caminhada, fazemos JORNAL com ALMA, vibração e talento Desafios? Obstáculos? Crises? Concorrentes? Ameaças? Os tivemos no passado, os temos no presente e provavelmente os teremos no futuro, po,s se assim não fosse. como chegariamos ao ano 29 de circulação? NÓS GOSTAMOS DA LUTA. Agradecimento? Ao povo, aos leitores e anunciantes. Prefeitos, vereadores. Deputados, senadores, governadores, os mandatos tem inicio e fim, a TRIBUNA DA FRONTEIRA continua. sempre, como um farol iluminando caminhos, exemplo e guia, enquanto o Anjo da Verdade, o Pai da Criação, esltver conosco, vamos avançar, continuar, acreditar e TRABALHAR. Obngado aos que nos acompanharam e nos acompanham nestes 29 anos de circulação em Bela Vista, na fronteira e do Sudoeste. TODOS NÓS CURSINHO y ,,J novo milênio Rua Barão do Melgaço. 111 W"67) 439.2020 - 9975-8222 Bela Vista - Maio Grosso do Sul VIAJE COM SEGURANÇA E TRANQÜILID Cruzeiro do Sul <, 1 li A D K «too J A O Inicia o ano letivo Vereador João Bala atende os moradores em Antônio João do distrito do Cabeceira do Apa 1 1 Gnr. '1!0 f, rr r., Sucursal de Antomuo hp0s longas e r sf ri , ,'d, ,,a:; , 110 fundorrl(>rl,II m9do e superior, cor çara dar mas uma vez colorido dfetente à pa agem da cudade, omn seus untotm+s e mochilas evidentemente equndo as tendencias da moda, completamente adaptadas ao verão Na fscola Estadual ra Moreira uma das mas conceituadas e conte adas da rego, os cerca de 650 ,,lunos malricul.idos 1i C O m O Ç a 111 rl I O m C.1 r co11hcc1montos de seus novos professores, curticulo, material ddàtco, etc E sse ano o chamado suplct,vo é 'atração' da ral Moreira que est abr,gando nada menos que 100 alunos que do111d.:imonto mat11culados no projeto Educação de Jovens e adultos pretendem conclwr o Ensino Med1o gratu,tamentc A Escola Estadual Pantaleào Coelha Xavier. outro conhecido centro de JARDIM N admintta conf1 f1r.rJo , professores eu5 emnen!3rios ut Jà nas escolas RE ME., Rede Muracra! Educação, os estudantes q::inharam urn 'rr.fr1J'>C0° adicional pa que por decisão da Secretara Mumcupa! o ano letivo começou segunda­ fera da 12 de r, 11 r,-,ro A nz.'o apont,Jda D lfoJ , ,sr• retardamento, e apontada pela sccret.'J11a munic I ti de cducaç.'o [vJ Lu,z,1 E chevera Penzo e da "Nossos professore5 estavam sendo capacitados' No que 5e r fere .'.l procura por matcrra: C'Sco'ar ainda e grande a movimentação nas principais casas da c,dade onde com o tradicional 'jeitinho brasileiro pa,s e alunos procuram fugir dos preços atos e adqu,nr matenas gastando o minimo posslvel Taxa de iluminação revolta moradores André LuizÁvalo D1Sucursal de Jardim Uma grande parte dos moradores de Jardim estão questionando o valor da tanta de manutenção e conservação cobrada pelo prefeito Márcio Campos Monteiro Na opin1no deles. o valor é considerado exorbitante e injusto Enquanto uma grande parte da pe11fe11a da cidade está desprovida de iluminação pública. mesmo assim terão de pagar uma ta11fa. "Há mu,to tempo minha rua esta escura e estou pagando a iluminação do centro da cidade. das praças e até a energia consumida pelo ar condicionado do gabinete do prefe,to, não é iusto·. reclamou um morador que não qu,s se 1dent1frcar Procurada pela Reportagem do Correio Jardinense. a assessora de comunicação da prefeitura. Jeanine Pathano, disse que "todo serviço dever ser cobrado. hoJe e a iluminação. o IPTU. o ISS e no fuluro como nas cidades grandes. . possa prculcrm1s en'ren 1 .ado5 d,u,amenlc pcloll moradorts O vere::idor enumera algumas dificuldades que precisam ser superadas SERVIÇO PUBLICO porque não? o esgoto. a limpeza. tudo deve ser pago para ser revertido em serviço de qualidade" diz a assessora A maioria dos moradores entrevistados afirmaram que concordam em pagar a tarifa de iluminação, desde que seja um valor Justo não como o cobrado pela prefeitura O vereador José Aparecido (Neno). do PT. disse que não e contra a cobrança da Ia11fa. mas é contra a forma que esta sendo fe,ta. sem nenhuma consulta popular "E um assunto que deve ser debat,do com todo o seguimento social. antes de ser colocado em práI1ca·. diz Neno. O ex- Vereador Wilson Leite, disse que o Prefeito Márcio Campos Monte110 está sendo 1111uslo com a população que o colocou pela segunda vez no poder "A cobrança é rnconst1tuc1onal e vou representar na 1ustIça contra a prefeitura. não concordo com a cobrança·. enfat,zou Lente ob exp'a Outro problema enfrentado daro9rente pelos moradores rJo d.tnto de Cabeceira do pa é o aba tecmento de agua Là não eunte o ez Dentre Iodas as carreias a do serviço publico e a mais nobre Seu objetivo nao é como na ,n,c,alIva pr1vada ligada a obtençao de lucros ou vantagens para grupos ou pessoas Esta d1rec1onado para a comunidade, para servir ao publico Nao trabalhamos para aumentar o ganho. a riqueza do patrão. mas somos remunerados para servir os outros. atender as demandas e necessidades da coletividade Esta situaçao faz do serviço publico uma carreira especial, ligada aos valores do novo seculo. do novo m1lén10 a solidariedade, a partIcIpaçao, o servir. Enquanto o mercado funciona sob a óhca de que todas as pessoas sao egocêntricas, fazendo da ambição e do individualismo a sustentação do sistema económico, o serviço público deve e pode funcionar com os valores que todos ind1v1dualmenle buscamos, em proporcionar um desenvolvimento compalivel com a qualidade ambiental a inclusao social e uma do Serviço Público v,damelhor Podemos utilizar meios que o velho mercado aplica para 0IImIzar e melhorar o lucro Se concordamos e ale defendemos a eficiência gerencal para empresas privadas. nos curvamos à ela quando trabalhamos nessas 1nst1lu1ções Por que nã o defendê-la e garanti-la no serviço publico, cuja finalidade é mais nobre? Visando o lucro, as organizaçoes privadas lém na economia dos seus custos um fator. para estabelecer a diferença competitiva Conseguem organizar suas atividades. de forma a obter o maxmo resultado com o maior custo Para o serviço público. essa lição do mercado. significa que o Estado deve gastar o imposto que arrecada com austeridade. Quanto custa para os contribuintes que o recolhem? Acho que podemos queslronar· O que o serviço público pode ensinar ao mercado? Primeiro, que o interesse público está acima do interesse particular e o altruísmo é o negócio do século De falo. o modelo de desenvolvimento. baseado apenas no que nr-g rF ser ,.,tor,o A±sm. a gua va d reto para as torne r o qu aumenta o consumo Cons:an•ernen!t:1 e p· c o 'gar a bomba qut muntas vezes acaba pitando porque não é adequa0 egoismo e na compet,çào esta proxmo do seu esgotamento Curiosamente. tomou conta do mundo O modo aluai de produção e consumo demanda agora os recursos naturais do planeta. segundo informa a WWF. uma Organização Não Governamental ambientalista, mundialmente respeitada. A Cúpula Mundial de Alimentação dos paises ricos. realizada em 1996, fixou na meta de reduzir pela metade o número de famintos no mundo. sendo que até 2 015 havera 400 milhões de pessoas miseráveis Tornou-se emergencial, portanto, a disseminação de uma nova ética social. pela qual a satisfação do individuo depende não apenas de quanto ele consome. mas de quanto economiza. e de quanto é solidario. Sobretudo. que as pessoas e organizações passem a trabalhar pensando na dívida social e no compromisso com as futuras gerações Muitas empresas já estão descobrindo o novo mercado da ética e f mora or s r.UilS rocess.d.ades Penso que el não ta criar nehum oby/taulo para qu $o ocorra afrmou o reador da cooperação. porque cada vez mais, pessoas quc,em saber como são fabricados os produtos e o que consomem Dispõem-­ se a pagar mais por produtos cuia ongem não prejudique o me1o ambiente. ou não explore mão--de--obra semi­ escrava Por isso, entre todos os trabalhadores. o serviço público é o que mais pode contnbu1r com a construção de uma nova ética das relações socIaIs. pois o seu trabalho é altruita por definição. servir ao público. Não há profissão ma1s sintonizada com as exigências do Século XXI. que a do servidor público Ela poderá tornar-se conhecida. batizando o nosso tempo como Século da Etica A única exigência para que o serviço público exerça a liderança dessa revolução dessa revolução é que seja produzida por índ1viduos. trazendo para a administração pública a eficiência gerencial e o fortalecimento do compromisso com o coletivo. Gleísí Helena Hoffman Secretária Extraordinária de Reestruturação e Ajuste Dra. Vilma da Silva OAB/MS 2.574-B E 9,, ,,e Dei Escudero Pe feio_g sggegg , Rua Tenente Bérnaides,602 • Centro Fônê: ctflfi!iif)_:,251-1501· Teletax: 251-1685 ' Cel.: 998&:5353 - Jardim- MS CEP: 79 .240-000 . e JDVOüADOS Joe/son Martinez Peixoto 04B/1s 10.36 Daniela Fernandes Peixoto Coinete 0AB/+19 7760 Causas Civeis, Criminais, Trabalhistas e Contratos t!ua I' de Halo.431-rone: (Oia67):?51--1451 Jardlm/~1S .. ":"ªU:danre1apelxoto@zlpmaltcoml>r Marco A. Loureiro Palmiéri ADVOGADO FIL: (0$7) 43%-113 m.cemnor-1112 Rua JS de Novembro, 505 - Centro. Bela Vista/htS 341t B±mo @b sr Do,as - csea @3 @-321@3 Av. C-cl Stu::k 25 • fa::-'tt.--:'lfM5 CE? 79240 □00 Fne 251115 .l:ADV0GAD0 Kleber loureiro Medeiros 0lll/MS 2697. CPF 006.12 4 . 031 _ 72 Rua Barão do ladário, 1620 Bela Vista - Mato Grosso do Sul u r I A 'I , ', r A Em sessão solene Câ aos trabalhos legislativos de 2001 • ara , , a 1n1c10 1 J,,,,t J '1tJ,Ol I r 1 à. 1 15 a CAmara Mur p J' realou a se 40 solene de nt;orturn do, tr1JIJ,1l110• lc,q,-.I:i1,vos do com•, !-, "''º corno trud1c1onnlm,.nte ocorre 11 c:HJa ,nit o 1 r u,•pa ,;,or, ,. Wald:r Curdo o e PT J Prefe,lo Gera/do M11r.1no l.11 .1 le,turiJ d,J sua mens,,gem ao Lcglsl3l1110 A ahertur,1 dos trabalhos da Camara foi prestgada por autonda J I vc om,,d1HJ0-t. Xande defende a independência dos Poderes e a aproximação da e â mar a e o m a e o m u n i d a d e Mesa o,mora da c,mara /Aunf/.,ran.; do PD T o v,c,_i Prcfe,to Eng!:nhc,ro Lu,z C.:ulos Tt.!b1Ch1Yranc ó do nosso artdo somos parte atva e ccmp 10'11t..'!,c.!J con: os pro,uos e p1anos pregados na ca·•10 1"'1J oci '::a t;Ji! nos dc::.1 a vtcna nas umtas O PMDB ,11• t,1nt.1< latas tantas traddes ver mostrando a ua'ta Aqur t•ttt Bt..:!a V,srJ temos o . ce 1011cm E11yº C:c 1...u,•,µcrt!,,c..,., comprovada quando teve op0run:Jade de mostrar hoe t4 a dsvsrç4o da a2uva!rodo comotata' oval <.10 D,r-.:t~r.o V,,n1c:pal do µ,.1•t•do to.J wun,c;:, o A nwel de tad0 o w vom mostrnnao sua torça re.1,e:anao novas deres pol ·-::os co.'11 d na,..,,s;no e• con ;.>t:.'t.n: . .1 p;:u:, aC-n,n,str.Jr üS CO S~iS pvb',Ci3S C'Olll S('t11..•::.JcM f• h:tnt!::J,d3de rnmn ptOJ:JtJM ntt e.tciç,ln atenat tee/grudo-se Data CO/!!ll!UJrnm díJ!TI n,~ra."lc10 OS seus .~;.1::•~ p.os com o ilvot do ovo das Suas sr:C!d cidades à exemplo de 'adm Antôri,,:> JCJdo T'.• s Laço.1.s. Coam u uatras mntena de Estado terras onda em nossos q.;Jd•os o Prelv,:o de Capo Gru•tde Dr And:e r'u-cc:~-.!!.i. de ,r;t:;c; .. : .CI 10e•~,,.,~, PO 1:.:;::;:1 cm lodo o e;:;'Jâo ele ,>.1.J:o Grcs.soaoSJ/ :',t.'(:',.,,..ct ~.-ft_.,.., o P !. :1e--:'L' a St!" .;:., =t.:~'"' Senador Jades arta/no c2roda com apw ia das mais J"'l.JrIJS C'Of""c :,:s otzas ca nação onde temos o mas expressa Senador que <--_..,,. .... r:4c ..O. ô .. ,.,a:-,3 a~ Est.ldc. r"J -~.:. ,i;;!)ct OJ lt;.),. Jd ,.,.7:,J papam7as da a ça que d ,lff ,r 1',- J 1 rr :. 1 ,....c:r 1J:.ucJ0Cn'.J'edo rJ r.'ura dado a ,. , l ',1.-r.! • 'ti t• tr, ,1 ç.,··•<.. ;, .. .; 1 t 1 • '• J _: ~ pê e cnde te m, H·;,rc'"'.:' ·uteode; !tott a a'demr Ma q+ 0 25$.0 terra a'em de ar que integram a antoda peemedet.s'3 O M5 é um partd0 de deus e s fortes pregamos sempre matanças pos acredtam0s Gue 50 e pcss·,!:I um.J C, mo:.r e., r,'(.-'1J e· ".'l p.•_:.'1.1 IC•-•f:.fcJG•• (' ::,,r.•:..,•1,J .;:,,n us scnncs é:J ;;r; ,: e m as nr css ..:aaes CJ r p!J.'1;:io sobrt. ~JêO CS r.-'.J 5 r ..,,,_,r:/r•s VS ~•Clu·Cc.s A C.Jmar I dt.: vereadcrs não e a as uma r, buna cr:ce se C::..::.._,•._,.~1 .d•_ cJS e rr.;J s e u!"l'tJ ~ .. • .. 1 .;-• '..-':,..J~ Que undas pCX:cr-.;::; ..;.'r:ue .. SJ' os va'us do :wct smo d,I inse:1s.b. 1 .éJd'J ( a:J ,. d 't. '!'r.p ;.. hCIJ e CS!J Bc, o Ili .. w 'e-nia e prenunt:,o ae t.Jm,1 nc;vd cr..J :,c.:,•.i rlQUt c:111 Bt.•:,J /1s!J SJo PiJu!o fJul hlos-::ou ou Londres seja cnd ta vara 1.. a 111 , 11 li cJ , ê µ rec I s o er1te:a r1c-n-:.J cem rcsoe·:o C' to'erJ.'1..,,a A;:.. ,r.d, cor _. ":'l ---c-ho C:!'''l1ÇO i..l C';.! l.:J=.jt:ÇJ CC..ldc m:e:,o,u.-,1.1 do Es:JéO d~ SJo P3'2 que "cada cosa ó ma coisa CiJCa cc,sa ·em o seu ruyJr" C lic:::,liJ sm ;,.Jl,C1C:JG-J C.JOôcJa eSJdaf'.oso'ad?que D cada ur:, e olt:rec,da a oportu.'1rdade ce par:,:::ruu lc~!:JtJndo q:.~ a v•JiJ e urn Dor: de Deu:, i: u homem to, 7atado" para e paz a'a crescer cvo ur e ndo para a yutra $eya ela qual tua Cou, J.'.) munhas rudes e os meus detetas vou ccntnuat a ma atunhgda Canntrs antu Q;J rrcu l!JCO fo::i:>5 OQ/JC. cs Q~C a'me;am uma e'a vista menor uma cidade atrata Um lugar !J.om p.Jr.J se ar o p:Jr.J se trata./ar N~ !>ul'htJ ltid:.S do c;uo '-'"' sor'to !V'l C'!"S!',O d:! ,,,e, Se.'3 V..s!u ser uma grande IJ~ .. .l_ y,CC nil e SCU~ ":,, /'I.J Cf-•s= .,-,ç;,s_ rr:.Js no r, na/que é l."' ,JC.d:..,r-,:-e é u i!:JtJ,.,u r'",l: n,v as ccb e varas t Ç.J'" 8 ca luta temas muto g .. c-1 .. :er o te urge nlo wans to d.S e.s:T';.l.S d.J (,~) r•3S ,.J....,o.s ~'"':Y."CCC" f!J !<:":'êJ OS hc;.~er:.s E,, e.~ . { r r, .. r,1,Jo MJtano. 11."1 !.-" í,, • 1 •,..., 'v ,,. pt:c,a. 1 com rela49 ao a:sentados da Tup yretd s4o aµro,1!'1,1 1 J'l:t''•''-' es famil as que g1!am seu dnhero no muncpro de Jardm conde tem n,1..•lhor ,Jr .. • (,,Sr> t-.'mbora o assentam, 'c ste;a local ado no mu, p.o dv BetJ Vtsta e. na n.·,.,u r:r.!'.!•'lt.f•·r, l.)U mf!/hor. n~ nosso entender devem gastar r. 1 nc:s;, e dJOtJ os recursos 'r; 1,1r::::~ r,:.r, rJJe rc:ccocm E só y Erca se empenhar 1ur.!u'Tiv1!n c..=vn o g:uemo do Estado que e :i Jdo do l'CS!:.O ~ar d::J r, .. •J :;:.I! s.t J a r.c1o so•,!. ,~.:i ~. ''.Jr.!.1 que t:J.'l!o a '7:(,:.o'f'I Ler:traqu que no da a2 d•.- p.• ero prumo passado no Grémio Pedro Rufo, o Vice­ Go11'Jrrl J'.lor -.: s e em eu '.!sscurso :J~'-' t J .1.a mulfO d,r:he1ro p:ua os ~equenos gncutores para aqueles que ',},_ SCJ,l!:.S• •:; ,""l,1e5f,r em M:Q:.tt->r ~ 1r1.•70C:cs mas para mnha surpresa fu informado pv0 propr0 rente do /janco du 8t.J • G.Jt: r.d':J hlJ d 1,he,ro o.ira f,nan,;,amentos do PUNA Essas w&as eelo ,.;.,'!.• cr.~.,.,:-.,;i CcJ..,samdt:SCJéd,to nJ poo.,:Jy:,o CJJt:! '.e.a sem entende e em sabe: qual é d -...crc.1dc e onde estd ao d ntic,ro quf! prx:_ ~cr a:;; cado no nosso 11•:... uc p o O mwirc.,;;.o preosa mato quo isso roa/monte l.ll.A.)ll!t:C.~ dºr,'JC~CO"l!ã.'). OllC! CS:10 :ir:."'t.•f.J,....J•J U:.pt."l..{'1.1!."IIIJ"­ J.";'I' ;:io Semy disse que ele é o homem de sun conf,anç;:i. de outor,dadu ,ntE;rnJ no P r e que conhece o o Popular sua capac•d<1de de InvestImento Oenlro do Plano Orçamentár,o p<1r,, 2001 J~ estao assegurados RS 10 718 000 00 de recursos propnos para investimentos cm diversas rey,oes do Estado Com os Inves11mentos prevIs1os a Sanesul lem o comrromIsso de aumenlar o número de fam,llas atendidas com tarifa soc1.1I que deve passar de 4 mil para 5 mil familias. subir o ind,ce de .1tcnd1mento com agua tralada de 91.85~ para 95% e de esgoto de 6.5% MORADIA Inscrições para o Tijolo por Tijolo já começaram O Governo Popular. por me,o d3 Secrctana de lnlra-Eslrutura e Hab,taç~o. abre amanh:'.l as inscnçôes para aquelas pessoas que ainda nao têm casa própria mas possuem um terreno quitado e tem renda familiar entre do,s e seis sal/mos mínimos E o projeto Tijolo por Tyo'o,mncluido no pro,eto Che Roga M, A Caixa Econômica Federal va, abnr uma hnha de crédito para financiar imaterial até o valor de RS 3 800.00 O Governo Popular paga o custo da mao­ de-obra em torno de RS 750.00. alem de fazer o projeto e providenciar o arquiteto e engenhe110 para acompanhar a constru~o A arreg,mentaçao dos lraball1adores será feita pelo smndcato da categona. que Já firmou convôn10 com a secretaria O financiamento sera pago em cinco anos. com prestaç!lo in1c1al de RS 82,00 por cmco anos. ou em oito anos com prestaç!lo 1nIc1al de RS57.00 Ala,adejurosede 6% ao ano com reajuste pela TR (Taxa Referenc,al) As O governador José Orcino elogou o prefeito de Cornpo Gr.rnde. lndró Puccml'h /PMDB) J quem chamou de amugo Vau conversar com André como maior caninho ele e um prefeito competente sou amigo dele, fui 01to anos deputado com ele. partilhamos dn mesmo tribuna, das mesmas ideias, ele e preteto eu sou governador, e preciso super ar as d vergênc1as. tudo em benefcio da população esse e o pon:o centrar·. d,sse o pelista Orcirio e André s o cons1dcrados os principais advcrs.irios políticos do Estado. A proposta de paz lo, Iust,hc.ada pelo secrcumo de Governo. o Ben Hur Ferreira pela defesa de uma relação ,nst-1uc1onal mJdura O governador esta conversando com o Andre não quer fazer poltca com magoas quer superor a questão eletora! e ter um relacionamento comn o preteto que perrte equacionar tanto n ques:à;:, d3 rOCov,ána quanto das creches e outros assuntcs Ele n.ào quer Que .:i questão por voluntats Cluswv. de outrcs p.'.l1_cs Amcr:cJnvs Em dez d1,:~ ccr._,J de quatro ml pessoas sao atcncJ1Cd::, pt.?lu:i vulu11télri(J::i A organIzaçóo rcceoc de-ações de mãos bata americanos principalmente do Canada u e'IUjCICJ Jª COllld com dois barcos O pnme,ro adquirido comporta 7 pessoas e cm breve será inaugurado uma nova embarcação com capacidade para 26 pessoas documentos pessoais (CIC RG) cert,dao negativa do SPC. que pode ser rellfada gratuitamente na Rua 15 de Novembro. 390, documento do lerreno e comprovante de res,dénc,a O Governo trabalha com a expectativa de cons1ru11 1 000 casas ate o final do ano O Programa Hab,tac,onal do Estado prevê a destinaç!lo de RS 800 m,I do Fundo de Investimentos Sociais (FIS) para projetos voltados para a construç!lo de moradias Além desse pro,eto em que a Caixa financia o matenal de construç!lo. está prev,sla a construção de 600 unidades no Barro Nova L,ma. em regime de mut,rao O Governo adquiriu a area e a vai comprar uma cesta de ma!enal de construç!lo de RS 3.3mil As familias entrar!lo com a contrapartida da m!lo­ de-obra Com recursos do Funresp (Fundo de Reequipamento da Segurança Púbhca) devem ser construrdas 300 casas para pohoa,s ov,s e m,lttares CI e! 'ee pense» o/ p 11 rnen•o . ,. 2. Por que o MSPREV (Fundo d Previdência de Mato Oro,,udu 3ul) 101 <.rldóu? A Cor·.:•. ão Federal alta redr ia Pabhc obngaram o Est do ..i cnJr um fundo de Pr , Clénc:o pa o I vu pata aprofundar ainda mais a unidade interna do artdo em torno de seus e o tn p , o nt 1 $ $ 0 s programáticos "Estamos dentro de um prow•,-.u ern que a para a marota dos psrtdos o pano fundo é a sucessão presidencial de 2002 /1 d1lercnçu ó quo o PT lançou cnndtdaturn do Morc.1ócJ11to. um pI1mcrno lug;ir. pora porsogu1r objetivos institucionais claros de fortalecimento do Legislativo e de qualtcação do mandado parlamentar em rcloção :'J democracia o às lutas populares". frtsou Para Manoel, o PT não lançou candidato com n pr ocupação de ter papol pr1vilogiado na sucossiio presidencial"Não ficamos de olho no trampolim, nlé porque o debato interno do parltdo sobre as elc1çõos evolui dentro de um processo mais ab1angente. que envolve pr101itar1amente o nível e a capacidade pelista de ,nserção e de luta, amadureceu mutto e sempre teve a coerénc1a de não ser cúmplice de jogo de cartas marcadas". Banco do Povo libera mais de R$1 milhão e5 t abita [ 'nanc e' No ano pa Bano do Povo Jt, 1 279 00 para o credo' popular atendendo mprc:905 e geraçAo de rena Em março de 2000 toram Aberados 63 credtos J em uez •rr,bro do mesmo ano. esse numero aurrentou para 212 A projeção técnica e que o Banco do Povo democratize o acesso ao credito a uma média de 320 m1croemproendedores por mês em2001 Desde que foi cnado em dezembro de 99. o Bunco do Povo deu acesso ao crédito hab1tac1onal p;ua 1072 m1croempreendedores e beneficiou indiretamente cerca de 4300 pessoas AI/! a ultima semana de Janeiro. o valor liberado pelo Banco do Povo chogou a RS 1 4 72 286 00. ou seJa. s6 no 1nic10 de 2001 mais RS 192 306.00 foram 1nvesl1dos em pequenos negócios (a maioria familia). atendendo a mais 132 de J l> p ar a 586 rwcroeempreendi ano passado No rr:esr .. ~ p ,,'J1o 1,m Sõo Pau o o Banco do Povo paulista Lbercu apenas R3 15 rr I pa'a 17 c;::.,.,.içôes de cred !o a c:orr-r,ar ,ç0o entre os numero& p r I n c I p a I r1 e n t e cons derando-5P JS d lerenç as entre as duas capitas demonstra o compromet1mrnlo de Mato Grnsso do Sul coCT, poh!:c.JJ publicas que possibhtem a geraç!lo de emprego e renda corno o Banco do Povo Resumo dos créditos concedidos em 2000 tidades financiadas Atividades f1nnnci.:idctt; , Comê, cio 50 54 Serviços 26,84%. Prdução 22 53%, Mistas 0.10% Ut1hzaçao do Crédito Giro 65.37%. Fo 22 27% Misto 12.36% Clientes por género Homens 52.15%. Mulheres 47 85'/ !3_Q_!LLT _o Brava Gente Brasileira O filme Brava Gente Brasileira, a saga Kadiwéu gravada nesta cidade e em Corumbá, da cineasta Lúcia Mural. entrou em cartaz: em São Paulo. sendo que. ainda não tem prev,são de estréia no Estado. As gravações da obra teve inicio no ano passado e a produção fo, orçada em RS 2,5 milhões. onde reuniu atores brasileiros. portugueses e conta a saga da colonização dos i ndios Kaduwéus na reqião do Pantanal. em 1778 No elenco destaca­ se a presença dos atores Sérgio Mambert,. Leonardo Vitlar. Buz:a Ferraz:. Diogo Infante e Luciana Rigueira Esta última faz um dos papé,s centrais da trama. A personagem é uma brava representante dos indios cavale,ros. tr,bo caractenz:ada pelo amplo domino sobre cavalos e por algumas tradições marcantes. como a pintura de traçõs assimetricos. especialmente no rosto Seus descendentes, os Kad1uwéus. não somam mais de que 1.3 mil representantes e vivem em uma reserva localizada entre as cidades de Bodoquena e Bonito A interpretação de Luciana foi tão boa que ela recebeu o prémio de melhor atriz: no Festival de Cinema de Brasila, em dez:embro do ano passado Segundo informações o filme será exibido em Campo Grande depois do Carnaval Governo lança Programa Habitacional 2001 O Governo Popular lança no Pa'oc·o Pcpu:ar da Cultura o Programa Hab1tac,on::il 2001 O governador rPtornou ao Fórum Social Mundial reafirmando que es!à cada vez mais corv;cto de su3 op:não em pr,onzar em seus programas o social e que o CHE ROGA MI IM1nhil conJunto de ações de inclusão social do Governo Popular em parceria com prefeituras e a Caixa para atender à necessidade hab1lac1onal das fa'Tlil:as aue nao possuem moradia e que habitam ba,racos ou rT'esrr:o lonas ou be,ra de nos de forma precarIa e em condições de risco ou 1nsalubr1dade O Programa !~ab:lac1onal que o Governo lança tem recursos do Furdo •·.k· lri,est.mertos Soc1tl s 1FI$/ OGU Fundo de Garanta por Tempo de S1"v ço (FGTSJ lnst,tulu Nacional de Coonzação e Reorma Ag•:ma (lncraI E do Orçamento Municipal contando com a parceria 1as 'efetuas Governo Federai eCara Econômica Federa! Este aro o Go,ern'.l 6 3 5 5 u n d .a d e s hab1!a:::c.,na1s :cta!rza ... do 1nvestImen10 de RS 11 273 560 00 ateMenco os municipcsde Dos Irmãos do Burty Manda A;udauana Anastac10 Bodoquena Pon:a Po,a Arto,,.c Joac Aral Moreira Lacuna Caarapâ eCampo Grande Oc;ntrc ao Plano Hab11ac,onal serao desenvolvidos cs seguintes pretos Conyntos Urbanos - Construção de Casas - Tolo por Ti o'o - f' Inanc.,Jf"'f !o de M.i'er .:il de Corstruç:to - Lotes Urban1Lados - Ofer!J de Casas de Assentamentos Raras- Casa do Indo - Habitação para População lnd,gena - Cidade Legal - Regularizaçllo das Hab·taçôes e Areas oue se ,rregu!armec!e Hab,tar1BID - Uroanizaçao e Construçao - Casa de A'ugue: - Cons:ruçao de Casas1apartamento de PAR. somente na Capital A renda das famil,as atend:das pelos programas vana de três ases sa'anos minmos Com o lançamento do Programa Habtacona! 2001 o Governador Zeca cumpre com a sua proposta de 1:-,ciusao soc,al que é uma das marcas do Governo Popular ECO IA 'METOR Mcc. Torno Peços e Acessórios MECÂNICA - TORNO - ,fa 9aottac de odiento Av. Brasil,120 TELEFA.,,X: (0xx67) 495-1163 PLAINA E SOLDAS EN GERAL Materiais de Construcão em Geral .> Centro - CEP: 79.270-000 -Caracol/MS r Em 28 de fevereiro venc.e a 2 parcela do IPYA. Pagando em dia, você evito muh□e ainda estimula o progresso do nosso Es1odo. Você sobe: metade do orrecodaçõo vci poro a cidade onde o corro foi emplocodo e a outra metade incrementa as programas de desenvolvimenla ' do Governo Popular. Fique otenlo ao vencimento da 2° parcela do l?VA: 28 de fevereiro_ Nõo perca tempo. Pegue o seu IPVA, dentro do prazo, em qualquer agência boncoria credenciada. % z:, pufàr MATO GROSSO DO SUL li , .. p 'O u ade de Prat1' Boas Vindas /o no~ o v,gar,o P , (, trio riu•• rHomou ap0s metecidas férias' JO A Con midores denunciam O Grii,nlo Podro Rufino Dando mncentvo e valotz ando Prata da casa Para a Festa do Rc, Momo. contratou o Grupo Musical /nuor111h,1 !Jando Show que completou o Bando com rna,s elementos e que no da 10 pp o Grupo todo Ja deu umo demonstrnção de corno anirn;,rà as 5 no,te, e 2 mat,nes de F ol,a pesar da chuvo o Clube f,cou lotadissimo de animados foliões e· Andor,nha Banda Show to, Realizou em Jardim O mun,cip,o de Jard,m real,zou o 1 ° Encontro de Desenvolv,mento dia 08 deste mês O encontro visou ,ncent,var a implantação de novas indüstrias e fomentar o setor turist1co na região O assunto principal foi o Programa de Valorização de Empreendedor (Pfomove/MS) O encontro aconteceu na Universidade de Mato Grosso do Sul BJ Natação O colega de imprensa André Luiz Ava lo responsâvel pelo Jornal de Jardim "Grupo Tribuna" promoveu neste ultimo dia 09 na BJ Natação. um mega desfile que foi eleita Garota Imprensa Eu estive lâ para conferir e prestigiar o trabalho do meu amigo Só Avião Participe do Carnaval em Bela V,ta (, parente 0 /p.1 g r fl rm,to e; re Quem ta é você' Sua armação e alegra contagiarão os outros' Clube epaç0s0 con I mu til t.l'