TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1806_14_01_1997 Voltar Metadados Miniatura Compartilhe TítuloTRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1806_14_01_1997Número da edição1806Data de publicação14 de janeiro de 1997Número de páginas8GeoCoordenada -22.10762897511418 , -56.53496722554755 Documento TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1806_14_01_1997 Baixar Transcrição Disponível para Download Baixar .MD Baixar .TXT Copiar Texto Bela Vista-Bonito-Jardim.- Caracol-Porto Murtinho - Guia Lopes- Nioaque-Antoni· João DIÁRIO REGIONAL • ANO: XXV • Nº 1.806 - TERÇA-FEIRA - 14 DE JANEIRO OE 1997 • FUNDADOR: IVALDO PEREIRA - $ 1,0 Eleição na Câmara Municipal de Bela Vista , E o caos 1-0 Sudoeste (Reportagem local) Nem tudo foram flores na eleiçílo dn Mesa Diretora da Câmara Municipal de Bela Vista. Havia um acordo (benditos acordos) na bancada do PFL e PSDB, o presidente seria o Vereador !dei fonso Pinheiro, Secretário o Vereador Ernando Francisco Gasco. Tudo definido. Nada resolvido. Acontece que forças ocultas (lembram-se das forças ocultas?) inte:feriram no processo, a Vereadora lzabela Pinheiro Murano, resolveu se candidatar a Possari Presidente, no "acordo" - outro acordo- teria o apoio da bancada da oposição (l'MDB e PTB) - tudo definido, nada acertado - não deu certo. Ncgociuções à parte, AYRES CAFURE, do PSDB, partido do Deputado Roberto Orro, foi a alternativa e venceu a disputa 6x5. Ayres é sereno, bom de diálogo e competente, a Climara está cm boas mãos, mas que foi "esquisito" foi. AYRES CAFURE Presidente da Cinara Municipal de ela Vista Pedro Pedreira Tá danado de bom! Depois da du caminh:l<l,l, com os mais diversos obstáculos. no dia l" os Pr.:fcil JS eleitos assumiram, alguns herdaram. não dividas. oCAO . Pois é, a vontade de SERVIR o povo está acin, a d. udo, os desafios silo imensos, o povo, vai cobrar, e todk de!:. ni!o só a normalização das folhas de pagamento (trés. qu o 23é seis meses de atraso) mas também obras e serviços. Todos os Prefeitos, sem excessão, terão e ter HUMILDADE, espirita de equipe e muito dial sem PARCERIA com a iniciativa privada, nada poderá ser feto. estes primeiros quinze dias de janeir<, -r.uirn e 'isa aconteceu, é COISA MESMO, das mais esqui: s, hist·ias hilariantes, abusos, desvios, gastos absurdos, fies, r.ais • na vez, a DURA LIÇÃO, e a LIÇÃO FINAL, ou m 'ar, os estilos, os modelos, ou a vaca, ou melhor, a BOIAD. ,a, pro brejo. Vou falar com sinceridade, do jeito que o Sudoeste está, só mesmo muita vontade, talento e ur; novo modelo cederá transformar o CAOS num sistema harmónico, vams nas próximas edições falar, com detalhes, a respeito do assu.1to. O Vice-Prefeito de Campo Grande, Oswaldo Possari, decidiu doar todo o seu salàrio, cerca de RS 8.600.00. para entidades assistenciais. Para nós. que o conhecemos há mais de 15 anos não foi surpresa. Possari sempre se portou. não só nas suas empresas, também na atividade política como cristão, não de fachada, mas de gestos. justilicou sua atitude afirmando: "não me considero político", para ele é motivo de orgulho ser Vice-Prefeito da maior cidade do Estado. Além de doar o seu salário, Possari também dispensou a utilização do motorista que havia sido colocado à sua disposição e utiliza um dos veículos de sua empresa. "Não quero receber um centavo por este trabalho", entre os objetivos de Oswaldo Possari durante os próximos quatro anos está o de auxiliar o Prefeito da Capital, no 0a Seul salário Ampliação da rede de água atinge 100% da população de Bonito sentido de trazer o máximo de ao funicipio. Possari tem como objetivo a geração de mais empregos e está promovendo diversas reuniões com empresários ligados à construção civil. comércio, indústria. turismo e pccu:íriu. Servidores recebem salários nesta semana desenvolvimento extraordinário, para nós. mas serve de exemplo e de esperança. acreditamos na política do servir. Osaldo Possari Porto Murtinho - Fechada desde o dia primeiro, a Prefeitura de Porto Murtinho reabriu as portas com inúmeros problemas de ordem financeira ainda. Durante o tempo em que esteve fechada, a prefeitura foi alvo de uma auditoria. e foram detectadas diversas irregularidades nas contas • do município. como contratações de pessoal buscando viabilizar um debate com a participação da classe produtiva. O gesto de Oswaldo Possari não tem nada de sem comunicar ao Tribunal de Contas, desvio de dinheiro oriundo do Governo Federal. licitações fraudulentas. aquisição de material gráfico a preços superfaturados. empenho antecipado dos repasses do FPM e ICMS e emissão de cheques sem fundos pela administração anterior. Página - 07 O município de l3omto pode contar com rede de água para 100% da população ainda este mês. A ampliação da rede vai ser realizada em sistema de mutirão. com início das obras marcado para a segunda quinzena de janeiro. confom1c entendimentos mantidos pelo prefeito ercy Soares do; Santos com o gerente regional da Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul) cm Jardim, Jailson Azambuja. e o supervisor da unidade da empresa cm Bonito. Mário Silva. O projeto prevê o atendimento da região leste da cidade. bcncliciando tairros populosos como a Vila Donária e a Cohab. Segundo l:irio Silva. "a obra deve ser finalizada ainda no a:s de: janeiro, com a colaboraço das familias diretamente beneficiadas pela ação". Nerey explicou. "que com a ampliação da rede de água nesses b:ii rros. 100% da população da cidade passa a ser atendida". O prefeito anunciou que deve viabilizar, ainda neste semestre. o atendimento das residências de Bonito com água potável. "Dessa forma, a admimstração municipai -:sta.r. garantindo a melhoria qualidade de vida cidadãos. Estamos investu . na saúde preventiva". N revelou que outra prioridad'd· seu governo será o sane1me .. básico, com implantação do sistema de esgoto em toda a cidade. Prefeitura Municipal de Bonito . , Entregas de Carnês IPTU/96 A Prefeitura Municipal de Bonito, estará entregando a partir de segunda ferra 13 de Janeiro de 1997, os camês de Imposto Predial e Teritorial para O setor l- centro-de cidade do exercício de 1996. As entregas serão efetuadas domiciliarmente. Receba bem nossa equipe maiores inforzç;ações pocurr o setor de Tributação da Prefeitura de Boito. Colabore com o desenvolvimento de Bonito. - [" J ' M JORNAL. TRIBUNA DA FRONTEIRA DIÁRIO REGIONAL LL ODE19 PÁGINA: ? Pr fei1 lira Municipal de Caracol 1.!,Tl/11 A RECEITA E FIXA A DESPESA DO MIJllIC:fPlO DE CARACOL-MS PARA O FERC1CIO DE 1.997, E DÁ OUTRAS PROVIDENCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL, DE CARACOL, ESTADO DE MATO CROSSO '..UT., faço aber que a Câmara Municipal aprova e u aancior,o squinte Lei: Jrl. 1 o - O conjunto do orcurncn to Fiscal e da Seguridade o- ciaJ do Munlciplo de cnracol, p r o exercício de 1.997 cs ·Jm~ n receita e fixa despesa em igual valor de R$ 3.462.000,00 (três milhões, quatrocentos e sessenta e doin mil rcais). Jrt. 20 - A Recoita decorr rii da arrecadação de tributos e ou tras receitas correntes e do capital, de acordo com a logio 12, cão vigente, discriminada nos quadros anexos, tendo o seguinte dcodobrnmonto: RECEITA RECEITAS CORRETES Rec ita Tributiiria n ceita Patrimonial Transferências Correntes Outras Recoitas Corr nteo DO a llECfll'L'1 OI•: ClP!TIL R$ 355. 600, 00 llienaçõen de Bens R 5.600,00 Tr noferénciaG de Capital R$ 350.000,00 'l'O'l'JL DA RECEITA R$ 3 .46 2 • O O O , O O Art. 30 - A Despesa total dos Orçamentos ascende ã R$ 3.462.000,00 (tr-s milhões, quatrocentos e sessenta e dois mil reais), importando o Orçamento Fiscal cm R$ 3.026.900,00 (três milhões, vinte e seis mil e novecentos reais) e o Orçamento de Seguridade em R$ 435.100,00 (quatrocentos e trinta e cinco mil e cem reais). Art. 40 - l Despesa será real5zada ne acordo com as especifi cações constantes dos quadros que integram esta Lei, observado- º seguinte desdobramento. DESPESA DESPESA POR CATEGORIJ. ECONÔMICA Despesas Correntes Despesas de Capital TOTJL DA DESPESA DESPESA POR ÓRGÃO PODER LEGISLATIVO C5mara Municipal PODER EXECUTIVO R$ 434.896,00 Gabinete do Prefeito R$ Secretaria Geral - DcptO de Fazenda R$ Depto de Educação, Cultura e Desportos R$ DeotO de Obras, Urbanismo e Serviços Públicos R$ Secretaria Municipal de Saúde e Promoção Social R$ 435.100,0:l Ehcargos Gerais do Municipio - Recursos Sob su pcrvisão da Secretaria Geral. - R$ Art. 50 - Fica o Poder Executivo autorizado a: I - Abrir, durante o exercício, créditos suplementares, até o limite de 10% (dez por cento) da despesa fixada nesta Lei, u tilizando como recursos compensatórios as fontes referidas no Paragrafo 10 do art. 43 da Lei Federal NO 4.320/64. II - ~~recedera centralização parcial ou total de orçamentarias no interesse da Administração e na forma esta prevista no art. 66 e seu parágrafo único da Lei NO 4.320/64. ' 120.000,00 229.500,00 972 .100, 00 604.000,00 666. 404 , 00 do de R$ R$ R$ R$ R$ 3.106.400,00 117.300,00 6.000,00 2.933.000,00 so.100,00 R$ 2.746.916,00 R$ 715.084,00 R$ 3.462.000,00 dotações por que Federal ~: 6°: Fica autorizada e não será computada para o efeito limite fixado no inciso I, do Art. 5, desta Lei, a abertura credites suplementares. I - Para atender despesas com pessoal e encargos sociais. lI - l 2onta ae recursos provenientes de Operações de crédi tos auto ·ades por Lei; -nta de recursos transferidos da União e do Estado, uxílios e/ou contribuições; SI r IV - A cna o e:c s .o cu:: io do exercício de 1.997. Art, 70 - O valores locados +ste orçamento sob o elemento de desposa 4120- quipz ntos o Material Permanente, dest1n se à substituição de frota ao quipaminto e reequi en'o programas e serviços os »ncíais do Municipio. Art. 89 - Ficam aprovados, conform especificações e quadros anexos: I - O Orçamento do Fundo Municipal de Saúde, vinculado à Se- cretaria Municipal de Saúde Promoção Social, que estima a " ceita e fixa a Despesa para o exercício de 1.997, »m R$ 6.000,00 (seis mil reais); II - O Orçamento Plurianual, para o período de 1.997/1.999, - que a este acompanha. g 1o - Os valores e objetivos integrantes do orçamento a q9° se refere o inciso II, destc artigo serão ajustado!!, nos xerci cios de 1.998 e 1.999, às contingências e às variãveis qu" •· tn sujeita a economia do Pais. § 20 - As autorizações contidas no Artigo 50 Desta Lei, ex cn de-se ao Orçamento de que trata o inciso I, deste Artigo. Art. 90 - Esta Lei cntr:irá em vigor em 1o de janeiro de 1.997 lt. 100 - Revogam-se as disposições cm contrário. mna da Fronteira Il)º ário Regional Fundado cm 20 de Fevereiro de 1972 Fundador: h•aldo Pereira . . ,Diretor Editor: lvnldo Pereira Diretora-Administrativa: Maria E'.stclu Velásquez Pcrcim Redutor; Ubaldino Rodrigues Reportagens: Joio Carlos Velásquez, Kcncr Lopes Leite (Ca l), A d • A. 1 ( J rd · · aracoly, Anlre valos a tm): Tonmbo Ruiz e. Nelson Feres Júnior (Portv M ti·ih ) · 0urInnO] e , Victor Hugo Velásquez Pereira (Campo Grande) Pro priedade da Gralicn e Editora Apa - CGC-MF 03.201.266/0001-90 dn~im.str~çao, Redação_, Gráfica, Circulaç.ilo e Departamento Comerei-li· .wmda Tnbuna da Fronteira,564 -1if (067) 439-1410. F X (06 • • Caixa Postal 23 . CEP: 79.260-000 . Bela Vist· M , G 7) -139-15-1-1 "DIM: . a- ato rosso do Sul : Rua 1-1 de Maio, 342 • 1if251-1669 (Sede Própria) .?TO MURTINHO: Rua Cel. Ponec S/Nº. 1if287 1239 (S --• p • • • . • l'uC ro na ! ,NITO: Rua Monte Castelo, S/Nº (Sede Própria) p ) C.ARACOL: A"_~nlda Br.isil S/Nº (Sede Própria) ANTONIO JOAO: Rua Bela Vista, S/Nº FILIADO: ABRAJORI - ADJORI Representante São Paulo/Rio de Janeiro/Bnuília· Tnbula Vel I d e • • • • CU OS C OIJ)UDIC!IÇ:1O ASSINATURAS: EXEMPLAR: RS -1,00 ASSINATURA TRIMESTRAL· RS • S[N Tu n A SElEST •···•···• - -10,00 AS . A. "'.' . : R.U.: ......RS - 80,00 ASSINATURA ANUAL: ..... RS- 120,00 Os artigos assinados não refletem necessariamente a opinião do Jornal. Originais enviados à Redação não scrlo devolvidos. ciso verificado no CARlCOL-MS., 18 DE DCZEMDRO DE 1.996 PASCUAL PUCHETA - PREFEITO MUNI.CIPJL Policiais do Departamento - dc Operações de Fronteira, em operações na região defrontei ra, recuperaram dois veículos - fµrtados. O primeiro veiculo a ser recuperado foi o importado de marca Kia_, tipo Besta, ano 95 , placas HRH-4983 - Campo Grande MS, furtado na Capital do Est~ do na madrugada do dia 08 de j~ nciro deste ano. Segundo consta da ocorrência policial lavrada na DEFURV o veiculo ê de propriedade da em presa CICLOSUL Comércio de Arti gos Esportivos Ltda, com sede= en Campo Grande, e fora furtada por elementos desconhecidos na madrugada do dia 08, quando se encontrava, na residência de um motorista da empresa. Por volta das 03h do dia 08, Policiais do DOF encontravam-se em operações na região de Antonio João e a pessoa que conduzia o carro ru mo ao Paraguai, ao perceber a barreira policial, abandonou o veículo e embrenhou-se no mata gal ali existente. Várias equT : pos do DOF efetuaram buscas na ' rcgi5o tentando localizar a pe~ soa que conduzia o carro furta Jo, mas não obtiveram êxito. Já na manhã do dia 09, outra equipe do DOF realizava policia mento na região de Mundo Novo= MS., e abordaram o veículo· Vol kswagem, tipo Santana GLS, anÕ 1.993, com placas CMF - 5555 são Paulo-SP, ocupado por um ca sal residente no Mato Grosso.Nã checagem os Policiais do DOF ve rificaram que o número de chas si do carro apresentava sinais de remarcação. Após pericia os Policiais constataram que o car ro fora furtado em são Paulo-SP no dia 27 de setembro do ano passado. Depois de prestarem decla rações na sede do DOF oca sal foi liberado pois ficou comorovado terem comprado o carro de boa-fé. O veiculo importado de mar ca Kia foi entregue na data de 10/01/97 ao proprietãrio e o Santana ficarã no agua::do da presença de seu dono quando será entregue. DEPARTlMERTO DE OPERAÇÕES DA FRONTEIRA - DOF DR. ANTONIO F. DO NASCIMENTO Advocacia Criminal.e Cível OAB/MS 2809 Residência: Av. Rio Branco,193 Escritório: Rua Dr. Corrêa, 706 2(07) 287-1181 - Porto MurtinhofMS VILMA DA SILVA 0ABIMS 2574-B 0AB- 2573-B (CAUSAS C,ÍVEIS E CRIMINAI§) 1 RUA CUIABÁ N CENTRO l (067) 439 - 1290 BELA VISTA/MS pera ORAQÃO AO DIVI.NO ESP!RITO SANTO Esp!r!to Santo voce " que re esclarece tudo , que t lu::ln.n todos os cn: ninhos para que eu ar!n° Ja o ~::ieu ideal, voce que e da o dar d!v!no de perdoar e c..squeccr o al que e faze e que en te dos os Instantes de ! nha vida esti coro,que ro neste curto <!lálog::> -: aradecer por tudo e .. 1.mnr c.:J.1.s U.":.'l vez que nunca quero te separar - de voce; por ator que g'a a tlusão ater!a! , não' erã o !nino de von tade de que sinto de LÓ dia estar con voce e to dos os meus irãos na glôrta perpétua., Or!a do na!s a vez. A pes aa_deverá fazer esta O raça0 3 dLas sezu!dos :54±2.q c3da a raça per at fel1 que seja.) Publ !cnr ü::::.in <iUt r~ ceber a raça. H.J. VALORIZE O SEU JOR.'iAL, A'NUNCIE AQUI: TF -- JORNAL. TRIBUNA DA FRONTEIRA DLARIO REGIONAL. ADE JANEIRO L Simples revoga os incentivos hoje exist tes 1 ' Consultor do ebrae alerta que quem não optar pelo Imposto t/no, que entrou em vpor da l", passara a ler tratamento tributário de grande companhia, mas sem as vantagens oferecidas a eas corporações DAVID EELISMINO nenhum deles haverá perda com o Simples. Simulações - AImeida fez simulações com base num pcrlíl médio das empresas por faixas de faturamento envolvidas no Simples, com e sem a adesão dé Estados e Munic!pin~ (ver quadro), e arredondou os ganhos: "No máximo 1% sobre o faturamento todo mundo vai economizar". A redução mais modesta na carga tributária, de 0,41%, scrin para uma indústria com faturnmcnlo de R$ 660 mil. sem contar incorporação de ICMS e ISS, Agregando-se Estodo e Município (de São Paulo, por exemplo), o ganho aumenta: a rnniorin das pequenas empresas deixaria de recolher pelo menos 5,01 % sobr,· o faturamcnto (no caso, uma ~mprcsa comercial com RS 660 mil anuais). Na faixa de RS 91 mil a R$ 1 iO mil anuais - o topo dos ganhus - , empresas do setor de serviços deixam de recolher cm tributos. cm média. o A partir do dia 1" de janeiro, quem não for Simples deixa de ser microempresa. O alerta é do consultor Paulo Mclchor. do Sebrae de Sto Paulo, que passou as ultimas semanas debruçado sobre a lei do Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e ontribuiçes das Micro e Pequenas Empresas (Simples). A nova lei, de nº 9.J 17. aprovada dia 5, revoga os mais importantes artigos das anteriores (n" 7 .256, de 1984, 11º 8.383, de 91. e n" 8.864, de 94), que garantiam algum tratamento privilegiado a empresas com faturamenlo nnual de até RS 85 mil. "É o Simples ou nada", resume Mclchor. Com a revogação automática dos incentivos hoje existentes, só restará às microempresas aderir no chamado Imposto Único. "Quem não adere, passa ater o mesmo tratamento dado a qualquer grande companhia", explica felchor. Também para as pequenas empresas com foturamcnto anual entre R$ 91 mil e RS 120 mil nào há o que discutir, é nessa foixu que ocorre a maior redução de carga t.ributiriu ao se inscrever no Simples. ' Aderindo, essas emprcsas passam a ser enquadradas como micros. "Terei uma reduçfo da carga tribuliria de 2.5% n 3% sobre o faturamento". avalia Hélio Arenghi. dono da Galvanoplastia ào Caetano. de São Caetano do Sul (SP) que fatura RS 00 mil por ano. Ficando de fora, Arcnghi perderá o pouco de incentivos dados hoje a empresas na sua faixa de faturamcnlo. "Se cu não me inscrever, pagarei cm tributos mais 0,8% sobre o faturarncnto". Arcnghi entregou os números de sua empresa ao contabilista Antonio Pires de Almeida. também consultor do Scbrae-SP, que passou virios dias estudando a Lei nº 9.317. Depois de aplicar as regras a dezenas de casos de pequenas empresas. com faturamcnto entre RS 2 mil a RS 720 mil. Almeida anuncia que cm equivalente a 6,18% do faturamento, as com:rcii,, de 3,03%.e as indútrs, 2.6% segundo estudo de Almeida. Se o Estado de Suo Paulo e a Prefeitura paulistana decidirem 1ntcprur 1( 1S e ISS ao Simples, a economia fica maior. As industrias deixariam de recolher em média 14.39% sobre o faturamento, o setor de serviços, 9,68%. e o comércio, 8.31 %. Os porcentuais servem apenas de amostra As variáveis a serem cruzadas nos cálculos (faturamneto, peso da folha de salários e pró-labore, margem de lucro, etc.) silo muitas e cada empresa chegará a um resultado próprio. ressalva o contabilista. Mas hâ uma regra basica para ajudar na decisão: quanto maior o percentual da folha de pagamento sobre o faturamcnto, mms motivos há para aderir. " o Simples. o empregado paga o I SS". Exceso de papéis sobre tributos é uma das queixas mais frequentes emre empresizrios do segmento As empresas têm até mar,o para se inscrever no Simples, com bemfícios reJrrmtims11 l"ch!j1u1eir(). Pendências como Fisco terão de ver re p a ct ua d as, comprazo d e 7 2 meses e parcela minima de RS 1u Burocracia menor é uma das principais vantagens Ctilculos e simulações à parte, o grande motivo para aderir ao Imposto Único é a rcduçào da papelada. argumentam os consuhorcs do Sebrac de ão Paulo. "A burocracia representa seguramente 50% dos problemas das empresas que buscam auxílio no ebrac de São Paulo", relata Paulo Melchor. "Só o !PI tem sete papeizinhos para ser preenchidos". diz o contabilista Antonio Pires de Almeida. Tanta guia resulta cm frequentes erros, que atrasam as contas e • pior • abrem brechas para que !iscais corruptos joguem a rede. ·"Quem CC!".'. o preenchimento de um documento é considerado criminoso", diz Melchor. Com a adesão de Estados e Municipios. incluindo ICMS e IS no implcs. a quantidade de papéis, !iscais e guichês diminui ainda mais. Mas ainda A T h: uma batalha de ECONOMIA COM o s I: emplos com base no perfil da maioria das empresas m ada fai 1 IMPOSTOS ABR/.fJGIOOS • t ', IRPJ PIS/Pasep (.Sl.l Cofins Folha s/fatur. Previdência Pró-1.lbore IP! ICMS ISS Margem bruta COMÉRCIO - Sr m incluir ICMS e ISS 1 1 COMÉRCIO -I Quanto recolhem Economia r. turarrcnto Qu.u Faturamento (% sobre o 1 lojc. Simples faturamento) anu.: 1 l lojc 30 mil 2.016.40 900,00 1.86 30mil 2016. 75 mil 4.7 tJ,40 3.000,00 1,90 75 mil .UIJ. 105 mil 16.266.JI 12.625,61 3.03 105 mil 16266. 180mil 27.417, 1 O 22.363,90 2,11 180mil 27.417. 300mil 45158,37 38.473, 17 1,88 300 mil 45.258, 420 mil 63.099,64 55.542,44 1,57 420 mil 63.099.6 540 mil 80.9-10.91 73.571,71 l,23 540 mil 80.940.9 660 mil 98.782, 18 92.560,98 0,86 660 mil 98.782.1 SERVlros. Sem incluir ICMS e ISS 1 1 SERVICOS -1 Faturamento Qu:mto recolhem EconomÍll Faturamento Quan nnunl Hoje' Simples (¾sobre o anual lloje faturamento 30mil 3.516,40 2.400,00 1,86 30mil 3.516,4 75 mil 8.463,40 6.750.00 1.90 75 mil 8.463,4 105 mil 17.920.70 10.500.00 6,18 105 mil 17.920.0 180 mil 30.253,20 18,720.00 4,81 180 mil 30.253. 300 mil 49.985,20 32.400,00 4.88 300 mil 49.985. 420 mil 69.717.20 47.040.00 4,72 420 mil 69.717, 540 mil 89.449,20 62,640.00 4,47 540 mil 89.449, 660 mil 109.181'.20 79.200,00 4,16 660 mil 109 ,&l, INDUSTRIA - Sem incluir ICMS e ISS 1 1 INDUSTRIA -1 Faturamento Quanto recolhem teonorma fatur..uncnto Qua anual (¾ sobre o :mu::.ú lloje Simples faturamento) !lo e JOmil 5.631,67 1.050,00 7.61 30mil 5.61. 75 mil 11.087.58 3.375.00 8.57 74 mil 11.(87.! 105 mil 24.093,58 20.977.00 2.60 105 mil 24.093.5 180mil 40.835.28 36.682,08 1.73 180 nl 40.835.2 300 mil 67.622.01 62.336,81 1,47 300 mil 67,6:!2: 420 mil 9-1.408.73 88.951.53 1.14 420 mil 94-0o. l 540 mil 121.195,45 116.526.25 0.78 540 mil l !i.,95.- 660 mil 147.982.18 145.060.98 0.41 660mil 1-17.982. ()Os dados de taturamento e percentual de impostos a recolhzr representam a F o n te Antono P ire s e A lm e id a - tonsuttcr do Serie sP convencimento de govemadon."S e prcfcttos por pane da Rccctta Federal, e as resistências são muitas. Doa pane dos governos e prefeituras já oferece isenções a microempresas e teme abrir mão de mais dinheiro. "Muitos não aceitam a tese de que a queda inicial de arrecadação ser:i compensada com o aumento do número de contribuintes. j:i que muitos microempresarios hoye no mercado infonnal passariam a pagar impostos", diz Mclchor. Além disso, ser:i necessário mudar as leis locai. para adaptar os tributos ao implcs. O governo paulista, por exemplo. tem a Lei 6.267. de 1988. que isenta quem fatura até RS 77 mil por ano. e a prefeitura paulistana tem a Lei 10.816, de 1989, que libera do !SS empresa com faturamcnto de até RS 16 mil. mas apenas no primeiro ano de funcionamento. (D.F) (Transcrito do Estado de ão Paulo) • .2 l t 65 .96 1,100 10 00 2.59 1 S,O'I l O ()0 l!i.0,l ~ 5,{J(J $0,00 etuindo IS_!SsS to recolhem Enri (% br: o Simples fat anato) .;o 1.oso.00 1.61 0 3.375.00 149 31 6300.00 3l 10 l<: 220.00 5,<I) 3 7 24 900,00 566 >--1 36.540,00 5.R 1 1 49.140,00 5,30 8 62.700.00 5,0l ncluinifo ICM'S ? ISS to recolhem E onona I", so • 1, Simples , t r::i,to) O 1.050.00 O 3.375.00 O 6.300,00 20 1A .220,00 20 24.900,00 20 36.540.00 4. 5 :,,, 968 6,3 é.'J7 6,'11 20 4140,00 6,72 20 62.700,00 646 nclu.ndo ICMS e ISS ' nto rolhem onomi 6»bre o Simples furmento) 7 .200.00 r 1. 75U.00 ·25.00- '· i 120.0ú t , ••➔oo.oc, 3 8.610.00 is 51 JS4J.00 13 66 ººº·ºº mdi 1.39 8.15 14,5° 11.45 11,( .5o IU9j, prrr. rri. r n inrrrrrtr] RUA ANTONIO DIAS ADORNO, 93 • TV MORENA - R (067) 741-5002 FAX - 741-6085 • CEP 79051-030 - CAMPO GRANDE O MS - BRASIL CTICA UMA PAIXÃO NACIONAL VIANA - Distribuidor Antarctica CIDADES ATENDIDAS: Aquitauana, Anastácio, Miranda, Bodoquena, Bonito, NIoaav Dois Irmcs do Bmiti, Guia Lopes da Laguna, Jardim, Bela Vista, Caracol e Fet@ %urinly j Praça Nossa Senhor da C ,eição,225 - '2 {067) 2 o E! Buscando um novo mod lo agricola Preservação dos recursos naturais e meio ambiente, fome e segurança alimentar, redução de subsídios e barreiras sanitárias, formação de blocos e globalização da economia, mercados potenciais, emergentes e crescimentos demográficos, qualidade de vida, geração de empregos e distribuições de renda, política ngrícoln, política fundiária e êxodo rural, entre outros, são manchetes na imprensa mundial O Brnsil como detentor da maior reserva de solos agricultáveis do Planeta, ainda é importador de alimentos bnsico , apcsnr de 90% dos Municípios terem como base de sua economia a agricultura, com 75% da população no campo e nas cidades do interior representando 53% do Pll3 nacional e empregando 40% da população economicamente ativa. São 400 milhões de hectares explorados, abrigando 5,8 milhões de propriedades rurais, 75% das quais em regime familiar ocupando 25% do total das terras. Nunca antes se discutiu tanto o modelo agrícola brasileiro, em diferentes fóruns de ampla abrangência, com alguns paradigmas já claramente postos e outros que permanecem no terreno das premissas e hipóteses, · A frente Parlamentar da Agricultura desponta com o PROJETO REPLANTAR, no meio do qual surgiu a Lei da Securitização das Dívidas Rurais e ora em curso Fórum Replantar Brasil, vai satélite a toóo puís. Ainda por iniciativa do Parlamento, já houveram ·várias sessões públicas na tentativa de discutir te1.11as relevantes e atuais da agropecuária. to ãmbito do Poder Executivo; o Ministério da Agricultura e Abastecimento lançou o Fórum Nacional da Agricultura, constituindo 33 subcomissões temáticas, sob a coordenação do Dr. Roberto Rodrigues, precedido pelo Fórum OVO RUMOS PARA A AGRICULTURA, realizado em Porto Alegre, com a participação de l.800 pessoas. Brevemente, o Ministério da Reforma Agrária fará um amplo debate nacional sobre a questão fundiári~, já anunciou o Ministro Raul Jungmann. O Poda Judiciári~ também vem participando do proce em diferentes instâncias, julgando liP'' .dics interpostas por produtores ou e. vez mais estão criando estrutura próprias de apoio e coordenação da tgricultura, objetivando a municipalização da gestão agrícola. Por último e nãc menos importante, tem sido o trabalho e as ações das diferentes entidade de reprcsentaçiio da :lasse (CNA, OCI3. SRB, ABRASEM, FECOIRIGO, FEDEARROZ, ect) e inúmeras orgauizaçõts regionais de produtores, com frequentes reuniões c0njuntns no debate e na defesa de questões de interee nacional da agricultura. Os resultados concretos e avanços essa parceria até então foram pequenos, mas significativos para o futuro. O niodelo de Política Agrícola se esgotou, com uma agricultura descapitalizada e um produ'or pobre. Novas alternativas e soluções haverão de ser encontradas para garantia do abastecimento interno e competição dos nossos produtos no mercado interno. Os preços dos produtos cada vez mais estarão na dependência do mercado internacior.al e o consumidor fixará o teto do custo de produção. Qualidade, padronização e regularidade de oferta são questões óbvias e preponderantes. Crédito Rural, controle e garantia de preços, armazenagem, estoques reguladores e distribuição não mais serão funções do governo, a não ser subsidiariamente. Novas fontes e modalidades de captação de recursos financeiros surgirão, tendo na Cooperativa de Crédito Rural, seu principal indutor e _gestor. Fundos de Desenvolvimentos regionais. venda antecipada do produtor em bolsa, Cédula do Produtor Rural e a integração com a agro-indústria, comporão o novo modelo agrofinancciro. Um seguro agrícola, abrangcndo a produção e a comercialização, será fator de garantia e estabilidade muito importante. Armazenagem a nível de fazenda com perfeito controle de padrões e qualidade são premissas básicas, reduzindo custos, perdas e servirão con10 re!!uladores de estoques e abastecimento. - Educação rural, treinamento da mão de obra e profissionalização do produtor são indispensáveis. Atualiziç-Jo da Legislação T mbalhista para o meio rural é fator "sine quanom" para evitar o êxodo mral, geração de empregos, distribuição de rendas viabilizar a rcfonna acrária. Por último, cabe ao Governo todas as medidas e providências para redução do CUSTO BRASIL, evitando. igualmente imporações de alimentos em 'épocas inadequadas e• Jr vezes desnecessárias. . Carmélio Romano Roós As e- arias de Agricultura dos Estados também já se or~ ;mizaram num Fórum permanente no trato de aspec10s comuns ao setor. De igual modo as Assembléias Legislativas do Centro-Sul constituíram um bloco e organizaram • D . encontros regionais. Os Municípios, por sua vez, cada A CONFISSÃO Ru»y oura D»is Garfiel acabou de enrolar o pito, dobrou a ponta. deu uma lambida para fi» ar a auréola da palha e apalpou os bolas + busca da bina. Acendeu o cigarro, puxou duas fundas aforadas, cuspiu do lado, enquanto pen ava - E, tem que confessá, né, só. O padre decerto enstna a gente na hora Garfiel e Jesuíno eram roceiros, mas tinham a obrigação de atender na sede toda vez de grande movimento. Agora, então, é que a coisa estava fervendo. Com a vinda do padre tinham que lavar a casa com sabão de cinza, limpar o terreiro, matar vaca, capado, ajeitar os frangos. /m mundo de coisas, no minimo uma semana de serviço. A trabalheira doida não dava tempo pra pensar. Só quando havia assim uma pequena fola é que voltavam ao assunto. - Tá chegando a hora da onça bebê água, heim Garfiel? - um fala nisso mais não. Eu sinto inté uma friage na bobage quando, alembro que vou confessá. Estava tudo pronto pra chegada do reverendo. O último serviço foi uma melhorada na estrada, feita na base da foice e do c.:nxadào. Só mesmo para tirar o mais grosso. Foi de tarde que a comitiva chegou. Vieram o padre Bernardo, o sacristão Vicenzo, dois coroinhas e um cabo da policia, servindo de motorista. Espocaram fogos de artificio logo que a caminhonete apontou na alto do gramado. O fazendeiro. a esposa e os filhos perfilados à frente; mais atrás os parentes e por derradeiro todo o pessoal agregado. Assim que paro..i o veiculo começaram os vivas. - Viva o padre Bernardo! - Vi,ôôó.... • Depois de muitos vivas foi o padre que puxou: - Viva fossa Senhora Aparecida! - Vivóõô ... - Viva Cristo Rei! E assim por diante. Até Coronel Chico Juca recebeu um viva. ficou vermelho como um tomate. Garficl e Jesuíno viam aquilo tudo. meio, ariscos, ressabiados. As confissões seriam naquela noite. A fila era enonne. Garfiel e Jesuino foram ficando. ficando: refuga d.iqui. refoga dali, acabaram sobrando só os dois. ião tinha jeito. Era que nem gado no tronco Garfiel foi o primeiro a se ajoelhar. no confessionário. Falou o padre - Reze o ato de contnçiio - Eu num sei o que é isso. só padre. - Então reze um padre nosso. - Tamém num sei. - E uma A ,·e l laria'! - Num se - Nem o "cm nome do padre"? - ' ada. fase aí. cm mat~ria de rdigiiio. tá chucro de tudo. Zcrinho. zerinho - pensou o padre. - Olha. meu lilho. não precisa encabular. ficar nervoso. Só precisa ter confiança no padre. que cst5 aqui pra lhe :.ijudar. Fale só a verdade. diga-mt: cá uma coisa ... ( Garficl suava por todo o lado. o coração ia sair-lhe o peito, sentia-se zonzo) diga. meu filho, voce sabe quem matou Jesus Cristo? Garfid não aguentou mais. Levantou-se apressado do confrssion:írio. pcgôu Jesuíno pelo braço c arrastou-o dali. dizendo: - Vamos simbora. Jesuíno. mataram um tal Cristo ai e ja tão pensando que foi nóis! Do livro: O capanga e outros causos miga do Homem do Campo AGROPECUÁRIA Produtos Agropecuários em Geral Vacinas - Sementes - Ferragens .. Selaria Veterinário de Plantão IMPORTADORA E EXPORTADORA Wfax:(067}439-1234 - Res,if (067} Rua Barão do Ladário, 1755-Centro - Bela Vis e. s; - JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA- DIÁRIO REGIONAL Prefeitura Municipal de Guia Lopes da Laguna LEI N! 666/96 E 28 DE NOVEHHRO DE l. 996 "ESTIMA A RECEITA E FIXA A DESPESA DO MUNICÍPIO DE GUIA LOPCS DA LAGHNA - PARA O EXERCÍCIO DE 1.997 E DÁ OUTRAS PROVIDENCIAS". CRESCENCIA VOGADO SCHEUÉR, PREFEITA MUNICIPAL OE GUIA LOl"I-.S DA LAGUNA, ES JAílO nc flA'rO GROSSO DO SUi., 110 1160 de GUIIS 11trlb11içÕes Jcglas, Faz Saber que, a Câmara Municipal aprova e eu anclono a seguinte Lef. Art, rn - O conjunto do orçamento F1cal e da Seguridade Social, do Muni cípio de Culo Lopes da Laguna, para o xerc[cio de 1997, estima a receita e fixa a despesa em Igual valor de R$ 5.100.000,00 (cinco mf1hões e cem mil rg ,: 1 s). Art, 2g - A Receita decorrerã da nrrccndncio de tributos e outras rccci tas correntes e de capital, de ncordo com a lcgislnçiio vigente, discrimin.J - das nos quadros anexos, tendo o seguinte desdobramento: RECEITA RECF.lTA CORRENTES 1 , • • .. Rf:CElTA TR tBUT/íl IA , , , , , , .. , , , RECEITA PATlllMONIAL . TRANSFERl'.NCIAS CORREITTES , , .......................•.• OUTRAS RECEITAS CORRENTES . RECEITAS DF. CAl'lTAL , , .. , , .. , ...•.....••••••• ALIENAÇÃO DE BENS , .. , , , , .....•.• TRANSFERtNCIAS DE CAPITAL , , ,., ..•.....••••.• TOTAL DA RECEITA ...........•......................•.••••••• R$ 4.177.400,00 R$ 219.600,00 R$ 21.000,00 R$ 3,872.000,00 R$ 64.000,00 R$ 922.600,00 R$ 2.600,00 R$ 920.000,00 R$ 5.100.000,00 Art. 3Q - A Despesa total do Orçamento' ascende a R$ 5.100.000,00 ( cinco ollhÕes e cem mil reais), importando o Orçamento Fiscal cm R$ 4.470.500,00 - (Quatro milhões, quatrocentos e setenta mil e quinhentos erais) e o Orçamen to de Seguridade em R$ 629.500,00 (seiscentos e vinte e nove mil e quinhen tos reais). Art. 4g - A Despesa scró ~calizada de acordo com ns especificações cons - tantes dos quadros que integram esta Lei, observado o seguinte desdobramen - to, DESPESA POR CATEGORIA ECONOMICA Despesas Correntes , , , , . , .. , Despesas de Capital , , , .. , .. , . TOTAL DESPESA POR ÕROÃO PODER LEDISLATIVO Câcarn Municipal , PODER EXECUTIVO. GABINETE DO PREFEITO ,,,,.,., . Assessoria Jurídica , . , , . Assessoria de Comunicação Social . Assessoria de Planejamento : .. Secretaria Municipal de Administração . Secretaria Municipal de Finanças . Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Desportos . Secretaria Municipal de Saúde e Promoção Social. . Secretaria Municipal de Obras, Viação eServiços Públicos . TOTAL Art. 5Q Fica o Poder Executivo autorizado a: l - Abrir durante o exercício, crêditos suplementares, atê o limite de 107 (dez por cento) da despesa fixada nesta Lei, utilizando como recursos - compensatórios as fontes referidas no parágrafo lQ do Art. 43 da Lei Federal 1g 4.320/64; • 11 - A tomar todas as medidas necessárias para ajustar os dispêndios ao e fetivo comportamento da receita e a realizar Operações de Crédito por AntecI Pação da Receita, conforme permissao contida no§ 8Q do Art. 165 da Consti tutcão Federal, obedecendo o limite estabelecido no Inciso III do Art. 167 - da mes~~ Constituição, cujas operações só poderão ser realizadas ediante au torização legislativa. - - III - A proceder a centralização parcial ou total de dotações orçanentãri as no interesse da Administraçao e na forma por que esta prevista no Art. 66 e seu parágrafo único, da Lei Federal N? 4.320/74. Art. 6Q - Fica autorizada e não 'será computada para efeito do limite fixa do no inciso I, do Art. SQ destâ Lei, a abertura de créditos suplementares,- 1 - Para atender despesas com pessoal e encargos sociais; II - A conta de recursos provonientes de Operações de Créditos autoriza - dos por Lei; Ill _ A conta de recursos transferidos da União e do Estado sob forma de auxílio e/ou contribuições; tr _ A conta do excesso de arrecadação acaso·verificado no curso do exer- cício de 1.997. Art. 7Q _ Ficam aprovados, conforme especificações e quadros anexos: • 1 _ o Orçamento Pl rtan,.al de. Investimentos 1.997/1.999, que a este acom Pnha; Tl - o Orçamento do Fundo Municipal de Assistência Social dos Servidores - do Nunicípio de GUia Lopes da Laguna - FASEP, vinculado ao Gabinete do Pre _ feito, que estima a Receita e fixa a Despesa para 1.997, em R$ 171.300,00 - (Cento e setenta e um mil e trezentos reais). 111 _ o Orçamento do Fundo Municipa..1 de Saúde, vinculado a Secretaria Mu nicipal de saúde e Promoção Social, que cstim.'.l·a Receita e fixa a Despesa - Para 1.997, e R$ 77.300,00 (Setenta e sete mil e trezentos reais); IV - O Orçamento do Fundo Municipal para a infância e a Adolescência, vin Cu.lado à Receita e fixa Saude e Pro.oçao Social, que estina a Receita e fi >:a a Despesa para O éxe'rc!cio de 1.997, em RS 28.500,00 (Vinte !' oito t:úl e quinhentos reais). 1g - Os valores e objetivos integrantes do orçamento Plurianual de In etentos, serão ajustados, nos exercícios de 1.998 e 1.999, ns contingên tas e às variáveis a que está sujeita a econoia do País. S 2g - As autorizações contidas nos artigos 52 e 62 desta Lei, são exten S1va 5 305 orçamentos de que tratam os incisos II e IV, deste Artigo. Art. 8g - Esta Lei entrará em vigor em 1? de Janeiro de 1.997, revogndo - "e as disposições em contririo. GABINETE DA PREFEITA CIA LOPES DA LACUNA-MS., 23 DE SETVRo Dr 1.996 CRESCENC LA VOGADO SCHEUER - PREFEITA MUNICIPAL R$ 3.633. 920, 00 R$ 1. 466. 080, 00 R$ s.100.000,00 R$ 543.062,00 R$ 118 .000 ,00 RS 33.000,00 R$ 34. 000 ,00 RS 8.500,00 R$ 1.006.600,00 RS 337.000,00 R$ 1. 354. 338 ·ºº R$ 564.500,00 R$ 1.101. 000, 00 R$ 5.100.000,00 O sistema DiskNota fez nova premiação com mOI::. um automóvel zero quilômetro, desta vez atrové; do primeiro sorteio mensal realizado no últi'11r) dia ~ 3. A ganhadora foi Stela Maris de Oliveira Sampaio, moradora em Campo Grande, que começo 97 com um Uno Mille novinho. Participe do DiskNota e concorro a outros automóveis e a milhares de prêmios instantâneos. COMPIOU, PE LIGUE E INFORME OS DADOS DE SJA NOTA • A data da compra. • O número da Nota ou do Cupom Fiscal; • Número da inscrição estadual da loja; • Valor da compra (dispensar centavos); : O SISTEMA DISKNOTA FUNCIONA 24 ERA OR D!A SECRETA.A.A D FIANÇAS. RÇAME TE PLANEJAMENTO GOVrPO JO ESTADO DE HTC ROSSO DO SUL CARO AMIGO Lembra àquela demora de suas mercado:ias compradas em São Paulo? Não existe mais!!! A Cruzeiro do' Sul, entrega em sua cidade em no máx.im, 48 horas. Ligue já, e solicite a Coleta de sua mercadora. patos 2(011)608·4 3989 ou ~(011} 292-9296. Nossa filial está Iocálizada, à RUA 12 DE SETEMBR0,994 - Vila Guilherme - São Paulo/SP. Ligue e solicite maiores informações! . ~ • ••• (rreiro do 'Sul . s ---- ' - r------:-----------=---- M ato Grosso servido em tra .1 Anuncie aqui 439_1«0 e, e ---- J Ollli.i 1 DIÁRIO KEGIO AL ref eit ira Municipa de Bela nINFTF DO PT FITO - AtLc + 0) d J IRIBUNA DA FRONTEIRA J T 10 •, 'Ili 1 ''/ 1 f>I 1111 , '.JS1'fl, l ',1AlJ() IH: MI t/O DE SUAS AIRI llUJ (,ÔI ~ 1 r:- RFso1.E.: O PAR, ORLANDO AFONO, do Cargo de Confusão quiete na Secretar ta de Promoção Social, de DI vetor do Departamento de De nvolvfmento Comunft i- rio, {h0lo DAS-), à partir de 03 de faelro d 1.997. C1PRA-SE ll LA VISTA, 0) DE JANEIRO DE I .997 1(1''.r. C:Altlll/1.lll UA ROSA ra:10 - Pl!f.PI.ITO 11UNIC[l'AL PONTARIA N 030/97 - CABINE.TE DO PREFEITO "DISPOE. SOIRE OS VALORES DAS DIÁRIAS IJOS SE!lVlJJO RES DO POIJl'll 1.XCC:UTJVO E DA OUTll/S PllOVllJ!êNCIAS". O Plll.l'ElTO MUNICIPAL DE. ELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no uso de suas atrbulções e tendo m vlntn o dJoponto dn 1.el 757/85 de 19 d junho de 1,985, com a redação dada pela Lef 91l/ 91 de lJ de Junho de 1.991, llESOI.VE: /rt. 12-- Divulgar, na forma de anexo desta Por t.,rin or. v:ilorcs das dlarinu a serem pagas a servi dores do Poder C'xecutlvo Municipal, quando em via: gem fora da respectiva séde. Art. 2Q - Esta Portaria entrará ta de sua publicação e/ou afixação avisos do Prefeitura, revogadas os contr.'irlo. JOSÊ CARIIIALDl DA llOSA NETO - PREFEITO MUN1CIP/L ,:,m vigor na no quadro disposições 6 ANEXO Lei Municipal 911/91 TABELA DE Vl!.ORES D/IS DIÃRIAS NOMEAR, INAH DINAL NUNS RONDO, para exercer o Curo em Conf io de Coordenadora - do Programa Creche, Símbolo DAS-," partir de 03 de janeiro de 1,997. C_PRA-SE BELA VISTA-MS., 03 DE JANEIRO DE. J.997 JOSt GMlDALDI DA ROSA NETO - PRF:Ff.JTO f'l .;TCTPAL PORTARIA N? 02/97 - GABINETE DO PREFEITO O PREFEITO MUNICIPAL DF llJ:LA VISTA, [ST/DO DE MATO C:ROSSO IJO SUL, M) uso DE SUAS ATRIM' IçOES LE- CAIS; PORTARIA N? 023/97 - GABINETE DO PREFEITO da O PREFEITO MUNICIP/L DE BELA VISTA, ESTADO de' HtTO GROSSO 00 SUL, ,NO USO DE SUAS /TRlBUIÇÕES em CAIS. CLASSIFIC/ÇÀO INTERIOR CAPITAIS NESTE ESTADO E INCLUSIVE DO ES- .OUTROS ESTADOS TADO. PREFEl TO }!UNlC_l 56,60 19,06 PAL. SECRETÁR10S 44,67 56,60 OCUPANl'ES DE CARGOS OU FUN- 32,50 44, 67 çS PE DIREÇÃO 1 DEMAIS 20,26 32,50 FUNCIONÁRIOS PORTARIA NQ 029/97 - CAIIINETE DO PREFEITO O PREFEITO MllNICIPll. DE llEL/, VISTA, ESTADO DE ATO GROSSO DO SUL, NO USO DE SUAS ATRIBUIçOES LE GA! S; RESOLVE: • NOMEAR, NAZARET FERREIRA RAOS para exercer o Caro em Comissão, de Secretária I, Símbolo CAI-I, ~ portir de 03 de janeiro de 1.997. CUMPRA-SE BELA 'ISTA, 03 DE J/1''EIRO DE 1. 997 JOSÉ CARIBALDl DA ROSA NETO - PREFEITO MUNICIPAL PORTAR: Y 028/7 - CABINETE DO PREFEITO .'iü.Ff.l'IO ~Jl"lClPAL DE BELA VISTA, ESTADO DE OSSO 'o SUL, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LE- MAT' CAlS; RESOLVE: NOMEAR, MONCLA't ROSA CORRtA FILHO, para exercer o Cargo cm Comissão d ASSESSOR na Secretaria de Fazenda, Símbolo DAS-2, à partir de 03 de janeiro de 1.997. CUMPRA-SE SELA VIstA-!-IS., 03 DE JANEIRO DE 1. 997 JOSÉ CARIBALDl DA ROSA NETO - PREFEITO MUNICIPll. PORTARIA N? 027/97 - GABINETE DO PREFEITO O PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA, ESTADO DE l~TO GROSSO DO SUL, NO USO DE SUAS ATRillUIÇÕES LE- GAIS; • RESOLVE:· NOMEAR, MARILZA APARECIDA PINHEIRO CANIZA, para exercer o Cargo em Comissão de ASSESSORA, na Secre tori:• de Saúde e Assistência Social, Símbolo DAS-2 n p, ir de 03 de janeiro de 1.997. CUMPRA-SE ELA IISTA-MS, 03 DE JANEIRO DE l.997 G BALDI D/ ROSA NETO - PREFEITO MUNICIPAL P TARIA_Ng 026/97 - CABINETE DO PREFEITO O PREFEITO MlllHCIPAL DE BELA VISTA, ESTADO OE MATO GROSSO DO SUL, NO llSO DE SUAS ATRinUIÇÕES LE- CAIS; RESOLVE: NmfEAR, OLGA LARANJEIRA SlLVA, para exercer o C:lrgo em Comissão de ASSESSORA na Secretaria de Educoi;iio, Cultura e Esportes, à partir de 03 de j~ neiro de 1. 997. C!PRA-SE BELA VISTA-MS., 03 DE JA1''EIRO DE l. 997 CARIBALDI DA ROSA NETO - FREFEITO MllNICIPAI. LE- Rr:SOI.VE: NOMEAR, ANDERSON GONÇALVES ECHEVERRIA, para e xercer o Cargo em Com!ssão de Secretário II, na Junta de Serviço Hllit,1r, Sfmbolo CAI-2, d partir de 03 de Janeiro de 1.997. CUMPRA-SE BEl./1 llSfA-MS., OJ DE J/NElllO DE 1.997 JOSÊ GARlll/LDI DA ROSA NETO PREFEJTO MUNICIPAL DE LE- RESOLVE: NOMEAR, LEI ll. CARDINAL BORGES, para exercer o Cargo em Comlcsào de Coorder.ador~ de Orientação e Fonn:ição Profissional, Símbolo D/S-2, à partir de OJ de Janeiro de 1.997. CUMPRA-SE BELA VISTA-MS., OJ DE JANEIRO DE 1..997 JOSÉ CARIBALOI DA ROSA NETO - PREFEITO MUNICI Pll. PORT/RI/1 NQ 022/97 - GABINETE DO PREFEITO O PREFEITO MUIHCIPAL DE BELA VISTA, ESTADO DE }!ATO GROSSO 00 SUL, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LE GAIS; RESOLVE: NOMEAR, MARIA CONSUtLO /J.MEIDA DA CRUZ, para e xercer o Cargo cm Comiss3o de Coordenadora do Pro grama Idosos, Símbolo DAS-2, à partir de 03 de ja neiro de 1. 997. - CUMPRA-SE BELA VlSTA-MS., 03 DE JANEIRO DE 1.997 JOS!: C/RlBALDI D/ ROSA NETO PREFEITO MllNICIPll. PORTARIA NQ 021/97 - GABINETE DO PREFEITO O PREFEITO }!UNICIPAL DE BELA VISTA, ESTADO DE }t/TO GROSSO 00 SUL, NO USO ílE SUAS ATRIBUIÇÕES LE GAIS; RESOLVE: NOMEAR, VERIANA ROJAS, para exercer o cargo cm Comissão de Assessora na Secretaria Municipal de - Viação, Obras e Serviços llrbanos, Símbolo DAS-2, à partir de 03 de janeiro de 1.997. CUMPRA-SE BELA VlSTA-MS., 03 DE JANEIRO DE L.997 JOSÉ CARIB/LDI DA ROSA NETO - PREFEITO MtJNlCIPll. PORTARIA NQ 020/9i - GABINETE DO PREFEITO O PREFEITO MUNICIPll. DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO 00 SUL, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕÊS LE GAIS; RESOLVE: --- NO-!EAR, FATIMO TRI JADE MENDÉS, para exerce; o Cargo em Comissão, de Assessor na Secretaria de Administração, Símbolo DAS-2, à partir de 03 de j~ ne iro de 1. 997. CUMPRA-SE BELA VISTA-MS., 03 DE JA!<'ElRO DE 1. 997 JOSÉ CARIBALDI DA ROSA NETO - PREFEITO MUNICIPAL PORTARIA N? 019/97 - GABINETE DO PREFEITO O PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, NO lJSO DE SllAS ATRIBUIÇÕES LE GAIS; RESOLVE: EXONERAR, Ron ECHEVERRIA PINHEIRO, do Cargo cm Comissão que exerce na Secretaria de Educação , na func;ão gratificada de Secretário da Escola Muni cipal de 1g Grau "Jarbas Passarinho", S{bolo DAE- 3, à partir de 03 de janeiro de 1.997. CU!-!PRA-SE BEL VlS!A-MS., 03 DE JAl-'EIRO DE 1.997 JOSÉ GARillALD.I DA ROSA NETO - PREFEITO MUNCIPll. PORTARIA NQ 018/97 - GABINETE DO PREFEITO O PREF.EITO MIDIICIPAl. DE RELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, NO llSO DE SUAS /TRIBtJIÇÕES LE GAIS; RESOLVE: EX01''ERAR, PAULINA MO:-iTillELLER DE CARVALHO, do Cargo em CO!ssão que exerce na Secretar ia de Edu caçao de Chefe de Setor de Planejamento e Avalia - 1,997 CTPAI PORTARIA NO O17/91 - GABINETE DO P»EFEITO O PREFEITO MUNICIPAL DE N! VISTA, ESTADO DE MATO CROSSO DO SUL, NO USO DE. SUAS ATMI' Iç0E L!- CAIS; REG' VE: EXONERAR, DACOIERTO BLINI COSTA, d Caro e Co mtsio que exerce n Secretaria de Educação de Che fe de D)vi«ão de Supervisi da Merenda Escolar, sfi bolo DAI-I, CGdtzo 2.1.01, à partir de 03 de Janet ro de J. ~ 7. CL"!'fPRA-SC BELA VISTA-MS., 0) DE JANE IRO DE 1.997 JOSÉ GARIBALDI DA ROSA NETO - PREFEITO M'NICIPAL POllTART/1 }l!! OlJ/97 - CAllTNl:ITE DO PRl:'.l'lllTO O PRHJ:TTO Hl!lHClPAL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO DO Sl'L, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES U- GtIS; RESOLVE: EXONERAR, MARIA GUILHERMINA e. RAFFCL, do CJJrgo em Comissão que exerce na Secretaria de Fazenda de D!retora do Departamento de Finanças, SImbolo DAS J, Código 1.1.06, à partir de OJ de janeiro de 1,9 97. CUMPRA-SE BEL/ VISTA-MS., 03 OE JANEIRO DE 1,997 JOSI': CAR1B/LDI 0/ ROSA NETO - PREFEITO Mll:HCI P/L PORTARIA N? 012/97 - GABINETE DO PREl'F.1TO O PREFEITO MUNICIPll. DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LE GAIS; RESOLVE: CEDER, a funcionária SUELY BENITES, do Quadro - Permanente da Prefeitura Municipal à Câcara 11unic1 pal de Bela Vista-MS., com ônus na origem. C!JMPRA-SE BELA VISTA-MS .. 03 DE JA1''EIRO DE L. 997 JOSE GARIBALDI 0/1 ROSA NETO - PREFEITO MUNICIPAL PORT/RIA NQ 010/97 - GABINETE DO PREFEITO O PREFEITO MlJNICIP/L DE BELA VISTA, ESTADO DE }ATO GROSSO DO SUL, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LE GAIS; RESOLVE: EXONERAR, TEOFILA DE F,TIMA PISSURNO QUINrAN/1 , DO CARGO EM CO~!ISSÀO DE DIRETORA INTERINA DA ESCO L/ MUNICIPAL DE 19 GRAU PEDRO AJALA, À PARTIR DE 03 DE JANEIRO DE 1.997. CUMPRA-SE llELA VISf/1-MS., OJ DE JANEIRO DE 1.997 JOSt CARIBALDI DA ROSA NETO - PREFEITO Y.UNICIPll. • PORTARIA NQ 015/97 - G/DINETE DO PREF'EITO O PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, NO lJSO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LE G,US; RESOLVE: Designar IOLANDA OCAMPOS, ASSISTENTE DE ADMINIS TRAÇÃO, PADRÃO IV, CLASSE B, REFERENCIA VII; NINFA DE MEDEIROS FLEITAS, TÉCNICO EM CONTABILI!YúlE,CLAS SE A, PADRÃO IV, REFERENCIA 1; E ANTÔNIO FERREIRA-; ASSISTENTE ADMINISTRATIVO, P.ADRÃO IV, CLASSE A, RE FERENCIA 01, para sob a Presidência do primeiro,: comporem a Permanente de Licitação. CUMPRA-SE BELA VISTA-MS., 03 DE JAf<'EIRO DE 1.997 JOSt CARIBALDI DA ROSA NETO - PREFEITO MUNICIPAL PORTARIA NQ 014/97 - GABINETE DO PREFEITO O PREFEITO MIJNICIPAI. DF. BELA VISTA, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LE GAIS; RESOLVE: EXONERAR ELIANA ME1'1lONÇA, do cargo em Cooissào de Secretária II, que exerce na Secretaria Munici pal de EDUCAÇÃO CULTURA E DESPORTOS, à partir de 03.0l.9i. CUMPRA-SE BELA VISTA-MS., 03 DE JANEIRO DE 1.997 JOSÉ CARIBALm DA ROSA 1''ETO - ·PREFEITO MUNICIPll. DECRETO NQ 933 DE 03 DE JM'EIRO DE 1.997 "OI SPÕE SOBRE CANCELA! ENTO DE CARTAS DE. CRt'.D I - TOS". O PREFEITO Mül'1CI?Al. DE BELA VISTA, ESTADO DE !-<.ATO GROSSO DO SUL, ?<:O llSO DE SUAS ATRU!t,;JÇÕES LE- C,US; DECRETA: Art. lQ - Fica cancelada todas as cartas de crê ditos emitidas pela PRefeicura Municipa.l de Bela Vista, até o dia 31.12.96, junto oo Banco Bacerin dus S/A, exceto as contas da Enersul e Tclems .. Art. 22- Este Decreto entra e vigor na data de sua publicac;ao, revogadas as disposições em con t:-ário. JOSÊ GARiil.UlI DA ROSA NETO PREFEITO lfJNICI?AL JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA DIARIO REGIONAL 1ADEJ Servidores recebem salários f'orlll Mur1111ho - Fechada desde o dia primeiro, a Prefeitura de Porto Murtinho reabriu as portas com inúmeros problemas de ordem financeira ainda. Durante o tempo em que esteve fechada, a prefeitura foi alvo de uma auditoria, e foram detectadas diversas irregularidades nas contas do município, corno contratações de pessoal sem comunicar ao Tribunal de Contas, desvio de dinheiro oriundo do Governo Federal, licitações fraudulentas, aquisição de material grálico, a preços superfaturados, empenho antecipado dos repasses do FPMe lCMS e emissão de cheques sem fundos pela s % administração anterior. segundo a prefeita M yriam dos Santos (PI ), o resultado da auditoria será encaminhado ao Tribunal de Contas do Estado e ao Ministfrio Público para as providências legais. A prefeita disse que vai cobrar uma ação riida contra os desmandos verificados na cidade nos últimos quatro anos, que resultaram, entre outros prejuízos, no atraso de pagamento do funcionalismo e uma incalculável divida com fornecedores. "Vamos produzir um documento mostrando a realidade do município. Não se trata de uma ação direcionada e particular, mas de um Ir "Uma grande maioria de pessoas pensa que o cheque sustado não pode ser executado ou cobrado do emitente porque não possui o carimbo de insuficiência de fundos. Esse pensamento não procede e o possuidor de um título adquirido de boa fé pode sim procurar as vias judiciais para reaver ou indenizar-se de seus prejuízos. O que deve ser questionado a princípio pelo credor é a fonna como recebeu e de quem recebeu esse cheque. e não for do emitente do título, não pode esquecer de pegar a assinatura desse no verso do documento, ou seja. seu endosso, para que, mecanismo que possa punir os responsáveis pelo caos instalado em no a cidade", revelou Myriam dos Santos. Mas a novidade, no cntn11to, é o anúncio da liberação do pagamento do mês de dezembro para os 280 funcionários (efetivos e contratados). Myriam espera pagar a folha até o final desta semana. Para isso, pretende utilizar os recursos dos repasses do fundo de Participação Municipal (FPM) e do Imposto sobre Circulação de Mercadores e Serviços (ICMS). Os servidores estão há oito meses sem receber seus salários, além do décimo terceiro. No entanto. os valores só serão depositados com base na o z se for o caso, possa buscar a indenização também desse transmitente do título. Se recebeu do próprio emitente, basta que o negócio que originou o pagamento seja licito e houve o cumprimento das obrigações por parte da pessoa que não conseguiu receber o cheque. Essa dúvida que acabou fazendo com que as pessoas deixassem de procurar receber o seu crédito acontece muito devido uma decisão do uperior Tribunal de Justiça que entende que: 'O princípio de abstração do cheque não pode ser entendido com extremo rigor, a ponto de Churrascaria Farroupilha Sistema Rodízio Cupim, Frango, Miúdos, Carneiro, Carne de Gado em geral Rod. Bonito/Guia Lopes, S/Nª-KM 01 • (Frente ao Clube do Laço) l ir(067) 255-1112 BONITO/MS· e oluçio d receita do Município, que gira hoje cm turno de R$ 350 mil. "Estamos economizando o possivel para cumprirmos o nosso compromisso com os servidores que há muito não vêm a cor de seus salários", disse. Durante o tempo em que manteve a prefeitura fechada, Myriam priorizou os setores de saúde e limpeza pública do município. Disse que apenas um ''fusquinha" está servindo o setor administrativo. "Os demais vdculos, inclusive o caminhão de coleta de lixo está parcialmente quebrado. Mas vamos recuperar ·o que for possível, leiloar as sucatas EIKO DE 197 estas equipamento". untiu. Uma das primeira tarefas do etor de Obra da Prefeitura será a retirada de 1 50 quebra-molas instalados por toda a cidade pela administração anterior. Os obstáculos, ao contrúrio de surtir o efeito desejado, acabaram provocando transtornos, pois foram construídos de forma irregular. Em algumas vias, inclusive. os equipamentos já foram destruído pela ação do tempo e do excesso de cargas. Na época, a população ficou revoltada com a "obra" do ex prefeito. 1 Já denúncias de que os quebra-molas foram construídos com material p se competir alguém a pagar o que efetivamente não deve' (Resp. - RT 671/ 203). Acontece que este julgamento só serve nos casos de negócio não concluído ou de impossível conclusão. conforme o próprio ministro Eduardo Ribeiro, autor deste voto, definiu no decorrer do seu julgado. Esta minha conclusão encontrou suporte jurídico numa Emenda Oficial do Egrégio Tribunal de Justiça de Goiás, proveniente duma decisão datada de 28.05.96, publicada na Revista dos Tribunais de nº 732/330, da lavra do desembargador Roldão Oliveira de Carvalho, registrando o seguinte: 'O cheque emitido ao portador é transmissível pela sua simples tradição. Uma vez que o título entrou cm circulação, a sustação do seu pagamento pode ensejar indenização por perdas e danos, em favor do terceiro de boa-fé, nos termos do an.159 do Código Civil'. De rápida olhada nesta minha escrita, poderia surgir uma questão: Como pode uma decisão de um Tribunal de Justiça Eleitoral sobrepor uma sentença do Superior Tribunal de Justiça? A resposta desta indagação é muito simples: não há barbeiro, tran.misso da doença d: C1a s. A petute mnfer ou inda que o pessoal da secretaria de Ahn mitra o cá ni 1o ambém ao recadastramento dos servidores mtnicpzi:. o quadro é composto tor 23 funcion:lrios e , foi!, w,1.1 aos cofres elo mur 1.;;ípio cerca d R$ 80 mi! ' • 1ilto. identi icar onde • tio os no.sos servidor s c dar novas atividades !entro do nosso programa de ver para Porto Mlll ·ho", concluiu. (Corr-;,od, !Jdo) cm hipótese algumn qualqucr ,nedida de força entre uma st!ntença e a outra, pois as duas vieram de julgunentos completamente diferentes. No 3rime+ro caso, a situação esteve restrita e , i n :u h1da a um negócio que não ;,::ontece .. c,.'·:o1do ao suposto devedor s s'ar o pagemerto do seu cheque, enquasa no segundon:e, o cheque estava ao ortador ai1 circulado ants .e s: bloqueado o se pagamento. A importância de tr:itar desse assur,to foi no sentido de ·nestrar que qualq pessoa que poss~•.i c::".l _pojer um cheque, ainda que sei: pré-datado, e que foi devolvido pelo banco sacado por detenninaçiio do emitente, pode buscar na Justiça o ressarcimento do valor do seu crédito. bem como pleitear ma indenização por peràas e danos. Para ca caso cm concreto, a melhor solução pa o problema certamente será encontrada p seu advogado, que voce deve procurar tio logo receba o cheque devolvido, a fim tle agilizar e facilitar a busca do recebimento desse título". - Geraldo Escobar Pinheiro (Presidente da Associacão dos Advogados de Maro Grosso do Sul). F""!'r w.Piladfebuá, 1@Z@- @@[ 07255-1152 Os Diretores do HOTEL BONANZA e HAPAKANY TOUReir- """",, -i se-ão honrados em tê-lo como nosso turista, onde lhe garantimos uma boa estadia e visitas em nossos atrativos turísticos com Guias Especialisados e com segurança. Também damos cursos de Mergulho do Básico ao Avançado. JOR, AL TRILUA LA TONTEIRA Prefeitura M nicipal de Bela V.sta PORTAR1A M 10/96 - _GAIETE DO PRrE1TO O PREFEITO MUNICIPAL DE MELA VISTA-MS,, NO USO DAS A1RTIIIJIÇÔt:~ QU1•: A U.T l.111( C.0:ffl:llE; Rrtr 1 XO)i! llAR A l'f"llll)O O SERV IOOR, CARI,O!J Al.llf'R.!Q__: 'li .mnn, no CARGO f:I ETIVO OE Tf.CN!CO Ltl (.otTfAUILI XnE., TARJO IV, CLASSE. A, REFERENCIA 01, LOTADO ;:A Sl'CRI.TAltfA lll: FAZD.'DA, 110 Ql'Alll(O J>J:IiMNlU,'fl'. Dt2 J'A l'Rl.fl.llllliA MlJ?IICil'AJ., A PART[I DE )J .J2.96 DE At'lllll0 f.011 O lll nrosro NO ARTIGO 4ll !10 DECRETO Le1 '.:) 948, Dlo 19 OI'. AllHII. Ili' l.99), DO t.:STATUTO. CUMPRA-SC lll.l.A VTSTA-IIS., 31 DE DEZEMBRO DE 1.996 ARMO ARMOA ZACARIAS - PREFEI TO MllNIC'I PAL PORTARIA NO 349/96 - CABINE TE DO PRl(PP.lTO O PRl'.rl.TTO Ml!NlCLPAI. 08 IIELA VISTA-MS., ESTAIJO llE MATO f.llOSSO DO SUL, NO USO DAS ATllllU!ÇÔES QUE A un LllI: CONl·EIH'.; RP.SOLVE: EXONERAll A PEDIDO O SERVlDOR, CLEMENTE MARCOS - IIARllOSA; DO CARGO P.l'ETlVO DE ASSISTENTE DE ADMINIS TllAÇÃO, PADRÃO lV, CLASSE A, REFER2NCIA 04, LOTADÕ NA S[CRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO, DO QUADRO PERMA NENTE DESTA PREFEITURA MUNICIPAL, A PARTIR DE 31. 17. 96, DE ACORDO COM O DISPOSTO NO ARTIGO 1,8 DO DECllf'."fO Lei NQ 91,8, DE 19 DE ADRIL DE 1. 993, DO ESTATUTO. CUMPRA-SE BELA V1SrA-MS., 31 DE DEZEMBRO DE l. 996 ABRAÃO ARMOA ZACARIAS - PREFEITO MUN1CIPAL PORTARIA NQ 348/96 - GABINETE DO PREFEITO O PREFEITO MUNICIPAL DE BELA VISTA-MS, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES QUE A LEl LHE CONFERE; RESOLVE: EXONERAR A PEDIDO A SERVIDORA, ERACLIDES NlJNES, DO CARGO EM COMISSÃO DE CHEFE DO SETOR DE VIDA ES COLAR E APOIO AO ESTUDANTE, S!MllOLO DAI-2, CODIGO 2.1.02, A PARTIR DE )1.12.96. CUMPRA-SE BELA VISTA-MS., Jl DE DEZEMBRO DE 1. 996 ABRAÃO ARMA ZACARIAS PREFEITO MUNICIPAL Câmara Murlicipal de Bela Vista PORTARIA N? 003/97 - CAf!ARA MUNICIPAL JOSÉ AIRES CAnJRE, Vereador Prcsi.den te da Câm:1- r.1 Municipal de Bela VIsta, Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suns atribuições legais; RESOLVE: Ceder a Servidora J,OSANA MARA }LGAL!IÃES DOS SAN TOS, do Quadro Permanente desta Casa Legislativa-; à Prefeitura '!unicipal com ônus à origem. Revogar a Portaria NQ 001/97 desta Casa Legisl.!! tva, datada do dia 03 passado. CUMPRA-SE Sala das Sessões 08 de Janeiro de 1. 997 JOSÉ AIRES CAFURE - PRESIDENTE Edital de Proclamas Janilde Rosa dos Santos, Oficiala do Regis tro Civil desta cidade e cocarca de Bela Vis ta-MS., faz saber à todos qunntos o presente E dita! de Proclaros virem, que apresentaram os documentos exigidos pelo artigo 180 do Código Civil Brasileiro, incisos 1~11-Ill e IV, e pre tendem se cnsar: - ALEXM'DRE NOGUEIRA COSTA e REJANR PERES NE TO· brasileiros, solteiros, residentes e doi ci 1iodos nesta cidade, ele, natural dô Rio de Jar,iro-lraj5, cilitar, filho de Ary Pinto Cos ta de dona Clêa Nogueira Costa; ela, estuda te, fiiha de José Francisco Neto, e de dona Nã dir Peres Neto·. - • algué souber de algum impedkento que se ponha na foma dá Lei. BELA vrsrA-MS., 10 DE JANEIRO DE 1.997 JANlLDE ROSA DOS SANTOS - OFlCI,LA ANUNCIE E VALORIZE O JORNAL DE SUA CIDADE JORNAL TRIBUNA DA FRONTEIRA COM EN TA N D-0 I:NLAC P. de Tatfana, f!lha d 'Ilton retro F e T reza Cr!tina e de Li lo César, fIh de A I mo R. Zarate e Iracer a será no dta 1'/01/97 às vinte horas na reja Srfan Ortodoxa São Jorge em Campo Grande. A recepção s·ri no Rádio Clube Cidade. Desde i, de.ej nos felicidades ao fo vtn C,1tlil 1. DE. PARAÉNS ---- O Presidente do CLube Esportivo Melavfstense Sol1man Tebfchrane e Dlretorl:i, pelo S<·n. ,1ci onal Baile do Revelllon realizado, Conjunto Mu slcal agradou assim como a linda decoração do ambfen te. A socfcd11dc prcr,tigioul TAMllr.Ji O Grêmio, realizou um ;:inlri.1dÍ,;6imo Revefllon. Casnis e principalmente a Juvrntude [lzerdm da passagem do ano no Grêmio uma agradável noita da. O Sr. Jo:io K.aliíc e ~ua equipe, como sempre receberam elogios pela promoção! DESFJAMOS Ao novo Prefeito de Bela Vista, José Gar1bal dl da Rosn Neto e toda sun equipe, sucessos Jornada que ora inician. -- CARTA ABERTA -- Caríssimos (as). na Aconteceu ao dfa l 9 de Dezembro PP, E,E.P.Y..P.S.C. Ester Silva, a Forri.,tura li/ PTc P.acolar. /li Os al,111os cleg.,nt c:entc vestidos cc beca vermelha e branca. j Sala decorada com balões brancos Ili vermelhos. Os prenentes foram homenngeados com co- Ili o lll uetel,após_a_ceriônfa_de_Formatura. Varabenizamos a Professora LidL,ne Clo- /// /// tilde D. Sa pelo prestígio e desempenho de ,.. suas funçocs. /li ,'/ Ili Ili Ili li I li/ Ili Ili Ili Ili Ili Ili Ili Ili Ili I}! Entre flores e o ventilador escrevo. lloje calor está terrível, muito quente mesmo. Olho a minha sala e vejo a árvore armada com papai Noel e bolas brilhantes, cartões. Emb.1ixo a sagr:1da ·camílla - o nascimento de Jesus. Por quê dos costumes, pergunto cu? Quando éramos crianças - costumivanos colo - car os sapatos na janela para Papa1 'oe l colo - caros presentes. llojc o que se faz? Arma-se uma grande árvore e alí colocam-se os presentes cm caixas elaboradas - para que se abram no Natal ou se faz a brincadeira do "Amigo Secreto" e menos dispendioso. Costumes são cottumcs. O que fazer? Faz par te de nossa cultura. As músicas natali11.1s são lindas, embalam nos sos sonhos. Vou completar com uma poesia de Manoel Ban- deira. Vi uma estrela tão alta Vi uma estrela tão fria Vi um.a estrela luzindo Na minha vida vazia. Era uma estrela tão alta Era uma estrela tão fria Era uma estrela tio sozinha Luzindo no f1 do din. Que no seu Natal apareçam m!l estrelas cadcn tes e inúmeros desejos n·alizados. SCÕRPIO Por Nancy Ili Ili Ili Ili Ili Ili Ili /!/ Ili Ili Ili til Ili /li Ili !ti A formatura do Pré 111 Ili r m Ili Ili Ili Ili Ili Ili Ili Ili Ili Ili Ili Ili Ili Ili Ili Ili Ili Ili Ili na Ili do Ili flU,l Ili e PRECE MILAGROSA PARA PROSPERIDADE OH! Criador do mundo, tu que disserte peça e receberás ebora esteja nas alturas, em V! D[v!na loria, InelIna! os seus ouvidos à esta hurlde criatura, para satisfazer-me o deseJo. Ouve mInha prece. H! PaI anado e faze! que por V3 vontade eu cbtenha a zra,a qu tanto a!ejo (PEDIDO), Dcun supri agora todas as minhas necessidades segundo as tuas rI quezas em glória e serei yrato por nuas riquezas erpre atf vas, presentes, trutiveis e abundantes er ninha v!da e lr.tÕ seja felto pelo poder en nome do V? adorado FIL!o Jesus,(C tar esta prece pela ramhã 7 vezes, Juntamente co o Sa! 23e o Pai-Nosso, mande publicar no 32 dia e observe o que acontece no 4g dia). E.V. COLCCJ Representações 1 <çÓtccr, LEVI'S, WRANGLER) 1 Blusas, Ca_misetas, Calças,~ Camisas e Acessórios ua General Samanieg Jem frente a Casa Br:to5' - ---~ - ..COMUNICADO- crita no CGC sob oN'.' 31.546.450/000L-08, r<'prescntada pelo J.1r.co do firas11 S.A. - Bela Vista/MS , COMUNICA ao público cm geral, que pretende vender, n::s condições/estado co que r.e encontra pelo valor igual ou -upcrlor ao da avaliação, UM VE!ClítO FORD, CA.'IIOXETA r i.000 se SS - ANO 94/94 - CABINA ALONGADA, COR BRANCA - GASOLINA - CHASSI IR 8AFBTRL20RJ085231, avaliada cm RS 12.000,00 (doze mil reais). Os eventuais intcrc~sados deverão apresentar suas proposcas·dc coopra, por escrito em cnv~l~, pe lacraco endereçado a agência do Banco do Brasil, situada na cidade de Bela Vista/5, a aten ç,1n do Gerente Cera], indicando o valor proposto e a foma de pagamento, até o dia 20/01/97. Os cr.v"1.,p,.."S s.,r:ÍO abr ü,s :xi d:L:t 'll/01/97 e, scci aalhtd a proposta que apresentar melhores condiçÕes de caprx.Para qu:: surta seus ju dicos e legais efeitos, finn:l a 'presente que ser:i i:ul>lic:id..1 no órgio de ipnnsa local e da re- gJ.:io. BELA VISTA-MS., 09110/97 BANCO DO BRASIL _S.A. - Bela Vista/!S Selvino Hanauer C. Robson S. Corrêa Gerente Geral EE Gecon EE Esteio Agroveterinárfa Imporudor-:,, e E1port:adona Ltd;i • Prdutcs Agrecu±ris em pera!- Linha zcrleta da rape: • Atendimenta Vetzri±ria a T Você imagina o que a♦ STUDIO NEW * FAZ??? Nst arte é rqtstrar s ksrs ts R! CLI, .Pau..... 7u, Jato.. _-.ruo. C.a-.a Aéanir Mcr.donç.i • Fotógr::fo [tritriii Continuar navegando TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº_1805_07_01_1997 TRIBUNA_DA_FRONTEIRA_ANOXXV_Nº1807_16_01_1997 Voltar para a lista de itens