Prefeitura entregou Carnês de IPTU 
à contribuintes isentos do Tributo 
Na semana passada, em solenidade 
realizada no P'aço Municipal, o Prefeito José 
Garibaldi da Rosa Neto, acompanhado de 
Se1:ret{1rios Municipais e Vcrcudorcs. 
procedeu a entrega de carnes de IPTU aos 
contribuintes isentos do pagamento do 
trihuto. de acordo com as Leis Números 866/ 
93, de 23/12/93 e 981/96, de 13/03/96, que 
beneficiam mais de 1.000 proprietários de 
imóveis em nossa cidade. 
Pela Lei N" 866/93, de 3/12/93. são 
considcrados isentos do pagamento do IPTU 
os aposentados e pensionistas que percebem 
menos de dois salários mininos mensais e 
possuem um único imóvel do Município, 
bem como os expedicionários da FEB. ALei 
Nº 981 /96, de 13/03/96 concede a isenção 
do IPTU à todos os contribuintes q11e silo 
proprietários de um único imóvel na cidade 
e cuja área construida não excede os 60 
metros quadrados. Um grande número d..: 
eontrihuintcs isentos do pagamento do 
imposto participaram da solenidade de 
entrega dos carnês. em frente ao Paço 
Municipal, conforme mostramos na foto ao 
lado. 
Festa da Páscoa para 
as Crianças das Creches 
Na última quarta-feira, Rosa, promoveu na sede da 
dia 19, o Fundo de /.çilo Associação dos Servidores 
Social de Bela Vista-FAS- Públicos Municipais uma 
presidido pela t • Dama bonita festinha dedicada às 
Dona Sucly Loureiro da crianças das creches 
municipais mantidas pelo 
órgão. em comemoração a 
chegada da Páscoa. que 
ocorre no final da próxima 
semana. . Página - 03 
CPI não acaba em pizza, 
garante Franklin Mas•uha 
"A CP! da Previsul não vai acabar 
em pizza". Foi o que garantiu o Presidente 
da Comissão Parlamentar de Inquérito 
que investiga irregularidades no Instituto 
de Previdência Social de Mato Grosso do 
Sul. Deputado Franklin Masruha. do PDT. 
"Essa é uma afirmativa 
indiscriminada contra todas as CPJs. mas 
no nosso caso posso assegurar que houve 
muita responsabilidade na apuração dos 
fatos", explicou o Parlamentar. 
Página-06 
"Conviver" e»ce 
Ressurreição de .Je 
a última quinta­ 
feira., dia 20. na sede da 
ASPUBE, um grupo de 
idosas que integram o 
Projeto "Conviver", 
Programa mantido pelo 
a 
Cristo 
u 
PM desvenda furto de Motosserra que 
foi trocada por "Maconha" no Paraguai 
Fundo de Ação Social de 
Bela Vista e coordenado 
pela Sra. Maria Consuelo 
Almeida e.la Cruz. realizou 
a encenação da 
Ressurreição de Jesus 
Cristo. em celebração à esta 
que é considerada urna das 
mais importantes 
passagens bíblicas sobre a 
vida do filho de Deus cm 
nosso meio. Página - 03 
Além de elucidar rapidamente o funo de 
uma Motossema. a Policia Militar de Bela Vista 
acabou descobrindo que o equipamento ln, ia sido 
trocado por uma boa quantidade de "maconha" 
em Bella Vista Paraguai e ainda prendeu em 
flagrante o autor do crime e um comparsa. que 
estavam de posse de aproximadamente meio-quilo 
da "erva" em uma residência localizada na Rua 
Antonia Vargas da Rosa. 
undo as informações logo pela manhã do 
último dia 2103, Sr. Oscar Mohr, 56 anos. 
proprietário da Serrania Prani k Fiada Rua.João 
Chamorro, sn", no Baino Agua Doce, comunicou a 
Policia Mi!ir que naquela madrugada havia sido 
furada dasuempn uma Motossera marcha Shil. 
modelo 076. 	Página - 08

JDl 
DIÁRIO REGIO, AL 
Você é um 
Doadorde 
Se você até agora não compareceu ao DE IRAN - Departamento de Transito, exigir que 
escrevessem em sua Carteira de habilitação "NÃO DOADOR DE ÓRGÃOS E TECIDOS", 
e nem compareceu ao Instituto de Identificação Civil para fazer constar na sua Carteira de 
Identidade esta observação, informo-lhe: "VOCÊ É UM OO/DOR DE ÓIWÃOS. SIM". 
Essa situação constrangedora de ir aos mencionados locais públicos, pedir o registro 
expresso desta manifestação, passou a ser obrigatória desde o dia cinco de março do corrente 
ano, quando entrou crn vigor n Lei n" 9.434, de 04.02.97, que dispõe sobre a removão de 
6rg1ios, tecidns e portes do corpo humano para fins de transplante e tratamento. 
Considero constrnngedora, antipática e até de certa forma revoltante, medidas dessa 
na111rc1,1. Estílo obrigando, por força legal, que as pessoas tenham que se deslocar até um local 
público para registrar sua negativa no sentido de nua doar nenhum de seus órguos apó~ u 
declaração da morte. 
Isso vni fazer muita gente deixar como está e SER CONSIDERADA DOADORA DE 
SEUS ÓRGÃOS, POR F /L TAR A /NOTAÇÃO EG/ TlV / EM SEUS 
DOCUMENTOS, e cm conscqUCncia disso corre o risco de acabar sendo morta por interessar 
mais os seus órgãos do que sua própria vida. 
Com o devido respeito nos médicos e hospitais, que na grande maioria praticam com 
responsabilidade a sua profissão, que a minha opinião é mais importante para o ser humano 
porque tem como principio a recuperação da saúde e, em conseqüência, a preservação de qualquer 
vida, mas devo dizer também que não é uma, e nem duas. as noticias sobre hospitais 
irresponsáveis, dirigidos por profissionais despreparados, totalmente interesseiros. que deixam 
seus pacientes morrerem em filas na esperança de serem atendidos, como também não é um. e 
nem dois, os boatos de crianças raptadas e submetidas a cirurgias desnecessárias mas com a 
finalidade de retirada de órgãos para serem vendidos até no exterior. E é exatamente aqui. nas 
mãos de pessoas inescrupulosas. que mora o perigo para o cidadão. 
Essa Lei, embora tenha tentado criar uma segurança aos pacientes. não conseguiu e nilo 
vai conseguir nunca, evitar a prática ilegal da retirada de órgãos de que hoje temos noticia. Pelo 
contrário, é uma fonna de "legalizar" os abusos de que vai morrer muita gente "antes da hora". 
isso porque cm alguns locais. e parn alguns profissionais inescrupulosos. vai valer mais um 
órgão humano para ser utili:rado cm algum paciente abastado, do que a vida de qualquer paciente. 
mesmo o infousto. 
Não podemos deixar que essa nonna legal pcnnancça cm vigência cm nosso ordenamento 
juridico. e tivéssemos a certeza de que todos os médico, de que todos.os hospitais. são pautados 
pela sagrada ética que juraram obediência, tudo estaria perfeito e sem qualquer problema. No 
entanto, a prática dn realidade da vida nos ensina que, embora poucos, existem profissionais 
dessa área que fccharnm os olhos e taparam os ouvidos no dia cm que colaram grau e proferiram 
seu juramento. e que não teriam qualquer tipo de remorso cm declarar a morte de um pobre 
coitado. trabalhador e pai de familia, para dele retirnr órgãos úteis a uma clicntcla mais abastada 
economicamente. 
ó para citar um exemplo, nossa atual lei Penal proibc a prática do aborto. salvo cm 
certas e dctcnninadas exceções. 'o entanto. existem rumores da existência de inúmeras clinicas 
clandestinas especializadas no assunto. 
Não e demais lembrar que na prática tudo pode ser diferente. Relatórios, contas, balanços. 
contratos, enfim, tudo pode ser manipulado visando interesse e lucro de profissionais 
inescrupulosos. E a fiscalização disso tudo com o rigor e presença constante necessários é 
praticamente impossível cm um Pais de dimensão continental como o nosso. e que atravessa 
tamanha crise econômica. cujos funcionários não recebem salários condizentes com as 
responsabilidades e são em número infinitamente inferior ao mínimo necessário. 
Além disso, estamos cansados de ver que o "dinheiro" é que muitas vezes dá o poder. 
sobrepõe a moral. corrompe o justo. pisa na ética, deturpa o profissional. e até mesmo pode 
definir em manter ou em dar fim a uma vida. As seguranças ao cidadão, previstas nessa Lei. 
não vão conseguir impedir práticas ilícitas, anti-éticas e imorais por pane de profissionais 
inescrupulosos. 
Estamos correndo o risco de, cm breve, rir os jomais e revistas e deparar com reportagens 
dando conta da existência de quadrilhas e n,cks n iminosas especializadas cm obter órgãos para 
transplantes, cm total desrespeito a pcsso:: humana e deixando o cidadão completamente 
de ·proteg.ido. Podemos chegar ao abuso deu.na pessoa ser internada por"uma doença qualquer 
e de somenos importância, e sair mona. 1<:11Jo seus órgãos sido esparramados pelo Pais pa 
esses criminosos. E não é preciso fazer enhum fatigante exercício de imaginaçiio, pois basta 
lembrar que todos os dias incontáveis rzssoas analfabetas e sem instrução dão entrada nos 
hospitais do Brasil. e na grande maiors das vezes sem qualquer parente ou amigo para 
acompanhar seu atendimento: a presa é fácil e está ao alcance das mãos!! 
Esta Lei teria outra dimens:io se em vez de declarar todos os cidadãos como DOADORES 
DE ÓRGÃOS, deixasse a critério de cada um essa escolha. ou da família quando da morte, 
como em feito antes. • 
Tenho notado que ultimamente os detentores do poder. seja de qualquer segmento. 
conhecendo a indolência acentuada do brasileiro, está interferindo cada vez mais cm sua vida 
particular, porque sabem que não haverá movimento contrário. nem contestação, e assim o 
ilegal vira legal. o imoral vira moral, etc ... 
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Toninho Ruiz e Nelson Feres Júnior IPorto Murtinhol e Victor Hugo Velásquez Per.,,"o. André Ávalas Jardim! 
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devolvidos. 	" 'rgInais enviados à Redação pio serio

JH, AI TRIBUNA DA ERO.TEIRA DIARIO REGIOAI 22/23DE RC DE 19° PÁG1 1 
Festa da Páscoa para as crianças das creche 
N,1 últim:i quu1.1• 
eira, dia 19, o Fundo de 
Ação Social de Bela Visa­ 
FAS - presidido pela 1' 
D.1111a Don.1 Suely 
Loureiro da Rosa, 
promoveu na sede da 
Associação dos Servidores 
Públicos Municipais uma 
bonita festinha dedicada às 
crianças das creches 
municipais mantidas pelo 
orgão, em comemoração a 
P.ísco,1, que ocorre no final 
da próxima semana. 
U rn grande e 
dei icioso bolo e, é claro, 
ovos de chocolate, regados 
,l refrigerantes e sucos, 
fizeram a alegria das mais 
de 100 crianças até seis anos 
de idade, que foram 
trazidas dos mais diferentes 
pontos da cidade. 
Registramos as presenças 
d 1Dama Dona Suely; da 
Coordenadora das Creches 
e responsável direta pela 
organização da festa para a 
criançada, Tina Cardinal 
Rondon; Prefeito 
Municipal José Garibaldi, 
Chefe de Gabinete Marcos 
Barbosa, sua esposa Dona 
Consuelo, Sras. Olyrnpia 
Loureiro de Almeida, (mãe 
da 1 • Dama), Iná Pinto 
Cardinal, Edina Bianchi 
Cardinal e Léa ardinal 
Borges, e11tr • outro que 
foram prestigiar o evento. 
Don Suely Loureiro 
da Rosa usou a palavra 
para agradecer a boa 
vontade d JS professoras 
das quatro creches 
municipais (Irmã 
Angelina,' Zulmira 
Ossuna, Brinco e 
Aprendo e Cri.inça Feliz), 
pela confecção das 
belíssimas máscaras de 
coelhinhos que 
ornamentavam a 
criançada e desejou às 
crianças das creches da 
nossa cidade uma feliz 
Páscoa, que todas tenham 
muita saúde, muita paz e 
sejam muito felizes. A 1 J 
Dama também agradeceu 
a presenç.1 das crianças 
atendidas pela APAE dJ 
nossa cidade, que foram 
convidadas e também 
prestigiaram a festinha. 
O Prefeito 
Municipal José Garibaldi 
também parabenizou a 
criançada pela bonita 
caracterização de 
coelhinhos com que se 
apresentavam e desejou 
muitas felicidades à todas 
elas, logo em seguida 
foram feitas apresentações 
de cantos e versmnhos pelas 
crianças das quatro 
, rl'rlin m,llllld,t pelo 
Fundo de Ação Social de 
Bela Vista e ao final 
algumas crianças crecheiras 
que aniversariam neste mês 
de março foram 
homenageadas com o 
tradicional "parabéns". 
O melhor da festa, 
para as crianças é claro, foi 
a distribuição do gotoso 
bolo e depois cs deh ioso 
chocolates, aí então as 
máscaras e punturas de 
coelhinhos desapareceram 
rapidamente, dando lugar 
à rostinhos de muita 
felicidade e alegria. Nas 
fotos abaixo, de Ubaldio 
Rodragues flagrantes dafesta 
da Páscoa para a rançada 
das creches muntap1s. 
Idosos do Projeto "Conviver" encenam 
a Ressurreição de J e 
Na última quarta· 
feira, dia 20, na sede da 
ASPUBE, um grupo de 
idosas que integram o 
Projeto "Conviver", 
programa mantido pela 
Fundo de Ação Social 
de Bela Vista e 
coordenado pela Sra. 
Maria Consuelo 
Almeida da Cruz., 
realizou a encenação da 
Ressurreição de Jesus 
Cristo, em celebração à 
esta que é considerada 
uma das mais 
importantes passagens 
bíblicos sobre a vida do 
filho de Deus em nosso 
meio. A apresentação 
da peça teve como 
motivo a chegada da 
Semana Santa, período 
em que a Igreja Católica 
celebra a Paixão e 
Morte de Jesus, 
culminando com sua 
Ressurreição, que se 
deu no terceiro dia, 
após ele ser crucificado 
e mono na cruz. 
Vestidas com 
roupas tÍpicas da época 
e demonstrando toda a 
seriedade que uma 
encenação como essa 
exige, as idosas fizeram 
uma apresentação 
belíssima, prendendo a 
atenção dos colegas 
idosos que se fizeram 
presentes em grande 
número e também das 
demais pessoas que 
foram prestigiar a 
bonita iniciativa, como 
a 1 Dama Suely 
Loureiro da Rosa e 
coordenadoras das 
equipes do Fundo de 
Ação Social. Outro 
destaque da 
apresentação foi a 
caracterização do 
sepulcro de Jesus que, 
montado 
adequadamente, fez. 
com que transparecesse 
um realismo muito 
grande durante a 
apresentação da peça 
teatral, chegando a 
emocionar muitos dos 
idosos presentes, 
pessoas que possuem apresentaç5.o, os idosos 
uma religiosidade forte homenagearam os 
e que em sua maioria colegas aniversariantes 
nunca tinham assistido do mês, cantando o 
uma encenaç5.o como "parabéns" para d pois 
saborearem um 
a delicioso bolo om 
essa. 
Após 
Cristo 
suco, oferecido pelo 
Fundo de rçào Social 
da nossa cidade, como 
tradicionalmente 
acontece todas as 
quintJ-feiras. 
Nas fotos acima, 
flagrantes da reunião 
dos idosos e da encenação 
da ressurreição de Jesus 
Cristo, clicados por 
Ubaldino Rodrigues. 
"@. Paseaaff

L/TER AruRÃ 
Armadilhas do Poder 
roa Mora Bstio 
r luas 
Poder absoluto é o primem> romance 
do advoado americano David 
Daldacc1, mas 11, o é nada modesto. A 
ir.una tra7. como ingrediente principal 
apenas o envolvimento direto e pessoal 
do presidente dos Estados Unidos num 
assassinato passional. O livro foi 
lançado 110 mercado americano em 94, 
já foi traduzido para 20 países. Ganhou 
as telas de cínema sob o cmnando do 
veterano Clint Eastwood ano pa ado 
e chega agora ao Bra. il pela Editora 
Rocco (544 páginas/R$ 35). 
Nao foi à toa que chegou n1pido ao 
cinema. A trama escrita por Baldacci 
foi feita para prende a atençao do leitor 
até o final. Além de intrigante, discute 
questões éticas, como reza a cartilha 
atual de Hollywood. O clima ten o e 
de suspense começa já nas primeiras 
páginas. Luther Whitney, um 
escrupuloso ladrao profissional que só 
rouba quem pode suportar o prejuízo, 
prc encia o a sassinato de uma mulher 
por comando direto do presidente dos 
Estados Unido , Alan J. Richmond, um 
bêbado e maníaco sexual - qualquer 
semelhança com os escândalos do 
Governo Clinton nrio é mera 
coincidência. 
Determ111aúo e11i de;smascarar o 
presidente, o ladrão só vé uma saída: 
pedir ajuda a Jack Graham. Ex-noivo 
da filha ele Luther, Graham, um cx­ 
defcn!>or público e atual ~ócio de uma 
das mais importantes empresas de 
advocacia do país, passa a ser o apoio 
de Luther na árdua empreitada. J partir 
claf, entra em jogo o poder dos grandes, 
onde os su peitos de um a sas ·inato 
circulam livremente nas altas esferas 
do gabinetes do poder e do serviço 
secreto americano. 
Baldacci le_vanta no livro uma 
questao que soa como ingenuidade 
infantil para um brasileiro, mas que 
para o americano médio parece válida: 
até onde um presidente é passível de ser 
acusado por um crime comum- de de, 
é claro, que não haja interesses políticos 
diretos no caso. Formado em iéncias 
Políticas e Din:ito pela Universidade de 
Virgínia, o escritor explora com 
perspicácia o mundo dos negócios 
escusos, as transaçõe su peitas do 
governo, a corrupçrio, o abuso do poder 
e a duvido a moralidade do políticos. 
Poder absoluto rendeu ao advogado 
e e critor um adiantamento de U 2 
milhôe , fora os direitos para o cinema. 
Produzido; dirigido e estrelado pelo 
republicano Clint Eastwood. o filme 
deve ser fançado aqui cm maio deste 
ano. Além de Eastwood, que mterpreta 
o ladrão Luther Vhitney - o mocinho 
tia história-, o filme ainda traz no 
elenco nomes de peso, como Gene 
Hackmann, Ed Harris e cott Glenn. 
Antes de Poder absoluto. Baldacci. 
de 36 ano de idade.já e creveu quatro 
roteiros de cinema. a citlo cm 
Richmond, na Virgínia. já trabalhou 
como advogado criminal e depoi atuou 
como advogado de grandes firmas em 
Washington. 
Poder ab oluto foi escrito durante 
doi anos. poi , segundo o própno 
escritor, somente as noite cram 
reservada para e se trabalho. Durante 
o dia, Baldacci exercia a advocacia. 
O cenário do crime é uma mansão 
em Middlcnton, na Virgínia, a 45 
minutos de Washington, de propried:1de 
de um do homens mais ricos do paí , 
o bilionário Walter Sullivan. O que 
Luther no havia planejado para aquele 
as alto é que acabaria sendo a 
te temunha do crime que mudaria 
completamente sua vida. 
A casa de Sullivan serviria para mai 
; uma noite de orgia do presidente. Só 
que desta vez, sua amante decide fazer 
jogo duro e acaba sendo as assinada 
friamente pelos agente secreto do 
presidente. Apó o crime. Luther 
con egue fugir da man ão com uma 
prova do crime e passa a ser procurado 
pelo erviço secreto do poder executivo 
norte-americano. 
LivRO 
Viagem Filosófica 
roa tal la 
Pi 
O I tlcí oío Albert C1mu, 11:io podcn 1 
mesmo ser um viajante comum. O olhar 
cntico que despejou sobre o mundo após 
a Segunda Guerra Mundial. quando 
passou a ser conhecido por livro como 
O estrangeiro e A peste, também esta 
explicito em Diário de viagem (128 
p:'igrna1,/R$ 18). relançado agor.t pcl.1 
Ed11or,1 Rccord. O livro é um relatóno 
das atividades de Camus durante duas 
viagens que tinham como final1datle 
realizar conferências e disseminar seu 
pensamento existencialista. A primeira 
foi cm 19-16. ao Estado, U111dm. e a 
segunda. :"l América do Sul. 
principalmente ao Brasil. cm 19-19. 
Ambas muito antes de Camu, ganhar o 
Prémio obcl de Literatura. cm 1957. 
Ou <,eja. três ano, antes de sua morte. 
O grande interesse do livro não está 
propriamcntc nos lugares e pessoas que 
Camus viu e encontrou durante a viagem 
- apesar do filósofo ter se encontra<lo 
com personalidades 11nportantes no 
contexto nacional. como Aníbal 
Machado. Manuel Bandeira. Murilo 
Mendes. Oswald de Andrade e Máno 
Pcdrosa. entre outros. Por causa da 
forma utiliza<la nos relatos. o 
mtcressantc e tá em desvendar o próprio 
espírito polémico e independente do 
viajante e escritor. 
Espírito este torturado por um mau 
humor sem fim. Camus chega até a 
pcnsar cm suicídio durante a viagem. 
Mas até o pessimismo é compreensível: 
Camus Já estava sentindo os sintomas 
da tuberculose que o perseguiria até o 
íinal da vida. 
-O curioso de algumas das 
observações do íiló ofo e tá no fato que 
podem er aplicadas à sociedade 
brasileira até hoje. uma de suas 
con idcrações sobre o trânsito já caótico 
do Rio de Janeiro. Camus observa: ··os 
moton'stas brnsileiros ou ão alc:gres 
loucos ou fn'os sádico ••. 
O füósofo também passou pela Bahia, 
Recife, Porto Alegre e São Paulo. onde 
igualmente não denou de ob rvar a 
mazelas da socredade Numa passagem 
por um presido paulistano, teprsta cm 
seu dano que o local era ate belo. como 
os presídios de filmes ameneanos. 'a 
não ser pelo cheiro, o cheiro ho d 
de homem que impregna todas as 
psoes 
Algumas dessas experiências das 
por Camus nessas vagens acabaram 
servmndo como subsidio para outras 
obras do autor. Como. por CCl11 plo, sua 
,i<,11a a um centro de urnhand:1 no 1{10 
que n:aparece em fonnJ de ficçJo e;m um 
dos contos de O exílio e o reino. 
O descaso de Camus em rclaç, o J 
vagem e as pessoas que encontra hca 
c.idcnte na própna grafia errada de 
vários nomes. ião fosse por umapéndi.e 
editonal. sena quase impossível identifica 
algumas das figuras que cruzaram o 
caminho do filósofo. O ha1rro c.le 
Madureira. no Rio. vira Madeidura. o 
musico Dorval Caymmi e chamado de 
Kaimi e o poeta Augu,to Frederico 
chmidt foi redu11do a S. ou Fedenco. 
pesar de todo o negativismo, Camus 
foi um jornalista combativo. Em 19-10. 
quando deixou scu paí natal. a Argélia. 
para trabalhar na França. virou editor do 
Jornal pansiense clande5tino Combat. 
onde defendia fcrreamcnte suas 1dé1a di: 
Justiça e princípios morais. Também foi 
membro do Partido Comunista. Mesmo 
as im, cm seu romance A queda. de 
1956. Camus não poupa ataque 
violentos à hipocrisia da esquerda e à 
inconstâncias da burguesia. 
Camu traduzia para o papel sua, 
próprias angústias sentimentais e física-'>. 
Talvez por ter escrito o Diário de viagem 
sem _maiores preocupações de publicá­ 
lo - o livro foi lançado apenas em 7 . na 
França. 18 anos depois de sua morte - . a 
aspereza de suas observações estejam 
mais evidentes e crua .. Mesmo as im. 
são um convite explicito à reflexão sobre: 
a sociedade moderna, que parece pouco 
moctihcada quando vista pelos olho 
desse observador quase 50 anos atrás._ 
ESTANTEESTANTEESTANTEESTANTEESTANTEESTANTEESTANTEESTANTEESTANTEESTANTEESTANTE 
Faxina planetária 
Imago esta lançando O planeta Ami ( 156 
paginas/preço não divulgado), do escritor 
Aminad,l' Palatnik. O h1 ro mo tra os al';:nço 
urprcendcntcs dos habnames ·de um plan.:ta 
dr tante - como fn:ar o ímpeto- egoístas dos 
~acs pensante -. o que alva o próprio 
pbncta da de truiç!lo total. Para continuar 
m:1n1c11 lo o que con cguiram. os habitantes 
de, e plJneta pas :im a ter como objeti, o 
repa ar. eu conhcc1mcnto • para os outros 
mundos. limpando as im a impurezas morai 
do. outro planeta . 
Poesias de· um mestre. 
Anotações poéticas (96 paginas R' I ). da 
Ednora Globo. traz um:i cok1ànca de poesüs de 
Ma rio Qumtan:i. No livro, o consagrado escritor 
mo tra su:i hab1tu:il dchcadez:i e macstn:i na arte 
de escrever. Amor. Vida. llumor. Nostalg1:i e 
Saudade são o rótulos que o organizadores 
kram ao grupo de poemas de lbno Quintana 
sekcionados. de . o e cntor re, da mas 
angustuas, um romance mcsper.ido. a ~11nphc1d:ide 
da natureza e a lembrança da mí.l.nc,a. 
Conto de fadas pós­ 
moderno 
Novos títulos 	Arte pi: tica . cinema. fo1ograí1:i. lcn: C 
. 	pubhc1d:1dc se m, turam cm Meu amigo Marcd 
Esteira de ,;spuma, de Castro Ah lraccm:i. Proust Romance ( 92 p4gnaRS 15). nono lro 
de José de Alencar. Amostra bem-humor.ida. de de Judith Gros mann. 
M1!lõr Fem:md e Históras pitorescas, de Jooo • No romance. l::mçado pela Editora Record. a 
Ubaldo Ribeiro. !lo o mai recentes título ritora e crítica liter.lri:i mostra a obsessões. 
lançados pela Edouro na Colcçao Cl icos de surpresas, contradições e :ingústi:i ,obre o 
Ouro. A coleçào é fonnada por título; de auton:s nascimento de uma grande pardo amoros . Um 
cl1ssicos cl:i !iter:tturJ brasileira e intemaciona] Por shopping center serve de cenário para a maior 
1eremfOTTnJ1odclr.mdebolso, !Ocmpor!S.Scm pane da narrativa de Gro mann., autora 
cm papel jommal, e turagem de 20 mil exemplares. tambem de A noite estrelada e Vana navegação. 
têm preço reduzido. Cada um custa R$ 1.80. mostra de poesia. 
De volta ao passado 
O prok sor Fausto Oliveira é um pesquisador 
de almas. Parapsicólogo há mais de 25 anos. 
fausto dcsenvohc um estudo, chamado por ele 
de Psicosofia. baseado em cpen&ncias com 
regrcssôc de mernôna t:into à vid:i mtr:i-utenna 
como a vidas passadas. Através dessas 
c,p.:n~nc1as. o proíc or tenta 1dcn11ficar traum:is 
de outr.is, 1da.s que se refletem nas vda pre entes 
do pacientes na form:i de fob1:is. rn:lgo:is. 
depressões e outro mtornas preJud1c1:i1 . O 
resultado desse estudo está no livro Meu anjo 
01 O p5gmas/RS l ). l:inçado peb Editora ame. 
O preço do sucesso 
i hlxr.iç_jo ícmin111:1 trou,e a reboque urna 
verdadeira escalada das mulheres a J.Jto postos nas 
empres: . Muntas delas acabaram se arrependendo 
ao t.:rdc :ibnrm. ode elli ,:ileres e sennrncruos JO 
se lançarem n:i, carrc11:1s éecuu,. A e. cntora e 
Ph D. amencana Susan Wtig Albert for uma delas. 
Susan for a pnmeira mulher amencana a atingir a 
vuce-presidência de uma universidade. No Iro 
Mulher por conl:i propna 4 p4gmn RS24.50». 
da Editora Be t Seller. iusan demonstra. através de 
casos concretos, como e possível manter o espinto 
feminino e ter suce: so com empresas propnas. 
Perdidos • nà memória 
o . . 
neurologis1a Oi"cr Sacks ro, um grJndr 
Pqursador das atuvidades psiquicas e cerebrais. Entre 
69
e 
7 
-. qua
nd
o trabalhava com , fumas de cncdali:t 
ltt:rg,ca. :icks testou um.1 no, a dro•a cm . cu, 
pacientes. Usando a levodopa. conseguiu que v4no 
pac,cmc:.., dcspcrt:bscm do estado de lclan!JJ cm q::n: 
am desde o fim da Primeira Guerra Mundial. 
qua
n
do ocorreu um uno da doença do sono. Em 
".±; ao i«is e. s ». 
p;t a Letras, Sacls relata a vwvena desse 
pacientes que despertaram e suas dificuldades de se 
readaptarem 2 ida normal. O lnro enu de base pana 
o filme homónimo de Pnm Marshall. com Robert D 
Niro nu pele de um dos pacientes e Robin WIMm1 
como o neurologrsta. 
Pecado atual 
O sociólogo italiano Francesco {Ibero! 
acredita que 'ntr 
.c ' os sete pecados captat. •1 
IIICjJ é 
O 
que mais impregna a oéieduds 
moderna. B2se1d 
O- • O ne sa premi a. ele escreve 
s Invejosos I páginas/R$ 24). 1ançad pela 
Roco. AIberom te;t, 
na promover uma vu Jíl 
profunda e mmun d 
tosa a veja. :ara:tenzando- 
como uma processo lll:lh cornpk,o do que 
aparenta Algumas das pes ursas de AIbero 
podem er 'Ml' n:i I ntern::1 no enduc ú hllp 
wwwommtelxt/alberomy htm

JORNAL IrulUJNA. DAUtONT.EIB.A 
VÍDEO 
EFEITOS a-.oPRADOS 
p()I( )tNl'l1 !)l 11111l'it, 
e, li Pai ,'S 
Apesar da tentativa de 
Ji111 Carrey de ser o 
substituto no reinado da 
comédia de Jerry Lewis, 
este papel acabou ficando 
para Eddie Murph . O 
co111ediante foi o c5colhido 
pelo produtor llrian Gra,cr, 
o mesmo de O prfncipc das 
mulheres, para refilmar O 
professor aluprado. A idfo 
de fazer uma versão anm 90 
da obra de Jerry Lewis estava 
quase st:ndo colocada para 
csca111cio, se não fosse o 
próprio Eddic Murphy 
mergulhar no projeto. 
A nova vcrsno 
transformou o raqullico 
professor Shrnnan Klump 
de Jcrry cm um sujeito 
gordo e desengonçado. 
Mas a idéia do filme 
original foi mantida. O 
cientista Shc1111an Klump é 
o alvo principal da 
brincadeiras dos 
univcrsit1rios. em um 
pouco satisfeito com o 
físico obeso, ele descobn: 
uma porçào mágica para o 
emagrecimento. 
Ao tomar uma dose do 
oro experimental. o tímido 
professor acaba se 
1ransfom1ando numa outra 
pc oa. Buddy Love, o alter 
ego dn Klu'mp. 6 um 
irresiqfvcl paqucrador. Ao' 
co111ráno de ,cu cnudor, ele 
se sai bem em todas as 
ituaçõc~ e con,egue 
rebater as brincadeiras dos 
colegas de trabalho. A 
confiança que adquire cm 1 
me mo é tanta que começa 
a c iminuar para a bda 
professora de química, 
interpretada por .Jada Pmk..:11. 
o entanto, o professor 
não conta com os cfcitm 
colaterais da porção mágica. 
Quando ele menos espera., 
ela pode perda o deito e ek 
volla à fom1a física inicial. 
Para realizar estas mudanças 
tão rápido, foi preciso mais 
do que o bom humor de 
Eddic. Muitos efeitos 
computadorizados e o 
maquiador Rick Baker 
garantiram a 
,·erossimilhança aos 180 kg 
do personagem. 
O maquiador já mostrou 
compcti;ncia desde o 
primeiro trabalho feito cm 
Um lobisomem americano. 
cm Londres. No ano em que 
o !ilmc foi feito, a Academia 
criou os Oscar de lclhor 
Maquiagcm e Rick 
abocanhou o premio. Para 
compor o profc sor dc 
Eddic, o maquiador usou um 
imensa annadura de 1:llt:x. 
RÇO DE 19897 P A 
O lado alegre da 
comédia 
Apesar dos incg{l,·e1s 
ri cos de recriar uma obrn 
considerada definitiva. Edde 
Murphy conseguiu se satr 
bem na pdc do professor. 
Diferentemente de Jerry 
Lewis. lurphy tem um 
humor mai agresvo. 
Entretanto não deia a 
desejar em 'crsatilidade cm 
n:lação ao mestre. 
As caras e bocas de Jery 
são relembrada quando 
Murphy se desdobra em sete 
papéis diferentes para vivera 
esquisita família Klump. 
O professor aloprado (Thi: 
nutty professor) - Direção 
de Tom Shadack. Com 
Eddi1.: Murphy. Jada Pmkell 
e Jame, Coburn. rrnrncano 
de 1996. 94 mim. 
[), .... 
d, " 01., 
dtr n  r .,n,r d 1 
homo uats pata sL 
confunddo om d ... 
Ri hard Iirr está otumo no papl .i .. li,! 
m tua sder entre osga pesar de A 
ramat tos, omode montou cm Ara. 0a! 
o ttah na! ma hão 
Pnt. lmstttambm adaptou bem as mudança»k h mpuramento 
do stu personam Adren tem um lado masculino qur e snt 
l,
1
wu.tli11trih.: .Jtr.uJn pc.l.1 ,tnll,.!,I 1 .1 O filme trata de maneira leve 
ngta,ada a vontade do homossexual de xupar o luar femurino 
Loucas notes de batom Whut a drag') Dr±ode GutrAuthwon on la 
trdant PatnI Imute khad Bar lan 'de 19 Io+ ma 
Velha história em nova 
ver ão 
o ontt±no dos filmes de romance que contam a hrstona de umu blu 
mulher cm husa do seu puntpe cantado Deu tudo errado. do dtetot 
+I Castle. mostra que c»ta  lh.1 h1,trn1.1 pod..: ri:to J.tr t n,, O 1,ln r l.t✓
uma patoht ao cmnema romântro,mostrando quc o prinepe mutt.4 l"/ ' 
pode se transformar num apo 
Deu tudo errado conta a httóna de uma garota romantica que proura 
um bom partido e logo se apatona por um poeta c heiode conversa 
mole Aos poucos, o prinape se revela completamcntc o opo»to do 
dealzado. Entno c penoso, o a!à no demora a denar de lado as 
boas maneias que apresentou no mo do relacionamento. 
O conto de fadas as avessas, no entanto, não tem um fina! mfehz Dpor 
de aguentar as bruscas mudanças de temperamento do novo, a heroína 
sera raptada pelo propro namorado e levada ao Méwo 
O diretor ti Castle ya mostrou a facilidade para fazer oméh.as com 
o suco de Dcn111>, n p1mcnlinh.1 A cscolhJ do casal EIlen DeGnevc» 
,. Bill Pul!m.an fot acertada Ellen yi cta acostumada com a comda de 
tua±o protagonista de Ellcn. uma sére de televrsio que far uso 
"'" b1:i<lo, L. n,Jo, ll,11 Pullm.111 ,e ,J1u h<m nu p.tpd de i!·•fj .1trap.ilh.1do. 
que a fez em flmcs como loucuras de amor Por ÍJOí mJtc.:m minh.1 
mulher 
Deu tudo errado Mtr Wron)- Dtçlo de wiatle _amn E!kn DGcncre»e 
B!! Pullmun Ameran de 1996 9 m1:mn 
(tJJ{!/j@jjj 
fAIIO l)oaM 
TV P11L'U 
Com cara de anjo. pele muito branca. 
cabelo louros e olhos cast:inhos, ª amz 
l1icacla Góes sempre recebeu personagcn 
inocentes na tevé e no teatro. Agora. pela 
primeira vez, ela estará na pdc de uma 
p,1tricinhamau caráter da novela O a~orc tá 
no ar. A personagem Beatriz er1 1m1:l de 
Luiza. vivida por Natália Lage, protagonsta 
da ir.una. A inveja da im1:l. é o enumento que 
nutre o lado negro de Beatriz. "É muJ/o 
din:rtido fazer a vil.1'. apo ia M1cac!J. 
Além de a a e tréia da atriz corno vil:.. é 
1ambém a primeira novela onde Micaela atua 
Junto com a irm:.I Georgiana Gocs. G.:orgi:rna. 
que j'.1 fez a Vara de A próxima v!lima. crá 
Cuca Chicornda crrtO amor está no ar. 
A111e de ua e tri:ia como malvada. 
Mic:id:i micrprctou a doce Maria Lua. ua 
personagem de estreia na teve na novela A 
hi tória ele Ana Raio & Zé Trovão. Ou1rn que 
faz pane d.: ua galeri:i d, mocinha é ~ina. 
de A idade da loba. As im como na teve, no 
balé. de de 
O 
oiio ano . Micada tambcm ó 
esteve do lado do Bem. Foi na dança que a 
atnz fi ou com famJ de eterna boazinha. 
"Sempre me davam o papel da fadinha. 
rcc!Jma. 	. 
Mcaela. no entanto. can ou doer boa.-.'! 
fácil enjoar de um personagem bom • 
assegura. A atnz acredita que o Mal é capaz 
de render melhores personagens. Como 
BcJtnz. d:i prome1c muito plano para 
atrapalhar a vida de Luiza. "A Luiza é muito 
certinh:i-. critica. O que Beatriz detesta na 
im1à é a hi tória do disco voadores. Luza cé 
raptada por ETs e comt:ça a ta c:1.periênc1a~ 
de outro mundo. - Para Bc:atriz. tudo ntJo 
p.1ss.1 de bobagem .explica i1icacla. 
Beatriz. contudo. n:1o é a,xnas má. Ela é 
também uma patricinha. Para compô-la. 
Micaela teve de excrci1ar o fútil. - Fui a lugares 
onde: tinha certeza dcencomrarpatricinhas". 
conta. A atriz frequentou bares e shopping 
cen1crs cóm um bloquinho e fa ano1açôcs 
sobre o componarne1110 das meninas mais 
afetadas. Ob ervou atentamente a fu1ilidadl! 
do _componarncr110 consumista da garo1a 
que e preocupam apena com a apar.:ncia. 
com o que e tá na moda e com a fc t:i . 
Depois de tama anotações. M icada 1ambém 
_a sumiu seu lado con umista. "Quando 1cjo 
um:i bijuteria ou algo qur: sr: pareç;i com a 
Bcaui?. ac:ibo comprando-. admite. St·gundo 
a atriz. e como e estives:e comprando algo 
para um parente .. 
Ma apesar de 1cradquirido algun h bno, 
do personagem. a a1riz jur:i que n:lo r 
patri inh,1 e 1rab:ilha de ·de o I2 anos. 
Segunda Mic:i.:la. su::i princip:i1 
carac1erí ticas ao di iplin:i e: de1crmin:1ç:lo 
que adquiriu com o b:ilé. Detrrm1n:iç:lo que .1 
levou até a Alemanh:i p:ira e. tudar dança 
duran1c do1 ano .. 
.. Fui so.t.inha. com a cara c a cor.Jt:,·nt. 
cnfa11z:i. Quando 1rrrninou o cur,;. rl.1 
garante que podcn:i tc'r con11nu:ido llJ 
CornpJnh1a de B:ilt' de: Stuug.irt. "Decidi que 
nJo cr:1 aquilo que quad·. t· noba. 
A f:lm:i de p:itrici11h,1 11 o (: a tlni.:a 
n:pdid:i por li :id:1. 
A atriz também assegura que cu 
relacionamento com a itm Georgiana não 
é nem! um pouco p:ircc1do 0111 o 
relacionamento de Beatriz e Luiza. 
"Somo. muito amigas. afirma. Como 
Cuca Chicotada. Georgiana sera uma 
m:i!Jb:m,u de circo. 
- Fic:imos torcendo p:ir.1 termo:. c,·n.1_ 
juntas". enfatiza. A personagem de 
Gc rg,:in .. cntrct:into. f.1r:'i pJnc Jo nucko 
do, honzinho, de O amor e 1:'i no :ir. Por 
i,,o. não devem ter muitas cenas juntas. 
A fama de má da personagem não 
intim1d::i li ·:ida. 
Ela a segura que n:lo , ... 1mp n:ir:i r o 
publico na rua o!há-la de cara fea. "E um 
sirul dr: que mt'U tr:ih:ilho e_ ur.1 
co111 cnccndo". analt a. El..i csta certa, nO 
l.'111.mto. de que não p ,Jr. por ncnhL.tTI 
incidente desagradavel por causa da 
p ·r on:igrn1 . 
.. O tdc.,pe t.1dor abe ddr as corsas . 
acredita. Afinal, Beatrz pode s« r r:1.1. m .. , 
n2o será nenhuma Odete Rotman

JOI 
1
1L 1RUHJNA JJA l-1 O~ 'l Ell' A 
Encontro com ·Ministro dos Transportes 
foi positivo, segundo Akira Otsubo 
ri T,i d• 1 rh, Jl,;ll!I /1' 1 JI/ OTSllf'O 
rot vo m Brasília no di1 19/03 
acompanhado dos deput ados Rober­ 
to Orro e Noli o Cimr, in ,. 
qrando uma Comissão da Assomblá 
la Loqislativa, para uma audion 
cia com o Ministro clon 'fr rn,;po.r 
ts Alcides Jos 9ldmnha, Par - 
ticiparam ainda do encontro os 
nadores Lüdio Colho, Ramz - 
'poho o os dopu ados federais - 
óncm: Golcloni ,.. Oilr,o Spnr,,fi - 
co. 
O assunto em pauta foram ,)S 
precárias condições das ostra 
da feder is de Ma :o Grosso do 
Sul. /KIR/ informou ao Ministro 
qun n malh vi rl ~ntndu,l, 
princip lm'lntr· nn R"giZio do Do}_ 
ono, "ncontra-sc intransitável 
oferecendo sérios riscos a ser 
gurançn dos motoristas que ng 
las trafegam além de ocasionar 
prcjuizos as Cinnncas do Estado 
e dos Municlpios da Rcgi5o, em 
rez5o da dificuldade para o es­ 
coomento da produç5o e da cl_cvE_ 
cão no custo aos transportes 
por causa do péssimo estado de 
conservação das rodovias. 
Os parlamentares enfatizaram 
no Ministro a importãncia das 
rodovias federais para Mato 
Grosso do Sul, um.; V"7. qu~ o Es 
tdo sti om franco desenvolvi­ 
niento econômico, princip1l~nntc 
com o .1dvento do MERCOSUL, 0 dil 
construção do GASODUTO, que fo­ 
mentam ainda mais as atividades 
industrial e do ecoturismo. "Pa 
ra quo ossas atividdos so do- 
CPI não acaba em pizza, 
garante Franklin Masruha 
"A CPI do Previsul não vai E. 
cabar cm pizza". Foi o que ga­ 
rantiu o Presidente da Comissão 
Parlamentar de Inquérito que in 
vestiga irregularidades no Ins­ 
tituto de Previdência Social de 
Mato Grosso do Sul, deputado 
Franklin Masruha, do PDT. "Essa 
é uma afirmacão indiscriminada 
contra todas as CPis, mas no 
nosso caso posso assegurar que 
houve muita responsabilidade na 
apuracão dos fatos", explicou o 
parlamentar. 
No seu discurso, Franklin 
d~ssc_que o poder de investiga­ 
cao nao pode ser confundido com 
qualquer dos poderes de execu - 
;;ão d~ L
7
i ! conferidos pela 
Constituicao ao Executivo e ao 
Judiciário. "As comissões par] a 
mentares de inquéritos não po­ 
dem invadir atribuições dos ou 
tros poderes, e não têm o papsj 
de policia ou de CY.ecutor crimi 
nal", ressaltou o deputado. - 
rvclu , qer ndo t iqu ? 
t t do, pwcno; rto uma 
vi iria qu irvs de uporte 1o 
fluxo de veículo qu trufar 
por nossns e rada " - salienta 
o í,i cJnr do PSOfl. 
IKl !VI OTSUBO retornou da au­ 
<1F•nc ia com o.Ministro dos 
Transportes bas ant otimisa • 
cqundo ele Alcides Saldanha, s" 
mos rou sensível o problema do 
Mto Grosso do Sul, o dtermi - 
11011 ao Chofo do DNFR no Estado, 
f,lJ1Z /NTÔNIO F'. OE CIHVALl!O,l.J,!'.l 
b+m presente ao encon ro, que 
dote providências imediatas no 
sntido de restaurar as nossas 
princip:iis rodovi.1s f,-.dcrais,,'m 
r•r;p,,ci l o sub - trecho Garcia - 
Trs Lagoas e o sub - trecho - 
qun intPrliga n BR-262 à BR-158 
passando pelas Avenidas Clodoa_l 
do Garcia e Filinto Muller, o­ 
bra iniciada o paralisada por 
f1lta de rcpassP de recursos ao 
ONER. 
O Ministro alegou aos parla­ 
mentaros do Estado, que a maio­ 
ria das rodovins brasileiras se 
nncontram na !TY'Sma situação e 
que o Governo F'lderal VPm trah~ 
lhanclo arduamnntc com o objeti­ 
vo de viabilizar os recursos no 
cessários para a recuperac5o de 
todas elas, pois é do entendi - 
mcnto do Presidente Fernando 
Henrique que a melhoria da ma 
lha viária nacional~ de funda­ 
mental importãnciu para o desen 
volvimcnto sócio-econômico do 
Ilr,,sil. 
Sngundo Franklin, como o par 
lamento não podem confiar a uma 
cntidadP mais poderes do qu~ 
ele tem, a compet~ncia das co­ 
missões de inquérito não abran­ 
ge senão assuntos de esfera da 
ação e vigil5ncia. 
O trabalho final da CPI do - 
Previsul apresenta 13 volurres e 
seis mil páginas e. ficou todo o 
dia em exposição á aprcciac5o - 
pública no Plenário da Assemblé 
ia Legislativa. "Fizemos o m 
lhor ao nosso alcance", enfati­ 
zou o Presidente da CPI. 
Sobre a proposta de transfe­ 
rência de recursos financeiros 
para o Previsul, a partir dos 
poderes, com o fim da centrali­ 
zação na Secretaria de Estado - 
de Fin .. ncas, o deputado Masruha 
admite que pode ser uma boa al­ 
ternativa. "O dinheiro sairia - 
direto da Assembléia para o r '!' 
tituto'', exemplificou. A idéi;. 
é de f-:-nd ida pelos membros d CP. 
[IN ORME TF] 
Aterro Sanitário já está em funcionamento 
No ar pot 
mform, o que o A 
pela Prefeitura lu, 
metros da HR-o), ipo o en 
a Rodovia Apupore. j+ € l t:
1 
recebendo todo o lxo col 
danamente. que é separado e distribuído em 
alas especificas para o lixo oreinico. 
mnorgamco e hospitalar No local, devidamente 
Lcr<.:,1Jo e sir1Jl11 .. Jo. wmbcm e fc1t.1,1 "-'P.'f,1~âo 
de latas e garrafas, que são materiais recicláveis 
O JlCITO. construido sob a supervisão do 
Secretário Municipal de Obras, Engenheiro 
Marcos Câmara de Moraes, era também um 
compromisso de campanha do Prefeito José 
Ganibaldi e do seu Vice, Dr C,craldu Pinhcm, 
!urano, quc. a exemplo do que pen~1 a m,1iona 
d,1 nossa população, não concordavam de 
maneira nenhuma com o despejo de todo o lo 
domiciliar coletado na cidade às margens da 
Rodovia-060, na entrada da cidade. o que além 
Jo péssimo aspecto e a má impressão que da, a, 
principalmcnle as pessoas que visitavam Uda 
Vista. ainda representava séria agressão ao meio 
ambiente devido a enorme poluiçJo causadJ. 
Paraguaio alvejado à bala veio a falecer 
Na Coluna Ronda Policial. publicada na 
Edição passada da Trihuna da Fronteira. foi 
1101iciado que dois paraguaios, lclciades 
t'abrcra Achar. 21 anos e Veríssimo Caballcro 
l'ortilha. '27 anos. haviam sido alvejados à bala 
na Avenida Teodoro Saliva. no último dia 15/ 
03. por l'olta das O 1 :-10 horas da madrugada. A 
111a1éria afim1ava que os aulorcs dos disparos 
!<iram lrês elementos que se evadiram do local 
logo cm seguida e nilo foram identificados e que 
os dois paraguaios foram feridos cada um com 
um tiro. mas sem gravidade. 
lnfclizmenle houve engano. um <los 
parJguaios. Verissimo Cabalkro Partilha. foi 
ferido na cabeça e depois de dois dias veio a 
falcccr em Assunção. para onde tinha sido 
levado cm virtude da gravidade da lesão sofrida. 
ó nos resta encaminhar nossos senlimentos de 
pesar à familia cnlurada, da vizinha e co-im1à 
cidade de lklla Vista Paraguai e esperar que o 
autor. ou aulon:s. do crime. sejam identificados e 
punidos com o rigor da Lei. 
"Painho" condenado há 15 anos de reclusão 
Em 'julgame1110 realizado nesta quinta­ 
fcira. dia 20, no edificio do Tribunal do Júri da 
Comarca da nossa cidade. o corpo de jurados 
c,rndcnou Argileu Lopes de Souza. 27 anos. 
mais conhecido por "Painho". há 15 anos de 
reclusão. Argiku é acusado de participar do 
homicidio de Genivaldo 
1
onato de: llcnezc:s. 
de 24 anos de idade. ocorrido no dia 2-1 de 
dezembro de 199-1. no Bairro Boa Vista. acima 
do Conjunto PREVI SUL. crime do qual ramb<'m 
teriam participado outros familiares de "Painho" 
após a vilima ter aplicado uma tremenda surra 
no pai dos acusados. Genivaldo Nonato de 
Menezes foi mono com três tiros e v;írias 
facadas pelo corpo. Argileu permanecerá 
"Tapa-Buracos" e Recapear. ento 
! , 
1 
1 d 
d, 
-.( 1 J.,, 
a execução do servo ctá sendo 
utilizado o material adequado, produzido em 
usina própria da Prefeitura Municipal montada 
recentemente e. segundo informações qu 
recebemos com exclusividade, dentro dos 
próximos dias deverá ser iniciada a cobertura 
por lama asfaltica da venda Teodoro Sativa 
onde o asfalto existente jà se encontra bastante 
d.:lcnoraJo 1'0~1cnormente c,,e 1mpor1.1111,· 
serviço de recapeamento asfaltico devera ser 
estendido ás demais vias publicas da cidade que 
se encontram com o asfaltamento 
comprometido. Devagar. com os pés no chão, a 
administração "União e Trabalho" vai 
executando serviços importantes e ha multo 
reclamados pda no,,.i popul.1ç.lo. 
As mortes na Barreira da PRF 
Ale agor:1 n,1o c,tj muilo hem explicado 
o acidente que provocou a morte de duas pessoas 
dias alr.i~. dur.mle o período noturno. na BR- 
060. há 13 kms da vizinha cidade de Jar<l,m 
1'.'o acidente perderam a ida brutalmen1e Lddio 
Pcralta. 53 ano,. ca~do.: Dilmar dJ Sih a Porto. 
29 anos. após o ,eiculo que conduziam, um 
Volkswagen Gol, ter colidido violentamente na 
traseira de uma camione1e F--1000 que algum 
minutos antes havia sido parada pelo, 
patrulheiros da Policia Rodoviária Fcdcml. que 
mon1a, am bam:ira no local. 
Segundo as informações. apó~ o acidenle 
e o socorro às vitimas. prestado pelo Corpo de 
Bombeiros de Jardim. o, pa1rulhe1ros da PRr 
reliramm do local os ,dculos envolvidos no 
acidenlc. dificultando o trabalho pericial. o que é. 
oo mínimo estranho. pois em casos dessa natureza, 
com vitimas fatais. o que mais deve s.:r prcser. ado 
é o local do acidente. Sempre é bom lembrar que 
existem testemunhas desse acidentc. l)<."SSOas que 
também estavam sendo abordaJas pelo, 
patrulheiros rodoüirios federais na hora do fato. 
as quais de, cm ser ouvidas pelas autoridade., 
responsáVt:is pelo caso. para que.: todas a, 
responsabilidades sejam apuradas. 
É inadimissívcl sob todos os aspectos que 
dois seres humanos. um pai de familia que 
trabalhou a sua vida inteira e um jo, cm de '.!9 
anos. percam suas vidas de maneira Ião brutal 
como essa. Havia a sinalização adequada e 
obrigatória? A barreira estava sendo fei1a em 
local apropriado? Era possível os motoristas 
reconhecerem a distância que se tratava de uma 
Barreira da PRF? Caso contrário. de n:pente. 
poderiam suspeitar de uma abordagem tão 
repe_ntina. São perguntas como essa que 
precrsam ser respondidas pelo comando da 
Policia Rodoviária Federal à toda a população 
da nossa região. que é acostumada com a caJ ma 
e a tranquilidade das nossas Rodovias e até agora 
esta chocada com essa ocorcência be tial. 
A Loja-Amiga do Homem do_ Campo· 
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PREFEITURA MUNICIPAL 
DE BELA VIST A/MS 
Portaria Nº 159/97 
Gabinete do Prefeito 
O i'HJ:ITJ'f() MlJICl PAL, DE BELA VISTA, ESTA 
t){) f)t: Ml'rO GllOSSO DO SUL, NO USO DE SUAS A 
TRIBUIÇOES LEGAIS; 
RESOLVE: 
l)Lnr,r, a Cominn3o Municlp l d~ Alirnn~ 
tação, visando a distribuição de qneros 
limont [cios, par as famílias carentes des 
to Municipio, em cumprimento a de.rmina - 
ção do x00lentíssimo Presidon e da Repü - 
blic,1, vinculnd,, no PRODEA-II, composta 
dos membros abaixo, sob a Presidencia do 
primnirn: 
c6lio Alves dos Santos Profei ura 
RG 216. 790 SSP/MS 	Municipal 
ClC 157. 147.991-00 
Márcio Dias (Membro 
CPF 322.149.951-53 
rsra 1 Chamorro da Rocha 
Membro 
CIC 141.462.231-72 
RG 330.608 SSP/MS 
Agnnor Martins ~Gnior 
Hembro 
CPF 390.737.501-72 
RG 325.558 SSP/MS 
Maria Rita Caniza 
Membro 
CIC 141.490.281-81. 
RG l:>~.457 SSP/MS 
Nelson Luis Matoso 
Membro 
CIC 175.237.371-53 
RG 154. 772 SSP/M'r' 
Luiz Carlos Rahal 
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CIC 091.030.661-34 
RG 6.448.396 SSP/SP 
Celso Balta 
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Pedro Martins Pires 
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CIC 256.965.301-25 
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deverão permanecer fechadas e as solicitações eventuais ó 
poderão ser atendidas se consl.lr n:i Re- ... eit,1 J i,,foruu;-:i > d 
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JüRNALIIUílUNADAJ·Rü.1. l(UtA. DIA.RlülU:C.Jl > 	21./'].i..2 'LIRÇOI.2E l ' GL'.. 
PM desvenda furto de Motosserra que 
foi trocada por "Maconha" no Paraguai 
ilém d· clu icl,u i.1p1d~mcntc o furto de 
11111.1 Moio,'>Crr,1. a l'ullcia Mil1i._1r de ela Vista 
,it.,lx,u ck~cohrindo que o C<jllip.unenll> havi,1 i,ido 
troc.,do por um,, bo.1 q11.111tidadc de ''maconh:," 
c111 ella Vista Paraguai e ainda prendeu em 
fl.1gr.mtc o autor do crime e um comparsa, que 
estavam de posse de aproxi111. damente meio-quilo 
da "erva" cm uma 1esidênci11 locnliT.1da na Rua 
Anto11ia Varg.1s da Rosa. 
Segundo as infonnaçõcs, logo pela manhil 
do último dia 21103, o Sr. Oscnr Mohr. 56 anos. 
propri<.'.lório dn Scrrariu P11rnn:I, locnliwda a Rua 
João Chnmorro. slnº, no Bairro Água Doce. 
comunicou n Policia Militar que naquela 
mudrugnda havia sido furtada da sua empresa 
uma Motoss..:rra marchn Sthil, modelo 076. 
Imediatamente os Policiais saíram em 
dilig~ncias, comandados pessoalmente pelo 
Comandante do 3° Peloti1o PM, Tenente Alirio 
Villasanti Romero. que também solicitou o 
apoio do serviço rc crvudo da Corporação. 
Logo nas primeiras dili •ência, o l''.b 
levantaram informJçõcs que apontavam u 
ckmcnto de nome Martin11,m<1 CentunJn 1.:01110 
o nutor do furto, pJS'>:lndo ent.lo n procura-lo 
pela cid,1dc. O elemento foi rncontr,1do nl['.Ull1 
tempo depois 11.1 rcidência do amigo /ntonm 
Vilalba <los Santos. lo ali1,1d,1 n Rua /ntonía 
Vargus da Rosa. onde, para ~urprcs.1 dos 
próprios Policiais. também !'oi cncontr.ida 
aproximadamente meio quilo de "m.1 01111.1". 
Mnrtintinno e Antonio rccdx:ram ,o, de 
pris:1o cm flagr,1J1tc por trofico de drogas e foram 
conduzidos à Delegacia de Policia Civil onde. 
ao serem interrogados pelos Policiais 
Muniminno acabou confessando a autoria do 
funo da Motosserra e contou que havia trocado 
a mesma por uma certa quantidade de 
"maconha" cm 13clla Vista Paraguai. com o 
elemento identificado como sendo i':lvio 
Antonio Amarilha Mornlcs. que seria 
proprietário de uma pista de bailes na vi,inha 
cidade 
lmcdiat,.m1entc n i'olt,u Mtl.i t ~1!'1t11u 
o .1po10 d,, Polk1.1 '.i.:1011.11 do PJI,l •LI.li p.,rJ 
checar a ,e Jo Jprc cn1ad.1 rx- lo .1t.tur ,fo 11.rto. 
em diligência na residência de Ih 10 Antu:iio 
a, autor1d.1de~ do ,i;inho J>an cunfinnJr,1111 u 
cn,·ol~imcnto eh, propm:t.,no <l.1 p1,tJ <lc h.1d:,. 
cncontrnndo cm seu po<lcr a Motosserra furtada 
da Scrrnria Pur.111:1 11Jqucl,1 madrugad.1. 
De .,corJo com Js infom1a_,õec-, lchllll.ld.1., 
pdu Pulíci:i hr:1,ilcir.1, 1lartim1.mo cnlUriJo. 
26 ano,. já curnpnu p.:11,1 por homicidio na 
cadci.1 púbhca local, sendo que a, ítin1.1 crJ !>CU 
tio. ele i; apontado t,Hnbém como autnr do funo 
de uma hiciclct.i ocorrido no último diJ 21 e 
também possui inúmeras jJJ'.>Sagcns pcl,1 
Delegacia de Policia. por agn:s-,;1o e Jesordcm. 
além <le ser viciado cm drogas. A Policb apurou 
ainda que por ocasiào do furto da llotos~erra 
lartimiano também ameaçou com uma ÍJca o 
próprio innão, que.: deficiente füico e teria visto 
ele ur t! ' r . n 1 .. tt t 1~,1, ~t tot~ r-rr., 
para que ele nuda contas e sobre o furto 
M TIH ,1 JhJ 1 , nt m o l' ,n:n: ,., J d . .!h, 
J,. '- nk" J, r.rnt .,ut 1 ,J,J , 111 11 1 ante pelo 
Delegado de Poll ia Civil Jair D po 
1 , ""t:d• 11. J'< 1,, u ll ,t'~ J,· tralllO d • dr,· • tst· 
lunv. e l ndo sujeito a reclusão de até 1$ no 
t.i ,() ,c1am tondcn:111 J><•r e e UH1tc,. d 
wrJo com o Cúd1 o Penal 
A Motos serra recuperada pela Policia do 
1'.tr..1gu.11 em poder do p.ir,1~u.110 1 I.11> 
;11101110 1111.,rilha .lur:ik . fui u,tr,t·u,· ,1 
Policia brasileir. que tara sua devoluto ao 
proprietário. Nas diligências desenvolvidas 
durante tod,1 .i ~c>.t.1-f.:1r.1. J1,1 21. JIH.I 
eluc1dJr o lurto JJ Mnto,scrr.,. 1" l'tJl,u.t1' 
Militares levantaram informações que os dois 
elementos preso,. ~Jartim,.1110 e Antonio. 
wmbém podem .:st.ir ernoh idos com uma 
"boca de fumo". locult,ndn na l1.11,,1<lJ 
Corinthi,rn.i 
Estatuto do conselho de Integração segurança 
Pública e comunidade - ISECOM 
CAPfTI'LO 1 
DA CXJ~STITI'lÇÃO E Fl~ALlílADF.S 
>.rt.l'J - _O Co1rnclho d1• lntt~~r.1.çtio Sl.'i;:t1rnnç.1 f'Úhlic,1 '-' C«'lu- 
nldndc - TSt.C0'-1 do thmlc{plo t.lc Bcln Vl!lta, Estndo de Mato 
C"rosRo do Sul qut• podC'r:i us11r n sl}:lil tSECO-t. entidade clvl t 
de dlrclto prlv,,do :.cri ílns lucrativos, de 5~blto local, fund.1 
dn c.n 10 de m.,rç.o de 191)5! tcr.i por flMlldndc, colnbornr coo :i 
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~cr.unldildc ! nccc:rnlJ~dl" d.1 p.,rtlclpaciio e.- coopcr.,ção p.,r., i:;;1- 
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b lV • - Ofr.rt!cer :;us::estôc::. sobre n:-. quc:.tõc::. de Scgur.,nça Pú- 
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ArL)~ - O 1$[C0'1 tem :carn r,cdc e foro n:, clcbdc de Scln Vl~ 
h.{Ç,"; "s rssss 4s sa. no aros5s ir t«=s 
Mrt.42- vedado ao 1SECO envolver-se, dlrct,1 ou indlrctn 
"· assuntos re1!x!oro ou poHtlco-p.,rtldÃrlos. - 
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d A~t.69 - O patrlr:Õnlo e a rcnd:i da cntlc.!.,d,· ~er3o constltu[ 
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º ~ bens e dlreltos, co.,tribulçÕcs c&pontãr:c.,s, Jonntlvos--:- 
u ci,:;.1do!l, qut: rcverteriio cr.i bcnc{lcios de .!m.,s finnlld.ndes. 
CAP!Tu'Ul 11 
DA AD't1 ~1 STRAÇÃO 
1rt. JQ • Sii':? órgãos dn Ad!:linlstrnc;Õo do lSfCOH: 
+%:#:.v 
III - Conselho Ff«cal: 
""??_ %os ák rerta • as 'reis nsen! 4s 
«ri g""";;{ç" ntwr resto, r=wrasis rts 
?"ç";{ P48: o serefeto 4s« e+rs? ta ptrerrto.e to 
nl_<!~~e. gc,i. Sera coneldcrado como serviço relevante à cog 
-.;1Ao 1 
ll-1 ASSC'Hl.tlA CT:,l. 
Art.9.
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- A As:.e:-:tJh':f.1 r"•r.11 p1.1c
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l':"Í !>,·r ccr., ·oc.1cL1 ,·-...tr.,or·!l­ 
n.irl:t'.""l'Tll°', U':1.:t v-:r (''oOr .,no, t·:-: <l ta convocada pelo Pres!dente 
d) t<=F.CO'l, coo nntl'Ct·dt'ncla r:[nJ-..1 ,:,• <h·~ (lOl c!l.i,;:. 
Art,10 - A Aser!tla era! poderi ser convoca'a extraordI­ 
n.1rlnr.:cntc- 
1 por !-Ol lc l t:ic;,;o: 
1 - do Co:i.s,•lho Fi::c:ll 
i4",," tare«sra«s as 1sr0w, «@tas rrs+atas» 
Art.11 - A Ar..s .. ~:::.bli':[a G,•r,11 co"".fH.•t4.•: 
I - Eleer a Dln.:tort.1 <' o C<,nsêlho Fhc.,1; 
11 - Jul~nr o relntcÍrlo .:tpn·::cnt,1do .'l:111.11~1..•r.t,· ;:iel:1 Dirt•to­ 
rla; 
111 - Refoni.,r o E!ot.1tuto 011 dl!-:;olv,•r a c-:itld.1d1.· nc.·dL1nt,· 
-~e- dois terços (2/3) dos ~Óc los; 
I' - R!'solvcr o.s de:ais assuntos de Interesse da t:nt[<!,1dc • 
Inclusive aprovar por_maior[a sirples, a acclt.icilo dt! ~Ócloi.. 
Art .12 - A A!--sc:ribl,· la C"•r.1 l sor. .. •nt,• podcr.1 reunir-se cor ,'l 
prt'scnç,.1, d1.; U.';1 t!'rço 0/3), no r-.fn[r.o dos ~Ócios do l~ECD~1 ou 
2",}?"" iro • «und+ ovo-as is ur .. , hor.1 d,•r,o[ s d.
1 pr! 
Art.11 - ,;;e, s,•r,i .h!-{rl •u n:,to ;'C"r "1",~1:r.1c.io 
srç,lo 11 
DA OtRETORlA 
At't.14 - A DlrrtorL, ~ o Ôr~Ío C:<.'Cutlvo do ISECCl! t:' co::-pÕ<• 
Sf' <!e P:rcsld~nt.'. Secr .. ·t.1riu " TL·sourdro. l'klto'- .1nu.,l':lC'nt4.•­ 
rctn A!:!!<"O:':>lct., C(•rnl. 
Art.lS - O r.i.,nd.,to d,1 Dlr .. •torl., (' ,'l.-plo l' illr.ilt.ido lncu~- 
blodo-lhc prh•,,tlv,"l.""''-':tt,•: 	' • 
1 - R('prcscnt.1r o l~~cr,: p.1r.1 tcdos oc; t~fcttos 11."i,..:J{.r.; 
11 - Cui:iprlr e f,izcr Cu:"iprlr :a:1 d1:;poslçÕc$ dér.L• F.!<t.ituto; 
111 - Realizar, dentro das l"Os:;lbllld:adc:., .1:- ftnalld::tc!i..•s - 
prcvistns no ArtlE;o 2Q destt.• Est,ituto; 
11 - Ci!rlr os intcr("SSL'~ eccnõ;Jco~ e ftn.,nc(.'lro-. do ISECC"'~ 
prt~s; R~glstra::- a tnscrlçno c!e sacio!'. do ISECO e IIvros pr§ 
II - Dcsl~n.nr co::lssÕ•s d~ ntlvid.,d!'5
1 p.1.r.1 r.!f•lhor fur:clona 
tento do ISECO'I; 	- 
VII - .. Dc!lbcr.,r sobre doações de bens e geral ao Estac!o 
pnr.1 os org:ios poltclnl:1 !l."dl,1Jo5 1;0 '!u:tlcfplo. 
Art.16 - A Dlrctorln ~u'"llr-sc-~ co::1 :s. pn:!::<.-OÇ.:J de r::.,torill 
de seus erbros, mediante convocaçao do Pl-e:.ldcntc oo seu subs 
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Art,17 - Deverio corparecer is reuntes da D!retorta, na 
qu.11ld'nde de convidados especfals, os responsivels no J:ilc[ - 
pio, pcl:i rolfcSil Clvll <' ou 'II!tar, para de!Iberaren e anal! 
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' - A.<llr..ir-, (l)"' Tt' ~r,frCI, d, rts 'uw rrre «tr 
t.rLações para o Ea, Inclusive ' e; 
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e asirar co o Pre{dente, Atas orne:pondenctas urprf to ou 
tro: encares correlato:s, e etst!tu!r o Pres!dente em suai au - 
ncfase fpe!lentos. 
Arr.:'O - Ao 7,•:.cr:r,•fr('I ccr.;w':,• .1 resp+.«a{Idade do per[G­ 
rlo e do controle fInanelro do Iro't, arrecadação de fundos, 
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Sç!O II 
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Art.21 - O cnn-.,•!~n t:'!«11 c<..r::,or-·:••-.í d•· tr•·". ,..~~ro lt,tf- 
·vos e u uplente, ele!tos anua!entre la As!fa Cera! 
Art.2':" • V'-:p..•t1• .v, Co--:·1•H.., F{ ,,11: 
I - exalrr a escrta do [sEot, ItIndo parecer, que ra 
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TI - dar parec quando sol!c[tato, ±obre de=a! untos 
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DAS DISPOS1COES CERA! E T517101AS 
Art.:.!3 - Os r.ÓClc:- do Jsrco·• -,i:, r,•,;~-,c!,•rlo tolit1~rl.t, rA· 
-..ubi-ldi.:,r!.1""V:ntt• por .,ro-. d.1 Dlr• tora e o'r!ações a Ida p 
!.1 ,•ntlcfadc. 
Art.1.'.. - O ISECO'~ atuará ger e com enrfdade de apoio e as - 
sessoraento, sendo-I!e vedado InterferIr a'qualquer t[tulo na 
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Art.25- Qundo a doais 'e mator!ais perarentes, révefs, n 
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·ara de Seurança P?ileu, vIsando a padronização e torbaento 
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Art.26 - A renda referida no Arti .:n S..-J e!(.· te E ,t..'.ltuto. ;,t'râ 
deposttada em conta baniria e rov!tentada exclusivaente p-•lo 
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Art.27 - As daaçoes de t::§..,,·h ;10 ~:.,t..1do, ,., r.io proct-~lcfa:; ~ 
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~ .1 i"ubl lc:1 e p~.stc:r lor tor.t>.C"C'l~O no or;-.10 c~tcnte. ~., a.:.:>rC:!> 
coo ;1 Lcglstnçao ,·1t;cnte- 
?ar.l~:-:1fo ~:,1co - T'r.1t...1ndo-se d.:t cor..:.tn.:;:4o de p?'écHos n('l'·1os 
??""" r sdet4os ers PI+ Sec:"l!t.art,1 <!e ~õ;.H;'J:tç:, ?ú : 
_Art.28 - O ISECCM somente poderá ser dIsolvIdo por de1Ibera­ 
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presentes no r:!nir.o.c!ols tt-rçoq (1/J) d:S trssoo,·escrit.:as cem:, 
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